Governo Federal tem déficit primário de R$ 7,223 bi em julho

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1 Sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Ano XIII Nº R$ 2,00 Venda de aeroportos A Secretaria de Aviação Civil informou que estuda a venda de parte de sua participação nos terminais de Guarulhos, Viracopos, Galeão, Brasília e Confins, todos concedidos à iniciativa privada. A venda, segundo a SAC, faz parte das medidas de "reestruturação da Infraero para sanear as contas da empresa e oferecer serviços de qualidade nos aeroportos que continuará administrando" (AE). Romério Cunha Governo Federal tem déficit primário de R$ 7,223 bi em julho O quadro de deterioração das contas do governo federal se aprofundou em julho, tornando ainda mais difícil o cumprimento da meta fiscal do ano. Após registrar pela primeira vez na história um déficit primário no primeiro semestre, as contas do Governo central apresentaram um rombo de R$ 7,223 bilhões em julho. O déficit é o pior para o mês da série histórica, que tem início em As contas do Governo Central reúnem o resultado do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central. Com o déficit de julho, o saldo acumulado no ano ficou deficitário em R$ 9,050 bilhões, o correspondente a 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB). No mesmo período do ano passado, acumulava superávit de R$ 15,142 bilhões. Em 12 meses, o Governo Central acumula um déficit de R$ 43,9 bilhões - o equivalente a 0,77% do PIB. Com dificuldades para fazer um superávit primário maior neste ano, a equipe econômica reduziu a meta para o Governo Central em 2015 no mês passado, que caiu de R$ 55,2 bilhões para R$ 5,8 bilhões. Mas mesmo essa meta está ameaçada, o que poderá levar o governo a fechar o segundo ano consecutivo com as contas no vermelho. O resultado das receitas de julho representam uma queda real de 4,7% em relação a julho de Já as despesas tiveram aumento real de 0,7%. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as receitas do Governo Central recuaram 4,7% e as despesas aumentaram 0,4%. O resultado do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central de junho ficou dentro das expectativas do mercado financeiro. Levantamento do AE Projeções com 19 instituições mostrou que as previsões eram de zero a déficit de R$ 9 bilhões, com mediana de déficit de R$ 5,150 bilhões. Tesouro As contas do Tesouro Nacional registraram um déficit primário de R$ 1,726 bilhão em julho, de acordo com dados divulgados pelo órgão. No acumulado do ano até o mês passado, o superávit primário das contas do Tesouro Nacional era de R$ 30,707 bilhões. Já as contas da Previdência Social registraram déficit de R$ 5,671 bilhões em julho e de R$ 39,411 bilhões nos primeiros sete meses do ano. As contas do Banco Central, por sua vez, tiveram saldo positivo de R$ 174 milhões no mês passado, mas déficit de R$ 347 milhões de janeiro a julho. Investimentos Nos sete primeiros meses sob o comando da nova equipe econômica, os investimentos do governo registram uma queda real de 36,6%. De acordo com dados do Tesouro, os O resultado das receitas de julho representam uma queda real de 4,7% em relação a julho de Já as despesas tiveram aumento real de 0,7%. investimentos pagos somaram R$ 32,262 bilhões. Desse total, R$ 23,584 bilhões são restos a pagar, ou seja, despesas de anos anteriores que foram transferidas para Em julho, as despesas com investimentos foram de R$ 4,465 bilhões, com queda de 39,1% sobre o mesmo mês de Os investimentos com o Programa de Aceleração Econômica (PAC) somaram R$ 3,312 bilhões em julho e R$ 23,863 bilhões nos sete primeiros meses do ano. As despesas com o PAC caíram 39,6% em julho e recuaram 36,5% no acumulado do ano (AE). Mercosul e UE Acordo não pode destruir empregos, diz ministro argentino Divulgação Ministro de Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman. Brasília - O acordo comercial estamos dando. Não podemos entre os países do Mercosul ceder. Um acordo com a União (Brasil, Argentina, Uruguai, Europeia e com qualquer outra Paraguai e Venezuela) e a União região deve servir especialmente para a geração de empregos Europeia não pode "destruir" empregos nos países da região, em nossos países Um acordo afirmou o ministro de Relações não pode destruir empregos", Exteriores da Argentina, Héctor disse Timerman. Timerman, depois de participar O ministro Mauro Vieira afirmou que a posição do governo de reunião no Itamaraty com os ministros de Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvol- do governo argentino quanto à Dilma Rousseff coincide com a vimento, Indústria e Comércio importância do acordo comercial que será costurado pelo Exterior, Armando Monteiro. Os dois blocos devem trocar Mercosul com os europeus. ofertas em novembro e iniciar "Estamos em posição afinada e as negociações para fechar o acordada entre os ministros do acordo a partir de Mercosul para apresentarmos "Vamos, unidos no Mercosul, uma proposta conjunta", disse buscar desse acordo o maior ele. Em seguida, o ministro Armando Monteiro reforçou que o benefício possível. Temos que estar seguros que a Europa dará desejo pelo acordo é "reiterado" a mesma importância que nós por Brasil e Argentina (AE). STF reconhece validade de delação de Youssef Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a validade do ato do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, de homologar o acordo de delação premiada firmado pelo doleiro Alberto Youssef com o Ministério Público Federal (MPF). Embora dois ministros ainda precisem concluir seu voto, a Corte já tem maioria formada para rejeitar um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Erton Medeiros, executivo da Galvão Engenharia, que questiona o ato de Teori Zavascki, de homologar a delação do doleiro, em dezembro do ano passado. A delação de Youssef e do ex-diretor Paulo Divulgação Doleiro Alberto Youssef Roberto Costa, ambos homologados pelo STF, deram origem a mais de 20 inquéritos contra parlamentares que investigam suposta participação de políticos no esquema que desviou recursos da Petrobras (AE). Plano de previdência que destina recursos para a saúde São Paulo - A Câmara aprovou ontem (27), projeto de lei que concede benefícios para incentivar empresários a custear planos de previdência privada aos seus empregados, cujos recursos serão destinados a gastos com saúde durante a aposentadoria. Conforme o texto aprovado, o seguro contratado poderá complementar a renda do colaborador vinda da Previdência Social e ajudá-los com os gastos de saúde quando forem desligados do plano empresarial por demissão ou aposentadoria. "A empresa que contribuir terá os mesmos benefícios fiscais aplicados aos planos de benefícios de previdência complementar", destaca a Câmara, em nota. O projeto de lei é de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) A Câmara aprovou uma emenda para que a lei só entre em vigor 180 dias após a publicação. O VGBL Saúde é similar ao health savings account (HSA) negociado no mercado americano desde 2003 e alia coberturas de previdência e saúde. O produto começou a ser estudado na Superintendência de Seguros Privados (Susep) em meados de 2009 (AE). Recriação da CPMF pode agravar a crise, avalia Renan A notícia de que o governo estuda a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não agradou ao presidente do Senado, Renan Calheiros. Indagado sobre essa possibilidade, ele afirmou que se preocupa muito com a criação de novos tributos, principalmente num momento de crise econômica. - Tenho muita preocupação com criação de imposto. Não dá mais. É preciso retomar o crescimento da economia e essa Agenda Brasil se dispõe a isso: criar condições para que o Brasil estabilize a economia e volte a crescer - afirmou em rápida entrevista a jornalistas. Segundo Renan, depois que o Brasil voltar a crescer, é possível se pensar em aumentar a carga tributária, mas fazer isso durante um período de retração econômica "não é boa prática". - Acho isso muito ruim para o Brasil e certamente vai agravar a crise - afirmou. Já na Câmara... O líder do governo na Câma- Classe C irá consumir R$ 1,35 tri durante crise Belo Horizonte - O presidente do instituto de pesquisa Data Popular, Renato Meirelles, disse que a classe C irá continuar consumindo durante a crise e gastará, nesse período, cerca de R$ 1,35 trilhão. A afirmação foi feita na primeira edição do BRASILSHOP, na capital mineira, promovida pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). Segundo ele, como a Classe C emergiu de uma situação de crise, ela sabe transformar crises em momentos de oportunidades. Conforme o executivo, levantamentos recentes indicam que 92% da Classe C já estão fazendo economia no seu dia a dia; 81% estão comparando Divulgação mais os preços; 65% estão se preparando para conseguir renda externa e 45% já possuem essa renda externa. "Há uma percepção pessimista da Classe C com relação à situação econômica, mas eles se dizem otimistas com a vida pessoal. Porque eles têm a consciência de que a economia depende dos políticos, já a vida dele depende só dele e só trabalhando ele consegue reverter a situação", declarou. Além disso, conforme o instituto percebeu, a Classe C, nesse período de maior aperto, tem adquirido mais dinheiro e/ou cartão de crédito emprestado, comprando mais fiado, escolhendo as marcas e priorizando os gastos (AE). Waldemir Barreto/Agência Senado Presidente do Senado, Renan Calheiros. ra, deputado José Guimarães (PT-CE), negou que o retorno da CPMF esteja sendo estudado pelo governo. "Nunca fizemos essa discussão dentro do governo. Pelo contrário, quando algum líder colocou essa matéria em discussão no semestre passado, a presidente Dilma Rousseff disse que não era momento de discutir a criação de um novo tributo", disse o petista. Para Guimarães, as notícias publicadas pelos jornais de que o governo prepara a volta do tributo para auxiliar nas contas são "invenções criativas". Questionado se as informações sobre o tema poderiam ter partido de "fogo amigo", o petista disse não saber. "Eu não sei, mas alguém disse para os jornais e não fui eu". Diante da insistência dos repórteres, Guimarães voltou a afirmar que a pauta não estava em discussão pelo governo, porém, relativizou. "O governo não discutiu e, se discutiu, foi na minha ausência." O líder do partido na Câmara disse ter a opinião pessoal de que é preciso "uma ampla discussão" sobre como financiar a saúde no País. "Da forma como a CPMF foi acabada pelos senadores (em 2007), foi um duro golpe para o SUS e, como sou defensor do SUS, defendo que se tenha uma contribuição social vinculada constitucionalmente e dividida entre os três entes federados", afirmou, destacando que prepara um projeto sobre o tema Ag. Senado/AE). Rui Falcão diz não ver risco para governo Dilma Brasília - O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse não ver risco para o mandato da presidente Dilma Rousseff pelo fato de a maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral ter aceito recurso do PSDB para investigar a campanha de Dilma e do vice Michel Temer (PMDB). A ação pede a cassação de mandato. O dirigente petista também não vê risco maior para a presidente na iniciativa do ministro Gilmar Mendes de pedir investigação de uma das empresas fornecedoras da campanha. "Acho que é mais fogo de artifício do que base real para qualquer contestação da eleição de Dilma", disse Falcão. Segundo o dirigente, o governo vai entrar com medidas jurídicas para defender as contas da campanha. "Estão mexendo com coisas já julgadas", argumentou. Falcão participou, ontem (27), de um seminário em que lideranças petistas discutem organização partidária e rumos para a legenda. Ele relatou ter feito uma palestra aos presentes Rafael Arbex/Estadão Conteúdo Presidente do PT, Rui Falcão. em que fez uma leitura da conjuntura atual. Para Falcão, há a prevalência na oposição hoje da teoria de enfraquecer Dilma até o fim do mandato, mas a opção de derrubá-la perdeu força. Rui Falcão disse não ver hoje uma unidade interna no PMDB, nem no PSDB e menos ainda entre os dois partidos. "Não que o PMDB tenha interesse nisso (impeachment), mas sem um bloco de forças coerente com a ideia do afastamento da Dilma, isso não ocorrerá" (AE). O amor é uma árvore ampla e rica, de frutos de ouro, e de embriaguez; infelizmente frutifica apenas uma vez. Olavo Bilac (1865/1918) Escritor brasileiro BOLSAS O Ibovespa: +3,64% Pontos: ,27 Máxima de +4,25% : pontos Mínima estável: pontos Volume: 7,83 bilhões Variação em 2015: -4,58% Variação no mês: -6,19% Dow Jones: +2,27% (18h05) Pontos: ,77 Nasdaq: +2,45% (18h05) Pontos: 4.812,71 Ibo- vespa Futuro: +3,64% Pontos: Máxima (pontos): Mínima (pontos): Global 40 Cotação: 912,005 centavos de dólar Variação: +3,8%. CÂMBIO Dólar comercial no balcão Compra: R$ 3,5620 Venda: R$ 3,5630 Variação: -1,11% - Dólar Paralelo Compra: R$ 3,65 Venda: R$ 3,75 Variação: -0,97% - Dólar Ptax Compra: R$ 3,5549 Venda: R$ 3,5555 Variação: -2,12% - Dólar Turismo Compra: R$ 3,5770 Venda: R$ 3,7130 Variação: -0,8% - Dólar Futuro (setembro) Cotação: R$ 3.556,00 Variação: -1,28% - Euro Compra: US$ 1,1244 (18h05) Venda: US$ 1,1247 ((18h05) Variação: -0,59% - Euro comercial Compra: R$ 4,0110 Venda: R$ 4,0130 Variação: -1,67% - Euro turismo Compra: R$ 3,9970 Venda: R$ 4,1900 Variação: -1,02%. JUROS CDB prefixado de 30 dias, 14,15% ao ano. - Capital de giro, 15,14% ao ano. - Hot money, 1,53% ao mês. - CDI, 14,13% ao ano. - Over a 14,15%. OURO Ouro Cotação: US$ 1.122,60 a onçatroy (1 onça-troy equivale a 31,1035 gramas) Variação: -0,02% - Ouro BM&F (à vista) Cotação: 128,000 Variação: -0,78%.

2 Página 2 Geral Em discurso sobre esporte, Dilma diz que é preciso respeitar adversários A presidente Dilma Rousseff recebeu a delegação brasileira que representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos e Para Pan-Americanos de Toronto em uma cerimônia que também comemorou os dez anos do Programa Bolsa Atleta Dilma disse que se emocionou com as histórias de superação, principalmente dos para-atletas, e elogiou o que chamou de ética do esporte, com valores ligados à cooperação e ao respeito ao adversário. [O esporte] mostra que é possível sofrer derrotas, dificuldades no caminho, mas que todo atleta levanta e segue em frente. Muitas vezes não ganha na primeira, mas ganha na segunda ou ganha na terceira e segue lutando para ganhar e respeita também o resultado do outro atleta que é o vencedor. Dilma citou o nadador Thiago Pereira, que se tornou o maior medalhista de jogos pan-americanos, com 23 medalhas, uma a mais que o cubano Erick Lopez, como exemplo dos ensinamentos do esporte sobre respeito ao adversário, mesmo que o placar seja apertado. Fiquei muito feliz em saber que o Thiago ganhou por uma medalha do cubano, ele tem 23 e o cubano tem 22 e aí ele é o maior atleta pan-americano. É obvio que ele respeita o cubano que tem 22, mas é inequívoco que ele é o primeiro nessa história. Essa é uma da ética do esporte, você vence, mas respeita o adversário, porque o adversário qualifica o vencedor, comparou. A presidenta comemorou os resultados de dez anos do Bolsa Atleta, que beneficiou 15 mil atletas com R$ 600 milhões, e disse que o governo vai seguir aplicando recursos na formação e no apoio a esportistas brasileiros. Vamos continuar investindo de forma determinada e consistente no esporte nacional. Vamos continuar aperfeiçoando a Bolsa Atleta, a Bolsa Pódio e dar suporte a atletas que permitem que Vacinação contra a pólio tem procura abaixo do esperado em São Paulo A menos de cinco dias para encerrar a 36ª Campanha Nacional contra a Poliomielite, pouco mais da metade do público-alvo de São Paulo compareceu aos postos de vacinação. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, foram imunizadas 1,4 milhão de crianças quando a meta é vacinar 2,3 milhões com idade entre 6 meses e 5 anos incompletos. Só na capital paulista, as doses aplicadas atingiram ante um total de que deveria receber o medicamento. A campanha começou no último dia 15 e vai até a próxima segunda-feira (31). A secretaria alerta que, apesar de não ser registrado nenhum caso de poliomielite no estado de São Paulo, há 27 anos, os pais ou os responsáveis devem levar as crianças para tomar as duas gotinhas da vacina Sabin. O poliovírus selvagem ainda circula nos continentes Africano e Asiático, principalmente no Afeganistão e no Paquistão, onde até julho deste ano, ocorreram 34 casos da doença conhecida como paralisia infantil (ABr). Para veiculação de seus Balanços, Atas, Editais e Leilões neste jornal, consulte sua agência de confi ança, ou ligue para Diretora Administrativa-Financeira Laurinda M. Lobato DRT/SP Editora Laura R. M. Lobato De Baptisti DRT/SP Marketing J. L. Lobato Diretor Comercial José Hamilton Mancuso André Souza Andressa Thomaz Antônio Delfim Netto Armando Rovai Cícero Augusto Cláudio Tomanini Dalcides Biscalquin Eduardo Moreira Geraldo Nunes Diretor Responsável: TEL: José Hamilton Mancuso DRT/SP Webmaster e TI: VillaDartes Editoração Eletrônica Marizete Souza Ricardo Souza Walter de Almeida Impressão LTJ- Gráfica Ltda Matrícula, SP-555 Colaboradores José Rubens D'Elia Dr. Lair Ribeiro Leslie Amendolara Luiz Flávio Borges D Urso Ralph Peter Rosângela Demetrio Sandra Falcone Sergio Monte Alegre Sergio Valezin Jornal Empresas & Negócios Ltda CNPJ: / Registro na JUCESP sob NIRE em 06/06 de 2003 e matriculado no 3º Registro Civil da Pessoa Jurídica sob nº 103 Administração, Publicidade e Redação: Rua Boa Vista, 84-9º Andar - Conj. 909 Cep: Tel: FAX: site: Auditoria de tiragem: Cokinos Auditores e Consultores Serviço informativo editorial fornecido pela Agência Estado e Agência Brasil. Artigos e colunas assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, que não recebem remuneração direta do jornal. Marcelo Camargo/Agência Brasil A presidente Dilma Rousseff recebe as delegações que representaram o Brasil nos Jogos Pan-Americanos e Parapan-Americanos de Toronto, no Palácio do Planalto. Brasil mostre sua força e sua capacidade nos jogos". Dilma também destacou a construção de 18 centros de treinamento para formação de atletas e a preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de 2016 como oportunidades de avanço nas políticas de esporte e convocou a torcida brasileira a apoiar os atletas nacionais nas competições do ano que vem (ABr). Venezuela faz censo da população que vive ao longo da fronteira com a Colômbia O governo venezuelano iniciou ontem (27) um censo da população que vive e trabalha ao longo dos 2,2 mil quilômetros da fronteira com a Colômbia. Na semana passada, mais de mil colombianos que viviam ilegalmente no estado venezuelano de Tachira foram deportados ou fugiram, levando o que podiam, depois que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou o fechamento de parte da fronteira e estado de emergência constitucional em seis municípios. O fechamento foi anunciado há sete dias, depois que um civil e três militares venezuelanos foram atacados pelas costas por homens armados, que fugiram de moto. Os soldados estavam patrulhando a região de Tachira, para impedir o contrabando de alimentos e gasolina subsidiados pelo governo da Venezuela e vendidos a preços mais caros na Colômbia. Maduro atribuiu o ataque a paramilitares colombianos. Na quarta-feira (26), as chanceleres da Colômbia, María Ángela Holguín, e da Mauricio Duenas Castaneda/EPA/Agência Lusa Soldados colombianos são observados por militares venezuelanos, enquanto ajudam compatriotas a atravessar a fronteira dos dois países, pelo Rio Tachira. Venezuela, Delcy Rodríguez, reuniram-se na cidade colombiana de Cartagena das Índias para discutir a crise. Foi a reunião mais franca e realista que tivemos, disse Holguín. Ambas concordaram que, embora o contrabando prejudique os dois países, a Venezuela é mais prejudicada, pois enfrenta uma crise financeira e de desabastecimento, devido à queda no preço do petróleo, principal produto de exportação. A chanceler venezuelana Delcy Rodríguez atribuiu boa parte da crise às notícias mentirosas divulgadas pela imprensa, sobre os maustratos aos colombianos deportados. A crise ocorre em ano eleitoral nos dois paises: em outubro os colombianos elegerão governadores de 32 departamentos (equivalentes aos estados brasileiros) e prefeitos de mais de mil municípios. Em dezembro, a Venezuela realizará eleições legislativas (ABr). Mujica diz que narcotráfico é pior do que a maconha Ex-presidente do Uruguai e atual senador José Mujica. O ex-presidente do Uruguai a crise política no Brasil, mas e atual senador José Mujica afirmou que o país tem força defendeu, no Rio, que a descriminalização das drogas é ficuldades. O problema é que suficiente para superar as di- o melhor combate ao narcotráfico. O tema está em pauta acham que nada serve. Se teve vocês só veem derrotismo e no Supremo Tribunal Federal gente que se equivocou, deve (STF). ser punida, mas vocês têm que "Iniciamos essa experiência seguir em frente. no Uruguai e não sabemos no A simplicidade do ex-presidente, que vive sem luxos, é que vai dar, mas o que estava sendo feito não dava resultados. O narcotráfico é pior do Para ele, os políticos devem uma das suas características. que a droga. O que queremos viver como a maioria do povo é regularizar o consumo, assegurar que o consumidor possa legiada. "Se você se acostuma e não como uma minoria privi- comprar uma dose sem ter que a comer na mesa dos ricos, recorrer ao narcotráfico", disse pensará que é rico. Não há homem grande, há causa grande", o senador. Durante seu mandato, de completou Mujica a 2015, o Uruguai aprovou O ex-presidente uruguaio a descriminalização da maconha, o casamento homoafetivo encontro com estudantes na participa hoje à noite de um e a legalização do aborto. Universidade Estadual do Rio Mujica não quis comentar de Janeiro (ABr). São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de OPINIÃO Uber: discussão de monopólio fere direito dos consumidores Analisando a polêmica criada em torno do UBER, que nada mais é do que um aplicativo que possibilita pessoas a se cadastrarem para serem clientes ou prestadores de serviço, e os taxistas de São Paulo, pude verificar que em inúmeros outros países também houve muita discussão e alguns conflitos Nota-se claramente, em todos os lugares, que a polêmica existente não difere do que está acontecendo no Brasil, ou seja, os taxistas discutem a perda de mercado para uma categoria que eles entendem ser clandestina. Outro ponto importante, a queda do valor da licença para explorar o serviço de taxi. Está claro que a preocupação dos taxistas não é a de prestarem um melhor serviço, mas sim de preservarem seu espaço e ainda manterem a reserva de mercado a eles até então atribuída. Alguns vieram à imprensa dizer que o serviço da UBER é ilegal. Porém, há discussão para a aprovação de uma lei que torna o aplicativo ilegal. Entretanto, não há uma norma específica ou mesmo genérica, mas que determine a ilegalidade do serviço de carona paga. Como podem alegar ilegalidade. A ilegitimidade talvez seja em razão da lei da oferta e da procura, ou da lei de mercado, o que torna impossível qualquer regulamentação já que não está no ordenamento jurídico de qualquer dos países. Estamos vivendo em uma democracia e em um país de livre mercado. Porque não podemos ter o serviço da UBER? Para proteger interesses de sindicatos? Para proteger um monopólio? Para garantir preços de licenças? Perguntei a um motorista de taxi da frota do aeroporto de Guarulhos-SP, quanto valeria uma licença. A resposta do mesmo me assustou, pois disse valer próximo de 1 milhão de reais. Não sei se é verídico ou não, mas acredito que seja algo em torno disto. Afinal, aqueles carros trabalham 24 horas, mudando apenas de motoristas. Ainda neste sentido, se um táxi do aeroporto trabalha 24 horas e apenas muda de motorista, estes profissionais seriam cadastrados como exige a lei? Acredito que não, pois o cadastro que estava a vista no veículo que utilizei era de outra pessoa e não do motorista que estava ali. Livre mercado A frase é muito bonita, mas deveria ser aplicada. Entendo que a UBER por ser apenas a dona de um aplicativo que facilita usuários e prestadores de serviços autônomos a se comunicarem e ajustarem, entre elas, a carona paga, bem como administra o recebimento dos valores de tal sorte a proteger os dois, ou seja, a quem oferta Cerca de 400 policiais federais cumpriram 145 mandados judiciais em Goiás, em São Paulo, no Paraná, no Tocantins, na Bahia, em Minas Gerais e no Distrito Federal. Foram 30 mandados de prisão temporária, oito de prisão preventiva, 40 de condução coercitiva, 55 de busca e apreensão e 12 de sequestros de bens imóveis, incluindo um prédio residencial de 20 apartamentos. De acordo com nota da PF, a quadrilha utilizava empresas regularizadas para a aquisição de produtos químicos usados para sintetizar os mais variados tipos de droga desde anfetaminas até cocaína. Paulo Akiyama (*) a corona paga e, a quem deseja a carona paga. Cobra seu percentual sobre os valores, incluso as taxas aplicadas pela administradora dos cartões de crédito, manutenção do aplicativo e a remuneração. Tudo isso apenas com um toque. Mas se a tecnologia está ameaçando os táxis, porque estes, ao invés de ficarem em berço esplendido reclamando e fazendo ameaças e agressões, não melhoram os seus serviços, veículos e demais? Ao invés de buscarem excelência, optam pela ameaça física e política. Os taxis possuem isenções de impostos para aquisição de veículos, e por isso podem adquirir veículos de melhor qualidade para prestarem serviços aos seus clientes. Podem, ainda, serem mais educados, mais atenciosos, mais dedicados àquele que é a sua fonte de renda. As prefeituras das cidades onde os serviços da UBER são difundidos e vendidos; deveriam exigir que os veículos fossem vistoriados, ter os antecedentes criminais dos motoristas, exigir cobertura de seguros, entre outros, e não discutir a manutenção de monopólio, que fere o direito do consumidor, obrigando-o a usar um único serviço sem opções de escolha. Sabemos que a administração do presidente Collor possui manchas inesquecíveis, porém, merece destaque a abertura do mercado. Os brasileiros puderam adquirir veículos de qualidade acima, ou até abaixo, da que era produzida no país. Essa abertura trouxe grandes investimentos ao país e desenvolvimento, e que ao longo dos anos, conseguimos alcançar níveis que não se imaginava. A mesma situação pode ser aplicada ao caso UBER. Porque não permitir que o mercado venha eleger aquele que melhor presta o serviço? Não sou defensor deste ou daquele, mas sim do livre mercado e a regulamentação não escrita que é a do consumidor do serviço. Este sim, é quem determinará se a UBER sobreviverá e também vai empurrar os taxis a apresentarem melhorias. Esse movimento faz parte de uma concorrência sadia, assim como acontece com qualquer outro produto, que oferece as opções a quem consome, se deve pagar mais ou menos, optando pela qualidade que deseja. Ao leitor, não quero aqui promover polêmicas indevidas, mas sim, jogar uma luz sobre um assunto que ainda gera muitas dúvidas. O consumidor deve ser bem tratado e ter bons serviços ao seu dispor, fazendo valer cada centavo gasto, e não sendo obrigado a gastar sem estar satisfeito. (*) É formado em economia e em direito É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no direito empresarial e direito de família. Para mais informações acesse akiyamaadvogadosemsaopaulo.com. br/. PF desarticula maior quadrilha de traficantes de drogas sintéticas do país A grande quantidade de produtos químicos adquiridos chamou a atenção dos investigadores, que constataram um esquema econômico organizado para o tráfico, com a participação de farmácias, laboratórios e vendedores, que se utilizavam de veículos de luxo para comercializar a mercadoria ilegal, destacou o comunicado. Ainda segundo a PF, durante as investigações, foram desmontados oito laboratórios sendo que, em apenas um deles, foram apreendidos cerca de 630 mil comprimidos conhecidos como ecstasy do Paraguai, também usados como rebite, prontos para o consumo (ABr).

3 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Economia Página 3 Despedalada e dívida com FGTS aprofundam déficit A importância das holdings em tempos de crise Pressionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Fazenda despedalou despesas atrasadas com o pagamento de dívida junto ao FGTS e subsídios de créditos ao BNDES e agrícolas, ou seja, colocou parte do pagamento em dia De janeiro a julho, o aumento dessas despesas foi de R$ 15,16 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 27, pelo Tesouro Nacional. Os dados mostram que o acerto de contas com as chamadas pedaladas - atrasos nos gastos promovidos pela equipe econômica anterior da presidente Dilma Rousseff - foi decisivo para o rombo nas contas do governo, que até julho apresentam déficit de R$ 9,05 bilhões. Se não fosse a necessidade de consertar a regularidade dos pagamentos dessas despesas atrasadas, o resultado estaria bem melhor. A maior parte do acerto de pagamentos ocorreu com as despesas de subsídios de operações oficiais de crédito, que aumentaram R$ 12,097 bilhões nos sete Divulgação Agricultura estuda apoio de R$ 300 milhões para indústria de lácteos O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estuda a possiblidade de destinar R$ 300 milhões ao Programa de Melhoria de Competitividade do Setor Lácteo. O objetivo é fortalecer a cadeia de produtos derivados do leite nos estados de Minas Gerais, Goiás, Santa Catarina, do Paraná e Rio Grande do Sul, que concentram 80% da produção nacional. O anúncio foi feito pelo secretário do Produtor Rural e Cooperativismo do ministério, Caio Rocha, durante audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural A Caixa Econômica Federal anunciou que registrou lucro líquido de R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre, aumento de 2,8% quando comparado com o mesmo período de De acordo com o instituição fi nanceira, no segundo trimestre do ano (abril, maio e junho), o lucro líquido foi A maior parte do acerto de pagamentos ocorreu com as despesas de subsídios de operações oficiais de crédito. primeiros meses do ano, o equivalente a 389,4%. Esses gastos saltaram de R$ 3,084 bilhões de janeiro a julho de 2014 para R$ 15,097 bilhões no mesmo período deste ano. Em igual período, os gastos com subsídios para a equalização de taxa de juros do da Câmara dos Deputados, convocada para debater a balança comercial do setor de lácteos no primeiro semestre deste ano. Segundo Caio Rocha, os recursos serão investidos em assistência técnica, melhoramento genético e promoção comercial. O secretário disse que o ministério tem se empenhado em ampliar as negociações com representantes do setor privado, de modo a garantir aos países do Mercosul uma parcela do mercado brasileiro, sem afetar a competitividade e o crescimento da cadeia nacional de lácteos (ABr). R$ 1,9 bilhão, crescimento de 25% sobre o primeiro trimestre do ano (janeiro, fevereiro e março). O banco informou que, entre outras operações, a carteira de crédito ampliada atingiu saldo de R$ 648,1 bilhões, o que representa 20,7% do mercado e evolução de 17,4% em 12 meses. O crédito habitacional manteve-se em destaque, com crescimento de 20,8%, alcançando saldo de R$ 366,6 bilhões e 67,9% na participação do mercado. As operações de empréstimos nas áreas de saneamento e de infraestrutura apresentaram, no final de junho de 2015, saldo de R$ 63,3 Programa de Sustentação do Investimento (PSI) subiram de R$ 109,1 milhões para R$ 7,475 bilhões. Já os subsídios agrícolas pagos subiram no mesmo período de R$ 2,162 bilhões para R$ 6,241 bilhões. O pagamento de dívidas do FGTS que também foram atrasadas subiu de R$ 329,1 milhões de janeiro a julho de 2014 para R$ 3,485 bilhões no mesmo período deste ano. Somente em julho, as despesas pagas com subsídios alcançaram R$ 7,2 bilhões - justamente o tamanho do déficit primário das contas do governo central no mês. As contas do Governo Central apresentaram um rombo de R$ 7,223 bilhões em julho. Foi o pior déficit para o mês da série histórica, que tem início em As contas do Governo Central reúnem o resultado do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central (AE). Lucro líquido da Caixa atinge R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre Divulgação bilhões, crescimento de 36,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números divulgados pela Caixa indicam que as operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 196,1 bilhões, alta de 4,9% em 12 meses (ABr). É notório que o país atravessa um período de forte recessão e, como consequência lógica, reduziu-se significativamente o consumo de produtos e serviços, intensificando assim a redução do faturamento das empresas nos mais diversos seguimentos Sem dúvidas será um momento desafiador em que as empresas terão que se organizar de maneira eficiente, visando não apenas a redução de custos e despesas, como também estruturar o patrimônio pessoal e empresarial, evitando perdas. Isso quer dizer que para desenvolver uma atividade empresarial a pessoa física do sócio está sujeita à riscos inerentes ao negócio, estando suscetível a responder com o seu patrimônio pessoal por eventuais dívidas trabalhistas, tributárias, comerciais e bancárias contraídas pelas sociedades das quais participa do quadro societário. No caso de dívidas trabalhistas o patrimônio do sócio quase sempre responde pelos débitos. Por isso, em tempos difíceis é importante que os empresários pensem não apenas em sobreviver, mas também em afastar eventuais riscos sobre o patrimônio adquirido no decorrer da vida. Dessa forma, as holdings são excelentes instrumentos não só de organização e proteção patrimonial, como também de controle, gestão, eficiência tributária e planejamento sucessório. Analisando sob o prisma da organização e proteção patrimonial, as holdings possuem como principal objetivo segregar e controlar o Monique de Souza Pereira (*) patrimônio de pessoas físicas e jurídicas, de forma que os bens venham a pertencer à sociedade e não mais à pessoa física dos sócios, separando de forma eficiente e organizada o que pertence à empresa e o que pertence ao sócio evitando-se assim penhoras no patrimônio pessoal do sócio por dívidas da sociedade operacional. As holdings também estabilizam o controle societário nas empresas operacionais fazendo com que a dissolução seja mais complexa, podendo proporcionar maior discrição e confidencialidade em relação a conflitos que podem surgir entre membros da família, fazendo com que as decisões cheguem na sociedade controlada mais uniformes e consolidadas. A gestão das empresas operacionais e do patrimônio pessoal dos sócios se torna mais organizada e transparente com as holdings, uma vez que terão regras claras de variados assuntos, dentre eles, governança corporativa, sucessão e estabilização de conflitos. Haverá ainda eficiência tributária quanto aos bens pessoais dos sócios nos casos de locação e venda. Já o planejamento sucessório através das holdings terá como principal objeto organizar o patrimônio da empresa e das famílias para as próximas gerações, evitando-se assim o processo burocrático e oneroso de inventário. Portanto, a constituição das holdings, em tempos de crise torna-se essencial para preservar e organizar o patrimônio pessoal dos sócios e das empresas, evitando que problemas possíveis causem prejuízos imensuráveis e irremediáveis. (*) - É membro do escritório Souza Pereira Advogados, em Curitiba. A - Sangue Corinthiano Amanhã (29), acontece a 16ª edição do Sangue Corinthiano. Trata-se de uma campanha de caráter nacional que conta com o apoio das torcidas organizadas alvinegras. Essa ação tem como objetivo conscientizar integrantes do Timão da importância da doação de sangue voluntária. A campanha já se encontra em seis anos de atividade. Desde a sua origem, o evento já atraiu aproximadamente doadores na Pró-Sangue. O evento terá como sede o Posto Clínicas, mas os candidatos poderão doar em todos os postos da Pró-Sangue, bastando informar na hora do cadastro o motivo sangue corintihtiano. Para mais informações tel ou (www.prosangue.sp.gov.br). B - Cátedra Ruth Cardoso A Fapesp anuncia a abertura de um novo processo de seleção de bolsista para a Cátedra Dra. Ruth Cardoso na Columbia University, em Nova York. O programa destaca a atuação de professores e pesquisadores brasileiros das áreas de Ciências Humanas e Sociais no meio universitário e de pesquisa dos Estados Unidos. O programa prevê a concessão de uma bolsa, com duração de um ou dois semestres acadêmicos, durante o ano acadêmico de 2016/2017. O valor da bolsa é de US$ 5 mil mensais, além de um auxílio-instalação de US$ 2 mil. Inscrições (www.capes.gov. br/cooperacao-internacional/catedras/programa-ruth-cardoso). O edital da chamada está disponível em (www.fapesp.br/9636). C - Chocolate Inovador A Flormel, fabricante de alimentos saudáveis com mais de 30 anos de mercado e sede em Franca, investiu um milhão de reais para produzir uma linha de chocolates adoçada com Taumatina, um adoçante natural extraído de uma planta, que não traz prejuízos a saúde. Quando substituímos o açúcar para produzir alimentos saudáveis, temos o grande desafio de preservar, além da qualidade do alimento, o sabor e a textura. Só assim conseguimos satisfazer o paladar do consumidor., explicou a Diretora de Negócios, Alexandra Casoni. Mais informações pelo site (www.flormel.com.br). D - Qualidade de Vida Amanhã (29), às 15h00, acontece no Parque Ceret, no Tatuapé, o 2º Encontro de portadores e familiares da AME (Amiotrofia Muscular Espinhal). No Brasil estará ocorrendo simultaneamente o encontro em mais 10 capitais, com o objetivo de conscientizar a sociedade e as entidades de saúde que, apesar da doença ainda não ter a cura, com cuidados adequados é possível este paciente viver com uma qualidade de vida. Há poucos anos a expectativa de vida era de apenas 2 anos e hoje temos crianças chegando à adolescência, frequentando escolas ainda que sem mobilidade física e com uso de respiradores e sondas. Mais informações podem ser dadas pelas Mães: Paula Gomes, ; Juliana, ; Michella Amaral, ; e Paula, E - Noções de Gramática A universidade do Livro, braço educacional da Editora Unesp, oferece o curso Noções de gramática do Português: gramática da frase e gramática do texto, que começa nesta segunda-feira (31) e vai até 3 de setembro, das 18h30 as 21h30, na Praça da Sé, 108, 7º andar. A docente é a Profª. Dr.ª Maria Helena de Moura Neves. O curso objetiva oferecer estudo da gramática do português que parta da vivência da linguagem, pondo sob exame textos da língua e fazendo o exame descer à organização das frases, de modo que não se perca a visão dos processos linguísticos responsáveis pelo fazer textual-discursivo, no todo e nas partes. Informações tel ramais 502/503, ou F - Desafio da Mobilidade A Ford é uma das empresas que estão liderando a pesquisa e busca de novas soluções para a mobilidade urbana, interagindo com outros setores de tecnologia do mercado. Uma de suas iniciativas é o Desafio São Paulo de Mobilidade, concurso que incentiva os desenvolvedores de aplicativos a criar ideias inovadoras que combinem o uso do carro e do transporte público na capital paulista. Os projetos serão avaliados por um júri especializado em tecnologia e mobilidade urbana, seguindo critérios como qualidade da ideia, criatividade, originalidade, implementação e potencial de impacto. As inscrições entram agora na reta final e podem ser feitas até o dia 8 de setembro pelo site (http://saopaulo-national.devpost.com). G - Energia Solar Para promover as tecnologias e ampliar as aplicações de energias renováveis no país, será realizada a exposição e conferência Intersolar South America 2015, de 1 a 3 de setembro no Expo Center Norte. Nesses três dias, empresas e profissionais do setor de energia solar vão debater tendências, realizar negócios e trocar de informações sobre os desenvolvimentos tecnológicos desse mercado, métodos de produção eficientes, financiamento e planejamento de projetos, e apresentar soluções, entre outras atividades. A Intersolar é a principal série de feiras do mundo para o setor de energia solar e seus parceiros. Mais informações: (www.intersolar.net.br). H - Mundo do Vinho De 3 a 7 de novembro, a Capital Brasileira do Vinho (Bento Gonçalves) sedia o XV Congresso Latino-Americano de Viticultura e Enologia, que será realizado juntamente com o XIII Congresso Brasileiro de Viticultura e Enologia, numa promoção conjunta entre a Associação Brasileira de Enologia e Embrapa Uva e Vinho. Participar desses eventos é mergulhar no mundo do vinho. Além de importantes palestras com especialistas mundiais, também uma intensa programação de visitas técnicas com quatro opções de roteiros. Mais informações em (www.clavecongres.com). I - Ecologia do Movimento A Unesp de Rio Claro realiza, nos dias 17 e 18 de setembro, o 1º Workshop Brasileiro em Ecologia do Movimento. Alunos, pesquisadores e interessados em estudos que envolvam movimento em sistemas ecológicos, especialmente no Brasil e na América Latina, estão convidados a participar do evento que pretende divulgar pesquisas realizadas e auxiliar futuras direções sobre a temática que será tratada. Os palestrantes: Alejandro Edward Jahn e Karl Stephan Mokross (Unesp), Marcos Gomes Eleutério da Luz (UFP), Juan Manuel Morales (Universidade Nacional de Comahue, Argentina), Luiz Gustavo Rodrigues de Oliveira Santos (UFMS) e Pavel Dodonov (Universidade Estadual de Santa Cruz). Informações em (www.leec.eco.br/meb). J - Soja Sustentável Fundada em 2006, a Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS) é uma iniciativa internacional pioneira formada pelos principais representantes da cadeia de valor da soja, como produtores, indústria, comércio, finanças e a sociedade civil. Os atores dessas diferentes áreas se reúnem em torno de um objetivo comum, garantindo o diálogo e a tomada de decisão por consenso. A missão da entidade é promover o uso e o crescimento da produção sustentável de soja e, por meio do Padrão RTRS de Produção Responsável da Soja, aplicável mundialmente, garantir uma produção ambientalmente correta, socialmente adequada e economicamente viável. Saiba mais em (www. responsiblesoy.org/pt). K - Intercâmbio Profissional A Abipe, Associação Brasileira de Intercâmbio Profissional e Estudantil, é uma entidade sem fins lucrativos que trabalha com o intercâmbio de estudantes que pretendem estagiar em outro país. O objetivo é levar jovens brasileiros para estagiar em empresas no exterior e, em contrapartida, trazer estrangeiros para atuar em companhias localizadas no Brasil, sejam elas nacionais ou multinacionais. Entre os setores que mais recebem estagiários estrangeiros, podemos citar empresas relacionadas à tecnologia ou focadas nas engenharias e escritórios de arquitetura, além de multinacionais interessadas em expandir os seus mercados cruzando fronteiras. Mais informações em (www.abipe.org.br). L - Primeiros Socorros em Eventos Já imaginou estar em um evento e, quando menos espera, um convidado passa mal? Uma criança sofre uma queimadura? Ou alguém tem uma crise convulsiva? Para que esse atendimento seja adequado, o Programa de Aprendizagem para Cerimonialistas e Assessores de Eventos oferece o curso de Noções básicas de primeiros socorros para eventos, indicado para quem deseja ingressar nesse segmento e busca apresentar um diferencial imprescindível para o mercado. Será no dia 5 de setembro (sábado), na Rua Cons. Moreira de Barros, 1880, Santana. Mais informações: ou (www.pacae.com.br). M - Formação de Engenheiro Com o tema central Aprendizagem Ativa: Engenheiros Colaborativos para um Mundo Competitivo, a 43ª edição do Congresso Brasileiro de Educação em Engenharia (Cobenge) acontece na Universidade Federal do ABC, de 8 a 11 de setembro. Além de quatro conferencistas internacionais e 10 visitas técnicas a empresas da Grande São Paulo, estão previstos minicursos, Feira Tecnológica e apresentações de dezenas de trabalhos em sessões técnicas e pôsteres. O tema central Aprendizagem Ativa: Engenheiros colaborativos para um mundo competitivo busca atender à demanda por um engenheiro mais bem preparado para lidar com as necessidades do mundo atual. As inscrições vão até 2 de setembro no site (www.abenge.org.br). N - Mais que Combustível A Gilbarco Veeder-Root apresenta seu projeto mídia na bomba, uma ferramenta de propaganda destinada a rentabilizar o negócio do posto, do abastecimento à loja de conveniência. O cliente leva em média cinco minutos entre abastecer e pagar a conta no posto. Eestes cinco minutos podem ser capitalizados em mais vendas, transformando as bombas em meios de divulgação dos serviços oferecidos e dos produtos da loja de conveniência. Mais ainda, podem ser tornar uma nova fonte de receita para o posto veiculando propaganda de terceiros. São duas modalidades de mídia oferecidas, a personalização da bomba como um painel e a exibição de vídeos em monitores multimídia acoplados a mesma. Mais informações no site (www.bombapersonalizada.com.br).

4 Página 4 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Política Renegociação de contratos em tempos de crise - A gestão de riscos é imperativa! O assunto mais falado nos últimos meses é, sem dúvida, a crise que assola nosso país O tema é discutido em todo lugar e por todas as pessoas, desde os grandes economistas nos mais renomados veículos de comunicação, nas reuniões de negócios e até mesmo nos bate-papos informais realizados em lugares inusitados para este fim, como filas de ônibus e mesas de bares. Este cenário desperta dois sentimentos distintos em toda a população: um deles é o medo e o outro, o desespero, sendo que no primeiro caso, a postura adotada é conservadora, já no segundo, o comportamento é arrojado. No entanto, em ambas as situações o resultado pode ser desastroso. O empresariado brasileiro, igualmente, se subdivide em dois grandes grupos. Em um destes, a postura conservadora, pautada pelo medo, pela insegurança e pela angústia, faz com que a empresa permaneça inerte e mantenha contratos onerosos ou desproporcionais, ocasionando perdas expressivas de faturamento, clientela e consequentemente força de mercado. Na outra ponta, o comportamento arrojado, somado a atitudes despropositadas na busca incessante pela redução de custos, sem qualquer planejamento estratégico, pode ocasionar prejuízos significativos, como por exemplo multas e indenizações decorrentes de rescisões ou renegociações contratuais mal feitas. No entanto, controlar tais sentimentos e manter-se otimista, por si só, não basta. É preciso movimentar-se para acompanhar as oscilações econômicas, cercar-se de informações e de profissionais preparados que, com sua Dra. Joyce Forster (*) respectiva expertise, podem contribuir (e muito) para auxiliar a empresa a passar por esta crise de forma consenciente e segura. Por obvio, em cada seara existem soluções eficazes e estratégicas para driblar a crise, é preciso pesquisar, estudar, adequar e aplicar. Na esfera jurídica contratual, o que temos praticado em favor dos nossos clientes, como medida de urgência para a redução eficaz de custos, é a realização de uma auditoria contratual que identifique os contratos que merecem renegociação ou rescisão. O papel da empresa neste projeto é identificar econômica e comercialmente os contratos que deseja manter e aqueles que pretende extinguir. Já ao advogado compete a análise pormenorizada de todos estes contratos, bem como traçar o diagnóstico de perfil comercial e contratual daquela empresa, para através de uma assessoria personalizada, apontar a melhor forma de renegociar ou rescindir os pactos ou, ainda, alertar e trabalhar junto à companhia os contratos que podem ensejar multas, indenizações, encargos e eventuais obrigações residuais. Feito isso, o advogado em conjunto com o representante da empresa dará início às renegociações contratuais e rescisões, o que será realizado de maneira transparente e com a devida formalização dos atos. O trabalho, além de viabilizar a imediata redução de custos, fortalece a parceria entre as partes contratantes, traz segurança jurídica para a relação e ainda promove a efetiva gestão de riscos jurídicos e econômicos. (*) É sócia da banca Benhame e Forster Sociedade de Advogados, responsável pelas áreas do direito contratual e cooperativo. Importância da sabatina de Janot para a democracia Jefferson Rudy/Agência Senado BNDES revê financiamentos por cautela após Lava Jato, diz Coutinho O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que a instituição adotou procedimentos de maior cautela, diante dos resultados da Operação Lava Jato, que investiga irregularidades na Petrobras Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ele explicou que as operações de financiamento contratadas por essas empresas estão sendo tratadas caso a caso. Dentro da lei, estamos reexaminando as condições de rating e capacidade econômica e financeira das empresas, explicou. Segundo ele, as empresas citadas só estarão impedidas de contratar empréstimos quando forem condenadas pela Justiça. Não podemos julgar [as empresas] inidôneas antes que a Justiça o faça. Porém, por dever de cautela, temos que rever as condições cadastrais, econômica e financeira. Em alguns casos, essas condições impedem que possamos operar. Em outros casos, é preciso separar de maneira clara, qual o CNPJ [Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica] específico que esteve envolvido em prática de corrupção, separando dos que não estão envolvidos, afirmou. Luciano Coutinho evitou tratar de cada caso e pediu Comissão rejeita isenção de taxas para renovação de carteira de caminhoneiro A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei 1433/15, do deputado Marcelo Belinati (PP-PR), que garante isenção de taxas de renovação de carteira para os caminhoneiros. A isenção seria aplicada a qualquer condutor profissional que exerça atividade de motorista de caminhão. A proposta foi considerada inviável financeiramente pelo relator, deputado Lázaro Botelho (PP-TO). Ele destacou que as taxas para renovação de carteira não têm função arrecadatórias, mas servem ao custeio de exames e serviços necessários para a renovação do documento: os exames de aptidão física e mental, a emissão propriamente dita, o envio pelo correio, despesas indiretas, entre outras. Assim, a isenção concedida poderia piorar a qualidade do serviço. Há o risco de precarização dos serviços por falta de recursos suficientes, o que poderia acarretar demora ou mesmo interrupção deste serviço essencial. Uma medida que deveria beneficiar a categoria dos caminhoneiros poderia prejudicar não só esta, mas todos os outros motoristas, avaliou (Ag. Câmara). ABr Presidente do BNDES, Luciano Coutinho. por delicadeza que isso fosse feito em outra sessão reservada. Perguntado sobre o patrocínio de eventos com dinheiro do banco, como o que ocorreu no Congresso do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) no ano passado, Coutinho explicou que o BNDES apoia amplamente eventos, congressos e seminários de diversos segmentos. Nós não fazemos um controle ideológico desses apoios. São republicanamente distribuídos para a sociedade contemplando todos os segmentos, principalmente os empresariais. Não há motivação política e ideológica nesses patrocínios. Na abertura da reunião da CPI, Coutinho explicou o funcionamento do banco e quais os procedimentos são seguidos antes da liberação de um contrato de financiamento. Ele afirmou que o BNDES é uma instituição sólida e prudente e tem carteira de operações de alta qualidade. Muito superior à média das instituições financeiras nacionais, com 99,7% da carteira do grupo AA-C [rating de alta qualidade]. Isso se reflete em baixíssima inadimplência [taxa de 0,05%]. Sobre as operações de comércio exterior fi nanciadas pelo BNDES, Coutinho explicou que as exigências são ainda maiores para assegurar garantias à instituição. Ele ainda acrescentou que o banco não faz repasses para o exterior. Não há transferência de moeda estrangeira para o exterior. Quando se apoia obra no exterior, não existe transferência de dinheiro. O que se passa é, para a produção de bens e serviços que serão exportados, a produção é auditada passo a passo e, na medida em que vai se concretizando, o BNDES disponibiliza [recursos] em reais, no Brasil, para o exportador. Essa exportação vai gerar obrigação para o importador de pagamento a longo prazo em moeda forte, explicou, ao reafirmar que não há financiamento de gastos locais no exterior (ABr). PEC proíbe União de criar despesas para estados e municípios sem fonte de receita O Senado aprovou, por unanimidade, proposta de emenda à Constituição (PEC) que proíbe a União de criar despesas aos demais entes federados sem prever a transferência de recursos para o custeio. A PEC 84/2015, da senadora Ana Amélia (PP-RS), atende a uma reivindicação de estados e municípios, que alegam não ter como arcar com alguns programas criados pela União. O texto, aprovado em dois turnos, segue para a Câmara dos Deputados. A PEC tramitava em regime de urgência e, por esse motivo, não foi votada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O teor da proposta, no entanto, foi alvo de debates na Comissão Especial de Aperfeiçoamento do Pacto Federativo, criada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros. Na justificativa do texto, Ana Amélia afirmou que a subdivisão de tarefas do po- Moreira Mariz/Agência Senado der público pode melhorar a aplicação dos recursos e ajudar a alcançar as metas de qualidade dos serviços prestados à população. Essa descentralização, no entanto, não pode ser uma via de mão simples, em que obrigações são divididas, mas a receita permanece concentrada. O texto foi aprovado com alterações feitas pelo relator, senador Delcídio do Amaral Senadora Ana Amélia (PP-RS). (PT-MS) para prever a possibilidade de aumento de despesa caso haja a previsão orçamentária e financeira que cubra esses encargos. Os senadores também aceitaram modificação feita pelo relator para excetuar da proibição as obrigações assumidas espontaneamente pelos entes federados e as decorrentes de aumentos do salário mínimo (Ag. Senado). A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) destacou a importância, para a democracia brasileira, da sabatina do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Foi a oportunidade, disse, de os senadores fazerem e ouvirem indagações e ouvir os posicionamentos de Janot, que teve o nome aprovado pelo Senado para ocupar por mais dois anos o cargo de chefe do Ministério Público Federal. Eu também tive a oportunidade, como muitos dos meus colegas parlamentares, de fazer alguns questionamentos ao dr. Rodrigo Janot. Mas tive, principalmente, a oportunidade de, em um momento tão importante para o procurador, fazer algumas observações acerca, principalmente, da postura do Ministério Público Federal, observações que têm sido tema constante de minhas intervenções e posicionamentos da tribuna desta Casa disse. Vanessa destacou o que chamou de desprendimento dos presidentes Luiz Inácio Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Lula da Silva e Dilma Rousseff, que sempre indicaram para o cargo o primeiro nome da lista apresentada pelos integrantes do Ministério Público. Em 2001, quando era presidente Fernando Henrique Cardoso, ele também recebeu uma lista tríplice, mas preferiu indicar alguém que nem sequer constou da lista, que foi o procurador Geraldo Brindeiro afirmou. A senadora também cobrou uma atitude do Ministério Público sobre a ação de inconstitucionalidade do financiamento empresarial de campanhas, que se encontra, segundo ela, obstruída no Supremo Tribunal Federal (STF) há mais de um ano. Os ministros que já votaram disseram: não estamos a fazer a reforma, estamos apenas analisando a lei brasileira à luz da Constituição, e o financiamento eleitoral de campanha por empresa é inconstitucional. Eu acho que é isso que a sociedade espera da gente ressaltou (Ag. Senado). TEL: Aprovada em 1º turno PEC que efetiva titulares de cartórios sem concurso Luis Macedo/Câmara dos Deputado Intenção é assegurar funcionamento de cartórios em pequenos municípios. O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição 471/05 para efetivar os responsáveis e substitutos que assumiram cartórios sem concurso público após a Constituição de 1988 criar essa exigência para o ingresso na atividade. A PEC precisa ser votada ainda em segundo turno. Aprovado por 333 votos a 133, o texto original, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), retornou à pauta do Plenário por diversas vezes desde 2012, quando o substitutivo da comissão especial foi rejeitado por insuficiência de votos (283, quando o necessário eram 308). Na ocasião, 130 deputados foram contra o substitutivo. A regra será aplicada àqueles investidos na função na forma da lei, mas não se refere ao problema de as leis estaduais anteriores à Constituição de 1988 terem sido consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) se aplicadas a novos ingressos para os quais passou a ser exigido concurso público. O texto aprovado nesta quarta-feira é mais amplo que o substitutivo da comissão especial, por não exigir um período mínimo de exercício da atividade notarial e de registro (Ag. Câmara). Ampliação do Mercado Livre de Energia é aprovada A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou, em decisão terminativa, projeto de Delcídio do Amaral (PT-MS) que amplia o acesso ao Mercado Livre de Energia, no qual os consumidores podem escolher os fornecedores de energia elétrica e pactuar os preços a serem pagos. O projeto (PLS 237/2014), relatado por Walter Pinheiro (PT-BA), permitirá incorporar cerca de 6,5 mil consumidores ao Mercado Livre de Energia, segundo estimativa de Delcídio. A proposta seguirá diretamente para a Câmara dos Deputados, a menos que haja recurso para análise em Plenário. Pela lei atual, somente os consumidores de energia com carga igual ou superior a kw podem escolher livremente o fornecedor de sua energia, sem interveniência das concessionárias ou permissionárias dos serviços de distribuição. Com o projeto aprovado, esse piso passará em um ano para kw e, dois anos depois, para kw. Na justificativa da proposição, Delcídio informa que essa é uma tendência é mundial: "Por exemplo, na Europa, todos os consumidores são elegíveis Marcos Oliveira/Agência Senado Senador Delcídio do Amaral, (PT-MS). como livres desde Nos Estados Unidos e Canadá, 65% e 50% do mercado são elegíveis, respectivamente". Delcídio voltou a destacar esse aspecto durante o debate na comissão, no qual ressaltou a importância de fortalecer o mercado livre, por ser um segmento de consumo que reage a preço, o que contribuirá no seu entender para o uso eficiente da energia elétrica. A tendência mundial é de redução e até de extinção do piso de acesso ao mercado livre - enfatizou (Ag. Senado).

