TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº /09 ACÓRDÃO

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1 TRIBUNAL MARÍTIMO FC/SCB PROCESSO Nº /09 ACÓRDÃO R/E CLOTILDES BERNARDES e Balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA. Queda de caminhão do convés de balsa de travessia, operada por tripulação inabilitada, nas águas do rio São Francisco, expondo a risco as vidas e fazendas de bordo e provocando avarias no veículo e a perda de sua carga. Deslocamento do caminhão no convés da balsa com esta em movimento. Imprudência e negligência. Infrações ao RLESTA. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos. Trata-se de analisar o fato da navegação envolvendo o R/E CLOTILDES BERNARDES, de propriedade de Marcílio Bernardes da Silva, e a balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, de propriedade de Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva, quando, cerca das 07h20min do dia 14/08/2007, encontravam-se navegando no rio São Francisco, entre os municípios de Belém do São Francisco e Abaré, BA, provocando a queda na água de um caminhão, sem ocorrência de vítimas. Dos depoimentos colhidos e documentos acostados extrai-se que a balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, com 32 metros de comprimento e 98.6 AB, era empurrada pelo R/E CLOTILDES BERNARDES, com 10,16 metros de comprimento e 11.0 AB, sob o comando de Carlinhos Firmino Alves, executando o transporte de dois caminhões e passageiros; que durante a travessia, por volta das 07h20min, os tripulantes da balsa, Benedito Alves da Silva e Marinaldo Gonçalves da Silva, solicitaram ao motorista do caminhão, Kaell Amaral Carvalho, que estava situado próximo a proa da balsa, que o manobrasse de ré em direção à popa; que ao efetuar a manobra, o motorista perdeu o controle do veículo, ultrapassando a contenção e subindo na prancha de acesso, a qual não suportou o seu peso e lançou-o nas águas do rio, a cerca de 80 metros da margem, tendo o caminhão sinistrado submergido, sendo resgatado, posteriormente, por mergulhadores, ocorrendo a perda da carga e avarias no veículo; que a balsa operava com apenas dois tripulantes, sem habilitação, contrariando o seu Cartão de Tripulação de Segurança (CTS) onde está prevista a lotação de, pelo menos, três tripulantes, enquanto o rebocador era conduzido por pessoa inabilitada, sendo previsto no seu TIE, no mínimo, dois tripulantes; e que a balsa não dispunha de convés antiderrapante, nem grades de proteção na proa e na popa, contando apenas com calços. Em seu depoimento, Carlinhos Firmino Alves, marinheiro fluvial de convés, condutor do R/E CLOTILDES BERNARDES, declarou que no momento em que o 1/11

2 segundo caminhão embarcou na balsa foi colocado um cepo para calçar e mandado que o motorista do caminhão desse ré, faltou freio e caiu no rio; que o acidente ocorreu por causa da falta de freio do caminhão; que não sabe se a embarcação possui piso especial para evitar o deslizamento dos veículos; que o motorista do caminhão deveria ter avisado da falta de freio, aí já ia colocar o caminhão no meio da embarcação para não movimentar mais com ele; que a carga do caminhão era arame farpado e liso e grampos; que não sabe se a tripulação embarcada no momento do acidente estava de acordo com o determinado no CTS (Cartão de Tripulação de Segurança); e que o responsável pelo acidente foi o motorista do caminhão que não avisou a falta de freio. Em seu depoimento, Benedito Alves da Silva, tripulante da balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, declarou que no momento do acidente estava na balsa ao lado do caminhão; que a balsa desencalhou com dois caminhões, o chamador pediu para um caminhão dar ré de 5 metros, enquanto o ajudante estava atrás com um cepo para calçar; que quando o caminhão chegou nos 5 metros não conseguiu parar, o motorista alegou que tinha faltado freio; que o ajudante colocou o cepo, mas o caminhão com velocidade jogou o cepo na água e logo em seguida foi o caminhão que voou para água; que não sabe se a embarcação possui piso especial para evitar o deslizamento dos veículos; e