Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC"

Transcrição

1 Organização e Gestão de Cooperativas ESAPL / IPVC

2 O Código Cooperativo Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro Algumas notas sobre o Capítulo I Disposições Gerais

3 Artigo 2º Noção 1. As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. 2. As cooperativas, na prossecução dos seus objectivos, podem realizar operações com terceiros, sem prejuízo de eventuais limites fixados pelas leis próprias de cada ramo.

4 A Declaração da Aliança Cooperativa Internacional sobre Identidade Cooperativa, aprovada no Congresso de Manchester de 1995, inicia-se com a seguinte definição de Cooperativa: Uma cooperativa é uma associação autónoma de pessoas, que se unem, voluntariamente, para satisfazer necessidades e aspirações económicas, sociais e culturais comuns, através de uma empresa de propriedade conjunta e democraticamente controlada.

5 1ª Grande Questão: Será que uma Cooperativa é, de facto, uma Empresa? Sem dúvida! Apenas no aspecto funcional é que as cooperativas são distintas das outras empresas. A cooperativa é uma empresa, mas uma empresa diferente, porque a actividade exercida em ordem à produção ou troca de bens ou serviços não tem como destinatários terceiros, mas sim os próprios membros da cooperativa. São estes os destinatários das operações sociais, da actividade empresarial, e esta faceta confere uma contextura diferente à empresa. A actividade empresarial destina-se a satisfazer directamente certas necessidades dos membros da cooperativa, isto é, dos empresários, e não, como na empresa capitalista, a atribuir a estes ganhos com os quais procurarão depois os bens ou serviços de que necessitam.

6 2ª Grande Questão: Então e a questão do Lucro? O Código Cooperativo refere, como se viu, que as cooperativas são organizações sem fins lucrativos. Mas esta afirmação não permite afirmar, como por vezes e de forma errada se pretende, que as cooperativas sejam sociedades sem fins lucrativos stricto sensu. Da forma como a Lei se encontra redigida, o que de facto se diz é que as cooperativas são sociedades de fins não lucrativos. Significa isto que o que a cooperativa visa é satisfazer necessidades, de diferentes tipos, dos seus associados; e o que ela não visa é o lucro pelo lucro. O que não impede, porém, que o tenha, como é normal numa economia de mercado e, eventualmente, que ele seja desejável, na medida em que tal lucro possa ser um instrumento útil à melhor satisfação do objecto da cooperativa.

7 3ª Grande Questão: Se são pessoas colectivas, são Sociedades? As Sociedades têm figura jurídica independente das cooperativas na legislação portuguesa. Um contrato de sociedade é aquele pelo qual duas ou mais pessoas se obrigam a contribuir com bens e serviços para o exercício em comum de uma actividade económica, que não seja de mera fruição, a fim de repartir os lucros resultantes dessa actividade. Então só um elemento levanta dúvidas: o da repartição dos lucros. Mas sobre isso já se falou. Se considerarmos em vez do conceito de lucro, outro mais alargado de proveito económico, já a dúvida deixa de ter razão de ser. A cooperativa deve ser gerida de modo a que as receitas equilibrem as despesas e, se um excedente de exercício for apurado, ele representa uma quantia que pode ser devolvida aos cooperadores a título de retorno, em função das operações económicas realizadas pelos membros com a cooperativa ou do trabalho e serviços por estes prestado.

8 4ª Grande Questão: Se são Empresas, idênticas a Sociedades, e até se pode falar de Lucro, que tipo de empresas são e quem é o empresário? O suporte da empresa cooperativa é sempre uma associação de pessoas. Está assim decomposta a instituição cooperativa nos seus dois elementos essenciais: a associação e a empresa. O primeiro elemento (associação) é o sujeito activo que gere a empresa e, simultaneamente, é o seu destinatário (princípio da dupla qualidade) O segundo elemento (empresa) é o meio instrumental usado pelo primeiro para o desenvolvimento das finalidades da instituição cooperativa. Sendo o suporte da empresa cooperativa uma múltipla associação de pessoas, temos de concluir que o ente cooperativo é uma forma de organização colectiva de produção, sendo a empresa cooperativa e a própria cooperativa uma empresa colectiva.

9 5ª Grande Questão: Se o Empresário é a Sociedade, qual a verdadeira especificidade da cooperativa, relativamente à empresa capitalista, no que toca ao Empresário? A empresa cooperativa reúne na mesma pessoa qualidades antagónicas que a empresa capitalista separa. A cooperativa permite a quem quer que se torne seu membro investir-se de uma qualidade que antes estava em conflito com aquela que o identificava como um determinado sujeito económico, colocado face a certas necessidades numa posição tal que o obrigava, para as satisfazer, a depender estreitamente de outrem.

