Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Órion Rigel Castelli da Silva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Órion Rigel Castelli da Silva"

Transcrição

1 1 Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Órion Rigel Castelli da Silva AUTOMAÇÃO DE VENDAS E CONTROLE DE ESTOQUE VIA RFID Curitiba 2006

2 2 Centro Universitário Positivo Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Órion Rigel Castelli da Silva AUTOMAÇÃO DE VENDAS E CONTROLE DE ESTOQUE VIA RFID Monografia apresentada disciplina de Projeto Final, como um dos requisitos parciais para à conclusão do curso de Engenharia da Computação. Orientador: Prof. Alessandro Brawerman Curitiba 2006

3 3 Termo de Aprovação Órion Rigel Castelli da Silva AUTOMAÇÃO DE VENDAS E CONTROLE DE ESTOQUE VIA RFID Monografia aprovada como requisito parcial à conclusão do curso de Engenharia de Computação do Centro Universitário Positivo, pela seguinte banca examinadora: Professor Alessandro Brawerman (orientador) Professor Edson Pedro Ferlin Professor Roberto Selow Curitiba 11 de Dezembro de 2006

4 4

5 5 Resumo Este trabalho apresenta o desenvolvimento de um sistema de vendas e gerenciamento de estoque baseado em RFID (Radio Frequency Identification). O sistema busca otimizar o processo de registro de produtos, evitando a retirada e reposição dos produtos no carrinho de compra ao se chegar ao caixa para o pagamento. Para isso se faz uso da tecnologia de RFID na qual todos os produtos do mercado deveriam ser marcados com etiquetas de identificação por rádio freqüência, também chamados de transponders ou TAGs. Esta identificação ocorre no caixa registrador onde os TAGs dos produtos entram em contato com o Hardware desenvolvido neste projeto que por sua vez entra se comunica com o software responsável pela execução das operações tanto de compra como de gerenciamento de estoque, gerando assim um controle mais ativo para a reposição de produtos do estoque para a prateleira e do distribuidor para o estoque. O sistema possui ainda um módulo de auxílio ao consumidor, no qual através da Internet o usuário pode gerar uma lista de compras e consultá-la ao final de sua compra verificando se existem produtos que ficaram fora da compra.

6 6 Abstract This work presents the development of a sell system and stock management based in RFID (Radio Frequency Identification). The purpose is to optimize the product s registration process, avoiding waste of time in the supermarket lines. A more active control to replace products from stock to the shelf and from the supplier to the stock in. The system has a customer aid module, in which through the Internet users can generate a shop list and view it or edit it during the shop process.

7 7 Sumário Resumo... 5 Abstract... 6 Sumário... 7 Lista de Ilustrações... 9 Lista de Tabelas e Quadros Lista de Siglas Introdução Trabalhos relacionados Especificação Descrição das Principais Funcionalidades Fundamentos Teóricos Princípio Físico dos Sistemas de RFID O Campo Magnético Indutância Indutância Mútua Cadeia de Suprimentos Estoque Cíclico A TI no Gerenciamento da Cadeia de Suprimento Teoria de Software Banco de Dados Relacional Programação Orientada a Objetos Web Service Teoria de Hardware RFID (Radio Frequency Identification) Elementos de um Sistema RFID Comunicação RFID Freqüências da portadora Taxa de Transferência de Dados e Largura de Banda Especificação do Hardware Módulo de Aquisição Leitor AK Protocolo de Comunicação Manchester Interface de Comunicação Wiegand Módulo de Controle Microcontrolador Atmel AT89C Módulo de Controle x Computador Especificação do Software Módulo de Compra Módulo de Estoque Módulo de Verificação de Compras Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica Implementação Hardware Módulo de controle Estação Base de Rádio Freqüência Firmware Software Atores do Sitema... 50

8 Diagrama de Casos de Uso Diagrama de Classes Diagrama de Banco de Dados Site Mercado Lista de Compra Web Service Resultados Leitor RFID Comunicação Módulo de Controle x Computador Software Conclusão Referências Bibliográficas

9 9 Lista de Ilustrações Figura 1: Esquema de reposição de estoque Figura 2: Diagrama de um Leitor de RFID Figura 3: Campo Magnético Figura 4: Sentido da força H Figura 5: Definição da Indutância Figura 6: Definição de indutância mútua Figura 7: Funcionamento RFID básico Figura 8: Visão Geral Figura 9: Diagrama de Blocos do software Figura 10: Diagrama de blocos do Módulo de Compras Figura 11: Diagrama de blocos do Módulo de Estoque Figura 12: Diagrama de Blocos do Módulo de Verificação de Compras Figura 13: Esquemático microcontrolador Figura 14: Placa do módulo de controle Figura 15: Esquemático módulo de leitura Figura 16: Placa do módulo de leitura Figura 17: Fluxograma Firmware Figura 18: Atores do sistema Figura 19: Diagrama de Casos de Uso Figura 20: Diagrama de Seqüência - Cadastrar Usuário Figura 21: Diagrama de Seqüência - Cadastrar Produto Figura 22: Diagrama de Seqüência - Identificar Produto Figura 23: Diagrama de Seqüência - Calcular Compra Figura 24: Figura 23: Diagrama de Seqüência - Excluir produto na compra Figura 25: Diagrama de Seqüência - Fechar Compra Figura 26: Diagrama de Seqüência - Reduzir Estoque Prateleira Figura 27: Diagrama de Seqüência - Reduzir Estoque Estoque Figura 28: Diagrama de Seqüência Comunicação Centro de Distribuição Figura 29: Diagrama de Seqüência - Cadastrar Consumidor Figura 30: Diagrama de Seqüência - Gerar Lista Figura 31: Diagrama de Seqüência - Checar Lista do Consumidor Figura 32: Diagrama de Classes parte Figura 33: Diagrama de Classes parte Figura 34: Diagrama do Banco de Dados Figura 35: Autenticação do web service utilizando url padrão... 68

10 10 Lista de Tabelas e Quadros Tabela 1: Tipos de Modulação Tabela 2: Freqüências de Portadora Tabela 3: Tabela 3: Tabela 4: Variações na leitura e na espera do módulo AK Tabela 5: Bits do protocolo Wiegand Tabela 6: Consumo de corrente em operação e espera Tabela 7: Pinagem TXM 433 LR S Tabela 8: Tabela 8: Tabela 9: Formulação para controle do nível de estoque [7] Tabela 10: Componentes microcontrolador Tabela 11: Componentes módulo de leitura Tabela 12: Níveis de acesso dos Atores Tabela 13: Níveis de acesso para os Usuários Tabela 14: TAGs utilizados para testes de leitura... 70