que o responsável pelo acidente foi o motorista do caminhão. Em seu depoimento, Marcílio Bernardes da Silva, proprietário do R/E CLOTILDES BERNARDES e um dos proprietários da balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, declarou que não presenciou o acidente, estava em Recife, PE; que o procedimento de todas as embarcações, o caminhão entra de frente até próximo a outra prancha, então é deslocada a balsa, colocando um cepo grande (40 cm de altura) para calçar o caminhão e mandado o motorista dar ré depois que a embarcação se distanciou da margem; que ele deu ré no caminhão e passou por cima do cepo, caindo no rio; que na ocorrência policial o motorista disse que pisou no freio do caminhão e o mesmo não tinha freio; que não possui piso especial para evitar o deslizamento dos veículos, possui somente nas pranchas; que o procedimento para transportar o caminhão com defeito no freio é feito por dois funcionários, cada um com um cepo, de um lado e do outro, só permite a entrada de um caminhão, colocando no centro da embarcação, para que não dê ré; que o caminhão e 95% da carga foram retirados e colocados em depósito do proprietário da balsa, ficando R$ ,00 por conta deste e R$ 8.000,00 por conta do seguro da carga, também foi providenciado hospedagem e alimentação para a dona e o motorista do caminhão e seus familiares, por conta do proprietário da embarcação; que o responsável pelo acidente foi o motorista do caminhão; e que na época nenhuma balsa trafegava com tripulantes habilitados, mas que antes do acidente já estava marcado para o 2/11

3 mês de setembro a realização do curso, para todos os tripulantes das embarcações que trabalham no porto de Ibó. Em seu depoimento, Marinaldo Gonçalves da Silva, tripulante da balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, declarou que no momento do acidente estava na balsa ao lado do caminhão; que o procedimento de todo carro ao entrar na balsa é ir bem para frente, para desencalhar a balsa do porto; que quando o caminhão adentrou a balsa, o funcionário solicitou que o motorista desse ré no caminhão para que a devida balsa encostasse no lado Pernambuco; que ao falar com o motorista, ele não deu a mínima atenção, sendo três pessoas que tentaram alertar ele, mas ele só foi conseguir dar ré se aproximando do meio do rio; que quando conseguiu dar ré, o caminhão saiu com velocidade, até cair no rio, de uma faixa de 30 metros de comprimento da balsa, com muita violência; que não sabe se o tipo de piso da balsa é antiderrapante; e que o responsável pelo acidente foi o motorista do caminhão. Em seu depoimento, Kaell Amaral Carvalho, motorista do caminhão acidentado, declarou que colocou o caminhão na balsa, sendo que ficou posicionado atrás da balsa, a mais ou menos um metro e meio da borda; que quando a balsa estava no meio do rio, foi obrigado pelos tripulantes da balsa para que ele chegasse o caminhão para trás; que o tripulante que o estava orientando lhe disse venha, venha, com isto o caminhão acabou subindo na plataforma, que fica sustentada por cabos de aço, mas estes não resistiram e o caminhão inclinou e acabou caindo na água com ele na cabine; que na balsa tinham uns 40 passageiros e cinco carros pequenos e mais um caminhão; que o acidente ocorreu porque o caminhão não deveria ter sido movimentado com a balsa em movimento; que a balsa possui balaustrada nas laterais, mas no fundo não tem nada que proteja; e que o responsável pelo acidente foi o irmão do dono da balsa, foi quem o obrigou a movimentar o caminhão com a balsa em movimento. Em seu depoimento, Maria de Souza Oliveira, proprietária do caminhão acidentado, declarou que ao entrar na balsa, não desceu do seu caminhão e sempre fez a travessia dentro da cabine; que das outras vezes que fez esta travessia, o caminhão ao entrar na balsa vai para a proa, pois caso ele fique na popa a balsa não teria condições de desatracar, pois ficaria presa no fundo; que logo que a balsa desatracou, a mais ou menos um metro do cais, ou seja, depois de desatracar, das outras vezes é solicitado que o caminhão venha para trás, onde é colocado uns calços; que nesse dia o caminhão continuou na proa, quando chegou mais ou menos no meio do rio, uma pessoa de nome Galego, pediu para que chagasse o caminhão para trás, ou seja, para a popa; que nesse momento questionou com o Galego, pois isto é para ser feito logo depois da desatracação da balsa, mas ele foi insistente em querer que eu tirasse o caminhão da proa, 3/11

