Gestão de Estoques: uma ferramenta para a redução de custos

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1 Universidade de São Paulo Faculdade de Economia e Administração Graduação em Administração TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1 o Semestre 2008 Gestão de Estoques: uma ferramenta para a redução de custos Orientador: Prof. Dr. Jorge Luiz de Biazzi Roberto Flores Falcão 1 1 Trabalho realizado para a disciplina EAD 601 Trabalho de Conclusão de Curso II. Aluno do último ano de graduação em Administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo.

2 Agradecimentos: Agradeço a atenção e a paciência de meu orientador, Biazzi, em todos os momentos em que precisei de sua ajuda, tendo muitas vezes que postergar a entrega deste estudo. Agradeço a minha sócia e minha mãe Patricia, bem como a minha gerente e amiga, Ana, pelo excelente trabalho que têm desenvolvido e, sem o qual, não teria conseguido desenvolver o presente trabalho. 2

3 INDICE Resumo... 5 Palavras-Chave Objetivo do Trabalho Metodologia do Trabalho Justificativa, Importância e Viabilidade do Trabalho Fundamentação Teórica Gestão de Estoques Definição de Estoques Mudança de Enfoque Dimensionamento de Estoques Classificação de Estoques Fundamentos Básicos do Estoque Custos Associados aos Estoques Indicadores de Nível de Serviço Previsão de Demanda Objetivos dos Estoques Classificação dos Estoques Método de Pareto e Curva ABC Estoque de Segurança Previsão da Incerteza da Demanda A Incerteza do Lead Time A Incerteza na Quantidade Recebida Dimensionamento de Estoques de Segurança Definição do Estoque de Segurança Giro de Estoque Análise do Giro de Estoques Inventário Previsão da Demanda Características das Previsões Abordagem Básica para Previsão de Demanda Modelos Temporais de Previsão Modelos Estáticos Excluído: 6 Inserido: 6 Excluído: 5 Excluído: 7 Inserido: 7 Excluído: 6 Excluído: 7 Inserido: 7 Excluído: 6 Excluído: 7 Inserido: 7 Excluído: 6 Excluído: 9 Inserido: 9 Excluído: 8 Excluído: 9 Inserido: 9 Excluído: 8 Excluído: 10 Excluído: 9 Inserido: 10 Excluído: 10 Inserido: 10 Excluído: 9 Excluído: 11 Inserido: 11 Excluído: 10 Excluído: 12 Inserido: 12 Excluído: 11 Excluído: 13 Inserido: 13 Excluído: 12 Excluído: 16 Inserido: 16 Excluído: 15 Excluído: 18 Inserido: 18 Excluído: 17 Excluído: 19 Inserido: 19 Excluído: 18 Excluído: 20 Inserido: 20 Excluído: 19 Excluído: 21 Inserido: 21 Excluído: 20 Excluído: 22 Inserido: 22 Excluído: 21 Excluído: 23 Inserido: 23 Excluído: 22 Excluído: 25 Inserido: 25

4 Modelos Adaptáveis Modelos de Lote Econômico de Compra Modelo Básico Quantidade Ótima (Q) Custo de Manutenção do Estoque (c e ) Custo de Pedido de Estoque (c p ) Demanda (D) Ciclo do Pedido Custo Total (CT) Considerações sobre o LEC Outros Modelos de Compra Revisão Contínua e Demanda Estável Demanda Variável Metodologia A Empresa Breve Apresentação Gestão de Estoques Atual Metodologia Empregada Etapas Considerações sobre a Coleta e a Análise de Dados Manipulação dos Dados Apresentação e Análise dos Dados Levantamento dos Dados Previsões de Demanda Nova Abordagem Previsão de Consumo Análise Financeira das Despesas com Estoques Conclusões e Considerações Finais Sugestões e Recomendações Referências Bibliográficas ANEXOS Excluído: 42 Inserido: 42 Excluído: 41 Excluído: 49 Inserido: 49 Excluído: 48 Excluído: 50 Inserido: 50 Excluído: 49 Excluído: 51 Inserido: 51 Excluído: 50 Excluído: 51 Inserido: 51 Excluído: 50 Excluído: 52 Inserido: 52 Excluído: 51 Excluído: 52 Excluído: 51 Inserido: 52 Excluído: 53 Inserido: 53 Excluído: 52 Excluído: 53 Inserido: 53 Excluído: 52 Excluído: 54 Inserido: 54 Excluído: 53 Excluído: 56 Inserido: 56 Excluído: 55 Excluído: 58 Inserido: 58 Excluído: 57 Excluído: 59 Inserido: 59 Excluído: 58 Excluído: 61 Inserido: 61 Excluído: 60 Excluído: 61 Inserido: 61 Excluído: 60 Excluído: 61 Inserido: 61 Excluído: 60 Excluído: 63 Inserido: 63 Excluído: 62 Excluído: 65 Inserido: 65 Excluído: 64 Excluído: 65 Inserido: 65