11 11 Lista de Siglas ADC Analog Digital Converter - Conversor digital analógico PLL Phase Loop Lock Loop travado por fase RF- Radio Frequency Radio Freqüência RFID Radio Frequency Identification Identificação por Rádio Frequencia TAG - Transponder

12 12

13 13 1. Introdução Este projeto visa desenvolver um sistema registrador de compras via RFID (Radio Frequence Identification) com controle de estoque e verificador de compras para grandes supermercados. Buscando otimizar o processo de registro, bem como, facilitar a reposição de produtos do estoque para a prateleira e do distribuidor para o estoque. O sistema possui ainda um módulo de auxílio ao consumidor, onde através da Internet o usuário pode gerar uma lista de compras e consultá-la ou edita-la, em tempo real dentro do mercado através de um equipamento instalado nos carrinhos de compra (simulado). Para cada produto do supermercado tem-se uma etiqueta de marcação (TAG - Transponder). Os caixas possuem um equipamento de leitura de etiquetas, no momento em que os produtos entram no raio de ação da antena, o equipamento faz a leitura dos TAGs fixados aos produtos, e através destas TAGs o sistema irá conseguir calcular quais itens estão no carrinho e mostrar o valor da compra para aquele carrinho. Com isso evitá-se o desperdício de tempo de retirar os produtos do carrinho de compras e colocá-los novamente no carrinho, mais importante ainda, automatizando o processo, evitá-se também longas e demoradas filas de espera. Além deste facilitador o sistema faz um controle do estoque do mercado sinalizando quando é necessário fazer a reposição de certos produtos, podendo ainda em uma outra situação alertar o distribuidor que certo produto está em falta no estoque. Para satisfazer ainda mais o consumidor, existe no software um módulo de verificação de compras, no qual o consumidor tem a possibilidade de gerar uma lista de compras on-line. Através desta lista já é possível saber qual o valor de sua compra antecipadamente possibilitando ainda uma verificação final ao término da compra, com a intenção de se checar se não foi esquecido nenhum produto listado.

14 14 2. Trabalhos relacionados Hoje, podemos verificar a aplicação da tecnologia de RFID em diversos ramos da indústria. A empresa norte-americana Gillette encomendou cerca de 500 milhões de chips RFID, jogando a tecnologia no noticiário popular. Outra notícia surgiu dizendo que a Boeing e a Airbus as duas maiores fabricantes de aviões do planeta - exigirão de seus mais de 2 mil fornecedores a identificação de peças de aviões e motores utilizando essa tecnologia já no próximo ano, com a justificativa de que desejam evitar erros de manufatura. [12] A rede de supermercados Wal-Mart selecionou 100 de seus fornecedores para que até janeiro de 2005, cumprissem a exigência de que todos os produtos vendidos pela rede precisariam conter etiquetas RFID até janeiro de [13] O interesse da Gillette por RFID advém principalmente de seu desejo de solucionar furtos de lâminas de barbear, enquanto que os fabricantes de cigarro querem aderir a RFID em um esforço para deter o roubo interestadual de cigarros. Para efeito de comparação, a etiqueta de identificação por radiofreqüência é considerada a sucessora do código de barra, utilizado em todo o mundo.[12] Mesmo com a trajetória de RFID sendo visível, a velocidade de sua adoção é mais incerta. Atualmente, o chip de identificação de radiofreqüência mais barato ainda custa, nos EUA, cerca de 25 centavos de dólar cada, na compra de um milhão de chips, enquanto no Brasil, segundo a Associação Brasileira de Automação, esse custo sobe para 80 centavos até 1 dólar a unidade. Esse valor é barato em comparação ao usado em um laptop, mas extremamente caro se for contabilizada a existência de um chip em cada caixa de leite ou garrafa de refrigerante. Há também o custo das leitoras de etiquetas e a infra-estrutura extremamente complexa necessária para coletar, examinar e mover o vasto volume de dados que as etiquetas de identificação por radiofreqüência geram. [12]

15 15 3. Especificação O sistema reconhece os produtos através de marcações (TAG) em cada um destes. Ao entrar no raio de ação da antena o leitor identifica o produto e verifica o seu preço no banco de dados. Depois de reconhecido, o sistema passa a ler outro produto sucessivamente até todos serem lidos e o valor da compra calculado. Após o fechamento da conta tem-se a interação do módulo da verificação das compras on-line, caso o usuário informe um código válido podese verificar se todos os itens foram comprados. Finalmente após a compra ser efetuada e concluída entra em ação o módulo de gerencia de estoque onde, este irá fazer o cálculo para a reposição da prateleira e do estoque geral do mercado Descrição das Principais Funcionalidades A proposta é o desenvolvimento de uma aplicação utilizando RFID no qual teremos dois pontos a serem abordados. Primeiramente o regsitro dos produtos no caixa. Esse processo é realizado em três etapas, os itens são identificados pelo leitor de RFID s através de uma comunicação via rádio possibilitada pela antena posicionada na entrada no caixa. Após a identificação o microprocessador envia os dados a serem tratados pelo sistema que finalmente faz os cálculos necessários, mostrando ao caixa o valor da compra. A partir deste momento, entra-se em outro escopo do projeto o do controle do estoque. Ele é responsável pelos avisos de reposição de prateleira e de estoque, alimentando ainda um web service no qual o distribuidor poderá verificar a situação de seus produtos em determinado mercados. A Figura 1 exemplifica o funcionamento do sistema no que se diz respeito a comunicação com o centro de distribuição. Observe que logo após o

16 16 leitor identificar o produto e a compra ser finalizada, o sistema se encarrega de carregar o web service do centro de distribuição com as informações necessárias para a reposição do estoque na loja onde o produto foi retirado. Figura 1: Esquema de reposição de estoque Um fator para destacarmos neste projeto é a montagem de um leitor de RFID próprio. Um leitor RFID pode ser dividido em 2 unidades básicas, como mostra a Figura 2. Uma responsável pelo controle, Unidade de Controle e outra responsável pela comunicação, Unidade de Rádio Freqüência. Esta unidade seria adquirida junto a um determinado fabricante, enquanto que a unidade de controle será desenvolvida para completarmos nosso leitor, sem precisar adquirir um leitor manufaturado.

17 17 Figura 2: Diagrama de um Leitor de RFID 3.2. Fundamentos Teóricos Para o desenvolvimento de toda a tecnologia, seja ela de hardware ou de software, foi necessário um estudo e embasamento para que a proposta inicial do trabalho alcance seu objetivo final com sucesso. Abordaremos daqui para frente o estudo teórico das tecnologias envolvidas neste projeto Princípio Físico dos Sistemas de RFID A grande maioria de sistemas RFID opera segundo o princípio do acoplamento indutivo. Entretanto o entendimento dos procedimentos de alimentação e transferências de dados requer um conhecimento dos princípios físicos dos fenômenos magnéticos. Nesta seção abordaremos um estudo teórico dos campos magnéticos do ponto de vista da RFID O Campo Magnético O conceito de campo magnético é similar ao do elétrico. O vetor do campo magnético B é chamado de indução magnética e as linhas que representam o campo são ditas linhas de indução. As propriedades são as mesmas: Uma tangente à linha de indução em um determinado ponto indica a direção do vetor B nesse ponto.