4 senão a balsa não conseguiria atracar na outra margem do rio, ou seja, do outro lado de Ibó; que questionou com o Galego que pela posição da balsa, que estava no meio do rio, se o caminhão fosse movimentado dentro da balsa, poderia causar algum problema, então, determinou ao seu motorista que entregasse a chave do caminhão ao Galego para que ele o movimentasse, mas o motorista Kaell a desobedeceu e ele mesmo foi quem movimentou o caminhão; que como o caminhão, ao ser movimentado para ré da balsa, ficou em cima da plataforma que é sustentada por cabos de aço, esta plataforma não resistiu o peso do caminhão, então ele veio a cair na água; que o caminhão ao chegar na popa da balsa, sentiu a mesma inclinar e deu um balanço muito grande; e que o acidente ocorreu porque foi solicitado que o caminhão fosse colocado na popa, já com a balsa navegando e no meio do rio, pois estava muito distante do local de desatracação. Laudo de exame pericial, ilustrado com fotos, descreve a sequência dos acontecimentos e conclui que a causa determinante para a ocorrência do acidente foi a imposição dos tripulantes para executar uma manobra arriscada somada a contrariedade do motorista de executá-la. Ressalta que a balsa não possui piso antiderrapante e a peação do material é inadequada, uma vez que são usados calços, tipo cunha, não fixos na embarcação, deixando os veículos livres ao jogo da embarcação, já que o piso não é antiderrapante. Documentação de praxe anexada. No relatório, o encarregado do inquérito concluiu que o fator humano contribuiu para a ocorrência do evento, uma vez que o motorista do caminhão precipitouse, contrariando ordem da proprietária do veículo automotor, movimentando o caminhão no convés da embarcação em movimento; que o fator material também contribuiu, pois, as rampas de embarque e desembarque não permitem ser içadas e travadas antes de a embarcação suspender, nem existem balaustradas rebatíveis ou removíveis, que sejam colocadas e travadas durante as travessias; e que quanto ao fator operacional, o veículo não estava com o freio de estacionamento acionado, o motor desligado, a marcha engrenada e suas rodas calçadas com, pelo menos, dois calços, de modo a impedir movimentos durante a travessia, o caminhão foi deslocado da sua posição de estacionamento e o motorista permaneceu no interior do veículo enquanto a embarcação estava em movimento. Apontou como possíveis responsáveis diretos o motorista do caminhão, Kaell Amaral Carvalho, os tripulantes Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da Silva e Carlinhos Firmino Alves, por operarem as embarcações sem habilitação. Apontou como responsáveis indiretos Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva, proprietários da embarcação, por não dotá-la dos requisitos, pessoal e material, para o transporte regular de cargas, conforme disposto no Capítulo 10 4/11

5 da NORMAM 02/DPC. Notificações formalizadas, apenas o motorista Kaell Amaral Carvalho não apresentou defesa prévia. A D. Procuradoria ofereceu representação contra Kaell Amaral Carvalho, motorista do caminhão acidentado, contra Benedito Alves da Silva, gerente administrativo de balsa e tripulante, contra Marinaldo Gonçalves da Silva, gerente financeiro de balsa e tripulante, contra Carlinhos Firmino Alves, mestre do R/E CLOTILDES BERNARDES, contra Marcílio Bernardes da Silva, proprietário da balsa e do rebocador, e contra Múcio José Gonçalves da Silva, proprietário da balsa, com fulcro no art. 15, alíneas a (deficiência de equipagem), c (má estivação da carga) e e (todos os fatos), da Lei nº 2.180/54, sustentando, em resumo, que se extrai dos autos que o motorista, ora primeiro representado, ao movimentar o caminhão, empreendeu manobra brusca