2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO

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1 ÍNDICE 1.0 OBJETIVO 2.0 REQUISITOS GERAIS 2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 2.4. EXTENSÃO DO FORNECIMENTO 2.5 CARACTERISTICAS TÉCNICAS 3.0 TIPO 4. 0 CARACTERISTICAS PRINCIPAIS 5. REQUISITOS CONSTRUTIVOS 5.1. CRITÉRIOS BÁSICOS 5.2. ENROLAMENTOS 5.3 TANQUE (SE APLICÁVEL) 5.3. INVÓLUCRO DE PORCELANA (SE APLICÁVEL) 5.2. TERMINAIS E CONECTORES DE ATERRAMENTO 5.5 CAIXA DE TERMINAIS SECUNDÁRIOS 5.5. PLACA DE IDENTIFICAÇÃO E DIAGRAMÁTICA 5.6. PINTURA E ZINCAGEM 5.7. ÓLEO ISOLANTE 6.2. INSPEÇÕES E ENSAIOS 6.5 GENERALIDADES 6. ENSAIOS FINAIS 6.9 FALHAS EM ENSAIOS 7. 0 PROVISÕES TÉCNICAS PARA EMBALAGEM, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM 8.0 ENSAIOS DE CAMPO, OPERAÇÃO INICIAL 9.0 INFORMAÇÕES TÉCNICAS A SEREM APRESENTADAS COM A PROPOSTA 10.0 ANEXO I TABELA DE CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS 11.0 ANEXO II TABELA DE CARACTERÍSTICAS INFORMATIVAS 12.0 ANEXO III LISTA DE DESVIOS E EXCEÇÕES Á ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1

2 1.1 OBJETIVO A presente especificação técnica tem por objetivo definir as características principais e demais requisitos básicos para fornecimento de transformador de corrente de 145 kv. 2.0 REQUISITOS GERAIS 2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO O equipamento objeto desta especificação técnica será instalado ao tempo. As condições ambientais da região são as seguintes:.altitude acima do nível domar, inferior a m.clima...tropical.temperatura máxima anual...40º C.temperatura mínima anual...10ºc.temperatura média diária (valor máximo)...30ºc.umidade relativa anual...90ºc.velocidade máxima do vento Km/h.atmosfera... medianamente poluída 2.2 NORMAS TÉCNICAS Para projeto, construção e ensaios do equipamento e seus acessórios, bem como para toda a terminologia e simbologias adotadas, deverão ser seguidas as prescrições das normas ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, em sua última revisão, e das normas referenciadas nas mesmas, a menos das estabelecidas nesta especificação técnica que exceda as normas citadas. -NBR Corpos cerâmicos de grandes dimensões, destinados a instalações elétricas - Especificação; -NBR Corpos cerâmicos de grandes dimensões, destinados a instalações elétricas Método de ensaios; -NBR Aço ou ferro fundido - Revestimento de zinco por imersão à quente - Especificações; -NBR Transformador de corrente - Especificação; -NBR Coordenação de isolamento Procedimentos; -NBR Transformador de corrente com tensão máxima igual ou superior a 72,5 kv Características especificas Padronização; -NBR Tintas e vernizes Determinação da espessura de película seca; -NBR Ensaios de aderência em tinta e revestimento similares Método de ensaios; -NBR Sistema de pintura para equipamentos e instalações de subestações 2

