Gestão de estoques: estudo de caso produto perecível

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1 60 ISSN: Gestão de estoques: estudo de caso produto perecível MOIA, R. P. 1*, SANTOS, J. P. A. 1, SANTOS, K. P. 1, BEZERRA, E. R. 1, ROQUE FILHO, M. P. 1, BUENO, T. R.. 1 Resumo: Este artigo é resultado de um estudo sobre a gestão de estoque do Iogurte Funcional, em uma rede de hipermercados na cidade de Guarulhos. A compra excessiva do mesmo, ocasiona prejuízo á empresa, principalmente por sua venda atender em sua grande maioria a um público específico. Com o objetivo de demonstrar para empresa a importância da compra adequada de acordo com a demanda do produto, através do estudo de caso sobre organização de estoque, este trabalho pretende contribuir de modo a evitar perdas e conscientizar sobre a importância para que haja um equilíbrio de compra, atendendo os clientes e ao mesmo tempo, evitando prejuízo. Palavras-chave: Gestão de Estoque, Compras, Redução de Perdas. Abstract: This article is the result of a study on the inventory management of functional yogurt in a network of hypermarkets in the city of Guarulhos. The purchase of excessive material, causes injury to the company, mainly for its Sales mostly cater to a specific audience. In order to demonstrate the importance of purchasing appropriate according to the demand of the product, through the case study on inventory organization, this paper aims to avoid losses and raise awareness of the importance of proper demand of a product, which is needed and it is of great importance to ensure a balance of purchase serving customers at the same time avoiding loss. Keywords: Inventory Management, Shopping, Loss Reduction. 1. Introdução Garantir a disponibilidade de um produto sem onerar o caixa da empresa é uma dos desafios dos gestores de estoques. Conforme Ballou (2008, p. 25), a administração 1 Faculdade de Tecnologia de Guarulhos, São Paulo *Roberto Padilha Moia,

2 61 de estoques envolve manter seus índices tão baixos quanto possível, ao mesmo tempo em que provê a disponibilidade desejada pelos clientes. Nesse sentido, torna-se visível a necessidade da compreensão dos gestores em relação ao estoque ideal do produto, para que haja um correto entendimento entre a real necessidade de compra e o processo de gerenciamento de estoques adequado a se adotar, agregando a possibilidade de redução de perdas e gastos, podendo elevar as margens de lucro e diminuir a acuracidade nos processos de venda do produto. O objetivo desse artigo é o de mostrar o quanto é importante fazer uma gestão de estoques adequada para um produto perecível, no caso o Iogurte Funcional de marca X de 180 ml, já que o mesmo vem acarretando uma porcentagem considerável de perdas tanto no estoque como nos lucros finais de uma loja de uma rede de Hipermercados pesquisada, aqui denominada Hipermercado Y. Além disso, é imprescindível que se conheça a demanda, consequentemente o histórico de venda do produto para um melhor índice de venda do mesmo e uma maior redução de perdas. Para que a empresa possa gerenciar melhor a sua gestão de estoques, ela precisa, inicialmente, entender a cadeia de suprimentos da empresa para controlar melhor os estoques. Pires (2011, p. 29), a Gestão da Cadeia de Suprimentos se apresenta como um novo modelo competitivo e gerencial às empresas industriais. Ou seja, as empresas que utilizam a Gestão da Cadeia de Suprimento têm um instrumento a mais no fator competitividade, uma vez que bem elaborada pode fazer uma ligação mais eficiente, econômica e rápida entre fornecedores, produtores e clientes. Christopher (2009, p. 16 e 187) comenta ainda que a Cadeia de Suprimentos não deve ser vista como uma integração vertical, apesar de no passado ter sido desejável esta integração. Mas para que isto acontecesse era necessário que o proprietário do negócio fosse também seu próprio fornecedor. E em um mundo cada vez mais globalizado esta visão de mercado é praticamente um suicídio para qualquer empresário. Hoje em dia só sobrevive no mercado as empresas que se tornam enxutas e competitivas, e para isto acontecer é primordial que as empresas foquem em um negocio principal, deixando desta forma, tudo o que não faz parte do foco principal da empresa, ser executado por empresas terceirizadas ou parceiras. 2. Gestão de estoques, armazenagem e o sistema de movimentação Para Dias (2009, p. 19) administração dos estoques tem a função de minimizar os custos, pois o estoque é um dos principais custos de uma organização. Baseado