10 RESUMINDO: As cooperativas devem ser consideradas como Sociedades de Pessoas, em contraposição às Sociedades de Capitais. Nas sociedades cooperativas, a pessoa do sócio e os vínculos pessoais do sócio face à empresa cooperativa ocupam o primeiro plano. A participação financeira do sócio, se bem que importante, é relegada para um plano secundário face à sua intervenção pessoal (participação activa do sócio na vida da sociedade cooperativa, utilização das respectivas instalações e serviços). A actual noção de cooperativa assenta em quatro características distintivas das dos demais tipos de pessoas colectivas: duas de características formais: a variabilidade do capital social; a variabilidade da composição societária duas de natureza substantiva: o objecto da cooperativa; o modo de realizar esse objecto, ou seja, o modo de gestão da empresa cooperativa.

11 Ainda Outra Questão: Que se entende por essas características de variabilidade do capital social e de composição? Significa simplesmente que: a admissão de membros; a demissão de membros; o aumento do capital social, e a redução do capital social, Não exigem uma alteração do pacto social nem as inerentes obrigações de registo e publicações.

12 Uma Última Questão: Qual o significado da referência a Operações com Terceiros? Note-se que as cooperativas visam a satisfação de necessidades dos seus membros, e não de outros. Na legislação anterior à actual, as Operações com Terceiros eram apenas admitidas se se revestissem de natureza Complementar, ou seja, residual, acessória. A legislação actual aceita-as sem reservas, não só porque no actual mercado aberto e cada vez menos receptivo a medidas proteccionistas, impedir as cooperativas de nele concorrer sem restrições significaria, desde logo, diminuir a sua capacidade concorrencial, mas também porque a situação anterior era absolutamente inexequível. Note-se ainda, e apesar de tudo, que se admite que as Operações com Terceiros venham a ser objecto de limitações na legislação sectorial dos diferentes ramos do sector cooperativo.

13 Artigo 3º Princípios Cooperativos As cooperativas, na sua constituição e funcionamento, obedecem aos seguintes princípios cooperativos, que integram a declaração sobre a identidade cooperativa adoptada pela Aliança Cooperativa Internacional: 1º Princípio - Adesão voluntária e livre (...) 2º Princípio - Gestão democrática pelos membros (...) 3º Princípio - Participação económica dos membros (...) 4º Princípio - Autonomia e independência (...) 5º Princípio - Educação, formação e informação (...) 6º Princípio - Intercooperação (...) 7º Princípio - Interesse pela comunidade (...)

14 Afinal, o que são os Princípios Cooperativos? São, no seu conjunto, o sangue do movimento cooperativo. Derivam dos valores que inspiraram o movimento desde os primórdios, moldam as estruturas e determinam as atitudes que levam às perspectivas distintas do movimento. São linhas de orientação pelas quais os cooperadores lutam para desenvolver as suas organizações cooperativas. São, na essência, princípios práticos, moldados por gerações de experiência, bem como por pensamento filosófico. São por isso elásticos, aplicáveis em vários graus nos diferentes tipos de cooperativas e nas diferentes situações. Requerem que os cooperadores tomem decisões, no que há natureza democrática das suas organizações diz respeito, nos papéis dos diversos detentores de partes sociais, e na distribuição dos excedentes gerados.

15 Qual a importância dos Princípios Cooperativos no processo legislativo? Os princípios cooperativos só adquirem força jurídica própria, quando são incorporados, directa ou indirectamente, na ordem jurídica através de um preceito legal que lhes homologue o sentido. Deve contudo salientar-se que eles não são pura matéria extrajurídica que apenas ascende ao direito por força de um acto formal legislativo. Eles são regras que decidem da possibilidade de uma estrutura organizativa pertencer à ACI (Aliança Cooperativa Internacional), tendo validade potencialmente universal, em paralelo com o âmbito da Aliança, e nessa medida exercem uma macro-influência junto dos legisladores e dos poderes do Estado. São regras que vão dando forma e perfil à vida das organizações cooperativas, exercendo um elevado número de pequenas influências que condicionam a actividade legislativa, pois ao tornarem-se parte da identidade cooperativa constituem-se na realidade que o legislador tem de reconhecer como facto, ao legislar sobre ela.

16 Qual a relevância dos Princípios Cooperativos na legislação Portuguesa? Resulta directamente do disposto no n.º 2 do artigo 61º da Constituição da República Portuguesa: A A todos é reconhecido o direito à livre constituição de cooperativas, desde que observados os princípios pios cooperativos Mas a que princípios cooperativos se refere a Constituição da República Portuguesa? De facto a formulação que lhes foi dada pela ACI está longe de ser a única possível. Mas tem sido largamente dominante o ponto de vista que sustenta a identidade plena entre os princípios adoptados pela ACI e os que são consagrados na CRP. Daí que eles tenham acabado por ser integralmente integrados na Lei (Código Cooperativo).