em local que impunha uma cautela redobrada, conduzindo seu agir de forma imprudente, e, assim agindo, inobservou as medidas de precaução e segurança que poderiam ter evitado a queda do caminhão nas águas do rio; que os tripulantes da balsa, ora segundo e terceiro representados, foram imprudentes porquanto autorizaram o embarque de passageiros, quando o TIE permitia apenas o transporte de cargas, e determinaram ao motorista o deslocamento da carga com a embarcação em movimento, ensejando sério risco à segurança da embarcação e de sua carga, bem como de seus passageiros, sendo que eram sabedores das condições precárias da balsa, no que se refere à inadequação dos instrumentos de contenção de carga existentes; que quanto ao quarto representado, condutor do rebocador, cumpre verificar seu proceder imprudente no momento em que suspendeu o conjunto de embarcações (rebocador e balsa) com deficiência de equipagem número de tripulante em quantidade inferior ao exigido e excesso de passageiros, inobservando as medidas de precaução e segurança da navegação, especialmente, àquelas previstas na NORMAM 02/DPC e nos TIE das embarcações, acrescido do fato de não possuir habilitação formal para o exercício das funções de comando da embarcação; e que cabe, ainda, asseverar que as embarcações, lotadas com pessoal insuficiente e inabilitado, prestavam serviços de transporte de carga e passageiros com escoramentos e instrumentos de contenção da carga inadequados, consoante apontado no laudo pericial, razão pela qual se constata que o quinto e sexto representados, proprietários da balsa, de forma negligente, contribuíram para o evento em apreciação. Finalmente a PEM requereu que seja oficiado a DPC para que tome ciência do fato da navegação ocorrido, em especial das possíveis violações aos artigos 11, 13, inciso III e 20, inciso III, do RLESTA. 5/11

6 Recebida a representação e citados, os representados, que não possuem antecedentes no Tribunal Marítimo, foram regularmente defendidos, exceto Kaell Amaral Carvalho que permaneceu revel, tendo sido notificado desta condição através do documento de fl. 188/188v. A defesa de Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da Silva, Carlinhos Firmino Alves, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva, em peça única, alega, em resumo, que há de se concluir que não subsiste responsabilidade dos suplicantes no sinistro em que resultou a queda do caminhão no leito do rio e que deu ensejo a produção apenas de danos materiais, mormente quando ficou demonstrado na instrução dos autos a absoluta ausência de dolo no evento como decorrência do princípio geral de direito, sempre reconhecido e proclamado, no sentido da vedação da responsabilidade objetiva ou sem causa; que o direito brasileiro não consagra a teoria da responsabilidade ficta, presumida, diversa daquela proveniente da própria conduta do agente e de sua postura em relação ao evento danoso, exige-se uma conduta ilícita, causadora de lesão ao direito tutelado, contendo coeficiente subjetivo de culpabilidade; que o proprietário da embarcação JOSÉ BERNARDO DA SILVA envolvida no acidente sempre observou e observa as determinações legais impostas pela Marinha Brasileira através da sua Capitania Fluvial do São Francisco; que assim, verifica-se que em vistoria realizada pela Capitania Fluvial, ficou demonstrada a regularidade de funcionamento da balsa, oportunidade em que foram apresentadas apenas recomendações que não comprometem a segurança de navegação, assinou Termo de Responsabilidade, recolheu o seguro obrigatório e realizou a renovação periódica do TIE (Título de Inscrição de Embarcação), conforme cópias dos documentos 01 a 10 anexos à defesa; que o motorista do caminhão concorreu decisivamente para a precipitação do caminhão no leito do rio, sendo inclusive conduta reconhecida através de decisão preliminar dos autos do inquérito administrativo; que portanto, restou patente em função do inserto no inquérito, que a causa determinante da precipitação do veículo no leito do rio, foi a imprudência do motorista do caminhão ao não atender as determinações de parar o veículo quando solicitado pelo recorrente, isto porque deveria ter atendido ao comando que lhe foi enviado de forma clara para que parasse o veículo; que o não atendimento ao comando exarado, fez com que o veículo precipitasse no leito do rio São Francisco;e que face ao exposto, tendo em vista a total ausência de culpa dos recorrentes requer a total improcedência da representação ofertada e a não imputação aos recorrentes de quaisquer das penalidades elencadas no art. 121 da supracitada lei. Na instrução, nenhuma prova foi produzida. Em alegações finais, nada foi acrescentado. 6/11