5 Resumo A necessidade de profissionalização da administração é uma realidade nos tempos atuais. Dada a crescente agressividade da concorrência, a avalanche de informações e produtos gerada pela globalização e a redução dos parâmetros de tempo e espaço causados pela internet, somente as empresas mais preparadas e adaptadas às mudanças do cenário mercadológico permanecem. A gestão de estoques, assim como outras áreas relativas às operações, muitas vezes recebe atenção diminuta por parte dos empresários. Este fato pode prejudicar a saúde da empresa ou reduzir sua lucratividade. Os estoques são drenos, às vezes imperceptíveis, do fluxo de caixa das empresas, podendo ser os grandes responsáveis por problemas financeiros, falta de liquidez ou deficiências no atendimento. Assim, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de se verificar o impacto financeiro que um sistema formal de gestão de estoques pode causar em relação a um sistema empírico, sem bases formais e metodológicas. A análise foi baseada em uma pequena empresa do setor de estética e beleza, na qual o volume (financeiro e em quantidade de itens) e o giro dos estoques são bastante elevados. Para tanto, inicialmente foi selecionado um modelo de previsão de demanda, a partir do melhor resultado obtido entre diversos modelos e possibilidades de previsão. Com base no modelo de previsão, foi desenvolvida uma análise com relação ao melhor modelo de gestão de estoques para cada um dos itens selecionados. A seleção de alguns itens foi necessária, devido ao acentuado número de produtos em estoque, produtos e um total, aproximado, de unidades ao todo. Selecionados os melhores modelos de gestão de estoques para cada item, iniciouse uma análise financeira de todos os custos envolvidos na gestão de estoques que comprovou a eficácia de utilização de modelos formais de previsão e de gestão de estoques. A implantação de metodologia formal de gestão de estoques, não apenas pode reduzir os custos, mas também gerar bases para a tomada de decisões de compra, investimentos e mudanças na capacidade produtiva da empresa. Contudo, é Excluído: Formatado: Espaçamento entre linhas: 1,5 linha 5

6 imprescindível que uma avaliação seja desenvolvida antes da implantação de qualquer modelo, a fim de se confirmar o impacto positivo dos modelos. Excluído: Palavras-Chave Gestão de estoques, Gerenciamento da cadeia de produção, Previsão de demanda, Planejamento da produção, Estoque de segurança, Inventário. Formatado: Espaçamento entre linhas: 1,5 linha 6

7 1. Objetivo do Trabalho O presente trabalho tem como objetivo identificar os modelos de previsão de demanda e gestão de estoques e avaliar qual melhor se aplica à realidade da empresa analisada, uma clínica de estética. A partir desta análise pretende-se desenvolver um sistema de gestão de estoques para a clínica e avaliar a redução nos custos da empresa com o novo processo de gerenciamento da cadeia de produção. 2. Metodologia do Trabalho Será elaborada uma revisão da bibliografia existente com o intuito de apresentar e sintetizar os principais modelos sobre os temas deste trabalho: Gestão de Estoques, Previsão da Demanda, Lotes de Compra, Estoque de Segurança e Inventário. Teses, periódicos e páginas da internet também serão consultados. O embasamento teórico pertinente a esta metodologia será apresentado em maior detalhe na seqüência deste trabalho. É pertinente ressaltar que este trabalho não pretende criticar ou avaliar os modelos existentes. A parte inicial, a revisão bibliográfica, tem como único intuito fornecer as bases teóricas para o trabalho acadêmico. Com base na revisão bibliográfica será desenvolvido o trabalho de campo, que consiste no levantamento de dados do estoque saldo, giro, previsão de demanda junto à clínica de estética estudada. Tais dados serão coletados, principalmente através de entrevistas pessoais e servirão para fundamentar o sistema de gestão de estoques proposto e eventuais conclusões e sugestões. 3. Justificativa, Importância e Viabilidade do Trabalho É cada vez mais evidente que o sucesso operacional de qualquer organização depende de uma boa gestão de estoques. 7