18 18 O número de linhas por unidade de área é proporcional ao módulo do vetor B. Isso significa que as linhas são mais próximas entre si onde B é maior e mais afastadas onde B é menor. A Figura 3 mostra uma indicação aproximada das linhas de indução em um ímã de formato cilíndrico. Note que as linhas são mais próximas entre si no meio do imã, isso ocorre devido a ação das forças indutivas terem como foco o centro do imã. Figura 3: Campo Magnético A magnitude deste campo magnético é dada pela força do campo magnético H, a qual depende diretamente das propriedades do material e de sua disposição. Pode-se utilizar a Equação 1 para calcular a força de um campo magnético H qualquer para diferentes tipos de condutor: r r = ds I H (1) Em uma situação onde o condutor se apresenta de forma circular como na Figura 4, podemos determinar a força do campo magnético como sendo: 1 H = (2) 2πr

19 19 Figura 4: Sentido da força H A força de magnitude gerada por este campo magnético é diretamente responsável pela área de atuação da antena de nosso leitor RFID, quanto maior a área para o campo magnético maior será a distância de leitura. Vale lembrar também, que este campo magnético está relacionado com a freqüência de atuação do sistema RFID, no qual maiores freqüências tem uma distância de leitura maior. [3] Indutância Um campo magnético juntamente com um fluxo magnético φ é gerado sobre um condutor de qualquer formato. Este campo é particularmente intenso quando o condutor se apresenta na forma circular. Normalmente, este condutor não se apresenta com apenas um único círculo, mas sim uma série de N círculos, onde para cada um deles a corrente I circula. Estes círculos contribuem então para formação de um fluxo total, demonstrado pela equação: ψ = φ = N µ H A (3) N N A constante µ indica a permeabilidade magnética do elemento no vácuo, já a variável A representa a área gerada pelos círculos do condutor. A razão entre o fluxo total ψ e a corrente I que circula no condutor é denotada como sendo a indutância L que é o parâmetro que relaciona a corrente elétrica com o fluxo magnético.

20 20 ψ L = = I N φ = I N µ H A I (4) Figura 5: Definição da Indutância A indutância em um condutor circular, como apresentado na Figura 5, depende das propriedades do material condutor na condição espacial onde o condutor se encontra. Para os condutores no formato circular, podemos ainda utilizar uma formulação mais simples baseando-se no diâmetro do material utilizado e o raio R do condutor, chegando-se a fórmula 5: Indutância Mútua 2 2 R L = N µ 0 R Ln( ) (5) d Indutância mútua é o parâmetro que relaciona dois condutores solenoidais que acabaram tendo seus campos magnéticos afetados pelos fluxos magnéticos de ambos, gerando assim um campo magnético acoplado, como podemos ver na Figura 6. Figura 6: Definição de indutância mútua

21 21 Este campo magnético é o principio físico pelo qual é gerado o acoplamento indutivo utilizado nos sistemas de RFID. [8] Cadeia de Suprimentos Uma cadeia de suprimentos engloba todos os estágios envolvidos, direta e indiretamente, no atendimento de um pedido de um cliente. A cadeia de suprimento não inclui apenas fabricantes e fornecedores, mas também transportadoras, depósitos, varejistas e os próprios clientes. O objetivo de toda cadeia de suprimento é maximizar o valor global gerado. O valor gerado por uma cadeia de suprimentos é a diferença entre o valor do produto final para o cliente e o esforço realizado pela cadeia de suprimento para atender ao seu pedido. Buscando evitar a elevação de custos e aumentar a lucratividade da cadeia, para utiliza-se diversas técnicas e ferramentas, uma destas técnicas é utilizada em um dos pontos mais cruciais em uma cadeia de suprimentos, que vêm a ser o estoque dos produtos produzidos ou comercializados. [1] Estoque Cíclico O estoque cíclico é o estoque médio construído na cadeia de suprimento quando um estágio da cadeia produz ou compra em lotes maiores do que o necessário para atender a demanda do cliente. Para a análise aqui apresentada não se leva em conta a influência da variabilidade, pois esta exerce um impacto marginal sobre o tamanho do estoque cíclico. Pode-se então elaborar uma definição matemática para o estoque conforme apresentado na Equação 1: Estoque Cíclico = tamanho do lote / 2 = Q/2 (1)

22 22 Tamanhos de lotes e estoque cíclico também influenciam o tempo de fluxo de material dentro da cadeia de suprimento, sendo a razão entre este tempo e a demanda R, de um produto em específico, como se pode observar pela Equação 2. Tempo de fluxo médio resultante do estoque cíclico = Q/2R (2) O estoque cíclico é, primordialmente, mantido para explorar as economias de escala e reduzir os custos na cadeia de suprimentos. O aumento do tamanho do lote pode muitas vezes reduzir os custos contraídos por diferentes estágios de uma cadeia de suprimentos. [7] A TI no Gerenciamento da Cadeia de Suprimento O fluxo de informações é um elemento de grande importância nas operações logísticas. Pedidos de clientes e de reposição de suprimentos, necessidades de estoque, movimentações nos armazéns, documentação de transporte e faturas são algumas das formas mais comuns de informações logísticas. Antigamente, o fluxo de informações baseava-se principalmente em papel, resultando em uma transferência de informações lenta, pouco confiável e propensa a erros. O custo decrescente da tecnologia, associado a sua maior facilidade de uso, permitem aos executivos poder contar com meios para coletar, armazenar, transferir e processar dados com maior eficiência, eficácia e rapidez. A transferência e o gerenciamento eletrônico de informações proporcionam uma oportunidade de reduzir os custos logísticos através da sua melhor coordenação. Além disso, permite o aperfeiçoamento do serviço baseando-se principalmente na melhoria da oferta de informações aos clientes Teoria de Software