5 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Página 5 Banco BCV S.A. CNPJ nº / BALANÇO PATRIMONIAL SEDE São Paulo - SP RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2015 Senhores acionistas, Colocamo-nos à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos adicionais. Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos publicação dos balanços patrimoniais, em 30 de junho de 2015 comparativo ao período de 30 de junho de As demonstrações dos resultados, São Paulo, 12 de agosto de as demonstrações das mutações do patrimônio líquido e as demonstrações dos fluxos de caixa, acompanhados do Relatório dos Auditores Independentes sobre as demonstrações financeiras. A Diretoria. BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) Nota ATIVO Ativo circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos... 5 e Relações interfinanceiras Operações de crédito Setor privado Provisão para créditos de liquidação duvidosa... (31.829) (37.793) Outros créditos Outros valores e bens Bens não de uso próprio Despesas antecipadas Não circulante - Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários Operações de crédito Setor privado Provisão para créditos de liquidação duvidosa... (17.216) (14.372) Outros créditos Outros valores e bens Despesas antecipadas Permanente Investimentos Participações em coligadas e controladas:... No país Outros investimentos Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciação acumulada... (9.315) (9.145) Total do Ativo DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) Nota PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo circulante Depósitos Depósitos à vista Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Instrumentos financeiros derivativos Captações no mercado aberto Recursos de aceites e emissão de títulos Relações interfinanceiras Obrigações por empréstimos e repasses Outras obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e Assemelhados Fiscais e previdenciárias Diversas Não circulante - Exigível a longo prazo Depósitos Depósitos a prazo Instrumentos financeiros derivativos Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Dívidas subordinadas Patrimônio Líquido Capital social - De domiciliados no país Reservas de capital Ajustes de avaliação patrimonial... (6.622) (5.981) Prejuízos acumulados... ( ) ( ) Total do Passivo e do Patrimônio líquido As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. Ajustes de Avaliação Capital Reservas Patrimonial e Prejuízos social de lucros Incentivos fiscais acumulados Total Saldos em 1 de janeiro de (5.060) ( ) Variação do ajuste a valor de mercado... (921) (921) Lucro líquido do semestre Saldos em 30 de junho de (5.981) ( ) Saldos em 1 de janeiro de (5.982) ( ) Aumento de Capital... Variação do ajuste a valor de mercado... (640) (640) Absorção de Reserva... (3.117) Lucro líquido do semestre Saldos em 30 de junho de (6.622) ( ) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) 1 Contexto operacional O BCV Banco de Crédito e Varejo S.A. ( BCV ), ( Banco )anteriormente denominado Banco Schahin S.A. está organizado sob a forma de banco múltiplo, autorizado a operar pelo Banco Central do Brasil (Bacen), com as carteiras comercial (inclusive câmbio) e de investimentos, passando a fazer parte do ConglomeradoFinanceiro BMG. Em 30 de junho de 2011, os representantes do Banco BMG S.A. (Banco BMG) e os antigos acionistas do então Banco Schahin S.A. firmaram o Contrato de Compra e Venda e Outras Avenças para aquisição pelo Banco BMG S.A. Este contrato foi celebrado sob a condição suspensiva de aprovação pelo Banco Central do Brasil Bacen da transferência do controle acionário do Banco Schahin. S.A.. Foi realizada Assembléia Geral Extraordinária que deliberou a alteração da razão social do Banco Schahin S.A. para BCV Banco de Crédito e Varejo S.A., assim como efetuou uma reforma no estatuto social do Banco. Em 18 de agosto de 2011, o Banco BMG S.A. concluiu a aquisição do BCV Banco de Crédito e Varejo S.A.. A operação envolveu a transferência de 100% das ações representativas do capital social do Banco BCV para o Banco BMG. Além do Banco foram adquiridas as controladas (Cifra S.A. Crédito Financiamento e Investimento e Schahin Corretora C.C.V.M.). 2 Apresentação das demonstrações financeiras e principais práticas contábeis 2.1. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que consideram as diretrizes contábeis emanadas da Lei nº 6.404/76 e as alterações introduzidas pelas Leis nº /07 e nº /09, para a contabilização das operações, associadas às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (BACEN). As demonstrações financeiras foram concluídas e aprovadas pelo Conselho de Administração do Banco em 12/02/2015. O Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC emitiu pronunciamentos relacionados ao processo de convergência contábil internacional, porém nem todos homologados pelo Banco Central do Brasil (BACEN). Desta forma, a instituição na elaboração das demonstrações financeiras, adotou os seguintes pronunciamentos homologados pelo (BACEN): Resolução CMN nº 3.566/08 CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos Resolução CMN nº 3.604/08 CPC 03 (R2) - Demonstração dos Fluxos de Caixa Resolução CMN nº 3.750/09 CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas Resolução CMN nº 3.989/11 CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações Resolução CMN nº 4.007/11 CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro Resolução CMN nº 3.973/11 CPC 24 - Evento Subseqüente Resolução CMN nº 3.823/09 CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes Resolução CMN nº 4.144/12 Pronunciamento Conceitual Básico (R1) 2.2. Descrição das principais práticas contábeis adotadas (a) Moeda funcional e de apresentação As informações financeiras estão apresentadas em reais, que é a moeda funcional do BCV. Ganhos e perdas resultantes do processo de conversão são registrados no resultado do exercício. (b) Apuração do resultado O resultado é apurado pelo regime contábil de competência. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor final, e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas em moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. (c) Caixa e Equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valor e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias, na data de aquisição, que são utilizadas pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. (d) Aplicações interfinanceiras de liquidez As operações compromissadas realizadas com acordo de livre movimentação são ajustadas pelo valor de mercado. Os demais ativos são registrados ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para desvalorização, quando aplicável. (e) Títulos e valores mobiliários De acordo com a Circular BACEN nº 3.068/01 e regulamentação complementar, os títulos e valores mobiliários são classificados de acordo com a intenção de negociação pela administração em três categorias específicas e atendendo aos seguintes critérios de contabilização: (i) Títulos para negociação Incluem os títulos e valores mobiliários adquiridos com o objetivo de serem negociados frequentemente e de forma ativa, contabilizados pelo valor de mercado, sendo os ganhos e as perdas sobre esses títulos, realizados e não realizados, reconhecidos na demonstração do resultado. (ii) Títulos disponíveis para venda Incluem os títulos e valores mobiliários utilizados como parte da estratégia para a administração do risco de variação nas taxas de juros; podem ser negociados como resultado dessas variações, por mudanças nas condições de pagamento ou outros fatores. Esses títulos são contabilizados pelo valor de mercado, sendo os seus rendimentos intrínsecos reconhecidos na demonstração de resultado e os ganhos e as perdas decorrentes das variações do valor de mercado ainda não realizados reconhecidos em conta específica do patrimônio líquido, Ajuste a Valor de Mercado Títulos disponíveis para venda, até a sua realização por venda, líquido dos correspondentes efeitos tributários, quando aplicável. Os ganhos e as perdas, quando realizados, são reconhecidos mediante a identificação específica na data de negociação, na demonstração do resultado, em contrapartida de conta específica do patrimônio líquido, líquido dos correspondentes efeitos tributários. (iii) Títulos mantidos até o vencimento Incluem os títulos e valores mobiliários para os quais a administração possui a intenção e a capacidade financeira de mantê-los até o vencimento, sendo contabilizados ao custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos intrínsecos. A capacidade financeira é definida em projeções (f) de fluxo de caixa, desconsiderando a possibilidade de resgate antecipado desses títulos. Instrumentos Financeiros Derivativos De acordo com a Circular BACEN nº 3.082/02 e regulamentações posteriores, os instrumentos financeiros derivativos passaram a ser classificados de acordo com a intenção da administração para fins ou não de proteção (hedge). As operações que utilizam instrumentos financeiros derivativos efetuados por solicitação de clientes, por conta própria, ou que não atendam aos critérios de proteção estabelecidos na referida circular (principalmente derivativos utilizados para administrar a exposição global de risco), são contabilizadas pelo valor de mercado, com os ganhos e as perdas realizados e não realizados reconhecidos diretamente na demonstração do resultado. As operações que utilizam instrumentos financeiros derivativos destinados a hedge são classificadas como Hedge de Mercado ou Hedge de Fluxo de Caixa, segundo os critérios definidos na Circular BACEN nº 3.082/02. Nesses casos, também os itens objeto de hedge são ajustados ao valor de mercado, tendo como contrapartida desses ajustes (derivativo e respectivo item objeto de hedge): (i) a adequada conta de receita ou despesa no resultado do período, no caso de Hedge de Mercado e (ii) conta destacada do patrimônio líquido para a parcela efetiva do Hedge de Fluxo de Caixa, deduzida dos efeitos tributários. (g) Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa Demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos, em base pro-rata dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuados. A atualização (accrual) das operações vencidas até o 59º dia de atraso é contabilizada em receitas e, a partir do 60º dia, deixa de ser apropriada, e o seu reconhecimento no resultado ocorre quando do efetivo recebimento das prestações, conforme determina o artigo 9º da Resolução BACEN nº 2.682/99. Conforme definido no Cosif as operações de crédito são apresentadas líquidas das rendas a apropriar que são apropriadas de forma pro-rata ao resultado do exercício. A provisão para créditos de liquidação duvidosa é constituída com base nos critérios definidos pela Resolução BACEN nº 2.682/99, sendo fundamentada na análise do saldo em aberto das operações procedida pela Administração, considerando ainda os valores das garantias, o histórico de perdas e os riscos da carteira. (h) Cessão de crédito As práticas contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil até 31 de dezembro de 2011 determinavam que os créditos cedidos para outras instituições financeiras e fundos (com ou sem coobrigação) baixados contabilmente no momento da venda, tivessem registrados imediatamente no resultado os ganhos oriundos destas operações, sendo que as cessões com coobrigação eram baixadas da carteira e registradas em contas de compensação. A partir de 1º de janeiro de 2012, entrou em vigência a Resolução CMN nº 3.533/08 (postergada pelas Resoluções CMN nº 3.673/08 e 3.895/09) que alterou o registro das operações de cessões de crédito, realizadas a partir de 2012, estabelecendo procedimentos para a classificação e divulgação das operações de venda ou de transferência de ativos financeiros. Conforme esse novo normativo, a manutenção ou baixa do ativo financeiro está relacionado à retenção substancial dos riscos e benefícios na operação de venda ou transferência. As operações de cessão de créditos classificadas como retenção substancial dos riscos e benefícios permanecem registradas no ativo em sua totalidade. Os valores recebidos na operação são registrados no ativo com contrapartida no passivo referente à obrigação assumida. As receitas e despesas são apropriadas de forma segregada ao resultado do período pelo prazo remanescente da operação. Para os saldos cedidos anteriores à 1º de janeiro de 2012, não houve mudança nos critérios para registro contábil das cessões de crédito. Em 31 de janeiro de 2014 foi realizada cisão parcial da Cifra Financeira S.A pelo Banco Cifra S.A, alterando desta forma, o percentual de participação do Banco BCV S.A no Banco Cifra S.A. (i) (j) Outros ativos circulantes e realizáveis a longo prazo Demonstrados pelos valores de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos, em base pro-rata dia, deduzidos das correspondentes rendas a apropriar. Outros valores e bens Despesas antecipadas Referem-se, sobretudo, à comissão sobre operações de crédito e correspondentes, os quais estão de acordo com a vigência dos respectivos contratos. São representadas pelas aplicações de recursos em pagamentos antecipados, cujos direitos de benefícios ou prestação de serviços ocorrerão em períodos futuros, sendo registradas no resultado de acordo com o princípio da competência. Os custos incorridos que estão relacionados com ativos correspondentes, que gerarão receitas em períodos subsequentes, são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e montantes dos benefícios esperados e baixados diariamente no resultado quando os bens e direitos correspondentes já não fizerem parte dos ativos da instituição ou quando não são mais esperados benefícios futuros. (k) Investimentos Os investimentos em sociedades controladas são avaliados pelo método da equivalência patrimonial (vide percentuais de participações na Nota 10). O Banco, através do contrato celebrado em 27 de dezembro de 2013, incorporou a BCV C.C.V.M. S/A. em sua totalidadepelo seu valor contábil, pois as açõeslhe pertenciam pela sua participação em 100%. (l) Imobilizado de uso Corresponde aos direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive os bens decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controles desses bens. São demonstrados ao custo de aquisição, corrigido monetariamente até 31/12/1995, deduzidos da depreciação acumulada e da provisão para perdas por imparidade, quando aplicável. A depreciação do imobilizado é calculada pelo método linear, que considera a vida útil dos bens estimada em sua utilidade econômica. A depreciação é considerada nas seguintes taxas anuais: imóveis de uso - 4%; máquinas, equipamentos, móveis e utensílios, instalações e sistema de comunicação - 10%; e veículos e equipamentos de processamento de dados - 20%. (m) Redução do valor recuperável dos ativos não financeiros Uma perda é reconhecida caso existam evidências claras de que os ativos estão avaliados por valor não recuperável. Para averiguar a presença de impairment foram observados que os ativos não apresentaram obsolescência evidente e ou danos físicos e ainda desempenho econômico menor que a expectativa indicada. Em 30 de junho de 2015 não existem indícios de redução do valor recuperável dos ativos. (n) Passivos circulante e não circulante Demonstrados por valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos incorridos em base pro-rata dia, deduzidos das correspondentes despesas a apropriar. (o) Impostos e contribuição social A provisão para imposto de renda foi constituída à alíquota-base de 15% do lucro tributável, acrescida do adicional de 10%, e foi constituída provisão para contribuição social sobre o lucro líquido ajustado à alíquota de 15%, bem como os créditos tributários sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais e base negativa pelas respectivas alíquotas. Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social são constituídos sobre adições e exclusões temporárias e com base na legislação vigente à data de sua constituição. A realização destes créditos tributários ocorrerá quando da efetiva utilização e/ou reversão dos valores sobre os quais foram constituídos. O imposto de renda e contribuição social diferidos são reconhecidos sobre as diferenças temporárias decorrentes de diferenças entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis nas demonstrações financeiras. O imposto de renda e contribuição social diferidos são determinados, usando alíquotas de imposto promulgadas, ou substancialmente promulgadas, na data do balanço, e que devem ser aplicadas quando o respectivo imposto diferido ativo for realizado ou quando o imposto diferido passivo for liquidado. O imposto de renda e contribuição social diferidos ativo são reconhecidos na proporção da probabilidade de que o lucro tributável futuro esteja previsto e contra os quais as diferenças temporárias possam ser usadas. Os impostos de renda diferidos ativos e passivos são compensados quando há um direito exequível legalmente de compensar os ativos fiscais correntes contra os passivos fiscais correntes e quando os impostos de renda diferidos ativos e passivos se relacionam com os impostos de renda incidentes pela mesma autoridade tributável sobre a entidade tributária ou diferentes entidades tributáveis onde há intenção de liquidar os saldos numa base líquida. (p) Operações em moedas estrangeiras O critério para conversão dos saldos ativos e passivos das operações em moedas estrangeiras consiste na conversão desses valores para moeda nacional (R$) à taxa de câmbio vigente na data de encerramento do exercício. Em 30 de junho de 2015, a taxa de câmbio aplicável era: US$ 1,00 = R$ 3,1026 (2014- US$ 1,00 = R$ 2,2025). (q) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais - fiscais e previdenciárias São avaliados, reconhecidos e divulgados de acordo com as determinações estabelecidas na Resolução nº 3.823, de 16/12/2009, do CMN e Carta Circular nº 3.429, de 11/02/2010 do BACEN: Ativos Contingentes não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo e pela confirmação da capacidade de sua recuperação por recebimento ou compensação com outro exigível. Passivos Contingentes são reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e Administração, a natureza das ações, a similaridade com processos anteriores, a complexidade dos Tribunais, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, sendo apenas divulgados nas notas explicativas, quando individualmente relevantes. Passivos contingentes classificados como remotos não requerem provisão ou divulgação (Nota 14); Obrigações Legais - Fiscais e Previdenciárias decorrem de processos judiciais relacionados às obrigações tributárias, cujo objeto de contestação é sua legalidade ou constitucionalidade, que, independentemente da avaliação acerca da probabilidade de sucesso, têm os seus montantes integralmente provisionados nas demonstrações financeiras (Nota 14); 3 Caixa e equivalentes de caixa O caixa e equivalentes de caixa compreendem: Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Total Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Posição bancada Letras Financeiras do Tesouro- LFT Notas do Tesouro Nacional - NTN Aplicações em depósitos interfinanceiros Aplicações em moeda estrangeira Total Circulante Não Circulante Títulos e valores mobiliários (a) Os títulos e valores mobiliários podem ser apresentados como segue: Títulos de renda fixa Livres - Letras Financeiras do Tesouro LFT Letras do Tesouro Nacional LTN Notas do Tesouro Nacional NTN Títulos Privados - Cotas de fundos de investimento em direitos creditórios Vinculados a operações compromissadas - Letras do Tesouro Nacional LTN Vinculados a prestação de garantias - Letras Financeiras do Tesouro - LFT Notas do Tesouro Nacional NTN Instrumentos Financeiros Derivativos Swaps - Diferencial a receber (nota 6) Total Circulante Não Circulante (b) Os Títulos e valores mobiliários apresentam os seguintes prazos de vencimento: Até 90 De 91 a Após 360 Valor de Valor de Valor de Títulos/Vencimentos dias 360 dias dias custo mercado mercado (a) Carteira Própria Disponível para venda Letras Financeiras do Tesouro LFT Letras Tesouro Nacional LTN Notas do Tesouro Nacional NTN Subtotal (b) Instrumentos financeiros derivativos Para negociação Swap Subtotal Mantidos até o vencimento Cotas de fundos de investimento (*) Subtotal Total Circulante Não Circulante (*) Cotas dos fundos de investimentos, Ajax FIDC Mezanino representado por 84, quotas e FIDC PensionTrust III Multisegmentos representado por , quotas. No terceiro trimestre de 2014, as cotas de fundos de investimento (cotas subordinadas e cotas sênior) foram liquidadas. DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) Nota Receitas da intermediação financeira Operações de crédito... 16a Resultado de operações com títulos e valores mobiliários... 16b Despesas da intermediação financeira... (51.309) ( ) Captação no mercado... 16d (68.954) ( ) Resultado com instrumentos derivativos... 16c (7.517) Resultado da intermediação financeira antes da provisão de créditos de liquidação duvidosa Provisão para créditos de liquidação duvidosa... (20.895) (18.583) Recuperação de créditos baixados como prejuízo Resultado bruto da intermediação Financeira Outras receitas (despesas) operacionais... (23.204) (6.909) Receitas de prestação de serviços Despesas de pessoal... 18a (4.942) (4.167) Outras despesas administrativas... 18b (6.590) (9.026) Despesas tributárias... (6.192) (3.424) Resultado de participações em coligadas e Controladas Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais (35.122) (14.857) Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda (15.813) Contribuição social (9.610) Ativo fiscal diferido... (2.308) (7.138) Participações estatutárias no lucro... (4.189) (1.896) Lucro líquido do semestre As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) Apresentamos abaixo a Demonstração do fluxo de caixa elaborada pelo Método Indireto. Lucro Líquido do período Ajuste ao lucro líquido Depreciação e amortização Provisão para créditos de liquidação duvidosa Recuperação de créditos baixados como prejuízo Imposto de renda e contribuição social diferidos Resultado de equivalência patrimonial... (2.737) (20.740) Lucro líquido ajustado Variação de ativos e passivos (Aumento) redução em aplicações interfinanceiras de liquidez (Aumento) redução em títulos e valores mobiliários... (40.496) Redução em relações interfinanceiras e interdependências... (326) (275) (Aumento) redução em operações de crédito... ( ) ( ) (Aumento) redução em outros créditos (Aumento) redução em outros valores e bens Aumento (redução) de depósitos... ( ) ( ) Aumento (redução) em captações mercado aberto Aumento em recursos de aceites e emissão de títulos (Redução) de obrigações por empréstimos e repasses (1.912) Aumento em relações interfinanceiras Aumento em instrumentos financeiros derivativos Aumento (redução) em outras obrigações... ( ) (26.537) Caixa líquido gerado/(aplicado) em atividades operacionais... (28.722) (7.007) (Aquisição) alienação de imobilizado Aquisição (alienação) de investimentos (21.274) Caixa líquido gerado/(aplicado) em atividades de investimento (21.274) AUMENTO/REDUÇÃO DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA... (28.439) (28.281) Caixa e equivalentes de caixa no início semestre Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre AUMENTO/REDUÇÃO DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA... (28.439) (28.281) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DO VALORADICIONADO EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) 1 Receitas Intermediação financeira Prestação de serviços Provisão para créditos de liquidação duvidosa... (20.895) (18.583) 1.4 Recuperação de Crédito Baixado como prejuízo Outras receitas operacionais Não Operacionais Despesas da intermediação financeira Despesas da intermediação financeira Outras despesas operacionais Materiais e serviços adquiridos de terceiros Materiais, energia e outros Serviços de terceiros Outras Comunicação Propaganda, promoções e publicidade Processamento de dados Serviços técnicos especializados Taxas e emolumentos bancários Transporte Valor adicionado bruto (1 2 3) Depreciação e amortização Valor adicionado líquido produzido pela entidade (4 5) Valor adicionado recebido em transferência Resultado da equivalência patrimonial Valor adicionado a distribuir (6+7) Distribuição do valor adicionado Pessoal, encargos e participações Remuneração direta Benefícios FGTS Impostos, contribuições e taxas Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros Remuneração de capitais próprios Lucro líquido do exercício / semestre As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6 Instrumentos financeiros derivativos O Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros registrados em contas patrimoniais ou de compensação por valores compatíveis com os praticados pelo mercado nessas datas a fim de administrar sua exposição a riscos de mercado, de moeda e de taxas de juros, os quais se referem substancialmente a operações destinadas à proteção de ativos e passivos, envolvendo a alteração de indexadores na aplicação e captação de recursos, contratados em prazos, taxas e montantes compatíveis com a proteção necessária. As operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos (swaps) se destinam à proteção dos ativos e passivos próprios e de seus clientes. A administração desses riscos é efetuada através de políticas de controle, estabelecimento de estratégias de operação, determinação de limites e diversas técnicas de acompanhamento das posições visando liquidez, rentabilidade e segurança. A utilização de instrumentos financeiros derivativos como forma de minimizar os riscos de mercado originados na flutuação das taxas de juros, do câmbio, dos preços dos ativos, entre outros, é parte integrante da boa prática contábil e constitui uma ferramenta imprescindível na gestão financeira das instituições. Risco de mercado é a exposição criada pela potencial flutuação nas taxas de juros, taxas de câmbio, cotação de mercadorias, preços cotados em mercado de ações e outros valores, e é função do tipo de produto, do volume de operações, do prazo e condições do contrato e da volatilidade subjacente. O gerenciamento dos riscos é controlado e supervisionado de forma independente das áreas geradoras da exposição ao risco. Sua avaliação e medição são realizadas diariamente baseando-se em índices e dados estatísticos, utilizando-se de ferramentas tais como VaR não paramétrico e análise de sensibilidade a cenários de stress. As operações com instrumentos financeiros derivativos são registradas na Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos CETIP e na Bolsa de Mercadorias & Futuros BM&FBovespa. No semestre findo em 30 de junho de 2015 e de 2014 as contrapartes nas operações de swap eram exclusivamente instituições financeiras e nas operações com futuros a BM&FBovespa. (a) Swaps por indexador: Descrição Diferencial a receber Moeda estrangeira Juros... 1 Índices Ativo Diferencial a pagar Moeda estrangeira... (1.825) (10.569) Juros... (2.476) Passivo... (4.301) (10.569) Exposição líquida no balanço (b) Swaps por prazo de vencimento: Até 30 De 31 a De 181 a Após Descrição dias 180 dias 360 dias 360 dias Total Contratos de Swap : Posição ativa Moeda estrangeira Índices Total Total Contratos de Swap : Posição passiva Moeda estrangeira... (1.825) (1.825) Juros... (2.476) (2.476) Total (1.825) (2.476) (4.301) Total (5.648) (4.433) (19.269) (29.350) Continua...

6 Página 6 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Banco BCV S.A. CNPJ nº / BALANÇO PATRIMONIAL SEDE São Paulo - SP Continuação... (c) Swaps por indexador e valor de referência: Ajuste ao valor de mercado Valor pela no Resultado / Valor de curva - Custo Patrimônio Valor de Swaps Referencia amortizável Liquido mercado CDI x Dólar (3.553) Dólar x Dólar IPCA x CDI Posição ativa (153) Posição ativa Dólar x Dólar... (1.825) (1.825) CDI x Dólar (2.656) 180 (2.476) Posição passiva (2.656) (1.645) (4.301) Posição passiva (10.732) 163 (10.569) Exposição (1.798) Exposição As transações de swap foram marcadas a mercado, considerando as cotações obtidas na BM&FBovespa. 7 Operações de crédito e outros créditos (a) Classificação por produto Crédito pessoal CDC Veículos Carteira comercial Operações de crédito cedidas Resolução (a) Total operações de crédito Provisão para créditos de liquidação duvidosa... (49.045) (52.165) Total Circulante Não circulante (a) Créditos cedidos com retenção substancial de riscos e benefícios conforme Resolução nº 3.533/08. (b) Classificação por setor de atividade Setor privado: Intermediários financeiros Indústria Comércio Outros serviços Pessoas físicas Total (c) Composição da carteira de crédito por produto e seus respectivos vencimentos: Crédito CDC Carteira Vencimento /Produto Pessoal Veículos Comercial Total A vencer até 30 dias A vencer de 31 a 60 dias A vencer de 61 a 90 dias A vencer de 91 a 180 dias A vencer de 181 a 360 dias A vencer após 360 dias Total de parcelas a vencer Vencidas de 1 a 14 dias Vencidas de 15 a 30 dias Vencidas de 31 a 60 dias Vencidas de 61 a 90 dias Vencidas de 91 a 180 dias Vencidas de 181 a 360 dias Total de parcelas vencidas Total da carteira Total da carteira (d) Provisão para créditos de liquidação duvidosa Apresentamos abaixo a composição da carteira de operações de crédito nos correspondentes níveis de risco, conforme Resolução 2.682/99 do BACEN: Provisão para risco de crédito Provisão com base nos Provisão Total de para percentuais adicional Provisão de créditos de mínimos para riscos liquidação liquidação Nível % Carteira exigidos de crédito (*) Duvidosa Carteira Duvidosa A 0, B 1, C 3, D 10, E 30, F 50, G 70, H 100, Total (*) Refere-se à provisão para créditos de liquidação duvidosa da carteira cedida, anterior à Resolução 3.533/08. (e) Movimentação da provisão para perdas em operações de crédito e recuperação de créditos Os dados relativos a créditos de liquidação duvidosa baixados a débito de provisão e receita de recuperação de créditos baixados como prejuízo podem ser sumariados como seguem: Saldo no início do período Constituição / (reversão) de provisão Efeito no resultado Créditos de liquidação duvidosa baixados a débito de provisão... (16.432) (59.767) Saldo no fim do período Créditos recuperados (18.173) Total efeito no resultado (290) (f) Cessão de crédito Em vigor a partir de 1º de janeiro de 2012, a Resolução CMN nº 3.533/2008, estabelece procedimentos para a classificação, registro contábil e divulgação das operações de venda ou de transferência de ativos financeiros. A classificação como retenção substancial dos riscos e benefícios, nas operações de cessões de créditos, configura-se pela coobrigação nas cessões de crédito ou pela aquisição de cotas subordinadas dos fundos cessionários. Na referida classificação, as operações cedidas permanecem registradas no ativo da instituição cedente e os recursos recebidos são registrados no ativo com a contrapartida no passivo, em função da obrigação assumida. As receitas e despesas referentes às cessões de crédito realizadas são reconhecidas no resultado conforme prazo remanescente das operações. No semestre findo em 30 de junho de 2015, o Banco BCV S.A. realizou operações de cessão de créditos classificadas na categoria como retenção substancial de riscos e benefícios, nas quais o Banco está exposto ao risco e crédito, de mercado e operacional, os quais são monitorados e mitigados conforme estrutura de gerenciamento de riscos do Banco (vide nota nº 23) e normas em vigor. Os benefícios econômicos retidos estão relacionados às receitas de operações de crédito das operações cedidas. O valor das operações cedidas e das obrigações assumidas, em 30 de junho de 2015, são como seguem abaixo: Cessão após a Resolução CMN nº 3.533/08 Operações Obrigações Cedidas assumidas Com coobrigação Valor Presente Saldo de operações liquidadas a repassar Total Total Cessão anterior a Resolução CMN nº 3.533/08 Saldo de coobrigações a liquidar Saldo de operações liquidadas a repassar Total Outros créditos Créditos tributários (a) Devedores por depósitos em garantia (b) Impostos a compensar (c) Devedores diversos País (d) Valores a receber de sociedades ligadas Dividendos a receber (e)... Outros (-) Provisão para outros créditos liquidação duvidosa... (1.178) (1.178) Total Circulante Não circulante (a) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido foram constituídos e registrados com base nos fundamentos demonstrados na nota nº20(a). (b) Os saldos de devedores por depósitos em garantia estão relacionados aos questionamentos judiciais de natureza fiscal e tributária. (c) O saldo de Impostos a compensar compreende os montantes desembolsados a título de antecipações de imposto de renda e contribuição social, efetuadas de acordo com a legislação fiscal vigente. (d) O saldo de Devedores diversos País refere-se, principalmente, a valores baixados da carteira de créditos e pendentes de repasses pelos órgãos conveniados. (e) Saldo referente a dividendos e bonificações a receber, da Cifra Financeira S.A. 9 Outros valores e bens (a) Bens não de uso próprio Bens não de uso próprio (i) Total Não Circulante (i) Referem-se, sobretudo, a imóveis e veículos recebidos em dação de pagamento. (b) Despesas antecipadas Comissões sobre operações de crédito (i) Outros Total Circulante Não circulante (i) Referem-se a comissão sobre operações de crédito a correspondentes. NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) 10 Investimentos Participações em controladas Resultado Número de Percentual Lucro equivalência Valor Valor ações/cotas de Patrimônio (Prejuízo) patrimonial contábil do contábil do Diretas (Ramo financeiro) possuídas participação líquido do semestre do semestre investimento investimento Cifra S.A CFI ,00% (1) (1) Banco Cifra S/A) ,60% Total Depósitos Deposito Depósitos Depósitos A vista Interfinanceiros à prazo (*) Total Até 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias De 91 a 180 dias De 181 a 360 dias Após 360 dias Total Circulante Não Circulante (*) Do montante de R$ ( R$ ) de depósito a prazo, R$ ( R$ ) tem garantia especial do FGC - DPGE, de acordo com a Resolução nº do BACEN de 26 de março de Obrigações por empréstimos empréstimos no exterior Referem-se basicamente, a valores de conta corrente em moedas estrangeiras no Standard Chartered Bank, a sacar/sacado pelos clientes das operações com cartões pré-pagos Visa/Travelexno valor de R$8.611( R$8.160). 13 Outras obrigações (a) Fiscais e previdenciárias Provisão para imposto de renda e Contribuição social a recolher Outros impostos e contribuições a recolher (i) Provisões para passivos contingentes (ii) Impostos e contribuições para IR e CS diferidos Total Circulante Não circulante (i) Referem-se, sobretudo, a valores de impostos a recolher relativo ao parcelamento previsto pela Lei no /2009, no valor de R$7.936, ( R$17.120). (ii) O saldo de provisão para passivos contingentes refere-se a causas de natureza fiscal (Nota nº 14). (b) Diversas Provisão para pagamentos a efetuar Credores diversos Valores a repassar cessão antes Valores a pagar sociedades ligadas Obrigações por operações vinculadas a cessão (i) Provisões com despesas administrativas Provisão para passivos contingentes (ii) Total Circulante Não circulante (i) Referem-se às obrigações assumidas por operações de cessão de crédito com retenção substancial dos riscos e benefícios. Vide nota nº 7 (c). (ii) O saldo de provisão para passivos contingentes refere-se a contingências relacionadas a causas de natureza cível e trabalhista. Vide nota 14. (c) Dívidas Subordinadas Referem-se à emissão de títulos no mercado internacional Subordinated Notes, que foram homologados pelo Bacen em 10 de julho de 2007 e passam a ser elegíveis como capital nível II, na qualidade de dívida subordinada, conforme limites previstos na Resolução nº3.444/2007, sendo atualizados pela variação cambial mais juros, e estão demonstrados conforme abaixo: A captação efetuada mediante emissão de títulos de dívida subordinada, observadas as condições determinadas pela Resolução nº 3.444, de 28/02/2007, do CMN, e alterações promovidas pela Resolução nº 3.532, de 31/01/2008, do CMN, é a seguinte: Descrição Valor da Data de Taxa Saldo de principal em Nome do papel operação Emissão Vencimento a.a. US$ mil R$ mil No Exterior: Dívida subordinada (Dólar)R$ Nov 2006 Nov ,21% Total Total Seguem informações sobre os prazos relativos aos vencimentos das Dívidas Subordinadas Elegíveis a Capital: Subordinated Notes Acima de 360 dias Total Ativos e passivos contingentes e obrigações legais fiscais e previdenciárias O Banco BCV é parte em processos judiciais de natureza trabalhista, cível e fiscal. A avaliação para constituição de provisões é efetuada conforme critérios descritos na nota explicativa nº 2 (q). A Administração do Banco entende que a provisão constituída é suficiente para atender perdas decorrentes dos respectivos processos. O Banco BCV, na execução de suas atividades normais, encontra-se envolvido em contingências conforme segue: a) Ativos contingentes - Não existem ativos contingentes contabilizados; b) Passivos contingentes São classificados e demonstrados juntamente de seus depósitos judiciais, conforme segue: Contingências classificadas como prováveis: são reconhecidas contabilmente e estão representadas por: Ações Cíveis: pleiteando indenização por danos materiais e morais principalmente relacionadas à inclusão de informações no cadastro de restrições ao crédito, sendo em sua maior parte do Juizado Especial Cível; Ações Trabalhistas: que buscam a recuperação de pretensos direitos trabalhistas, relativos à legislação trabalhista específica da categoria profissional tais como: horas extras, equiparação salarial, reintegração, adicional de transferência, complemento de aposentadoria e outros; Fiscais e Previdenciárias: representadas principalmente por processos judiciais de tributos federais. O Banco vem contentando judicialmente a legalidade da exigência de alguns tributos e contribuições e os valores envolvidos estão integralmente provisionados e atualizados. Os principais questionamentos são: - IRPJ / CSLL questiona a adição das Provisões para Perdas em operações de crédito nos termos da Lei n 9.430/96; - INSS questiona o recolhimento da parcela patronal sobre as participações aos Administradores, nos termos da Lei nº 8.212/91. Depositados judicialmente. Abaixo demonstramos a segregação por natureza e movimentação das provisões para contingências e dos respectivos depósitos em garantia das Ações Fiscais e Previdenciárias, trabalhistas e cíveis: Provisões Provisões Depósitos para Depósitos Para Judiciais Contingências Judiciais Contingências Contingências tributárias e previdenciárias Contingências trabalhistas Reclamações cíveis Total Movimentação Contingências Depósitos Judiciais Tributária Trabalhista Cíveis Saldo em 01/01/ Adições Baixas... (689) (2.151) (7.876) Saldo em 30/06/ (*) A instituição aderiu ao Programa de Pagamento ou Parcelamento de Tributos Federais Artigo 17 da Lei /13, com alterações produzidas pela Medida Provisória 627/13.A administração da Instituição revisa as contingências e avalia as possibilidades de eventuais perdas com as mesmas, ajustando a provisão para contingências, conforme requerido. Contingências classificadas como possíveis: Adicionalmente o Banco tem ações de naturezas tributárias, cíveis e trabalhistas envolvendo riscos de perda classificados pela administração como possíveis, combase na avaliação de seus consultores jurídicos, para os quais não há provisão constituída, conforme composição e estimativa a seguir: Tributárias e Previdenciárias Cíveis Trabalhista Total Patrimônio líquido (a) Capital social Foi deliberado em 15 de setembro de 2014, em Assembleia Geral Extraordinária, aumento de capital mediante subscrição em dinheiro de R$ O referido aumento de capital foi homologado pelo Banco Central do Brasil (BACEN). Em 30 de junho de 2015, o capital social subscrito e integralizado está representado por ( ) ações, sem valor nominal, todas nominativas, sendo ( ) ações ordinárias e ( ) ações preferenciais. (b) Reservas Reservas de lucros: Legal: É constituída à base de 5% sobre o lucro líquido do exercício, limitada a 20% do capital social Estatutária: É constituída com base no lucro líquido não distribuído após todas as destinações, permanecendo o seu saldo acumulado à disposição dos acionistas para deliberação futura em Assembleia Geral. (c) Dividendos e Juros sobre capital próprio Os acionistas têm direito de receber como Dividendo obrigatório, em cada exercício, importância não inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado, conforme disposto na Lei das Sociedades por Ações. 16 Receitas e despesas da intermediação financeira Apresentamos abaixo a composição das receitas e despesas da intermediação financeira: (a) Operações de crédito CDC Crédito pessoal CDC Veículos Carteira Comercial Resultado com operações de crédito cedidas... (44.151) Comissões de agentes... (1.367) (15.840) Total b) Resultado de operações com aplicações interfinanceiras de liquidez e títulos e valores mobiliários Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários Aplicações no exterior... 2 Total (c) Resultado com instrumentos financeiros derivativos Resultado de operações com swap (7.517) Total (7.517) (d) Operações de captação no mercado Despesas com títulos e valores mobiliários no exterior... (7.756) (5.406) Despesas de depósitos interfinanceiros... (1.496) (7.738) Despesas de depósitos a prazo... (37.591) (91.230) Outras despesas de captação... (2.123) (5.693) Variação cambial captação externa... (19.988) Total... (68.954) ( ) 17 Receita de Prestação de Serviços Rendas de tarifas bancárias (i) Rendas de outros serviços Total (i) Referem-se a tarifas bancárias para confecção de cadastro. 18 Despesas de pessoal e outras despesas administrativas (a) Despesas de pessoal Proventos... (3.278) (2.766) Encargos sociais... (1.149) (1.002) Treinamento... Benefícios... (515) (399) Total... (4.942) (4.167) (b) Outras despesas administrativas Aluguéis... (51) (41) Arrendamento de bens Água e energia... (5) (1) Comunicações... (144) (322) Processamentos de dados... (1.351) (2.256) Propaganda e publicidade... (84) (188) Serviços do sistema financeiro... (1.419) (2.290) Serviços de terceiros... (650) (862) Serviços técnicos e especializados... (1.390) (1.786) Transportes... (2) (4) Amortização e depreciação... (87) (123) Outros... (1.407) (1.153) Total... (6.590) (9.026) 19 Outras receitas e despesas operacionais Outras receitas operacionais Recuperação de encargos e despesas Variação monetária Reversão de provisão para contingências Outras receitas operacionais Total Outras despesas operacionais Despesas de provisões operacionais... (33.293) (12.347) Despesas de cobrança... (174) (220) Atualização monetária passiva... (26) Despesa de interveniência e repasse recursos... (597) (1.675) Outras despesas operacionais... (1.058) (589) Total (14.857) 20 Imposto de Renda e Contribuição Social (a) Créditos de imposto de renda e contribuição social diferidos Créditos Tributários: Sobre adições temporárias Sobre prejuízos fiscais / Base negativa Total (1) (1) Realizável a Longo Prazo (vide nota explicativa nº 9) O Banco BCV adota a prática de constituir créditos e obrigações fiscais diferidos sobre as diferenças temporárias, prejuízos fiscais e bases negativas. Em 30 de junho de 2015, esses saldos possuem as seguintes características:. Prejuízo fiscal para fins de Imposto de Renda no montante de R$ ( R$ ) e Base Negativa de Contribuição Social no montante de R$ ( R$ ) serão compensados segundo expectativa de projeção de lucros tributáveis futuros.. Os créditos tributários relacionados a adições temporárias referem-se principalmente a contingenciamentos discutidos judicialmente e a provisão para créditos de liquidação duvidosa. A realização desses créditos depende do encerramento dos questionamentos judiciais. (b) A movimentação dos créditos tributários no semestre findo em 30 de junho de 2015 pode ser demonstrada como segue: Adições Prejuízos Fiscais/ temporárias Base Negativa Total Saldo inicial em 01/01/ Constituição Utilização... (5.042) (10.982) (16.024) Saldo final em 30/06/ (c) Expectativa de realização Expectativa de realização Exercícios por período Total (d) Conciliação do imposto de renda e da contribuição social na demonstração de resultado Imposto Contribuição Imposto Contribuição de renda Social de renda Social Resultado antes do imposto de renda e da contribuição social Participações estatutárias... (4.189) (4.189) (1.896) (1.896) Outras Adições / (Exclusões) permanentes.. (1.811) (1.738) (33.470) (33.491) Equivalência Patrimonial... (2.737) (2.737) (20.740) (20.740) REFIS Lei /13... (12.756) (12.756) Outras Base de Cálculo Alíquota base Alíquota Adicional Encargos (créditos) com Imposto de Renda e Contribuição Social Transações com partes relacionadas As operações realizadas entre partes relacionadas são divulgadas em atendimento à Resolução BACEN nº 3.750, de 30/06/2009, e do Pronunciamento Técnico CPC 05. Essas operações são efetuadas a valores, prazos e taxas médias usuais de mercado, vigentes nas respectivas datas, e em condições de comutatividade. (a) Transações com partes relacionadas As operações entre as empresas incluídas na consolidação foram eliminadas nas demonstrações consolidadas. Os principais saldos mantidos com partes relacionadas podem ser demonstrados da seguinte forma: Ativo (Passivo) Receitas (Despesas) Empresas consolidadas Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Banco BMG S.A Instrumentos financeiros derivativos A receber Banco BMG S.A Outros Créditos Banco BMG S.A Valores a receber de sociedades ligadas Banco Cifra S.A Depósitos à vista Cifra S.A. credito, financiamento e investimento Depósitos interfinanceiros Banco BMG S.A.... ( ) (1.325) (2.762) Outras Obrigações Banco BMG S.A.... (247) (742) Instrumentos financeiros derivativos A pagar. Banco BMG S.A.... (2.476) (10.570) (i) Benefícios aos diretores Anualmente na Assembleia Geral Ordinária é estabelecida a remuneração dos Administradores, que é distribuída em reunião do Conselho de Administração, aos membros do próprio Conselho e da Diretoria, conforme determina o Estatuto Social. (ii) Outros benefícios O Banco BCV não possui benefícios de longo prazo, de pós-emprego, de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para o seu pessoal-chave da Administração. (iii) Outras informações Conforme legislação em vigor, as instituições financeiras não podem conceder empréstimos ou adiantamentos aos seus acionistas controladores, empresas coligadas, administradores, ou parentes de seus administradores até o segundo grau. Dessa forma, não são efetuados pelas instituições financeiras empréstimos ou adiantamentos a qualquer subsidiária, membros do Conselho de Administração ou da Diretoria Executiva e seus familiares. 22 Outras informações O Banco, no curso de suas operações, assume responsabilidade por garantias prestadas a terceiros no País, compreendendo avais, fianças e outros que em 30 de junho de 2015 totalizam R$ ( R$ ). Lei nº : em 14 de maio de 2014 foi publicada a Lei nº , conversão da Medida Provisória nº 627, que altera a legislação tributária federal sobre IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. A referida Lei nº / 14 dispõe, entre outros assuntos, sobre: a revogação do Regime Tributário de Transição - RTT, instituído pela Lei nº , de 27 de maio de 2009; a tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas e de lucros auferidos por pessoa física residente no Brasil por intermédio de pessoa jurídica controlada no exterior. Estimamos que a referida Lei nº /14 não acarrete efeitos contábeis relevantes nas demonstrações contábeis do BCV S.A MP nº675 A Medida Provisória nº 675, de 21 de maio de 2015 ( MP ), elevou a alíquota da Contribuição Social para 20% com vigência a partir de 1º de setembro de A MP ainda não foi convertida em Lei, estando pendente de apreciação e aprovação pelo Congresso Nacional. Considerando ainda a existência de varias emendas complementares ao projeto de conversão em Lei reduzindo ou elevando a alíquota a patamares diferentes do proposto pelo Executivo, não foi reconhecido qualquer efeito pela referida elevação da alíquota sobre créditos tributários em 30 de junho de Continua...