8 Isto significa que as organizações devem dirigir seus esforços para o desenvolvimento de alguns modelos matemáticos previsão de demanda, lotes de compra, estoque de segurança, nível de atendimento etc. que forneçam as bases para a tomada de decisão relativa à produção. O presente trabalho evidencia que mesmo uma empresa prestadora de serviços deve ter esta preocupação. Isto é feito comparando-se os custos de produção da empresa estudada em dois momentos: 1. Com uma gestão de estoques intuitiva, com base apenas no histórico da empresa; 2. Com a utilização de modelos matemáticos de previsão de demanda e quantificação dos lotes de compra. Uma vez que o presente trabalho poderá servir de instrumento para a clínica de estética aperfeiçoar e profissionalizar sua gestão de estoques, faz-se necessário conhecer a situação atual para que, ao ser definida a situação desejada, a forma de trabalho dentro da instituição possa ser desenvolvida. 8

9 4. Fundamentação Teórica 4.1 Gestão de Estoques Hoje, sabemos que uma empresa em destaque, pronta para enfrentar fortemente a concorrência do mercado além de trazer à tona os problemas de todo o ciclo produtivo. Outra vantagem da gestão eficiente é possibilitar ajustes eficazes em seu processo, resultante em redução de custo e economia nas aquisições. O estoque tem efeito impactante no êxito das empresas. Um dos motivos é o alto volume de dinheiro empregado. (MOURA, página 1) Com base nisso, pode-se refletir sobre a influência de uma excelente gestão de estoques para o sucesso de uma empresa. O primeiro e mais importante passo a ser dado por qualquer organização é o equilíbrio no que se refere às políticas de estoques. Gaither comenta que sempre haverá pontos de vista conflitantes entre os diversos departamentos de uma empresa com relação ao estoque. Para que não sejam criadas metas conflitantes (metas de venda muito superiores à capacidade gerada pelo nível de estoques, por exemplo) é fundamental que haja negociações e concessões na gestão de estoques. Além disso, para tornar a gestão de estoques eficaz, é vital que o gestor tenha acesso a informações abrangentes e de qualidade relativas a todas as áreas envolvidas. As áreas relativas ao gerenciamento de estoques, conforme mostra a figura 1, são: Excluído:, Compras; Acompanhamento; Gestão de armazenagem; Planejamento; Controle de produção; Gestão de distribuição física. 9

10 Figura 1: Atuação do Gestor de Estoques FONTE: MOURA, página Definição de Estoques De acordo com Moura, estoque é um conjunto de bens armazenados, com características próprias, que atendem aos objetivos e necessidades da empresa. Dessa forma, todo item armazenado em um depósito, almoxarifado, prateleira, gaveta ou armário para ser utilizado pela empresa em suas atividades de produção ou administrativa é considerado um item do estoque da organização. Podemos citar alguns exemplos, de acordo com sua natureza: Administrativo: lápis, caneta, papéis, clipes, etc.; Manutenção ou reposição: ferramentas, parafusos, óleos etc.; Matérias-primas: itens relacionados às atividades da empresa, utilizados em seu processo produtivo; geralmente, os mais caros e os mais estocados, devido a sua influência no ciclo Mudança de Enfoque Há alguns anos, acreditava-se que um bom gerenciamento de estoques era aquele em que os itens eram alocados em volume muito superior ao utilizado, favorecendo a segurança de não faltar peças / componentes e matérias-primas para o perfeito fluxo diário de produção. Atualmente, sabe-se que isto é um engano. Estoques, como parte do ativo circulante da empresa, representam recursos que estão aguardando para se transformar em caixa. Ou 10

