VI FÓRUM ESTADUAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS e VII ENCONTRO ESTADUAL DE TURMAS RECURSAIS

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1 VI FÓRUM ESTADUAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS e VII ENCONTRO ESTADUAL DE TURMAS RECURSAIS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO / PROGRAMAÇÃO DATA: 05 E 06 DE NOVEMBRO DE 2009 LOCAL: AUDITÓRIO DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS CATARINENSES 05 de Novembro de :00 as 09.30horas Credenciamento 09:30 horas - Abertura Oficial Local: Auditório da Associação dos Magistrados Catarinenses Rua dos Bambus, Itacorubi - Florianópolis - SC 10:00 horas Palestra de Abertura O Sistema de Juizados Especiais e os Meios Não Adversarias de Resolução de Conflitos Atualidades e Perspectivas: Des. Marco Aurélio G. Buzzi horas - Intervalo 11:00 horas Apresentação do Projeto para Implantação do Posto de Atendimento e Conciliação Extraprocessual (PACE) junto aos PROCONs Estadual e Municipais. Dr. Vitoraldo Bridi 12:00 horas Almoço 14:00 horas Formação dos Grupos de Trabalhos e Distribuição dos Temas e Propostas de Enunciados

2 14:15 horas 15:45 horas Grupo 1 Turma Recursal Apresentação do SAJ para as Turmas Recursais Servidora Susi (DI) Discussão dos Temas e Enunciados* Grupo 2 Juizado Criminal Grupo 3 Juizado Cível Gestão de Processos: Apresentação do Sistema de Automação do Fluxo de Trabalho dos Juizados Especiais Cíveis. - Processo Eletrônico (Dr. Vitoraldo Bridi) Discussão dos Temas e Enunciados* Discussão dos Temas e Enunciados* - Apresentação do sistema intimafone e gravação de audiência (Gilson CGJ) 16:30 horas - Coffee Break 17:00 horas Grupos de Trabalhos (continuação) 18:00 horas Plenária horas - encerramento do 1º dia. 06 de Novembro de :00 horas Palestra: Uniformização de Jurisprudência nos Juizados Especiais. Dr. Ricardo Chimentti 10:00 horas Grupos de Trabalhos ( Coffee Break - sem parada) 11:30 horas - Encerramento atividade dos Grupos 11:30 horas Assembléia Geral para apresentação e votação dos enunciados. 13:00 horas Encerramento. Ministro João Otávio Noronha

3 TURMAS RECURSAIS 1) PROCESSO (Trata da aglutinação da Turmas Recursais) e Processo : Apresentação de Estudo sobre as Turmas Recursais de Santa Catarina (manutenção da atual estrutura, designação em cargo específico/na Carreira, etc). 2) Processo : Apresentação de Projeto de Lei para criação da Turma de Uniformização de Julgados nos Juizados Especiais Estaduais (em razão da tramitação do Projeto de Lei Federal - PLC nº 16/ e recente acórdão do Supremo Tribunal Federal). 3) Uniformizar entendimento sobre DPVAT - prazo de prescrição, considerando a recente decisão do Superior Tribunal de Justiça; 4) Uniformizar entendimento sobre fluência de juros de mora, em ações de ressarcimento por danos morais - data do fato que deu origem à ação, data da sentença ou trânsito em julgado, considerando as recentes decisões do TJ-SC e o art. 407 do CC/2002. CRIME 1) Processo : Estudo referente à atuação de Juizes Leigos no Juizado Especial Criminal. CÍVEL 1) PROCESSO e Processo : Estudo visando à remuneração de juízes leigos, conciliadores e mediadores. 2) (In) aplicabilidade do procedimento: Confusão entre o procedimento informal e o princípio da informalidade; 3) Remuneração do Oficial de Justiça; 4) Cartas precatórias por ; 5) Assistência judiciária gratuita requerida após a sentença; 6) Preposto credenciado: representante legal; vínculo empregatício; apenas para o ato; 7) Comparecimento pessoal das partes: (In)exigibilidade?; consequências; 8) Representação em Juízo: Mandato em favor de terceiro para atuar em juízo; 9) Aplicação do 285 A; 10) Execução: aplicação da multa, penhora, prazo, embargos; 11) BACEN/JUD de ofício; 12) antecipação da tutela nos JE; 13) padronização dos diversos projetos ligados aos meios alternativos e não adversarias de resolução de conflitos (juizados de microempresas, condomínios, consumidor, execução fiscal / cobrança de débito fiscal, etc.); Coordenação Dra. Janice