3 62 nesses conceitos, a gestão de estoque é fundamental na organização, pois sua função é analisar e controlar o estoque, obtendo o mínimo de estoque possível e sem deixar de atender a demanda, evitando faltas e sobras de itens no mercado. Um dos principais desafios de uma organização é como diminuir os custos de estoques sem que prejudique a falta do produto para a demanda, pois quanto mais estoque, mais terá aumento no custo para mantê-lo. Gonçalves (2010, p. 151) informa que, para controlar o estoque é necessário estabelecer o nível do mesmo, assim, saberá quando é necessário repor a quantidade de item antes de atingir o nível de estoque. Para isso, o sistema de revisão continua ou sistema Q sinaliza quando é necessário repor o estoque, quando for atingido o nível de estoque, dessa forma, a reposição ocorre continuamente, pois os níveis de estoque oscilam. Esse sistema é para controlar o estoque, para determinar o funcionamento garantindo que não falte o produto. Esse sistema também é conhecido como ponto de pedido, que para Arnold (2008, p. 319) é quando o estoque atinge a quantidade suficiente para atender a demanda de acordo com a disponibilidade do item. De acordo com Gonçalves (2010, p. 116) a demanda precisa ser suprida e que as necessidades sejam atendidas no tempo e quantidades desejadas, para isso se leva em consideração ter um estoque adicional, para que em casos de imprevisibilidade se consiga atender a demanda. A falta de itens acarreta em perdas de vendas, isso implicaria no nível de serviço prestado, pois traria uma insatisfação à demanda, já que não teve sua necessidade suprida. Mas o excesso não é interessante, pois afeta nos custos financeiros do estoque, já que itens parados representam dinheiro parado. De acordo com Ballou (2006, p. 274): Parte do estoque sempre se deteriora, fica ultrapassada ou acaba sendo perdida/ roubada durante um armazenamento prolongado. Esse é o chamado estoque obsoleto, morto ou evaporado. Em se tratando de estoque de produtos de alto valor, perecíveis ou fáceis de roubar, é indispensável a adoção de precauções especiais para minimizar o seu volume. Segundo Arnold (2008, p. 269) o estoque de segurança serve para possíveis imprevistos de demanda ou lead time (tempo de reposição), sendo que se a demanda for maior que o esperado, terá uma falta, o estoque de segurança é para prevenir a organização caso ocorra alguma necessidade futura. Para Dias (2006, p. 28 e 29) é necessário estabelecer uma estimativa de consumo futuro do item, a previsão de

4 63 demanda auxilia no planejamento do estoque, pois com o histórico do consumo é possível analisar o quanto se deve comprar e se o item tem aceitação no mercado. Para prever é necessário varias informações que podem ser matemáticas e empíricas, para isso são usados dois métodos de previsão que são: quantitativas e qualitativas. Por terem margens de erros, esses métodos não possuem precisão, por isso é importante escolher quais desses métodos são mais precisos no momento da decisão. A correta armazenagem do produto também é outro fator importante e estratégico para gerenciar melhor os estoques. Para Ballou (2008, p. 27) além de servir como local para a guarda de materiais, o armazém serve ainda como um ponto de apoio a manutenção de estoque. Uma vez que é no armazém que as empresas estocam seus materiais para produção, deve ser lá, também que os materiais devem ser administrados da melhor maneira possível. Inclusive o controle de desperdícios, o gerenciamento do espaço físico para seu total aproveitamento, o controle dos pedidos e verificação constante de validade e condições gerais dos produtos devem estar na rotina de um armazém. Bowersox, Cooper & Closs (2008, p. 315) descrevem a Armazenagem como uma atividade estratégica na logística. Para os autores os investimentos em um bom armazém não devem ser vistos como um investimento custoso e de difícil retorno, e sim como um investimento à longo prazo em um processo que traz inúmeros benefícios as organizações, como por exemplo: redução dos níveis de rupturas, sempre ter o material necessário para a produção das fabricas, suprir a demanda de consumo de produtos, além de uma atividade atual que são as considerações de marketing, principalmente devido a enorme quantidade de informações que as pessoas recebem diariamente, é impossível não se manter um produto armazenado para oferecer ao mercado consumidor quando ele é disparado nas diversas mídias de forma insistente e avassaladora. Conforme Bowersox (2006, p. 90) Uma vez que as expectativas dos clientes crescem significativamente, executivos da área de logística devem monitorar continuamente a satisfação do cliente e melhorar o desempenho logístico. Nos pontos de venda, a qualidade também é requisito primordial, para a satisfação do consumidor, para tanto a movimentação deve ser feita com cuidado para garantir a integridade do produto a ser oferecido, desde a sua chegada até a venda para seu cliente. Conforme Ballou (2006, p. 187), o transporte é uma área fundamental de decisões no mix logístico, dessa maneira, movimentar corretamente o produto é uma atividade essencial