11 seja, estoques representam dinheiro parado. E mais, dinheiro cuja liquidez foi reduzida e o risco de obsolescência gerado. Dentro do novo enfoque, os gestores de estoques e/ou almoxarifes não mais apenas recebem ordens de compra e distribuem os itens em prateleiras. Nesta abordagem, os responsáveis passam a ser conhecedores da trajetória de aquisições, a saber, onde os itens são utilizados, qual a duração do ciclo de sua produção, em quanto tempo eles são depositados na expedição, entre outras informações pertinentes à atividade de gerenciamento. Segundo Moura, os estoques impulsionam, de forma correta ou não, a vida de uma empresa, e seu perfeito gerenciamento é o que viabiliza a empresa de se tornar competitiva. (MOURA, página 3) Dimensionamento de Estoques De forma geral, os gestores de estoque definem as políticas de estoques observando diversos aspectos, dentre eles: Metas da empresa quanto ao tempo gasto para atendimento ao cliente, em relação a produtos e serviços; Definição da rotatividade dos estoques; Definição do espaço a ser utilizado (Central de Distribuição, sites, depósitos, armazéns, etc.) e a lista de materiais a serem estocados; Qual a quantidade satisfatória para se manter em estoque atendendo a flutuação na demanda (alteração no consumo); Ponto de equilíbrio entre comprar antecipadamente para não correr risco de falta ou comprar em grande quantidade para usufruir descontos. Para gerir com eficiência os estoques de uma organização, é necessário conhecer o capital investido, a disponibilidade do estoque existente, o custo incorrido (MOURA, página 4), o lead-time, e a demanda / consumo. Somente com base no conhecimento destas informações é possível que seja desenvolvido um planejamento consistente com e consciente das necessidades 11

12 da organização, evitando assim desperdícios de recursos financeiros e reduzindo o risco de não atendimento da demanda. Para ilustrar o impacto dos estoques sobre o lucro da empresa, é pertinente dimensioná-los no índice de retorno de capital: RC = LUCRO = LUCRO x VENDA CAPITAL VENDA CAPITAL Classificação de Estoques Os estoques podem ser classificados em ativos e inativos, e subclassificados em outras especificações conforme apresentado abaixo. Este tipo de classificação facilita a montagem de um sistema de controle de estoques e sua gestão. Estoque Ativo utilização em: Todo estoque resultante de um planejamento prévio e destinado a uma Produção: Constituído por matérias-primas e componentes que integram o produto final; Produtos em Processo: Constituído por materiais em diferentes estágios de produção; Manutenção, Reparo e Operação: Formado por peças e componentes empregados no processo produtivo, sem integrar o produto final; Produtos Acabados: Compreendem os materiais e/ou os produtos em condições de serem vendidos; Materiais Administrativos: Formado por materiais de aplicação geral na empresa, sem vinculação com o processo produtivo. 12

13 Estoque Inativo Estoque inutilizado, decorrente de alterações de programas, mudanças nas políticas de estoques ou eventuais falhas de planejamento, que engloba as seguintes categorias: Estoque Disponível: Constituído pelos materiais sem perspectiva de utilização, sem destinação definida, total ou parcialmente; Estoque Alienável: Constituído de material disponível, inservível, obsoleto, e sucatas destinadas à venda Fundamentos Básicos do Estoque De acordo com Corrêa, há diversos motivos que levam ao surgimento de estoques. A figura abaixo apresenta as justificativas apresentadas pelo autor. capacidade informação tecnologia Impossível/inviável coordenar suprimento e demanda obtenção suprimento Incerteza de previsões demanda Por que surgem os estoques? escassez Especulação oportunidade Necessidades de preencher canal de distribuição ( pipeline ) Figura 2: Razões para o surgimento de estoques FONTE: CORRÊA, capítulo 17 13