7 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Página 7 NOTAS EXPLICATIVAS DA ADMINISTRAÇÃO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 30 DE JUNHO (Em milhares de reais, exceto quando indicado) Continuação... Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos administradores e acionistas Banco BCV S.A. Introdução Examinamos as demonstrações financeiras individuais do BCV Banco de Crédito e Varejo S.A. ( Banco ), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos do Banco. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do BCV Banco de Crédito e Varejo S.A. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Outros assuntos Demonstração do valor adicionado Examinamos também a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre findo em 30 de junho de 2015, preparada sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação está sendo efetuada de forma voluntária pelo Banco. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 12 de agosto de 2015 PricewaterhouseCoopers Luís Carlos Matias Ramos Auditores Independentes Contador CRC 1SP171564/O-1 CRC 2SP000160/O-5 Banco BCV S.A. CNPJ nº / BALANÇO PATRIMONIAL SEDE São Paulo - SP 23 Gestão de riscos 1. Estrutura de Gerenciamento de Riscos e Capital Para o Conglomerado Prudencial do BMG, a gestão de riscos é essencial para a maximização da eficiência no uso do capital e para a escolha das oportunidades de negócios, bem como para garantir a preservação da integridade e a independência dos processos. Desta forma, a Companhia tem desenvolvido, com base nas melhores práticas de gerenciamento de riscos, políticas, sistemas e controles internos para a mitigação e controle de possíveis perdas decorrentes da exposição aos riscos aos quais suas atividades estão expostas, com um conjunto de processos e rotinas adequados às suas modalidades operacionais. Neste contexto, a Companhia gerencia seus riscos - de capital, de liquidez, de mercado, crédito e operacional - com ações específicas para cada um, descritas abaixo: 1.1 Gestão de Capital O Banco BMG optou pela constituição de estrutura de gerenciamento de capital centralizada para o Conglomerado Financeiro, nomeando um diretor responsável para toda a estrutura. O Comitê de Gestão do Capital é o principal responsável por promover discussões acerca do gerenciamento de capital. O comitê é conduzido pela Diretoria Executiva de Controladoria (DECONT) com o objetivo de apresentar ao Conselho de Administração e demais Diretorias o Índice de Basiléia atual bem como as projeções para os próximos três anos. Dentre as principais atividades do Comitê, destacamos: Promover discussões e decisões sobre temas relacionados às Políticas, procedimentos, metodologias e processos relacionados ao gerenciamento de capital e ao Plano de Capital, conforme estabelecidos nesta Política; Validar a Política de Gerenciamento de Capital e o Plano de Capital da Organização e submetê-los à aprovação da Diretoria e do Conselho de Administração; Submeter à Diretoria e ao Conselho de Administração deliberações do comitê que afetem a Política, e o Plano de Capital; Acompanhar o cumprimento da Política de Gerenciamento de Capital; Avaliar periodicamente, no mínimo a cada três meses, os resultados do processo de gestão de capital, seus pontos fortes e fracos, assim como a adequação de sua estrutura, buscando adequálo às necessidades da Organização; Acompanhar a efetividade do processo de gerenciamento de capital no âmbito da Organização, inclusive os possíveis impactos no capital, oriundos aos riscos associados às empresas não financeiras integrantes do consolidado econômico-financeiro; Reportar ao Conselho de Administração as variações significativas nas projeções financeiras e na necessidade futura de capital, bem como possíveis alterações relevantes em relação às estratégias adotadas, o montante de capital a ser alocado e os efeitos de testes de estresse no âmbito da Organização; Tomar conhecimento dos trabalhos executados pelas auditorias interna e externa pertinentes à gestão de capital; Posicionar regularmente o Conselho de Administração sobre as atividades do Comitê. A Superintendência de Planejamento Financeiro e RI Controladoria subordinada a Diretoria Executiva de Controladoria é a responsável pela projeção dos ativos, passivos, receitas e despesas do conglomerado financeiro BMG, assim como pela aplicação dos cenários de estresse sobre os saldos projetados. A Superintendência Contábil Fiscal subordinada a Diretoria Executiva de Controladoria é responsável pela apuração e projeção do Índice de Basiléia utilizando-se do orçamento (elaborado pela SUPLA) e cenários relativos aos Riscos de Crédito, Mercado e Liquidez. A Superintendência de Riscos (SURIC) sob a responsabilidade da Diretoria Executiva de Controladoria é a unidade responsável pelo gerenciamento do capital do conglomerado financeiro BMG assim como pela avaliação de possíveis impactos no capital oriundos dos riscos associados às empresas não financeiras integrantes do consolidado econômico-financeiro. 1.2 Risco de Mercado Os acionistas e administradores do Conglomerado Prudencial do BMG entendem que a gestão desse risco, aliada a um efetivo controle a partir das melhores práticas e ferramentas operacionais, garante que a instituição esteja adequadamente capitalizada e segura, sendo conhecedora de suas vantagens e desvantagens em termos de retorno e risco. Considera, ainda, que todos os níveis hierárquicos da instituição têm papéis e responsabilidades em relação à gestão do risco de mercado em suas atividades, para a eficácia dos controles. O Conglomerado Prudencial do BMG emprega uma política conservadora no gerenciamento do risco de mercado, supervisionando e controlando de forma eficaz cada fator para identificar e quantificar as volatilidades e correlações que venham impactar a dinâmica do preço do ativo. Estratégia do Grupo Financeiro A política interna do Grupo BMG define limites conservadores para exposições em moeda estrangeira e taxas de juros. As posições que não estejam dentro dos limites estabelecidos são submetidas à aprovação do ALCO (Comitê de Ativos e Passivos) previamente. Carteira de Negociação (Trading Book) e Banking Book De acordo com a Circular nº 3.642/13, que estabelece os critérios mínimos para a classificação das operações das instituições financeiras na Carteira de Negociação (Trading Book) e fora da Carteira de Negociação (Banking Book), e a Circular nº 3.365/07, que dispõe sobre a mensuração do risco de taxas de juros das operações do Banking Book, o Conglomerado Prudencial do BMG segrega as operações classificadas na carteira de Banking Book das operações classificadas como Trading Book para cálculo do Risco de Mercado. O gerenciamento de risco de mercado busca garantir que os critérios de classificação na Carteira de Negociação (Trading) e Carteira de Não Negociação (Banking), sejam observados de maneira consistente, por meio do estabelecimento de controles que garantam a adequação da classificação e o monitoramento da rotatividade das operações na carteira de negociação. Processo de Gerenciamento A área de gerenciamento utiliza práticas e tecnologias para a mensuração e acompanhamento diário dos limites definidos, das sensibilidades e estresses às oscilações da exposição cambial, taxa de juro, preços de ações e mercadorias (commodities), prevendo, inclusive, os riscos inerentes a novas atividades e produtos, adequando os controles e procedimentos necessários. A área de gerenciamento do Risco de Mercado monitora o cumprimento dos limites e disponibiliza relatórios gerenciais de controle das posições, além de reporte e apresentações periódicas à Alta Administração. Os resultados da mensuração, envolvendo situações de normalidade e de estresse, e a realização dos testes de aderência, além da verificação do cumprimento dos limites estabelecidos, são divulgados através da Carta Mensal de Risco de Mercado a toda Diretoria Executiva e ao ALCO. As operações de hedge executadas pela tesouraria devem, necessariamente, cancelar ou mitigar os riscos do descasamento de quantidades, prazos, moedas ou indexadores, das posições Trading e Banking. Relativamente ao risco da taxa de juro prefixada, a estratégia é no sentido de manter descasada somente até o limite do valor da carteira estrutural. Apreçamento dos Instrumentos Financeiros Com o intuito de adotar as melhores práticas, relacionadas à apuração do valor de mercado dos instrumentos financeiros, a Superintendência de Riscos (SURIC), determina, sempre que possível, a utilização de preços e taxas da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros e Mercados Secundários. Na impossibilidade de encontrar tais referências de mercado, são utilizados preços disponibilizados por outras fontes (por exemplo: Bloomberg, Reuters e Corretoras). Como última opção, são adotados modelos internos de precificação e apreçamento dos instrumentos, que são submetidos aos processos de validação e avaliação do Grupo. Conforme processo de governança, os critérios de marcação a mercado são revisados periodicamente, podendo sofrer modificações em decorrência de alterações nas condições de mercado ou pelo desenvolvimento de novos modelos considerados mais adequados pelo Grupo. Em dezembro de 2014, o CMN publicou a Resolução nº 4.389, que altera a Resolução nº de 2013, que estabelece procedimentos mínimos a serem observados no processo de apreçamento de instrumentos financeiros, avaliados pelo valor de mercado e diretrizes para aplicação de ajustes prudenciais, para tais instrumentos. Conforme procedimentos destacados nos parágrafos anteriores, o Banco BMG já está alinhado às diretrizes da resolução, inclusive com a aplicação dos devidos ajustes prudenciais promovidos pela regulação. 1.3 Risco de Liquidez O gerenciamento do risco de liquidez tem por objetivo manter sistemas de controle estruturados em consonância com os perfis operacionais da instituição, periodicamente reavaliados, que permitam o acompanhamento permanente das posições assumidas em todas as operações praticadas nos mercados financeiros e de capitais, de forma a evidenciar e mitigar o risco de liquidez decorrente das atividades desenvolvidas. Define-se como risco de liquidez a ocorrência de desequilíbrios entre ativos negociáveis e passivos exigíveis - descasamentos entre pagamentos e recebimentos - que possam afetar a capacidade de pagamento da instituição, levando-se em consideração as diferentes moedas e prazos de liquidação de seus direitos e obrigações. Processo de Gerenciamento O Banco conta com estrutura de gerenciamento de riscos centralizada em uma única diretoria, com atribuições formalmente aprovadas pelo Conselho de Administração, visando a manter a liquidez em níveis aceitáveis, incluindo práticas, processos, procedimentos e reportes. A estrutura de gerenciamento é compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e a dimensão da exposição ao risco de liquidez da instituição, sendo que a gestão é centralizada na Gerência Corporativa de Riscos, subordinada à Diretoria Executiva de Riscos Corporativos e Cobrança. O gerenciamento do risco de liquidez busca utilizar as melhores práticas de maneira a evitar escassez de caixa e dificuldades em honrar os vencimentos a pagar. Mensuração e Controle do Risco A área de Risco é responsável principalmente pela preparação dos fluxos de caixa e pela análise diária de todas as posições mantidas em conjunto com a Tesouraria, bem como a avaliação da sua adequação em relação aos limites operacionais estabelecidos, e pela avaliação da liquidez dos ativos negociados e pelo impacto de cenários negativos no caixa. A mensuração do risco de liquidez ocorre da seguinte forma: Acompanhamento diário dos limites de liquidez estabelecido pela Administração; Projeções de Liquidez por meio de fluxo de Caixa; Modelagem e Construção de Cenários (Teste de Estresse); Comparativo e Análise de Variações (Backtesting); Plano de Contingência de Liquidez. A comunicação do processo de gerenciamento de risco de liquidez é realizada por meio de distribuição de relatórios às áreas envolvidas na gestão e no controle, bem como à Diretoria Executiva e ao Comitê de Ativos e Passivos - ALCO. Ainda, como parte do processo, são elaborados relatórios mensais sobre o gerenciamento do risco de liquidez, com detalhadas informações sobre as ocorrências do período. A principal política de mitigação de riscos de liquidez é a busca de recursos com prazos casados com os das operações efetuadas, sob a forma de cessões de crédito. Além disso, a organização busca captar a prazos compatíveis com os das aplicações e conta com plano de contingência adequado para os casos excepcionais. 1.4 Risco de Crédito O Conglomerado Prudencial do BMG possui política de gerenciamento do risco de crédito devidamente instituída com objetivo de garantir a integridade de seus ativos e níveis adequados de riscos e perdas, bem como os resultados esperados de seus negócios. Os acionistas e administradores do Conglomerado Prudencial do BMG entendem que esta política deve ser continuamente aperfeiçoada, contando com análises exaustivas dos fatores internos e externos que possam impactar a solvabilidade de obrigações financeiras pactuadas nos diversos segmentos e produtos com os quais opera. Estratégia de Crédito do Grupo Financeiro Em 29 de abril de 2014, foi firmado acordo que aumenta a participação do Banco BMG para 40% e estabelece a unificação dos negócios de empréstimo consignado do Banco BMG e do Banco Itaú BMG Consignado, o que significa que todos os negócios relativos a empréstimo consignado passarão a ser feitos exclusivamente pelo Itaú BMG Consignado. Após operacionalização desse acordo, o Banco BMG passa a ter, como principais produtos: Cartão de Crédito Consignado, BMG Empresas, BMG Veículos, BMG Realiza (crédito pessoal com garantia de imóvel) e outros produtos com potencial de crescimento e rentabilidade. Cartão Consignado O cartão consignado do Banco BMG é um cartão de crédito internacional, com os mesmos benefícios dos cartões tradicionais, mas com a vantagem do desconto na folha de pagamento e de taxas atrativas. Para os convênios com os quais o Banco BMG possui acordo específico, o cartão tem margem consignável exclusiva. BMG Empresas O BMG atua no financiamento para empresas de médio e grande porte e para fornecedores de grandes grupos econômicos, por meio da plataforma BMG Empresas. O produto tem perspectivas de crescimento nos próximos anos, mantendo uma política de crédito conservadora e sempre observando o cenário macroeconômico. Veículos O BMG opera no financiamento de autos e motos, focado no nicho de mercado de veículos com idade média entre oito e treze anos, sendo que os veículos com idade mais elevada são operados com prazo médio e LTV (Loan to Value) menores. BMG Realiza Este produto consiste na concessão de crédito com garantia de imóvel. Com ticket médio de R$ 150 Mil, o cliente consegue até 50% do valor do imóvel em crédito e tem até 12 anos para pagar. Processo de Gerenciamento Considerando a estratégia de atuação do BMG, a carteira de crédito é distribuída dentro de percentuais definidos pelo Conselho de Administração. Esses limites são constantemente monitorados pela Diretoria responsável pelo gerenciamento de risco de crédito a quem cabe o acompanhamento e controle, devendo ainda assegurar que as definições neste âmbito não incentivem comportamentos incompatíveis com um nível de risco considerado prudente nas políticas e estratégias traçadas pelo Conglomerado Prudencial do BMG. Esse processo contínuo de monitoramento de distribuição percentual da carteira de crédito esta refletido em um planejamento financeiro completo e de longo prazo que permite tempestivamente a Diretoria e Conselho de Administração do grupo o redirecionamento de suas estratégias do mix da carteira de crédito. Esse trabalho coordenado permite antecipar impactos de PDD, necessidade de Capital, resultado e impactos regulatórios sobre a nossa carteira de crédito presente e futura. Mensuração e Controle do Risco A mensuração do risco de crédito da carteira é realizada utilizando-se a base de dados dos sistemas corporativos para calcular os índices de perdas realizadas, esperadas e inesperadas e do constante monitoramento dos níveis de provisão para créditos de liquidação duvidosa. A perda realizada da carteira deve refletir o nível de risco das operações de crédito em estoque e das cedidas com coobrigação e permitir o monitoramento do nível de sua exposição em comparação com as provisões para devedores duvidosos. A carteira de crédito é avaliada regularmente, em termos de qualidade e de sua capacidade de geração de resultados frente aos riscos incorridos, conforme critérios a seguir: Relatórios de Orçamento de Risco de Crédito - corresponde à projeção da PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa) com a finalidade de compor o orçamento anual do Conglomerado Prudencial do BMG na forma de registro contábil; Acompanhamento dos limites de exposição de riscos definidos conforme regulamentação do CMN; Relatórios de Gestão do Risco de Crédito acompanhamento sistemático e projeções para a carteira de crédito em diversas visões: perdas por convênio, acompanhamento de spreads praticados por produto e subprodutos, informações gerenciais sobre os maiores convênios ativos do Banco BMG, dentre outros; A comunicação dos resultados do gerenciamento de risco de crédito é realizada por meio de distribuição de relatórios à Diretoria Executiva responsável pelo risco e às demais áreas envolvidas no processo. No âmbito do cartão de crédito consignado, a estratégia de mitigação do risco de crédito é, além dos cuidados preventivos observados na sua concessão, a investigação dos procedimentos operacionais que ocasionam a perda, com vistas a mitigar os riscos não detectados na sua origem. 1.5 Risco Operacional O Conglomerado Prudencial do BMG considera a gestão do risco operacional um instrumento essencial para a maximização da eficiência no uso do capital e na escolha das oportunidades de negócios, provendo o adequado entendimento quanto aos riscos associados aos seus negócios, de forma que qualquer evento que possa interferir adversamente o alcance dos objetivos seja identificado e tratado. Neste sentido, a reposta ao risco compreende em evitar, aceitar, mitigar, compartilhar ou transferir o risco, dentro dos parâmetros estabelecidos e avaliação do custo/benefício. Considera, ainda, que a responsabilidade pela gestão dos riscos deve ser exercida por todos os colaboradores, independente de seu nível hierárquico, que deve expressar preocupações quando identificada falhas de controles ou violações nas regras definidas pelo Conglomerado Prudencial do BMG. Estratégia do Grupo Financeiro A metodologia adotada abrange todo o Conglomerado Prudencial do BMG e serviços terceirizados relevantes para o funcionamento regular das atividades. A estratégia caracteriza-se pelo monitoramento de todos os riscos conhecidos e potenciais da instituição e das empresas prestadoras de serviços, visando à implementação de controles adequados, consideração o custo / benefício de cada item avaliado, conforme classificação do risco, numa escala de cinco níveis entre o Risco muito baixo a Risco muito alto, a fim de assegurar o alcance dos objetivos para remuneração do capital de seus acionistas. Todos os eventos de riscos que configurem perda operacional efetiva deverão ser controlados e contabilizados em agrupamento contábil específico, de forma a identificar, com facilidade, as ocorrências da espécie e a sua documentação, tanto para atendimento à alta administração no seu gerenciamento, quanto para subsidiar o fornecimento de informações às autoridades supervisoras. Processo de Gerenciamento e Mensuração do Risco O gerenciamento do Risco Operacional na Instituição encontra-se estruturado e definido considerando: Política de Risco Operacional - a política Institucional de Risco Operacional do BMG define diretrizes para o gerenciamento de riscos dos seus processos, produtos e serviços, de forma a assegurar que o cumprimento com as normas estabelecidas de governança e controle estejam de acordo com as orientações da Alta Administração. A metodologia adotada para esta gestão abrange a estrutura do Conglomerado BMG, aí inseridos o Banco BMG e demais empresas financeiras coligadas e serviços terceirizados relevantes para o funcionamento regular das atividades. Mapeamento dos Riscos das Atividades - a mais importante ferramenta utilizada pelo Conglomerado Prudencial do BMG para controle do Risco Operacional é a identificação dos riscos permite demonstrar a exposição do Conglomerado Prudencial do BMG frente aos riscos, a partir das análises da probabilidade versus impacto, consequências dos riscos e qualidade do controle interno. Testes da Qualidade do Controle - a avaliação da efetividade dos testes de controles tem como objetivo avaliar a efetividade/eficiência dos controles, a fim de verificar se estes estão sendo executados conforme descritos nas matrizes de risco e políticas internas. Cadastro de Incidente Operacional - os incidentes é a materialização do risco que ocorre de maneira inesperada, resultante da falha na execução das atividades. Nesse sentido, a apuração das perdas decorrente dos incidentes operacionais constitui fator importante para o cumprimento das exigências dos órgãos reguladores, além de prover ao Conglomerado informações consistentes, padronizadas e atualizadas para uma análise quantitativa e qualitativa no gerenciamento dos riscos. Controle Contábil - para garantir que todas as perdas sejam comunicadas e registradas, mensalmente a área de Risco Operacional solicita aos gestores a comunicação dos incidentes ocorridos no período e, posteriormente analisa os saldos das contas contábeis de registro de perdas operacionais. Esta dinâmica permite a validação periódica da consistência quanto à perda contabilizada em relação às registradas na base de risco (comunicada pelas áreas). Plano de Continuidade de Negócios: o Plano de Continuidade de Negócio (PCN) esta estruturado em duas frentes de atuação, uma voltada para formalização do plano de continuidade das áreas e outra focada nos testes de efetividade do plano de áreas classificadas como críticas. Processo de Comunicação O processo de comunicação, bem como os instrumentos utilizados para implementação do gerenciamento, tem como objetivo disseminar e consolidar a cultura de risco operacional no Conglomerado Prudencial do BMG, contemplando as principais ações para fortalecimento do tema, responsabilidades da estrutura e procedimentos a serem adotados no âmbito organizacional. Para divulgação dos dados apurados e as devidas ações de mitigação, são emitidos relatórios regulares de acordo com a Resolução nº 3.380/06, do cenário de risco, a partir do resultado do mapeamento dos riscos das atividades, além de relatórios específicos de acompanhamento de incidentes e principais indicadores. Este ciclo de informação permite o acompanhamento das ações tomadas e a definição de novas análises para aferição dos resultados obtidos. O documento que detalha a estrutura e diretrizes estabelecidas no gerenciamento dos riscos pode ser visualizado no site (http://www.bancobmg.com.br/ri/) na seção de Governança Corporativa, Gestão de Riscos. A DIRETORIA CONTADOR RESPONSÁVEL RONALDO NUNES FARIA CRC-MG /O-2 S SP Leiloeiros, utilizem nosso espaço para suas publicações Consulte sua agência de confiança, ou ligue para Leilões RONALDO MILAN LEILOEIRO OFICIAL - JUCESP 266 INFORMAÇÕES: TEL.: (11) FAX: (11) ON LINE MILAN ON LINE DIA 02 DE SETEMBRO DE 2015 (QUARTA-FEIRA) AS 9:30 HS. DIA 04 DE SETEMBRO DE 2015 (SEXTA-FEIRA) AS 9:30 HS. VISITAÇÃO: DIA 01 DE SETEMBRO - NO LOCAL DO LEILÃO DAS 8 ÀS 17 HS. RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 - SP. LOCAL DO LEILÃO: RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 - SP. - VISITAÇÃO DIAS 02 E 03 DE SETEMBRO LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE APROX. 290 VEÍCULOS RECUPERADOS DE FINANCIAMENTO, FURTO E SINISTRO LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE LOCAL DO LEILÃO: RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 SÃO PAULO - SP. - 1 º LEILÃO: DIA 09 DE SETEMBRO DE 2015 (QUARTA-FEIRA), ÀS 10:30h 2 º LEILÃO: DIA 16 DE SETEMBRO DE 2015 (QUARTA-FEIRA), ÀS 10:30h ARACAJÚ/SE - APARTAMENTO C/ 104,20M² Á. PRIV. - Apto. nº703 Obs.: 1º Leilão: R$ ,64 e 2º Leilão: R$ ,08 Avenida Adélia Franco, nº Bairro Inácio Barbosa do Edifício Beta do Residencial Padre Anróbio, com a área privativa de 104,20m². Matrícula nº do 2º Registro de Imóveis de Aracajú/SE. Ocupado. NOS LOCAIS RELACIONADOS NO SITE DAS 8 ÀS 14 HS. PEÇAS, ACESSÓRIOS E MÁQUINAS DIA 02 DE SETEMBRO DE 2015 (QUARTA-FEIRA), ÀS 14:00h LOCAL DO LEILÃO: RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 SP. - LEILÃO DE 45 IMÓVEIS E OUTROS IMÓVEIS EM: 1ª Vara Cível Regional Santana. EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 30 DIAS. PROCESSO Nº O(A) Doutor(a) Edmundo Lellis Filho, MM. Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Cível, do Foro Regional I - Santana, da Comarca de SÃO PAULO, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) Silvia Munhoz, Rua Ministro Genesio de Almeida Moura, 53 - CEP , São Paulo-SP, CPF , RG , que lhe foi proposta uma ação de Procedimento Sumário por parte de Instituto Educacional Seminário Paulopolitano, alegando em síntese: ser credora da importância de R$ 2.549,55 decorrente de prestação de serviços educacionais. Encontrando-se o réu em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua CITAÇÃO, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, apresente resposta. Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos, pelo(a)(s) ré(u)(s), como verdadeiros, os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es). Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei, sendo este Fórum localizado na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 594, 2º andar, Casa Verde - CEP , Fone: (11) , São Paulo-SP. São Paulo, 12 de fevereiro de ª Registros Públicos. EDITAL DE CITAÇÃO PRAZO DE 20 DIAS, expedido nos autos da Ação de Usucapião, PROCESSO Nº (160/12) O(A) Doutor(a) Leticia Fraga Benitez, MM. Juiz(a) de Direito da 2ª Vara de Registros Públicos, do Foro Central Cível, da Comarca de de SÃO PAULO, do Estado de São Paulo, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a(o) Cleonice Maria Ribeiro da Silva, Manoel Alves da Silva, Comercial Urbanizadora Brasileira Ltda representada por Moacyr Bragante, Marly Aparecida Perttinani, Andrea Cristina Ferraz, Gilberto Vitorio Sousa, Almir Alves Louzada, Leonor Louzada, Construtora Miguel Curi Ltda, Simone da Cunha Lopes, réus ausentes, incertos, desconhecidos, eventuais interessados, bem como seus cônjuges e/ou sucessores, que Elisabeth Louzada e outro ajuizou(ram) ação de USUCAPIÃO, visando a declaração de domínio sobre o imóvel localizado na Rua Jose de Azevedo Marques nº 366, Vila São Domingos, São Paulo-SP, CEP , alegando posse mansa e pacífica no prazo legal. Estando em termos, expede-se o presente edital para citação dos supramencionados para, no prazo de 15 (quinze) dias, a fluir após o prazo de 20 dias, contestem o feito, sob pena de presumirem-se aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 17 de novembro de ª Vara Cível da Capital. EDITAL DE CITAÇÃO, COM PRAZO DE 20 DIAS. Proc O Dr. Sang Duk Kim, MM. Juiz de Direito da 7ª Vara Cível da Capital, na forma da lei, etc. FAZ SABER a LUCIANA COSTA SALLES, CPF , que AMC SERVIÇOS EDUCACIONAIS LTDA ajuizou-lhe uma ação Monitória, para cobrança de R$ ,81 (Nov/2011), acrescidos de juros e correção monetária, decorrentes do inadimplemento do Contrato de Prestação de Serviços Educacionais e ao Instrumento Particular de Confissão de Dívida, firmado entre as partes, vencido e não pago. Estando a requerida em lugar ignorado, foi determinada a sua citação por edital, para que em 15 dias, a fluir após os 20 dias supra, pague o débito (ficando isenta de custas e honorários advocatícios), ou no mesmo prazo, ofereça embargos, sob pena de conversão do mandado inicial em mandado executivo (art do CPC), Será o edital, afixado e publicado na forma da lei. São Paulo, 03/07/ ª Vara Cível Regional Santo Amaro. EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO Nº O(A) MM. Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível, do Foro Regional II - Santo Amaro, Estado de São Paulo, Dr(a). Renato de Abreu Perine, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a Lumec Editorial e Comunicações Ltda, CNPJ / , Amedir José Monti Maffia, CPF e Luciano Franco Carvalho Monti Maffia, CPF , que WJ Vision Fomento Mercantil Ltda, ajuizou-lhes uma ação de COBRANÇA (Rito Ordinário), para o recebimento de R$ ,30 (Jul/2012) oriundos dos títulos descontados e não pagos junto a Autora conforme Contrato de Fomento Mercantil firmado entre as partes. Encontrando-se os requeridos em lugar ignorado, foi determinada a CITAÇÃO, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, apresentem resposta. Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos, pelos réus, como verdadeiros, os fatos articulados pela autora. Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. NADA MAIS. Dado e passado nesta cidade de São Paulo, aos 06 de agosto de Brasil Assistência S.A. CNPJ/MF n.º / NIRE Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Ficam convocados os Srs. Acionistas da Brasil Assistência S.A. ( Companhia ) a se reunirem, em primeira convocação, em AGOE a ser realizada no dia 4/09/2015, às 9 hs, na sede social da Companhia, em Santana de Parnaíba/SP, na Alameda Ásia, 42, piso térreo inferior, Tamboré, para o fim de discutir e deliberar sobre a seguinte ordem do dia: I - AGO: i. a aprovação das contas dos administradores, das Demonstrações Financeiras e do Relatório da Administração da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014; ii. a destinação do lucro líquido apurado no exercício social findo em 31 de dezembro de 2014; e iii. a remuneração dos administradores da Companhia para o exercício social de II - AGE: i. a destituição de Diretor da Companhia; e ii. a indicação de Diretor da Companhia. São Paulo, 25 de agosto de Almir Fernandes da Costa - Diretor Presidente. (26, 27 e 28/08/2015) PLATAFORMA LOGÍSTICA DO BRASIL S.A. SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO CNPJ nº / NIRE nº ATA DA ASSEMBLEIA GERAL DE DISSOLUÇÃO, LIQUIDAÇÃO E EXTINÇÃO REALIZADA EM 11 DE JUNHO DE 2015 I- LOCAL, HORA E DATA: Sede social, localizada na Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 1826, Cj. 314, Jardim Paulistano, em São Paulo, SP, CEP , às 10 horas, do dia 11 de junho de II- CONVOCAÇÃO: Dispensada a convocação e sua publicação na forma da lei, em razão do comparecimento da integralidade dos acionistas. III- QUORUM DE INSTALAÇÃO E PRESENÇAS: Acionistas que representam a integralidade do capital social, a saber: MASCARE- NHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONSTRUÇÕES, com sede na Rua dos Aimorés, nº 1001, 7º andar, em Belo Horizonte, MG, CEP , inscrita no CNPJ sob o nº / , representada na forma de seu estatuto social por seu diretor, Sr. Luiz Fernando Pires, brasileiro, engenheiro, casado, portador da carteira de identidade nº , expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF sob o nº , residente e domiciliado na Rua Tomás Gonzaga, nº 444, apto 1601, Lourdes, em Belo Horizonte, MG, CEP e M. STORTTI PARTICIPAÇÕES LTDA., com sede na Rua Tenente Coronel Fabrício Pilar, nº 770, 5º andar, bairro Mon t Serrat, em Porto Alegre, RS, CEP , inscrita no CNPJ sob o nº / , neste ato representada na forma de seu contrato social, por seu administrador, Sr. Maurênio Roberto Stortti Rosa, brasileiro, casado, advogado, portador da carteira de identidade nº , expedida pela SSP/RS, inscrito no CPF sob o nº , residente e domiciliado na Rua Ten. Cel. Fabrício Pilar, nº 770, sala 501, em Porto Alegre, RS, CEP IV- COMPOSIÇÃO DA MESA: Iniciados os trabalhos, foram designados para presidir e secretariar a Assembleia, respectivamente, o Sr. Luiz Fernando Pires e o Sr. Maurênio Roberto Stortti Rosa. V- ORDEM DO DIA: As matérias objeto da ordem do dia são: (i) a dissolução da Sociedade com a nomeação do liquidante; e (ii) a liquidação e extinção da Sociedade. VI- DELIBERAÇÕES: Discutidas as matérias constantes da ordem do dia, foi deliberada, por unanimidade, (i) a dissolução da Sociedade, por não mais interessar aos acionistas a sua continuidade; (ii) a nomeação como liquidante do Sr. Luiz Fernando Pires, brasileiro, engenheiro, casado, portador da carteira de identidade nº , expedida pelo IFP/RJ, inscrito no CPF sob o nº , residente e domiciliado na Rua Tomás Gonzaga, nº 444, apto 1601, Lourdes, em Belo Horizonte, MG, CEP que, já tendo procedido à liquidação da Sociedade, apurou o seu resultado que importou na distribuição à acionista MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONTRUÇÕES do saldo equivalente a R$ 7.156,74 (sete mil, cento e cinquenta e seis reais e setenta e quatro centavos) decorrente do valor do capital social aportado na Sociedade. A liquidação dos ativos e passivos da Sociedade ocorreu conforme demonstrado no Balancete de 2014 anexo, que foi aprovado sem ressalvas por todos os presentes, declarando-se encerrada a liquidação da Sociedade; (iii) e, como nada mais foi questionado e inexistindo demais pendências, foi declarada extinta a Sociedade PLATAFORMA LOGÍSTICA DO BRASIL S.A. SOCIEDADE DE PROPÓSITO ESPECÍFICO, ficando sob a responsabilidade da acionista MASCARENHAS BARBOSA ROSCOE S/A CONTRUÇÕES eventual ativo e passivo porventura supervenientes, bem como a guarda dos livros e documentos da Sociedade. VII- ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, foi suspensa a sessão pelo tempo necessário à lavratura da presente ata, que, depois de lida e achada conforme, foi aprovada e assinada por todos os presentes. Na Assembleias Gerais. MESA: Luiz Fernando Pires - Presidente da Mesa; Maurênio Roberto Stortti - Rosa Secretário. LIQUIDANTE: Luiz Fernando Pires. ACIONISTAS: MASCARENHAS BASBOSA ROSCOE S/A CONSTRU- ÇÕES - Luiz Fernando Pires; M. STORTTI PARTIICPAÇÕES LTDA. - Maurênio Roberto Stortti Rosa. SECRETA- RIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO - JUCESP - CERTIFICO O REGISTRO SOB O NÚMERO /15-0. FLÁVIA REGINA BRITTO - SECRETÁRIA GERAL. 3ª Vara da Família e Sucessões da Capital. EDITAL PARA CONHECIMENTO DE TERCEIROS, EXPEDIDO NOS AUTOS DE INTERDIÇÃO DE MARIANNE MARONI PIRES (RG , CPF ), REQUERIDA POR DEIZY APARECIDA MARONI GONÇALVES. PROCESSO Nº O MM. Juiz de Direito da 3ª Vara da Família e Sucessões do Foro Central Cível, Comarca de SÃO PAULO do Estado de São Paulo, Dr. Wendell Lopes Barbosa de Souza, na forma da lei, etc. FAZ SABER aos que o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que, por sentença proferida datada de 14/07/2015, foi decretada a INTERDIÇÃO de MARIANNE MARONI PIRES, declarando-a absolutamente incapaz de exercer pessoalmente os atos da vida civil e nomeada como CURADORA, em caráter DEFINITIVO, a Sra. DEIZY APARECIDA MARONI GONÇALVES, RG , CPF O presente edital será publicado por três vezes, com intervalo de dez dias, e afixado na forma da lei. Nada mais. São Paulo, 28/07/ ª Vara Cível Regional Santana. EDITAL DE CITAÇÃO - PRAZO DE 20 DIAS. PROCESSO Nº A MM. Juiza de Direito da 7ª Vara Cível, do Foro Regional I - Santana, Estado de São Paulo, Dra. Carina Bandeira Margarido Paes Leme, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a MIKAELLA NAM, CPF , que lhe foi proposta uma ação Monitória sob nº por parte de FUNDAÇÃO SÃO PAULO, para recebimento da quantia de R$15.893,62 (janeiro/2014), acrescidos de juros e correção monetária, oriundos da Prestação de Serviços Educacionais vencidos e não pagos. Encontrando-se a requerida em lugar incerto e não sabido, foi determinada a sua CITAÇÃO, por EDITAL, para que no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, pague o débito (ficando isenta de custas e honorários advocatícios) ou ofereça embargos, sob pena de conversão do mandado inicial em mandado executivo (art.1102 do CPC). Será o presente edital, afixado e publicado na forma da lei.

8 Página 8 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Especial Fotos: Divulgação Vacinas de terceira geração terão vetores de DNA Marcos Santos / USP Imagens O professor Adriano Azzoni, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica (Poli) da USP, está pesquisando formas de mimetizar a capacidade dos vírus de transportar informação genética para dentro de células de mamíferos Cientistas pesquisam as vacinas de terceira geração, as chamadas vacinas de DNA O objetivo é desenvolver um veículo eficiente para as chamadas vacinas de terceira geração, em que o material entregue ao paciente não é o agente patogênico atenuado ou morto, mas sim o DNA contendo o gene que codifica uma proteína antigênica (aquela que gera resposta imunológica). Nas vacinas mais antigas, normalmente o que se inocula no paciente é o próprio patógeno ou agente patogênico atenuado, ou morto. Nas vacinas de segunda geração, o material entregue ao paciente são, na maioria das vezes, formulações contendo as proteínas do patógeno, que normalmente causam a resposta desejada do sistema imunológico. O que pesquisamos aqui são as vacinas de terceira geração, as chamadas vacinas de DNA, nas quais se inocula o material genético que codifica essa proteína, contextualiza o professor. Para isso, é preciso que esse material genético seja protegido e entre na célula do paciente. Mas nossas células não foram feitas para receber genes estrangeiros. Isso só acontece eficientemente se houver algum agente para carregá-los para dentro. São os chamados vetores de DNA. É com isso que trabalhamos. Azzoni explica que os vírus são exímios transportadores de material genético; por isso, os pesquisadores tentam imitar sua capacidade de realizar esse trabalho. Estamos criando nanopartículas que atuem de maneira parecida aos vírus, que interagem com o material genético, protegem-no, e fazem com que as células o reconheçam e o coloquem para dentro. Segundo o engenheiro químico, há muitas pesquisas feitas com vetores virais também. Há mais de 2 mil testes clínicos feitos com vetores virais e não virais. No caso dos virais, ainda subsistem problemas. Os vírus são muito frágeis, podem perder rapidamente a capacidade de infecção. Têm de ser produzidos em células de animais, em processos de alto custo. Eles têm alta eficiência, mas uma série de limitações, explica. HPV e Raiva O trabalho de Azzoni e sua equipe de orientandos consiste em produzir o DNA em bactérias E. coli. Esse material genético,chamado plasmídeo ou DNA plasmidial, é um DNA circular onde se introduz o gene terapêutico de interesse já utilizado em vacinas veterinárias de terceira geração. Criamos aqui também proteínas recombinantes que se ligam ao plasmídeo, as proteínas carreadoras. A nossa se chama TRp3. No fundo, estamos querendo conferir a essas proteínas, que envolvem o DNA, capacidades que os vírus possuem, revela. As proteínas, modificadas geneticamente, são colocadas em contato com o plasmídeo, e a nanopartícula formada é caracterizada e testada em células de mamífero. Testa-se a capacidade das nanopartículas de entrar na célula com o plasmídeo e de ir até o núcleo. Ou seja: de fazer o que os vírus fazem. Segundo Azzoni, os testes in vitro em células animais tiveram respostas eficientes. Agora estamos começando a testar in vivo. E para isso é preciso colaborar. Estamos testando os vetores em camundongos, em um modelo de tumor causado pelo HPV, em colaboração com o professor Luís Carlos Ferreira, do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, diz Azzoni. Há ainda uma pesquisa junto ao Laboratório de Imunologia Viral do Instituto Butantan. Daniela Teruya, orientanda de Azzoni,ajuda a desenvolver uma vacina de DNA contra a raiva. Neste caso, o plasmídeo contendo ogene terapêutico utilizado (GPV), está em fase de testes e aexpressão do GPV nas células está sendo verificada pela introdução do vetor em células animais. Concluídos os estudos, será possível utilizar a proteína recombinante T-Rp3 como carreadora do material genético, verificar o comportamento do conjunto, como nanopartícula, e sua eficiência na introdução em macrófagos, células do sistema imune, diz a pesquisadora (Ag. USP de Notícias). Abacate tem compostos com atividade antioxidante A casca e a semente do abacate das variedades Hass e Furte possuem compostos com atividade antioxidante, revela pesquisa do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba. As substâncias identificadas no estudo da agrônoma Maria Augusta Tremocoldi apresentam grande potencial de utilização na indústria de alimentos e farmacêutica. Os compostos bioativos poderão ser utilizados em substituição aos antioxidantes sintéticos Compostos bioativos poderão ser utilizados em substituição aos antioxidantes sintéticos. Júlio Bernardes/Ag. USP de Notícias As variedades de abacate testadas na pesquisa não são comuns no Brasil, sendo cultivadas com vistas à exportação. O objetivo do trabalho foi caracterizar, isolar e identificar substâncias com atividade antioxidante da polpa, casca e semente dos abacates, afirma Maria Augusta. Também foi avaliada a capacidade de desativação de espécies reativas de oxigênio (ERO) e a atividade antiinflamatória. As espécies reativas são átomos, moléculas, ou íons derivados do oxigênio, que normalmente possuem alta reatividade. A produção de ERO e outras espécies reativas é parte do metabolismo humano. Elas estão envolvidas em diver- Wikimedia Commons sos processos, como na produção de energia, fagocitose, regulação do crescimento celular, sinalização intercelular e síntese de substâncias biológicas importantes. Quando sua produção é muito elevada, o organismo dispõe de um eficiente sistema antioxidante que consegue restabelecer o equilíbrio, conta a pesquisadora. Porém, em certas condições, a elevação na produção de ERO resulta num desequilíbrio entre o sistema pró e antioxidante, levando ao estresse oxidativo, durante o qual algumas destas espécies reativas podem produzir danos ao organismo. Para detectar e identificar os compostos antioxidantes foram aplicadas diversas técnicas laboratóriais. O conteúdo de compostos fenólicos totais pelo método de Folin-Ciocalteu e o potencial antioxidante foi avaliado pelos métodos de sequestro do radical livre DPPH e ABTS, redução do ferro e autooxidação do sistema b-caroteno/ácido linoléico, relata a pesquisadora. Estabilidade oxidativa Na pesquisa também foram medidas a estabilidade oxidativa em Rancimat e capacidade de desativação de espécies reativas de oxigênio pelos métodos ORAC, ânion superóxido e ácido hipocloroso. A estabilidade oxidativa é um parâmetro global para avaliação da qualidade de óleos e gorduras, aponta Maria Augusta. Para se avaliar a estabilidade oxidativa ou a sua suscetibilidade à oxidação, a amostra é submetida a teste de oxidação acelerada, sob condições padronizadas no qual se observam sinais de deterioração oxidativa. correios.com.br/servicosinternacionais e LC-MS/MS, que são métodos cromatográficos. A confirmação dos resultados foi feita com ressonância magnética nuclear (RMN), que é uma técnica espectroscópica, diz a pesquisadora. Nas cascas de ambas as cultivares estudadas foram encontrados o ácido trans-5-o-cafeoil-d-quínico, procianidina B2 e epicatequina. Nas sementes, a pesquisa identificou o ácido trans-5-o-cafeoil-d-quínico, procianidina B1, catequina e epicatequina, destaca Maria Augusta. Os resultados mostram que os resíduos do abacate podem ser considerados fontes de compostos bioativos de grande potencial funcional para serem utilizados na indústria de alimentos e farmacêutica. De acordo com Maria Augusta, os compostos identificados na pesquisa podem ser aproveitados e utilizados como antioxidantes naturais em substituição aos sintéticos. Com base nos resultados deste estudo, casca e semente de abacates podem ser introduzidos na forma de extrato em pó em produtos alimentícios, conclui. O trabalho teve orientação do professor Severino Matias de Alencar, do Cena. Com o Exporta Fácil, seu produto fica internacional. TM Rio 2016 Para identificação e quantificação dos compostos antioxidantes foram utilizadas as técnicas HPLC-DAD-UV Serviços Internacionais. O mundo mais perto de você.

9 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Página 9 Interfloat HZ Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda. CNPJ / Avenida Brigadeiro Faria Lima, º andar - conj Sala C - Itaim Bibi - SP BALANÇOS PATRIMONIAIS - ENCERRADOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Valores em R$ mil) ATIVO 30/06/15 30/06/14 Circulante Disponibilidades Aplicações Interfin. de Liquidez Aplicações no mercado aberto TVM e Instrum. Financ. Derivativos Carteira própria Outros Créditos Diversos Outros Valores e Bens 33 1 Despesas antecipadas 33 1 Não Circulante Outros Créditos Diversos Investimentos Outros investimentos (Provisão para perdas) (20.313) - Imobilizado de Uso Outras imobilizações de uso (Depreciações acumuladas) (1.102) (1.044) Diferido 7 7 Gastos de organização e expansão 7 7 Total do Ativo PASSIVO 30/06/15 30/06/14 Circulante Instrumentos Financeiros Derivativos Instrumentos financeiros derivativos Outras Obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Não Circulante Outras Obrigações Diversas Patrimônio Líquido Capital: De Domiciliados no país Reservas de capital Reservas de lucros Ajustes de avaliação patrimonial - (5) (Prejuízos acumulados) (27.656) Total do Passivo e Patrimônio Líquido As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Valores em R$ mil) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Valores em R$ mil) Período de 01/01/15 a 30/06/15 Reservas Ajustes de Lucros ou Capital Reservas especiais avaliação prejuízos Eventos realizado de capital de lucros patrimonial acumulados Total Saldos no Início do Período em 01/01/ Ajustes de períodos anteriores Reclassificação de reservas de títulos patrimoniais - (31.961) Reversão de reservas - - (22.300) Dividendos intermediários (22.300) (22.300) Ajustes ao valor de mercado - TVM e derivativos (49) - (49) Lucro líquido (prejuízo) do período (27.656) (27.656) Saldos no Fim do Período em 30/06/ (27.656) Mutações do Período: - (31.961) (49) (27.656) Período de 01/01/14 a 30/06/14 Reservas Ajustes de Lucros ou Capital Reservas especiais avaliação prejuízos Eventos realizado de capital de lucros patrimonial acumulados Total Saldos no Início do Período em 01/01/ (7) Reversão de reservas - - (2.315) Dividendos intermediários (2.315) (2.315) Ajustes ao valor de mercado - TVM e derivativos Lucro líquido (prejuízo) do período Saldos no Fim do Período em 30/06/ (5) Mutações do Período: - - (2.315) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 1º-Sem-15 1º-Sem-14 Receitas de Intermediação Financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas/Despesas Operacionais (3.288) (1.432) Receitas de prestação de serviços Despesas de pessoal (432) (668) Outras despesas administrativas (3.791) (1.499) Despesas tributárias (512) (210) Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais (2) (23) Resultado Operacional Resultado não Operacional (35.588) - Resultado antes da Tributação sobre o Lucro e Participações (27.178) Participações Estatutárias no Lucro (478) - Lucro Líquido (Prejuízo) do Período (27.656) Nº de Cotas: Lucro/(Prejuízo) por Cota R$ (1,20) 0,20 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 1º-Sem-15 1º-Sem-14 Fluxos de caixa das atividades operacionais Lucro líquido (prejuízo) do semestre/exercício (27.656) Depreciações e amortizações Ajustes de avaliação patrimonial (89) - Ajustes de períodos anteriores Variação de Ativos e Obrigações (267) (Aumento) redução em TVM instrumentos derivativos (acima) (5) (Aumento) redução de outros créditos 806 (93) (Aumento) redução de outros valores e bens (6) 5 Aumento (redução) em TVM instr. financeiros (passivo acima) Aumento (redução) em outras obrigações (888) (174) Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais Fluxos de Caixa das Atividades de Investimento Alienações de: Investimentos Provisão para perda em investimentos Inversões em: Investimentos ( ) - Imobilizado de uso (4) - Caixa Líquido Usado nas Atividades de Investimento ( ) - Fluxos de Caixa das Atividades de Financiamento Dividendos/Lucros pagos/propostos (22.300) (2.315) Caixa Líquido Usado nas Atividades de Financiamento (22.300) (2.315) Aumento Líquido de Caixa e Equivalentes de Caixa (12.013) Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da INTERFLOAT HZ CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e o seu fluxo de caixa para o semestre, findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 04 de agosto de VENEZIANI AUDITORES INDEPENDENTES - CRC 2SP13744/O-1 SIDNEY REY VENEZIANI - CONTADOR CRC 1SP061028/O-1 VALDECIR DE OLIVEIRA - CONTADOR CRC 1SP174801/O-1 Ilmos. Senhores Diretores e Cotistas da INTERFLOAT HZ CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. - São Paulo SP Examinamos as demonstrações contábeis da INTERFLOAT HZ CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. (Corretora), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa para o semestre, findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis: A administração da Corretora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da Corretora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Corretora. Uma RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ROBERTO LOMBARDI DE BARROS - Diretor REINALDO DANTAS - Contador - CRC-1SP110330/O-6 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Valores em R$ mil) 1. Contexto operacional: A sociedade foi constituída em 20 de janeiro de 2000, obtendo a autorização para funcionamento aos 14 dias de agosto do mesmo ano. A corretora tem por objeto social operar em bolsa de valores, de mercadorias e de futuros, negociar e distribuir títulos e valores mobiliários, por conta própria ou de terceiros, e exercer a intermediação em operações de câmbio e demais atividades permitidas e regulamentadas pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pela Comissão de Valores Mobiliários CVM, para uma sociedade corretora de câmbio, títulos e valores mobiliários. Atualmente as operações da Corretora se resumem na administração de recursos próprios; e a retomada de administração de recursos de terceiros pela Corretora dependerá das decisões tomadas pela administração. 2. Elaboração das demonstrações contábeis: As demonstrações contábeis são preparadas de acordo com as disposições da Lei das Sociedades por Ações, considerando as alterações introduzidas pelas Leis /07 e /09, e normas emanadas do Banco Central do Brasil (BACEN), consubstanciadas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional- COSIF, e inclui estimativas contábeis que consideram fatores objetivos e subjetivos, com base no julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado. Estas informações contábeis foram aprovadas pela Diretoria da Corretora em 31 de julho de Principais práticas contábeis: As práticas contábeis mais relevantes para a entidade foram: a) Estimativas contábeis: Estimativas e premissas foram utilizadas na preparação das demonstrações contábeis, incluindo a provisão para outros créditos de liquidação duvidosa e a provisão para fazer face às perdas prováveis em processos judiciais e a vida útil e econômica dos bens do ativo imobilizado. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Corretora revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. b) Apuração do resultado: As receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência, observando-se o critério pro rata die para as de natureza financeira. c) Aplicações interfinanceiras de liquidez: São registradas ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para desvalorização, quando aplicável. As aplicações no mercado aberto são classificados em função de seus prazos de vencimento, independentemente dos prazos de vencimento dos papéis que lastreiam as operações. d) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: De acordo com a Circular Nº de 08 de novembro de 2001 do Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários e os instrumentos financeiros derivativos são classificados e avaliados conforme descrito a seguir: Títulos e valores mobiliários: i. Títulos para negociação - Adquiridos com o objetivo de serem ativa e frequentemente negociados, são ajustados pelo valor de mercado, computando-se a valorização ou a desvalorização, em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período, e apresentadas no ativo circulante independente do prazo de vencimento; ii. Títulos disponíveis para venda - Que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o vencimento, são ajustados pelo valor de mercado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos efeitos tributários; iii. Títulos mantidos até o vencimento - Adquiridos com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelos respectivos custos de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Instrumentos financeiros derivativos: A avaliação é efetuada com base no valor de mercado e as valorizações e desvalorizações decorrentes são registradas no resultado do período. Entretanto, nos casos em que os instrumentos financeiros derivativos, nos termos da Circular Nº de 30 de janeiro de 2002 do Banco Central do Brasil, sejam classificados como hedge de fluxo de caixa, as valorizações ou desvalorizações mencionadas anteriormente são total ou parcialmente lançadas em conta específica no patrimônio líquido, deduzido dos efeitos tributários. e) Negociação e intermediação de valores (ativo e passivo): Demonstrada pelo saldo das operações de compra ou venda de títulos, realizados junto às Bolsas, por conta própria e de clientes, pendentes de liquidação. f) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa: A provisão para outros créditos de liquidação duvidosa, quando necessária, é constituída no montante considerado suficiente pela administração, para cobrir as perdas prováveis de realização. g) Investimentos: Os investimentos estão registrados ao custo, deduzidos de provisão para perdas, quando aplicável. Os títulos patrimoniais foram atualizados pelos valores patrimoniais informados pelas respectivas bolsas nas datas das respectivas desmutualizações e o resultado dessas atualizações contabilizado na conta de reserva de capital - atualização de títulos patrimoniais. Os títulos patrimoniais das bolsas foram convertidos em ações, quando dos respectivos processos de desmutualização, da Bovespa e BM&F em agosto e setembro de 2007, respectivamente. h) Imobilizado e diferido: O imobilizado está registrado pelo custo de aquisição. A depreciação foi calculada pelo método linear, com base em taxas que levam em consideração a vida útil e econômica dos bens, segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária, sendo de 4% a.a. Imóveis, 20% a.a. Sistema de Processamento de Dados e 10% a.a. para as demais contas. O diferido está representado por registro de marcas e patentes pelo valor de custo. i) Provisão para imposto de renda e contribuição social: A provisão para o imposto de renda foi constituída à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% sobre os lucros que excederem R$240 no ano. A provisão para contribuição social é calculada à alíquota de 15%, após efetuados os ajustes determinados pela legislação fiscal. j) Outros ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios estabelecidos pelo comitê de pronunciamentos contábeis (CPC) Nº 25 aprovado pelo Conselho Monetário Nacional através da Resolução Nº de 16 de dezembro de 2009 do BACEN. 4. Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional, aplicações em operações compromissadas, cujo vencimento das operações na data de efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Corretora para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. 30/06/ /06/2014 Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Aplicações interfinanceiras de liquidez: Em 30 de junho de 2014 está representado por aplicações em Letras do Tesouro Nacional LTN no montante de R$ Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: Os títulos e valores mobiliários foram classificados na categoria de títulos disponíveis para venda e são representados por: a) Títulos e valores mobiliários 30/06/ /06/2014 Carteira própria Letras Financeiras do Tesouro Ações em Cias. Abertas - 29 Total b) Instrumentos financeiros derivativos: Em 30 de junho de 2015 havia operações com instrumentos financeiros derivativos no montante de R$ 240, representados por vendas de opções de compras de ações. 7. Outros créditos: a) Diversos 30/06/ /06/2014 Circulante Impostos a compensar Adiantamento de Salário Devedores diversos País (*) Realizável a longo prazo Depósito judicial (*) Em 18 de dezembro de 2013, a Corretora através dos processos nº e nº , protocolou na Fazenda Nacional a solicitação de desistência do recurso interposto, bem como a renúncia do direito de defesa do processo acima mencionado referente desmutualização da Bovespa e da BM&F, para fins de inclusão dos débitos no REFIS; e, a devida compensação do depósito judicial para quitação do REFIS, remanescendo o montante histórico de R$ a ser levantado pela Corretora, lançado na conta Outros Créditos Diversos. No semestre encerrado em 30 de junho de 2015 foi recebido o montante de R$ 517 do processo de BM&F, ficando o saldo remanescente de R$ referendo o processo Bovespa. 8. Permanente: a) Investimentos 30/06/ /06/2014 Outros Investimentos Ações de companhias abertas (*) Títulos patrimoniais Total dos Investimentos (*) As ações de companhias abertas são formadas por ações da BM&FBOVESPA S.A., que foram convertidas de títulos patrimoniais em ações, pelo custo original. b) Imobilizado 30/06/ /06/2014 Custo Depreciação Líquido Líquido Imobilizações em curso Móveis e equipamentos 497 (377) Sistema de comunicação Processamento de dados 793 (724) Sistema de segurança 3 (1) 2 3 Total do imobilizado (1.102) c) Diferido: Em 30 de junho de 2015 o Diferido está representado por marcas e patentes no montante de R$ 7 (R$ 7 em 2014). 9. Outras obrigações 30/06/ /06/2014 Fiscais e previdenciárias: Impostos e contribuições sobre o lucro Impostos e contribuições a recolher Diversas - curto prazo: Provisão de pagamentos a efetuar Credores diversos - País - 2 Diversas - longo prazo: Provisão para passivos contingentes Imposto de renda e contribuição social 30/06/ /06/2014 Apuração de Imposto de Renda/Contrib. Social IRPJ e CSLL IRPJ e CSLL Resultado antes da tributação sobre o lucro (27.178) (-) Participações estatutárias no lucro (478) - Adições Despesas não dedutíveis 2 1 Provisão para perdas em ações Exclusões Rendas de Dividendos (5.070) (5.266) Receitas de marcação de mercado (89) - Apuração lucro real (12.500) (607) Encargos as alíquotas de 15% de Imposto de Renda - - Adicional de 10% de Imposto de Renda - - Encargos de 15% de Contribuição Social - - Total das despesas de Imposto de renda e Contribuição social Despesas com pessoal 30/06/ /06/2014 Despesas com honorários 50 - Despesas com proventos Despesas com encargos sociais Despesas com benefícios Despesas com treinamentos e estágios Total Despesas administrativas 30/06/ /06/2014 Despesas de serviços do sistema financeiro Manutenção e conservação de bens Despesas com aluguéis Despesa de serviços técnicos especializados Despesas de processamento de dados Despesas de depreciação e amortização Despesas de comunicação Despesas de materiais 6 10 Despesas de água, energia e gás Despesas de viagens no país - 3 Despesas de transportes 6 7 Despesas com multas e juros - 22 Outras despesas administrativas Total Despesas tributárias 30/06/ /06/2014 Despesas de contribuição ao COFINS Despesas de ISS Despesas de contribuição ao PIS Outras Total Outras receitas operacionais 30/06/ /06/2014 Recuperação de despesas - 9 Variação monetária ativa Outras 4 - Total Resultado não operacional 30/06/ /06/2014 Prejuízo na alienação de investimentos (15.275) - Provisões de perdas em ações (20.313) - Total (35.588) Partes relacionadas: a) Remuneração dos administradores: Os membros da diretoria são titulares, conjuntamente, de 100% das ações ordinárias do capital social da Corretora. Nos semestres encerrados em 30 de junho de 2015 e 2014 não houve pagamento de remuneração aos administradores. b) Outros benefícios: A Corretora não possui outros benefícios de longo prazo, de pós-emprego, de rescisão de contrato de trabalho ou remuneração baseada em ações para o pessoal-chave da Administração. 17. Patrimônio líquido: a) Capital: O capital de R$ está representado por quotas, totalmente subscrito e integralizado na data do balanço por quotistas domiciliados no país. b) Reservas de lucros: No semestre encerrado em 30 de junho de 2015 houve a reversão de reservas especiais de lucros no montante de R$ (R$ em 2014) para distribuição de lucros. c) Dividendos: No semestre encerrado em 30 de junho de 2015 houve distribuição de lucros no montante de R$ (R$ em 2014). d) Juros sobre capital próprio: Nos semestres encerrados em 30 de junho de 2015 e 2014 não houve pagamento de juros sobre capital próprio, conforme faculta o artigo 9º da Lei nº 9.249/ Gerenciamento de riscos: Gestão de Risco Operacional: Foram desenvolvidas ações visando à implementação de estrutura de gerenciamento de risco operacional, em conformidade com a Resolução CMN Nº de 2006, que alcançam o modelo de gestão, o conceito, as categorias e política de risco operacional, os procedimentos de documentação e armazenamento de informações, os relatórios de gerenciamento do risco operacional. Gestão de Risco de Mercado: O gerenciamento de risco de mercado é efetuado de forma centralizada, por área administrativa que mantém independência com relação à mesa de operações. A Instituição encontra-se apta a atender as exigências da Resolução CMN Nº de 2007 que trata da estrutura de gerenciamento do risco. Gestão do Risco de Crédito: O risco de crédito incorrido pela instituição é imaterial, dado que a quase totalidade das operações realizadas estão no âmbito de câmaras de pagamento - CBLC e BM&F - nas quais a Corretora atua exclusivamente como intermediadora. 19. Contingências: Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias: A Corretora é parte em ações judiciais e processos administrativos de natureza tributária, trabalhista e cível, tanto no polo ativo como no passivo. A Administração acredita que as provisões para processos judiciais e administrativos são suficientes para atender a concretização de perdas que são avaliadas como prováveis. Cível: A Corretora é parte do polo passivo em 12 ações cíveis em andamento que totalizam R$ 348, sendo apenas R$ 50 com risco de perda possível conforme informado pelos seus assessores jurídicos. Trabalhistas: A Corretora é parte do polo passivo em 3 ações trabalhistas em andamento que totalizam R$ 821, sendo apenas R$ 300 (R$ 657 em 2014) com risco de perda provável conforme informado pelos seus assessores jurídicos. Provisão para passivos contingentes Matéria 30/06/2014 Adição Baixa 30/06/2015 Trabalhista Órgãos reguladores: Não existem em curso processos administrativos significativos por parte do Sistema Financeiro Nacional que possam impactar representativamente o resultado da Corretora. Em relação às demais ações, os advogados da Corretora avaliam como remotas as possibilidades de perda. 20. Outras informações A Corretora possui um programa de participação nos resultados, e o seu pagamento está condicionado ao cumprimento de metas nele estabelecidas, bem como a aprovação do conselho diretor. No semestre encerrado em 30 de junho de 2015 houve provisão no montante de R$ 478. Contar com uma tecnologia que dispensa a memorização de senhas e é ainda mais segura contra fraudes tem se mostrado um grande trunfo, também, da indústria. Nesse caso, a biometria vem sendo usada para identificar e autenticar pessoas, sendo capaz de ir muito além do controle de presença e tempo, ou ainda de monitorar processos e gerenciar frotas. Trata-se de uma ferramenta importante contra o desperdício e que vem melhorando cada vez mais a produção industrial. De acordo com Kerry Reid, vicepresidente global de vendas da HID Biometric Solutions empresa líder Esportes Não é novidade que o varejo, nos últimos dez anos usufruindo de um cenário de crescimento contínuo, passa hoje por um momento bastante desfavorável De acordo o Estatuto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no mês de maio as vendas deste setor caíram 0,9% em relação a abril, representando a maior queda em 14 anos, acumulando um percentual de 2% no ano e de 0,5% nos últimos 12 meses. No entanto, estar em crise não significa ficar parado. É preciso preparar-se para superar os desafios que os momentos mais difíceis apresentam. Pesquisas recentes mostram que as empresas que injetam big data e analytics em suas operações apresentam taxas de produtividade e rentabilidade 5% a 6% maiores que seus pares que não fazem o mesmo. É isso que define sua sobrevivência e que as torna mais eficientes ou determina seu sucesso nos negócios. E nos momentos de crise esse investimento pode ser ainda mais crucial. O BI, o big data e o analytics, como queiram chamar, podem ser aplicados e exercitados das mais diversas formas, respondendo a pontos críticos. Primeiramente, mais do que vender é preciso saber para quem e como seus produtos estão sendo vendidos. Avaliar de maneira bem detalhada para quem o crédito está sendo liberado e o risco de inadimplência que cada uma dessas pessoas representa é um requisito básico. Outro ponto importante, que faz a diferença e é comum a todos os varejistas, independente do segmento, é conhecer profundamente os dados relacionados ao sortimento de peças; saber quais produtos mais vendem e ter uma boa estratégia de vendas cruzadas. Além disso, os elevados índices relacionados às perdas são um dos maiores responsáveis hoje pelos prejuízos no setor varejista. Desta forma, a prevenção a perdas é sem dúvida nenhuma crucial para o segmento de varejo. Para corrigir o curso, é preciso saber o quanto se perde, seja por roubo ou por algum dano. Cada empresa precisa entender seus padrões de comportamento e as peculiaridades de sua operação. Um grande atacadista, por exemplo, conseguiu descobrir um enorme esquema de fraudes em uma de suas lojas ao analisar itens contidos em cada ticket de venda. Uma informação que pode ser considerada simples do ponto de vista analítico, porém devido ao grande volume de dados, de difícil detecção. É aí que entra a inteligência. É preciso analisar esse grande volume de dados para entender os comportamentos e tudo o que acontece em cada uma das unidades, seja a empresa um supermercado ou uma cadeia de lojas de departamentos. A velha história de transformar dados em informações valiosas que permitam aumentar as vendas, ter menos perdas e ser mais eficiente, é mais real do que nunca. As empresas precisam acessar todos os tipos de dados, independente de onde estejam e das mais diversas fontes, sejam elas internas, de institutos de pesquisas ou das redes sociais. É preciso conseguir trabalhar qualquer dado e transformá-lo em informação, tirando todo o valor que possuiu, contando com a capacidade analítica não só do profissional, mas também da ferramenta. O BI ajuda a ser ao mesmo tempo descritivo e preditivo: ou seja, conhecer os detalhes de sua operação; revelar aspectos que permitam entender o que e porque determinado desvio aconteceu, com a capacidade de clusterizar e associar as informações; terminando em ser mais preditivo, afinal os recursos de data mining (mineração dos dados), baseados em históricos, ajudam a entender o que pode acontecer se o cenário não for modificado. Também já é realidade o BI conversando com bases Big data, com o Google Analytics e com todas as redes sociais. Ferramentas super avançadas, porém nenhum pouco inacessíveis, conseguem trazer informações de todas essas bases para serem analisadas, com a mesma qualidade, permitindo que o varejista acompanhe todas as etapas de uma campanha, desde o post no facebook a até a venda consolidada pelo seu e-commerce. Para que tudo isso aconteça a interface para acessar dados e transformá-los em informação precisa ser fácil e intuitiva, para quem quiser usar. É requisito básico que o dado seja pervasivo, ou melhor, popularizado. O que acontece muitas vezes são dados restritos às diretorias, esquecendo, por exemplo, que muito do que acontece, acontece na loja. Mais do que ter inteligência, ela tem que estar disponível na mão de quem faz a operação e não somente de quem faz a gestão. Desta forma, o BI pode sim, através de análises e previsões inteligentes, contribuir de maneira significativa para melhorar a efetividade do varejo em tempos de crise e ajudar estas empresas a superarem os desafios de reduzirem as perdas e de fazerem mais, com menos. (*) - É diretor de pré-vendas América Latina da MicoStrategy e tem mais 10 anos experiência Business Intelligence Treinamento, Consultoria e Pré-Vendas nesta área. Tiago Sanchez (*) Como o BI pode ajudar as empresas do varejo a fazerem mais com menos em tempos de crise? Processo Físico nº: Classe: Assunto: Monitória - Prestação de Serviços Requerente: União Social Camiliana Requerido: Tiago Ribeiro da Silva. Edital De Citação - Prazo de 20 dias. Processo Nº O(A) MM. Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível, do Foro Regional IX - Vila Prudente, Estado de SP, Dr(a). Claudia Akemi Okoda Oshiro Kato, na forma da Lei, etc. Faz Saber a Tiago Ribeiro Da Silva, CPF/MF Nº , RG Nº /SSP-SP que União Social Camiliana, lhes ajuizou ação MONITÓRIA para cobrança de R$ 8.401,58, (maio/2009), referente ao contrato de prestação de serviços educacionais firmado entre as partes e não foi cumprido, deixando de efetuar o pagamento das parcelas de Agosto a Dez/2005. Estando o réu em local ignorado, foi expedido o presente edital, para que no prazo de 15 dias, a fluir após o prazo supra, pague o débito, ou embarque a ação (Art CPC), ficando isenta de custas e honorários em caso de pagamento, sob pena de conversão de mandato inicial em título executivo, presumindo-se como verdadeiros os fatos. Será o presente edital, afixado e publicado. São Paulo, 23 de Julho de (28 e 29) Biometria reduz desperdício e melhora produção industrial A biometria vem sendo largamente incorporada às atividades do brasileiro, seja no acesso rápido aos caixas eletrônicos, seja no sistema eleitoral em tecnologia de impressão digital de imagem multiespectral os sensores biométricos estão sendo empregados em várias etapas da produção para reduzir o desperdício, melhorar o fluxo de trabalho e ainda medir o desempenho dos colaboradores. Ao integrar o uso da impressão digital nas estações de trabalho, é possível monitorar o tempo empregado por cada profissional nas etapas do processo industrial e, inclusive, obter as informações necessárias para reconhecer aqueles que se destacam pela eficiência. O executivo acrescenta que, além de automatizar um controle que costuma ser realizado manualmente, os gestores têm indicadores suficientes para resolver eventuais perdas de tempo em determinadas etapas ou ainda instrumentos para resolver falhas de processo. Esse avanço se deve, principalmente, à facilidade com que a tecnologia é apresentada e adotada pelo usuário. Afinal, com a tecnologia de imagem multiespectral, qualquer dedo pode ser identificado: sujo, molhado, ressecado ou desgastado. Ou seja: não importa o tipo de atividade e as condições físicas do usuário, porque suas digitais darão acesso à sua identificação com segurança e comodidade. Tanto no ambiente industrial, quanto nos canteiros de obras, as equipes lidam com uma infinidade de materiais sofisticados e equipamentos de alto valor de mercado. Ao implantar um sensor biométrico em determinado equipamento, por exemplo, somente um supervisor autorizado poderá definir as especificações da máquina de acordo com as exigências do cliente. Aos demais funcionários certificados, caberá somente operar a máquina, sem poder alterar sua programação. Isso garante que tudo seja feito de acordo com normas preestabelecidas, reduzindo a quantidade de defeitos, diz Reid. Os sensores biométricos oferecem ainda outra vantagem: armazenamento da informação em tempo real. Com relatórios precisos, é possível obter dados do fluxo de trabalho armazenados digitalmente, permitindo total rastreabilidade e organização das informações. Tratase de uma ferramenta muito útil no caso de uma auditoria dos processos para obtenção de certificação ou, ainda, para detectar falhas do processo produtivo. Além disso, podese facilmente mensurar economia de tempo e redução de custos com uma rápida identificação, afirma o executivo. Fonte: Kerry Reid, vice-presidente global de vendas da HID Biometric Solutions - divisão da HID Global formada a partir da aquisição da Lumidigm. Imagens: Reprodução

