CURSO ADMINISTRAÇÃO EAD. Projeto Pedagógico

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1 CURSO ADMINISTRAÇÃO EAD Projeto Pedagógico

2 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO SOBRE A UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: BREVE HISTÓRICO MISSÃO INSTITUCIONAL PRINCÍPIOS NORTEADORES NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CAMPUS VIRTUAL PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA AS ETAPAS PRESENCIAIS O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: APRESENTAÇÃO ASPECTOS REGIONAIS CONCEPÇÃO DO CURSO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS PÚBLICO-ALVO PERFIL DO EGRESSO FORMAS DE INGRESSO CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ESTRUTURA CURRICULAR EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PRINCÍPIO DA FLEXIBILIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR PRINCÍPIO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR PRINCÍPIO DA AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR PRINCÍPIO DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES PROCESSO EVOLUTIVO DAS ALTERAÇÕES NA MATRIZ INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO... 46

3 EMPRESA JUNIOR ESTÁGIO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) FAMILIARIZAÇÃO COM A METODOLOGIA EM EAD (NIVELAMENTO INSTRUMENTAL) APRESENTAÇÃO DO CURSO AMBIENTAÇÃO À SALA DE AULA VIRTUAL AMBIENTAÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO NO AVA ATENDIMENTO AO ALUNO ATENDIMENTO VOLTADO PARA OS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM (MODELO DE TUTORIA) MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR A DISTÂNCIA MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR PRESENCIAL ATENDIMENTO VOLTADO PARA A ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (SIA) SECRETARIA DO POLO DE APOIO PRESENCIAL FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO ALUNO FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO PROFESSOR ONLINE APOIO PSICOPEDAGÓGICO ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO CANAIS DE COMUNICAÇÃO NO AVA COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA NO AVA COMUNICAÇÃO SÍNCRONA NO AVA CANAIS DE COMUNICAÇÃO EXTERNOS AO AVA COMUNICAÇÃO VIA TELEFONIA COMUNICAÇÃO VIA MENSAGEM ELETRÔNICA COMUNICAÇÃO AVANÇADA... 71

4 4 5 MATERIAL DIDÁTICO MATERIAL DIDÁTICO ONLINE MATERIAL IMPRESSO AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB BIBLIOTECA VIRTUAL AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FORMATIVA AVALIAÇÃO SOMATIVA SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL EQUIPE MULTIDISCIPLINAR EQUIPE RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO/CRIAÇÃO DO CURSO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) COORDENADOR DE CURSO DOCENTE CONTEUDISTA DOCENTE DA AULA TRANSMITIDA VIA WEB PROFESSOR CONVIDADO TUTOR A DISTÂNCIA TUTOR PRESENCIAL POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE EQUIPE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO GESTOR DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO FÁBRICA DE CONHECIMENTO ANALISTA DE PROJETO EDUCACIONAL DESIGNER INSTRUCIONAL WEBDESIGNER PROGRAMADOR REVISOR ESPECIALISTA EM AVALIAÇÃO EQUIPE RESPONSÁVEL PELA AULA TRANSMITIDA VIA WEB... 92

5 GESTOR DOS ESTÚDIOS DE TRANSMISSÃO VIA WEB EDITOR CÂMERA ASSISTENTE DE PRODUÇÃO INTÉRPRETE DE LIBRAS EQUIPE GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD DIRETOR DE EAD - NEAD GERENTE ACADÊMICO GERENTE DE POLOS GERENTE DE AVALIAÇÕES COORDENADOR DO POLO SECRETARIA DO POLO SUPERVISOR DE LABORATÓRIO INFRAESTRUTURA DE APOIO INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE DA EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS POLOS DE APOIO PRESENCIAL INFRAESTRUTURA DE SUPORTE TÉCNICO DO AVA INFRAESTRUTURA TÉCNICA DO SETOR DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO INFRAESTRUTURA TÉCNICA DOS ESTÚDIOS PARA GRAVAÇÃO DAS AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB EMENTÁRIO ANEXO 1 RELAÇÃO DOS DOCENTES RESPONSÁVEIS PELA CONCEPÇÃO/EFETIVAÇÃO DO CURSO ANEXO 2 RELAÇÃO DOS TUTORES A DISTÂNCIA ANEXO 3 CONTEXTUALIZAÇÃO DOS POLOS

6 6 1 APRESENTAÇÃO Este projeto pedagógico apresenta o histórico da instituição, sua missão, sua concepção de educação a distância, ensino e aprendizagem, dentre outros aspectos, com ênfase à metodologia de ensino adotada no Curso de Administração. Em seguida, são apresentados o currículo, o perfil do egresso, os objetivos deste curso, os sistemas de comunicação adotados, a concepção, elaboração e entrega do material didático e as formas de avaliação. Ainda, apresenta a equipe multidisciplinar responsável por este curso e como está organizada sua operação acadêmica, especialmente no que se refere à infraestrutura e à gestão. 1.1 SOBRE A UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: BREVE HISTÓRICO A Universidade Estácio de Sá é oriunda da então Faculdade de Direito Estácio de Sá, criada em 1970 com o nome do fundador da cidade do Rio de Janeiro. Concebeu-se à época uma faculdade de Direito com um projeto pedagógico inovador. Em pouco tempo o curso transformou-se em um paradigma do ensino do Direito no Brasil, a partir da implantação de disciplinas pouco comuns aos currículos da época, como lógica, filosofia e português, em todos os períodos. Em 1972, a instituição se transformou em Faculdades Integradas Estácio de Sá, com a incorporação dos cursos superiores de Economia, Comunicação e Turismo. Vários projetos foram desenvolvidos durante os anos de 1970 e 1980, como a criação da primeira creche para filhos de alunos; a implantação da rádio universitária; a criação de um hotel pousada para a prática acadêmica do curso de Turismo; a parceria com empresas de renome para a criação de centros de treinamentos; a criação de cursos de extensão gratuitos para alunos; a criação de uma editora própria; e a parceria com as principais universidades francesas (Universidade de Paris e Universidade de Strasbourg). Em 1988, a Estácio de Sá conquistou o status de Universidade. O forte investimento em tecnologia e a criação do programa estratégico de qualidade foram fundamentais para o desenvolvimento institucional e a oferta de novos cursos. Nessa época também foram implantados os cursos grátis para a comunidade, inicialmente com a oferta de 80 cursos e chegando à marca de 2.000, atendendo a mais de 150 mil pessoas por período.

7 7 Em 1992, a Universidade Estácio de Sá iniciou sua expansão pelo município do Rio de Janeiro com a abertura de um campus no bairro da Barra da Tijuca, no qual foram oferecidos os cursos de Direito, Relações Internacionais, Psicologia e Administração. Para atender à grande demanda de alunos, foi criado também o Campus Centro I Presidente Vargas. A partir de 1996, a Estácio ultrapassou os limites municipais com a criação das unidades nas cidades de Resende, Niterói e Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Ainda naquele ano, a Estácio de Sá obteve autorização para a criação do curso de Medicina, implantado no ano seguinte, focado na formação de profissionais de alto nível técnico e com sólida base ética e humanista. No ano de 1997, a instituição foi pioneira na criação do Instituto Politécnico Universitário o primeiro centro superior de formação para o trabalho do País. Inspirado em uma instituição de ensino superior instalada em Guadalajara, no México, o Instituto foi responsável pela oferta de cursos com foco no ensino de competências voltadas para nichos específicos do mercado de trabalho, conhecidos como cursos de graduação tecnológica. Em 1998, a Estácio de Sá começou sua expansão nacional com a criação de novos campi nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pernambuco, Pará e Ceará. Neste, mais precisamente na cidade de Juazeiro do Norte, criou a primeira faculdade de Medicina privada da região nordeste do País. No que se refere à pós-graduação stricto sensu, em 2003 a Universidade contava com quatro cursos de mestrado reconhecidos, dos quais dois acadêmicos Direito e Educação e dois profissionalizantes Administração e Desenvolvimento Empresarial e Odontologia. Em 2004, foi procedida nova avaliação relativa aos anos de 2001, 2002 e 2003, tendo a Universidade encaminhado à CAPES o projeto de um novo curso de mestrado profissionalizante, parte do trabalho realizado pelo grupo de Saúde da Família do Curso de Medicina, que foi recomendado no mesmo ano. Atualmente 1 a Universidade Estácio de Sá possui, além dos programas de mestrado já citados, 3 cursos de doutorado (Direito, Educação e Odontologia). Em 2006, a Estácio de Sá estabeleceu uma parceria com duas importantes instituições internacionais para seus programas acadêmicos. Em caráter pioneiro foram estabelecidas parcerias com a École Hotelière de Lausanne, na Suíça, com concessão de dupla titulação (grau válido nos dois países) em Hotelaria para os seus alunos; e com a Alain Ducasse 1 Dados de 2011.

8 8 Formation, na área de Gastronomia. Também em 2006, estabeleceu uma importante e pioneira parceria acadêmica com a Microsoft, que compreendeu a inclusão de tecnologia daquela empresa nos conteúdos programáticos de disciplinas dos cursos de graduação tradicional e graduação tecnológica, bem como no treinamento de professores, na realização de eventos acadêmicos, além de diversos outros projetos em desenvolvimento. Ao fim de 2006 e início de 2007, a Estácio passou a oferecer as disciplinas online integradas ao currículo dos cursos presenciais, consolidando as experiências adquiridas anteriormente na oferta de cursos livres e de extensão na modalidade semipresencial para alunos e para a sociedade. Naquele momento, a então fundada Diretoria de Educação a Distância passou a ser uma referência para a instituição no que tange aos processos de ensino e aprendizagem balizados pelas novas tecnologias de informação e comunicação. Em 2007, a Universidade Estácio de Sá tornou-se integralmente uma entidade com fins lucrativos, a partir da transformação da SESES 2 em uma sociedade empresária limitada. Em 2009, a portaria credenciou a Universidade Estácio de Sá (e respectivos polos de apoio presencial) para oferta de cursos superiores na modalidade a distância. Hoje, a EAD faz parte da cultura da Estácio, contribuindo na qualidade dos cursos desta instituição e situando-a no estado da arte dessa modalidade de ensino no Brasil, integrando seu corpo docente e discente à excelência acadêmica. Em 2011, a instituição já contava com mais de 200 mil alunos de graduação e pósgraduação matriculados, e a sua rede de ensino era composta por uma universidade, dois centros universitários e 27 faculdades, que contam, em conjunto, com 77 campi, sendo 37 no estado do Rio de Janeiro e as demais unidades em outros 15 estados brasileiros, além de uma universidade no Paraguai com cerca de 2 mil alunos. 1.2 MISSÃO INSTITUCIONAL A Universidade Estácio de Sá tem como missão, definida em seu PDI (2002), contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e social do país, com comprometimento ético e responsabilidade social, proporcionando o acesso de diferentes segmentos da população ao ensino de qualidade articulado aos benefícios da pesquisa, da extensão e da formação continuada, privilegiando a descentralização 2 Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá Ltda. 3 Portaria do Ministério da Educação publicada no DOU em 11 de maio de 2009.

9 9 geográfica e o valor acessível das mensalidades, buscando ao mesmo tempo a inclusão social na construção, pelo conhecimento, de uma sociedade mais justa, mais humana e mais igual. Em atendimento à legislação vigente, ao construir seu Projeto de Autoavaliação Institucional, a Universidade reconheceu que sendo a Missão e o PDI eixos norteadores do Projeto em razão da abrangência dos seus indicadores seria necessário que os mesmos fossem rediscutidos com a comunidade acadêmica e os membros da sociedade civil organizada integrante de seus diferentes Colegiados e/ou Conselhos. Alicerçando seu Projeto de Autoavaliação Institucional na metodologia do empowerment 4, a Universidade destacou entre suas estratégias de trabalho: debater os valores e os princípios contidos na Missão com diferentes setores/áreas /segmentos; obter consenso, sobre a mesma, entre os principais gestores; e ampliar sua divulgação objetivando contribuir para a internalização desses valores e princípios. Após diversas reuniões e considerando as sugestões apresentadas III Seminário de Avaliação Institucional, realizado em 26 de fevereiro de 2005, foi divulgada para as comunidades interna e externa, a versão final da Missão Institucional, assim expressa, ao qual encontra-se em vigor: A Universidade Estácio de Sá tem como missão, através da formação de recursos humanos qualificados, contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural e social do País com comprometimento ético e responsabilidade social, proporcionando o acesso de diferentes segmentos da população ao ensino de qualidade articulado aos benefícios da pesquisa, da extensão e da formação continuada, privilegiando a descentralização geográfica e o valor acessível das mensalidades, buscando ao mesmo tempo a inclusão social na construção, pelo conhecimento, de uma sociedade mais justa, mais humana e mais igual. (PDI , pg. 26.) Diante de novas expectativas e mudanças do cenário sócio-político-educacional, a Estácio de Sá prosseguiu trabalhando com base na participação e na responsabilidade dos atores sociais envolvidos conforme seu PDI, cujo alicerce se faz no binômio Qualidade e Inclusão Social, reafirmando sua Missão Institucional. Entenda-se, nesse contexto, que a inclusão social deve ser o resultado de toda a política voltada para proporcionar de fato os direitos e garantias fundamentais definidos na Constituição de Com efeito, sem a ação direta de instituições que tenham esse objetivo, 4 Metodologia que possui, dentre outras características: a delegação de poder, o comprometimento dos envolvidos em contribuir para as decisões estratégicas e a busca de consenso em torno das propostas referentes aos diversos setores/áreas da comunidade acadêmica.

10 10 em especial as de ensino superior, cidadania poderia não passar de figura de retórica, deixando de ser consciência e prática de quem vive em estado de direito. Com essa intenção, a Universidade define duas grandes diretrizes de ação política: a) a expansão das propostas online no ensino de graduação, de pós-graduação e nas atividades de extensão; b) inclusão digital dos participantes do processo educativo. Essas duas diretrizes caminham juntas e são vistas de forma indissociável. De fato, o PDI de reafirmou a Missão Institucional anteriormente expressa ao estabelecer como metas, dentre outras, a consolidação da EAD na Universidade Estácio de Sá. Em 2008, através da Portaria n.º126, a UNESA foi credenciada para a oferta de cursos de Pós-Graduação lato sensu a distância. Um novo credenciamento concretizado através da publicação da Portaria n.º442, de 11 de maio de 2009, ampliou a oferta para todos os cursos superiores na modalidade a distância, incluídos também os de graduação, e autorizou os polos de apoio presencial. 1.3 PRINCÍPIOS NORTEADORES NA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO O ser humano está inserido em um contexto social, econômico, cultural, político e histórico e, quando tomado como sujeito, intervém na realidade a partir de uma percepção do contexto que o encerra. Pressupõe-se, assim, uma dimensão ativa, criadora e renovadora. Na sua interação com outros sujeitos e com a realidade, produz e dissemina conhecimento. A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é produto dessa interação social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e atualização, colocando-o a serviço da sociedade. Para tal, entende ser necessário provocar um papel ativo desse sujeito da/na educação. Sob esse diapasão, há necessidade de se promover a participação dos indivíduos como sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e a conscientização, materializando assim aquilo que epistemologicamente se entende por educação. De acordo com a identidade da Universidade Estácio de Sá e sua interpretação sobre os conceitos de sociedade, sujeito e educação, a concepção de Educação a Distância incorpora o rompimento dos paradigmas de tempo e espaço, as novas tecnologias de informação e

11 11 comunicação e uma proposta pedagógica alicerçada na concepção do sujeito sócio-histórico (cf. Vygotsky, 1984) 5. Ainda, considera a aprendizagem como fruto da interação entre indivíduos em contextos sócio-técnicos específicos (cf. Lévy, 1993) 6, e objetiva um processo no qual o aluno seja capaz de construir conhecimentos e aprender a aprender, aprender a ser, aprender a conviver e aprender a fazer (cf. Informe Delors, UNESCO, 1996). Nesse sentido, aprender a aprender é um princípio norteador que visa a uma prática pedagógica reflexiva, com ênfase em estratégias que ofereçam perspectivas de mudanças, construção de conhecimentos gerais e específicos e desenvolvimento de habilidades cognitivas aplicáveis ao projeto de vida pessoal e profissional. Aprender a aprender é saber investigar e buscar elementos que auxiliem na produção acadêmica. Aprender a ser possibilita a construção e a busca da identidade pessoal e coletiva, estimuladas pelas relações sociais através do desenvolvimento psicossocial, da moral, da ética e da construção do cidadão que pretendemos formar. Aprender a conviver propicia a construção do desenvolvimento de atitudes, opiniões, crenças, esperanças e representações necessárias à capacidade de iniciativa, de comunicação, além de permitir propostas de soluções e abertura para o desenvolvimento de valores de qualidade e de produtividade. Nessa convivência, inclui-se a capacidade de realizar trabalhos diversificados, de tomar decisões, de trabalhar em equipe e de conviver com as diferenças locais e regionais. Aprender a fazer estimula o desenvolvimento das habilidades necessárias à atividade profissional, cujas dimensões de prática científica (teóricas e técnicas) precisam ser adquiridas formalmente, ou por meio da vivência de estágio e prática profissional. Atenta para ao objetivo de contribuir para o crescimento político-econômico e social brasileiro, partindo do pressuposto de que a educação constitui mola propulsora do conhecimento, do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida, a Universidade Estácio de Sá concebeu a oferta do curso de Administração na modalidade a distância, no segundo semestre de VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, LÉVY, P. As novas tecnologias da inteligência e o futuro do pensamento na era da informática. São Paulo: Editora 34, 1993.

12 CONCEPÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD Aprender e ensinar no universo educativo da EAD, constituído de atores humanos e recursos tecnológicos organizados em rede (cf. Latour, 1992) 7, nos quais é necessário aprender permanentemente em contínuas trocas de conhecimento, exige uma nova forma de educar que carece de novas estratégias para aprender e ensinar de forma cooperativa. Compreendendo a aprendizagem como um processo eminentemente social, como um processo ativo e integral do sujeito na construção do conhecimento, no qual se destaca a influência da cultura e das relações sociais, o curso de Administração na modalidade EAD considera o aluno como sujeito de seu processo educativo. Sendo assim, busca estabelecer um fazer pedagógico comprometido com o processo de construção e reconstrução do conhecimento, unindo as dimensões social e afetiva ao relacionamento entre teoria e prática, através da contextualização dos saberes evocados neste curso. O processo de aprender em rede inclui a contribuição ativa do aluno e ocorre no âmbito de uma situação interativa, através de modalidades tecnológicas, como fóruns de discussão, compartilhamento de arquivos online e troca de mensagens ( s), via Central de Mensagens, nas quais o tutor 8 a distância atua como mediador e facilitador, provocando e estimulando novos descobrimentos, propondo estratégias em uma prática pedagógica que deve levar o aluno a produzir e refletir, com autonomia, experimentando e registrando o resultado de suas observações. Paralelamente, o ensino visa associar a construção do conhecimento à crítica ao conhecimento produzido, num processo contínuo e articulado. Assim, ele é concebido como um processo de investigação do conhecimento, e não como um processo que se limita à transmissão de conteúdos; como uma prática voltada para a construção da progressiva autonomia do aluno na busca do domínio científico e profissional de um determinado campo do conhecimento. O processo de ensino busca, em última instância, o desenvolvimento das capacidades cognitivas dos alunos e a sua preparação para a vida social e profissional. Ensinar é um processo intencional e sistemático, direcionado para o desenvolvimento de competências e 7 LATOUR, B. One More Turn after the Social Turn.In: MCMULLIN, Ernan (ed.). The Social Dimensions of Science.NotreDame: UniversityofNotreDame Press, Os tutores a distância são docentes com aderência, formação e titulação adequadas à disciplina tutorada.

13 13 habilidades dos alunos. Tem um caráter bilateral, já que combina a atividade do docente com a do discente. O papel reservado ao tutor a distância, no que tange ao processo de ensino, é, sobretudo, o de orientar e não mais o de ser o único detentor do saber. Não lhe cabe somente saber as respostas para as perguntas dos alunos, mas também saber problematizar e estimular os alunos a fazerem o mesmo. A modalidade EAD, de acordo com os princípios balizadores da Universidade Estácio de Sá, valoriza o professor-tutor orientador, instigador, aquele que vai levar os alunos ao trabalho cooperativo e colaborativo. O tutor à distância 9 que potencializa o diálogo, a troca de conhecimentos, a produção coletiva dos seus discentes. Em última instância, o professor é tido como um profissional da aprendizagem, e não exclusivamente do ensino. Em ambos, ensino e aprendizagem, pretende-se que as competências profissionais em formação sejam construídas processualmente, o que implica na adoção de métodos de ensino que envolvam práticas de ação/reflexão/ação. Privilegia-se ainda a adoção de metodologias ativas, coerentes com os objetivos e os conteúdos de ensino e que considerem a experiência concreta do estudante como ponto de partida do trabalho pedagógico. Busca-se então promover ações pedagógicas que articulem os saberes e as práticas, vinculando-os aos ideais da ética, da responsabilidade, da cidadania, da solidariedade e do espírito coletivo, e direcionando-as ao atendimento das necessidades da comunidade regional e local. Para tal, valem-se tutores e alunos de um modelo de concepção de curso no qual a disponibilização deste se dá por intermédio da convergência de meios de oferta de conteúdo e informação, com ênfase à exploração do conhecimento acadêmico-profissional que integre e convirja tais meios através de um ambiente virtual de aprendizagem especialmente concebido para promover a colaboração e a cooperação como vetores dos processos de ensino e aprendizagem. Nos polos de apoio presencial os tutores presenciais apoiam os alunos de forma contínua, no que tange a organização de estudo, o domínio e a proficiência tecnológica na interação e uso das ferramentas e meios disponíveis na sala de aula virtual, inclusive, nas 9 No projeto de EAD da Universidade, tutor a distância, tutor online ou professor-tutor é a função docente no que se refere às atividades acadêmicas do curso conforme será explicitado no item 3.1.1

14 14 demais atividades pedagógicas previstas no PPC de curso, estabelecendo uma capilaridade física ao atuar na formação de uma rede integradora. 1.5 METODOLOGIA DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM NA MODALIDADE EAD O desenvolvimento de uma metodologia para educação a distância que tenha como objetivo repensar o papel do professor-tutor e do aluno no processo de ensinar e aprender motivou um processo de reflexão sobre as experiências individuais de cada participante juntamente com a abordagem pedagógica, as quais conduzirão ao autodesenvolvimento, à aprendizagem colaborativa e à interação entre professor-tutor e alunos para a formação de sujeitos críticos, autônomos e cidadãos. A partir dessa reflexão, a Universidade Estácio de Sá desenvolveu um modelo híbrido, proprietário, cuja metodologia para os processos de ensino e de aprendizagem se dá pela convergência de meios na oferta de conteúdo e pela integração em rede através da interação entre aluno e professor-tutor. Essa metodologia toma como ponto focal o ambiente virtual de aprendizagem, já que este integra um conjunto de interfaces de conteúdos e interfaces de comunicação, encerrando um espaço de objetos técnicos e tecnológicos aliados às redes sociais ali constituídas, permitindo integrar conteúdo à comunicação entre atores durante os processos de ensino e de aprendizagem. No que se refere à convergência de meios 10 para a construção do conhecimento, concebeu-se um ambiente virtual de aprendizagem que integraliza i) aulas transmitidas via web, ii) conteúdo online; iii) material didático; iv) biblioteca virtual; v) ferramentas comunicacionais. Além do aspecto de disponibilização dos conteúdos programáticos previstos nos planos de ensino, tanto o ambiente virtual de aprendizagem quanto o polo de apoio presencial foram concebidos como um espaço de comunicabilidade constante, de modo a garantir a efetividade do aprendizado a partir dos desdobramentos estimulados na comunicação entre alunos e professores/tutores/coordenadores. Nesse sentido, busca-se desenvolver o espírito científico e a formação de sujeitos autônomos e cidadãos, tendo como 10 As particularidades de cada meio de oferta/entrega de conteúdo serão detalhadas no item material didático deste projeto.

15 15 propulsores desse movimento a interação, a cooperação e a colaboração entre os diversos atores, bem como a interatividade na construção e reconstrução do conhecimento. Portanto, neste item do projeto, serão pormenorizados os princípios e seus desdobramentos da metodologia adotada neste curso, especialmente com o intuito de caracterizar a educação online para além das práticas exclusivamente autoinstrucionais, afastando-se também da concepção de interação (virtual ou presencial) pautada apenas na formalização de tira-dúvidas, ou pela intervenção pedagógica no ambiente virtual de aprendizagem como uma ação restrita a organizar um repositório para arquivamento de textos, esquivando-se da necessária mediação integrada às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS NO AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Os ambientes virtuais de aprendizagem (AVA), possibilitam compartilhar informações e desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de análise, síntese e avaliação (Bloom, 1972) 11, ao estimularem o aluno a buscar e gerir a informação, assim como colaborar com os pares. Essa dinâmica faz com que o estudante seja, ao mesmo tempo, consumidor e produtor de conhecimento, em um processo de aprendizagem que o estimula a desenvolver uma conduta que favoreça o trabalho individual e coletivo. O AVA adotado pela Universidade Estácio de Sá 12 disponibiliza canais de interatividade (Fórum de discussão; Central de Mensagens; Newsletter; Central de Monitoramento e Chat) 13 para serem utilizados efetivamente, favorecendo o processo de aprendizagem, da construção e reconstrução do conhecimento. A colaboração e a cooperação, palavras-chave nesta concepção de educação, são valorizadas no ambiente virtual por levarem ao aprofundamento do conteúdo, à reflexão, à avaliação de diversos pontos de vista, à aplicação de conceitos e à reconstrução do conhecimento. O trabalho cooperativo, igualmente, está presente na troca e na busca por um objetivo comum para a construção do saber. Acontece por meio do compartilhamento de informações 11 BLOOM, B. S. Taxionomia dos objetivos Educacionais - domínio cognitivo. Porto Alegre: Ed Globo, Atualmente a Universidade Estácio de Sá adota o AVA webaula, customizado especialmente para esta instituição. 13 Esses canais serão pormenorizados neste projeto no item Sistemas de Comunicação.

16 16 e de conhecimentos entre os atores do processo. Na aprendizagem colaborativa, estimula-se o trabalho em conjunto a fim de que se alcance um propósito em comum. A interação é encorajada visando principalmente ao estímulo ao conhecimento compartilhado; todos podem contribuir uns com os outros, desenvolvendo suas competências e habilidades. O trabalho cooperativo, no qual todos efetivamente cooperam, colaboram e interagem, torna a aprendizagem significativa, pois com as trocas o conhecimento é construído em conjunto e, a partir daí, individualiza-se. No ambiente virtual de aprendizagem, os meios de comunicação favorecem o trabalho cooperativo. Esse trabalho pode ser feito através das comunidades virtuais, dos fóruns de discussão, de compartilhamento de arquivos online, da publicação compartilhada de resumos e rascunhos de alunos, por mensagem, entre outros mecanismos de comunicação. Além disso, o AVA integra as interfaces relacionadas à publicação de conteúdo, através de tecnologias específicas para a hospedagem de aulas online, aulas transmitidas via web, biblioteca de apoio individualizada por disciplina e biblioteca virtual utilizada pela IES, dentre outras ferramentas para armazenamento, distribuição e construção de conteúdo. Quadro 1 visão geraldo conteúdo online Quanto aos aspectos gerenciais 14, o AVA adotado neste curso apresenta uma integração ao sistema de gestão acadêmico-administrativa da Universidade Estácio de Sá. Tal integração permite aos alunos, professores-tutores e gestores que atuam na modalidade EAD, o mesmo acesso aos serviços disponíveis aos que atuam na modalidade presencial (matrículas, inscrições, requisições, acesso às informações institucionais, secretaria, tesouraria, requerimentos etc.). 14 Os aspectos referentes à gestão acadêmica serão pormenorizados no item correspondente.

17 17 Não obstante, o AVA também possui ferramentas internas de gestão acadêmica, em especial no que se refere ao andamento, progressão e atuação do corpo discente e corpo docente durante os eventos de acesso e do uso das funcionalidades ali disponibilizadas. Destacam-se, entre outros, os relatórios gerenciais específicos que tratam do registro de participação de alunos no fórum (tanto quantitativo quanto qualitativo), a conclusão de tópicos de conteúdo, o registro de exercícios e atividades, tempo de acesso etc. Quadro 2 Interface do relatório sobre participação no fórum de discussão Para os alunos, professores e gestores, paralelamente, o AVA é parte do Campus Virtual. Este, portanto, é o campus universitário no qual seus usuários compartilham um espaço logado 15 de ensino e aprendizagem, sistematicamente integrado ao sistema da Universidade Estácio de Sá e ao AVA. Mediada pela internet e concebida para ser uma interface simples, não-ambígua e intuitiva, a sala de aula virtual é a extensão acadêmica do Campus Virtual. Trata-se de um espaço específico para docentes e discentes em que se apresentam as disciplinas e os módulos extracurriculares deste curso. No entorno educativo proporcionado pela sala de aula virtual, no qual há o rompimento das fronteiras de tempo e espaço, o aluno é o centro do processo de ensinoaprendizagem, que ocorre de maneira interativa. Já o tutor a distância tem papel fundamental, pois oferece ao estudante as ferramentas para construção do seu próprio processo de aprendizagem, como protagonista, em seu ritmo, de forma personalizada, com autonomia e como sujeito ativo e participativo. 15 O acesso ao ambiente virtual exige número de matrícula e senha individual.

18 18 Tendo seu modelo pedagógico centrado no estudante, a sala de aula virtual está baseada em um projeto que prevê as práticas educativas em um contexto de mudança constante e de volatilidade das informações, que apresenta materiais didáticos multimídia e estimula o professor para que ele estabeleça estratégias diferenciadas de aprendizagem, bem como uma avaliação contínua como meio de favorecer o êxito dos estudantes, com vistas ao ensino para a competência e ao atendimento às necessidades individuais e coletivas. Quadro 3 Sala de aula virtual A sala de aula virtual traz muitas possibilidades de interações online, criando um clima afetivo nos intercâmbios comunicativos entre alunos e tutores a distância, o que proporciona uma influência positiva na motivação dos estudantes e uma nova forma de conviver: em rede.

19 DINÂMICA DE FUNCIONAMENTO DO CAMPUS VIRTUAL De acordo com nosso modelo, o curso toma corpo, em cada um de seus componentes curriculares, a partir da publicação do conteúdo instrucional no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para cada disciplina. Após a publicação, ocorrem a alocação de docentes nas turmas dentro do AVA, por intermédio de integração deste ao Sistema de Informações Acadêmicas da instituição (SIA). Em termos de administração acadêmica, o aluno presta vestibular 16 e, após aprovação, inicia o processo de matrícula acadêmica no SIA. Após ter sua matrícula efetivada, o acesso ao ambiente logado (Campus Virtual) se efetiva, e é nesse ambiente que o aluno pode utilizar o sistema acadêmico e acessar o AVA. Quadro 4 Interface do acesso logado ao Campus Virtual (integração AVA e SIA) No tocante à metodologia, após o acesso ao AVA (sala de aula virtual), o aluno visualiza toda a oferta de disciplinas do período acadêmico em questão (além dos módulos de ambientação e de nivelamento). Trata-se do conteúdo 17, organizado em aulas e atividades, nas quais a convergência de meios é efetivada. Em relação à convergência de meios (cf. item 1.5), no que se refere à aplicação da metodologia online, foi desenvolvida uma ferramenta para organizar a entrega do material didático (livro) e das aulas/atividades transmitidas via web, de modo a garantir efetividade na entrega de conteúdo e, ao mesmo tempo, balizar a organização de estudo do corpo discente. 16 Salvo nos casos em que há outra forma de ingresso, tais como reabertura de matrícula, transferência, segunda graduação e/ou ENEM. 17 As especificações sobre conteúdo serão pormenorizadas no item Material Didático.

20 20 Concebeu-se, assim, o tópico denominado Orientações de Estudo, constante de todas as aulas, no qual se apresentam as orientações sobre o conteúdo online, sobre a aula transmitida via web, sobre o material impresso e como ocorre a interação com o professortutor a distância e colegas de sua turma, em particular no fórum de discussão. Em outras palavras, o tópico Orientações de Estudo funciona como guia para que o aluno possa efetivar a convergência de meios (online, aula transmitida via web e leitura da bibliografia básica) de modo a direcionar suas ações no ambiente virtual e na disciplina como um todo. Cada orientação de estudo, em cada aula, apresenta abas específicas para cada meio de disponibilização de conteúdo, incluindo-se a biblioteca virtual e o tópico relacionado àquela aula no fórum de discussão. Quadro 5 Interface da Orientações de Estudo, tópico de introdução ao conteúdo de cada aula online No tocante à atuação docente, o tutor a distância media o diálogo entre os diversos meios que são utilizados na composição do arcabouço teórico das disciplinas, estando todos esses meios sob moderação dele, em particular no que se refere aos desdobramentos do conhecimento e ao estímulo frequente para a cooperação e colaboração nos espaços de interação 18 professor tutor -aluno, aluno- professor tutor, aluno-aluno. Esse processo ocorre em cada turma, de cada disciplina, continuamente, consolidando assim o atributo online da metodologia, justamente por concentrar as principais ações acadêmicas do corpo discente no AVA ou no Campus Virtual. 18 A interação entre corpo docente e corpo discente será pormenorizada no item Sistemas de Comunicação.

21 21 Nesse diapasão entre a enturmação 19, a entrega de conteúdo e a atuação docente, os princípios aprender a aprender e aprender a fazer são concretizados. A metodologia online adotada neste curso exige do aluno o desenvolvimento de habilidades particulares e, ao mesmo tempo, gerais, pois se apropria de um ambiente virtual no qual todos os usuários são estimulados a aprender a usar o ferramental e os procedimentos essenciais para seu estudo visando a construção coletiva e cooperativa do conhecimento. Paralelamente, cabe ao aluno demonstrar a efetividade de tal domínio para cumprir as etapas do processo de aprendizagem exigidas durante a disciplina/curso. Em outras palavras, o desempenho do aluno está diretamente relacionado ao desenvolvimento de habilidades inerentes à instrução mediada e ao domínio de funcionalidades exigidas no processo de aprendizagem, de acordo com o conteúdo programático e os objetivos de cada disciplina. Essa perspectiva demanda uma atitude responsiva e funcional no decorrer da formação do discente, e que se reflete nos objetos de aprendizagem adotados no desenho didático das aulas. O aprender a fazer, muito mais do que uma perspectiva auto-instrucional focada na individualização do processo de aprendizagem, está associado ao desenho didático do conteúdo online. Enfatiza-se, portanto, a construção de atividades e ações baseadas na resolução de problemas, na capacidade de autoavaliação e de autorresponsabilização pelo próprio desenvolvimento acadêmico. Paralelamente, o ensino a distância na Universidade Estácio de Sá entende o aluno como sujeito ativo do processo, e a metodologia adotada para este curso justamente valoriza intensamente a interação do aluno com seus colegas e tutores a distância. Nesse sentido, o princípio aprender a conviver toma forma pela mobilização de competências inerentes à metodologia adotada, tais como a capacidade de iniciativa, a cooperação e a aprendizagem em comunidade. Concomitantemente, a exigência de interação como espinha dorsal da metodologia permite (e enfatiza) uma melhor compreensão dos mecanismos sociais envolvidos na troca constante de opiniões, conhecimento, visão crítica e questionamentos, indiretamente associados aos eventos em que a participação do aluno frente aos colegas e tutores a distância é obrigatória (como fóruns de discussão, por exemplo). 19 Enturmação é o processo de alocação dos tutores a distância nas turmas, atendendo os critérios acadêmicos e regulatórios.

22 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PARA AS ETAPAS PRESENCIAIS Algumas metodologias de EAD preveem a atuação do polo como uma reprodução do ensino presencial, guardando sua proporcionalidade no que se refere à estrutura física e à atuação dos envolvidos. Em outras palavras, é possível conceber um polo como o espaço único, integralizador dos processos de ensino e aprendizagem, guardando ao ambiente virtual de aprendizagem um papel auxiliar com fins a servir de repositório de conteúdo e/ou de espaço para gestão acadêmico-administrativa. Para a Universidade Estácio de Sá, o polo 20 é concebido como um espaço de ensino e aprendizagem no qual os princípios e procedimentos adotados no ambiente virtual estendemse às etapas presenciais, para além das atividades obrigatórias (laboratório, avaliações etc.). A partir dessa concepção, o polo de apoio presencial apresenta-se como um local estruturado para dar apoio pedagógico a estudantes deste curso. Nele estão disponibilizados a biblioteca 21, laboratório de informática, tutoria 22, avaliações, dentre outros. Portanto, o polo é considerado o ambiente físico do campus virtual, e também o elo à modalidade EAD para um público cujo histórico acadêmico 23 normalmente está vinculado ao modelo presencial. Outra característica dos polos de apoio presencial é o fato de todos estarem situados em unidades da Universidade Estácio de Sá ou em IES pertencentes ao grupo Estácio 24. Tal peculiaridade propicia ao aluno uma percepção de ensino superior diferente das situações em que o polo de apoio presencial tem sua estrutura física desvinculada à estrutura física da IES correspondente. Nesse ínterim, o polo de apoio presencial se vale, também, para além da estrutura física mínima (conforme preconizado em termos regulatórios), de uma estrutura adjacente, a qual o aluno de curso na modalidade EAD poderá compartilhar. 20 As instalações físicas e o corpo social serão pormenorizados em item correspondente. 21 Biblioteca física, que se soma à Biblioteca Virtual Estácio, a ser pormenorizada no item Material Didático. 22 Será pormenorizado no item referente ao atendimento ao aluno. 23 Ensino Fundamental e Ensino Médio. 24 Cf. item 1.1 deste projeto.

23 23 2 O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EM EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ: APRESENTAÇÃO O Curso de Administração foi o segundo curso de graduação autorizado a funcionar tendo como mantenedora a Sociedade de Ensino Superior Estácio de Sá. Iniciou suas atividades em 1972, na Rua do Bispo nº 83, Rio Comprido, Rio de Janeiro. Reconhecido em 1975, pelo Decreto nº de 17/11/75 veio a integrar as Faculdades Integradas Estácio de Sá, já então em funcionamento no atual Campus Rebouças. Atenta ao objetivo de contribuir para o crescimento político-econômico e social das diferentes regiões do Município do Rio de Janeiro e do próprio Estado, a partir do princípio de que a educação constitui mola propulsora deste crescimento, a Universidade Estácio de Sá entendeu a necessidade de estar presente também em outras localidades, favorecendo a interiorização do ensino superior, minimizando questões relacionadas ao deslocamento na área urbana, consequentemente, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população e dos serviços a ela oferecidos. Em consonância com esta filosofia, a Universidade passou a oferecer o Curso em outros bairros localizados no Município do Rio de Janeiro, bem como em outros municípios do Estado e outros Estados. Implantado gradativamente, o Curso de Administração funciona hoje integrado ao todo da Universidade. Seu corpo docente, além de desenvolver atividades de ensino em diferentes Campi, participa das atividades promovidas pelo Curso, como as reuniões de planejamento e acompanhamento pedagógico. Atividades de pesquisa, extensão e de iniciação científica são, igualmente, desenvolvidas em todos os espaços e, as bibliotecas setoriais estão interligadas entre si. A integração acadêmico-administrativa e a articulação das unidades/campi que a constituem, calcadas nos princípios de unicidade e de organicidade, têm assim garantido o mesmo padrão de qualidade aos alunos do Curso. Sua organização, reflexo da preocupação em garantir ao alunado o oferecimento de um curso uno, não inviabiliza que se considerem as expectativas e as necessidades das demandas locais, ao contrário, busca oferecer atividades acadêmicas e oportunidades de estágio de acordo com esta realidade, considerando a heterogeneidade das demandas sociais.

24 24 Desde 2005 com a aprovação das Diretrizes Curriculares pelo Conselho Nacional de Educação os cursos de Administração puderam, em função das peculiaridades regionais de cada um, conferir uma identidade própria, aproximando-se mais das necessidades do mercado de trabalho. Isso permitiu um diálogo permanente entre escolas, alunos e empresas, gerando maior atração pelos egressos dos cursos de Administração. Esta atualização permanente dos currículos tem sido fundamental para que a parceria entre Instituições de Ensino Superior e Empresas seja cada vez mais sintonizada. Afinal, os alunos de Administração devem receber conhecimentos que se traduzirão em competências, habilidades e atitudes - que sejam também de interesse do mercado de trabalho, ou seja, das empresas que gerarão os empregos para os mesmos. Observando atentamente as exigências das organizações públicas e privadas quanto ao perfil do profissional desejado, percebe-se a necessidade crescente de incorporação, na formação dos gestores, consultores e executivos, de elementos que ultrapassem a simples qualificação técnica, tais como inovação, criatividade, habilidades interpessoais, capacidade crítica e proatividade. Qualquer indivíduo, em seu próprio ritmo e capacidade está apto a assimilar as mais diferenciadas técnicas de gestão, entretanto é exigido dos profissionais de administração uma permanente reinvenção do seu fazer profissional precisamos ser inovadores cotidianamente e os formuladores das matrizes curriculares dos Cursos de Administração, ou seja os Colegiados de Curso e os Núcleos Docentes Estruturantes precisam manter firme atenção a estes elementos. Igualmente, devem ser utilizadas todas as tecnologias disponíveis e de uso corrente na gestão. Assim, o Projeto Pedagógico do Curso compreende a referência da proposta de trabalho, baseada na autonomia e no desenvolvimento de atividades, modelando um desenho para o ensino que garanta condições básicas para inserção satisfatória no mundo do trabalho, à plena atuação na vida cidadã e os meios para continuar aprendendo. O Projeto Pedagógico da Universidade Estácio de Sá dar-se-á mediante a ação de seus agentes, unificados em torno da Política Acadêmica, materializando-se numa ação educativa que conjugue o ensino, a pesquisa e a extensão de forma compatíveis com as necessidades e a realidade da Instituição. O Projeto foi concebido de forma integrada pelo Coordenador do Curso e os professores que compõem o Núcleo Docente Estruturante. Esta organização permite que sejam consideradas as expectativas e as necessidades das demandas locais. Busca-se assim, desenvolver estratégias para articular o processo de ensino a realidade dos

25 25 alunos, promovendo uma aprendizagem que alcance os diferentes âmbitos e dimensões da sua vida pessoal, social e cultural. Para mudar a perspectiva tradicional da educação formal, faz-se necessário mobilizar as competências já construídas, ampliá-las e construir novas, com o entendimento de que competências são formadas por operações mentais estruturadas, que mobilizadas e associados a saberes teóricos ou experienciais constroem o saber fazer. Para atender o perfil profissional desejado, pretende-se desenvolver nos estudantes três linhas gerais de habilidades: habilidade conceitual (o saber aprender), para perceber, dentro de uma visão abrangente e integradora do mundo e da sociedade, as diferenças culturais, econômicas e étnicas e suas sinergias, habilidade humana (saber ser), que capacita para trabalhar com pessoas, entendendo os processos motivacionais e utilizando-se de técnicas de liderança situacional; e, também, habilidade técnica (o saber fazer), ou seja, a capacidade de aplicação dos conhecimentos técnicos, métodos e ferramentas necessárias à execução de atividades específicas ligadas à profissão escolhida. A constituição desse projeto reconhece que se aprende, também, fora do espaço institucional. Daí resulta uma proposta de trabalho contemplando projetos, eventos, atividades, envolvendo docentes e discentes dos vários cursos da Instituição e a comunidade. Busca-se ainda desenvolver estratégias para articular o processo de ensino à realidade dos alunos, propiciando uma aprendizagem referida aos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos discentes. Nessa perspectiva, as práticas curriculares implementadas na Instituição estão pautadas no conhecimento das características dos alunos, buscando respeitar sua personalidade e sua identidade. Assim, é importante ter em mente o fato de que a organização de um currículo com base no desenvolvimento de competências não garante, em princípio, a mudança do paradigma educacional. Ela depende, antes de mais nada, dos objetivos que se pretende atingir e do modo como se compreende e implementa a proposta educativa. 2.1 ASPECTOS REGIONAIS Após a consolidação do processo de maior abertura comercial, o ajustamento do setor privado está desafiado em elevar a competitividade das empresas. A conquista da

26 26 estabilização econômica além das privatizações repercutiu sobre a ocupação, a desocupação e o rendimento dos indivíduos. Reduziu-se substancialmente o número de trabalhadores na indústria de transformação de 14,8 % para 13,5 %e, em contrapartida, expandiu-se o número de trabalhadores nos setores da prestação de serviços e do comércio de 43,1 % 44,9 % (PNAD- 2011). O Curso de Administração, portanto, segue essa tendência de prestação de serviços. Em relação aos aspectos econômicos, o mercado de trabalho apresentou crescimento no número de postos de trabalho com carteira assinada. A oferta de empregos também foi mais generosa com quem estudou mais de oito anos, preferencialmente, mais de 11 anos. No país, a população ocupada tem quase um ano a mais de estudo que a média dos habitantes. Experiência e nível de escolaridade são, portanto, o binômio que vem amparando o mercado de trabalho nacional. Ainda, com relação aos aspectos econômicos, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) havia o temor que a distribuição de renda não se alterasse, já que em outros momentos de aquecimento da economia, esse fenômeno aconteceu. Uma conjunção de fatores explicou a maior redução da desigualdade em quase duas décadas. Com a entrada de jovens no mercado, houve reflexos na distribuição da base, diminuindo a desigualdade social. A razão estrutural está no avanço da educação nos anos 90. O PROUNI tem colaborado para aumentar a expectativa dos jovens quanto à entrada nas universidades. A falta de mão-de-obra qualificada no país é um gargalo comparável às deficiências da infra-estrutura. Assim, o mercado de trabalho teve influência relevante na concepção do curso. Todos esses indicadores devem servir de referência e de estímulo para que se atribua uma maior prioridade à educação na formação de uma sociedade mais justa e igualitária. A Universidade Estácio de Sá estabeleceu como uma de suas metas viabilizar uma proposta educacional criativa e dinâmica, capaz de gerar novas idéias, de renovar carreiras existentes, e de antecipar as tendências do mercado, buscando formar indivíduos que possam contribuir para construção de uma nova realidade. Essa meta, que associa o compromisso institucional com a excelência, vem se traduzindo em objetivos e estratégias fundamentados nos princípios de qualidade e de participação, e vem sendo perseguida ao longo da história da Universidade. Diante dos fatores acima citados, o Curso de Administração na modalidade a distância é uma iniciativa da Universidade em contribuir para o crescimento político-econômico e social

27 27 das diferentes regiões do Brasil. Pretende ainda consolidar a proposta de formar profissionais gestores com amplo conhecimento do mercado e de sua dinâmica que, por intermédio do desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, poderão ser absorvidos nas várias atividades econômicas existentes, bem como ter capacidade analítica e crítica para empreender novos negócios nas diversas regiões do país, a partir da compreensão das demandas ambientais, criando condições de nova e variada perspectiva no mercado brasileiro. O Curso de Administração da Universidade Estácio de Sá representa a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas das regiões do país, onde se concentram as expectativas de espaços profissionais do corpo discente, sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado, cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente competentes. Assim, o curso busca pensar estrategicamente, planejar e realizar ações bem sucedidas que incentivem a criação de um ambiente de aprendizado constante, que deverá ser incorporado na situação de trabalho, atrelando as competências individuais, às estratégias do negócio, potencializando as contribuições dos segmentos que compartilham o conhecimento na área de Administração. A partir da visão de integração, torna-se imprescindível reconhecer a estrutura como um mecanismo propiciador e estimulador de condições adequadas ao funcionamento do Curso de Administração no contexto da Universidade Estácio de Sá. As atribuições e as funções dos órgãos da Instituição estão previstas no Regimento Geral da Universidade. 2.2 CONCEPÇÃO DO CURSO Ao definir o Projeto Pedagógico de um curso, torna-se necessário contextualizar o ambiente profissional em que o seu egresso deverá se inserir, o que permitirá o estabelecimento não só do seu perfil, como também a identificação de conteúdos que comporão a matriz curricular do curso e as estratégias para o oferecimento de atividades

28 28 acadêmicas complementares que possibilitem ao discente o desenvolvimento de competências necessárias à sua inserção qualitativa no mercado. O Curso de Administração da Universidade Estácio de Sá representa a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas da região onde se concentram as expectativas de espaços profissionais para o futuro egresso, sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado, cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente competentes. Assim, a Coordenação do Curso e o NDE pensaram estrategicamente para planejar e promover ações que criem um ambiente de aprendizagem constante, incorporado na situação de trabalho, que atrele as competências individuais às estratégias do negócio, potencializando as contribuições dos segmentos que compartilham o conhecimento na área da Administração. A partir da visão de integração é imprescindível reconhecer a estrutura curricular como um mecanismo propiciador e estimulador de condições adequadas ao funcionamento do Curso de Administração no contexto da IES Este curso atende às novas exigências de formação dos estudantes e de acesso à informação qualitativa, resultantes das novas estruturas de trabalho em um entorno em constante movimento. Além disso, agrega um novo cenário de ensino e aprendizagem no qual se encontra inovação das práticas pedagógicas, redesenho da proposta metodológica e mudança no papel docente, visto que todos professores-tutores e alunos ensinam e aprendem em uma construção coletiva. Paralelamente, sua oferta na modalidade EAD vai ao encontro de uma necessidade atual de acesso ao ensino superior de qualidade, de forma flexível e abrangente, respeitando as diversidades regionais e a realidade do aluno. 2.3 OBJETIVO GERAL O Curso de Bacharelado em Administração tem como objetivos a formação de um profissional crítico com capacidade de leitura dos diferentes contextos em que as organizações atuem, visando assegurar níveis de competitividade, sustentabilidade e de legitimidade frente as transformações que vem ocorrendo no mundo do trabalho.

29 29 Também objetiva propiciar ao aluno o desenvolvimento de competências que consolidem a capacidade crítica e reflexiva para a formação de um profissional empreendedor e gerenciador de negócios, com condições de compreender a complexidade e as contradições que delineiam a dinâmica organizacional do mercado e da sociedade, valorizando a inovação e o desenvolvimento sustentável. 2.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Capacitar o aluno para compreender a dinâmica empresarial, aplicando recursos humanos, físicos e organizacionais de forma coerente e alinhada com a missão, os objetivos e as estratégias para a tomada de decisão; Desenvolver no aluno atitudes e comportamentos, adotando uma atitude de autocrítica permanente, visando mantê-lo atualizado profissionalmente para possibilitar a transferência do aprendizado na organização. Preparar o aluno para atuar um em ambiente de mercado globalizado e de grande competitividade. Dotar o aluno de competências para saber liderar, negociar, planejar e organizar trabalhos em equipe; Gerenciar a dinâmica empresarial para otimizar a aplicação de recursos de forma coerente e articulada com a missão, os objetivos e valores da organização por meio da conjugação de fatores humanos, administrativos, informacionais, produtivos, mercadológicos, políticos, legais, econômicos, culturais, tecnológicos, ecológicos e demográficos; Dotar o aluno de uma visão empreendedora com vistas a geração e consolidação de novos negócios; Fornecer subsídios para o estabelecimento de estratégias e tomadas de decisão com vistas ao alcance de resultados; Levar o aluno a desenvolver atitudes de autocrítica permanente, empreendedora, visando mantê-lo atualizado profissionalmente para possibilitar a transferência do aprendizado na organização. Desenvolver competências que capacitem o profissional a atuar de forma ética em um ambiente de competitividade e internacionalização do mercado; e

30 30 Tornar o Curso de Administração da Universidade Estácio de Sá referência na formação de profissionais para o mercado de trabalho. 2.5 PÚBLICO-ALVO Estudantes que concluíram o ensino médio, graduados, pós-graduados, professores e outros que tenham interesse no Curso de Graduação a Distância em Administração. 2.6 PERFIL DO EGRESSO O Curso de Administração está constituído para proporcionar ao egresso uma formação generalista que o capacite a compreender as questões técnico-científicas e sócio econômicas, bem como a identificar e solucionar problemas nos diversos ambientes organizacionais, respeitadas as diferenças regionais e locais. O egresso do Curso de Administração deverá ser capaz de: Compreender o processo administrativo, de modo integrado, sistêmico e estratégico, bem como suas relações com o ambiente externo; Identificar, analisar problemas, buscar soluções que potencializem os resultados das organizações; Pensar estrategicamente; Utilizar raciocínio lógico, crítico e analítico, operando com valores e formulações matemáticas e estabelecendo relações formais e causais entre os fenômenos; Interagir criativamente face aos diferentes contextos organizacionais e sociais; Saber expressar-se adequadamente tanto de forma interpessoal, como nos documentos técnicos específicos e interpretação da realidade das organizações; Organizar atividades e programas, identificar e dimensionar riscos para a tomada de decisões; Selecionar estratégias adequadas de ação, visando a atender interesses interpessoais e institucionais; Introduzir e implementar mudanças nos processos e gestão das organizações em face a constante atualização tecnológica;

31 31 Internalizar valores de responsabilidade social, justiça e ética profissional; Ter competência para empreender, analisando criticamente as organizações e antecipando e promovendo suas transformações; Atuar em equipes interdisciplinares; Compreender a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional e do desenvolvimento da autoconfiança Identificar e analisar problemas, buscando soluções que potencializem os resultados das organizações; Trabalhar em ambientes instáveis e dinâmicos, suscetíveis a grandes mudanças; Refletir e atuar de modo crítico e analítico no contexto produtivo e de prestação de serviços; Planejar, organizar, comandar e controlar a eficiente e eficaz consolidação e o funcionamento de empreendimentos, com efetividade; Desenvolver projetos de melhoria e de análise do desempenho organizacional, estimulando programas de auto-avaliação, recomendando soluções alternativas, criativas e inovadoras às organizações; Acompanhar e manter-se atualizado quanto as regulamentações referentes às organizações; Ser proativo e inovador; Utilizar e ampliar a utilização de recursos tecnológicos, financeiros, humanos e organizacionais, otimizando e melhorando o desempenho organizacional, em nível de eficiência, eficácia e efetividade; 2.7 FORMAS DE INGRESSO As formas de acesso a este curso seguem as determinações institucionais, e são: a) vestibular; b) transferência interna ou externa; c) alunos já formados em outros cursos superiores; d) Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

32 32 Todas as informações sobre as formas de ingresso podem ser fornecidas diretamente no polo de apoio presencial ou pelo portal da instituição na internet ( fale conosco ), inclusive com possibilidade de ligação telefônica CONCEPÇÃO DO CURRÍCULO NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO A identidade institucional vem sendo construída ao longo da história da Universidade Estácio de Sá e pode ser expressa nos pressupostos filosóficos, psicopedagógicos e didáticometodológicos que norteiam sua prática pedagógica. O ser humano, visto como sujeito da educação está inserido num contexto sócio-econômicocultural-político e histórico. Tem então uma dimensão ativa, criadora e renovadora. Na sua interação com os outros seres e com o meio, produz conhecimento. A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é o produto desta interação social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e preservação, colocandoas a serviço da sociedade. Dessa forma, a Universidade Estácio de Sá compreende a necessidade de promover a participação dos indivíduos como sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e a conscientização. Compreendendo a aprendizagem como um processo eminentemente social, como um processo ativo e integral do sujeito na construção do conhecimento, no qual se destaca a influência da cultura e das relações sociais, a Universidade Estácio de Sá considera o aluno como sujeito de seu processo educativo, buscando implementar um fazer pedagógico comprometido com o processo de construção e reconstrução do conhecimento, com as dimensões social e afetiva, com o relacionamento teoria e prática e com a contextualização dos saberes (Rio de Janeiro - capital), (demais regiões). O atendimento funciona nos seguintes dias e horários: segunda a sexta-feira, de 8h às 20h; aos sábados, de 8h às 18h.

33 33 Em articulação com esses pressupostos, são considerados na organização dos cursos, os eixos estruturais aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a viver, e aprender a ser. Pretende-se que as competências profissionais em formação sejam construídas processualmente, o que implica na adoção de métodos de ensino que envolvam práticas de ação/reflexão/ação. Nesse sentido, a concepção curricular privilegia uma abordagem metodológica que traz para o lugar central da formação as práticas e a reflexão sobre elas. Privilegia-se ainda a adoção de metodologias ativas, coerentes com os objetivos e os conteúdos de ensino e que considerem a experiência concreta do estudante como ponto de partida do trabalho pedagógico. Busca-se então promover ações pedagógicas que articulem os saberes e as práticas, vinculando-os aos ideais da ética, da responsabilidade, da cidadania, da solidariedade e do espírito coletivo, e direcionando-as ao atendimento das necessidades da comunidade regional e local. O ensino tem sido entendido como um processo que visa associar a construção do conhecimento à crítica ao conhecimento produzido, num processo contínuo e articulado. Assim, ele é concebido como um processo de investigação do conhecimento, e não como um processo que se limita à transmissão de conteúdos; como uma prática voltada para a construção da progressiva autonomia do aluno na busca do domínio científico e profissional de um determinado campo do conhecimento. O processo de ensino visa, em última instância, ao desenvolvimento das capacidades cognitivas dos alunos e à sua preparação para a vida social e profissional. Ensinar é um processo intencional e sistemático, direcionado para o desenvolvimento de competências e habilidades dos alunos. Tem um caráter bilateral, já que combina a atividade do professortutor com a do aluno. A atuação do professor-tutor é vista como inseparável das condições sociais, culturais e emocionais dos alunos. Nesse sentido, ela busca referência na realidade dos alunos. O ensino, assim, é compreendido como uma prática concretamente situada, voltada para a aprendizagem de alunos determinados, com características socioculturais específicas.

34 34 A política da Universidade Estácio de Sá para o ensino de Graduação em Administração está orientada para o enfrentamento da realidade social, buscando disponibilizar oportunidades educacionais a uma parcela expressiva da população, independentemente da origem econômica, racial e cultural, oferecendo uma formação generalista, voltada para a aplicação dos conhecimentos aprendidos na resolução de problemas do cotidiano. Nessa perspectiva, o curso de Graduação em Administração, orientado pelo seu projeto pedagógico, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais, pretende favorecer a formação de profissionais com uma visão ampla e crítica da realidade local e regional. 2.9 ESTRUTURA CURRICULAR A estrutura curricular do curso de Administração obedece aos seguintes princípios: a) flexibilização; b) interdisciplinaridade; c) ação-reflexão-ação; d) contextualização. Com base nesses quatro princípios é que a matriz curricular do curso foi organizada, com a intenção de promover a produção e construção do conhecimento de modo sistematizado, partindo da reflexão, do debate e da crítica, numa perspectiva criativa e interdisciplinar. A título de organização, a estrutura do curso será apresentada em sua totalidade (matriz); em seguida, será desmembrada no que se refere a seus princípios. De acordo com a Resolução Nº 4, de 13 de julho de 2005 do CNE/CES, a organização curricular dos cursos de Administração se estrutura em quatro campos interligados de formação, que congregam em seu bojo, os conteúdos do curso, estratificados em: I - Conteúdos de Formação Básica II - Conteúdos de Formação Profissional III - Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias IV - Conteúdos de Formação Complementar A organização curricular curso de administração permeiam disciplinas dos quatro campos de formação propostos pela Resolução 04/05, conforme quadro a seguir: Quadro 6 Organização curricular

35 35 Em atendimento ao Decreto Nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005, bem como para atender aos proclamos de uma sociedade inclusiva, onde a diferença deve ser entendida como essência da humanidade, e aos dispositivos legais vigentes a Universidade Estácio de Sá, dentre outras ações, passou a incluir a disciplina LIBRAS como disciplina curricular optativa na matriz curricular do Curso de Administração EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA É importante, também, destacar que em relação ao determinado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana? (CNE/CP Resolução 1/2004), que no Curso estas questões são tratadas da seguinte forma:

36 36 No projeto pedagógico e na matriz curricular, incorporados nos conteúdos de diferentes disciplinas e em atividades curriculares dos cursos? Atividades Acadêmicas Complementares, como tema de iniciação científica e pesquisa, etc. Em disciplinas como Análise Textual, que trata as questões socioculturais, refletidas por meio de textos; e Seminários Integrados de Administração que desenvolvem o tema nas questões socioculturais e História dos Povos Indígenas e Afrodescendentes, que tem o objetivo de fornecer conhecimentos acerca da formação destas sociedades e da sua integração nos processos físico, econômico, social e cultural da Nação Brasileira. A disciplina de Seminários Integrados de Administração também trata diretamente da Educação em Direitos Humanos De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação em Direitos Humanos (Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012) EDUCAÇÃO AMBIENTAL De acordo com a Lei Federal 9795, de 27/04/1999, que dispõe sobre a educação ambiental, instituindo a Política Nacional de Educação Ambiental, e o Parecer CNE/CP nº 14/2012, de 6 de junho de 2012, a educação ambiental (EA) está representada pelos processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem essencial à qualidade de vida e sua sustentabilidade. A Educação Ambiental envolve o entendimento de uma educação cidadã, responsável, crítica, participativa, em que cada sujeito aprende com conhecimentos científicos e com o reconhecimento dos saberes tradicionais, possibilitando a tomada de decisões transformadoras, a partir do meio ambiente natural ou construído no qual as pessoas se integram. A EA avança na construção de uma cidadania responsável voltada para culturas de sustentabilidade socioambiental. Desta forma, o projeto pedagógico e a matriz curricular do curso de Administração apresentam a educação ambiental como prática educativa integrada, contínua e permanente, representando um eixo transversal em atividades curriculares dos cursos Atividades Acadêmicas Complementares, como tema de iniciação científica e pesquisa, em abordagens dos estágios etc.

37 37 Vale destacar também o importante papel que desempenha no estudo da ética ambiental das atividades profissionais a serem desenvolvidas por nossos estudantes. Além desta transversalidade, no curso de Administração, a temática está contemplada diretamente na disciplina de Seminários Integrados de Administração e na disciplina de Análise Textual (que trata questões ambientais, refletidas por meio de textos). A Matriz Curricular do Curso de Administração é integralizada em 3092 horas, distribuídas em 8 (oito) semestres mínimos para sua conclusão conforme quadro a seguir: 1º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO MÍNIMA FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MÍNIMA INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO MÍNIMA ANÁLISE TEXTUAL MÍNIMA MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS MÍNIMA PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL MINIMA º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo CONTABILIDADE BÁSICA MINIMA TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO MINIMA GST0580 ANÁLISE ORGANIZACIONAL MINIMA COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MINIMA CEL0465 PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES MINIMA º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo CONTABILIDADE DE CUSTOS MINIMA GST0556 FUNDAMENTOS DA ECONOMIA MINIMA ESTATÍSTICA APLICADA MINIMA GST0573 Maturidade Maturidade Maturidade FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MINIMA GESTÃO DE PROCESSOS MINIMA MATEMÁTICA FINANCEIRA MINIMA GST0573 4º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo Prérequisito Prérequisito Prérequisito Prérequisito MICROECONOMIA MINIMA GST0927 GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MINIMA GST0570 Maturidade FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR MINIMA ANÁLISE ESTATÍSTICA MINIMA CONTABILIDADE GERENCIAL MINIMA GST0441 LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA MINIMA GST0274

38 38 5º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MINIMA GST0274 Maturidade MACROECONOMIA MINIMA GST0927 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS MINIMA GST0441 ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I MINIMA GST ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING MINIMA GST ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES MINIMA GST º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II MINIMA GST05802 Maturidade PESQUISA DE MERCADO MINIMA GST0581 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA MINIMA GST0471 METODOLOGIA DA PESQUISA MINIMA ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MINIMA GST ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL MINIMA CCJ0100 7º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo GESTÃO DA QUALIDADE MINIMA GST0315 Maturidade TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA MINIMA GST ORÇAMENTO EMPRESARIAL MINIMA GST0434 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA CEL0286 SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO OPTATIVA º PERÍODO Carga Horária DISCIPLINAS Tipo Teórica Prática Campo Prérequisito Prérequisito Prérequisito Prérequisito Maturidade GERENCIAMENTO DE PROJETOS MINIMA MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE DECISÃO MINIMA GST0433 COMPETÊNCIAS GERENCIAIS MINIMA MERCADO FINANCEIRO MINIMA GST0434 TCC EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA GST0558 JOGOS DE EMPRESA MINIMA ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS MINIMA GST0433 CARGA HORÁRIA RESUMIDA TOTAL DE HORAS MÍNIMAS Teórica Prática Campo TOTAL DE HORAS OPTATIVAS TOTAL DE HORAS DE ATIVIDADE COMPLEMENTAR 300 TOTAL GERAL 3092

39 PRINCÍPIO DA FLEXIBILIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR No que tange ao princípio de flexibilização, a estrutura curricular possibilita a ampliação dos horizontes do conhecimento e o desenvolvimento de uma visão crítica mais abrangente, pois permite ao aluno ir além de seu campo específico de atuação profissional, oferecendo condições de acesso a conhecimentos, habilidades e atitudes formativas em outras áreas profissionais. A flexibilização do currículo se caracteriza tanto pela verticalidade, quanto pela horizontalidade. A flexibilização vertical prevê diferentes formas de organização do saber ao longo do período de formação. A flexibilização curricular horizontal possibilita ao aluno o aproveitamento, para fins de integralização do curso, de várias atividades acadêmicas complementares. Essas atividades são importantes para a formação do aluno e constituem o pilar de apoio para diversidade, proporcionando o cenário no qual o aluno possa, de fato, ter à disposição as variadas alternativas de percurso curricular. Essa flexibilização é assegurada pela oferta de um conjunto de atividades acadêmicas articuladas que cria as condições para a realização de atividades como: seminários, congressos, colóquios, oficinas, encontros, festivais, palestras, exposições, cursos de curta duração, cursos on-line, dentre outras. Essas atividades fazem parte da estrutura curricular do Curso e estão voltadas para a ampliação das experiências científicas, socioculturais e profissionais dos alunos. Elas propiciam uma melhor compreensão das relações existentes entre a prática social e o trabalho acadêmico, a integração teoria/prática, a integração universidade/sociedade, orientando os alunos para a solução de problemas enfrentados na atuação profissional e no contexto local PRINCÍPIO DA INTERDISCIPLINARIDADE NA ESTRUTURA CURRICULAR Outro princípio, o da interdisciplinaridade, propicia o diálogo entre os vários campos do conhecimento e a integração do conhecimento. Visa superar uma organização curricular tradicional, que coloca as disciplinas como realidades estanques, fragmentadas, isoladas e dificulta a apropriação do conhecimento pelo aluno. A interdisciplinaridade, portanto, busca

40 40 favorecer uma visão contextualizada e uma percepção sistêmica da realidade, permitindo uma compreensão mais abrangente do saber. A interdisciplinaridade tem sua origem na necessidade de corrigir os desvios causados pela fragmentação disciplinar, resultante da compartimentalização que marca a produção científica de caráter positivista. A integração entre as disciplinas do currículo cria condições para a pesquisa e para a elaboração de modelos explicativos que efetivamente consigam captar a complexidade da realidade. Propicia a reorganização e a recomposição dos diferentes âmbitos do saber por meio do estabelecimento de intercâmbios cognitivos. A interdisciplinaridade, dessa forma, permite integrar o saber, propiciando a compreensão da relevância e do significado dos problemas estudados, favorecendo, consequentemente, os processos de intervenção e busca de soluções. Expressa ainda a necessidade de reconstruir o pensamento em novas bases, recuperando dimensões como a criatividade, a imaginação e a capacidade de lidar com a incerteza. A interdisciplinaridade não significa uma justaposição de saberes, nem implica uma comunicação reduzida entre as disciplinas. Envolve a elaboração de um contexto mais geral, no qual as disciplinas em contato são modificadas, passando a depender claramente uma das outras. Promove, portanto, intercâmbios mútuos e recíprocas integrações entre as disciplinas. As propostas de ensino baseadas na interdisciplinaridade têm um grande poder estruturador, pois as definições, os contextos e os procedimentos estudados pelos alunos passam a ser organizados em torno de unidades mais globais, que agregam estruturas de conceitos e metodologias compartilhadas por várias disciplinas, capacitando os alunos para enfrentar problemas que transcendem os limites de uma disciplina concreta e para detectar, analisar e solucionar novas questões. Além disso, a interdisciplinaridade favorece a realização de transferências das aprendizagens já adquiridas em outros contextos e contribui para ampliar a motivação para aprender PRINCÍPIO DA AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR A ação-reflexão-ação é um princípio norteador do processo ensino-aprendizagem neste curso, que se concretiza através da realização das atividades estruturadas pelos alunos.

41 41 Essas atividades se constituem como componente curricular obrigatório vinculado às disciplinas da matriz curricular. Embasadas no Art. 2º, item II da Resolução CNE/CES nº 3, de 2 de julho de 2007, as atividades estruturadas implicam a construção de conhecimento, com autonomia, a partir do trabalho discente. A concepção dessas atividades deve privilegiar a articulação entre a teoria e a prática, a reflexão crítica e o processo de autoaprendizagem. Para atender a esse propósito, o ensino deve ser centrado na aprendizagem, tendo o professor-tutor como mediador entre o conhecimento acumulado e os interesses e necessidades do aluno. O currículo deste curso foi concebido também como um conjunto integrado e articulado de situações organizadas de modo a promover aprendizagens significativas, e seus conteúdos são apenas um dos meios para o desenvolvimento de competências que ampliem a formação dos alunos e sua interação com a realidade, de forma crítica e dinâmica. No ensino por competências o conhecimento é trabalhado de forma intertransdisciplinar, contextualizado, privilegiando a construção de conceitos e a criação do sentido, visando mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc.) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações 26. Os professores-tutores das disciplinas que oferecem tais atividades devem estimular e incentivar seus alunos a refletirem, seja na ação, sobre a ação ou na reflexão sobre a ação. Esta última (a reflexão sobre a ação) é que determina a construção do saber, que pode ser considerada uma consequência das reflexões intencionais efetuadas. A realização dessas atividades deve proporcionar aos alunos a curiosidade, a discussão e o interesse pela busca de novas ideias e conceitos. As atividades estruturadas possibilitam aos alunos a observação e a reflexão sobre a aplicação dos conhecimentos estudados em diferentes contextos da realidade. Para tanto, essas atividades foram estruturadas em projetos, bem como por resolução de problemas, além de pesquisas. Privilegiam análises, sínteses, inferências, generalizações, analogias, associações e transferências. As tarefas propostas constituem desafios que incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos, habilidades e valores. No quadro abaixo, são apresentadas as disciplinas deste curso que possuem atividades estruturadas na composição de suas cargas-horárias: 26 Cf. PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2001.

42 42 Per Disciplina Créditos teóricos Prática Estruturada Total de créditos CH 1º SEMESTRE 1 ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO º SEMESTRE 2 ANÁLISE ORGANIZACIONAL º SEMESTRE 3 GESTÃO DE PROCESSOS MATEMÁTICA FINANCEIRA º SEMESTRE 4 ANÁLISE ESTATÍSTICA º SEMESTRE 5 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS º SEMESTRE 6 PESQUISA DE MERCADO º SEMESTRE 7 TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO 8º SEMESTRE GERENCIAMENTO DE PROJETOS TCC EM ADMINISTRAÇÃO As Atividades Estruturadas atendem também ao paradigma da complexidade 27, propondo um ensino fundamentado em múltiplas visões que proporcionem aos alunos aprendizagens que desenvolvam a visão crítica, criativa e transformadora. Nesse contexto, de acordo com Behrens 28, situa-se a problematização que possibilita uma visão pluralista, tendo como ponto de partida o questionamento que vincula articulações diferenciadas, com a finalidade de produzir conhecimento. Os alunos podem 27 Cf. MORIN, E. A religação dos saberes: o desafio do século XXI. Jornadas temáticas idealizadas e dirigidas por Edgar Morin. Tradução e notas de Flávia Nascimento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, BEHRENS, M.A. Metodologia de aprendizagem baseada em problemas. In: VEIGA, I. P. A. (Org.).Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas, SP: Papirus, 2006.p

43 43 simultaneamente realizar a apropriação de conceitos, quando os examinam minuciosamente; articular essas aquisições à medida que as relacionam ao problema a ser resolvido e mobilizar essas aquisições na prática 29. As atividades estruturadas estão disponibilizadas na sala de aula virtual, no conteúdo online da disciplina e são discutidas e trabalhadas ao longo da disciplina, inclusive com fórum de discussão específico para esse fim na sala de aula virtual. Com as atividades estruturadas, reforça-se a percepção do aluno como sujeito ativo, reflexivo, criativo, inovador, empreendedor, que tenha autonomia nos estudos. Dessa forma, a aprendizagem se dará como resultado do aprendizado ativo, com base na própria prática do sujeito e nas sucessivas mudanças provocadas pela informação gradativamente assimilada. Desse modo, a metodologia de ação das atividades estruturadas visa trazer uma mudança no processo de aprendizagem, integrando sociedade educação trabalho, com o planejamento de atividades que surgem das situações do próprio cotidiano social do aluno e do trabalho profissional, envolvendo participação individual e em grupo, convivência com a diversidade de opiniões, oportunidade de autonomia de estudos e o acesso a diferentes modos de aprender, especialmente, de aprender a aprender PRINCÍPIO DA CONTEXTUALIZAÇÃO NA ESTRUTURA CURRICULAR O princípio da contextualização permite pensar o currículo de forma abrangente, com uma ampla rede de significações, e não apenas como um lugar de transmissão e reprodução do saber. A contextualização envolve o estabelecimento de uma relação de reciprocidade entre o aluno e o objeto de conhecimento, favorecendo uma aprendizagem significativa, uma vez que está baseada nos diferentes âmbitos e dimensões da vida pessoal, social e cultural dos alunos. Neste curso, a contextualização ocorre primordialmente nos eventos de interação e reflexão sobre o conhecimento, em especial nos fóruns de discussão, espaço privilegiado para integrar diferentes perfis socioeconômicos e diferentes perspectivas de compreensão e 29 ROEGIERS, Xavier; DE KETELE, Jean-Marie. Uma pedagogia da integração: competências e aquisições no ensino. Tradução de Carolina Huang. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.