14 O surgimento de estoques, independente de seu tipo matérias-primas, componentes ou produtos acabados e volume, tem aspectos positivos e negativos, conforme apontado por Gaither. O autor cita como justificativas para manter estoques: Custos de emissão do pedido: cada vez que um lote de matéria-prima é comprado de um fornecedor, surge um custo para que o pedido de compra seja processado, expedido, os registros contábeis feitos e o pedido recebido no armazém; Custos de stockout: cada vez que se fica sem estoques de matériasprimas ou bens acabados, pode-se incorrer em custos. Em termos de estoque de bens acabados, os custos de stockout podem incluir vendas perdidas e clientes insatisfeitos (algo muito difícil de ser quantificado financeiramente); Custos de aquisição: para materiais comprados, pedir lotes maiores pode aumentar os estoques de matérias-primas, mas os custos unitários podem ser menores por causa dos descontos por quantidade e dos menores custos de frete e manuseio de materiais; Custos da qualidade na partida (start up): quando se inicia pela primeira vez um lote de produção, o risco de produtos defeituosos é grande. apresenta: Já como pontos negativos à manutenção de estoques, Gaither Custo de manutenção de estoques: juros sobre a dívida, juros de renda não auferida, aluguel de armazém, resfriamento, aquecimento, iluminação, limpeza, conserto, proteção, embarque, recebimento, manuseio de materiais, impostos, seguro e administração são alguns dos custos em que se incorre para segurar, financiar, armazenar, manusear e administrar estoques maiores; Custos de receptividade do cliente: grandes estoques em processo obstruem os sistemas de produção. O tempo necessário para produzir e receber pedidos dos clientes é aumentado, e nossa capacidade para reagir às mudanças nos pedidos dos clientes diminui; 14

15 Custos para coordenar a produção: uma vez que grandes estoques obstruem o processo de produção, mais pessoas são necessárias para desembaraçar engarrafamentos, resolver problemas de produção relacionados com o congestionamento e coordenar programas; Custos de redução do retorno sobre o investimento (ROI): estoques são ativos, e grandes estoques reduzem o retorno sobre o investimento. Um reduzido retorno sobre o investimento se soma aos custos financeiros da empresa ao elevar as taxas de juros sobre a dívida e reduzir os preços das ações; Custos da capacidade reduzida: estoques representam uma forma de desperdício. Materiais perdidos, guardados e produzidos antes que sejam necessários desperdiçam capacidade de produção; Custos da qualidade de lotes grandes: produzir grandes lotes de produção resulta em grandes estoques. Em raras ocasiões, algo sai errado e uma grande parte de um lote de produção tem defeitos. Nessas situações, tamanhos de lote menores podem reduzir o número de produtos com defeito; Custos de problemas de produção: estoques em processo mais elevados camuflam os problemas de produção subjacentes. Problemas como quebras de máquina, má qualidade de produto e escassez de materiais nunca são resolvidos. Ainda que diversos aspectos estejam relacionados ao nível de atendimento ao cliente ou à sua satisfação com o atendimento recebido, todos eles podem ser encarados como custos. Esta abordagem, utilizada por toda a literatura pesquisada, viabiliza análises comparativas, no sentido de que todas as questões envolvidas na gestão de estoques são quantificados financeiramente. Além dos custos associados aos estoques, há dois conceitos básicos e comuns a qualquer gestão de estoques: Objetivos dos estoques; Previsões de incertezas. 15

16 A seguir, cada um dos conceitos é apresentado e comentado Custos Associados aos Estoques Nem todos os custos apresentados no capitulo anterior aplicam-se a qualquer organização que mantenha estoques. Dessa forma, são apresentados e comentados a seguir somente os custos obrigatoriamente vinculados a qualquer gestão de estoques. Excetuando o custo da aquisição da mercadoria, os custos associados aos estoques podem ser divididos nas seguintes categorias: Custo de pedir: custo administrativo (ligações, papéis, tempo despendido etc); Custo de manter em estoque: armazenagem, seguro, deterioração, obsolescência e oportunidade de empregar dinheiro em investimentos. De acordo com Moura, este indicador tem três questões que devem ser abordadas: A diferença entre o valor e o custo do estoque: o valor do estoque informa quanto vale não, quanto custa o estoque. O valor é calculado por meio do somatório total do valor dos produtos acabados e dos insumos de posse da empresa. O custo deve ser mensurado em função do custo das oportunidades deste estoque, ou seja, qual seria o retorno para a empresa caso o valor investido em estoque fosse aplicado de alguma outra forma; ou, por outro lado, quanto se deixa de ganhar pelo fato de aquele valor estar imobilizado. Este custo é alcançado multiplicando-se o valor do estoque pela taxa mínima de atratividade da empresa, ou seja, qual o retorno mínimo que um projeto ou investimento necessita para que a empresa decida investir nele. Como, muitas vezes, este valor não é conhecido, é comum o uso de taxas do mercado financeiro, CDI e SELIC, para se obter este custo. As deficiências do monitoramento de valores contábeis: Esses indicadores são construídos com base em normas e princípios Formatado: Recuo: Esquerda: 1,9 cm, Com marcadores + Nível: 1 + Alinhado em: 1,14 cm + Tabulação após: 1,77 cm + Recuar em: 1,77 cm 16