10 Página 10 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Lazer & Cultura / Estreia drama Vai Te Catar A partir de hoje (28) estreia a narrativa autobiográfica do drama Vai Te Catar serve como pano de fundo para assuntos como o racismo, e o controle da mídia sobre o universo infantil, a desigualdade social, o feminino e a morte. Concepção geral, textos, direção musical, spoken words : Roberta Estrela D Alva. Participação especial aula de ballet : Flora Bellenzani. Serviço: Teatro de Arena Eugênio Kusnet, R. Doutor Teodoro Baíma, 94, Centro, tel Sextas e sábados às 21h e aos domingos às 19h. Ingresso: R$ 20. Até 13/09. Pós-mundo Fando e Lis apresenta um mundo em que o valor das relações, a delicadeza e a gentileza, estão cada vez mais deteriorados, o virtual forma criaturas de hábitos solitários. Em um tempo pósapocalíptico, pós-virtual, pós-humano sobram, apenas dois seres, sem rótulos, sem gêneros, dois seres solitários vagando em um mundo que já terminou, eles continuam sempre, não param nunca se agarrando a uma esperança que inventaram para poder continuar, para atenuar a solidão desse mundo com poucos diálogos e sons. Com Gisa Guttervil, Lorena Garrido, Luciano Sevla, Marilia Adamy e Billy Eustáquio. Serviço: Espaço Parlapatões, Praça Franklin Roosevelt, 158, Centro, tel Sextas às 23h59. Ingresso: R$ 40. Até 02/10. Privacidade Cena do espetáculo Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas, com a companhia Os Crespos. Divulgação O espetáculo Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas, com a companhia Os Crespos conta sobre a privacidade de cinco mulheres negras é flagrada quando expõem suas trajetórias afetivas, permitindo ao público entrar em seus respectivos cotidianos. Elas tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. Em um jogo, no qual a platéia acompanha a transformação da atriz em diferentes personagens, a peça cruza fragmentos de vidas, sem necessariamente confrontá-las, entregando para o público a linha que costura seus caminhos. Serviço: Sesc Campo Limpo, R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Hoje (28) às 20h30 e sábado (29) às 19h. Entrada franca. Mostra Experimentos 2015 Divulgação A produção das escolas de teatro em São Paulo cresce a cada ano, tanto no âmbito da formação profissionalizante como no ensino superior. A Mostra Experimentos traz um pequeno recorte de tal produção e convida a conhecer os trabalhos desses jovens artistas e pesquisadores, e, ao mesmo tempo, os diversos caminhos que se abrem no universo das artes cênicas. Para além dos muros das escolas, a intenção é possibilitar a um público diferente do usual o contato com esses trabalhos. Serviço: Teatro da Universidade de São Paulo (TUSP), R. Maria Antônia, 294, Vila Buarque, tel De quinta a domingo às 20h. Entrada franca. Reflexões Reflexões ACORDA QUEM DORME E VIVE! Induz-nos a ignorância ao sono da displicência, no entanto, o amor em Cristo, sob a influência de Deus, nos capacita para o trabalho permanente, tanto a nós, quanto tudo o que vive. A vida é movimento incessante em todas as direções do universo. Quando estávamos nos primeiros passos do despertamento espiritual, ainda não éramos adultos; necessário se faz que acordemos para os nossos deveres, onde os compromissos nos chamam para o trabalho. Acorda para o chamado do perdão a quem te ofende e calunia; eles não sabem o que fazem. Acorda para as mudanças indispensáveis, onde o bem viva e vibre nos sentimentos da caridade. Acorda e vive na tolerância, no sentido de que as criaturas possam viver na concórdia e na benevolência. Que jamais o ódio arrebate as tuas possibilidades de pensar e sentir, distraindo a verdade dos caminhos dos homens. Acorda e anda, predispondo, pelo conhecimento do Evangelho, o coração e a inteligência para os serviços onde a luz não se esquece de alinhar todas as virtudes, em todos os deveres que movimentas junto a teus semelhantes. Os acordados para Cristo têm a felicidade de falar, como disse Paulo, na sua grande emoção espiritual: - O Cristo em mim é motivo de glória. Tem abertos os olhos para a luz de Deus, fazendo Sua vontade. (De Páginas Esparsas - 1, de João Nunes Maia, pelo Espírito Miramez). Retalhos de um triângulo No drama Retalhos de um triângulo um casal numa relação já estagnada. Um cotidiano sem grandes emoções. Ele um professor recalcado que encontra mais prazer em seus velhos livros do que na vida que leva, inconformado, resolve fugir de sua rotina. Ela uma esposa, também professora, educada para ser paciente e compreensiva. No meio deles surge Pedro, apenas um garoto perdido em sua juventude. O rapaz um rebelde sem causa, vindo de uma família desestruturada, que procura apenas chamar a atenção para si mesmo. Um homem com seus desejos escondidos e proibidos. Uma mulher reprimida e condicionada a passividade. Um rapaz sem barreiras e sem pudores, impulsivo. Os três estão dispostos a provar tudo e qualquer coisa para sair daquele cotidiano que os castiga e aprisiona. Com Mariana Capela, Mário Goes e Egbert Mesquita. Serviço: Teatro do Ator, Praça Roosevelt, 172, Consolação, tel Sextas às 21h. Ingresso: R$ 40. Até 11/09. Divulgação Cena do espetáculo. Horóscopo Cícero Augusto - Na Internet: Esta sexta, o décimo quinto dia da lunação não traz felicidade nas relações amorosas, mas dá bons lucros e êxito no trabalho. A disposição é ótima pela manhã, principalmente ao amanhecer quando todo teremos mais vigor e facilidade para atividades físicas. Com a Lua em Aquário nada de querer ou impor poder pessoal, rotulando as pessoas como conservadores ou caretas. Não deixar as horas passarem, e o silêncio endurecer para ambos os lados, por um conflito que pode ser resolvido. A Lua faz contato com Saturno. No final da noite sucesso de público em eventos: casas lotadas, lugares cheios, pessoas agitadas e aumenta de confrontos e brigas, sendo preciso cuidado nas escolhas sociais. Áries (21/3 u 19/4) Câncer (22/6 a 22/7) Libra (23/9 a 22/10) Capricórnio (22/12 a 19/1) Pela manhã a disposição é intensa e as decisões podem ser tomadas facilmente. As relações melhoram com a Lua em Aquário, podendo viver bons momentos com o seu amor, ou com pais e filhos. Aproveite para realizar melhorias o seu ambiente. 55/355 verde. As confusões no trabalho logo serão resolvidas, desde que se decida a isso de manhã. Pode haver maior tensão que crie uma aura de erros e equívocos e assim, podem surgir conflitos passageiros no começo do dia. Mantenha o equilíbrio nesta sexta. 76/676 azul. Atitude um tanto passional será responsável por crise amorosa. Melhora o reconhecimento através de novos empreendimentos profissionais. Use sua mente mais objetiva e prática para aumentar suas chances. Aguarde o final de semana com a entrada da Lua Cheia para encontrar pessoas. 98/498 rosa. Elimine o que não for mais útil, livrese do que não serve mais, e receberá novos bens e objetos pessoais. De algo para quem usa. Cuide mais de você. Se por acaso erros e equívocos evite irritar-se. Há um aumento da sensibilidade que leva a variações de humor a noite. 89/689 amarelo. Touro (20/4 a 20/5) Leão (23/7 a 22/8) Escorpião (23/10 a 21/11) Aquário (20/1 a 18/2) Não alimente desejos que depois provocarão decepções. Um desejo secreto pode se realizar, se começar a agir a partir de agora. Pela manhã, desde cedo aproveite para elevar ao máximo suas atividades mas precisa ter cuidado com a irritabilidade e o mau humor. 43/443 cinza. O período é cheio de boas oportunidades e grande motivação após o seu aniversário. Melhora muito a situação financeira e o reconhecimento do seu talento. Terá soluções em assuntos novos, modernos e avançados. Fique perto do seu amor à noite. 51/751 amarelo. Pode alcançar social melhor, recebendo algum benefício inesperado. Mas, enquanto o Sol estiver em Virgem precisa enfrentar e resolver as situações difíceis. Por isso resolva tudo já, não deixe para depois. Mudanças de posição social podem tumultuar a vida afetiva. 55/255 vermelho. Com a Lua em Aquário nada de querer ou impor poder pessoal, rotulando as pessoas como conservadores ou caretas. Não deixar as horas passarem, e o silêncio endurecer para ambos os lados, por um conflito que pode ser resolvido. Não pense muito para não perder uma boa chance. 77/377 marrom. Gêmeos (21/5 a 21/6) Virgem (23/8 a 22/9) Sagitário (22/11 a 21/12) Peixes (19/2 a 20/3) Muita afetividade no relacionamento amoroso. Mesmo assim, a insatisfação tende a afastá-lo de perto da família. Evite cometer extravagâncias e evite o mau humor. Promova encontro com amigos no final desta sexta. Irá encontrar boas soluções para o que vem limitando as realizações. 12/312 branco. O Sol em seu signo acentua o seu interesse pela vida e leva a contatos mais Intensos. Aproveite para realizar viagens e mudanças, sem receio. Elas serão bem aceitas em seu ambiente depois do aniversário. Comemore o dia se estiver começando um novo ano astral. 19/119 verde. Precisa manter suas emoções sobe controle se surgir algum imprevisto. Neste começo de mês viverá situações muito positivas no trabalho. Atividades intensas e renovação de uma oportunidade. Não sofra devido a problemas futuros que podem nem se concretizar. 99/199 cores escuras. A Lua e m Aquário torna as relações mais abertas. Terá a ajuda de alguém para uma importante realização. É tempo de desenvolver ainda mais suas habilidades. Sua imaginação criativa ajudará a melhorar sua vida. Momentos felizes serão vividos na intimidade. 55/755 branco. PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS Piso de tacos de Causa da madeira morte de Sócrates e de Ganga Zumba Acusação de Edward Snowden aos EUA (?) Ney, cantora brasileira O popular "pãoduro" Arma branca associada ao traidor (?) Dias: descobriu o Cabo da Boa Esperança Fazer (?)- culpa: reconhecer o próprio erro Edith Piaf, cantora francesa Prende o boi, como o faz o caubói Sim, em francês Cópia de obra de arte Ficar maluco (bras.) Apague (Inform.) Petróleo, em inglês Feita sem apuro ou refinamento Cidade dos exageros (SP) Escreve Magnata que revolucionou a computação Barbie ou Suzy Patriarca bíblico Acre; azedo Composto gasoso da respiração Telenovela em que Beatriz Segall interpretou Odete Roitman Nada, em "internetês" Espécie de dique comum no Nordeste Filme com Joaquim Phoenix (2013) Revistas COQUETEL "Terra", em "geodésia" Exame do MEC para o Ensino Médio Curso feito por quem conserta carros Direção do nascente A vogal do meio Zé (?), primo do Chico Bento (HQ) Sereia de rios, no Folclore indígena Araguaia ou Tapajós Sujidade de banheiros Animal como o Fuleco, mascote da Copa Dicionário dos sonhos URINA - Estar urinando, fim de dificuldades. Ver alguém, vencerá grande obstáculo. Na interpretação psicanalítica, pode ser alívio de necessidades físicas ou sexuais. Popularmente, ouve-se dizer que, quem está urinando tem irritação no colo da bexiga. Números da sorte: 06, 10, 15, 16, 20 e 34. Simpatias que funcionam Atrair dinheiro: Ingredientes: um imã pequeno, 20 moedas de um centavo e uma moeda de valor maior, um pano branco, agulha e linha branca. Execução: costure o pano fazendo um saquinho com alça. Coloque dentro dele o imã e as moedas. Prenda na porta principal da casa por dentro e ponha na frente um enfeite ou algo para disfarçar e ninguém ver. Comemorações e aniversariantes do dia SEXTA 28 de Agosto de Dia de São Viviano, São João III, Santo Agostinho de Hipona, e Dia do Anjo Hakamiah, cuja virtude é a coragem. Dia Nacional do Voluntariado, Dia da Avicultura e Dia do Bancário. Hoje aniversaria o ator Jackson Antunes que faz 55 anos, a cantora Shania Twain que nasceu em 1965 e a cantora Paula Fernandes que nasceu em O nativo do dia O nativo de Virgem deste dia e grau é entusiasta e inspira as pessoas que o apoiam ou com quem se unem. A vida doméstica e familiar é muito importante; por esse motivo apoiar, cuidar e dar estabilidade aos que lhe cercam é de fundamental importância. Sabe agir de acordo com o perfil específico de cada pessoa. Percebe claramente os objetivos de grupos ou comunidades e sabe como encaminhá-los para a realização. Gosta de mudar sempre a vida em todos os aspectos e as suas mudanças refletirão sempre com muita clareza o seu temperamento sensual. No lado negativo pode ser impaciente e intolerante. Expressão com que se pede segredo Satélite (abrev.) absoluto sobre algo Esburaca Ir pelos (?): explodir (a terra) BANCO 51 3/ela oil oui. 4/agro iara limo. 6/punhal. 7/réplica. Solução A S V E S P I O N A G E M N O R A D E L E T E A V A R O T O S C A E L I T U E N P U N H A L D E I E O N B O N E C A N O U I E L A B A R T O L O M E U M E A L I L T E P A G R O O E N L A Ç A L I M O T I U T A T A T B O C A D E S I R I A R E S C A V A Adquira seu MAPA ASTRAL SINASTRIA PREVISÃO ANUAL (2015) Saiba o SEXO DO BEBÊ fone (11) Pedidos também na Internet:

11 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Ultrassonografia abdominal é indicada no diagnóstico precoce de gordura no fígado em crianças Nos últimos anos, a obesidade tem preocupado médicos e governantes, tanto que passou a ser considerada uma epidemia global pela Organização Mundial da Saúde No Brasil, estima-se que metade da população tenha diagnóstico de sobrepeso. Mas chama especial atenção o fato de que pelo menos 30% das crianças têm diagnóstico de obesidade. Os determinantes do excesso de peso estão relacionados com um conjunto de fatores genéticos, biológicos, comportamentais e ambientais que se relacionam entre si. De todos os problemas resultantes dessa combinação de fatores, o acúmulo de gordura corporal em excesso é o que mais preocupa, já que está diretamente relacionado à redução da expectativa de vida, diz Leonardo Piber, médico ultrassonografista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo. O especialista defende a realização da avaliação do fígado na ultrassonografia abdominal de rotina, a fim de promover o diagnóstico precoce de doenças como o excesso de gordura nesse órgão. O excesso de peso em crianças está associado a um risco aumentado para a doença hepática gordurosa não-alcoólica (DHGNA). Ou seja, o que encontrávamos mais em pacientes adultos com graves alterações no fígado provocadas pelo consumo excessivo de álcool (inflamação, fibrose e cirrose), temos encontrado em pessoas que sofrem de obesidade. Mais grave ainda, temos diagnosticado excesso de gordura no fígado de crianças, elevando os riscos desses pacientes adquirirem doenças do coração, Os planetas gigantes gasosos do Sistema Solar podem ter nascido de uma acumulação inicial de pedrinhas com diâmetros de um centímetro a um metro e não de colisões entre planetesimais, enormes rochedos de mais de 100 quilômetros. Um modelo que simula, com sucesso, a formação de planetas gigantes a partir de pedrinhas aparece na edição mais recente SOLIDEZ CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA CNPJ / BALANÇO PATRIMONIAL - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 ATIVO PASSIVO Circulante e Realizável a Longo Prazo Circulante e Exigível a Longo Prazo Disponibilidades Outras Obrigações Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Fiscais e Previdenciárias Aplicações em Operações Compromissadas Negociação e Intermediação de Valores Aplicações em Depósitos Interfinanceiros - - Diversos Títulos e Valores Mobiliários e Instrumentos Contingências Financeiros Derivativos Patrimônio Líquido Títulos de Renda Fixa Capital Social Cotas de Fundos de Investimentos Ajustes Valor de Mercado - TVM Títulos de Renda Variável Impostos s/ Resultado (IRPJ/CSLL Diferido) Títulos Vinculados a Garantias Prejuízos Acumulados (17.056) (14.156) Outros Créditos Serviços Prestados a Receber 4 5 Negociação e Intermediação de Valores Diversos Créditos Tributários Permanente Investimentos Imobilizado de Uso Intangível - - (-) Depreciações e Amortizações Acumuladas (1.205) - Total do Ativo Total do Passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Capital Aumento de Reserva de Reserva de Ajustes Valor de Lucros/Prejuízos Descrição Realizado Capital Lucros Capital Mercado - TVM Acumulados Total Saldo em (10.361) Ajuste Valor de Mercado - TVM (1.304) - (1.304) Reserva de Lucros Aumento/Redução de Capital Ajuste Exercício Anterior (7.252) (7.252) Ajuste IRPJ/CSLL - Diferido Resultado do Período Ajustes - - (50) (50) Saldo em (9.929) Mutações do Período - - (50) - (1.304) 432 (922) Saldo em (16.557) Ajuste Valor de Mercado - TVM Reserva de Lucros Aumento/Redução de Capital Ajuste Exercício Anterior Resultado do Período (499) (499) Saldo em (17.056) Mutações do Período (499) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E Contexto Operacional: A Solidez Corretora de Câmbio, Títulos e Valores do período. a2 - Títulos disponíveis para venda - Títulos e Valores Mobiliários, Mobiliários Ltda. tem por objeto social: a) operar em recinto ou em sistema que não se enquadrem como para negociação nem como mantidos até o mantido por bolsa de valores, comprar e vender títulos e valores mobiliários por vencimento, ajustados pelo valor de mercado em contrapartida a conta destacada conta própria e de terceiros, observada a regulamentação baixada pela Comissão do patrimônio líquido, pelo valor líquido dos efeitos tributários. a3 - Títulos de Valores Mobiliários - CVM e pelo Banco Central do Brasil nas respectivas áreas mantidos até o vencimento - Títulos e Valores Mobiliários, com a intenção e de competência; b) encarregar-se da administração de carteira e da custódia de capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são títulos e valores mobiliários; subscrever, isoladamente ou em consórcio com outras avaliados pelos custos de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em sociedades autorizadas, emissões de títulos e valores mobiliários para revenda; contrapartida ao resultado do período. A Corretora não possui aplicações em intermediar oferta pública e distribuição de títulos e valores mobiliários no instrumentos financeiros Derivativos, conforme definido pela Deliberação CVM mercado; c) instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento; nº 550 de b) Investimentos: Estão representados basicamente por d) intermediar operações de câmbio; e) realizar operações compromissadas; obras de artes e relíquias adquiridas. c) Imobilizado de Uso: O imobilizado de f) exercer outras atividades expressamente autorizadas, em conjunto, pelo Banco uso está contabilizado ao custo da aquisição e as depreciações são calculadas Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. 2. Apresentação pelo método linear, com base em taxas que levam em consideração a vida útileconômica dos bens. d) Receitas e Despesas: Os resultados das operações de das Demonstrações Contábeis: As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as disposições contidas nas práticas contábeis adotadas compra e venda de títulos e valores mobiliários são apurados por ocasião da no Brasil e com os critérios estabelecidos pelo Plano Contábil das Instituições do concretização das operações. As demais receitas e despesas estão registradas Sistema Financeiro Nacional - COSIF do Banco Central do Brasil. Em 28 de pelo regime de competência. e) Ativo e Passivo Circulantes, Realizável e Exigível dezembro de 2007, foi promulgada a Lei nº /07 que alterou diversas a Longo Prazo: Os ativos são reconhecidos pelos valores de realização, incluindo disposições à Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de os rendimentos e variações monetárias auferidas, e os passivos demonstrados 1976), procurando harmonizar as disposições de matéria contábil e alcançar a pelos valores conhecidos ou calculáveis, incluindo, quando aplicável, os encargos convergência entre normas contábeis aplicadas no Brasil e os padrões contábeis e as variações monetárias incorridas. f) Provisões para Imposto de Renda e internacionais. 3. Principais Diretrizes Contábeis: a) Títulos e Valores Contribuição Social: São constituídas conforme legislações vigentes e aplicáveis Mobiliários e Instrumentos Financeiros Derivativos: De acordo com a Circular ao regime de apuração pelo lucro real. 4. Capital Social: O Capital está 3.068/2001 e Carta Circular 3.026/2002, os títulos e valores mobiliários passaram representado por (dois milhões e cinquenta e um mil quotas) no valor a ser classificados de acordo com a intenção de negociação pela administração unitário de R$ 5,68 totalizando R$ ,00 (Onze Milhões Seiscentos e em três categorias específicas: a1 - Títulos para negociação - Títulos e Valores Quarenta e Nove mil, seiscentos e oitenta reais) totalmente subscritas e Mobiliários adquiridos com o objetivo de serem negociados frequentemente e integralizadas por quotistas residentes e domiciliados no País. 5. Das de forma ativa, ajustada pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado Contingências: A Corretora possui alguns processos na esfera federal que CHAO EN MING - Diretor Aos Diretores e Quotistas da Solidez Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Examinamos as demonstrações contábeis da Solidez Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda., que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis: A administração da instituição é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de Fotos: Divulgação hipertensão, diabetes e todas as condições relacionadas às taxas elevadas de colesterol e triglicérides, diz Piber. Na opinião do médico, ao invés da biópsia hepática que é considerada padrão-ouro no diagnóstico de gordura no fígado, mas submete o paciente a um procedimento invasivo, o ultrassom deveria ser adotado definitivamente no diagnóstico precoce da doença, já que não é invasivo e ainda apresenta melhor sensibilidade (89%) e especificidade (93%). Atualmente, a avaliação e quantificação da esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado) tem sido realizada por meio de diferentes exames de imagem, como o ultrassom, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Todos De pedrinhas a planetas da revista Nature. Tanto Júpiter quanto Saturno são, em essência, gigantescas bolas de gás, mas cientistas acreditam que esses mundos devem ter nascido em torno de núcleos sólidos, com dez vezes a massa terrestre. O processo de formação desses núcleos e a razão pela qual eles dão origem a gigantes gasosos, e não a mais planetas como a Terra RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da instituição. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Semestres 1º de º de 2014 Receitas da Intermediação Financeira Rendas de Títs. e Valores Mobiliários e Instr. Financ. Derivativos Rendas de Aplicações Interfinanceiras de Liquidez (-) Resultado com Títs. e Vals. Mobls. e Instr. Financ. Derivativos - - Resultado Bruto da Intermediação Financeira Outras Receitas / Despesas Operacionais (4.235) (1.617) Serviços Prestados Despesas Administrativas (2.506) (2.220) Despesas Trabalhistas e Previdenciárias (500) (516) Despesas Tributárias (122) (191) Demais Despesas Operacionais (2.097) (507) Resultado Operacional (499) Resultado não Operacional - - Resultado antes do Imposto de Renda e Contribuição Social (499) Imposto de Renda e Contribuição Social - - Participação nos Resultados - - Lucro / Prejuízo Líquido (499) Nº por Cotas Lucro / Prejuízo por Cotas (em R$) (0,0003) 0,0022 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA - SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Semestres 1º de º de 2014 Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais (775) Resultado do Período (499) Ajustes do IRPJ e CSLL Diferido Depreciação e Amortização Reversão da Reserva Legal - (50) Ajuste Valor de Mercado - TVM / Derivativos (1.304) Ajuste do Exercício Anterior - (7.252) Variação em Ativos Operacionais - Aumento/(Redução) (12.014) Títulos e Vals. Mobils. e Instr. Financ. Derivativos (10.455) (2.072) Outros Créditos (1.559) Variação em Passivos Operacionais - (Aumento)/Redução (508) Negociação e Intermediação de Valores (6.210) Obrigações Fiscais e Previdenciárias Diversos Caixa Líquido Proveniente das Atividades Operacionais Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos (2) 37 Investimentos - - Intangível - - Imobilizado (2) 37 Aumento (Diminuição) de Caixa e Equivalentes de Caixa Modi cação na Posição Financeira do Caixa ou Equiv. Caixa Caixa e Equivalentes de Caixa no Início do Período Caixa e Equivalentes de Caixa no Fim do Período Aumento (Diminuição) de Caixa e Equivalentes de Caixa As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis caracterizam contingências tributárias passivas, sendo que sua efetividade será compensada pela ocorrência ou não de eventos futuros incertos que não estão totalmente sob controle da instituição nos termos do Comitê de Pronunciamento Técnico Gerenciamento de Riscos: A Corretora aderiu a estrutura de gerenciamento de risco operacional e de mercado em atendimento às Resoluções CMN nº 3.380/2006 e 3.464/2007, respectivamente. As descrições dessas estruturas de gerenciamento estão contempladas no manual de sistema de controles internos Compliance disponíveis na home page com.br/compliance.html. 7. Gerenciamento da Estrutura de Capital: Em atendimento à Resolução nº 3.988/2011 do Banco Central do Brasil, a instituição adotou a partir de 2012 uma política de gerenciamento de capital mediante procedimentos que visam assegurar de modo abrangente e compatível com os riscos incorridos de acordo com a natureza e complexidade dos produtos e serviços oferecidos a seus clientes. Técnico Outras Informações: No semestre findo em 30 de junho de 2015 foi efetuada a regularização do tratamento contábil relativo ao exercício anterior correspondente à conta provisão para créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ mil, em atendimento a Reiteração de Comunicação de Inconsistência em documento COSIF de 26 de junho de Tal fato, não produziu qualquer efeito na conta de resultado e no patrimônio líquido da Corretora. EDUARDO DE MORAES - CRC TC1SP159758/O-4 obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Solidez Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários Ltda. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ênfase: Conforme divulgado em nota explicativa 8, no semestre findo em 30 de junho de 2015 foi efetuada a regularização do tratamento contábil relativo ao exercício anterior correspondente à conta provisão para créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ mil, em atendimento a Reiteração de Comunicação de Inconsistência em documento COSIF de 26 de junho de Tal fato, não produziu qualquer efeito na conta de resultado e no patrimônio líquido da Corretora. São Paulo, 25 de agosto de Narazzaqui, HF & Cia. - Auditores CRC - 2SP009812/O-7 têm o mesmo objetivo: medir a infiltração gordurosa do fígado a fim de que seus resultados sejam semelhantes ao método tradicional, que é a biópsia hepática. Mas o ultrassom leva vantagem por ser não-invasivo, de baixo custo quando comparado aos demais exames, isento de efeitos colaterais e podendo ser utilizado em larga escala. Para Leonardo Piber, o excesso de gordura no fígado de origem não-alcoólica está se tornando cada vez mais comum entre crianças obesas e merece atenção especial nas políticas de prevenção e tratamento de doenças causadas pelo excesso de peso, a fim de evitar que aumente muito a população de jovens adultos em risco de morbidade e morte prematura. Existem variações no padrão de infiltração gordurosa do fígado, podendo ser classificado como difuso, focal, multifocal, perivascular e subcapsular. O padrão difuso é o mais encontrado na esteatose hepática, sendo caracterizado pelo envolvimento difuso e homogêneo do fígado o que torna seu diagnóstico mais rápido e acurado. Mais importante, neste caso, é adotar um exame de fácil realização, disponível em praticamente todo o território nacional, e que não encontra resistência da população por não oferecer qualquer desconforto. Fonte: Dr. Leonardo Piber, médico ultrassonografista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo www. cdb.com.br. ou Marte é alvo de debate. O modelo apresentado na Nature, que simula uma lenta acumulação de pedrinhas que vão, por sua vez, originar os planetesimais, leva à formação de um a quatro gigantes gasosos, a uma distância de 5 a 15 Unidades Astronômicas (UA) do Sol. A zona dos gigantes gasosos no Sistema Solar começa a 5 UA (jornal da Unicamp). Sergio Massashi Horiishi Contador CRC - 1SP179094/O-0 - T - SP O Grande Irmão está observando você. George Orwell, 1984 Todos sabemos que cada ação realizada no mundo digital gera um log (um registro) que será coletado, analisado e usado para construir o perfil de cada usuário. Na era do fim da privacidade, faz parte do jogo reconhecer que cada acesso a um portal Web, cada transação no Internet Banking, cada ou Whatsapp trocado será mapeado, interpretado e empregado para que um governo, uma corporação ou um hacker tenha poder sobre uma determinada pessoa, empresa ou país. O que não está tão claro é o quanto a chegada da Internet das Coisas (Internet of Things, IoT) está ampliando esta vulnerabilidade. Agora, não se trata mais de rastrear ações virtuais e explorar isso da forma mais vantajosa. Com o IoT, torna-se possível fazer a leitura dos gestos mais íntimos, mais privados de uma pessoa. Sensores integrados ao carro, ao portão da casa, à geladeira, ao fogão, aos equipamentos de iluminação fazem com que dispositivos antes burros passem a se conectar entre si e a serem acionados de forma automática ou remota. O dono desta casa poderá atuar sobre a programação IoT acionando apps que rodam no smartphone ou na nuvem. Como garantir, porém, que somente o dono da casa tenha acesso aos dados deste ambiente totalmente monitorado? No momento atual, isso é um desafio. O resultado disso é a quebra da privacidade. O nível de profiling que o IoT enseja é inimaginável, e assustador. Sensores de luzes domésticas que forem lidos por hackers podem informar dados íntimos da vida das pessoas que vivem naquela casa. Informações como qual a frequência com que um quarto é ocupado o que indica os horários em que há gente em casa, e os horários em que a casa está vazia. Sensores de temperatura podem criar um idêntico mapeamento da vida pessoal ao informar o horário em que uma pessoa costuma tomar banho. Equipamentos de entretenimento como Home Theater podem ser ligados remotamente para gravar, em vídeo ou em voz, cenas vividas dentro de casa. Mercado de 300 bilhões de dólares até 2020 Claro que o IoT chegou para ficar e irá atingir seu potencial relatório do Gartner indica que, até 2020, haverá cerca de 26 bilhões de dispositivos IoT em ação no mundo. Isso produzirá uma riqueza na ordem de 300 bilhões de dólares e mais que isso: o IoT pode tornar a vida das pessoas mais racional, mais confortável, melhor. A questão que falta ser equacionada é projetar, construir e Página 11 Internet das Coisas: a intimidade na vitrine Eficiência Qualidade Confiança Leandro Hernández (*) implementar dispositivos IoT sem portas abertas ao inimigo. A própria natureza desses dispositivos os torna vulneráveis. Os dispositivos IoT não contam com os recursos de segurança dos equipamentos tradicionais de TI (servidores, roteadores, etc.). O DNA dos atuais dispositivos IoT está ligado a dois fatores críticos: é essencial garantir um custo competitivo baixo para produtos que são, afinal, para o mercado de massa. Não há como ganhar escala e atingir mercados globais sem isso. O segundo fator está ligado ao primeiro: no mercado de massa o ritmo de desenvolvimento e lançamento (go to market) de novos produtos é muito acelerado. Então, vê-se hoje um incremento no lançamento de novos dispositivos IoT sem que esses produtos possam apresentar as necessárias credenciais de segurança e privacidade as credenciais que irão garantir que o IoT cumprirá sua missão de melhorar a vida das pessoas, e não tornar essas vidas mais vulneráveis. Testes mostram as vulnerabilidades do IoT Testes realizados pela HP encontraram, em média, 25 vulnerabilidades em cada dispositivo IoT examinado. O experimento indicou que ameaças como o Heartbleed, vulnerabilidade a ataques DDoS (Denial of Service) e grandes falhas nos processos de autorização de acesso, encriptação e construção de interfaces estão presentes nos dispositivos IoT examinados. Apesar disso, eu vejo grandes oportunidades com o IoT. Casas conectadas irão ajudar pessoas e países a economizar energia e água. Pessoas idosas poderão viver mais tempo em suas próprias casas e não internadas em instituições hospitalares ou abrigos graças às avançadas soluções de telemedicina. Carros conectados saberão se o motorista está dirigindo de forma cuidadosa ou não e poderão reagir a isso, em modo de segurança. Neste momento fornecedores de produtos IoT reunidos em fóruns ou atuando de forma individual estão lutando para aumentar a segurança e a privacidade desses dispositivos. Legisladores de vários países estão debruçados sobre a questão, estudando leis que possam proteger a vida íntima do indivíduo. Fornecedores de soluções de segurança e privacidade estão se preparando para lançar luzes sobre essa questão, colaborando para criar um caminho seguro para a adoção do IoT. O importante é compreender que, onde há uma nova tecnologia, há novas vulnerabilidades. E ficar atento a como resolver esta questão. (*) - É Vice-presidente da F-Secure para a América Latina. Processo Físico nº: Classe: Assunto: Procedimento Ordinário - Marca Requerente: Adidas Ag e outros Requerido: Edson Jose Alves da Silva Comercio de Calçados Me e outros. Edital de Citação Prazo de 20 dias. Processo Nº O(A)MM. Juiz(a) de Direito da 44ª VC, do Foro Cível, Estado de SP, Dr(a).Guilherme Madeira Dezem, na forma da Lei, etc. Faz Saber a(o) Rodrigo Alves, Brasileiro, Fabio Honorato, Rua Antonio Honorio dos Santos, 870,- SP, Brasileiro, que lhe foi proposta uma ação de Procedi mento Ordinário por parte de Adidas Ag e outros, alegando em síntese: que os requeridos estão reproduzindo suas marcas Adidas e variações, para assinalar produtos falsificados. Encontrando-se os réus em lugar incerto e não sabido, foi determinada suas CITAÇÕES, por EDITAL, para os atos e termos da ação proposta e para que, no prazo de 15 dias, que fluirá após o decurso do prazo do presente edital, apresente resposta. Não sendo contestada a ação, presumir-se-ão aceitos, pelo(a)(s) ré(u)(s), como verdadeiros, os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es). Será o presente edital, por extrato, afixado e publicado na forma da lei. NADA MAIS. Dado e passado nesta cidade de São Paulo, aos 03 de agosto de (28 e 29) ANO XXX APOIO: CENOFISCO SEXTA-FEIRA, 28 DE AGOSTO DE 2015 AUXÍLIO DOENÇA DURANTE A EXPERIÊNCIA Funcionário durante a experiência se afastou por auxilio doença, o contrato de experiência será interrompido? Saiba mais acessando a íntegra no site: [www.empresario.com.br/legislacao]. EMPRESA PODE DEMITIR FUNCIONÁRIO QUE ESTÁ EM ESTABILI- DADE DE ACIDENTE DE TRABALHO E INDENIZÁ-LO? A demissão de empregado estável, com a respectiva indenização, deverá previamente passar por acordo junto ao sindicato da categoria, alem do aceite do empregado, visto que a rescisão poderá ser objeto de reclamatória com objetivo de reintegração. ALTERAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO O contrato de trabalho de mensalista poderá ser transformado em horista? Qual é o procedimento? Nessa alteração pode-se efetuar redução de horas trabalhadas e ainda a quantidade de dias trabalhados? Saiba mais acessando: [www.empresario.com.br/legislacao]. CONTRATAÇÃO DE MOTORISTAS AUTÔNOMOS Nas empresas de transporte a contratação de motoristas autônomos é comum, essa prática é aceita pela legislação, não se trata de uma terceirização da atividade fim? Saiba mais acessando a íntegra no site: [www.empresario.com.br/legislacao]. EMPRESA PODE DAR DUAS FÉRIAS COLETIVAS PARA OS SEUS FUN- CIONÁRIOS DENTRO DO MESMO PERÍODO AQUISITIVO? A legislação trabalhista (CLT arts. 139 a 141), Não cria obstáculo na concessão de mais de um período de férias coletivas dentro do mesmo período de descanso, cumpridas as formalidade legais. RETENÇÃO DURANTE A REFORMA Construtora quando ocorre somente reforma o tomador não deve reter o INSS? Saiba mais acessando: [www.empresario.com.br/legislacao]. Fundador: José SERAFIM Abrantes Rua Clodomiro Amazonas, Vila Olímpia São Paulo - SP