23 23 Para o desenvolvimento deste projeto utilizamos a linguagem de programação orientada a objetos, C++. É utilizado Recursos de Banco de Dados e os protocolos de comunicação TCP/IP para a comunicação dos web services que fazem a interface on-line e a codificação Manchester para a decodificação dos dados recebidos pelo leitor RFID do TAG do produto, também são usados. Abordaremos a seguir uma breve descrição destas tecnologias utilizadas com a intenção de elucidar algum ponto que possa gerar dúvidas no funcionamento geral do sistema Banco de Dados Relacional Um banco de dados relacional organiza seus dados em relações. Cada relação pode ser vista como uma tabela, onde cada coluna corresponde a atributos da relação e as linhas correspondem às tuplas ou elementos da relação. Um conceito importante em um banco de dados relacional é o conceito de atributo chave, que permite identificar e diferenciar uma tupla de outra. Através do uso de chaves é possível acelerar o acesso a elementos (usando índices) e estabelecer relacionamentos entre as múltiplas tabelas de um sistema de banco de dados relacional. Essa visão de dados organizados em tabelas oferece um conceito simples e familiar para a estruturação dos dados, sendo um dos motivos do sucesso de sistemas relacionais de dados. Certamente, outros motivos para esse sucesso incluem o forte embasamento matemático na base dos conceitos utilizados em bancos de dados relacionais e a uniformização na linguagem de manipulação de sistemas de bancos de dados relacionais através da linguagem SQL. [9]

24 Programação Orientada a Objetos A programação orientada a objetos (POO) é uma forma especial de programar, mais próximo de como expressaríamos as coisas na vida real do que outros tipos de programação. Com a POO temos que aprender a pensar as coisas de uma maneira distinta, para escrever nossos programas em termos de objetos, propriedades, métodos e outras coisas que veremos rapidamente para esclarecer conceitos e dar uma pequena base que permita soltarmos um pouco com este tipo de programação. Hoje existem duas vertentes no projeto de sistemas orientados a objetos. O projeto formal, normalmente utilizando técnicas como a notação UML e processos de desenvolvimento como o RUP; e a programação extrema, que utiliza pouca documentação, programação em pares e testes unitários. Na programação orientada a objetos, se implementa um conjunto de classes que definem os objetos presentes no sistema de software. Cada classe determina o comportamento (definidos nos métodos) e estados possíveis (atributos) de seus objetos, assim como o relacionamento com outros objetos. Podemos também dizer que a classe representa um conjunto de objetos com características afins. Uma classe define o comportamento dos objetos, através de métodos, e quais estados ele é capaz de manter, através de atributos. Já o objeto é uma instância de uma classe. Um objeto é capaz de armazenar estados através de seus atributos e reagir a mensagens enviadas a ele, assim como se relacionar e enviar mensagens a outros objetos Web Service Um web service é um componente, ou unidade lógica de aplicação, acessível através de protocolos padrões de Internet. Como componentes, esses serviços possuem uma funcionalidade que pode ser reutilizada sem a preocupação de como é implementada. O modo de acesso é diferente de

25 25 alguns modelos anteriores, onde os componentes eram acessados através de protocolos específicos, como o DCOM, RMI ou IIOP. Web Services combinam os melhores aspectos do desenvolvimento baseado em componentes e a Web. Há algumas especificações e tecnologias definidas para a construção ou utilização de web services. Essas especificação e tecnologias endereçam para os seguintes requisitos para o desenvolvimento baseado em serviços: uma forma comum de representar dados um formato de mensagens comum e extensível uma linguagem de descrição do serviço, comum e extensível um mecanismo para localizar os serviços localizados em um Web site específico um mecanismo para descobrir os provedores de serviço. O XML é a escolha natural para o modo de representação dos dados. Muitas especificações utilizam o XML para representação dos dados, assim como os XML Schemas para descrever os tipos dos dados. Podemos definir, resumidademente, um XML Web service como um serviço de software publicado na Web através do SOAP, descrito com um arquivo WSDL e registrado em UDDI Teoria de Hardware O tema principal do projeto é a utilização da tecnologia de RFID para comunicação sem fio. A seguir expomos um estudo mais detalhado desta tecnologia RFID (Radio Frequency Identification) RFID, ou Identificação por Radiofreqüência, é uma tecnologia sem fio (wireless) destinada a coleta de dados. Tal qual o código de barras, o RFID faz parte do grupo de tecnologias de Identificação e Captura de Dados Automáticos. Seu surgimento remonta há várias décadas, mas o crescimento massivo de seu uso vem se percebendo nos últimos anos, em especial pela redução do custo de seus componentes.

26 26 O princípio de funcionamento da tecnologia RFID é muito simples, mas há uma série de complicações em sua aplicação, devido ao fato de não haver apenas um conjunto de elementos que seja possível responder à diversidade de necessidades. Observando a Figura7, um sistema RFID é composto por um transceptor que transmite uma onda de radiofreqüência, através de uma antena, para um transponder, ou mais conhecido por TAG. O TAG absorve a onda de RF e responde com algum dado. Ao transceptor é conectado um sistema computacional que gerencia as informações do sistema RFID. Figura 7: Funcionamento RFID básico A tecnologia é similar ao conceito de código de barras. O sistema de código de barras utiliza um leitor óptico para os códigos impressos que são colocados nos itens, enquanto que o RFID utiliza um leitor de radiofreqüência e componentes denominados por TAGs, que são colocados nos itens a serem controlados. Os dados dentro de um TAG podem prover a identificação de um item numa linha de fabricação, de mercadorias em trânsito, a localização, a identificação de um veículo, um animal ou indivíduo. Apesar disso, a tecnologia RFID não é um substituto do código de barras, pelo menos por enquanto. O custo da impressão de um código de barras é insignificante no custo da embalagem se comparado ao custo de um tag de RFID, por mais simples que este seja. A grande vantagem do RFID é a sua capacidade de obter maior número de informações, identificando vários itens ao mesmo tempo, não exigindo leitura-em-linha. Fato que representa, no caso de uma aplicação em um supermercado, uma redução de custos operacionais na hora da verificação das compras.

27 27 Há uma faixa enorme de tipos de TAGs disponíveis no mercado, que satisfazem às diversas necessidades de aplicações. As TAGs são constituídos de diversas maneiras: passivo, alimentados por baterias, em diferentes freqüências, com antenas impressas, com antenas helicoidais, em etiquetas ou encapsulados, etc. A despeito dessa diversidade, o princípio de funcionamento é muito similar entre eles. A tecnologia RFID utiliza freqüências dentro da faixa de 50 KHz até 2,5 GHz. Os sistemas de RFID são distinguidos por 3 faixas: baixa, intermediária (média) e alta. Nos próximos itens serão apresentados os detalhes da arquitetura dos sistemas de RFID Elementos de um Sistema RFID Conforme vimos em um sistema de RFID se faz necessário a utilização de três itens básicos, o TAG, o LEITOR e a ANTENA. Veremos algumas características básicas de cada um destes elementos. 1. TAG ou transponder que na verdade é um microchip e uma antena que contém um número ID gravado previamente em ROM (somente leitura) e que em alguns casos possui também informações gravadas pelo usuário. A palavra transponder é derivada de TRANSmitter / responder porque sua função é justamente responder a comandos que chegam através da portadora de RF (Radiofreqüência). Geralmente estes microchips são fabricados usando circuitos integrados de baixo consumo. Podemos encontrar atualmente duas categorias de RF TAGs as ativas e as passivas. RF Tags Ativas: São alimentadas por uma bateria interna e tipicamente são de escrita e leitura, ou seja, podem ser atribuídas (re-escrita ou modificada) novas informações ao RF TAG. O custo das RF TAG ativas é maior que o das RF TAG passivas, além de possuírem uma vida útil limitada de no máximo 10 anos.