44 44 interpretação da realidade. Nesse sentido, a contextualização imprime forte parceria com o espírito cooperativo adotado na interação. Também contextualiza-se o conteúdo nas diferentes atividades solicitadas ao aluno, como atividades estruturadas, leituras complementares para posterior discussão, dentre outros ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES Como visto anteriormente, as atividades estruturadas estão relacionadas e contextualizadas no âmbito da disciplina. As atividades complementares, por sua vez, referem-se ao curso como um todo e à formação geral do aluno. Elas envolvem aquelas atividades realizadas pelo aluno, vinculadas à sua formação e/ou promovidas pelo seu curso, visando à complementação curricular, bem como atualização permanente dos alunos acerca de temas emergentes. As Atividades Acadêmicas Complementares (AAC) visam estimular o aluno a realizar desde os primeiros períodos do Curso, ações práticas relacionadas à futura profissão, possibilitando uma melhor qualificação para o mercado de trabalho. As AACs e são desenvolvidas em espaços de tempo não coincidentes com os horários das aulas na graduação. A cada AAC realizada, de acordo com o Manual de Atividades Acadêmicas Complementares do Curso, é atribuída uma carga horária pré-definida, conforme a duração da mesma. Essa exigência é considerada um fator diferencial na qualificação da formação. As atividades complementares previstas pelo Curso viabilizam a integração ensino, pesquisa e extensão e o desenvolvimento de ações de responsabilidade social, proporcionando aos alunos a vivência de situações que contribuem para o crescimento dos alunos como cidadãos e profissionais. aos alunos: Dessa forma, essas atividades buscam propiciar a) o incentivo à pesquisa e iniciação científica, através da inclusão de atividades do tipo: participação e apresentação de seminários, congressos, palestras e workshops; b) a integração teoria e prática, por meio da oferta de oficinas e outras atividades práticas, realizadas sob a orientação de professores ou profissionais, em projetos realizados na Instituição ou externamente; c) a ampliação do universo cultural e artístico, mediante a realização de visitas a exposições, filmes, vídeos, festivais, etc.;

45 45 d) o aperfeiçoamento acadêmico, propiciado pela realização de cursos que visam: ampliar o conhecimento geral, facilitar a atuação do aluno na profissão e/ou no mercado de trabalho, aprofundar o conhecimento referente à área de graduação do aluno; e) as experiências de monitoria; f) o contato com a realidade social, viabilizado pela participação nas atividades de extensão; g) o desenvolvimento da responsabilidade ambiental, propiciada pela presença em campanhas, visitas, etc., que têm este tema como eixo de estudo; h) a preparação para o mundo do trabalho, através de uma variedade de atividades complementares voltadas para a prática profissional (apresentação de produtos ou serviços de empresas, projetos de treinamento profissional, vivência profissional, etc.), que visam desenvolver competências como: empreendedorismo, iniciativa, liderança e habilidades para gerenciar mudanças; i) o desenvolvimento da responsabilidade e do compromisso social, por meio da participação em trabalhos voluntários, projetos comunitários e campanhas sociais, elaboradas e desenvolvidas pela Universidade Estácio de Sá ou por outras instituições sociais; j) o oferecimento de atividades concernentes às relações étnico-raciais PROCESSO EVOLUTIVO DAS ALTERAÇÕES NA MATRIZ A matriz curricular do Curso de Administração vem sofrendo constantes mudanças desde o seu primeiro currículo, com o objetivo de adequar-se às demandas acadêmicas e de mercado. A atualização é resultado das análises dos membros do NDE, das sugestões do colegiado de curso e dos alunos e professores-tutores a distância. Através das avaliações internas CPA são analisadas as questões respondidas pelos alunos e professores-tutores a distância percebendo como o curso está tendo ou não satisfação e se está adequado às demandas acadêmicas e de mercado. O NDE e o Colegiado fazem uma análise dessa avaliação e propõem as mudanças que consideram pertinentes. Essas mudanças e adequações ocorrem sempre no final dos semestres letivos. A organização curricular constitui-se parte do projeto pedagógico e é nela que se visualiza, de modo amplo, a estrutura de todo o curso; por consequência, explicita as concepções de mundo, ser humano, educação, conhecimento e sociedade, que dão identidade ao curso e à instituição da qual ele faz parte. Sendo assim, é um processo natural a qualquer curso a revisão de seu currículo por diversos motivos, dentre os quais se destacam (entre outros): i) a natureza da área de conhecimento em questão, por sua volatilidade e constante atualização; ii) o conhecimento

46 46 científico de forma geral, que evolui e rompe paradigmas, princípios e parâmetros; iii) as mudanças globais na sociedade e nas realidades regionais; iv) o aprimoramento da tecnologia em sua interface com o fazer acadêmico; v) as mudanças institucionais e as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional; vi) as modificações na legislação e nas Diretrizes Curriculares Nacionais INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO O Curso de Administração integraliza-se em, no mínimo, 08 semestres letivos e, no máximo, 16 semestres letivos, com uma carga horária total de 3092 horas EMPRESA JUNIOR O curso de Administração conta a Empresa Junior, para a realização de práticas profissionais, com recursos de tecnologia de informação para dinamizar seus processos junto ao corpo discente e docente, tais como, para os alunos e facebook para a comunicação em rede e a possibilidade de troca de contribuições de alunos da modalidade a distância nos projetos por ela desenvolvidos. Sua localização no polo permite a total acessibilidade tanto de alunos, docentes e membros da comunidade ESTÁGIO A implantação do Estágio abrange um conjunto de ações que permitam capacitar o aluno, relacionar e integrar teoria e prática às atividades de experiência acadêmicoprofissional, como forma de complementar a formação do estudante, por meio de conhecimentos, habilidades e das atividades de campo. O Estágio se realiza, também, para a formação da competência de construção do conhecimento, para o trabalho de finalização do Curso de Administração, o TCC, através da elaboração inicial do projeto, tendo como elemento norteador o relatório de observação de uma organização, visando a reconhecer uma situação problemática, vivenciada pelo aluno.

47 47 Desta forma, a disciplina de Estágio deve incorporar caráter teórico e prático, necessitando relacionar base teórica da academia com o campo, na área profissional e prática, orientados pelo docente. O conteúdo será desenvolvido dentro de uma abordagem prática, acompanhamento e direcionamento tutorial para elaboração de relatórios de atividades desenvolvidas nos estágios supervisionados ou atividades correlatas constantes do regulamento do Estágio e do TCC. O Estágio Supervisionado deve ser a expressão da leitura aprofundada, do entendimento dos problemas e influências da dimensão econômica, política, social e tecnológica observada no meio organizacional. Esta concepção inclui a integração da teoria e prática através da cientificidade, que deve ocorrer na disciplina Estágio Supervisionado, através do Relatório de Observação Organizacional, para a construção do projeto relacionado ao conteúdo de TCC. O Vínculo Estágio e TCC - Os cursos de graduação em nível de educação superior incluem disciplinas práticas chamadas comumente de Estágio Curricular Supervisionado ou, também, de Estágio. Embora opcional pelas diretrizes curriculares, os cursos de Administração via de regra apresentam em sua matriz curricular este componente prático, que tem como objetivo exercitar a aplicação da teoria aprendida na academia, através da aplicação prática no mercado de trabalho, minimizando, assim, o distanciamento entre o mundo real e o mundo acadêmico, integrando o aprendizado temático e a aplicação para a solução de problemas no mundo real. O Estágio não é apenas uma experiência prática vivenciada pelos estudantes, mas também consiste na oportunidade de refletir, sistematizar e testar conhecimentos teóricos e instrumentais aprendidos no curso superior. Esta testagem está relacionada diretamente ao conjunto de habilidades e conhecimentos que permitam resolver problemas encontrados no dia a dia das organizações. Assim, como se percebe, a aproximação entre a teoria e a prática deve ocorrer em função de meios científicos que tragam resultados satisfatórios para a solução de problemas empíricos, de acordo com as especificidades de cada empresa e do todo organizacional. A disciplina faz parte da interdisciplinaridade vertical criada entre Metodologia Científica, Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso, no Projeto Pedagógico do Curso de Administração. O TCC poderá ser originado em atividades de prática

48 48 profissional, desenvolvidos no Estágio, na Empresa Júnior, Laboratório de Prática Contábil e em Projetos de Iniciação Científica, desde que se caracterize essa prática. O Estágio Supervisionado do Curso de Administração da Universidade Estácio de Sá é concebido como conteúdo curricular implementador do perfil do egresso e envolve um conjunto de ações que se desenvolvem ao longo do curso, relacionadas às atividades de campo, às visitas técnicas e às atividades acadêmicas complementares, consagrando a experiência acadêmico-profissional ao longo da trajetória do aluno. A Matriz Curricular do Curso contempla, também, a disciplina de Estágio, composta de 300 horas. Normas para a disciplina Estágio Supervisionado em Regulamento Específico 2.14 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um componente curricular obrigatório para que o aluno conclua o curso e se torne bacharel em Administração. Podendo ser desenvolvido na modalidade de monografia, artigo científico, plano de negócios, estudo de caso e projeto de iniciação científica. Tem regulamentação própria aprovada pelo Colegiado do Curso. O processo de construção do TCC tem início na disciplina Metodologia Científica, onde os alunos são orientados para os requisitos necessários à elaboração de um trabalho acadêmico-científico. As normas para a disciplina TCC constarão em Regulamento Específico e/ ou no material didático indicado. O Vínculo Estágio e TCC - Os cursos de graduação em nível de educação superior incluem disciplinas práticas chamadas comumente de Estágio Curricular Supervisionado ou, também, de Estágio. Embora opcional pelas diretrizes, o Curso de Administração apresenta em sua matriz curricular este componente prático, que tem como objetivo exercitar a aplicação da teoria aprendida na academia, através da aplicação prática no mercado de trabalho, minimizando, assim, o distanciamento entre o mundo real e o mundo acadêmico, integrando o aprendizado temático e a aplicação para a solução de problemas no mundo real.

49 49 O Estágio não é apenas uma experiência prática vivenciada pelos estudantes, mas também consiste na oportunidade de refletir, sistematizar e testar conhecimentos teóricos e instrumentais aprendidos no curso superior. Esse teste está relacionado diretamente ao conjunto de competências, habilidades e conhecimentos que permitam resolver problemas encontrados no dia a dia das organizações. Assim, como se percebe, a aproximação entre a teoria e a prática deve ocorrer em função de meios científicos que tragam resultados satisfatórios para solução de problemas empíricos, de acordo com as especificidades de cada empresa e do todo organizacional. A disciplina faz parte da interdisciplinaridade vertical criada entre Metodologia da Pesquisa, Estágio e TCC, registrada no Projeto Pedagógico do Curso de Administração. O conteúdo será desenvolvido dentro de uma abordagem prática, acompanhamento e direcionamento tutorial para elaboração de relatórios de atividades desenvolvidas nos estágios supervisionados ou atividades correlatas, constantes do Manual e Regulamento do Estágio e do TCC. O TCC poderá ser originado em atividades de prática profissional, desenvolvidos no Estágio, na Empresa Júnior e em Projetos de Iniciação Científica, desde que se caracterize essa prática. A modelagem do TCC será escolhida pelo aluno, podendo optar entre a Monografia, o Artigo e o Relatório de Estudo de Caso. As duas aulas iniciais da disciplina serão expositivas presenciais, com posicionamento dialógico, a fim de informar sobre os tipos de TCC e suas etapas, a partir de modelos desses tipos FAMILIARIZAÇÃO COM A METODOLOGIA EM EAD (NIVELAMENTO INSTRUMENTAL) O programa de ambientação à metodologia apresenta-se como uma necessidade externa à matriz curricular deste curso, mas que é essencial para o acolhimento do aluno na modalidade EAD. Sua finalidade é a de orientar o aluno sobre o curso, sobre a navegação no ambiente, sobre as ferramentas de informação e comunicação e sobre a dinâmica de

50 50 funcionamento dos processos de ensino e de aprendizagem, tanto na sala de aula virtual quanto no polo de apoio presencial. Fazem parte do módulo introdutório as ações de apresentação do curso, de ambientação ao Campus Virtual e de recepção no polo de apoio presencial, por meio das aulas inaugurais. Além disso, os tutores presenciais do curso estarão disponíveis para apoiar os alunos nos esclarecimentos necessários quanto à metodologia EAD, orientando-os quanto ao uso e à aplicação dos recursos e meios envolvidos no processo de ensino e aprendizagem do modelo pedagógico do ensino a distância da Universidade Estácio de Sá APRESENTAÇÃO DO CURSO A apresentação do curso é um tópico de conteúdo livre, disposto para todos os alunos no AVA. Nela constam os objetivos do curso, o perfil do egresso, a matriz curricular e outras informações pertinentes relativas ao curso. A apresentação do curso também faz parte do programa de recepção ao aluno no polo de apoio presencial, como será visto no item AMBIENTAÇÃO À SALA DE AULA VIRTUAL Produzido em duas versões (2D e 3D) 30, a ambientação à sala de aula virtual tem por objetivos i) apresentar a estrutura e os profissionais que atuam na produção e operação da EAD na instituição; ii) apresentar as ferramentas de comunicação que serão utilizadas ao longo do curso e iii) apresentar os eventos que compõem a frequência e os critérios de avaliação do curso; e iv) nivelar as habilidades técnicas e tecnológicas necessárias para a consecução das atividades acadêmicas. 30 A oferta em duas versões tem por finalidade permitir o acesso ao módulo a alunos com conexão à internet de baixa ou alta velocidade, respectivamente.

51 51 Quadro 7 Ambientação Como Estudar Online (versão 3D) A concepção desse módulo norteou-se a partir da necessidade de se prover um acolhimento inicial voltada para as tecnologias de comunicação e informação que são articuladas na sala de aula virtual, assim como prover uma familiarização à metodologia e ao modus operandi da EAD neste curso, assegurando a todos os alunos um ponto de partida comum e, ao mesmo tempo, garantindo um nivelamento no que se refere ao uso das TICs na modalidade EAD. Em termos de navegação, optou-se por uma metodologia de desenho didático que abriga um forte apelo visual aliado a uma sequência de simulações e tutoriais interativos 31, com ênfase nas linguagens visual e verbal, com alto grau de atratividade e navegabilidade, em formato de serious game 32 (versão 3D). Não obstante a ambientação à sala de aula virtual, percebeu-se a necessidade de fornecer ao aluno um ferramental básico para atividades relacionadas à apresentação de trabalhos acadêmicos e ao resultado de pesquisas, entre outros. Tal ferramenta é amplamente usada na entrega de trabalhos e na apresentação de aulas, por exemplo, assim como tem seu uso altamente difundido no meio profissional, em especial para apresentação de projetos 33. Adotou-se, nesse caso, a metodologia de simulação e tutorial, tal qual presente no módulo de ambientação. 31 Tomou-se o princípio guide me (guia-me) na concepção das simulações e tutoriais. 32 Serious Game é o nome que se dá a atividades voltadas para treinamento/educação, nas quais se utiliza o mesmo formato adotado nos jogos recreativos virtuais. 33 O software em questão é o PowerPoint, licenciado pela Microsoft e presente em todas as versões desse sistema operacional.

52 52 Quadro 8 Tela de conteúdo do curso livre PowerPoint Através do programa de ambientação à metodologia online, no qual constam a ambientação à modalidade/ambiente e ao software PowerPoint, entende-se que o aluno terá condições de suprir a carência natural oriunda da mudança de paradigma em termos de oferta de ensino (presencial para EAD), bem como a possibilidade de ambientar-se ao ferramental mais usual para apresentação de trabalhos acadêmicos AMBIENTAÇÃO NO POLO DE APOIO PRESENCIAL O programa de recepção ao aluno tem por objetivo acolhê-lo no polo de apoio presencial e explicitar as atividades ali desenvolvidas, bem como apresentar o curso. Fazem parte deste programa as seguintes etapas: a) recepção do aluno pelo coordenador de polo e pelos tutores presenciais; b) visita guiada a todas as instalações do polo (secretaria, biblioteca, laboratório etc.); c) divulgação dos horários de tutoria e de atendimento; d) aula inaugural, cujo teor versa sobre a modalidade EAD, sobre o curso, sobre o ambiente virtual, sobre as etapas presenciais e sobre o modelo de tutoria presencial. Dois princípios regem o programa de recepção: o aprender a conviver e o aprender a aprender. O primeiro está refletido na recepção e integração dos alunos ao polo, bem como na formação de uma comunidade de aprendizagem que integre as etapas presenciais ao ambiente virtual, estabelecendo-se assim uma rede colaborativa e interpessoal.

53 53 Em relação ao primeiro princípio, recomenda-se 34 uma aula inaugural, em duas datas 35, com o objetivo de integrar os alunos pertencentes ao polo, bem como familiarizar o discente ao corpo social, suas funções, horários de atendimento e a estrutura física disponibilizada aos alunos, tanto do polo quanto da IES que o sedia. O segundo princípio está refletido na explicação e na reiteração das ferramentas de ensino e de aprendizagem concebidos neste curso para a modalidade EAD, especialmente em relação ao funcionamento do AVA, bem como no permanente atendimento aos alunos para questões referentes à tecnologia. Nesse sentido, sob supervisão do coordenador de polo, haverá em cada laboratório o supervisor de laboratório. Esse profissional estará presente nos laboratórios de informática dos polos, em dia e horário fixos, com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes e estimular sua autonomia em relação à interface e às funcionalidades/softwares utilizados no AVA, assim como orientar os alunos quanto ao suporte técnico da sala de aula virtual PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO As modalidades de nivelamento objetivam criar condições para que os alunos desenvolvam as habilidades e competências necessárias ao cumprimento das atividades propostas pelo curso. Com elas, pretende-se minimizar a deficiência de conhecimento apresentada pelos egressos do Ensino Médio. Desta forma, tais atividades destinam-se prioritariamente, mas não exclusivamente aos alunos do primeiro período deste curso PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO NO AVA Como ação subsequente à familiarização com a metodologia EAD (na qual já ocorre uma ação de nivelamento operacional, conforme item 2.11), o programa de nivelamento denominado Reforço Acadêmico tem por finalidade apresentar classes extracurriculares com ênfase às disciplinas e conhecimentos que permeiam (direta ou indiretamente) qualquer 34 Conforme viabilidade administrativa (número de alunos matriculados no polo). Caso o número seja insuficiente para fomentar a aula inaugural, o coordenador de polo irá enviar mensagem-convite aos alunos para conhecer o polo e seu coordenador. 35 Preferencialmente aos sábados, sendo um evento principal e outro alternativo, para alunos que não puderem comparecer ao primeiro.

54 54 curso superior, as quais, notadamente, representam uma carência em termos de base acadêmica. Com esse programa, pretende-se oferecer ao corpo discente os conhecimentos básicos em disciplinas consideradas fundamentais aos estudos universitários. As classes do programa Reforço Acadêmico são transmitidas via web, em 4 aulas 36, oferecidas de forma livre no AVA, e contam com material acadêmico complementar (exercícios de fixação, material do professor etc.). Sua abordagem versa sobre os tópicos que apresentam maior dificuldade nas disciplinas Língua Portuguesa e Matemática, consideradas essenciais para qualquer formação superior 37. Quadro 9 Interface do programa para a disciplina Língua Portuguesa Dentre os benefícios do programa, vale destacar: a) o reconhecimento das limitações individuais, especialmente daqueles que concluíram há muito o Ensino Médio; b) a função de ambientação para ingresso no ensino superior; c) o caráter de adesão voluntária, aberto a todos os alunos, sem qualquer ônus financeiro ou de progressão curricular (o programa fica disponível a todos, por toda a duração do curso); d) o sentimento de segurança por parte do aluno ao reconhecer o programa como uma ação institucional em prol da qualidade acadêmica. 36 A carga-horária de cada curso é de 20 horas, sendo 3 horas de transmissão para cada aula, somadas ao material complementar (leitura e exercícios). Todos os professores convidados para o programa possuem experiência em Ensino Médio. 37 Também consta o programa para a disciplina Cálculo nos cursos em que há exigência maior de base matemática.

55 55 3 ATENDIMENTO AO ALUNO A concepção do atendimento ao aluno prevê 4 (quatro) vertentes: a) atendimento voltado para os processos de ensino e de aprendizagem; b) atendimento voltado para a administração acadêmica; c) apoio psicopedagógico; d) atendimento para alunos com necessidades especiais. Neste momento, para fins explicativos, será descrito como o atendimento ao aluno foi concebido e quais são seus participantes diretos e indiretos. Quanto aos detalhes técnicos das tecnologias de informação e comunicação, estes serão discutidos no item Sistemas de Comunicação. 3.1 ATENDIMENTO VOLTADO PARA OS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM (MODELO DE TUTORIA) O corpo docente que atua nos cursos de graduação na modalidade a distância da Universidade Estácio de Sá é especialmente capacitado, a partir de programas específicos 38, para atuar em ambientes virtuais de aprendizagem e nos polos de apoio presencial, bem como está habilitado a trabalhar em uma metodologia concebida para estimular os alunos a uma participação cooperativa e colaborativa. A particularidade da metodologia adotada pela Universidade Estácio de Sá preconiza fortemente o direcionamento do corpo docente, sob a supervisão do coordenador do curso, de forma a que todos os papéis exercidos pelo professor-tutor sejam orientados para excelência. Ainda, há o objetivo primordial, em consonância com o projeto pedagógico da instituição, de se valorizar o docente para que o padrão de qualidade do curso em questão seja respeitado, com vistas a criar uma identidade uníssona no planejamento pedagógico e na atuação docente. Concebeu-se, portanto, um modelo de tutoria (presencial e a distância) como uma etapa fundamental no acompanhamento e orientação dos alunos durante seu processo de 38 A Universidade Estácio de Sá criou o Programa de Incentivo à Qualificação Docente, com cursos de capacitação/aprimoramento para diversos fins. Dentre tais cursos, destacam-se os de Formação de professores para docência online e o de Formação de professores conteudistas. Para os tutores presenciais, as ações de capacitação/aprimoramento são permanentes, tanto presenciais quanto a distância.

56 56 aprendizagem, dentro de uma abordagem na qual o aprendiz é o agente do processo de construção do conhecimento. Esse trabalho deve potencializar o diálogo, a troca de saberes, a produção individual e coletiva dos discentes, bem como estimular uma interação cooperativa e colaborativa entre todos os envolvidos neste processo educativo MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR A DISTÂNCIA O tutor a distância é um docente com formação acadêmica compatível com o plano de ensino da disciplina ao qual está vinculado e que possui domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente nesta modalidade de ensino. Em termos práticos, é responsável pela condução didática da(s) disciplina(s). Nesse sentido, é o agente indispensável na rede de comunicação que vincula os alunos ao curso e à instituição de ensino, pois possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo educativo, com vistas a desenvolver no corpo discente a autonomia, através do desdobramento do conteúdo e da mediação pedagógica entre o conhecimento teórico, sua aplicação prática e as particularidades desse conhecimento na formação acadêmicoprofissional no aluno. Suas principais tarefas são a de mediar, facilitar, encaminhar e gerenciar o processo de aprendizagem, acompanhando as atividades do aluno no ambiente web, procurando sempre orientá-lo quanto ao desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo, de estudo cooperativo e colaborativo e à melhoria do processo ensino-aprendizagem, sobretudo a partir dos conteúdos e experiências apresentados. Em termos de mediação, portanto, tem o professor online o fórum de discussão 39 como principal interface na (re)construção do conhecimento, já que se trata de um espaço concebido para promover questionamentos e provocações entre os alunos, sempre sob a égide da cooperação e da colaboração em prol da aprendizagem. Nesse sentido, portanto, a mediação no fórum é concebida a partir de questionamentos temáticos, com regras de participação, sob um viés de transversalidade em relação ao conteúdo das aulas. O tutor a distância, nesse diapasão, comenta, retifica, ratifica e sugere novos desdobramentos ao(s) 39 O Fórum de discussão, bem como outras ferramentas de interação, serão descritas no item Sistemas de Comunicação.

57 57 questionamento(s) temático(s) a partir da postagem dos alunos. A participação dos alunos nos fóruns temáticos compõe parte da nota das avaliações somativas 40. Vale apontar também que, no fórum de discussão de cada turma, o tutor a distância atua no sentido de valorizar o conhecimento e a experiência do discente, estabelecendo assim uma postura de mediação também voltada para o respeito às individualidades de cada aluno, bem como para desenvolver as limitações e reconhecer as particularidades regionais. Não obstante a ferramenta fórum de discussão, a mediação também ocorre em outras ferramentas: Anotações, Central de Mensagens e o Trabalhos a concluir. Na ferramenta Anotações, por sua vez, o tutor a distância atua a partir da observação dos registros produzidos pelos alunos relativos ao conteúdo das aulas, sejam esses registros criados por solicitação do tutor a distância em uma determinada atividade, seja por uso autônomo do aluno ao usar tal ferramenta como auxiliar no processo de aprendizagem. A ferramenta permite comentários do tutor a distância aos registros do aluno, bem como permite a disponibilização pública 41 de tais registros para todos os alunos da turma, estimulando, nesse caso, um emprego cooperativo da ferramenta. Finalmente, temos a ferramenta Trabalhos a concluir, uma interface do AVA com o intuito de cadastrar atividades acadêmicas 42 cuja produção constará da composição de nota do aluno para uma determinada etapa da avaliação. Sua dinâmica gira em torno da disponibilização da tarefa por parte do professor, e consequente postagem do trabalho por parte do aluno. Em termos de interação, a ferramenta disponibiliza espaço para comentários do professor sobre a produção do aluno, permitindo assim um feedback interno, dentro da ferramenta, inclusive no caso de rejeição de trabalho, atribuindo-se assim um caráter de mediação individualizada à produção de conhecimento do aluno. Em termos de facilitação, o atendimento do tutor a distância se dá preferencialmente por meio dos fóruns de discussão, central de mensagens e newsletter. Quanto ao primeiro canal, o fórum de discussão, trata-se de uma ferramenta de interação com a finalidade de promover a interlocução entre aluno-tutor a distância, alunoaluno, objetivando a construção colaborativa do conhecimento, por meio de discussões sobre 40 A composição da nota e outros aspectos referentes a composição da nota serão vistos no item Avaliação. 41 O aluno pode optar por disponibilizar publicamente seus registros, ou manter a individualidade, quando o acesso ao registro é exclusivo do autor (aluno) e do professor. 42 Nem todas as disciplinas deste curso possuem atividades cadastradas nesta ferramenta.

58 58 temas e conceitos abordados nas aulas e dúvidas surgidas, além de haver um tópico que busca a integração da turma (apresentação pessoal, informações pessoais etc.). Quanto à central de mensagem, trata-se de um correio eletrônico interno, exclusivo ao AVA, com a finalidade de estabelecer comunicação direta entre aluno-tutor a distância, alunoaluno. Em virtude de ser um canal de comunicação direto, individual, ele é tratado, em termos de comunicação, como uma ferramenta de atendimento administrativo, e não de conteúdo. A orientação dos tutores a distância é a de usar tal ferramenta como um canal facilitador para atendimento ou encaminhamento de questões relacionadas à administração acadêmica (como acerto de nota, questionamento sobre resultado da avaliação, situações especiais etc.). Finalmente, ainda em termos de facilitação, o professor online possui a sua disposição a ferramenta newsletter, canal de comunicação que permite envio de mensagens eletrônicas para os endereços eletrônicos pessoais dos alunos via AVA. O potencial de divulgação de informações sobre o curso, sobre a disciplina e sobre assuntos acadêmicos em geral é altamente ampliado, já que a concepção dessa ferramenta justamente é exteriorizar o canal interno (central de mensagem) de atendimento MEDIAÇÃO/FACILITAÇÃO ACADÊMICA DO TUTOR PRESENCIAL O tutor presencial atua diretamente no polo de apoio presencial junto aos estudantes. Com formação superior na área do curso, cabe ao tutor presencial auxiliar em atividades individuais ou em grupo, incentivar o hábito da pesquisa, servir de facilitador no uso das tecnologias disponíveis e participar de momentos presenciais obrigatórios. No que se refere à mediação, cabe ao tutor presencial auxiliar a fomentar o hábito da pesquisa, estimulando o corpo discente a fazer uso da biblioteca do polo e da biblioteca virtual para aprofundamento acadêmico, sob sua orientação, bem como esclarecer dúvidas em relação ao ambiente virtual de aprendizagem, as estratégias de estudo e a lidar com as especificidades da educação a distância previstas neste projeto. Também cabe ao tutor familiarizar o aluno com o material didático disponibilizado, atuando como facilitador na organização do estudo do aluno a partir da relação deste com as formas de entrega do conteúdo. Da mesma maneira se dá com o ambiente virtual de

59 59 aprendizagem, ao orientar o aluno sobre a intervenção pedagógica que se espera do aluno na sala de aula virtual. 3.2 ATENDIMENTO VOLTADO PARA A ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA Para as ações e necessidades de cunho administrativo-acadêmico, o aluno tem a sua disposição canais de comunicação (virtuais e presenciais) para diversos fins, tais como abertura de requerimento, renovação de matrícula etc. Em virtude de o Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) desenvolvido pela Universidade Estácio de Sá praticamente abordar todas as variáveis de ordem administrativa, os alunos são estimulados a usá-lo, evitando-se assim deslocamento desnecessário ao polo para tratar de ações relativamente simples, como consulta de nota e vista de prova, por exemplo. Como o acesso ao AVA já se dá via Campus Virtual 43, a maioria dos alunos utiliza o sistema para tais fins SISTEMA DE INFORMAÇÕES ACADÊMICAS (SIA) O Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) é um ambiente seguro no qual os alunos, através do seu login e senha, têm acesso ao cadastro, à consulta de notas, datas de prova, requerimentos, além de outras opções. Aos alunos é disponibilizada uma gama de serviços que os auxiliam no dia-a-dia acadêmico, mesmo estando distantes do polo de apoio presencial, uma vez que o SIA pode ser acessado de qualquer computador conectado à internet. 43 Interface geral de acesso seguro (login/senha), vinculada à home page institucional.

60 60 Quadro 10 Tela do Campus Virtual, com acesso ao AVA e à Secretaria Virtual (SIA) Através dele o aluno obtém diversas informações, pode fazer vários tipos de consultas acadêmicas e contato virtual com os setores da Universidade. Os tutores a distância, igualmente, têm acesso a todas as turmas em que lecionam, gerenciando-as também virtualmente SECRETARIA DO POLO DE APOIO PRESENCIAL A secretaria acadêmica do polo de apoio presencial conta com profissionais para atendimento presencial ao estudante, caso este tenha dificuldades ou dúvidas que não puderem ser resolvidas pela secretaria virtual. Dentre as macroatribuições da secretaria, além de atendimento ao aluno, estão as ações de coordenar, supervisionar e orientar a execução dos procedimentos administrativos, financeiros e acadêmicos dos alunos. Também compete à secretaria, sob supervisão do coordenador de polo, proceder à guarda, sigilo e atualização dos documentos relacionados às atividades acadêmicas do aluno, através do controle de arquivos e relatórios, durante o andamento do curso e até 5 (cinco) anos após o término. Ainda, compete à secretaria organizar documentos institucionais pertinentes aos cursos (portarias de autorização, reconhecimento, renovação de reconhecimento, credenciamento etc.), garantindo assim que todas as exigências legais sejam cumpridas.

61 FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO ALUNO Alguns aspectos relacionados diretamente à gestão acadêmico-administrativa do curso são disponibilizados no AVA para o aluno, facilitando assim a obtenção de informações sobre a progressão curricular, por exemplo. Nesse caso, o aluno pode visualizar claramente as disciplinas já cursadas e as em andamento, bem como tempo de acesso, tempo de permanência por tópico de conteúdo etc. Quadro 11 Tela histórico do AVA, disponibilizada no acesso inicial da sala de aula virtual A funcionalidade de autogestão para o aluno foi concebida para oferecer acesso a informações específicas sobre o andamento do curso, e também para evitar a necessidade de acesso a outros ambientes e/ou consultas desnecessárias à secretaria, permitindo assim uma integração entre as diversas interfaces disponibilizadas FUNCIONALIDADE DE AUTOGESTÃO DO PROFESSOR ONLINE Paralelamente à autogestão do aluno, o tutor a distância conta também com algumas ferramentas desenvolvidas em parceria com o AVA para permitir melhor e maior controle sobre o desempenho dos alunos em termos quantitativos, bem como sobre o próprio desempenho do docente.

62 62 Quadro 12 Interface de autogestão do professor (gauges), disponibilizada no acesso inicial ao AVA A Universidade Estácio de Sá desenvolveu esse sistema de autogestão para os docentes que atuam na tutoria a distância (online), no qual constam o quantitativo de acesso esperado por docente, mensagens pendentes, trabalhos a serem corrigidos, postagens no fórum de discussão e acesso dos alunos APOIO PSICOPEDAGÓGICO Quanto ao atendimento psicopedagógico, a Universidade Estácio de Sá proporciona, sob supervisão do curso de Psicologia, através do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicopedagógico (NAAP) e do Serviço de Psicologia Aplicada (SPA), atendimento psicopedagógico, assistência psicoterápica e psicodiagnóstico. Tal atendimento se dá por intermédio de compartilhamento com a estrutura já presente na IES que sedia o polo, sob supervisão do coordenador de polo ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Além das ações de acessibilidade presentes no AVA, em especial no conteúdo online e nas aulas transmitidas via web 44, o polo de apoio presencial deve adaptar-se às normas e princípios que garantem os direitos do aluno com necessidades educacionais especiais, 44 As ações de acessibilidade relativas ao conteúdo online e às aulas transmitidas via web serão pormenorizadas no item Material Didático.

63 63 integrando tal adaptação à política institucional da Universidade Estácio de Sá. Tal política busca manter a qualidade de ensino para todos os seus alunos de forma a assegurar aos alunos com necessidades educacionais especiais as condições necessárias para o seu pleno aprendizado. A materialização dessa política encontra-se no documento Política institucional para atendimento aos alunos com deficiência ou com dificuldades específicas de aprendizagem, base para a orientação de todo o corpo social que constitui o polo de apoio presencial. Este curso segue as sugestões e procedimentos recomendados no documento em questão, buscando criar um ambiente educacional que reconheça as possibilidades e as limitações dos alunos com necessidades educacionais especiais, garantindo, assim, a sua plena inclusão no processo educativo. 4 SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO O sistema de comunicação adotado neste curso tem por objetivo articular diversos canais de atendimento ao aluno para oferecer segurança, flexibilidade e agilidade nas diversas situações de comunicação inerentes à modalidade. No item anterior (item 3), foram descritas as dinâmicas de atendimento no AVA e no polo de apoio presencial, com ênfase aos aspectos didático-pedagógicos e aos aspectos acadêmico-administrativos. Ainda falou-se em situações específicas, como atendimento psicopedagógico e atendimento a alunos em condições especiais. Neste item, portanto, serão abordados os aspectos técnicos sobre o atendimento no AVA, bem como os canais de comunicação exteriores ao AVA e ao atendimento no polo de apoio presencial. 4.1 CANAIS DE COMUNICAÇÃO NO AVA Em termos técnicos, os canais de comunicação do AVA oferecem a possibilidade de interação entre dois ou mais atores, e tais possibilidades remetem à concepção de cada ferramenta em termos de instrumento para comunicação.

64 COMUNICAÇÃO ASSÍNCRONA NO AVA A comunicação assíncrona caracteriza-se pela não-simultaneidade, ou seja, a comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por outra pessoa sem a necessidade de sincronia. Trata-se do tipo de comunicação mais amplamente utilizado neste curso e, ao mesmo tempo, de maior potencial acadêmico, pois permite estruturalmente a possibilidade de reflexão sobre a comunicação do outro, bem como a possibilidade de pesquisa/estudo para oferecer resposta, para interagir. a) Fórum de discussão - a estrutura do fórum é organizada a partir da criação de tópicos, que objetivam a discussão do conteúdo estudado, o esclarecimentos de dúvidas, a revisão para as provas e a integração dos alunos/tutores a distância. Ou seja, alguns tópicos estão relacionados à concepção/discussão de cada disciplina, outros ligados à organização administrativa do curso/disciplina (tópicos de integração e tiradúvidas, por exemplo). Por meio desses espaços dialógicos o tutor a distância se relaciona, se comunica e interage com a turma sob sua regência. A dinâmica do fórum inicia-se a partir da publicação do tópico e de seus dados de cadastro (como data de encerramento da discussão, por exemplo), dando-se início ao processo de postagens, as quais são encadeadas hierarquicamente por data de envio. A título de organização, a postagem do tutor a distância apresenta-se com destaque (fundo azul), e todos podem responder a todos, cabendo a possibilidade de edição da resposta somente ao autor da postagem, com exceção do tutor a distância, que pode editar qualquer postagem.

65 65 Quadro 13 Interface de fórum de discussão O fórum de discussão, ainda, é uma ferramenta que permite a edição de textos em suas várias possibilidades (inserção de imagem, tabela, correção ortográfica etc.), bem como permite acesso direto a outras ferramentas, como a central de mensagens. b) Central de Mensagens em termos de atendimento ao aluno, trata-se da ferramenta mais utilizada, especialmente no que se refere a aspectos administrativo-acadêmicos e a comunicações individuais, particulares. A central de mensagens permite ao aluno pesquisar usuários do AVA, facilitando assim a comunicação com outros alunos, com gestores acadêmicos, gestores do AVA, coordenadores e tutores à distância, inclusive com possibilidade de anexar arquivos nas mensagens. Para que tal possibilidade de múltiplos destinatários se efetive, a central de mensagem possui ferramenta de busca de usuários.

66 66 Quadro 14 Interface da central de mensagem A central de mensagem é um sistema construído aos moldes de um correio eletrônico tradicional, com possibilidade de organização de mensagens em pastas, recuperação de mensagens excluídas, organização de grupos de destinatários/emissores, classificação por ícone de mensagem recebida etc. c) Newsletter Semelhante à central de mensagem, a ferramenta newsletter é um dispositivo de envio de mensagens que se particulariza pela possibilidade de envio por turma através do endereço eletrônico particular do aluno (sem necessidade de vínculo direto ao AVA). Tal particularidade permite ao tutuor a distância manter-se no AVA e, ao mesmo tempo, comunicar-se com os alunos de uma determinada turma guardando-se sua inviolabilidade no campo destinatário, bem como a possibilidade de cópia oculta para garantir também a inviolabilidade do endereço eletrônico particular do aluno.

67 67 Quadro 15 Interface da ferramenta newsletter A ferramenta newsletter permite o envio de comunicados gerais e/ou comunicados a alunos que ainda não acessaram o AVA, já que possui um filtro específico para categorizar alunos ausentes ao AVA. Em termos técnicos, trata-se de uma comunicação um para todos, cuja resposta, propositadamente, deverá ocorrer pela ferramenta central de mensagem, mantendo-se assim o propósito de comunicar para entrar no ambiente. d) Central de Monitoramento - o tutor a distância utiliza a Central de Monitoramento, um aplicativo que permite que ele extraia, por meio de categorias pré-definidas e parametrizadas alguns filtros de informações que o auxiliam na gestão acadêmica de sua turma e no acompanhamento do processo de interação e participação dos alunos. Ou seja, por meio dessa interface o tutor a distância pode selecionar dentro de uma determinada turma quais são os alunos que não participarão do tópico X, que não realizaram um atividade Y, que não responderam aos exercícios de participação, que não acessaram a plataforma nos últimos N dias etc. Um aplicativo que o auxilia na gestão e no acompanhamento dos alunos.

68 68 Quadro 16 Interface da ferramenta Central de Monitoramento COMUNICAÇÃO SÍNCRONA NO AVA A comunicação síncrona é o oposto da assíncrona, já que se caracteriza pela simultaneidade, ou seja, a comunicação é emitida por uma pessoa e recebida/respondida por outra imediatamente, mantendo-se assim a possibilidade de conversação on time. Trata-se do tipo de comunicação menos utilizado neste curso e, ao mesmo tempo, de menor potencial acadêmico, pois exige conexão simultânea entre os interlocutores. Vale ressaltar que a sincronia guarda um caráter de pessoalidade à comunicação, estabelecendo uma interlocução imediata, o que permite a sensação de aproximação e de conforto da interação simultânea, aos moldes do que ocorre no ensino presencial, diminuindo assim o sentimento de isolamento que pode ser um fator de desmotivação para o aluno na modalidade EAD. Eventualmente, tal ferramenta pode ser usada em atividades acadêmicas nas quais se exige interlocução imediata, como nas vésperas de avaliação, por exemplo. a) No AVA, o chat funciona a partir de agendamento prévio ou por atendimento individual. No primeiro caso, a funcionalidade agendamento customiza o acesso ao chat a partir de filtros, como disciplina e turma. No segundo caso, não há necessidade de agendamento prévio, cabendo ao tutor a distância abrir a ferramenta para

69 69 atendimento particular, mediante demanda, para alunos que se encontram online no ambiente, em simultaneidade ao tutor a distância. Para o aluno há um destaque no ícone da funcionalidade presente na sala de aula virtual, indicando a presença do tutor a distância da turma. Quadro 16 Interface da ferramenta chat no ambiente do professor online O mesmo ocorre para os alunos que querem conversar com colegas via chat, já que há a possibilidade de verificar quem está online. Quadro 17 Interface da ferramenta chat ( colegas online ) no ambiente do aluno

70 CANAIS DE COMUNICAÇÃO EXTERNOS AO AVA O atendimento externo ao AVA para o aluno da modalidade a distância na Universidade Estácio de Sá conta com diversos canais de comunicação, como a central geral de atendimento telefônico, uma linha 0800 para atendimento a alunos de todo o Brasil e atendimento via mensagem eletrônica, através do portal da instituição. No polo de apoio presencial, o atendimento é feito pela secretaria do polo COMUNICAÇÃO VIA TELEFONIA Através do portal Estácio na internet 45, bem como em todas as comunicações externas realizadas pela instituição (outdoor, publicidade, cartazes etc.), o aluno tem acesso às linhas telefônicas disponíveis para atendimento 46. Uma delas trata de chamadas locais oriundas da cidade sede da Universidade Estácio de Sá, e a outra trata de chamadas das demais localidades. O atendimento via telefonia está disponível de segunda a sexta-feira, de 08h às 20h; e aos sábados, de 8h às 18h. A central de atendimento telefônico é treinada especialmente para atender às particularidades de alunos, especialmente no que se refere a processos administrativoacadêmicos e dúvidas gerais sobre a modalidade e a progressão acadêmica. Além de treinamento 47, foi criado um protocolo de script com padrão de categorização para os operadores da central de atendimento COMUNICAÇÃO VIA MENSAGEM ELETRÔNICA Além do telefone, o aluno também possui a sua disposição o atendimento via mensagem eletrônica, disponível na página da internet. Aos moldes do telefone, a emissão de mensagem para atendimento segue script de categorização para produção do comunicado, no qual há um protocolo de filtragem para maior clareza do chamado, a partir das seguintes 45 As informações existem também na Sala Virtual, via ícone Fale Conosco. 46 Central de atendimento (Rio de Janeiro - capital), (demais regiões). 47 Os treinamentos são permanentes, com periodicidade trimestral.

71 71 premissas: a) identificação do remetente; b) assunto da mensagem; c) região/polo; d) curso; e) especificação do chamado COMUNICAÇÃO AVANÇADA Como a central de atendimento se presta a um protocolo de primeiro nível (que enseja a resolução para a maioria dos chamados), há também um serviço interno, denominado atendimento avançado, no qual os operadores são especializados em EAD e atendem diretamente dentro da sede da Diretoria de Educação a Distância da universidade. O objetivo do atendimento avançado é o de assistir o aluno quando os canais de atendimento originários necessitam de uma intervenção técnica especializada. Quando isso ocorre, o operador da central de atendimento transfere o chamado para o operador técnico avançado, o qual assume o atendimento ao aluno. O atendimento avançado permite a resolução de todos os chamados, desde dúvidas relacionadas à administração acadêmica, quanto dúvidas relacionadas à utilização do AVA e à dinâmica de funcionamento do curso. 5 MATERIAL DIDÁTICO Conforme explicitado nos itens referentes à metodologia (item 1.5 e seguintes), o material didático adotado neste curso concretiza a metodologia de convergência de meios na entrega do conteúdo, de forma a facilitar a construção do conhecimento e garantir o desenvolvimento de habilidades e competências específicas. Para tal, o material didático deste curso foi concebido de forma a integrar um conjunto de mídias compatível com a concepção de educação deste curso e da modalidade EAD. O processo de elaboração do design instrucional deste curso resultou no desenvolvimento de aulas transmitidas via web, estudo dirigido, dos tópicos de Orientações de Estudo, existentes dentro do conteúdo online das disciplinas, dos livros customizados (material didático), textos online, hipertextos, vídeos, estudos de casos, jogos, animações, projetos e outras atividades relacionadas com a realidade do estudante. Todos os materiais

72 72 educacionais e atividades propostas encontram-se baseados nas melhores práticas encontradas do mercado de trabalho de acordo com o perfil do egresso que se deseja formar. O quadro abaixo explicita a concepção da convergência de meios adotada neste curso, através de uma visão esquemática. Quadro 19 Visão esquemática da metodologia de convergência de meios na entrega de conteúdo 5.1 MATERIAL DIDÁTICO ONLINE Quanto ao conteúdo online, o aluno encontra, na sala de aula virtual, o desdobramento do conteúdo de forma interativa, com o uso de diversas ferramentas pedagógicas adequadas ao meio em que são veiculadas, especialmente pela utilização de objetos de aprendizagem, arquitetados juntamente com o hipertexto, de modo a permitir novas perspectivas de arquitetura da informação na integração entre os outros meios que disponibilizam o conteúdo das disciplinas constantes na grade curricular deste curso. Todas as disciplinas deste curso possuem 10 aulas interativas, construídas em base HTML com objetos de aprendizagem em flash e outras linguagens, de modo a garantir dialogicidade e interatividade na exploração do conteúdo programático. A construção do material didático online integra a atuação do docente responsável pela produção dos textos originais (professor conteudista) junto à atuação dos demais atores do processo de elaboração das aulas: designers instrucionais, web designers, programadores, ilustradores, revisores; todos especializados na concepção técnica de produção de conteúdo

73 73 online em ambientes virtuais de aprendizagem. O quadro abaixo explicita o fluxo de produção do conteúdo online. Quadro 20 Fluxo de produção do conteúdo online No fluxo de produção do material online, há diversos pontos de checagem, denominados controle de qualidade, de modo a garantir vários eventos de pré-testagem da qualidade do material, tanto no que se refere ao conteúdo propriamente dito, quanto aos aspectos de usabilidade e navegabilidade. É importante ressaltar que o conteúdo online foi concebido como principal vetor de convergência dos meios de entrega de material didático, concentrando na ferramenta estudo dirigido a integração das aulas transmitidas via web e a indicação de leitura do material impresso. 5.2 MATERIAL IMPRESSO Além do material online disponibilizado na sala de aula virtual, cada aluno recebe material impresso referente às disciplinas do período em que está cursando, como complementar à sua bibliografia de referência. Tal material contempla o conjunto de leituras integradas à bibliografia básica prevista no plano de ensino de cada disciplina. A finalidade dessa entrega, inserido no funcionamento dos cursos de graduação a distância, é a de disponibilizar o material necessário para o estudo e pesquisa,

74 74 proporcionando a organização e o alinhamento do conteúdo do material didático com a formação acadêmica e as demandas que dela são originadas. O aluno recebe seus livros por período acadêmico, acondicionados em embalagem específica, em sua casa, via correios. O material impresso configura o agrupamento dos livros de referência presentes no mercado editorial e constantes da bibliografia fundamental das respectivas áreas de conhecimento, através do portal pasta do professor. O quadro abaixo aponta o fluxo de seleção do material didático impresso. Quadro 21 Fluxo de produção do material didático impresso O projeto do material didático customizado para o aluno é fruto de uma parceria entre a Universidade Estácio de Sá e a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). Além de estimular a leitura e avançar em direção à qualificação do ensino, a concepção do material didático impresso evita cópias ilegais de livros didáticos. Com a iniciativa, a Universidade Estácio de Sá acredita estar contribuindo também para demonstrar aos alunos a importância do direito autoral e da referência à autoria, diminuindo assim a reprodução fotocopiada de livros, prática infelizmente ainda comum em diversas instituições de ensino superior. 5.3 AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB A produção das aulas transmitidas via web é feita de modo a integrar o conteúdo online e o material didático através da explanação do professor no momento da gravação nos estúdios desta universidade. Assim, garante-se a possibilidade de entrega de conteúdo similar

75 75 ao que ocorre na modalidade presencial, constituindo-se em um fio condutor na abordagem do conteúdo. Ao mesmo tempo, garante-se um processo de batimento para balizar a noção de tempo e progressão da disciplina, já que o aluno da modalidade EAD, devido à flexibilização de tempo e espaço inerente à modalidade, pode ter dificuldades em estabelecer um plano de controle e acompanhamento da progressão da disciplina, em termos cronológicos. Quadro 22 Fluxo de produção da aula transmitida via web O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica que promove uma corporalidade no processo de ensino mediante a transmissão (ao vivo ou gravada), a partir de estúdios de tele transmissão da Universidade Estácio de Sá. Para poder desempenhar tal papel, o docente é treinado tecnicamente para poder adequar sua exposição aos recursos comuns a qualquer estúdio, como iluminação, vestimenta, jogo de câmeras, movimentação, quadro digital, sonorização etc. Além disso, adota-se a técnica de autoconfrontação para que o docente possa avaliar seu desempenho e, concomitantemente, a equipe técnica do estúdio possa adequar os recursos ao professor. Após isso, há uma nova gravação, com pré-testagem por parte do coordenador de curso, para ajuste fino do processo.

76 76 Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital, realidade expandida, quadro multitoque etc.) e sua publicação ocorre em tópico específico de conteúdo na sala de aula virtual, podendo o aluno assistir quantas vezes desejar. 5.4 BIBLIOTECA VIRTUAL A Universidade Estácio de Sá estabeleceu uma parceria com o grupo Pearson Education, parceria esta que incorpora milhares de obras de referência para acesso, consulta e aquisição de livros por parte dos alunos desta instituição. A Pearson é uma empresa que se dedica ao ramo de edição, distribuição e comercialização de obras, dispondo de um acervo sobre o qual detêm direitos autorais de produção, distribuição e comercialização, sendo licenciada pela Digital Pages para uso de um software que permite o acesso por computadores, ou máquinas similares, ao seu acervo editorial que constitui a biblioteca virtual universitária e outras obras ou materiais, próprios ou de terceiros, por meio e através do Sistema Digital Pages. Tal parceria, somada ao acervo atual da biblioteca virtual da Estácio, permite ao aluno um expressivo aumento ao acesso à literatura de excelência nas diversas áreas do conhecimento. O acesso à biblioteca virtual se dá no AVA, mais especificamente na sala de aula virtual, e a interface de publicação permite, além da visualização do conteúdo, o uso de outros recursos, como marcadores de texto e memorização da última página lida. O docente que elabora o conteúdo pode incorporar ao estudo dirigido a recomendação de leitura das obras ali disponibilizadas, como recurso auxiliar de estudo. 6 AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem tem como princípio o desenvolvimento de competências, da capacidade de construir conhecimentos técnicos, tecnológicos e gerenciais, a partir das necessidades observadas na prática social e profissional. Utilizando-se de critérios claramente explicitados, são avaliados os conhecimentos e o modo como os alunos fazem uso deles. Isso permite, quando necessário, uma reorientação no processo de formação dos alunos, com atividades de apoio, de forma a permitir o suprimento de suas dificuldades.

77 77 Compreende-se a avaliação como uma atividade que fornece informações e questões para que se possa refletir sobre o melhor caminho a ser construído durante a formação do profissional, tentando resgatar o potencial de cada um dos alunos. A avaliação é vista como um processo indispensável para o replanejamento das ações educativas. Ela não ocupa um espaço único e específico, com o propósito de avaliar o que o aluno produziu, mas faz parte de um processo contínuo e permanente, permitindo avanços sem ferir as normas pré-estabelecidas institucionalmente, quanto ao momento e formas de registrar os resultados obtidos pelos alunos. 6.1 AVALIAÇÃO FORMATIVA A avaliação formativa e continuada consiste em uma prática educativa contextualizada, flexível, interativa, presente ao longo do curso, de maneira contínua e dialógica 48. Nesse sentido, avalia-se o conteúdo e sua forma de exposição, profundidade, tratamento e desdobramento, a partir de indicadores relacionados à concepção das tarefas/atividades/simulações solicitadas ao aluno e à experiência na ação colaborativa, sempre tendo por norte a autonomia e a cooperação como princípios básicos da educação. Como o ato de avaliar não se limita a testar, medir e quantificar, a avaliação formativa será realizada ao longo do processo, observado o desempenho revelado pelos alunos nas diferentes ações solicitadas, e tal percepção é compreendida como parte do processo de aprendizagem. Dessa forma, para se estabelecer um diagnóstico acerca da formação do discente, serão observados os trabalhos a serem desenvolvidos na sala de aula virtual, envolvendo fóruns, atividades, leituras e exercícios sob a orientação dos tutores a distância (online), que registram e acompanham as atividades realizadas pelos alunos, individualmente ou em grupo, a fim de melhor planejar suas ações e promover estratégias de intervenções pedagógicas diferentes. O desempenho e o progresso do aluno são acompanhados continuamente pelo tutor a distância, pelo tutor presencial, pelo coordenador do curso e pela supervisão pedagógica da Universidade Estácio de Sá. Tal diagnóstico permite rever a abordagem dos conteúdos, a 48 Conforme FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.

78 78 seleção do material didático, a composição/concepção da avaliação somativa e, inclusive, a necessidade de ampliar o programa de reforço acadêmico. Outro aspecto relevante é o princípio da autoavaliação como instrumento que favorece o exercício de análise crítica, de percepção do crescimento do aluno, permitindo a aquisição de uma autonomia intelectual e uma visão real de sua própria formação. Nesse sentido, foram desenvolvidas diversas atividades entremeadas49 ao conteúdo online para verificação da aprendizagem, de forma a permitir ao aluno verificar seu desempenho acadêmico nas temáticas abordadas no conteúdo. Todas as atividades/exercícios possuem opção de gabarito. Em outras palavras, o aluno é estimulado a verificar sua aprendizagem e, ao final de cada atividade, tem à disposição a possibilidade de verificar o padrão de resposta esperado e os comentários do professor conteudista, responsável pela proposta de verificação de conteúdo. 6.2 AVALIAÇÃO SOMATIVA As avaliações somativas são realizadas de forma presencial e a distância, de acordo com os termos legais e com os critérios da Universidade Estácio de Sá. As avaliações presenciais compreendem 80% da pontuação total de cada avaliação, e são compostas por questões dissertativas e objetivas de múltipla escolha (resposta única), privilegiando o desenvolvimento de competências e da capacidade de construir conhecimentos teóricos, técnicos e aplicados, demonstrados por produção textual ou por discursivização/justificativa de processos, cálculos e procedimentos que estão sendo verificados. Essas avaliações são corrigidas pelos tutores a distância das referidas disciplinas da estrutura curricular. A prova é feita presencialmente, nos polos de apoio presencial, realizada nos laboratórios de informática. Dessa maneira, cada aluno pode agendar previamente a data, hora e local que deseja realizar sua avaliação, garantindo-se assim a possibilidade de abranger todo o corpo discente de maneira individualizada. A partir do momento em que o aluno conclui sua avaliação (prova), o sistema gera automaticamente uma transferência de dados para o SIA, no qual cada tutor a distância, 49 Também ocorrem ao final de cada aula online.

79 79 responsável pela disciplina/turma, possui um perfil de usuário-gestor. Dessa maneira, tutor a distância tem acesso à avaliação dos alunos de sua turma, podendo gerar estatísticas de aproveitamento por questão e por turma, fornecendo assim forte subsídio para adequar/aperfeiçoar o banco de questões de sua disciplina. As avaliações a distância podem compreender até 20% da pontuação total de cada avaliação, e caracterizam-se pela produção textual de trabalhos acadêmicos solicitados e/ou os fóruns de discussão do conteúdo, nos quais o aluno deverá produzir textos de acordo com a dinâmica da discussão, sendo avaliado pelo critério da pertinência e da interatividade. Nesse caso, os critérios de aceitação da produção textual do aluno no fórum de discussão baseiam-se em três vertentes: a) produção original; b) comentários originais à produção de um colega; c) expansão da temática solicitada através da produção de textos originais que desdobram, complementam ou trazem novas informações à discussão. O desempenho dos alunos nas diferentes atividades desenvolvidas será consolidado em notas, de forma a atender o estabelecido no Regimento Interno da Universidade Estácio de Sá, de acordo com as normas descritas a seguir. O aluno será avaliado, oficialmente, em três etapas, AV1, AV2 e AV3, sendo a cada uma delas atribuído grau de 0,0 a 10,0 pontos. Os trabalhos acadêmicos e ou participaçãoes nos fóruns de discussão, quando previstos nos planos de ensino, podem valer até 2 pontos na composição das notas de AV1 e AV2, como mencionado anteriormente. Na AV3 não há previsão de avaliação somativa a distância. Para aprovação nas disciplinas o aluno deverá atender às três condições a seguir: 1 Atingir média aritmética igual ou superior a 6,0, sendo consideradas apenas as duas maiores notas obtidas dentre as três etapas de avaliação AV1, AV2 e AV3. A média aritmética obtida será o grau final do aluno; 2 Obter notas iguais ou superiores a 4,0 em, pelo menos, duas das três avaliações, como requisito obrigatório para desencadear o cálculo da média 50 ; 6.3 SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE AVALIAÇÃO 50 Caso o aluno apresente pontuação 10 em uma AV, e pontuação 3 em outra, por exemplo, não será aprovado, ainda que, matematicamente, tenha atingido a média.

80 80 A Universidade Estácio de Sá desenvolveu um sistema de avaliação, integrado ao Sistema de Informações Acadêmicas (SIA), que possibilita a geração de provas categorizadas em níveis de complexidade distintos, de acordo com as competências previstas no Plano de Ensino de cada disciplina, sob a gestão do corpo docente correlato. Cada disciplina, de cada curso, possui um banco de itens de teste, elaborado pelo corpo docente da área, de modo a permitir um nivelamento da complexidade das aferições, bem como retroalimentar o banco. Esta diretoria trabalha com a proporção mínima de 30 questões por objetivo operacional a ser mensurado, de acordo com o plano de aula, sendo que, para cada objetivo, uma questão integrará a avaliação do aluno. Para orientar o docente na elaboração de avaliações, a Universidade Estácio de Sá possui uma equipe exclusivamente voltada para treinamento na confecção de itens de teste e também para orientar o corpo docente e coordenação de curso no que se refere às práticas de avaliação somativa sob a modalidade a distância. As avaliações presenciais, portanto, possuem questões dissertativas e objetivas de múltipla escolha geradas randomicamente pelo sistema, garantindo-se, assim, que o total sigilo seja mantido, visto que para cada aluno será gerada uma prova com um conjunto de questões diferenciadas das demais provas aplicadas aos outros alunos, ainda que da mesma disciplina e realizando a avaliação no mesmo horário/local, em virtude do sistema de banco de questões. Tal sistema permite, inclusive, o uso de imagens, filmes, gráficos, áudio etc. no enunciado de cada questão, assegurando ao corpo docente a possibilidade de trazer à confecção da prova diversos elementos audiovisuais que normalmente não poderiam ser usados na elaboração de provas presenciais. 6.4 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL A institucionalização de uma cultura de avaliação é um processo que a Universidade Estácio de Sá vem desenvolvendo desde a década de 90 e cujos pilares foram lançados em seu Projeto "Qualidade e Participação". Dentro dessa filosofia, em 1994, a Estácio integrando-se ao processo de Avaliação das Universidades Brasileiras, expresso pelo documento básico produzido pela Comissão

81 81 Nacional de Avaliação das Universidades Brasileiras, criada em julho de 1993 pela SESu/MEC gerou o seu Plano de Avaliação Institucional objetivando "promover a análise de processos, de desempenho organizacional, de gestão e de qualidade, tendo em vista a avaliação institucional, considerando como referencial os objetivos institucionais e pedagógicos e o efetivo cumprimento das funções sociais, culturais e econômicas da universidade". (UNESA, 1994, pág. 2). Na geração do plano, a apropriação dos resultados foi reconhecida como uma das questões mais relevantes a serem tratadas, comprometendo-se a Universidade a "assumir a responsabilidade e aceitar o desafio de promover as mudanças necessárias nos pontos que os diagnósticos apontarem como críticos". (Ibid, pág. 3). Dando continuidade a essas ações avaliativas, o então Projeto de Avaliação Institucional da Universidade Estácio de Sá (PAIUNES), desenvolvido no período , recebeu conceito de excelência no MEC/PAIUB e representou uma iniciativa concreta e eficaz para a melhoria contínua do ensino, norteando-se pelos princípios de descentralização articulada, adesão voluntária, isenção, abrangência, continuidade e compromisso com a Instituição. Ao longo de 11 etapas de trabalho contínuo, o PAIUNES mobilizou a comunidade acadêmica sobre a importância e os benefícios do processo de autoavaliação institucional para o aperfeiçoamento da prática educativa. Diante das novas normas de avaliação determinadas pelo SINAES, instituídas pela Lei de 14 de abril de 2004, a Estácio criou a Comissão Própria de Avaliação (CPA), para organizar seu projeto de autoavaliação Institucional, atendendo às Diretrizes disponibilizadas em 26 de agosto de 2004 pela CONAES. O número de participantes envolvidos no processo foi ampliado para sedimentar a cultura avaliativa e valorizar a utilização das análises oriundas originariamente do PAIUNES. A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da Universidade Estácio de Sá foi constituída pela Portaria 105/GR/2004 em 3 de maio de 2004 e homologada pelo CONSUNI em atendimento à Lei nº , de 14 de abril de Integrada por 14 membros representantes dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada, a CPA zela para que o Projeto de Autoavaliação Institucional esteja alicerçado em responsabilidade, participação, comprometimento, compartilhamento democrático de

82 82 ideias e projetos, integração, autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da análise crítica de seus projetos e serviços. Em seu Regulamento, a CPA conta com representações instituídas nos campi, denominadas CPA Setoriais, que obedecem à mesma composição estabelecida no SINAES. A EAD, com seu Campus Virtual, possui, assim, também uma CPA que por sua especificidade tem os Coordenadores de Polo como seus multiplicadores. Avaliado pela Comissão Técnica em Avaliação/INEP, o Projeto recebeu de acordo com o Ofício Circular INEP/DAES/nº de 7 de julho de 2005 o seguinte Parecer: A Proposta indica que houve articulação entre a realidade da IES e as dimensões da Avaliação Institucional, atendendo aos princípios e diretrizes do SINAES. É possível identificar no texto, que a Proposta é resultado da interação entre os atores envolvidos no processo avaliativo, mostra-se coerente com os objetivos e funções de uma Instituição de Educação Superior e assegura a identidade institucional (grifos nossos). Utilizando-se ainda de recursos como a Internet 51 e a Intranet 52, a CPA vem zelando para que o projeto de autoavaliação institucional esteja alicerçado em responsabilidade, participação, comprometimento, compartilhamento democrático de idéias e projetos, integração, autonomia e permanente busca de aperfeiçoamento através da análise crítica de seus projetos e serviços. Os resultados obtidos, pelos alunos/ tutores a distância em cada disciplina, nas avaliações institucionais semestrais, são apresentados e debatidos nas reuniões de Colegiado de Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante. Com base nas informações sobre as potencialidades e fragilidades, são elaboradas propostas de melhorias administrativas e/ou didático-pedagógicas, buscando o aperfeiçoamento constante do projeto pedagógico do curso. 7 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR Um curso oferecido na modalidade EAD exige o estabelecimento de uma equipe multidisciplinar para que seja possível estruturar sua concepção de educação, seus processos 51 (http://www.estacio.br/site/cpa/). 52 (http://estacio.intranet.br/index.php/comissao-propria-de-avaliacao-cpa).

83 83 de ensino e de aprendizagem e seu funcionamento acadêmico-administrativo. Tal equipe é responsável pela criação, produção, controle, qualidade, operacionalização da oferta do curso e integridade aos referenciais estabelecidos neste projeto. Portanto, neste item do projeto estarão contemplados os diversos profissionais que atuam neste curso. 7.1 EQUIPE RESPONSÁVEL PELA CONCEPÇÃO/CRIAÇÃO DO CURSO 53 Este curso atribui grande relevância à experiência profissional de seu corpo docente, considerando que a vivência de cada um no mercado, no qual futuramente o alunado estará inserido, é de grande valia para a formação deste aluno. No entanto, o necessário preparo acadêmico também é exigido e oferecido pela própria Instituição ao seu corpo docente, de maneira a sedimentar uma perfeita sintonia entre a prática profissional e a atuação acadêmica. O binômio entre aderência acadêmica e experiência profissional, portanto, norteia as ações do corpo docente responsável pela concepção do curso. Temos, assim, a composição do Núcleo Docente Estruturante (NDE), atendendo aos critérios preconizados para sua constituição (quantidade, titulação, regime de trabalho etc.). Cabe justamente ao NDE discutir, fomentar e atualizar este Projeto Pedagógico, bem como os respectivos Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) das disciplinas constantes da matriz curricular. Quanto às discussões referentes ao Projeto Pedagógico de Curso, o NDE atua de modo a validar a pertinência e aderência acadêmicas concernentes ao curso, sua matriz curricular, seu acompanhamento, sua consolidação e a avaliação do PPC, de modo a garantir os princípios e procedimentos ali definidos. Tal processo é mediado pelo coordenador de curso, através do Sistema de Gestão do Conhecimento (SGC), a partir de discussão fomentada nos fóruns sobre, respectivamente, o PPC, o Plano de Ensino - PE e os Planos de Aula - PAs. O produto das discussões representa a versão final da cooperação e da colaboração do NDE via mediação/intervenção do coordenador de curso. Tem-se assim a matriz do Projeto Pedagógico, e sua formulação final cabe ao coordenador do curso. As discussões sobre este PPC, ainda, continuam ocorrendo no SGC, de modo a garantir sua constante atualização e eventual alteração. 53 No Anexo 1 estará a lista do corpo docente responsável pela concepção do curso.

84 84 Os Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PA) também são depositados no SGC. Os PEs apresentam os aspectos programáticos da disciplina (objetivos, ementa, bibliografia, metodologia, perfil do docente etc.), bem como seu o mapa conceitual. Os PAs representam o desdobramento do conteúdo programático estabelecido no PE, assim como as atividades estruturadas relacionadas à aula 54 e a referenciação ao material didático impresso fornecido ao aluno. A elaboração do PE/PA cabe ao professor conteudista, selecionado pelo coordenador de curso. Nesse ínterim, o conteudista passa a fazer parte da mediação da discussão no fórum composto pelo NDE para tais documentos. Quadro 22 Fluxo de concepção/produção dos PE/PA NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O NDE deste curso é constituído por um grupo de docentes, de quantidade, titulação, formação acadêmica e regime de trabalho compatíveis com as determinações regulamentares. Cabe ao núcleo conceber, acompanhar, revisar e auxiliar o coordenador do curso na consolidação deste PPC, bem como verificar a contínua atualização e efetividade deste projeto. Durante o processo de construção do Projeto Pedagógico, o NDE atua junto ao coordenador de curso, sob supervisão do coordenador pedagógico nacional, em um trabalho 54 Quando for o caso.

85 85 colaborativo, de modo a garantir os princípios e os procedimentos concebidos na matriz do PPC COORDENADOR DE CURSO O coordenador de curso é um docente com formação na área do curso, titulação de pós-graduação, preferencialmente stricto sensu e experiência no magistério superior e na modalidade a distância. Seu regime de trabalho contempla o que é preconizado pelo órgão regulador. Cabe a esse docente aplicar as decisões do NDE acerca do PPC, bem como responder pelo cumprimento deste projeto. Tal docente atua como mediador das discussões oriundas da interação com o NDE, com o objetivo de consolidar a matriz do PPC a ser aplicada na produção deste projeto. Cabe a ele também selecionar os docentes conteudistas dos planos de ensino e planos de aula das respectivas disciplinas deste curso, bem como supervisionar e validar tal produção. Cabe a ele também supervisionar e orientar a atuação dos tutores (presenciais e a distância) e interceder pelos alunos quanto aos aspectos pedagógicos e acadêmico-administrativos. Ainda, faz parte de sua atribuição homologar os docentes que irão atuar na tutoria a distância DOCENTE CONTEUDISTA O docente conteudista é um professor com aderência acadêmica à disciplina, formação na área e titulação compatíveis para a execução do trabalho de elaboração dos originais dos Planos de Ensino (PE) e Planos de Aula (PAs) da disciplina sob sua responsabilidade. O conteudista responde diretamente ao coordenador de curso, e sua produção está subordinada a sua validação. Os professores conteudistas são especialistas no assunto da disciplina, com consistente formação acadêmica e reconhecida experiência no seu campo profissional. Criam e selecionam os conteúdos, normalmente na forma de texto explicativo/dissertativo, e preparam o programa da disciplina, respeitando as etapas do design instrucional: projeto pedagógico, planos de disciplina e de aprendizagem, mapa conceitual, sequência instrucional, elaboração da informação, criação dos itens de teste e seleção da bibliografia que irá compor

86 86 o material didático impresso de cada disciplina. Muitas dessas etapas são realizadas com o trabalho cooperativo entre professores conteudistas, designers instrucionais, web designers e revisor gramatical, dentre outros membros da equipe multidisciplinar DOCENTE DA AULA TRANSMITIDA VIA WEB O professor da aula transmitida via web é um docente de sólida formação acadêmica que ministra aulas das disciplinas, utilizando os estúdios da Universidade Estácio de Sá. Esse docente é capacitado para usar as tecnologias disponíveis no estúdio e aplicá-las na execução das aulas, tendo o apoio de equipe específica para esse fim. Juntamente com a execução da aula propriamente dita, cabe ao docente elaborar material de apoio que também é disponibilizado aos alunos, conforme fluxo abaixo: Quadro 23 Fluxo de produção das aulas transmitidas via web Toda aula transmitida via web conta com recursos didáticos (quadro digital, realidade expandida, quadro multitoque etc.). Juntamente com o conteúdo online e o material didático, a aula transmitida via web completa a convergência de meios na oferta do conteúdo de cada disciplina.

87 PROFESSOR CONVIDADO O professor convidado é um profissional de notório saber, conceituado na área, com visibilidade no mercado e credibilidade entre os pares, convidado para disseminar o seu conhecimento entre os discentes. Sua ação é eventual, e pode ocorrer na aula transmitida via web (quando convidado pelo docente responsável pela aula), em aulas inaugurais (inclusive presenciais, no polo) e em atividades acadêmicas complementares, dentre outras possibilidades TUTOR A DISTÂNCIA O tutor a distância é um ator importante e indispensável na rede de comunicação que vincula os alunos às disciplinas e à Instituição de Ensino, pois, além de manter a motivação dos alunos, possibilita a retroalimentação acadêmica e pedagógica do processo educativo. Precisa ter conhecimento do conteúdo da disciplina online em que atua e domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente em suas diversas formas e estilos. Sua principal tarefa é orientar e motivar o aluno, acompanhando suas atividades nas disciplinas sob sua responsabilidade, procurando sempre orientá-lo quanto ao desenvolvimento de estratégias de estudo autônomo, de estudo cooperativo e colaborativo e à melhoria do processo ensino-aprendizagem, sobretudo a partir dos conteúdos e experiências apresentados. Atua diretamente nas tecnologias de informação e comunicação disponibilizadas no AVA, com vistas à interação com o aluno para esclarecimento de dúvidas, à promoção de espaços de construção coletiva do conhecimento e a participação nos processos avaliativos. O papel do tutor a distância é imprescindível para transmitir ao aluno segurança de que ele não está só em seu processo de aprendizagem. Dentro de uma abordagem construtivista, na qual o aprendiz é o agente do processo de aquisição do conhecimento, esse docente é o orientador, instigador, aquele que vai levar os alunos ao trabalho cooperativo e colaborativo. É também aquele que potencializa o diálogo, a troca de conhecimentos e a produção coletiva dos seus discentes.

88 TUTOR PRESENCIAL O tutor presencial 55 é responsável pelo atendimento aos discentes nos polos. Tem como principal papel orientar o processo de estudos dos discentes e esclarecer suas dúvidas de procedimentos de acesso e sobre a metodologia de ensino, já que as dúvidas de conteúdo são orientadas pelo tutor a distância. Esse profissional detém conhecimento sobre a área do curso, aderência acadêmica e domínio das técnicas indicadas para o desenvolvimento da ação docente nesta modalidade de ensino. O atendimento aos alunos será presencial e individual, conforme agendamento prévio, ocorrendo em sala de estudos apropriada, localizada no polo de apoio presencial. O tutor presencial está subordinado administrativamente ao coordenador do polo, e academicamente interage com o tutor a distância para questões relacionadas ao conteúdo, e com o coordenador de curso para questões relacionadas à metodologia e à progressão acadêmica do curso. 7.2 POLÍTICA DE ATUALIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DO CORPO DOCENTE Para oferecer suporte adequado a nossos docentes, foi criado o Programa de Incentivo à Qualificação Docente (PIQ), que se constitui em diversos espaços de interlocução com os professores que atuam em cada curso, para fomentar a troca de experiências, permitindo que o docente encontre na relação, no diálogo com o colega, uma reflexão conjunta e partilhada que lhe permita superar os desafios enfrentados cotidianamente. O PIQ inclui ações que enfatizam a formação continuada com vistas ao aprimoramento acadêmico elaborado em dois eixos fundamentais: 1. O primeiro apresenta módulos básicos centrados na prática pedagógica nos quais serão discutidos os temas: Planejamento de Ensino, Metodologia e Estratégias de Ensino, Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem e Interatividade em sala de aula, e que se destinam a todos os professores que atuam nos cursos de Graduação, Graduação Tecnológica e Pós Graduação, nas modalidades presencial e a distância. 2. O segundo eixo está centrado na formação pedagógica específica, e, portanto, numa perspectiva estratégica, na qual serão oferecidos módulos criados para atender a demandas geradas pelos Projetos Pedagógicos dos 55 No anexo 3 está a lista de tutores presenciais.

89 89 Cursos, como exemplo o módulo Formação de Professor em Docência online, o módulo Formação de Conteudistas e o módulo Elaboração de avaliação. Frente à necessidade de abrangência nacional, os módulos que integram o PIQ utilizam a metodologia de ensino a distância, quer no formato online, quer nas aulas transmitidas via web. Os módulos são disponibilizados ao longo do ano, abrangendo o público docente nacionalmente, que poderá cursá-los a qualquer momento, inclusive de forma simultânea. As inscrições são realizadas online, pelo sistema de informações acadêmicas SIA, no limite das vagas disponibilizadas por turma. Os professores contam com a orientação de um tutor da área, por turma, que orienta e incentiva o aprofundamento dos temas. Além disso, o Núcleo de Educação a Distância da Universidade Estácio de Sá promove capacitações para os tutores presenciais e a distância, visando à formação continuada desses atores que atuarão no atendimentos dos alunos EAD. 7.3 EQUIPE DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO A Universidade Estácio de Sá possui equipe própria para desenvolvimento e produção de conteúdo online, responsável pela transformação dos originais oriundos do professor conteudista em conteúdo interativo, dialógico, com amplo emprego de tecnologia e objetos de aprendizagem, todos aliados a uma metodologia de desenho didático proprietária. Também cabe à equipe de produção de conteúdo integralizar os outros setores envolvidos na entrega de conteúdo (estúdio e material didático impresso), estabelecendo nesse processo a arquitetura, programação e manutenção do AVA e suas funcionalidades. Todo o desenvolvimento da produção de conteúdo passa por etapas de checagem de qualidade, para validações acerca da aderência do desenho didático na consecução dos objetivos estabelecidos nos PE e PAs, bem como a especificidade do perfil do aluno na sugestão das animações, vídeos e imagens.