17 contábeis, portanto, muitas vezes, não são uma representação fiel do fluxo físico de materiais na empresa. Isto é particularmente verdadeiro em relação à prática de reduções bruscas no valor contábil do estoque, às vésperas de fechamento de balanços, com o produto já recebido. Outra inadequação dos indicadores contábeis refere-se ao fato de estes tratarem a informação agregada, não fazendo distinção entre produtos com características diferentes. A necessidade de utilização de mais de um indicador para se ter um indicador de qualidade: Para o monitoramento completo, consideramos necessários não apenas a informação de quanto custa o estoque aspecto coberto pelo indicador apresentado anteriormente, mas também se este custo está adequado à característica da empresa. A resposta pode ser obtida por meio do indicador de cobertura de estoque, ou seja, o tempo em que o estoque existente é suficiente para atender à demanda, sem necessidade de reposição. Custo total: é a soma dos custos de pedir e manter estoque. Custo associado à falta de estoque: Este custo está intimamente ligado ao nível de serviço atingido, devido a sua qualificação financeira. Apesar de grande importância, raramente é utilizado. Os produtos acabados e os insumos devem contar com indicadores diferentes, mesmo que estejam baseados no mesmo conceito. Produtos acabados: neste caso, o custo da falta é medido pela margem de contribuição de cada venda perdida pela indisponibilidade do produto (caso não seja possível o atendimento com atraso). Em outras palavras, a medida é o lucro que a empresa deixa de obter por não conseguir atender uma demanda existente. Nos casos de produtos com alta margem, o custo da falta tende a ser bastante significativo. O lucro cessante é conhecido estimando-se paradas de produção devido à falta de produtos, ou nos casos de falta de insumos. Formatado: Recuo: Esquerda: 1,9 cm, Com marcadores + Nível: 1 + Alinhado em: 1,14 cm + Tabulação após: 1,77 cm + Recuar em: 1,77 cm, Tabulações: Não em 1,77 cm 17

18 Insumos: A falta de insumo, mesmo aquele cujo valor agregado é baixíssimo, pode resultar num alto custo de falta, em função da dependência que o processo produtivo tem dele. Esta lógica também pode ser utilizada para peças de manutenção. É um erro pensar que, para reduzir a margem de risco de falta de estoque, é necessário sobrecarregá-lo de itens e componentes; a ponderação na gestão de estoques é um dos principais direcionadores do acerto no processo, que avalia o nível de estoque que resultará em menor custo total. Outros custos associados: A gestão de estoque possui importância vital na administração dos custos, e as variedades de custos associados aos estoques podem ir além dos custos, e as variedades de custos de manutenção de estoques, ou daqueles relacionados diretamente à falta deles. Para se definir os custos a serem considerados é preciso analisá-los em função das características operacionais de cada empresa, e seus impactos devem ser observados com enfoque na gestão de estoques. Estes custos devem ser monitorados para que seja possível a avaliação do custo total do processo de gestão de materiais. Ocorre que, muitas vezes esses custos tornam-se tão relevantes quanto os custo de manutenção de estoques ou de falta de produtos. (MOURA, páginas 8 e 9) Indicadores de Nível de Serviço Os indicadores de serviço estão associados aos resultados da gestão de estoques no que se refere à disponibilidade de produtos. Estes indicadores são importantes porque influenciam o nível de estoque através da meta de serviço. Podem ser divididos em dois grupos, de acordo com seus objetivos: Indicador do custo de falta: Sua característica possibilita que seja classificado tanto como indicador de custo quanto de nível de serviço. 18