7 Decide-se. De tudo o que consta nos presentes autos, conclui-se que a natureza e extensão do fato da navegação sob análise, tipificado no art. 15, alíneas a, c e e, da Lei nº 2.180/54, ficaram caracterizadas como queda de caminhão do convés de balsa de travessia, operada por tripulação inabilitada, nas águas do rio São Francisco, expondo a risco as vidas e fazendas de bordo e provocando avarias no veículo e a perda de sua carga. A causa determinante foi o deslocamento do caminhão no convés da balsa com esta em movimento. O encarregado do inquérito, em seu relatório, concluiu que o motorista do caminhão precipitou-se, contrariando ordem da proprietária do veículo automotor, movimentando o caminhão no convés da embarcação em movimento, sendo que as rampas de embarque e desembarque não permitem ser içadas e travadas antes de a embarcação suspender, nem existem balaustradas rebatíveis ou removíveis, que sejam colocadas e travadas durante as travessias e que o veículo não estava com o freio de estacionamento acionado, o motor desligado, a marcha engrenada e suas rodas calçadas com, pelo menos, dois calços, de modo a impedir movimentos durante a travessia, o caminhão foi deslocado da sua posição de estacionamento tendo o motorista permanecido no interior do veículo enquanto a embarcação estava em movimento. A PEM ofereceu representação contra Kaell Amaral Carvalho, motorista do caminhão acidentado, contra Benedito Alves da Silva, gerente administrativo de balsa e tripulante, contra Marinaldo Gonçalves da Silva, gerente financeiro de balsa e tripulante, contra Carlinhos Firmino Alves, mestre do R/E CLOTILDES BERNARDES, contra Marcílio Bernardes da Silva, proprietário da balsa e do rebocador, e contra Múcio José Gonçalves da Silva, proprietário da balsa, com fulcro no art. 15, alíneas a (deficiência de equipagem), c (má estivação da carga) e e (todos os fatos), da Lei nº 2.180/54, sustentando que o motorista ao movimentar o caminhão, empreendeu manobra brusca em local que impunha uma cautela redobrada, conduzindo seu agir de forma imprudente, e, assim agindo, inobservou as medidas de precaução e segurança que poderiam ter evitado a queda do caminhão nas águas do rio; que os tripulantes da balsa foram imprudentes porquanto autorizaram o embarque de passageiros, quando o TIE permitia apenas o transporte de cargas, e determinaram ao motorista o deslocamento da carga com a embarcação em movimento, ensejando sério risco à segurança da embarcação e de sua carga, bem como de seus passageiros, sendo que eram sabedores das condições precárias da balsa, no que se refere à inadequação dos instrumentos de contenção de carga existentes; que quanto ao condutor do rebocador, cumpre verificar seu proceder 7/11

8 imprudente no momento em que suspendeu o conjunto de embarcações (rebocador e balsa) com deficiência de equipagem número de tripulante em quantidade inferior ao exigido e excesso de passageiros, inobservando as medidas de precaução e segurança da navegação, especialmente, àquelas previstas na NORMAM 02/DPC e nos TIE das embarcações, acrescido do fato de não possuir habilitação formal para o exercício das funções de comando da embarcação e que cabe, ainda, asseverar que as embarcações, lotadas com pessoal insuficiente e inabilitado, prestavam serviços de transporte de carga e passageiros, com escoramentos e instrumentos de contenção da carga inadequados, consoante apontado no laudo pericial, razão pela qual se constata que os proprietários das embarcações, de forma