90 GESTOR DA ÁREA DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO FÁBRICA DE CONHECIMENTO Responsável pela gestão do desenvolvimento e produção de conteúdo na modalidade EAD, tem por função capacitar, organizar e gerir a equipe de produção alocada para este curso. Com experiência em produção de material instrucional, o gestor da área interage com todos as equipes envolvidas, estabelecendo o plano de execução da produção de conteúdo e da gestão do AVA ANALISTA DE PROJETO EDUCACIONAL Responsável pela oferta do currículo do curso, da atualização das disciplinas e da gestão do curso no que tange à oferta de conteúdo. Cabe a esse profissional orientar a confecção da metodologia de entrega de originais, interagir com o coordenador pedagógico para seleção e capacitação de conteudistas e responder pela adequação do planejamento do curso. Cabe a ele também administrar no AVA o conteúdo e as funcionalidades ali dispostas, bem como orientar as outras equipes na integralização da oferta de conteúdo. Este profissional é, ainda, o responsável pela identidade visual da instituição no que se refere à oferta de conteúdo na modalidade EAD, pela definição de procedimentos de produção de conteúdo, pela inovação tecnológica e pela supervisão de todos os processos e produtos oferecidos online DESIGNER INSTRUCIONAL Responsável pelo planejamento didático dos cursos e disciplinas online, assim como pela elaboração dos mapas conceituais, elaboração dos hipertextos e orientação do desenvolvimento dos recursos multimídia. Responde pela adequação do desenho didático e pelos ajustes orientados no controle de qualidade, bem como executa a redação final dos originais para adequar à metodologia.

91 WEBDESIGNER Responsável pelo projeto de design gráfico, assim como pela programação HTML, flash, recursos imagéticos e utilização e orientação da produção de recursos multimídia na execução do planejamento didático estabelecido pelo designer instrucional. Atua diretamente com o designer instrucional, orientando a adequação do roteiro de aula às solicitações do planejamento didático PROGRAMADOR Responsável pelos processos tecnológicos no AVA e respectiva interface com o Sistema de Informação Acadêmico (SIA). Responsável pela transformação do conteúdo de um curso em HTML, operação do LMS, produção de aplicativos, sistemas e funcionalidades na inteligência e controle de processos. Atua diretamente com o designer instrucional e com o web designer, integralizando a ação de ambos no AVA REVISOR Responsável pela revisão linguística dos materiais didáticos veiculados no AVA, tendo por referência, além da correção gramatical, a pertinência do gênero discursivo em questão, tendo em vista suas coerções (dialogia, continuidade lógica, coesão, coerência etc.). Eventualmente, propõe redação final ao roteiro elaborado pelo designer instrucional ESPECIALISTA EM AVALIAÇÃO Responsável pela orientação presencial dos professores conteudistas que irão elaborar os itens de teste para o sistema de avaliação 56. Responde pela observação das normas regimentais referentes à avaliação. Responde também pela instrução acerca da construção de questões sob a ótica da proporção de níveis cognitivos e graus de dificuldade. Faz parte de 56 O curso de capacitação se dá na modalidade EAD, no PIQ.

92 92 suas atribuições estabelecer encontros semanais para orientação e revisão de itens de teste, além de oficinas permanentes de capacitação. 7.4 EQUIPE RESPONSÁVEL PELA AULA TRANSMITIDA VIA WEB O estúdio é o centro que produz e transmite as aulas transmitidas via web para todos os polos de apoio presencial e para o AVA. Nele trabalham câmeras, editores e assistente de produção. Consta das atribuições do estúdio o agendamento, a gravação, a captação e edição das aulas transmitidas via web, assim como a catalogação e depósito de todos os arquivos e versões do material adotado na aula, bem como a produção de material adaptado (versão em LIBRAS e versão em áudio) GESTOR DOS ESTÚDIOS DE TRANSMISSÃO VIA WEB Cabe a esse profissional gerir o pessoal alocado nos estúdios e equipes de apoio, bem como organizar e gerir a agenda de alocação de docentes para as aulas, além de supervisionar o processo de geração e depósito das aulas transmitidas via web no AVA EDITOR Profissional responsável pela seleção e cadastro de URL nos sistemas integrados de transmissão via web, bem como pela edição, corte, legendas, sonorização e finalização de gravações realizadas no estúdio em que está alocado. Também cabe a ele disponibilizar as versões em áudio das aulas e editar a gravação para versão em LIBRAS, bem como manipular o quadro digital utilizado pelo docente e operar a câmera móvel. É responsável pelo produto final, supervisionando a ação do câmera, do assistente de produção e do intérprete de LIBRAS, além de orientar o docente no que se refere aos aspectos técnicos de gravação.

93 CÂMERA Responsável pela captação em vídeo das aulas, pela orientação espacial do professor no momento da captação e pela orientação ao editor de eventuais necessidades de mudança de câmera/enquadramento. Cabe a ele operar a câmera fixa, assegurar a captação de áudio e organizar os espaços de captação (como no uso de quadro branco tradicional, uso de púpito/mesa, uso de chroma key, externas etc.) ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Profissional responsável por assessorar o editor em todo o evento de captação de vídeo. Também compete ao assistente de produção catalogar e disponibilizar as URLs e arquivos utilizados na aula para depósito no AVA. Também compete a esse profissional auxiliar o docente na gravação das aulas e produção de material. Responde diretamente ao editor INTÉRPRETE DE LIBRAS Cabe a esse profissional assistir previamente à aula a ser interpretada para verificar o procedimento de versão em LIBRAS, efetuando então à execução da aula interpretada em línguagem de sinais. Para exercer tal função, todo intérprete alocado no estúdio possui contato com a comunidade surda para efetividade do processo. 7.5 EQUIPE GESTORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD As atribuições da equipe responsável pela operação e gestão administrativa deste curso são as de planejar, desenvolver, promover, administrar e avaliar as políticas, planos, programas, ações, produtos e serviços de Educação a Distância, atuando de forma integrada aos diversos setores da Universidade Estácio de Sá. Cabe a essa equipe, ainda, sistematizar a atuação do polo de apoio presencial, coordenar o atendimento especializado ao corpo docente e discente, gerir a logística acadêmica de distribuição de turmas e alocação de

94 94 tutores presenciais e a distância, administrar a estrutura física da sede e gerir os processos acadêmico-administrativos deste curso DIRETOR DE EAD - NEAD Gestor operacional e administrativo dos cursos oferecidos na modalidade EAD, atua em conjunto com a área acadêmica no dimensionamento da oferta de curso e na viabilização de caráter operacional, logístico, financeiro e administrativo dos cursos na modalidade. Supervisiona a atuação acadêmico-administrativa da secretaria acadêmica, o atendimento especializado ao aluno, a atuação dos polos de apoio presencial e a infraestrutura necessária à execução deste projeto GERENTE ACADÊMICO A Gerência Acadêmica é responsável pela implementação e gerenciamento de ações operacionais, acadêmicas e pedagógicas para a operação do curso Adninistração, em parceria com o coordenador de curso. Este trabalho versa sobre a proposição e a validação de calendário acadêmico, planejamento acadêmico, matrícula, atualização das diretrizes e orientações pedagógicas para cada período/semestre do curso em oferta. Além de apoiar a coordenação de curso na supervisão dos tutores a distância GERENTE DE POLOS A coordenação dos polos de apoio presencial é liderada pela Gerência de Polos, subordinada à Gerência do NEAD, no que se refere aos aspectos logísticos, de infraestrutura e operação do corpo social. A gerência dos polos tem como principal responsabilidade supervisionar as atividades ali exercidas, com ênfase aos eventos de avaliação e de tutoria presencial, em parceria com a coordenação de curso, de forma a que sejam cumpridos os critérios e procedimentos estabelecidos no Manual de Procedimentos do Pólo de Apoio Presencial da Universidade Estácio de Sá. Cabe também à gerência do polo responder pelo

95 95 atendimento especializado aos alunos, bem como orientar as ações e procedimentos dos tutores presenciais junto ao Sistema de Informações Acadêmicas (SIA) GERENTE DE AVALIAÇÕES Responsável pela orientação, junto com o coordenador de curso, dos professores conteudistas que irão elaborar os itens de teste para o sistema de avaliação 57. Responde pela observação das normas regimentais referentes à avaliação. Responde também pela instrução acerca da construção de questões sob a ótica da proporção de níveis cognitivos e graus de dificuldade. Faz parte de suas atribuições estabelecer encontros semanais para orientação e revisão de itens de teste, além de oficinas permanentes de capacitação COORDENADOR DO POLO Cabe ao Coordenador do Polo acompanhar e coordenar as atividades administrativas e as dos tutores presenciais. Supervisiona, ainda, as atividades relacionadas aos discentes. Este coordenador responde pela infraestrutura, pela gestão acadêmica, pelo acompanhamento e geração de relatórios, pelo atendimento ao aluno sobre questões administrativas e pela gestão do corpo social alocado no polo de sua responsabilidade. Também compete a esse profissional implementar e supervisionar as ações de secretaria acadêmica e de capacitação de pessoal, no que se refere aos recursos tecnológicos exigidos neste curso. No caso de polos sediados em IES pertencentes ao mesmo Grupo da Universidade Estácio de Sá, compete ao Coordenador do Polo de apoio presencial interagir com o gestor da unidade para as ações de compartilhamento de infraestrutura, compartilhamento de biblioteca, laboratórios e de garantia de acessibilidade no espaço físico. O Coordenador de Polo responde ao gerente de polos. 57 O curso de capacitação se dá na modalidade EAD, no PIQ.

96 SECRETARIA DO POLO Compete à secretaria do polo, sob supervisão do coordenador, atender o aluno no que se refere aos aspectos administrativos e de gestão acadêmica, mantendo contato frequente com a gerência de polos para integração entre as ações locais e as ações em sede. Ainda, é responsável por toda a documentação do corpo social ali presente e dos alunos matriculados no polo, no sentido de catalogar, organizar, registrar e arquivar os documentos inerentes à vida acadêmica do aluno SUPERVISOR DE LABORATÓRIO Sob supervisão do coordenador de polo, esse profissional atua nos laboratórios de informática dos campi com a finalidade de promover a inclusão digital de estudantes e professores, assim como orientar os alunos no acesso ao Campus Virtual e ao AVA, respondendo por questões técnicas e tecnológicas. 8 INFRAESTRUTURA DE APOIO Além da equipe de profissionais que atua neste curso em suas diferentes fases e atribuições, existe uma infraestrutura física e uma infraestrutura de material para que as ações e determinações expressas neste projeto possam ser executadas. 8.1 INFRAESTRUTURA FÍSICA DA SEDE DA EAD NA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ A sede do NEAD ocupa prédio de dois andares, com cerca de 2000 metros quadrados, na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se de um amplo espaço exclusivo, dividido em setores como sala de trabalho dos tutores a distância, biblioteca, sala de convivência, sala de capacitação, um dos cinco estúdios de gravação, salas de reunião, espaço para as coordenações de curso e demais atores que configuram a equipe técnico-administrativa que atuam no NEAD da Universidade Estácio de Sá, bem como as coordenações de curso, a gerência acadêmica, a secretaria geral e a gerência de polos de apoio presencial.

97 97 Todo professor tutor a distância possui local próprio para trabalho na sede do NEAD, no qual há equipamentos necessários para a execução da atividade docente nesta modalidade, bem como um ambiente de trabalho amigável e compatível com as necessidades para exercício de suas funções. Atualmente o setor de EAD conta com cinco espaços utilizados na gravação das aulas transmitidas via web para os cursos a distância. Esses estúdios contam com equipamentos e recursos didáticos de última geração, como quadros interativos, além do ferramental próprio do meio, como ilhas de edição de áudio e vídeo, entre outros, conforme será pormenorizado no item sobre infraestrutura técnica. Os estúdios para gravação das aulas estão localizados na cidade do Rio de Janeiro, ocupando um andar inteiro do prédio onde estão sediados, e cada estúdio apresenta sala de edição e sala de gravação. 8.2 INFRAESTRUTURA FÍSICA DOS POLOS DE APOIO PRESENCIAL Todo polo de apoio presencial possui as instalações preconizadas pelo órgão regulador, constando de biblioteca 58 (e respectivo acervo bibliográfico, bem como disponibilização de terminais de computadores para consulta ao acervo virtual), sala de estudo na biblioteca, laboratório próprio de informática com acesso à internet de banda larga e maquinário compatível com as exigências do curso e com a possibilidade de uso inclusive fora de eventos acadêmicos, laboratório específico de ensino 59, sala de tutoria, sala de atendimento ao aluno, secretaria e sala para exames presenciais. O espaço físico do polo é sinalizado, com placas indicativas representando toda sua infraestrutura física, bem como quadros informativos sobre horários de atendimento do tutor, do coordenador do polo e do orientador de inclusão digital. Sua estrutura é adequada ao número de alunos ali matriculados, guardando-se a proporção necessária para atendimento aos estudantes em todas as suas necessidades. O projeto arquitetônico do polo também contempla os critérios legais de acessibilidade, de modo a garantir o ingresso e a permanência dos alunos com necessidades educacionais especiais. 58 Quando compartilhadas com IES do Grupo Estácio, guarda proporção de acervo bibliográfico para atender especificamente o quantitativo de alunos matriculados neste curso. 59 Quando for o caso.

98 INFRAESTRUTURA DE SUPORTE TÉCNICO DO AVA Para atender ao fluxo de acessos, o AVA reserva servidores dedicados exclusivamente à EAD, assegurando um serviço contínuo que provê infraestrutura física e conectividade com alta disponibilidade para hospedagem e aplicação de conteúdo online. Além disso, o monitoramento técnico oferece acompanhamento de capacidade de CPU, memória e ocupação de espaço em disco, bem como outras informações técnicas necessárias para intervenções, caso necessárias. De acordo com a metodologia de operação da EAD na Estácio, em virtude do amplo uso da internet como ferramenta de ensino e do expressivo acesso ao ambiente virtual, nossos servidores atualmente trabalham com a taxa de folga de 20% referente ao pico de acesso. Sendo assim, no presente momento já há uma capacidade de aumento do número de acesso sem prejuízo de conexão e geração de conteúdo online. De qualquer maneira, semestralmente é feita uma análise da capacidade/acesso para redimensionar a necessidade de novos servidores. 8.4 INFRAESTRUTURA TÉCNICA DO SETOR DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO O setor responsável pela produção de conteúdo possui: a) 27 computadores com processador Pentium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; b) 2 computadores com processador Pentium IV, Hd de 70Gb e memória RAM de 512Mb; c) 2 computadores com processador Pentium IV, Hd de 64Gb e memória RAM de 512Mb; d) 3 computadores com processador Pentium IV, Hd de 80Gb e memória RAM de 1Gb; e) 5 computadores com processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de 512Mb; f) 1 computadores com processador AMD Athlon(64), Hd de 80Gb e memória RAM de 1GB; g) 3 webcams e headphones; h) 1 impressora a laser; i) 1 fax; j) 1 câmera fotográfica digital Canon A430; k) 2tabletsWacom, modelo intus 4x6; l) 1 câmera de vídeo digital Samsung SC-D 364. Os softwares utilizados são: a) Windows XP e pacote Office XP; b) Windows 7 e pacote Office 7; c) Photoshop; d) Pacote Macromedia MX (Flash MX, Dreamweaver MX, Fireworks MX, Extension Mangager, MX e FreeHand MX); e) Pacote Microsoft Visual Studio 6.0 (SourceSafe 6.0,

99 99 Enterprise Tools 6.0, Visual Basic 6.0, Visual C++ 6.0, Interdev 6.0 e FoxPro 6.0); f) Oracle; g) Indesign. 8.5 INFRAESTRUTURA TÉCNICA DOS ESTÚDIOS PARA GRAVAÇÃO DAS AULAS TRANSMITIDAS VIA WEB Os estúdios contam com: a) 10x Positivo core 2 Duo 2 Gb RAM 80Gb HD; b) 4x Ilha de Corte - Toaster - Core 2 Duo 2 GB RAM 1TeraByte HD; c) 28x monitores LG LCD; d) 1x servidor core 2 duo - 2 GB RAM - 8TeraByte HD; e) 1x exibidor Core 2 duo - 2Gb RAM 1 TeraByte HD; f) 5x DVDRW Panasonic; g) 3x mesas de som Behringer 12 canais; h) 8x Distribuidores de vídeo; i) 3x Distribuidores de Vídeo Master; j) 1x Receptor de Satélite Aluno; k) 1x Switch 3Com 24p; l) 1x AudioProfile; m) 1x Switcher; n) 1x Receptor Satélite; o) 1x Modulador Digital; p) 1x VideoEncoder MPG2; q) 2x Câmera Sony Robotic; r) 2x Câmera Sony PD170; s) 2x Ebeam; t) 3x Projetores Epson S5; u) 2x Amplificadores de som; v) 1X Duplicador de DVD.

100 100 9 EMENTÁRIO Disciplina: CCJ FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS EMENTA - Fundamentos das Ciências Sociais e suas especificidades; - Precursores e modelos clássicos de explicação sociológica; - A contribuição da Antropologia e da Ciência Política para a compreensão dos fenômenos culturais e sociais; - A atualidade das Ciências Sociais na análise da vida contemporânea, marcada pela globalização, exclusão social e questões socioambientais; - Análise da formação cultural brasileira, caracterizada pela diversidade étnico-racial. OBJETIVO GERAL Compreender os elementos básicos das Ciências Sociais que permitam a análise da realidade social, refletindo sobre as questões contemporâneas da sociedade brasileira e mundial; Possibilitar ao aluno a compreensão e o debate dos vários processos sociais que propiciam a criação, manutenção, reprodução, crise, revolução e/ou inovação dos diversos fenômenos sociais; Possibilitar ao aluno o desenvolvimento de uma visão crítico-analítica, através da metodologia do estudo de casos, visando a aplicabilidade desse olhar crítico-analítico em momentos mais avançados do processo acadêmico e depois na sua vida profissional; Compreender criticamente as diferentes concepções de sociedade e visões de mundo, a partir do conhecimento da dinâmica das relações existentes entre as diversas formas de organização social e sua importância para a formação profissional. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Definir as ciências sociais e descrever as áreas de conhecimento que as constituem - sociologia, antropologia e ciência política - demonstrando a contribuição de cada uma delas para a compreensão da vida em sociedade; Entender o enfoque específico utilizado pelas ciências sociais na análise da sociedade;

101 101 Compreender a oposição fundamental entre natureza e cultura, paradigma clássico da Antropologia; Identificar os conceitos básicos da análise cultural da antropologia: etnocentrismo, relativismo cultural, alteridade; Analisar a formação social brasileira, marcada pela diversidade cultural, enfatizando a contribuição das culturas africana, indígena e europeia; Entender o contexto histórico do surgimento das Ciências Sociais e de suas primeiras correntes de pensamento; Compreender os modelos clássicos de análise sociológica: Durkheim, Weber e Marx; Refletir sobre questões contemporâneas da sociedade brasileira e mundial, tais como: globalização, sustentabilidade ambiental e exclusão social; Analisar criticamente as mudanças ocorridas nas relações sociais, identificando novas configurações identitárias e novos padrões morais e culturais e novos estilos de vida. CONTEÚDOS Unidade 1 - Cultura e Sociedade: 1.1. Introdução: Os conceitos socioantropológicos de indivíduo e sociedade; 1.2. Objeto e método das ciências sociais A análise antropológica da cultura Diversidade cultural e a formação social brasileira. Unidade 2 - Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: 2.1. Contexto histórico da formação das Ciências Sociais. A emergência do pensamento social em bases científica e a formação do Estado Moderno A sociologia de Émile Durkheim A sociologia de Max Weber A concepção marxista da análise social.

102 102 Unidade 3 - A atualidade das Ciências Sociais na compreensão da sociedade contemporânea: 3.1. Globalização, exclusão social e desenvolvimento sustentável no mundo contemporâneo Novos padrões morais e culturais na sociedade contemporânea. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHARON, Joel M. Sociologia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002; 2. COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. ampliada e revista. São Paulo: Moderna, 2005;

103 LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 24. ed. Rio de Janeiro: J. Zahar, KEILING, Francisco dos Santos et al. Ciências sociais nas organizações. Curitiba: InterSaberes, 2012 (Série Por Dentro das Ciências Sociais) VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução a filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2005; 2. DA MATTA, Roberto. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987; 3. RODRIGUES, José Albertino (org.). Durkheim. São Paulo: Ática, 1978 (Coleção Grandes Cientistas Sociais). 4. MARTINS, Carlos Benedito. Que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2001; 5. COHN, Gabriel (org.). Weber. São Paulo: Editora Ática, (Coleção Grandes Cientistas Sociais). Disciplina: CEL ANÁLISE TEXTUAL EMENTA Língua, fala, norma, variações e sociedade; Modalidades linguísticas falada e escrita; O português coloquial e a norma culta; Leitura e produção escrita; Estratégias de leitura: recuperação da informação; Compreensão e interpretação de textos; Reflexão sobre forma e conteúdo; O texto e sua funcionalidade; Textualidade: coesão e coerência, intenção comunicativa, habilidades de interpretação; Gêneros textuais; O estilo na escrita; Tipologia textual. OBJETIVO GERAL

104 104 Desenvolver a competência leitora e a capacidade para a escrita à luz das perspectivas de estudos cognitivos e gramaticais; Desenvolver a capacidade de localizar informações relevantes do texto para entendimento da mensagem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar e buscar adequação a diferentes modalidades e registros da língua portuguesa; Identificar a intencionalidade (mensagem) presente em diferentes textos e contextos a partir do estudo dos diferentes elementos linguísticos; Identificar, interpretar, analisar textos de múltiplos gêneros e diferentes tipologias; Produzir textos aplicando os conhecimentos adquiridos. CONTEÚDOS Unidade 1: Usos da língua. Recuperação das informações do texto - Linguagem, Língua, Sistema e norma. Fala e escrita. Registros formal e informal. - Adequação vocabular. Variação linguística. O texto: conceito e mecanismos de construção. Hipertexto. - Identificação do objetivo da mensagem. Área de referência, estrutura e recursos linguísticos e gramaticais. Unidade 2: Processamento da leitura. Compreensão e interpretação de textos - Habilidades de leitura: identificação das marcas linguísticas e relações sintático-semânticas. - Reconhecimento do tópico do texto, ideia principal, tema, conflito central. - Relações entre o texto e recursos suplementares (gráficos, tabelas, desenhos, fotos etc.). - Relações do texto com aspectos socioculturais (relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira) e ambientais (educação ambiental). Unidade 3: Reflexão sobre forma e conteúdo - Validação ou reformulação sobre o conteúdo do texto. - Articulação de conhecimento de mundo e informações textuais. Inferências semânticas e

105 105 pragmáticas. Pressuposição. - Identificação de ambiguidades, implícitos, ironias, sentidos figurados etc. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. AZEREDO, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 2. ed. São Paulo: Publifolha Houaiss, ABAURRE, Maria Luiza M.; PONTARA, Marcela. Gramática - Texto: Análise e construção de sentido. São Paulo: Moderna, ABAURRE, Maria Luiza M.; ABAURRE, Maria Bernadete M. Produção de texto - interlocução e

106 106 gêneros. São Paulo: Moderna, SILVA, Rita do Carmo Polli da.. A linguística textual e a sala de aula. 1a. Ed. Curitiba, PR.Editora IBPEX X Dialógica, 2011 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABREU, Antonio Suarez. Curso de Redação. São Paulo: Ática, FIORIN, José; SAVIOLI, Platão. Para entender o texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. Rio de Janeiro: Ed. FGV, FAVERO, Leonardo Lopes. Coesão e coerência textuais. 9. ed. São Paulo: Ática, KOCH, Ingedore Villaça e ELIAS, Vanda Maria. Ler e compreender - os sentidos do texto. São Paulo, Editora Contexto, Disciplina: GST MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS EMENTA Revisão de Matemática Básica. Funções Aplicadas na Relação Custo, Receita e Lucro. Modelos de Demanda e Oferta de Mercado. Fundamentos de Matemática Aplicada a Finanças. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao aluno os fundamentos teóricos para resolver casos e situações práticas, utilizando conhecimentos de cálculo matemático e financeiro, e as condições adequadas de informações necessárias aos processos de planejamento, controle e tomada de decisão. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final da disciplina, o aluno deverá estar capacitado a: Entender as principais regras e fundamentos da matemática básica; Compreender os conceitos matemáticos para o cálculo das funções custo, receita, lucro e ponto de equilíbrio na análise das atividades operacionais da empresa; Elaborar modelos econômicos da demanda, oferta e ponto de equilíbrio de mercado; Tornar mais ampla a aplicação dos conhecimentos gerais de cálculos em negociação de operações industriais, comerciais e bancárias; Elaborar fluxo de caixa.

107 107 CONTEÚDOS Unidade 1: Revisão de Matemática Básica 1.1. Conjuntos; 1.2. Números Naturais; 1.3. Números Inteiros; 1.4. Números Racionais; 1.5. Números Irracionais; 1.6. Números Reais; 1.7. Noções de Potenciação e Radiciação; 1.8. Intervalos Numéricos; 1.9. Fatoração; Equações e Sistemas de Equações; Inequação do 1º grau. Unidade 2: Razão, Proporção e Porcentagem Razão; 2.2. Proporção; 2.3. Grandezas Diretamente e Inversamente Proporcionais; 2.3. Operações com Porcentagem. Unidade 3: Funções Aplicadas na Relação Custo, Receita e Lucro 3.1. Introdução; 3.2. Função Custo e o Gráfico no Plano Cartesiano; 3.3. Função Linear e o Gráfico no Plano Cartesiano;

108 Função Crescente; 3.5. Função Decrescente; 3.6. Função Receita; 3.7. Função Lucro e o Ponto de Equilíbrio. Unidade 4: Modelos de Demanda e Oferta de Mercado, Limites de Uma Função e Derivadas para Funções de Uma Variável 4.1. Introdução aos Modelos Econômicos; 4.2. Demanda e Função Inversa; 4.3. Oferta ; 4.4. Ponto de Equilíbrio de Mercado; 4.5. Função Receita Quadrática; 4.6. Função Lucro Quadrática; 4.7. Função Quadrática e Inequação do 2º Grau; 4.8. Limites de uma Função; 4.9. Derivadas para Funções de uma Variável. Unidade 5: Fundamentos de Matemática Aplicada a Finanças 5.1. Fluxo de Caixa Financeiro; 5.2. O Juro; 5.3. Capital e Tempo; 5.4. Regime Capitalização Simples; 5.5. Regime de Capitalização Composta; 5.6. Desconto Bancário. PROCEDIMENTOS DE ENSINO

109 109 Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SILVA, Luiza Maria Oliveira da. MACHADO, Maria Augusta Soares. Matemática aplicada à administração, economia econtabilidade - Funções de uma e mais variáveis. São Paulo: Cengage, GOLDSTEIN, Larry Joel; LAY, David C.; SCHNEIDER, David I. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. São Paulo: Bookman, HARIKI, S. Matemática Aplicada: Administração, Economia e Contabilidade. São Paulo: Saraiva, JACQUES, Ian Tradução Regina Célia Smille de macedo. Matemática para economia e administração. 6a Ed. Pearson, São Paulo, 2010 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARIANO, Fabricio; MENESZES, Anderson. Matemática Básica para Concursos. 1. Ed. Rio de

110 110 Janeiro: Campus, SILVA, Fernando Cesar Marra; ABRAO, Mariangela. Matemática Básica Para Decisões Administrativas. São Paulo: Atlas, SILVA, Sebastiao Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Elio Medeiros da. Matemática Básica Para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, TAN, S. T. Matemática aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, VERAS, Lilia Ladeira. Matemática aplicada à economia. 3. ed. São Paulo: Atlas, Disciplina: GST INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO EMENTA Fundamentos da Administração. O processo administrativo. Áreas funcionais da Administração. OBJETIVO GERAL Oferecer aos alunos o contato com os conceitos básicos nos quais se ampara o funcionamento das organizações, apresentando as funções administrativas que são inerentes a quaisquer empreendimentos no mundo e as áreas em que tradicionalmente se estruturam as empresas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar o conceito de Administração; Analisar os níveis hierárquicos da empresa; Apresentar e analisar as funções que compõem o processo administrativo; Apresentar uma visão geral das principais áreas funcionais da Administração. CONTEÚDOS Unidade I - Fundamentos da Administração As empresas e o conceito de Administração As organizações e seus níveis Os recursos das empresas Unidade II - O processo administrativo: Planejamento

111 Organização Direção Controle. Unidade III - Áreas funcionais da Administração: Operações Marketing Recursos Humanos Finanças PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis

112 112 cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KWASNICKA, Eunice Lacava. Introdução à administração. 6ª edição. São Paulo: Editora Atlas, LACOMBE, Francisco José Masset; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. 2. ed. rev. e atualizada. São Paulo: Saraiva, SELMAN, Jim. Liderança. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e prática. Campus Elsevier: São Paulo, NOGUEIRA, Arnaldo José França Mazzei. Teoria Geral da Administração para o século XXI. São Paulo: Ática, STONER, James Arthur Finch; FREEMAN, R. Edward. Administração. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Introdução à administração. 6. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos de criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO EMENTA Os administradores e a Administração, seu perfil e papéis; o administrador e o seu ambiente, áreas de atuação, oportunidades no mercado de trabalho e os cenários instáveis para as empresa; o administrador e os desafios para a consolidação de sua imagem de agente de mudanças; o administrador profissional, legislação e insígnias. OBJETIVO GERAL Desenvolver a capacidade de reflexão crítica sobre a teoria e prática nos conceitos referentes às áreas de atuação e perfil do administrador. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

113 113 Estimular os estudantes de Bacharelado em Administração a refletirem sobre a importância da Administração e sobre o papel (missão) do administrador nas organizações e na sociedade de um modo geral; Apresentar aos alunos suas oportunidades de mercado, o dilema especialista X generalista, as áreas de atuação do administrador e o perfil do mercado de trabalho no Brasil e no mundo contemporâneo; Propiciar a construção de um espírito crítico que contribua para a identificação das características individuais (habilidades, competências e atitudes) do futuro administrador e o como essas características poderão ser potencialmente aplicadas, objetivando o sucesso (dos alunos) na profissão; Demonstrar a necessidade inexorável de o administrador adotar uma atitude de autocrítica permanente, ciente da necessidade de manter-se sempre atualizado na vida profissional e no ambiente das organizações, bem como de desenvolver permanentemente novas atitudes e comportamentos que possibilitem a transferência de aprendizado para o enriquecimento do grupo no âmbito das organizações; Discutir a complexidade e a dinamicidade da ciência da Administração e, portanto, da atuação do próprio administrador em um ambiente de crescente competitividade e internacionalização de mercados; Apresentar o aparato legal que regulamenta a profissão no Brasil, bem como suas insígnias. CONTEÚDOS UNIDADE I - O Administrador e a Administração: O administrador e a Administração; Os papéis e o perfil do administrador; Como se preparar para administrar; O administrador deve fazer acontecer; Aprende-se Administração a vida toda;

114 As habilidades, competências e atitudes do administrador; Administração e mercado de trabalho. UNIDADE II - O Administrador e os seus Ambientes de Atuação: 2.1 A Administração no Brasil; O estilo brasileiro de administrar; Características dos administradores brasileiros; Perfil das empresas brasileiras; A Administração no contexto contemporâneo (globalizado, dinâmico e competitivo); Inventando e reinventando as organizações. UNIDADE III - O Administrador e os seus Desafios: Os desafios da Administração; A importância da Administração como campo do conhecimento; Os desafios e as recompensas de ser um administrador; O dilema especialista X generalista. UNIDADE IV - O Administrador Profissional A legislação básica do administrador no Brasil (leis, decretos e o código de ética); O campo privativo de atuação profissional; O sistema CFA/CRA (missão, atividades e organização); As insígnias do administrador (o juramento, o dia, o símbolo e o patrono da profissão). PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,

115 115 hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. Campus Elsevier: São Paulo, 2004; 2. LACOMBE, Francisco José Masset; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. 2. ed. rev. e atualizada. São Paulo: Saraiva, 2008; 3. SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, CARAVANTES, Geraldo R., PANNO, Claudia C. e KLOECKNER, Mônica C. Administração: teorias e processos São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHIAVENATO, Idalberto. Cartas A Um Jovem Administrador. Campus Elsevier: São Paulo, 2008; 2. NOGUEIRA, Arnaldo José França Mazzei. Teoria Geral da Administração para o século XXI. São Paulo: Ática, 2007; 3. ANDRADE, R.O.B.; AMBONI, N. Teoria Geral da Administração: das origens às perspectivas contemporâneas. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009; 4. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria, processo e práticas. Campus Elsevier: São Paulo, MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos de

116 116 criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, Disciplina: GST PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL EMENTA Ambientação na Vida Universitária. Métodos de Estudos no Ensino Superior. Planejamento financeiro - orçamento doméstico. Habilidades e Competências para a Empregabilidade. Empreendedorismo e Cases de Sucesso. OBJETIVO GERAL - Desenvolver plenamente todas as possibilidades concretas da vida acadêmica no ensino superior. - Planejar de modo eficaz sua vida financeira pessoal e profissional. - Planejar sua carreira profissional de sucesso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar um autoavaliação de conteúdo: Português, Matemática/Lógica e conhecimentos gerais. - Compreender a organização das Instituições de Ensino Superior. - Valorizar o processo de construção acadêmica como fator de sucesso profissional. - Apropriar-se do Modelo de Educação Superior da Estácio. - Conhecer as ferramentas de suporte ao ensino e a estrutura de funcionamento da instituição de ensino. - Planejar o cumprimento dos componentes curriculares obrigatórios, dentro do tempo de integralização do curso. - Compreender e vivenciar métodos de estudos orientadores de aprendizagem no ensino superior. - Compreender a filosofia e a execução da gestão financeira individual: conceitos de receita, gastos, financiamentos, empréstimos, investimentos. - Reconhecer a relevância da atuação acadêmica e profissional de acordo com os princípios éticos. - Conhecer e desenvolver as competências necessárias à atuação profissional.

117 117 - Desenvolver o comportamento empreendedor e o domínio das ferramentas necessárias à concepção e ao planejamento de empreendimentos. CONTEÚDOS Unidade 1 - Nivelamento Simulador virtual de prova, com questões de 3 grandes áreas (Linguagem, Matemática/Lógica, Conhecimentos Gerais), com indicador de performance, gráfico de rendimento, vídeo-aulas explicativas sobre as questões do simulador. Unidade 2 - Ambientação na Vida Universitária - O significado do Ensino Superior na vida profissional; Instituições de Ensino Superior: Universidades, Centros Universitários e Faculdades; Curso de Graduação: bacharelados, licenciaturas e tecnológicos; Cursos de Pós-Graduação : stricto e lato sensu. - O Modelo de Educação Superior da Estácio: processo de construção da aprendizagem; desenvolvimento da autonomia estudantil; foco na empregabilidade; ferramentas de suporte ao ensino. - A estrutura da organização acadêmica: Gestão Acadêmica; Coordenação de Curso: funções e interfaces. - Planejamento do curso: Tempo de integralização, Componentes curriculares obrigatórios: carga horária das disciplinas, atividades complementares, estágio curricular, trabalho de conclusão de curso e ENADE - Infraestrutura: laboratórios dos cursos, laboratórios de informática e biblioteca. - Freqûencia mínima; pontualidade; sistema de avaliação da aprendizagem. Unidade 3 - Métodos de Estudos no Ensino Superior - Administração do tempo: organização do plano de estudos e da rotina acadêmica; autonomia e disciplina nos estudos.gestão da autoaprendizagem. - Acompanhamento do desempenho acadêmico: estilos de aprender e métodos de estudos; o papel das mídias sociais no aprendizado; competências no âmbito acadêmico e profissional. - Motivação-leitura: leitura crítica; leitura digital e impressa e produção de sentido. - O mundo acadêmico dentro e fora da sala de aula: aulas presenciais e aulas online; aulas teóricas e

118 118 aulas práticas; atividades estruturadas; atividades individuais e coletivas; técnicas de apresentação; provas (preparação, realização e avaliação); pesquisa (produção acadêmica) e extensão. O estágio como atividade significativa de aprendizagem. Unidade 4 - Planejamento financeiro - orçamento doméstico - Finanças Pessoais; Planejamento Financeiro; Orçamento e fluxo de caixa; captação de recursos: financiamento e empréstimos; Investimentos e aplicações financeiras Unidade 5 - Habilidades e Competências para a Empregabilidade - Além da técnica - Ética geral e profissional - Relacionamento interpessoal; comunicação; fluência digital; marketing pessoal; resiliência; comprometimento; foco em resultados; educação continuada. Unidade 6 - Empreendedorismo e Cases de Sucesso - Economia e inovação na sociedade do conhecimento; competitividade e criatividade. - Projeto e metas empreendedoras na carreira profissional. - Plano de empreendimento: estratégia e estrutura - Currículos, portfólio, dinâmicas de grupo e painéis - Cases de sucesso PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

119 119 PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FARIA, Vivian Maerker. Manual de Carreira.São Paulo: Saraiva, GALLAGHER, Lilian. Planeje seu futuro financeiro: o guia sobre investimentos para multiplicar seu patrimônio. Rio de Janeiro: Elsevier, LUQUET, Mara. O Meu Guia de Finanças Pessoais - Como gastar sem culpa e investir sem erros. Rio de Janeiro: Elsevier - Campus, XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Sua carreira: planejamento e gestão. São Paulo: Financial Times Prentice Hall, VIRTUAL. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. XAVIER, Ricardo de Almeida Prado. Como Desenvolver Melhor Seus Talentos e Competências. Editora Pearson Education. Ano BIAGIO, Luiz Arnaldo - Empreendedorismo Construindo seu projeto de vida. Editora :Manole. Ano: ORLICKAS, Elizenda. Modelos de Gestão. Rio de Janeiro:IBPEX SOUSA, Fabio; DANA, Samy. Como passar de devedor para investidor - Um guia de finanças pessoais. São Paulo: Cengage Learning, ZABALA, Antoni. Como aprender e ensinar competências. Porto Alegre: Artmed, 2010.

120 120 Disciplina: GST COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS EMENTA Estilo e linguagem do moderno texto empresarial. Coesão e coerência. Pontuação. Estrutura do parágrafo. Correção de principais tipos de vícios de linguagem. OBJETIVO GERAL 1. Ler, interpretar e produzir textos no contexto empresarial, observando coesão e coerência. 2. Reconhecer os processos linguísticos que contribuem para eficiência, eficácia e efetividade na empresa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Reconhecer o parágrafo como uma unidade de composição. 2. Utilizar corretamente os sinais de pontuação. 3. Reconhecer os processos de parataxe e hipotaxe. 4. Interpretar diferentes tipos de texto. 5. Identificar vícios de linguagem. 6. Elaborar textos em linguagem empresarial. CONTEÚDOS Unidade 1 -Estilo e linguagem do texto empresarial Eficácia na produção textual; 1.2. Eficiência no desempenho linguístico; 1.3. Efetividade na manutenção dos processos comunicativos; 1.4. Desenvolvimento de estratégias de comunicação empresarial: como definir uma estratégia organizacional eficiente; analisando o público-alvo;

121 transmitindo adequadamente as mensagens; respostas do público-alvo. Unidade 2 - Produção textual Coesão e coerência; conceituação; recursos coesivos; re-escritura de textos Tipos de leitura; 2.3. Processos de desenvolvimento do parágrafo; 2.4. A argumentação. Unidade 3 - Aspectos de modalidade Emprego do acento indicador de crase e colocação pronominal; 3.2. Relação entre pontuação e funções sintáticas / processos sintáticos. Unidade 4 - Vícios de linguagem Principais dificuldades ortográficas: homônimos e parônimos Principais dificuldades sintáticas: pleonasmo; ambiguidade; cacofonia; solecismo. Unidade 5 - Estrutura e estética de modalidades de redação administrativa A correspondência empresarial: a carta / ; memorando ou comunicação interna; outros modelos;

122 A correspondência oficial: ofício; memorando oficial; outros modelos. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. TOMASI, Carolina. Comunicação empresarial. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009.

123 GOLD, Miriam. Português Instrumental. 8.ed. São Paulo: Atlas, MORAES, Ana Shirley França de. Comunicação empresarial. Rio de Janeiro: LTC, MATOS, Gustavo Gomes de. Comunicação empresarial sem complicação: como facilitar a comunicação na empresa, pela via da cultura e do diálogo. 2ª ed. rev. e ampl. Barueri, SP: Manole, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ABREU, Antônio Suárez. Curso de redação. 11. ed. São Paulo: Ática, AMORA, Antônio Soares. Minidicionário Soares Amora da língua portuguesa. 17. ed. São Paulo: Saraiva, CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, CUNHA, Celso Ferreira da; CINTRA, Luís Filipe Lindley. Nova gramática do português contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em prosa moderna: aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 24. ed. Rio de Janeiro: FGV, Disciplina: GST TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO EMENTA Abordagem Clássica da Administração. Abordagem Humanística da Administração. Administração por Objetivos.Abordagem Estruturalista da Administração. Abordagem Comportamental da Administração. Abordagem Sistêmica da Administração. Abordagem Contingencial da Administração. Novas Abordagens da Administração. OBJETIVO GERAL Compreender e analisar as abordagens da Administração em ambientes globalizados e competitivos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer uma visão global das organizações e do seu contexto; Compreender contribuições que as distintas abordagens propiciaram à Ciência Administrativa; Identificar um corpo de conhecimentos sistematizados, de modo a desenvolver uma compreensão crítica do pensamento administrativo, sua evolução e significado para a empresa e administrador, seu relacionamento e base para as demais disciplinas, além de sua importância no cotidiano organizacional;

124 124 Analisar e resolver situações problemáticas variadas e complexas; Relacionar as contribuições dos pensadores às realidades locais e regionais; e Estimular o interesse crescente pela pesquisa, a análise e a avaliação organizacionais. CONTEÚDOS Unidade I - Abordagem Clássica da Administração Administração Científica Teoria Clássica da Administração Críticas à abordagem clássica Unidade II - Abordagem Humanística da Administração Teoria das Relações Humanas Liderança Motivação Comunicação Grupos Informais Decorrências da Teoria das Relações Humanas Unidade III - Abordagem Estruturalista da Administração Modelo Burocrático de Organização Origens e características da burocracia Disfunções da burocracia Teoria Estruturalista da Administração Sociedade das organizações Análise das organizações Tipologias organizacionais O ambiente e os conflitos organizacionais Unidade IV - Abordagem Neoclássica

125 Prática Administrativa Princípios Básicos de Organização Funções do Administrador Unidade V - Abordagem Comportamental da Administração Teoria Comportamental da Administração Proposições sobre a motivação Estilos de Gestão Processo Decisório Comportamento Organizacional Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO) Mudança Organizacional Aprimoramentos Organizacionais Unidade VI - Abordagem Sistêmica da Administração Teoria de Sistemas Características das Organizações enquanto Sistemas Abertos Unidade VII - Abordagem Contingencial da Administração Teoria da Contingência Ambiente Tecnologia Arranjos Organizacionais Caráter Integrativo da Teoria Unidade VIII - Novas Abordagens da Administração Abordagens de Adaptação das Organizações Aprendizagem Organizacional PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno

126 126 de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de; AMBONI, Nério. Teoria Geral da Administração: das origens às perspectivas contemporâneas. Rio de Janeiro: Elsevier, CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração: edição compacta. 3.ed. São Paulo: Elsevier Editora, RIBEIRO, Antônio de Lima. Teorias da Administração. São Paulo: Saraiva, SCATENA, Maria Inês Caserta. Ferramentas para a moderna gestão empresarial: teoria, implementação e prática Curitiba: Ibpex, 2012 (Série Administração Estratégica) VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CARAVANTES, Geraldo R.; PANNO, Cláudia C.; KLOECKNER, Mônica C. Administração: teoria e processos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da escola científica à

127 127 competitividade na economia globalizada. São Paulo: Atlas, MORGAN, Garreth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, SILVA, Reinaldo O. da. Teorias da administração. São Paulo: Prentice Hall, LACOMBE, Francisco. Teoria geral da administração. São Paulo: Saraiva, Disciplina: GST CONTABILIDADE BÁSICA EMENTA Campo de atuação e finalidade da contabilidade. Objeto de estudo: o patrimônio e sua dinâmica. Registro Contábil. Resultado. Estoques. Competência. Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício. Destinação do Resultado do Exercício. OBJETIVO GERAL Demonstrar para os alunos a importãncia da Contabilidade como instrumento de gestão. Proporcionar aos alunos conhecimento dos objetivos e técnicas contábeis de registro e avaliação do patrimônio das empresas, em conformidade com a Regulamentação Contábil descrita na Lei 6.404/76, suas atualizações e na utilização Pronunciamentos Contábeis criados pelo CPC em consonância com as necessidades internacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Capacitar o aluno para: - identificar a Contabilidade como instrumento administrativo, financeiro e econômico em âmbito nacional e internacional. - identificar os elementos patrimoniais e de resultado das empresas e a importância destes para análise empresarial. - classificar e registrar os fatos administrativos com base nos elementos patrimoniais e de resultado identificados. CONTEÚDOS 1 - Introdução à Contabilidade

128 Conceito Objeto e Finalidade da Contabilidade Usuários das Informações Contábeis Técnicas Contábeis Campo de Aplicação da Contabilidade 2 - O Patrimônio das Empresas Conceito Representação Gráfica e Equação Patrimonial Balanço Patrimonial Patrimônio Líquido e Situações Patrimoniais Líquidas Possíveis Origem e Aplicação de Recursos 3 - Contas Conceito e Classificação Débito e Crédito Plano de Contas 4 - Escrituração Contábil Conceito Atos e Fatos Administrativos Livros Contábeis Escrituração segundo Método das Partidas Dobradas Lançamentos 5 - Razonete e Balancete de Verificação Razonete Balancete de Verificação 6 - Operações Envolvendo Contas de Resultado Receitas e Despesas

129 Princípio da Competência Regime de Caixa x Regime de Competência 7 - Apuração do Resultado do Exercício Roteiro para Apuração do Resultado Procedimentos e Contabilização 8 - O Resultado do Exercício e sua Destinação Demonstração do Resultado do Exercício PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário

130 130 acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade geral fácil. 5. ed. São Paulo: Saraiva, RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade fundamental. 1. ed. São Paulo: Saraiva, MARION, José Carlos. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Atlas, MÜLLER, Aderbal Nicolas. Contabilidade Básica, fundamentos essenciais. Pearson. São Paulo. VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARION, José Carlos. Contabilidade empresarial. 12. ed. rev., atual. e mod. São Paulo: Atlas, SZUSTER, Natan. Contabilidade geral. São Paulo: Atlas, GOUVEIA, Nelson. Contabilidade básica. 2. ed. São Paulo: Harbra, IUDÍCIBUS, Sérgio de (Coord.). Contabilidade introdutória. 9. ed. São Paulo: Atlas, NEVES, Silvério das; VICECONTI, Paulo Eduardo Vilchez. Contabilidade básica. 10. ed. São Paulo: Frase, Disciplina: GST PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES EMENTA Visão histórica da Psicologia; Psicologia aplicada ao espaço organizacional; formas do comportamento humano no contexto organizacional; emoção no trabalho; percepção e inteligência; Os processos de selecionar e treinar nos perfis desejados pela organização; Comportamento Organizacional. OBJETIVO GERAL Compreender a Psicologia como ciência que estuda o comportamento e os processos mentais relacionados ao campo organizacional, de maneira que possa formar gestores devidamente preparados para identificarem problemas mais frequentes neste contexto. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Esclarecer o conceito de Psicologia de uma maneira geral; Esclarecer o conceito de Psicologia nas organizações; Proporcionar reflexões, a partir dos procedimentos de ensino, que possibilitem o aluno à vivência

131 131 prática dos conceitos da psicologia na organização e sua relação com a gestão; Trazer uma maior compreensão aos alunos de Gestão e sobre as áreas da psicologia nas organizações. CONTEÚDOS Unidade I- Visão histórica da Psicologia 1.1. Conceito e visão histórica da Psicologia; 1.2. Desenvolvimento histórico sobre a interpretação do comportamento humano; 1.3. A Psicologia na gestão contemporânea. Unidade II- Psicologia Aplicada ao espaço organizacional 2.1. Conceituação sobre Psicologia da Organização; 2.2. Áreas de atuação do psicólogo na organização; 2.3. Diálogo entre indivíduo e organização. Unidade III- Formas do comportamento humano no contexto organizacional 3.1. Diferenças individuais e tomada de decisão; 3.2. Emoção no contexto organizacional; 3.3. Inteligência aplicada ao trabalho. Unidade IV- Os processos de selecionar e treinar nos perfis desejados pela organização 4.1. Avaliação da personalidade do candidato; 4.2. Sensações e percepções na seleção; 4.3. Desenvolvimento da aprendizagem no treinamento; 4.4. Motivação para aprender; Aprendizagem sobre gestão de conflito; Aprendizagem sobre o equilíbrio das relações interpessoais; Aprendizagem sobre a relação de poder. Unidade V- Comportamento Organizacional

132 Administração e Comportamento Organizacional; 5.2. Ética e o Comportamento Organizacional; 5.3. O processo de pesquisa no comportamento organizacional. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BERGAMINI; Cecília Whitaker. Psicologia aplicada à administração de empresas: Psicologia do Comportamento Organizacional. São Paulo: Atlas, ROBBINS, Stephen. Comportamento Organizacional. São Paulo: Pearson Education, 2005 (11ª

133 133 Edição) 3. SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. São Paulo: Saraiva - 3ª Ed PASSETO, Neusa Vítola; MESADRI, Fernando Eduardo. Comportamento organizacional: integrando conceitos da administração e da psicologia. Curitiba: Ibipex, VIRTUAL. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. História da psicologia moderna. São Paulo: Thomson Learning, ZANELLI, José Carlos; ANDRADE, Jairo Eduardo Borges; BASTOS, Antônio Virgilio Bittencourt (Org.). Psicologia,organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: ARTMED, CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, ANDREOLA, Balduíno A. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. Petrópolis: Vozes, ROBBINS, Stephen Paul. Fundamentos do comportamento organizacional; tradução técnica Reynaldo Marcondes São Paulo: Prentice Hall, 2004 VIRTUAL Disciplina: GST ANÁLISE ORGANIZACIONAL EMENTA Origens dos Estudos da estrutura Organizacional; Desenho Organizacional; Tipos Tradicionais de Organizações; Desenho Departamental; Departamentalizações Modernas; Decisões Organizacionais Estratégicas; Desenho de cargos e tarefas. OBJETIVO GERAL Dotar o aluno dos conhecimentos necessários sobre as estruturas organizacionais, conhecendo seus desenhos e formas de modelagens afim de que o mesmo seja capaz de realizar adequadamente a análise destas estruturas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

134 134 Conhecer a origem dos estudos da estrutura organizacional; Definir desenho organizacional e suas principais características; Conhecer e identificar os tipos de tradicionais de organizações; Conhecer e identificar os tipos de desenhos departamentais; Apresentar os tipos de departamentalizações modernas; Identificar algumas das principais decisões estratégicas organizacionais; Conhecer o funcionamento do desenho de cargos e tarefas. CONTEÚDOS Unidade I - Origens dos Estudos da estrutura Organizacional 1.1 Principais contribuições da estrutura organizacional para as empresas 1.2 Formatações básicas da estrutura organizacional Estrutura informal Estrutura formal Unidade II - Desenho Organizacional 2.1- Requisitos do Desenho Organizacional Características do desenho organizacional Amplitude de Controle Unidade III - Tipos Tradicionais de Organizações Organização Linear Organização Funcional Organização Linha-Staff Estrutura Matricial Organizações temporárias ou adhocráticas Estrutura em rede Unidade IV - Desenho Departamental

135 Departamentalização funcional Departamentalização por produtos ou serviços Departamentalização territorial ou por localização geográfica Departamentalização por clientes Departamentalização por processo Departamentalização por projetos Departamentalização matricial Departamentalização mista Unidade V - Departamentalizações Modernas Governança corporativa Rede de integração entre empresas Unidade estratégica de negócio Departamentalização por processos Unidade VI - Decisões Organizacionais Estratégicas Delegação Centralização Descentralização Modelagem do trabalho Unidade VI - Desenho de cargos e tarefas Abordagem do desenho de cargos e tarefas Novas abordagens na modelagem do trabalho Trabalho em equipe PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,

136 136 hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teoria, processo e prática 4ed. Rio de Janeiro: Elsevier, OLIVEIRA Djalma de Pinho Rebouças, Estrutura organizacional, São Paulo: Atlas LACOMBE, Francisco José Masset; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. 2. ed. rev. e atualizada. São Paulo: Saraiva, Academia Pearson. OSM: uma visão contemporânea São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARAUJO, Luis C. G de. Organização, sistemas e métodos 3ed. São Paulo: Atlas, CURY, Antônio Organização e métodos: uma visão holística 8ed. São Paulo: Atlas, BARBARÁ, Saulo. Gestão por processos 2ed. Rio de Janeiro: Qualimark, CHIAVENATO, Idalberto, Iniciaçao a sistemas, organizaçao e métodos - So&m, 1ª Ed São Paulo: MANOLE, SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.

137 137 Disciplina: GST FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL EMENTA Fundamentos do Direito. Direito Objetivo. Subjetivo. Fontes Primárias. Secundárias. Integração das Normas Jurídicas.Teoria da Empresa. Empresário. Obrigações Profissionais. Sociedades. Desconsideração da Personalidade Juridica. Responsabilidade do sócios. Tipos societários. Sociedade Limitada e Sociedade Anônima. Direito Cambiário. Contratos Empresariais. Relação de Consumo. Recuperação e Falência da Empresa OBJETIVO GERAL A disciplina tem por objetivo dar ao aluno uma visão geral do direito Empresarial, nas suas principais ramificações, que são: a Teoria do Direito Empresarial, como uma introdução; o Direito Societário, fazendo uma análise dos tipos de empresas e sociedades; Relação de Consumo, Direito Cambiário e Contratual e, por último, o Direito Falimentar, Recuperação Judicial e Extrajudicial, visando capacitar o profissional de administração de empresas, contábeis e marketing com conhecimento jurídico e habilidades abrangentes, capazes de tomarem decisões e atuarem como agentes de mudança das organizações no contexto empresarial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Contextualizar fundamentos do direito empresarial no dia-a-dia das empresas. Apresentar ao estudante de administração e contábeis uma visão sistemática e prática dos institutos de Direito Empresarial. Oferecer ferramentas jurídicas do contexto do direito empresarial para a atuação do profissional no mercado. CONTEÚDOS Unidade I - Fundamentos do Direito 1.1 Direito e Moral

138 Direito objetivo e Direito Subjetivo 1.3 Direito Público e Direito Privado 1.4 Fontes do Direitos: primárias e secundárias 1.5 Integração da Norma Jurídica: Analogia e Equidade. 1.6 Ramos do Direito Unidade II - Introdução ao Direito Empresarial 2.1. Noções históricas 2.2. Relações com outros ramos do direito e com a economia 2.3. Direito Empresarial. Conceito. Natureza. Evolução. Autonomia e características 2.4. Fontes do Direito empresarial Unidade III - Teoria da Empresa e o Mercado 3.1 Empresário e Obrigações Profissionais 3.2 Sociedade empresária :conceito. características 3.3 Desconsideração da Personalidade Jurídica. 3.4 Nascimento e Extinção da Sociedade 3.5 Contrato de Sociedade : elementos comuns e específicos. Unidade IV - Agentes Econômicos da Sociedade Responsabilidade Pessoal dos Sócios 4.2. Direitos patrimoniais e direitos pessoais dos sócios Deveres dos sócios. Sócio Remisso A administração A responsabilidade do administrador Formas de Ingresso. Impedimentos. Atribuições. Unidade V - Tipos Societários no Sistema Jurídico e Econômico. 5.1 Sociedades Simples e Empresárias 5.2 Sociedades Personificadas e Não Personificadas.

139 Sociedade em Comum e Sociedade em Conta de Participação. 5.3 Sociedades Personificas de Responsabilidade ilimitada para os sócios Sociedade em Nome coletivo Sociedade em Comandita Simples. 5.4 Sociedade Limitada Constituição. Responsabilidade dos Sócios Quotas. Circulação. Integralização. Sucessão e Penhora das Quotas Administração Deliberação dos Sócios. Reunião ou Assembléia. Quorum de aprovação Extinção. Liquidação e Partilha Reorganização da estrutura societária Unidade VI - A Sociedade Anônima 6.1. Noções históricas 6.2. Conceito e natureza jurídica, lei 6.404/76 modificada pela lei / A companhia aberta e companhia fechada 6.4. O capital: conceito, fixação e formação Constituição da Companhia : procedimento Unidade VII - Ações e Valores Mobiliários Ações. Conceito. Espécieis. Classificações Circulação. Negociabilidade e Propriedade das Ações Debêntures. Partes Beneficiárias Bônus de Subscrição. Opção de Compra.Commercial Paper Acionista. Direitos Essenciais e Deveres. Direito de Voto Acionista controlador. Responsabilidades. Acordo de acionistas Os órgãos sociais: órgão de deliberação: assembléia geral 7.8. Órgãos de administração: conselho de administração e diretoria análise

140 Os deveres e responsabilidade dos administradores A ação de responsabilidade contra o administrador pelos prejuízos causados ao patrimônio social Órgão de fiscalização: conselho fiscal análise Órgãos consultivos e técnicos análise Unidade VIII - Reorganização da estrutura das sociedades anônimas e os Fenômenos de Concentração de riquezas. 8.1 Transformação 8.2 Incorporação. Fusão. Cisão. 8.3 Direitos dos Credores. Credores Debenturistas. Unidade IX - A Empresa e as Relações de Consumo 9.1 Consumidor e Fornecedor: conceitos. 9.2 Responsabilidades sobre Vícios e Danos do Produto ou Serviço 9.3 Práticas Empresariais. Oferta do Produto ou Serviço. 9.4 Propaganda enganosa e abusiva. 9.5 Contratos nas Relações de consumo. Cláusulas Abusivas. Contratos de Adesão. 9.6 Ferramentas Jurídicas para Proteção da Relação Empresa X Consumidor. Unidade X - A Empresa e as Obrigações decorrentes do Direito Cambiário 10.1 Conceito. Características. Atributos 10.2 Agentes Cambiários 10.3 Instrumentos cambiais 10.4 Modalidades de Títulos de Crédito Unidade XI - A empresa e as Obrigações decorrentes Relações Contratuais 11.1 Contratos Empresariais : Conceito. Características. Princípios Contratos em espécies: Compra e Venda. Contratos de Aproximação e Intermediação Contratos Bancários. Tipicos e Atípicos Novos Contratos Empresariais: Leasing, Franquia e Factoring Unidade XII - Recuperação Judicial. Extrajudicial L /2005

141 Princípios. Objetivos e Pressupostos da Recuperação Judicial Agentes Econômicos envolvidos na Recuperação Judicial Procedimento e Repercussão da Recuperaçao Judicial Recuperação Judicial para microempresário e empresário de pequeno porte Recuperação Extrajudicial : Características.Vantagens e Processamento. Unidade XIII - Falência. L / Falência: Conceito. Caracteríticas e Pressupostos Fase Pré-Falimentar: Procedimento Sentença de Decretação da Falência e seus efeitos para Empresa Fase Cosntitutiva da Falência Arrecadação e Custódia dos bens Liquidação e Pagamento dos credores Encerramento da Falência e Reabilitação da Empresa. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro

142 142 as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BERTOLDI, Marcelo M.; RIBEIRO, Marcia Carla Pereira. Curso Avançado de Direito Comercial. 5 ed. rev e atual. São Paulo: RT, v em 1 2. CAMPINHO, Ségio. Direito de Empresas à Luz do Novo Código Civil. 11 ed. Rio de Janeiro: Renovar, MAMED, Gladston. Manual de Direito Empresarial. 4 ed. São Paulo: Atlas, NIARADI, George Augusto. Direito empresarial para administradores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial: direito de empresa. São Paulo: Saraiva GUSMÃO, Mônica. Lições de direito empresarial. Rio de Janeiro: Lumen Juris, NEGRÃO, Ricardo. Manual de direito comercial e de empresa. 7. ed São Paulo: Saraiva, 2010 v.1,2,3 4. REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. São Paulo: Saraiva, v.1 5. TOMAZETTE, MARLON, Curso de Direito Empresarial Teoria Geral e Direito Societário ed. Atlas v1 Disciplina: GST ESTATÍSTICA APLICADA EMENTA Tipos de Dados, Arredondamentos, Medidas Estatísticas, Preparação de Dados para Análises Estatísticas Gráficos, Séries Estatísticas, Técnicas de Amostragem, Intervalo de Confiança, Distribuição Normal de Probabilidade e Noções de Testes de Hipóteses. OBJETIVO GERAL Tornar o acadêmico apto a tomar decisões empresariais com o uso do ferramental estatístico.

143 143 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Aprender a coletar dados através de amostragem; Organizar e apresentar dados estatísticos através de séries e gráficos; Distribuir as frequências; Calcular e interpretar medidas estatísticas; Analisar os resultados para o processo de tomada decisões e Interpretar os testes de hipóteses e suas probabilidades de significância. CONTEÚDOS UNIDADE I - Conceitos Introdutórios Origens da estatística Importância e utilização da estatística Diferenças entre população e amostra 1.4 -Áreas da estatística UNIDADE II - Tipos de Dados Dados nominais Dados ordinais Dados numéricos contínuos e arredondamentos Dados numéricos discretos Dados intervalares UNIDADE III - Medidas Estatísticas Medidas de tendência central Média, Moda e Mediana Medidas de ordenamento Quartis, Decis e Percentis Medidas de dispersão

144 Amplitude, Variância, Desvio padrão e Coeficiente de Variação UNIDADE IV - Tabelas e Gráficos Séries Cronológicas ou Temporal ou Histórica Séries Geográficas ou Territorial Séries Especificativas ou Categóricas Séries Mistas Distribuições de freqüência Representações gráficas UNIDADE V - Técnicas de Amostragens Probabilísticas Amostragem aleatória simples Amostragem estratificada Amostragem sistemática Amostragem por conglomerados Cálculo do tamanho de uma amostra UNIDADE VI:- intervalo de Confiança O erro padrão das médias A comparação entre intervalos de confiança UNIDADE VII:- Distribuição Normal Propriedades da curva de Gauss Propriedades do desvio padrão Aplicações da estatística z UNIDADE VIII - Noções de Testes de Hipóteses A correlação linear de Pearson O teste qui-quadrado O teste exato de Fisher A interpretação do valor p (probabilidade de significância)

145 145 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRUNI, Adriano Leal. Estatística aplicada a gestão empresarial. 3.ed. São Paulo: Atlas, SILVA, Ermes Medeiros da et al. Estatística para os cursos de economia, administração e ciências contábeis. 2.ed. São Paulo: Atlas, v. 3. TOLEDO, Geraldo Luciano; OVALLE, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, p. 4. CASTANHEIRA, Nelson Pereira. Estatística Aplicada a todos os Níveis. 5a. Edição, Editora IBPEX X Dialógica. Curitiba, PR. VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

146 BUNCHAFT, Guenia; KELLNER, Sheilah Rubino de Oliveira. Estatística sem mistérios. 2.ed. Petrópolis: Vozes, BUSSAB, Wilton de Oliveira; MORETTIN, Pedro Alberto. Estatística básica: métodos quantitativos. 4.ed. São Paulo: Atual, p. 3. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 18. ed. São Paulo: Saraiva, p. il. 4. LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. São Paulo: Lapponi, p. 5. STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. Tradução Alfredo Alves. São Paulo: Harbra, c p. il. Disciplina: GST CONTABILIDADE DE CUSTOS EMENTA Contextualização da Contabilidade de Custos. Terminologia e propósitos de custos. Classificação e fluxo dos custos. Apuração do resultado. Alocação de custos. Departamentalização. Custeio baseado em atividades. OBJETIVO GERAL Contribuir no desenvolvimento das habilidades e competências necessárias ao profissional de contabilidade e áreas correlatas que possibilitem registrar, apurar e divulgar informações de custos relacionadas à gestão das organizações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Conhecer as principais diferenças entre a contabilidade de custos e a contabilidade financeira. ; Compreender o papel das informações de custos no âmbito da gestão empresarial. ; Conhecer e assimilar a terminologia básica em custos bem como suas categorizações. ; Classificar os custos quanto à forma de alocação e volume de atividades. ; Identificar, registrar e apurar os custos operacionais das empresas comerciais, industriais e de serviços. ; Conhecer as metodologias de alocação de custos bem como aplicá;las no contexto de apuração de resultados e controle gerencial. ; Utilizar a metodologia do custeio baseado em atividades para apuração dos custos dos bens e serviços de uma organização. CONTEÚDOS 1. Contextualização da Contabilidade de Custos 1.1 Da contabilidade de custos a contabilidade financeira

147 Estrutura organizacional e a contabilidade de custos 1.3 O papel das informações de custos nas decisões estratégicas Elementos do controle gerencial Abordagem da cadeia de valor 2. Terminologia e Propósitos de Custos 2.1 Conceitos básicos em Custos Gastos: custos, despesas e investimentos Desembolso e perdas Gastos do produto e gastos do período 2.2 Categorização dos custos Material, Mão-de-obra e Custos indiretos Custo primário, de conversão e fabril 3. Classificação e Comportamento dos Custos 3.1 Quanto à forma de alocação Custos diretos Custos indiretos 3.2 Quanto ao volume de atividades Custos variáveis Custos fixos. 4. Fluxo dos custos: estruturação e registro contábil 4.1 Custos nas empresas comerciais, industriais e de serviços 4.2 Processo industrial Representação do fluxo operacional do processo produtivo Os estoques de materiais, de produtos em processamento e produtos acabados Apuração do custo das requisições de matéria-prima Apuração do custo dos produtos fabricados

148 Apuração do custo dos produtos vendidos Apuração dos custos unitários e dos custos totais 4.3 A demonstração do resultado do exercício 5. Alocação de custos 5.1 O modelo tradicional de alocação de custos Rateio dos custos indiretos e apuração do custo do produto 5.2 Apropriação de custos de um departamento de apoio Método da taxa única Método da taxa dupla 5.3 Departamentalização (Custeio funcional) Departamentos de apoio e operacionais Método de alocação direto Método de alocação seqüencial Método de alocação recíproca 6. Custeio Baseado em Atividades: ABC 6.1 Emprego de atividades para distribuir e gerenciar custos Direcionadores de custos 6.2 Implantação do custeio baseado em atividades: vantagens e limitações 6.3 Etapas do custeio por atividades PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS

149 149 Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRUNI, Adriano Leal e Famá, Rubens. Gestão de Custos e Formação de Preços. São Paulo: Atlas, ª ed. 2. SILVÉRIO das, Paulo Viceconti. Contabilidade de Custos. Saraiva: ª ed. 3. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 4. FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de custos São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade de Custos. São Paulo: Editora: Atlas, ª ed. 2. MAHER, Michael. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 3. Beulke, Rolando e José Bertó, Dalvio. Gestão de Custos. São Paulo: Saraiva, ª ed. 4. FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de Custos. São Paulo: Pearson, FREZENATTI, Fábio. Rocha, Welington. [et al.]. Controle Gerencial: uma abordagem da contabilidade gerencial no contexto econômico, comportamental e sociológico. São Paulo: Atlas, Disciplina: GST MATEMÁTICA FINANCEIRA

150 150 EMENTA Objetivos e aplicações da matemática financeira. Conceitos e conveções. Fluxo de caixa. Unidade de medida da taxa de juros. Juros simples.juros compostos. Operações de desconto. Séries de pagamentos. Sistemas de amortização de dívidas. Princípios de avaliação de investimentos. OBJETIVO GERAL Desenvolver o raciocínio matemático estruturado através de uma abordagem financeira. Compreender a aplicabilidade dos instrumentos da matemática financeira para a gestão de negócios e/ou análise das tendências do mercado financeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender e distinguir as diferentes taxas de juros e os principais sistemas de amorticação de dívida. Compreender e calcular valores presentes e futuros, através das modalidades de juros. Identificar os principais aspectos relacionados às transações financeiras e comerciais. Analiar financeiramente as opções administrativas e ser capaz de apontar a melhor opção de aplicação e de captação de recursos. CONTEÚDOS Unidade I Conceitos de valor do dinheiro no tempo, taxa de juros, juros, formação da taxa de juros. Fluxo de caixa, simbologia, conceitos e convenções básicas. Unidade de medida da taxa de juros, capitalização, descapitalização. Convenção de períodos: juros comerciais, juros exatos, e juros bancários, série antecipada, série postecipada. Unidade II Juros Simples. Cálculo do principal, montante, taxa de juros e períodos.

151 151 Unidade III Juros Compostos. Cálculo do principal, montante, taxa de juros e períodos. Equivalência de capitais. Unidade IV Os diversos conceitos de taxas de juros: taxa proporcional, taxa equivalente, taxa efetiva, taxa nominal, taxa aparente, taxa real, taxa pré-fixada e taxa pós-fixada, taxa bruta e taxa líquida. Unidade V Operações de Desconto, definições. Desconto racional simples e composto. Desconto irracional simples e composto. Principais operações de desconto do mercado bancário. Unidade VI Séries de pagamento uniforme finitas. Aplicações de séries finitas. Séries de pagamento uniforme infinitas. Aplicações de séries infinitas. Unidade VII Planos de amortização de Dívida, definições e principais conceitos. Sistema de Amortização Constante: SAC. Sistema Francês de Amortização e Tabela Price. Sistema de Amortização Americano. Sistema de Amortização Misto. Sistemas de Amortização Variáveis. Unidade VIII Princípios de avaliação de investimentos: conceitos e instrumentais. Critérios de avaliação do investimento: taxa de retorno contábil, pay-back simples, pay-back descontado, valor presente líquido e taxa interna de retorno. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o

152 152 acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática Financeira Objetiva e Aplicada. 9ª. Edição. São Paulo, Editora Elsevier, SAMANEZ, Carlos Patrício. Matemática Financeira: Aplicações à Análise de Investimentos. 5ª Edição, São Paulo, Pearson Education, BRUNI, Adriano Leal, FAMÁ, Rubens, Matemática Financeira com HP12C e EXCEL, 5ª edição, Editora Atlas, WAKAMATSU, André. Matemática Financeira. São Paulo: Pearson, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: produtos e serviços, 17 a. edição, Editora Qualitymark, Rio de Janeiro, GITMAN, Lawrence Jeffrey. Princípios de administração Financeira, 10ª Edição, Pearson Education, SOUSA, Almir Ferreira. Avaliação de Investimentos: uma Abordagem Prática, 1ª Edição, Saraiva Editora, TOSI, Armando José, Matemática Financeira com ênfase em produtos bancários, 2ª Edição, Editora Atlas, BRUNI, Adriano Leal, FAMÁ, Rubens. A MATEMÁTICA DAS FINANÇAS: Com aplicações na HP12C e Excel - v.1 (Série Desvendando as Finanças). 3ª ed. Editora Atlas, Disciplina: GST GESTÃO DE PROCESSOS

153 153 EMENTA Introdução a gestão de processos, Visão Estratégica, Cadeia de Valor, Modelagem dos Processos de Negócio, Ferramentas de Modelagem de Processos, Metodologia de Modelagem de Processos, Implantação do gerenciamento de processos, Avaliação de Desempenho dos Processos, Profissionais da área, Padrões para gestão de Processo OBJETIVO GERAL A disciplina busca fundamentar e capacitar o profissional na modelagem dos processos de negócio de uma organização e na condução de projetos de implantação ou de melhoria dos processos de negócios. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final desta disciplina o aluno estará capacitado a: Explicar o que é Gestão por processo com vistas a incorporá-los às práticas da Organização. Selecionar e aplicar técnicas de mapeamento de processos. Discutir as principais metodologias e técnicas para gestão dos processos de negócios; Utilizar ferramentas para melhoria dos processos e aumento da vantagem competitiva. CONTEÚDOS UNIDADE I - Processos de Negócio Definição de processos Processo x Projeto* O que são Processos de Negócio UNIDADE II - Introdução a gestão de processos Definições de Gestão por Processo Organização Funcional x Organização Por Processo Identificação dos Processos Classificação dos Processos

154 A organização e suas Unidades de Negócio UNIDADE III - Visão Estratégica Estratégia Empresarial; Os processos e a cadeia de valor agregado; A gestão de processos como diferencial competitivo; O papel de processos para a implementação da estratégia; UNIDADE IV - Modelagem dos Processos de Negócio Levantamento de processos Modelos Organograma Hierárquico Funcional Scripts de processo UML Mapa de Processos UNIDADE IV - Ferramentas de Modelagem de Processos Introdução - o que são propósito e como funcionam Apresentação de ferramentas UNIDADE VI - Metodologia de Modelagem de Processos Planejamento do levantamento Execução do levantamento Análise e simplificação do processo Estabelecimento das medidas do processo Padronização do processo Implantação e ajustes Estudo de Caso UNIDADE VII - Implantação do gerenciamento do processo Escolha do processo

155 Definição da estratégia Treinamento e Capacitação Mapeamento das funções do processo Criação do Painel de Controle Reuniões de controle Melhoria contínua do processo UNIDADE VIII - Avaliação de Desempenho dos Processos Conceituação avaliação de desempenho e indicadores Objetivos dos indicadores Características de um indicador Tipos de indicadores Exemplo de indicadores Construção do sistema de indicadores UNIDADE IX - Profissionais da área de processo de negócio Gestor do Processo de negócio Escritório de gestão por processo Áreas de apoio UNIDADE X - Padrões para gestão de Processo Conceito de conformidade Referenciais de conformidade ISO ANS ANVISA PNQ PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao

156 156 aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ROSEMANN, Michael. VOM BROCKE, Jan. Manual de bpm - gestão de processos de negocio. 1ed. São Paulo: BOOKMAN COMPANHIA ED, DE SORDI, José Osvaldo. Gestão por processos: uma abordagem da moderna administração. 2. ed. rev., atual. São Paulo: Saraiva, OROFINO, Antônio Carlos. Processos com resultados: busca da melhoria continuada. Rio de Janeiro: LTC, JUNIOR, Eudes Luiz Costa. Gestão em processos produtivos. 20a. Ed., Editora IBPEX X Dialógica. Curitiba, PR, 2008 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARAÚJO, Luis Cesar Gonçalves de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional. 2. ed. São Paulo: Atlas, v.