17 Artigo 4 Ramos do sector cooperativo 1. Sem prejuízo de outros que venham a ser legalmente consagrados, o sector cooperativo compreende os seguintes ramos: a) Consumo; b) Comercialização; c) Agrícola; d) Crédito; e) Habitação e construção; f) Produção operária; g) Artesanato; h) Pescas; i) Cultura; j) Serviços; l) Ensino; m) Solidariedade social. 2. É admitida a constituição de cooperativas multissectoriais, que se caracterizam por poderem desenvolver actividades próprias de diversos ramos do sector cooperativo, tendo cada uma delas de indicar no acto de constituição por qual dos ramos opta como elemento de referência, com vista à sua integração em cooperativas de grau superior.

18 Principais aspectos relativos ao Art. 4º O critério adoptado para a divisão por ramos carece de qualquer fundamento doutrinário ou pragmático. A principal relevância desta classificação traduz-se na aplicação de um vasto leque de diplomas legais complementares, que constituem os diferentes regimes jurídicos de cada ramo cooperativo. O Ramo Solidariedade Social constitui neste diploma um ramo novo. Anteriormente, cabia ao ramo das Cooperativas de Prestação de Serviços desenvolver actividades na área da solidariedade social. O actual Código Cooperativo uniformiza os conceitos de multisectorialidade e de polivalência inscritos no diploma anterior, aproximando-o do primeiro e retirando a natureza subsidiária às actividades desenvolvidas para além do objecto principal. A existência de cooperativas multisectoriais, prevista no n.º 2, obriga esse tipo de cooperativas à escolha de um ramo como elemento de referência, com vista à sua integração em cooperativas de grau superior. Ficam assim salvaguardadas questões de representatividade das federações e confederações de cooperativas.

19 Artigo 5º Espécies de cooperativas 1. As cooperativas podem ser do primeiro grau ou de grau superior. 2. São cooperativas do primeiro grau aquelas cujos membros sejam pessoas singulares ou colectivas. 3. São cooperativas de grau superior as uniões, federações e confederações de cooperativas.

20 Principais aspectos relativos ao Art. 5º Uma vez que a Lei admite a constituição de uma cooperativa de primeiro grau tendo exclusivamente como membros pessoas colectivas (cooperativas ou outras), a distinção entre cooperativas de primeiro grau e de grau superior é feita em função, não dos membros, mas do seu objecto social (ou finalidades, como usa o presente Código Cooperativo para as cooperativas de grau superior artigos 82º e 85º) Art. 2º - Noção de Cooperativa (...) visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles. Art. 82º - Uniões de Cooperativas (...) 3. As uniões têm finalidades de natureza económica, social, cultural e de assistência técnica. Art. 85º - Federações de Cooperativas (...) 6. As federações têm finalidades de representação, de coordenação e de prestação de serviços, podendo exercer qualquer actividade permitida por lei e consentânea com os princípios cooperativos.

21 Artigo 6º Régies cooperativas 1. É permitida a constituição, nos termos da respectiva legislação especial, de régies cooperativas, ou cooperativas de interesse público, caracterizadas pela participação do Estado ou de outras pessoas colectivas de direito público, bem como, conjunta ou separadamente, de cooperativas e de utentes dos bens e serviços produzidos. 2. O presente Código aplica-se às régies cooperativas em tudo o que não contrarie a respectiva legislação especial. (*) (*) - Decreto-Lei n.º 31/84, de 21 de Janeiro

22 Artigo 7.º Iniciativa cooperativa 1. Desde que respeitem a lei e os princípios cooperativos, as cooperativas podem exercer livremente qualquer actividade económica. 2. Não pode, assim, ser vedado, restringido ou condicionado, às cooperativas o acesso e o exercício de actividades que possam ser desenvolvidas por empresas privadas ou por outras entidades da mesma natureza, bem como por quaisquer outras pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos. 3. São aplicáveis às cooperativas, com as adaptações inerentes às especificidades resultantes do disposto neste Código e legislação complementar, as normas que regulam e garantem o exercício de quaisquer actividades desenvolvidas por empresas privadas ou por outras entidades da mesma natureza, bem como por quaisquer outras pessoas colectivas de direito privado sem fins lucrativos. 4. Os actos administrativos contrários ao disposto nos números anteriores ou aos princípios neles consignados estão feridos de ineficácia.

23 Principais aspectos relativos ao Art. 7º O Código Cooperativo toma posição clara sobre a liberdade de actuação das cooperativas. Este artigo, na mesma linha de fidelidade à disposição constitucional que reconhece a todos o direito à livre constituição de cooperativas, afirma o que nem sempre é respeitado em processos administrativos o direito das cooperativas exercerem livremente qualquer actividade económica. A única limitação estabelecida pelo Código a esta iniciativa cooperativa é a lei e os princípios cooperativos. É particularmente importante o disposto no n.º 4, particularmente quando tão frequentemente se encontram forças que procuram impedir a livre constituição e funcionamento das cooperativas, alegando possuírem estas hipotéticas inadequações ao exercício de determinadas actividades ou uma incapacidade para responderem a determinadas exigências económicas.

