Paleoplataformas e Progradação Deltaica do Neógeno na Margem Continental do Uruguai e Norte da Argentina

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1 ISSN Janeiro Nº Porto Alegre Paleoplataformas e Progradação Deltaica do Neógeno na Margem Continental do Uruguai e Norte da Argentina C. M. Urien*; L. R. Martins* and I. R. Martins* * South West Atlantic Coastal and Marine Geology Group COMAR, Upper South West Atlantic Program ASOS (Brazil, Uruguay, and Argentina) RESUMO Perfis sísmicos, obtidos em várias campanhas oceanográficas realizadas na margem continental do Uruguai e norte da Argentina, foram analisados e interpretados, visando à identificação dos aspectos relacionados com a seqüência sedimentar da área. Foram caracterizados sistemas progradacionais recorrentes do tipo deltaico e paleoplataformas, controlados, especialmente, pelo aporte de sedimentos de contribuição fluvial, pelas variações do nível do mar e pelos movimentos epirogênicos. ABSTRACT Seismic profiles obtained through several campaigns developed along Uruguay and northern Argentina continental margin were analysed and interpreted, in order to identify aspects related with the sedimentary sequences of the area. Assigned progradational systems of deltaic type and paleoshelves are present, mainly governed by sedimentary load of fluvial origin, sea-level fluctuations and regional epeirogenic movements. Palavras chave: paleoplataforma, progradação, Neógeno. Suporte financeiro: Organization of American States OAS

2 Paleoplataformas e Progradação Deltaica do Neógeno na Margem Continental do Uruguai e Norte da Argentina 41 INTRODUÇÃO As bacias sedimentares do complexo Punta del Este Salado (figuras 1 e 2) apresentam, em suas seqüências superiores, feições de um sistema transgressivo/regressivo, em resposta às variações ocorridas no nível do mar. Tais feições são constituídas por um conjunto seqüencial de um estado do tipo marginal sag, evidenciado mais particularmente desde o fim do Cretáceo (URIEN & MARTINS, 1991). Estas seqüências foram geradas através de mudanças do nível do mar ocorridas desde o Oligoceno Tardio. O mapeamento das discordâncias presentes nas seqüências basais permite a identificação de paleoplataformas cobertas por sedimentos produzidos por eventos regressivos progradacionais, sendo sua identificação produzida através da análise sismo-estratigráfica. Tal tipo de análise estabelecida por URIEN & MARTINS (1991) para a região do Rio de La Plata, foi igualmente descrita para a Bacia de Campos por KOWSMANN & VIANA (1992), que descreveram movimentos de massa provocados por cunhas progradacionais em níveis de mar baixo. Segundo estes autores, tais cunhas de nível de mar baixo apresentam uma frente de deposição de ângulo elevado, gerando um plano inclinado que se torna instável pelo aporte de sedimentos de nível de mar mais elevado, produzindo o surgimento de fluxos de massa (MARTINS et al., 1980, 1990). Estudos relativos às bacias marginais do Atlântico Sudoeste, desde o Rio Grande do Sul (Brasil) à Tierra del Fuego (Argentina) são expressivos, com resultados publicados por URIEN & ZAMBRANO (1973, 1995); URIEN & MARTINS (1978, 1981); URIEN et al. (1976, 1981, 1987a, 1987b, 1988, 1995, 1996, 1999). Tais estudos revelaram a estrutura geológica os mecanismos dinâmicos governantes da sedimentação, da estratigrafia e da potencialidade em hidrocarbonetos. DISCUSSÃO Como resultado da transgressão Maastrichtian/Danian sobre a margem continental Atlântica sul-americana, a plataforma continental em si e os grandes embaiamentos existentes foram inundados pelo mar. Um exemplo típico dessa paisagem pode ser observado na plataforma do Uruguai e na do Rio de La Plata. Nessa situação camadas progradacionais (HST - High System Track) geraram uma paleoplataforma identificável de forma bastante clara nos registros sísmicos e nas perfurações efetuadas na área de estudo (Figuras 3 e 4). Este nível elevado do mar (HSLS High Sea Level Stand), manifesta-se de uma maneira quase constante desde o Paleoceno até o Eoceno Médio e Oligoceno, através de ciclos regressivos intermitentes, culminando com a regressão oligocênica. Essa regressão mostra um marcado acamamento, como resultado da formação de uma paleoplataforma. No caso específico do terraço regional do Prata, foi constatado que tal feição representa uma superfície erosiva relíquia, recoberta por sucessivos eventos deltaicos até o Pleistoceno Superior. Os efeitos sedimentares, durante este ciclo Paleoceno, são evidentes em uma situação de quase total estabilidade ou de tranqüilidade tectônica regional. Ao final deste ciclo, como resultado dos eventos tectônicos cordilheranos, produz-se um basculamento regional desde o oeste, estabelecendo o início de um recuo do nível do mar, e uma correspondente deposição de seqüências sedimentares progradantes. Os efeitos transgressivos/regressivos, observados desde então, coincidem de forma evidente com a curva de VAIL et al. (1977); VAIL & MITCHUM Jr. (1979); VAIL & HARDENBOL (1979); VAIL (1987) e de POSAMENTIER & VAIL, 1988). Ainda que a intensidade das mudanças eustáticas se apresente em um grau decrescente durante todo o Neógeno, os efeitos progradantes e a alternância de HST (High Sea Track) e do LST (Low Sea Track) são bem definidos para tempos possivelmente miocênicos e pliocênicos. Não obstante, é justo considerar que tal comportamento se relaciona mais com efeitos tectônicos, controlados por pulsos orogênicos