4 PROPOSTAS DE ENUNCIADOS 1. As micro e pequenas empresas, legitimadas a figurar no polo ativo das demandas, podem apresentar a documentação necessária comprovando sua condição na Secretaria do Juizado Especial Cível que, após o procedimento administrativo, emitirá certidão com validade até 30 de abril do ano seguinte, comprovando a sua condição. JUSTIFICATIVA: Para evitar que as empresas tenham, em cada um dos processos, que juntar cópia de seus estatutos sociais e declaração de imposto de renda, quando ingressam no juizado especial, podem apresentar a documentação na Secretaria do Juizado Especial Cível que, após procedimento administrativo e verificada a regularidade da documentação, emitirá certidão para tal fim, que será juntada nos autos. Esse procedimento evitará que a parte tenha que apresentar um grande número de cópias e também evitará que os processos fiquem volumosos apenas com os Estatutos das empresas. O mesmo procedimento poderá ser adotado em relação às empresas que, costumeiramente, figurem no polo passivo do processo (ex. bancos, seguradoras, celesc, etc). Apresentador da Proposta Dr. Edison Zimmer 2. A intimação de quem apresenta a petição inicial no Cartório da Distribuição, da data da sessão de conciliação, supre a intimação da parte e do advogado subscritor da inicial. JUSTIFICATIVA: Para agilização dos procedimentos no Juizado Especial Cível, sempre que possível, a sessão de conciliação deverá ser designada já no momento da distribuição da inicia ou da reclamação. Assim, quem distribui a inicial, se intimado da data, tem o dever de comunicar à parte e eventual advogado, evitando retrabalho da Secretaria com nova intimação e gastos para o Poder Judiciário com AR ou intimação por edital. Apresentador da Proposta Dr. Edison Zimmer 3. As cartas precatórias, no Juizado Especial, preferencialmente serão encaminhadas por (escaneadas). Apresentador da Proposta Dr. Edison Zimmer 4. Conflito entre o posicionamento de nossas Turmas Recursais e o e. Tribunal de Justiça, especialmente no tocante as ações de despejo cumuladas com cobrança e as ações monitórias. Justificativa: Apesar de o Enunciado 4 do FONAJE dispor que "nos Juizados Especiais só se admite a ação de despejo prevista no art. 47, inciso III, da Lei 8.245/1991", e o Enunciado 8 dispor que " as ações cíveis sujeitas aos procedimentos especiais não são admissíveis nos Juizados Especiais", verifica-se a existência de Conflito entre o posicionamento de nossas Turmas Recursais e o Tribunal de Justiça, especialmente no tocante as ações de despejo cumuladas com cobrança e as ações monitórias. Apresentadora da Proposta Dra. Andresa Bernardo

5 5. O recurso somente será apresentado ao Juiz do Juizado, quando houver pedido expresso para que seja conferido o efeito suspensivo, ou ainda, para declarar a intempestividade ou deserção, sendo encaminhado diretamente à Turma Recursal nos demais casos. Justificativa: A proposta de enunciado deriva do procedimento constante do Manual de Procedimentos dos Juizados Especiais Cíveis, e visa atender os critérios orientadores do Art. 2º da Lei 9.099/95, em especial os da simplicidade, informalidade, economia processual e celeridade Da sentença caberá recurso ao próprio Juizado, exceto da homologatória de conciliação ou de laudo arbitral, que será apreciado pela Turma Recursal, sendo que a representação da parte por Advogado é obrigatória. Sendo apresentado fora do prazo de 10 dias, contados da ciência da sentença, o Secretário da turma encaminhará o recurso para decisão quanto a intempestividade. Preparado o recurso no prazo de 48 horas seguintes à interposição, verificada a tempestividade (do recurso e do preparo) pela Secretaria, e apresentadas as contra-razões (ou decorrido o prazo para a apresentação delas), será encaminhado diretamente à Turma Recursal, independente de nova conclusão. No caso de haver pedido de Assistência Judiciária na fase de recurso, após as contra-razões, este será encaminhado à Turma Recursal para exame. O Juiz do Juizado somente se manifestará, em caso de interposição de recurso, em duas oportunidades: a) sendo tempestivo e estando preparado, se houver pedido expresso para evitar dano irreparável à parte, quando examinará ser irá conferir o efeito suspensivo; b) se o recurso não for tempestivo ou não for preparado, caso em que será considerado intempestivo ou deserto pelo Juiz do Juizado. Apresentador da proposta Dr. Vitoraldo Bridi 6. Com base nos princípios do art. 2º, da Lei nº 9.099/95, é obrigatória a presença pessoal das partes na audiência de conciliação. A pessoa jurídica deverá ser representada por preposto credenciado, cujo cargo não poderá ser simultaneamente cumulado pelo seu procurador. 7. A ausência da parte autora em qualquer audiência implicará na imediata extinção do processo. Se a ausência for da parte requerida, será decretada a revelia ou, tratando-se de audiência de instrução e julgamento, não será produzida a prova por esta requerida. 8. Nas audiências conciliatórias não é necessário que o preposto seja funcionário da empresa, sendo exigido, apenas, seu devido credenciamento como tal (carta de preposto). Se a hipótese for de instrução e julgamento, o cargo de proposto somente poderá ser ocupado por aquele que tiver poderes fixados nos atos constitutivos.

6 9. É vedado a propositura de ação por cessionário de pessoa jurídica, exceto se o interessado (cessionário) comprovar, de plano, que o cedente é microempresa ou empresa de pequeno porte, nos moldes da Lei Complementar 123/ O pedido de justiça gratuita realizado após a sentença será analisado pelo respectiva Turma de Recurso. 11. Nos juizados especiais não cabe o arquivamento administrativo do processo, exceto nos processo de execução ou cumprimento de sentença, nos moldes do art. 792 do CPC. 12. É DA COMPETÊNCIA DO RELATOR DO RECURSO A APRECIAÇÃO DO DEFERIMENTO DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA REQUERIDA NA PETIÇÃO DE APELAÇÃO Justificativa. É certo que a jurisdição do magistrado em primeiro grau exaure-se com a publicação da respectiva sentença no processo, cabendo daí, em caso de recurso inominado, tão somente a análise das condições básicas de admissibilidade, tais como legitimidade, efeitos, cabimento. Havendo pedido de assistência judiciária gratuita na petição de recurso, cabe ao Juiz-Relator da Turma de Recurso respectiva, a competência para análise do deferimento da benesse podendo para tal, determinar as comprovações que entender necessárias (art. 21, II do RI) -. É o que se percebe no art. 21. do Regimento Interno das Turmas de Recurso do Estado de Santa Catarina, ou seja, Compete ao Juiz Relator: Apresentador da proposta Dr. Stephan klaus Radloff

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