24 Artigo 8º Associação das cooperativas com outras pessoas colectivas 1. É permitido às cooperativas associarem-se com outras pessoas colectivas de natureza cooperativa ou não cooperativa, desde que daí não resulte perda da sua autonomia. 2. Nas cooperativas que resultem exclusivamente da associação entre cooperativas, ou entre estas e pessoas colectivas de direito público, o regime de voto poderá ser o adoptado pelas cooperativas de grau superior. 3. Não podem adoptar a forma cooperativa as pessoas colectivas resultantes da associação de cooperativas com pessoas colectivas de fins lucrativos.

25 Principais aspectos relativos ao Art. 8º O conceito de associação consignado neste artigo, nada tem a ver com as figuras de cooperativas de segundo grau uniões, federações e confederações de cooperativas reguladas por outros artigos deste Código. Permite-se então a associação de cooperativas com: outras cooperativas pessoas colectivas doutra natureza associações, sociedades comerciais, sociedades civis A forma jurídica dessa associação pode ser: cooperativa associação de cooperativas entre si ou de cooperativas com pessoas colectivas de fins não lucrativos outra obrigatória para a associação de cooperativas com pessoas colectivas de fins lucrativos. O n.º 2 consagra a única forma de existência de voto plural numa cooperativa de primeiro grau.

26 Artigo 9 Direito subsidiário Para colmatar as lacunas do presente Código, que não o possam ser pelo recurso à legislação complementar aplicável aos diversos ramos do sector cooperativo, pode recorrer-se, na medida em que se não desrespeitem os princípios cooperativos, ao Código das Sociedades Comerciais, nomeadamente aos preceitos aplicáveis às sociedades anónimas.

CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo

CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo CÓDIGO COOPERATIVO - Quadro Comparativo Nota Prévia: O presente quadro comparativo destina-se a facilitar uma leitura das alterações que novo Código Cooperativo (aprovado pela Lei n.º 119/2015 de 31 de

Leia mais

Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro

Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro Regime Jurídico das Cooperativas de Ensino Decreto-Lei nº 441 A/82 de 6 de Novembro ARTIGO 1º Âmbito As cooperativas de ensino, abreviadamente e suas organizações de grau superior regem-se pelas disposições

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1)

O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) 1/9 O Princípio da hierarquia dos planos e efeitos da aprovação de um Plano Regional Num Plano Municipal (1) Susana Alcina Ribeiro Pinto Docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras

Leia mais

AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL. Projeto de Lei Nº 368/XII

AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL. Projeto de Lei Nº 368/XII AUDIÇÃO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E PODER LOCAL Projeto de Lei Nº 368/XII Protecção dos direitos individuais e comuns à água O projecto de Lei para Protecção dos direitos

Leia mais

Dossiê de Preços de Transferência

Dossiê de Preços de Transferência Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades

Leia mais

As E.P.E. S do Sector da Saúde:

As E.P.E. S do Sector da Saúde: As E.P.E. S do Sector da Saúde: A) O que são. B) A função que desempenham. C) O Sector Público de que não fazem parte. D) Onde estão integradas. E) Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas. F) Síntese.

Leia mais

F O R M A Ç Ã O. Código dos Contratos Públicos

F O R M A Ç Ã O. Código dos Contratos Públicos F O R M A Ç Ã O Código dos Contratos Públicos Noel Gomes Código dos Contratos Públicos 1. Âmbito (artigo 1.º) O Código dos Contratos Públicos (CCP), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29.01, estabelece

Leia mais

Entidade Visada: Secretaria de Estado da Educação Assunto: Faltas para comparência a reuniões sindicais realizadas fora do local de trabalho.

Entidade Visada: Secretaria de Estado da Educação Assunto: Faltas para comparência a reuniões sindicais realizadas fora do local de trabalho. Entidade Visada: Secretaria de Estado da Educação Assunto: Faltas para comparência a reuniões sindicais realizadas fora do local de trabalho. 1. A F... solicitou a intervenção do Provedor de Justiça, por

Leia mais

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social

Projecto de Lei nº 68/XII. Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Tribunal de Contas I. RELATÓRIO II. FUNDAMENTAÇÃO PROCESSO Nº 86/2015 FACTOS. Relatora: Helena Abreu Lopes

Tribunal de Contas I. RELATÓRIO II. FUNDAMENTAÇÃO PROCESSO Nº 86/2015 FACTOS. Relatora: Helena Abreu Lopes Não transitado em julgado ACÓRDÃO N.º 5/2015-10.FEV-1ªS/SS PROCESSO Nº 86/2015 Relatora: Helena Abreu Lopes Acordam os Juízes do Tribunal de Contas, em Subsecção da 1.ª Secção: I. RELATÓRIO 1. A Junta