3 Como complementação, quando necessário, poderão ser adotadas normas das seguintes instituições, que deverão ser claramente indicadas pelo PROPONENTE em sua PROPOSTA, estado sujeita à aceitação da CERON. - IEC - International Eletrotechnical Commission; - ANSI - American National Standards Institute; - NEMA - National Electrical Manufacturers Association. Para os materiais e métodos de fabricação, deverão ser observadas as normas aplicáveis da ABNT, ASTM, AWS, ISO, NEMA e ASME. 2.3 DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO O FORNECEDOR deverá apresentar, para aprovação, os documentos técnicos relacionados a seguir, atendendo os requisitos especificados no edital, relativamente a prazos e demais condições de apresentação de documentos Lista de desenhos e documentos técnicos para aprovação, contendo indicação do número da CERON, número do FORNECEDOR e título Cronograma de fabricação Desenho dimensional do equipamento, contendo:.tipo e código do fabricante.arranjo geral, em três vistas, com as dimensões de montagem, identificação e a localização dos componentes;. massa do equipamento;. tipo, código comercial e volume de óleo isolante;.furação da base de fixação; dimensões e detalhes de furação dos terminais; desenho dos conectores de aterramento: - bitola máxima e mínima; - material utilizado; - código/tipo; - torque de aperto dos parafusos Desenhos da caixa de terminais secundários, indicando:.dimensões principais;.detalhes de entrada dos cabos e cortes mostrando a posição dos terminais;. identificação dos terminais;. torque de aperto dos terminais; Desenho de placa de identificação do equipamento; Esquema de tratamento de pintura e/ou zincagem das superfícies metálicas; Desenho de embalagem para transporte, indicando: - dimensões; 3

4 - massa; - indicação usais de manuseio. - Indicação para transporte (deitado/em pé) Laboratórios de ensaios (rotina, tipo e especiais).. Enviar desenhos/documentos contendo no mínimo: - Unifilar básico dos circuitos de cada ensaio a ser realizado (identificar todos os componentes); - Enviar dados técnicos dos aparelhos, instrumentação e demais acessórios utilizados nos ensaios; - Descrição resumida de cada ensaio Certificados dos ensaios de tipo pertinentes ao equipamento Certificados dos ensaios de rotina (documento informativo a ser enviado após a inspeção do equipamento).. OBSERVAÇÕES: 1 Na fase de aprovação os desenhos acima deverão ser enviado em 2 vias; 2 Após aprovação, os desenhos acima deverão ser enviados a CERON em 4 vias; 3 Os desenhos durante e após aprovação, deverão obedecer todos os requisitos estabelecidos no documento de licitação; 4 O fabricante deverá despachar um conjunto de desenhos, devidamente embalados, junto com os equipamentos. 3.0 EXTENSÃO DO FORNECIMENTO Os seguintes itens estão incluídos no fornecimento: - equipamento completo com todos acessórios necessários à sua perfeita instalação e operação; - ensaios de rotina; - provisões para embalagem, transporte e armazenagem; - ensaios de tipo ou certificados. 4.0 CACTERÍSTICAS TÉCNICAS 4.1. TIPO O transformador de corrente com enrolamentos secundários em núcleos individuais, instalação externa CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS Tensão máxima de operação do equipamento (kv, eficaz) Freqüência nominal (Hz) Nível de isolamento: - Tensão suportável nominal de impulso atmosférico, onda plena (kv, crista): 650 4

5 - Tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto à seco e sob chuva (kv eficaz): Tensão suportável nominal a freqüência industrial no enrolamento secundário durante 1 minuto (kv, eficaz) 3, Nível máximo de descargas parciais a 110% da tensão máxima (pc) Distância de escoamento mínima, referida a tensão fase-terra (mm/kv, fase-fase) Número de núcleos:. Proteção 2. Medição Relação de transformação:. Proteção 400 x 800-5A. Medição 400 x 800 5A Classe de exatidão e carga nominal:. Proteção 2 x 10B400. Medição 1 x 0,3C Fator térmico nominal 1, Corrente suportável nominal de curta duração Valor de crista nominal da corrente suportável Esforços eletromecânicos nos terminais de linha (N): Transversal 700 Longitudinal Limites de elevação de temperatura Os limites de elevação de temperatura deverão estar de acordo com a NBR Nível de radiointerferência:. Tensão mínima fase-terra para os ensaios de radiointerferência (kv, eficaz) 92. Nível máximo de radiointerferência referidos a 300 ohms (microvolts) REQUISITOS CONSTRUTIVOS 5.1. CRITÉRIOS BÁSICOS O equipamento será monofásico, instalação externa, autoportante, imerso em óleo isolante de base naftênica, tipo A, conforme NBR As polaridade de todos os enrolamentos deverão ser marcadas claramente no equipamento ENROLAMENTOS Os enrolamentos deverão ser construídos com condutores de cobre eletrolítico de alta pureza, capazes de suportar, sem avarias, os esforços eletrodinâmicos de curto-circuito a que poderão estar sujeitos. Os enrolamentos deverão ser isolados por papéis especiais, impregnados com óleo, de alta resistência mecânica, alta rigidez dielétrica, baixas perdas diéletricas e boa 5