3 42 C. M. Urien; L. R. Martins and I. R. Martins Figura 1 Mapa tectônico das bacias Punta del Este Salado (modificado de URIEN et al., 1996). andinos, do que com elevações e recuos do nível do mar. Dessa forma, na região do Rio de La Plata, os acamamentos progradantes, em vez de gerarem um offlap contínuo, se apresentam como um sistema escalonado a partir do oeste. Portanto, na margem continental da região estudada, mais particularmente no setor Rio de La Plata, são identificadas três feições predominantes: a) o sopé continental, Cretáceo Superior, Figura 2 Linhas de reflexão e pontos de refração sísmica, discordâncias e seqüências progradacionais surgem sucessivos ciclos marinhos (modificado de URIEN et al., 1996).

4 Paleoplataformas e Progradação Deltaica do Neógeno na Margem Continental do Uruguai e Norte da Argentina 43 b) o platô marginal do Plata, Paleoceno/Oligoceno e, c) o sistema progradante deltaico translapante desenvolvido a partir do Neógeno, cuja parte superior forma a atual plataforma continental. Durante este último estágio, e no Holoceno Inferior, a dispersão sedimentar esteve vinculada especialmente a processos erosivos, através de canyons submarinos e de sedimentação profunda. CONCLUSÕES No atual estágio de desenvolvimento do projeto Bacias Marginais (OEA), os autores, através de dados obtidos até o momento, podem confirmar que os parâmetros de controle mais salientes na configuração das seqüências estratigráficas na área pesquisada são o aporte sedimentar expressivo, como resultado das elevações andinas e conseqüente mudança na pendente regional, particularmente no ambiente marinho, dando lugar a sistemas progradantes recorrentes, associados às alterações relativas do nível do mar, conforme estabelecido previamente por URIEN & MARTINS (1991). A paisagem sedimentar foi, portanto, esculpida por carga sedimentar aportada à bacia, por flutuações eustáticas e por movimentos epirogênicos atuantes na região. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS KOWSMANN, R. O. & VIANA, A. R. Movimentos de Massa provocados por cunhas progradantes de nível de mar baixo: exemplo da Bacia de Campos. Petróleo Brasileiro S. A. PETROBRAS, Boletim de Geociências 6 (1/2): Rio de Janeiro. Brasil MARTINS, L. R.; MARTINS, I. R. & URIEN, C. M. Evidências de Movimentos descendentes no Talude superior do Rio Grande do Sul. Congresso Brasileiro de Geologia. 31º. Resumos 2: 379. Camboriú, Brasil MARTINS, L. R.; MARTINS, I. R. & URIEN, C. M. Episódios Dinâmicos de Curta Duração na Margem Continental do Rio Grande do Sul: Registro e Importância. Acta Geológica Leopoldensia. 29 (2): São Leopoldo. Brasil POSAMENTIER, H. W. & VAIL, P. R. Eustatic Controls on Clastic Deposition II Sequences and Systems Track Models. In: Sea Level Changes: an integrated approach Society of Economic Paleontologists and Mineralogists. Special Publication 42: Tulsa. USA URIEN, C. M. & MARTINS, L. R. Structural and Physiographic Map of Eastern South America and Western South Atlantic. CECO/UFRGS. Série Mapas 03. Porto Alegre. Brasil URIEN, C. M. & MARTINS, L. R. Southern South America Continental Margin. Map 1 Structure, Map 2 Opening episodes, Map 3 Basins. CECO/UFRGS. Série Mapas 6. Porto Alegre. Brasil URIEN, C. M. & MARTINS, L. R. Paleo Plataformas e Progradação Deltaica do Neógeno da margem Continental do Uruguai e norte da Argentina. Simpósio de Oceanografia 2. Anais 235. São Paulo. Brasil URIEN, C. M. & MARTINS, L. R. The Southern South America Continental Terrace Basins. L. R. Martins and C. I. Santana. (editores). Non Living Resources of the Southern Brazilian Coastal Zone and Continental Margin OAS/IOC UNESCO/MCT. Publication. Porto Alegre. Brazil URIEN, C. M.; MARTINS, L. R. & CAZENAVE, P. Southern Brazil, Uruguay and Northeastern Argentina Structure and Hydrocarbon Potential. L. R. Martins & I. C. S. Corrêa (editores). Explanatory text of the Atlas Morphology and Sedimentology of South West Atlantic Coastal Zone and Continental Shelf from Cabo Frio (Brazil) to Peninsula Valdés (Argentina) IOC/UNESCO/MCT/CPRM. Publication Porto Alegre. Brazil URIEN, C. M.; MARTINS, L. R. & ZAMBRANO, J. J. The Geology and Tectonic framework of Southern Brazil, Uruguay and Northern Argentina Continental Margin. Their behavior during Southern Atlantic opening. Academia Brasileira de Ciências. Anais 48