negligente, contribuíram para o evento em apreciação. A defesa de Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da Silva, Carlinhos Firmino Alves, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva, em peça única, alega que o proprietário da embarcação JOSÉ BERNARDO DA SILVA envolvida no acidente sempre observou e observa as determinações legais impostas pela Marinha Brasileira através da sua Capitania Fluvial do São Francisco, que assim, verifica-se que em vistoria realizada pela Capitania Fluvial, ficou demonstrada a regularidade de funcionamento da balsa, oportunidade em que foram apresentadas apenas recomendações que não comprometem a segurança de navegação, assinou Termo de Responsabilidade, recolheu o seguro obrigatório e realizou a renovação periódica do TIE (Título de Inscrição de Embarcação), conforme cópias dos documentos 01 a 10 anexos à defesa e que restou patente em função do inserto no inquérito, que a causa determinante da precipitação do veículo no leito do rio, foi a imprudência do motorista do caminhão ao não atender as determinações de parar o veículo quando solicitado pelo recorrente, isto porque deveria ter atendido ao comando que lhe foi enviado de forma clara para que parasse o veículo. Analisando-se as provas contidas nos autos, verifica-se que restou demonstrado que o caminhão foi deslocado de sua posição de estacionamento sobre o convés da balsa, com esta já em movimento, ou seja, navegando, o que é terminantemente proibido pela NORMAM 02, Capítulo 10, Navegação de Travessia, item 1001, alínea b que diz: (...) Após a partida da embarcação, nenhum veículo poderá ser deslocado de sua posição de estacionamento. Restou demonstrado, ainda, que deslocamento do veículo estacionado com a balsa em movimento é uma prática irregular utilizada pelo proprietário das embarcações, o qual afirma em seu depoimento que o procedimento de todas as embarcações, o caminhão entra de frente até próximo a outra prancha, então é deslocada a balsa, colocando um cepo grande (40 cm de altura) para calçar o caminhão e mandado o 8/11

9 motorista dar ré depois que a embarcação se distanciou da margem. Observe-se que não restou comprovado nos autos que teria ocorrido falta de freio no caminhão acidentado, conforme afirmado pelos tripulantes da balsa em seus depoimentos. Os tripulantes da balsa, Benedito Alves da Silva e Marinaldo Gonçalves da Silva foram imprudentes ao determinarem ao motorista do caminhão o seu deslocamento com a embarcação em movimento, ensejando sério risco à segurança da embarcação e de sua carga, bem como de seus passageiros embarcados irregularmente. Quanto ao condutor do rebocador, Carlinhos Firmino Alves, foi imprudente no momento em que suspendeu com o rebocador com balsa atrelada, com deficiência de equipagem número de tripulante em quantidade inferior ao exigido e excesso de passageiros, inobservando as medidas de precaução e segurança da navegação, especialmente, àquelas previstas na NORMAM-02/DPC e nos TIE das embarcações, acrescido do fato de não possuir habilitação formal para o exercício das funções de comando do rebocador. Quanto aos proprietários das embarcações, Marcílio Bernardes da Silva, proprietário da balsa e do rebocador e Múcio José Gonçalves da Silva, proprietário da balsa, foram negligentes, pois mantinham suas embarcações lotadas com pessoal insuficiente e inabilitado, prestavam serviços de transporte de carga e passageiros, com escoramentos e instrumentos de contenção da carga inadequados, conforme apontado no laudo pericial, contribuindo decisivamente para a ocorrência do acidente em questão. Deste modo, Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da Silva, Carlinhos Firmino Alves, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva devem ser responsabilizados pelo acidente em questão, não devendo ser acolhida a argumentação apresentada na defesa conjunta. Finalmente, quanto ao motorista do caminhão, Kaell Amaral Carvalho, permaneceu revel, por conseguinte, decorreram os efeitos da revelia quanto à matéria fática, com a presunção de veracidade dos fatos narrados na representação, não