28 28 RF TAGs Passivas: Operam sem bateria, sua alimentação é fornecida pelo próprio leitor através das ondas eletromagnéticas. As RF TAGs Passivas são mais baratas que as Ativas e possuem teoricamente uma vida útil ilimitada. As RF TAGs Passivas geralmente são do tipo só leitura (read-only), usadas para curtas distâncias e requerem um leitor mais completo (com maior potência). Os TAGs podem ser de vários tamanhos, formas e dimensões. Podem ser com ou sem bateria e de leitura/escrita ou apenas leitura. Tipicamente as TAGs sem bateria (passivas) são mais leves, pequenas e baratas do que as ativas. Além disso, não requerem manutenção e duram quase indefinidamente 2. Leitor ou transceiver é responsável pelo envio da freqüência portadora, do comando de leitura e também pela recepção e decodificação do sinal recebido, enviando-o diretamente ao computador ou microprocessador que utilizará essa informação. Este leitor é formado por basicamente dois módulos, um módulo de radio freqüência que contém as funções básicas para permitir a leitura e a escrita de dados no TAG. O princípio de acoplamento indutivo é usado para transmissão de dados entre a unidade de leitura/escrita e o TAG, já o módulo de controle é responsável pela escrita/leitura dos dados nos TAGs que estão no raio de ação da antena. 3. Antena existe em ambos os dois módulos anteriores. Serve para eficiente transmissão e recepção dos sinais nos dois sentidos. É peça imprescindível para a máxima eficiência e confiabilidade de todo o sistema. As antenas são oferecidas em diversos formatos e tamanhos. Cada configuração possui características distintas, indicadas para diferentes tipos de aplicação.

RFID (Identificação por Radiofrequência)

RFID (Identificação por Radiofrequência) RFID (Identificação por Radiofrequência) Este tutorial apresenta a descrição de conceitos de RFID, tecnologia wireless de identificação e coleta de dados. Vergílio Antonio Martins Engenheiro de Eletrônica

Leia mais

RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br

RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br RFID Você vai usar! Jean Pierre Borges de Sousa jeansousa@inf.ufg.br Graduado em Sistemas de Informação FASAM Mestrado em andamento em Ciência da Computação INF/UFG PRIMEIROS PASSOS Surgiu na Segunda Guerra

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes reinaldo@computacao.ufcg.edu.br Meios de Transmissão 1 Meios de Transmissão Terminologia A transmissão de dados d

Leia mais

ESTUDO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA

ESTUDO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ESTUDO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIO FREQUÊNCIA Camila de Brito Miranda 1 ; Rafaela do

Leia mais

Entendendo a Tecnologia RFID

Entendendo a Tecnologia RFID Entendendo a Tecnologia RFID Como o próprio nome sugere a identificação por radiofreqüência é uma tecnologia de identificação automática que utiliza ondas eletromagnéticas como meio para capturar as informações

Leia mais

PROTÓTIPO DE CONTROLE DE ACESSO POR RFID

PROTÓTIPO DE CONTROLE DE ACESSO POR RFID 1 PROTÓTIPO DE CONTROLE DE ACESSO POR RFID Alexsandro Monteiro de Oliveira Antônio Carlos Almeida Eunice de Lassalete Sebastião Bartolomeu RESUMO O projeto de controle de acesso por RFID consiste no desenvolvimento

Leia mais

RFID: APLICABILIDADE, CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, PADRÕES E CASES DE SUCESSO

RFID: APLICABILIDADE, CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, PADRÕES E CASES DE SUCESSO WORKSHOP TECNOLOGIA CARDS 2009 RFID: APLICABILIDADE, CONFIABILIDADE, SEGURANÇA, PADRÕES E CASES DE SUCESSO São Paulo, 27.4.2009 Karina Prado Diretora Comercial GD Burti S.A. DEFINIÇÃO Radio-Frequency Identification

Leia mais

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações

2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Introdução às Telecomunicações 2- Conceitos Básicos de Telecomunicações Elementos de um Sistemas de Telecomunicações Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Telecomunicações 2 1 A Fonte Equipamento que origina

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

RFID. Laird SEU FORNECEDOR DE ANTENAS RFID

RFID. Laird SEU FORNECEDOR DE ANTENAS RFID RFID Laird SEU FORNECEDOR DE ANTENAS RFID RFID A Identificação por Rádiofrequência permite a uma organização capturar, mover e gerenciar informações de e para cada ponto de atividade dentro do negócio

Leia mais

Estrutura interna de um microcontrolador

Estrutura interna de um microcontrolador Estrutura interna de um microcontrolador Um microcontrolador é composto por um conjunto de periféricos interligados a uma unidade de processamento e todo este conjunto confere a este componente uma versatilidade

Leia mais

Introdução à tecnologia RFID

Introdução à tecnologia RFID Sumário Como surgiu a tecnologia RFID... 2 Como funciona?... 2 Quais os benefícios e onde utilizar o sistema de RFID... 4 Utilização proposta... 4 Etapas para leitura de dados via RFID... 5 Diagrama de

Leia mais

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE RFID

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE RFID BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE RFID Aldo Ventura da Silva * RESUMO O presente trabalho teve como objetivo mostrar o funcionamento do sistema de RFID, visando seu histórico, e principais atributos, assim servindo

Leia mais

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO

Fundamentos de Arquitetura de Computadores. Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Fundamentos de Arquitetura de Computadores Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Hardware de um Sistema Computacional Hardware: são os componentes

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas...9 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 Moto é um rastreador exclusivo para Motos desenvolvido com os mais rígidos

Leia mais

A Física por trás da Tecnologia RFID. Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM

A Física por trás da Tecnologia RFID. Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM A Física por trás da Tecnologia RFID Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM 2 Espectro electromagnético 3 Espectro de frequência para o sistema RFID Tamanho da antena Existe uma razão de proporção

Leia mais

Localização de veículos em chão de fábrica usando tecnologia RFID

Localização de veículos em chão de fábrica usando tecnologia RFID Localização de veículos em chão de fábrica usando tecnologia RFID José Lourenço Lemos Netto, Mauricio Duarte (Orientador), Bacharelado em Ciência da Computação Centro Universitário Eurípedes de Marília,