157 BALDAN, Roquemar et al. Gerenciamento de processo de negócio. São Paulo: Erica, CHIAVENATO, Idalberto. Iniciação a sistemas, organização e métodos: SO&M. Barueri: Manole, CURY, Antônio. Organização e métodos: uma visão holística. 8. ed. São Paulo: Atlas, ROTONDARO, Roberto G. (Coord). Seis sigma: estratégia gerencial para a melhoria de processos, produtos e serviços. São Paulo: Atlas, Disciplina: GST FUNDAMENTOS DE ECONOMIA EMENTA A ciência econômica e seus principais conceitos A evolução do pensamento econômico. Os fundamentos básicos da microeconomia e da macroeconomia. A importância da ciência econômica para as demais ciências e para o Direito. Análise da estrutura de mercado. Os objetivos da política macroeconomica e o papel do estado na economia. O desenvolvimento econômico e a integração internacional. OBJETIVO GERAL Compreender a ciência econômica, seus fundamentos de microeconomia e de macroeconomia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Interpretar o funcionamento da economia e desenvolver o senso crítico sobre as diferentes situações econômicas; Estabelecer as inter-relações da economia com outras áreas do conhecimento; Apresentar de forma introdutória a evolução do pensamento econômico apresentando seus principais pensadores; Compreender os conceitos fundamentais da Microeconomia; Apresentar os principais conceitos de funcionamento dos mercados; Compreender dos conceitos fundamentais de Macroeconomia; Discutir a importância do papel do estado na economia. CONTEÚDOS 1. Conceitos Básicos 1.1 Conceitos Básicos

158 Curva de Possibilidades de Produção 1.3 Fluxos Real e Monetário 2- A Inter-relação com as demais ciências 2.1 Economia e as demais ciências 2.2 Economia e Direito 3- Evolução do Pensamento Econômico 3.1 Principais Pensadores 3.2 A Teoria Clássica 3.3 Teoria Keynesiana 3.4 Outras Teorias 4- Introdução a Microeconomia 4.1 Pressupostos Básicos 4.2 Análise do Mercado 5- Demanda, Oferta e Equilíbrio 5.1 Demanda Individual e de Mercado 5.2 Oferta Individual e de Mercado 5.3 Equilíbrio de Mercado 5.4 O Conceitos de Elasticidades 6 - Introdução a Macroeconomia 6.1 Objetivos da Política Macroeconômica 6.2 Instrumentos Macroeconômicos 6.3 Estrutura Macroeconômica 6.4 Inflação 7- O Setor Público 7.1 A Participação do Estado na Economia 7.2 Estrutura Tributária

159 Déficit e Dívida 7.4 Funções Econômicas PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. VASCONCELLOS, M. A. Fundamentos de Economia. São Paulo:Saraiva, 2008, 3a ed. 2. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 18. ed. atual. e ampl. São Paulo: Atlas, KRUGMAN, Paul; WELLS, Robin. Introdução à Economia. Rio dejaneiro: Elsevier, MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia: fundamentos e aplicações São Paulo: Prentice Hall,

160 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. SP: Thomson Learning, WONNACOTT, Paul. e WONNACOTT, Ronald. Economia. 2 ed. ver. São Paulo: Makron, PINHO, B. D. & VASCONCELLOS M. A. Manual de Economia. Equipe de Professores da USP. 5A ED. São Paulo: Saraiva, DORNBUSH, R. & OUTROS. Introdução à Economia. Para cursos de Administração, Direito, Ciências Humanas e Contábeis. tradução da segunda edição. Rio de Janeiro: Elsevier, VALENTE, E. et al. Para entender a conjuntura econômica. Rio de Janeiro: Ed. Manole, 2008, FGV, Conjuntura Econômica Disciplina: GST GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS EMENTA Compreendendo a Cadeia de Suprimentos. Fatores Chave e Obstáculos da Cadeia de Suprimentos. Fundamentos da Cadeia de Suprimentos. As Atividades Logísticas: Princípios, funcionalidade e papéis das atividades logísticas na Cadeia de Suprimentos: Tecnologia da Informação, Transportes, Estoques, Armazenagem e Embalagem. OBJETIVO GERAL Compreender o objetivo de uma cadeia de suprimentos e explicar o impacto das decisões de uma cadeia de suprimentos no sucesso de uma empresa, ensinando aos alunos às diferentes metodologias e filosofias utilizadas pelas empresas para gerir a sua cadeia de suprimentos de forma eficiente e eficaz. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Oferecer aos alunos meios para compreender e descrever a estrutura de uma cadeia de suprimentos real, baseada em metodologias e no ferramental prático apresentados em sala de aula. Preparar o participante para analisar de modo aprofundado a Gestão da Cadeia de Suprimentos, visando permitir o processo de tomada de decisões empresariais envolvendo conhecimentos logísticos.

161 161 Descrever os principais obstáculos que devem ser superados para gerenciar a cadeia de suprimentos com sucesso. Compreender a importância da informação e da Tecnologia da Informação em uma cadeia de suprimentos. Compreender a importância da gestão dos estoques numa cadeia de suprimentos para assegurar a disponibilidade do produto. Discutir o papel do transporte dentro de uma cadeia de suprimento, identificando as alternativas e vantagens e desvantagens. Compreender as variáveis de decisões sobre embalagem e instalações numa rede da cadeia de suprimentos. CONTEÚDOS Unidade I- Compreendendo a Cadeia de Suprimentos O que é uma cadeia de suprimentos Fases de decisão Visão dos processos. A importância dos fluxos Exemplos de cadeias de suprimentos Unidade II - Fatores Chave e Obstáculos da Cadeia de Suprimentos Fatores-chave da cadeia de suprimentos Organização dos fatores-chave Estoques, transportes, instalações e informações Alinhamento estratégico. Unidade III - Fundamentos da Cadeia de Suprimentos Nível de Serviços ao Cliente. Marketing focado no cliente A Logística na empresa A Logística como diferencial competitivo Definição de serviços ao cliente.

162 Serviços básicos e de valor agregado Atendimento do Pedido Perfeito A visão do custo total. Unidade IV - As Atividades Logísticas Princípios, funcionalidade e papéis das atividades logísticas na Cadeia de Suprimentos: Tecnologia da Informação, Transportes, Estoques, Armazenagem e Embalagem. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional.

163 163 BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHOPRA, Sunil. Meindl. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Estratégia, Planejamento e Operação. Pearson Prentice Hall. São Paulo BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, HONG, Yuh Ching. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. 4. ed. São Paulo: Atlas, CHOPRA, Sunil. Gestão da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operações. Tradução Daniel Vieira; revisão técnica Marilson Alves Gonçalves 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARNOLD, J. R. Tony. Administração de materiais: uma introdução. São Paulo: Atlas, CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para a redução de custos e melhorias dos serviços. 2 Ed. São Paulo: Thomson Pioneira, DIAS, Marco Aurélio Pereira. Administração de materiais: uma abordagem logística. 5. ed. São Paulo: Atlas, PANITZ, C. D., Dicionário de logística, gestão de cadeias de suprimentos e operações, 1ª Ed. São Paulo: CLIO EDITORA, KAMINSKY, Philip. Cadeia de suprimentos - projeto e gestão. São Paulo: Artmed, Disciplina: GST FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR EMENTA Breve história do comércio internacional: protecionismo e liberalismo. O ambiente internacional do comércio; organismos, tratados e regulamentos internacionais. O quadro institucional do comércio exterior brasileiro. O Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex. Incentivos à exportação; barreiras à importação. Nomenclatura de mercadorias. Incoterms. Pagamentos internacionais e câmbio. As operações de exportação e importação. OBJETIVO GERAL Conhecer a natureza econômica contida nas operações de comércio internacional. Conhecer os órgãos intervenientes e os procedimentos necessários para a rotina de comércio no Brasil. Conhecer a regulação do sistema internacional do comércio ditada pela OMC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

164 164 - Conhecer o ambiente que define o comércio exterior. - Estudar o processo de formação do sistema internacional de comércio - Conhecer as funções dos órgãos públicos e privados intervenientes no comércio exterior - Conhecer os conceitos básicos do comércio exterior - Conhecer as regulamentações públicas e privadas da prática do comércio exterior - Relacionar e aplicar os conceitos básicos à prática do comércio exterior a partir da perspectiva empresarial e governamental. CONTEÚDOS UNIDADE I - O AMBIENTE INTERNACIONAL DO COMÉRCIO O Quadro Conceitual do Comércio Exterior As doutrinas do comércio internacional: protecionismo versus liberalismo Influência dos processos de integração no comércio exterior O sistema internacional de comércio: organismos públicos e privados UNIDADE II - O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO Histórico do comércio exterior brasileiro Estrutura do comércio exterior do Brasil: órgãos intervenientes Normas administrativas, fiscais e cambiais do comércio exterior brasileiro O Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex. UNIDADE III - CONCEITOS BÁSICOS Incentivos, subsídios e dumping Barreiras tarifárias e não-tarifárias Nomenclaturas de mercadorias Intervenientes e operadores do comércio UNIDADE IV - A prática do comércio exterior Condições de Venda - Incoterms

165 Pagamentos e aspectos cambiais Roteiro da exportação Roteiro da importação PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. FARO, Ricardo e Faro, Fátima. Curso de Comércio Exterior: Visão e Experiência Brasileira. Editora Atlas. Ano: ª edição. 2. VAZQUEZ, José Lopes. Comércio Exterior Brasileiro. Editora Atlas. Ano: 2007, 8ª edição.

166 SOUZA, José Manuel Meireles de. Fundamentos do Comércio Internacional. Editora Saraiva. Ano: BORGES, Joni Tadeu. Financiamento ao comérico exterior: o que uma empresa precisa saber Curitiba: Ibpex, 2009 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KEEDI, Samir. ABC do comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, BIZELLI, João dos Santos. Importação: sistemática administrativa, cambial e fiscal. São Paulo: Aduaneiras, GARCIA, Luiz Martins. Exportar: Rotinas e Procedimentos, Incentivos e Formação de Preços. 8ª edição. São Paulo: Aduaneiras, KEEDI, Samir. Documentos no Comércio Exterior, a Carta de Crédito e a Publicação 600 da CCI. São Paulo: Aduaneiras, RATTI, Bruno. Comércio internacional e câmbio. 11. ed. São Paulo: Aduaneiras, Disciplina: GST MICROECONOMIA EMENTA Os mecanismos de mercado e a formação de preços. Teoria do consumidor. Teoria da firma. Estruturas de mercado. Teoria dos jogos OBJETIVO GERAL Conhecer o conceito de economia de mercado e os seus mecanismos de funcionamento. Compreender o processo de tomada de decisão dos agentes econômicos (consumidores e produtores). OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender a lógica do processo de alocação de recursos através da análise do comportamentos dos agentes econômicos (consumidor e produtor); Compreender a definição de mercado e o processo que explica a forma como os mercados se organizam (estrutura de mercado); Conhecer os métodos de tomada de decisão dos agentes econômicos em cenários de informações assimétricas (teoria do jogos).

167 167 CONTEÚDOS Unidade 1: Introdução à teoria microeconômica - Lei da Oferta e da Demanda - Excedentes de Mercado e movimentação das curvas - O Equilíbrio de Mercado: conceito e aplicabilidade - Essencialidade dos bens Unidade 2: Mercado - Elasticidade-preço da demanda - Elasticidade-renda da demanda e outros estudos - Escassez, Curva de Possibilidades de Produção Unidade 3: Teoria do Consumidor - Curvas de preço-consumo e renda-consumo e equilíbrio de longo prazo, Equação da reta orçamentária, Curvas de Indiferença - Efeitos renda e substituição. Excedente do consumidor. Unidade 4: Teoria da Firma - Teoria da produção: função de produção, análise de curto prazo e longo prazo. Estágios de produção. Isoquanta. Rendimentos de escala. - Teoria dos custos. Isocustos. Equilíbrio do produtor. Unidade 5: Estruturas de Mercado - Estruturas de mercado: concorrência perfeita, equilíbrio da firma em concorrência perfeita. - Monopólio, equilíbrio do monopolista. - Concorrência monopolista e oligopólio. - Noções de teoria dos jogos PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento

168 168 particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. PINDYCK, Robert S; e RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. (ed. 6ª.). São Paulo: Makron, VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de. Economia: micro e macro. (ed. 4ª.). São Paulo: Atlas, & OLIVEIRA, Roberto Guena de. Manual de microeconomia. 3ª. São Paulo: Atlas, TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de economia: micro e macro. 3ª ed. rev.atual., e ampl. Curitiba: Ibpex, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BESANKO, David & BRAEUTIGAM, Ronald R. Microeconomia: uma abordagem completa. 1ª.ed. Rio de Janeiro: LTC, CARVALHO, Luis Carlos P. Microeconomia Introdutória: para cursos de administração e

169 169 contabilidade. 2ª.ed. São Paulo: Atlas, ROSSETTI, José Pascoal. Introdução à economia. 19ª.ed. São Paulo: Atlas, STIGLITZ, Joseph E. & WALSH, Carl E. Introdução à Microeconomia. 3ª.ed. Rio de Janeiro: Campus, VARIAN, Hal R. Microeconomia: princípios básicos. 2ª. Rio de Janeiro: Campus, Disciplina: GST CONTABILIDADE GERENCIAL EMENTA Contextualização da contabilidade gerencial. Métodos de apuração do resultado. Relação custo x volume x lucro. Ponto de equilíbrio. Margem de segurança. Grau de alavancagem operacional. Assuntos que auxiliam o gestor à tomada de decisão. Precificação. OBJETIVO GERAL Contribuir no desenvolvimento das habilidades e competências necessárias ao profissional de contabilidade e áreas correlatas que possibilitem a elaboração de relatórios gerenciais para subsidiar a tomada de decisão e o controle das operações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Diferenciar as principais características relativas a contabilidade financeira e a contabilidade gerencial. - Reconhecer os aspectos quantitativos e qualitativos relacionados à tomada de decisão. - Identificar as características dos métodos de apuração de resultado. - Determinar o ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro, em unidades e valor. - Aplicar as técnicas para apuração da margem de segurança e do grau de alavancagem operacional. - Utilizar as informações contábil-gerenciais para auxiliar os gestores na tomada de decisão. - Precificar bens e serviços de modo a trazer o adequado retorno dos investimentos. CONTEÚDOS 1. Contextualização da Contabilidade Gerencial 1.1 Contabilidade financeira e Contabilidade gerencial 1.2 Principais diferenças entre a Contabilidade financeira e a Contabilidade gerencial

170 Contabilidade gerencial e o processo de tomada de decisões 2. Métodos de apuração de resultado 2.1 Custeio por absorção Conceito e tratamento dos custos A demonstração de resultado 2.2 Custeio variável Conceito e tratamento dos custos A demonstração de resultado Conciliação dos resultados apurados pelo custeio por absorção e pelo custeio variável 3. Relação custo x volume x lucro 3.1 Ponto de equilíbrio contábil Métodos de apuração do ponto de equilíbrio Ponto de equilibro em unidades Ponto de equilíbrio em receita e o índice da margem de contribuição 3.2 Ponto de equilíbrio econômico Conceito de custo de oportunidade Ponto de equilíbrio econômico em unidades e em receita 3.3 Ponto de equilíbrio financeiro Gastos não-desembolsáveis Ponto de equilíbrio financeiro em unidades e em receita 3.4 Ponto de equilíbrio para vários produtos O composto de vendas Margem de contribuição ponderada 3.5 O efeito do imposto de renda no ponto de equilíbrio 3.6 Análise de sensibilidade e incerteza Margem de segurança (em unidade, valor e percentual)

171 Alavancagem operacional Grau de alavancagem operacional 4. Assuntos que auxiliam o gestor à tomada de decisões 4.1 Pedido especial Capacidade instalada e capacidade ociosa Relatório de análise diferencial 4.2 Comprar ou fazer Custos evitáveis e não-evitáveis Custo de oportunidade 4.3 Restrição de capacidade e mix de produção Rentabilidade do fator limitativo Maximização do resultado 4.4 Manutenção ou eliminação de produtos deficitários Resultado por linha de produto Custos identificáveis e não-identificáveis 4.5 Substituição de equipamentos Projeção de fluxo de benefícios futuros Desconto de fluxo de caixa Efeito da depreciação e do imposto de renda na decisão 5. Precificação 5.1 Abordagens para formação do preço de venda Mercado Custo mais margem Custo-meta 5.2 Mark-up multiplicador e divisor 5.3 Preço de venda à vista e a prazo

172 172 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ATKINSON, Anthony A., Rajiv D. Banker, Robert S. Kaplan e S. Mark Young. Contabilidade Geencial. São Paulo: Atlas, ª ed. 2. HORNGREN, Charles. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Prentice Hall, ª ed. 3. BÓRNIA, Antonio Cezar.Análise Gerencial de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 4. HONG, Yuh Ching. Contabilidade Gerencial São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FERREIRA, José Antônio Stark. Contabilidade de custos / José Antônio Stark Ferreira. - - São

173 173 Paulo: Pearson Prentice Hall, CREPALDI, Silvio Aparecido.Curso Básico de Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 3. MAHER, Michael. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 4. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. São Paulo: Atlas, ª ed. 5. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de Balanços. São Paulo: Atlas, ª ed. Disciplina: GST LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA EMENTA Conceituação de Legislação Trabalhista e Previdenciária. OBJETIVO GERAL Ao final do curso, o aluno será capaz de identificar os conceitos da legislação trabalhista e previdenciária, sua responsabilidade profissional, além de reconhecer seus direitos e deveres no âmbito de sua atuação profissional e aplicar as normas estudadas nos diversos setores produtivos de uma organização na área de Segurança do Trabalho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer direitos e deveres inerentes à Legislação Trabalhista e Previdenciária, a fim de evitar possíveis problemas relacionados às atividades de segurança em uma organização. CONTEÚDOS Unidade 1 - Introdução ao Direito: 1.1. Direito: conceito e ramos; 1.2. Lei: conceito, características, fontes e hierarquia das leis. Unidade 2 - Direito do Trabalho: 2.1. Histórico; 2.2. Autonomia; 2.3. Relações do Direito do Trabalho com os demais ramos do Direito;

174 Fontes; 2.5. Natureza jurídica; 2.5. Princípios. Unidade 3 - Empregado: 3.1. Conceito; 3.2. Requisitos; 3.3. Relação de emprego e relação de trabalho; 3.4. Espécies de Empregados: em domicílio, Aprendiz, Mulher, Menor, Doméstico, Rural e Público Espécies de Trabalhadores: Temporário, Autônomo, Eventual, Avulso e Estagiário Unidade 4 - Empregador: 4.1. Conceito; 4.2. Poder de direção: organizar, fiscalizar e disciplinar. Unidade 5 - Prescrição dos direitos trabalhistas: 5.1. Conceito; 5.2. Prazos. Unidade 6 - Jornada de Trabalho: 6.1. Conceito; 6.2. Classificação: ordinária, extraordinária, diurna, noturna e mista; 6.3. Adicionais: Hora extra, noturno, insalubridade, periculosidade, penosidade e transferência; 6.4. Intervalos; 6.5. Acordo de prorrogação de horas e acordo de compensação de horas. Unidade 7 - Remuneração: 7.1. Conceito; 7.2. Equiparação salarial. Unidade 8 - Férias: 8.1. Prazo;

175 Período aquisitivo e concessivo; 8.3. Remuneração; 8.4. Abono pecuniário; 8.5. Direito de fracionamento; 8.6. Direito de coincidência. Unidade 9 - Cessação do contrato de trabalho: 9.1. Pedido de demissão; 9.2. Rescisão indireta - Artigo 483 da CLT 8.3 Rescisão com justa causa - Artigo 482 da CLT. Unidade 10 - Legislação previdenciária: Atividades Especiais; Acidente de trabalho e CAT; Aposentadoria e aposentadoria especial. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno.

176 176 No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CASSAR, Vólia Bomfim. Direito do Trabalho. Rio de Janeiro: Forense, CAVALCANTE, Jouberto de Quadros Pessoa; JORGE NETO, Francisco Ferreira. Direito do Trabalho. 7.ed. São Paulo: Atlas, MARTINEZ, Luciano. Curso de Direito do Trabalho. 4.ed. Rio de Janeiro: Saraiva, ALMEIDA, André Luiz Paes de. Direito do trabalho: material, processual e legislação especial 9ª ed. São Paulo: Rideel, 2011 (Coleção de direito Rideel) VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do Trabalho. 29.ed. São Paulo: Atlas, TSUTYA, Augusto Massayuki. Curso de Direito da Seguridade Social. São Paulo: Saraiva, ALEXANDRINO, Marcelo; PAULO, Vicente. Manual de Direito do Trabalho. Niterói: Impetus, CASSAR, Vólia Bomfim. Resumo de Direito do Direito do Trabalho. 3.ed. Niterói: Impetus, NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. 28.ed. São Paulo: Saraiva, Disciplina: GST ANÁLISE ESTATÍSTICA EMENTA Revisão das medidas de resumo; Gráficos e medidas de assimetria e de curtose; Probabilidades, Distribuições de probabilidades discretas, Distribuições de probabilidades contínuas; Correlação e Regressão; Números índices e uso da estatística com o software Microsoft Excel. OBJETIVO GERAL Tornar o acadêmico apto a realizar análises de dados estatísticos para auxiliar o processo de tomada

177 177 de decisões empresariais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Aprender a elaborar banco de dados no software Microsoft Excel; - Realizar análises de banco de dados; - Interpretar as medidas estatísticas; - Compreender a utilização das distribuições de probabilidade nas situações empresariais; - Compreender a utilização dos números índices; - Dominar as ferramentas estatísticas presentes no software Microsoft Excel. CONTEÚDOS UNIDADE I - Conceitos Introdutórios em Estatística Aplicações da estatística da área de gestão Os métodos científico, experimental e estatístico Fases do método estatístico (coleta, crítica, apuração e apresentação e análise dos dados); A Estatística nas empresas A importância da estatística no processo de tomada de decisão UNIDADE II - Revisão das Medidas de Tendência Central e de Posição Média aritmética e ponderada Mediana Moda Relação entre média, moda e mediana; Quartis, decis e percentis; Cálculo das medidas estatísticas em Microsoft Excel. UNIDADE III - Revisão das Medidas de Dispersão Amplitude total

178 Amplitude interquartil Desvio médio; Variância e desvio padrão 3.5 -O uso do desvio padrão O coeficiente de variação Cálculo das medidas estatísticas em Microsoft Excel UNIDADE IV - Gráficos Estatísticos no Microsoft Excel Inserindo gráficos no Microsoft Excel Gráficos de colunas Gráficos de barras Gráficos de linhas Gráficos de dispersão Gráficos de Pareto. UNIDADE V - Medidas de Assimetria e de Curtose O que é Assimetria Coeficiente de assimetria O que é Curtose Coeficiente de curtose Interpretação dos coeficientes de assimetria e de curtose UNIDADE VI - Probabilidade Experimento aleatório; Espaço amostral; Eventos; Probabilidade; Eventos complementares; Eventos independentes;

179 Eventos mutuamente exclusivos UNIDADE VII - Distribuição Binomial e Normal Variável aleatória Distribuição de probabilidade Distribuição binomial Distribuição normal e a Curva normal Cálculo das distribuições de probabilidade em Microsoft Excel UNIDADE VIII - Correlação e Regressão Relação funcional e relação estatística Diagrama de dispersão O que é Correlação Correlação linear e Coeficiente de correlação linear O que é Regressão Ajustamento da reta Interpolação e extrapolação Cálculo do coeficiente de correlação linear e do diagrama de dispersão em Microsoft Excel. UNIDADE IX - Números Índices O que são Números-índices Relativos de preços Elos de relativos Relativos em cadeia Índices agregativos simples, ponderado e de preços Deflacionamento de dados. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento

180 180 particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BRUNI, Adriano Leal; PAIXÃO, Roberto Brazileiro. Excel aplicado à gestão empresarial. 1.ed. São Paulo: Atlas, p. il. 2. CRESPO, Antônio Arnot. Estatística fácil. 19.ed. São Paulo: Saraiva, p. il. 3. KAZMIER, Leonard J. Estatística aplicada à economia e administração. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, McCLAVE, James T. Estatística para administração e economia. Tradução Fabrício Pereira Soares e Fernando Sampaio Filho; revisão técnica Galo Carlos Lopez Noriega São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL

181 181 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, [327] p. il. 2. FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade; TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística aplicada. 2. ed. São Paulo: Atlas, p. il. 3. LAPPONI, Juan Carlos. Estatística usando Excel. São Paulo: Lapponi, p. 4. MARTINS, Gilberto de Andrade; DONAIRE, Denis. Princípios de estatística: 900 exercícios resolvidos e propostos. 4. ed. São Paulo: Atlas, p. il. 5. MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, p., il Disciplina: GST LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA EMENTA Atividade financeira do estado; Tributo e suas espécies; Competência tributária; Limitações ao Poder de Tributar; Vigência, integração e interpretação da legislação tributária; Obrigação tributária; Crédito Tributário; Processo tributário; Tributos sobre o comércio exterior; Tributos sobre a produção e a circulação de bens e serviços; Tributos sobre a renda e o patrimônio. OBJETIVO GERAL O aluno deverá conhecer e saber como são aplicados os institutos descritos acima. Compreender as funções da tributação, identificar os tributos incidentes sobre as várias atividades negociais, seu procedimento de recolhimento e como deve agir diante de um conflito em matéria tributária. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O aluno deverá ser capaz de: * apreender os principais aspectos da atividade financeira do Estado; * conceituar tributo e identificar as cinco espécies tributárias; * identificar o ente federativo competente para a instituição de cada tributo; * compreender o significado e a função das limitações ao poder de tributar; * conhecer os conhecimentos relativos à hermenêutica tributária; * compreender a obrigação e o crédito tributários; * conhecer os institutos do processo tributário; * aplicar os conhecimentos em situações concretas relativas às várias incidências dos tributos. CONTEÚDOS

182 182 Unidade I - Atividade Financeira do Estado e a Receita Tributária 1.1. Atividade financeira do estado: conceito e função 1.2. Direito Financeiro e Direito Tributário: conceito, objetos e normas constitucionais e gerais 1.3. Objetos da atividade financeira do Estado: despesa pública, receita pública, orçamento público e crédito público Tributo: conceito, classificações e espécies tributárias Unidade 2 - Direito Constitucional Tributário e Hermenêutica Tributária 2.1. Competência Tributária: conceito, atributos, classificações. Capacidade tributária ativa 2.2. Limitações constitucionais ao poder de tributar: conceito, natureza jurídica, segurança jurídica, justiça tributária, liberdade fiscal, federalismo fiscal e imunidades 2.3. Fontes do direito tributário. Vigência da legislação tributária no tempo e no espaço 2.4. Interpretação e integração da legislação tributária Unidade 3 - Teoria geral do direito tributário 3.1. Obrigação tributária: conceito e elementos da obrigação tributária 3.2. Responsabilidade tributária: conceito, espécies e efeitos 3.3. Crédito tributário: conceito e lançamento 3.4. Causas de suspensão do crédito tributário: conceito, efeitos e espécies 3.5. Causas de extinção do crédito tributário: conceito, rol do Código Tributário Nacional, espécies 3.6. Causas de exclusão do crédito tributário: conceito, efeitos e espécies 3.7. Administração tributária e privilégios do crédito tributário Unidade 4 - Processo Tributário 4.1. Teoria geral do processo: conceitos e princípios; 4.2. Processo administrativo tributário: legislação tributária federal, procedimento; 4.3. Processo judicial tributário: legislação e procedimentos; Unidade 5 - Tributos sobre as atividades negociais 5.1. Tributos sobre o comércio exterior: imposto de importação, imposto de exportação e taxas alfandegárias;

183 Tributos sobre a produção e a circulação de bens: imposto sobre a circulação de mercadorias e prestação de serviços, imposto sobre produtos industrializados e outros tributos; 5.3. Tributos sobre a produção e circulação de serviços: imposto sobre as operações de crédito, câmbio, seguro e relativas a títulos e valores mobiliários, imposto sobre serviços de qualquer natureza e outros tributos; Unidade 6 - Tributos sobre a renda e o patrimônio 6.1. Tributos sobre a renda: imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza e contribuições sociais; 6.2. Tributos sobre o patrimônio: imposto sobre a propriedade territorial rural, imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, imposto sobre a propriedade de veículo automotor; e taxas; 6.3. Tributos sobre a transmissão do patrimônio: imposto sobre a transmissão causa mortis ou doação de quaisquer bens e direitos reais (exceto os de garantia), imposto sobre a transmissão a título oneroso de bens imóveis e direitos reais (exceto os de garantia) PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas

184 184 avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. COELHO, Sacha Calmon. Curso de Direito Tributário: rev. e atual. de acordo com o Código Civil de 2002, Rio de Janeiro: Forense, SEGUNDO, Hugo de Brito Machado. Direito financeiro e tributário. 5 Ed. São Paulo: Atlas, CREPALDI, Silvio Aparecido. et. alli. Direito Tributário. Teoria e Prática. São Paulo: Forense, MARTINS Neto, Francisco. Legislação tributária Curitiba: Ibpex, 2007 VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SANTI. Eurico Marcos Diniz de. Curso de especialização em direito tributário: estudos analíticos em homenagem a Paulo de Barros Carvalho. Rio de Janeiro: Forense, AMARO, Luciano. Direito tributário brasileiro. 10. ed. atual. São Paulo: Saraiva, CARNEIRO, Claudio. Manual de direito tributário: teoria, jurisprudência e mais de 700 questões. 2. ed. rev. atual. e ampl. Rio de Janeiro: Elsevier, CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 19. ed. rev. São Paulo: Saraiva, MARTINS, Ives Gandra da Silva (Coord.). Comentários ao Código Tributário Nacional. 3. ed. São Paulo: Saraiva, v. Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES EMENTA Conceitos e evolução da Administração da Produção e Operações. Medidas de Produtividade. Planejamento da Capacidade. Localização da Empresa. Projeto de Processos, Produtos e Serviços. Projeto da Rede de Operações Produtivas. Projeto e Medida do Trabalho. Arranjo Físico de Instalações.

185 185 Os Sistemas de Planejamento e Controle de Produção. OBJETIVO GERAL O aluno deverá ter uma visão geral, integrada e estratégica da função produção, das responsabilidades que são atribuídas aos gerentes de produção e das diversas ferramentas disponíveis para o desempenho desta função. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Conhecer os sistemas de organização da empresa industrial ou de serviços, desde a etapa de dimensionamento da sua capacidade de produção até o estabelecimento do projeto de trabalho; b) Conhecer os fundamentos do cálculo da produtividade empresarial; c) Conhecer os processos do projeto de produtos e serviços, bem como o projeto da rede de operações produtivas; d) Saber os conceitos e a metodologia para operacionalizar e avaliar o processo produtivo, buscando a sua racionalização com as modernas técnicas de planejamento e controle da produção; e)saber aplicar e exercitar um conjunto específico de técnicas que auxiliem o tomador de decisão a reconhecer as particularidades do seu problema e estruturá-lo. CONTEÚDOS UNIDADE I - Introdução a Administração da Produção e Operações 1.1 Conceito da APO 1.2 O Estudo da APO 1.3 Marcos Históricos na APO 1.4 Fatores que afetam a APO 1.5 Objetivos da APO UNIDADE II - Produtividade 2.1 Definição de produção e produtividade 2.2 Administração da Produtividade

186 Medida da Produtividade 2.4 Meios para aumentar a produtividade 2.5 Projeto e Medida do Trabalho UNIDADE III - Planejamento da Capacidade 3.1 Aspectos gerais 3.2 Planejamento de Capacidade 3.3 Medida da Capacidade 3.4 Expansão da capacidade 3.5 Avaliação econômica de alternativas de capacidade 3.6 Abordagem Sistemática para Decisões de Capacidade UNIDADE IV - Localização da Empresa 4.1 Importância das Decisões sobre localização 4.2 Fatores que influenciam no processo de localização 4.3 Avaliação de alternativas de localização 4.4 Perspectiva da rede de operações UNIDADE V - Layout das Instalações 5.1 Objetivos dos Layouts das Instalações 5.2 Manuseio de Materiais 5.3 Tipos de Projetos de Processos 5.4 Decisão sobre Alternativas de Processamento UNIDADE VI - Projeto de Processos, Produtos e Serviços 6.1 Projeto em Gestão da Produção 6.2 Vantagem competitiva do bom projeto 6.3 Projeto de Processos, Produtos e Serviços 6.4 Etapas do Projeto UNIDADE VII - Sistemas de Planejamento e Controle da Produção

187 Introdução aos Sistemas de Planejamento e Controle da Produção 7.2 Administração de Estoques 7.3 Sistemas de Produção 7.4 Produção Enxuta PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário

188 188 acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração da produção - uma abordagem introdutória. São Paulo: Campus, HEIZER, Jay; RENDER, Barry. Administração de operações: bens e serviços. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, RITZMAN, Larry P; KRAJEWSKI, Lee J. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice-Hall, LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Administração da Produção. São Paulo: Pearson Education do Brasil, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ARAÚJO,M., Administração da Produção e Operações - Uma Abordagem Prática, Editora Brasport, 1ª Edição, CORREA, Carlos A. CORREA, Henrique Luiz. Administração de produção e de operações. São Paulo: Atlas LAUGENI F. P./Martins, P. G. Administração da Produção. Editora Saraiva, MOREIRA, D. A. Administração da Produção e Operações. Cengage Learning, SLACK, Nigel. CHAMBERS, Stuart. JOHNSTON, Robert. Administração da produção. São Paulo: Atlas, Disciplina: GST MACROECONOMIA EMENTA Apresentação das variáveis determinantes dos níveis de emprego e de produto numa economia fechada. A dicotomia clássica através da neutralidade da moeda e o pleno emprego. A crítica keynesiana ao modelo clássico e a importância da demanda agregada na determinação do produto no curto prazo. As demonstrações das relações entre os equilíbrios nos mercados de produto e de moeda. Os efeitos de políticas do governo no equilíbrio interno em economia fechada. OBJETIVO GERAL Tornar o aluno apto a tomar decisões com base nos conhecimentos econômicos adquiridos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Verificar as relações entre os mercados de fatores de produção, principalmente o de trabalho, e o

189 189 nível de produção agregada. Calcular os efeitos das variáveis componentes da demanda agregada sobre o nível da produção agregada. Interpretar os efeitos das políticas fiscal e monetária para estabilização dos preços e indução do nivel de produção agregada. CONTEÚDOS UNIDADE I O Modelo Clássico A Função de Produção Agregada e o Produto Marginal do Trabalho O Mercado de Trabalho e o Pleno Emprego A Flexibilidade de Salários Nominais e Preços A Curva de Oferta Agregada Vertical A Teoria Quantitativa da Moeda e a Curva de Demanda Agregada A Dicotomia Clássica entre Variáveis Reais e Nominais A Neutralidade da Moeda A Determinação da Taxa de Juros no Mercado de Fundos Emprestáveis e o Efeito Deslocamento ( Crowding Out ) UNIDADE II O Modelo Keynesiano Simples numa Economia Fechada As Funções Consumo e Poupança A Determinação da Renda de Equilíbrio Os Multiplicadores dos Gastos Autônomos UNIDADE III O Modelo Keynesiano Generalizado numa Economia Fechada O Equilíbrio nos Mercado de Bens e Serviços e a Dedução da Curva IS Os Deslocamentos da Curva IS e as Políticas Fiscais

190 190 O Equilíbrio no Mercado de Moeda e a Dedução da Curva LM Os Deslocamentos da Curva LM e as Políticas Monetárias O Equilíbrio entre IS e LM e os Efeitos dos Deslocamentos das Curvas As Diversas Elasticidades das Curvas IS e LM em relação à Taxa de Juros e suas Conseqüências sobre as Políticas do Governo PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3).

191 191 As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. D.SACHS, Jeffey; LARRAIN B., Felipe. Macroeconomia. Edição Revisada e Atualizada.São Paulo: Makron Books, p. 2. BLANCHARD, Olivier. Macroeconomia. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, P. 3. FROYEN, Richard T. Macroeconomia. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, p. 4. TEBCHIRANI, Flávio Ribas. Princípios de economia: micro e macro. 3ª ed. rev.atual., e ampl. Curitiba: Ibpex, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. VASCONCELLOS, Marco Antonio S. Manual de Macroeconomia - Basico e Intermediário. 3ª ed. São Paulo: Atlas, p. 2. SIMONSEN, Mario Henrique; CYSNE, Rubens Penha. Macroeconomia. 3ª ed. São Paulo: Atlas, p. 3. VASCONCELLOS, Marco Antonio S. Economia Micro e Macro. 4ª ed. São Paulo: Atlas, p. 4. DORNBUSCH, Rudiger, FISCHER, Stanley e STARTZ, Richard. Macroeconomia. 10 ed. São Paulo: McGraw-Hill, p. 5. MANKWIN, N. Gregory. Macroeconomia. São Paulo: Editora LTC, Disciplina: GST ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EMENTA A empresa e sua estrutura de informações. Análise tradicional das demonstrações contábeis. Análise avançada das demonstrações contábeis. Conclusão e elaboração do relatório OBJETIVO GERAL No final do curso o aluno deverá ser capaz de: Executar corretamente as técnicas de análise das demonstrações contábeis, relacionando os diversos indicadores de natureza econômica e financeira; Compreender as políticas, estratégias e o planejamento a curto prazo das organizações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

192 192 Capacitar o aluno a: Compreender a finalidade dos diversos indicadores econômicos e financeiros; Aferir a performance econômica e financeira das organizações; Relacionar os indicadores calculados internamente com os obtidos no ambiente econômico que estão inseridas; Emitir parecer acerca da situação econômica e financeira das organizações. CONTEÚDOS Unidade I. A empresa e sua estrutura de informações 1.1. Função empresa; 1.2. Sistema de informações gerenciais; 1.3. Sistema de informações contábeis; 1.4. Objetivo e usuários da análise das demonstrações contábeis; 1.5. Principais demonstrações contábeis; 1.6. Limitações das demonstrações contábeis; 1.7. Padronização das demonstrações contábeis; 1.8. Índices-padrão. Unidade II. Análise tradicional das demonstrações contábeis 2.1. Análise vertical e horizontal; 2.2. Análise de estrutura de capitais; 2.3. Análise de liquidez; 2.4. Análise da lucratividade; 2.5. Índices de rotação; 2.6. Conclusão e elaboração do relatório. Unidade III. Análise avançada das demonstrações contábeis 3.1 Análise do capital de giro - Modelo Fleutiet;

193 Conceito de necessidade de capital de giro NCG; Determinação da NCG; Fontes de Financiamento da NCG Causas das modificações da NCG Análise da NCG 3.3 Alavancagem financeira e total; Alavancagem pela estrutura gastos fixos; Avavancagem pela estrutura de capitais; 3.4 EVA ( Economic Value Added); 3.5 EBITDA; 3.6 NOPAT e Conclusão e elaboração do relatório. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável

194 194 pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. SILVA, José Pereira da. Análise financeira das empresas. São Paulo: Atlas, ª ed. 2. IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços.são Paulo: Atlas, ª ed. 3. MATARAZZO, Dante Carmine. Análise financeira de balanços. São Paulo: Atlas, ª ed. 4. BLATT, Adriano. Análise de Balanços Estruturação e Avaliação das Demonstrações Financeiras e Contábeis. São Paulo: MAKRON Books, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ASSAF NETO, Alexandre. Estrutura e Análise de Balanços - um enfoque econômico-financeiro. 8 ed. São Paulo: Atlas, GITMAN, L. J. Princípios da administração financeira. 7. ed. São Paulo: Harbra, ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JORDAN, Bradford D. Princípios de administração financeira. São Paulo: Atlas, MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade empresarial. 4. ed. São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos. Contabilidade comercial: atualizado conforme Lei n /07 e Lei n / ed. São Paulo: Atlas, 2010 Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING EMENTA Definição do conceito de marketing; a evolução do conceito; tópicos básicos de marketing - os elementos que constituem o marketing; o papel e a gestão do marketing nas organizações; o plano de marketing. OBJETIVO GERAL

195 195 Oferecer aos participantes do Curso uma visão abrangente da aplicação das suas principais ferramentas na análise e adequação do produto/serviço, ensino aos seus diversos mercados. Fornecer um nível de conhecimento a partir do qual cada participante poderá desenvolver suas habilidades pessoais e profissionais, não só as utilizando na gestão de um negócio, como também em outras áreas de sua vida. Abordar os conceitos básicos do plano de marketing, objetivando o entendimento da sua aplicação e importância na consecução dos objetivos de uma empresa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Criar condições para que o aluno: Entenda os principais conceitos de marketing; Faça a distinção sobre os conceitos de propaganda, vendas e marketing, observando as abrangências e características de cada um deles; Entenda os fatores que envolvem a Administração de Marketing moderno; Distinga os elementos do marketing que promovem a adaptação da empresa aos seus mercados; Identifique os principais modelos de marketing e suas contribuições no inter-relacionamento de uma empresa com seus clientes; Identifique os principais tipos de estratégias utilizadas pelas empresas para conquistar e manter seus mercados; Entenda como os fatores ligados ao macroambiente podem afetar as estratégias de uma organização; Entenda por que as empresas utilizam canais de distribuição e discuta as funções que esses canais desempenham; Entenda a função da promoção em marketing como responsável por tornar a organização e seus produtos e serviços conhecidos pelos usuários/consumidores; Entenda o papel do preço como elemento determinante nas estratégias de produção de receita de uma empresa; Conheça os elementos necessários para o desenvolvimento e aplicação do plano de marketing nas organizações.

196 196 CONTEÚDOS I - Definição do que é marketing Principais definições de Marketing e o papel representado por ele na adaptação das empresas aos seus mercados; Diferenças entre Marketing, vendas e propaganda e as dificuldades de compreensão deste objeto de estudo; As principais tendências e forças que estão mudando o cenário do marketing nesta nova era de relacionamentos. II - A evolução do conceito de marketing; A evolução do conceito de Marketing, As fases do Marketingpassando O advento do Marketing de Relacionamento III - Os fundamentos do marketing; A distinção entre os elementos do composto de marketing Produto Preço Praça Promoção. IV - Administração do esforço de marketing; Definição de estratégia e objetivos da organização; Principais tipos de estratégias de marketing; Como os elementos do mix de marketing (produto, preço, ponto e promoção) devem funcionar de maneira integrada para que a empresa consiga cumprir a sua missão; Exemplos de estratégias. V - O mercado global; Identificação das principais considerações que as empresas enfrentam quando levam suas marcas para mercados globais; Os fatores que levam ao acirramento dessa competição;

197 A diversidade cultural e a competitividade. VI - A segmentação do mercado em marketing; O conceito de propaganda/ O conceito de publicidade; O conceito de vendas; Distinção entre os conceitos de propaganda, publicidade, vendas e marketing. VII - O ambiente de marketing; Identificação dos principais fatores do macroambiente Variáveis que afetam as estratégias das empresas Variáveis econômica, sociocultural, natural, político-legal, demográfica e tecnológica O papel do SIM no Marketing VIII - Comunicação de valor para o cliente; O conceito de valor para o marketing Proposta de valor para o cliente Comunicação de valor para o cliente. IX - Produtos, serviços e estratégias de branding; Defina o conceito de produto e suas classificações; As decisões que as empresas tomam sobre seus produtos e serviços individuais; Gestão de Marca. X - Determinação do preço dos produtos; Variáveis determinantes na formação de preços; Principais estratégias de precificação das empresas; Identificação das principais características das estratégias de preços utilizadas pelas empresas para construir participação de mercado. XI - Canais de distribuição; O que são canais de distribuição;

198 As funções que os canais de distribuição desempenham; Características dos canais de distribuição. XII - Comunicação integrada de marketing; A função da Promoção em Marketing; Identificar as principais características que compõe a promoção; A comunicação em marketing atraindo usuários e consumidores. XIII - O plano de marketing; Plano de Marketing: definição e importância; As etapas do Plano de Marketing; Características do Plano de Marketing XIV - Marketing de serviços; Marketing de serviços: definição e importância dentro do mercado; Características que afetam o marketing de serviços; Definição e importância da: intangibilidade, variabilidade, inseparabilidade e perecibilidade para serviços. XV - Ética do marketing Principais definições de ética; A Ética Empresarial; A ética no gerenciamento do composto de marketing A ética na pesquisa de marketing PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

199 199 RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 12. edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOTLER, Philip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, DIAS, Sérgio Roberto (Coodenador). Gestão de marketing. São Paulo: Saraiva, RITOSSA, Cláudia Mônica. Tópicos Especiais em Marketing. 1a. Edição, Editora IBPEX X Dialógica. Curitiba, PR. VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SANDHUSEN, Richard L. Marketing básico. São Paulo: Saraiva KEEGAN, Warren J; GREEN, Mark C. Princípios de marketing global. São Paulo: Saraiva, BAKER, Michael J. Administração de Marketing. Rio de Janeiro: Elsevier, HOOLEY, Graham J. Estratégia de marketing e posicionamento competitivo 3ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL 5. KEEGAN, Warren J. Marketing global. São Paulo: Prentice Hall, VIRTUAL

200 200 Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I EMENTA A Administração de Recursos Humanos (ARH) no contexto organizacional; missão; objeto de estudo; os subsistemas da ARH; os principais serviços da ARH; recrutamento e seleção; treinamento e desenvolvimento; relações trabalhistas e sindicais; segurança e medicina do trabalho. OBJETIVO GERAL - Apresentar aos alunos uma visão geral das atividades da Administração de Recursos Humanos (ARH) e a sua importância para as pessoas e para as organizações; - Demonstrar como as empresas podem obter uma vantagem competitiva sustentável através de seus Recursos Humanos (RH); - Apresentar a gestão de RH como responsabilidade da função de qualquer gestor; - Discutir os principais processos utilizados na gestão de RH, realçando a responsabilidade da área de RH e dos gestores no uso desses processos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Apresentar os objetivos, os subsistemas e os principais serviços prestados pela ARH; 2. Explicar o processo de atração e de seleção de profissionais para o preenchimento dos cargos das empresas; 3. Explicar o processo de formação e de desenvolvimento dos RH que qualificam esses profissionais para o trabalho e para os desafios profissionais futuros; 4. Discutir o papel dos sindicatos, a sua relação com as empresas, bem como as estratégias que asseguram a prevenção e a solução dos conflitos coletivos de trabalho; 5. Apresentar as estratégias que buscam preservar a integridade física dos trabalhadores no ambiente de trabalho. CONTEÚDOS Unidade 1

201 Administração de Recursos Humanos (ARH) - uma visão geral: 1.1. Os recursos das organizações e as especialidades da administração; 1.2. A importância das pessoas para as organizações; 1.3. Conceito da ARH; 1.4. A ARH no contexto organizacional; 1.5. Missão; 1.6. Objeto de estudo; 1.7. Evolução histórica; 1.8. Subsistemas da ARH e seus principais objetivos; 1.9. Serviços básicos prestados pela ARH. Unidade 2 2. Recrutamento e Seleção: 2.1. Rotatividade de pessoal: vantagens, desvantagens, causas; 2.2. Recrutamento: conceito, tipos, fontes e técnicas; 2.3. Seleção: conceito, etapas e técnicas; 2.4. A responsabilidade dos gestores. Unidade 3 3. O Processo de Integração das Pessoas nas Organizações: 3.1. A integração dos novos colaboradores; 3.2. A integração dos colaboradores antigos; 3.3. A integração empresa x colaboradores. Unidade 4 4. Treinamento e Desenvolvimento: 4.1. Educação, treinamento, desenvolvimento profissional; 4.2. O processo de treinamento e desenvolvimento; 4.3. Os métodos de treinamento e desenvolvimento; 4.4. A educação corporativa; 4.5. A responsabilidade dos gestores. Unidade 5 5. Relações Trabalhistas e Sindicais: 5.1. Conceitos: sindicalismo, sindicato, categorias;

202 Categorias econômica e profissional; 5.3. Funções dos sindicatos; 5.4. Unicidade e pluralidade sindical; 5.5. Greve, lockout, piquete, plano de contingência; 5.6. Estratégias de prevenção e solução de conflitos coletivos; 5.7. A responsabilidade dos gestores. Unidade 6 6. Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional: 6.1. Objetivo do subsistema segurança e medicina do trabalho; 6.2. A importância da segurança para os trabalhadores, empresas e sociedade; 6.3. Acidente de trabalho e doença ocupacional; 6.4. Ato inseguro e condição insegura; 6.4. Riscos ambientais; 6.5. Estratégias de prevenção; 6.6. Insalubridade, periculosidade; 6.7. A responsabilidade dos gestores. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

203 203 A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BOHLANDER, George W.; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. São Paulo: Campus, LUZ, Ricardo. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: LTC, 2008 (Universidade Estácio de Sá - Programa do Livro Universitário). 4. KNAPIK, Janete. Gestão de Pessoas e Talentos. 3a. Edição, Editora IBPEX X Dialógica. Curitiba, PR. VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOHLANDER, George W.; SNELL, Scott; SHERMAN, Arthur. Administração de recursos humanos. São Paulo: Cengage Learning, CHOWDHURY, Subir. A Era do Talento obtendo alto retorno sobre o talento Pearson VIRTUAL 3. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Modelo de Competência e Gestão de Talentos 2 edição Pearson VIRTUAL 4. JOHNSON, Mike. Vencendo a Guerra da Caça aos Talentos como obter e conservar as pessoas talentosas de que você precisa Pearson VIRTUAL 5. FRAGA, Valderez Ferreira. Gestão pela Formação Humana uma abordagem fenomenológica 2 edição Manole VIRTUAL Disciplina: CCE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

204 204 EMENTA Fundamentos da Ética Empresarial. As três fases da Ética Empresarial. Empresa e Ética. O caráter das organizações. O dilema dos valores. A Ética ambiental. Ética. Leis e normais de Responsabilidade Social. O Terceiro Setor e a importância do Balanço Social. OBJETIVO GERAL Levar o aluno à compreensão da Ética, aplicando-a a sua vida contribuindo de forma significativa para uma sociedade melhor. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Dar ao aluno uma base para ajudá-lo na questão da cidadania; - Oferecer ao aluno o arcabouço que o permita exercer a ética dentro do seu universo. - Oferecer ao aluno uma base no que tange à Responsabilidade Social que o permitirá dimensionar a sua importância e a sua aplicação no seu universo. CONTEÚDOS Unidade I Fundamentos da Ética Empresarial Conceitos básicos: Ética, Moral, Caráter, Dever Moral, Relativismo ético. Direitos Humanos. Empresa e Ética: o caráter das organizações. Unidade II As Três fases da Ética Empresarial A era Industrial A era pós-industrial A era da informação. Unidade III Ética Ambiental Ecologia

205 205 A escassez dos Recursos Naturais A Ação predatória do Homem e a Educação ambiental Unidade IV O dilema dos Valores Os desastres ambientais A complexidade das decisões As empresas e os valores Unidade V Normas Internacionais de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social em uma empresa ISO , NBR SA 8000 e OHSA. Unidade VI O Terceiro Setor e a importância do Balanço Social O Terceiro Setor Balanço Social e a sua importância Criação de Projetos Éticos Sociais PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o

206 206 acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ASHELEY, Patricia(Coordenação). Ética e responsabilidade social nos negócios. Saraiva. 2º Ed. São Paulo, SROUR, Robert. Ética empresarial o ciclo virtuoso dos negócios.campus.3º ed. Rio de Janeiro BRAGA, Benedito. Introdução à engenharia ambiental. O desafio do desenvolvimento sustentável. 2º ED. Pearson Prentice Hall. São Paulo, ARANTES, Eliane Cristina. Empreendedorismo e responsabilidade social Curitiba: Ibpex, (Coleção Gestão Empresarial; v.4) VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. REIS, Carlos e MEDEIROS, Luiz. Responsabilidade social das empresas e balanço social. Atlas, São Paulo, MELO NETO, Francisco e FROES, César. Gestão da responsabilidade social corporativa: caso brasileiro. Qlualimark. Rio de Janeiro, RODRIGUEZ, Rodrigues e VICENTE, Martius. Ética e Responsabilidade Social nas Empresas. Campus. Rio de Janeiro PASSOS, Elizete. Ética nas organizações. Atlas. 4ª ed. São Paulo RAMOS, Jose Maria; ARRUDA, Maria Cecília e WHITAKER, Maria do Carmo. Fundamentos de ética empresarial e econômica. Atlas. 4ª ed. São Paulo

207 207 Disciplina: CEL METODOLOGIA DA PESQUISA EMENTA O conhecimento científico e a pesquisa acadêmica: escolha do tema. Problematização do tema. Justificativa, metodologia e fontes. A determinação dos objetivos. O embasamento teórico. O projeto de pesquisa, estrutura e formatação. A redação científica: ética e legitimidade do saber. Normas técnicas para formatação do TCC: artigo científico e monografia. OBJETIVO GERAL A disciplina tem como objetivos gerais Reconhecer a importância da pesquisa acadêmica; Elaborar o anteprojeto de TCC; Aplicar as normas técnicas para construção e formatação de projetos de pesquisa e TCC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso o aluno deverá: 2. Compreender a relevância do uso de técnicas para elaboração de objetivos da pesquisa; 3. Identificar a estrutura e formatação de projetos de pesquisa para TCC; 4. Conhecer e aplicar diferentes normas para formatação do trabalho de conclusão de curso: artigo científico e monografia; 5. Estabelecer e delimitar um tema de pesquisa; 6. Definir o problema científico; 7. Realizar a pesquisa bibliográfica; 8. Apresentar a justificativa do projeto e objetivos do estudo; 9. Apresentar o embasamento teórico; 10. Definir as fontes e procedimentos metodológicos; 11. Organizar o cronograma do TCC. CONTEÚDOS Unidade 1 A pesquisa e o conhecimento científico 1.1. Importância e aplicação da pesquisa científica

208 A classificação da pesquisa com base em objetivos e procedimentos. Unidade 2 O problema científico 2.1. A escolha do tema e importância de sua delimitação; 2.2. Realização da pesquisa bibliográfica e sua discussão; 2.3. Justificativa do estudo; 2.4. A problematização do tema; 2.5. A construção de hipóteses e as questões norteadoras. Unidade 3 A construção do projeto de pesquisa 3.1. A determinação dos objetivos da pesquisa; 3.2. A construção do embasamento teórico, levantamento preliminar A redação do projeto de pesquisa: ética e legitimidade do saber. Unidade 4 O Trabalho de Conclusão de Curso 4.1. Importância do trabalho de conclusão de curso 4.2. Estrutura e formatação do artigo científico; 4.3. Estrutura e formatação da monografia; 4.4. Estrutura e formatação do Projeto Final. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o

209 209 acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. BARROS, A. J. da S.; LEHFELD, N. A. de S. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Pearson Prentice Hall, CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. da. Metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, CASARIN, Helen de Castro Silva. Pesquisa científica: da teoria à prática Curitiba: Ibpex, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. KAHLMEYER-MERTENS, R. S.; FUMANGA, M.; TOFFANO, C. B.; SIQUEIRA, F. Como elaborar projetos de pesquisa: linguagem e método. Rio de Janeiro: FGV, MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas.10.ed. São Paulo: Atlas, RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 4.ed. RJ: Petrópolis: Vozes, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio de Janeiro: FGV, Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

210 210 EMENTA Uso estratégico da tecnologia da informação. Administração Estratégica da Informação. Desenvolvimento de ambientes eficientes/eficazes da tecnologia da informação. Tipos e usos de informações. OBJETIVO GERAL Conduzir o aluno ao contato com a realidade dos sistemas de informação, identificando à importância da informação no ambiente empresarial e suas diversas aplicações no apoio a atividade administrativa através da apresentação dos diversos conceitos e tecnologias dos sistemas de informação, possibilitando o desenvolvimento de um modelo cognitivo, teórico e pragmático de análise, interpretação e aplicação dos elementos que compõem o processo administrativo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender o novo cenário de negócios, suportado pela Tecnologia da Informação ; Diferenciar os conceitos de dados e informação Identificar os atributos de qualidade da informação. Reconhecer a importância da informação como recurso estratégico para as organizações Identificar os vários tipos de sistemas de informação empresarial; Reconhecer no mercado as características dos sistemas de informação utilizados; Reconhecer a classificação dos Sistemas de Informação Compreender as etapas básicas do Processo de tomada de Decisão Descrever as funções dos Sistemas de acordo com o nível organizacional e função organizacional. CONTEÚDOS UNIDADE I - Conceituação de Tecnologias e Sistemas de Informação 1.1 A Informação como recurso Estratégico 1.2 A gestão da Informação como foco de um SI

211 Adaptação das empresas no cenário atual 1.4 Sociedade na era da Informação e do Conhecimento e seu impacto na Organização 1.5 Princípios da Teoria de Sistemas aplicados à gestão de sistemas; UNIDADE II - Conceitos Básicos de Sistemas de Informação nas Organizações 2.1 As Funções e Aplicações de SI nas organizações; 2.2 A empresa de e-business; 2.3 Atividades dos Sistemas de Informação; UNIDADE III - Sistemas de Apoio as Decisões Organizacionais 3.1 Apoio às decisões de e-business; 3.2 Sistemas de Informação Gerencial (SIG); 3.3 Sistemas de Apoio às Decisões (SAD); 3.4 Processamento analítico on-line (Olap). UNIDADE IV - Novas Tecnologias de Sistemas nos negócios 4.1 Conceitos de realidade Virtual nos negócios 4.2 Conceitos Básicos de Sistemas Especialistas 4.3 Impactos Éticos e Sociais UNIDADE V - Sistemas de Comércio Eletrônico 5.1 Fundamentos do Comércio Eletrônico; 5.2 Conceitos de Controle de acesso e segurança; 5.3 Pagamentos e Transferências eletrônicas de fundos; 5.4 Aplicações do Comércio Eletrônico; UNIDADE VI - Conceitos de Governança em TI nas Organizações 6.1 Conceitos Básicos de governança 6.2 O Alinhamento Estratégico e elaboração do Portfólio em TI 6.3 O Hardware e o Software para implantação da governança em TI; 6.4 Gestão de desempenho de operações e serviços de TI;

212 212 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. O BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2ª Edição. 6ª Triagem. Editora Saraiva, 2009; 2. JUNIOR, R Kelly Rainer. CEGIELSKI, Casey G.. Introdução a Sistemas de Informação - apoiando e transformando negócios na era da mobilidade. 3ª Edição. Campus, 2012

213 LAUNDON, kenneth C.,LAUDON, Jane P. Sistemas de Informações Gerenciais. 7ª Edição. Editora: Pearson, LAUNDON, kenneth C.,LAUDON, Jane P. Sistema de informação gerenciais: administrando a empresa digital São Paulo: Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CÔRTES, Pedro Luis. Administração de Sistemas de Informação. 1ª Edição. Editora: Saraiva, STAIR, Ralph M, REYNOLDS,George W. Princípios de Sistemas de Informação: Uma Abordagem Gerencial. 6ª Edição. Cengage Learning, BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de Informação: Um Enfoque Gerencial. 2ª Edição. Atlas, MELO, Soares Ivo. Administração de Sistemas de Informação.1a Edição, são Paulo GORDON, Judith. Sistemas de Informação:Uma abordagem Gerencial. 3a Edição. Ed. LTC Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA EMENTA Síntese da Administração Financeira. Risco e Retorno, Administração Financeira a Curto Prazo. Financiamento de Longo Prazo. OBJETIVO GERAL Compreender as formas de riscos de investimento e financiamento da organização. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Compreender os diversos tipos de riscos de investimentos. Gerenciar o capital de giro de uma empresa. Identificar as fontes de financiamento de capital próprio / terceiros CONTEÚDOS UNIDADE I - Síntese da Administração Financeira 1.1- A empresa: ambiente legal, operacional e fiscal Relação com a contabilidade e a economia

214 As funções do administrador financeiro Objetivo da Administração Financeira Modalidade de organização de empresa UNIDADE II - Risco e Retorno Retorno esperado e variância Carteira Risco Sistemático e não sistemático Risco Sistemático e Beta de carteiras Diversificação e risco de carteira UNIDADE III - Administração Financeira a Curto Prazo Ciclo Operacional e de Caixa Capital Circulante Líquido Composição do financiamento Administração de Caixa UNIDADE IV - Financiamento de Longo Prazo Custo do Capital Obtenção do Capital Estrutura de Capital e custo de Capital Próprio Alavancagem Operacional, Financeira e Combinada PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc.

215 215 RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ROSS, Stephen A; WESTERFIELD, Randolph W; JORDAN, Bradford D. Princípios de administração financeira. São Paulo: Atlas, GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. São Paulo: Pearson, LEMES JÚNIOR, Antônio Barbosa. RIGO, Cláudio Miessa. CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo. Administração Financeira: Princípios, Fundamentos e Práticas Brasileiras. Rio Janeiro: Campus, GITMAN, Lawrence Jeffrey. Administração Financeira: Uma abordagem Gerencial São Paulo: Addison Wesley, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. SANVICENTE, ANTONIO ZORATTO. ADMINISTRACAO FINANCEIRA. 3.ed Sao Paulo:Atlas - Ribeirão Preto, p 2. ASSAF NETO, Alexandre; SILVA, César Augusto TIBÚRCIO. Administração do Capital de Giro. 3ª ed,. São. Paulo: Atlas, ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F. Administração financeira Corporate finance. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

216 GROPPELLI, A. A. & NIKBAKHT, E.. Administração financeira. Rio de Janeiro, Saraiva, LEMES JUNIOR, Antonio Barbosa. CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo, RIGO, Cláudio Miessa. Administração Financeira: Princípios, fundamentos e práticas brasileiras. Rio de Janeiro: Campus, Disciplina: GST PESQUISA DE MERCADO EMENTA Pesquisa de Mercado, Tipos e origens de dados, Sistema de Informação de Marketing, Processo de pesquisa, Pesquisa Qualitativa e Pesquisa Quantitativa, Elaboração de Questionários, Censo e Amostragem. OBJETIVO GERAL 1. Analisar a importância da Pesquisa de Marketing no apoio à tomada de decisões. 2. Avaliar as ações a serem desenvolvidas na elaboração de um projeto de pesquisa de mercado avaliando diferentes tipos e métodos de pesquisa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Proporcionar ao aluno a compreensão dos conceitos teóricos fundamentais da pesquisa de marketing e suas aplicações. 2. Reconhecer a informação como fundamental para o processo de tomada de decisão em marketing. 3. Elaborar um briefing de pesquisa de mercado. 4. Apresentar as diferentes metodologias de pesquisa e a respectiva adequação aos diversos problemas, e necessidades mercadológicas das empresas. 5. Reconhecer a importância da ética e da qualidade na pesquisa de marketing. 6. Descrever o processo de pesquisa de mercado. 7. Proporcionar conhecimentos para a utilização da Pesquisa de Mercado na identificação do público-alvo. 8. Elaborar instrumentos de coleta de dados.

217 Planejar o tamanho da amostra. 10. Preparar a apresentar o relatório de pesquisa. CONTEÚDOS Unidade 1 - Introdução à Pesquisa de Marketing 1.1. Visão geral 1.2. Definição de pesquisa de mercado 1.3. Classificação da pesquisa de mercado 1.4. Processo de pesquisa de mercado 1.5. A função da pesquisa de mercado na tomada de decisões gerenciais 1.6. Uma visão geral da indústria de pesquisa de marketing 1.7. Selecionando o fornecedor externo 1.8. Carreiras em pesquisa de mercado 1.9. O Papel da pesquisa de mercado no SIM Tecnologia e pesquisa de mercado Ética na pesquisa de mercado Unidade 2 - Definindo o Problema de pesquisa de marketing e Desenvolvendo uma Abordagem 2.1. A importância da definição do problema 2.2 Processo de definição do problema e desenvolvimento de uma abordagem 2.3. Tarefas envolvidas 2.4. Contexto ambiental do problema de marketing 2.5 Definindo o problema de pesquisa de mercado 2.6. Componentes da abordagem Unidade 3 - Concepção de Pesquisa Exploratória: Pesquisa Qualitativa 3.1. Dados primários: pesquisa qualitativa versus pesquisa qualitativa 3.2. Classificação dos procedimentos da pesquisa qualitativa

218 Discussão em grupo (focus group). Unidade 3 - Concepção de Pesquisa Exploratória: Pesquisa Qualitativa 3.2. Classificação dos procedimentos da pesquisa qualitativa Entrevistas em profundidade Técnicas projetivas. Unidade 4 - Modelo de pesquisa descritiva - Levantamento de Campo e por Observação: Pesquisa Quantitativa 4.1. Métodos de levantamento de campo Entrevista pessoal Entrevista por telefone Entrevista pelo correio Entrevista via Internet 4.2. Métodos de observação Observação pessoal Observação mecânica 4.3. Comparação dos métodos de levantamento de campo e por observação Unidade 5 - Elaboração de questionários e formulários 5.1. Visão geral 5.2. A importância do questionário Processo de elaboração do questionário Especificar as informações necessárias Determinar o conteúdo de cada pergunta Decidir sobre a estrutura das perguntas 5.7. Determinar o texto das perguntas 5.8. Ordenar as perguntas de forma apropriada

219 Identificar o aspecto visual do questionário - formato e layout 5.10 Reproduzir o questionário Pré-teste do questionário Formulário de observação. Unidade 6 - Amostragem: Modelo e procedimentos 6.1. Visão geral 6.2. Amostra ou censo 6.3. O processo de elaboração da amostragem 6.4. Classificação das técnicas de amostragem 6.5. Técnicas de amostragem não probabilística 6.6. Técnicas de amostragem probabilística 6.7. Escolhendo a amostragem não probabilística em comparação com probabilística 6.8. Amostragem em pesquisa política. Unidade 7 - Estratégia de preparação e Analise de dados 7.1. Visão geral 7.2. O processo de preparação de dados 7.3. Verificação do questionário 7.4. Edição 7.5. Transcrição 7.7. Depuração de dados 7.8. Seleção da estratégia de analise de dados Unidade 8 - Preparação e Apresentação do Relatório 8.1. Visão geral 8.2. A importância do relatório e da apresentação Processo de preparação e apresentação do relatório Preparação do relatório.

220 Apresentação oral Follow-up da pesquisa PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

221 AAKER, David A. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, MALHOTRA, Naresh K. Introdução à Pesquisa de Marketing. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, KOTLER, Philip, ARMISTRONG, Gary. Princípios de Marketing. 12a. ed., São Paulo: Pearson/ Prentice-Hall, SAMARA, Beatriz Santos. Pesquisa de marketing: conceitos e metodologia. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DIAS, Sergio Roberto (Coord.). Pesquisa de mercado: São Paulo; Saraiva, LAS CASAS, Alexandre Luizzi e GUEVARA, Arnoldo José de Hoyos. Pesquisa de Marketing. Ed. Atlas: São Paulo MATTAR, Fauze N. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Atlas, KOTLER, Philip. Administração de Marketing. 5a. ed., São Paulo: Atlas, SAMARA, Beatriz S., Pesquisa de Marketing. São Paulo: Pearson/ Prentice-Hall, Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II EMENTA A Administração de Cargos e Salários. A Administração de Benefícios. O Planejamento de Recursos Humanos. A Administração de Pessoal. Gestão do Clima Organizacional OBJETIVO GERAL 1. Explicar a importância dos cargos e dos salários para as empresas e para os trabalhadores; 2. Explicar a importância dos benefícios na complementação da remuneração e na qualidade de vida dos empregados; 3. Explicar o processo de planejamento de RH e a sua vinculação com o planejamento das organizações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Apresentar as etapas da construção de um plano de cargos e salários; 2. Explicar os principais programas de benefícios utilizados pelas empresas; 3. Explicar os principais instrumentos do planejamento de recursos humanos, a saber a previsão de vagas, o planejamento de carreiras e de sucessão; 4. Apresentar os processos do subsistema de Administração de Pessoal; 5. Discutir o papel dos gestores na implementação desses processos de gestão de recursos humanos.

222 222 CONTEÚDOS Unidade I - Administração de Cargos e Salários Apresentação do professor, do plano de ensino, da metodologia a ser empregada e dos critérios de avaliação; Objetivos da administração de cargos e salários Conceitos: Salário e remuneração A importância dos salários para as empresas e empregados; Mudança na remuneração: a adoção da remuneração variável Modalidades de remuneração Princípios da administração de cargos e salários: Equilíbrio interno e equilíbrio externo Etapas de um plano de cargos e salários; A responsabilidade dos gestores. Unidade II - Administração de Benefícios Conceito de benefícios; Objetivo do subsistema de administração de benefícios; Riscos e Necessidades; Benefícios concedidos pelas empresas; Vantagens para empresas e empregados; Classificação dos benefícios; Fontes de custeio; Modelos de gestão; Formas de concessão; Critérios de avaliação; Flexibilização dos benefícios; A responsabilidade dos gestores. Unidade III - Planejamento de Recursos Humanos Objetivos do planejamento de recursos humanos A estimativa de vagas; O planejamento de carreiras; O planejamento de sucessão; A avaliação de potencial; A gestão do desempenho;

223 A responsabilidade dos gestores. Unidade IV - Administração de Pessoal Objetivo do subsistema Administração de Pessoal; Os processos da Administração de Pessoal; Aspectos disciplinares; A responsabilidade dos gestores. Unidade V - A Gestão do Clima Organizacional As estratégias corporativas que vêm impactando o clima das organizações; O clima e a cultura das organizações; O clima e a qualidade dos produtos e serviços; Estratégias de avaliação e acompanhamento do clima organizacional; A pesquisa do clima; Os planos de ação para melhoria do clima; O que as empresas estão fazendo para melhorar a qualidade do ambiente de trabalho. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas

224 224 avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier, DUTRA, Joel Souza, et al. Gestão de Carreiras: na Empresa Contemporânea. São Paulo: Atlas, DUTRA, Joel Souza. Competências: conceito e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, PEQUENO, Álvaro, Administração de recursos humanos. 1ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GIL, Antonio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, MARRAS, Jean Pierre. Administração de recursos humanos: Do operacional ao Estratégico. São Paulo: Futura, DUTRA, Joel Souza. Competências: conceito e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, VERGARA,Sylvia Constant.Gestão de Pessoas.12ed ver e atualizada.rj Editora Atlas, CHIAVENATO,Idalberto. Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos. Como Incrementar Talentos na Empresa 7º ed.rev e atualizada.editora Manole Disciplina: CEL TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO EMENTA Diferença, inclusão e identidade na sociedade contemporânea; aspectos sociolinguísticos da Língua Brasileira de Sinais; especificidades linguísticas e noções instrumentais em LIBRAS.

225 225 OBJETIVO GERAL Construir elementos teórico-práticos que permitam a ampliação do conhecimento acerca do uso e das práticas educativas inerentes à LIBRAS, tendo como referência as categorias?especificidades lingüísticas? e?elementos socioculturais?. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Discutir aspectos metodológicos do ensino de LIBRAS, atendendo às especificidades de sua configuração Espaço-visual. Refletir acerca das dimensões linguística e sociocultural da LIBRAS. CONTEÚDOS UNIDADE 1 - DIFERENÇA, INCLUSÃO E IDENTIDADE NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA 1.1. Mundo moderno, comunicação e identidade 1.2. Políticas linguísticas e educacionais 1.3. Cultura em comunidades sinalizantes UNIDADE 2 - ASPECTOS SOCIOLINGUÍSTICOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 2.1. Variação linguística e Padronização 2.2. Famílias de Línguas e minorias linguísticas UNIDADE 3 -- ESPECIFICIDADES LINGUÍSTICAS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 3.1. Formação de sinais e uso da LIBRAS: parâmetros 3.2. Bases Instrumentais da gramática da LIBRAS Categorias Gramaticais Advérbios Adjetivos Verbos e classificadores

226 Estruturação de sentenças em LIBRAS UNIDADE 4 - NOÇÕES INSTRUMENTAIS em LIBRAS 4.1. Conversação Básica em LIBRAS 4.2. Literatura em língua de sinais PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário

227 227 acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. GOLDFELD, M. A. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. São Paulo: Plexus, QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileiras: estudos lingüísticos. Porto Alegre: ARTMED, SKLIAR, Carlos. Surdez: um olhar sobre as diferenças. 3. ed. Belo Horizonte: Mediação, CHOI, Daniel et al. PEREIRA Maria Cristina da Cunha (org). Libras. 1ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAPOVILLA, F. C. ; RAPHAEL, W. D. Dicionário enciclopédico ilustrado trilingue da língua de sinais brasileira. São Paulo: EDUSP, 2001, 2 V. 2. PIMENTA, N.; QUADROS, Ronice Muller de. Curso de libras básico. Rio de Janeiro: LSB Vídeo, SÁ, Nídia Regina Limeira de. Cultura, poder e educação de surdos. Manaus: EDVA, FERNANDES, Sueli. Educação de surdos. 2ª ed. atual. Curitiba: Ibpex, VIRTUAL 5. LUCHESI, Maria Regina Chirichella. Educação de pessoas surdas: experiências vivídas, histórias narradas. 4ªed. Campinas, SP: Papirus, 2012 (Série Educação Especial). VIRTUAL Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EMENTA Administração Estratégica. As Escolas do Pensamento Estratégico. O Processo de Administração Estratégica: Análise do Ambiente, Missão e Objetivos, Formulação de Estratégias, Restrições e Critérios de Seleção na Formulação de Estratégias, Implementação de Estratégias e Controle Estratégico. Responsabilidade Social nos Negócios. Plano Estratégico. OBJETIVO GERAL Identificar e interpretar as mudanças organizacionais compreendendo a necessidade e a complexidade da administração estratégica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Conhecer os Conceitos Básicos da Administração Estratégica;

228 228 - Estudar Cenários e Análise do Ambiente; - Formular Estratégias Organizacionais, de Negócios e Funcionais; - Aplicar os Instrumentos da Administração Estratégica; - Selecionar Critérios de Monitoramento e Revisão Permanente do Processo de Administração Estratégica; - Correlacionar Administração Estratégica e a Responsabilidade Social nos Negócios; - Desenvolver um Plano Estratégico. CONTEÚDOS UNIDADE I - Administração Estratégica O Cenário Competitivo do Século XXI e a Economia Globalizada Conceitos Básicos da Administração Estratégica A Natureza e Evolução da Administração Estratégica. UNIDADE II - Missão e Objetivos. Análise Ambiental 2.1. Formulação da missão A Natureza dos Objetivos Organizacionais Ambiente Externo Ambiente Interno. UNIDADE III- Formulação de Estratégias de Negócios Estratégias Genéricas de Porter : 3. 2 Liderança de Custos Diferenciação Enfoque. UNIDADE IV - Formulação de Estratégias Funcionais Estratégias de Marketing Estratégias de Operações.