Leia mais

Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado. Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD)

Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado. Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD) Decreto-Lei n.º 193/73, de 30 de Abril - Revogado Reestruturação do Fundo de Fomento do Desporto (FFD) Artigo 1.º...2 Artigo 2.º...3 Artigo 3.º...3 Artigo 4.º...3 Artigo 5.º...3 Artigo 6.º...4 Artigo 7.º...4

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada ESTATUTOS DA COOPERATIVA ANTÓNIO SÉRGIO PARA A ECONOMIA SOCIAL Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada Artigo 1.º Denominação A cooperativa de interesse público adopta a denominação

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios

Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007. Conteúdo e desafios Tratado de Lisboa 13 Dezembro 2007 Conteúdo e desafios Os Tratados Tratado de Paris (CECA) 18 de Abril de 1951 Tratados de Roma (CEE e CEEA) 25 de Março de 1957 Acto Único Europeu 17 de Fevereiro 1986

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 9º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 9º. Enquadramento - Concessão do Direito de Construção, Gestão e Exploração Comercial, em Regime de Serviço Público, da Plataforma Logística. Processo:

Leia mais

OBSERVATÓRIO. Diploma Ministerial incoerente,ilegal e anti-constitucional. Sobre o Registo de Cartões SIM

OBSERVATÓRIO. Diploma Ministerial incoerente,ilegal e anti-constitucional. Sobre o Registo de Cartões SIM OBSERVATÓRIO de Suplemento do Boletim informativo - CIP Newsletter Edição 7 Sobre o Registo de Cartões SIM Diploma Ministerial incoerente,ilegal e anti-constitucional Em 15 de Setembro de 2010, foi publicado

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL 6910 Diário da República, 1.ª série N.º 187 25 de Setembro de 2009 Artigo 110.º Entrada em vigor 1 O presente decreto -lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. 2 O certificado de conformidade

Leia mais

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira

Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de

Leia mais

Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA.

Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA. Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 163/X PROÍBE AS DISCRIMINAÇÕES NO EXERCÍCIO DE DIREITOS POR MOTIVOS BASEADOS NA DEFICIÊNCIA Fundamentação No plano legislativo o combate à discriminação dos cidadãos

Leia mais

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL

O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL 1 O DIREITO À SEGURANÇA SOCIAL A segurança social tem que ser entendida na dupla perspectiva de direito social dos cidadãos, que compete ao Estado garantir, e de princípio

Leia mais

PROGRAMA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO

PROGRAMA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO PROGRAMA DE INTRODUÇÃO AO DIREITO 12ª Classe 2º CICLO DO ENSINO SECUNDÁRIO Área de Ciências Económico-Jurídicas Ficha Técnica TÍTULO: Programa de Introdução ao Direito - 12ª Classe EDITORA: INIDE IMPRESSÃO:

Leia mais

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS INFORMAÇÃO Carreiras Médicas e Contratação Colectiva Na sequência da entrada em vigor da nova legislação laboral da Administração Pública (Lei n.º 12 A/2008 e Lei n.º 59/2008),

Leia mais

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa

Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Relatório de análise sobre uma queixa relacionada com omissão administrativa Parte I: Assunto * 1. A Associação Novo Macau apresentou, em 11 de Setembro de 2012, uma queixa ao Comissariado contra a Corrupção

Leia mais

Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro

Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro Código Cooperativo Lei Nº 51/96 de 7de Setembro 1. Alterados os arts. 10º, 12º, 13º (este último na redacção do DL 108/2001 de 06-Abr), 76º, 77º (na redacção do DL 108/2001 de 06-Abr), 78º, 81º, 89º e

Leia mais

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Regulamento junho de 2011 Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Projeto aprovado por Deliberação da Câmara Municipal,

Leia mais

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo

Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações

Leia mais

CAPÍTULO I Definições Gerais

CAPÍTULO I Definições Gerais ESTATUTOS DA ADDICT CAPÍTULO I Definições Gerais Artigo 1º Denominação, Natureza e Duração A Associação, que adopta a denominação ADDICT Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas, doravante

Leia mais

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO

ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO ESTATUTOS DA UNIÃO DISTRITAL DAS INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL DE AVEIRO Capitulo I Da denominação, sede, âmbito, natureza e fins Artigo 1º Da denominação e sede A União Distrital das

Leia mais

Page 1 of 6. Regulamentos da CMVM - 2003. Regulamento da CMVM n.º 11/2003

Page 1 of 6. Regulamentos da CMVM - 2003. Regulamento da CMVM n.º 11/2003 A CMVM Comunicados Sistema de Difusão de Informação Recomendações Estudos e Documentos Legislação e Publicações Apoio ao Investidor / Mediação de Conflitos Sistema de Indemnização aos Investidores Consultas