12 Página 12 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: 23º Subdistrito - Casa Verde Dra. Marilei Siriani Silva - Oficial O pretendente: EDGAR OYAS SUFUENTE, estado civil solteiro, profi ssão gerente de expedições, nascido em São Caetano do Sul - SP, no dia 03/11/1979, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Antonio Carlos Sufuente e de Ângela Maria Oyas Sufuente. A pretendente: PRISCILA BENJAMIM BARBOSA, estado civil solteira, profi ssão fi scal, nascida nesta Capital, Vila Nova Cachoeirinha - SP, no dia 26/04/1982, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Paulo Guedes Barbosa e de Edna Benjamim Barbosa. O pretendente: LEANDRO MARINI AMANTE, estado civil solteiro, profi ssão vendedor, nascido nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 13/06/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Antonio Augusto Amante Neto e de Shirley Aparecida Marini Amante. A pretendente: GABRIELA MAINARDES MENDES, estado civil solteira, profi ssão vendedora, nascida nesta Capital, Pirituba - SP, no dia 04/05/1991, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Paulo Cesar Mendes e de Noeli Aparecida Mainardes. O pretendente: FÁBIO DOMINGOS SILVA, estado civil solteiro, profi ssão engenheiro, nascido nesta Capital, Ibirapuera - SP, no dia 13/01/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de José Carlos Domingos Silva e de Denise Perígolo Domingos Silva. A pretendente: LIA OLIVEIRA FRUTIG, estado civil solteira, profi ssão administradora, nascida no Rio de Janeiro (1º RCPN e Tabelionato da Capital) - RJ, no dia 10/09/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Marcello Emílio Frutig e de Aline Oliveira Frutig. O pretendente: JOÃO ALVES GUERRA, estado civil viúvo, profi ssão aposentado, nascido em Osvaldo Cruz - SP, no dia 07/02/1947, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Paulo Nunes Guerra e de Joana Alves Guerra. A pretendente: MATILDE YATABE, estado civil solteira, profi ssão contadora, nascida em Maringa (1º Ofício) PR, no dia 05/11/1957, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Shoichi Yatabe e de Yosico Yatabe. O pretendente: SANDRO NUNES GOUVEIA, estado civil divorciado, profi ssão vendedor, nascido nesta Capital, Santana - SP, no dia 27/10/1978, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de João Nunes de Gouveia e de Luzia Salete de Gouveia. A pretendente: CLAUDIA BARRETO RIBAS, estado civil solteira, profissão emissora, nascida nesta Capital, Indianópolis - SP, no dia 27/07/1979, residente e domiciliada em Itaquera, São Paulo - SP, fi lha de Claudio Martins Ribas e de Gislaine Dias Ribas. Obs.: Cópia do edital para ser afi xado no Cartório de residência da contratente. O pretendente: LUIZ DOS SANTOS JUNIOR, estado civil solteiro, profi ssão assistente administrativo, nascido nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 23/06/1979, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Luiz dos Santos e de Luzia Herculino dos Santos. A pretendente: EUDIMARA SILVA DE JESUS, estado civil solteira, profi ssão auxiliar de cobrança, nascida em Juina - MT, no dia 26/02/1994, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Levi de Jesus e de Cleuza Joaquim Silva de Jesus. O pretendente: MATEUS AGUIAR LOPES, estado civil solteiro, profissão analista tributário, nascido em Fortaleza (2ª Zona) CE, no dia 21/09/1986, residente e domiciliado no Jardim Paulista, São Paulo - SP, fi lho de Januário Rodrigo Lopes e de Fernanda Paiva de Aguiar. A pretendente: THAYS MENDES DA SILVA, estado civil solteira, profissão médica, nascida nesta Capital, Santana - SP, no dia 09/10/1987, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Edvado Mendes da Silva e de Maria Necí Vieira da Silva. Obs.: Cópia do edital para ser afi xado no Cartório de residência do contratente. O pretendente: CAUE ANDRÉ, estado civil solteiro, profi ssão auxiliar de despachante, nascido nesta Capital, Liberdade - SP, no dia 13/07/1975, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Eroci Alicirio André e de Deise André. A pretendente: MARYELE NORONHA DE AMORIM, estado civil solteira, profi ssão autônoma, nascida nesta Capital, Vila Mariana - SP, no dia 07/06/1986, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Lasaro Fernando de Amorim e de Eunice Ofelia Noronha de Amorim. O pretendente: MISAEL DA SILVA, estado civil solteiro, profissão auxiliar de serviços gerais, nascido em Arapiraca (Feira Grande) - AL, no dia 12/10/1992, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Josuel da Silva e de Rosineide Maria da Silva. A pretendente: DARAH SILVA SANTOS, estado civil solteira, profi ssão atendente, nascida em Buerarema - BA, no dia 21/11/1996, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Jose Henrique Santos e de Isabel Cristina Oliveira Silva. O pretendente:gustavo FERREIRA CONSTANTINO,estado civil solteiro, profissão fiscal de posto, nascido nesta Capital, Saúde - SP, no dia 26/05/1993, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, filho de Paulo Rogério Constatino e de Angela Dias Ferreira Constatino. A pretendente: CAMILLA REGINA PEREIRA DE SOUZA, estado civil solteira, profissão auxiliar de cobrança, nascida nesta Capital, Vila Nova Cachoeirinha - SP, no dia 26/07/1993, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Silvino Pereira de Souza Neto e de Persia Regina de Souza. O pretendente: MARCELO DE OLIVEIRA FEITOSA, estado civil solteiro, profi ssão vendedor, nascido nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 06/06/1973, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Elias da Silva Feitosa e de Gessy Martins de Oliveira Feitosa. A pretendente: MICHELE RODRIGUES MORALES, estado civil solteira, profi ssão vendedora, nascida nesta Capital, Cerqueira Cesar - SP, no dia 28/06/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Gentil Morales Sobrinho e de Solange Rodrigues Morales. O pretendente: GILMAR TADEU SALVADOR JUNIOR, estado civil solteiro, profi ssão atendete, nascido nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 14/08/1990, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Gilmar Tadeu Salvador e de Cibele Pires Salvador. A pretendente: ADRIANA VIEIRA DOS SANTOS, estado civil solteira, profi ssão analista, nascida nesta Capital, Bela Vista - SP, no dia 20/04/1990, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Vanderlei Vieira dos Santos e de Onorina Braz Trindade dos Santos. O pretendente: GABRIEL GLAVINA RIBEIRO MARINHO, estado civil solteiro, profi ssão auxiliar de produção, nascido nesta Capital, Ermelindo Matarazzo - SP, no dia 07/02/1994, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Aelson Ribeiro Marinho e de Maria da Penha Glavina Marinho. A pretendente: BIANCA SATURNINO MACHADO DOS SANTOS, estado civil solteira, profi ssão costureira, nascida nesta Capital, Ermelindo Matarazzo - SP, no dia 28/06/1997, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Cristiano Machado dos Santos e de Sandra Maria Carmelita Saturnino. O pretendente:pedro OLIVEIRA CHAVES, estado civil solteiro, profissão padeiro, nascido em Brumado - BA, no dia 29/06/1979, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, filho de Evandir Alves Chaves e de Maria Aparecida Oliveira Chaves. A pretendente: RAFFAELA MAIARA ROCHA DOS PRAZERES, estado civil solteira, profissão do lar, nascida em Palmares - PE, no dia 06/11/1993, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Cicero Francisco dos Prazeres e de Laudeceia Vieira Rocha. O pretendente: RENNEE AIRES DE ANDRADE, estado civil divorciado, profi ssão pintor, nascido nesta Capital, Itaquera - SP, no dia 30/04/1985, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Benedito José de Andrade e de Maria Aparecida Aires. A pretendente: FABIANA FELIPE DA SILVA, estado civil divorciada, profi ssão analista de crédito, nascida em São Paulo - SP, no dia 31/07/1982, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Maria Aparecida da Silva. O pretendente: BRUNO ACCIOLY VASCONCELLOS CAMPOS, estado civil solteiro, profi ssão auxiliar de escritorio, nascido nesta Capital, Belenzinho - SP, no dia 15/06/1993, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Francisco Carvalho Campos e de Solange Accioly Peccine de Vasconcellos. A pretendente: LUCIANA DA SILVA BROCOS, estado civil solteira, profi ssão atendente de crédito, nascida nesta Capital, Itaim Paulista - SP, no dia 14/10/1994, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Laercio Tadeu da Silva Brocos e de Edineide da Silva Brocos. O pretendente: LEANDRO RIBEIRO DOS SANTOS, estado civil solteiro, profi ssão pintor, nascido em Entre Rios - BA, no dia 28/06/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Maria Ribeiro dos Santos. A pretendente: ELIENE DOS SANTOS ALMEIDA, estado civil solteira, profi ssão do lar, nascida em Entre Rios (Ibatuí) - BA, no dia 19/08/1992, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de José Gonçalves de Almeida e de Eunice Ribeiro dos Santos. O pretendente: WILIAN SANTOS E SILVA, estado civil solteiro, profi ssão tapeceiro, nascido nesta Capital, Vila Matilde - SP, no dia 03/03/1983, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, filho de Walter Nunes e Silva e de Maria da Paz Santos e Silva. A pretendente: ADRIANA FERREIRA DO NASCIMENTO, estado civil solteira, profi ssão vendedora, nascida nesta Capital, São Miguel Paulista - SP, no dia 05/04/1985, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Antonio Ferreira do Nascimento e de Margarida Marques do Nascimento. O pretendente: ANDERSON SILVA BRITO, estado civil solteiro, profi ssão feirante, nascido em Guarulhos - SP, no dia 11/02/1989, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de João Manoel de Brito e de Maria de Fátima Tavares da Silva. A pretendente: CIBELE MARQUES RIBEIRO DOS SANTOS, estado civil solteira, profissão operadora de hipermercado pleno, nascida nesta Capital, Cambuci - SP, no dia 28/10/1988, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de Marcos Ribeiro dos Santos e de Sandra Emília dos Santos Marques. O pretendente: KLEVERTON FELIX DA SILVA, estado civil solteiro, profissão estudante, nascido nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 16/10/1990, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, filho de Elaine Aparecida Felix da Silva. A pretendente:jeniffer ROBERTA GOUVEA DE OLIVEIRA,estado civil solteira, profissão estudante, nascida nesta Capital, Casa Verde - SP, no dia 27/08/1995, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Valmir Carlos de Oliveira e de Renata de Barros Gouvea. O pretendente: LUCAS HENRIQUE GONÇALVES DE MORAES, estado civil solteiro, profi ssão analista de atedimento bilingue junior, nascido nesta Capital, Pirituba - SP, no dia 12/09/1994, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, filho de Emerson Mattar de Moraes e de Claudia Elida Gonçalves. A pretendente: RONÉLIA DA SILVA FERREIRA, estado civil solteira, profissão auxiliar de montagem, nascida em Divisópolis - MG, no dia 29/10/1994, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lha de José Ferreira da Silva e de Raquel Maria da Silva. O pretendente: RENAN RONALD CARVALHO SANTOS, estado civil solteiro, profi ssão ajudante de produção, nascido em Diadema - SP, no dia 29/03/1989, residente e domiciliado neste Subdistrito, São Paulo - SP, fi lho de Lourival Santos e de Sidnéia Carvalho Santos. A pretendente: CAMILA QUEIROZ DOS SANTOS, estado civil solteira, profi ssão do lar, nascida nesta Capital, Saúde - SP, no dia 27/03/1992, residente e domiciliada neste Subdistrito, São Paulo - SP, filha de Mario Marcos Fernandes dos Santos e de Cassia Teobalda de Queiroz Santos. 27º Subdistrito - Tatuapé FLAVIO APARECIDO RODRIGUES GUMIERI - Oficial Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: O pretendente: PAULO ROBERTO GONÇALVES DA SILVA, estado civil divorciado, profi ssão fl orista, nascido em São Paulo - SP, no dia 24 de maio de 1970, residente e domiciliado na Vila Antonieta, São Paulo - SP, fi lho de Geraldo Gonçalves Pereira da Silva e de Doralice Miquelin da Silva. A pretendente: KATIA APARECIDA BARROSO DE PAULA, estado civil divorciada, profi ssão securitária, nascida em São Paulo - SP, no dia 20 de janeiro de 1975, residente e domiciliada na Vila Antonieta, São Paulo - SP, fi lha de José de Paula e de Zelia Barroso de Paula. NIHIL O pretendente: FELIPE GAMA DOS PASSOS, estado civil solteiro, profi ssão estoquista, nascido em São Paulo (Registrado na Vila Formosa) SP, no dia 09 de janeiro de 1993, residente e domiciliado no Jardim Caguassu, São Paulo - SP, fi lho de Ivanildo Felix dos Passos e de Silvaneti Gama dos Passos. A pretendente: CINDY DIAS DE ANDRADE, estado civil solteira, profi ssão segurança, nascida em Guarulhos - SP, no dia 01 de abril de 1992, residente e domiciliada no Jardim Caguassu, São Paulo - SP, fi lha de Marta Dias de Andrade. NIHIL O pretendente: RENAN PEREIRA DE LIMA, estado civil solteiro, profi ssão mecânico, nascido em São Paulo (Registrado em Itaquera) SP, no dia 31 de março de 1995, residente e domiciliado no Jardim Nice, São Paulo - SP, fi lho de Erivaldo Felix de Lima e de Claudia Pereira da Silva. A pretendente: GABRIELY AGONILHA SANTOS, estado civil solteira, profi ssão operadora de telemarketing, nascida em São Paulo (Registrado no Butantã) SP, no dia 26 de novembro de 1993, residente e domiciliada na Vila Antonieta, São Paulo - SP, fi lha de Elcio José Santos e de Claudia Regina Agonilha Santos. R$ 35,00 O pretendente: FABIO ZANETIC VIDULIC, estado civil solteiro, profi ssão empresário, nascido em São Paulo (Registrado no Alto da Mooca) SP, no dia 15 de dezembro de 1978, residente e domiciliado no Jardim Analia Franco, São Paulo - SP, fi lho de Emilio Zanetic Vidulic e de Germana Amelia Patricio Zanetic Vidulic. A pretendente: FRANCIELY FRANCISCO SANTOS, estado civil solteira, profi ssão executiva de contas, nascida em Monte Azul - MG, no dia 27 de janeiro de 1993, residente e domiciliada no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lha de Joaquim Francisco Filho e de Leonice Matos dos Santos. R$ 35,00 O pretendente: DANILO LOBREGATI FELTRIM, estado civil solteiro, profi ssão técnico em aeronave, nascido em São Paulo (Registrado na Vila Formosa) SP, no dia 15 de outubro de 1983, residente e domiciliado na Vila Carrão, São Paulo - SP, fi lho de Moacir Feltrim e de Sueli Maria Lobregati Feltrim. A pretendente: THIELLY REGINA FERREIRA IZZO, estado civil solteira, profi ssão autônoma, nascida em São Paulo (Registrada na Bela Vista) SP, no dia 12 de outubro de 1987, residente e domiciliada na Vila Carrão, São Paulo - SP, fi lha de Wilson Roberto Izzo e de Vânia Regina Ferreira Izzo. R$ 35,00 O pretendente: ROBERTO DA SILVA JOAQUIM, estado civil solteiro, profi ssão educador, nascido em São Paulo (Registrado na Liberdade) SP, no dia 04 de março de 1983, residente e domiciliado no Jardim Caguasu, São Paulo - SP, fi lho de Roberto Joaquim e de Haidee da Silva. A pretendente: FABIANE CRISTINA CHRISPIM, estado civil solteira, profi ssão analista de laboratório, nascida em São Paulo (Registrada na Vila Formosa) SP, no dia 07 de novembro de 1981, residente e domiciliada no Jardim Caguasu, São Paulo - SP, fi lha de Carlos Eduardo Chrispim e de Marilei Aparecida da Costa Chrispim. R$ 35,00 O pretendente: RODRIGO GUTIERRES MARTINS, estado civil solteiro, profi ssão assistente administrativo, nascido em São Paulo (Registrado no Tatuapé) SP, no dia 04 de julho de 1991, residente e domiciliado no Jardim Caguasu, São Paulo - SP, fi lho de Moiseis Donizete Martins e de Elizabeth Gutierres Martins. A pretendente: VANESSA CRISTINA DOS RAMOS, estado civil solteira, profi ssão assistente administrativo, nascida em São Paulo (Registrada na Mooca) SP, no dia 16 de fevereiro de 1990, residente e domiciliada no Jardim Caguasu, São Paulo - SP, fi lha de José Manoel dos Ramos e de Izildinha de Lourdes dos Ramos. R$ 35,00 O pretendente: FLAVIO FERREIRA BALDO, estado civil solteiro, profi ssão auxiliar de produção, nascido em São Paulo (Registrado no Belenzinho) SP, no dia 20 de fevereiro de 1990, residente e domiciliado na Cidade Mãe do Céu, São Paulo - SP, fi lho de Flávio Baldo e de Rosa Maria Cardoso Ferreira Baldo. A pretendente: AMANDA CRISTINA PORTELA, estado civil solteira, profi ssão técnica de farmácia, nascida em São Paulo (Registrada na Vila Maria) SP, no dia 20 de agosto de 1989, residente e domiciliada na Cidade Mãe do Céu, São Paulo - SP, fi lha de Vanderlei Portela e de Vera Lucia Batista Portela. R$ 35,00 O pretendente: JOAQUIM JOSÉ TEIXEIRA REGADAS, estado civil divorciado, profi ssão comerciante, nascido em Nespeira, Lousada, Portugal, no dia 27 de janeiro de 1967, residente e domiciliado no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lho de José Regadas de Carvalho e de Maria Júlia Teixeira. A pretendente: MARA ALYNE SILVA SILVEIRA, estado civil solteira, profissão estudante, nascida em Rio Verde de Mato Grosso - MS, no dia 11 de dezembro de 1989, residente e domiciliada no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lha de Ciro Nantes da Silveira Filho e de Marinei Barbosa da Silva Silveira. R$ 35,00 O pretendente: RODRIGO VIEIRA, estado civil solteiro, profissão autônomo, nascido em São Paulo (Registrado no Cambuci) SP, no dia 18 de novembro de 1976, residente e domiciliado no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lho de Esno Vieira e de Nilcéa Deambrozzi Vieira. A pretendente: ALESSANDRA MONTEIRO, estado civil solteira, profi ssão autônoma, nascida em São Paulo (Registrada na Santa Efigênia) SP, no dia 03 de outubro de 1979, residente e domiciliada no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lha de Cenilda Monteiro. R$ 35,00 O pretendente: GERMANO ANDRADE MARANDUBA, estado civil solteiro, profi ssão médico, nascido em Juiz de Fora (Registrado no 1º Subdistrito) MG, no dia 11 de setembro de 1981, residente e domiciliado no Jardim Analia Franco, São Paulo - SP, fi lho de Aurelio Maranduba e de Angela Maria Andrade Maranduba. A pretendente: SIMONE DE ALMEIDA SARRES, estado civil solteira, profi ssão médica, nascida em Brasília (Registrada no 1º Ofício) DF, no dia 17 de fevereiro de 1986, residente e domiciliada no Jardim Analia Franco, São Paulo - SP, filha de Antonio Carlos Vianna Sarres e de Eliane Xavier de Almeida. R$ 35,00 O pretendente: NELSON DO CARMO DIAS JÚNIOR, estado civil solteiro, profissão advogado, nascido em São Paulo (Registrado em Itaquera) SP, no dia 02 de outubro de 1979, residente e domiciliado no Tatuapé, São Paulo - SP, filho de Nelson do Carmo Dias e de Estelita Ferraz Dias. A pretendente: LETICIA SANTOS NASCIMENTO, estado civil solteira, profissão produtora de eventos, nascida em São Paulo (Registrada no Belenzinho) SP, no dia 20 de fevereiro de 1988, residente e domiciliada na Vila Carrão, São Paulo - SP, filha de João Francisco do Nascimento e de Dolores Aparecida dos Santos Nascimento. R$ 35,00 Conversão de União Estável em Casamento O convivente: RAMILDO SARMENTO, estado civil solteiro, profissão ajudante geral, nascido em São Paulo (Registrado no Mooca) - SP, no dia 05 de julho de 1983, residente e domiciliado na Vila Carrão, São Paulo - SP, fi lho de Maria dos Anjos Sarmento Dias. A convivente: DANIELA FIGUEIREDO, estado civil solteira, profissão assistente contábil, nascida em São Paulo (Registrada no Belenzinho) SP, no dia 29 de janeiro de 1986, residente e domiciliada na Vila Carrão, São Paulo - SP, filha de Amauri Figueiredo e de Noraílce Calvo Figueiredo. Obs.: Faço saber que pretendem converter sua União Estável em Casamento e apresentaram os documentos exigidos pelo art. 1525, I, III, IV do Código Civil Brasileiro, e requerimento exigido pelo art. 8º da Lei Federal 9278/96. NIHIL O convivente: LUÍS FERNANDO SERRA DAMIANO, estado civil divorciado, profi ssão administrador, nascido em Bebedouro - SP, no dia 07 de outubro de 1964, residente e domiciliado no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lho de José Damiano e de Maria Aparecida Serra Damiano. O convivente: JOSÉ CARLOS DOS SANTOS, estado civil solteiro, profi ssão aeronauta, nascido em Santos (Registrada na Praia Grande) SP, no dia 05 de setembro de 1969, residente e domiciliado no Tatuapé, São Paulo - SP, fi lho de José Corrêa dos Santos e de Maria Conceição Santos. Obs.: Faço saber que pretendem converter sua União Estável em Casamento e apresentaram os documentos exigidos pelo art. 1525, I, III, IV e V do Código Civil Brasileiro, e requerimento exigido pelo art. 8º da Lei Federal 9278/96. R$ 35,00 28º Subdistrito - Jardim Paulista Joaquim Carlos Minhoto - Oficial Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: O pretendente: GILBERTO HIPOLITO BACHION, solteiro, profi ssão médico, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Indianópolis), no dia cinco de setembro de mil novecentos e oitenta e um (05/09/1981), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Ernesto Bachion Filho e de Maria Elizabeth Hipolito Bachion. A pretendente: KELLY CRISTINA SILVEIRA ROBERT, T solteira, profi ssão advogada, nascida em Joinville, Estado de Santa Catarina, no dia quinze de setembro de mil novecentos e oitenta e dois (15/09/1982), residente e domiciliada neste Estado, fi lha de Gerson José Robert e de Sônia Regina Silveira Robert. Obs.: Enviando cópia do edital de proclamas ao Subdistrito de residência da pretendente. O pretendente: IAGO FRAZÃO NOGUEIRA, divorciado, profi ssão médico, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Liberdade), no dia três de outubro de mil novecentos e setenta (03/10/1970), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Daniel Nogueira Junior e de Thamar Salles Frazão Nogueira. A pretendente: ALESSANDRA FRANCIELLE STEIL, solteira, profi ssão médica, nascida em Itajaí, Estado de Santa Catarina, no dia dezenove de setembro de mil novecentos e oitenta (19/09/1980), residente e domiciliada neste subdistrito, fi lha de Adenir Steil e de Doroti da Silva Steil. O pretendente: CESAR AUGUSTO SILVA, solteiro, profi ssão contabilista, nascido em São Paulo, Capital (Registrado em Embu Guaçu/SP), no dia dois de agosto de mil novecentos e oitenta e sete (02/08/1987), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de José Roberto da Silva e de Sonia Irene Rodrigues Silva. A pretendente: VANESSA RODRIGUES VIEIRO, solteira, profi ssão farmacêutica, nascida em São Paulo, Capital (Subdistrito Cerqueira César), no dia oito de dezembro de mil novecentos e oitenta e seis (08/12/1986), residente e domiciliada neste subdistrito, filha de Jaime Alexandre Vieiro e de Maria de Lurdes Rosinha Rodrigues Vieiro. O pretendente: ALDO BEVILACQUA DE TOLEDO, solteiro, profi ssão advogado, nascido em Ribeirão Preto, Estado de São Paulo (1º Subdistrito), no dia dezessete de julho de mil novecentos e oitenta e quatro (17/07/1984), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Ibrahim Szymanski de Toledo e de Ana Beatriz Bevilacqua de Toledo. A pretendente: LAURA LANA DUCCA, solteira, profi ssão advogada, nascida em Belo Horizonte, Estado Mina Gerais (1º Subdistrito), no dia vinte de outubro de mil novecentos e oitenta e quatro (20/10/1984), residente e domiciliada neste subdistrito, fi lha de José Ferdinando Ducca e de Elvira Lana Ducca. O pretendente: GUILHERME GOMES CARDIM DE GIL, solteiro, profi ssão administrador de empresas, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Bela Vista), no dia vinte e oito de novembro de mil novecentos e oitenta e três (28/11/1983), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Carlos Gil Marcos e de Cristina Gomes Cardim de Gil. A pretendente: TATYANA MEIRELLES SIQUEIRA MONTENEGRO, solteira, profi ssão bancária, nascida em São Paulo, Capital (Subdistrito Bela Vista), no dia dezenove de julho de mil novecentos e oitenta (19/07/1980), residente e domiciliada neste subdistrito, fi lha de Ricardo Montenegro e de Elisabeth Meirelles Siqueira Montenegro. O pretendente: RENATO PIRES OLIVEIRA DIAS, solteiro, profi ssão administrador de empresas, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Ibirapuera), no dia oito de março de mil novecentos e setenta e oito (08/03/1978), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Carlos Pires Oliveira Dias e de Regina de Camargo Pires Oliveira. A pretendente: ANA CAROLINA VIEIRA DE AZEVEDO CONDE, divorciada, profi ssão internacionalista, nascida em São Paulo, Capital (Subdistrito Ibirapuera), no dia vinte e três de março de mil novecentos e oitenta e seis (23/03/1986), residente e domiciliada nesta Capital, fi lha de Francisco Conce Neto e de Elisabeth Vieira de Azevedo. Obs.: Enviando cópia do edital de proclamas ao Subdistrito de residência da pretendente. O pretendente: ALEXANDRE PACHECO MARTINS, solteiro, profi ssão advogado, nascido em Sorocaba, Estado de São Paulo (2º Subdistrito), no dia sete de setembro de mil novecentos e oitenta e quatro (07/09/1984), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Jose Manoel Martins e de Maria Aparecida Pacheco Martins. A pretendente: THAÍS REGINA HENRIQUE FRANCESCONI, solteira, profi ssão advogada, nascida em São Paulo, Capital (Subdistrito Cerqueira César), no dia vinte e sete de outubro de mil novecentos e oitenta e cinco (27/10/1985), residente e domiciliada nesta Capital, fi lha de Sergio Francesconi e de Sandra Regina Henrique Francesconi. Obs.: Enviando cópia do edital de proclamas ao Subdistrito de residência da pretendente. O pretendente: CARLOS EDUARDO VALDO GALVES, solteiro, profi ssão economista, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Bela Vista), no dia vinte e quatro de outubro de mil novecentos e oitenta e cinco (24/10/1985), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Carlos Galves e de Vania Valdo Galves. A pretendente: HELENA DI CARMO TAVARES, solteira, profissão economista, nascida em Taubaté, Estado de São Paulo (2º Subdistrito), no dia vinte e nove de agosto de mil novecentos e noventa (29/08/1990), residente e domiciliada neste Subdistrito, filha de Ranieri Tavares da Silva e de Claudia Gonçalves Di Carmo Tavares. O pretendente: RODRIGO CUNHA CAMARGO, solteiro, profi ssão consultor TI, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Cerqueira César), no dia vinte e nove de julho de mil novecentos e setenta e oito (29/07/1978), residente e domiciliado nesta Capital, fi lho de Vanderlei Olivato de Camargo e de Ieda Cunha Camargo. A pretendente: ANAÍS PARISI PRADO, solteira, profi ssão administradora, nascida em São Paulo, Capital (Subdistrito Ibirapuera), no dia treze de dezembro de mil novecentos e oitenta e três (13/12/1983), residente e domiciliada neste Subdistrito, fi lha de Sergio Prado e de Maria Christina Parisi. Obs.: Enviado cópia do edital de proclamas ao Subdistrito de residência do pretendente. O pretendente: WEBER MEDEIROS LIMA SILVA, solteiro, profi ssão técnico em rede de computador, nascido em Guarulhos, Estado de São Paulo, no dia trinta e um de dezembro de mil novecentos e oitenta e sete (31/12/1987), residente e domiciliado no 1º subdistrito de Guarulhos/SP, fi lho de Israel Aparecido da Silva e de Áurea de Macedo Lima Silva. A pretendente: ANDREA LUCIA PIRETTA, solteira, profi ssão programadora, nascida em São Paulo, Capital, no dia trinta de junho de mil novecentos e oitenta e oito (30/06/1988), residente e domiciliada neste Subdistrito, fi lha de Antonio Piretta e de Vera Lucia Alves Piretta. Obs.: Edital de proclamas oriundo do 1º Subdistrito de Guarulhos/SP. O pretendente: AFFONSO CELSO FAVORETTO MOLITERNO, solteiro, profi ssão funcionário público, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Ibirapuera), no dia vinte e cinco de setembro de mil novecentos e oitenta e cinco (25/09/1985), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Antonio José Martins Moliterno e de Maria Cristina Favoretto Moliterno. A pretendente: THAÍS KOCH, solteira, profi ssão advogada, nascida em Campinas, Estado de São Paulo (3º Subdistrito), no dia dezessete de abril de mil novecentos e oitenta e cinco (17/04/1985), residente e domiciliada nesta Capital, fi lha de Rodolfo Koch e de Lucileia Koch. Obs.: Enviado cópia do edital de proclamas ao Subdistrito de residência da pretendente. O pretendente: ISRAEL BELLETTI MUTT URASAKI, solteiro, profi ssão engenheiro, nascido em São Paulo, Capital (Subdistrito Bela Vista), no dia doze de fevereiro de mil novecentos e oitenta e cinco (12/02/1985), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Roberto Hiroshi Urasaki e de Maristela Belletti Mutt Urasaki. A pretendente: VANESSA REGINA ARAKAKI, solteira, profi ssão engenheira, nascida em Santos, Estado de São Paulo (2º Subdistrito), no dia vinte e dois de dezembro de mil novecentos e oitenta e cinco (22/12/1985), residente e domiciliada neste subdistrito, fi lha de Sergio Arakaki e de Regina Celia Yonamine Arakaki. O pretendente: LUIZ ALBERTO NASCIMENTO CAMPOS FILHO, solteiro, profi ssão engenheiro, nascido no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro (8º Registro Civil), no dia dezesseis de junho de mil novecentos e sessenta e nove (16/06/1969), residente e domiciliado neste subdistrito, fi lho de Luiz Alberto Nascimento Campos e de Therezinha Apparecida Rocha Campos. A pretendente: DULCE CATHARINA NUNES FEITOSA, solteira, profi ssão estudante, nascida em Tianquá, Estado de Ceará (1º Ofício), no dia seis de abril de mil novecentos e oitenta e seis (06/04/1986), residente e domiciliada neste subdistrito, fi lha de Francisco Sergival Muniz Feitosa e de Candida Clotildes Nunes Feitosa. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios Leiloeiros, utilizem nosso espaço para suas publicações Consulte sua agência de confiança, ou ligue para RONALDO MILAN LEILOEIRO OFICIAL - JUCESP 266 INFORMAÇÕES: TEL.: (11) FAX: (11) ON LINE MILAN ON LINE LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE LEILÃO PRESENCIAL e ONLINE LOCAL DO LEILÃO: RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 SÃO PAULO - SP. - LOCAL DO LEILÃO: RODOVIA RAPOSO TAVARES, KM 20 SÃO PAULO - SP. - 1ºLEILÃO:DIA 01 DE SETEMBRO DE 2015 (TERÇA-FEIRA), ÀS 11:00h 1ºLEILÃO:DIA 01 DE SETEMBRO DE 2015 (TERÇA-FEIRA), ÀS 10:30h 2ºLEILÃO:DIA 08 DE SETEMBRO DE 2015 (TERÇA-FEIRA), ÀS 11:00h 2ºLEILÃO:DIA 09 DE SETEMBRO DE 2015 (QUARTA-FEIRA), ÀS 10:30h BELO HORIZONTE/MG - APTO C/ 96,8185M². - BAIRRO DO CASTELO - Obs.: 1ºLeilão: R$ ,01 e2ºleilão: R$ ,69 Avenida Miguel Perrela, nº 600 Apto 302, localizado no 4º pavimento do Edifício Residencial Gaia. Matrícula nº do 3º Ofício do Registro de Imóveis de Belo Horizonte/MG Ocupado. BELO HORIZONTE/MG - APTO C/ 59,598M² BAIRRO CAMARGOS - Obs.: 1º Leilão: R$ ,44 e 2º Leilão: R$ ,03 Rua Cláudio Oliveira Neves, nº 12 Aptoº 303, localizado no 3º pavimento do do Bloco 01 do Condomínio Residencial Dona Bella. Matrícula nº do 3º Ofício do Registro de Imóveis de Belo Horizonte/MG Ocupado. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios LANIFÍCIO RESFIBRA LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para Fabricação de Artefatos Têxteis para uso Doméstico, sito à Rua Constâncio Colalilo, nº 531. Vila Augusta. Guarulhos/SP. AUTO POSTO BANDEIRA LTDA. torna público que requereu na CETESB a Licença Prévia e de Instalação para Comércio de Combustíveis para Veículos Automotores (Postos de Abastecimento), sito à Avenida João Pessoa, nº Pedregulho. Guaratinguetá/SP. AUTO POSTO BARBOSA & MAGALHÃES LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para, Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes, sito à Estrada Professora Olinda Almeida, nº 427. Jardim Paraíso. Jacareí/SP. DBS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA EPP. torna público que solicitou junto à CETESB a Licença Prévia e de Instalação para Ampliação e Novos Equipamentos para Fabricação de Curativos, sito à Rua José Ramos Guimarães, nº 57. Antigo nº 61. Guaxinduva. Bom Jesus dos Perdões/SP. INDÚSTRIA METALÚRGICA CAIEIRAS LTDA. E.P.P., torna público que recebeu da CETESB a Renovação da Licença de Operação nº , válida até 16/07/2018, para fabricação de equipamentos e acessórios para segurança pessoal e profissional, sito à Rua José Primo Mollo, n 71 Galpão B Pq. São Rafael CEP Caieiras/SP. Edital de Citação - Prazo 20 dias Proc O Dr. Daniel Toscano,Juiz de Direito da 13º VC do Foro da Capital/SP. Faz Saber a José Valério da Silva, RG nº , CPF/ MF Nº que Sociedade Instrução E Socorros - Colégio Santo Agostinho, C.N.P.J/M.F. nº / lhes ajuizou ação Monitória para cobrança de R$ 9.156,19 referente ao contrato de prestação de serviços educacionais firmado entre as partes. Não localizado o representante legal, citado fica para que no prazo de 15 dias, a fluir após o prazo supra, pague o débito, ou embarque a ação (Art CPC), ficando isento de custas e honorários em caso de pagamento sob pena de conversão de mandato inicial em título executivo, presumindo-se como verdadeiros os fatos. Será o presente edital, afixado e publicado. São Paulo, 24 de Fevereiro de (28 e 29)

13 Página 13 Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 O pretendente: ALESSANDRO DA SILVA BARRETO, profi ssão: autonomo, estado civil: solteiro, naturalidade: São João - PE, data-nascimento: 21/09/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Severino Caetano da Silva e de Geni da Silva Barreto. A pretendente: MARIA EDVÂNIA DA SILVA, profi ssão: passadeira, estado civil: solteira, naturalidade: Monteiro - PB, data-nascimento: 06/12/1981, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Severina Tercila do Espirito Santo. O pretendente: VIRGILIO BRILHANTE NOGUEIRA, profi ssão: cobrador, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/11/1985, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Vanderlei Brilhante Nogueira e de Iva Silva de Farias. A pretendente: ROSINARA DOS SANTOS, profi ssão: manicure, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 19/01/1996, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Fernanda Maria dos Santos. O pretendente: CRISPIM JOSE ALVARENGA, profi ssão: sepultador, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 03/09/1956, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Ruy Brasileiro Alverenga e de Diana Derci de Souza Alvarenga. A pretendente: SONIA REGINA DOS SANTOS, profi ssão: jardineira, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/03/1965, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Eliza Feliciana Santos. O pretendente: ALEX OLIVEIRA HAJJAR, profissão: taxista, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 25/09/1976, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Adalberto Hajjar e de Maridalva Oliveira da Silva. A pretendente: ELIZABETE BARBOZA DA SILVA, profissão: cabeleireira, estado civil: solteira, naturalidade: Guarulhos - SP, data-nascimento: 19/09/1983, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Admilson Alexandre da Silva e de Almira Nunes Barboza da Silva. O pretendente: GILSON PAULO DE OLIVEIRA, profi ssão: auxiliar de estoque, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 02/05/1985, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Paulo de Oliveira e de Maria José de Oliveira. A pretendente: VIVIANE CLEIDE DA SILVA, profi ssão: atendente de hospital, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 05/10/1988, residente e domiciliada em Itaquaquecetuba - SP, fi lha de Luiz Jose da Silva e de Maria Cleide da Silva. O pretendente: EDSON MESSIAS BRANDÃO, profi ssão: técnico de manutenção de extin, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 13/06/1981, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Melquisedeck Messias Brandão e de Zenite Messias Brandão. A pretendente: ELINE DOS SANTOS BARBOSA, profi ssão: balconista, estado civil: solteira, naturalidade: Itabuna - BA, data-nascimento: 22/03/1989, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Osvaldo Luiz Barbosa e de Laura de Jesus Santos. O pretendente: FLÁVIO LINS DE LEMOS PEREIRA, profi ssão: encarregado, estado civil: solteiro, naturalidade: Orobó - PE, data-nascimento: 06/03/1986, residente e domiciliado neste Distrito, São Paulo - SP, fi lho de Cosmo Galdino Pereira e de Marluce Lins de Lemos Pereira. A pretendente: MARIA DE MENDONÇA OLIVEIRA, profi ssão: balconista, estado civil: solteira, naturalidade: Catarina - CE, data-nascimento: 12/04/1989, residente e domiciliada neste Distrito, São Paulo - SP, fi lha de Antonio Everaldo Mendonça Oliveira e de Maria Onnete Romão de Oliveira. A pretendente: LUIZ MELQUIADES DAS VIRGENS, profi ssão: pedreiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Seabra - BA, data-nascimento: 13/12/1975, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Laudimiro Melquiades das Virgens e de Maria Alexandrina da Silva. A pretendente: JANAINA DE OLIVEIRA ROCHA, profi ssão: lavadora, estado civil: solteira, naturalidade: Seabra - BA, data-nascimento: 22/09/1994, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Mario Rodrigues de Oliveira e de Sivalda Silva Rocha. O pretendente: VANDO LIMA PEREIRA, profi ssão: ajudante de TBR, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 07/05/1979, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Raimundo Vangledson de Souza Pereira e de Solange Aparecida Lima. A pretendente: MARIA APARECIDA HENRIQUE DE SOUSA, profi ssão: promotora de vendas, estado civil: solteira, naturalidade: Diadema - SP, datanascimento: 27/01/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Antonio Estrela de Sousa e de Vera Lucia Henrique. O pretendente: CAIO FERNANDO SANTOS FURTUNATO, profi ssão: ajudante geral, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 26/07/1995, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Antonio Paulo Gomes Furtunato e de Maria Edvania Santos de Lelis. A pretendente: ABIGAIL DA SILVA SALES, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 11/08/1997, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José Airton de Sousa Sales e de Maria José da Silva Sales. O pretendente: MARCELO CANDIDO DE LIRA, profi ssão: vendedor, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 03/10/1976, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Manoel Candido de Lira e de Josefa Maria de Lira. A pretendente: LUCIMARA DOS SANTOS, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/02/1978, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Maria de Lourdes dos Santos. A pretendente: GIZANEI ALVES DOS SANTOS, profi ssão: cabeleireiro, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/01/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Juarez Alves dos Santos e de Maria de Lourdes Santos. A pretendente: KELY MAIARA DA SILVA DO NASCIMENTO, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Olinda - PE, data-nascimento: 20/10/1993, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Marconi Pedro do Nascimento e de Luzinete Barbosa da Silva. O pretendente: EZEQUIEL PEREIRA ALVES, profi ssão: gerente de plantão, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/04/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Pereira Alves e de Sandra Maria Figueiredo da Silva Alves. A pretendente: JULIANA BARBOSA DA SILVA, profi ssão: operadora de caixa, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 28/04/1992, residente e domiciliada em Guarulhos - SP, fi lha de João Severino da Silva e de Luzinete Estelina Barbosa. O pretendente: PAULO MATSUKI YAMAGUTI, profissão: chefe de cozinha, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 05/08/1972, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Tetuo Yamaguti e de Neusa Rita de Jesus. A pretendente: JUSSARA CASSIANO DOS SANTOS DE JESUS, profissão: vendedora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 15/01/1988, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de José Elias de Jesus e de Julia Cassiano de Jesus. O pretendente: ANDRÉ NOGUEIRA BATISTA DE ORNELAS, profi ssão: encarregado de frios, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 17/11/1979, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de João Batista de Ornelas e de Beatriz Nogueira de Ornelas. A pretendente: LUANA OLIVEIRA MENE- ZES SANT ANA, profi ssão: tesoureira, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 10/05/1984, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Darci Gilberto Sant Ana e de Sandra Oliveira Menezes Sant Ana. O pretendente: EDUARDO DE SOUZA, profi ssão: montador de elevador, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 19/06/1985, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Francisco de Souza e de Cosmerinda de Sousa. A pretendente: INGRID CRISTINA DOS SANTOS, profi ssão: enfermeira, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 11/10/1979, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Jose Euclides dos Santos e de Maria Jose Palmeira dos Santos. O pretendente: WASHINGTON RODRIGUES DE PAIVA, profi ssão: analista de sistemas, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 05/11/1981, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Waldir de Paiva e de Terezinha Rodrigues de Paiva. A pretendente: BEATRIZ LUCIANO DE ARAUJO, profi ssão: professora, estado civil: solteira, naturalidade: Guarulhos - SP, data-nascimento: 28/01/1986, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Jorge Luciano de Araujo e de Vera Lucia Rigonatti Araujo. O pretendente: STWART FELIPE CUTRIM DOS REIS, profi ssão: ajudnate geral, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 24/12/1996, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Soares dos Reis Filho e de Angela Maria Mendes Cutrim. A pretendente: GLAUCIA CARDOSO MARTINS DA CONCEIÇÃO, profi ssão: recepcionista, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 01/10/1994, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Reinaldo Martins da Conceição e de Rosalina Cardoso da Conceição. O pretendente: LUAN TARGINO DA SILVA, profi ssão: auxiliar de deposito, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 21/11/1996, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Edilson Targino da Silva e de Maria Betania Guedes Gundim. A pretendente: LETICIA MODESTO DA SILVA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/08/1997, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Laurenço Souza da Silva e de Tereza Cristina Modesto. O pretendente: EUDES JOSÉ DA SILVA, profissão: encarregado, estado civil: solteiro, naturalidade: Camamu - BA, data-nascimento: 29/08/1982, residente e domiciliada neste distrtio, São Paulo - SP, filha de Almerindo José da Silva e de Ednalva Maria dos Santos. A pretendente: JOSEANE VIEIRA BRUNO, profissão: auxiliar de limpeza, estado civil: solteira, naturalidade: Arapiraca - AL, data-nascimento: 11/03/1987, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de José Bruno Filho e de Maria Vieira Bruno. O pretendente: DANGELLO GIOVANNI MAYHUASCA ESPIRITU, profi ssão: garçom, estado civil: solteiro, naturalidade: Lima Peru, data-nascimento: 28/02/1979, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Ramón Jesus Mayhuasca Carrera e de Maria Elena Espiritu Truebas. A pretendente: FRANCIELI COSTA DE MORAIS, profi ssão: atendente, estado civil: solteira, naturalidade: Parnaiba - PI, data-nascimento: 26/11/1991, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Alderino Silva de Morais e de Raimunda Costa de Morais. O pretendente: ISAC ROSENO DOS SANTOS, profissão: vigilante, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 26/12/1991, residente e domiciliado nesta Capital - SP, filho de José Carlos dos Santos e de Olga Roseno da Silva Santos. A pretendente: TAIS DOS SANTOS SOARES, profissão: ajudante geral, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/08/1991, residente e domiciliada neste Distrito, São Paulo - SP, filha de Sergio Belizario Soares e de Marta Messias dos Santos. O pretendente: LEANDRO PEDRO DOS SANTOS, profi ssão: ajudante geral, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 09/01/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Valdeci Pedro dos Santos e de Carmem Conceição dos Santos. A pretendente: DANIELA SILVA GOMES, profi ssão: técnica de farmácia, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 05/09/1985, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Daniel Silva Gomes e de Maria das Graças Gomes. Distrito - Guaianazes Benedito Aparecido Morelli - Oficial Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: O pretendente: ELTON VINÍCIUS FERREIRA DE ASSIS, profi ssão: autônomo, estado civil: solteiro, naturalidade: Rio de Janeiro - RJ, data-nascimento: 31/01/1988, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de Mauricio de Assis e de Lindinalva Ferreira da Silva. A pretendente: JÉSSICA CAMPOS CUNHA DE SOUZA, profi ssão: autonoma, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/06/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Milton Paulino de Souza e de Marlene de Campos Cunha de Souza. O pretendente: MAX MILLER RODRIGUES DE SOUZA, profi ssão: pintor, estado civil: solteiro, naturalidade: Ouricuri - PE, data-nascimento: 05/08/1991, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Carlos José Rodrigues da Silva e de Vanuzia Braz de Souza Silva. A pretendente: GIUVANNA CARDOSO DE AZEVEDO, profi s- são: enfermeira, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 30/05/1992, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Marcos Antonio de Azevedo e de Vanilda Cardoso de Azevedo. O pretendente: MIGUEL PERES NETO, profi ssão: funcionário público, estado civil: divorciado, naturalidade: Bauru - SP, data-nascimento: 13/02/1963, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de Antonio Peres e de Cecilia Camargo Peres. A pretendente: PAULA SOARES DA CONCEIÇÃO, profi ssão: professora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 09/11/1968, residente e domiciliadaneste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José Maria da Conceição e de Dalva Soares da Conceição. O pretendente: NELSON DIMAS DOS SANTOS, profi ssão: motorista, estado civil: divorciado, naturalidade: Guarujá - SP, data-nascimento: 17/11/1969, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Adalberto Alves dos Santos e de Neide de Abreu dos Santos. A pretendente: RAQUEL VITURINO GARCIA, profi ssão: ajudante geral, estado civil: divorciada, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 20/07/1978, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Arnaldo Garcia e de Terezinha Viturino Garcia. O pretendente: FABRICIO DE MATOS NOGUEIRA, profi ssão: ajudante geral, estado civil: solteiro, naturalidade: Diadema - SP, data-nascimento: 11/07/1994, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Flavio Moreira Nogueira e de Ilma Francisca de Matos Nogueira. A pretendente: RAQUEL RODRIGUES NERES, profi s- são: atendente de caixa, estado civil: solteira, naturalidade: Santo André - SP, data-nascimento: 26/02/1995, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Ailton Oliveira Neres e de Arlete Rodrigues Diniz Neres. O pretendente: DEUSDETE RODRIGUES DE SOUZA FILHO, profi ssão: pedreiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Codó - MA, data-nascimento: 01/06/1977, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Deusdete Rodrigues de Souza e de Maria Rodrigues da Silva Souza. A pretendente: ANA KATIA MELO, profi ssão: auxiliar de limpeza, estado civil: solteira, naturalidade: Codó - MA, data-nascimento: 26/08/1982, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Maria da Glória Melo. O pretendente: JOSIRAN RODRÍGUES DOS SANTOS, profi ssão: metalúrgico, estado civil: solteiro, naturalidade: Lagarto - SE, data-nascimento: 11/09/1983, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de Gileno Batista dos Santos e de Marina Rodrígues dos Santos. A pretendente: MARIA IVONE TELES DE LIMA, profi ssão: costureira, estado civil: solteira, naturalidade: Recife - PE, data-nascimento: 18/02/1972, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Osmar Celestino de Lima e de Antonia Francisca dos Passos Lima. O pretendente: ADRIANO DA ROCHA LIRA, profi ssão: técnico em contabilidade, estado civil: solteiro, naturalidade: Pão de Açucar - AL, data-nascimento: 04/04/1977, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Severino da Rocha Lira e de Maria Augusta Lira. A pretendente: TAMIRIS ALCANTARA DE CARVALHO, profi s- são: balconista, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/04/1994, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Madi de Carvalho e de Maria Aparecida de Alcantara de Carvalho. O pretendente: SILVIO DE ARAUJO SOUZA, profissão: aux de enfermagem, estado civil: divorciado, naturalidade: Remedios - BA, data-nascimento: 08/11/1973, residente e domiciliado nesta Capital - SP, filho de José Duque de Souza e de Heleninha de Araujo Souza. A pretendente: ROSELAINE CRISTINA GOMES DE CARVALHO, profissão: pedagoga, estado civil: divorciada, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 30/04/1981, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de Itamar Gomes de Carvalho e de Eneida Ferreira Mendes de Carvalho. O pretendente: JOSÉ CARLOS GOMES, profi ssão: balconista de auto peças, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 17/10/1971, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Lucio Gomes e de Ana Ozorina de Souza. A pretendente: PRISCILA DAIANA BATISTA DA ROCHA, profi ssão: controladora de acesso, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/06/1986, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Rosimeire Batista da Rocha. O pretendente: CLAUDINEI PEREIRA DE QUEIROGA, profi ssão: pedreiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Mauá - SP, data-nascimento: 04/10/1976, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Pereira de Queiroga e de Anita Graças Lopes Queiroga. A pretendente: KARENE FEITOZA DE MELO, profi ssão: do lar, estado civil: divorciada, naturalidade: Osasco - SP, data-nascimento: 06/10/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Divino Borges de Melo e de Maria Feitoza. O pretendente: RONALDO MARTINS DE PAULA, profi ssão: comerciante, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 30/04/1970, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Carlos Roberto de Paula e de Rita Martins de Paula. A pretendente: ELIANE CARVALHO DE LIMA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Recife - PE, data-nascimento: 14/08/1964, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José Carvalho de Lima e de Regina Rosa de Lima. O pretendente: LUIS CARLOS DE SOUZA, profissão: vigilante, estado civil: solteiro, naturalidade: Caculé - BA, data-nascimento: 09/04/1975, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Antonio Manoel de Souza e de Maria Ribeiro de Souza. A pretendente: ELISABETE DOMINGUES, profissão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: São Bernardo do Campo - SP, data-nascimento: 30/08/1972, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de Janete Elisia Domingues. O pretendente: WILLIAN NUNES DE SOUZA, profi ssão: agente de atendimento, estado civil: solteiro, naturalidade: Osasco - SP, data-nascimento: 16/04/1993, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Ivan Santos de Souza e de Maria Nunes da Silva. A pretendente: PAOLA KATHELLEN SILVA E SILVA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Rancharia - SP, data-nascimento: 09/04/1997, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Josias Caetano da Silva e de Creuza Pereira da Silva. O pretendente: ANTONIO CARLOS RODRIGUES DA CONCEIÇÃO, profi ssão: autônomo, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 09/06/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Maria Aparecida Rodrigues da Conceição. A pretendente: CLAUDIA MENDES DA SILVA, profi ssão: autonoma, estado civil: solteira, naturalidade: Buerarema - BA, data-nascimento: 28/11/1983, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Verenilson Mendes da Silva e de Altenice Pereira da Silva. O pretendente: FRANCIS MENEZES NOGUEIRA, profi ssão: aux serviços gerais, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 04/09/1982, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Gilberto Cândido Nogueira e de Reni de Menezes Nogueira. A pretendente: ANDREIA ROMÃO BATISTA, profi ssão: manicure, estado civil: divorciada, naturalidade: Guarulhos - SP, data-nascimento: 24/11/1980, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Eduardo Romão Batista e de Maria Santa Batista. O pretendente: BRUNO SOUZA SANTOS, profi ssão: controlador de acesso, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 02/06/1996, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Vicente Pereira dos Santos e de Mariza dos Santos Souza. A pretendente: LETÍCIA DOS ANJOS LIMA DE OLIVEIRA, profi ssão: operadora de atendimento, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 02/12/1995, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Manoel dos Anjos Pereira de Oliveira e de Francisca Cleide Lima de Oliveira. O pretendente: NELSON MARTINS DOS SANTOS, profi ssão: aposentado, estado civil: divorciado, naturalidade: Santa Inês - BA, data-nascimento: 21/11/1973, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Martins dos Santos e de Elides Martins dos Santos. A pretendente: JULIANA GONÇALVES DE FREITAS, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Nova Soure - BA, data-nascimento: 15/04/1988, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Jose Moreira de Freitas e de Maria Anita Gonçalves de Freitas. O pretendente: ÉVERTON BATISTA DE SOUZA, profi ssão: estoquista, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 24/11/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Agripino Batista de Souza e de Rita Lúcia de Sousa. A pretendente: CLAUDIA LOURENÇO DE SOUZA, profi ssão: analista de fraude, estado civil: solteira, naturalidade: Itabuna - BA, data-nascimento: 15/09/1985, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Carlos Henrique Machado de Souza e de Gildecí Lourenço Santana. O pretendente: WILLIANS JORGE FERREIRA SANTOS, profi ssão: operador de manofatura, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 12/05/1992, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Jorge Cerqueira dos Santos e de Rita Maria Ferreira. A pretendente: CAROLEINE DE JESUS GOMES, profi ssão: negociadora de cobrança, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 03/08/1993, residente e domiciliada neste Distrito, São Paulo - SP, fi lha de Geraldo Gomes e de Marlene de Jesus. O pretendente: ROGÉRIO PEREIRA LIMA, profi ssão: porteiro, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/09/1979, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Cezar Pereira Lima e de Iracema Pereira Lima. A pretendente: ANA LUCILA ALVES DOS SANTOS, profi ssão: operadora de caixa, estado civil: divorciada, naturalidade: Guarulhos - SP, data-nascimento: 21/08/1987, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Cicero Pereira dos Santos e de Rosana Alves dos Santos. O pretendente: VALDECI VITORINO VIEIRA, profi ssão: contrutor civil, estado civil: divorciado, naturalidade: Pocrane - MG, data-nascimento: 03/06/1964, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Francisco Vitorino Filho e de Iraci Vitorino da Conceição. A pretendente: MARIÂNGELA PEREIRA SANTOS, profi ssão: artesã, estado civil: divorciada, naturalidade: Iguape - SP, data-nascimento: 20/05/1966, residente e domiciliada em Santo André - SP, fi lha de Antonio Silva Santos e de Maria Pereira Santos. O pretendente: MARCIO FELICIANO DOS SANTOS, profi ssão: vigilante, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 05/07/1980, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Benedito Feliciano dos Santos e de Maria Helena Mendonça dos Santos. A pretendente: MARLUCE DE ALMEIDA CAVALCANTE, profi ssão: auxiliar administrativa, estado civil: solteira, naturalidade: Maceió - AL, data-nascimento: 08/12/1984, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Pedro José Cavalcante e de Maria José de Alemeida Cavalcante. O pretendente: CARLOS ACENILDO DE BRITO, profi ssão: aposentado, estado civil: viúvo, naturalidade: Pesqueira - PE, data-nascimento: 20/03/1957, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Albertina de Brito. A pretendente: MARIA APA- RECIDA COSTA MARCIANO, profi ssão: governanta, estado civil: solteira, naturalidade: Ubiratã - PR, data-nascimento: 25/07/1971, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Antonio de Paulo Marciano e de Catarina Costa Marciano. O pretendente: JEFFERSON DUARTE DA COSTA, profi ssão: acabador, estado civil: solteiro, naturalidade: Santo André - SP, data-nascimento: 26/06/1984, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de José Alves da Costa e de Fátima Duarte da Costa. A pretendente: FABIANA BLUME DE OLIVEIRA, profi ssão: autônoma, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 24/02/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Antonio Carlos Soares de Oliveira e de Ana Lucia Blume de Oliveira. O pretendente: RENATO FERREIRA DOS SANTOS, profi ssão: repositor, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 21/08/1993, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Valdir Sena dos Santos e de Celia Ferreira. A pretendente: ANA BEATRIZ CARDOSO DOS SANTOS, profi ssão: professora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 13/08/1997, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Placido Jorge dos Santos e de Márcia Maria Cardoso. O pretendente: EDSON MARCOS RODRIGUES, profi ssão: aux administrativo, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 27/08/1956, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Paulo Rodrigues e de Jandira Pereira Rodrigues. A pretendente: NATALICIA RODRIGUES DA SILVA, profi ssão: costureira, estado civil: viúva, naturalidade: São João do Rio do Peixe - PB, data-nascimento: 25/12/1951, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Severina Rita de Jesus. O pretendente: ALDENIR LIMA DA SILVA, profi ssão: carpinteiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Piripiri - PI, data-nascimento: 05/06/1977, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Pereira da Silva e de Maria de Araújo Lima da Silva. S pretendente: CLENILDA MARIA DE OLIVEIRA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Campo Maior - PI, data-nascimento: 01/08/1977, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Raimundo Gonzaga de Oliveira e de Inácia Maria de Oliveira. O pretendente: WENDELL ARRUDA SILVEIRA, profi ssão: ajudante geral, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/11/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Juvenal Silveira e de Fatima Arruda Silveira. A pretendente: ARIANA ALVES MONTEIRO, profi ssão: berçarista, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/01/1985, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Nelson Monteiro e de Neusa Maria Alves Monteiro. O pretendente: RAFAEL GOMES WINGESTER CARDOSO, profi ssão: estudante, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 10/03/1985, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Jefferson Wingester Fernandes Cardoso e de Eliete Paiva Gomes Cardoso. A pretendente: VALDIRENE NATHALIA SANTOS, profi ssão: costureira, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, datanascimento: 19/07/1987, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Francisca Francileide Santos. O pretendente: CARLOS HENRIQUE DE ALMEIDA, profi ssão: almoxarife, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 11/10/1990, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Jose Carlos Marcelino de Almeida e de Valdeci dos Santos Almeida. A pretendente: FABIANA PEREIRA DA SILVA, profi s- são: atendente, estado civil: solteira, naturalidade: Caratinga - MG, data-nascimento: 20/10/1990, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Salvador José da Silva e de Madalena Pereira da Silva. O pretendente: DANIEL DIAS CEBALLOS, profi ssão: aposentado, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 02/04/1952, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Diogo Dias Fuentes e de Francisca Ceballos Dias. A pretendente: MARIA BESERRA GOMES DA SILVA, profi ssão: do lar, estado civil: viúva, naturalidade: Tupanatinga - PE, data-nascimento: 22/11/1946, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Cipriano Carlos Beserra e de Maria Amalia Beserra. O pretendente: FELIPE ANTONIO SEVERO DA SILVA, profi ssão: vendedor, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 17/07/1992, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Jose Aparecido Severo da Silva e de Maria Jose da Silva. A pretendente: LISIANE MARIA ALVES MACIEL, profi ssão: estudante, estado civil: solteira, naturalidade: Sanharó - PE, data-nascimento: 29/01/1994, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Albério Torres Maciel e de Lauriete Alves Maciel. O pretendente: JONATA FERREIRA DE ALMEIDA, profi ssão: ajudante geral, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 19/12/1990, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Antonio Ferreira de Almeida e de Carmelita de Oliveira Ferreira. A pretendente: JÉSSICA CRISTINA ROZATTO, profi s- são: assistente administrativa, estado civil: solteira, naturalidade: Mogi das Cruzes - SP, data-nascimento: 21/06/1993, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Adriana de Oliveira Rozatto. O pretendente: CAIO CÉSAR SILVA DOS REIS, profi ssão: autonomo, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 12/10/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Barbosa dos Reis e de Rosalia Teixeira da Silva dos Reis. A pretendente: TÂNIA GONÇALVES DA SILVA, profi ssão: autonoma, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/10/1971, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José Cristiano Fernandes da Silva e de Cecilia Gonçalves da Silva. O pretendente: MANOEL JONALDO SIQUEIRA BRITO, profi ssão: cortador, estado civil: solteiro, naturalidade: Óbidos - PA, data-nascimento: 19/12/1980, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Manoel de Jesus Brito e de Maria Eloisa Siqueira Brito. A pretendente: SUANE BRITO PINHEIRO, profi ssão: auxiliar de vendas, estado civil: solteira, naturalidade: Óbidos - PA, data-nascimento: 22/10/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Raimundo dos Santos Pinheiro e de Maria da Saúde Brito Pinheiro. O pretendente: WILLIAM MOURA DA SILVA, profi ssão: farmaceutico, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/07/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Edmundo da Silva e de Maria da Conceição de Moura da Silva. A pretendente: FERNANDA MORANDI DOS SANTOS, profi ssão: farmaceutica, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 28/05/1988, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Marcos Aurelio Morandi dos Santos e de Maria José Morandi dos Santos. O pretendente: ALEX ALVES GOMES, profi ssão: analista de sistemas, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/12/1981, residente e domiciliado em Guarulhos - SP, fi lho de Nilton Alves Gomes e de Maria José do Norte Gomes. A pretendente: SILVIA REGINA FERREIRA DE MELO, profi ssão: assistente fi nanceiro, estado civil: solteira, naturalidade: João Pessoa - PB, data-nascimento: 14/12/1988, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de João Eduardo Rodrigues de Melo e de Maria de Fátima Ferreira de Sousa. O pretendente: JAMISON ALVES DOS SANTOS, profi ssão: soldador, estado civil: solteiro, naturalidade: Palmeiraa dos Índios - AL, data-nascimento: 19/05/1986, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de João Batista Vieira dos Santos e de Maria José Alves dos Santos. A pretendente: ANA CRISTINA DO NASCIMENTO, profi ssão: atendente, estado civil: divorciada, naturalidade: Paulista - PE, data-nascimento: 19/01/1977, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de José Moisés do Nascimento Filho e de Maria José da Conceição. O pretendente: DANIEL CARLOS DOS SANTOS, profi ssão: cozinheiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Jaboatão dos Guararapes - PE, data-nascimento: 05/04/1980, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Ivanise Maria dos Santos. A pretendente: IRAQUEL PEREIRA DA SILVA, profi ssão: operadora de caixa, estado civil: divorciada, naturalidade: Recife - PE, data-nascimento: 03/12/1979, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Cicero Pereira da Silva e de Maria do Carmo dos Santos Silva. O pretendente: WAGNER DA SILVA SIMÃO, profi ssão: serralheiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Desterro - PB, data-nascimento: 14/02/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Adegisto Simão e de Luzia Nazário da Silva. A pretendente: GRACIÉLLE SANTOS DA SILVA, profi ssão: doceira, estado civil: solteira, naturalidade: Mascote - BA, data-nascimento: 08/07/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Edivaldo Alves da Silva e de Maria Célia de Jesus Santos. O pretendente: DANILO SANTOS MOITINHO, profi ssão: vigilante, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 20/07/1989, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Manuel da Silva Moitinho e de Zildete Novais Santos. A pretendente: ERIKA MARCIA DE ANDRADE SILVA, profi ssão: garçonete, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 24/09/1988, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Adeilton Jose da Silva e de Maria Irany Ferreira de Andrade. O pretendente: FELIPE FRANCISCO DOS SANTOS, profi ssão: copeiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Suzano - SP, data-nascimento: 25/04/1989, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Francisco João dos Santos e de Maria do Carmo Azevedo Costa dos Santos. A pretendente: ROSELAINE DO ROSARIO SILVA, profi ssão: operadora de telemarketing, estado civil: solteira, naturalidade: Ferraz de Vasconcelos - SP, data-nascimento: 23/09/1984, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Jonas Santos da Silva e de Mirtes do Rosario Silva. O pretendente: CLAUDECIO DE SOUSA GOMES, profi ssão: ajudante geral, estado civil: divorciado, naturalidade: Itaquaquecetuba - SP, data-nascimento: 08/05/1977, residente e domiciliadoneste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Francisco Pereira e de Eleneida Brasil de Sousa Gomes. A pretendente: VALDIRA QUITERIA DA SILVA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Panelas - PE, data-nascimento: 10/12/1977, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Sebastião Urbano da Silva e de Maria do Carlos da Silva. O pretendente: WASHINGTON SANTO DE LIMA, profi ssão: operador de empilhadeira, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 08/05/1993, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de José Cicero Bezerra de Lima e de Marcia do Espirito Santo de Lima. A pretendente: EDVANIA SOUSA FERREIRA, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: Tanque Novo - BA, data-nascimento: 07/04/1986, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José de Jesus Ferreira e de Gildalva de Jesus Souza. O pretendente: TIAGO LUCIO ROSA, profi ssão: autônomo, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 26/06/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Vanderlei Antonio Rosa e de Hilda Maria Lucio Rosa. A pretendente: JÉSSICA MARIA NOGUEIRA RODRIGUES, profi ssão: do lar, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 16/09/1992, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Haroldo Nogueira Rodrigues e de Gleida Daria Freitas Alves. Continua