229 Estratégias de Recursos Humanos Estratégias Financeiras. UNIDADE V - Estratégias de Sustentabilidade e Sócio-Ambientais 5.1. Estratégias de Sustentabilidade 5.2. Esstratégias Sócio-Ambientais UNIDADE VI - Plano Estratégico Roteiro para a Elaboração do Plano Estratégico 6.2. Projetos e Plano de Ação PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de

230 230 questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ARTHUR A. Thompson Jr.; A. J. Strickland III; John E. Gamble: Administração Estratégica; ; Ano: 2008 AMGH, Edição: HITT, Michael A.; Ireland, Duane; Hoskisson, Robert E: Administração Estratégica; Sub- Título: Tradução da 7ª Edição Norte-Americana; Editora: Cengage Learning EAN- 13: ; Ano: 2007; Edição: 7 3. ROCHA Fernandes, Bruno Henrique; Hamilton Berton. Luiz: Administração Estratégica ; Editora: Saraiva; Ano: CERTO, Samuel C. Administração estratégica: planejamento e implantação de estratégias. 3ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BALLESTERO-ALVAREZ, Maria Esmeralda. Estratégia - da visão a ação. São Paulo: Atlas, MiINTZBERG, Henry. Safári de Estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 1.ed. Porto Alegre: Bookman, PORTER, M. E. Competição: estratégias competitivas essenciais. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, COSTA, Eliezer Arantes da. Gestão estratégica fácil. São Paulo: Saraiva, OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças DE. Planejamento Estrategico. São Paulo: Atlas, 2011 Disciplina: GST GESTÃO DA QUALIDADE EMENTA Visão histórica da evolução da gestão empresarial e as contribuições das diversas escolas de administração para a gestão da qualidade As idéias, fundamentos e metodologias disseminadas pelos precursores dos sistemas da qualidade: Deming, Juran, Ishikauwa, Feigenbaun, Crosby e Falconi

231 231 Conceitos e fundamentos da gestão organizacional e gestão estratégica da qualidade O Sistema Brasileiro de Conformidade, tipos de certificação de conformidade, auditorias, metrologia e sistemas normativos Aspectos da Normalização: objetivos, segurança, proteção ao consumidor, eliminação de barreiras comerciais, comunicação, economia e funções do sistema normativo Sistema de gestão da qualidade - Normas ISO 9000:2008 e seus elemntos A Fundação Nacional da Qualidade - FNQ e o Modelo de Excelência em Gestão - MEG, nos moldes do Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ Clientes: satisfação, valor e retenção OBJETIVO GERAL Apresentar a evolução do sistema de gestão organizacional e dos sistemas de gestão da qualidade Conhecer as idéias e contribuições dos precursores de sistemas de gestão da qualidade Conhecer as ações brasileiras para melhoria da competitividade das sua empresas num cenário de globalização e concorrência internacional Apresentar os elementos de um sistema de garantia da qualidade internacional nos moldes das normas ISO 9000:2008 Apresentar as ações e objetivos da Fundação Nacional da Qualidade Conhecer os fundamentos e critérios do modelo de excelência em gestão nos moldes do Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ Apresentar como as empresas podem gerar satisfação, valor e retenção do cliente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final do curso os alunos serão capazes de: Identificar as contribuições das diversas escolas de administração para o sistema de gestão organizacional e gestão da qualidade Conhecer as diversas contribuições das personalidades precursoras de sistemas de gestão da qualidade, suas idéias, fundamentos, diferenças e coincidências entre os modelos aplicados

232 232 Contribuir na implementação de um sistema de garantia internacional da qualidade nos moldes da Norma ISO 9000:2008 Contribuir para o desenvolvimento de práticas de gestão alinhadas ao modelo de excelência em gestão nos moldes Prêmio Nacional da Qualidade - PNQ CONTEÚDOS UNIDADE I - HISTÓRICO E FILOSOFIA 1.1 A evolução e o desenvolvimento da qualidade; 1.2 Histórico da Gestão da qualidade; 1.3 Consequências da adoção dos conceitos e premissas da Gestão da Qualidade; 1.4 Conceitos de Empresa e de Gestão; 1.5 Considerações básicas de Princípios de Administração UNIDADE II - GURUS DA GESTÃO DA QUALIDADE E SUAS LINHAS DE PENSAMENTO 2.1 Principais linhas de pensamento da qualidade; 2.2 Definições de qualidade (Edward Deming, Joseph Juran, Philip Crosby, Armand Feigenbaum, Kaoru Ishikawa) UNIDADE III - A GESTÃO DA QUALIDADE 3.1 A gestão da qualidade como estratégia competitiva; 3.2 A importância do estabelecimento da missão, visão de futuro; 3.3 A qualidade se faz no negócio; 3.4 A evolução da qualidade nas organizações; 3.5 Dimensões da qualidade; 3.6 Conceito de Desempenho; 3.7 A Trilogia de Juran; 3.8 A Pirâmide TQM; 3.9 Os paradigmas de ontem e de hoje; 3.10 A Gestão do Conhecimento como estratégia de disseminação das informações;

233 Definição de clientes - fornecedores - cadeia cliente - fornecedor - cadeia cliente do cliente. UNIDADE IV - TÉCNICAS DE MELHORIA DE DESEMPENHO 4.1 Conceituação de Processos; 4.2 Os níveis dos processos - do negócio, da organização - das atividades; 4.3 A importância de conhecer as atividades através do mapeamento dos processos; 4.4 Estruturas organizacionais flexíveis; 4.5 Estruturas organizacionais verticalizadas X horizontalizadas; 4.6 A importância do monitoramento dos processos para obter maior desempenho; 4.7 Monitoramento do desempenho através de indicadores impulsionadores de desempenho; 4.8 A aplicação da metodologia Balanced Scorecard (BSC); 4.9 As perspectivas do BSC; 4.10 A necessidade de integração das perspectivas; A importância da percepção de que as organizações devem estar orientadas para a estratégia; Monitoramento constante das demandas do mercado; 4.11 Criação de um mapa de relacionamento de indicadores impulsionadores de desempenho. UNIDADE V - Normas ISO 5.1 A busca pela certificação através das normas ISO; 5.2 Os objetivos da normalização; 5.3 O órgão oficial brasileiro - ABNT; 5.4 A cronologia das normas ISO; 5.5 Requisitos básicos da ISO UNIDADE VI - FERRAMENTAS DA QUALIDADE - conceitos e aplicabilidade 6.1 Ciclo PDCA e SDCA; 6.2 Brainstorming; 6.3 Diagrama de causas e efeitos (Diagrama de Ishikawa); 6.4 Fluxograma; 6.5 Diagrama de Dispersão; Folha de Verificação; Gráfico de Pareto; Matriz GUT; 5W e 2 H; 5S

234 234 UNIDADE VII - AUDITORIA DA QUALIDADE 7.1 Propósitos da Auditoria; 7.2 Motivos de uma Auditoria; 7.3 A Auditoria de 1ª., 2ª e 3ª. Parte; 7.4 O perfil do Auditor; 7.5 A Pirâmide da Documentação. 7.6 Atividades de Planejamento da Pré-Auditoria; 7.7 Atividades da Auditoria; 7.8 Relatório da Auditoria e Atividades de Acompanhamento. UNIDADE VIII - PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE - PNQ 8.1 A Fundação pelo Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ) - uma organização que coordenada o PNQ; 8.2 Os fundamentos da excelência; 8.3 Os modelos de excelência; 8.4 Os critérios de excelência. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

235 235 A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. OLIVEIRA, S.B. Gestão por Processos: fundamentos, técnicas e modelos de implementação. 2ª.Ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, CARVALHO, Marly Monteiro de; PALADINI, Edson Pacheco (Coord.). Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro: Elsevier, PALADINI, Edson Pacheco. Gestão Estratégica da qualidade: princípios, métodos e processos. São Paulo: Atlas, LÉLIS Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. DAMAZIO, Alexo. Administrando com a Gestão pela Qualidade Total. Rio de Janeiro: Interciência, GARVIN, David. Gerenciando a Qualidade: a visão estratégica e competitiva, Rio de Janeiro: Qualitymark, OLIVEIRA, Otávio J. (Org.) Gestão da Qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira, PALADINI, Edson Pacheco. Avaliação estratégica da qualidade. São Paulo: Atlas, ROTONDARO, Roberto G; MIGUEL, Paulo Augusto Cauchick; FERREIRA, Jose Joaquim do Amaral. Gestão Da Qualidade. São Paulo: Campus, Disciplina: GST ORÇAMENTO EMPRESARIAL EMENTA A natureza do processo de planejamento e controle. Orçamento empresarial. Controle orçamentário e

236 236 evolução do processo de planejamento. Orçamento operacional. Orçamento de investimentos. Relatórios financeiros projetados. OBJETIVO GERAL Contribuir no desenvolvimento das habilidades e competências necessárias ao profissional da área de gestão a fim de possibilitar reflexões sobre o modelo de gestão das empresas, buscando quantificar as ações, tanto gerenciais quanto operacionais, que impactam o resultado das organizações bem como avaliar o desempenho empresarial. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Compreender o planejamento dentro dos conceitos sobre gestão e tratar o relacionamento entre planejamento estratégico e orçamento. - Reconhecer a importância do planejamento e controle no ambiente empresarial. - Compreender os aspectos conceituais relacionados ao orçamento empresarial. - Elaborar quadros orçamentários auxiliares à confecção dos relatórios financeiros projetados. CONTEÚDOS UNIDADE I - A natureza do processo de planejamento e controle 1.1 Visão sistêmica da empresa 1.2 O ambiente de negócios 1.3 Benefícios e limitações do planejamento 1.4 Planejamento estratégico e Planejamento operacional 1.5 A função controle no ambiente empresarial 1.6 Ênfase no planejamento ou no controle? UNIDADE II - Orçamento Empresarial 2.1 Conceito geral 2.2 Orçamento e Planejamento: principais diferenças 2.3 Vantagens e limitações do uso do orçamento empresarial

237 Tipos de orçamento 2.5 Aspectos comportamentais no uso do orçamento como ferramenta de controle 2.6 Etapas da montagem do orçamento UNIDADE III - Controle orçamentário e evolução do processo de planejamento 3.1 Controle orçamentário: conceitos gerais 3.2 Principais focos de atenção e administração por objetivos 3.3 Sistema de controle gerencial 3.4 O uso do orçamento flexível para avaliação de desempenho 3.5 Contabilidade por responsabilidade 3.6 Limitações e deficiências do orçamento empresarial (tradicional) 3.7 Beyond budgeting UNIDADE IV - Orçamento operacional 4.1 Orçamento de vendas Plano de vendas e de marketing Critérios de detalhamento do plano de vendas Políticas fundamentais do plano de vendas Métodos de estimação O orçamento de vendas: quantidade, preço e impostos sobre vendas Receita bruta e receita líquida estimadas 4.2 Orçamento de produção Políticas fundamentais do plano de produção Estabelecimento do nível de estoque Orçamento das unidades a produzir 4.3 Orçamento de Material e Compras Previsão das necessidades de materiais Estabelecimento do nível de estoque

238 Compra de material: quantidade, preço e impostos sobre compras 4.4 Orçamento de Mão-de-Obra O Plano de RH Previsão de horas de mão-de-obra Encargos sobre a folha de salários Orçamento de mão-de-obra 4.5 Orçamento dos Custos Indiretos Orçamento dos custos indiretos variáveis Orçamento dos custos indiretos fixos Utilização de métodos quantitativos para estimar o custo indireto 4.6 Orçamento do Custo dos Produtos Vendidos O custo das vendas 4.7 Orçamento das Despesas Operacionais Previsão de despesas administrativas Previsão de despesas comerciais, fixas e variáveis Casos especiais Previsão de despesas com devedores incobráveis Previsão de despesas com seguros A diferença entre regime de caixa e de competência UNIDADE V - Orçamento de investimentos 5.1 Planejamento estratégico e foco no negócio 5.2 Ampliação da capacidade instalada 5.3 Aquisição de participações societárias 5.4 Aquisição de bens do ativo imobilizado 5.5 Planos de aquisições, baixas e depreciações UNIDADE VI - Relatórios Financeiros Projetados

239 Fluxo de Caixa Projetado Previsão do saldo inicial, entradas, saídas e saldo final de caixa Cronograma financeiro de entrada de caixa Cronograma financeiro de saída de caixa 6.2 Demonstração de Resultado Projetada A demonstração de resultado Previsão da receita bruta, líquida e custo das vendas Previsão das despesas operacionais Previsão do lucro antes e depois dos tributos 6.3 Balanço Patrimonial Projetado O balanço patrimonial Previsão de ativos circulantes e não-circulantes Previsão de passivos circulantes e não-circulantes Previsão do patrimônio líquido PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO

240 240 A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. HOJI, Masakazu. Administração Financeira e orçamentária. 9ª Ed. São Paulo: Atlas, FREZATTI, Fábio. Orçamento empresarial. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, PADOVEZE, Clóvis Luiz. Controladoria estratégica e operacional., 2ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, PADOVEZE, Clóvis Luiz e TARANTO, Fernando Cesar. Orçamento empresarial : novos conceitos e técnicas. São Paulo: Pearson Education do Brasil, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. PADOVEZE, Clóvis Luiz. Planejamento orçamentário. 2ª Ed. São Paulo: Cengage Learning, WELSCH, Glenn A. Orçamento empresaria. 4ª Ed. São Paulo: Atlas, ANTHONY, Robert N. GOVINDARAJAN, Vijay.Sistemas de controle gerencial. 1ª Ed. São Paulo: Atlas, MOREIRA, José Carlos (Coord.). Orçamento empresarial: manual de elaboração. 5. ed. São Paulo: Atlas, SÁ, Carlos Alexandre; MORAES, José Rabello de. Orçamento estratégico: uma visão empresarial. Rio de Janeiro:Qualitymark, Disciplina: GST ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO EMENTA Estágio e formação profissional. Aspectos legais e éticos do estágio de nível superior. Atividades tipicas do Administrador. Observação, co-participação e relato de vivência nos diferentes setores da empresa.

241 241 Desenvolvimento de projeto para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, nas linhas de pesquisa do Curso de Administração. OBJETIVO GERAL Desenvolver competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, proporcionando ao educando ações para a vida cidadã e para o trabalho. Elaborar o projeto de pesquisa aplicada, na busca de desenvolvimento do pensamento crítico-científico, visando ao TCC. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Capacitar o aluno a: (a) relacionar teoria e prática nas vivências do estágio e da prática profissional; (b) elaborar relatório analítico-crítico das experiências profissionais; e (c) elaborar o projeto de TCC, segundo o vivenciado no estágio ou prática profissional. CONTEÚDOS Unidade 1 - Etica e Estagio 1.1 A ética profissional (Resolução Normativa CFA nº 353, de 09/04/2008) como referência para o aluno/futuro profissional; 1.2 A Lei Federal nº de 25/09/ Nova Lei do Estagio 1.3 Contrato e termos de compromisso; 1.4 Programas de Estágio: estagiário, instituição concedente, instituição de ensino e agentes de integração; 1.5 Direitos e Deveres dos contratantes e estagiários; 1.6 Habilidades e competências. Unidade 2 - Estágio em desenvolvimento 2.1 Articulação entre conceitos teóricos e a problemática relacionada às experiências de estágio; 2.2 Observação, treinamento, análise e desenvolvimento de competências e habilidades; 2.3 Relacionamentos: comportamento individual e em grupo. Unidade 3 - Relatório das experiências e projetos de pesquisa

242 Conceito de relatório e tipos de TCC: Artigo, Monografia e Relato de Estudo de Caso, como formas de Pesquisa Aplicada; 3.2 Auto-avaliação nas relações de estágio; 3.3 Elaboração do relatório de auto-avaliação. Unidade 4 - Projetos de Pesquisa como planejamento de TCC 4.1 A seleção de experiências significativas; 4.2 Incitação à pesquisa e à produção científica; 4.3 Projeto de pesquisa; 4.4 Elaboração de projeto. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO Para a avaliação do Estágio Supervisionado ou trabalhos de mesma natureza, será atribuído grau único final para a disciplina que, para aprovação do aluno, deverá ser igual ou maior do que 6,0, englobando as notas dos relatórios e as Atividades Estruturadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

243 MORAES, Ana Shirley de França Moraes. Estágio curricular e Trabalho de Conclusão de Curso na área de gestão e negócios. União teoria e prática pela pesquisa. 1a edição. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, ALVES, Magda. Como escrever teses e monografias: um roteiro passo a passo. 2ª edição. 2ª reimpressão. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de Estágio e de Pesquisa em Administração. 3 ed. São Paulo: Atlas, FERRAREZI Jr, Celso. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final: monografia, dissertação e tese. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2011.VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2. ed. São Paulo: Atlas, CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL 4. DIEHL, Astor Antônio. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, VIRTUAL 5. CASARIN, Helen de Castro Silva. Pesquisa científica: da teoria à prática Curitiba: Ibpex, VIRTUAL Disciplina: GST TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO EMENTA Gestão quântica de negócios; teoria do caos e da complexidade; gestão do conhecimento e da inovação; empreendedorismo e inovação no contexto da sociedade em constante mudança. OBJETIVO GERAL Compreender o atual mundo de negócios como de competição intensa, em cenário de caos e complexidade, movida pela gestão do conhecimento e da inovação, buscando visão holística com boas práticas para sustentabilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Entender processos de gestão, voltando-se para planejamento das organizações, através de metodologia específica, e que incorporem a contradição inerente a um mundo em constante transformação.

244 244 CONTEÚDOS 1. Gestão Quântica de Negócios Visão quântica Pensamento quântico Conhecimento quântico Ação quântica 2. Teoria do Caos e da Complexidade Modelos de auto-organização Matemática da teoria do caos O impasse da economia Uma nova compreensão científica dos sistemas vivos 3. Gestão do Conhecimento e da Inovação Gestão do capital intelectual Componente, sucesso e fracasso do processo das inovações Gestão das competência Inovação sustentável 4. Empreendedorismo e Inovação no Contexto da Sociedade O mundo atual Globalização e evolução tecnológica Trabalho e emprego A inovação tecnológica PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,

245 245 além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CAPRA, Fritjof: A Teia da Vida, São Paulo, Editora Cultrix, QUINN, Robert E. et al. Competências gerenciais: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: Elsevier, SALIM, Cesar Simões: Introdução ao empreendedorismo, Rio de Janeiro, Elsevier, ASSEN, Marcel Van. Modelos de gestão: os 60 modelos que todo gestor deve conhecer. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CAPRA, Fritjof: O Ponto de Mutação, São Paulo, Cultrix, CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, MARINHO, Raul <javascript:pesquisaautor();>: Prática Na Teoria - Aplicações da Teoria Dos

246 246 Jogos e da Evolução Aos Negócios - 2ª Ed. Rio de Janeiro: Saraiva, MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru: Introdução à Administração, 5 ed. São Paulo, Atlas Ed., SHELTON, Charlotte: Gerenciamento Quântico, São Paulo, Editora Cultrix, Disciplina: GST SEMINÁRIOS INTEGRADOS DE ADMINISTRAÇÃO EMENTA Ciclo SINAES. Formação geral. Formação básica e profissional do administrador. OBJETIVO GERAL Integrar conteúdos curriculares, competências e habilidades desenvolvidos ao longo do curso, capacitando o estudante a um bom desempenho profissional, de acordo com o perfil estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Administração. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Desenvolver as capacidades, competências e habilidades, integrando os conteúdos de formação geral e os componentes específicos do curso. A saber:. propor ações de intervenção;. propor soluções para situações-problema;. elaborar perspectivas integradoras;. elaborar sínteses;. administrar conflitos - Refletir e discutir de forma argumentativa os temas relacionados ao componente de Formação Geral, considerando a formação do discente como um profissional ético, competente e comprometido com a sociedade em que vive; - Evidenciar a sua compreensão de temas que transcendem ao seu ambiente próprio de formação e importantes para a realidade contemporânea. CONTEÚDOS

247 247 UNIDADE I - Conhecimentos Importantes : Foco nos novos desafios 1.1-Desafios do mercado : Preparação e estudo para concursos Os Novos desafios do mercado de trabalho 1.3-ENADE e o desenvolvimento das competencias 1.4-Desafio ENADE UNIDADE II - Formação Geral PARTE I Democracia, ética, cidadania e direitos humanos Responsabilidade social: setor público, privado, terceiro setor; Ecologia/biodiversidade/Sustentabilidade Políticas de educação ambiental 2.5- Sociodiversidade: multiculturalismo, tolerância, inclusão / exclusão, relações de gênero; Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa, desenvolvimento sustentável; Relações de trabalho; Vida Urbana e rural; 2.10-Violencia PARTE II Globalização e geopolítica; Avanços tecnológicos; Ciência, tecnologia e inovação; UNIDADE III - Formação Básica 3.1- Planejamento, Organização, Direção e Controle TGA (teorias clássica, científica, comportamentais, estruturalistas, contingencial, sistêmica, outras)

248 Análise Organizacional 3.4- Gestão de Processos Matemática para Negócios e Matemática Financeira 3.9- Análise estatística 3.8-Micro e Macroeconomia (curvas de demanda, preço; ambiente econômico) UNIDADE III - Formação Profissional 4.1- Marketing e Vendas Finanças, 4.3-Logística, Distribuição e Produção, 4.4-Qualidade 4.5- Recursos Humanos 4.6- Contabilidade Gerencial (análise de custo, volume, lucro) 4.7- Análise Econômico-Financeira, Orçamento, 4.8- Administração Financeira e Mercado Financeiro 4.9- Sistema de Informação 4.10-Estratégias de Negócios (plano de negócios) 4.11-Tecnologias de Informação e Comunicação; PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash

249 249 player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Administração: Teoria, processo e prática 4ed. Rio de Janeiro: Elsevier, KOTLER, Philip. Administração de marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice Hall, CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. São Paulo: Campus, ROCHA, Águida Garreth Ferraz(Org.). Planejamento e gestão Estratégica. São Paulo: Pearson Education do Brasil, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BERTAGLIA, Paulo Roberto. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, FERNANDES, Bruno Henrique Rocha; BERTON. Luiz Hamilton: Administração Estratégica São Paulo: Saraiva; IUDÍCIBUS, Sérgio de. Análise de balanços.são Paulo: Atlas, ª ed. 4. O BRIEN, James A. Sistemas de Informação e as Decisões Gerenciais na Era da Internet. 2ª

250 250 Edição. 6ª Triagem. Editora Saraiva, 2009; 5. ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de; AMBONI, Nério. Teoria Geral da Administração: das origens às perspectivas contemporâneas. Rio de Janeiro: Elsevier, Disciplina: GST GERENCIAMENTO DE PROJETOS EMENTA Fundamentos da Gestão de Projetos. Concepção de Projetos. Análise de Viabilidade de Projetos. Planejamento de Projetos OBJETIVO GERAL Identificar os principais conceitos e métodos relacionados a Geração e Seleção de Projetos. Conhecer e saber aplicar os métodos para Análise de Viabilidade e de Riscos em Gerenciamento de Projetos. Conhecer técnicas e metodologias consagradas e modernas utilizadas no Planejamento e Gerenciamento de Projetos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as principais fases de um projeto. Conhecer métodos de análise de viabilidade qualitativa de projetos. Conhecer métodos de análise de viabilidade econômica (quantitativa) de projetos: método do Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR) e Payback. Conhecer as principais fases de planejamento de um projeto. Conhecer e empregar principais elementos de planejamento de projetos (referência PMI): Estrutura Analítica do Projeto, Redes PERT/CPM, Cronograma, Gráfico de GANTT. Conhecer detalhes sobre gerenciamento e alocação de recursos a um projeto. Conhecer conceitos de Análise de Risco em um Projeto: Gravidade x Probabilidade. Identificar principais conceitos e técnicas de execução e controle de projetos.

251 251 Identificar elementos importantes relacionados ao encerramento de um projeto. CONTEÚDOS UNIDADE I - Fundamentos da Gestão de Projetos 1.1 O ambiente empresarial e sua importância na gestão de projetos. 1.2 Introdução e Histórico 1.3 Evolução da Gerência de Projetos. A Globalização e a Inovação como fatores determinantes. UNIDADE II - Concepção de Projetos 2.1 Definição e Origem dos Projetos 2.2 Geração de Projetos UNIDADE III - Análise de Viabilidade de Projetos 3.1 Análise de Viabilidade Qualitativa de Projetos 3.2 Análise de Viabilidade Econômica de Projetos 3.3 Análise de Riscos UNIDADE IV - Planejamento de Projetos 4.1 Conceito de Planejamento de Projetos 4.2 Os Métodos PERT e CPM 4.3 Cronograma do Projeto 4.4 Execução do Projeto 4.5 Controle do Projeto 4.6 Validações parciais e final do Projeto 4.7 Encerramento do Projeto PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla,

252 252 além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. XAVIER, C.M.S., Gerenciamento de Projetos, Editora Saraiva, 2ª Edição, PMBOK. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos. São Paulo: Saraiva, VALERIANO, D., Gerenciamento de Projetos, Editora Pearson Education, 1ª Edição, OLIVEIRA, Guilherme Bueno de. Microsoft Project 2010 & gestão de projetos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

253 VIEIRA, M., Gerenciamento de Projetos de Tecnologia da Informação. Editora Campus, FIGUEIREDO, F. e MACIEL, H. Dominando Gerenciamento de Projetos com MS Project Editora Ciência Moderna, HELDMAN, Kim. Gerência de Projetos: Fundamentos. Editora Campus, AMARAL, Daniel Capaldo; CONFORTO, Edivandro Carlos; 5. BENASSI, Joao Luis GUILHERME. Gerenciamento ágil de projetos. São Paulo: Saraiva, Disciplina: GST ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS EMENTA ESCOLHA DO NEGÓCIO, CONJUNTURA ECONÔMICA, PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIA, ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA, MARKETING, OPERAÇÕES, GESTÃO DE PESSOAS, CONTABILIDADE E FINANÇAS PARA EMPREENDEDORES, PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DO NEGÓCIO. OBJETIVO GERAL 1. ELABORAR UM ROTEIRO PARA A CRIAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS, DETALHANDO FERRAMENTAS GERENCIAIS QUE PODEM SER UTILIZADAS PARA ESTRUTURAR E LANÇAR UMA NOVA EMPRESA. 2. OFERECER UMA CLARA COMPREENSÃO DOS PRINCIPAIS CONCEITOS E TÉCNICAS RELACIONADOS AO EMPREENDEDORISMO, CULMINANDO COM AS DIRETRIZES E OS ROTEIROS PARA A ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. AUXILIAR UM NÚMERO CRESCENTE DE PESSOAS QUE TEM DEMONSTRADO INTERESSE EM ABRIR SEU PRÓPRIO NEGÓCIO E ESTUDAR O EMPREENDEDORISMO. 2. ATENDER A TODAS AS EXIGÊNCIAS E OPORTUNIDADES E MOSTRAR COMO PLANEJAR CUIDADOSAMENTE TODAS AS ETAPAS DA CRIAÇÃO DE UMA EMPRESA PARA EVITAR OS RISCOS DO INSUCESSO. CONTEÚDOS UNIDADE I - Escolha do Negócio

254 Desenvolvimento de um Novo Negócio Avaliação de Idéias de Produtos Avaliação da Oportunidade de Comprar Negócios Existentes Escolha do Tipo de Empresa Formalização do Negócio. UNIDADE II - Conjuntura Econômica Influência do Ambiente Econômico sobre o Empreendedorismo Condições e Componentes do Ambiente Econômico. UNIDADE III - Planejamento e Estratégia Planejamento Estratégia Planejamento Estratégico Implementação da Estratégia. UNIDADE IV - Organização da Empresa Processo de Organizar Funções da Empresa Estrutura Organizacional e Critérios de Departamentalização Organograma Linear. UNIDADE V.- Marketing Função de Marketing Mercado Consumidor ou Cliente Planejamento Estratégico de Marketing Marketing Mix. UNIDADE VI - Operações Função de Operações.

255 Desenvolvimento de Produtos Projeto do Sistema de Transformações Produção Enxuta Cadeia de Suprimentos. UNIDADE VII - Gestão de Pessoas Função de Gestão de Pessoas Desafios da Moderna Gestão de Pessoas Aquisição, Desenvolvimento, Desempenho e Manutenção de Pessoas Gestão por Competências Como Lidar com a Questão de Competências. UNIDADE VIII - Contabilidade e Finanças para Empreendedores Demonstrativos Financeiros Balanço Patrimonial Demonstração de Resultados do Exercício e Demonstração de Fluxo de caixa Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis. UNIDADE IX - Planejamento e Implantação do Negócio 9.1 -Guia para o Processo de Criação e de Implantação de um Negócio. PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de

256 256 aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração para empreendedores: fundamentos de criação e da gestão de novos negócios. São Paulo: Pearson Prentice Hall, DORNELAS, José. Planos de Negócios Exemplos Práticos. Rio de Janeiro: Campus, THOMPSON, Arthur e GAMBLE, John. Fundamentos da Administração Estratégicas A busca pela vantagem competitiva. Bookman, RAZZOLINI FILHO, Edelvino. Empreendedorismo: dicas e planos de negócios para o século XXI. Curitiba: Ibpex, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. CYRINEU, J.C.: Gestão do Conhecimento: o grande desafio empresarial, Elsevier, FRITJOF, C.: A Teia da Vida, Cultrix, FRITJOF, C.: O Ponto de Mutação, Cultrix, SHELDON, C.: Gerenciamento Quântico, Cultriz, SCATENA, Maria Inês Caserta. Ferramentas para a moderna gestão empresarial: teoria,

257 257 implementação e prática Curitiba: Ibpex, 2012 (Série Administração Estratégica) VIRTUAL Disciplina: GST MERCADO FINANCEIRO EMENTA Sistema Financeiro Nacional. Mercados Financeiros: Monetário, Crédito, Capitais e Cambial. Produtos Financeiros. Risco da Taxa de Juros na Carteira de Títulos de Renda. Carteira Eficiente de Ações com Oportunidades de Investimentos em Títulos de Renda Fixa sem Risco. Modelo de Precificação de Ativos(CAPM). Valor em Risco de uma Carteira de Ações(VaR). Derivativos. OBJETIVO GERAL Conhecer o funcionamento do sistema financeiro brasileiro e dos processos de intermediação financeira. Estudar os principais métodos de avaliação de carteira de títulos que proporcionem a melhor relação risco e retorno na administração de investimentos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final da disciplina o aluno deverá estar capacitado a: - Enumerar as principais características das instituições financeiras na estrutura do sistema financeiro nacional. - Saber das principais operações dos mercados monetário, de crédito, de capitais e cambial. - Identificar os principais produtos financeiros disponíveis no mercado financeiro. - Analisar a exposição ao risco de variação da taxa de juros na carteira de títulos de renda fixa. - Saber aplicar os diversos conceitos estatísticos na análise de ações. - Avaliar uma carteira eficiente de ações com máximo retorno esperado e o mínimo de risco. - Demonstrar quais ações devem permanecer na carteira de títulos e quais devem ser vendidas. - Demonstrar a posição de uma carteira de títulos em risco. - Analisar as principais operações financeiras de derivativos e os riscos envolvidos. CONTEÚDOS

258 258 UNIDADE I - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL 1.1 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional 1.2 Subsistema Normativo 1.3 Subsistema de Intermediação 1.4 Composição do Sistema Financeiro Nacional 1.5 Títulos Públicos Negociados no Mercado Financeiro 1.6 Organismos Financeiros Internacionais UNIDADE II - Mercados Financeiros: Monetário e Crédito 2.1 Mercado Monetário Sistemas de Custódia e Liquidação de títulos Títulos Públicos Mercado Aberto Atuação dos Bancos Comerciais Mercado de Títulos de Dívida Externa Precatórios 2.2 Mercado de Crédito Intermediação Financeira no Mercado de Crédito Empréstimos de Curto e Médio Prazo Central de Risco de Crédito Serviços Bancários Títulos de Crédito Descasamento do Caixa dos Bancos UNIDADE III - Mercados Financeiros: Capitais e Cambial 3.1 Mercado de Capitais 3.2 Principais Papéis Negociados no Mercado de Capitais 3.3 Principais Financiamentos no Mercado de Capitais

259 Mercado de Ouro no Brasil 3.5 Mercado Cambial UNIDADE IV - Produtos Financeiros 4.1 Certificado/Recibo de Depósito Bancário (CDB/RDB) 4.2 Certificado de Deposito Interfinanceiro (CDI) 4.3 Hot Money 4.4 Desconto de Duplicatas e Notas Promissórias 4.5 Factoring 4.6 Commercial Papers 4.7 Recolhimentos Compulsórios 4.8 Custo da Captação Bancária 4.9 Warrants 4.10 Títulos Conversíveis 4.11 Export Note 4.12 Exemplos de Debêntures 4.13 Títulos Públicos Prefixados 4.14 Título público: Letra do Tesouro Nacional (LTN) 4.15 Título público: Letra Financeira do Tesouro (LFT) UNIDADE V - Risco da Taxa de Juros na Carteira de Títulos de Renda 5.1 Duração de Carteira de Títulos de Renda Fixa 5.2 Convexidade da Carteira de Títulos de Renda Fixa UNIDADE VI - Carteira Eficiente de Ações com Oportunidades de Investimentos em Títulos de Renda Fixa sem Risco 6.1 Carteira Diversificada 6.2 Retorno Esperado 6.3 Nova Fronteira Eficiente

260 Método de Operacionalização de Carteira Eficiente UNIDADE VII - Modelo de Precificação de Ativos(CAPM) 7.1 Risco 7.2 Coeficiente Beta 7.3 Linha de Mercado de Títulos (SML) 7.4 Aplicação do Modelo CAPM 7.5 Tributação UNIDADE VIII - Valor em Risco de uma Carteira de Ações(VaR) 8.1 Metodologia VaR Paramétrico VaR para uma Ação VaR para uma Carteira de Ações pelo Método da Variância-Correlação UNIDADE IX - Derivativos 9.1 Mercados Futuros 9.2 Participante do Mercado Futuro 9.3 Preços no Mercado Futuro 9.4 Mercado de Opções 9.5 Opção de Compra e de Venda 9.6 Fatores que Afetam os Prêmios das Opções 9.7 Exemplos Ilustrativos 9.8 Mercado a Termo 9.9 Swaps PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto,

261 261 hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ASASAF NETO, Alexandre. Mercado Financeiro. São Paulo: Atlas, MORAES, José Rabello e ARAUJO, Carlos Roberto F. Mercado Financeiro - Administração de Títulos - Uma Visão do Risco. Rio de Janeiro: Qualitymark, FORTUNA, Eduardo. Mercado Financeiro: Produtos e Serviços. Rio de Janeiro: Qualitymark, KERR, Roberto Borges. Mercado financeiro e de capitais. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. MELLAGI FILHO, Armando e ISHIKAWA, Sérgio. Mercado Financeiro e de Capitais. São Paulo: Atlas, CAVALCANTE FILHO, Francisco da S. e MISUMI, Jorge Y. Mercado de Capitais. Rio de Janeiro:

262 262 Campus, ROGANTE, Sergio. Mercado Financeiro Brasileiro. 1 ed. São Paulo: Atlas, ANDREZO, Andrea Fernandes Mercado financeiro: aspectos conceituais e históricos. 3 ed. São Paulo: Atlas, LOPES, Alexsandro Broedel Curso de mercado financeiro: tópicos especiais,1 ed. São Paulo: Atlas, 2006 Disciplina: GST JOGOS DE EMPRESA EMENTA Jogos aplicados a negócios. Etapas de um jogo de negócios. Processo decisório no jogo de negócios. O time de trabalho. Negociação. OBJETIVO GERAL Desenvolver a habilidade crítica e analítica OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Desenvolver a liderança, visando aperfeiçoar a condução de equipes e o gerenciamento de pessoas e conflitos - Estabelecer Estratégias em diversos aspectos organizacionais, assim como, implementar as diversas decisões visando atingir os objetivos e metas organizacionais CONTEÚDOS Unidade 1 O que são jogos aplicados a negócios Unidade 2 Etapas de um Jogo de Negócio Unidade 3 O Processo decisório no Jogo de Negócio Unidade 4 O Time de Trabalho Unidade 5 Negociação Unidade 6 Simulações Empresariais Unidade 7 Síntese do Aprendizado

263 263 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. Rio de janeiro: Campus, GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.

264 BARÇANTE, Luis Cesar NORONHA, Fernando Augusto. Jogos de negócios e empresas. Rio de Janeiro: Qualitymark, SAUAIA, Antonio Carlos Aidar. Laboratório de gestão: simulador organizacional, jogos de empresas e pesquisa aplicada. 2ª ed. rev. e atual. Barueri, SP: Manole, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. GRAMIGNA, Maria Rita Miranda. Jogos de empresa e técnicas vivenciais. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MARINHO, Raul. Prática na teoria: aplicações da teoria dos jogos e da evolução aos negócios. São Paulo: Saraiva, MILITÃO, Rose & Abigenor. Jogos, dinâmicas e vivências grupais: como desenvolver sua melhor técnica em atividades grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark, ª reimpressão. 4. KROEHNERT, Gary. Jogos para treinamento, em recursos humanos. 1ª ed. Manole, VIRTUAL Disciplina: GST MÉTODOS QUANTITATIVOS PARA TOMADA DE DECISÃO EMENTA Tomada de decisões na Administração. O processo da tomada de decisão; Construção do modelo de decisão. Programação Linear; Teoria dos Jos. OBJETIVO GERAL A disciplina busca fundamentar e capacitar o profissional na modelagem de modelos matemáticos relativamente simples e desenvolver técnicas que permitam resolver problemas de Programação Linear e Teoria dos Jogos de larga aplicação no campo da gestão empresarial, como ferramentas de tomada de decisão. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Ao final da disciplina o aluno estará capacitado a: - Identificar problemas na área de gestão, onde as teorias matemáticas e as técnicas e métodos utilizados em Pesquisa Operacional podem ser aplicados, no processo de tomada de decisão. - Conhecer as fases de um estudo em Pesquisa Operacional necessárias para a resolução de problemas gerenciais. - Modelar matematicamente problemas de pequena e média complexidade e resolvê-los através do

265 265 algoritmo simplex e o Solver. - Utilizar pacotes computacionais para a resolução de problemas de Pesquisa Operacional. - Identificar através da Teoria dos Jogos as formulações matemáticas para a análise de conflitos, desenvolvendo o raciocínio lógico do aluno. CONTEÚDOS UNIDADE I- Introdução à Pesquisa Operacional(PO), como ferramenta de tomada de decisão 1.1 A Pesquisa Operacional e a Análise de Decisões 1.2 Introdução ao Conceito de Tomada de Decisão 1.3 Principais características do Processo de Tomada de Decisão 1.4 O Enfoque Gerencial da Pesquisa Operacional 1.5 Fases de um Estudo de Pesquisa Operacional UNIDADE II - Programação Linear(PO) como ferramenta de gestão 2.1 Caracterização geral da Programação Linear 2.2 O uso de modelos em Programação Linear 2.3 Técnicas de Solução para Modelos de Programação Linear 2.4 O Método Gráfico para Resolução de Problemas de Programação Linear 2.5 O método Simplex para Resolução de Problemas de Programação Linear 2.6 A utilização do Solver na solução de problemas de Programação Linear 2.7 O problema dual e o método dual-simplex UNIDADE III A aplicabilidade Teoria dos Jogos no processo decisório 3.1 Introdução à Teoria dos Jogos 3.2 Modelos de Jogos 3.3 Jogos cooperativos x jogos não cooperativos 3.4 Estratégias dominantes 3.5 Estratégias de jogo simultâneo

266 Estratégias de jogo seqüencial 3.7 Jogo simultâneo: o equilíbrio de Nash Estrito PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA

267 LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa Operacional na tomada de decisão. 4 ª Ed. São Paulo: Person, FIANI, Ronaldo. Teoria dos Jogos. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Campus, SILVA, Ermes Medeiros da et al. Pesquisa Operacional Para os Cursos de: Economia, Administração e Ciências Contábeis. 3ª Edição. 11ª Tiragem. São Paulo: Atlas, CASTANHEIRA, Nelson Pereira. Métodos quantitativos. 2ª ed. rev., atual. E ampl. Curitiba: Ibpex, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. ANDRADE, Eduardo Leopoldino de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para análise de decisões. Rio de Janeiro: LTC, CAIXETA-FILHO, José Vicente. Pesquisa operacional: técnicas de otimização aplicadas a sistemas agroindustriais. 2.ed. São Paulo: Atlas, LINS, Marcos Pereira Estellita. Programação linear. Rio de Janeiro: LTC, PINDYCK, Robert S. e RUBINFELD, Daniel L. Microeconomia. 7ª Ed. São Paulo: Pearson, TAHA, Hamdy A. Pesquisa Operacional. São Paulo: Pearson, Disciplina: GST TCC EM ADMINISTRAÇÃO EMENTA Os Modelos de TCC e a análise do Pré-Projeto de TCC de Estágio. Orientação metodológica e de conteúdo. Desenvolvimento da produção escrita na modelagem do Relatório de Pesquisa. OBJETIVO GERAL Consolidar e integrar teoria e prática, por meio de conhecimentos nos diversos segmentos da Administração e suas funções nas suas grandes áreas de pesquisa. Elaborar o Trabalho de Conclusão de Curso de Administração. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver habilidades de pesquisa, organização, conclusão e comunicação; Relacionar prática profissional e a técnica, e a teoria acadêmica da Administração; Apresentar resultados acadêmico-científicos aos problemas encontrados nas organizados. CONTEÚDOS

268 268 UNIDADE I - Modelos de TCC e análise do projeto de TCC 1.1 Modelos de TCC 1.2 Etapas do modelo de TCC 1.3 Revisão do projeto de TCC e da temática escolhida 1.4 Revisão bibliográfica e de dados previamente coletados UNIDADE II -.Orientação do TCC 2.1 Orientação como forma de condução da vinculação Teoria e Prática 2.2 Sugestões de novas bases bibliográficas e documentais 2.3 Referências e citações UNIDADE III - Desenvolvimento do TCC 3.1 Acompanhamento das etapas de desenvolvimento do TCC 3.2 Orientação metodológica para as relações entre teorias e práticas adotadas 3.3 Elaboração do relatório de TCC 3.4 Formatação e Edição do TCC PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados.

269 269 PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO Para a avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), ou trabalhos de mesma natureza, será atribuído grau único final para a disciplina que, para aprovação do aluno, deverá ser igual ou maior do que 6,0, englobando a nota de TCC, as Atividades Estruturadas e a Apresentação do Trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. LINTZ, Alexandre; MARTINS, Gilberto de Andrade. Guia para elaboração de trabalho monográfico e trabalho de conclusão de curso. 2 ed. São Paulo: Atlas, MORAES, Ana Shirley de França. Estágio curricular e Trabalho de Conclusão de Curso na área de gestão e negócios união teoria e prática. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios de pesquisa em Administração. São Paulo: Atlas, FERRAREZI Jr, Celso. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final: monografia, dissertação e tese. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2011.VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. 2. ed. São Paulo: Atlas, CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 6ªed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL 4. DIEHL, Astor Antônio. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, VIRTUAL 5. CASARIN, Helen de Castro Silva. Pesquisa científica: da teoria à prática Curitiba: Ibpex, VIRTUAL Disciplina: GST COMPETÊNCIAS GERENCIAIS EMENTA Conhecimentos necessários para a gestão contemporânea: comunicação e processos grupais. Habilidades que precisam ser desenvolvidas: gerenciamento do desempenho, gerenciamento de mudanças e gerenciamento de equipes. Atitudes a serem formadas ou modificadas: autoconhecimento e liderança. OBJETIVO GERAL Compreender as principais competências para atuar no complexo e dinâmico mundo organizacional

270 270 considerando as necessidades de: inovação e adaptação à mudanças; direção e comunicação de objetivos; participação e abertura; sustentação ao fluxo dos processos e `a estrutura organizacional; promoção de coesão e do trabalho em equipe; e, administração de conflitos interpessoais e intergrupais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Identificar os conhecimentos necessários para o exercício das atividades relativas à ocupação de gerente tais como: definir papéis; intervir em disputas interpessoais; usar técnicas de resolução de conflito; divulgar metas e objetivos; e, fornecer instruções. 2) Contextualizar as habilidades que precisam ser desenvolvidas no gestor contemporâneo: busca de melhores desempenhos; enfrentamento de crises e resolução de problemas; identificação de tendências significativas; e, agendamento, organização e coordenação dos esforços da equipe. 3) Compreender as atitudes a serem formadas ou modificadas, a partir de seus componentes cognitivos e afetivos, com vistas à: identificação de tendências significativas; criação de regras e políticas; definição de problemas; obtenção de colaboração e participação; e, tolerância aos riscos e incertezas. CONTEÚDOS Unidade I - Conhecimentos; 11 Comunicação interpessoal e organizacional; 12 Processos Grupais. Unidade II - Habilidades 21 Gerenciamento do desempenho; 22 Gerenciamento de mudanças; 23 Gerenciamento de equipe de trabalho. Unidade III - Atitudes 31 Autoconhecimento 32 Liderança: teorias, estilos e modelos

271 271 PROCEDIMENTOS DE ENSINO Aulas interativas, em ambiente virtual de aprendizagem, nas quais o conhecimento é exposto ao aluno de acordo com um desenho didático planejado para adequar o meio de entrega ao conhecimento particular da disciplina. Na sala de aula virtual, a metodologia de entrega de conteúdo contempla, além dos conceitos e temáticas das aulas propriamente ditas, leitura de textos pertinentes ao assunto, hipertextos, links orientados, estudos de caso, atividades animadas de aplicação do conhecimento, simuladores virtuais, quiz interativo, simulados, biblioteca virtual etc. RECURSOS Acesso à internet, softwares compatíveis com os protocolos da sala de aula virtual (como players, flash player, leitor de PDF, javascript, recursos HTML etc.). A sala de aula virtual disponibiliza aos alunos o acesso para baixar e executar tais aplicativos, caso não os tenha já instalados. PROCEDIMENTO AVALIAÇÃO A avaliação da disciplina segue as normas regimentais da Instituição. Nesta disciplina, o aluno será avaliado por sua participação cooperativa e colaborativa, bem como pelo seu desempenho nas avaliações presenciais (AV1, AV2 e AV3). No que se refere ao primeiro critério, o docente responsável pela turma irá avaliar a participação do aluno nos fóruns de discussão temáticos, tendo por parâmetro as métricas de pertinência e interatividade da/na intervenção do aluno. No que se refere ao segundo critério, os instrumentos para avaliação da aprendizagem serão construídos a partir de itens de teste: questões objetivas e discursivas que compõem o banco de questões da disciplina, classificadas em diferentes níveis de complexidade e diferentes níveis cognitivos. Inclui-se nessa composição de nota a produção de trabalho acadêmico (se for o caso), que será somado à nota da avaliação correspondente (AV1, AV2 e AV3). As avaliações presenciais serão realizadas no campus de origem do aluno, de acordo com o calendário acadêmico institucional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1. ARONSON, Elliot; AKERT, Robin M.; WILSON, Timothy D. (2002). Psicologia Social. 3ª Ed. Rio de Janeiro: LTC. 2. BALDWIN, Timothy; RUBIN, Robert; BOMMER, William (2008). Desenvolvimento de Habilidades Gerenciais. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier Campus.

272 CHIAVENATO, Idalberto (2005) Gerenciando com as Pessoas. 4ª Rio de Janeiro: Elsevier Campus 4. SELMAN, Jim. Liderança. São Paulo: Pearson Prentice Hall, VIRTUAL BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. BOWDITCH, James; BUONO, Anthony (2006). Fundamentos de Comportamento Organizacional. 1ª Ed.. Rio de Janeiro: LTC. 2. FERNANDES, Bruno Henrique Rocha (2006) Competências e Desempenho Organizacional: o que há além do Balanced Scoregard. São Paulo: Saraiva 3. GRAMIGNA, Maria Rita. (2007) Modelo de Competências e Gestão dos Talentos. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education 4. HITT, Michael; MILLER, Chet; COLELLA, Adrienne (2007). Comportamento organizacional: uma abordagem estratégica. Rio de Janeiro: LTC. 5. ROBBINS, Stephen P. (2002) Comportamento organizacional. 9ª ed. São Paulo: Pearson Education.

273 273 ANEXO 1 RELAÇÃO DOS DOCENTES RESPONSÁVEIS PELA CONCEPÇÃO/EFETIVAÇÃO DO CURSO CORPO DOCENTE/COORDENADOR/NDE COMPOSICÃO do NDE Nome do Docente Titulação Regime de Trabalho ANDREA QUINTELLA BEZERRA Mestre Tempo Integral JUAREZ JONAS THIVES JUNIOR Doutor Tempo Integral DURVAL CORREA MEIRELLES Doutor Tempo Integral GERALDO GURGEL FILHO Mestre Tempo Integral DENIZE RACHEL VEIGA Mestre Tempo Integral JANAÍNA DE CARVALHO ÁGUIA Mestre Tempo Integral COORDENADOR DE CURSO EAD ANDREA QUINTELLA BEZERRA PLANILHA DE DOCENTES Nome CPF: Titulação Máxima Regime de Trabalho Disciplinas ACACIO PONTES CALLIM TÓPICOS EMERGÊNTES EM CADEIA DE Doutorado Horista SUPRIMENTOS ACCACIO JOSE PINTO DE FREITAS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ADALTON DA MOTTA MENDONCA Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ADRIANA DE SOUZA CARVALHO Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ALAECIO PANTALEAO DE MOURA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO ALDA DA GRACA MARQUES VALVERDE Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL ALDYR PEREIRA PIRES Especialização Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ALENOIR SOARES BARBOSA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I ALESSANDRA CRISTINA SENRA SANTIAGO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ALESSANDRA RIBEIRO BAPTISTA Especialização Parcial TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO ALEXANDER MAZOLLI LISBOA Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ALEXANDRE DO AMARAL RIBEIRO Doutorado Integral TÓPICOS EM LIBRAS SURDEZ E INCLUSÃO ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE LIMA Mestrado Integral COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE LIMA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE Mestrado Integral PESQUISA DE MERCADO

274 274 LIMA ALEXANDRE MATHEUS TEIXEIRA Especialização Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA Mestrado Integral MERCADO FINANCEIRO ALEXSANDRE DE CASTRO Mestrado Integral ESTÁGIO I (SUPERVISIONADO) ALEXSANDRE DE CASTRO Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO ALINE GOLDBERG Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ALINE MARIA FERREIRA DE SOUZA DOS REIS Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ALTAIR FONTES Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE ANA CLAUDIA AUGUSTO PINHEIRO Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ANA CRISTINA AUGUSTO PINHEIRO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ANA ELIZABETH DE MORAES RAMALHO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA ANA ELIZABETH DE MORAES RAMALHO Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANA LUCIA SOUZA DE OLIVEIRA VILLACA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ANA MARIA CARVALHO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I ANA MARIA ESCH MIRANDA E SILVA Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA ANA MARIA MONICA MACHADO DE OLIVEIRA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ANA PAULA DONADIO FRIEDL Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ANA PAULA PEREIRA COELHO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ANA SHIRLEY DE FRANÇA MORAES Mestrado Integral COMUNIACAÇÃO NAS EMPRESAS ANDRE LUIZ DOS SANTOS Doutorado Horista ANÁLISE TEXTUAL ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ANDREA GOMES BITTENCOURT Mestrado Integral II ANDREA GOMES BITTENCOURT Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANDREA QUINTELLA BEZERRA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO ANGELA MARIA MOREIRA LUZ Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ANGELO RICARDO GRISOLI Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ANTONIO ALEXANDRE LIMA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO ANTONIO CARLOS CASTANON VIEIRA Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO ELDER DE OLIVEIRA TAVARES Mestrado Integral MACROECONOMIA ANTONIO JOSE COELHO ALVES Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO Mestrado Integral ORÇAMENTO EMPRESARIAL ANTONIO SERGIO ALVES DO NASCIMENTO Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral DECISÃO ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral TCC ARIEVALDO ALVES DE LIMA Mestrado Integral CONTABILIDADE DE CUSTOS ARIEVALDO ALVES DE LIMA Mestrado Integral CONTABILIDADE GERENCIAL ARY MANOEL GAMA DA SILVA Especialização Integral GESTÃO DA QUALIDADE AUDEMIR LEUZINGER DE Especialização Integral CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

275 275 QUEIROZ AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ Especialização Integral GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS BELMIRO FERREIRA DA COSTA E SILVA JUNIOR Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO BRAULINO DE MATTOS REIS NETO Mestrado Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS CARLA CASTILHO FERREIRA BASTOS Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CARLA CRISTINA OLIVEIRA DOS ANJOS Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CARLA OLIVEIRA GIACOMINI Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL CARLA SENDON AMEIJEIRAS VELOSO Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CARLOS ADALTO DE SA MORAES Especialização Integral ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CARLOS ADALTO DE SA MORAES Especialização Integral CONTABILIDADE DE CUSTOS CARLOS ALBERTO DE CARVALHO Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL CARLOS ALBERTO PEREIRA Mestrado Integral CONTABILIDADE BÁSICA CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA Mestrado Integral TÓPICOS EMERGENTES EM GESTÃO DE PESSOAS ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE Mestrado CARLOS FELIX DA SILVA Integral TRABALHO CARLOS FELIX DA SILVA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE CARLOS FELIX DA SILVA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CARLOS FERNANDO DA ROCHA Mestrado SANTOS Integral GERENCIAMENTO DE PROJETOS CARLOS RENATO HERNANDES ALVAREZ Especialização Parcial LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral TCC CELIA REGINA TEIXEIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E CELIA REGINA TEIXEIRA Mestrado Integral PREVIDENCIÁRIA CELSO BRUNO FARIA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CLAUDIA BASILIO Especialização Integral FINANCEIRAS CLAUDIA BASILIO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA SILVA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL CLAUDIA MARCIA PEREIRA LOUREIRO Especialização Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL CLAUDIA MARCIA PEREIRA LOUREIRO Especialização Integral TCC CLAUDIO CAVALCANTI DE CARVALHO Especialização Integral ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral GESTÃO DE PROCESSOS CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CLAUDIO MARCOS MACIEL DA SILVA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CLAUDIO MARCOS MACIEL DA SILVA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA CLOVIS DE OLIVEIRA PARADELA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO CONSUELO SOARES MEIRA DE AGUIAR Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CRISTIANE VIEIRA VALENTE Mestrado Integral MACROECONOMIA

276 276 CRISTOVAO ARARIPE MARINHO Mestrado Parcial TÓPICOS EMERGENTES EM FINANÇAS DANIEL PORTINHA ALVES Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS DANIELA PINHEIRO DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO DANIELA PINHEIRO DA COSTA Mestrado Integral PROFISSIONAL DEBORA VIDES DOS SANTOS Mestrado Integral CONTABILIDADE GERENCIAL DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO DENIZE RACHEL VEIGA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DILSON PALHA TAVEIRA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL DURVAL CORREA MEIRELLES Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS EDER RIBEIRO DE ALMEIDA Especialização Parcial ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EDGARD LOPES PASSERI Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL EDMILSON JERONIMO DE OLIVEIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE MARKETING EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral TÓPICOS EMERGENTE DE MARKETING EDUARDO ALVES MENDONCA Doutorado Parcial FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS EDUARDO ANTONIO RESENDE HOMEM DA COSTA Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO EDUARDO DE MOURA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO EDVALDO JOSE BARROS QUEIROZ Mestrado Integral TCC ELAINE ABRANCHES SUCUPIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ELAINE ABRANCHES SUCUPIRA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO ELAINE DA COSTA RIBEIRO Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ELEONORA MELO ASSEF Mestrado Parcial FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS Mestrado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS ERIKA CONCEIÇÃO GELENSKE CUNHA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I ERNANI MACHADO GARRAO NETO Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL EVANDRO FERREIRA PORTO Mestrado Integral MERCADO FINANCEIRO EZILDA DUARTE FERREIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS FABIANO GUIMARAES DA ROCHA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO FABIO CONTARINI CARNEIRO Mestrado Horista MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS FABIO MACEDO SIMAS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL FATIMA PINTO GOMES Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL FERNANDO KOKI YASSUHIRA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE FERNANDO MEDINA Doutorado Parcial GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FERNANDO MEDINA Doutorado Parcial GESTÃO DE PROCESSOS FERNANDO REGIS DI MAIO Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA FLAVIO MURILO DE OLIVEIRA GOUVEA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO FRANCISCO CARLOS TAVORA HEITMANN Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING FRANCISCO GILSON RODRIGUES OLIVEIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS GERALDO GURGEL FILHO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES GERALDO GURGEL FILHO Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS GILBERTO CORREA LUCAS ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE JUNIOR Mestrado Integral INFORMAÇÃO

277 277 GISELA FRANCISCO CHICRALLA Especialização Integral PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES GISELE CORVISIER DE ALMEIDA Mestrado Parcial FUNDAMENTOS DE ECONOMIA GLORIA CARDOSO DE ALMEIDA CRUZ Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL HAMILTON DE SOUZA PINTO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS HENRIQUE RODRIGUES DE GESTÃO DE PROCESSOS OLIVEIRA Especialização Horista HENRIQUE VITERBO FARAH Especialização Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS HENRIQUE VITERBO FARAH Especialização Integral PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL HILDA MONETTO FLORES DA SILVA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA HOSANA DO NASCIMENTO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL IEDA CARVALHO SANDE Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA IRAELCIO FERREIRA MACEDO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL IRAN DA SILVA ARAGAO FILHO Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA IRENE CAMPEAS Mestrado Horista FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ISNARD THOMAS MARTINS Doutorado Integral JOGOS DE EMPRESA IVAN DA CUNHA SANTOS Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA JACINTA MELO DE SOUSA Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL JANAINA DE CARVALHO AGUIA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE JANAINA DE CARVALHO AGUIA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JANDIRA INACIA DA ROCHA Mestrado Integral PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL JANIMAR LIMA NEVES Mestrado Parcial PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES JANINE DA SILVA JUSTO Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES JOEL MARCOS GOMES LEANDRO Mestrado Parcial FINANCEIRAS JOEL MARCOS GOMES LEANDRO Mestrado Parcial GESTÃO DA QUALIDADE JORGE BEZERRA LOPES CHAVES Mestrado Horista PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL JORGE CARVALHO BITTENCOURT Mestrado Parcial GESTÃO DE VENDAS JORGE MAXIMO DE SOUZA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL JORGE VIEIRA DA ROCHA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING JOSE AFONSO DE Q CABRAL Mestrado NUNES DE ALMEIDA Parcial PLANEJAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO JOSE ALBERTO MACHADO Especialização Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO Especialização Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS JOSE CARLOS BEKER Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JOSE CONRADO DE ALMEIDA Mestrado Integral CONTABILIDADE BÁSICA JOSE GUATEMOZIN LOPES DA SILVA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL JOSE HELIO DE BRITO Especialização Integral GESTÃO DA QUALIDADE JOSE HELIO DE BRITO Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO JOSE LUIZ TERRA CUNHA Mestrado Integral GESTÃO DE SUPRIMENTOS JOSE MANUEL BERNAR BORGES LOURENCO Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO JOSE MANUEL BERNAR BORGES LOURENCO Doutorado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JOSE NORBERTO DE ARAUJO LAGE Mestrado Integral MICROECONOMIA JOSUE JOSE DA SILVA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I JOVELINO DE GOMES PIRES Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE JUAREZ JONAS THIVES JUNIOR Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA Doutorado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL JULIA HISSA RIBEIRO DA Doutorado Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

278 278 FONSECA JULIO CESAR JOSE RODRIGUES JUNIOR Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA JULIO CESAR TEIXEIRA DE FREITAS Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO KATIA BUSSON DE JESUS Especialização Parcial PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral GESTÃO DE SERVIÇOS KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral ESTATÍSTICA APLICADA KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS KELLY CRISTINA DA SILVA NEVES Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL KLEBER DUARTE DE VASCONCELLOS FILHO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA LANA LOBO DA SILVA GANGA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL LANA LOBO DA SILVA GANGA Mestrado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES Doutorado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS LARISSA SANTIAGO DE SOUSA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL LAURA EUGENIA PEREZ FREITAS Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS LAURO BOECHAT BATISTA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA LAURO BOECHAT BATISTA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LEILA MARIA FREIRE RIBEIRO Mestrado Parcial TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO LEONARDO CAMPINHA DOS SANTOS Especialização Parcial PROCESSOS E PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS LEONARDO JOSE MUNIZ DE ALMEIDA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL LEVI PEREIRA GRANJA DE SOUZA Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO LEVI PEREIRA GRANJA DE SOUZA Mestrado Parcial TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO LUCIA CORDEIRO CHAGAS DE OLIVEIRA Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS LUCIA DE SOUZA MAJELLA Especialização Parcial PESQUISA DE MARKETING LUCIA HELENA DOS ANJOS PORTO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL LUCIANE NUNES DA SILVA Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO Mestrado Integral LUCIENE SETTA DE OLIVEIRA PROFISSIONAL LUCIO GUIMARAES DE ALMEIDA Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA LUCIO MENEZES VALENTIM Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL LUCIO VILLARINHO ROSA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LUIS ARCOS PEREZ Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL LUIS ARTUR MONTEIRO PEREIRA Mestrado Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO LUIZ CARLOS CHAVES ROCHA Especialização Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LUIZ CARLOS DE SA CAMPOS Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL LUIZ GONZAGA DE MOURA Mestrado Horista ANÁLISE TEXTUAL MANOEL VITORIO AZEREDO ROCHA Especialização Horista LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MARA CLAUDIA ALVES BRAILE Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO MARA CLAUDIA ALVES BRAILE Mestrado Integral SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM ADMINISTRAÇÃO MARCELLO CAPPUCCI FRISONI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO MARCELO FERREIRA BARCIA Mestrado Horista PROFISSIONAL

279 279 MARCELO GODOY PRIMO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCELO JOSE PINHO BARBOSA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO MARCELO OLIVEIRA CAMARA Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARCELO PIRES LEITE Mestrado Parcial MICROECONOMIA MARCIA DA GAMA CARNEVALE Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL MARCIA DIAS LIMA DA SILVA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCIA GLYCERIO DO ESPIRITO SANTO Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO MARCIA GONCALVES SILVEIRA FARIA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCIA GONZALEZ DAS CHAGAS Mestrado Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA MARCIA MEDEIROS DE SOUZA Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCILENE MARGARETE CAVALCANTE MARQUES Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MARCIO DE BRITO SERAFIM Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS MARCIO DE CARVALHO DANTAS Mestrado Integral I MARCIO DE CARVALHO DANTAS Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS MARCIO GONCALVES DE PINHO Especialização Integral II MARCIO LUIS CUNHA BARBARA Especialização Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA MARGO TRINDADE SARTORI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARIA BENEDICTA GRAZIELLA GUIMARAES Mestrado Integral GERENCIAMENTO DE PROJETOS MARIA CECILIA MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL MARIA CECILIA MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MARIA CRISTINA FRASCARI LITRENTO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARIA DA CONCEICAO GUERRA DE MORAES Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA DE FATIMA SOUSA DE O BARBOSA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA DE LOURDES DE MELO PINTO Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL MARIA DE LOURDES DE MELO PINTO Doutorado Parcial COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MARIA DO CARMO DE FIGUEIREDO CISNE Mestrado Integral ESTÁGIO II (TCC) MARIA FRANCISCA TERESA V P FERREIRA Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL MARIA LUCIA LAM Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II MARIA NATALINA CINEGAGLIA Especialização Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MARIA ROSSANA PUGLIA SOUZA Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA STELA ANTUNES DA SILVA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARILZA PEREIRA DA SILVA ROCO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARISE GUERRERO CASTELO BRANCO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIZA ALVES BRAGA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARIZA FERREIRA BAHIA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MAURINO OSORIO DE OLIVEIRA FILHO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA MAURO LEAO GOMES Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS

280 280 MIGUEL JORGE AUGUSTO RAMOS Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS NANCY SOUZA PALMA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO NARA DOS ANJOS BAINHA Especialização Integral FUNDAMENTOS DA ECONOMIA NEIDI DE OLIVEIRA NYARADI Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS NEIDI DE OLIVEIRA NYARADI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NELSON LUGARINHO DE LIMA CAMARA Doutorado Parcial FUNDAMENTOS DA ECONOMIA NORMANDO DOS SANTOS ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE MOREIRA Mestrado Integral TRABALHO NORMANDO DOS SANTOS MOREIRA Mestrado Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL NORMANDO DOS SANTOS MOREIRA Mestrado Integral PESQUISA DE MERCADO NYLVANDIR LIBERATO F DE OLIVEIRA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS PATRICIA REGINA DE ABREU LOPES Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS PAULA CRISTINA AFONSO DOS SANTOS Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral GESTÃO DE PROCESSOS PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO PAULO GOSKES Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO PAULO HENRIQUE MENDONCA RODRIGUES Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL PAULO JORGE DOS SANTOS FLEURY Doutorado Horista FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS PAULO JOSE DE MENDONCA RIBEIRO Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING PAULO ROBERTO DO ROSARIO Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PAULO RODRIGUES FERNANDES PEREIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PEDRO HENRIQUE CASALS Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO RACHEL FATIMA DOS SANTOS NUNES Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL RAFAEL ROCHA JAIME Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS REGINA RIANELLI DE BRITO Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING REINALDO KELMER Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL RICARDO GAZ Doutorado Horista TÓPICOS EMERGENTES EM MARKETING RICARDO MARTINS GUARITA FONSECA Mestrado Horista ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA RICARDO MOYSES RESENDE Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ROBERTO LUCIO JANNUZZI FERNANDES Especialização Horista INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO RODOLPHO DE BRITTO SILVA Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ROGERIO AUGUSTO LIMA DE BRITTO Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS RONALDO DE JESUS ALVES Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING ROSANGELA DA SILVA MORENO Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ROSAURA DE BARROS BAIAO Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ROSEMARY DA SILVA GRANJA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ROSIMAR BESSA DE ARAUJO REIS Especialização Integral FUNDAMENTOS DA ECONOMIA SANDRA MARIA DOS SANTOS Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL

281 281 RAMOS SANDRO CHUN Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA SERGIO PAULO BEHNKEN Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL SERGIO ROBERTO BOA NOVA Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SIDNEY PECANHA COUTINHO Especialização Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA SIDNEY PECANHA COUTINHO Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SILVANA RIBEIRO LIMA Especialização Horista MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SILVANIO AZEVEDO DA CUNHA Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO SOLANGE COELHO DE AZEVEDO Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL SYLVIO MOREIRA ALEXANDRE FILHO Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO TATIANA VIEIRA BARCELOS FARIAS Mestrado Horista ANÁLISE TEXTUAL THOMAZ WILLIAM LOUREIRO MONACHESI Mestrado Integral MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE DECISÃO UBIRATAN DOS SANTOS SILVA Especialização Integral PESQUISA DE MERCADO VALERIA BELLAS DA COSTA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS TEIXEIRA Mestrado Integral II VALERIA CAMPOS MUNIZ Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL VALQUIRIA DA CUNHA PALADINO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL VERA LUCIA ALONSO E SILVA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO VICENTE EUDES VERAS DA SILVA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA VILMA CARDOSO REGATO Mestrado Integral COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL VILMA CARDOSO REGATO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS VILMAR ARGOLO CARNEIRO DA CUNHA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING VOLMER AVELINO S P SILVEIRA Doutorado Integral GESTÃO DA QUALIDADE VOLMER AVELINO S P SILVEIRA Doutorado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO WALTER WAGNER CARVALHO SANDE Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA WALTER WAGNER CARVALHO SANDE Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS WANDERLEY VITTORIO Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA WELLINGTON TROTTA Doutorado Integral FILOSOFIA E ÉTICA TOTAL EM PERCENTUAL Titulação (%) Regime de trabalho (%) Mestres e Doutores Tempo integral e Tempo Parcial 74% 95% Especialista Horista 26% 5% DISCIPLINAS E DOCENTES 1º PERÍODO DISCIPLINAS Tipo PROFESSOR ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO MÍNIMA CELIA LIMA PARADELA FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MÍNIMA EZILDA DUARTE FERREIRA

282 282 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO MÍNIMA DENIZE RACHEL VEIGA ANÁLISE TEXTUAL MÍNIMA LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS MÍNIMA GERALDO GURGEL FILHO PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL MINIMA LUCIENE SETTA DE OLIVEIRA 2º PERÍODO DISCIPLINAS Tipo PROFESSOR CONTABILIDADE BÁSICA MINIMA CLAUDIA BASILIO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO MINIMA CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA ANÁLISE ORGANIZACIONAL MINIMA CLAUDIA MARCIA PEREIRA LOUREIRO COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MINIMA ANA SHIRLEY DE FRANÇA MORAES PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES MINIMA HENRIQUE VITERBO FARAH 3º PERÍODO DISCIPLINAS Tipo PROFESSOR CONTABILIDADE DE CUSTOS MINIMA ARIEVALDO ALVES DE LIMA FUNDAMENTOS DA ECONOMIA MINIMA MARCELLO CAPPUCCI FRISONI ESTATÍSTICA APLICADA MINIMA VICENTE EUDES VERAS DA SILVA FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MINIMA GLORIA CARDOSO DE ALMEIDA CRUZ GESTÃO DE PROCESSOS MINIMA PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL MATEMÁTICA FINANCEIRA MINIMA SIDNEY PECANHA COUTINHO 4º PERÍODO PROFESSOR DISCIPLINAS MICROECONOMIA Tipo MINIMA JOSE NORBERTO DE ARAUJO LAGE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS MINIMA FERNANDO MEDINA FUNDAMENTOS DE COMÉRCIO EXTERIOR MINIMA JOSE ALBERTO MACHADO ANÁLISE ESTATÍSTICA MINIMA MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA CONTABILIDADE GERENCIAL MINIMA DEBORA VIDES DOS SANTOS LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA MINIMA CARLA CRISTINA OLIVEIRA DOS ANJOS 5º PERÍODO PROFESSOR DISCIPLINAS LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Tipo MINIMA MARCILENE MARGARETE CAVALCANTE MARQUES MACROECONOMIA MINIMA ANTONIO ELDER DE OLIVEIRA TAVARES ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS MINIMA JOEL MARCOS GOMES LEANDRO ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I MINIMA ANA MARIA CARVALHO ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING MINIMA RONALDO DE JESUS ALVES ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES MINIMA CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO 6º PERÍODO PROFESSOR DISCIPLINAS ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II Tipo MINIMA ANDREA GOMES BITTENCOURT PESQUISA DE MERCADO MINIMA LUCIA DE SOUZA MAJELLA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA MINIMA RICARDO MARTINS GUARITA FONSECA METODOLOGIA DA PESQUISA MINIMA ANA MARIA MONICA MACHADO DE OLIVEIRA ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MINIMA JUAREZ JONAS THIVES JUNIOR ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL MINIMA SERGIO PAULO BEHNKE 7º PERÍODO PROFESSOR DISCIPLINAS GESTÃO DA QUALIDADE Tipo MINIMA JANAINA DE CARVALHO AGUIA

283 283 TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA FLAVIO MURILO DE OLIVEIRA GOUVEA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA MINIMA CELSO BRUNO FARIA ORÇAMENTO EMPRESARIAL MINIMA ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA ALEXSANDRE DE CASTRO SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA MARA CLAUDIA ALVES BRAILE TÓPICOS EM LIBRAS: SURDEZ E INCLUSÃO OPTATIVA ALEXANDRE DO AMARAL RIBEIRO 8º PERÍODO PROFESSOR DISCIPLINAS GERENCIAMENTO DE PROJETOS Tipo MINIMA MARIA BENEDICTA GRAZIELLA GUIMARAES MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE DECISÃO MINIMA ANTONIO VIANA MATIAS COMPETÊNCIAS GERENCIAIS MINIMA LUCIA CORDEIRO CHAGAS DE OLIVEIRA MERCADO FINANCEIRO MINIMA ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA TCC EM ADMINISTRAÇÃO MINIMA MARIA DO CARMO DE FIGUEIREDO CISNE JOGOS DE EMPRESA MINIMA ISNARD THOMAS MARTINS ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS MINIMA DURVAL CORREA MEIRELLES

284 284 ANEXO 2 RELAÇÃO DOS TUTORES A DISTÂNCIA Nome CPF: Titulação Máxima Regime de Trabalho Disciplinas ACACIO PONTES CALLIM TÓPICOS EMERGÊNTES EM CADEIA DE Doutorado Horista SUPRIMENTOS ACCACIO JOSE PINTO DE FREITAS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ADALTON DA MOTTA MENDONCA Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ADRIANA DE SOUZA CARVALHO Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ALAECIO PANTALEAO DE MOURA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO ALDA DA GRACA MARQUES VALVERDE Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL ALDYR PEREIRA PIRES Especialização Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ALENOIR SOARES BARBOSA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I ALESSANDRA CRISTINA SENRA SANTIAGO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ALESSANDRA RIBEIRO BAPTISTA Especialização Parcial TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO ALEXANDER MAZOLLI LISBOA Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ALEXANDRE DO AMARAL RIBEIRO Doutorado Integral TÓPICOS EM LIBRAS SURDEZ E INCLUSÃO ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE LIMA Mestrado Integral COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE LIMA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ALEXANDRE HENRIQUE SILVA DE LIMA Mestrado Integral PESQUISA DE MERCADO ALEXANDRE MATHEUS TEIXEIRA Especialização Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ALEXANDRE SILVA FORMOZINHO DE SA Mestrado Integral MERCADO FINANCEIRO ALEXSANDRE DE CASTRO Mestrado Integral ESTÁGIO I (SUPERVISIONADO) ALEXSANDRE DE CASTRO Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO ALINE GOLDBERG Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ALINE MARIA FERREIRA DE SOUZA DOS REIS Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ALTAIR FONTES Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE ANA CLAUDIA AUGUSTO PINHEIRO Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ANA CRISTINA AUGUSTO PINHEIRO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ANA ELIZABETH DE MORAES RAMALHO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA ANA ELIZABETH DE MORAES RAMALHO Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANA LUCIA SOUZA DE OLIVEIRA VILLACA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ANA MARIA CARVALHO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I ANA MARIA ESCH MIRANDA E SILVA Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA ANA MARIA MONICA MACHADO DE OLIVEIRA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ANA PAULA DONADIO FRIEDL Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ANA PAULA PEREIRA COELHO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS ANA SHIRLEY DE FRANÇA MORAES Mestrado Integral COMUNIACAÇÃO NAS EMPRESAS ANDRE LUIZ DOS SANTOS Doutorado Horista ANÁLISE TEXTUAL

285 285 ANDREA GOMES BITTENCOURT Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II ANDREA GOMES BITTENCOURT Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ANDREA QUINTELLA BEZERRA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO ANGELA MARIA MOREIRA LUZ Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ANGELO RICARDO GRISOLI Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ANTONIO ALEXANDRE LIMA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR ANTONIO CARLOS CARVALHO DE ALMEIDA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO ANTONIO CARLOS CASTANON VIEIRA Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO ELDER DE OLIVEIRA TAVARES Mestrado Integral MACROECONOMIA ANTONIO JOSE COELHO ALVES Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO LUIS DRAQUE PENSO Mestrado Integral ORÇAMENTO EMPRESARIAL ANTONIO SERGIO ALVES DO NASCIMENTO Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral DECISÃO ANTONIO VIANA MATIAS Mestrado Integral TCC ARIEVALDO ALVES DE LIMA Mestrado Integral CONTABILIDADE DE CUSTOS ARIEVALDO ALVES DE LIMA Mestrado Integral CONTABILIDADE GERENCIAL ARY MANOEL GAMA DA SILVA Especialização Integral GESTÃO DA QUALIDADE AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ Especialização Integral CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO AUDEMIR LEUZINGER DE QUEIROZ Especialização Integral GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS BELMIRO FERREIRA DA COSTA E SILVA JUNIOR Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO BRAULINO DE MATTOS REIS NETO Mestrado Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS CARLA CASTILHO FERREIRA BASTOS Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CARLA CRISTINA OLIVEIRA DOS ANJOS Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CARLA OLIVEIRA GIACOMINI Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL CARLA SENDON AMEIJEIRAS VELOSO Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CARLOS ADALTO DE SA MORAES Especialização Integral ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CARLOS ADALTO DE SA MORAES Especialização Integral CONTABILIDADE DE CUSTOS CARLOS ALBERTO DE CARVALHO Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL CARLOS ALBERTO PEREIRA Mestrado Integral CONTABILIDADE BÁSICA CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO CARLOS EDUARDO LUGATI BRAGA Mestrado Integral TÓPICOS EMERGENTES EM GESTÃO DE PESSOAS CARLOS FELIX DA SILVA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO CARLOS FELIX DA SILVA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE CARLOS FELIX DA SILVA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CARLOS FERNANDO DA ROCHA Mestrado SANTOS Integral GERENCIAMENTO DE PROJETOS CARLOS RENATO HERNANDES ALVAREZ Especialização Parcial LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CELIA LIMA PARADELA Mestrado Integral TCC CELIA REGINA TEIXEIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL

286 286 CELIA REGINA TEIXEIRA Mestrado Integral LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA CELSO BRUNO FARIA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA CLAUDIA BASILIO Especialização Integral ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CLAUDIA BASILIO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA CLAUDIA DE FREITAS LOPES S M DA SILVA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL CLAUDIA MARCIA PEREIRA LOUREIRO Especialização Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL CLAUDIA MARCIA PEREIRA LOUREIRO Especialização Integral TCC CLAUDIO CAVALCANTI DE CARVALHO Especialização Integral ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral GESTÃO DE PROCESSOS CLAUDIO DOMINGOS DA SILVA ZEFERINO Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CLAUDIO MARCOS MACIEL DA SILVA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA CLAUDIO MARCOS MACIEL DA SILVA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA CLOVIS DE OLIVEIRA PARADELA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO CONSUELO SOARES MEIRA DE AGUIAR Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO CRISTIANE VIEIRA VALENTE Mestrado Integral MACROECONOMIA CRISTOVAO ARARIPE MARINHO Mestrado Parcial TÓPICOS EMERGENTES EM FINANÇAS DANIEL PORTINHA ALVES Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS DANIELA PINHEIRO DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO DANIELA PINHEIRO DA COSTA Mestrado Integral PROFISSIONAL DEBORA VIDES DOS SANTOS Mestrado Integral CONTABILIDADE GERENCIAL DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL DENISE ALVES TAVARES FREIRE Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO DENIZE RACHEL VEIGA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO DILSON PALHA TAVEIRA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL DURVAL CORREA MEIRELLES Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS EDER RIBEIRO DE ALMEIDA Especialização Parcial ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EDGARD LOPES PASSERI Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL EDMILSON JERONIMO DE OLIVEIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE MARKETING EDSON SEITI MIYATA Mestrado Integral TÓPICOS EMERGENTE DE MARKETING EDUARDO ALVES MENDONCA Doutorado Parcial FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS EDUARDO ANTONIO RESENDE HOMEM DA COSTA Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO EDUARDO DE MOURA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO EDVALDO JOSE BARROS QUEIROZ Mestrado Integral TCC ELAINE ABRANCHES SUCUPIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ELAINE ABRANCHES SUCUPIRA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO ELAINE DA COSTA RIBEIRO Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL ELEONORA MELO ASSEF Mestrado Parcial FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL ELISABETE LENCASTRE MENDES DOS REIS Mestrado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS ERIKA CONCEIÇÃO GELENSKE CUNHA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I

287 287 ERNANI MACHADO GARRAO NETO Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL EVANDRO FERREIRA PORTO Mestrado Integral MERCADO FINANCEIRO EZILDA DUARTE FERREIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS FABIANO GUIMARAES DA ROCHA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO FABIO CONTARINI CARNEIRO Mestrado Horista MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS FABIO MACEDO SIMAS Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL FATIMA PINTO GOMES Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL FERNANDO KOKI YASSUHIRA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE FERNANDO MEDINA Doutorado Parcial GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS FERNANDO MEDINA Doutorado Parcial GESTÃO DE PROCESSOS FERNANDO REGIS DI MAIO Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA FLAVIO MURILO DE OLIVEIRA GOUVEA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO FRANCISCO CARLOS TAVORA HEITMANN Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING FRANCISCO GILSON RODRIGUES OLIVEIRA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS GERALDO GURGEL FILHO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES GERALDO GURGEL FILHO Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS GILBERTO CORREA LUCAS ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE JUNIOR Mestrado Integral INFORMAÇÃO GISELA FRANCISCO CHICRALLA Especialização Integral PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES GISELE CORVISIER DE ALMEIDA Mestrado Parcial FUNDAMENTOS DE ECONOMIA GLORIA CARDOSO DE ALMEIDA CRUZ Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL HAMILTON DE SOUZA PINTO Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE NOVOS NEGÓCIOS HENRIQUE RODRIGUES DE GESTÃO DE PROCESSOS OLIVEIRA Especialização Horista HENRIQUE VITERBO FARAH Especialização Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS HENRIQUE VITERBO FARAH Especialização Integral PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL HILDA MONETTO FLORES DA SILVA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA HOSANA DO NASCIMENTO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL IEDA CARVALHO SANDE Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA IRAELCIO FERREIRA MACEDO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL IRAN DA SILVA ARAGAO FILHO Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA IRENE CAMPEAS Mestrado Horista FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ISNARD THOMAS MARTINS Doutorado Integral JOGOS DE EMPRESA IVAN DA CUNHA SANTOS Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA JACINTA MELO DE SOUSA Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL JANAINA DE CARVALHO AGUIA Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE JANAINA DE CARVALHO AGUIA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JANDIRA INACIA DA ROCHA Mestrado Integral PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL JANIMAR LIMA NEVES Mestrado Parcial PSICOLOGIA NAS ORGANIZAÇÕES JANINE DA SILVA JUSTO Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL JOEL MARCOS GOMES LEANDRO Mestrado Parcial ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS JOEL MARCOS GOMES LEANDRO Mestrado Parcial GESTÃO DA QUALIDADE JORGE BEZERRA LOPES CHAVES Mestrado Horista PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL JORGE CARVALHO BITTENCOURT Mestrado Parcial GESTÃO DE VENDAS JORGE MAXIMO DE SOUZA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL JORGE VIEIRA DA ROCHA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING JOSE AFONSO DE Q CABRAL Mestrado NUNES DE ALMEIDA Parcial PLANEJAMENTO ECONÔMICO-FINANCEIRO JOSE ALBERTO MACHADO Especialização Integral FUNDAMENTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR JOSE ARNALDO GUIMARAES Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL

288 288 FILHO JOSE ARNALDO GUIMARAES FILHO Especialização Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS JOSE CARLOS BEKER Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JOSE CONRADO DE ALMEIDA Mestrado Integral CONTABILIDADE BÁSICA JOSE GUATEMOZIN LOPES DA SILVA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL JOSE HELIO DE BRITO Especialização Integral GESTÃO DA QUALIDADE JOSE HELIO DE BRITO Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO JOSE LUIZ TERRA CUNHA Mestrado Integral GESTÃO DE SUPRIMENTOS JOSE MANUEL BERNAR BORGES LOURENCO Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO JOSE MANUEL BERNAR BORGES LOURENCO Doutorado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO JOSE NORBERTO DE ARAUJO LAGE Mestrado Integral MICROECONOMIA JOSUE JOSE DA SILVA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I JOVELINO DE GOMES PIRES Mestrado Integral GESTÃO DA QUALIDADE JUAREZ JONAS THIVES JUNIOR Doutorado Integral ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA Doutorado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL JULIA HISSA RIBEIRO DA FONSECA Doutorado Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA JULIO CESAR JOSE RODRIGUES JUNIOR Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA JULIO CESAR TEIXEIRA DE FREITAS Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO KATIA BUSSON DE JESUS Especialização Parcial PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral GESTÃO DE SERVIÇOS KATIA CHRISTINE DE MENDONCA SOARES Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral ESTATÍSTICA APLICADA KATIA PINTO DA SILVA Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS KELLY CRISTINA DA SILVA NEVES Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL KLEBER DUARTE DE VASCONCELLOS FILHO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA LANA LOBO DA SILVA GANGA Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL LANA LOBO DA SILVA GANGA Mestrado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL LANA MARA RODRIGUES REGO VARIZO TAVARES Doutorado Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS LARISSA SANTIAGO DE SOUSA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL LAURA EUGENIA PEREZ FREITAS Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS LAURO BOECHAT BATISTA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA LAURO BOECHAT BATISTA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LEILA MARIA FREIRE RIBEIRO Mestrado Parcial TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO LEONARDO CAMPINHA DOS SANTOS Especialização Parcial PROCESSOS E PRÁTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS LEONARDO JOSE MUNIZ DE ALMEIDA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL LEVI PEREIRA GRANJA DE SOUZA Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO LEVI PEREIRA GRANJA DE SOUZA Mestrado Parcial TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO LUCIA CORDEIRO CHAGAS DE OLIVEIRA Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS LUCIA DE SOUZA MAJELLA Especialização Parcial PESQUISA DE MARKETING

289 289 LUCIA HELENA DOS ANJOS PORTO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL LUCIANE NUNES DA SILVA Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO Mestrado Integral LUCIENE SETTA DE OLIVEIRA PROFISSIONAL LUCIO GUIMARAES DE ALMEIDA Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA LUCIO MENEZES VALENTIM Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL LUCIO VILLARINHO ROSA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LUIS ARCOS PEREZ Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL LUIS ARTUR MONTEIRO PEREIRA Mestrado Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO LUIZ CARLOS CHAVES ROCHA Especialização Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS LUIZ CARLOS DE SA CAMPOS Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL LUIZ GONZAGA DE MOURA Mestrado Horista ANÁLISE TEXTUAL MANOEL VITORIO AZEREDO ROCHA Especialização Horista LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MARA CLAUDIA ALVES BRAILE Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO SEMINÁRIOS INTEGRADOS EM MARA CLAUDIA ALVES BRAILE Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO MARCELLO CAPPUCCI FRISONI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO MARCELO FERREIRA BARCIA Mestrado Horista PROFISSIONAL MARCELO GODOY PRIMO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCELO JOSE PINHO BARBOSA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO MARCELO OLIVEIRA CAMARA Especialização Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARCELO PIRES LEITE Mestrado Parcial MICROECONOMIA MARCIA DA GAMA CARNEVALE Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL MARCIA DIAS LIMA DA SILVA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCIA GLYCERIO DO ESPIRITO SANTO Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO MARCIA GONCALVES SILVEIRA FARIA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCIA GONZALEZ DAS CHAGAS Mestrado Parcial MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA MARCIA MARIA MACHADO PEREIRA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA MARCIA MEDEIROS DE SOUZA Mestrado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARCIA PEREIRA DA VEIGA BUCHEB Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARCILENE MARGARETE CAVALCANTE MARQUES Especialização Integral LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA MARCIO DE BRITO SERAFIM Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MARCIO DE CARVALHO DANTAS Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS I MARCIO DE CARVALHO DANTAS Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS MARCIO GONCALVES DE PINHO Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II MARCIO LUIS CUNHA BARBARA Especialização Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA MARGO TRINDADE SARTORI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARIA BENEDICTA GRAZIELLA GUIMARAES Mestrado Integral GERENCIAMENTO DE PROJETOS MARIA CECILIA MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL MARIA CECILIA MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MARIA CRISTINA FRASCARI LITRENTO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE DIREITO EMPRESARIAL MARIA DA CONCEICAO GUERRA DE MORAES Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA DE FATIMA SOUSA DE O BARBOSA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA DE LOURDES DE MELO PINTO Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL

290 290 MARIA DE LOURDES DE MELO PINTO Doutorado Parcial COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MARIA DO CARMO DE FIGUEIREDO CISNE Mestrado Integral ESTÁGIO II (TCC) MARIA FRANCISCA TERESA V P FERREIRA Especialização Parcial ANÁLISE TEXTUAL MARIA LUCIA LAM Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II MARIA NATALINA CINEGAGLIA Especialização Integral COMUNICAÇÃO NAS EMPRESAS MARIA ROSSANA PUGLIA SOUZA Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIA STELA ANTUNES DA SILVA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARILZA PEREIRA DA SILVA ROCO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL MARISE GUERRERO CASTELO BRANCO Especialização Integral ANÁLISE TEXTUAL MARIZA ALVES BRAGA Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA MARIZA FERREIRA BAHIA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL MAURINO OSORIO DE OLIVEIRA FILHO Especialização Integral CONTABILIDADE BÁSICA MAURO LEAO GOMES Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS MIGUEL JORGE AUGUSTO RAMOS Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS NANCY SOUZA PALMA Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO NARA DOS ANJOS BAINHA Especialização Integral FUNDAMENTOS DA ECONOMIA NEIDI DE OLIVEIRA NYARADI Mestrado Integral COMPETÊNCIAS GERENCIAIS NEIDI DE OLIVEIRA NYARADI Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NELSON LUGARINHO DE LIMA CAMARA Doutorado Parcial FUNDAMENTOS DA ECONOMIA NORMANDO DOS SANTOS MOREIRA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO E MERCADO DE TRABALHO NORMANDO DOS SANTOS MOREIRA Mestrado Integral ANÁLISE ORGANIZACIONAL NORMANDO DOS SANTOS MOREIRA Mestrado Integral PESQUISA DE MERCADO NYLVANDIR LIBERATO F DE OLIVEIRA Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS PATRICIA REGINA DE ABREU LOPES Doutorado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS PAULA CRISTINA AFONSO DOS SANTOS Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral GESTÃO DE PROCESSOS PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PAULO CESAR NOGUEIRA CABRAL Mestrado Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO PAULO GOSKES Especialização Integral TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO PAULO HENRIQUE MENDONCA RODRIGUES Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL PAULO JORGE DOS SANTOS FLEURY Doutorado Horista FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS PAULO JOSE DE MENDONCA RIBEIRO Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING PAULO ROBERTO DO ROSARIO Mestrado Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES PAULO ROBERTO MOREIRA DA COSTA Mestrado Integral CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PAULO RODRIGUES FERNANDES PEREIRA Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PEDRO HENRIQUE CASALS Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO RACHEL FATIMA DOS SANTOS NUNES Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL

291 291 RAFAEL ROCHA JAIME Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS REGINA RIANELLI DE BRITO Mestrado Parcial ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING REINALDO KELMER Mestrado Parcial ANÁLISE TEXTUAL RICARDO GAZ Doutorado Horista TÓPICOS EMERGENTES EM MARKETING RICARDO MARTINS GUARITA FONSECA Mestrado Horista ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA RICARDO MOYSES RESENDE Mestrado Integral FUNDAMENTOS DE ECONOMIA ROBERTO LUCIO JANNUZZI FERNANDES Especialização Horista INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO RODOLPHO DE BRITTO SILVA Mestrado Parcial INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO ROGERIO AUGUSTO LIMA DE BRITTO Doutorado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS RONALDO DE JESUS ALVES Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING ROSANGELA DA SILVA MORENO Doutorado Integral METODOLOGIA DA PESQUISA ROSAURA DE BARROS BAIAO Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ROSEMARY DA SILVA GRANJA Doutorado Integral ANÁLISE TEXTUAL ROSIMAR BESSA DE ARAUJO REIS Especialização Integral FUNDAMENTOS DA ECONOMIA SANDRA MARIA DOS SANTOS RAMOS Doutorado Parcial ANÁLISE TEXTUAL SANDRO CHUN Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA SERGIO PAULO BEHNKEN Mestrado Integral ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL SERGIO ROBERTO BOA NOVA Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SIDNEY PECANHA COUTINHO Especialização Integral MATEMÁTICA FINANCEIRA SIDNEY PECANHA COUTINHO Especialização Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SILVANA RIBEIRO LIMA Especialização Horista MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS SILVANIO AZEVEDO DA CUNHA Especialização Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO SOLANGE COELHO DE AZEVEDO Mestrado Integral PLANEJAMENTO DE CARREIRA E SUCESSO PROFISSIONAL SYLVIO MOREIRA ALEXANDRE FILHO Mestrado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO TATIANA VIEIRA BARCELOS FARIAS Mestrado Horista ANÁLISE TEXTUAL THOMAZ WILLIAM LOUREIRO MONACHESI Mestrado Integral MÉTODOS QUANTITATIVOS P/ TOMADA DE DECISÃO UBIRATAN DOS SANTOS SILVA Especialização Integral PESQUISA DE MERCADO VALERIA BELLAS DA COSTA TEIXEIRA Mestrado Integral ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS II VALERIA CAMPOS MUNIZ Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL VALQUIRIA DA CUNHA PALADINO Mestrado Integral ANÁLISE TEXTUAL VERA LUCIA ALONSO E SILVA Mestrado Integral TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO VICENTE EUDES VERAS DA SILVA Mestrado Integral ESTATÍSTICA APLICADA VILMA CARDOSO REGATO Mestrado Integral COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL VILMA CARDOSO REGATO Mestrado Integral FUNDAMENTOS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS VILMAR ARGOLO CARNEIRO DA CUNHA Especialização Integral ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING VOLMER AVELINO S P SILVEIRA Doutorado Integral GESTÃO DA QUALIDADE VOLMER AVELINO S P SILVEIRA Doutorado Integral INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO WALTER WAGNER CARVALHO SANDE Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA WALTER WAGNER CARVALHO SANDE Mestrado Integral MATEMÁTICA PARA NEGÓCIOS WANDERLEY VITTORIO Mestrado Integral ANÁLISE ESTATÍSTICA WELLINGTON TROTTA Doutorado Integral FILOSOFIA E ÉTICA

292 292 ANEXO 3 CONTEXTUALIZAÇÃO DOS POLOS POLO: Salvador - BA Endereço: Rua Xingú, Jardim Atalaia, Salvador, BA 1. Contexto histórico Salvador, fundada em 1534 como São Salvador da Bahia de Todos os Santos é um município brasileiro, capital do estado da Bahia e primeira capital do Brasil. Durante todo o período colonial Salvador era a cidade maior e mais importante da colônia. Devido à sua localização na costa nordeste do Brasil, a cidade serviu como um elo importante no Império Português, mantendo estreitos laços comerciais com Portugal e as colônias portuguesas em África e na Ásia. Salvador é uma metrópole nacional com mais de 2,6 milhões de habitantes numa área de aproximadamente 707 Km², sendo o município mais populoso do Nordeste, a terceira mais populosa do Brasil e a oitava mais populosa da América Latina. Fonte: IBGE, 2011, (dados do Censo 2011 publicados no Diário Oficial da União do dia 31/08/2011). A Região Metropolitana de Salvador ostenta um produto interno bruto de R$ , constituindo o sétimo maior polo de riqueza nacional, além de uma renda per capita era de R$ ,18, segundo dados do IBGE em Tais números estão concentrados nas atividades industriais do Polo Petroquímico de Camaçari (PIC), em Camaçari, e do Centro Industrial de Aratu (CIA), entre Simões Filho e Candeias, e nas atividades relacionadas ao turismo e ao comércio. A cidade de Salvador, destaca-se, pela sua gastronomia, música e arquitetura, e sua área metropolitana é a mais rica no nordeste do Brasil. O Centro Histórico de Salvador, iconizado no bairro do Pelourinho, é conhecido pela sua arquitetura colonial portuguesa com monumentos históricos que datam do século XVII até o século XIX e foi declarado como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em A região em indicadores IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos.

293 293 ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE SALVADOR Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado o município de Salvador no quadro abaixo: Quadro 1: IDEBs observados em 2005 a 2011 e metas para a rede municipal do Município de Salvador. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Fonte: 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o SALVADO R Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao IDEB que atingiu a meta. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. O Polo EAD Unidade Salvador da Universidade Estácio de Sá UNESA oferece cursos de graduação e graduação tecnológica acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação

294 294 do ser humano. O projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos, críticos, vivenciais e inovadores, possa ser compartilhada de forma ética, resultando em melhoria na qualidade de vida de toda a sociedade e de cada um individualmente, enquanto cidadão desejando contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária. 3. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O Estado da Bahia, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. O Estado da Bahia ocupa um território de km², agregando 417 municípios, o que representa 6,64% do território nacional e cerca de 36,34% da região Nordeste. Maior Estado nordestino, a Bahia, atualmente, ocupa o sexto lugar entre os maiores Estados brasileiros em volume de produto, gerando em seu território 4,3% do PIB nacional e quase 33% do produto nordestino. Atualmente a região metropolitana de Salvador possui 18 Instituições de Ensino Superior que oferecem Educação a Distância tendo 27 Polos distribuídos em 13 bairros da grande Salvador. Destacamos dos 27 Polos, 06 (seis) das seguintes IES: UNESA- Universidade Estácio de Sá, UNIP Universidade Paulista UNICID Universidade Estado de São Paulo, FATEC de tecnologia Internacional, UNIFACS Universidade Salvador e UNOPAR (Universidade Note do Paraná). Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado, devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada, o Polo EAD em Salvador dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento, visando ampliar seu papel no ensino superior, de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e para a capacitação da população baiana. No seu perfil econômico, verifica-se um permanente processo de ampliação e diversificação da base produtiva estadual, especialmente no setor secundário, com a indústria petroquímica e seus desdobramentos, e, no setor terciário, com o desenvolvimento acelerado do turismo e das atividades vinculadas ao lazer e à cultura. Esse processo de desenvolvimento permitirá que a Bahia amplie, significativamente, a oferta de empregos e o seu mercado consumidor. Atividades profissionais intrinsecamente dependentes de instalações industriais e/ou voltadas para a administração pública, ambas áreas em franco declínio na oferta de empregos, tendem a sofrer severos impactos neste novo cenário. Por outro lado, atividades que permitem maior flexibilidade na atuação profissional e, ao mesmo tempo, estão voltadas para o setor devem adaptar-se à nova

295 295 realidade de modo mais rápido, desde que atentos às mais recentes transformações conceituais e tecnológicas. Esse quadro representa um perfil demográfico que tende a favorecer aos profissionais qualificados. A reestruturação das atividades e do mercado de trabalho tende a favorecer aqueles que atendem às diversas demandas das suas áreas segundo um perfil mais flexível da sua empregabilidade. É neste contexto que se insere o Polo Salvador, da UNESA, acreditando que a teoria não pode ser desvinculada da prática e que o papel das instituições de ensino superior é contribuir para a inclusão e para as transformações sociais. Dessa forma, a Educação à Distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo cursos pautados em projetos pedagógicos que proporciona um amplo conhecimento sobre os fundamentos pedagógicos e institucionais nos quais está estabelecido, visando o desenvolvimento de ações que contribuam com o desenvolvimento econômico e com a demanda do setor produtivo da região em que o curso está inserido, oportunizando a inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: Belém - PA Endereço: Rua da Municipalidade, Reduto, Belém PA 1. Contexto Histórico O Polo EAD Estácio-FAP, está localizado no centro da capital paraense, na rua Municipalidade, 839, no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará. Belém é um município brasileiro, capital do estado do Pará, pertencente à Mesoregião Metropolitana de Belém e à Microregião de Belém. Com uma área de aproximadamente 1 064,918 km², localizada no norte brasileiro, distante quilômetros de Brasília. Com uma população de habitantes, maior densidade demógrafica da região norte 1307,17 hab/km², (IBGE/2010), é conhecida como "Metrópole da Amazônia", e uma das dez cidades mais movimentadas e atraentes do Brasil. A cidade é sede da Região Metropolitana de Belém, que com habitantes, é a 2º mais populosa da região, 12ª do país e 177ª do mundo, além de ser o

296 296 maior aglomerado urbano da região. A cidade de Belém, considerada a maior da linha do equador, é também classificada como a capital com melhor qualidade de vida do Norte do Brasil. Em seus quase 400 anos de história, Belém vivenciou momentos de plenitude, entre os quais o período áureo da borracha, no início do século XX, quando o município recebeu inúmeras famílias europeias, o que veio a influenciar grandemente a arquitetura de suas edificações, ficando conhecida na época como Paris n'américa. Hoje, apesar de ser cosmopolita e moderna em vários aspectos, Belém não perdeu o ar tradicional das fachadas dos casarões, das igrejas e capelas do período colonial. A cidade é mundialmente conhecida e exerce significativa influência nacional, seja do ponto de vista cultural, econômico ou político. Conta com importantes monumentos, parques e museus, como o Theatro da Paz, o Museu Paraense Emílio Goeldi, o mercado do Ver-o-Peso, e eventos de grande repercussão, como o Círio de Nazaré. Ocupando uma área de km², Belém conta atualmente com habitantes (estimativa IBGE/2011), é a segunda cidade mais populosa da Amazônia. Limita-se com o município de Ananindeua. Sendo uma região peculiar, Belém é banhada pelos rios são o rio Amazonas, rio Maguari e rio Guamá. A Baía do Guajará é uma baía que banha diversas cidades do estado do Pará, inclusive sua capital. É formada pelo encontro da foz do rio Guamá com a foz do rio Acará. O Rio Amazonas é o maior rio da Terra, tanto em volume d'água quanto em comprimento (6 992,06 km de extensão). Tem sua origem na nascente do rio Apurímac (alto da parte ocidental da cordilheira dos Andes), no sul do Peru, e deságua no oceano Atlântico, junto ao rio Tocantins. O Rio Maguari - banha a Região Metropolitana de Belém. O Rio Guamá é um rio localizado no nordeste do Pará, cuja bacia hidrográfica drena uma área de ,54 km². A navegabilidade é viável nos últimos 160 km do rio, do município de São Miguel do Guamá à Baía do Guajará. Entre seus afluentes, destacam-se os rios Acará, Capim e Moju. No rio Guamá é comum ocorrer o fenômeno da pororoca. Na sua margem direita se situa o campus principal da Universidade Federal do Pará, à altura de Belém. Cerca de 75% da água consumida na cidade vem deste rio, que recebe 11 córregos. 2. A região em indicadores IDH e IDEB Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58,402 bilhões, R$ 52,466 bilhões provenientes do valor adicionado e R$ 5,936 bilhões de impostos. Em termos reais, o PIB apresen Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) paraense foi de R$ 58,402 bilhões, R$ 52,466 bilhões provenientes do valor adicionado e R$ 5,936 bilhões de impostos. Em termos reais, o PIB apresentou uma variação de -3,2% no Pará. O Estado passou a participar com 1,8% do PIB nacional contra 1,9% em 2008 e manteve a 13ª posição no ranking brasileiro. O valor do PIB per capita paraense registrado foi de R$ Fonte:

297 297 IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Em 0,800 é considerado alto. O índice varia de 0 à 1, sendo considerado baixo de zero 0, a 0,499, médio de 0,500 a 0,799 e alto quando maior ou igual a 0,800. O IDH da cidade de Belém do Pará é de Belém do Pará é de 0,755. IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. As tabelas abaixo representam os dados do IDEB observados em 2005 a 2011 e metas para a rede municipal do Município de Belém do Pará até ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o BELEM Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. A economia belenense baseia-se primordialmente nas atividades do comércio, serviços e turismo, embora seja também desenvolvida a atividade industrial com grande número de indústrias alimentícias, navais, metalúrgicas, pesqueiras, químicas e madeireiras. A Grande Belém localiza-se na região mais dinâmica do estado e juntamente com o município de Barcarena, integra o segundo maior parque industrial da Amazônia. A cidade conta com os portos brasileiros mais próximos da Europa e dos Estados Unidos (Belém, Miramar e Outeiro), sendo que o Porto de Belém é o maior movimentador de containers da Amazônia. Com a revitalização dos distritos industriais de Icoaraci e Ananindeua, a implantação da Hidrovia do Tocantins e com a chegada da Ferrovia Norte-Sul, a cidade aguarda um novo ciclo de desenvolvimento. O Círio de Nazaré, a maior procissão cristã do planeta, movimenta a economia da Cidade. No período há aquecimento na produção industrial, no comércio, no setor de serviços e no turismo. A cidade começa a explorar o mercado da moda, com os eventos Belém Fashion

298 298 Days (está entre os 5 maiores eventos de moda do País) e o Amazônia Fashion Week (maior evento de moda da Amazônia), onde destacamos o Curso de Design de Moda da Faculdade Estácio do Pará como fomentador de atividades de pesquisa e extenção realizado pelos alunos do Curso. A população do Pará vem aumentando conforme constatado nos últimos censos, distribuída em 143 municípios, cresce em ritmo e intensidade diferentes em cada município e nas suas respectivas regiões. Dados:CENSO/2010 O último censo revelou um crescimento da população do Estado de 22% no período , o menor crescimento intercensitário em quarenta anos, considerando os cinco últimos censos. Em 2000, a população do Estado era de 6,2 milhões de pessoas, em 2010 aumentou para 7,6 milhões de pessoas, o volume desse crescimento foi de 1,4 milhão de pessoas. São pessoas com necessidades de atenção à saúde, segurança, educação, alimentação, trabalho, cultura, sem falar em necessidades mais específicas. As regiões administrativas ou Regiões de Integração (RI) são doze, e possuem crescimentos populacionais bastante distintos no período O maior crescimento populacional encontrase na RI de Carajás 3,58 % a.a., enquanto que o menor encontra-se na RI do Tapajós 0,57% a.a., entre esses extremos encontram-se quatro RI s com crescimento entre 1 e 2% a.a. (Baixo Amazonas, Metropolitana, Caeté e Guamá); outras cinco RI s encontram-se com crescimentos maiores que 2%a.a e menores que 3% a.a.com crescimento maior que 3% a.a encontra-se a região do Araguaia e a já citada região de Carajás. 3. Inserção Regional do Polo EAD Educação é a promoção do desenvolvimento de todas as dimensões da natureza humana. Partindo dessa premissa é que pode-se afirmar que a EaD é uma modalidade de educação que integra os cidadãos em uma sociedade plural e democrática. Com a evolução de novas tecnologias e a disseminação destas houve grandes avanços na educação. A evolução da EaD foi maior com o advento da Internet, pois esta rompeu as distâncias. A EaD está ao alcance das pessoas em qualquer lugar. Num estado como o Pará, de grande dimensão territorial ( Km2) e de baixa renda per capita, é quase impossível à maioria da população ter acesso à educação de qualidade. Existe uma grande dificuldade de deslocamento da população para os grandes centros que dispõem de boas escolas, Faculdades ou universidades, pois além do território ser entre cortado por grandes rios, as rodovias estão sempre em condições precárias. Como consequência, podemos encontrar no estado

299 299 um alto índice de jovens adultos fora da escola, uma elevada taxa de evasão e repetência, e uma expressiva parcela da população economicamente ativa com necessidade de se complementar ou atualizar sua formação e recursos humanos para a Educação sem a formação mínima necessária. A Educação a Distância é uma prática pedagógica alternativa, mediada através de multimeios de comunicação e tutoria. Seu público alvo é basicamente formado por jovens e adultos excluídos ou impossibilitados, por questões geográficas, econômicas ou outras de ordem pessoal de freqüentar o sistema formal de ensino. A Educação a Distância tem sido reconhecida em sua importante estratégia para o desenvolvimento econômico, populacional, educacional e social do Estado, sendo uma ferramenta de transformação social. Diante do quadro educacional, a Universidade Estácio de Sá através do Ministério da Educação, credenciou o Polo Belém que funciona em um espaço definido dentro da Estácio FAP., onde consciente do seu compromisso com as transformações necessárias à Região Amazônica, particularmente com o Estado do Pará, iniciou com o curso de Administração Bacharelado sua contribuição para o ensino de graduação de qualidade, democratizando assim o acesso ao saber. O Polo EAD Estácio-FAP, está localizado no centro da capital paraense, na rua municipalidade, 839, no bairro do Reduto da Cidade de Belém do Pará. POLO: Belo Horizonte Endereço: Rua Erê, Prado, Belo Horizonte - MG 1. Contexto histórico O Polo de Ensino a Distância de Belo Horizonte se insere no mais importante polo industrial e de serviços na economia mineira. A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) concentra três dos cinco municípios mineiros de maior população (Belo Horizonte, Betim e Contagem), com uma população total de habitantes (dados de 2010), o que representa 25,3% do total da população do Estado. Contrariamente ao que tem ocorrido com as regiões mais deprimidas de Minas Gerais, onde se concentra a população rural de baixa renda, e com o conjunto do Estado caracterizada pela preponderância dos fatores de expulsão sobre os fatores de atração de população, tem funcionado como um polo de atração de fluxos migratórios. Embora a força atrativa exercida pela Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) tenha arrefecido em relação ao período que vai de 1950 a 1980, quando recebeu mais de um milhão de

300 300 imigrantes de outras regiões do Estado e do País particularmente do Nordeste ainda assim ela continua expressiva. Assim, na década de 1990 a RMBH recebeu quase 336 mil imigrantes, estimandose que tenha recebido mais 124 mil no período Isso explica as elevadas taxas de crescimento da população residente na Região, que se mantém próxima a 2,1% ao ano, depois de ter atingido o máximo da década de 1960 mais de 5,6% ao ano. A manter esse ritmo, a RMBH ainda receberá aproximadamente 182 mil imigrantes até 2012, quando a população total deverá atingir habitantes. Na raiz da atração exercida pela RMBH sobre os fluxos populacionais está a sua participação na renda estadual, de aproximadamente 34,1%, resultado da concentração das atividades produtivas particularmente na área de serviços no seu território. Outra consequência dessa concentração de atividades e do alto dinamismo da economia regional se comparada com a do restante do Estado é que a renda per-capita atingiu US$ 3.952,9 em 2002, acima, portanto, da média mineira (US$ 2.830,6). 2. A região em indicadores IDH e IDEB Segundo dados do relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PENUD (dados de 2000), 35% dos bairros (98 em um total de 284) já são de Alto Desenvolvimento Humano (IDHM acima de 0,8). Desses, 18 têm IDHM maiores que o município brasileiro com maior IDHM (São Caetano do Sul com 0,919) e 13 têm IDHM maiores que o país do mundo com maior IDHM (Noruega com 0,942). O maior índice é o verificado para o bairro CARMO/SION com 0,973. Por outro lado, os bairros com IDHM mais baixos têm índices comparáveis com o Desenvolvimento Humano da Bolívia (país da A. do Sul com índice mais baixo). São eles: TAQUARIL/CASTANHEIRAS, FAVELA DO PERRELA, FAVELA CABEÇA DE PORCO E NA VILA N.S. DO ROSÁRIO, com IDHM de 0,685. Educação Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), tem atingido as suas metas quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), tanto para os alunos concluintes do Ensino Fundamental, quanto aos alunos concluintes do Ensino Médio. Os dados abaixo se referem ao ano de 2011 e estão disponíveis no Relatório do IDEB ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município BELO HORIZONTE

301 301 8ª série/9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município BELO HORIZONTE Fonte: pdf Se a educação é o componente de maior relevância no valor apresentado pelo Índice de Desenvolvimento Humano do Município (IDHM) das Unidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é também a principal responsável pelo crescimento verificado entre 1991 e Deve ser ressalvado, no entanto, que o IDHM toma indicadores muito pouco exigentes para conformar o índice educação: a taxa de alfabetização da população acima de 15 anos e o atendimento escolar à população entre 7 e 22 anos. A definição para alfabetização depende da resposta a uma pergunta muito simples ao recenseado: se ele sabe ler e escrever um bilhete simples. Se, em vez de medir a proporção de pessoas com mais de 15 anos alfabetizadas fosse medida a proporção destas pessoas que têm pelo menos 4 anos de estudo formal, os resultados seriam substancialmente diferentes, não só em termos de magnitude como também em termos das disparidades entre as UDHs da RMBH - Taxa de alfabetização e percentual com mais de 4 anos de estudos. População acima de 15 anos de idade 2000 % alfabetizadas Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) 93,73% com pelo menos 4 anos de estudos. Pior da RMBH 81,48 (CONCÓRDIA-Vila Tiradentes) 53,1 (Rio Manso). Melhor da RMBH 99,5 (GRAJAÚ/Gutierrez) 98,1 (SÃO PEDRO/SANTO ANTÔNIO) 83,36. Em termos da Média de Anos de Estudo para a população acima de 25 anos os resultados mais baixos chegam a 4 anos, na FAVELA DA SERRA TAQUARIL/CASTANHEIRAS. Já os mais altos vão a 13 anos de estudos no CARMO/SION, e Em termos do percentual de adultos (mais de 25 anos de idade) com menos de 8 anos de estudo, isto é, sem o ensino fundamental completo, o pior da RMBH está em torno de 84% (TAQUARIL/CASTANHEIRAS) e o melhor em torno de 8% (CARMO/SION) É

302 302 importante notar que, sem dúvida, as gerações mais jovens estão tendo melhor acesso ao sistema formal de ensino, mas mesmo assim, as diferenças entre localidades da RMBH são muito relevantes. 3. Inserção regional do Polo EAD É notável o processo de desenvolvimento que se verifica na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Entretanto, o município ainda padece de um triste dado: as melhorias na qualidade de vida e de acesso a educação tem sido de maneira desigual e concentrada. Nesse contexto, o Polo de Ensino à Distância - situado na Faculdade Estácio de Belo Horizonte - busca oferecer aos alunos egressos do ensino médio uma sólida formação técnica estabelecendo uma filosofia educacional sob a égide da necessária identificação com os problemas que afligem a região onde se insere. Isso conduz à formação de recursos humanos conscientes da realidade socioeconômica do cenário em que certamente irão atuar. A meta do Polo EaD de Belo Horizonte para os próximos anos é atuar de modo a minimizar as diferenças entre os melhores índices e os piores índices de escolarização entre as diferentes localidades da RMBH. Desta forma, poderá a instituição auxiliar ainda mais a melhoria do IDHM, pois, o item Educação além de permitir o seu incremento possibilita a concretização de políticas voltadas para o desenvolvimento social e econômico da população mineira. POLO: CABO FRIO Endereço: Rod. Gal. Alfredo Bruno Gomes Martins, s/n Lote 19 Braga, Cabo Frio- RJ 1. Contexto histórico Cabo Frio foi descoberto por Américo Vespúcio em 1503, tendo sido alvo constante de ataques piratas franceses e holandeses na exploração do pau-brasil que era de excelente qualidade. Habitada pelos índios tamoios, os portugueses procuravam a ajuda deles para a exploração do local. Somente em 13 de novembro de 1615 foi fundada a cidade de Nossa Senhora de Assunção do Cabo Frio. Para segurança do local foi construído o Forte de Santo Inácio no local da "Casa da Pedra" e criou-se uma aldeia para abrigar os índios aliados, atualmente onde se localiza a cidade de São Pedro da Aldeia. Atualmente Cabo Frio é um grande centro turístico com vasta rede de hotéis e pousadas para turistas nacionais e estrangeiros aproveitarem sua beleza natural. Suas praias são famosas pela areia branca e fina. Seu clima tropical onde o sol brilha forte o ano inteiro e quase não chove, estimula fortemente este turismo praiano.

303 303 O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá foi credenciado em A região em indicadores O Polo de Cabo Frio da Universidade Estácio de Sá está situado em uma das principais avenidas, numa área de fácil acesso e excelente localização. O Polo situa-se a microrregião dos Lagos, usualmente conhecida como Região dos Lagos classificada como Região da Costa do Sol é uma região do Estado do Rio de Janeiro pertencente à mesorregião das Baixadas Litorâneas. Possui uma área de 2.004,003 km², sua população atual é de habitantes e está dividida em sete municípios em torno das lagoas de Araruama e Saquarema, a leste da capital do Rio de Janeiro. Município Área (km²) População em 2010 PIB (R$ 1.000,00) em 2008 PIB per capita em 2008 Cabo Frio 400, mil ,39 Segundo estimativa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em O IDH permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita (soma dos rendimentos divididos pelo número de habitantes); expectativa de vida dos moradores (esperança de vida ao nascer); taxa de alfabetização de maiores de 15 anos (número médio de anos de estudos da população local). Variando de zero a um, o IDH classifica os municípios segundo três níveis de desenvolvimento humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5); municípios com médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) e municípios com alto desenvolvimento humano (IDH acima de 0,8). Quanto mais próximo de um, mais alto é o desenvolvimento humano. O município de Cabo Frio está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano, ocupando a 11ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo.

304 304 ÍNDICE DE DESENVVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE CABO FRIO - 0,792 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 Fonte: bo%20frio.pdf Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ ,00 (2003) Renda Per Capita*:R$ ,34 (2004) Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,792 (PNUD ) Principais Atividades Econômicas: turismo, pesca, vestuário (moda praia), indústria, extração de petróleo Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município de Cabo Frio. Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município CABO FRIO ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município CABO FRIO * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.

305 305 *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. A via de acesso à capital fluminense se dá pela Via Lagos, ou RJ-124,A BR-101 que liga o município de Rio Bonito a o Rio de Janeiro, a RJ-102 que liga Búzios até o distrito de Praia Seca,RJ-106 liga o municípios da região dos lagos passando por Monte Alto, Figueira, Arraial do Cabo, Praia Seca, Araruama, Saquarema, (Serra da Castelhana e Mato Grosso) Maricá até Niterói, é uma bela rota que passa pela mata atlântica e serve de rota alternativa a RJ-124 por não ser pedagiada e mais rápida, e por fim a RJ-128 que conecta a RJ-124(via lagos) a RJ-106(via serra) no distrito de Bacaxá em Saquarema. (fonte: wikipedia) Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá, Ferlagos (Faculdade da Região dos Lagos), UNOPAR (Universidade Note do Paraná), Universidade Cândido Mendes e Universidade Veiga de Almeida. 3. Inserção Regional do Polo EaD O século XX foi caracterizado por mudanças significativas no modo de vida da sociedade. Dentre as principais mudanças, observamos o desenvolvimento de novas tecnologias da informação e comunicação. Em destaque, poderíamos citar a informática, desenvolvida pela criação dos computadores; e da internet, criada a partir da evolução dos computadores e dos meios de telecomunicações. A informática aliada à internet tem contribuído em diversas áreas de conhecimento, tornando-se fator de relevância no trabalho e nas práticas sociais. A tecnologia influencia culturas gerando transformações sociais, ao mesmo tempo em que é capaz de romper barreiras geográficas, encurtando distâncias em um mundo globalizado. A vinda do Ensino a Distância para a cidade de Cabo Frio, trouxe relevantes mudanças no contexto de possibilidades para aqueles que a ida para uma sala de aula não era permitida. Os cursos ofertados, estão atendendo a diversas demandas sociais, principalmente por ser uma região petrolífera, onde 75% da população trabalho em escala de embarque. Contudo as empresas conscientizaram-se sobre a importância da educação corporativa e a formação continuada de seus colaboradores, pois o conhecimento desenvolvido pela organização é um valioso recurso, que agrega vantagem competitiva trazendo a inovação, com a geração de novos negócios. POLO: CAMPO GRANDE Endereço: Rua Venâncio Borges do Nascimento; Jardim TV Morena, Campo Grande- MS

306 Contexto histórico Campo Grande ocupa um espaço geográfico privilegiado na região central do estado, nas imediações do divisor de águas das bacias dos rios Paraná e Paraguai. Os primeiros moradores chegaram em 1872, mas a cidade só foi elevada à categoria de distrito pela Lei n.º 793, de 23/11/1889 e a município pela Resolução Estadual 255, de 26/08/1899. Com a criação do estado de Mato Grosso do Sul, em 1979, tornou-se capital. O município de Campo Grande possui uma área de 8.092,966 km2 e experimentou um acelerado desenvolvimento populacional nas últimas décadas. O número de habitantes pouco maior de em 1980 passou a em 1996 e, em 2010, atinge em torno de , representando, aproximadamente, 32 % da população do estado. A economia regional é uma das mais fortes do país e permite a melhoria dos índices de desenvolvimento social do estado. A população economicamente ativa de Campo Grande é de pessoas ( homens e mulheres) e o PIB é de cerca de R$ 10 bilhões. Campo Grande é a cidade de Mato Grosso do Sul em melhores condições em termos de bens e serviços de apoio à produção, atendendo a todas as demais. Sua estrutura econômica está vinculada à agroindústria regional, ao comércio e à prestação de serviço. 2. A região em indicadores IDEB e IDD O processo de crescimento da região pode ser avaliado em parte pelo rápido crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do município. No ano de 1991 o IDH era de 0,77; em 2000 este índice subiu para 0,814. Isto indica que, em um período de oito anos, tal índice cresceu a uma taxa média anual de 5,4%. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE -MS - 0,814 Médio IDH O município de Campo Grande - MS está classificado com um IDH de 0,814, índice considerado alto, ocupando a 2ª posição no critério do IDH estadual atraindo, de acordo com os dados do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (PLANURB), nos últimos três anos investimentos estimado em R$ 1,3 bilhão para 181 empreendimentos industriais que juntos vão gerar empregos diretos. Desses projetos, 38 indústrias já estão em funcionamento, resultado de R$ 912,3 mil de investimento, que garantem emprego para trabalhadores.

307 307 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Campo Grande - MS no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em e metas para a rede municipal do Município de Campo Grande- MS. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o CAMPO GRANDE MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o CAMPO GRANDE Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.

308 308 *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Campo Grande possui 453 escolas de Ensino Fundamental e Médio, sendo 01 federal, 89 estaduais, 176 municipais e 187 privadas, com um total de salas de aulas. O número de matrículas referentes a 2008, no município, foi de para a Educação Infantil, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, essas escolas empregam aproximadamente professores. (SEMAC, 2009). 3. Inserção regional do Polo EAD A Região de Campo Grande é composta por 10 (dez) municípios: Bandeirantes, Campo Grande, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rochedo, Sidrolândia e Terenos, ocupando uma extensão territorial de 8.096,051 km², representando 20,07% da área total do Estado de Mato Grosso do Sul. O município de Campo Grande se localiza no centro do Estado possuindo um enorme potencial turístico, tendo como destaque os segmentos de turismo rural, cultural, ecoturismo, agro tecnológico, místico, negócios e eventos. Segundo dados referentes a 2011, da Federação da Indústria do Estado do Mato Grosso do Sul (FIEMS), o Estado possui indústrias cadastradas. A instalação de indústrias alimentícias, de cimento, de minérios (ferro, manganês e calcário), usinas açucareiras e da indústria de madeira está ampliando o leque de opções para os investidores. Com o recente incentivo à produção de combustíveis renováveis, Mato Grosso do Sul aumentou os seus canaviais e implantou novas usinas de açúcar e álcool: 11 usinas já estão instaladas e processam mais de 15,5 milhões de toneladas de cana/ano; 31 empreendimentos estão em andamento; 31 projetos estão sendo negociados.60 Trata-se de um mercado altamente promissor e que até 2012, representará um investimento de mais de R$ 19 bilhões em Mato Grosso do Sul. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. 60 Fonte:http://www.sober.org.br/palestra/6/965.pdf

309 309 Dessa forma, a educação à distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. O município de Campo Grande possui 10 (dez) Instituições de Ensino Superiores sendo 02 (duas) da rede pública: Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e 08 (oito) da rede privada: Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal UNIDERP; Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Centro Universitário de Campo Grande (UNAES), Faculdade Estácio de Sá de Campo Grande (FESCG), Instituto Campo Grande de Ensino Superior (ICGES), Instituto de Ensino Superior da Funlec (IESF), Instituto Mato Grosso do Sul de Educação e Cultura (ISMEC), UNIGRAN Capital. A maioria oferta cursos na modalidade EAD. O Polo Campo Grande MS da Estácio atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Diversos cursos que são oferecidos na Graduação Tradicional, tais como: Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, Matemática, História, Sistemas de Informação. Também são oferecidos cursos da Graduação Tecnológica: Gestão de Recursos Humanos, Gestão em Marketing, Gestão em TI, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente e, verificasse a inserção de novos cursos, seja na Graduação Tradicional ou na Graduação Politécnica. POLO: Campos dos Goytacazes - RJ RJ, Avenida 28 de Março, 423 Centro, Campos dos Goytacazes RJ 1. Contexto histórico Campos dos Goytacazes, maior cidade em extensão territorial, localizada ao norte do estado do Rio de Janeiro, a 279 km da capital, teve sua riqueza no século XIX creditada à expansão da produção açucareira, inicialmente apoiada nos engenhos a vapor, mais tarde substituídos por usinas. A pecuária também manteve papel importante na economia da região e o café foi responsável pela prosperidade dos antigos distritos e hoje municípios, de Cardoso Moreira e Italva. A descoberta do petróleo e do gás natural na plataforma continental da Bacia de Campos tem propiciado o aumento

310 310 significativo da receita municipal nos últimos anos, por meio do recebimento de royalties excedentes e participações especiais. O núcleo urbano do município apresenta um relevo suave, um clima ameno, uma hidrografia abundante, com o Rio Paraíba do Sul atravessando todo o Município, além de lagoas, com destaque para a Lagoa Feia e a Lagoa de Cima. Ao Norte, o município faz divisa com o estado do Espírito Santo, através do rio Itabapoana; a Nordeste com o município de São Francisco do Itabapoana; a Leste com o município de São João da Barra, pelo Canal São Bento; a Sudeste é banhado pelo Oceano Atlântico desde a Barra do Açu até a foz do rio Furado; ao Sul a Lagoa Feia e o rio Macabu limitam o território campista com o município de Quissamã; a Sudoeste com Conceição de Macabu e Santa Maria Madalena; a Oeste com o município de São Fidélis através de componentes estruturais da Serra do Mar, que recebem denominações locais como Serra Itacolomi, Serra dos Três Picos e Serra do Barracão, formando o grande conjunto de terras altas do território municipal; a Noroeste com Cardoso Moreira, em boa parte seguindo o Córrego da Onça, além de Italva e Bom Jesus do Itabapoana, acompanhando o Córrego Santo Eduardo (mapeamento Geológico-Geotécnico Preliminar, utilizando Geoprocessamento, no Município de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. Anuário do Instituto de Geociências UFRJ, 2008). 2. A região em indicadores IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de sua população além da dimensão econômica. É calculado com base na renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES - 0,752 Média IDH O município de Campos dos Goytacazes está classificado com um IDH de 0,752, sendo considerado um índice de nível médio pelo programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Campos dos Goytacazes no quadro abaixo.

311 311 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado pelo Inep/MEC busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Tais índices demonstram que o município de Campos dos Goytacazes vem apresentando um ensino básico com qualidade aquém do projetado, que, combinado ao IDH, indica que a educação oferecida pela rede pública de ensino não se mostra suficiente para propiciar o desenvolvimento adequado da população, não apenas do município, mas também dos municípios vizinhos. A população do município está estimada em aproximadamente 450 mil habitantes. O município é referência na área universitária, na região, por abrigar, além da Universidade Estácio de Sá, instituições como UENF (Univerdidade Estadual do Norte Fluminese), IFF (Instituto Federal FlumineNse antigo Cefet-Campos), UFF (Universidade Federal Fluminense), FMC (Faculdade de Medicina de Campos), UNIVERSO, Universidade Cândido Mendes, ISECENSA (Instituto Superior de Ensino Nossa Senhora Auxiliadora), Uniflu (Centro Universitário do Norte Fluminense Fafic, FDC, Foc), Faculdade Batista Fluminense, ESANNF/FGV (Escola Superior de Administração e Negócios do Norte Fluminense) recebendo alunos munícipes e também dos municípios circunvizinhos. 3. Inserção regional do Polo EAD O polo Campos dos Goytacazes, funciona dentro do Campus Campos dos Goytacazes da Universidade Estácio de Sá. A cidade é um importante polo comercial e financeiro que abrange o nordeste fluminense e o sul capixaba. No centro da cidade, há um forte e diversificado comércio popular. Na rua João Pessoa, está a maior concentração de lojas de roupas populares.

312 312 No bairro da Pelinca, na avenida de mesmo nome, é possível encontrar o segundo centro comercial e financeiro da cidade, onde estão as lojas mais renomadas e diversos shoppings. Por conter a maior parte dos bares e restaurantes da cidade, a Pelinca é considerada rica e sempre movimentada, principalmente à noite, sendo considerada assim um bairro nobre. Na região, também está localizado o Shopping Avenida 28, o Shopping Pelinca Square Center, a loja Leader e um Loja Americana (as outras estão no Centro e no Boulevard Shopping). Em abril de 2011, foi inaugurado o Boulevard Shopping, aquecendo mais ainda a economia na cidade, trazendo grandes lojas e marcas para o município, além de auxiliar no crescimento do parque rodoviário, bairro da cidade que tem na Rodovia BR-101 a sua principal via. Ao largo de suas costas, no oceano Atlântico, há um forte polo de exploração de petróleo e gás natural pela Petrobrás, na plataforma continental. A cidade é a maior produtora de petróleo do Brasil, além de concentrar a maior parte da indústria cerâmica fluminense. Das sete usinas de açúcar e álcool do estado, seis estão em Campos. Além destas, o município tem a perspectiva de crescimento econômico e populacional em razão dos investimentos que estão sendo realizados na região. Sobretudo, com as construções dos complexos portuários do Açu, no município de São João da Barra e de Farol-Barra do Furado. Em face deste panorama de desenvolvimento na região vê-se a necessidade cada vez maior de qualificação de mão de obra para atender a demanda das novas vertentes de negócios, o fomento de novos empreendimentos, incluindo a criação de Zonas Especiais de Negócios e a privatização do Aeroporto Bartholomeu Lizandro, porto seco alfandegado que está sendo cobiçado por empresas do setor aéreo, reforçando a importância do polo e da Universidade Estácio de Sá para a região, uma vez que as instituições públicas não conseguem atender essa iminente demanda de mão de obra. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. O polo Campos dos Goytacazes, a partir de uma interação social atende aos debates da produção e difusão do conhecimento, bem como, busca caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos problemas. As atividades de Extensão têm, acima de tudo, o poder de contribuir para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. A responsabilidade social

313 313 representa, hoje, um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência global. POLO: RIO DE JANEIRO (Dorival Caymmi) Endereço: Rua Raul Pompéia, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto histórico A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. O Polo EAD está localizado na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ em O setor de serviços abarca a maior parcela do PIB(65,52%), seguido pela arrecadação de impostos (23,38%), pela atividade industrial (11,06) e pelo agronegócio (0,04). Com uma população de habitantes, o Rio sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo. Ocupando uma área de ,054 km2, a cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como: os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. 2. A região em indicadores IDEB e IDD

314 314 O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO - 0,842 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição no critério do IDH estadual. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 29/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o RIO DE JANEIRO Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410.

315 315 *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O Rio de Janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente rio ). Carioca é o gentílico da cidade do Rio. 3. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. O Estado do Rio de Janeiro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: Duque de Caxias Endereço: Rua Major Correa de Melo, 86, Jd. 25 de Agosto, Duque de Caxias RJ

316 Contexto histórico Duque de Caxias é um município brasileiro integrante da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com uma área total de 468,3 Km2, correspondente a 8,2% da área da Região. Situado na Baixada Fluminense, possui uma população estimada em habitantes (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/2010), que representa 7,2% do contingente da Região. A cidade deve seu nome ao patrono do exército brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. Os principais segmentos industriais são: químico, petroquímico, metarlúgico, gás, plástico, mobiliário, têxtil e vestuário. Empresas de vários segmentos têm se instalado em Duque de Caxias, tais como o jornal O Globo, Supermercado Carrefour, aproveitando a privilegiada posição do município, próximo de algumas das principais rodovias brasileiras: Linha Vermelha, Linha Amarela, Rodovia Presidente Dutra, BR-040 e Avenida Brasil, além da proximidade do Aeroporto Tom Jobim e a distância de apenas dezessete quilômetros do Centro da cidade do Rio de Janeiro. O maior parque industrial do estado do Rio de Janeiro fica no município, possuindo empresas como Texaco, Shell, Esso, Petróleo Ipiranga, White Martins, IBF, Transportes Carvalhão, Sadia S. A., Ciferal, entre outras. O segmento está mais concentrado nos setores de química e petroquímica, estimulados pela presença da Refinaria de Duque de Caxias, a segunda maior do país. 2. A região em indicadores IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE DUQUE DE CAXIAS - 0,753 Médio IDH O município de Duque de Caxias está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano, ocupando a posição 52 no critério do IDH estadual....

317 317 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município de Duque de Caxias - Rio de Janeiro. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o DUQUE DE CAXIAS Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O município de Duque de Caxias limita-se ao norte com Petrópolis e Miguel Pereira; ao leste, com a Baía da Guanabara e Magé; ao sul, com a cidade do Rio de Janeiro e, a oeste, com São João de Meriti, Belford Roxo e Nova Iguaçu. Possui 102 escolas estaduais, 02 (duas) escolas federais e 128 escolas particulares.

318 Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. A Educação a Distância - EAD - representa uma oportunidade para muitos excluídos dos processos tradicionais de ensino das Universidades brasileiras e um desafio para educadores e gestores. Sendo assim, a Universidade Estácio de Sá expandiu seu serviço oferecendo a modalidade EAD para o município de Duque de Caxias contribuindo assim para a democratização de acesso à formação superior e consequentemente ao conhecimento, à prática, à qualificação para o mercado de trabalho, bem como para o desenvolvimento local, levando em conta o perfil, as peculiaridades, as potencialidades e a cultura da região. O Ensino à distância está sendo ofertado neste Polo para atender às demandas do setor produtivo local bem como as das regiões circunvizinhas. Considerou-se, ainda, a necessidade de garantir aos cidadãos desta região o direito à aquisição de competências profissionais que os tornem aptos para a inserção em setores profissionais nos quais haja utilização de tecnologias. O Polo EAD Duque de Caxias espera contribuir para a disseminação da Educação a Distância de qualidade, que rompa as barreiras geográficas, temporais e tecnológicas que separam professores e alunos e que leve o Brasil a se orgulhar mais de sua Educação. Polo: Fortaleza Endereço: Rua Vicente Linhares, Aldeota, Fortaleza - CE 1. Contexto histórico Fortaleza foi fundada no dia 13 de Abril de 1726 onde foi elevada de povoado para a condição de vila, historiadores afirmam que a mesma é bem anterior ao século XVII. A localização de Fortaleza fica no estado brasileiro do Ceará, numa área privilegiada no Nordeste do Brasil, um pouco abaixo da linha do Equador, na América do Sul o que garante um clima cálido o ano todo. É a capital brasileira mais próxima da Europa, estando a km de Lisboa, em Portugal. É também uma das 12 sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014.

319 319 O Ceará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlantico ao norte e nordeste,rio Grande do Norte e Paraíba a leste,pernambuco a sul epiauí a oeste. Sua área total é de ,30 km², ou 9,37% da área do Nordeste e 1,7% da superfície do Brasil. A população do estado estimada para o ano de 2008 foi de habitantes, conferindo ao território a oitava colocação entre as unidades federativas mais populosas. Entre 2002 e 2009, segundo o estudo, houve uma ligeira desconcentração da riqueza em direção ao interior do Ceará. De acordo com o professor Flávio Ataliba, isso por ser constatado pela queda da participação da economia de Fortaleza no total do Estado, quando sua participação no PIB estadual, a preços de mercado, passou de 49,66 por cento em 2002, para 48,38 por cento, em Em valores, a economia de Fortaleza gerou um PIB de R$ 31,8 bilhões e um PIB per capita de R$ Em 2009, Fortaleza ocupava a nona colocação dentre as 27 capitais brasileiras e a décima posição em relação ao Brasil. A Região Metropolitana de Fortaleza, com cerca de 3,8 milhões de habitantes, é a sexta em população, sendo a Capital do estado a 5ª maior cidade do País. Considerada o segundo maior destino turístico do País e o quarto maior polo de confecções nacional, Fortaleza tem se notabilizado pela dinâmica do setor varejista. As principais atrações turísticas são o parque temático Beach Park, em Aquiraz, na Região Metropolitana, que recebe uma média de 500 mil visitantes por ano, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a Av Beira Mar com sua feira de artesanato, a Praia de Iracema, com a Ponte dos Ingleses e o famoso Pirata Bar e a Praia do Futuro com suas "barracas" de praia. 2. A região em indicadores IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O índice de desenvolvimento humano IDH do município de Fortaleza é de que é considerado como alto pelo IDH. (Fonte: PNDU Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento: nking2003 ) Segundo O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo

320 320 (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). A cidade de Fortaleza teve o IDEB 4,2 que refletiu em apenas 0,3 pontos acima da meta que era 4,1 em 2011, teve o crescimento em 8% de acordo com o portal do IDEB. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município FORTALEZA Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. 3. Inserção regional do Polo EAD Fortaleza apresenta-se hoje como um dos mais importantes polos têxteis e de confecção do Brasil, bem como um destacado polo turístico nacional. Vale salientar, porém, que a capital cearense não se firmou como uma cidade tipicamente industrial, imperando a inclinação de cidade terciarizada, ou seja, do setor terciário da economia (comércio, serviços, transportes), o que é uma tendência apresentada mundialmente pelas economias metropolitanas, onde o crescimento mais notável acontece nos serviços de comércio ambulante, hospedagem e alimentação, de incorporação de imóveis. As indústrias de maior porte que antes se concentravam em Fortaleza instalam-se/transferemse para municípios da Região Metropolitana, a exemplo do Distrito Industrial de Maracanaú e, mais recentemente para outros centros como Horizonte, Caucaia, Pacatuba, Pacajus. Em 2009, Fortaleza foi escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol a se realizar no Brasil em 2014, o que vai ensejar novas obras e intervenções urbanas na cidade. A cidade continua expandindo-se neste começo de século, seja pela ação pública, por interesses privados (muitos deles, especuladores imobiliários) ou por iniciativa da própria população. Continua atraindo multidões de pessoas do interior cearense e até de outros estados. Sua economia cada vez mais se

321 321 dinamiza, apesar da alarmante concentração de renda.. Fortaleza continua sendo uma cidade múltipla neste século, sendo atualmente a quinta cidade mais populosa do País. Como as grandes metrópoles do mundo, a cidade de Fortaleza precisa olhar para seu passado e planejar o futuro. Para isso, é preciso a participação efetiva dos poderes públicos municipal, estadual e federal e, principalmente, do povo da cidade. Faz-se necessário o engajamento de todos para que a Fortaleza ordenada e pacata de outrora sirva de inspiração para a construção de uma cidade moderna, organizada e desenvolvida, que possa verdadeiramente acolher, integrar e proteger seu povo. Segundo a Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Ensino à Distância (Abed) pelo Ministério da Educação (MEC) mostra crescimento de 60% da demanda em cursos de especialização a distância, de2008 a O mercado cearense está absorvendo cada vez mais profissionais com formação à distância, de acordocom o governo do Estado até o final de 2012 o Cinturão Digital estará concluído, que Internet banda larga a 82% da população do Estado até o fim deste ano, a expectativa é de que as formações sejam ampliadas. De acordo com o MEC, o Ceará tem seis instituições e 120 polos que oferecem cursos de graduação e pós-graduação à distância, sendo em Fortaleza 27 polos. O atual momento de pós-crise que vive a economia mundial trouxe ingredientes de um novo cenário, com grandes mudanças não apenas no front econômico, financeiro mas também no comportamento social, cultural, político e tecnológico refletindo no aumento da credibilidade das empresas e da economia brasileira. Essa credibilidade reacende a idéia de que o Brasil é um país com grande potencial de liderança, valorizando a nossa marca: a marca de um país que sofreu pouco com a crise e que sai dela mais rápido que os demais países envolvidos. Do ponto de vista do mercado interno, as barreiras regionais de entrada estão cada vez menores, aumentando rapidamente a concorrência entre empresas de qualidade em escalas nacionais e empresas locais, que antes adotavam estratégias competitivas baseada na segmentação geográfica. Ou seja, há bem poucos anos era possível sobreviver carregando os custos da incompetência, já que os mercados locais eram protegidos pelos custos de transporte e logística ineficiente. Um dos motivos da queda dessa barreira de mercado foi sem dúvida o advento da internet, assim como o acesso a computadores por parte das camadas de mais baixa renda. Enquanto o mercado virtual cresce a uma taxa de 40% ao ano, as classes respondem por 13% de todas as compras pela net. Esse resultado surpreende.

322 322 Dentro desta configuração, os mercados locais se integram ao grande mercado nacional, onde os consumidores de mais baixa renda começam a sofisticar suas preferências de consumo, a internet leva informações a todos e a logística permite que as transações se tornem reais, eficientes e confiáveis. O Estado do Ceará, por sua vez tem uma economia bastante diversificado, com o setor industrial representando cerca de 28% da estrutura econômica, demonstrando a complexidade de suas empresas. O Polo de Fortaleza, da Universidade Estácio de Sá UNESA oferece cursos de graduação e superior de tecnologia acreditando nas capacidades de aprendizagem e de transformação do ser humano. O projeto pedagógicos dos cursos foram elaborados a partir de olhares sistêmicos, críticos, vivenciais e inovadores, possa ser compartilhada de forma ética, resultando em melhoria na qualidade de vida de toda a sociedade e de cada um individualmente, enquanto cidadão desejando contribuir para a construção de uma sociedade democrática e igualitária. POLO: GOIÂNIA Endereço: Rua 67 - A, nº 216, Quadra Setor Norte Ferroviário, Goiânia - GO 1. Contexto histórico A pedra fundamental da cidade de Goiânia foi lançada em 24 de outubro de 1933 por Pedro Ludovico Teixeira, como homenagem aos 3 anos do início da Revolução de 1930, quem num vibrante discurso, enfatizou: "Prevejo que, dentro de cinco anos, grande porção desta área destinada à futura cidade estará coberta de luxuosas e alegres vivendas. Goiânia é uma cidade moderna, localizada bem no centro do país, próxima à capital federal e a menos de 1000 km de São Paulo. Está ligada aos principais centros do país por uma moderna malha rodoviária e por todas as companhias de transporte aéreo. Sua economia está voltada para as atividades comerciais e industriais, destacando-se no setor de serviços. Segundo o IBGE, o município de Goiânia tem uma população de habitantes, sendo que 99% é urbana. Anápolis é a principal cidade industrial e centro logístico do Centro-Oeste brasileiro. Possui diversificada indústria farmacêutica, forte presença de empresas de logística e atacadistas. Todo o ano a revista Exame publica um ranking das melhores empresas para se trabalhar. É uma lista que coloca no topo as empresas que realmente valorizem seus funcionários. Diversos aspectos são avaliados na criação desta lista, entre elas as políticas de recursos humanos da empresa, a capacitação de seus funcionários, salários, benefícios, ambiente de trabalho, entre outros aspectos que realmente são importantes e que pode fazer a diferença entre se gostar de trabalhar naquela empresa ou viver frustrado no trabalho. Em Goiás algumas Empresas foram destaques como Melhores Empresas Para se Trabalhar em 2011, dentre elas: SAMA-Mineração, Grupo Saga Veículos, Serasa-Go,

323 323 Unimed-Go,Grupo Votorantim, Cargill,dentre outras. Estar entre as melhores empresas para se trabalhar é uma prática que muitas empresas tem buscado, pois, além da visibilidade no mercado, é um mecanismo de captação e retenção de talentos e exige a presença de um profissional com formação específica em Gestão de Recursos Humanos, pois a empresa deve dispor de políticas de Gestão de Pessoas que equilibrem e sintonizem os indivíduos e a organização.portanto, fica evidente a atuação deste na área de recursos humanos. De acordo com reportagem divulgada em Jornal local do dia 04/06/2012 intitulada como Conheça as Dez Profissões em Alta, Perspectivas Estruturais do Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira-2020, a pesquisa ouviu 402 empresas brasileiras-que juntas empregam 2,2milhões de pessoas - quais setores demandarão mais profissionais nos próximos anos, engenharia, serviços e comércio. Dentre as dez profissões que devem permanecer aquecidas para os próximos anos está o Gerente de Recursos Humanos. 2. A região em indicadores IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE GOIÂNIA - 0,832 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município de Goiânia está classificado com um IDH de 0,832, ocupando a 18ª posição no critério do IDH Brasil, defendendo um crescimento de 7,7%, o que refere a uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade dentre outros fatores, sendo um índice que mede o bem-estar de uma população. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Goiânia no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município de Goiânia. Goiás.

324 324 MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 27/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Goiás, um dos 26 estados brasileiros, está situado na região Centro-Oeste do País ocupando uma área de km². Sétimo estado em extensão territorial, Goiás tem posição geográfica privilegiada. Limita-se ao norte com o Estado do Tocantins, ao sul com Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, a leste com a Bahia e Minas Gerais e a oeste com Mato Grosso. Goiás possui 246 municípios e uma população de habitantes. Goiânia, sua capital, é o núcleo polarizador da Região Metropolitana, aglomerado de 20 municípios que abriga 2,206 milhões de habitantes, sendo que a cidade de Goiânia conta com desses habitantes segundo estimativa do IBGE Apesar de sediar grandes indústrias, é o setor de serviços o pilar de sua economia. De acordo com Ideb 2011 entre as onze melhores escolas públicas de Goiás, três ficam em Goiânia. Porém a capital não está no topo do ranking, sendo representada pela escola que aparece em quarto lugar. 3. Inserção regional do Polo EaD A Universidade Estácio de Sá concebe educação à distância como uma modalidade de ensino capaz de oferecer o acesso e a permanência de estudantes no Ensino Superior, rompendo barreiras geográficas de tempo e espaço. O presente Projeto Pedagógico do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, na modalidade a distância, é fruto do resultado de uma construção coletiva dos representantes do Núcleo Docente Estruturante - NDE com o conjunto do Corpo Docente. Nesse

325 325 sentido, reflete o pensamento educacional contemporâneo em um processo de tomada de consciência da importância da educação a distância como estratégia de democratização do saber em nosso país. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino à distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformador, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Dessa forma, a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. São cerca de 4 mil indústrias instaladas na capital goiana, com destaque para a indústria de confecção, calçados e alimentos. Grandes corporações do setor alimentício têm sede em Goiânia, exportando sua produção para países de todo o mundo. A estrutura privilegiada da cidade permite a implantação de mini polos industriais, nos mais diversificados segmentos. Exemplo disso são as 30 mil micro e pequenas empresas, abastecendo o mercado interno e externo. A indústria química, atualmente uma das mais prósperas do Estado, tem sua distribuição concentrada em Goiânia. Centro comercial dos mais dinâmicos do país, Goiânia conta hoje com 450 mil consumidores de grande poder aquisitivo. Ideal para quem deseja investir; seja no comércio, seja na prestação de serviços. Um mercado em expansão permanente com 70 mil empresas já estabelecidas, destacando-se também na atividade autônoma. Goiânia tem grande oferta de empregos. O índice de desemprego é um dos menores entre as capitais. Seu custo de vida não é alto. Grandes shopping centers e dezenas de galerias abrigam milhares de lojas e as mais renomadas marcas de âmbito nacional e internacional. Em Goiás, a base sólida para o amplo desenvolvimento está sendo construída através da educação. De acordo com levantamento feito pelo Instituto Nacional de Pesquisa, no censo escolar em 1998, o estado está entre os cinco melhores do Brasil na área educação. Ao mencionar pois, a educação como um dos esteios da construção da cidadania, sobretudo com a aclamação, quase que unânime dos especialistas, de que estamos no século do conhecimento, temos que lutar para que haja a socialização do conhecimento e não o contrário. A tendência em vigor neste início de século XXI é a repetição do que temos assistido até então. É a formação de ilhas de

326 326 excelência em detrimento de uma maioria analfabeta, de escolarização precária, ou mesmo de educação meramente técnica voltada apenas a atender o mercado de trabalho. Nesse sentido, é extraordinária a idéia das cidades educadoras, na medida em que a cidade dispõe de inúmeras possibilidades de, no plano local, inverter a lógica do afunilamento, possibilitando um maior acesso à educação de forma qualificada e para todos, ou pelo menos para os que estejam sob a sua responsabilidade legal. Desse modo, a cidade será educadora quando reconhecer, exercer e desenvolver, para além das suas funções tradicionais econômica, social, política e de prestação de serviços uma função educadora. Significa assumir o objetivo de formar e promover o desenvolvimento de todos os seus habitantes a começar pelas crianças e pelos jovens. Portanto, é objetivo das cidades educadoras investir em Educação, de modo a que cada indivíduo seja capaz de expressar, afirmar e desenvolver o seu potencial humano, com a sua singularidade, ao mesmo tempo que se fomenta a sua pertença a uma comunidade e se potencializam as capacidades de diálogo, confronto e solidariedade. Cidade e Educação, vistas sob este enfoque, contribuem para a consolidação de um novo paradigma de desenvolvimento no século XXI. Mediante o contexto citado justifica-se a oferta dos cursos na modalidade EAD formando profissionais, para atender às demandas do setor produtivo da sociedade. POLO: RIO DE JANEIRO (Ilha do Governador) Endereço: Estrada do Galeão, Jardim Carioca, Rio de Janeiro RJ 1. Contexto histórico A Ilha do Governador foi descoberta em 1502 por navegadores portugueses. Na época, era habitada pelos índios Temiminós que a chamavam de "Ilha de Paranapuã", termo que significa "colina do mar", pela junção de paranã, "mar" e apuã, "colina", sendo também chamada de "Ilha dos Maracajás" (espécie de grandes felinos, então abundantes na região.). O nome "Ilha do Governador" surgiu somente a partir de 5 de setembro de 1567, quando o governador-geral do então Estado do Brasil (e interino da Capitania do Rio de Janeiro) Mem de Sá doou ao seu sobrinho, Salvador Correia de Sá (o Velho - Governador e Capitão-general da Capitania Real do Rio de Janeiro de 1568 a 1572), mais da metade do seu território. Correia de Sá, futuro governador da capitania, transformou-a em uma fazenda onde se plantava cana-de-açúcar, com um engenho para produção de açúcar, exportado para a Europa nos séculos XVI, XVII e XVIII.