19 Indicador de monitoramento de disponibilidade: Esses indicadores, relacionados à disponibilidade de produto, podem se referir tanto à visão do cliente como à do produto. Cliente: O nível de serviço pode ser medido de diversas formas. Essa visão representa exatamente o serviço prestado pela empresa ao cliente. Esses indicadores servem de guia para que a gestão de estoque atenda às necessidades definidas pela estratégia da empresa. Produtos: Estão associados à disponibilidade de cada um deles, ou seja, o percentual da demanda pelo produto em um determinado período de tempo atendido de imediato, a freqüência com que o produto apresenta falta de estoque, entre outros. Esses indicadores passam informação mais segmentada e, por isso, permitem identificar produtos específicos que estejam apresentando problemas, além de permitir o monitoramento de grupos de produtos com estratégias de estoque diferenciadas. Formatado: Recuo: Esquerda: 1,9 cm, Com marcadores + Nível: 1 + Alinhado em: 1,14 cm + Tabulação após: 1,77 cm + Recuar em: 1,77 cm, Tabulações: Não em 1,77 cm Excluído: as Previsão de Demanda Previsão da Demanda Planejamento da Produção Compra de Insumos e Matéria Prima Fornecimento LEAD TIME Figura 3: Lead time entre os processos FONTE: MOURA, página 11 De acordo com a figura 3, as atividades prévias à produção exigem um lead time que deverá ser dimensionado e respeitado, e que tem seu início no input da previsão da demanda e termina na entrega dos insumos. Segundo Moura, para garantir a eficiência das informações, é preciso relacionar também o planejamento de estoque como sendo uma atividade de forte impacto para o controle de estoque, visto que sofre alterações freqüentes 19

20 em um horizonte de tempo inferior ao tempo de reposição. Quando isso ocorre, o nível de estoque também deve estar preparado para absorver essa incerteza. [...] "Definidas as atividades que devem ser monitoradas, parte-se para a identificação do impacto de cada uma no nível de estoque. Ao chegar nessa etapa, é necessário ter certeza de que as políticas de estoque da empresa estejam definidas e estruturadas com base nos modelos matemáticos utilizados na definição dos estoques de segurança e de ciclo. (MOURA, página 11) As incertezas envolvidas na gestão de estoques surgem, principalmente, a partir dos seguintes aspectos: Previsão de vendas; Confiabilidade de produção; Variabilidade do prazo; Entrega do fornecedor. Todas delas devem ser acompanhadas e consideradas na mensuração e definição do estoque de segurança, na forma de alguma medida estatística. Isto é vital para a eficiência do processo, pois qualquer alteração que possa ocorrer nas medidas do processo gera alterações no nível de estoque e, ainda assim, o nível de serviço não pode ser prejudicado Objetivos dos Estoques Além de estabelecer o nível de estoques e sua localização, o gestor deve monitorar os custos de pedir e de manter estoque com a meta de encontrar um plano de suprimento que minimize o custo total. Para tanto, é importante que a empresa mapeie com exatidão cada um de seus fornecedores, conhecendo o tempo que necessitam para processar o pedido, produzir e entregar. Dessa forma, torna-se possível manter o equilíbrio entre o custo total, a produção e o nível de serviço prestado aos clientes. No capítulo 17 de seu livro, Corrêa comenta que uma das razões que mais influencia o surgimento de estoques é a necessidade de conciliação entre as flutuações de demanda e as taxas de fornecimento de insumos e/ou 20

21 matérias-primas. A figura 4, abaixo, apresenta um exemplo ilustrado pelo autor com relação ao nível de chuvas e ao consumo de água. Necessidade de conciliar Taxa de chuvas (fase1) Taxa de consumo (fase 2) Figura 4: Conciliação entre demanda e fornecimento FONTE: CORRÊA, capítulo Classificação dos Estoques A classificação pode ser uma ferramenta fundamental pra a tomada de decisão no controle de estoques. Um dos métodos mais antigos de conhecidos (além de muito aplicado nas indústrias devido à sua possibilidade de reduzir custo) é o Gráfico de Pareto, que demonstra que nem todos os itens merecem o mesmo tratamento ou atenção. O matemático e economista Vilfredo Pareto [...] afirma que, em geral, pequenos fatores são responsáveis por grandes proporções. O que equivale a dizer que poucos itens dentro do nosso estoque são responsáveis pelo maior volume de dinheiro. Esse conceito também é conhecido como regra 80-20, ou seja, 20% do estoque representam 80% do gasto empregado nele [...]. (MOURA, página 13) 21

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