14 Página 14 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Continuação Distrito - Guaianazes Benedito Aparecido Morelli - Oficial Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: O pretendente: WILLIAM FERNANDO DA SILVA, profi ssão: repositor, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/07/1990, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Pedro Jose da Silva e de Maria Aparecida da Silva. A pretendente: JHENIFER FERNANDA DOS SANTOS SOARES, profi ssão: operadora de pedágio, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 04/02/1995, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Eduardo fernando Soares e de Eliane Aparecida dos Santos. O pretendente: WILSON FERNANDES EVANGELISTA, profissão: funileiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Ivaiporã - PR, data-nascimento: 24/12/1976, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Pedro Dionizio Evangelista e de Maria de Lourdes Santos Evangelista. A pretendente: MAILZA REGINA CLAUDIO, profissão: professora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 23/12/1964, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de José Sebastião Claudio e de Antonia Aparecida Claudio. O pretendente: CICERO FRANCISCO DOS SANTOS, profissão: chapeiro, estado civil: solteiro, naturalidade: Porteiras - CE, data-nascimento: 08/04/1980, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Francisco João dos Santos e de Maria Lúcia Pereira. A pretendente: MARIA ELIANE RODRIGUES TORRES, profissão: doméstica, estado civil: divorciada, naturalidade: Ouricuri - PE, data-nascimento: 01/01/1976, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de José Torres Filho e de Maria da Solidade Rodrigues. O pretendente: CLEITON CARDOSO DOS SANTOS, profi ssão: analista de negocio, estado civil: solteiro, naturalidade: Ibirataia - BA, data-nascimento: 08/03/1987, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de Edvaldo Jesus dos Santos e de Maria Joana Santos Cardoso. A pretendente: PRISCILA DA SILVA DE JESUS, profi ssão: recepcionista, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 10/06/1984, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Roberto Valeriano de Jesus e de Eunice Borges da Silva de Jesus. O pretendente: JÚLIO DA SILVA DE ANDRADE, profi ssão: professor, estado civil: solteiro, naturalidade: Caratinga - MG, data-nascimento: 26/03/1971, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Antônio Semeão de Andrade e de Jovina Maria da Silva Andrade. A pretendente: CRISTIANE MARTINS DOS SANTOS, profi ssão: professora, estado civil: solteira, naturalidade: Diadema - SP, data-nascimento: 02/12/1980, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de José Teodoro dos Santos e de Marilene Martins dos Santos. O pretendente: IVALDO PEREIRA DA SILVA, profi ssão: vigilante operador, estado civil: solteiro, naturalidade: Monteiro - PB, data-nascimento: 02/05/1970, residente e domiciliado em Ferraz de Vasconcelos - SP, fi lho de José Floriano da Silva e de Maria do Céu Pereira da Silva. A pretendente: EDJACELE RAMOS DO NASCIMENTO, profi s- são: professora, estado civil: solteira, naturalidade: João Pessoa - PB, data-nascimento: 29/09/1978, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Carlos Humberto Ramos do Nascimento e de Eronita Ramos do Nascimento. O pretendente: CÁSSIO MADUREIRA MACIEL, profi ssão: analista de segurança, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 18/08/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Esdras dos Anjos Maciel e de Rejane Maria Madureira de Souza Maciel. A pretendente: FABIANA NASCIMENTO SANTOS, profi ssão: contadora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 17/08/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Domingos da Conceição Santos e de Maria Alice Nascimento Santos. O pretendente: VALMIR ESTEVÃO DOS SANTOS, profi ssão: infestador, estado civil: divorciado, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 10/01/1969, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Benedito Estevão dos Santos e de Eva Maria de Jesus. A pretendente: REGIANE GONÇALVES DE JESUS, profi ssão: executante de limpeza, estado civil: solteira, naturalidade: Ferraz de Vasconcelos - SP, data-nascimento: 09/04/1983, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Neima Gonçalves de Jesus. O pretendente: ARTUR DE OLIVEIRA PASSOS, profi ssão: metroviário, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 04/05/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Jose Artur Passos e de Maria Donizetti de Oliveira Passos. A pretendente: JACQUELINE DO NASCIMENTO BENEDITO, profi ssão: auxiliar de escritório, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, datanascimento: 29/11/1989, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de João Benedito Filho e de Geni do Nascimento. O pretendente: REINALDO MOURA SANTOS, profissão: encarregado, estado civil: solteiro, naturalidade: Propriá - SE, data-nascimento: 16/08/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de Geraldo dos Santos e de Elenuzia da Conceiçao Santos. A pretendente: CLAUDENICE MARIA DA SILVA OLIVEIRA, profissão: atendente, estado civil: solteira, naturalidade: Teotônio Vilela - AL, data-nascimento: 06/08/1992, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, filha de Claudenor de Oliveira e de Maria José da Silva. O pretendente: BRUNO ROBERTO VALENTIM GONÇALVES, profi ssão: aux de expedição, estado civil: solteiro, naturalidade: Diadema - SP, data-nascimento: 27/04/1988, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Juarez Purcena Gonçalves e de Aparecida Irenilda Valentim Tabolassi. A pretendente: JESSICA PEREIRA FLORENTINO, profi ssão: aux de classe, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 19/07/1990, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Wanderlei de Oliveira Florentino e de Gloria Cristina Pereira Florentino. O pretendente: WAGNER DAGOBERTO FARIA JUNIOR, profi ssão: autônomo, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 22/02/1991, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Wagner Dagoberto Faria e de Rosemary do Nascimento. A pretendente: THAMIRES CRISTINA VITAL DE OLIVEIRA, profi ssão: montadora, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 31/07/1992, residente e domiciliada nesta Capital - SP, fi lha de Reginaldo Guilherme de Oliveira e de Rosangela Cristina Vital. O pretendente: BRUNO FERREIRA DOS SANTOS, profi ssão: técnico de eletrônica, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 12/07/1993, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, fi lho de Joel Ferreira dos Santos e de Maria da Conceição Ferreira. A pretendente: JESSICA PALOMA DA SILVA CASTRO PONTES, profi ssão: estudante, estado civil: solteira, naturalidade: São Paulo - SP, datanascimento: 18/05/1993, residente e domiciliada neste distrito, São Paulo - SP, fi lha de Gilmar Aparecido Pontes e de Shirley da Silva Castro. O pretendente: JOÃO ADELSON LIRA JÚNIOR, profissão: ourives, estado civil: solteiro, naturalidade: São Paulo - SP, data-nascimento: 20/06/1987, residente e domiciliado neste distrito, São Paulo - SP, filho de João Adelson Lira e de Matilde Tavares da Silva. A pretendente: CRISTIANE GONZAGA GONÇALVES, profissão: balconista, estado civil: solteira, naturalidade: Congonhas - MG, data-nascimento: 13/10/1990, residente e domiciliadaneste distrito, São Paulo - SP, filha de Antonio Francisco Gonçalves e de Maria da Conceição Gonzaga Gonçalves. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios Faço saber que os seguintes pretendentes apresentaram os documentos exigidos pelo Art. 1525, do Código Civil Atual Brasileiro e desejam se casar: 42º Subdistrito - Jabaquara Dr. Gilberto Adolfo - Substituto do Oficial O pretendente: CAUE TIBICUERA ALVES, de nacionalidade brasileira, profi ssão bancário, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 09/01/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Antonio Pedro Alves e de Maria Cristina Viti Alves. A pretendente: ALINE ALVES DE MATTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão assistente de estilo, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 13/08/1985, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Mauricio Pinto de Mattos e de Maria José Alves da Silva. O pretendente: DENIS HENRIQUE DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi s- são cabeleireiro, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 12/09/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Severino Marques dos Santos e de Maria Greciene Pereira dos Santos. A pretendente: GRAZIELE KARINA LIBORNI, de nacionalidade brasileira, profi ssão assistente de arte, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 05/01/1988, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Helio Donizeti Liborni e de Mariana Rodrigues Liborni. O pretendente: JOAZE RODRIGUES DE OLIVEIRA, de nacionalidade brasileira, profi s- são técnico enfermagem, estado civil divorciado, nascido no Rio de Janeiro - RJ, no dia 16/11/1967, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Antonio Rodrigues de Oliveira Netto e de Therezinha Izabel da Conceição Oliveira. A pretendente: CRISTINA TERUKO KARIYA, de nacionalidade brasileira, profissão nutricionista, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 09/02/1968, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Hanzaburo Kariya e de Thereza Kariya. O pretendente: RODRIGO ANTONIO RAMOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão analista administrativo, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 06/07/1981, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Manoel Antonio Ramos e de Paula Georja de Barros Ramos. A pretendente: DÉBORA DA ROCHA FELTRIN, de nacionalidade brasileira, profi ssão professora, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 19/04/1986, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Edson Feltrin e de Vera Lucia da Rocha Feltrin. O pretendente: CLEBER AUGUSTO SOGAWA, de nacionalidade brasileira, profissão engenheiro, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 05/07/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, filho de Paulo Shigueo Sogawa e de Alice Tiyako Thihara Sogawa. A pretendente: ANDRÉIA CHEIMI KAJITA, de nacionalidade brasileira, profissão arquiteta, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 18/10/1982, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de Carlos Giro Kajita e de Alice Hatsumi Kajita. O pretendente: LUCAS SOUZA SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão administrador de empresa, estado civil solteiro, nascido em Camacã - BA, no dia 07/08/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Vicente José dos Santos e de Laura Souza Santos. A pretendente: NATÁLIA MIRANDA DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão administradora de empresa, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 02/08/1989, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Ademilson Miranda da Silva e de Mirtes Fidelis Silva. O pretendente: DIEGO DAVANZO PERES TEIXEIRA, de nacionalidade brasileira, profissão vendedor, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 16/06/1987, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Francisco Teixeira Filho e de Heloiza Davanzo Farias Peres Teixeira. A pretendente: NATHALIA ALBUQUERQUE CACCIATORI, de nacionalidade brasileira, profi ssão vendedora, estado civil divorciada, nascida em São Paulo - SP, no dia 11/11/1985, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Agostinho Cesar Cacciatori e de Marisa Celia Albuquerque Cacciatori. O pretendente: PATRICK PIN RONDINO, de nacionalidade americana, profi ssão bancário, estado civil solteiro, nascido em Nova Jersey, Estados Unidos da America, no dia 22/01/1980, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Clodoaldo Rondino e de Nancy Aparecida Pin Rondino. A pretendente: ANNE CAROLINE RODRIGUES DOS SANTOS BERTOLI, de nacionalidade brasileira, profi ssão gestora de universidade corporativa, estado civil divorciada, nascida em Curitba - SP, no dia 07/10/1980, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Marcos Antonio Bertoli e de Viviane Rodrigues dos Santos Bertoli. O pretendente: MOACIR SANTANA DOS REIS, de nacionalidade brasileira, profi ssão advogado, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 31/08/1982, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Manoel Pereira dos Reis e de Joana Pascoal de Santana dos Reis. A pretendente: VIRGINIA FAVARON MANTOVANI, de nacionalidade brasileira, profi ssão analista de RH, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 23/09/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Jose Antonio Mantovani e de Dirce Favaron Mantovani. O pretendente: BRUNO PINHEIRO DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão engenheiro, estado civil solteiro, nascido no Rio de Janeiro - RJ, no dia 18/01/1982, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de João Carlos Pinheiro da Silva e de Ritinha Fumagalli Pinheiro da Silva. A pretendente: JÉSSICA INGRID RODRIGUES DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão coordenadora de projetos, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 23/09/1989, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Reginaldo João dos Santos e de Marcia Regina Rodrigues de Macedo. O pretendente: CLAUDIO BATISTA DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão estoquista, estado civil solteiro, nascido em Guarabira - PB, no dia 27/10/1982, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Severino Luiz da Silva e de Maria de Fatima Batista da Silva. A pretendente: MARIA DAS GRAÇAS VICENTE DE LIMA, de nacionalidade brasileira, profi ssão gestora de marketing, estado civil solteira, nascida em Areia - PB, no dia 22/08/1972, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de José Vicente de Lima e de Maria da Conceição. O pretendente: RENATO DEMETRIO DE ARAUJO, de nacionalidade brasileira, profi ssão motorista, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 13/03/1979, residente e domiciliado em Diadema - SP, fi lho de Severino Carlos Gomes de Araujo e de Neide Maria Demetrio de Araujo. A pretendente: ANDREA PEREIRA DA SILVA, de nacionalidade brasileira, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 13/03/1979, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Severino Carlos Gomes de Araujo e de Neide Maria Demetrio de Araujo. O pretendente: MARCOS VINICIUS SPAGNOLI, de nacionalidade brasileira, profi ssão professor, estado civil solteiro, nascido em São José do Rio Preto - SP, no dia 27/11/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Doraci Spagnoli e de Marilza Amadio Spagnoli. A pretendente: NATIVA CARVALHO ARÊAS, de nacionalidade brasileira, profi ssão empresária, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 28/05/1988, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Paulo Mauricio Arêas Silva e de Maria Osana Belo de Carvalho. O pretendente: TOBIAS ZAMIGNAN MANICA, de nacionalidade brasileira, profi ssão publicitário, estado civil solteiro, nascido em Campo Grande - MS, no dia 21/01/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Jaime Guido Manica e de Marlete Zamignan Manica. A pretendente: MARIA CARVALHAL BELCHIOR, de nacionalidade brasileira, profi ssão publicitária, estado civil solteira, nascida em Sorocaba - SP, no dia 28/12/1983, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de José Fernando Belchior e de Rosangela Carvalhal Silva. O pretendente: ELTON RICARDO CUNHA, de nacionalidade brasileira, profi ssão policial militar, estado civil solteiro, nascido em Pirassununga - SP, no dia 28/05/1979, residente e domiciliado nesta Capital - SP, fi lho de Benedito Alziso da Cunha e de Djanira Ivete de Oliveira Cunha. A pretendente: CRISTINA DE SOUZA CASTRO, de nacionalidade brasileira, profi ssão advogada, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 23/01/1983, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Dioliras Froes de Castro e de Janete de Souza Castro. Obs.: Copia do edital para ser entregue no cartorio da residencia do pretendente. O pretendente: SHANE DAVID THOMPSON, de nacionalidade britanica, profi ssão autônomo, estado civil solteiro, nascido em Derby, Condado de Derbyshire, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, Inglaterra, no dia 25/04/1991, residente e domiciliado na Irlanda do Norte, ora de passagem por esta cidade, fi lho de David Ralph Thompson e de Deborah Helen Thompson. A pretendente: BRUNA BERTONI, de nacionalidade brasileira, profi ssão autônoma, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 09/05/1992, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de João Bertoni Neto e de Ana Aparecida Bertoni. O pretendente: FERNANDO LOPES PACHECO, de nacionalidade brasileira, profi ssão agente de viagens, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 23/06/1972, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de João Pacheco e de Leci Lopes da Costa. A pretendente: TELMA SILVESTRI DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão analista de transação, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 08/06/1964, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Raimundo Augusto da Silva e de Ana Silvestre da Silva. O pretendente: GILSON DA ROCHA ALMEIDA, de nacionalidade brasileira, profi ssão tecnólogo, estado civil divorciado, nascido em São Paulo - SP, no dia 20/11/1955, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de José Almeida de Jesus e de Francisca da Rocha Almeida. A pretendente: SUELY YOSHIE KOORO, de nacionalidade brasileira, profi ssão psicóloga, estado civil divorciada, nascida em São Paulo - SP, no dia 20/12/1961, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Shiroshi Kooro e de Hideko Kooro. O pretendente: DAVID CAPORALI PENA ANDRÉS, de nacionalidade brasileira, profissão administrador, estado civil solteiro, nascido em Belo Horizonte - MG, no dia 17/06/1985, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Artur Andres Ribeiro e de Isaura Caporali Pena Andrés. A pretendente: PAULA PRISCILLA SANTOS FERNANDES, de nacionalidade brasileira, profi ssão fi sioterapeuta, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 19/03/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Abilio Ramiro Morais Fernandes e de Dulcineia Ananias dos Santos Fernandes. O pretendente: FELIPE AMERICO MARTINS GOMES, de nacionalidade brasileira, profi ssão encarregado administrativo, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 22/09/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Nicodemos Gomes dos Santos e de Marilza Elena Martins Oliveira dos Santos. A pretendente: MILENE INACIA ROSCHEL, de nacionalidade brasileira, profi ssão analista contabil, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 26/03/1992, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Adão Roschel e de Lusimar Inacia do Carmo. O pretendente: MARCO MAZZINI, de nacionalidade brasileira, profi ssão feirante, estado civil viúvo, nascido em São Paulo - SP, no dia 25/10/1961, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Quinto Mazzini e de Ida Dattola. A pretendente: SONIA REGINA RODRIGUES DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profissão feirante, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 01/04/1964, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Nilo Abady Rodrigues da Silva e de Aparecida Pinto da Silva. O pretendente: FERNANDO DE OLIVEIRA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão serralheiro, estado civil solteiro, nascido em Caxias - MA, no dia 30/04/1988, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Antonio Francisco Silva dos Santos e de Marilene de Oliveira. A pretendente: MARIA JULIANA LUIZ, de nacionalidade brasileira, profi ssão auxiliar de creche, estado civil solteira, nascida em Itoporanga - SP, no dia 18/11/1987, residente e domiciliada em Itaraté - SP, fi lha de João Maria Luiz e de Rosalina Pino Nunes. O pretendente: MARCUS VINICIUS COSTA RASPA, de nacionalidade brasileira, profi s- são fi sioterapeuta, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 30/06/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Americo Raspa Neto e de Maria Lucia Costa Raspa. A pretendente: CALINE DUARTE PINTO, de nacionalidade brasileira, profi ssão designer grafi ca, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 29/11/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Fernando Duarte Pinto e de Marlene Maria de Sousa Duarte Pinto. O pretendente: NELSON LUIZ DIAS JUNIOR, de nacionalidade brasileira, profi ssão administrador de empresas, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 27/11/1979, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Nelson Luiz Dias e de Maria da Gloria Afonso Dias. A pretendente: KELLY KIMIE DE SOUSA MURAMATSU, de nacionalidade brasileira, estado civil solteira, profi ssão administradora, nascida em Itaguai - RJ, no dia 12/03/1980, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Antonio Shidijiro Muramatsu e de Maria de Sousa Muramatsu. O pretendente: TIAGO DA SILVA ALMEIDA, de nacionalidade brasileira, profi ssão analista de sistemas, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 16/11/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Edvaldo Galdino de Almeida e de Regina Lusia Luis da Silva Almeida. A pretendente: TALITA PEREIRA DE SOUZA, de nacionalidade brasileira, profi ssão bancária, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 22/06/1991, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Jurandir Florencio de Souza e de Maria Antonia Pereira. O pretendente: RODRIGO DE FARIA LOURENÇO, de nacionalidade brasileira, profi ssão administrador, estado civil divorciado, nascido em São Paulo - SP, no dia 20/05/1970, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Ruy Lourenço e de Heloisa de Faria Lourenço. A pretendente: ANA BEATRIZ FALCIONE, de nacionalidade brasileira, profi ssão educadora fi sica, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 04/01/1981, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Wagner Falcione e de Maria Lucia Chiorioni Falcione. O pretendente: MILTON FERREIRA MAIA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão corretor de imóveis, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 19/08/1969, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Carlindo Ferreira da Silva e de Maria do Carmo Cirilo Silva. A pretendente: CINTHIA DE MELO GOMES, de nacionalidade brasileira, profi ssão mecânica, estado civil solteira, nascida em Guarulhos - SP, no dia 30/10/1980, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Valdy Oliveira Gomes e de Romilda de Melo Gomes. O pretendente: LUIZ FERNANDO ALVES DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão gerente, estado civil solteiro, nascido em Itabuna - BA, no dia 22/08/1989, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Francolino Pereira dos Santos e de Jovelina Maria Alves. A pretendente: DAYANA LUIZA DE LIMA, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida em Diadema - SP, no dia 24/11/1994, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Jose Lourenço de Lima e de Marilene Luiz da Silva. O pretendente: LUCAS MICHELETTI, de nacionalidade brasileira, profi ssão bancário, estado civil solteiro, nascido em Itapolis - SP, no dia 30/08/1984, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Aparecido Alcides Milcheletti e de Teresinha Santacruz Milcheletti. A pretendente: NATHALIA MORGANA RODRIGUES CUSTODIO, de nacionalidade brasileira, profi ssão administradora, estado civil solteira, nascida em Monte Carmelo - MG, no dia 07/04/1988, residente e domiciliada em Boa Vista - MG, fi lha de Helmo Pedrosa Custodio e de Liliane Rodrigues Luiz Custodio. O pretendente: MARCELO RODRIGUES MAMBRIZ, de nacionalidade brasileira, profissão microempresário, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 14/09/1975, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Dirceu Mambriz e de Amélia das Dores Rodrigues Mambriz. A pretendente: ANNA PAULA MARQUES DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão médica, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 14/09/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Henrique Marques da Silva e de Ivone Pranckevicius Marques da Silva. O pretendente: TIAGO DA CRUZ PATROCINIO, de nacionalidade brasileira, profi ssão polidor, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 06/02/1987, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Paulo Sergio Patrocinio e de Beatris da Cruz. A pretendente: ANA PAULA ROCHA DE JESUS, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida em Belo Horizonte - MG, no dia 19/01/1985, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Manoel dos Anjos de Jesus e de Maria Aparecida da Rocha. O pretendente: LUAN PEREIRA SALES JUVENAL, de nacionalidade brasileira, profissão servente de pedreiro, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 30/01/1993, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Gildasio Pereira Juvenal e de Maria Josineide de Sales. A pretendente: JANAINA SILVA SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 09/04/1993, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Pedro Cesar Santos e de Lucilene Maria da Silva. O pretendente: GILTAMAR FRANCISCO PEREIRA, de nacionalidade brasileira, profissão autônomo, estado civil solteiro, nascido em Cotegipe - BA, no dia 08/04/1990, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Dalva Francisca Pereira. A pretendente: DANIELA ALVES DE LIMA, de nacionalidade brasileira, profi ssão atendente, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 12/11/1996, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Enoque Feitosa de Lima e de Marilza Alves Silva de Lima. O pretendente: EWERTON ALEXANDRE DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi s- são motorista, estado civil solteiro, nascido em Marilia - SP, no dia 16/05/1979, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Arnaldo da Silva e de Rosalina Pereira da Silva. A pretendente: FRANCISCA QUIRINO MACAIBA, de nacionalidade brasileira, profi ssão promotora de vendas, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 31/07/1985, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Francisco Soares Macaiba e de Rita Quirino de Souza. O pretendente: JOÃO BATISTA DE MARIA, de nacionalidade brasileira, profi ssão eletricista, estado civil divorciado, nascido em Esperança - PB, no dia 03/02/1962, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Antonio José Maria e de Josefa Cordeiro de Maria. A pretendente: EMANUELA SABRINA DE OLIVEIRA SOARES, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida Esperança - PB, no dia 20/01/1993, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Everaldo Palmeira Soares e de Sonia de Oliveira da Silva. O pretendente: SERGIO RIBEIRO LA VALLE, de nacionalidade brasileira, profissão engenheiro, estado civil divorciado, nascido em São Paulo - SP, no dia 31/10/1974, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, filho de Sergio La Valle e de Janete Maria de Oliveira Ribeiro. A pretendente: DANIELA VIVEIROS FERNANDES, de nacionalidade brasileira, profissão professora, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 17/07/1977, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de José Moreira Fernandes e de Maria Helena de Viveiros Fernandes. O pretendente: RAFAEL DA SILVA MATOS, de nacionalidade brasileira, profissão coordenador, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 06/03/1987, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, filho de Ervaldo José de Matos e de Benedita Gonzaga da Silva. A pretendente: ERICA FERREIRA DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profissão do lar, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 01/10/1984, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de Fernando Miguel dos Santos e de Maria da Luz Ferreira de Souza. O pretendente: ANDRÉ GIRON DE SOUSA, de nacionalidade brasileira, profi ssão técnico em telecomunicação, estado civil solteiro, nascido em Guarulhos - SP, no dia 31/08/1983, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Edmilson Alves de Sousa e de Cleide Giron de Sousa. A pretendente: SHEILA DE FREITAS, de nacionalidade brasileira, profi ssão auxiliar de importação, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 08/08/1979, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Valdomiro Aparecido de Freitas e de Hilda Reis de Freitas. O pretendente: SILVANEI DOS SANTOS BEZERRA, de nacionalidade brasileira, profi ssão comprador, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 18/04/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Paulo Inocencio Bezerra e de Maria do Socorro dos Santos. A pretendente: RAQUEL CEZARIO DO NASCIMENTO, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida em Araripe - CE, no dia 02/04/1989, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Antonio Cezario do Nascimento e de Maria Alves do Nascimento. O pretendente: JANIELSON RODRIGUES DE PAULA, de nacionalidade brasileira, profi ssão operador de supermercado, estado civil solteiro, nascido em São Bernardo do Campo - SP, no dia 15/09/1994, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de José Honorio Rodrigues Filho e de Sindalva Olinda de Paula Rodrigues. A pretendente: ALINE LUCHINI DE NOVAIS, de nacionalidade brasileira, profi ssão do lar, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 16/06/1989, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Claudeonor Oliveira de Novais e de Geracina Luchini de Novais. O pretendente: LEONARDO DOS SANTOS CAVALCANTE DE ANDRADE, de nacionalidade brasileira, profi ssão borracheiro, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 26/04/1989, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Silvio Cavalcante de Andrade e de Regina Lucia dos Santos. A pretendente: VANESSA APARECIDA DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão cuidadora, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 06/04/1990, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Clodoaldo dos Santos e de Andréa Aparecida do Nascimento. O pretendente: JOSÉ RICARDO DA SILVA ROSA, de nacionalidade brasileira, profi s- são encarregado de produção, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 06/09/1969, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Ademar da Silva Rosa e de Benedicta Maria da Silva Rosa. A pretendente: DENISE FREITAS MENEZES, de nacionalidade brasileira, profi ssão copeira, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 21/03/1968, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Daniel Freitas Menezes e de Inez Barreto Menezes. O pretendente: RICARDO VIEIRA SALES, de nacionalidade brasileira, profissão motorista, estado civil solteiro, nascido em Vitoria da Conquista - BA, no dia 22/12/1986, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Domício de Almeida Sales e de Nailde Vieira Sales. A pretendente: RENATA ESTEVAM DOS SANTOS, de nacionalidade brasileira, profi ssão assistente administrativa, estado civil solteira, nascida em Osasco - SP, no dia 03/01/1991, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de João Carlos Estevam dos Santos e de Regina Aparecida Ribeiro dos Santos. O pretendente: MAURICIO ALVES DE SOUZA, de nacionalidade brasileira, profi ssão monotiramento, estado civil solteiro, nascido em Diadema - SP, no dia 04/11/1981, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Jonas Alves de Souza e de Maria das Graças Alves de Souza. A pretendente: DANIELA PACHECO GOMES, de nacionalidade brasileira, profi ssão professora de educação infantil, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 25/09/1979, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Antonio de Miranda Gomes e de Luiza Pacheco Gomes. O pretendente: MESSIAS ISMAEL DE ARAÚJO, de nacionalidade brasileira, profi ssão marmoreiro, estado civil solteiro, nascido em Maua - SP, no dia 16/06/1989, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de João Ismael de Araujo e de Antonia Lisboa de Araujo. A pretendente: JANICLÉA DE QUEIROZ TORRES, de nacionalidade brasileira, profi ssão diarista, estado civil solteira, nascida em Caraibeiras, Municipio de Tacaratu - PE, no dia 28/02/1982, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Dário de Queiroz Torres e de Janira Maria do Nascimento Torres. O pretendente: RODRIGO AUGUSTO BATISTA, de nacionalidade brasileira, profi ssão expedidor, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 07/09/1987, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Aparecida Augusta Batista. A pretendente: LUANA FERREIRA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão atendente, estado civil solteira, nascida em Cabo Frio - RJ, no dia 24/05/1988, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Pedro Bezerra da Silva e de Isabel Maria da Silva Ferreira. O pretendente: MANOEL MESSIAS ARAUJO DA SILVA, de nacionalidade brasileira, profi ssão ajudante, estado civil solteiro, nascido em Ipueiras - CE, no dia 25/12/1983, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de João Rodrigues da Silva e de Maria de Araujo da Silva. A pretendente: MARIA HELENA DA CONCEIÇÃO SILVA, de nacionalidade brasileira, estado civil solteira, profi ssão copeira, nascida em Barras - PI, no dia 09/06/1963, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Domingos Maximiano Silva e de Domingas Maria da Conceição. O pretendente: ALEXANDRE GONÇALVES LOPES, de nacionalidade brasileira, estado civil solteiro, nascido em Diadema - SP, no dia 11/12/1997, residente e domiciliado em Diadema - SP, filho de Pedro Lopes Neto e de Ivanete Ribeiro Gonçalves. A pretendente: JESSICA DE QUEIROZ ARAUJO, de nacionalidade brasileira, profissão lavrador de autos, estado civil solteira, nascida em Diadema - PI, no dia 14/12/1996, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de Adriano Araujo e de Marcia Sandra Magalhães de Queiroz. O pretendente: DILCEU DE SOUZA PEREIRA, de nacionalidade brasileira, profi ssão ajudante de metalurgico, estado civil solteiro, nascido em Jacaraci - BA, no dia 13/04/1974, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Ananias Antonio Pereira e de Ana Alves de Souza Pereira. A pretendente: VERA LUCIA GALDINO PEREIRA, de nacionalidade brasileira, profi ssão fi scal de caixa, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 04/09/1971, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Otacilio Felix Pereira e de Josefa Galdino Pereira. O pretendente: FABIO DA SILVA VIEIRA, de nacionalidade brasileira, profissão vendedor, estado civil solteiro, nascido em Curitiba - PR, no dia 27/08/1978, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, filho de Marina da Silva Vieira. A pretendente: CIBELE DA CRUZ MARCONDES, de nacionalidade brasileira, profissão auxiliar de serviços gerais, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 10/02/1986, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de Luis Carlos Marcondes e de Rosilene Moreira da Cruz Santana. O pretendente: DIOGO FERREIRA BONANOME DE SOUZA, de nacionalidade brasileira, profi ssão comerciario, estado civil solteiro, nascido em São Paulo - SP, no dia 03/11/1988, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, fi lho de Claudinei Ferreira de Souza e de Silvia Bonanome de Souza. A pretendente: THAIRINE ALBUQUERQUE DO CARMO, de nacionalidade brasileira, profi ssão enfermeira, estado civil solteira, nascida em São Paulo - SP, no dia 28/05/1991, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, fi lha de Valtemir Francisco do Carmo e de Doraleide Lira de Albuquerque do Carmo. O pretendente: CARLOS ANTONIO CAJADO, de nacionalidade brasileira, profissão aposentado, estado civil divorciado, nascido em Feira de Santana - BA, no dia 28/12/1951, residente e domiciliado neste Subdistrito - SP, filho de Jeronima Rodrigues Cajado. A pretendente: ADELAIDE DE JESUS SERRA, de nacionalidade brasileira, profissão aposentada, estado civil viúva, nascida em Pirituba - BA, no dia 25/10/1953, residente e domiciliada neste Subdistrito - SP, filha de Justiniano Araujo dos Santos e de Julia de Jesus Silva. Se alguém souber de algum impedimento, oponha-se na forma da lei. Lavro o presente, para ser afi xado no Ofi cial de Registro Civil e publicado na imprensa local Jornal Empresas & Negócios

15 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Página 15 Você sabe como cuidar de sua audição? Diversos fatores do dia-a-dia podem levar à surdez; veja os conselhos de uma fonoaudióloga Já se constata que a perda auditiva está começando a surgir cada vez mais cedo entre moradores de grandes cidades. Porém, apenas 40% das pessoas com problemas de audição reconhecem que ouvem mal. Muitas vezes a falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência. Mas você sabia que é possível criar hábitos saudáveis, desde os primeiros dias de vida de um bebê, para manter uma boa saúde auditiva? A fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas, analisa os problemas causados pela poluição sonora e lista algumas medidas importantes: 1) Em uma sociedade onde TV, rádio, aparelhos de som, fones para ouvir música e jogos de videogame fazem parte do dia-a-dia, as ameaças aos ouvidos estão em toda a parte. O nível de barulho em nossa casa também tem grande impacto na audição. Respeitar os limites de decibéis recomendados por especialistas é importante, não só em respeito aos vizinhos, mas em benefício da própria saúde. A exposição contínua a ruídos superiores a 50 decibéis pode causar perda progressiva da audição. 2) O grave problema da poluição sonora piora a cada dia. O trânsito é um dos grandes vilões. Além de incômodo, o barulho afeta a saúde física e psicológica, gerando estresse, ansiedade, aumento da pressão sanguínea. Quando o ruído é intenso e prolongado, pode causar também perda de audição. Enquanto as autoridades ainda falham na fiscalização a ônibus, carros e caminhões, uma das soluções mais baratas e inteligentes é usar protetores de ouvido. 3) Assim que um bebê nasce, os pais sabem que é preciso fazer o teste do pezinho, mas e o da orelhinha? Tão importante quanto o primeiro exame, o teste da orelhinha é realizado para detectar problemas de audição do bebê. É rápido, indolor, não machuca a orelha do bebê e deve ser realizado após as primeiras 24 horas de vida da criança, na própria maternidade. Quanto mais cedo forem diagnosticados problemas de audição e mais rápido for a intervenção, melhor será o prognóstico. 4) Existem evidências de que a perda de audição seja a deficiência mais comum em crianças infectadas congenitamente pela rubéola. A busca de tratamento deve ocorrer rapidamente. É necessário realizar teste auditivo e outros exames médicos. A partir daí, avalia-se o tipo de tratamento a ser utilizado e que deve estar adaptado às necessidades específicas de cada criança. Procure seu médico a qualquer sinal de anormalidade. 5) Nem sempre um estudante desatento nas aulas é desinteressado. Essa criança pode simplesmente apresentar problemas de audição. Com dificuldades para ouvir, não consegue aprender direito, costuma ter conflitos de relacionamento e apresentar distúrbios de comportamento, como falta de concentração ou retraimento em excesso. Está comprovado que alunos com problemas de audição têm um rendimento escolar inferior. 6) Se você quer pilotar embalado pelo ronco de sua moto por muitos e muitos anos, vale a pena proteger seus ouvidos. O excesso de barulho do motor pode afetar a saúde auditiva. Estudo do Instituto Nacional de Surdez e Outras Doenças de Comunicação, dos EUA, constatou que uma moto emite ruídos em torno de 95 decibéis (db). Especialistas alertam que ruídos acima de 85 db podem causar alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição. O problema é mais agudo quanto maior for o barulho e o tempo de exposição do piloto ao excesso de ruído. O melhor é usar protetores auriculares. 7) Muitas pessoas experimentam algum grau de perda auditiva a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo, mas muitos não admitem a surdez. Trazer à tona o problema é a Divulgação melhor coisa a fazer. Familiares e amigos devem oferecer apoio importante. O tratamento da perda auditiva, em muitos casos, pode ser feito com o uso de aparelhos auditivos, resultando em melhora significativa na qualidade de vida do indivíduo tratado. 8) Ao desconfiar que seu filho ou você mesmo sente alguma dificuldade para ouvir, consulte logo um médico otorrinolaringologista, que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda de audição. A partir do resultado de testes como o de audiometria, realizado por um fonoaudiólogo, pode ser indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema. A audição é muito importante em nossas relações, em nosso dia-a-dia, e atualmente os aparelhos são minúsculos, discretos, não ofendem a vaidade de quem os usa. Então, por que não pensar no assunto e fazer logo um exame? Fonte e mais informações (www.telex.com.br). ABC BRASIL Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. CNPJ nº / RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação dos Senhores Acionistas, as Demonstrações Financeiras referentes aos semestres findos em 30 de junho de 2015 e de 2014, juntamente com o relatório da Ernst & Young Auditores Independentes S.S.. São Paulo, 27 de agosto de 2015 BALANÇOS PATRIMONIAIS 30 de junho de 2015 e 2014 Notas Passivo Notas Ativo Circulante Circulante Outras obrigações Disponibilidades Fiscais e previdenciárias Títulos e valores mobiliários Diversas Patrimônio líquido Carteira própria Capital Outros créditos De domiciliados no País - Ordinárias Diversos De domiciliados no País - Preferenciais Realizável a longo prazo Reservas de capital Títulos e valores mobiliários Reserva de lucros Carteira própria Lucros acumulados Total do ativo Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO Semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO Semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 (Em milhares de reais, exceto lucro líquido por ação) Notas Receitas da intermediação financeira Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas (despesas) operacionais (378) (307) Outras despesas administrativas (146) (88) Despesas tributárias (232) (219) Resultado operacional Resultado antes da tributação sobre lucro e participações Imposto de renda e contribuição social 7 (1.781) (1.543) Provisão para imposto de renda (1.107) (966) Provisão para contribuição social (672) (587) Ativo fiscal diferido (2) 10 Lucro líquido do semestre Lucro líquido por ação em R$: ações ( ações em 2014) 0,054 0,047 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras Reservas de capital Reserva de lucros Capital social Incentivos fiscais Títulos patrimoniais Reserva legal Equalização de dividendos Lucros acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Lucro líquido do semestre Destinação - Reserva legal 117 (117) Saldos em 30 de junho de Saldos em 31 de dezembro de Lucro líquido do semestre Destinação - Reserva legal 135 (135) Saldos em 30 de junho de As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Semestres findos em 30 de junho de 2015 e CONTEXTO OPERACIONAL A ABC Brasil Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. é uma instituição financeira que tem por finalidade operar no mercado de títulos e valores mobiliários por conta própria e de terceiros. Suas operações são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições, as quais atuam integradamente no mercado financeiro, utilizando a estrutura operacional do Banco ABC Brasil S.A. Suas operações atuais se restringem à administração dos recursos próprios. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que consideram as diretrizes contábeis emanadas da Lei nº 6.404/76 alterada pela Lei nº /07 e Lei nº /09, além das normas e instruções do Banco Central do Brasil - BACEN. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e suas interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicáveis às instituições financeiras somente quando aprovadas pelo BACEN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados pelo BACEN são: Resolução nº 3.566/08 - Redução ao valor recuperável de ativos; Resolução nº 3.604/08 - Demonstração do fluxo de caixa; Resolução nº 3.750/09 - Divulgação sobre partes relacionadas; Resolução nº 3.823/09 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes; Resolução nº 3.973/11 - Evento subsequente; Resolução nº 3.989/11 - Pagamento baseado em ações; Resolução nº 4.007/11 - Políticas contábeis, mudança de estimativa e retificação de erro; e Resolução nº 4.144/12 - Pronunciamento conceitual básico. As principais práticas contábeis são assim resumidas: a) Critérios de avaliação dos ativos: Os ativos, exceto os títulos e valores mobiliários, são demonstrados pelo custo de aquisição acrescido de variações cambiais, monetárias e juros quando aplicável. Quando o valor de mercado for inferior, é efetuada provisão para ajuste do ativo ao valor de realização. Os títulos e valores mobiliários são classificados de acordo com a intenção da Administração, no tocante à sua manutenção em carteira ou disponibilidade para negociação. b) Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08 inclui dinheiro em caixa, depósitos bancários, investimentos de curto prazo de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valor e limites, com prazo de vencimento original inferior a 90 dias. c) Classificação dos ativos e passivos circulantes e a longo prazo: Os ativos e passivos operacionais, cujos vencimentos ou possibilidade efetiva de liquidação ocorram até o prazo de 1 ano da data do balanço, estão classificados no circulante e aqueles, cujos vencimentos ou possibilidade efetiva de liquidação ocorram após esse prazo são classificados no longo prazo. d) Apuração das receitas e despesas: O resultado é apurado pelo regime de competência e considera, quando aplicável, os efeitos de ajustes de ativos para o valor de mercado ou de provável realização. O imposto de renda é reconhecido pelo regime de competência, cujos valores diferidos são calculados sobre as diferenças temporárias decorrentes de receitas e despesas ainda não tributáveis ou dedutíveis para fins fiscais, cujas adições ou exclusões futuras são autorizadas pela legislação tributária. e) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios descritos abaixo: Contingências ativas - Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos. Contingências passivas - São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão e divulgação. Obrigações legais, fiscais e previdenciárias - referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos e contribuições. f) Imposto de Renda e Contribuição Social: O imposto de renda é calculado à alíquota de 15%, com um adicional de 10% incidente sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 mil para o exercício, ajustado pelas adições e exclusões previstas na legislação. A contribuição social é apurada sobre o lucro ajustado na forma da legislação em vigor à alíquota de 15%. Em 14 de maio de 2014, foi publicada a Lei nº /14, fruto da conversão da medida provisória nº 627/13, que altera a legislação tributária federal sobre IR, CS, PIS e COFINS. A referida lei dispõe sobre diversos assuntos e em especial sobre: i. A revogação do regime tributário de transição (RTT), disciplinando os ajustes decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis introduzidos em razão da convergência das normas contábeis brasileiras aos padrões internacionais; ii. A tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas; e iii. Reabertura do parcelamento da Lei nº /09 e instituição de novo parcelamento especial de Contribuição para o PIS e COFINS da Lei nº 9.718/98. O novo regime tributário previsto na Lei nº /14 passou a vigorar a partir de 2015 e não existem impactos relevantes na organização. Em 22 de maio de 2015, foi publicada a Medida Provisória nº 675, que eleva de 15% para 20% a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, a partir de 1º de setembro de g) Lucro por ação: O lucro por ação é calculado mediante a divisão do lucro atribuível aos acionistas da sociedade, pela quantidade de ações em circulação durante o período, excluindo as ações compradas pela sociedade e mantidas como ações em tesouraria. 3. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Disponibilidades Saldo de caixa e equivalentes de caixa TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS Em 30 de junho de 2015, a carteira de títulos classificados na categoria Títulos disponíveis para venda é composta por Depósitos a Prazo com Garantia Especial - DPGE no montante de R$ 2.042, com o valor de curva de R$ (R$ , com o valor de curva de R$ em 2014) e classificadas como Títulos para negociação, as Letras Financeiras do Tesouro - LFT no montante de R$ , com o valor de curva de R$ (R$ , com o valor de curva de R$ em 2014). O Resultado gerado por títulos e valores mobiliários no semestre foi de R$ (R$ em 2014). Os Depósitos a Prazo com Garantia Especial - DPGE são registrados pelos valores de custo de aquisição acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço com base nas taxas contratuais. Devido à inexistência de mercado secundário ativo para esses títulos, e considerando a garantia fornecida pelo Fundo Garantidor de Crédito - FGC para essas operações, limitada a R$ por emissor, a administração entende que o valor de curva do papel representa a melhor estimativa do valor de mercado. A composição da carteira em 30 de junho de 2015, considerando o prazo de vencimento é demonstrada como segue: 2015 Até 1 mês De 1 a 3 meses De 3 a 6 Meses De 6 a 12 Meses De 1 a 3 anos Acima de 3 anos Total Títulos para negociação Letras Financeiras do Tesouro Títulos disponíveis para venda Certificado de depósitos bancários Total Total OUTROS CRÉDITOS Em 30 de junho de 2015, os saldos de outros créditos são assim compostos: Créditos tributários (Nota 7) Devedores por depósitos em garantia Impostos e contribuições a compensar Outros OBRIGAÇÕES FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS Impostos e contribuições a recolher Provisões para riscos fiscais 48 Provisões para impostos e contribuições s/lucros (Nota 7) Imposto e contribuições s/lucro a pagar IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Conforme determinado pela Resolução nº 3.059/02, e alterada pela Resolução nº 3.355/06, ambas do Banco Central do Brasil, a Distribuidora registrou o saldo líquido dos créditos tributários. A natureza, a origem e a movimentação dos créditos tributários constituídos no período são demonstradas a seguir: 31/12/2014 Baixas 30/06/2015 Créditos tributários Diferenças temporárias Ajuste ao valor de mercado 14 (2) 12 Saldo líquido (Nota 5) 14 (2) 12 Considerando-se o histórico de rentabilidade e a estimativa de realização futura, a realização dos créditos tributários existentes em 30 de junho de 2015 está prevista para o primeiro semestre de 2016, com o respectivo valor presente de R$ 12. A apuração da despesa com imposto de renda para os semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 é demonstrada a seguir: Resultado antes do imposto de renda e contribuição social Encargos totais de imposto de renda pelas alíquotas nominais Provisões não dedutíveis (2) 11 Outros valores (12) (12) Total do imposto de renda sobre os resultados correntes (Nota 6) Impostos e contribuições diferidos Créditos tributários constituídos no semestre 2 (10) Total do resultado de imposto de renda e contribuição social Imposto de renda Contribuição social Ativo fiscal diferido 2 (10) DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA Semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 Atividades operacionais Lucro líquido ajustado do semestre Lucro líquido do semestre Variação de ativos e passivos (2.861) (2.296) (Aumento) em títulos e valores mobiliários (1.569) (1.450) Redução em outros créditos Redução em outras obrigações (1.518) (996) Caixa aplicado nas atividades operacionais (160) 47 Redução de caixa e equivalentes de caixa (160) 47 No início do semestre No final do semestre Saldo de caixa e equivalentes de caixa (160) 47 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO Semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 Apuração do valor adicionado Resultado bruto da intermediação financeira Outras despesas administrativas (146) (88) Valor adicionado a distribuir Distribuição do valor adicionado Remuneração do governo Despesas tributárias Imposto de renda e contribuição social Remuneração dos acionistas Lucros retidos Valor distribuído As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras 8. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS As operações com partes relacionadas foram contratadas a taxas normais de mercado, compatíveis com as taxas praticadas em operações com terceiros nas datas das operações. Os saldos e resultado das transações realizadas com partes relacionadas (Banco ABC Brasil S.A.) estão relacionados a seguir: Ativos Receitas Ativos Receitas (passivos) (despesas) (passivos) (despesas) Disponibilidades Na Distribuidora não há remuneração para os administradores. 9. ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS, FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS A Distribuidora responde por ações e processos cujas perdas estão sendo considerados com prognósticos possíveis por nossos assessores cujo detalhamento é o seguinte: PIS: A Distribuidora discute a exigibilidade da contribuição ao PIS, instituída nos termos da Emenda Constitucional EC 10/97, em especial quando: (i) inconstitucionalidade com base no princípio da irretroatividade (01/07/1997 a 25/11/1997); (ii) inconstitucionalidade com base no princípio da anterioridade nonagesimal (25/11/1997 a 23/02/1998). Foi reconhecido o direito da Distribuidora de afastar essa exigência fiscal, decisão esta que transitou em julgado, porém não satisfeita a União Federal ingressou com Ação Rescisória, atualmente aguardando julgamento. Na opinião de nossos advogados externos, a probabilidade de perda é possível e o valor estimado da contingência corresponde a R$ PATRIMÔNIO LÍQUIDO Em 30 de junho de 2015 e 2014 o capital social está representado por ações, sendo ações ordinárias e ações preferenciais, todas sem valor nominal. Conforme previsto no estatuto social da Distribuidora, aos acionistas é assegurado o direito de um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido anual ajustado na forma da lei. Não foram provisionados dividendos em função de não haver intenção de distribuição no exercício. A constituição da reserva legal obrigatória de 5% sobre o lucro líquido apurado em 30 de junho de 2015 apresenta o montante de R$ 135 (R$ 117 em 2014). Por deliberação dos acionistas, através de Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária de 30 de abril de 2009, foi aprovada a criação da conta reserva de lucros para equalização de dividendos destinando para esta reserva o saldo da conta de lucros acumulados, limitada a 50% do capital social, sendo esta constituída como forma de manter o fluxo de remuneração aos acionistas. 11. OUTRAS INFORMAÇÕES O Banco Central do Brasil, através das Resoluções nº 4.192/13 e nº 4.178/13, instituiu a apuração do Patrimônio de Referência em bases consolidadas sobre o conglomerado financeiro e através da Resolução nº 4.193/13, instituiu apuração do patrimônio de referência mínimo requerido para os ativos ponderados por risco (RWA), ambas com efeito a partir de outubro de O índice da Basileia para 30 de junho de 2015 apurado com base no conglomerado financeiro é de 14,80% e seria de 14,66% com base no conglomerado econômico financeiro (13,98% em 2014). A DIRETORIA CONTADOR: LEILA MARIA DE CARVALHO ROCHA - CRC 1SP /O-5 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas da ABC BRASIL Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da ABC BRASIL Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. ( Distribuidora ), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração da Distribuidora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Distribuidora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Distribuidora. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da ABC BRASIL Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Demonstração do valor adicionado Examinamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA) para o semestre findo em 30 de junho de 2015, preparada sob responsabilidade da administração. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6 Flávio Serpejante Peppe Contador CRC-1SP172167/O-6 São Paulo, 27 de agosto de 2015 Renato Nantes Contador CRC-1RJ115529/O-7