Leia mais

Comunicações a longas distâncias

Comunicações a longas distâncias Comunicações a longas distâncias Ondas sonoras Ondas electromagnéticas - para se propagarem exigem a presença de um meio material; - propagam-se em sólidos, líquidos e gases embora com diferente velocidade;

Leia mais

Conceitos Básicos de Telefonia Celular

Conceitos Básicos de Telefonia Celular O curso foi elaborado especialmente para atender o profissional que atua no mercado varejista de aparelhos celulares e quer atender seus clientes com rapidez e qualidade. O treinamento é direcionado ao

Leia mais

Arquitetura CAN. José Sérgio da Rocha Neto

Arquitetura CAN. José Sérgio da Rocha Neto Arquitetura CAN 1 Sumário Rede CAN. Arquitetura do Sistema Implementado. Interface SPI. Controlador CAN MCP2510. Transceiver MCP2551. ADuC812. Resultados Obtidos. Conclusões. 2 REDE CAN CAN Controller

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas...8 2 APRESENTAÇÃO: O SS300 é um rastreador desenvolvido com os mais rígidos padrões de qualidade

Leia mais

2 Tecnologia de Identificação por Rádio Freqüência (RFID)

2 Tecnologia de Identificação por Rádio Freqüência (RFID) 2 Tecnologia de Identificação por Rádio Freqüência (RFID) A tecnologia de IDentificação por Rádio Freqüência (RFID) provê uma forma de identificar unicamente itens, distinguindo-os de qualquer outro, além

Leia mais

Especificações Técnicas e Funcionais

Especificações Técnicas e Funcionais Introdução Especificações Técnicas e Funcionais A presente Especificação, elaborada pela São Paulo Transporte S.A. SPTrans, tem como objetivo estabelecer os requisitos técnicos, operacionais e funcionais

Leia mais

Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego;

Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego; Características Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego; Poderá ser utilizado por empresas autorizadas por convenção ou acordo coletivo a usar sistemas

Leia mais

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO

CAPÍTULO 5. INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO 28 CAPÍTULO 5 INTERFACES PARA PERIFÉRICOS DE ARMAZENAMENTO INTERFACES DIVERSAS: FIREWIRE, SPI e I 2 C INTERFACES COM O MUNDO ANALÓGICO Interfaces para periféricos de armazenamento: Periféricos de armazenamento,

Leia mais

A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico

A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico A Tecnologia RFID Aplicada à Logística Instituto de Desenvolvimento Logístico Avenida Prudente de Morais, 290 4º andar Cidade Jardim (31) 2531 0166 contato@idel.com.br www.idel.com.br 1 Palestrante Mac

Leia mais

DataQuest. Soluções para Controle de Acesso. DataMini. Manual Técnico Software Ver. 1.0

DataQuest. Soluções para Controle de Acesso. DataMini. Manual Técnico Software Ver. 1.0 DataQuest Soluções para Controle de Acesso DataMini Manual Técnico Software Ver. 1.0 DataQuest DataQuest Comércio e Consultoria Ltda. Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, n 1050 Sala 11 Vila Suzana - São

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Seguidor de Linha Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19 Sensor Smart Seguidor de Linha 1. Introdução Os sensores seguidores de linha são sensores que detectam

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores.

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. PROJETO DE PESQUISA 1. Título do projeto Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. 2. Questão ou problema identificado Controlar remotamente luminárias, tomadas e acesso

Leia mais

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson

Redes Industriais. Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Redes Industriais Centro de Formação Profissional Orlando Chiarini - CFP / OC Pouso Alegre MG Inst.: Anderson Capítulo 2 Meio Físicos A automação no meio produtivo Objetivos: Facilitar os processos produtivos

Leia mais

www.philips.com/welcome

www.philips.com/welcome Register your product and get support at www.philips.com/welcome SDV1225T/55 PT Manual do Usuário Sumário 1 Importante 4 Segurança 4 Aviso para os EUA 4 Aviso para o Canadá 4 Reciclagem 4 Português 2

Leia mais

RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES

RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES RECEPTOR SERIAL COM DECODIFICADOR 128 BITS PARA ACIONAMENTO/DESACIONAMENTO REMOTO DE CONSUMIDORES Cristiane G. Langner (1,2), Juliano João Bazzo (1,3), Ivan J. Chueiri (1,2) (1)LACTEC Instituto de Tecnologia

Leia mais

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados?

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? 1. Introdução Alguma vez você já se deu conta que o microondas de sua casa tem uma capacidade computacional maior do que tinha o projeto Apolo, que levou

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS Antonio Carlos Lemos Júnior, Ednaldo Lopes Rosa e Leandro Aureliano

Leia mais

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS

LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS LNet Mobility WIRELESS SOLUTIONS INTRODUÇÃO: Entende-se por Mobilidade a possibilidade de poder se comunicar em qualquer momento e de qualquer lugar. Ela é possível graças às redes wireless, que podem

Leia mais

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador P7C - HI Tecnologia 7C O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador P7C da HI tecnologia (PMU10700100). A lista de verbetes consta na versão

Leia mais

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO

Mude para digital. Sistema de rádio bidirecional digital profissional MOTOTRBO Sistema de rádio bidirecional digital profissional A solução de comunicação em rádios bidirecionais de próxima geração está aqui, com melhor desempenho, produtividade e preço e mais oportunidades para

Leia mais

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia

Módulo WCM200. Controlador WSI250 - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador WSI250 - HI Tecnologia W i re l e s s S i g n a l I n t e r fa c e O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador WSI250 da HI tecnologia

Leia mais

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência

RFID. RFID - Identificação por Radiofreqüência RFID RFID - Identificação por Radiofreqüência Sistema de Identificação por Radio Frequência O que é RFID? Objetivo e utilidade similares ao código de barras; Composto por 3 elementos: Uma antena; Um leitor;

Leia mais

Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego;

Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego; Características Baseado na portaria n 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego; Poderá ser utilizado por empresas autorizadas por convenção ou acordo coletivo a usar sistemas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

RCO2. Introdução à camada física

RCO2. Introdução à camada física RCO2 Introdução à camada física 1 Transmissão de uma stream de bits por um meio de transmissão 2 Atribuições da camada física: Transmissão de sequências de bits pelo meio físico Modulação (transmissão

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Apresentação. Delimitação da Ação:

Apresentação. Delimitação da Ação: Apresentação Órgão: Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins TRE-TO E-mail para contato: fmourafe@tre-to.jus.br Nome do Trabalho: Gestão de Ativos de TI com a tecnologia Radio Frequency Identification