6 resistência ao envelhecimento. Não serão aceitos equipamentos em que o papel seja impregnado ou aglutinado com resinas TANQUE O tanque do equipamento deverá ser construído por chapas de aço, ser capaz de suportar, sem deformações, variações de pressão em seu interior, acima ou abaixo da pressão atmosférica, sob condições de operação e temperatura ambiente especificadas. Deverão ser providenciadas facilidades para locomoção, montagem e desmontagem do equipamento, tais como:. olhais, orelhas e outras facilidades para levantamento do equipamento, completamente montado;. guias adequadas para posicionamento de porcelana, núcleos e bobinas, quando forem removidos ou instalados..na parte superior do equipamento deverá ser instalada uma câmara de expansão. O tipo da câmara com nitrogênio sob pressão é permitido, desde que todas as guarnições estejam localizadas abaixo do nível mínimo se óleo. Contudo, uma câmara de compensação que trabalhe à pressão atmosférica é preferível, desde que se evite o contato entre o líquido isolante e o ar. Na câmara de expansão deverão ser instalados visores para indicação do nível de óleo em posição de fácil leitura..na tampa do tanque e no suporte para fixação da porcelana, deverão ser utilizadas juntas de material de base nitrílica ou equivalente para evitar a entrada de óleo (se aplicável)..as furações para fixação dos equipamentos serão fornecidos na época da análise dos desenhos INVÓLUCRO DE PORCELANA (SE APLICÁVEL) O invólucro de porcelana deverá ser projetados de maneira tal que não exista nenhum esforço indevido de qualquer parte, causado por variações de temperatura, e com os meios adequados para absorver as expansões dos condutores ou partes do circuito principal, resultantes de sobrecargas ou condições transitórias. O invólucro de porcelana deverá ser fabricação em peças única, pelo processo líquido, devendo ser homogêneo, livre de laminações, cavidades e escorrimentos, bem, vitrificado e impenetrável à umidade. A vitrificação deverá ser isenta de imperfeições, tais como bolhas ou queimaduras TERMINAIS E CONECTORES DE ATERRAMENTO Os terminais de linha deverão ser fabricados em cobre, liga de cobre de alta condutividade ou de alumínio, em barras chata com furação conforme NBR Os terminais de linha feitos em cobre ou liga de cobre deverão ser estanhados completa e uniformemente com estanho puro, para permitir interligação com condutores de alumínio. 6