16 Página 16 Ciência e Tecnologia São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de G, 3G ou 4G? Como será o futuro para M2M (IoT)? Para quem busca se posicionar no mercado M2M (ou IoT) é importante avaliar o projeto do ponto de vista técnico e de negócios para determinar sua estratégia: há necessidade de velocidade na conexão? Qual o tempo do projeto? Sérgio Souza (*) Agosto de A data é 3 de agosto de Depois de alguns meses cheios de rumores, finalmente o gigante de telecomunicações americano, ATT, comunica formalmente à SEC (órgão regulador da bolsa de valores americana) que irá desligar sua rede 2G e anuncia uma data firme: E logo após, inicia o processo de "refarming" de sua rede, desligando paulatinamente sua infra estrutura 2G e reaproveitando aos poucos as frequências para outras tecnologias mais avançadas como LTE e 3G. Quais foram as consequências? Os clientes M2M da ATT imediatamente perceberam que teriam uma despesa adicional para trocar os SIM Cards e contratar outra operadora ou atualizar os equipamentos por algo que pudesse utilizar a rede 3G, o que significava trocá-los. Despesa não prevista, pelo menos não para o mesmo ano, reduzindo os resultados das empresas prestadoras de serviços M2M como rastreamento, telemática de forma mais genérica, por exemplo. Uma má notícia, mas não para todos. Os fornecedores de equipamentos viram enorme oportunidade para aumentar suas vendas, o que realmente aconteceu, agora com equipamentos capazes de se comunicar em 3G. Os mesmos motivos que levaram a ATT a se afastar da rede 2G, levaram outras operadoras no mundo a tomar decisões diferentes e manter essa rede por muito mais tempo. As operadoras convivem hoje com três tecnologias diferentes, 2G, 3G e 4G (LTE), o que exige um custo elevado. A rede 2G, com suas limitações de banda (ou velocidade), pode ser ideal para a maioria das aplicações M2M, com baixo tráfego, porém é incompatível com os usuários de smartphones, ávidos por banda, que migram em massa para as redes 3G e 4G. Para operadoras como EE, KPN, Vodafone e Orange, a lógica é diferente da seguida pela ATT. O vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Orange (operadora celular francesa e líder na Europa), Pierre Francois Dubois, declarou durante evento sobre LTE (4G), que o 3G será o primeiro candidato a ser abandonado, embora ainda não tenha anunciado uma data. Essas operadoras europeias parecem muito mais cuidadosas e preocupadas em manter os clientes 2G, preferindo migrar de 3G para LTE e manter o 2G por mais tempo. Boa notícia para os clientes M2M, pelo menos na Europa. De acordo com um relatório GSMA Intelligence recente, a tecnologia 2G ainda conta com 58,5% das 7,11 bilhões de conexões mundias, comparado com 32,5% de 3G e 9% 4G. O mesmo relatório aponta dominância da tecnologia 2G até o começo de Esses números incluem, tanto equipamentos M2M como celulares pessoais. As mesmas pressões na Europa e EUA são sentidas aqui no Brasil. Custa caro para operadoras, já sujeitas a pesada carga tributária, manter 3 redes simultaneamente. Além disso, as frequências usada pelo 2G podem ser necessárias para expansão de outros serviços, o que pode justificar decisões parecidas com a tomada pela ATT. Os aspectos regulatórios também estão sendo analisados, e ainda não foi anunciada nenhuma decisão publicamente. A Claro, de acordo com Rogério Guerra, Diretor Nacional de Vendas, preserva os clientes M2M e mantém a rede disponível e com a mesma cobertura provendo um serviço de maior qualidade, uma vez que os celulares deixam de usar esta tecnologia migrando para 3G ou 4G. Não há, no momento, nenhum plano para desligar a rede 2G. Fontes da VIVO confirmam que há grande esforço em migrar os usuários de voz para telefones 3G e 2G, deixando a rede 2G para uso cada vez mais exclusivo do equipamentos M2M. Manter a rede está se tornando mais difícil, porque os fornecedores de tecnologia começam a dar menos suporte e, recentemente, são enfrentados casos de paralização de ERBS (Estação Rádio Base) por roubo das peças 2G. Aparentemente vem aumentando o mercado paralelo de peças para outros países menos atualizados. De qualquer forma, não há, na VIVO, planos de curto prazo para desligamento da rede 2G. Enquanto isso, o mercado se prepara. Depois da decisão norte americana, para os projetos de longo prazo principalmente para segmentos comoutilities, já são elaborados a partir de equipamentos que podem se conectar a 2G ou 3G, buscando proteger o investimento feito nos equipamentos para qualquer cenário. O custo é considerável, uma vez que o módulo 3G precisa suportar no mesmo chip as quatro bandas 2G, além das cinco bandas 3G usadas pelas operadoras. Este custo é facilmente justificado em projetos de longo prazo, como o Edital para Modernização, Otimização, Expansão, Operação e Controle Remoto e em Tempo Real da Infra Estrutura da Rede Municipal de Iluminação Pública, PPP proposta pela Prefeitura de São Paulo que estabelece contrato de 24 anos. Neste e caso, é importante para o prestador de serviços manter o mesmo equipamento em operação pelo maior tempo possível e os concorrentes já consideram usar equipamentos 2G/3G desde o início da implementação. Os grandes fornecedores de módulos já aconselham seus s clientes, desenvolvedores de equipamentos conectados, a adotar os novos módulos 3G/2G ou pelo menos usar arquiteturas que permitam a troca dos módulos sem que seja necessário refazer todo o projeto do produto. As inovações e lançamentos também tenderão a se concentrar nos módulos 3G/2G, possivelmente tornando os módulos apenas 2G obsoletos com o tempo, esta foi uma afirmação do Head of Sales para a América Latina da Sierra Wireless, Márcio Fabosi. Para quem busca se posicionar no mercado M2M (ou IoT) ou vai lançar um novo produto no Brasil, é importante avaliar o projeto do ponto de vista técnico e de negócios para determinar sua estratégia: há necessidade de velocidade na conexão? Se houver, 3G ou LTE pode ser necessário. Se não há, qual a expectativa de vida em campo do equipamento? Se for mais de três anos, talvez seja aconselhável estudar a viabilidade de um projeto 3G/2G com custo inicial mais alto, mas depreciado por mais tempo, já que o custo de troca de equipamento em campo pode ser considerável. Qual a necessidade de cobertura? Se for alta, o uso de 4G não é aconselhável em curto prazo, uma vez que essas redes ainda não possuem cobertura comparável as redes 3G/2G. De qualquer forma a opinião de um especialista para analisar as necessidades do negócio pode trazer vantagens econômicas, técnicas ou estratégicas para seu negócio em M2M (ou IoT). (*) É especialista em M2M e CEO da Wyless TM Data. Em tempos de crise, não dá para contar com a sorte TI Aplicativo que mede internet móvel e wi-fi fixa dos A automação de marketing e o Novo Momento dos negócios na internet A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio do seu departamento de infraestrutura (Deinfra), lançou o aplicativo Monitor Banda Larga em novas versões: banda larga móvel e fixa via wi-fi e Macbook, durante o Workshop A Qualidade da Banda Larga no Brasil, na sede da entidade, das 9h às 12h30. O Monitor Banda Larga é um aplicativo, lançado em maio do ano passado, que auxilia o usuário brasileiro de banda larga fixa a verificar, de maneira fácil e rápida, a qualidade e a velocidade da internet. Nova versão do Cloud Manager Daniel Palmieri (*) Talvez você já saiba, mas o marketing não está mais nos seus dias de glória. Na verdade, ele está longe disso. A maioria dos negócios que faz marketing está comprometendo tempo e dinheiro. Eu arrisco dizer que, utilizando o marketing tradicional, apenas 20% do potencial para vender e alcançar mais pessoas com a internet é utilizado. Eu digo isso porque eu já usei muitas ferramentas promissoras. E também já gastei muito dinheiro testando aplicativos que não me trouxeram nenhum resultado real. Inclusive, alguns deles eram bastante complicados e caros, já outros não tinham nenhum suporte E acredite, alguns até faliram e me deixaram na mão. Na minha jornada eu perdi muito tempo para descobrir o que realmente é preciso ter e fazer para um negócio na internet decolar de uma vez por todas. Depois de me estressar muito e quase desistir, eu percebi que não basta enviar um atrás do outro e esperar que as pessoas se interessem e comprem. Acontece que o Gmail, Yahoo, Live e todos os provedores de estão cada dia mais complexos e exigentes. No final das contas, quem se aventura corajosamente para trazer o seu negócio para o mundo online precisa de muito mais dedicação e qualidade; só assim a mensagem chegará ao público de forma relevante, para que eles se engajem de verdade com a causa. Eu realmente acredito que todo negócio na internet precisa trabalhar a automação de marketing para permanecer vivo e lucrativo. Nós vivemos em um novo momento, em que o marketing evolui para Marketing Automation. Uma volta por cima após anos de mensagens sem relevância chegando todos os dias nas caixas de entrada. Lutamos por uma nova frente contra a tonelada de inconvenientes e irritantes spams. Isso tudo nos trouxe até aqui, no início de um Novo Momento. O que era conseguido ontem com o marketing já não se consegue mais utilizando as mesmas técnicas. Fazer automação de marketing significa entregar conteúdo e ofertas extremamente relevantes, de forma automática A Dell anuncia o lançamento da versão 11 do Dell Cloud Manager (DCM), voltado ao gerenciamento de aplicações e serviços Estão abertas as inscrições para o 2 Encontro Metropolitano de Tecnologia da Baixada Santista, que este ano ocorre em Praia Grande, de 31 de agosto a 2 de setembro, no Palácio das Artes (PDA), localizado na Avenida Presidente Costa e Silva, n 1600, Bairro Boqueirão. São esperadas mais de 5 mil pessoas durante os três dias de evento. O Encontro Metropolitano de Tecnologia da Baixada Santista é um evento itinerante da Câmara Temática de Tecnologia da Informação e Comunicação (CT TIC) ligada a Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Baixada Santista (Condesb) realizado em parceria com a Prefeitura de Praia Grande e a Agência Metropolitana de Desenvolvimento (Agem). O evento reúne os melhores especialistas na área, apresenta novas tendências e incentiva a troca de experiência nas áreas de tecnologia, de além de apresentar o que há de mais moderno no mundo tecnológico. Este ano o encontro contará com 67 palestras nas diversas áreas de tecnologia 26 estandes de empresas de tecnologia e de instituições públicas. Dentre as empresas que participarão do evento estão: Microsoft, Dell, McAfee, SmartBoard e VMWRE. Segundo o titular da Sedettra, Nilson Carlos Duarte da Silva, a Cidade está se preparando para receber o evento. Estamos trazendo temas específicos da área de tecnologia para que possam ser discutidos pelos participantes durante os três dias do evento. pessoas que estão realmente interessadas e segmentadas na base de contatos. Quando a parte operacional está resolvida por uma ferramenta brilhante Na minha opinião, o ActiveCampaign é a campeã, você consegue trabalhar com mais produtividade e com certeza ganha tempo para focar na parte estratégica do negócio. Depois de criar várias automações eu descobri que é fácil deixar as pessoas interessadas no que você tem a dizer, desde que você entenda o comportamento delas, antecipe os próximos passos que ela já deseja e crie um caminho, ou o famoso funil, para que elas sigam no seu próprio tempo, ação por ação. Afinal, já dizia a máxima: se os seus clientes são diferentes, por que tratá-los de maneira igual? A verdade é que o marketing sozinho já não tem mais força. Hoje, é preciso criar uma espécie de termômetro de engajamento, onde os contatos consomem os conteúdos que eles escolhem e, por fim, acabam comprando produtos e serviços que sejam ideais para cada um deles. Tudo gerenciado de forma automática. Simplesmente não dá para pensar mais em um negócio na internet que não se preocupa em transformar leads frios em clientes recorrentes; ou que não monitora o engajamento deles; que não segmenta e cria sequências automáticas que possuem vida própria e se tornam cada vez mais relevantes e personalizadas para cada pessoa. Eu espero que você esteja verdadeiramente atento ao Novo Momento e não seja apenas mais um na multidão, enviando um após o outro e esperando conseguir grandes resultados. Porque assim você dependerá da sorte e esse é um luxo que não temos mais direito em tempos de crise. Cada investimento deve ser milimetricamente medido e mensurado quanto à perspectiva de resultado. O nível de exigência agora é outro tanto para o futuro cliente como para o empreendedor. A frase mais verdadeira que eu ouvi durante os meus 8 anos no marketing digital é essa: quem não se adapta está fadado à falência. E a sensação de ter se adaptado ao Novo Momento e de começar a colher os resultados disso é realmente incrível... e você deveria experimentar também. (*) Tem 8 anos de atuação no mercado digital e é especialista em conversão e automação de marketing (www.cursoactivecampaign.com.br). LogMeIn lança join.me no Brasil Trabalhar de forma virtual com pessoas em outros estados ou países deixou de ser algo incomum no Brasil. Seja pela globalização, pela velocidade do mundo moderno ou pelo trânsito nas cidades, cada vez mais os brasileiros buscam formas de resolver assuntos diversos sem precisar se locomover. As ferramentas que facilitam a rotina de forma remota se tornaram grande aliadas e, por isso, a LogMeIn lança no país a plataforma join.me, voltada para aqueles que colaboram, trabalham e estudam online. De forma fácil, rápida, segura e gratuita, os usuários podem compartilhar a tela do computador em poucos cliques com outra pessoa em qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de baixar um software. O acesso, além de permitir visualização de tudo que acontece na tela do usuário, permite também trabalhar em conjunto, incluindo a possibilidade da outra pessoa controlar o computador do apresentador remotamente ou também compartilhar a tela dela com os demais participantes (https://www.join.me/pt). 2 Encontro de Tecnologia está com inscrições abertas Inscrição - Para participar do evento é necessária a inscrição no sitewww.praiagrande.sp.gov.br/encontrotecnologia. O participante receberá um número que deve ser trocado pelo ingresso, juntamente com 1 pacote de fralda geriátrica e ou 1 lata de leite em pó que será doada para Fundo Social de Solidariedade (FSS) de Praia Grande, que repassará aos abrigos do Município. O ingresso será um cartão com um código e o participante tem sua presença confirmada no evento ao passar pela catraca eletrônica. No primeiro dia, os participantes serão recepcionados a partir das 9 horas para a troca de ingresso e a primeira palestra acontece às 10 horas. Haverá sorteio de brindes e cursos durante o evento. armazenados na nuvem, seja ela pública, privada ou híbrida. Entre as novidades, a solução, voltada a médias e grandes corporações, inclui um painel para gestão simplificada e novas funcionalidades para recuperação e escalabilidade automática dos ambientes (www.dell.com.br). Plataforma para gestão de mobilidade corporativa e A Navit lança com exclusividade na América Latina o Navita Connect, plataforma que permite o gerenciamento dos recursos das áreas de Telecom e TI. É voltado para as empresas que querem diminuir os gastos mantendo a qualidade dos seus serviços. A novidade é um conjunto de módulos de software que conectam o ciclo de vida da mobilidade corporativa e telecom, permitindo a gestão e otimização de processos, custos, solicitações e políticas.

17 Página 17 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 Senhores Acionistas: Em cumprimento as disposições legais e estatutárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial, as Demonstrações de Resultado, as Mutações do Patrimônio Líquido e as Demonstrações dos Fluxos de Caixa relativos aos exercícios, findos em 30 de Junho de 2015 e 2014, conforme artigo 175 da Lei 6.404/76. Politica e Gestão do Risco Operacional: Em atendimento à Resolução 3380/06 do BACEN, foi desenvolvido e implementado um sistema de Controle do Risco Operacional - SCRO, objetivando monitorar as atividades, dar tratamento às ocorrências, mitigar os riscos e tratar as ações corretivas. Está definida e implementada uma Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional, com atividades distribuídas em seus respectivos Riscos que foram compilados em Matrizes de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional. A Diretoria tem por definição e revisão anual a Política SCRO com vistas às ações para correção das deficiências identificadas e não mitigadas, sempre que necessário. As ações corretivas a serem determinadas pela Diretoria ou Comitê de Risco, se traduziram em Planos de Ações onde estão definidos previamente os recursos necessários, os prazos, datas de início e término e a identificação dos responsáveis pela implementação. O Relatório mensal contendo a descrição da Estrutura de Gerenciamento e Controle do Risco Operacional aprovado formalmente em reunião do comitê de Direção e Gestão de Riscos realizada em O Presidente do Banco PSA Finance Brasil S.A., em processo de homologação pelo Banco Central do Brasil é o Sr. Michael Marc Georges Arnaud, que conta na Estrutura de Gerenciamento e Controle do ROP com o Sra. Cristiane Iamamoto de Lima, na qualidade de Gerente de Riscos Operacionais. Demais informações podem ser obtidas através dos sites: peugeot/financiamento, Ouvidoria SAC ; (Deficiente): Por determinação da Resolução CMN n /10, o Banco PSA, instituiu componente organizacional de Ouvidoria compatível com a natureza de suas operações. Com objetivo de aprimorar o relacionamento do mesmo com seus públicos, a Ouvidoria atua como canal de comunicação entre os cidadãos e a instituição, principalmente no tratamento de reclamações, denúncias, sugestões e elogios que não sejam solucionados pelos canais habituais de atendimento do Banco. Risco de Liquidez: O Banco PSA adota uma política de gerenciamento do risco de liquidez aprovado pela Alta Administração, onde contempla o acompanhamento e o controle diário da composição dos recursos disponíveis e do plano de contingência. O risco de liquidez relaciona-se com o descasamento de fluxos financeiros de ativos e passivos e seus reflexos sobre a capacidade financeira da instituição em obter ativos e honrar suas obrigações. Em 2013, o gerenciamento do risco de liquidez foi efetivo, para o primeiro semestre baseamos nossa estratégia na de nossa parceria, e aproveitamentos a medida MP442/08 editada pelo BACEN. A partir de outubro de 2013,o Banco PSA implementou o projeto denominado "ideal",objetivando usufruir sua própria gestão/controle operacional das operações de crédito realizadas a partir daquela data. Risco de Mercado: A política de gerenciamento de risco de mercado aprovado pela Alta Administração do Banco PSA está embasada nas orientações do Banco Central do Brasil e nos conceitos do Comitê de Basiléia, procurando proporcionar a permanente adequação do gerenciamento do risco à natureza das operações, à complexidade dos produtos e à dimensão da exposição a risco de mercado da Instituição. A política de gestão do risco de mercado é conservadora, sem arbitragem entre prazos de moedas, sendo monitorado e acompanhado diariamente. São Paulo, 27 de agosto de A Administração. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO BALANÇOS PATRIMONIAIS 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Ativo Circulante Disponibilidades (nota 4) Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 5) Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (nota 6) Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Operações de crédito (nota 7) Setor privado Provisão para créditos de liquidação duvidosa (29.624) (37.518) Outros créditos (nota 8) Diversos Outros valores e bens Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos (nota 6) Instrumentos financeiros derivativos Operações de crédito (nota 7) Setor privado Provisão para créditos de liquidação duvidosa (10.367) (15.042) Outros créditos (nota 8) Diversos Permanente Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso Depreciações acumuladas (2.591) (1.818) Diferido Gastos de organização e expansão Amortizações acumuladas (238) (222) Total do ativo Passivo Circulante Depósitos (nota 9) Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Recursos de aceites e emissões de títulos (nota 10) Letras financeiras Obrigações por empréstimos e repasses (nota 11) Empréstimos no exterior Outras obrigações (nota 12) Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Exigível a longo prazo Depósitos (nota 9) Depósitos interfinanceiros Depósito a prazo Recursos de aceites e emissões de títulos (nota 10) Letras financeiras Obrigações por empréstimos e repasses (nota 11) Empréstimos no exterior Outras obrigações (nota 12) Diversas Resultados exercícios futuros (nota 13) Receitas de exercícios futuros Patrimônio líquido (nota 14) Capital De domiciliados no país 2 2 De domiciliados no exterior Reserva de capital Reservas de lucros Total do passivo e patrimônio líquido DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por lote de mil ações) Semestre Receitas da intermediação financeira Operações de crédito (nota 7f) Resultado com títulos e valores mobiliários e aplicações interfinanceiras de liquidez (notas 5 e 6a) Resultado com instrumentos financeiros derivativos (nota 6b) 605 (10.942) Despesas da intermediação financeira (90.303) (92.796) Operações de captação no mercado (notas 9 e 10) (67.977) (73.174) Operações de empréstimos, cessões e repasses (nota 11) (2.112) (1.236) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (nota 7e) (20.214) (18.386) Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas (despesas) operacionais (29.244) (32.570) Receitas de prestação de serviços (nota 18) Despesas de pessoal (14.854) (18.695) Outras despesas administrativas (nota 19) (15.661) (21.657) Despesas tributárias (4.233) (5.889) Outras receitas operacionais (nota 20) Outras despesas operacionais (nota 21) (8.249) (7.280) Resultado operacional Resultado não operacional (nota 22) (821) (792) Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social (3.770) (13.143) Provisão para imposto de renda e contribuição social (nota 15a) (14.227) (7.552) Ativo fiscal diferido (nota 15b) (5.591) Participações estatutárias nos lucros (1.871) (1.260) Lucro líquido do semestre Lucro líquido por lote de mil ações - em R$ 87,66 139,69 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Semestre Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido ajustado do semestre Lucro líquido do semestre Ajustes para reconciliar o lucro líquido ao caixa líquido Provisão para créditos de liquidação duvidosa Depreciações e amortizações Variação de ativos e passivos Redução em aplicações interfinanceiras de liquidez 194 Redução em títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Redução em operações de crédito (Aumento) redução em outros créditos (3.471) (Aumento) em outros valores e bens (1.305) (7.138) Aumento (redução) em depósitos ( ) Aumento (redução) em recursos de aceites e emissão de títulos ( ) Aumento (redução) em obrigações por empréstimos e repasses 903 ( ) Aumento (redução) em outras obrigações ( ) Aumento em resultados de exercícios futuros Caixa líquido gerado em atividades operacionais Fluxo de caixa das atividades de investimento Aquisição de imobilizado de uso (133) (388) Alienação no diferido - 8 Caixa líquido gerado (aplicado) em atividades de investimento (133) (380) Fluxo de caixa das atividades de financiamento Juros sobre o capital próprio pago (13.055) (10.002) Dividendo pago (36.105) - Aumento de capital social Caixa líquido gerado (aplicado) em atividades de financiamento (49.160) Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (7.090) Caixa e equivalentes de caixa (nota 4) Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa (7.090) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Reservas de lucros Capital social Reserva de capital Reserva legal Reserva estatutária Lucros acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital (nota 14a) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 14b) (1.508) - Reserva estatutária (nota 14c) (18.653) - Juros sobre o capital próprio (nota 14e) (10.002) (10.002) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital (nota 14a) 422 (422) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 14b) (918) - Reserva estatutária (nota 14c) (4.379) - Juros sobre o capital próprio (nota 14e) (13.055) (13.055) Dividendos (nota 14e) (36.105) - (36.105) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre 422 (422) 918 (31.726) - (30.808) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo perda). As rendas das operações de crédito vencidas há mais de 59 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita, quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como nível H. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. f) Imobilizado de uso: O imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição reduzido da depreciação acumulada. A depreciação do imobilizado é calculada pelo método linear, com base em taxas anuais que contemplam a vida útil-econômica dos bens, sendo: móveis, utensílios e instalações - 10%; e sistema de processamento de dados e veículos - 20%. g) Depósitos e captações no mercado aberto: São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro-rata dia. As captações no mercado aberto são classificadas entre passivo circulante e exigível a longo prazo em função de seus prazos de vencimento, independente dos prazos de vencimento dos papéis que lastreiam as operações. h) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros (Impairment): O registro contábil de um ativo deve evidenciar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída uma provisão, ajustando o valor contábil líquido. Essas provisões são reconhecidas no resultado do período/exercício, conforme previsto na Resolução n 3.566/08 do Banco Central do Brasil. Os valores dos ativos não financeiros são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. Exceto créditos tributários que são revistos semestralmente. Em 30 de junho de 2015 e 2014 não foram identificados ativos não financeiros registrados com indicação de perda por impairment. i) Imposto de renda e contribuição social: As provisões para o imposto de renda (IRPJ) e contribuição social (CSLL), quando devidas, são calculadas com base no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões de caráter permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela alíquota de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no exercício (R$ 120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social foram calculados sobre as adições e exclusões temporárias, prejuízo e base negativa. Os créditos tributários são baseados nas expectativas atuais de realização e considerando os estudos técnicos e análises da administração, o total dos créditos tributários está registrado na rubrica Outros créditos diversos no grupo do ativo circulante, conforme descrito na nota 8. j) Ativos e passivos contingentes e obrigações fiscais e previdenciárias: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução nº 3.823/09 e Carta Circular nº 3.429/10 ambas do Banco Central do Brasil e Pronunciamento Técnico CPC nº 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), obedecendo aos seguintes critérios: Contingências ativas Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização sobre as quais não cabem mais recursos. Contingências passivas São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As contingências passivas classificadas como perda possível são apenas divulgadas em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão, nem divulgação. Obrigações legais fiscais e previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade ou a inconstitucionalidade de alguns tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado e registrado mensalmente. k) Resultado de exercícios futuros: Está representado, principalmente, pelo valor das parcelas de receitas contratuais recebidas antecipadamente que serão apropriadas ao resultado de acordo com os prazos dos contratos de financiamento aos quais se referem. l) Despesa antecipada: Está representada pelos valores de despesas pagas antecipadamente e são apropriados ao resultado de acordo com os prazos e taxas dos contratos cedidos. 4. Caixa e equivalente de caixa: A demonstração dos fluxos de caixa foi elaborada em conformidade com a Resolução nº 3.604/08 do Banco Central do Brasil, sendo considerados como equivalentes de caixa as aplicações interfinanceiras de liquidez e aplicações em fundos de investimento cujos prazos de liquidação na data de contratação eram inferiores a 90 dias. O caixa e equivalentes de caixa estão assim representados: Disponibilidades Aplicações em depósitos interfinanceiros de liquidez Títulos e valores mobiliários Total de caixa e equivalentes de caixa Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros de liquidez Até 90 dias No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com aplicações interfinanceiras foi de R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 6. Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos a) Títulos e valores mobiliários Carteira própria Títulos para negociação FIDC Aberto PSA Finance Brasil (i)(ii) Santander FIC FI Empresas Curto Prazo Santander FIC FI Soberano Referenciado DI Bradesco FIC FI Referenciado Itaú Soberano Referenciado 57 - Itaú Dynamic Curto Prazo Outros No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com aplicações em títulos e valores mobiliários foi de R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). (i) As cotas de fundos de investimento estão classificadas como sendo sem vencimento e são mensuradas pelo valor de custo de aquisição ajustado pelas variações das cotas e valores de perda no valor recuperável dos ativos, quando aplicável. (ii) Em 30 de junho de 2015 o FIDC apresenta a seguinte situação patrimonial: No encerramento do semestre findo em 30 de junho de 2015, o ativo total do FIDC era de R$ (2014 R$ ) com passivos no montante de R$ (2014 R$ ) e patrimônio líquido no montante de R$ (2014 R$ ). Em 30 de junho de 2015 o Banco PSA detém ,0684 cotas subordinadas ( ,222888) do FIDC totalizando R$ (2014 R$ ). b) Instrumentos financeiros derivativos Swap: O quadro a seguir resume o valor referencial atualizado ao preço de mercado e as respectivas exposições líquidas no balanço patrimonial Data Data Valor Valor Ajuste Valor Início vencimento referencial curva MTM mercado EUR x CDI 23/03/ /03/ (50) (50) Data Data Valor Valor Ajuste Valor Início vencimento referencial curva MTM mercado EUR x CDI 17/06/ /12/ /03/ /03/ (165) Contexto operacional: O Banco PSA Finance Brasil S.A. ( Banco PSA ) opera como banco múltiplo com as carteiras de investimento, crédito e financiamento. Foram firmados contratos com o Grupo Santander, para a prestação de serviços relacionados à gestão/controle operacional das operações de crédito a serem realizadas através do Banco PSA. A partir do segundo semestre de 2013, o Banco PSA implementou o projeto denominado ideal, objetivando usufruir sua própria gestão/controle operacional das operações de crédito realizadas a partir daquela data, que entrou em operação em 22 de novembro de Em 24 de julho de 2015 o Banque PSA Finance, S.A. e o Banco Santander (Brasil) S.A assinaram um acordo de cooperação pelo qual o Banco Santander (Brasil) S.A. irá adquirir ações do Banco PSA Finance Brasil S.A. correspondentes a 50% de seu capital. A operação está em fase de aprovação pelas autoridades concorrenciais e autoridades regulatórias bancárias. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as diretrizes contábeis emanadas pela Lei 6.404/76, alterações introduzidas pelas Leis /07 e /09 e com as normas do Banco Central do Brasil, e estão sendo apresentadas de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. As estimativas contábeis são determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com base em julgamento. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos financeiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. 3. Sumário das principais práticas contábeis: As principais práticas contábeis adotadas para a elaboração das Demonstrações Financeiras foram: a) Apuração do resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência, observando-se o critério pro-rata dia para as de natureza financeira. As receitas e despesas de natureza financeira são calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionados com operações no exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b) Aplicações interfinanceiras de liquidez: As aplicações prefixadas são registradas pelo valor de resgate, deduzido das rendas pertencentes ao período futuro, e as pós-fixadas pelo valor de custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. As aplicações no mercado aberto são classificadas no ativo circulante e realizável a longo prazo em função de seus prazos de vencimento, independentemente dos prazos de vencimento dos papeis que lastreiam as operações. c) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068/01, do Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: Títulos para negociação; Títulos disponíveis para venda; e Títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação (apresentados no ativo circulante) e disponíveis para venda (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo) são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo), com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização, através da venda definitiva ou da reclassificação dos respectivos títulos e valores mobiliários para a categoria de títulos para negociação. As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, contabilizando a valorização ou a desvalorização em conta de receita ou despesa, no resultado do período. De acordo com a Circular nº 3.082/02, e regulamentações posteriores, os instrumentos financeiros derivativos são classificados na data de sua aquisição de acordo com a intenção da administração para fins ou não de proteção (hedge). Fundos de investimento em direitos creditórios Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao FIDC Aberto PSA Finance Brasil, doravante denominado FIDC, conforme requerido para divulgação na instrução CVM n 489/11: I. Característica do FIDC. Administrado pelo Banco Santander S.A. e constituído sob a forma de condomínio aberto nos termos da regulamentação em vigor. O FIDC iniciou suas operações em 13 de abril de 2010, com prazo indeterminado. II. Denominação, natureza, propósito e atividade pelo FIDC. O objetivo do FIDC é proporcionar aos cotistas a valorização de suas cotas por meio da aplicação preponderante dos recursos na aquisição de direitos creditórios do segmento financeiro. Estes direitos creditórios serão oriundos de operações de crédito e operações de arrendamento mercantil. III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do FIDC: Em conformidade com o artigo 24, inciso XV, da instrução CVM n 356 e com a instrução CVM n 393, o FIDC deve manter relação mínima entre o valor das cotas subordinadas e o de seu patrimônio líquido. IV. Natureza do envolvimento do Banco PSA com o FIDC dar-se-á da seguinte forma: a) Subordinação de 10%; b) Rentabilidade mínima; e c) Reserva de caixa de 4%. V. Montante e natureza dos créditos, obrigações, entre a Companhia e o FIDC VI. Em conformidade com o estabelecido na Resolução nº 3.533/08 do Banco Central do Brasil, as cessões de direitos creditórios efetuadas a partir de 1º de janeiro de 2012, nas quais não há transferência substancial dos riscos e benefícios inerentes aos direitos creditórios cedidos, o Banco PSA mantém os montantes correspondentes aos ativos objeto da cessão registrados na sua totalidade em sua carteira de crédito. Os valores recebidos na operação são registrados no ativo tendo como contrapartida passivo referente à obrigação assumida, e as despesas e receitas oriundas dos direitos creditórios objeto da cessão são registradas de forma segregada no resultado do período de acordo com o prazo remanescente da operação, no mínimo mensalmente. d) Operações de cessão de crédito: De acordo com a Resolução nº 3.533/08 do Banco Central do Brasil, que entrou em vigor em 1 de janeiro de 2012, as cessões de crédito a partir desta data devem classificar a venda ou a transferência de ativos financeiros, para fins de registro contábil, nas seguintes categorias: I - operações com transferência substancial dos riscos e benefícios; II - operações com retenção substancial dos riscos e benefícios; e III - operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios. Na categoria operações com transferência substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente transfere substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. Na categoria operações com retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. Na categoria operações sem transferência nem retenção substancial dos riscos e benefícios devem ser classificadas as operações em que o vendedor ou cedente não transfere nem retém substancialmente todos os riscos e benefícios de propriedade do ativo financeiro objeto da operação. A avaliação quanto à transferência ou retenção dos riscos e benefícios de propriedade dos ativos financeiros é de responsabilidade do Banco PSA e é efetuada com base em critérios consistentes e passíveis de verificação, utilizando-se como metodologia a comparação da exposição da instituição, antes e depois da venda ou da transferência, relativamente à variação no valor presente do fluxo de caixa esperado associado ao ativo financeiro descontado pela taxa de juros de mercado. e) Operações de Crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa: As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do Banco Central do Brasil, que requer a análise periódica da No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com instrumentos financeiros derivativos foi de R$ 605 (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 7. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa a) Composição da carteira de crédito por tipo de cliente Descrição Pessoa física Pessoa jurídica Total b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento das parcelas Descrição A vencer Até 3 meses De 3 meses a 1 ano Acima de 1 ano Vencidas De 1 A 14 dias Acima de 14 dias Total c) Concentração do risco de crédito Descrição Principal devedor Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 2,10 3,18 20 maiores devedores Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 13,91 12,54 d) Composição da carteira de operações de crédito e correspondente provisão para devedores duvidosos nos prazos e níveis de risco estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do Banco Central do Brasil em 30 de junho de 2015 e 2014 Carteira Nível Cedida de Carteira depois Total das Provisão Total das Provisão risco própria da operações constituída operações constituída A B C D E F G H Total e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Carteira Carteira Carteira Carteira cedida cedida cedida cedida Carteira depois antes Carteira depois antes própria da da própria da da Saldo no início do semestre Constituições Reversões (11.760) (663) (281) (5.156) (28) (625) Créditos baixados para prejuízo (22.652) - - (14.047) (28) - Saldo no final do semestre No semestre findo em 30 de junho de 2015 foram recuperados créditos baixados para prejuízos, no montante de R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). f) Rendas com operações de crédito: No semestre findo em 30 de junho de 2015, as rendas com operações de crédito totalizaram R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 8. Outros créditos diversos Créditos tributários (Nota 15b) Antecipações de imposto de renda e contribuição social Pagamentos a ressarcir Previsão de subsídios (a) Outros créditos Total Curto prazo Longo prazo (a) Refere-se aos subsídios gerados no último mês que serão pagos pela montadora PSA Peugeot Citröen do Brasil S.A. no início do mês subsequente e são posteriormente diferidos de acordo com a curva das operações de crédito. 9. Depósitos a) Diversificação de produtos e prazo 2015 Até 90 De 91 a Acima de dias 360 dias 360 dias Total 2014 Depósito a prazo Depósito Interfinanceiros Total Total b) Concentração % Sobre a % Sobre Valor carteira Valor a carteira 10 maiores credores ,71% ,13% Demais credores seguintes ,29% ,87% Total ,00% ,00% No semestre findo em 30 de junho de 2015, as despesas de captação por depósitos no mercado totalizaram R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 10. Recursos de aceites e emissão de títulos a) Diversificação de produtos e prazo 2015 Até Acima de 90 dias 360 dias Total 2014 Letras Financeiras Pré fixadas Letras Financeiras Pós fixadas Total b) Concentração % Sobre % Sobre Valor a carteira Valor a carteira 10 maiores credores ,00% ,00% Total ,00% ,00% No semestre findo em 30 de junho de 2015, as despesas de captação por recursos de aceites e emissão de títulos no mercado totalizaram R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 11. Obrigações por empréstimos e repasses: O saldo é composto por captações no exterior para as operações de floor plan. Os quadros a seguir resumem os valores e condições contratuais em 30 de junho de 2015 e 2014, respectivamente: 2015 Data Data Valor inicial Valor Encargos Variação Início Vencimento Reais mil Euro mil Contábil juros Cambial Encargos dos contratos (i) 23/03/ /03/ (28) 2,6890% a.a. + variação EURO Total (28) (i) As taxas dos contratos referem-se ao 2º trimestre de Data Data Valor inicial Valor Encargos Variação Início Vencimento Reais mil Euro mil Contábil juros Cambial Encargos dos contratos (ii) 17/06/ /12/ (70) 4,6400% a.a + variação EURO 21/03/ /03/ (1.149) 3,0650% a.a. + variação EURO Total (1.219) (ii) As taxas dos contratos referem-se ao 2º trimestre de Ativo Receita Ativo Receita (passivo) (Despesa) (passivo) (Despesa) Operações ativas vinculadas (iii) Financiamentos floor plan Banque PSA Finance - Holanda (iv) Empréstimos no exterior (17.429) (45.405) (iii) Operações classificadas conforme circular n /04 e atualizada pela Circular nº /13. (iv) Juros: R$ (1.384) (2014 R$ (1.236)) e Variação Cambial: R$ (728) - (2014 R$ (6.126)). 12. Outras obrigações a) Sociais e estatutárias Social e estatutárias Total b) Fiscais e previdenciárias Imposto de Renda Contribuição Social Cobrança e arrecadação de tributos Outros Total c) Outras obrigações - Diversas Floor-Plan Montadora PCBA (i) Despesas administrativas Comissões a pagar Carteira Cedida-Resolução nº Passivos contingentes (nota 16b) Outras Total Curto Prazo Longo Prazo (i) Referem-se a recebimentos de operações de Floor Plan do último dia do mês, pendentes de repasse à montadora. 13. Resultado de exercícios futuros: O saldo registrado é referente aos subsídios de taxas de operações de crédito, recebidos da PSA Peugeot Citröen do Brasil S.A e suas concessionárias autorizadas, no montante de R$ nota 17b (R$ em 30 de junho de 2014). Foi apropriado no semestre o montante de R$ (R$ no mesmo período de 2014). As Instituições Financeiras PSA no Brasil mantêm inalterados os diferimentos das subvenções de juros que as marcas Peugeot e Citroën promovem nas vendas de veículos em campanhas comerciais, independentemente da existência ou não de cessões de recebíveis. Esse procedimento conservador visa manter as curvas de juros constantes dos contratos ao longo de suas vidas úteis, pois as cessões efetuadas são de recebíveis com coobrigação e consolidação de risco no Banco PSA. 14. Patrimônio líquido: a) Capital social: Em 30 de junho de 2015, o capital social, totalmente subscrito e integralizado é de R$ representado por ações, ordinárias nominativas (R$ representado por ações, ordinárias nominativas em 30 de junho de 2014). Aumento em andamento de R$ 422 referente à conversão da reserva de capital sujeito a aprovação do Banco Central do Brasil. Em 28 de abril de 2014, em Assembléia Geral Extraordinária foi deliberado o aumento de capital no montante de R$ , mediante a emissão de novas ações ordinárias e nominativas, por meio da capitalização de juros sobre capital próprio destinados e provisionados ao término exercício findo em 31 de dezembro de b) Reserva legal: O Banco PSA deve destinar 5% do lucro líquido de cada exercício social para a reserva legal, que não poderá exceder a 20% do capital integralizado. c) Reserva estatutária: São constituídas em até 5% do lucro líquido de cada exercício social após as deduções legais da reserva legal e dos dividendos até atingir o limite de 100% do capital social, ressalvada a existência de deliberação tomada em contrário pela Assembleia Geral, conforme estabelecido no estatuto social. d) Lucros acumulados: Conforme Resolução nº 3.605/08 do Banco Central do Brasil, o lucro apurado e não distribuído no semestre deverá ser destinado. Em 30 de junho de 2015, o lucro remanescente de R$ (R$ em 30 de junho de 2014) foi destinado para a rubrica de reserva de lucros. e) Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio: O estatuto social estabelece dividendo mínimo obrigatório de 5% sobre o lucro líquido do exercício ajustado consoante a legislação em vigor. Em conformidade com a Lei. nº 9.249/1995, a Administração do Banco PSA decidiu pelo provisionamento de juros sobre capital próprio, limitado na forma da legislação vigente. No semestre findo em 30 de junho de 2015, o valor deliberado foi de R$ ( R$ ). Em 24 de abril de 2015, em Assembléia Geral Extraordinária, foi deliberado a distribuição e do respectivo pagamento de dividendos no montante de R$ e de Juros Sobre o Capital Próprio no montante de R$ Imposto de renda e contribuição social a) Os encargos com imposto de renda e contribuição social correntes incidentes sobre as operações do semestre são demonstrados a seguir IRPJ CSLL IRPJ CSLL Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (-) Juros sobre capital próprio (13.055) (13.055) (10.002) (17.667) (-) Participações estatutárias sobre lucro (1.871) (1.871) (1.260) (2.456) Resultado antes da tributação sobre o lucro Adições temporárias Provisões para gratificações Provisões para ajuste a valor de mercado Provisões para contingências jurídicas Provisão para despesas com Santander Provisão para aluguel Provisões para crédito de liquidação duvidosa Outras provisões Adições permanentes Promoções de marketing Outras adições permanentes Exclusões temporárias (1.918) (1.918) (50.465) (50.465) Realização da provisão para crédito de liquidação duvidosa - - (5.807) (5.807) Créditos Incobráveis - Perdas - - (43.872) (43.872) Provisão de comissões (591) (591) (339) (339) Provisão pagamento ABN (1.010) (1.010) - - Outras provisões (317) (317) (447) (447) Exclusões permanentes - - (67) (67) Promoções de marketing - - (67) (67) Base de cálculo antes da compensação de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL Base de cálculo do imposto de renda e contribuição social (-) PAT (197) - (208) - Despesa com imposto de renda e contribuição social continua...

18 Página 18 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de continuação b) Origem dos créditos tributários de imposto de renda e contribuição social diferidos Realização/ Crédito tributário ativo 2014 Constituição Reversão 2015 Provisão para comissões a pagar (356) 330 Provisão para pagamento Santander (446) 173 Provisão para crédito de liquidação duvidosa (16.562) Outras provisões (8.256) Total (25.620) Total (56.660) Os créditos tributários são reconhecidos considerando a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, baseada em estudo técnico que considera as expectativas da administração quanto à realização dos referidos créditos, projeções orçamentárias da instituição e indicadores econômicos financeiros, a valores presentes com base em taxas médias de captação e/ou custo de capital para os períodos projetados. c) Projeção de realização dos créditos tributários sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais Imposto Contride buição Valor Valor Renda Social Total presente (*) Total presente (*) Até 12 meses De 12 a 24 meses De 24 a 36 meses De 4 a 10 anos Total (*) Em 30 de junho de 2015, o valor presente dos créditos tributários, foi calculado considerando a taxa média de captação (14,62% a.a.). 16. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias: a) Ativos contingentes: Em 30 de junho de 2015, não existem processos classificados pela Administração como realização praticamente certa. b.1) Provisões trabalhistas: São compostas, principalmente, por demandas movidas por ex-funcionários com pedidos de horas extras e por exfuncionários de empresas terceirizadas com pedido de reconhecimento de vínculo empregatício e pagamento das respectivas verbas indenizatórias. O valor indicado como risco provável de perda com estimativa confiável é provisionado integralmente e acrescido de encargos. No semestre findo em 30 de junho de 2015, a provisão é de R$ 448 ( R$ 378 em 30 de junho de 2014). b.2) Provisões cíveis: São compostas, principalmente, por processos cíveis relacionados às operações de CDC sendo danos morais e patrimoniais e outros processos com pedidos condenatórios. Para os processos relacionados a operações de CDC, cujos valores não são individualmente relevantes, o provisionamento é efetuado com base na média histórica de perdas relativas aos processos encerrados. A média histórica de perdas é revisada a cada seis meses. O valor indicado como risco provável de perda com estimativa confiável é provisionado integralmente e acrescido de encargos, e em 30 de junho de 2015 é de R$ Para os demais processos cíveis, são efetuadas análises individuais do valor potencial de perda considerando o estágio atual do processo, o posicionamento dos tribunais em relação à matéria discutida e o parecer dos consultores jurídicos externos. Adicionalmente a companhia efetua provisão para perda para as operações de crédito cedidas onde possui coobrigação no valor de R$ 225 (nota 7e). As movimentações das provisões para contingências e obrigações legais, ocorridas no semestre, estão assim apresentadas. Dezembro Junho Junho 2014 Constituição Reversão Trabalhistas (890) Cíveis (123) PDD cart. cedida (I) (281) IPVA (4) Total (nota 12c) (1.298) (I) Refere-se as provisões para créditos de liquidação duvidosa classificadas no Ativo e Passivo (carteira cedida antes da Resolução nº 3.533). c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis: Em 30 de junho de 2015 as contingências passivas classificadas como perdas possíveis de natureza cível, fiscal e trabalhista que somam, com base nos valores atribuídos aos respectivos processos pelas partes reclamantes (que não representam, necessariamente, o valor de uma possível perda), R$ (R$ em 30 de junho de 2014) e estão representados, substancialmente, pelos seguintes processos: Ações revisionais de cláusulas de contratos de empréstimos e financiamentos; Ações indenizatórias, decorrentes da realização de operações financeiras; Ações trabalhistas. d) Órgãos reguladores: Não existem processos administrativos em curso, por parte do Sistema Financeiro Nacional, que possam impactar representativamente o resultado e as operações do Banco PSA. 17. Transações com partes relacionadas a) Remuneração de administradores: A remuneração total do pessoal chave da administração para o semestre findo em 30 de junho de 2015 foi de R$ 186 (2014 R$ 360) b) Transações com partes relacionadas Ativo Receita Ativo Receita (passivo) (Despesa) (passivo) (Despesa) PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. Aplicações em depósitos interfinanceiros Depósitos interfinanceiros ( ) (19.471) ( ) (15.563) PSA Peugeot Citröen do Brasil S.A. Outras obrigações diversas (nota 12c) (23.034) - (24.397) - Despesas com ressarcimento (nota 21) - (1.301) - (778) CDB pós-fixado (76.939) (1.898) (36.729) (1.780) Subsídios concedidos operações de crédito (nota 13) (63.666) (62.285) Previsão de Subsídios a receber (nota 8) Banque PSA Finance Empréstimos no exterior (nota 11) (17.430) (2.112) (45.405) (4.890) As transações com partes relacionadas foram contratadas as taxas compatíveis com as praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações levando-se em consideração a redução de risco. 18. Receitas de prestação de serviços Tarifa de cadastro Comissões de seguros Outras Total Despesas administrativas Serviço técnico especializado - serviços prestados Grupo Santander Serviços de terceiros Serviço técnico especializado Promoções e relações públicas Processamento de dados Serviços do sistema financeiro Despesas com viagem Despesas de seguros Outras despesas administrativas Total Outras receitas operacionais Variação cambial sobre obrigações por empréstimos e repasses Recuperação de encargos e despesas Recuperação de comissões de agenciamento Total Outras despesas operacionais Comissões por obtenção de operações de crédito Divisão resultados - Grupo Santander (nota 1) Ressarcimento Peugeot do Brasil Sinergia Floor-Plan Outras Total Limites operacionais: O Patrimônio de Referência Exigido PRE, obtido de acordo com os normativos em vigor, está demonstrado a seguir: Risco de crédito PEPR Risco cambial PCAM Risco operacional POPR Patrimônio de referência exigido PRE Patrimônio de referência PR Risco de taxa de juros Rban Margem de patrimônio O índice da Basiléia, para a data-base de 30 de junho de 2015, apurado de acordo com o estabelecido na Resolução nº 2.099/94, com as alterações introduzidas pelas Resoluções nº 3.444/07 e 3.490/07, e Circular nº 3.360/07 do Banco Central do Brasil, é de 25,00% para o Conglomerado Financeiro. 23. Gerenciamento de riscos: a) Risco de crédito: O gerenciamento de risco de crédito exige alto grau de disciplina e controle das análises e das operações efetuadas, preservando a integridade e a independência dos processos. A política de crédito do Banco PSA tem por objetivo a segurança, qualidade e liquidez na aplicação dos ativos, agilidade e rentabilidade nos negócios, minimizando os riscos inerentes a qualquer operação de crédito, bem como orientar sobre a fixação de limites operacionais e a concessão de operações de crédito. O Banco PSA segue os critérios estabelecidos pela Resolução nº 3.721/09 do Banco Central do Brasil. b) Risco de capital: As instituições financeiras devem manter um patrimônio de referência (PR) compatível com os riscos de suas atividades, sempre superior ao valor do Patrimônio de Referência Exigido (PRE), conforme Resolução nº 4.193/13 do Banco Central do Brasil. O Banco PSA apura seus limites de forma Consolidada. O gerenciamento de risco de capital no conglomerado busca otimizar a relação risco/retorno de forma a minimizar perdas, através de estratégias de negócios bem definidas, procurando maior eficiência na composição dos fatores que impactam no Índice de Solvabilidade (Basiléia). c) Risco de mercado: Para o monitoramento do risco de mercado o Banco PSA utiliza o Valor a Risco o qual é calculado diariamente utilizando-se de técnicas estatísticas atuais de forma a estimar a perda financeira possível para um dia levando-se em conta que o comportamento do mercado será semelhante ao que ocorreu no passado recente. Outra abordagem utilizada na aferição do risco de mercado é o Stress Test, uma técnica que visa analisar o impacto de variações extremas nos preços dos ativos e derivativos. Esta abordagem de análise tem por objetivo preservar o patrimônio do Banco PSA em situações de mercado consideradas atípicas. As premissas utilizadas pelo Banco PSA estão aderentes com os critérios estabelecidos pela Resolução nº 3.464/07 do Banco Central do Brasil. d) Risco de liquidez: O risco de liquidez é acompanhado pelo Banco PSA, visando monitorar quaisquer dificuldades em honrar suas obrigações futuras de pagamento ou incorrer em custos de captação maiores que aqueles regularmente praticados. O risco de liquidez é monitorado através de projeções diárias dos saldos de caixa levando-se em conta as liquidações dos fluxos futuros dos seus ativos e passivos, de modo a gerenciar a sua liquidez de forma segura e com baixos custos. As premissas utilizadas estão aderentes com os critérios estabelecidos pela Resolução nº 4.090/12 do Banco Central do Brasil. e) Risco operacional: O risco operacional é monitorado de forma a permitir a avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco decorrente da falta de consistência e adequação dos sistemas de informação, processamento e operações, bem como, de falhas nos controles internos, fraudes ou qualquer tipo de evento não previsto, que venha a tornar impróprio o exercício das atividades do Banco PSA. A gestão de risco operacional utiliza uma abordagem quantitativa com ferramentas que permitem o registro do histórico de ocorrências (base de eventos) e qualitativa com a análise dos eventos de forma a identificar as ações necessárias para mitigação dos riscos e correção de eventuais deficiências identificadas nas ocorrências. As premissas utilizadas estão aderentes com os critérios estabelecidos pela Resolução nº 3.380/07 do Banco Central do Brasil. 24. Outras informações: a) Previdência Privada: O Banco PSA é participante do PGBL do HSBC Vida e Previdência (Brasil) S.A, que tem por objetivos principais a suplementação da aposentadoria dos empregados. Durante o semestre, o Banco PSA contribuiu com R$ 127 (2014 R$ 116). b) Aumento da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Líquido: Em 21 de maio de 2015, foi publicada a Medida Provisória no 675 (MP 675/15) que altera a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido CSLL das instituições financeiras de 15% para 20%, a partir de 1o de setembro de A conversão em Lei dessa Medida Provisória ainda está pendente de aprovação pelo Congresso Nacional. A Diretoria Contador: Robinson Tiengo Caruzzo - CRC 1SP /O-0 Aos Administradores do Banco PSA Finance Brasil S.A. Examinamos as demonstrações financeiras do Banco PSA Finance Brasil S.A. ( Banco ), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Banco PSA Finance Brasil S.A. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/0-6 São Paulo, 27 de agosto de Eduardo Wellichen Contador CRC-1SP184050/O-6 BALANÇOS PATRIMONIAIS ENCERRADOS EM (Valores em R$ mil) DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS (Valores em R$ mil) PASSIVO 30/06/15 30/06/14 1º Sem/15 1º Sem/14 CIRCULANTE Receitas de Intermediação Financeira Outras Obrigações Resultado de operações de câmbio Carteira de câmbio Resultado Bruto da Intermediação Financeira Fiscais e previdenciárias Outras Receitas/Despesas Operacionais (7.576) (5.887) Negociação e intermediação de valores Receitas de prestação de serviços Diversas Despesas de pessoal (3.088) (2.751) PATRIMÔNIO LÍQUIDO Outras despesas administrativas (4.925) (4.084) Capital: Despesas tributárias (472) (487) De Domiciliados no país Outras receitas operacionais Reservas de lucros Outras despesas operacionais (103) (235) Lucros acumulados Resultado Operacional TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Resultado antes da Tributação sobre o Lucro e Participações Imposto de Renda e Contribuição Social (236) (568) Provisão para Imposto de Renda (142) (349) Provisão para Contribuição Social (94) (219) Lucro Líquido (Prejuízo) do Período Nº de ações...: Lucro/(Prejuízo) por ação...r$ 0,64 1,95 ATIVO 30/06/15 30/06/14 CIRCULANTE Disponibilidades Outros Créditos Carteira de câmbio Rendas a receber Diversos Outros Valores e Bens Despesas antecipadas NÃO CIRCULANTE Investimentos Outros investimentos Imobilizado de Uso Outras imobilizações de uso (Depreciações acumuladas) (321) (224) Intangível Ativos Intangíveis (Amortização acumulada) (23) (17) TOTAL DO ATIVO DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (R$mil) Capital Reserva Res.Espec. Luc./Prej. Eventos. Realiz. Legal de Lucros Acumula. Total Saldos Início Per. 01/01/ Lucro líquido (prej.) do per Saldos Fim Per. 30/06/ Mutações do Período: Saldos Início Per. 01/01/ Reversão de reservas - - (240) Dividendos intermediários (240) (240) Aumento de capital (300) - - Lucro líquido (prej.) do per Saldos Fim Per. 30/06/ Mutações do Período: (540) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Em 30 de Junho de 2015 e 2014 (Valores em R$ mil) 1. Contexto Operacional. Em Ata de Assembléia Geral de Constituição realizada em 30 de outubro de 2006, foi constituída a empresa Novo Mundo Corretora de Câmbio S/A, iniciando suas atividades em dezembro de 2006, com prazo de duração indeterminado. A sociedade tem por objeto social exclusivo a intermediação em operações de câmbio e a prática de operações no mercado de câmbio. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis. As demonstrações contábeis são de responsabilidade da Administração e foram elaboradas a partir das práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, associadas às normas e instruções do BACEN, consubstanciadas no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF) e do Comitê de Procedimentos Contábeis (CPC), quando aplicável. Estas informações contábeis foram aprovadas pela Diretoria da Corretora em 31 de julho de Resumo das Principais Práticas Contábeis. a) Apuração de resultado. As receitas e despesas são reconhecidas pelo regime de competência. b) Estimativas contábeis. Na preparação das demonstrações foram utilizadas estimativas contábeis que se basearam em fatores objetivos e subjetivos e levaram em consideração o julgamento da Administração para determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes devido à subjetividade inerentes ao processo de sua determinação. A Corretora revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. c) Demais ativos circulantes e realizáveis a longo prazo. São apresentados pelo valor de realização, incluindo quando aplicável, as variações monetárias, bem como os rendimentos auferidos até a data do balanço. d) Permanente. - Imobilizado de uso: São registrados pelo custo de aquisição e a depreciação foi calculada pelo método linear, com base em taxas que levam em consideração a vida útil e econômica dos bens segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária, sendo de 20% a.a. para "Sistema de Processamento de Dados e Sistema de Transportes" e de 10% a.a. para as demais contas. - Intangível: São registrados os direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Corretora ou exercidos com essa finalidade. São representados por softwares, registrados pelo custo de aquisição e amortizados pelo método linear, com base na vida útil estimada e segundo parâmetros e taxas estabelecidos pela legislação tributária à taxa de 20% a.a. e) Passivos circulantes e exigíveis a longo prazo. Demais passivos circulantes e exigíveis a longo prazo - São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dos balanços. Provisões - Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Corretora possui uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado onde é provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação e os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. f) Provisão para Imposto de renda e Contribuição social. A provisão para o imposto de renda, quando aplicável, é constituída à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% sobre os lucros que excederem R$240 no ano. A provisão para contribuição social é calculada à alíquota de 15%, após efetuados os ajustes determinados pela RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ilmos. Senhores - Diretores e Acionistas da Novo Mundo Corretora de Câmbio S/A. São Paulo SP - Examinamos as demonstrações contábeis da Novo Mundo Corretora de Câmbio S/A ("Corretora") que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e do fluxo de caixa correspondente ao semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Contábeis. A Administração da "Corretora" é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações Contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo NOVO MUNDO CORRETORA DE CÂMBIO S.A. CNPJ(MF) nº / DEMONSTR. DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO (R$ mil) Fluxos de caixa das atividades operacionais 1º Sem/15 1º Sem/14 Lucro líquido (prejuízo) do semestre/exercício Depreciações e amortizações Provisão de impostos no resultado Variação de Ativos e obrigações (Aumento) redução de outros créditos (2.728) (2.859) (Aumento) redução de outros valores e bens (39) (24) Aumento (redução) em outras obrigações Caixa líquido proveniente das ativid. operac Fluxos de caixa das atividades de investimento Alineações de: Imobilizado de uso - 22 Inversões em: Imobilizado de uso (77) (74) Caixa líquido usado nas atividades de investim. (77) (52) Fluxos de caixa das atividades de financiam. Dividendos/ lucros pagos/ propostos - (240) Caixa líquido usado nas atividades de financ. - (240) Aumento líquido de caixa e equival. de caixa Caixa e equivalentes de caixa no início período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período legislação fiscal. g) Contingências. Os passivos contingentes são reconhecidos quando, baseado na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os ativos contingentes são reconhecidos quando a administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis, sobre as quais não cabem mais recursos. h) Caixa e equivalente de caixa. Caixa e equivalente de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional e estrangeiras, cujo vencimento das operações na data de efetiva aplicação seja igual ou inferior a 90 dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, que são utilizados pela Corretora para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. 30/06/ /06/2014 Disponibilidades Caixa Depósitos Bancários Disponibilidades em Moedas Estrangeiras Total Caixa e Equivalentes de Caixa Composição de Saldos Relevantes Ativo Circulante 30/06/ /06/2014 Outros Créditos Carteira de Câmbio Câmbio comprado a liquidar Direito sobre vendas de câmbio (-) Operações de câmbio de liquidação pronta (1.730) (1.058) Rendas a receber Corretagem de câmbio a receber Diversos Adiantamentos e antecipações Adiantamentos p/ conta imobilizações Impostos e contribuições a compensar 1 1 Devedores por depósito em garantia 21 9 Devedores diversos - País Passivo Circulante 30/06/ /06/2014 Outras Obrigações Carteira de câmbio Câmbio vendido a liquidar Obrigações por compras de câmbio Obrigações por vendas - Taxas Flutuantes Fiscais e previdenciárias Impostos e contribuições sobre lucros Impostos e contribuições a recolher Negociação e intermediação de valores Credores conta de liquidação pendentes Diversas Obrigações p/ compra de bens e direitos Provisão p/ pagtos. a efetuar Provisão de contigências trabalhistas 5 - Credores diversos - País Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a 5. Capital Social. O capital social é de R$ 1.100, dividido em ações ordinárias nominativas, sem valor nominal. Totalmente integralizadas na data do balanço, por acionistas domiciliados no país. Em 30 de abril de 2014 foi deliberado o aumento de capital social de R$ 800 para R$ 1.100, mantendo a mesma quantidade de ações, mediante a incorporação de parte do saldo da conta "Reservas especiais de lucros", apresentado no balanço de 31 de dezembro de 2013, no montante de R$ 300. Do lucro líquido apurado no fechamento de balanço do exercício, serão destinados 5% para a constituição do Fundo de Reserva Legal até que este alcance 20% do capital social; 25% para dividendos aos acionistas; e, o saldo, se houver, terá a aplicação que lhe destinar a Assembléia Geral, por proposta da Diretoria, observadas as disposições legais atinentes à matéria. No semestre encerrado em 30 de junho de 2014, foram distribuídos dividendos no montante de R$ Juros de Capital Próprio. Nos semestres encerrados em 30 de junho de 2015 e 2014 não foram pagos juros sobre capital próprio, conforme faculta o artigo 9º da Lei nº 9.249/ Contingências. Em 30 de junho de 2015, existiam processos judiciais cuja avaliação de risco efetuada pelos assessores legais foi de risco possível e provável. O passivo contingente é incerto e depende de eventos futuros para determinar se existe probabilidade de saída de recursos, assim sendo não foram provisionados os processos de risco possível. Natureza Quantidade Valor estimado de causas das causas Processo trabalhista (risco provável) (a) 1 5 Processo cível (risco possível) (b) 1 8 Descrição da contingência: (a)processos trabalhistas - Foi provisionado o montante de R$ 5, o processo foi efetuado por ex-funcionário, e busca o pagamento de pretensos direitos trabalhistas, relativos à legislação trabalhista específica da categoria profissional. (b) Processo cível - Pleito de indenização efetuado por cliente referente ação declaratória com pedido de indenização. As declarações de renda dos últimos cinco exercícios estão sujeitas à revisão e aprovação pelas autoridades fiscais. Outros impostos e contribuições permanecem sujeitos à revisão e aprovação pelos órgãos competentes por períodos variáveis de tempo. 8. Gerenciamento da Estrutura de Capital. Visando o atendimento à Resolução de 30/06/2011 do Banco Central do Brasil, a instituição, adotou uma política de gerenciamento de capital que constitui um conjunto de princípios, procedimentos e instrumentos que asseguram a adequação de capital da instituição de forma tempestiva, abrangente e compatível com os riscos incorridos pela instituição de acordo com a natureza e complexidade dos produtos e serviços oferecidos a seus clientes. 9. Gerencimento de Riscos. Gestão de risco operacional: - Foram desenvolvidas ações visando à implementação de estrutura de gerenciamento de risco operacional, em conformidade com a Resolução CMN 3.380, que alcançam o modelo de gestão, o conceito, as categorias e política de risco operacional, os procedimentos de documentação e armazenamento de informações, e os relatórios de gerenciamento do risco operacional. Em 30/06/07, a Diretoria responsável pela matéria aprovou um conjunto de medidas que foram implementadas em 12/ 07, para garantir o completo alinhamento da Instituição ao disposto na Resolução. Gestão de risco de mercado: - A estrutura de gerenciamento do risco de mercado encontra-se devidamente implementada, segundo as disposições contidas na Resolução CMN 3.464/ Ouvidoria. O componente organizacional de Ouvidoria encontra-se em funcionamento e a sua estrutura atende às disposições estabelecidas na Resolução CMN 3.849, de 25 de março de A DIRETORIA REINALDO DANTAS - Contador CRC 1SP /O-6 avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações contábeis da "Corretora" para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da "Corretora". Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Novo Mundo Corretora de Câmbio S/A. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e o seu fluxo de caixa correspondente ao semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. VENEZIANI AUDITORES INDEPENDENTES CRC 2SP13744/O-1 Alcindo Takachi Itikawa - Contador CRC 1SP088652/O-9 Predador insustentável Divulgação As atividades de caça e pesca promovidas pelo homem têm características e impactos ecológicos bem diversos das praticadas por outras espécies predadoras, mostra artigo publicado na revista Science. Ao contrário de outros predadores da natureza, o ser humano visa principalmente animais adultos, no auge de sua capacidade reprodutiva, e tende a predar mais outros carnívoros do que herbívoros. Caçadores e pescadores humanos matam presas adultas até 14 vezes mais que outros predadores, o que afeta a capacidade das espécies visadas de repor suas populações, informa a equipe canadense responsável pelo estudo. No caso de carnívoros, eles são abatidos por seres humanos a uma taxa até nove vezes maior do que outras espécies. A situação é especialmente grave na pesca: pescadores exploram populações adultas de sua presa numa taxa superior à de qualquer outro predador do planeta, diz o artigo, que vê um efeito especialmente acentuado no Oceano Atlântico. Em nota, o pesquisador Chris Darimont, da Universidade de Victoria, diz: Nossa tecnologia de matança, perversamente eficaz, os sistemas da economia global e um gerenciamento de recursos que prioriza benefícios de curto prazo criaram o superpredador humano. Nosso impacto é radical (Jornal da Unicamp).