5 64 para a gestão mais eficaz dos estoques e disponibilização de produtos para o consumidor final. 3. O mercado de iogurtes funcionais Como relata Meza (2013, p. 128) os iogurtes funcionais estão cada vez mais ganhando espaço na alimentação do consumidor, por ajudar no funcionamento intestinal, além de outras funções benéficas a saúde. O crescimento de venda em volume dessa linha chegou a 12,7% passando de 41,8 milhões no ano de 2011 para 47,1 milhões de quilos em 2012, sendo que, as versões não funcionais cresceram 7,1%, passando de 200,7 milhões para 215,1 milhões de quilos no período, em relação ao faturamento ocorreu o contrario, os funcionais não tiveram tanto crescimento de receita como os iogurtes tradicionais. Ainda de acordo com Meza (2013, p. 128) relata também que, isso ocorreu devido à desvalorização do preço médio do quilo em O mercado cada vez mais competitivo, as marcas concorrentes estão investindo mais nos funcionais. Resultando na queda nos preços e aumento no consumo, apesar desse aumento, os funcionais não são populares, mas o iogurte como um todo, vem crescendo o consumo cada vez mais por ano, principalmente o iogurte liquido e de polpa de fruta são os mais consumidos, a venda dessa categoria cresceu 8% em relação ao ano de 2011 para Em relação à quantidade vendida, foi de 258,6 milhões para 279,4 milhões de quilos em entre 2011 e 2012, isso demonstra que as vendas vem crescendo a cada ano. 4. Estudo de caso O Hipermercado Y está localizado no centro de Guarulhos há aproximadamente 15 anos, fazendo parte de uma grande Rede de Comércio Varejista. Só no ano passado o Hipermercado Y vendeu mais de R$ em produtos, tendo uma media de clientes por dia circulando pela loja. Localizado em um ponto estratégico da cidade, com acesso ao centro de Guarulhos e a Rodovia Presidente Dutra, é um dos comércios mais tradicionais da cidade. O Iogurte X é um iogurte destinado principalmente para manter o equilíbrio da flora intestinal, ou seja, é um produto diferenciado, com um preço mais elevado. Dessa forma, não pode ser tratado como os demais iogurtes, pois tem uma demanda específica por ele. O nosso estudo dará foco ao Iogurte no tamanho 180 ml. Por seu um produto

6 65 segmentado, destinado a um publico específico, ele não tem o mesmo apelo popular e nem o preço de outros iogurtes, desta forma não se justifica um estoque alto do produto. No Hipermercado Y, o gestor não segue a lei de procura e oferta, mesmo tendo as ferramentas que demonstram que o seu estoque está alto e que a saída do produto está abaixo do desejado. Tendo assim, perdas significativas do produto, uma vez que o produto não vende, estão sempre com um estoque alto e datas próximas ao vencimento. Conforme tabela 1, no mês de janeiro o Hipermercado Y contava com um estoque do Iogurte X de 180 ml da ordem de 159 unidades. Observando a entrada de 294 unidades e a venda de 242 unidades, podemos perceber que o estoque já vem acumulado de meses anteriores. No mês de fevereiro o estoque em relação a janeiro teve um crescimento da ordem de 55% enquanto a venda regrediu em 4,5%. Comparando os meses de fevereiro e março o estoque que era de 246 unidades saltou para 309 unidades, um aumento de 25,6%. Enquanto a venda passou de 231unidades para 343 unidades, um aumento de 48,5% nas vendas. Porém, mesmo com um aumento nas vendas do mês de março, observamos que o estoque parado do produto na loja só aumentou durante estes 3 meses, passando de 159 unidades em janeiro para 309 unidades em março, ou seja, um aumento de 94,3%. Comparativo do Iogurte X Data Entradas Saídas Vendas Estoque Janeiro Fevereiro Março Tabela 1. Comparativo do Iogurte X. Fonte: Relatórios do Hipermercado Y - Adaptado pelos autores. O gestor se justifica, dizendo que o produto por ser segmentado, está em constante promoção, ou seja, sempre há uma ação visando promover o produto junto ao publico de forma estratégica através de diversos meios de comunicação e sendo assim, é muito perigoso manter o produto com um estoque enxuto, pois a qualquer momento o fabricante pode lançar uma nova ação nos meios de comunicação e a loja não ter estoque suficiente para atender uma onda de clientes seduzidos por esta ação. Porem o