Leia mais

Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência

Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência Apreciação do Anteprojecto de Decreto-Lei sobre o Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência Documento elaborado no âmbito das 1ª, 2ª e 3ª Comissões Permanentes e aprovado na reunião destas

Leia mais

SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL PARECER N.º 27/2011. Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar

SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL PARECER N.º 27/2011. Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar 1 PARECER N.º 27/2011 Referência: SM/53/2011.LS.0808 (CJ) Médico(a): Local de Trabalho: Assunto: Legislação: Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar Lei

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

Regulamento Geral de Estudos Pós-Graduados. do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Regulamento Geral de Estudos Pós-Graduados. do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa Regulamento Geral de Estudos Pós-Graduados do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação 1 O presente Regulamento Geral (RG) aplica-se

Leia mais

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

OTOC - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas Normas Interpretativas No âmbito dos poderes que estatutáriamente lhe são conferidos, a Direcção da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, tendo em consideração as questões colocadas pelos órgãos da Câmara

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

São revogados o Decreto-Lei nº 47511 e o Decreto nº 47512, ambos de 25 de Janeiro de 1967.

São revogados o Decreto-Lei nº 47511 e o Decreto nº 47512, ambos de 25 de Janeiro de 1967. respectivamente, mais de cinco ou de três anos de funções técnicas na área da segurança e higiene no trabalho podem adquirir a equiparação ao nível de qualificação por meio de avaliação curricular, podendo

Leia mais

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013

ESTATUTOS. Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 ESTATUTOS Com alterações aprovadas na Assembleia Geral de 25 de Novembro de 2013 CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, OBJECTO, NATUREZA E SEDE Artº 1º - Denominação e Objecto Artº 2º - Âmbito e Duração Artº 3º -

Leia mais

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento

Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Prestação de serviços de promoção, informação e apoio aos consumidores e utentes através de centros telefónicos de relacionamento Comentário da APRITEL 17 de Março de 2009 APRITEL comentarios DL23-2009

Leia mais

X Legislatura Número: 24 III Sessão Legislativa (2013/2014) Quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014. Suplemento

X Legislatura Número: 24 III Sessão Legislativa (2013/2014) Quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014. Suplemento Região Autónoma da Madeira Assembleia Legislativa X Legislatura Número: 24 III Sessão Legislativa (2013/2014) Quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014 Suplemento Sumário Decreto: - Define a titularidade de

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

ADIANTAMENTOS POR CONTA DE LUCROS E DIVIDENDOS ANTECIPADOS

ADIANTAMENTOS POR CONTA DE LUCROS E DIVIDENDOS ANTECIPADOS ADIANTAMENTOS POR CONTA DE LUCROS E DIVIDENDOS ANTECIPADOS José Alberto Pinheiro Pinto Economista Professor auxiliar convidado da Faculdade de Economia do Porto e da Universidade Católica Portuguesa As

Leia mais

Portaria n.º 932/2006 de 8 de Setembro Publicado no DR 174, Série I de 2006-09-08

Portaria n.º 932/2006 de 8 de Setembro Publicado no DR 174, Série I de 2006-09-08 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Portaria n.º 932/2006 de 8 de Setembro Publicado no DR 174, Série I de 2006-09-08 O regime jurídico das armas e munições, aprovado pela Lei n.º 5/2006, de 23 de Fevereiro,

Leia mais

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.

Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Código de Conduta de Promotores OREY FINANCIAL INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A. Novembro de 2011 CÓDIGO DE CONDUTA DE PROMOTORES O objectivo deste documento é o de fixar um código de conduta e um

Leia mais

Decreto-Lei n.º 229/98 de 22 de Julho

Decreto-Lei n.º 229/98 de 22 de Julho Decreto-Lei n.º 229/98 de 22 de Julho A criação de um sistema de caucionamento mútuo em Portugal permitirá às pequenas e médias empresas e às microempresas a utilização de um instrumento que em outros

Leia mais

O NOVO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO

O NOVO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO 15 de outubro 2013 O NOVO REGIME DO SECTOR PÚBLICO EMPRESARIAL INTRODUÇÃO Motivados pelas exigências constantes do Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica celebrado entre

Leia mais

Regime aplicável ao licenciamento de redes e estações de radiocomunicações

Regime aplicável ao licenciamento de redes e estações de radiocomunicações Regime aplicável ao licenciamento de redes e estações de radiocomunicações Decreto-Lei n.º 151-A/2000, de 20 de Julho (com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 167/2006, de 16 de Agosto) Remonta ao final

Leia mais

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law

Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Estatutos da Associação iisbe Portugal iisbe Portugal By Law Capítulo I Constituição, Âmbito, Objecto e Atribuição Artigo 1.º (Denominação e natureza) É constituída por tempo indeterminado, uma associação

Leia mais

A PRIVATIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITOS ADQUIRIDOS OU ARBÍTRIO LEGISLATIVO?

A PRIVATIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITOS ADQUIRIDOS OU ARBÍTRIO LEGISLATIVO? A PRIVATIZAÇÃO DAS RELAÇÕES DE TRABALHO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIREITOS ADQUIRIDOS OU ARBÍTRIO LEGISLATIVO? Intervenção de Lino José Baptista Rodrigues Ribeiro Juiz Desembargador do Tribunal Central

Leia mais

Junta de Freguesia de Ançã

Junta de Freguesia de Ançã REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS ÀS ACTIVIDADES DAS ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS, RECREATIVAS E CULTURAIS DA FREGUESIA DE ANÇÃ A importância do associativismo para o desenvolvimento harmonioso da freguesia

Leia mais

Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A

Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A Procede à criação dos fundos de sindicação de capital de risco (FSCR) Decreto-Lei n.º 187/2002, de 21 de Agosto Nos termos da Resolução do Conselho de

Leia mais

Enquadramento Fiscal

Enquadramento Fiscal Organizações Sem Fins Lucrativos Enquadramento Fiscal Ponte da Barca, 14 de Maio de 2013 Organizações Sem Fins Lucrativos Os principais tipos de entidades sem fins lucrativos em Portugal são as associações,

Leia mais

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011)

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011) Junta de Freguesia de Guadalupe REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE GUADALUPE (Aprovado em Reunião ordinária a 26 de Abril de 2011) PREÂMBULO A Lei nº 53-E/2006, de 29 de Dezembro, aprovou

Leia mais

PARECER N.º 40/CITE/2006

PARECER N.º 40/CITE/2006 PARECER N.º 40/CITE/2006 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 do artigo 51.º do Código do Trabalho e da alínea c) do n.º 1 do artigo 98.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 44 DG-E/2006

Leia mais

Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc

Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc Ficha Informativa 3 Março 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS Quais são os serviços

Leia mais

PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS

PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Aprovado em reunião de Junta de Freguesia de 10/12/2009 Aprovado em reunião Assembleia de Freguesia de / / O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA, PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Em conformidade com o

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

CARTA DOS DIREITOS DO CLIENTE

CARTA DOS DIREITOS DO CLIENTE CARTA DOS DIREITOS DO CLIENTE 2010 APRESENTAÇÃO A gestão da qualidade das organizações da economia social inspira-se em orientações normativas, corporizadas em Normas da Qualidade internacionalmente reconhecidas,

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 REESTRUTURA OS FUNDOS ESCOLARES DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO E EXTINGUE O FUNDO REGIONAL DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR Criado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º

Leia mais

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º

ESTATUTOS CAPITULO I. Disposições Gerais. Artigo 1º ESTATUTOS CAPITULO I Disposições Gerais Artigo 1º 1 É constituída a partir desta data e por tempo indeterminado uma associação de solidariedade social que adopta a denominação Associação de Idosos de Santa

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

Autor: Joaquim Fernando da Cunha Guimarães AS RESPONSABILIDADES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

Autor: Joaquim Fernando da Cunha Guimarães AS RESPONSABILIDADES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS AS RESPONSABILIDADES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INTRODUÇÃO Para a caracterização do sistema contabilístico e fiscal português 1 é fundamental, sem dúvida, especificar quais são os agentes que intervêm

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

(Actos legislativos) DIRECTIVAS

(Actos legislativos) DIRECTIVAS 26.10.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 280/1 I (Actos legislativos) DIRECTIVAS DIRECTIVA 2010/64/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Outubro de 2010 relativa ao direito à interpretação

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE)

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL (ALUMNI- ESHTE) CAPÍTULO I Da denominação, sede e âmbito de actividade Artigo 1.º Designação 1. É constituída,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos)

REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS. Art.º 1.º (Definições e Objectivos) REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I DISPOSIÇÕES LEGAIS Art.º 1.º (Definições e Objectivos) O CRIFZ, Centro de Recuperação Infantil de Ferreira do Zêzere, é uma Instituição de Solidariedade Social sem fins lucrativos,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 232/2005 de 29 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 232/2005 de 29 de Dezembro Decreto-Lei n.º 232/2005 de 29 de Dezembro Os indicadores de pobreza relativos a Portugal evidenciam a necessidade de correcção das intoleráveis assimetrias de rendimento existentes entre os Portugueses,

Leia mais

Província de Cabinda

Província de Cabinda Província de Cabinda Conselho de Ministros Decreto-Lei n.º 1/07 De 2 de Janeiro Considerando a necessidade da aprovação do Estatuto Especial para a Província de Cabinda estabelecido nos termos do Memorando

Leia mais

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS

POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS POC 13 - NORMAS DE CONSOLIDAÇÃO DE CONTAS 13.1 - Aspectos preliminares As demonstrações financeiras consolidadas constituem um complemento e não um substituto das demonstrações financeiras individuais