327 327 Em 23 de julho de 1981, através do Decreto Número 3.157, do então prefeito Júlio Coutinho, no tempo do Governador Chagas Freitas, o bairro da Ilha do Governador foi oficialmente extinto e transformado nos seus atuais quatorze bairros oficiais. Contendo uma superfície de 36,12 km², compreende catorze bairros da cidade do Rio de Janeiro, são eles: Bancários, Cacuia, Cocotá, Freguesia, Galeão, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Moneró, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da Bandeira, Ribeira, Tauá e Zumbi, com uma população total de aproximadamente 210 mil habitantes. Tradicionalmente residencial, atualmente apresenta características mistas, compreendendo ainda indústrias, comércio e serviços. Os moradores da ilha costumam enaltecê-la, tendo o termo "insulano" um significado especial para quem é dessa região da cidade. Localizado na Ilha do Governador, o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão Antônio Carlos Jobim considerado o maior aeroporto da cidade do Rio de Janeiro, o maior sítio aeroportuário do Brasil. O bairro tem como características a grande importância econômica e cultural. A Ilha do Governador conta com a Biblioteca Regional localizada no Cocotá e a Casa de Cultura Elbe de Holanda no Jardim Guanabara. O estaleiro Transnave instalou-se na Ribeira e, posteriormente, o Eisa (ex- Emaq). Destaca-se, ainda, a presença de dois complexos industriais transnacionais produzindo aditivos e óleos lubrificantes: a Shell e a Exxon. O bairro possui um shopping, o Ilha Plaza Shopping, que foi inaugurado em 28 abril 1992, representando um marco do desenvolvimento do varejo da Ilha do Governador. Localizado numa região estratégica do bairro, o Ilha Plaza foi o grande responsável pela mudança dos hábitos de lazer e consumo da região. 2. A Região em Indicadores IDEB e IDH O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. A Ilha do Governador é uma das regiões que mais vem crescendo no Rio de Janeiro. Segundo trabalho realizado pela Prefeitura (através do Instituto Pereira Passos - antigo IPLAN) e baseado em dados de censo demográfico do IBGE, o Jardim Guanabara possui o 3º melhor IDH do município, 0,963, atrás apenas dos bairros Gávea e Leblon. INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ILHA DO GOVERNADOR: 0,861

328 328 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). 4ª série / 5ºano 8ªsérie / 9ºano

329 329 A região da Ilha do Governador está inserida no município do Rio de Janeiro, cujo IDEB para 4ª série é de 5,4, acima da meta de 5,1 e o referente à 8ª série é de 4,2, acima da meta de 4,1. Ambos apresentam crescimento sobre a avaliação anterior. 3. Inserção Regional do Polo EAD A Ilha do Governador conta com 77 unidades escolares de ensinos fundamental e médio, com taxa de alfabetização da população de 10 anos ou mais (2010) de 97,30%. Em relação à educação superior, a região conta com a Faculdade Lemos Cunha com a oferta dos cursos de Administração, Direito e Pedagogia, apenas na modalidade presencial e a Universidade Estácio de Sá com a oferta de 11 cursos presenciais, sendo Graduação e Graduação Tecnológica: Administração, Direito, Educação Física, Enfermagem, Letras, Pedagogia, Psicologia, Sistemas de Informação, Petróleo e Gás e Gestão de Recursos Humanos e sendo Polo de 17 cursos de Educação a Distância (EAD), Graduação: Administração, História, Letras, Matemática, Ciências Contábeis, Pedagogia e Sistemas de Informação / Graduação Tecnológica: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão Financeira, Gestão da Tecnologia da Informação, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública, Logistica, Marketing e Processos Gerenciais. A Universidade Estácio de Sá, foi inaugurada na Ilha do Governador em janeiro de 2004, ofertando apenas os cursos de Direito e Administração, na modalidade presencial. Em 2009 passou a ser Polo de Educação a Distância pela UNESA com infraestrutura moderna e completa, especialmente para os cursos da área de ciências humanas e saúde. Em consonância às demandas emergentes do atual estágio de crescimento e desenvolvimento do município do Rio de Janeiro, e, sobretudo, no que se refere especificamente à população da Ilha do Governador e do seu entorno, a UNESA Polo Ilha do Governador vem constantemente aprimorando a oferta dos seus cursos de nível superior à distância, através de ações que retratam as necessidades emergentes de seus alunos, em um dialogo constante com as diretrizes legais para esta modalidade de ensino e também em resposta ao seu papel educacional não só na formação profissional de seus alunos, mas também na formação de sujeitos críticos, reflexivos e, portanto, conscientes de sua atuação na sociedade.

330 330 POLO: RIO DE JANEIRO (JACAREPAGUÁ) Endereço: Estrada do Capenha, Freguesia Jacarepaguá, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto histórico. Jacarepaguá é um bairro de classe média da Zona Oeste do Rio de Janeiro, no Brasil. Localiza-se na Baixada de Jacarepaguá, entre o Maciço da Tijuca e a Serra da Pedra Branca. Deriva-se de três palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré), UPÁ (lagoa) e GUÁ (baixa) - A Baixa lagoa dos jacarés. Na época da colonização, as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés, daí o nome. Antes da chegada dos europeus, a imensa região não tinha dono, embora existisse uma rica diversidade de seres vivos. A História de Jacarepaguá começou em 1567, dois anos após a fundação da cidade do Rio de Janeiro, quando Salvador Correia de Sá assumiu o cargo de primeiro governador da nova cidade. Nas primeiras décadas do século XVII, surgiram edificações na atual Freguesia que perduram até hoje: a Sede do Engenho D Água e a Igreja de Nossa Senhora da Pena, no alto da Pedra do Galo. Na época, essa região de Jacarepaguá, já possuía razoável povoamento, em virtude dos diversos arrendamentos feitos pelos Correia de Sá. A população da região em 1797 era de habitantes, sendo 437 homens, 562 mulheres e 906 escravos. O censo do IBGE de 2010 mostra que a Região Administrativa de Jacarepaguá é a mais populosa do município, com habitantes. Experimentou um crescimento de 150,64%, o maior de toda a cidade, com um salto de 786 habitantes para pessoas. A Região Administrativa Jacarepaguá possui uma extensão territorial de 126,6 km², correspondente a 10,70% da área da Cidade do Rio de Janeiro. Verifica-se uma concentração de 4.274,3 habitantes por km², nessa região. 2. A região em indicadores IDEB e IDH. Índice de Desenvolvimento Humano - IDH da Região Administrativa Jacarepaguá. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ 0,84 ALTO IDH Instituto Pereira Passos IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano, ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH. Em educação, é importante observar que a taxa média de alfabetização na Região Administrativa (95,4%) é mais baixa que a taxa da Cidade do Rio de Janeiro (95,6%), o que não

331 331 acontece com a média de anos de estudo que se apresenta igual (6,8 anos) à média da Cidade (6,8 anos). 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o RIO DE JANEIRO Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metao Ciep Pablo Neruda, na Taquara, teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB, pulando de 6,7 para 8,3 este ano, alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil. Já a Escola Roberto Burle Marx, em Curicica, é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais.Economia da Região Administrativa Jacarepaguá. Jacarepaguá, em seu entorno, apresenta os bairros: Anil, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia, Gardênia Azul, Pechincha, Praça Seca, Tanque, Taquara e Vila Valqueire. Na região, estão presentes as Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá oferece EAD; FIJ (Faculdades Integradas de Jacarepaguá); Signorelli oferece EAD; UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade Gama Filho). 3. Inserção regional do Polo EAD. De acordo com a legislação educacional brasileira, "educação a distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou

332 332 combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação."(definição que consta no Decreto n.º 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, que regulamenta o art. 80 da LDB lei n.º 9.394/96.). O polo Jacarepaguá da Universidade Estácio de Sá está situado na Freguesia, área nobre de Jacarepaguá. Circundado por jardins, dispõe de praça de alimentação, quadra esportiva e estacionamento. O campus é de fácil acesso, interligando-o diretamente às demais localidades do Rio de Janeiro. Oferece diversos cursos de Graduação e Superior de Tecnológica na modalidade EAD. Com o aumento da população do bairro, o Polo Jacarepaguá está investindo na infraestrutura do espaço EAD, com salas de tutoria, coordenação, laboratórios de informática, etc. A educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nos vários ramos da sociedade. Atua no compromisso de capacitar indivíduos para que cheguem ao resultado final: o mercado de trabalho. POLO: JUAZEIRO DO NORTE Endereço: Av. Tenente Raimundo Rocha - s/n Planalto, Juazeiro do Norte - CE 1. Contexto Histórico Juazeiro do Norte, fundada em 1911, localiza-se no sul do Estado do Ceará, mais precisamente no Vale do Cariri, região que é considerada um oásis no seco sertão nordestino. Seu desenvolvimento deu-se por ter se tornado alvo de um movimento sempre crescente de romeiros provenientes de todas as partes do Brasil por causa da devoção ao Padre Cícero Romão Baptista. A cidade constituiu-se sobre a riqueza social, cultural e econômica trazida por esses peregrinos. O comércio, a indústria e os serviços desenvolveram-se para atender a demanda desses clientes/romeiros que, hoje, são quase 3 milhões de pessoas ao ano. Muitos deles fixaram residência em Juazeiro do Norte, estabelecendo-se na terra considerada sagrada. É chamada de Capital da Fé do nordeste ou a Meca do Sertão. O Estado do Ceará conta com 184 municípios e uma população de habitantes, segundo os dados de 2010 do IBGE. Juazeiro do Norte dista 514 km da capital do Estado, Fortaleza, e sua área geográfica é de km² com uma densidade populacional de 95,3%. O número de habitantes, de acordo com o censo de 2010 é de Faz parte da recém criada Região Metropolitana do Cariri e seu PIB é de , o terceiro maior do Estado do Ceará. Destaca-se nesta região a Floresta Nacional do Araripe, primeira floresta nacional criada em território brasileiro, e o Geopark Araripe, principal jazida de fósseis cretáceos do Brasil que contém a 61 IBGE, publicado no Diário Oficial da União em 4 de novembro de Página visitada em 24 de agosto de IBGE, Produto interno Bruto dos Municípios Página visitada em 24 de agosto de 2012.

333 333 maior concentração de vestígios de pterossauros do mundo. É o único geoparque das Américas e tem como objetivo conservar as riquezas da Chapada do Araripe. 2. A região em indicadores IDH e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano IDH-M do município de Juazeiro do Norte é de 0,697 em dados de Como se pode notar pelo quadro abaixo, o crescimento entre 1991 e 2000 foi expressivo e certamente, pelo desenvolvimento acontecido na última década, a diferença será ainda mais expressiva já que, a olhos nus, percebe-se a pujança na região, em todos os sentidos. Município IDHM, IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM, Renda, Renda, Longevidade, Longevidade, Educação, Educação, Juazeiro do Norte ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o JUAZEIRO DO NORTE Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O setor de educação superior experimentou um boom de crescimento nos últimos 10 anos, passando de apenas dois cursos universitários (dos quais o primeiro foi a Faculdade de Medicina

334 334 Estacio de Juazeiro do Norte) para mais de ciquenta em diversas instituições de ensino superior, o que também provocou um boom no âmbito industrial, comércial, da construção civil e da saúde, transformando o contexto sócio-econômico, cultural e político da Região. Hoje a região do Cariri conta com uma diversidade de cursos superiores, faculdades e universidades tanto na rede pública quanto na rede privada de ensino, conforme tabela abaixo. Instituição Cursos Categoria 1. Faculdade de Medicina, Farmácia, Fisioterapia (presenciais) e Privada Medicina Estacio de Administração, Ciências Contábeis, História, Letras, Pedagogia, (3 cursos Juazeiro do Norte Matemática, Serviço Social, Sistemas de Informação, presenciais e FMJ Enfermagem (EaD graduação tradicional) Análise e 23 EaD) Desenvolvimento de Sistemas, Gestão Comercial, Gestão Hospitalar, Gestão Recursos Humanos, Logística, Processos Gerenciais, Gestão Ambiental, Gestão Financeira, Gestão Pública, Gestão Tecn. Informação, Gestão de Negócios Imobiliários, Marketing, Gestão de Turismo, Comércio Exterior (EaD Graduação Tecnológica) 2. Universidade Medicina, Administração, Agronomia, Biblioteconomia, Pública Federal do Ceará Engenharia Civil, Filosofia, Educação Musical, Comunicação (10 cursos) UFC Social / Jornalismo, Engenharia de Materiais, Design de Produtos. 3. Universidade Enfermagem, Educação Física, Ciências Biológicas. Engenharia Pública Regional do Cariri de Produção Mecânica, Superior de Tecnologia da Construção (15 cursos) URCA Civil, Habilitação: Edifícios, Habilitação: Topografia e Estradas, Matemática, Física. Ciências Econômicas, Direito. Ciências Sociais, Geografia, História, Letras. Artes Visuais, Teatro. 4. Fac. de Ciências Administração, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Privada Aplicadas Dr. Leão Biomedicina, Ciências Contábeis, Educação Física, (12 cursos) Sampaio FLS Enfermagem, Fisioterapia, Gestão de Recursos Humanos, Psicologia, Serviço Social, Odontologia, Direito. 5. Fac. de Juazeiro do Norte - FJN Ciências Contábeis, Enfermagem, Sistema de Informação, Farmácia, Nutrição Privada (5 cursos) 6. Fac. de Tecnologia Alimentos, Eletromecânica, Irrigação e Drenagem, Pública CENTEC Manutenção Industrial, Saneamento Ambiental (5 cursos) 7. Fac. Paraiso do Administração, Direito, Sistema de Informação. Privada

335 335 Ceará FAP 8. Instituto Federal Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Educação Física, de Educação, Tecnologia em Produção Civil, Tecnologia em Const. de Ciência e Edificações. Tecnologia do Ceará IFETE-CE 9. Faculdade Católica Filosofia do Cariri - FCC FONTE: (3 cursos) Pública (4 cursos) Privada 3. Inserção regional do Polo Ead Apesar da grande quantidade de cursos universitários, a realidade de uma grande parcela da população no interior do nordeste é de, além de uma escolaridade baixa, de uma formação educacional básica que deixa ainda muito a desejar. Apesar disso, o desejo de acompanhar o crescimento educacional de forma geral é visível, mas a luta para subsistir no dia a dia também é grande. Com isso a impossibilidade de deixar o trabalho para estudar, ou dispor de grande parte da renda mensal para pagar escolas caras particulares a fim de realizar o desejo de cursar a universidade, nesta região, acabam ficando em segundo plano. Os cursos, na modalidade EaD, em Juazeiro do Norte, promovem para toda a Região do Cariri a realização do sonho de muitos: cursar uma universidade sem deixar o trabalho e sem ter que dispor de uma soma avultada do salário para fazê-lo. Esta Instituição, especialmente com seus cursos EAD,tem assim, prestado um relevante serviço na construção de uma sociedade onde a cultura deixa de ser baseada apenas na sabedoria popular e passa a se constituir também, sem eliminar aquela como uma aquisição de saber que permite aos cidadãos participar da cultura globalizada do século XXI. POLO: JUIZ DE FORA Endereço: Av. Presidente João Goulart, Cruzeiro do Sul, Juiz de Fora - MG 1. Contexto histórico Juiz de Fora, cidade surgida no século XIX, teve seu desenvolvimento industrial pautado pela modernização que trouxe para a cidade a luz elétrica e fábricas. Seus teatros, cinemas e intensa atividade literária refletiam a vontade de criar uma nova imagem para cidade. Os estudos até agora realizados sobre a vida cultural de Juiz de Fora revelam a existência de várias fases ao longo dos dois últimos séculos. Inicialmente, percebe-se uma cidade mais aberta. A distância dos centros barrocos,

336 336 somada à prosperidade econômica, atraiu interesses mais variados. Aqui residiam católicos, protestantes, espíritas, maçons, liberais, republicanos, monarquistas. Embora houvesse conflitos entre eles, a cidade se mostrava receptiva ao debate de ideias. Durante todo o século XX, Juiz de Fora é presença nos grandes momentos históricos do País. Após viver um período de relativa decadência industrial, na década de 1940, volta a se destacar na segunda metade do século pelo crescimento dos setores comercial, de prestação de serviços e um novo tipo de indústria, o que a mantém como a segunda cidade de Minas Gerais e a Capital da Zona da Mata Mineira. A criação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em fins de 1960, trouxe à cidade uma contribuição fundamental: empregou e atraiu milhares de estudantes, incentivando um maior consumo de bens e de serviços. Característicos da época aconteceram crescimento populacional, urbanização desordenada, economia baseada na prestação de serviços, acirramento das questões sociais e intenso debate político. Acompanhando o ritmo de desenvolvimento do final do século, Juiz de Fora tornou-se a porta da industrialização mineira, contando atualmente comum a população de habitantes, segundo o Censo 2010 do IBGE. Além de posição geográfica privilegiada está no centro de maior poder aquisitivo do país a cidade é polo econômico da Zona da Mata, região com mais de 2 milhões de habitantes. Sua influência geoeconômica abrange 137 municípios mineiros e 18 fluminenses, destacando-se os setores secundários e terciários. 2. A região em indicadores IDEB e IDB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O IDH de Juiz de Fora é de 0,928, sendo que o IDH de Minas Gerais é 0,793 e o de São Paulo é de 0,833. É a trigésima cidade em educação, incluindo aí as 27 capitais brasileiras (EBAP/FGV/2009). O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Juiz de Fora nos quadros a seguir, retirados do MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira em 28/08/2012. Quadro 1 IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora MG 4ª série / 5º ano

337 337 Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o JUIZ FORA DE Quadro 2 IDEBS observados entre 2005 e 2011 e metas para a rede municipal de Juiz de Fora MG Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o JUIZ DE 3.1 FORA ª séri e / 9º ano Os elevados índices de Juiz de Fora reforçam a crescente demanda pelo ensino, particularmente o ensino superior, reforçando a vocação da cidade. 3. Inserção regional do polo EAD O polo Juiz de Fora funciona dentro da Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora, representando a concretização de objetivos estratégicos decorrentes da análise dos cenários e perspectivas da região onde se concentram as expectativas de espaços profissionais para o futuro egresso, sem desconsiderar a possibilidade de mercados diversos decorrentes do mundo globalizado, cujas fronteiras comerciais se eliminam e o processo de adaptação das empresas ao sistema de concorrência internacional enseja a participação de profissionais altamente competentes. A oferta dos cursos em Juiz de Fora se justifica pelo potencial econômico e humano da cidade e região. Situada a apenas 180 km do Rio de Janeiro, a 256 km de Belo Horizonte e a 490 km de São Paulo, Juiz de Fora se destaca pelo acesso rápido e fácil aos principais mercados do País. Possui sistema aeroviário que a coloca a 18 minutos do Rio de Janeiro e 45 minutos de São Paulo. Possui mão de obra qualificada, contando com a universidade federal do Brasil, a UFJF, além de 10 faculdades particulares do ensino superior e outras instituições de qualificação profissional como SENAI, SENAC, SENAT, Instituto do Sudeste Mineiro, Escola Internacional Pangea entre outras.

338 338 No ano de 2010, segundo dados do censo do IBGE, no ensino fundamental estavam matriculados alunos e no ensino médio alunos. Quanto às instituições de ensino, são 236 de pré-escola, 229 do ensino fundamental, e do ensino médio tem-se um total de 59 instituições. Ainda segundo o mesmo censo, a cidade possui 6840 docentes que atuam nos diversos níveis de ensino. A cidade conta com serviços de Fibra Óptica, Banda Larga corporativa, Telefonia Fixa 100% digital, Telefonia Móvel, 56 agências bancárias, 6 salas de operações de mercado de capitais, gás industrial, gás automotivo, energia elétrica com gestão da CEMIG, distribuição de energia elétrica para fornecimento a grandes plantas industriais, despachantes aduaneiros, porto seco, estabelecimentos varejistas, grandes shoppings, plantas internacionais instaladas como Arcelor Mital (Bélgica), Mercedes Benz (Alemanha), PlasticOmnium (França), Fresh Star Bakeries Industrial (USA), SS White Duflex (USA), Onduline do Brasil (França), Lear Corporation (USA), Leoni (Alemanha), Carrefour (França,) Fedex (USA) entre outras. A cidade conta com transporte urbano eficiente e moderno. Dotada de uma vida cultural intensa, com 16 museus, incluindo o Museu Mariano Procópio, considerado o segundo em acervo imperial do Brasil, casas de cultura, centros culturais, teatros, casas de espetáculos, cinemas, além da gastronomia em destaque com cozinha internacional e contemporânea. É a cidade mais segura de Minas Gerais e a terceira mais segura da Região Sudeste sendo referência regional em terapia intensiva, neonatal, cirurgia cardíaca, transplante renal e oncologia além de ser a primeira cidade em saúde do Brasil incluindo as 27 capitais (EBAP/FGV/2009). Existem, segundo dados do IBGE (2010), 337 estabelecimentos de saúde na cidade e mais de empresas instaladas. Outro dado importante é o fato de o município contar com 3 afiliadas de grandes emissoras de televisão (TV Panorama, afiliada Rede Globo; TV Alterosa, afiliada SBT; sucursal da TV Record), além da afiliada da TVE; 3 jornais diários (Tribuna de Minas, Diário Regional e JF Hoje); 9 emissoras de rádio (Atividade FM, Capital AM, Catedral FM, Cidade FM, Energia FM, Itatiaia FM, Globo AM, Manchester AM e Solar FM); e portais, como Acessa.com, Zinecultural.com, Ecaderno.com, JF Notícias.com, dentre outros. Além disso, o município possui oportunidades na área da comunicação empresarial, em decorrência da presença de empresas de grande, médio e pequeno porte, além de agências de comunicação, que também absorvem parte da mão-de-obra da área de Comunicação e Artes. A assinatura do Decreto pelo governo de Minas Gerais, em novembro de 2009, reduzindo o ICMS e concedendo a novas empresas benefícios fiscais idênticos aos oferecidos por outros estados, como Rio de Janeiro e Espírito Santo, foi fator decisivo para atrair novos investimentos para Juiz de Fora. Novas empresas estão investindo certa de R$ 337 milhões gerando mais de 4000 empregos diretos e indiretos nos próximos anos.

339 339 Soma-se a esse quadro local, a situação econômica vivida pelo Brasil na atualidade, com altos índices do aumento de consumo, melhoria de condições econômicas de uma grande fatia da população que se encontrava abaixo da linha da miséria e o País, além de passar de devedor a credor, tem o mais baixo índice de risco de investimento de todos os tempos. Com o aquecimento da economia, o Brasil como participante do chamado BRIC, o aumento do consumo das classes menos favorecidas, notadamente da Classe C, o mercado de consumo tende a se solidificar a cada novo indicador econômico. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas, de 2003 a 2009, 29 milhões de pessoas ascenderam para a classe C e essa classe já representa mais da metade da população brasileira. Ressalta-se, ainda, que de julho de 2009 a julho de 2010, a renda média dos brasileiros cresceu 7,7% 63. Esta realidade, presente em Juiz de Fora, convive com uma localidade que se destaca em termos de qualidade de vida. Com estimativa de cerca de 570 mil habitantes para o ano de 2011, a cidade se destaca no estado por possuir um PIB per capita de R$ 6,2 mil e uma das mais altas expectativas de vida do Brasil. Estrategicamente, localizada entre os maiores mercados consumidores do País, é dotada de toda a infraestrutura exigida para modernos empreendimentos. Ocupando lugar de destaque em Minas em qualidade de vida e investimentos, Juiz de Fora também se destaca no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU), atingindo um IDH considerado de alto desenvolvimento, de 0,92. POLO: Polo Macaé Endereço: Lote 2, Granja dos Cavaleiros, Macaé - RJ 1. Contexto histórico Município litorâneo, conhecido como a Princesinha do Atlântico, Macaé mistura serra e mar gerando condições favoráveis ao turismo. Localizada na Região Norte Fluminense, possui 40km de litoral com praias propícias aos esportes aquáticos e uma região serrana, formada pelos distritos de Glicério, Sana e Cachoeiras de Macaé, onde se desenvolve o turismo rural e ecológico. Ocupando uma área de 1.229,1 km², seus limites são: Conceição de Macabu, Trajano de Morais, Nova Friburgo, Casimiro de Abreu, Carapebus, Rio das Ostras e Oceano Atlântico. Possui clima quente e úmido, a dois metros acima do mar, com temperatura média anual de 24º C. Com o grande afluxo de pessoas para o local formou-se uma grande quantidade de favelas. O nome Macaé, segundo o IBGE, se origina na palavra "miquilé" rio dos bagres, o peixe mais

340 340 abundante da região, mais a versão mais comum diz que o termo vem de "maca é" coco doce. Seu padroeiro é São João Batista. A 188 Km distante da cidade do Rio de Janeiro, é um dos polos de desenvolvimento mais dinâmicos do Estado devido a presença da Petrobrás, sendo chamada de Capital do Petróleo, pois de lá é extraído mais de 80% do petróleo produzido no País, e é a sede das unidades de apoio técnico e administrativo das plataformas da Bacia Geológica de Campos. Isso está transformando a vida urbana de Macaé. O crescimento da indústria do petróleo provocou o aumento populacional, com a chegada de gente de todo o país e do mundo para trabalhar em Macaé. A população triplicou são mil habitantes, de acordo com dados do IBGE, estimativa feita com base no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Dez por cento da população é de estrangeiros. A Bacia de Campos onde se localiza Macaé é responsável por 80% da produção de petróleo e 47% da produção de gás natural do país. O desenvolvimento de Macaé ocorre, de acordo com a pesquisa da Firjan, nas esferas de educação, saúde e trabalho e renda. A região Norte Fluminense representou em 2006, segundo fontes da Fundação Cide, 48,4 % do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do estado do Rio de Janeiro. Além disso, nessa região, de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, aconteceram 44,3% do número de empregos com carteira assinada na indústria fluminense. 2. A região em indicadores IDEB e IDD O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Assim, Macaé se posiciona como abaixo Município IDHM-Educação 2000 Macaé (RJ) 0,889 Fonte: nking2003 O município de Macaé está classificado com um IDH de 0,889, ocupando a 806ª posição no critério do IDH estadual, o que demonstra um grande potencial de crescimento no setor de ensino, principalmente na modalidade EaD, dada a sua característica peculiar de pessoal trabalhando

341 341 embarcado. De outra forma, ficaria muito difícil essa camada de trabalhadores vir a ter um curso superior completo. No tocante ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC, que representa a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado), no tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Macaé no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município de Macaé. Rio de Janeiro. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o MACAE FONTE: MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. **Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. ***Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Ocupando uma área de 1.229,1 km², os limites de Macaé são: Conceição de Macabu, Trajano de Morais, Nova Friburgo, Casimiro de Abreu, Carapebus, Rio das Ostras e Oceano Atlântico. Atualmente a região conta com 5 (cinco) Instituições de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá, Universidade Anhanguera e Faculdade Salesiana Maria Auxiliadora. Devido a imensa carência do setor petrolífero que traz sempre profissionais estrangeiros para suprir a necessidade de suas bases, ainda percebe-se que a região comporta uma grande expansão no quesito EAD no município.

342 342 2 Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Macaé, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado, quando já se fala em apagão de mão de obra no setor petrolífero. Destacam-se empreendimentos da exploração do petróleo na Bacia de Campos. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Macaé, sendo o centro nervoso brasileiro da exploração de gás e óleo, necessita de profissionais qualificados que possam acompanhar a velocidade tecnológica do setor e, ao mesmo tempo em que as empresas sediadas no município têm grande necessidade de pessoal embarcado. Como então sanar o gap de educação superior se não for através da EAD? Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região e do país. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: Macéio Endereço: Rua Pio XII, Jatiúca, Maceió - AL 1. Contexto histórico

343 343 Fundada em 1839, Maceió, a capital do estado de Alagoas. Localizada no Nordeste do país, tem uma população de habitantes (estimativa Censo 2011). Está localizada na parte central da faixa litorânea do estado de Alagoas, inserida na mesorregião do Leste Alagoano e microrregião que leva seu nome, o município de Maceió ocupa uma área de aproximadamente 511 km², o que corresponde a 1,76% do território alagoano e limita-se: ao norte com os municípios de Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quitunde, Flexeiras e Messias; ao sul, com o município de Marechal Deodoro e Oceano Atlântico; a oeste faz fronteira com Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco; a leste com o Oceano Atlântico. Atualmente é uma das cidades mais turística e atrativa do nordeste brasileiro, seu clima agradável e suas piscinas naturais, cravados em um lugar de extrema beleza, rodeado de coqueiros, extensas lagunas e o mar. Com o seu rico patrimônio histórico e sua excelente gastronomia. Suas praias urbanas são as mais bonitas de todas as capitais brasileiras. O desenvolvimento econômico de Alagoas teve como base a cultura da cana-de-açúcar, sob a forma de plantations, originando os engenhos, unidades políticas, econômicas e sociais que ainda hoje se refletem no contexto socioeconômico e político do Estado. Além da cana-de-açúcar o Estado de Alagoas produz outras variedades de culturas, tais como: abacaxi, feijão, fumo, mandioca, arroz, coco, castanha de caju. Já na pecuária as principais criações desenvolvidas são: bovinos, caprinos, equinos, bubalinos, suínos e ovinos. Em relação ao extrativismo mineral destaca-se a produção de gás natural, petróleo e sal gema. Em relação ao primeiro trimestre de 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) a preços de mercado do segundo trimestre de 2010 cresceu 1,2%, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. A agropecuária registrou o maior aumento (2,1%), seguida pela indústria (1,9%) e pelos serviços (1,2%). Fonte: IBGE De acordo com dados do Radar Social do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), 62% dos alagoanos são considerados pobres e mais da metade se beneficia do Programa Bolsa Família. Apesar dos baixos indicadores sociais, Alagoas vem evoluindo rapidamente desde os anos 90, quando mais avançou nas áreas de educação e saúde. 2. A região em indicadores IDEB e IDD A ausência de políticas públicas eficazes faz com que Alagoas apresente vários problemas socioeconômicos. O estado possui o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, com média de 0,677. A taxa de mortalidade infantil é a mais alta do país, sendo que a cada mil crianças nascidas vivas, 46,4 morrem antes de completarem um ano, mais que o dobro da média nacional, que

344 344 é de 22. A insuficiência de saneamento básico é outro fator agravante menos de 20% das residências possuem rede de esgoto. A taxa de analfabetismo também é a maior do país: analfabetismo, 24,6%; analfabetismo funcional, 36,5%. Entretanto, há indicadores de melhoria das condições educacionais ao longo do tempo e, consequentemente isso repercute na tendência ascendente das taxas de matrículas. A elevação da escolaridade, tanto na perspectiva da universalização quanto na garantia de sua qualidade, constitui condição inequívoca para a melhoria de condições de vida em sua acepção mais ampla. Por conseguinte, as novas necessidades do mercado de trabalho, estão exigindo melhor formação escolar e profissional, fatores que certamente contribuem para a expansão do ensino médio e provocam um aumento da demanda por vagas no ensino superior. Seguem dados ilustrativos do panorama educacional, com especial atenção para o quantitativo de matrículas do ensino médio, e nível de escolarização em crescimento progressivo nos últimos anos. Etapas/ Modalidades Educação de Matrículas nos anos Alagoas Ensino Médio ,247 Fonte: INEP - Censo Escolar EVOLUÇÃO DA MATRÍCULA DO ENSINO MÉDIO ANO ALAGOAS TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA ANO ALAGOAS - URBANA TOTAL FEDERAL ESTADUAL MUNICIPAL PRIVADA ANO ALAGOAS - TURNO TOTAL DIURNO NOTURNO Fonte: INEP - Censo Educacional 2010 EVOLUÇÃO DE MATRÍCULAS - CURSOS DE GRADUAÇÃO

345 345 ANO ALAGOAS TOTAL CAPITAL INTERIOR ANO ALAGOAS -SEXO TOTAL DIURNO NOTURNO ANO ALAGOAS - TURNO TOTAL DIURNO NOTURNO ANO ALAGOAS - INSTITUIÇÕES TOTAL PÚBLICA FEDERAL PÚBLICA ESTADUAL PRIVADA Fonte: INEP - Censo Educacional Inserção regional do Polo EAD A formação profissional do século XXI impõe rupturas ousadas e inovadoras no processo tradicional de ensino-aprendizagem que permitam melhores níveis de empregabilidade. O ensino a distância emerge sob o suporte das novas tecnologias, de ter mais criatividade que informação, de estar sempre apto para o desempenho de responsabilidades complexas, com habilidade e respeito nos relacionamentos sociais e capacidade plena de expressão. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. O Estado de Alagoas, ponto focal da contextualização do Polo EAD, apresenta uma economia em desenvolvimento, sendo uma das menores do Brasil. Alagoas é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do país e tem na agropecuária e no turismo a base de sua economia. A atividade industrial tem crescido bastante, Atualmente as empresas que se instalam em Alagoas estão em um franco desenvolvimento, caracterizando um estado sólido para investimento na região Nordeste.

346 346 Com o desenvolvimento do Estado, e a incessante busca por melhores índices de desenvolvimento, é inevitável a formação de profissionais qualificados para atender ao mercado. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (MADUREIRA) Endereço: Estrada do Portela, Madureira, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto histórico O Rio de Janeiro, capital do estado homônimo, é a segunda maior metrópole do Brasil, situada no Sudeste do país. Cidade brasileira mais conhecida no exterior, maior rota do turismo internacional no Brasil e principal destino turístico na América Latina e em todo Hemisfério Sul. É um dos principais centros econômicos, culturais e financeiros do país, sendo internacionalmente conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos. Representa o segundo maior PIB do país (e o 30º maior do mundo), estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), e é sede das duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale, e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo. Contemplado por grande número de universidades e institutos, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da produção científica nacional segundo dados de Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta pelo inventário de 2008 da Universidade de Loughborough (GaWC). Foi capital do Brasil Colônia a partir de 1763, capital do Império Português na época das invasões de Napoleão, capital do Império do Brasil, e capital da República até a inauguração de Brasília, na década de O cenário econômico, turístico e empresarial do Rio de Janeiro estão em evidência devido aos grandes eventos que acontecerão na cidade como: os jogos Mundiais Militares em 2011; a Rio+20, Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, em 2012, após duas décadas do Rio 92; Além dos maiores eventos esportivos do mundo, a Copa em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016, que

347 347 irão melhorar a infra-estrutura da cidade, turismo, mais empregos e empresas instaladas em todo o Estado do Rio de Janeiro. Portanto, a escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede do 7º Congresso Corporativo, está plenamente alinhada com novo cenário econômico, político e empresarial. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Polo Madureira, funciona dentro da unidade Madureira, situada na Universidade Estácio de Sá (Zona Norte) RJ, cuja população está estimada em, aproximadamente, de habitantes, segundo dados do, Censo O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior ou igual a 0,800. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0,842. IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/ ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM Ideb Observado Metas Projetadas Estado Rio de Janeiro

348 348 DEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição. 3. Inserção regional do Polo EAD Madureira é um bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. A população é basicamente de classe média e média baixa, inclusive com algumas comunidades carentes (favelas). Mas os destaques do bairro ficam por conta de uma imensa amplitude de linhas de ônibus que levam a diversos lugares da cidade do Rio de Janeiro e, principalmente, sua variedade de estabelecimentos comerciais, sendo o segundo polo comercial e econômico da cidade e o maior do subúrbio. O bairro é famoso por ser o berço das escolas de samba Portela, a mais tradicional escola de samba carioca e a maior vencedora, esbanjando 21 campeonatos, e Império Serrano, campeã do Grupo Especial por nove vezes. O bairro faz divisa com Cascadura, Cavalcante, Vaz Lobo, Engenheiro Leal, Turiaçu, Campinho e Oswaldo Cruz, e tem cerca de 50 mil habitantes(embora sua população flutuante seja muito maior que isso). A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São João de Meriti e os Municípios da zona Oeste: Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). O Polo EAD e a unidade Estácio, atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. O Polo Madureira da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. POLO: Estácio Natal Endereço: Av. Alexandrino de Alencar, 708 Alecrim, Natal RN 1. Contexto Histórico A ocupação do Rio Grande do Norte pelos portugueses aconteceu a partir do final do século XVI, com a expulsão dos franceses que ocupavam a região desde Em seguida à vitória contra os

349 349 franceses, foi construída, em 1598, uma fortaleza, chamada Fortaleza dos Reis Magos, dando origem à cidade de Natal, que passou a se constituir a mais setentrional defesa do Estado Português na região que viria a ser mais tarde, o Brasil. O povoamento, no entanto, se deu lentamente até 1633, quando a região foi conquistada pelos holandeses que a ocuparam durante 20 anos, tendo os índios nativos como fortes aliados. Os holandeses desenvolveram a exploração do sal, o cultivo da cana-de-açúcar e a criação de gado. Em 1654 os portugueses lograram finalmente expulsá-los, mas tiveram, em seguida, que enfrentar forte rebelião das tribos indígenas a Confederação dos Cariris - contra o regime de escravidão a que eram submetidas (TRINDADE, 2010). Essa guerra durou até o final do século XVII. A partir de 1701 a capitania do Rio Grande do Norte passou a ser subordinado à capitania de Pernambuco, o que se constituiu sério entrave ao seu desenvolvimento. Apenas em 1824 recebeu o status de província, tornando-se Estado com a Proclamação da República, em Devido à sua posição geográfica estratégica (costa mais próxima da Europa e África), o Rio Grande do Norte foi, por várias vezes, escolhido como local de experiências pioneiras da aviação transatlântica, ou base para abastecimento e apoio logístico a operações militares. Durante a II Guerra Mundial os norte-americanos construíram no tabuleiro do Parnamirim, uma grande base aérea, criando a "Ponte do Atlântico para a África", de fundamental importância para a dominação do poderio nazista e a vitória dos aliados na guerra. Nesse período, a cidade de Natal adquiriu traços de metrópole cosmopolita, onde conviviam estrangeiros de várias origens (ALVES&LACERDA, 2008). Localizado no extremo nordeste do território brasileiro, o Rio Grande do Norte limita-se ao norte e a leste com o oceano Atlântico, numa extensão litorânea de 410 km; ao sul com o Estado da Paraíba; e a oeste com o Estado do Ceará. Possui uma área de ,7 km², correspondendo a 0,62% do território nacional. O clima predominante no Rio Grande do Norte é o tropical semiárido, exceto na costa litorânea oriental e regiões de relevo mais elevado no interior, onde a umidade é alta e as temperaturas médias são de 20º C. No interior, as médias térmicas ficam em torno de 27º C, com pequenas variações ao longo do ano e chuvas escassas, cujo volume não ultrapassa 800 mm ao ano. As precipitações no litoral chegam a alcançar a mm por ano, sendo mais intensas nos meses de março e junho. As temperaturas mais quentes costumam ser registradas no mês de fevereiro (IDEMA, 2010). Segundo dados do IBGE (2010) o estado tem população de habitantes. Estima-se que 26% habitem a zona rural e 74% em área urbana. MUNICÍPIO POPULAÇÃO Natal

350 350 Mossoró Parnamirim São Gonçalo do Amarante Macaíba Ceará-Mirim Caicó Açu Currais Novos São José de Mipibu Fonte: IBGE (2010) Percebe-se que, em seu território merece destaque, sobre o aspecto da dinâmica populacional, a Região Metropolitana de Natal (RMN) que abrange 10 municípios e possui cerca de mil habitantes, o que corresponde a 43% da população do Rio Grande do Norte. Os integrantes da RMN são: Ceará-Mirim, Extremoz, Macaíba, Monte Alegre, Natal, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz. Desta forma, a RMN congrega seis dos municípios de maior população do estado. 2. A região em indicadores IDH e IDEB Sobre o mercado de trabalho do Rio Grande do Norte, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2011) apontou que os setores da indústria, educação, saúde e serviços sociais e construção enfrentarão carência de profissionais qualificados. Apesar de apresentar um índice de Gini ainda elevado (5,3 em 2010), para o RN erradicar sua miséria em 2016, o Estado precisaria tirar da situação de pobreza absoluta, em média, 167 mil pessoas por ano. O estudo do IPEA mostra ainda que o Rio Grande do Norte tem a menor taxa de pobreza extrema (20,2%) e a segunda menor de pobreza absoluta (44,2%) do Nordeste. O IPEA não aponta as causas da redução da pobreza, mas especialistas atribuem a aceleração no ritmo de redução da miséria ao programa Bolsa Família, que atendeu no RN a mais pessoas, em No que concerne ao índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado, podemos considerar que esta Unidade da Federação não apresenta nenhum município com IDH elevado (acima de 0,800). Os municípios que mais se aproximam desse patamar são Natal (0,788) e Parnamirim (0,760). Sobre este ínterim, vale destacar que o Polo de Apoio Presencial EaD Natal atende em sua base de alunos aqueles localizado nos dois municípios supracitados.

351 351 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o NATAL Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. A nota razoável dos alunos do Ensino Fundamental indica melhorias na formação básica, o que refletirá, anos mais a frente na presença de jovens com nível satisfatório de leitura, operações matemáticas e compreensão geral de conteúdos. Esta perspectiva de melhoria nos resultados do IDEB apontam para a pertinência do aumento da oferta dos cursos de formação superior no estado, que busque diversificar a formação profissional e atender a demanda local. 3. Inserção regional do polo EAD Conforme dados apresentados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho, entre os meses de janeiro a outubro de 2011, o setor que mais efetivou contratações foi o de construção civil, seguido pelo agrícola. Ainda, vê-se o elevado número de empregos gerados em decorrência direta ou indireta do crescimento imobiliário de Natal, como os serviços de portaria e manutenção de edifícios demonstram que este segmento da economia local está aquecido e com fortes demandas de mão de obra qualificada. Ocupações como auxiliar de escritório, embalador, vigilante, repositor de mercadorias, recepcionista, assistente administrativo indicam o crescimento no setor de serviços. O Estado tem a maior produção terrestre de petróleo e ainda conta com áreas não exploradas. Dados divulgados pela Petrobras, em outubro de 2011, mostram que a produção de petróleo em terra

352 352 no RN subiu de barris dia para barris. Destaca-se que este é, em sua maioria terrestre, o que o torna mais competitivo no mercado por envolver um menor custo de produção. Além dos setores da construção civil, imobiliário e turístico, que crescerão bastante com a Copa do Mundo de 2014, a inauguração do Aeroporto Internacional de Cargas e Passageiros de São Gonçalo do Amarante trará um incremento muito grande à economia local. Segundo o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, o novo aeroporto tende a influenciar diversas cadeias do nosso setor produtor, desde a indústria até o setor agrícola passando, claro, pelo comércio e serviços. O turismo deve ganhar grande impulso também. Uma obra deste porte tem, sim, o poder de transformar o nosso cenário econômico direta e indiretamente, atraindo grandes empresas para cá 64. É interessante destacar que a crise financeira internacional que afetou a economia dos principais estados industrializados em 2009 impactou pouco nos estados em que há um peso maior do setor de serviços na economia - como é o caso do Rio Grande do Norte. Tal retrato é apresentado no levantamento Contas Regional do Brasil /2009, que mostra a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) nas unidades da Federação, o qual indica que o PIB potiguar cresceu 1,5%, chegando a R$ 27,9 bilhões. O avanço ficou acima da média nacional, que recuou 0,3%, mas foi apenas o sexto da região Nordeste. 65 Além do bom desempenho dos serviços, as atividades relacionadas à administração pública, infraestrutura e programas de transferência de renda também impulsionaram o resultado no RN. Pode-se enfatizar também, o comércio varejista, que se mostra muito dinâmico e competitivo, composto por grandes redes locais, regionais, nacionais e internacionais. A organização espacial da Capital do Estado foi concebida a partir de bairros que constituem a unidade básica dessa organização. Sobre esta divisão, devemos saber que Natal possui 36 bairros divididos em quatro zonas administrativas, Norte, Sul, Leste e Oeste. O Polo de Natal UNESA, está localizado no Bairro do Alecrim, zona Leste da cidade do Natal. Este bairro, em sua origem caracterizava-se, por ser uma região de pouca habitação, com granjas e casebres de taipas, constituindo ao passar do tempo, num núcleo habitacional formado por famílias humildes, em sua maioria imigrante, em busca da sobrevivência. (SEMURB, 2009). A localidade, segundo diversos historiadores foi a quarta área de ocupação da cidade, porém, somente, oficializado bairro durante a administração do prefeito Sylvio Pedroza, em1947 (CASCUDO, 1999). Atualmente o bairro, caracteriza-se pela concentração de negócios dentro do município. Para se ter ideia, dos empresas em atividade em Natal (SEBRAE/RN, 2010), o Bairro do Alecrim 64 LIRA, Isaac. Aeroporto vai alavancar setor de comércio e serviços. Tribuna do Norte. Natal, 30 nov Caderno Economia. Disponível em: <http://tribunadonorte.com.br/noticias/aeroporto-vai-alavancar-setor-decomercio-e-servicos/204250> Acesso em 01 dez ECONOMIA potiguar cresce acima da média nacional. Tribuna do Norte. Natal, 24 nov Caderno Economia. Disponível em: < Acesso em: 01 dez

353 353 contabiliza 12,4% destes (SEMURB, 2012), sendo o maior percentual registrado dentre os bairros da capital. Assim sendo, a Região Metropolitana de Natal se mostra em desenvolvimento e abrindo espaços para profissionais qualificados e que se enquadrem no perfil das áreas que mais crescem. Na capital do estado, nenhum outro bairro possui as características e opções de empregabilidade como o Alecrim onde está situado o referido Polo de Apoio. E, portanto, neste contexto, que os cursos oferecidos pela Universidade Estácio de Sá, através do Polo de Apoio Presencial Estácio de Natal conciliam qualidade com utilidade pública, visto que estão em sintonia com as demandas do mercado de trabalho local. POLO: 440- Niterói Endereço: Rua Eduardo Luiz Gomes, Centro, Niterói RJ 1. Contexto Histórico Localizado na cidade de Niterói que, em 1975, deixou de ser a capital do estado do Rio de Janeiro, como consequência da fusão do estado da Guanabara e o Rio de Janeiro. Com a nomeação da cidade do Rio de Janeiro como capital do estado unificado, Niterói sofreu uma pequena desaceleração econômico-social. Atualmente, a cidade apresenta índices de desenvolvimento que a tornam mais do que simples coadjuvante da capital do estado. Referência em setores essenciais como educação, saúde, qualidade de vida e cultura, o município cresce a passos largos ganhando espaço no cenário nacional. Niterói tem uma área de 129,375 quilômetros quadrados localizada entre a Baía da Guanabara (oeste), o Oceano Atlântico (sul), Maricá (leste) e São Gonçalo (norte), conforme apresentado na Figura 1. O relevo do município é constituído por terrenos cristalinos, divididos em maciços e colinas costeiras. Os maciços predominam ao sudoeste e formam as Serras do Malheiro, do Calaboca e da Tiririca, onde está a Pedra do Elefante, ponto mais alto do município a 412 metros acima do nível do mar. 2. A Região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O índice varia de zero até 1, sendo considerado: - Baixo - Entre 0 e 0, Médio - De 0,500 a 0,799.

354 354 - Alto - Igual ou acima de 0,800. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO NITERÓI - 0,866 Alto IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano Niterói é a primeira cidade do Estado do Rio e a terceira do país de maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), apresentando o valor de 0,866. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Niterói nos quadros a seguir. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município de Niterói. Rio de Janeiro (referentes a 4º e 5º ano). MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Ideb Observado Metas Projetadas Município NITERÓI Quadro 2: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município deniterói. Rio de Janeiro (referentes a 8º e 9º ano). MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 Ideb Observado Metas Projetadas Município

355 355 Ideb Observado Metas Projetadas Município NITERÓI Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se a o Ideb que atingiu a meta. Pelos dados apresentados acima, pode-se observar que o Ideb observado para o município de Niterói apresentou um crescimento no que se refere aos segmentos de 4º e 5º anos, atingindo a meta projetada nos anos de 2007 e 2009, mantendo o índice constante em Um perfil semelhante é observado para o segmento de 8º e 9º anos, com valores constantes entre 2005 e O desenvolvimento apresentado pelos alunos sugere a necessidade de implantação do Projeto de Educação a Distância no Município. 3. Inserção regional do polo EAD O polo Niterói funciona dentro das instalações Universidade Estácio de Sá. Sendo o Crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro, devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada, a instituição dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento, visando ampliar seu papel no ensino superior, de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem.

356 356 O Estado do Rio de Janeiro destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, fortalecendo assim a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. Através dos seus programas de extensão e de responsabilidade social, a instituição deve contribuir efetivamente para a melhoria da sociedade e possibilitar que alunos e professores envolvidos enriqueçam seus saberes. Sua função social consiste em desenvolver o processo de socialização do conhecimento, estabelecendo uma relação direta com o meio onde está inserido, através de ações que caracterizam troca de experiências que venham contribuir para o atendimento das demandas locais e da aplicação do conhecimento produzido no meio acadêmico. No entanto, estas ações não possuem um caráter meramente assistencialista, mas, ao contrário, devem viabilizar uma relação transformadora entre IES e Sociedade, à medida que funde o que se aprende e o que se produz na Academia e aplica no desenvolvimento de uma comunidade. Comunidade esta que tem participação ativa e contribui com a instituição que a beneficia, passandolhe experiências da vida real, dando crédito a seus experimentos e justificando o que se realiza nas áreas de ensino e pesquisa. A partir de uma interação social, o polo Niterói atende aos debates da produção e difusão do conhecimento, buscando também caminhos para uma transformação social e enfrentamentos dos problemas. As atividades de Extensão têm, acima de tudo, o poder de contribuir para a redução das vulnerabilidades e promoção da inclusão social. A responsabilidade social representa, hoje, um compromisso contínuo e a Instituição tem papel relevante na construção de uma nova consciência global. POLO: RIO DE JANEIRO (Nova América)

357 357 Endereço: Avenida Pastor Luther King Jr., Del Castilho, Rio de Janeiro RJ 1. Contexto Histórico O polo Nova América está situado no bairro de Del Castilho, município do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como: os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de ,054 km2. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente rio ). Carioca é o gentílico da cidade do Rio. 2. A região em indicadores IDEB e IDH O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA

358 358 ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04). No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) A população do município está estimada em, aproximadamente, de habitantes, segundo dados do, Censo O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0,974, de renda (IDH-R) 0,812, com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0,794 com uma probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72,66 anos de idade. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 505,40 (quinhentos e cinco reais e quarenta centavos). IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior ou igual a 0,800. Logo o IDH do bairro Del Castilho do Rio é de 0,860

359 359 IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM Ideb Observado Metas Projetadas Estado Rio Janeiro de IDEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição. 3. Inserção regional do polo EAD O Polo Nova América funciona dentro do Shopping Nova América. Del Castilho é um bairro de classe média da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro. É servido pela estação do metrô (Linha 2), que está interligada ao "Nova América Shopping", que ocupou o lugar da tradicional fábrica de tecidos Nova América. Esta fábrica, de capital inglês, muito contribuiu para a formação deste bairro, possuindo até hoje entre seus moradores (também dos bairros entorno) descendentes de imigrantes britânicos (ingleses principalmente) e de outros países europeus. O nome Del Castilho é proveniente de um espanhol chamado Henrique de Castela.

360 360 A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São João de Meriti e os Municípios da zona Norte: Madureira, Pilares, Ilha do Governador, Irajá. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). O Polo Ead e a unidade Estácio, atuam num compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação : Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, História, Matemática e Sistema de Informação e, os cursos Superior Tecnologia: Gestão Processos Gerências, RH, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar, Gestão em TI, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Analise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. POLO: Nova Friburgo Endereço: Jardim Sans Souci, Braunes, Nova Friburgo RJ 1. Contexto Histórico Nova Friburgo, fundada em 16 de maio de 1818, localiza-se no centro-norte do estado do Rio de Janeiro, na Mesorregião do Centro Fluminense, distando 126 km da capital do Estado do Rio de Janeiro. Pertence à região turística Serrana, composta pelos municípios de Bom Jardim, Carmo, Cantagalo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São Jose do vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Teresópolis e Trajano de Moraes, e tem uma extensão territorial de 938,5 km², correspondentes a 13,5% da área da Região. O relevo de Nova Friburgo, e a quantidade de rios e cachoeiras, estimula a grande demanda turística da região, determinada principalmente pela beleza local e a qualidade de seu clima, favorecendo a prática de vários esportes radicais, como: canoagem, canyoning, downhill, escalada, montanhismo, off-road, parapente, rafting, rappel, trekking. O município de Nova Friburgo tem uma população de habitantes, correspondentes a 22,58 % do total da população da Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro. A maioria da população encontra-se a faixa etária entre 30 e 49 anos de idade, seguida pela faixa de 50 ou mais anos. A estrutura econômica da cidade é baseada no Polo de Moda Íntima de Nova Friburgo, considerado o maior da América Latina. O Município está diversificado em seu ambiente competitivo nas mais variáveis formas de negócio incluindo várias indústrias de transformação (têxtil, vestuário, metalúrgica), serviços e comércio, com destaque para o Turismo e Moda Íntima. A cidade tem um forte apelo para o turismo devido à sua paisagem pitoresca, aos seus rios e trilhas, e a seus lugares

361 361 bucólicos. Alguns distritos do município de Nova Friburgo, como Lumiar e São Pedro da Serra, têm paisagens naturais famosas. Por isso, possui grande rede hoteleira do interior do Estado do Rio de Janeiro. Observa-se que as microempresas representam 93,6 % do total dos estabelecimentos formais existentes em Nova Friburgo e que a maior concentração dessas empresas é verificada no setor de Comércio seguido pelo de Serviços. Segundo o IBGE, Nova Friburgo responde por 0,8% do ICM do Estado. Além de Nova Friburgo esta Região abrange os municípios de Cachoeiras de Macacu, Teresópolis, Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, São José do Vale do Rio Preto, e Trajano de Moraes, os Distritos de Mury, Lumiar e São Pedro da Serra. A economia do município se beneficia da condição privilegiada de centenas de micro e pequenas empresas produtoras de lingerie, no setor metal-mecânico, vasta rede de pousadas, hotéis, gastronomia, Olericultura e Capri Indústria e Agro Negócios. Existem vários circuitos de Turismo de negócios, o amplo investimento em Arranjo Produtivo Local (APL) de tecnologia, através do sistema S (Sebrae, Senac, Senai), regido pela FIRJAN. O Polo de Moda Íntima se constitui com mais de 900 empresas do segmento e emprega diretamente 30 mil pessoas, onde mais de 20% das pessoas não possuem carteira de trabalho. A cidade de Nova Friburgo, além de ser a "Capital nacional da Lingerie", ocupa o lugar de uma das maiores potências nacionais na produção de vinhos, queijos e chocolate, o que fortalece muito a economia local. A cidade é a segunda maior produtora de flores do Brasil. Nos últimos anos, a cidade tem recebido muitos estudantes, que procuram mais tranquilidade, fugindo da violência dos grandes centros. O Município de Nova Friburgo possui uma densidade demográfica de 195 habitantes por KM A região em indicadores IDEB e IDH. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): Nova Friburgo possui um IDH de 0,810 e está classificado como um alto índice de desenvolvimento humano, ocupando a 4a posição no critério do IDH estadual. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): No tocante à Educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Nova Friburgo no quadro abaixo: Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o

362 362 NOVA FRIBURG O Obs: Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. Fonte: MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 PIB - Produto Interno Bruto de Nova Friburgo: Município PIB (R$ mil) Nova Friburgo Inserção regional do polo EAD Nos últimos anos, várias instituições de ensino superior têm instalado novas unidades no município de Nova Friburgo, contribuindo para a mudança do seu perfil industrial para estudantil. No ensino regular e cursos preparatórios, possui uma escola entre as melhores instituições do Brasil em termos de nível de aprovação: CPM - Centro Preparatório Maximus. No Exame Nacional do Ensino Médio de 2007, o Colégio Anchieta ficou em 17º lugar entre as escolas do país, já em 2010 e 2011 o CPM obteve 100% de aprovação para Biomedicina da UFF com o primeiro lugar geral. Em seguida aprovou 96% de seus alunos para Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e teve o 14º do Brasil no Corpo de Bombeiros. Instituições de ensino superior: Centro Federal de Educação Tecnológica Faculdade de Filosofia Santa Doroteia Polo Universitário de Nova Friburgo da Universidade Federal Fluminense Instituto Politécnico do Rio de Janeiro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Universidade Cândido Mendes Universidade Estácio de Sá Universidade Norte do Paraná

363 363 Faculdade Internacional de Tecnologia (com cursos superiores a distância) A Região apresentava pouca oferta de Educação Superior para uma demanda gerada pela população média de alunos no Ensino Médio. Assim sendo, a instalação da Universidade Estácio de Sá e do Polo de Educação a Distância vem ao encontro da sua missão que é prestar serviço de qualidade a um preço acessível, cada vez mais próximo do seu público, além de contribuir para o desenvolvimento regional. A escolha do município de Nova Friburgo se deve à sua representatividade populacional e econômica para a Região. Dos municípios que constituem a Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, Nova Friburgo é bastante expressivo economicamente e influencia fortemente toda a área e será um dos municípios impactados indiretamente pelo COMPERJ no que diz respeito a demanda de mão-de-obra qualificada. Diante disso, a Universidade Estácio de Sá, se propõe a formar profissionais gestores com amplo conhecimento do mercado e de sua dinâmica que, através do desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, propiciadas pelos diversos cursos oferecidos, poderão ser absorvidos nestes segmentos existentes, bem como ter capacidade analítica e crítica para empreender novos negócios na Região a partir da compreensão das novas demandas ambientais, criando assim, condições de nova e variada perspectiva no mercado local. Na modalidade EAD são oferecidos 05 cursos de Graduação ( Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação, Letras, Pedagogia), 10 cursos Superiores de Tecnologia ( Gestão de Recursos Humanos, Gestão Hospitalar, Gestão Pública, Gestão da Tecnologia da Informação, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão Financeira, Processos Gerenciais, Marketing, Análise e Desenvolvimento de Sistemas), e 17 de Pós-graduação (Comunicação em Mídias Digitais, Direito Constitucional, Direito Processual Penal, Docência no Ensino Superior: Fundamentos e Práticas Educativas, Educação de Jovens e Adultos, Educação Física Escolar, MBA em Biodiversidade e Sustentabilidade, MBA em Administração Estratégica, MBA em Finanças, MBA em Gerenciamento de Projetos, MBA em Gestão de Pessoas, MBA em Gestão de Saúde e Administração Hospitalar, MBA em Marketing, MBA em Petróleo e Energias, Políticas e Gestão em Segurança Pública, Processo Civil Contemporâneo, Responsabilidade Civil e Direito do Consumidor). Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região.

364 364 Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: Nova Iguaçu Endereço: Estrada Doutor Plínio Casado, Centro, Nova Iguaçu RJ 1. Contexto histórico A Cidade de Nova Iguaçu é um município do estado do Rio de Janeiro, e fica a 35 km da do Centro da Cidade, como demonstra o marco quilométrico instalado na estação ferroviária da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil. Apresentando-se geograficamente limitada pelos seguintes municípios: Rio de Janeiro, a sul; Mesquita, a sudeste; Belford Roxo, a leste; Duque de Caxias, a nordeste; Miguel Pereira, a norte; Japeri, a noroeste; Queimados, a oeste; e Seropédica, a sudoeste. Longitudinalmente, apresenta uma extensão máxima de 36,33 km e 31,28 km de extensão máxima transversal, perfazendo uma área de 524,5 km, que a torna o maior município da Baixada Fluminense. Tem alta densidade demográfica, que é de 1.449,60 hab/km, bem acima da média do Estado, que é de 328,08. O território possui atualmente uma área de 524,04 km, sendo que 198 km, ou seja, 35% da cidade é coberta pela Mata Atlântica. O município possui uma população estimada em 2010 em habitantes, figurando como o quarto município mais populoso do estado, e, efetivamente, o 21º município mais populoso do Brasil. Situado na região mais importante econômica e financeiramente, do estado do Rio de Janeiro, a denominada Região Metropolitana, da qual fazem parte, além de Nova Iguaçu, os municípios de Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Paracambi, Queimados, Rio de Janeiro, São João de Meriti, São Gonçalo, Seropédica e Tanguá. Em virtude de seu posicionamento geográfico, a cidade desempenha o papel de centro de negócios e de comércio para os municípios vizinhos, situados a oeste da Baía de Guanabara, a principal fonte de arrecadação do município é sem dúvidas o comércio e os serviços, possuindo um dos centros comerciais mais importantes do estado, contando com as principais lojas e serviços do país, contando com grande infraestrutura comercial além do centro, nos bairros de Miguel Couto, Cabuçu, C. Soares, Austin, Posse, Cerâmica e Rancho Novo. A indústria na cidade tem uma grande relevância econômica. A cidade conta com indústrias no ramo alimentício, siderurgia e de cosméticos. Nova Iguaçu possui um potencial turístico muito forte, contando com diversas áreas de interesse histórico, ecológico e cultural. Na cidade há importantes patrimônios ambientais, como a Serra do Tinguá e Serra do Vulcão. Assim como áreas de preservação ecológica: Reserva Biológica Federal do

365 365 Tinguá, reconhecida pela Unesco como patrimônio da humanidade); Área de proteção ambiental da Serra de Madureira, considerada pela Unesco como Reserva de Biosfera; e Parque Municipal de Nova Iguaçu, na divisa com o município de Mesquita, que ocupa uma área de hectares. Com relação aos patrimônios históricos da região, temos Iguaçu Velho, que é um sítio arqueológico tombado pelo IPHAN e INEPAC; Torre Sineira da Igreja de Nossa Senhora de Piedade e as ruínas com as fundações da igreja matriz que estão localizadas em Iguaçu Velho, próximo ao rio Iguaçu entre os bairros de Vila de Cava e Tinguá; Cemitério de Nossa Senhora do Rosário que era popularmente conhecido como cemitério dos homens brancos e foi utilizado para os sepultamentos dos integrantes da elite local; Porto do Iguaçu; Estrada Real do Comércio; Fazenda São Bernardino. Dentre igrejas e capelas temos a Capela do Engenho da Posse, Igreja de Santo Antônio da Jacutinga, Igreja de Santo Antonio da Prata, Igreja de Nossa Senhora de Macapicu; Capela Nossa Senhora de Guadalupe. Há também O reservatório de Rio D Ouro é um bem histórico-cultural tombado pelo INEPAC. Os reservatórios e adutoras de Jaceruba e Tinguá estão em fase de tombamento como patrimônio histórico-cultural municipal. Fonte: 2. A região em indicadores IDEB e IDD Esta Região concentra suas atividades no setor de comércio e serviços, com aproximadamente 70% do PIB do Estado, enquanto no setor industrial agrega aproximadamente 29%, o que evidencia a vocação da região ao setor de serviços, concentrando, também, grande parte da arrecadação tributária total do Estado. O PIB identifica a capacidade de geração de riqueza do município, que no caso de Nova Iguaçu representa 3,59 % do PIB da Região Metropolitana Variando de zero a um, o IDH classifica os municípios segundo três níveis de desenvolvimento humano: Municípios com baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5); municípios com médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) e municípios com alto desenvolvimento humano (IDH acima de 0,8). Quanto mais próximo de um, mais alto é o desenvolvimento humano. O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano, ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DE NOVA IGUAÇU - 0,762 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000

366 366 O município de Nova Iguaçu está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano, ocupando a 45ª posição no critério do IDH estadual, que demonstra a qualidade de vida da cidade em relação ao seu número de habitantes que vem crescendo. Quadro abaixo: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município de Nova Iguaçu. Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o NOVA IGUACU ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o NOVA IGUACU Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta.

367 367 O Número de escolas Estaduais em Nova Iguaçu é de 87, Municipais, 103 e Creches, 12 municipais e 36 conveniadas. Atualmente a região conta com 6 (seis) Instituições de Ensino Superior UNESA (Universidade Estácio de Sá), UNIG (Universidade Iguaçu), UGB (Centro Universitário Geraldo Di Biase), CEFET-RJ (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca), FAETEC (Escola Técnica Federal João Luiz do Nascimento), UNIGRANRIO (Universidade do Grande Rio), UNIABEU (Centro Universitário UNIABEU), FABEL (Faculdade FABEL). 3. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. O Polo de EAD de Nova Iguaçu situa-se no Campus da Unidade Nova Iguaçu da Universidade Estácio de Sá, na Rua Oscar Soares, 1.466, antiga Estrada Dr. Plínio Casado, Bairro Califórnia, Baixada Fluminense. É local de fácil acesso e grande circulação, a uma quadra da Rodovia Presidente Dutra, principal via de ligação entre os diversos Municípios da Baixada Fluminense. Os Cursos de Ensino na modalidade à Distância tiveram sua origem na instituição no ano de 2009 quando o Polo Nova Iguaçu foi credenciado. Iniciou com a oferta do curso de Administração, que teve sua autorização pelo MEC, nesse mesmo ano. Atualmente o polo tem um total de 20 cursos ativos, totalizando 1680 alunos, distribuídos da seguinte forma: Bacharelado Engenharia de Produção, Administração, Ciências Contábeis, Sistemas de Informação e Serviço Social; Licenciatura História, Letras, Pedagogia e Matemática; Curso Superior de Tecnologia Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão Pública, Logística, Marketing, Processos Gerenciais, Gestão Hospitalar, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Gestão da Tecnologia da Informação. Atualmente o Polo Nova Iguaçu conta com uma estrutura física e humana capacitados para o atendimento aos alunos, composta por uma coordenação de polo EAD, com carga horária semanal de 40 horas, três colaboradores administrativos e tutoria composta por professores com aderência nas

368 368 respectivas áreas de abrangência dos cursos acima citados, distribuídos em horários e dias de forma a atender aos alunos durante todo o dia e toda a semana. POLO: OURINHOS Endereço: Av. Luis Saldanha Rodrigues, Qd. C 1 A - Nova Ourinhos, Ourinhos - SP 1. Contexto histórico Ourinhos é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Pertence à microrregião de mesmo nome e Mesorregião de Assis, localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 370 km. Ocupa uma área de 296,203 km², sendo que 12,4015 km² estão em perímetro urbano, e sua população no ano de 2010 é de habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, sendo então o 73º mais populoso de São Paulo e o primeiro de sua microrregião. Está a 994 km de Brasília, capital federal. O ponto central e da analise é a cidade de Ourinhos/SP, em especial, por ela ser o espaço municipal mais dinâmico economicamente num raio que esbarra em algumas cidades médias e, por conseguinte, suas áreas de influência. São elas Marília, Bauru, Presidente Prudente, no estado de São Paulo e Londrina e Ponta Grossa, no estado do Paraná. Assim, o município de Ourinhos/SP apresentase como o centro desta nova região. Esta centralidade é fundamental para a existência da região, já que as relações encontradas no local, quase que necessariamente, passam pelo espaço municipal de Ourinhos/SP. Isto é percebido quando observamos a quantidade de consumidores e trabalhadores inseridos nas relações comerciais e de prestação de serviços que se destinam às relações regionais. A cidade de Ourinhos se insere na região Sudeste do Estado de São Paulo e lidera uma vasta região onde se concentram os municípios de Chavantes, Ipaussu, Canitar, Timburi, Bernardino de Campos, Piraju, Sarutaiá, Fartura, Taguaí, Santa Cruz do Rio Pardo, Salto Grande, Ibirarema e Palmital (SP) etc. Afora essas cidades, a cidade de Ourinhos, em decorrência do seu maior porte e da qualidade dos serviços prestados nesta cidade, concentra as atividades, os negócios e a prestação de serviços para os municípios existentes no Norte Pioneiro do Paraná, servindo de apoio para os munícipes de Jacarezinho, Santo Antonio da Platina, Ribeirão Claro, Cambará, Andirá, Ibaiti(PR) etc. Economicamente, a Indústria responde pela maior parte dos empregos formais da região (34,4% do total de empregados da região). A indústria de alimentos e bebidas é o principal segmento industrial (9,3% dos empregos da região) seguida das atividades vinculadas à produção de eletricidade, gás e água (3,2% dos empregados). Na Agropecuária (25,1% dos empregados da região), os principais segmentos são a cultura da cana (13% dos empregados), as unidades rurais de uso misto (4,3%) e as atividades de apoio à agricultura (4,2%). Embora menos expressivos em termos do volume de empregados, a cultura de frutas cítricas e a criação de bovinos aparecem com participações relativas

369 369 regionais bem superiores às médias destes segmentos no Estado de São Paulo (QL de empregados de 5,1 e 5,8), denotando certa especialização regional nestas atividades. Com relação ao setor Serviços (20,3% dos empregados da região), destacam-se os serviços de saúde (4,7% dos empregados), os serviços de transportes terrestres (3,6%) e os serviços prestados às empresas (2,4%).O Comércio, por sua vez, envolve cerca de 18% das pessoas empregadas na região e tem como principais componentes o varejo de produtos diversos (2% dos empregados da região), peças para veículos (1,7%) e varejo de vestuário (1,6%) Fonte: Censo Populacional Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2. A região em indicadores IDEB e IDD O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,813, considerado como elevado em relação ao do estado. Em 2010 a população do município segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de habitantes, sendo o 73º mais populoso do estado e apresentando uma densidade populacional de 347,82 habitantes por km². Segundo o censo de 2000, 49,10% da população eram homens ( habitantes) e 50,90% ( habitantes) mulheres. Cerca de 95,21% ( habitantes) vivia na zona urbana e 4,79% (4 492 habitantes) na zona rural. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Ourinhos é considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Seu valor no ano de 2000 era de 0,813, sendo o 96º maior do estado. No ano de 2007, considerando apenas a educação, o valor do índice é de 0,882, enquanto o do Brasil é 0,849. O índice da saúde é de 0,864 (o brasileiro é 0,787) e o de renda é de 0,665 (o do Brasil é 0,723). A cidade possui a maioria dos indicadores elevados e, excluíndo o índice de renda, todos acima da média nacional segundo o PNUD. A renda per capita é de ,00 reais. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social é de 0,46, sendo que 1,00 é o pior número e 0,00 é o melhor. A incidência da pobreza, medida pelo IBGE, é de 14,92%, o limite inferior da incidência de pobreza é de 14,56%, o superior é de 14,92% e a incidência da pobreza subjetiva é de 18,12%. No ano de 2000, a população ourinhense era composta por brancos (78,50%); negros (3,25%); pardos (15,84%); amarelos (1,68%); 305 indígenas (0,33%); além dos 389 sem declaração (0,41%). Ourinhos conta com escolas em todas as regiões do município. Devido à intensa urbanização os poucos habitantes da zona rural têm fácil acesso a escolas em bairros urbanos próximos. A educação nas escolas estaduais tem um nível ligeiramente superior ao das escolas municipais, mas a prefeitura está criando estudos para tornar a educação pública municipal ainda melhor, de modo a conseguir melhores resultados no IDEB.

370 370 Nivel Matrículas Docentes Escolas Pré escolar Fundamental Médio IDEB - Resultados e Metas 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o OURINHO S Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Fonte IDH: Censo Populacional Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 3. Inserção regional do Polo EAD

371 371 O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. A relação do sistema educacional de Ourinhos/SP com sua região apresenta algumas variações em nível de contribuição para a formação regional, diferencia-se, porque não realiza um movimento de concentração apenas, igual o setor da saúde, mas estabelece fluxos de captação e de emissão de estudantes, em todos os níveis (fundamental, médio e universitário). Portanto, a diferença entre os dois segmentos estão na dinâmica que as estruturas de ensino juntamente com os moradores da cidade de Ourinhos realizam com sua região e com as cidades maiores do país, que além de atrair estudantes da região, estes desenvolvem um fluxo de sentido contrario e com outras direções, que geralmente são em sentido as cidades maiores que Ourinhos/SP ou mais equiparadas em relação ao sistema de ensino tanto qualitativamente como quantitativamente (Assis, Bauru, Marilia, Curitiba e São Paulo). A contribuição regionalizadora do setor educacional é facilmente percebida, quando vemos os números de alunos matriculados que não residem em Ourinhos/SP ou aqueles que vieram especialmente para estudar no município, este acontecimento é mais nítido nas universidades que recebem alunos de toda região de governo de Ourinhos e também do norte paranaense, esses são os locais de maior incidência na recepção. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: 1483 PETRÓPOLIS Endereço: Rua Bingen, Bingen, Petrópolis - RJ 1. Contexto histórico O princípio da história de Petrópolis inicia-se em 1822, quando, o então imperador, D. Pedro I, a

372 372 caminho das minhas de ouro em Minas Gerais, pelo Caminho Novo do Proença ou Variante do Caminho Novo da Estrada Real, se encantou com a região ao hospedar-se na fazendo do Padre Correia. Tentou sem sucesso compras as terras e por fim comprou uma fazenda vizinha, fazenda do Córrego Seco que passou a ser chamada de Fazenda da Concórdia que com algumas terras acrescidas corresponde, hoje, a área do primeiro distrito de Petrópolis. D. Pedro II, em 1843, assinou um decreto determinando o assentamento de uma povoação e a construção de um palácio de verão, conhecido atualmente como Museu Imperial. O município pertence à Região Serrana, que também abrange os municípios de Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Teresópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro e Trajano de Morais. Encontra-se situado a 65 km do Município do Rio de Janeiro. Possui área total de aproximadamente 796 quilômetros quadrados, com uma população de habitantes (IBGE, 2010), com densidade demográfica de 382,19 habitantes por quilômetro quadrado. Segundo o IBGE Petrópolis em 2008 possuía um PIB de R$ ,316, com PIB per capita de R$ ,52. A cidade possui a economia baseada no turismo e no setor de serviços. Entre as atividades que têm grande destaque estão o fabricação e comércio de roupas, chocolates, móveis e cerveja, principalmente nos polos da Rua Tereza, Bingen e Itaipava que atraem inúmeros compradores de todo o país. Podemos destacar inúmeros pontos turísticos responsáveis por atrair grande parte das pessoas que visitam a cidade. Dentre estes temos construções históricas como: o Museu Imperial, residência de veraneio da família real; a Catedral São Pedro de Alcântara com o Mausoléu Imperial, sua construção foi considerada em 1870 pelo então Imperador D. Pedro II e sua Filha porém a construção foi iniciada somente em 1884 e foi inaugurada em 1925 faltando a fachada principal e a torre que só foram concluídas em 1969; a Casa da Ipiranga, conhecida, também, como Casa dos Sete Erros; o Castelo do Barão de Itaipava, a Casa da Princesa Isabel; e o Palácio de Cristal, uma estrutura prémoldada feita por encomenda do Conde d Eu, sendo construída nas oficinas da Sociedade Anônima Saint-Souver, na França, com arquitetura inspirada no Palácio de Cristal de Londres e no Palácio de Cristal do Porto, sendo inaugurado em 1884; o Palácio Quitandinha, construído em 1944 para ser o maior Hotel Cassino da América Latina. Como pontos turísticos naturais tem: Circuitos turísticos Rurais do Taquaril, Brejal e Araras; trilhas ecológicas pelas elevações montanhosas do Município, entre esse o Morro do Açu, pertencente ao Parque Nacional da Serra dos Órgãos. 2. A região em indicadores do IDH e IDEB

373 373 O município de Petrópolis está classificado com um IDH de 0,804, valor considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, ocupando a 7ª posição no critério do IDH estadual, uma excelente posição considerando que há 92 municípios no estado. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Petrópolis no quadro abaixo. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o PETROPO LIS Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. De acordo com o MEC, o índice é medido de 2 em 2 anos, e a meta do país, é alcançar IDEB de 6 nas redes municipais e estaduais até 2022, valor correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos. O município tem no seu entorno municípios de Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Teresópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro e Trajano de Morais. Atualmente conta com 6 (seis) Instituições de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá, Universidade Católica de Petrópolis, Universidade Candido Mendes, Fundação Getúlio Vargas, Universidade Norte do Paraná, Faculdade Arthur de Sá Erp. Sendo que todas com exceção da última citada oferecem cursos a distância.