havendo provas ou argumentos nos autos que possam afastar a sua responsabilidade pelo evento em questão, eis que foi imprudente ao movimentar o caminhão, embora sob solicitação do tripulante da balsa, empreendendo manobra brusca em local que impunha uma cautela redobrada, não observando as medidas de precaução e segurança que poderiam ter evitado a queda do caminhão nas águas do rio, devendo ser responsabilizado em menor grau pela ocorrência do evento em análise. Pelo exposto, deve-se considerar procedente a fundamentação da PEM condenando Kaell Amaral Carvalho, Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da 9/11

10 Silva, Carlinhos Firmino Alves, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva. Deve ser levado em consideração na aplicação da pena que os representados não possuem antecedentes no Tribunal Marítimo, e que do acidente resultaram apenas danos materiais, que foram em parte ressarcidos pelos proprietários das embarcações, portanto, minimizando as consequências do acidente. Deve ser oficiado à Capitania Fluvial do São Francisco, agente local da Autoridade Marítima, as infrações ao RLESTA, art. 19, inciso III (não portar os certificados ou documentos equivalentes exigidos), art. 20, inciso IV (apresentar-se com luzes de navegação deficiente) e art. 22, inciso II (transportar excesso de passageiros) e a infração à Lei nº 8.374/91 (não apresentação de bilhete de seguro obrigatório DPEM em vigor na data do acidente referente ao R/E CLOTILDES BERNARDES ), cometidas pelos proprietários do R/E CLOTILDES BERNARDES e balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva. Deixa-se de apontar as infrações ao RLESTA, art. 11 (conduzir embarcação ou contratar tripulante sem habilitação para operá-la) e art. 13, inciso III (não dispor a bordo de todos os tripulantes exigidos conforme CTS), cometidas pelos proprietários acima citados, por considerá-las absorvidas pela condenação. Assim, ACORDAM, os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do fato: queda de caminhão do convés de balsa de travessia, operada por tripulação inabilitada, nas águas do rio São Francisco, expondo a risco as vidas e fazendas de bordo e provocando avarias no veículo e a perda de sua carga; b) quanto à causa determinante: deslocamento do caminhão no convés da balsa com esta em movimento; c) decisão: julgar o fato da navegação previsto no art. 15, alíneas a, c e e, da Lei nº 2.180/54, como decorrente de imprudência de Kaell Amaral Carvalho, Benedito Alves da Silva, Marinaldo Gonçalves da Silva e Carlinhos Firmino Alves e negligência de Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva, condenando o primeiro à pena de repreensão, o segundo e o terceiro à pena de multa de R$ 200,00 (duzentos reais) cada um, o quarto à pena de multa de R$ 300,00 (trezentos reais) e o quinto e sexto à pena de multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada um, tudo de acordo com o art. 121, inciso I e VII, 5º da Lei nº 2.180/54, com a redação dada pela Lei nº 8.969/94, e ao pagamento das custas proporcionais entre os cinco últimos apontados, dispensando do pagamento das custas Kaell Amaral Carvalho. Oficiar à Capitania Fluvial do São Francisco, agente local da Autoridade Marítima, as infrações ao RLESTA, art. 19, inciso III (não portar os certificados ou documentos equivalentes exigidos), art. 20, inciso IV (apresentar-se com luzes de navegação deficiente) e art. 22, inciso II (transportar excesso de passageiros) e a infração à Lei nº 8.374/91 (não 10/11

11 apresentação de bilhete de seguro obrigatório DPEM em vigor na data do acidente referente ao R/E CLOTILDES BERNARDES ), cometidas pelos proprietários do R/E CLOTILDES BERNARDES e balsa JOSÉ BERNARDO DA SILVA, Marcílio Bernardes da Silva e Múcio José Gonçalves da Silva. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 30 de agosto de Cumpra-se o Acórdão: Aos de de SERGIO CEZAR BOKEL Juiz-Relator LUIZ AUGUSTO CORREIA Vice-Almirante (RM1) Juiz-Presidente DINÉIA DA SILVA Diretora da Divisão Judiciária AUTENTICADO DIGITALMENTE 11/11

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