7 Caso necessário, o equipamento deverá ser provido de anéis ou proteções, a fim de evitar o efeito corona. Deverão ser provido terminais de aterramento equipados com conectores para a base de cada equipamento monofásico. Estes conectores, incluídos no presente fornecimento, deverão ser de liga de cobre, apropriados para ligação de 1 cabo de cobre nu de bitola variando de 35 a 150mm² CAIXA DE TERMINAIS SECUNDÁRIOS Todos os terminais secundários e de derivação do equipamento deverão estar acessíveis na caixa dos terminais secundários, localizada no corpo do equipamento. A caixa deverá ser feita em chapa de aço, rigidamente fixada ao tanque, ser à prova de intempérie, provida de tampa frontal aparafusada e junta de borracha nitrílica para selagem. Deverá ter chapa inferior removível, em duralumínio, para a conexão de eletrodutos de aço rígidos ou flexíveis, com diâmetros nominais de 2 polegadas. Os terminais secundários deverão suportar torque de aperto de 4 kgf.m OBSERVAÇÃO: Se os terminais secundários forem levados a régua de bornes (dentro da caixa dos secundários), deverão ser do tipo olhal (parafuso passante) PLACA DE IDENTIFICAÇÃO E DIAGRAMÁTICA A placa de identificação e diagramática deverá ser inscrita em português, sendo as inscrições submetidas à aprovação da CERON. A placa deverá conter os dados requeridos pela NBR e incluir ainda o número do contrato de compra da CERON e o número CERON do desenho dimensional. Massas e dimensões deverão ser apresentadas em unidades métricas. A placa deverá ser instalada numa posição tal que seja claramente legível para o operador e deverá ser gravada em aço inoxidável. Não serão admitidas rasuras ou correções na placa de identificação e diagramática PINTURA E ZINCAGEM Generalidade Todas as partes ferrosas deverão ser pintadas ou zincadas conforme esquema abaixo. Partes metálicas não ferrosas ou zincadas não serão pintadas Pintura de Superfícies Ferrosas 7

8 A pintura das superfícies ferrosas deverá ser executada em sistema epoxi/poliuretano, conforme esquema b da NBR Cor de acabamento Todas as partes metálicas pintadas deverão ter cor de acabamento cinza claro, referência MUNSELL N 6,5.. As placas deverão ser fixadas em posições tais que sejam legíveis do solo Verificação do Processo de Pintura A espessura total da película seca das superfícies pintadas será medida de acordo com as prescrições da NBR A aderência da camada de tinta das superfícies pintadas será verificada de acordo com as prescrições da NBR O grau de aderência requerido para a pintura das superfícies ferrosas será grade um ( GR= 1 ) Zincagem por imersão a quente Toda zincagem e respectivos ensaios sobre chapas, partes roscadas, cantos vivos, parafusos, porcas, arruelas, contra-porcas e ferragens similares deverão ser executados de acordo com a NBR OBSERVAÇÃO; Fornecer certificados/relatórios do processo de zincagem por imersão a quente junto com os desenhos para aprovação Retoques Os veículos, tanto das tintas de fundo como das tintas de acabamento, deverão ser do tipo cuja polimerização, para eventuais retoques no campo, não necessite do uso de aparelhagem e materiais especiais tais como aquecedores, preparados químicos, etc. Deverá ser fornecida um litro de tinta do mesmo tipo usada na fábrica, para eventual reparo e manutenção no campo ÓLEO ISOLANTE O equipamento deverá ser fornecido com óleo mineral isolante de base nafténico tipo A e conforme NBR INSPEÇÕES E ENSAIOS 6.1 GENERALIDADES O equipamento será submetido a inspeções e ensaios na fábrica de acordo com esta especificação e normas recomendadas, na presença do INPETOR da CERON. Caso o laboratório de ensaios do FORNECEDOR não seja suficientemente equipado para 8