Leia mais

RFID CASE STUDY THROTTLEMAN. Hugo Pedro hugo.pedro@sybase.pt 91 879 88 54

RFID CASE STUDY THROTTLEMAN. Hugo Pedro hugo.pedro@sybase.pt 91 879 88 54 RFID CASE STUDY THROTTLEMAN Hugo Pedro hugo.pedro@sybase.pt 91 879 88 54 A TECNOLOGIA RFID A HISTÓRIA A TECNOLOGIA Identificação por Rádio Frequência permite identificar unicamente um objecto, usando ondas

Leia mais

Segunda Lista de Exercícios

Segunda Lista de Exercícios INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA Segunda Lista de Exercícios 1. Qual é a posição dos meios de transmissão no modelo OSI ou Internet? Os meios de transmissão estão localizados abaixo

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais: 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais (opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais: 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais (opcional); Características Possui estrutura com design moderno e LEDs que indicam a confirmação de registros; Os dados são gravados em um cartucho USB. Este modo de gravação oferece total proteção contra a perda

Leia mais

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon

Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Monitor de Rastreamento de Frota para Segurança de Transporte Planejamento de Projetos Iterativos Aplicando o RUP Projeto Blue Moon Exercício Estudar a descrição do sistema, examinar os planos de projetos

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO O computador não é uma máquina interessante se não pudermos interagir com ela. Fazemos isso através de suas interfaces e seus periféricos. Como periféricos serão considerados os

Leia mais

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA CAB Cabeamento Estruturado e Redes Telefônicas

Leia mais

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe

Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe Pentium 4 Arquitetura de Computadores Pentium 4 e PCIe O Pentium 4 é um descendente direto da CPU 8088 usada no IBM PC original. O primeiro Pentium 4 foi lançado em novembro de 2000 com uma CPU de 42 milhõcs

Leia mais

Protocolo wireless Ethernet

Protocolo wireless Ethernet Protocolo wireless Ethernet Conceituar as variações de redes sem fio (wireless) descrevendo os padrões IEEE 802.11 a, b, g e n. Em meados de 1986, o FCC, organismo norte-americano de regulamentação, autorizou

Leia mais

Projeto de Múltiplas RSSF operando sobre. Fibra óptica

Projeto de Múltiplas RSSF operando sobre. Fibra óptica Anais do XIX Encontro de Iniciação Científica ISSN 1980178 Projeto de Múltiplas RSSF operando sobre Maria Caroline de Andrade PUC-Campinas Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias maria.ca@puccampinas.edu.br

Leia mais

Básico do RFID. Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM

Básico do RFID. Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM Básico do RFID Profa. Renata Rampim de Freitas Dias, RFIDSCM 2 Organização da apresentação 1. História; 2. Funcionamento do sistema RFID; 3. Aplicações. Organização da apresentação 1. História; 2. Funcionamento

Leia mais

MÓDULO SINTETIZADOR.

MÓDULO SINTETIZADOR. MÓDULO SINTETIZADOR. O módulo sintetizador é uma placa (PCA) de 3,5pol x 9 pol, ligada a placa mãe em J4 e localizada imediatamente adjacente ao módulo de Referência/Controle do transceptor. Como o módulo

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional); Características Possui estrutura com design moderno e LEDs que indicam a confirmação de registros; Exclusivo sistema de hibernação quando o equipamento encontra-se sem energia vinda da rede elétrica, o

Leia mais

RECEPTOR GPS ME1513 ARM7 LPC2138. 1 ME Componentes e Equipamentos Eletrônicos Ltda

RECEPTOR GPS ME1513 ARM7 LPC2138. 1 ME Componentes e Equipamentos Eletrônicos Ltda RECEPTOR GPS ME1513 ARM7 LPC2138 1 ME Componentes e Equipamentos Eletrônicos Ltda Prefácio Obrigado por escolher o Receptor GPS ME-1513. Este manual mostra o esquema eletrônico, da conexão do microcontrolador

Leia mais

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS

ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS ANÁLISE DE REDES HIERÁRQUICAS PARA ATENDIMENTO DE LOCAIS REMOTOS Fabiana da Silva Podeleski Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC podeleski@yahoo.com.br Prof. Dr. Omar Carvalho Branquinho Grupo de Pesquisa

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas......8 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 é um rastreador desenvolvido com os mais rígidos padrões de qualidade

Leia mais

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários.

Um sistema é constituído de um conjunto de processos que executam seus respectivos códigos do sistema operacional e processos e códigos de usuários. Os sistemas computacionais atuais permitem que diversos programas sejam carregados na memória e executados simultaneamente. Essa evolução tornou necessário um controle maior na divisão de tarefas entre

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO Amanda 5ª Atividade: Codificador e codificação de linha e seu uso em transmissão digital Petrópolis, RJ 2012 Codificador: Um codoficador

Leia mais

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984-3801)

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984-3801) 50 GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984-3801) APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO POR RÁDIOFREQÜÊNCIA (RFID) PARA CONTROLE DE BENS PATRIMONIAIS PELA WEB Marcelo Gonçalves Narciso Resumo: Este

Leia mais

Identificação por Dispositivos de Radiofrequência - RFID -

Identificação por Dispositivos de Radiofrequência - RFID - Identificação por Dispositivos de Radiofrequência - RFID - Os dispositivos de identificação por meio de rádio frequência têm atingido já desde alguns anos um estado de difusão aplicacional e comercial

Leia mais

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. CANespecial 1 SCA06. Manual do Usuário

Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas. CANespecial 1 SCA06. Manual do Usuário Motores I Automação I Energia I Transmissão & Distribuição I Tintas CANespecial 1 SCA06 Manual do Usuário Manual do Usuário CANespecial 1 Série: SCA06 Idioma: Português N º do Documento: 10002922105 /

Leia mais

5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem

5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem 5. Aplicação na gestão do fluxo inbound e na armazenagem O presente capítulo tem como objetivo analisar o uso do sistema RFID no varejo com foco na gestão do fluxo inbound e na armazenagem de um centro

Leia mais

O que é RFID? Fernando Xavier Maio/2007

O que é RFID? Fernando Xavier Maio/2007 Fernando Xavier Maio/2007 Agenda :: Contexto :: RFID :: Elementos :: Funcionamento :: Benefícios :: Barreiras :: Mercado :: Usos :: Questões :: Segurança :: Mitos Contexto :: Dificuldade na identificação

Leia mais

Tutorial para calibração de receptores Telecontrolli

Tutorial para calibração de receptores Telecontrolli Tutorial para calibração de receptores Telecontrolli Introdução: Muitos na Guerra de Robôs, Sumô e outras modalidades de competição com robôs utilizam módulos de rádio da empresa Telecontrolli ou similar.