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Projecto de Decreto-lei

Projecto de Decreto-lei Projecto de Decreto-lei O Decreto Lei nº273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A selecção dos textos legislativos disponibilizados

Leia mais

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL INTRODUÇÃO O Movimento Associativo

Leia mais

CONCORDATA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A SANTA SÉ

CONCORDATA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A SANTA SÉ Resolução da Assembleia da República n.º 74/2004 Concordata entre a República Portuguesa e a Santa Sé, assinada em 18 de Maio de 2004 na cidade do Vaticano Aprova, para ratificação, a Concordata entre

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 22 /2010 8.JUN/1ª S/SS

ACÓRDÃO Nº 22 /2010 8.JUN/1ª S/SS Mantido pelo acórdão nº 34/10, de 17/12/10, proferido no recurso nº 14/10 Não transitado em julgado ACÓRDÃO Nº 22 /2010 8.JUN/1ª S/SS Processo nº 187/2010 I OS FACTOS 1. O Município de Gondomar remeteu,

Leia mais

Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1

Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1 Porque razão a banca e o governo querem transferir os Fundos de Pensões para a Segurança Social Pág 1 PORQUE RAZÃO A BANCA PRETENDE TRANSFERIR OS FUNDOS DE PENSÕES PARA A SEGURANÇA SOCIAL E OS RISCOS PARA

Leia mais

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º /

Contributos da ANET sobre o Projecto Revisão do Regulamento de Coordenação de Segurança e Saúde na Construção. Decreto-Lei n.º / Decreto-Lei n.º / O Decreto Lei n.º 273/2003, de 29 de Outubro, sobre as regras gerais de planeamento, organização e coordenação para promover a segurança e saúde no trabalho em estaleiros da construção,

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO Decreto-Lei n.º 39/2010 de 26 de Abril O Programa do XVIII Governo Constitucional estabelece como uma das principais linhas de modernização estrutural

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Contributo da ANAon para a Legislaça o do Jogo Online

Contributo da ANAon para a Legislaça o do Jogo Online Contributo da ANAon para a Legislaça o do Jogo Online Associação Nacional de Apostadores Online Argumentação principal: A ANAon (Associação Nacional de Apostadores On-line) é uma associação sem fins lucrativos,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA DE RÓDÃO REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO Índice PREÂMBULO...3

Leia mais

Regulamento e Tabela de Taxas

Regulamento e Tabela de Taxas 2011 Regulamento e Tabela de Taxas C O L A R E S Junta de Freguesia 22-11-2011 Regulamento e Tabela Geral de Taxas e Licenças da Junta de Freguesia de Colares Nota Justificativa Com a publicação da Lei

Leia mais

É precisamente nestas alturas que temos de equacionar todos os meios possíveis para tornar viáveis, nomeadamente, os museus.

É precisamente nestas alturas que temos de equacionar todos os meios possíveis para tornar viáveis, nomeadamente, os museus. Museus Novos produtos para novos públicos António Ponte Paço dos Duques de Bragança PORTO, 2011-11-07 Ao iniciar esta apresentação quero agradecer o convite que nos foi endereçado para apresentar a situação

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25 Quarta-Feira, 19 de Outubro de 2005 Série1, Série Nº.1 I, N. 20 $ 0.25 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE GOVERNO: SUMÁRIO

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI ODIVELAS. Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3

ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI ODIVELAS. Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3 ANEXO 3 REGULAMENTO MUNICIPAL DA ACTIVIDADE DE TRANSPORTE EM TÁXI Ano VI - N.º 4-8 de Março de 2005 - Anexo 3 REGULAMENTO MUNICIPAL PARA A ACTIVIDADE DO TRANSPORTE EM TÁXI Capítulo I Disposição Gerais

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que, para melhor realizar

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO INTERNO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO INTERNO Preâmbulo A Rede Social assenta numa estratégia participada de planeamento, que procura racionalizar e conferir maior eficácia, quer à intervenção dos agentes na aplicação das medidas,

Leia mais

Despacho/deliberação de autorização da despesa pelo órgão competente lavrado sobre uma proposta apresentada Cfr. artigos 17º e 18º do DL 197/99 de

Despacho/deliberação de autorização da despesa pelo órgão competente lavrado sobre uma proposta apresentada Cfr. artigos 17º e 18º do DL 197/99 de ANEXO CONTRATAÇÃO PÚBLICA CHECK-LIST DO PROMOTOR As notas explicativas abaixo, são extraídas do corpo legislativo aplicável ao tema em análise procurando evidenciar os principais parâmetros que condicionam

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n.

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n. PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 31.8.2010 COM(2010) 459 final 2010/0240 (NLE) Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento

Leia mais

Proposta de Lei Exposição de motivos

Proposta de Lei Exposição de motivos Proposta de Lei Exposição de motivos A modernização da Administração Pública constitui um dos pilares essenciais da estratégia de crescimento do País, destacando-se as várias medidas que o Governo tem

Leia mais