7 66 que observamos é que para não perder totalmente o produto, muitas vezes o gestor faz promoções do Iogurte X de 180 ml, anunciando que está próximo ao vencimento e por isto está com um preço menor. O grande desafio do gestor, pois no Hipermercado Y toda a previsão de estoque é feita em cima de projeções, ou seja, o calculo da venda de um produto é feito em cima da venda de um período anterior, mais precisamente no caso do Hipermercado Y, do ano anterior, conforme gráfico 1. Em cima disso, ainda é calculado um percentual de crescimento da venda do produto baseado no crescimento da venda geral da loja. Gráfico 1. Comparativo de vendas 2012 x Fonte: Relatórios do Hipermercado Y Adaptado pelos autores. O Problema é que o gestor está se pautando em uma previsão generalizada para justificar a manutenção de seu estoque, ao invés de fazer uma análise mais detalhada, olhando caso a caso com maior atenção. Junto a isso se verificou outro aspecto que pode estar influenciando negativamente na gestão de estoque do Iogurte X de 180 ml, que é o tempo de ressuprimento do produto no Hipermercado Y. Como podemos observar na tabela 2 o espaço entre a chegada de um pedido e outro é muito grande, nos meses de janeiro e fevereiro tiveram 4 entradas deste produto no Hipermercado Y, já no mês de março apenas 3 entradas. Isto acaba impactando no estoque, uma vez que o gestor acaba aceitando a sugestão que é indicada pelo sistema, pois não pode correr o risco de ficar sem o produto caso ocorra alguma eventualidade como uma oferta de ultima hora, acarretando uma grande procura pelo produto ou até mesmo a falta do produto.

8 67 Entradas do Iogurte X nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março Data Quant. Data Quant. Data Quant. 02/01/ /02/ /03/ /01/ /02/ /03/ /01/ /02/ /03/ /01/ /02/ Total Tabela 2. Entradas do Iogurte X nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março. Fonte: Relatórios do Hipermercado Y Adaptado pelos autores. Podemos observar que no mês de março houve uma entrada de 420 unidades do Iogurte X de 180 ml no dia 20, isso acaba gerando picos no estoque que nem sempre diminuem nas semanas que se seguem, fato que não aconteceria se o Hipermercado Y mantivesse uma política de pedidos mais homogênea, ou seja, fizesse uma maior quantidade de pedidos por mês, mas em contrapartida, com menor quantidade de produtos. Foi possível observar que o Hipermercado Y conta com uma câmara refrigerada apenas para iogurtes, conforme figura 1, porém devido ao alto estoque de determinados iogurtes, como no caso do Iogurte X de 180 ml, nem sempre atitudes simples como o método PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) são utilizados. Muitas vezes o produto que acaba de chegar ao depósito é encaminhado para reposição da área de vendas, sem levar em conta o mesmo produto que está estocado na câmara refrigerada, porém com um prazo menor de validade. Devido a isto, muitos produtos que estão no estoque acabam sendo descartados, em função atingirem o prazo de validade.