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO. CONTROL MIDI Controlador de Acesso Biométrico

MANUAL DE OPERAÇÃO. CONTROL MIDI Controlador de Acesso Biométrico MANUAL DE OPERAÇÃO CONTROL MIDI Controlador de Acesso Biométrico Sumário 1. Operação... 4 1.1. Inicialização do Equipamento... 4 1.2. Utilização... 4 1.3. Cadastro... 6 1.3.1. Cadastro de Biometria...

Leia mais

CONTROLE DO FLUXO DE PESSOAS UTILIZANDO IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA

CONTROLE DO FLUXO DE PESSOAS UTILIZANDO IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA CONTROLE DO FLUXO DE PESSOAS UTILIZANDO IDENTIFICAÇÃO POR RADIOFREQUÊNCIA Matheus Stephano B. Moreira¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR - Brasil matheus_sbm@hotmail.com,

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 1- MODELO DE CAMADAS 1. INTRODUÇÃO A compreensão da arquitetura de redes de computadores envolve a compreensão do modelo de camadas. O desenvolvimento de uma arquitetura de redes é uma tarefa complexa,

Leia mais

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014

Comunicação Sem Fio REDES WIRELES. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio. Comunicação Sem Fio 06/05/2014 REDES WIRELES Prof. Marcel Santos Silva Comunicação Sem Fio Usada desde o início do século passado Telégrafo Avanço da tecnologia sem fio Rádio e televisão Mais recentemente aparece em Telefones celulares

Leia mais

CH & TCR. Tecnologias de Identificação

CH & TCR. Tecnologias de Identificação Tecnologias de Identificação Código de barras O sistema de identificação conhecido por código de barras teve origem nos EUA, em 1973, com o código UPC (universal product code) e, em 1977, esse sistema

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

Soluções de antenas RFID industriais sem fio

Soluções de antenas RFID industriais sem fio Soluções de antenas RFID industriais sem fio A Laird cria e fabrica produtos personalizados com nível máximo de desempenho para aplicativos sem fio e outros aplicativos de eletrônica avançada. Sobre a

Leia mais

4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes

4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes 4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes Neste capítulo é apresentado o desenvolvimento de um dispositivo analisador de redes e de elementos de redes, utilizando tecnologia FPGA. Conforme

Leia mais

Introdução ao sistema RFID

Introdução ao sistema RFID Introdução ao sistema RFID Profa. Renata Rampim de Freitas Dias Professora associada ao Centro de Excelência em RFID RFID _ Filme O que é RFID? RFID é um termo genérico denotando: A identifição de um objeto

Leia mais

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência

Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência Sistema de Telemetria para Hidrômetros e Medidores Aquisição de Dados Móvel e Fixa por Radio Freqüência O princípio de transmissão de dados de telemetria por rádio freqüência proporciona praticidade, agilidade,

Leia mais

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora 1. Em que consiste uma rede de computadores? Refira se à vantagem da sua implementação. Uma rede de computadores é constituída por dois ou mais

Leia mais

TEORIA GERAL DE SISTEMAS

TEORIA GERAL DE SISTEMAS TEORIA GERAL DE SISTEMAS A Internet global A World Wide Web Máquinas de busca Surgiram no início da década de 1990 como programas de software relativamente simples que usavam índices de palavras-chave.

Leia mais

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis

Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis Capítulo 2 Sistemas Rádio Móveis 2.1. Histórico e Evolução dos Sistemas Sem Fio A comunicação rádio móvel teve início no final do século XIX [2], quando o cientista alemão H. G. Hertz demonstrou que as

Leia mais

Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi

Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi Capítulo 7 - Redes Wireless WiFi Prof. Othon Marcelo Nunes Batista Mestre em Informática 1 de 55 Roteiro Definição Benefícios Tipos de Redes Sem Fio Métodos de Acesso Alcance Performance Elementos da Solução

Leia mais

Data Sheet FBEE IEEE 802.15.4 SUPORTA PROTOCOLOS ZIGBEE E MIWI REV 03. - 1 - Rev02

Data Sheet FBEE IEEE 802.15.4 SUPORTA PROTOCOLOS ZIGBEE E MIWI REV 03. - 1 - Rev02 Data Sheet FBEE IEEE 802.15.4 SUPORTA PROTOCOLOS ZIGBEE E MIWI REV 03 Este equipamento opera em caráter secundário, isto é, não tem direito a proteção contra interferência prejudicial, mesmo de estações

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Velti Ponto (REP) O Velti Ponto está homologado de acordo com a Portaria nº 1.510/2009 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em 10 modelos que se diferenciam pela tecnologia de identificação (leitores),

Leia mais

FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS

FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS FUNCIONAMENTO DOS RFID s O Um sistema de RFID é composto, basicamente, por uma antena, que funciona como receptor, faz a leitura do sinal

Leia mais

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação MINI OSCILOSCÓPIO DIGITAL PORTÁTIL BASEADO EM MICROCONTROLADOR PIC Curitiba 2004 1 Ederson

Leia mais

Cronograma. RFID ( Radio Frequency Identification ) Histórico. Histórico. O que é RFID? Vídeo IBM

Cronograma. RFID ( Radio Frequency Identification ) Histórico. Histórico. O que é RFID? Vídeo IBM Cronograma RFID ( Radio Frequency Identification ) Alexandre Gaddo Fábio Rossi Guilherme Rodrigues Histórico O que é RFID? Componentes Funcionamento Porque utilizar padrão epc Estrutura de codificação

Leia mais

Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara

Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Flip-Flops (Aplicações) Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 2h/60h Pulsos Digitais Pulso positivo: executa sua função quando está em nível alto Pulso negativo: executa sua função quando

Leia mais

Tecnologia Aplicada à Logística

Tecnologia Aplicada à Logística Tecnologia Aplicada à Logística Movimentação e TI Alunos: Keriton Leandro Fernando TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA LOGÍSTICA Definição de Informação na Logística É um elemento de grande importância nas operações

Leia mais

MCA - Uma Tecnologia Versátil

MCA - Uma Tecnologia Versátil Soluções MCA A família de soluções MCA reforça a consolidada linha CATRAX de catracas e periféricos para controle de acesso. O coração destas soluções é a tecnologia MCA, que consiste em uma placa de controle

Leia mais

Manual da Comunicação Modbus-RTU

Manual da Comunicação Modbus-RTU Manual da Comunicação Modbus-RTU Relé Inteligente Série: SRW 01 Idioma: Português Documento: 10000013033 / 00 12/2007 Sobre o manual Sumário SOBRE O MANUAL...5 ABREVIAÇÕES E DEFINIÇÕES... 5 REPRESENTAÇÃO

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil Características - Único com este conceito no mercado e com preços atraentes; Iluminação frontal, com chave liga/desliga, em quatro opções de cores (azul, verde, vermelho e amarelo); - Possui sistema de

Leia mais