19 Página 19 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 30 DE JUNHO DE 2015 E DE 2014 continua Contexto operacional: A PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. ( Companhia ) tem como objetivo a realização de operações de arrendamento mercantil, principalmente de veículos das marcas Peugeot e Citröen. O Grupo Santander é responsável pela prestação de serviços relacionados à gestão/controle operacional das operações de arrendamento mercantil realizadas através da Companhia. A administração definiu estratégia operacional para a continuidade dos negócios envolvendo operações de leasing. Em 24 de julho de 2015 o Banque PSA Finance, S.A. e o Banco Santander (Brasil) S.A. assinaram um acordo de cooperação pelo qual o Banco Santander (Brasil) S.A. irá adquirir ações da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. correspondentes a 100% de seu capital. A operação está em fase de aprovação pelas autoridades concorrenciais e autoridades regulatórias bancárias. 2. Base de preparação e apresentação das demonstrações financeiras: As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as diretrizes contábeis emanadas pela Lei nº 6.404/76, alterações introduzidas pelas Leis nº /07 e nº /09 e com as normas do Banco Central do Brasil, e estão sendo apresentadas de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. As estimativas contábeis são determinadas pela Administração, considerando fatores e premissas estabelecidas com base em julgamento. Itens significativos sujeitos a essas estimativas e premissas incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos financeiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas pelo menos semestralmente. 3. Sumário das principais práticas contábeis: As principais práticas contábeis adotadas para a elaboração das Demonstrações Financeiras foram: a) Apuração do resultado: As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência, observando-se o critério pro-rata dia para as de natureza financeira. As receitas e despesas de natureza financeira são calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionados com operações no exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são atualizadas até a data do balanço. b) Aplicações interfinanceiras de liquidez: As aplicações prefixadas são registradas pelo valor de resgate, deduzido das rendas pertencentes ao período futuro, e as pós-fixadas pelo valor de custo acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. As aplicações no mercado aberto são classificadas no ativo circulante e realizável a longo prazo em função de seus prazos de vencimento, independentemente dos prazos de vencimento dos papeis que lastreiam as operações. c) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068/01, do Banco Central do Brasil, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: Títulos para negociação; Títulos disponíveis para venda; e Títulos mantidos até o vencimento. Os títulos classificados como para negociação (apresentados no ativo circulante) e disponíveis para venda (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo) são avaliados, na data do balanço, pelo seu valor de mercado e os classificados como títulos mantidos até o vencimento (segregados em ativo circulante e realizável a longo prazo), com a intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento, são avaliados pelo seu custo de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados para negociação são contabilizados em contrapartida à adequada conta de receita ou despesa, no resultado do período. Os ajustes a valor de mercado dos títulos classificados como disponíveis para venda são contabilizados em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido, líquido dos efeitos tributários, sendo transferidos para o resultado do período quando da efetiva realização, através da venda definitiva ou da reclassificação dos respectivos títulos e valores mobiliários para a categoria de títulos para negociação. A Companhia não opera com Instrumentos Financeiros Derivativos. d) Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa: Os registros contábeis da Companhia são mantidos conforme exigências legais. Os procedimentos adotados diferem das práticas contábeis adotadas no Brasil, principalmente por não adotarem o regime de competência no registro das receitas e despesas relacionadas aos contratos de arrendamento mercantil. No sentido de considerar esses efeitos, de acordo com a Circular nº do Banco Central do Brasil, a Companhia calcula o valor atual das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato, e registra o correspondente ajuste nas contas de imobilizado de arrendamento e superveniência/insuficiência de depreciação. As operações de arrendamento mercantil são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99, do Banco Central do Brasil, que requer a análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo - perda). As rendas das operações de arrendamento mercantil vencidas há mais de 59 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas como nível H permanecem nessa classificação por seis meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas. As renegociações de operações de crédito que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação são classificadas como nível H. A provisão para créditos de liquidação duvidosa, considerada suficiente pela Administração, atende aos critérios estabelecidos pelo Banco Central do Brasil. e) Imobilizado de arrendamento: O imobilizado de arrendamento, demonstrado ao custo, é reduzido pela depreciação acumulada, quando aplicável, calculada de forma acelerada e segundo determinação da Portaria MF nº 140/84 com redução de 30% da vida útil. f) Depósitos e captações no mercado aberto: São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pro-rata - dia. As captações no mercado aberto são classificadas entre passivo circulante e exigível a longo prazo em função de seus prazos de vencimento, independente dos prazos de vencimento dos papéis que lastreiam as operações. g) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros - (Impairment): O registro contábil de um ativo deve evidenciar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída uma provisão, ajustando o valor contábil líquido. Essas provisões são reconhecidas no resultado do período/exercício, conforme previsto na Resolução nº 3.566/08 do Conselho Monetário Nacional. Os valores dos ativos não financeiros são revistos, no mínimo, anualmente para determinar se há alguma indicação de perda por impairment. Exceto créditos tributários que são revistos semestralmente. Em 30 de junho de 2015 e 2014 não foram identificados ativos não financeiros registrados com indicação de perda por impairment. h) Imposto de renda e contribuição social: As provisões para o imposto de renda e contribuição social, quando devidas, são calculadas com base no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões de caráter permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela alíquota de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no exercício (R$ 120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social foram calculados sobre as adições e exclusões temporárias, prejuízo e base negativa. Os créditos tributários são baseados nas expectativas atuais de realização e considerando os estudos técnicos e análises da administração, o total dos créditos tributários está registrado na rubrica Outros créditos - Diversos, conforme descrito na nota explicativa nº 9. i) Ativos e passivos contingentes e obrigações fiscais e previdenciárias: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos pela Resolução nº 3.823/09 e Carta Circular nº 3.429/10 ambas do Banco Central do Brasil e pronunciamento técnico CPC nº 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), obedecendo aos seguintes critérios: Contingências ativas - Não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização sobre as quais não cabem mais recursos. Contingências passivas - São reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. As contingências passivas classificadas como perda possível são apenas divulgadas em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão, nem divulgação. Obrigações legais - fiscais e previdenciárias - Referem-se a demandas judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade ou a inconstitucionalidade de alguns tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado e registrado contabilmente. 4. Ajustes nas operações de arrendamento mercantil: Conforme mencionado na nota explicativa nº 3d, os procedimentos adotados pela Companhia diferem das práticas contábeis adotadas no Brasil, mas seguem as orientações da Circular nº do Banco Central do Brasil. Nesse sentido, foi calculado o valor atual das contraprestações em aberto, utilizando-se a taxa interna de retorno de cada contrato. No semestre este ajuste gerou uma despesa com a redução do saldo de superveniência de depreciação no montante de R$ ( R$ ). Em decorrência do registro contábil desse ajuste, o lucro líquido e o patrimônio líquido estão apresentados de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, porém as rubricas de ativo circulante e resultado da intermediação financeira permanecem inadequadamente apresentadas. 5. Caixa e equivalente de caixa: A demonstração dos fluxos de caixa foi elaborada em conformidade com a Resolução nº 3.604/08 do Banco Central do Brasil, sendo considerados como equivalentes de caixa as aplicações interfinanceiras de liquidez e títulos e valores mobiliários cujos prazos de vencimento na data de contratação eram inferiores a 90 dias. O caixa e equivalentes de caixa estão assim representados: Disponibilidades Aplicações em depósitos interfinanceiros de liquidez Títulos e valores mobiliários Total de caixa e equivalentes de caixa Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros A vencer Até 90 dias De 3 meses a 1 ano Acima de 1 ano No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com aplicações interfinanceiras foi de R$ (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 7. Títulos e valores mobiliários Carteira própria Títulos para negociação Santander FIC FI Empresas Curto Prazo No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com títulos e valores mobiliários foi de R$ 3 (R$ 4 no semestre findo em 30 de junho de 2014). 8. Operações de arrendamento mercantil e provisão para créditos de liquidação duvidosa: As operações de arrendamento mercantil são contratadas de acordo com a opção feita pelo arrendatário, com cláusulas de atualização pós-fixada ou com taxa de juros prefixada, tendo o arrendatário a opção contratual de compra do bem, renovação do arrendamento ou devolução ao final do contrato. A garantia dos arrendamentos a receber está suportada pelos próprios bens arrendados. Esses valores, em atendimento às normas do Banco Central do Brasil, são apresentados em diversas rubricas patrimoniais, as quais são resumidas a seguir: Descrição Arrendamentos a receber Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (4.578) (15.647) Bens arrendados Superveniência de depreciação Depreciação acumulada (41.472) (75.231) Credores por antecipação de valores residuais (12c) (4.285) (16.694) Diferido O valor dos contratos de arrendamento mercantil é representado pelo seu respectivo valor presente, apurado com base na taxa interna de cada contrato: a) Composição da carteira de arrendamentos a receber por tipo de cliente Descrição Pessoa física Indústria - 44 Comércio Outros serviços Total b) Composição da carteira de arrendamentos a receber por faixa de vencimento das parcelas Descrição A vencer Até 3 meses De 3 meses a 1 ano Acima de 1 ano Vencidas De 1 a 14 dias Acima de 14 dias Total c) Concentração do risco de crédito Descrição Principal devedor Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 1,34 0,50 20 maiores devedores Percentual do total da carteira de operações de crédito - % 12,06 6,49 d) Composição da carteira de arrendamentos a receber e correspondente provisão para devedores duvidosos nos prazos e níveis de risco estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99 do Banco Central do Brasil em 30 de junho de 2015 e 2014 Total das Provisão Total das Provisão Nível de risco operações constituída operações constituída A B C D E F G H Total e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa Carteira Carteira própria própria Saldo no início do exercício Constituições Reversões (216) (107) Créditos baixados para prejuízo (301) (468) Saldo no final do semestre No semestre findo em 30 de junho de 2015 o resultado com recuperação de créditos baixados para prejuízos totalizou R$ 204 (R$ 368 no semestre findo em 30 de junho de 2014). f) Rendas com operações de arrendamento mercantil: No semestre findo em 30 de junho de 2015, o resultado com operações de arrendamento mercantil totalizou R$ 477 (R$ no semestre findo em 30 de junho de 2014). 9. Outros créditos - diversos Créditos tributários (Nota 14b) Antecipações de IR e CS Depósitos judiciais Outros créditos Total Curto prazo Longo prazo Imobilizado de arrendamento Veículos e afins (taxa de depreciação - 20% a.a.) Superveniência de depreciação Depreciação acumulada (41.472) (75.231) Total As operações de arrendamento têm cláusulas de opção de compra, de taxas de juros prefixadas ou pós-fixadas e de seguros dos bens objetos de arrendamento, a favor do arrendador. Os valores residuais de opção de compra antecipados pelos clientes, no semestre somam R$ ( R$ ), registrado em Outras obrigações - Diversas no passivo circulante e R$ 765 ( R$ 4.771), registrado em Outras obrigações - diversas no exigível a longo prazo. 11. Depósitos: a) Diversificação de produtos e prazo 2015 Até De 91 a Acima de 90 dias 360 dias 361 dias Total 2014 Depósitos Interfinanceiros Total b) Concentração % Sobre a % Sobre a Valor Carteira Valor Carteira 10 maiores credores ,00% Total ,00% No semestre findo em 30 de junho de 2015, as despesas de captação no mercado totalizaram R$ 11 (R$ 55 no semestre findo em 30 de junho de 2014). 12. Outras obrigações a) Sociais e estatutárias Provisão para pagamento de juros sobre capital próprio Total b) Fiscais e previdenciárias Imposto de Renda Imposto de Renda diferido Contribuição social Impostos sobre serviços Outros Total c) Diversas Credores por antecipação de VRG (nota 8) Passivos contingentes (nota 15b) Outras obrigações Total Curto prazo Longo prazo Patrimônio líquido: a) Capital social: Em 30 de junho de 2015, o capital social, totalmente subscrito e integralizado, é de R$ (R$ ), representado por ações ( ), divididas ordinárias nominativas. Em 30 de abril de 2015, em Assembléia Geral Extraordinária foi deliberado o aumento de capital no montante de R$ (R$ ), mediante a emissão de (R$ ) novas ações ordinárias e nominativas, por meio da capitalização de juros sobre capital próprio destinados e provisionados ao término do exercício findo em 31 de dezembro de b) Reserva legal: O Banco deve destinar 5% do lucro líquido de cada exercício social para a reserva legal, que não poderá exceder a 20% do capital integralizado. c) Reserva estatutária: São constituídas em até 5% do lucro líquido de cada exercício social após as deduções legais da reserva legal e dos dividendos até atingir o limite de 100% do capital social, ressalvada a existência de deliberação tomada em contrário pela Assembleia Geral conforme estabelecido no estatuto social. d) Lucros acumulados: Conforme Resolução nº 3.605/08, o lucro apurado e não distribuído no semestre deverá ser destinado. Em 30 de junho de 2015, o lucro remanescente de R$ (R$ em 30 de junho de 2014) foi destinado para a rubrica de reserva de lucros. e) Distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio: O estatuto social estabelece dividendo obrigatório de 5% sobre o lucro líquido do semestre ajustado consoante à legislação em vigor. Em conformidade com a Lei nº 9.249/1995, a Administração da Companhia decidiu pelo provisionamento de juros sobre capital próprio, limitado na forma da legislação vigente. No semestre findo em 30 de junho de 2015, o valor deliberado foi de R$ (valor por ação - R$ 51,99) ( R$ (valor por ação - R$ 45,07)), reduzindo a despesa de imposto de renda e contribuição social em R$ ( R$ 2.998) 14. Imposto de renda e contribuição social a) Os encargos com imposto de renda e contribuição social incidentes sobre as operações do semestre estão demonstrados a seguir: IRPJ CSLL IRPJ CSLL Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (-) Juros sobre capital próprio (8.999) (8.999) (7.497) (7.497) Resultado antes da tributação sobre o lucro Adições temporárias Insuficiência de depreciação Provisões para crédito de liquidação duvidosa Outras provisões IRPJ CSLL IRPJ CSLL Exclusões temporárias (977) (977) (8.937) (8.937) Provisão para contingências - - (41) (41) Provisões para crédito de liquidação duvidosa (119) (119) (107) (107) Créditos Incobráveis Perda - - (8.761) (8.761) Provisões para comissões Provisões para publicação de balanço (4) (4) (28) (28) Outras provisões (854) (854) - - Base de cálculo antes da compensação de prejuízo fiscal e base negativa da CSLL (-) Compensação 30% - prejuízo fiscal e base negativa da CSLL (3.112) - (11.965) - Base de cálculo do imposto de renda e contribuição social Despesa com imposto de renda e contribuição social b) Origem dos créditos tributários e passivo fiscal diferido de imposto de renda e contribuição social diferidos Dezembro Crédito tributário ativo 2014 Constituição Reversão 2015 Provisão para créditos de liquidação duvidosa (148) Provisão riscos contingentes (119) 654 Outros (321) Prejuízos fiscais Total (588) Total (11.047) Os créditos tributários são reconhecidos considerando a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, baseada em estudo técnico que considera as expectativas da administração quanto à realização dos referidos créditos, projeções orçamentárias da instituição e indicadores econômicos financeiros, a valores presentes com base em taxas médias de captação e/ou custo de capital para os períodos projetados. Tais critérios não se aplicam aos efeitos decorrentes da superveniência de depreciação, conforme previsto no parágrafo 5º, do Inciso II, do artigo 1º da Resolução nº do Conselho Monetário Nacional. c) Projeção de realização e valor presente dos créditos sobre diferenças temporárias e prejuízos fiscais na Companhia: Imposto Contribuição Valor Valor de Renda Social Total presente (*) Total presente (*) 12 meses meses meses De 4 a 10 anos (**) Total (*) Em 30 de junho de 2015, o valor presente dos créditos tributários foi calculado considerando a taxa média de captação (14,62% a.a.). (**) O montante classificado em 4 a10 anos refere-se a créditos tributários, originados de prejuízos fiscais, ocasionados pela exclusão das receitas de superveniências de depreciação de bens objeto de operações de arrendamento mercantil. 15. Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias: a) Ativos contingentes: Em 30 de junho de 2015, não existem processos classificados pela Administração como realização praticamente certa. b) Passivos contingentes classificados como perdas prováveis e obrigações legais: b.1. Provisões fiscais e previdenciárias: As provisões para processos fiscais e previdenciários são representados por processos judiciais e administrativos. As movimentações das provisões para contingências e obrigações legais, ocorridas no semestre estão assim apresentadas. Dezembro 2014 Constituição Reversão Junho 2015 ISS Cíveis (51) IPVA (773) Total (824) c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis: Em 30 de junho de 2015, as contingências passivas classificadas como perdas possíveis de natureza cível, fiscal e trabalhista que somam, com base nos valores atribuídos aos respectivos processos pelas partes reclamantes (que não representam, necessariamente, o valor de uma possível perda), R$ 257 e estão representados, substancialmente, pelos seguintes processos: Ações revisionais de cláusulas de contratos de empréstimos e financiamentos; Ações indenizatórias, decorrentes da realização de operações financeiras; Ações fiscais. d) Órgãos reguladores: Não existem processos administrativos em curso, por parte do Sistema Financeiro Nacional, que possam impactar representativamente o resultado e as operações da Companhia. 16. Transações com partes relacionadas Banco PSA Ativo Receitas Ativo Receitas Finance Brasil S.A. (passivo) (despesas) (passivo) (despesas) Aplicações em depósitos interfinanceiros Depósitos interfinanceiros - (11) (1.157) (52) As transações com partes relacionadas foram contratadas a taxas compatíveis com as praticadas com terceiros, vigentes nas datas das operações, levandose em consideração a redução de risco. 17. Despesas administrativas Serviços prestados - Santander (Nota 1) Despesas de serviços técnicos especializados Outras Total Outras receitas operacionais Recuperação de encargos e despesas Outras rendas operacionais 99 - Total Outras despesas operacionais Divisão resultados com o Grupo Santander (Nota 1) 3 20 Total Gerenciamento de riscos: A Companhia por intermédio da instituição líder Banco PSA Finance Brasil S.A. aderiu à estrutura de gerenciamento de risco operacional, crédito e liquidez e de mercado em atendimento às Resoluções nº 3.380/06 e nº 3.464/07, respectivamente, ambas do CMN. 21. Limites operacionais: O índice da Basiléia, para a data-base de 30 de junho de 2015, apurado de acordo com o estabelecido na Resolução nº 2.099/94, com as alterações introduzidas pelas Resoluções nº 4.192/13, nº 4.193/13 e nº 3.988/11 do CMN é de 25,00% ( ,57%) para o Conglomerado Financeiro. 22. Outras informações: Em 21 de maio de 2015, foi publicada a Medida Provisória no 675 (MP 675/15) que altera a alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL das instituições financeiras de 15% para 20%, a partir de 1º de setembro de A conversão em Lei dessa Medida Provisória ainda está pendente de aprovação pelo Congresso Nacional. RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e acionistas da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. Examinamos as demonstrações financeiras da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. ( Companhia ), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras: A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva: A Companhia registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente (Nota Explicativa nº 4). Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a disposição da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante, realizável a longo prazo e rendas de arrendamento, mas resultam na adequada apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Opinião com ressalva: Em nossa opinião, exceto pelas não reclassificações referidas no parágrafo Base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da PSA Finance Arrendamento Mercantil S.A. em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os Eduardo Wellichen Contador CRC-1SP184050/O-6 seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Ênfase: Sem ressalvar nossa opinião, chamamos a atenção para a nota 14 b) que descreve a existência de créditos tributários ativos de R$ mil, reconhecidos com base em projeções financeiras e plano de negócios para 30 de junho de 2015 e aprovados pela Administração, que incluem estudo da conjuntura atual e cenários futuros de premissas utilizadas nas referidas projeções. A realização desses créditos tributários depende da materialização dessas projeções e planos de negócios na forma como aprovadas pelos órgãos da Administração. São Paulo, 27 de agosto de ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/0-6 A Diretoria Contador: Robinson Tiengo Caruzzo - CRC 1SP /O-0 Senhores Acionistas: Em cumprimento às disposições legais e estatutárias, submetemos a apreciação de V.Sas. o Balanço Patrimonial e as Demonstrações de Resultado e das Mutações do Patrimônio Líquido e das Demonstrações dos Fluxos de Caixa relativos aos exercícios findos em 30 de junho de 2015 e São Paulo, 27 de agosto de A Administração. BALANÇOS PATRIMONIAIS 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Ativo Circulante Disponibilidades (nota 5) Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 6) Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários (nota 7) Carteira própria Operações de arrendamento mercantil (nota 8) (318) (539) Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (3.761) (11.176) Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (226) (658) Outros créditos (nota 9) Diversos Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez (nota 6) Aplicações em depósitos interfinanceiros Operações de arrendamento mercantil (nota 8) (70) (216) Setor privado Rendas a apropriar de arrendamento mercantil (817) (4.472) Provisão para créditos de arrendamento mercantil de liquidação duvidosa (49) (264) Outros créditos (nota 9) Diversos Permanente Imobilizado de uso 1 1 Outras imobilizações de uso 3 3 Depreciações acumuladas (2) (2) Imobilizado de arrendamento (nota 10) Bens arrendados Depreciações acumuladas (35.141) (54.550) Diferido Gastos de organização e expansão Amortizações acumuladas (3.098) (2.981) Total do ativo Passivo Circulante Depósitos (nota 11) Depósitos interfinanceiros Outras obrigações (nota 12) Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Exigível a longo prazo Outras obrigações (nota 12) Fiscais e previdenciárias Diversas Patrimônio líquido (nota 13) Capital De domiciliados no país 2 2 De domiciliados no exterior Reservas de lucros Total do passivo e patrimônio líquido DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por lote de mil ações) Semestre Receitas da intermediação financeira Operações de arrendamento mercantil (nota 8f) Resultado com títulos e valores mobiliários e aplicações interfinanceiras de liquidez (notas 6, 7) Despesas da intermediação financeira (6.489) (41.674) Operações de captação no mercado (nota 11b) (11) (55) Operações de arrendamento mercantil (nota 8f) (6.390) (41.204) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (nota 8e) (88) (415) Resultado bruto da intermediação financeira Outras receitas (despesas) operacionais (3.098) (3.183) Despesas administrativas (nota 17) (2.363) (2.138) Despesas tributárias (1.030) (1.184) Outras receitas operacionais (nota 18) Outras despesas operacionais (nota 19) (3) (20) Resultado operacional Resultado não operacional Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações Imposto de renda e contribuição social (3.171) (2.852) Provisão para imposto de renda e contribuição social (nota 14a) (2.864) (8.347) Ativo fiscal diferido (nota 14b) (307) Lucro líquido do semestre Lucro líquido por lote de mil ações - em R$ 79,65 70,98 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Semestre Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro líquido ajustado do semestre Lucro líquido do semestre Ajuste ao lucro líquido Provisão para créditos de liquidação duvidosa Depreciações e amortizações Superveniência de depreciação Variação de ativos e obrigações (22.747) (64.086) (Aumento) em aplicação interfinanceiras de liquidez (11.517) (15.471) (Aumento) em operações de arrendamento mercantil (235) (486) Redução em outros créditos Aumento (redução) em depósitos interfinanceiros (50) 362 (Redução) em outras obrigações (12.679) (59.775) Caixa líquido (aplicado) em atividades operacionais (3.378) (11.558) Fluxo de caixa das atividades de investimento Alienação de imobilizado de arrendamento Aplicação no diferido (6) (104) Caixa líquido gerado em atividades de investimento Fluxo de caixa das atividades de financiamento Juros sobre o capital próprio pago (8.999) (7.497) Aumento de capital Caixa líquido gerado em atividades de financiamento Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 512 (1.062) Caixa e equivalentes de caixa (nota 5) Caixa e equivalentes de caixa no início do semestre Caixa e equivalentes de caixa no fim do semestre Aumento (redução) de caixa e equivalentes de caixa 512 (1.062) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SEMESTRES FINDOS EM 30 DE JUNHO DE 2015 E 2014 Reservas de lucros Capital social Reserva legal Reserva estatutária Lucros acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital (nota 13a) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 13b) (590) - Reserva especial (nota 13c) (3.719) - Juros sobre o capital próprio (nota 13e) (7.497) (7.497) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre Saldos em 31 de dezembro de Aumento de capital (nota 13a) Lucro líquido do semestre Reserva legal (nota 13b) (689) - Reserva estatutária (nota 13c) (4.099) - Juros sobre o capital próprio (nota 13e) (8.999) (8.999) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

20 Página 20 São Paulo, sexta-feira, 28 de agosto de 2015 NGO - ASSOCIADOS CORRETORA DE CÂMBIO LTDA. Ativo Nota Explicativa 30/06/ /06/2014 Circulante Disponibilidades Titulos e Valores Mobiliarios Carteira Própria Outros Creditos Rendas a receber Diversos Outros valores e bens Não circulante Diversos Imobilizado de Uso Intangivel Total do Ativo CNPJ/MF nº / Balanços Patrimoniais Em 30 de junho de 2015 e 2014 (Em unidades de reais) Passivo Nota Explicativa 30/06/ /06/2014 Circulante Outras obrigações Dividendos a pagar Fiscais e Previdênciarias Diversas Não circulante Diversas Patrimônio líquido Capital social De domiciliados no país Reservas de lucros Total do Passivo e Patrimônio Líquido Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - (Em unidades de Reais) Reserva de lucros Lucros Capital Social Legal Outros Total Acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Lucro líquido do semestre Reserva legal (6.336) Antecipação de dividendos (5.000) (5.000) (5.000) Dividendos a pagar ( ) ( ) ( ) Transferência para reserva de lucros ( ) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre ( ) ( ) ( ) Saldos em 31 de dezembro de Lucro líquido do semestre Reserva legal (1.064) Antecipação de dividendos (10.000) (10.000) (10.000) Transferência para reserva de lucros (20.221) Saldos em 30 de junho de Mutações do semestre (1.064) (10.000) Notas explicativas às Demonstrações Contábeis Semestres findos em 30 de junho de 2015 e 2014 (Em unidades de Reais) 1. Contexto Operacional: A NGO - Associados Corretora de Câmbio Ltda. ( Corretora ou NGO ) tem como principais objetivos a intermediação de operações de câmbio e prestação de serviços de assessoria e assistência técnica na área de câmbio. Desde sua constituição, e regida pela atividade que foi autorizada, a Corretora oferece serviços de intermediação cambial e assistência técnica em operações de importação e exportação de bens e serviços, abrangendo também as operações financeiras, tratando do registro cambial de todas as operações. A Missão da NGO é oferecer soluções nas negociações, que garantam o melhor custo benefício para o cliente. Com uma filosofia moderna de atuação baseada no sentido de parceria. Destacase pela prestação de serviço personalizado, apresentando soluções completas para seus clientes, por isso, é referência no mercado de câmbio e comércio exterior, sendo detentora de prêmios de reconhecimento público como a TOP OF MIND. 2. Apresentação das Demonstrações Contábeis: As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, com alterações introduzidas pelas Leis nº /07 e nº /09, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central do Brasil (Bacen) e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF). O Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC emitiu pronunciamentos relacionados ao processo de convergência contábil internacional, aprovados pela CVM, porém, nem todos foram homologados pelo BACEN. As Demonstrações Contábeis estão apresentadas em Reais, moeda funcional e de apresentação da Corretora e foram aprovadas, pela Administração, em 26 de agosto de Resumo das Principais Práticas Contábeis: As principais práticas contábeis são as seguintes: a. Apuração do resultado: O resultado é apurado de acordo com o regime de competência, que estabelece que as receitas e despesas devem ser incluídas nas apurações dos resultados dos períodos em que ocorrerem, simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente se recebimento ou pagamento. As receitas e despesas correspondetes ao período futuro são apresentadas em conta refutora dos respectivos ativos e passivos. b. Caixa e equivalentes de caixa: Para fins de Demonstração dos Fluxos de Caixa, incluem depósitos bancários a vista em moeda corrente, aplicações em depósitos interfinanceiros (quando aplicável), sem restrições de uso pela Administração e/ou redução de valor pelo resgate, para o gerenciamento de compromissos de curto prazo. c. Títulos e Valores Mobiliários e instrumentos financeiros derivativos: Registrados pelo custo de aquisição e acrescidos dos rendimentos auferidos até a data do balanço, são classificados, quando aplicável, conforme a Circular 3.068, de 08/11/ 2011, do BACEN, sendo: i) Títulos para negociação: Títulos e Valores Mobiliários adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, avaliados pelo valor de mercado em contrapartida ao resultado do exercício e/ou período. ii) Títulos disponíveis para venda: Títulos e Valores Mobiliários que poderão ser negociados, porém não são adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, em contrapartida à conta destacada no patrimônio líquido. iii) Títulos mantidos até o vencimento: Títulos e Valores Mobiliários para os quais haja intenção ou obrigatoriedade e capacidade financeira da Corretora para sua manutenção em carteira até o seu vencimento, registrados pelo custo de aquisição ou pelo valor de mercado quando da transferência de outra categoria. Os títulos são atualizados até a data de vencimento, não sendo avaliados pelo valor de mercado. Os ganhos e perdas de títulos disponíveis para a venda, quando realizados, serão reconhecidos na data de negociação na demonstração do resultado, em contrapartida a conta específica no patrimônio líquido. As reduções no valor de mercado dos Títulos e Valores Mobiliários disponíveis para a venda e dos mantidos até o vencimento (quando aplicável), abaixo dos respectivos custos atualizados, quando não impactados por eventos temporários, serão considerados no resultado como perdas realizadas. Em 30 de junho de 2015 e de 2014, a Corretora não possuía operações com instrumentos financeiros derivativos. d. Rendas a receber: Os valores a receber de prestação de serviços são registrados pelo valor contratado. A Administração avalia, constantemente, a necessidade de provisão para créditos de liquidação duvidosa em relação à perspectiva de realização de seus recebíveis. e. Outros Valores e bens e diversos: Demonstrado pelo valor de custo ou de realização, incluindo os rendimentos auferidos até a data do balanço, quando aplicável. f. Imobilizado e intangível: O Imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição, deduzindo-se a depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, que consideram o tempo de vida útil-econômica dos bens, sendo demonstrado na Nota Explicativa n 7. O Intangível corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto, bens incorpóreos destinados à manutenção da Corretora. Quando aplicável, são amortizados no prazo de cinco anos (20% ao ano). A Administração da Corretora avalia ao menos uma vez no exercício social, a necessidade de provisão ao valor recuperável de seus ativos, sendo que para os semestres findos em 30 de junho de 2015 e de 2014, não foram apuradas perdas substanciais que necessitassem a apresentação de ajustes em suas Demonstrações Contábeis. f. Redução ao valor recuperável de ativos (Impairment): Os ativos financeiros e não financeiros são avaliados para averiguar se há evidência significativa de que tenha ocorrido uma perda no seu valor contábil. Uma perda por redução ao valor recuperável de ativo financeiro e não financeiro é reconhecida no resultado do período se o valor contábil do ativo ou unidade geradora de caixa exceder o seu valor recuperável. g. Outros ativos e passivos: Demonstrado por valores conhecidos e calculáveis, acrescidos dos encargos incorridos até a data do balanço, quando aplicáveis. Os passivos demonstrados incluem os valores conhecidos e mensuráveis, acrescidos dos encargos e das variações monetárias incorridos, quando aplicável. h. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL): A provisão para o Imposto de Renda é constituída à alíquota de 15% do lucro tributável, acrescida de adicional de 10% conforme previsto na legislação em vigor. A Contribuição Social é calculada à alíquota de 15%, como determina legislação para Empresas do segmento financeiro. Em conformidade com a Lei nº /09, as modificações no critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas na apuração do lucro líquido do período, introduzidas pela Lei nº /07 e pelos artigos 37 e 38 da Lei nº /09, não produziram efeitos na apuração do Lucro Real. A provisão para o imposto de renda é calculada à alíquota de 15% mais adicional de 10% e a contribuição social é calculada à alíquota de 15%, após efetuados os ajustes determinados pela legislação fiscal. i. Ativos e passivos contingentes: O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais são realizados de acordo com os critérios definidos na Resolução 3.823/09 e Pronunciamento Técnico CPC 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), obedecendo os seguintes critérios: Ativos contingentes - São reconhecidos nas Demonstrações Contábeis somente quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização, sobre as quais não cabem mais recursos, caracterizando o ganho como praticamente certo. Passivos contingentes - São reconhecidos nas Demonstrações Contábeis quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como de perdas possíveis não são reconhecidos contabilmente, sendo divulgados nas Notas Explicativas, conforme demonstrado na Nota Explicativa nº Caixa e Equivalentes de Caixa: O caixa e equivalentes de caixa são compostos pelas disponibilidades e aplicações interfinanceiras de liquidez, representadas por cadernetas de poupança. 30/06/ /06/2014 Caixa Depósitos bancários a vista Caderneta de poupança Os depósitos bancários e caderneta de poupança são realizados em Instituições Financeiras de primeira linha, considerados pela Administração da Corretora, como suficientes para o cumprimento de obrigações de curto prazo. A aplicação financeira é prontamente conversíveis em caixa e estão sujeitas a um insignificante risco de mudança de valor. 5. Rendas a receber 30/06/ /06/2014 Títulos a vencer 0 a 30 dias Títulos vencidos 0 a 30 dias a 90 dias O valor da provisão para devedores duvidosos, quando aplicável, leva em consideração o histórico de perdas e análises dos vencimentos dos títulos, garantias envolvidas, renegociações e atual análise da situação financeira da contraparte. A Administração vem realizando análises constantes em suas contas a receber, baixando-os quando considerados de difícil realização. 6. Outros créditos - Diversos 30/06/ /06/2014 Ativo Passivo Ativo Passivo Impostos a recuperar (i) Outros impostos a compensar Adiantamentos a funcionários Salários e encargos trabalhistas Outros Total Circulante Depósitos judiciais (Nota 8) Imposto de renda a compensar (i) Provisão para demandas judiciais (Nota 8) Total Não circulante (i) Os impostos a recuperar, referem-se substancialmente às retenções nas notas de corretagem de câmbio, durante o exercício. 7. Imobilizado: a. Composição dos saldos Taxa de Depreciação 30/06/ /06/2014 Anual (%) Custo Depreciação Líquido Líquido Instalações (30.465) Móveis e Utensílios (60.556) Máquinas e equipamentos (78.237) Equipamentos de informática ( ) Total ( ) b. Movimentação do custo 31/12/ /06/2015 Custo Adições Baixas Transf. Custo Instalações Móveis e Utensílios Máquinas e equipamentos Equipamentos de informática Total Ativos e passivos contingentes: A Corretora depositou judicialmente o tributo relativo à Contribuição Social em conta judicial, vinculada a ação que objetiva a declaração de ilegalidade de sua exigência. Como contrapartida foi registrada a obrigação no Passivo Circulante. A Administração da Corretora entende que as provisões constituídas são suficientes para atender as eventuais perdas decorrentes dos respectivos processos, considerando os critérios descritos na Resolução n 3823/09 do BACEN. Não existem, em curso em 30 de junho de 2015, processos administrativos por descumprimento das normas do Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas, que pudessem impactar representativamente nas Demonstrações Contábeis e operações da Corretora. 9. Patrimônio Líquido: a. Capital Social: O Capital social, totalmente subscrito e integralizado, está representado por (quatrocentos e cinquenta mil) quotas, no valor nominal de R$ 1,00 cada. Os resultados distribuíveis, apurados anualmente ou em períodos inferiores, serão divididos ou suportados pelos sócios, que farão deliberações específicas e em documento formal. b. Reservas: Conforme disposições estatutárias e determinação da Lei nº 6.404, a Corretora destina 5% do lucro líquido do exercício social para Reserva Legal, atendendo aos limites estipulados na legislação vigente. c. Distribuição de lucros: Conforme disposições estatutárias, estão estipulados aos acionistas, dividendos que, correspondam no mínimo a 25% do Lucro Líquido do exercício. 10. Receitas de prestação de serviços Relatório dos Auditores Independentes À Diretoria da NGO - Associados Corretora de Câmbio Ltda. São Paulo - SP. Examinamos as demonstrações contábeis da NGO - Associados Corretora de Câmbio Ltda ( Corretora ), que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis: A Administração da Corretora é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes: Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Corretora para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Corretora. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis Demonstrações de Resultados Semestres findos em 30 de junho de 2015 e de 2014(Em unidades de Reais) 30/06/ /06/2014 Resultado de intermediação financeira Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários Resultado bruto de intermediação financeira Outras receitas/despesas operacionais Receitas de prestações de serviços Despesas de pessoal ( ) ( ) Outras despesas administrativas ( ) ( ) Despesas tributárias ( ) ( ) Outras despesas operacionais (16.909) ( ) Resultado operacional Resultado antes da tributação sobre os lucros e participações Contribuição Social (29.085) (5.561) Imposto de Renda (35.825) (5.226) Lucro líquido do semestre Número de quotas sociais Lucro líquido por ação R$ 0,28 R$ 0,05 Demonstração de Fluxo de Caixa - (Em unidades de Reais) Semestres findos em Fluxo de Caixa das atividades operacionais 30/06/ /06/2014 Lucro líquido do semestre Depreciação e amortização Variação em ativos operacionais (6.550) Outros créditos (23.173) Outras operações de valores e bens (2.869) Variação em passivos operacionais Obrigações fiscais e previdenciarias (21.731) Obrigações diversas (13.759) Caixa gerado pelas atividades operacionais Fluxo de Caixa das atividades de investimentos Aquisição de imobilizado (280) (70.555) Caixa aplicado nas atividades de investimentos (280) (70.555) Fluxo de Caixa das atividades de financiamento Pagamentos de dividendos (5.000) (10.000) Provisão para pagamento de dividendos ( ) - Caixa aplicado nas atividades de financiamentos ( ) (10.000) Aumento/ (redução) em Caixa e equivalentes de caixa (14.151) Aumento / (redução) em Caixa e equivalentes de caixa: (14.151) No inicio do semestre No final do semestre /06/ /06/2014 Corretagem de câmbio Intermediação de negócios Despesas de pessoal 30/06/ /06/2014 Beneficios Encargos sociais Proventos Total Outras despesas administrativas 30/06/ /06/2014 Aluguéis e condomínio Comunicações Manutenção e conservação Processamento de dados Serviços técnicos especiais Transportes Depreciações e amortizações Outras despesas Total Despesas tributárias 30/06/ /06/2014 ISS COFINS PIS Outros Total Outras despesas operacionais 30/06/ /06/2014 Imóveis de terceiros Contribuições associativas Outros Total Estrutura de Gerenciamento de Riscos Operacionais e de Mercado: A Diretoria da NGO, em cumprimento aos normativos requeridos pelo Banco Central do Brasil, designou a Diretoria Administrativa e de Controladoria como responsável pela estrutura de gerenciamento de risco operacional, que elaborou o Manual de Compliance e Gerenciamento de Risco Operacional - Volume I, que contém todas as definições da estrutura organizacional e dos componentes do gerenciamento de riscos operacionais, política de gerenciamento de riscos operacionais e de plano de contingências, além de capítulo específico sobre a prevenção de lavagem de dinheiro. O Manual de Compliance e Gerenciamento de Risco Operacional - Volume II, que contém matérias específicas técnicas de apoio ao Volume I e, mais, os Manuais de Controles Internos - Rotinas Departamento de Pessoal (DP) e Rotinas Departamentos Contabililidade e Fiscal, todos devidamente registrados no 1º Oficial de Registro de Títulos e Documentos de São Paulo, sob número , e no 6º. Oficial de Registro de Títulos e Documentos de São Paulo, sob nºs e , respectivamente. O gerenciamento de riscos de mercado está alinhado às diretrizes do Banco Central do Brasil e aos conceitos do Comitê da Basiléia, apresentando nos semestres de 2015 e 2014, situação normal de exposição aos riscos dessa natureza. 16. Ouvidoria: A NGO possui formalizada e operacional a área de Ouvidoria em atendimento às disposições da Resolução nº 3.477/07, do CMN, e da Circular nº 3.370/07, do BACEN, que consiste em atuar como canal de comunicação entre a Corretora e seus clientes para solucionar eventuais pendências e prestar esclarecimentos sobre seu produto. 17. Limites operacionais: Através de seus Instrumentos Normativos e em busca da Convergência com os aspectos prudenciais trazidos pelo Acordo de Basiléia, o BACEN alterou e vem modernizando sua metodologia de cálculo do Patrimônio, bem como as ponderações por graus de risco. A Corretora tem seus limites operacionais de acordo com as normas do Banco Central do Brasil. 18. Instrução CVM 381: No exercício de 2014, não foram contratados junto aos auditores independentes e partes a eles relacionadas, serviços não relacionados à auditoria externa, de acordo com as disposições estabelecidas pela Instrução CVM n Cobertura de seguros: Em 30 de junho de 2015 a Corretora possuía cobertura de seguros para incêndio, responsabilidade civil, roubo/ furto qualificado e lucros cessantes no montante total e máximo de R$ O valor segurado é determinado pela Administração, em base técnica que se estima suficiente para cobertura de eventuais perdas decorrentes de sinistros com bens e direitos, bem eventual interrupção de atividade. Os valores de cobertura de seguro não foram auditados. 20. Informações complementares: Em 28 de dezembro de 2007, foi promulgada a Lei n , com o objetivo de atualizar a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com as normas internacionais de contabilidade emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB. Em decorrência deste processo de convergência com as normas internacionais de contabilidade, algumas normas e suas interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, as quais serão aplicáveis às Instituições Financeiras somente quando aprovadas pelo CMN. Os pronunciamentos contábeis já aprovados são: Resolução n 3566/08 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (CPC 01); Resolução n 3604/08 - Demonstração do Fluxo de Caixa (CPC 03); Resolução n 3750/09 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05 R1); Resolução n 3823/09 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25); Resolução n 3973/11 - Eventos Subsequentes (CPC 24); Resolução n 3989/11 - Pagamento Baseado em Ações (CPC 10 R1); Resolução n 4007/11 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23); Resolução n 4144/12 - Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação do Relatório Contábil Financeiro. Atualmente, não é possível estimar quando o CMN irá aprovar os demais pronunciamentos contábeis do CPC e, nem tampouco, se a utilização dos mesmos será de forma prospectiva ou retrospectiva para as demonstrações contábeis da Corretora. DIRETORIA: Sidnei Moura Nehme Francisco Gimenez Neto CONTADOR: Eric Vinicius Teixeira Costa - CRC 1SP222837/O-0 - CPF: feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião: Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da NGO - Associados Corretora de Câmbio Ltda em 30 de junho de 2015, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Planners Auditores Independentes CRC 2SP /O-2 CVM nº São Paulo, 26 de agosto de Valter Piovam Contador CRC 1SP /O-0 Agravamento de pena para explosão de caixa eletrônico A Subcomissão Permanente de Assuntos Municipais do Senado está examinando o projeto que agrava a pena para furtos com explosões de caixas eletrônicos. Para o autor do projeto, que citou o aumento dos casos desse tipo, a legislação vigente não tem intimidado os criminosos. A lei trata ações contra caixas eletrônicos como furto qualificado pelo rompimento de obstáculo, conforme o art. 155, 4º, inciso I do Código Penal, independente do montante levado ou do estrago causado. O crime pode ser comparado, por exemplo, ao ato de quebrar o vidro de um carro para furtar um objeto em seu interior. Com o projeto, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) propõe que a pena de reclusão passe a ser de três a oito anos se o furto de dinheiro em caixa eletrônico se der mediante o uso de explosivo ou outro meio que cause perigo comum. Hoje a pena mínima é de dois anos de prisão. Segundo o senador, em menos de três anos, ocorreram explosões de caixas eletrônicos só no estado de São Paulo. Ele argumenta em sua justificatia que a legislação atual não tem apresentado efeito intimidatório suficiente e os assaltos a caixas eletrônicos vêm se tornando cada vez mais frequentes. O projeto, que será votado em caráter não terminativo na subcomissão, terá decisão terminativa na Comissão de Constituição e Justiça (Ag. Senado). Igreja vai beatificar bispo síriocatólico No próximo sábado (29), o bispo sírio-católico Flaviano Michele Melki, martirizado durante o genocídio assírio, será proclamado beato durante uma liturgia solene no convento patriarcal de Nossa Senhora da Libertação, em Harissa, no Líbano. Presidida pelo patriarca sírio-católico, Ignatius Youssef III, a cerimônia também contará com a presença de líderes de outras igrejas cristãs orientais. O decreto de beatificação, assinado pelo papa Francisco, será lido pelo cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Melki foi assassinado no dia 29 de agosto de 1915, em Djezireh, na atual Turquia, durante os massacres contra armênios e comunidades cristãs por parte dos chamados Jovens Turcos. Em abril passado, uma missa do Pontífice pelo centenário do genocídio iniciou uma crise diplomática com Ancara, que não reconhece a matança. Nascido em 1858, o futuro beato foi ordenado bispo em 1913 e sempre viveu em extrema pobreza, chegando até a vender suas vestes litúrgicas para ajudar os mais necessitados. Em 28 de agosto de 1915, foi preso pelas autoridades otomanas e, em seguida, espancado e decapitado por não renunciar à sua fé e aderir ao Islã (ANSA). Total do ativo ,22 - Demonstração das mutações do patrimônio líquido - R$ Capital social Prejuizo do integralizado período Total Integralização de capital , ,00 Prejuizo do período - ( ,72) ( ,72) Saldo em 31/12/ ,00 ( ,72) ,28 Kremlin Participações S.A. CNPJ/MF / NIRE Relatório da Administração Senhores Acionistas: De acordo com as disposições legais e estatutárias, submetemos à apreciação de V.Sas. o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras, referente ao exercício findo em , elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Com relação ao exercício findo, a administração esclarece que a companhia apurou ao final do exercício, resultado negativo decorrente da ausência de receitas operacionais durante o período. Não houve contratação de empregados e há planos de manutenção das mesmas operações no próximo exercício. Diante do resultado verificado no exercício de 2013, bem como da inexistência de lucros acumulados, não haverá qualquer distribuição de dividendos aos acionistas. Os administradores permanecem à disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos que julgarem necessários. São Paulo, ATIVO Nota explicativa 31/12/ /12/2012 Circulante 437,58 - Disponível 437,58 - Não-circulante ,24 - Créditos com pessoas ligadas ,40 Investimentos ,24 - Notas explicativas às demonstrações contábeis encerradas em 31/ 12/ Contexto operacional: Holding de instituições não financeiras. 2. Apresentação das demonstrações contábeis: As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas Balanço patrimonial encerrado em 31/12/ R$ Administração PASSIVO Nota explicativa 31/12/ /12/2012 Não-circulante ,94 - Débitos com pessoas ligadas ,94 Patrimônio líquido ,28 - Capital social ,00 - Prejuizos acumulados ( ,72) - Total do passivo ,22 - Demonstração do Resultado do Exercício 31/12/13 31/12/12 (+/-) Despesas e receitas operacionais ( ,72) - Despesas gerais e administrativas (2.636,66) - Despesas financeiras (412,30) - Resultado da equivalência patrimonial ( ,76) (=) Resultado operacional ( ,72) - (=) Resultado líquido do exercício ( ,72) - Demonstração do fluxo de caixa 31/12/2013 Lucro líquido antes das provisões tributárias ( ,72) (+/-) Itens que não afetam o caixa operacional ,76 (+) Perda na equivalência patrimonial ,76 Fluxo de caixa - Integralização de Capital Integralização de Capital 2,00 (=) Caixa líquido das atividades de financiamentos 2,00 Fluxo de caixa com pessoas ligadas Créditos com pessoas ligadas ( ,40) Débitos com pessoas ligadas ,94 (=) Caixa líquido das atividades com pessoas ligadas 3.484,54 (=) Aumento / redução líquido de caixa 437,58 Caixa no final do período 437,58 (=) Aumento / redução líquido de caixa 437,58 contábeis adotadas no Brasil e estão sendo apresentadas comparativamente entre os exercícios. 3. Principais práticas contábeis: As principais práticas contábeis adotadas para a elaboração dessas demonstrações contábeis são as seguintes: 3.1. Regime de escrituração contábil: As receitas e as despesas foram registradas pelo regime de caixa. Os ativos realizáveis e passivos exigíveis até o prazo de 01 ano, foram classificados como circulante e os com prazos superiores há 01 ano foram classificados no grupo não-circulante. 4. Apuração do resultado: A receita compreende o ganho com a participação em sociedades permanentes, apurada através do método da equivalência patrimonial. As despesas foram apuradas pelo regime de caixa. Roner Felipe do Rosario - Contador CRC 1SP /O-1 AGROPECUÁRIA JARINÃ S/A CNPJ. Nº / Edital de Convocação - Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Ficam convocados os Srs. Acionistas para AGO/E que será realizada em 04/09/2015, às 10h, na Rua Cubatão, nº 86, conjunto 1401, sala 01, CEP , nesta Capital, para deliberarem na AGO a seguinte Ordem do dia: i) exame e aprovação do relatório anual da Diretoria, do Balanço Patrimonial e das demais demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em ; ii) Fixação da verba global de remuneração da Diretoria; e iii) deliberação a cerca da destinação do lucro líquido do exercício, se apurado; e AGE a seguinte Ordem do dia: i) assuntos de interesse dos acionistas. São Paulo, Ubirajara Rodolpho Amorim - Diretor Presidente. (27, 28 e 29) NEXT INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE METAIS LTDA. torna público que requereu na CETESB a Licença Prévia para Recuperação de Sucatas de Alumínio, sito à Rua Cana Verde, nº 110. Quadra C. Galpão 410. Jardim Silvestre. Itaquaquecetuba/SP. CENTRO AUTOMOTIVO NOVO BARÃO LTDA. torna público que requereu na CETESB a Renovação da Licença de Operação para Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes, sito à Avenida Barão de Mauá, nº Vila Bocaina. Mauá/SP. JR SORVETES LTDA ME. torna público que requereu à SEMA a Licença Unificada, para Fabricação de Sorvetes e outros Gelados Comestíveis, sito à Rua São José da Laje, nº Cidade Parque Alvorada. Guarulhos/ SP. através do Processo Administrativo nº PA 44417/2014.

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