9 execução dos ensaios solicitações, o FORNECEDOR deverá providenciar a execução em instalações de terceiros, sem qualquer ônus adicional para a CERON. Certificados de ensaios de tipo para equipamentos de características iguais ou similares às especificadas, quando disponíveis, deverão ser apresentados com a PROPOSTA. Quando a similaridade, ficando evidente, o FORNECEDOR deverá apresentar o relatório de similaridade, ficando a critério da CERON a sua aceitação. Serão aceitos os relatórios que atenderem os seguintes itens: - conforme normas específicas. - Resultados satisfatórios; - Equipamento igual ou similar ao especificado. - Datas, dados e características legíveis; - Ensaios realizados em laboratórios independentes e/ou testemunhados por representantes de empresas de energia elétrica. Todos os ensaios executados após a data da adjudicação do CONTRATO serão testemunhados pelo INSPETOR da CERON. A execução de ensaios sem a presença de INSPETOR deverá ser feita somente com autorização por escrito. OBSERVAÇÕES: 1. Ensaios de tipo em laboratórios de fabricante, em equipamentos similares, poderão ter os certificados de ensaios de tipo aceitos pela CERON, desde que, estes laboratórios sejam credenciados por organismos nacionais ou internacionais ou credenciados pela CERON. 2. O credenciamento destes laboratórios, poderá ser feito anteriormente a apresentação das propostas ( de preferência, para evitar problemas futuros de credenciamentos) ou mesmo, junto com as propostas, com a documentação contendo todas características técnicas dos laboratórios. 3. Assim como, os certificados de ensaios de tipo, esta documentação, poderá ser aceita ou não pela CERON ENSAIOS FINAIS O equipamento completamente montado deverá ser submetido aos seguintes ensaios, conforme estabelecidos nas NBR 6856 e NBR Ensaios de Rotina - Os ensaios relacionados na NBR 6856; - Ensaios de pintura (espessura e aderência) Ensaios de Tipo - resistência dos enrolamentos; - tensão suportável de impulso atmosférico; - elevação de temperatura; - corrente suportável nominal de curta duração (corrente térmica nominal); - valor de crista suportável (corrente dinâmica nominal); - tensão suportável a freqüência industrial, sob chuva; 9

10 - estanqueidade a quente; - tensão de circuito aberto. 6.3 FALHAS EM ENSAIOS Em caso de falhas nos ensaios, os mesmos deverão ser repetidos tão logo a falha seja localizada e superada. Dentro de dez dias, após a falha em uma unidade, o FORNECEDOR deverá enviar à CERON ou seu INSPETOR, um relatório indicando a natureza da falha, suas possíveis causas, as medidas adotadas para saná-las e suas decorrências quanto ao fornecimento. No caso de repetição da falha, o INPETOR da CERON deverá ter acesso ás instalações do FORNECEDOR, desenhos, cálculos, resultados de ensaios em protótipos e qualquer outra informação que a CERON possa utilizar para sua orientação. As informações serão tratadas como confidenciais e não sairão dos escritórios do FORNECEDOR. Todos os procedimentos e materiais necessários ao reparo do equipamento decorrentes de falhas nos ensaios, não acarretarão quaisquer ônus para a CERON. Todos os procedimentos e materiais necessários ao reparo do equipamento, decorrentes de falhas nos ensaios não acarretarão quaisquer ônus para a CERON. 7.0 PROVISÕES TÉCNICAS PARA EMBALAGENS, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM Todas as partes integrantes do fornecimento coberto por esta especificação técnica, deverão ter embalagens apropriadas para proteger o conteúdo contra danos durante o transporte desde a fabrica até o local da montagem, sob condições que envolvam embarques, desembarques e transporte por rodovias não pavimentadas e/ou por via marítima/fluvial. O FORNECEDOR deverá julgar a adequação dos seus métodos de embalagem para atender ás condições estabelecidas acima, independentemente da aprovação dos desenhos e inspeção pela CERON, e será o único responsável pela integridade dos equipamentos e acessórios. As embalagens deverão ser adequadas para armazenamento ao tempo. As embalagens deverão ter indicações usuais de manuseio, as quais deverão também estar indicada nos desenhos. 8.0 ENSAIO DE CAMPO, OPERAÇÃO INICIAL Serão feitos pela CERON ensaios de aceitação do equipamento. Os resultados deste ensaios deverão corresponder aqueles obtidos na fabrica. Se houver diferença que evidenciei a necessidade de reparos no equipamento ou acessórios, os custos destes 10