9 68 Figura 1. Entrada da Câmara Fria de Iogurtes 5. Considerações finais Nos dias atuais é visível o aumento da competitividade para ganho de mercado entre as organizações. Em meio à globalização e toda essa disputa, as empresas tiveram que se adequar às necessidades dos clientes e consumidores que estão a todo tempo sujeitas a mudanças, para que pudessem continuar ativas nessa competição. As empresas buscam maior lucro e ao mesmo tempo a redução de seus custos, não sendo diferente na organização em estudo. Dessa forma, é importante manter o equilíbrio entre o financeiro da empresa e as necessidades dos clientes, já que essas precisam ser atendidas da melhor forma possível. O gerenciamento de estoques pode trazer lucros ou perdas, o que ás vezes pode passar despercebido ou até mesmo trazer prejuízos enormes. O bom gerenciamento de estoque se faz necessário, juntamente com a previsão de demanda para que a organização possa estar apta a atender as exigências e necessidades do mercado e seus clientes, mantendo um estoque que possa atender à demanda e que ao mesmo tempo lhe possibilite o menor custo em mantê-lo, principalmente pelo produto em estudo ser de caráter perecível, e necessitar de um maior cuidado em atender alguns requisitos primordiais, como por exemplo, seu prazo de validade. Além disso, é necessário um maior acompanhamento para que seja identificada através de históricos, a necessidade de mudança ou não nos estoques, como principalmente o momento de reabastecê-lo e a quantidade necessária desse reabastecimento. Apontando também que o tempo em que o produto permanece em estoque, e sua quantidade de compra sem levar em consideração seu histórico de saída, aumentam o custo para a organização mantê-lo em estoque, pois deve ser levado em consideração que as despesas com estoque parado em um mercado cada vez mais competitivo não é saudável para nenhuma empresa. Outro ponto importante que identificamos é que o Hipermercado Y tem dificuldade em utilizar o sistema PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai), e por isso, o estoque parado acaba sendo sempre muito próximo ao vencimento. Isso ocorre principalmente devido ao pedido do Iogurte X de 180 ml ser muito alto, e não ter saída do mesmo na mesma proporção, o que acaba gerando picos no seu estoque. Dessa forma é quase que impraticável desocupar toda a câmara fria para colocar os produtos com maior validade no final e os mais próximos ao vencimento mais a frente.

10 69 Para melhora desse problema, sugerimos a utilização do sistema PEPS no hipermercado Y, pois com um estoque enxuto é muito mais prático gerenciar um estoque. Tudo isso, sendo feito com acompanhamento e maior controle das entradas e saídas do produto em estoque pelos administradores, o que proporcionaria identificar com mais facilidade e precisão, o que se tem no estoque, nos pontos de vendas e também um controle por sua validade destinando assim, quais e quantos itens devem sair primeiro do estoque e ir para os pontos de venda e quais deverão ser retirados dos mesmos. Dessa forma, a empresa terá condições de obter melhores resultados na redução de custos, administrará melhor seu estoque e o risco de falta do Iogurte X de 180 ml nos pontos de venda será reduzido. Referências bibliográficas ARNOLD, J. R. T. Administração de Materiais; tradução Celso Rimoli, Lenita R. Esteves. 1. Ed. 7. reimpr. São Paulo: Atlas, BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/ logística empresarial; tradução Raul Rubenich. 5. Ed. Porto Alegre: Bookman, Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física - 1. Ed reimpr. - São Paulo: Atlas, BOWERSOX, D. J., COOPER, M. B. e CLOSS, J. D. Gestão Logística de Cadeia de Suprimentos 1. Ed. Porto Alegre: Bookman, Gestão Logística de Cadeia de Suprimentos 2. Ed. São Paulo: Campus, CHRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: criando redes que agregam valor, 2. Ed. São Paulo: Cengage Learning, DIAS, M. A. P. Administração de Materiais: princípios, conceitos e gestão - 5. Ed. 2. reimpr. - São Paulo: Atlas, Administração de Materiais: princípios, conceitos e gestão - 5. Ed. - São Paulo: Atlas, GONÇALVES, P. S. Administração de Materiais 3. Ed. Rev. Atual. 4. Reimpr. - Rio de Janeiro: Elsevier, MEZA. Especial Verão-Vendas 40, novembro de Disponível em: <http://www.sm.com.br/editorias/marketing/especial-verao---vendas-40%ba html?index=2 > acesso em: 02 de abril de PIRES, S. R. I. Gestão da cadeia de suprimentos: conceitos, estratégias, práticas e casos Supply chain management 2. Ed. 5. Reimpr. São Paulo: Atlas, 2011.

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