374 Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Os atuais vetores do crescimento da economia petropolitana estão materializados na expansão do turismo, na consolidação dos polos de comércio da Rua Tereza e do Bingen, no desenvolvimento do polo de comércio e serviços de Itaipava, no polo moveleiro do Bingen, no Projeto Petrópolis- Tecnópolis, além da expressiva contribuição para o desenvolvimento econômico do município de empresas do porte da GE-Celma, Dentsply, Huyck, Sola Optical, Aalborg, Werner, Cervejaria Itaipava, Cervejaria Bohemia entre outras. Petrópolis conta ainda com unidade de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação e terapias celulares com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e a Excellion, respectivamente. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Com o objetivo de atender às necessidades e novas exigências profissionais do mercado além de descentralização da economia, a UNESA implementou o Polo Petrópolis. Impulsionados pela missão institucional, a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico; a necessidade de especialização de mão de obra no Estado e no Município. Nesse contexto a EAD é uma importante ferramenta para a preparação de recursos humanos, com a socialização do conhecimento, fornecendo a possibilidade de inclusão social, fomentando o desenvolvimento das diferentes regiões. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (PILARES) Endereço: Av. Dom Hélder Câmara, Pilares, Rio de Janeiro RJ

375 Contexto histórico O polo Pilares, localizado no bairro de Pilares, na cidade do Rio de Janeiro. A cidade é um dos grandes centros financeiros do país com o segundo maior PIB do país e o 30º maior do mundo, estimado em cerca de 140 bilhões de reais (IBGE/2007), sendo hoje sede das duas maiores empresas brasileiras (Petrobras e a Vale), e das principais companhias de petróleo e telefonia do Brasil, além do maior conglomerado de empresas de mídia e comunicações da América Latina, as Organizações Globo, é o segundo maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 17% da produção científica nacional - segundo dados de Rio de Janeiro é considerada uma cidade global beta, isto é um importante centro econômico para o sistema econômico mundial, descrito pelo inventário realizado em 2008 pela Universidade de Loughborough (GaWC). O Rio de Janeiro é um dos principais centro cultural do país,. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior, sendo uma das principais rotas de turismo no mundo, sendo o principal destino turístico na américa latina e em todo hemisfério sul, conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, sendo declarada decratada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, com os sigueintes pontos turísticos: Pão de Açúcar, morro do Corcovado onde encontra se estátua do Cristo Redentor, com praias lindissinmas como as dos dos bairros de: Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, além de termos construções históricas e de referência mundial, como: Estádio do Maracanã, Estádio Olímpico João Havelange, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, além de regiões de grande verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de Paquetá, e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Rio de Janeiro (ano 2000), considerado "elevado" pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é de 0,842. Considerando apenas a educação o índice é de 0,933 (muito elevado), o índice da longevidade é de 0,754; e o de renda é de 0,840. A renda per capita é de ,92 reais. 2. A região em indicadores do IDH e IDEB O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04).

376 376 No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) Inserção Regional do Polo Ead Pilares é um bairro na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, de classe média baixa. Seu IDH, no ano 2000, era de 0,831, o 68º melhor da cidade do Rio de Janeiro. Além de estar próximo ao bairro do Méier e de Madureira, vocacionalmente mercantis, é ainda atendido por um grande Shopping Center(Norte Shopping) que se localiza num bairro próximo, e uma variedade razoável de segmentos comerciais, tendo um centro comercial movimentado junto ao Largo dos Pilares e Avenida João Ribeiro. Um dos pontos atrativos do bairro é a escola de samba Caprichosos de Pilares, situada peculiarmente sob o viaduto Cristóvão Colombo, também fica situado no bairro a escola de samba Difícil é o Nome. O bairro faz divisa com Inhaúma, Abolição, Piedade, Engenho de Dentro, Engenho da Rainha e Tomás Coelho. [5] A história do bairro surgiu na época do da família real no Brasil, onde no seu largo havia pequenos pilares em volta de uma fonte de água. Os pilares eram para amarrar os cavalos, a fim deles beberem água da referida fonte. O Largo dos Pilares era uma das paradas do caminho real de Santa Cruz, onde hoje existe a Avenida Dom Hélder Câmara,antiga Avenida Suburbana.

377 377 No Largo de Pilares, como ainda é hoje denominado, havia o entroncamento de três vias muito importantes para o escoamento das mercadorias vindas de Minas Gerais, de São Paulo e do interior da cidade (como Jacarepaguá): eram a Estrada Real de Santa Cruz (atual Avenida Dom Hélder Câmara), Estrada da Praia de Inhaúma (hoje Rua Alvaro de Miranda) e Estrada Nova da Pavuna (Av. João Ribeiro), que ia até o porto da Pavuna. Esta estrada era um novo caminho para Pavuna, mas ia pelo interior, enquanto a Estrada Velha da Pavuna seguia mais perto da linha dos portos. Ainda hoje há marcos: na rua Otacílio Nunes há o Estabulo Santa Cecilia. Na década de 50 o bairro tinha um forte comércio, trazendo para lá pessoas de outras regiões da cidade. Existiam grandes indústrias e um grande comércio no lugar, com isso surgiu a associação chamada CCIP Centro Comercial e Industria de Pilares, que hoje se tornou um clube. Pilares também tem uma estação de trem que vai de Belford Roxo a Central (centro) e diversas linhas de ônibus. Pilares faz parte da XIII Região administrativa (Méier) da cidade do Rio de Janeiro. Bairros integrantes da região administrativa são: Abolição, Água Santa, Cachambi, Encantado, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Jacaré, Lins de Vasconcelos, Méier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos. A Pilares é um dos bairros que vem crescendo no Rio de Janeiro e onde vive-se um grande crescimento principalmente nos aspecto imobiliário apresentando um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,831. O bairro ainda pode ser caracterizado por altos índices de Educação (IDH-E) de 0,932, de renda (IDH-R) 0,769, com um alto índice de longevidade (IDH-L) de 0,793 com uma probabilidade de expectativa de vida por volta dos 72,55 anos de idade. Tendo ainda uma renda per capita de R$ 389,81 (trezentos e oitenta e nove reais e oitenta e um centavos). O Polo EaD da Estácio, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação: Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia, Letras, História, Sistema de Informação e Serviço Social e, os cursos Superiores de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Gestão de Recursos Humano, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar, Gestão em TI, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Processos Gerenciais e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente e, verificasse a inserção de novos cursos. O próprio corpo docente, contribuir para que os alunos possam ter o conhecimento e ao mesmo tempo a capacidade de transformá-lo, a fim que os objetivos pretendidos pelo aluno sejam atendidos. Por isso é que o polo Norte Shopping, investe na infraestrutura, tais como: biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação, pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. Estes recursos mais o espaço do Polo para ajudar os alunos nas tutorias, neste caso, os atendimentos

378 378 passam a ser um somatório para o resultado final que é a inserção desse aluno no mercado de trabalho. POLO: RIO DE JANEIRO (Presidente Vargas) Endereço: Av. Presidente Vargas, Centro, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto histórico O polo Presidente Vargas está situado no Centro do município do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. O Polo EAD está localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como: os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de ,054 km2. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente rio ). Carioca é o gentílico da cidade do Rio. 2. A região em indicadores IDH e IDEB

379 379 O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04). No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) O Polo Presidente Vargas, funciona no Centro da cidade do Rio de Janeiro, cuja população está estimada em, aproximadamente, de habitantes, segundo dados do, Censo O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior ou igual a 0,800. Logo o IDH do Centro do Rio é de 0,842.

380 380 IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM Ideb Observado Metas Projetadas Estado Rio de Janeiro IDEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição. 3. Inserção regional do Polo EAD O polo Presidente Vargas está inserido no Centro que é um bairro da Região Central da cidade do Rio de Janeiro. Abriga o coração financeiro da cidade. O bairro também é eminentemente comercial, apesar de possuir residências. Possui desde prédios históricos até modernos arranha-céus. Suas áreas residenciais são, principalmente, no Bairro de Fátima e no Castelo.

381 381 A história documentada do bairro começou em 1567, quando os 120 portugueses que haviam fundado a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro dois anos antes, no Morro Cara de Cão, se transferiram para o Morro do Castelo, que oferecia melhores condições de expansão. A partir desse morro, a cidade se expandiu nos séculos seguintes, passando a ocupar todo o atual Centro. Desde o final do século XX, o Centro vem passando por flagrante e rápido processo de valorização e revitalização. Preterido em favor da Zona Sul da cidade durante a maior parte do século XX, passou a receber crescentes investimentos por parte de empreendedores do mercado imobiliário. Tem assistido a um grande número de obras de restauração e de modernização de velhos edifícios, bem como à construção de novos edifícios. O efervescer cultural e social da noite do Centro, com o advento do polo cultural da Lapa, deu um grande impulso à região. O Polo Ead Presidente Vargas da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação : Administração, Ciências Contábeis, Marketing, Pedagogia, Letras E História e, os cursos Superior de Tecnológica: Gestão Processos Gerências, RH, Gestão em Marketing, Gestão Hospitalar, Gestão em TI, Gestão Financeira, Logística, Gestão Ambiental, Gestão Comercial e Gestão Pública. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação, pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD.Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho. POLO: QUEIMADOS Endereço: Rua Professor Sampaio, Camarim, Queimados RJ 1. Contexto histórico Queimados emancipou-se na década de 90 do município de Nova Iguaçu que, durante o seu processo de formação, sempre esteve sob a influência direta da cidade do Rio de Janeiro e de outros municípios da Região Metropolitana. Queimados elevou-se à condição de distrito por duas vezes. Até 1911 a sede do distrito era Marapicu, quando a Lei 2008 a transferiu para o atual Município, o que não durou muito, pois em 1919 retornou a Marapicu. Cinco anos mais tarde, estabeleceu-se definitivamente na atual sede do Município. O território de Nova Iguaçu foi sucessivamente desmembrado para formação de novos municípios, caso de Duque de Caxias (que englobava São João

382 382 de Meriti) em 1943; de Nilópolis, em 1947; Belford Roxo e Queimados nas décadas de 80 e 90; e Mesquita, em Com o advento da Lei n.º 1.364, de 11 de dezembro de 1990, Queimados ganha emancipação, após consulta plebiscitária, e é instado em 1º de janeiro de De acordo com o censo de 2010, Queimados tinha uma população de habitantes, com uma proporção de 95,2 homens para cada 100 mulheres. A densidade demográfica era de habitantes por km2, contra habitantes por km2 de sua região. Sua população estimada em 2007 é de pessoas. O município apresentou uma taxa média geométrica de crescimento, no período de 1991 a 2000, de 2,37% ao ano, contra 1,17% na região e 1,30% no Estado. Sua taxa de urbanização corresponde a 100,0% da população, enquanto que, na Região Metropolitana, tal taxa corresponde a 99,5%. Queimados tem um contingente de eleitores, correspondentes a 62% do total da população. O município tem um número total de domicílios. Queimados possui 2 agências de correios, 8 agências bancárias e 1 estabelecimento hoteleiro. Quanto aos equipamentos culturais, o município não tem cinema e museu, mas dispõe de 1 teatro e 2 bibliotecas públicas. As principais atividades artesanais desenvolvidas no município, levando em consideração as de maior quantidade produzida, são: bordado, trabalhos com material reciclável e com madeira. (IBGE 2010l) 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Índice de Desenvolvimento Humano - IDH do Município de Queimados. O município de Queimados está classificado com um índice de médio desenvolvimento humano, ocupando a 73ª posição no critério do IDH estadual. Infraestrutura do Município de Queimados.

383 383 Distâncias do Município de Queimados aos demais municípios da Região Metropolitana. Queimados pertence à Região Metropolitana, que também abrange os municípios de Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá. O município tem um único distrito-sede, ocupando uma área total de 76,7 quilômetros quadrados, correspondentes a 1,6% da área da Região Metropolitana. Queimados está integrado ao sistema viário e ferroviário da capital do Estado, dada sua proximidade à cidade do Rio de Janeiro, sendo a Via Dutra seu principal acesso, enquanto a RJ-093, que também sai da mesma BR-116, passa pelo território municipal em direção à localidade de Engenheiro Pedreira, em Japeri.

384 384 O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. Atualmente Queimados vive uma ótima fase de desenvolvimento. O Distrito Industrial de Queimados tem ao todo, mais de 30 empresas, instaladas e em fase de instalação, no local. 3. Inserção regional do polo EAD O polo Queimados funciona dentro das instalações do Campus Queimados da Universidade Estácio de Sá. Sendo o crescimento e a diversificação do sistema educacional necessidades inerentes ao atual estágio de desenvolvimento e ao crescimento futuro do Estado do Rio de Janeiro, devendo se aprofundar nos próximos anos com a crescente demanda por mão-de-obra especializada, a instituição dedica-se a oferecer cursos nas diversas áreas do conhecimento, visando ampliar seu papel no ensino superior, de modo a contribuir para o aperfeiçoamento e a capacitação da população local. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada

385 385 ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (TAQUARA) Endereço: Rua André Rocha, Taquara, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto Histórico. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. Localizado no Estado do Rio de Janeiro, que é uma das 27 Unidades Federativas do Brasil, com uma área total de ,054 km² 66, com uma densidade demográfica de 4.820,78 hab/km 2, apesar de ser o 3º menor Estado concentra 8,4% da população do Brasil ( habitantes), figurando-se como o Estado com maior densidade demográfica, consequentemente é a segunda maior metrópole mais populosa de nosso País. É a maior rota de turismo internacional do País 67. Situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os Estados de Minas Gerais ao norte e noroeste, Espírito Santo a nordeste e São Paulo a sudoeste, e com o Oceano Atlântico a leste e sul. O Rio de Janeiro é um dos principais centros culturais e artísticos do nosso País, tendo a Cidade como capital e onde está inserido o nosso Polo R9 Taquara. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior, sendo uma das principais rotas de turismo no mundo, sendo o principal destino turístico na América Latina e em todo hemisfério sul, conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, sendo declarada recentemente e decretada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, com os seguintes pontos turísticos: Pão de Açúcar, morro do Corcovado onde se encontra estátua do Cristo Redentor, com belas praias, além de possuirmos construções históricas e de referência mundial, como: Estádio Mário Filho (Maracanã), Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão), Teatro Municipal do Rio de Janeiro, além de regiões de grande verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista; possuímos também uma das maiores Bibliotecas Internacionais, a Biblioteca Nacional;

386 386 temos também a ilha de Paquetá, e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba. 2. A região em indicadores IDH e IDEB Índice de Desenvolvimento Humano - IDH da Região Administrativa Jacarepaguá. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH DA REGIÃO ADMINISTRATIVA JACAREPAGUÁ 0,84 ALTO IDH Instituto Pereira Passos IPP /Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA A Região Administrativa Jacarepaguá está classificada como de alto desenvolvimento humano, ocupando a 12ª posição no ranking das Regiões Administrativas conforme critério do IDH. IDEB - Resultados e Metas 4ª série / 5º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município RIO DE JANEIRO ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município RIO DE JANEIRO Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil 2011.

387 387 Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a metao Ciep Pablo Neruda, na Taquara, teve uma melhora de 15% no seu rendimento do IDEB, pulando de 6,7 para 8,3 este ano, alcançando a quinta colocação entre as melhores escolas do Brasil. Já a Escola Roberto Burle Marx, em Curicica, é a quarta melhor colocada do país nos Anos Finais. Jacarepaguá, em seu entorno, apresenta os bairros: Anil, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia, Gardênia Azul, Pechincha, Praça Seca, Tanque, Taquara e Vila Valqueire. Na região, estão presentes as Instituições de Ensino Superior: Universidade Estácio de Sá oferece EAD; FIJ (Faculdades Integradas de Jacarepaguá); Signorelli oferece EAD; UCAM (Universidade Candido Mendes) e UGF (Universidade Gama Filho). 3. Inserção Regional do Polo Taquara é um bairro de classe média da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro Localiza-se na região de Jacarepaguá e limita-se com o Tanque, Pechincha, Cidade de Deus, Curicica, Jardim Sulacap, Realengo e outras localidades de Jacarepaguá. O nome do bairro é originário de uma espécie de bambu utilizado para fabricar cestos, outrora existente em grande quantidade na região, onde foi erguida a sede da Fazenda da Taquara, em 1757, propriedade da família do Barão de Taquara, existente até hoje. O bairro possui uma expressiva quantidade de imigrantes portugueses, que se instalaram na região desde a época do império e por lá muitos deles implantaram os primeiros estabelecimentos comerciais do local. Entre suas maiores qualidades, está a pomposa área verde ao longo do bairro, bem como sua vizinhança tranquila e seu belo relevo, cercado por montanhas. Isso se deve a presença do Parque Estadual da Pedra Branca, que fica nos seus arredores. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. O Estado do Rio de Janeiro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado.

388 388 A Educação à distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação e da comunicação nos processos educacionais, é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (Rebouças) Endereço: Rua Bispo, nº 83, Bairro Rio Comprido, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto Histórico O nome do bairro Rio Comprido se origina do rio central que o percorre e que nasce na Floresta da Tijuca, e desagua na Baía da Guanabara. O bairro do Rio Comprido marca o início da zona norte e o final da zona central da cidade, sendo um bairro de localização estratégica e privilegiada. Forma uma tríplice ligação entre as zonas norte, sul e central. Faz limite com os bairros de Santa Teresa, Alto da Boa Vista, Tijuca, Praça da Bandeira, Estácio e Catumbi. Com a abertura do Túnel Rebouças (1967) e a construção do Elevado Paulo de Frontin (1971), a Av. Paulo de Frontin transformou-se numa importante passagem entre as zonas norte e sul da cidade e os tradicionais moradores mudaram-se, registrando-se uma acentuada queda no índice de qualidade de vida do bairro, atualmente cercado por comunidades como o Turano, o Fogueteiro, o Querosene e o Complexo Paula Ramos. 2. A região em indicadores-ideb e IDD A Região Metropolitana do Rio de Janeiro, tal como considerada pelo IBGE, ostenta um PIB de R$ , constituindo o segundo maior polo de riqueza nacional. Concentra 68% da força econômica do estado e 7,91% de todos os bens e serviços produzidos no país. Levando-se em consideração a rede de influência urbana exercida pela metrópole (e que abrange 11,3% da população brasileira), esta participação no PIB sobe para 14,4%, segundo o estudo divulgado em outubro de 2008 pelo IBGE. Há muitos anos congrega o segundo maior polo industrial do Brasil, contando com refinarias de petróleo, indústrias navais, siderúrgicas, metalúrgicas, petroquímicas, gás-químicas, têxteis, gráficas, editoriais, farmacêuticas, de bebidas, cimenteiras e moveleiras. No entanto, as últimas décadas atestaram uma nítida transformação em seu perfil econômico, que vem adquirindo, cada vez mais, matizes de um grande polo nacional de serviços e negócios

389 389 O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO - 0,842 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição no critério do IDH estadual. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 29/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Município RIO JANEIRO DE * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil 2011.

390 390 Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. O bairro do Rio Comprido apresentou um IDH, no ano 2000, de 0,849, o 56º melhor da cidade do Rio de Janeiro. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB foi criado pelo INEP/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No IDEB de 2011, a nota do ensino médio público do Rio de Janeiro ficou em 3,2, um crescimento de 0,4 em relação à edição de Com isso, o estado pulou da penúltima posição para o 15º lugar. Tal índice contribuiu para o crescimento na região na demanda pelo o ensino superior. No bairro do Rio Comprido encontra-se o Campus Rebouças da Universidade Estácio de Sá, o "Campus Rio Comprido" da UniCarioca e a escola Fundação Osório, parte integrante do Sistema de Colégios Militares do Brasil e também o CAP Colégio de Aplicação da UERJ. No bairro somente a Universidade Estacio de Sá oferece ensino a distância. 3. Inserção Regional do Polo EAD. O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibe cultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões da cidade.dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO Aracaju(SE) Endereço: Rua Urquisa Leal, Salgado Filho, Aracaju-SE 1. Contexto histórico

391 391 Esta interpretação tem grande vigência, embora existam outras versões., Aracaju, é considerada pelo Ministério da Saúde como a capital brasileira da Qualidade de Vida, a partir de pesquisa realizada pela FGV. Cidade caprichosa, vaidosa e acima de tudo, ousada, Aracaju possui uma densidade demográfica de 3.140,67 hab/km2. Aracaju significa "cajueiro dos papagaios". A palavra é composta por dois elementos: "ará", que significa papagaio, e "acayú", que significa fruto do cajueiro. Sergipe, com 21,9 mil km2, Estado de menor extensão territorial da federação brasileira, localizado no Nordeste, é o mais bem estruturado em termos econômicos e sociais da região. Possui 75 municípios e uma população estimada de de habitantes (correspondente a aproximadamente 1,1% da população brasileira e a 3,9% da região Nordeste), dos quais 81,9% ou pessoas residem na zona urbana. Com um parque produtivo diversificado em que se destacam as cadeias produtivas de Alimentos e Bebidas; Têxtil, Calçados e Confecções; Agronegócios (com destaque para laranja, cana-de-açúcar e fruticultura irrigada) e o Turismo de eventos e de lazer. Novos segmentos emergem na economia sergipana, como as cadeias produtivas da aquicultura (peixe, camarão e ostras), dos biocombustíveis e da construção naval, além da riqueza mineral que proporciona uma importante produção de gás, petróleo e fertilizantes. A riqueza gerada por sua base produtiva fez vicejar sua capital, Aracaju, jovem e dinâmica, com cerca de 570 mil habitantes (IBGE, 2010), e que apresenta a segunda maior renda per capita entre as capitais nordestinas. O PIB do Estado de Sergipe apresentou crescimento em volume de 4,4% em 2009 e valor corrente estimado em R$ milhões, representando 0,6% do PIB nacional. O PIB per capita em 2009 foi de R$ 9 787,25, conferindo ao estado a 18ª posição no ranking nacional. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Sergipe melhorou em 14 anos e passou de 0,623 para 0,742. Está bem acima da média do Nordeste, que é de 0,720, empatando com o da Bahia, levando os dois Estados a serem os primeiros da região entre os nove nordestinos. Os dados estão na pesquisa Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente, realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa Nacional para o Desenvolvimento (PNUD) e Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), da ONU. O estudo foi divulgado esta semana. O relatório da ONU mostrou que no componente educação o IDH avançou também bem acima da média da região, que é de 0,807, mas ficou bem abaixo da média nacional, de 0,883. Em Sergipe, o IDH/educação, que em 1991 era 0,6330, pulou para 0,827 em É o segundo melhor da região, só perdendo para a Bahia (0,830).

392 392 O Índice de Desenvolvimento Humano mede a qualidade de vida dos países utilizando como critérios indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano total). Países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo. Os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano e países com IDH superior a 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto. Se Sergipe fosse um país independente, seria considerado de médio desenvolvimento. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado no Estado de Sergipe está disposto no quadro abaixo. Nele percebemos é crescente ao longo da apuração, e que aponta como propenso a atingir a meta estabelecida pelo MEC/INEP para o ano de ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o ARACAJU Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. 3. Inserção regional do Polo EAD Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. Portanto, compreende-se que o ensino a distância surge como uma importante modalidade,

393 393 que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Ademais, o dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura, apontam e fomentam que os ambientes virtuais se consolidam como grande oportunidade para socialização de informações e do conhecimento; e cabe as IES ampliar em larga escala. A educação a distância (EAD) apresenta-se então como é um importante instrumento deste aproveitamento. O Estado de Sergipe, a partir do seu poder executivo, elegeu com uma das diretrizes do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), a articulação e cooperação para interiorizar a oferta do Ensino Superior através de iniciativas baseadas na EAD, sinalizando de forma clara e incisiva que esta é uma estratégia para o fomento de uma sociedade muito mais polida e apurada no teor do conhecimento. Dados da Secretaria Estadual da Educação apontam que dos estudantes, mais de (algo em torno de 16%) estão cursando o ensino médio, outrora estarão às portas para ingresso no ensino superior. O que demonstra grande preocupação é a escassez da vagas da instituição pública, que chegou a ter no processo seletivo de 2008 mais de 48 mil inscritos, sendo que destes mais de disputavam pouco mais de vagas. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. A oferta então do Curso Superior Tecnológico em Recursos Humanos e do Curso Superior Tecnológico Marketing na modalidade a distancia, vem atender uma demanda reprimida, não por falta de capacidade, mas pela incompatibilidade de horário (premissa de tempo e lugar), ora arvorado pelo expressivo número de procura pelos cursos, consolidando com grande quantitativo de matrículas efetuadas. POLO: Polo Florianópolis-SC Endereço: Rua Leoberto Leal, São José, Florianópolis SC 1. Contexto histórico São José foi a quarta localidade fundada em Santa Catarina. Foi colonizada por 180 casais de açorianos, que chegaram em 19 de março de 1750, oriundos das ilhas de São Miguel e São Jorge, nos Açores, em Portugal. Graças a seu rápido desenvolvimento, em 1756, foi elevada à categoria de freguesia. Importante centro de comércio, a localidade foi emancipada em 04 de maio de No ano de 1845, quando recebeu a visita do Imperador Dom Pedro II e de Dona Thereza Cristina que estavam a caminho de Caldas do Cubatão, hoje Caldas da Imperatriz, São José já possuía

394 394 habitantes. No início do século XX, já densamente povoado, o município abandonou suas características de agricultura de subsistência para se integrar nas atividades econômicas típicas dos centros urbanos, atuando também nos setores secundários e terciários da economia. Seu desenvolvimento acelerado dos últimos anos foi ajudado pela existência de grandes áreas de terras pouco valorizadas que puderam ser urbanizadas e adquiridas pela população de menor renda, face ao seu reduzido valor e políticas municipais de incentivos fiscais, se comparado com Florianópolis, cidade vizinha e Capital do Estado de Santa Catarina. São José faz limite com a porção continental de Florianópolis, sendo banhada pelas baías norte e sul, na qual recentemente construíram um aterro e é seccionada por uma rodovia de importância internacional: a BR-101, parte da Rodovia Panamericana que liga os grandes centros de Rio de Janeiro e São Paulo. Além desta, cruza parte da cidade o trecho inicial da BR-282, que dá acesso ao oeste do Estado. Às margens da BR-282, onde está entroncada na BR-101, localiza-se o Shopping Center Itaguaçu. Atraindo pessoas de toda parte e com origens culturais diferenciadas, em virtude de seu crescimento sócio demográfico e econômico, São José deixou de ser considerada cidade dormitório da capital, para transformar-se num grande polo industrial, comercial e de prestação de serviços. Em 2011, foi o 06 município em arrecadação de ICMS, comprovando o excelente desempenho de São José. Apesar dos bons desempenhos fora do eixo Sul-Sudeste, a economia brasileira ainda é bastante concentrada. Em 2009, oito estados representavam 78,1% do PIB do Brasil: São Paulo (com participação de 33,5% do PIB), Rio de Janeiro (10,9%), Minas Gerais (8,9%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,9%), Bahia (4,2%), Distrito Federal (4,1%) e Santa Catarina (4,0%). Esse grupo perdeu 0,1 ponto percentual de participação em relação a 2008 e 1,6 ponto percentual desde O avanço da fronteira agrícola, os incentivos regionais, a maior mobilidade das plantas industriais, além do avanço de novas classes consumidoras, são alguns dos fatores que influenciaram no avanço de participação dos demais estados ao longo dos sete anos observados na série A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH - mede o nível de desenvolvimento humano a partir de indicadores de educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capta). IDH Município IDHM, IDHM, IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM- IDHM-

395 Renda, Renda, Longevidade, Longevidade, Educação, Educação, Florianópolis (SC) 0,824 0,875 0,803 0,867 0,771 0,797 0,898 0,96 São José (SC) 0,798 0,849 0,729 0,784 0,801 0,839 0,863 0,925 Ilustração 1: Índice de Desenvolvimento Humano Fonte: nking2003 Entre os 50 municípios brasileiros de maior IDHM Índice de Desenvolvimento Humano Municipal encontram-se 16 municípios catarinenses. Dentre eles destaca-se Florianópolis, que ocupa a 4ª melhor posição entre os municípios brasileiros e São José a 36ª. IDEB Ideb Observado Metas Projetadas Município SAO JOSE Ilustração 2: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município de São José Fonte: Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). 3. Inserção regional do Polo EAD

396 396 O ser humano está inserido em um contexto social, econômico, cultural, político e histórico e, quando tomado como sujeito, intervém na realidade a partir de uma percepção do contexto que o encerra. Pressupõe-se, assim, uma dimensão ativa, criadora e renovadora. Na sua interação com outros sujeitos e com a realidade, produz e dissemina conhecimento. A Universidade Estácio de Sá entende que o conhecimento é o produto dessa interação social e compreende que seu papel é trabalhar o conhecimento na perspectiva da sua produção e preservação, colocando-as a serviço da sociedade. Para tal, entende ser necessário provocar um papel ativo desse sujeito da/na educação. Sob esse diapasão, compreende-se a necessidade de promover a participação dos indivíduos como sujeitos da sociedade, da cultura e da história, priorizando a autonomia, a problematização e a conscientização, concretizando epistemologicamente o que se entende por educação. O ensino à distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformador, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. Dessa forma, a educação a distância (EaD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RECIFE Endereço: Av. Engenheiro Abdias de Carvalho, 1678 Madalena, Recife PE 1. Contexto histórico Recife, fundada em 1537, numa localização privilegiada, a Centro-Oeste da Região Nordeste do Brasil na foz dos Rios Capibaribe e Beberibe. Conhecida como a Veneza Brasileira, a prosperidade da exportação do açúcar acelerou as atividades portuárias e desenvolveu uma povoação. Esta prosperidade atraiu os holandeses, que invadiram e se estabeleceram na cidade, fazendo com que um grande fluxo migratório chegasse a Recife. No fim do século XIX Recife já era um empório comercial e inicia-se, então, a implantação de indústrias.

397 397 Segundo dados do IBGE (2010) o Estado conta com um pouco mais de 98 mil km² de área, que se estendem longitudinalmente do litoral ao Sertão. São 8,7 milhões de habitantes e PIB de 87 bilhões, distribuídos em 184 municípios, agrupados em três mesoregiões Zona da Mata, Agreste e Sertão, e o território de Fernando de Noronha. Pernambuco, nos últimos anos, vem apresentando taxas médias de crescimento superiores à média nacional. De acordo com os dados da CONDEPE/FIDEM (Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco) o PIB do Estado em 2011 foi 8,7 milhões. Esse crescimento decorre de uma combinação de fatores como a localização estratégica, capital humano de alta qualidade técnica e uma política de atração de investimentos focada no desenvolvimento das vocações econômicas. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É composto de três dimensões: renda (em que o indicador usado é a renda domiciliar per capita), educação (em que são usados dois indicadores: taxa de frequência escolar e alfabetização) e longevidade (medida por meio da esperança de vida ao nascer). O IDH do município de Recife aqui apresentado considera a comparação entre os Índices de Desenvolvimento Humano do Recife e de outros municípios e demais municípios da Região Metropolitana, de modo a revelar as desigualdades existentes entre as cidades da mesma aglomeração urbana. De acordo com os dados do Atlas de Desenvolvimento Humano no Recife 2003, verifica-se que a maior parte das cidades da Região Metropolitana do Recife, incluindo as mais populosas, avançou menos do que Pernambuco no IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), embora permaneça com um padrão mais elevado do que a média do Estado, tendo Recife na segunda posição do ranking. O estudo compara ainda, o quanto a Região Metropolitana do Recife abriga, numa área de quilômetros quadrados, padrões de desenvolvimento humano similares aos do México (Recife) e da Letônia (Paulista) e, numa outra ponta, equivalentes ao de Gabão (Araçoiaba) e Mongólia (Ipojuca), conforme dados apresentados na Tabela 1. Tabela 1 IDHs observados entre os anos de 1991 e 2000 na Região Metropolitana de Recife em ordem decrescente. Local IDH M em 2000 País equivalente Paulista 0,799 Letônia Recife 0,797 México Olinda 0,792 Cuba

398 398 Jaboatão dos Guararapes 0,777 Bulgária Camaragibe 0,747 Peru Itamaracá 0,743 Maldivas Abreu e Lima 0,73 Equador Igarassu 0,719 Irã Cabo de Santo Agostinho 0,707 Guiana São Lourenço da Mata 0,707 Guiana Itapissuma 0,695 África do Sul Moreno 0,693 Síria Ipojuca 0,658 Mongólia Araçoiaba 0,637 Gabão Fonte: PNUD; IPEA; FJP. Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil Segundo os dados apresentados na Tabela 1, destacam-se os quatro primeiros municípios no ranking (Paulista, Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes), cujos IDHs são superiores ao do Brasil, conquanto em Camaragibe e Abreu e Lima os valores sejam inferiores. O que pode ser justificado pelo fato de se tratar de áreas litorâneas, com significativa concentração de famílias de média e alta renda, o que não ocorre nos dois últimos. É importante destacar também quatro municípios: Araçoiaba, Ipojuca, Moreno e Itapissuma. Nesses casos os valores de IDH são inferiores ao do Estado de Pernambuco. Nessa direção, caracteriza-se uma aglomeração e diferenciação entre os municípios com maior diversidade social (Recife, Olinda, Paulista, Jaboatão dos Guararapes) e outros mais homogêneos (Camaragibe, Abreu e Lima), que integram a área de influências das Instituições de Ensino localizadas no município de Recife. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). Tabela 2 IDEBs observados nos anos de 2007, 2009 e e metas para a rede municipal do Município de Recife - Pernambuco. Série/ano Índices observados Metas projetadas ª série/ 5º ano ª série/ 9º ano ª série EM

399 399 Fonte: MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012. De acordo com os dados da Tabela 2, o município de Recife apresentou em 2011 IDEBs maiores do que 2009, com exceção no ensino da 8ª série/ 9º ano, que se manteve 3,5, igual ao período anterior. A maior evolução foi a do ensino fundamental. Todavia, se considerarmos o ensino médio, Recife está abaixo da média do Nordeste e Brasil, que foram respectivamente 3,5 e 3,7. Esse cenário se traduz em desafio para a educação no Estado, refletindo diretamente nas Instituições de Ensino Superior, que somam 43 IES só em no município de Recife. Se considerada a área metropolitana, esse número é de 55 instituições públicas e privadas. 3. Inserção regional do Polo EAD O dinamismo tecnológico e o surgimento da cibercultura desafiam o sistema educacional. Nessa direção, as instituições de ensino superior precisam identificar oportunidades para responder às mudanças. O ensino a distância surge como uma importante modalidade, que assim como o ensino presencial, objetiva formar um ser social, político, crítico e um agente transformado, a partir da utilização da tecnologia como instrumento de ensino e aprendizagem. O Estado de Pernambuco, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Destacam-se empreendimentos da indústria petroquímica, naval e automobilística, situados no Complexo Industrial de Suape. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais.

400 400 POLO: Polo Vila Velha Endereço: Rua Cabo Aylson Simões, Centro, Vila Velha - ES 1. Contexto histórico O polo Vila Velha da Universidade Estácio de Sá tem sede e foro na cidade de Vila Velha, região metropolitana do Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e oito) Municípios e ocupa uma extensão geográfica correspondente a ,571 km.. Agrega uma população estimada (2010) de (três milhões, quinhentos e quatorze mil e novecentos e cinquenta e dois) habitantes, sendo o décimo quarto estado em população do Brasil, com uma densidade populacional de 76,2 hab./km 2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1,3% ao ano¹. Dentre a população urbana do Estado, habitantes são economicamente ativos. O número de crianças com menos de seis anos de idade é de habitantes, enquanto a de idosos (com mais de 60 anos) representa 15% da população do estado.¹ Com 0,54% do território nacional e 1,83% da população do País, o Espírito Santo, segundo dados do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009", estudo realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país, registrando um montante de R$ ,17 por habitante. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O estado apresentou, no ano de 2000, de acordo com o IBGE, um Índice de Desenvolvimento Humano de 0,765 (PNUD), atualmente esse índice está em 0,802 (sendo o 7º melhor IDH entre os estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0,869 para 2015,³ elevando o estado a uma categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade, renda per capita e nível de educação da população capixaba). De acordo com IDH 2000 dois municípios da região metropolitana figuram com IDH entre os trezentos melhores do País, A capital, Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida, 0,856 e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0,817 de IDH. As cidades do interior do Estado, todas apresentam IDH abaixo de 0,8. Agua doce do Norte, norte do Estado, figura com o menor IDH: 0,659.³ Considerando a importância da educação no IDH, e a expectativa da excelência desse indicador no estado, o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e médio no Espírito Santo. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011, Espirito Santo obteve crescimento de 02%, sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011, com 41% das escolas de ensino médio e fundamental adequadas e 10,3% das escolas com nível de excelência³.

401 Inserção Regional do Polo EAD Os indicadores demonstram que o crescimento econômico tem impactado favoravelmente a qualidade de vida dos habitantes, no entanto, o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo apresenta um grau de especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana, onde concentram-se os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado. Atualmente, a região metropolitana, atingiu uma taxa de urbanização de 98,09% e exerce a função de centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. Estão concentradas nessa área, aproximadamente, 41% da população, 87% dos empregos do setor serviço, 51% dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação². Nesse cenário, o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão igualitária de oportunidades, e descentralização econômica. Com o objetivo de atender às necessidades e novas exigências profissionais do mercado além de descentralização da economia, a UNESA implementou o Ensino a Distância em Impulsionados pela missão institucional, a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico; a necessidade de especialização de mão de obra no Estado; o retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham, aos bancos do ensino superior; aumento do número de jovens no ensino médio; a migração da população da região do sul da Bahia e norte de Minas Gerais que somam-se aos jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação profissional na região metropolitana e a consideração da existência da enorme demanda reprimida desses jovens adultos que, por questões econômicas, principalmente, não conseguem se deslocar de seus domicílios para formação profissional. Dessa forma, o ensino a distância vem integrar e facilitar a colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa região, permitindo que a expansão econômica do estado possa significar divisão igualitária de renda e oportunidades para uma parte maior da população. Nesse contexto, o polo de Ensino a Distância da UNESA mostra relevância social, uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo excluídos do processo educacional por diversidades geográficas, políticas ou econômica, além de atender a crescente demanda de formação continuada. Atualmente a UNESA oferece os seguintes cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente).

402 402 TABELA I: Graduação EAD Graduação ADMINISTRAÇÃO LETRAS INGLÊS- HISTÓRIA LICENCIATURA CIÊNCIAS CONTÁBEIS PEDAGOGIA MATEMÁTICA LETRAS-PORTUGUES. SERVIÇO SOCIAL SISTEMAS DE LICENCIATURA. INFORMAÇÃO ENGENHARIA DA PRODUÇÃO TABELA II: Graduação Tecnológica Graduação Tecnológica ANÁLISE E MARKETING GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO COMERCIAL DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS GESTÃO DA GESTÃO FINANCEIRA PROCESSOS DESIGN GRAFICO. TECNOLOGIA DA GERENCIAIS INFORMAÇÃO GESTÃO DE GESTÃO PÚBLICA GESTÃO DE TURISMO GESTÃO HOSPITALAR RECURSOS HUMANOS. LOGÍSTICA COMÉRICO EXTERIOR NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS GESTÃO AMBIENTAL COMÉRCIO EXTERIOR GESTÃO COMERCIAL REDES DE COMPUTADORES Convencidos de que o mercado de trabalho, muito mais exigente, vem em busca de recursos humanos especializados, a UNESA, no que tange ao Ensino a Distância - EAD, prima pela formação de profissionais preparados para atender às novas demandas, especialmente voltados para as realidades

403 403 locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra especializada. Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD Pós- Graduação Latu Senso 2012 DIREITO CONSTITUCIONAL MBA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EM MBA EM GESTÃO DA SAÚDE E ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR POLÍTICAS E GESTÃO EM SEGURANÇA PÚBLICA DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL MBA EM BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE MBA EM GESTÃO DE PESSOAS RESPONSABILIDADE CIVIL E DIREITO DO CONSUMIDOR DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR MBA EM FINANÇAS MBA EM MARKETING COMUNICAÇÃO MÍDIAS DIGITAIS EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FÍSICA MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS MBA EM PETRÓLEO E ENERGIAS Os cursos de graduação e superior de tecnológia oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e Sociais Aplicadas, ingressando em na área de conhecimento das Engenharias, com o curso de Graduação em Engenharia da Produção. O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído seguindo tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da qualificação da mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos produtivos do Espírito Santo: petróleo e gás, metal- mecânico, fruticultura, moveleiro, mármore/granito, software, comércio exterior, logística, pesca e turismo. Considerando as indicações Conferência Mundial Educação Superior no século XXI, a UNESA, propõe uma visão e ação na qual prevaleçam, em relação ao ensino superior, a qualidade e a pertinência, onde qualidade esta vinculada à pertinência, o que significa que não há educação superior de qualidade, segundo os participantes da conferência, se sua ação não serve para colaborar com a solução dos problemas na sociedade. Nesse contexto o ensino a distância, como opção para capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra a maior parte de Instituições de Ensino Superior na Capital e em Vila Velha, desfavorecendo o interior. Dessa forma, o polo EAD de Vila Velha é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional e alavancar a

404 404 formação de recursos que suportem a expansão econômica da região garantindo oportunidade para todos. POLO Vitória Endereço: Rua Herwan Modenesi Wanderlei, Jardim Camburi, Vitória - ES 1. Contexto histórico O Polo de Vitoria está localizado no Estado do Espírito Santo que é constituído por 78 (setenta e oito) Municípios e ocupa uma extensão geográfica correspondente a ,571 km. Agrega uma população estimada (2010) de (três milhões, quinhentos e quatorze mil e novecentos e cinquenta e dois) habitantes, sendo o décimo quarto estado em população do Brasil, com uma densidade populacional de 76,2 hab./km 2 e uma taxa de crescimento demográfico de 1,3% ao ano¹. Com 0,54% do território nacional e 1,83% da população do País, o Espírito Santo, segundo dados do "Relatório Produto Interno Bruto (PIB) Espírito Santo 2009", estudo realizado pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado figura como o sexto maior PIB per capita do país, registrando um montante de R$ ,17 por habitante.² 2. A região em indicadores IDH e IDEB O estado apresentou, no ano de 2000, de acordo com o IBGE, um Índice de Desenvolvimento Humano de 0,765 (PNUD), atualmente esse índice está em 0,802 (sendo o 7º melhor IDH entre os estados do Brasil) e trabalha com a projeção de um IDH de 0,869 para 2015,³ elevando o estado a uma categoria de excelência no desenvolvimento humano (considerando longevidade, renda per capita e nível de educação da população capixaba). De acordo com IDH 2000 dois municípios da Região Metropolitana de Vitória figuram com IDH entre os trezentos melhores do País, Vitória é a 18º colocado com índice de nação desenvolvida, 0,856 e Vila Velha é a cidade de número 273 com 0,817 de IDH. As cidades do interior do Estado, todas apresentam IDH abaixo de 0,8. Agua doce do Norte, norte do Estado, figura com o menor IDH: 0,659.³ Considerando a importância da educação no IDH, e a expectativa da excelência desse indicador no estado, o IDEB aponta importante crescimento na qualidade da educação de nível fundamental e médio no Espírito Santo. Enquanto o Brasil cresce 1% de 2009 para 2011, Espirito Santo obteve crescimento de 02%, sendo 4% acima da meta estabelecida para 2011, com 41% das escolas de ensino médio e fundamental adequadas e 10,3% das escolas com nível de excelência³.

405 Inserção Regional do Polo EAD. O crescimento econômico tem impactado favoravelmente a qualidade de vida dos habitantes, no entanto, o notado desenvolvimento da região do Espírito Santo apresenta um grau de especialização e de complexidade muito maior na região metropolitana de Vitória, onde concentramse os melhores indicadores e as melhores oportunidades do estado. Atualmente, a 'Grande Vitória', atingiu uma taxa de urbanização de 98,09% e exerce a função de centralizar algumas atividades de grande escala e de serviços especializados. Estão concentradas nessa Área Metropolitana, aproximadamente, 41% da população, 87% dos empregos do setor serviço, 51% dos veículos de passeio e de transportes registrados no Espírito Santo e 87% da arrecadação². Nesse cenário, o Ensino a Distância na região é de fundamental importância como meio de divisão igualitária de oportunidades, e descentralização. Com vistas às necessidades e novas exigências profissionais do mercado e a descentralização a Universidade Estácio de Sá implementou o Ensino a Distância em Impulsionados pela missão institucional, a UNESA tem como base para a iniciativa as seguintes considerações: A urgência na capacitação de mão de obra especializadas nas mais diversas áreas do conhecimento para atender as demandas do crescimento econômico; a necessidade de especialização de mão de obra no Estado; o retorno ou ingresso inicial de adultos que trabalham, aos bancos do ensino superior; aumento do número de jovens no ensino médio; a migração da população da região do sul da Bahia e norte de Minas Gerais que somam-se aos jovens do interior do Espirito Santo na busca de formação profissional na região metropolitana de Vitória e a consideração da existência da enorme demanda reprimida desses jovens adultos que, por questões econômicas, principalmente, não conseguem se deslocar de seus domicílios para formação profissional. Dessa forma, o ensino a distância vem integrar e facilitar a colaboração entre pessoas distantes geograficamente ou inseridas nos diferenciados contextos dessa região, permitindo que a expansão econômica do Estado possa significar divisão igualitária de renda e oportunidades para uma parte maior da população. Nesse contexto, o polo de Ensino a Distância da UNESA mostra relevância social, uma vez que permite o acesso ao sistema àqueles que vêm sendo excluídos do processo educacional superior por morarem longe das universidades ou por indisponibilidade de tempo nos horários tradicionais de aula, uma vez que não conseguem se locomover de seus domicílios para conclusão dos estudos. Atualmente o Polo Vitória oferece os seguintes cursos de graduação e graduação tecnológicas: (tabelas I e II respectivamente). TABELA I: Graduação EAD - FESV Graduação EAD oferecidos no Polo de Vitória

406 406 Administração Serviço Social Jornalismo Pedagogia Ciências Contábeis Sistemas de Informação Letras Licenciatura História Port./Inglês Engenharia de Produção Pub. E Propaganda Matemática TABELA II: Graduação Tecnológica - FESV Graduação Tecnológica Gestão da Tecnologia Processos Gerenciais Análise e Design Gráfico da Informação Desenvolvimento de Sistemas Gestão Hospitalar Gestão Comercial Gestão Financeira Gestão Pública Gestão de Recursos Logística Gestão e Turismo Humanos Comércio Exterior Gestão Ambiental Marketing Convencidos de que o mercado de trabalho, muito mais exigente, vem em busca de recursos humanos especializados, a UNESA, no que tange ao Ensino a Distância - EAD, prima pela formação de profissionais preparados para atender às novas demandas, especialmente voltados para as realidades locais e regionais cujo crescimento pode ser impactado negativamente por falta de mão de obra especializada. Tabela III Cursos de Pós-Graduação EAD Pós- Graduação Latu Senso 2012 DIREITO CONSTITUCIONAL MBA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA EM MBA EM GESTÃO DA SAÚDE E ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR POLÍTICAS E GESTÃO EM SEGURANÇA PÚBLICA DIREITO PENAL E PROCESSO PENAL MBA EM BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE MBA EM GESTÃO DE PESSOAS RESPONSABILIDADE CIVIL E DIREITO DO CONSUMIDOR

407 407 DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR MBA EM FINANÇAS MBA EM MARKETING COMUNICAÇÃO MÍDIAS DIGITAIS EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FÍSICA MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS MBA EM PETRÓLEO E ENERGIAS Os cursos de graduação e graduação tecnológica oferecidos privilegiam as áreas de Humanas e Sociais Aplicadas, ingressando em na área de conhecimento das Engenharias ofertando o curso de Graduação em Engenharia da Produção. O portfólio de cursos EAD da UNESA foi construído seguindo tendência observada as áreas que receberam maior investimento e a necessidade da qualificação da mão de obra para os diversos serviços operacionais originados dos principais arranjos produtivos do Espírito Santo: petróleo e gás, metal-mecânico, fruticultura, moveleiro, mármore/granito, software, comércio exterior, logística, pesca e turismo. Considerando as indicações Conferência Mundial Educação Superior no século XXI, a Faculdade Estácio de Sá de Vitória, propõe uma visão e ação na qual prevaleçam, em relação ao ensino superior, a qualidade e a pertinência, onde qualidade esta vinculada à pertinência, o que significa que não há educação superior de qualidade, segundo os participantes da conferência, se sua ação não serve para colaborar com a solução dos problemas na sociedade. Nesse contexto o ensino a distância, como opção para capacitação profissional vem de encontro as necessidades do Estado que concentra a maior parte de Instituições de Ensino Superior na Capital e região metropolitana, desfavorecendo o interior. Dessa forma, o polo EAD de Vitória é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional e alavancar a formação de recursos que suportem a expansão econômica da região garantindo oportunidade para todos. POLO: Resende Endereço: Rua Zenaide Vilela, Jardim Brasília, Resende RJ 1. Contexto histórico Resende era habitada originalmente por índios Puris, que a chamavam Timburibá. Em 1744, o bandeirante Simão da Cunha Gago recebeu licença para sua expedição, que chegou à terra batizada, na ocasião, com o nome de "Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre da Paraíba Nova". O desenvolvimento do lugar foi rápido, devido a fatores como estar a meio caminho entre Rio de Janeiro e São Paulo, além da proximidade com a capitania de Minas Gerais. Rapidamente, já

408 408 possuía fábricas de anil, açúcar e plantações variadas. Em 1770, trouxeram-se as primeiras mudas de café, que teve seu plantio incentivado no local. No dia 29 de setembro de 1801, foi instalada a vila de Resende, por ato do 13º vice-rei e segundo conde de Resende, general José Luís de Castro. O município cresceu em torno da cultura do café. O ciclo do café teve ali o seu início e viria a se tornar a base da economia do município. Fontes históricas afirmam que, em 1810, toda a área de Resende se encontrava coberta por cafezais, sendo, nos anos seguintes, o maior centro produtor do Vale do Paraíba e polo irradiador de onde as plantações se expandiram para São Paulo e Minas Gerais e, depois, para o Paraná e o Espírito Santo. É bom lembrar, entretanto, que o território de Resende, no passado, era muito mais extenso, ocupando todo o Vale do Paraíba Fluminense. Em 1848, o município elevou seu status de vila a cidade. Por volta de 1850, houve a crise do café, o que fez com que, com o tempo, as fazendas diversificassem a sua produção. Em 1943, instalou-se, no município, a Academia Militar das Agulhas Negras, a instituição militar que forma oficiais para o Exército Brasileiro. Desde o início do século XX, grandes indústrias têm se instalado em Resende. A partir da década de 1990, têm se instalado, no município e proximidades, grandes montadoras de automóveis. Todos esses fatores tornaram o município um dos mais importantes do estado do Rio de Janeiro. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. Abaixo uma relação dos indicadores do Município: Indicadores IDH 0,809 (RJ: 5º) elevado PNUD/2000 PIB R$ ,290 mil (RJ: 13º) IBGE/2008 ] PIB per capita R$ ,71 IBGE/2008 Características geográficas

409 409 Área 1 113,507 km² [3] População hab. Censo IBGE Densidade Altitude Clima Fuso horário 107,59 hab./km² 407 m tropical de altitude Cwa UTC 3 O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município de Resende no quadro abaixo. 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o RESENDE Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a met A região tem no seu entorno os municípios, Barra Mansa, Itatiaia, Porto Real, Quatis, Areias (SP), Queluz (SP), São José do Barreiro (SP), Bananal (SP), Arapeí (SP), Bocaina de Minas (MG), Passa Quatro (MG), Itamonte (MG), Itanhandu (MG) e Passa-Vinte (MG).Atualmente a região conta com 5 (cinco)

410 410 Instituições de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá, Associação Educacional Dom Bosco (AEDB), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde somente a Universidade Estácio de Sá fornece cursos on line. 3. Inserção regional do Polo EAD Considerada uma das cidades que mais cresce no Estado do Rio, Resende é hoje um município com vocação industrial que atrai a atenção de investidores e empresas de diversas partes do Brasil e do mundo pelas possibilidades que oferece. A principal delas é a sua localização e sua infraestrutura que, aliadas à qualidade de vida dos moradores, transformam Resende num município diferenciado um município cujo maior patrimônio é o seu povo. Resende é uma das cidades de maior crescimento no estado do Rio de Janeiro. Devido a sua localização privilegiada e excelente infraestrutura, o município atrai investidores e empresas de diversas partes do Brasil e do mundo. O produto interno bruto de Resende é o segundo maior da região Sul-Fluminense e está entre os dez maiores do estado. Com sua alta renda per capita, longa expectativa de vida e alto nível de infraestrutura, Resende é apontada como a terceira melhor cidade fluminense, segundo o índice FIRJAN de desenvolvimento. Em Resende, está localizada a sede da TV Rio Sul, emissora afiliada à Rede Globo e que atinge o oeste do estado do Rio de Janeiro. Seu trabalho é de grande importância para o desenvolvimento de toda a região. Resende possui uma rede comercial forte, diversificada e em expansão, [carece de fontes?] com lojas de grandes redes varejistas instaladas nos dois principais centros comerciais e financeiros da cidade: Bairro Campos Elíseos e a Avenida Coronel Adalberto Mendes. Na cidade existem ainda dois grandes shopping centers. Através de investimentos em novas tecnologias e de melhoria do rebanho, a pecuária tornou-se uma importante fonte de renda para Resende, que é um dos maiores produtores de leite do estado. Com um amplo parque industrial em franco desenvolvimento, cuja área total é de de metros quadrados, Resende abriga importantes unidades fabris de grande porte, com destaque para os setores metal-mecânico e químico-farmacêutico. As principais indústrias são: Maschinenfabrik Augsburg-Nürnberg, maior fábrica de caminhões e ônibus do Brasil;Indústrias Nucleares do Brasil, Fábrica de Combustível Nuclear, única indústria de enriquecimento de urânio do país;clariant, indústria de especialidades químicas;pernod Ricard, fábrica de bebidas alcoólicas (terceira maior companhia de bebidas do mundo);grupo Votorantim, usina siderúrgica (é a maior do grupo no Brasil);Furnas Centrais Elétricas, Usina Hidrelétrica do Funil (216MW);Novartis, indústria farmacêuticanissan, Montadora exclusiva dos automóveis Nissan, da plataforma em V.

411 411 Resende é a sede regional do Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) no Sul Fluminense. Resende é a capital da Região das Agulhas Negras, que é considerada uma das mais belas do Brasil. A região é conhecida nacionalmente e internacionalmente pelos seus relevos montanhosos, cachoeiras, rios cristalinos, fauna e flora. A região das Agulhas Negras conta com cerca de 345 hotéis e acomodações. A região é o segundo polo turístico mais visitado do estado do Rio de Janeiro, perdendo apenas para a capital. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como é um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. O Polo Resende da UNESA, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos de Graduação e os cursos Superior de Tecnológica visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente. O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação, pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD.Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (CAMPO GRANDE) Endereço: Estrada do Medanha, Campo Grande, Rio de Janeiro - RJ 1. Contexto histórico O Campus West Shopping fica situado no bairro de Campo Grande, na cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado do Rio de Janeiro. É um bairro da Zona Oeste que fica a 45 km do centro da cidade, de classe média alta com porções de classe média. Sua ocupação remonta a 17 de novembro de 1603,

412 412 devendo-se sobretudo aos inúmeros trabalhos jesuíticos na região. O bairro possui cerca de habitantes de acordo com o Censo 2010, sendo considerado o mais populoso do município do Rio de Janeiro. A Região Campo Grande tem o maior contingente populacional da cidade, e sua região central é uma das mais valorizadas da zona oeste, mas por ser a maior em área territorial, sua densidade líquida é a segunda menor entre as 12 regiões do Rio. Suas áreas verdes, seus grandes espaços livres ainda não ocupados, constituem suas maiores atrações. A região juntamente com Guaratiba representa a última grande fronteira para uma expansão de acordo com suas vocações específicas - manifestas historicamente desde o início da formação da cidade - e para o crescimento harmonioso, devido às potencialidades econômicas e culturais que o ambiente natural lhe proporciona desde os primórdios da sua ocupação. A Região apresenta grande potencial para o desenvolvimento de polos de gastronomia e turismo. Na região está instalada uma base do corpo de fuzileiros navais (Batalhão Toneleiro) e o CIAMPA, onde recentemente participaram do 5º CISME (Jogos Mundiais Militares),abrigando delegações. Campo Grande concentrou o maior número de lançamentos residenciais. O bairro ocupou em 2010 o primeiro lugar em número de lançamentos residenciais no município do Rio de Janeiro - superando os bairros de Jacarepaguá, 2, e Barra da Tijuca e hoje atrai grandes construtoras cariocas. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O bairro ocupa a 82ª posição (dados 2000) dentre os bairros da cidade em relação ao índice de desenvolvimento humano com índice de 0,810. O IDH-L (Longevidade) é de 0,747, IDH-E (Educação) é de 0,931 e IDH-R (Renda) com índice de 0,751. O bairro de Campo Grande possui um dos melhores índices da zona oeste. Os dados sócio demográficos indicam que a região cresceu à acentuada taxa de 22% na década de 1990, a segunda maior taxa de crescimento da cidade, superada somente pela Barra da Tijuca. É a região que tem o maior contingente populacional da cidade, tendo absorvido cerca de novos residentes nessa década. O maior crescimento populacional ocorreu na segunda metade da década: 14%, ou novos moradores. Campo Grande possui uma economia bastante diversa, com áreas rurais, uma zona industrial importante para a cidade e um comércio que tem experimentado crescimento significativo nos últimos anos. O comércio no bairro é auto- suficiente, exercendo atração sobre outras regiões. Além do movimentado e popular Calçadão de Campo Grande, há opções de compras no atacadista Makro, e

413 413 em supermercados como Prezunic, Carrefour, Extra, e em compras, lazer e serviços em modernos shoppings como o West Shopping e o Passeio Shopping. Está previsto ainda para 2013 a inauguração do ParkShopping Campo Grande, do grupo Multiplan. O setor industrial também está em crescimento. Campo Grande possui um Distrito Industrial localizado no quilômetro 43 da Avenida Brasil, abrangendo ainda a Estrada do Pedregoso. A atividade econômica local é composta por cerca de estabelecimentos, 87,2% dos quais são do segmento de comércio e serviços, empregando aproximadamente 49 mil pessoas. O volume de negócios gera R$ 956,9 milhões de ICMS (US$ 221,3 milhões)(2), sexta arrecadação da cidade. Entre as indústrias que se encontram instaladas em Campo Grande estão a AmBev, Refrigerantes Convenção, Carreteiro Alimentos (café, arroz, feijão, grãos, e outros), Guaracamp, Cogumelo (estruturas metálicas), Fredvic (confecção), Lillo (produtos infantis), Michelin, EBSE (soldas elétricas), Superpesa (estruturas metálicas), Dancor (bombas), Ranbaxy (farmacêutica)e Hermes (Compra Fácil), Vesuvius Brasil (produtos refratários para Industria de Aço). O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO - 0,842 Médio IDH IPEA. Relatório do Desenvolvimento Humano 2000 O município do Rio de Janeiro está classificado com um IDH de 0,842, ocupando a 60ª posição no critério do IDH estadual. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo Inep/MEC e busca representar a qualidade da educação a partir da observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o desenvolvimento dos alunos (aprendizado). No tocante à educação, podemos visualizar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) observado para o município do Rio de Janeiro no quadro abaixo. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, 2011 e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 29/08/2012

414 414 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano Ideb Observado Metas Projetadas Municípi o RIO DE JANEIRO Obs: * Número de participantes na Prova Brasil insuficiente para que os resultados sejam divulgados. ** Solicitação de não divulgação conforme Portaria Inep nº 410. *** Sem média na Prova Brasil Os resultados marcados em verde referem-se ao Ideb que atingiu a meta. 3. Inserção regional do Polo EAD Por ser um bairro de grandes extensões faz limite com outros dez bairros da zona oeste: Paciência, Cosmos e Inhoaíba a oeste; Guaratiba, Vargem Grande, Recreio e Jacarepaguá ao sul; Senador Vasconcelos, Senador Camará, Santíssimo e Bangu a leste e mais o município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ao norte. Historicamente, Campo Grande notabilizou-se por ter se desenvolvido de forma independente do resto da cidade. A região do bairro de Campo Grande é uma das que mais cresce em nossa cidade e, portanto, devido as suas peculiaridades e também pelo estudo da demanda de mercado a Universidade Estacio de Sá solicitou o credenciamento o Polo WEST SHOPPING. O Bairro, ponto focal da contextualização do Polo EAD, destaca-se no cenário nacional como receptor de expressivos investimentos, sendo a maior parte deles, distintos do tradicional tecido econômico do Estado nos últimos anos, fortalecendo assim, a necessidade de formação de profissionais para atender a demanda do mercado. Nesse contexto de crescimento, a massa de profissionais qualificados para atender ao mercado não cresce no mesmo ritmo e essa carência de mão de obra faz com que muitos dos novos postos de trabalhos sejam ocupados por profissionais de outras regiões do país. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada

415 415 ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. Num país das dimensões do Brasil, o uso da tecnologia da informação é um recurso indispensável para a melhoria da qualidade de vida da população e para a redução das desigualdades sociais. POLO: RIO DE JANEIRO (Recreio) Endereço: Recreio dos Bandeirantes, Av. Alfredo Baltazar da Silveira, 580, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ 1. CONTEXTO HISTÓRICO O Polo Recreio fica situado no bairro Recreio na cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado do R Recreio dos Bandeirantes, ou Recreio, é um bairro localizado na região administrativa da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. É um bairro nobre, onde a maioria dos moradores são de classe alta. Faz divisa a leste com o bairro da Barra da Tijuca, a norte com Vargem Grande e Vargem Pequena, a oeste com Grumari e Guaratiba, e a sul com o Oceano Atlântico. Sua vegetação nativa é composta de restingas, de muito areal e pântano, e também por isso esta região permaneceu isolada durante muito tempo. Localizado no estado do Rio de Janeiro, que é uma das 27 unidades federativas do Brasil, com uma área de ,054 km², apesar de ser o 3º menor estado concentra 8,4% da população do Brasil, figurando se como o estado com maior densidade demografica, conseguentemente é a segunda cidade mais populosa. Situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais ao norte e noroeste, Espírito Santo a nordeste e São Paulo a sudoeste, e com o Oceano Atlântico a leste e sul. O Rio de Janeiro é um dos principais centro cultural do país, tendo a cidade do Rio de Janeiro como capital e onde esta inserido o Polo do RECREIO. É a cidade Brasileira mais conhecida no exterior sendo uma das principais rotas de turismo no mundo, sendo o principal destino turístico na américa latina e em todo hemisfério sul, conhecida por diversos ícones culturais e paisagísticos, sendo declarada decratada pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade, com os sigueintes pontos turísticos: Pão de Açúcar, morro do Corcovado onde encontra se estátua do Cristo Redentor, com praias lindissinmas como as dos dos bairros de: Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, além de termos construções históricas e de referência mundial, como: Estádio do Maracanã, Estádio Olímpico

416 416 João Havelange, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, além de regiões de grende verde como as florestas: da Tijuca e da Pedra Branca, a Quinta da Boa Vista, a Biblioteca Nacional, a ilha de Paquetá, e com movimentos culturais que fazem parte do calendário mundial, o réveillon de Copacabana, o carnaval carioca, a Bossa Nova e o samba. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04). No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) do Rio de Janeiro (ano 2000), considerado "elevado" pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é de 0,842.

417 417 Considerando apenas a educação o índice é de 0,933 (muito elevado), o índice da longevidade é de 0,754; e o de renda é de 0,840. A renda per capita é de ,92 reais. Recreio dos Bandeirantes foi o bairro que mais avançou no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), passando de 0,794 em 1991 para 0,894 em 2000, o 31º melhor da cidade do Rio de Janeiro, agreditando se já ser um indice defasado, por causa da expectativa de vida que é de 72,55 anos de idade, com IDH-L de 0,793, IDH-E de 0,939, e um IDH-R de 0,952, o que apresenta uma renda per capita de 1166,18. IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região.quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro. MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM Ideb Observado Metas Projetadas Estado Rio Janeiro de IDEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. [ O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição. 3. Inserção Regional do Polo Ead Recreio dos Bandeirantes, ou somente Recreio, é um bairro localizado na região administrativa da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, fazendo divisa a leste com a Barra da Tijuca, a norte com Camorim, Vargem Pequena e Vargem Grande, a oeste com

418 418 Grumari, Barra de Guaratiba e Guaratiba, e ao sul o Oceano Atlântico. Possui uma área territorial de km² e uma população de habitantes (dados de 2010) divididos em domicílios, sendo conhecido pela tranquilidade, ambientalismo, suas praias e a prática de surf. É o bairro do Rio de Janeiro que tem crescido mais rapidamente nos últimos anos. Em 1980 tinha habitantes, e em 1991, tinha habitantes. Sofreu uma explosão populacional a partir da década de , passando de habitantes em 2000 para habitantes em O bairro característica de sustentabilidade com explícita vocação ambiental com praias mais limpas, reservadas, como as praias: do Recreio, do Pontal, da Macumba, e Prainha. Além disso 1/3 de extensão da Praia da Reserva e a Praia do Abricó, além de reservas ambientais, como Parque Chico Mendes, Parque Marapendi, Parque Municipal da Prainha, bosques e praças bem arborizadas, entre elas a Praça Tim Maia localizada próxima a Pedra do Pontal. Suas ruas também são muito arborizadas e seus prédios, via de regra, apresentam belos jardins. Nele também encontramos uma grande extensão de ciclovias. O Recreio é muito famoso entre surfistas, skatistas, hippies e ecologistas, tanto pelas ondas e clima tranquilo quanto pela flora e fauna. O bairro ainda permite grande contato e convívio harmônico com a fauna local, não sendo rara a presença de jacarés-de-papo-amarelo, capivaras, biguás, saguis, jacutingas, tiês-sangue em seus canais, parques e eventualmente em suas ruas. O bairro do Recreio por suas características e peculiaridades tem atrai grandes empresas e já possui uma rede extensa e diversificada de comércio, com grandes shoppings e hipermercados, colégios e universidades tradicionais, opções de lazer, inúmeros bares, cafés, churrascarias, steakhouses, pizzarias, restaurantes, além dos quiosques localizados no maior cartão postal do bairro, a praia. Além disso, o setor de construções de alto padrão continua em alta no bairro, que já é considerado um dos mais nobres da cidade. A rede de transportes vem se modernizado a cada dia, com a presença da Linha Amarela e aumento de linhas de ônibus, e agora a Bus Rapid transport (BRT) que liga o bairro a outros bairros com maior velocidade e comodidade. Muitos artistas também têm optado por morar no bairro. O bairro sofre com a favelização com a favela do Terreirão, uma favela de porte baixo, e a Favela do Canal do Cortado, no interior do Recreio, na divisa com as Vargens. Os principais problemas agregados a elas são a prática de construções irregulares, invasões e desmatamento de áreas protegidas, uso ilegal de área pública e a poluição do Canal das Taxas e do Canal do Cortado, além de problemas de segurança pública. A maioria dos eventos dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, será realizada em áreas vizinhas ao Recreio, assim como a Vila Olímpica, que ficará a 5 minutos do bairro. Devido a isso estão sendo realizadas diversas obras públicas que visam a melhoria do transporte, saneamento e urbanização do Recreio dos Bandeirantes.

419 419 O Polo Recreio da Universidade Estácio de Sá, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Dessa forma, a educação a distância (EAD) apresenta-se como um importante instrumento para a produção e socialização do conhecimento nas várias esferas da sociedade. A modalidade citada ultrapassa as barreiras de tempo e espaço, oferecendo a oportunidade de inclusão social e cumprindo assim o seu papel de formar profissionais aderentes à demanda do mercado, fomentando o desenvolvimento da região. POLO: RIO DE JANEIRO( SULACAP) Endereço: Jardim Sulacap, Av. Marechal Fontenelle, Rio de Janeiro RJ 1. CONTEXTO HISTÓRICO O polo Sulacap está situado no bairro Jardim Sulacap na cidade do Rio de Janeiro no estado do Rio de Janeiro. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. O Polo EAD está localizado no Bairro Jardim Sulacap na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como: os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o

420 420 Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de ,054 km2. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente rio ). Carioca é o gentílico da cidade do Rio.. 1. A região em indicadores IDH e IDEB O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04). No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobras e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) O Polo Sulacap, funciona dentro da Universidade Estácio de Sá Sulacap no município do Rio de Janeiro, cuja população está estimada em, aproximadamente, de habitantes, segundo dados do, Censo 2010.

421 421 O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolvimento de uma população além da dimensão econômica. É calculado com base na: renda familiar per capita, expectativa de vida dos moradores e taxa de alfabetização de maiores de 15 anos. IDH (Índice de Desenvolvimento Humano. EM 0,800 CONSIDERADO ALTO). O INDICE VARIA DE 0 ATÉ 1, SENDO CONSIDERADO: Baixo de zero 0, e 0,499; Médio, de 0,500 a 0,799; alto, quando maior ou igual a 0,800. Logo o IDH do Jardim Sulacap é de 0,856. IDH serve, para saber e conhecer melhor realidade de cada região, ajudando assim aos governantes saberem quais regiões que precisam de mais recursos, para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nesta região. Quadro 1: IDEBs observados em 2005, e metas para a rede municipal do Município do Rio de Janeiro.MEC - INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira atualizado em 14/08/2012 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 4ª série / 5º ano 8ª série / 9º ano 3ª série EM Ideb Observado Metas Projetadas Estado Rio Janeiro de IDEB O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - é um indicador criado pelo Governo Federal para medir a qualidade do ensino nas escolas públicas. O último e atual Ideb de 2009 declara a nota do Brasil sendo 4,6 nos anos iniciais e 4,0 nos anos finais com mais 3,6 no Ensino Médio. De acordo com essa nota, o Brasil é considerado um país com má qualidade de ensino, sendo que a nota meta para um ensino de boa qualidade é 6,0. O Rio de janeiro no ensino fundamental até o ano de 2009 ocupava a 10ª posição, no ensino médio até o ano de 2009, ocupava a 16ª posição. Janeiro. 2. Inserção regional do Polo EAD Jardim Sulacap é um bairro de classe média e media-alta da Zona Oeste do município do Rio de

422 422 O bairro, localizado na região que pertencia à antiga fazenda dos Afonsos, tem como origem o projeto de arruamento e loteamento do Jardim Sulacap, feito em 1951, de propriedade da Cia Sul América Capitalização S.A., junto a estrada Intendente Magalhães e ao Campo dos Afonsos. Atravessado pela Avenida Alberico Diniz e pela estrada do Japoré - que interligam Marechal Hermes a Realengo. A renda média das famílias é de 5,9 salários mínimos e o índice de alfabetização dos moradores é de 100%.É um bairro bucólico, onde há predominância da natureza. Jardim Sulacap possui três praças principais e dá acesso a Jacarepaguá pela estrada do Catonho, que percorre a área montanhosa no vale entre as serras do Valqueire e do Engenho Velho. Nele situase o cemitério Parque Jardim da Saudade, o primeiro do gênero no município e no Brasil. Nas últimas décadas o bairro tem experimentado um grande crescimento urbano, com consolidação do comércio e indústria de serviços. As forças armadas, sobretudo a FAB, são responsáveis por uma vila residencial no bairro que abriga alguns militares do Campo dos Afonsos. A região tem no seu entorno os Munícipios da baixada: Nova Iguaçu, Caxias, Queimados, São João de Meriti e os bairros da zona Oeste: Santa Cruz, Barra da Tijuca, Recreio, Jacarepaguá. Na maioria desses Municípios estão inseridos a Instituição de Ensino Superior Universidade Estácio de Sá (A maioria ofertando cursos na modalidade EAD). O Polo da Estácio, atua com o compromisso de inserir na sociedade indivíduos capacitados para uma melhor inserção no mercado de trabalho. Os diversos cursos que são oferecidos, tais como: os cursos da Graduação l: Administração, Ciências Contábeis, Marketing, Pedagogia, Letras, Serviço Social E Sistema de Informação e, os cursos Superior de Tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Comércio Exterior, Design Gráfico, Gestão Ambiental, Gestão Comercial, Gestão Tecnologia da Informação, Gestão de Recursos Humanos, Gestão Financeira, Gestão Hospitalar, Gestão Pública, Logística, Maketing e Processos Gerenciais. Visam atender uma demanda de mercado que é cada vez mais crescente O Polo, investe na infraestrutura, tais como biblioteca, aparelhos de mídia, iluminação, pinturas, aparelhos de ar-condicionado e laboratórios de mídias, etc. e no seu corpo social oferecendo cursos de especialização na modalidade EAD.Estes investimentos no Polo, passam a ser um somatório para o resultado final que é a formação do aluno no ensino superior de qualidade a inserção desse aluno no mercado de trabalho. POLO: RIO DE JANEIRO (Tom Jobim) Endereço: RJ, Rio de Janeiro, Barra da Tijuca, Av. das Américas 1. Contexto histórico

423 423 O Campus Tom Jobim,fica situado no bairro da Barra da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado do Rio de Janeiro. A cidade Rio de Janeiro foi fundada em 1565 por Estácio de Sá, com o nome de São Sebastião do Rio de Janeiro, em homenagem ao então Rei de Portugal, D. Sebastião. O Polo EAD está localizado na barra da Tijuca da cidade do Rio de Janeiro, cidade situada na região sudeste do Brasil, que já foi a capital do País. Conhecida mundialmente pelas belezas naturais e por ter a maior floresta urbana do Mundo, e tem o carnaval como evento que coloca mais uma vez a cidade em destaque, seja com apresentações de desfiles no sambódromo ou com o histórico carnaval de rua. A população do Rio que sempre recebeu de braços abertos seus turistas, assim como a famoso monumento do cristo redentor. O Rio de Janeiro que já durante há muito tempo serviu de moradia para família imperial, atualmente é a segunda cidade mais populosa do Brasil, após São Paulo. A cidade do Rio de Janeiro se destaca no Brasil por suas belezas naturais, pelo seu centro histórico e pelo futebol. Podemos encontrar a influência portuguesa em muitos aspectos culturais da cidade, tais como: os diversos monumentos arquitetônicos, bem como, os de origem Afros. Isso reflete uma situação em práticas culturais que são comemoradas. O centro histórico do Rio de Janeiro é conhecido pelo arquitetura colonial, com monumentos históricos que datam do século 17 através dos séculos 19 e muitos desses monumentos foram tombados como patrimônio histórico. Salvador is located on a small, roughly triangular peninsula that separates Todos os Santos Bay from the open waters of the Atlantic Ocean. O Rio de janeiro situa-se na porção leste da região Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste), Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de ,054 km2. Os naturais do estado do Rio de Janeiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente rio ). Carioca é o gentílico da cidade do Rio. 2. A região em indicadores IDH e IDEB O Rio de janeiro tem contribuído muito para o aumento do PIB do país; ao longo dos anos muitas empresas foram aumentando sua produção e outras empresas foram se instalando no estado. O Rio é o segundo maior PIB do Brasil, ficando apenas atrás do estado de São Paulo. Detém também o 30 maior PIB do planeta, segundo dados do IBGE, foi de cerca de R$ EM O SETOR DE SERVIÇOS ABARCA A MAIOR PARCELA DO PIB (65,52%), SEGUIDO PELA

424 424 ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS (23,38%), PELA ATIVIDADE INDUSTRIAL (11,06) E PELO AGRONEGÓCIO (0,04). No Rio estão sediadas as duas maiores empresas brasileiras a Petrobrás e a Vale-, o maior grupo de mídia e comunicações da América Latina as Organizações Globo - e as empresas de telecomunicações: OI, TIM, EMBRATEL, CLARO, NET. No setor de petróleo, verifica-se um arranjo consentâneo de mais de 700 empresas, dentre as quais as maiores do Brasil (Shell, Esso, Ipiranga, Chevron Texaco, El Paso e Repsol YPF). O que também destacará a cidade em um dos setores da economia como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em O que torna parte da cidade um canteiro de obras para receber estes eventos. como o turismo, principalmente no aumento de turistas, com a chegada da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em PIB: Economia PIB (em reais) PIB per capita (em reais) O Índice de Desenvolvimento Humano IDH do Município permite medir o desenvolviment