11 reparos e do transporte, devidos à rejeição nos ensaios de campo, ficarão por conta do FORNECEDOR. 9.0 INFORMAÇÕES TÉCNICAS A SEREM APRESENTADAS COM A PROPOSTA A PROPONENTE deverá anexar à todas as vias de sua PROPOSTA, os documentos relacionados a seguir: - desenho preliminar do equipamento, indicando as dimensões principais, massa, localização dos componente e acessórios: - lista desvios e exceções à Especificação Técnica anexo. O não preenchimento pela PROPONENTE desta lista será interpretado pela CERON como o atendimento pleno a todas as exigências das especificações técnicas; - tabelas de características garantidas e informativas, anexas à presente especificação técnica, devidamente preenchidas pela PROPONENTE. Caso disponíveis, solicita-se o envio dos seguintes documentos técnicos: - cópia dos certificados de ensaios de tipo e catálogos. 11

12 ANEXO I - TABELA DE CARACTERÍSTICAS GARANTIDAS As características não aplicáveis ao equipamento em questão deverão ser preenchidas com abreviação NA. ITEM DISCRIMINAÇÃO GARANTIDO Tensão máxima do equipamento (kv, eficaz) Frequência nominal (HZ) Níveis de isolamento: - tensão suportável nominal de impulso atmosférico, onda plena(kv, crista):. tensão suportável nominal à freqüência industrial durante 1 minuto à seco e sob chuva (kv, eficaz):. tensão suportável a freqüência industrial durante 1 minuto no enrolamento secundário (kv, eficaz) Nível máximo de descarga parciais (pc) a 1,1 Vmax/V3pC Distância de escoamento mínima referida a tensão faseterra (mm/kv, fase-fase) Número de núcleos: - medição - proteção Relação de transformação Classe de exatidão e carga nominal: - medição - proteção Fator térmico nominal Corrente suportável nominal de curta duração (ka, eficaz) Valor de crista nominal da corrente suportável (ka, Crista) Esforço mecânicos nos terminais de linha (N): - transversal - longitudinal Limites de elevação de temperatura NBR 6855(ºC) Vácuo suportável (Mpa) (se aplicável): - Porcelana - Tanque 15. Torque de aperto dos terminais secundários (kgf.m) 12

13 ANEXO II - TABELA DE CARACTERÍSTICAS INFORMATIVAS As características não aplicáveis ao equipamento em questão deverão ser preenchidas com a abreviação NA. 1. FABRICANTE 2. TIPO 3. MODELO 4. Massa e dimensões: - massa total (kg) - altura até o terminal de linha (mm) - altura total (mm) 5. Acessórios: - câmara de expansão de óleo - visores para nível de óleo - olhais para içamento - dispositivos de alívio de pressão - conector de linha/aterramento - anel anti-corona - válvula para drenagem, retirada de amostra de óleo enchimento - dispositivo de proteção contra sobretensões transitórias 13

14 ANEXO III - LISTA DE DESVIOS E EXCEÇÕES À ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Quaisquer características ou exigência que diferirem da especificação técnica deverão ser indicadas clara e detalhadamente abaixo. A não indicação implicará no reconhecimento por parte do PROPONENTE de que todos os requisitos especificações serão atendidos. A constatação durante a fabricação ou inspeção de desvios ou exceções não indicados na PROPOSTA, implicará na rejeição automática do material sem quaisquer ônus ou obrigações por parte da CERON. A CERON reserva-se o direito de aceitar ou não os desvios e exceções apresentados. ITEM DESVIOS OU EXCEÇÕES 14

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO

2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO ÍNDICE 1.0 OBJETIVO 2.0 REQUISITOS GERAIS 2.1. CONDIÇÕES DO LOCAL DE INSTALAÇÃO 2.2. NORMAS TÉCNICAS 2.3. DOCUMENTOS TÉCNICOS A SEREM APRESENTADOS PARA APROVAÇÃO APÓS ASSINATURA DO CONTRATO 2.4. PERMUTABILIDADE

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