5 44 C. M. Urien; L. R. Martins and I. R. Martins (suplemento) Rio de Janeiro. Brasil URIEN, C. M.; TUCHOLKE, B. & MARTINS, L. R. Continental Embankment of Rio Grande do Sul (Brazil) and Buenos Aires (Argentina) Margin. Congreso Geológico Argentino 10º. IUGS/UNESCO. Project 242. Resúmenes 53/55. Tucumán. Argentina. 1987a. URIEN, C. M. & ZAMBRANO, J. J. The Geology of the Basins in the Argentina Continental Margin and Malvinas Plateau. A. E. Nairn & F. G. Stehli (editores). The Oceans Basins and Margins Plenum Press. New York. USA URIEN, C. M.; ZAMBRANO, J. J.; ASMUS, H. E. & MARTINS, L. R. Las Cuencas Sedimentarias de Argentina Oriental y el potencial Petrolero. Congreso Geológico Argentino 10º. IUGS/UNESCO. Project 242. Resúmenes 50/51. Tucumán. Argentina. 1987b. URIEN, C. M.; ZAMBRANO, J. J. & MARTINS, L. R. South Atlantic Opening and Basins in Southern South America. Joint Oceanographic Assembly JOA. Abstracts 114. Acapulco. Mexico URIEN, C. M.; ZAMBRANO, J. J. & YRIGOYEN, M. R. Petroleum Basins of Southern South America: an overview. A. J. Tankard.; R. Suarez &. H. J. Welsink (editors). Petroleum Basins of South America. American Association of Petroleum Geologists AAPG Memoir 62: Tulsa. USA. 1995a. URIEN, C. M.; ZAMBRANO, J. J. & MARTINS, L. R. The Basins of Southeastern South America (southern Brazil, Uruguay and eastern Argentina) including the Malvinas Plateau and southern South Atlantic evolution. W. Volkheimer & E. A. Musachio (editores). Cuencas Sedimentarias del Jurasico y Cretácico en América del Sur (1): Buenos Aires. Argentina URIEN, C. M. & ZAMBRANO, J. J. Southern South America Phanerozoic Evolution and Petroleum Systems. Encontro de Geologia do Cone Sul 1. Boletim de Resumos Expandidos Porto Alegre. Brasil. 1995b. VAIL, P. R. Seismic stratigraphy interpretation using sequence stratigraphy. Part 1 Seismic stratigraphy interpretation procedure. In: Atlas of Seismic Stratigraphy, American Association of Petroleum Geologists. Studies in Geology (1):10. Tulsa. USA VAIL, P. R. & HARDENBOL, J. Sea Level Changes during Tertiary. Oceanus. Vol 22 (3): Cape Cod. USA VAIL, P. R.; MITCHUM Jr., R. M. & THOMPSON, S. Seismic Stratigraphy and Global Changes of Sea Level: Part3, Relative Changes of Sea Level from Coastal Onlap. C. E. Payton (editor). Seismic Stratigraphy Application to Hydrocarbon Exploration, American Association of Petroleum Geologists. Memoir 26:63-81, Tulsa. USA VAIL, P. R. & MITCHUM Jr., R. M. Global Cycles of Relative Changes of Sea Level from Seismic Stratigraphy. J. S. Watkins, L. Montadert & P. W. Dickerson (editores). Geological and Geophysical Investigations of Continental Margins. American Association of Petroleum Geologists. Memoir 29: Tulsa. USA

6 Paleoplataformas e Progradação Deltaica do Neógeno na Margem Continental do Uruguai e Norte da Argentina 45 Figura 3 Paleoplataformas e seqüências progradacionais da margem continental do Uruguai.

7 46 C. M. Urien; L. R. Martins and I. R. Martins Figura 4 Paleoplataformas e seqüências progradacionais das bacias Punta del Este/Salado.

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