DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 2º TRIMESTRE DE 2015

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1 Banco BI&P anuncia um aumento de capital de R$80 mm, integralmente garantido pelos acionistas controladores, que reafirmam a sua confiança na estratégia executada pela instituição Banco BI&P reforça ainda mais o foco da instituição nas atividades de banco de investimento, bem como a distribuição e gestão de ativos, por meio da Guide Investimentos Constituição de provisão adicional de R$210 mm para cobrir possíveis perdas com as operações de crédito relacionadas à empresa Ceagro Agrícola Ltda. e às CPRs originadas pela mesma O Caixa Livre somou R$942,4 mm no 2T15, +42,4% no tri e +26,0% em 12 meses, atingindo 29% dos depósitos totais Após o aumento de capital o Patrimônio Liquido será de aproximadamente R$620 mm que resultará após a redução intencional da carteira de crédito, em função do cenário macroeconômico desafiador, em uma Basileia superior a 17% Destaques A Carteira de Crédito Expandida do Banco foi intencionalmente reduzida dos R$4,1 bilhões de dezembro de 2014 para os atuais R$2,7 bilhões ( ). Pretendemos reduzi-la para cerca de R$2,3 bilhões nos próximos meses, em função do cenário macroeconômico desafiador. Continuaremos nossa atuação em nichos específicos do mercado de crédito com grande capacidade de geração de valor e de operações de investment banking, porém cautelosos, tendo em vista as incertezas que o momento atual apresenta. Constituímos uma provisão, já refletida nas Demonstrações Financeiras de , aprovadas nesta data pelo Conselho de Administração do Banco, no valor de R$210 milhões que, na avaliação da administração do Banco, cobre de forma conservadora as possíveis perdas temporárias decorrentes da exposição junto à Ceagro (vide Mensagem da Administração) e às CPRs originadas pela mesma, créditos estes que, segundo nossos assessores jurídicos, o Banco apresenta boas perspectivas de recuperar por meio das vias negociais e judiciais, já acionadas, quer seja contra os produtores ou contra as revendas que avalizaram as operações. Desses R$210 milhões provisionados, R$131 milhões foram realizados na forma de provisões adicionais não alocadas e R$79 milhões como parcela de risco de crédito na marcação a mercado dos créditos classificados na rubrica de títulos e valores mobiliários. Reiteramos que os demais créditos do Banco têm apresentado qualidade de recebimento bastante saudável. Excetuando-se o evento extraordinário, pontual e não recorrente com Ceagro, nossa despesa de PDD (provisão para devedores duvidosos) gerencial no 2º trimestre de 2015 seria de apenas R$1,5 milhão que anualizado seria equivalente a 0,2% a.a. da atual Carteira Expandida de R$ 3,0 bilhões ( ) mantendo a média saudável da PDD Gerencial de 1% a.a. ao longo dos últimos doze meses. Nessa linha, reiteramos que não tivemos quaisquer problemas de crédito nas demais CPRs de nossa carteira, originadas diretamente pelo Banco ou por outros parceiros, e tampouco temos qualquer exposição às empresas envolvidas na operação Lava Jato ou em outras operações de natureza semelhante deflagradas nos últimos tempos. Foi convocada uma AGE para o dia para deliberar sobre um aumento de capital no valor de R$ 80 milhões, para a subscrição privada de ações ordinárias e ações preferenciais, a um preço de R$1,27/ação, conforme a cotação média ponderada das ações preferenciais da Companhia (IDVL4) dos pregões nos 30 dias que antecederam a na BM&FBovespa. Esse aumento de capital, ofertado a todos os acionistas da Companhia, será integralmente garantido pelos atuais acionistas controladores, que reafirmam a sua confiança na estratégia executada pela instituição. Após o referido aumento de capital, o Banco apresentará um Patrimônio Líquido de aproximadamente R$620 milhões, passando a operar com um índice de Basiléia superior a 17%, um dos mais altos do nosso segmento, quando atingirmos, nos próximos meses, a meta de uma carteira de crédito expandida de R$2,3 bilhões. No período, mantivemos nosso caixa em níveis bastante elevados: R$942 milhões em , representando 29% dos nossos depósitos totais, ante os R$662 milhões apresentados ao final do trimestre anterior. Em paralelo a administração do Banco também mantém seu compromisso com a contenção de custos. Por fim, focaremos cada vez mais nas atividades de investment banking, e, por meio da Guide Investimentos, na distribuição de ativos e gestão de fortunas (wealth management). Nesse sentido, em 31 de julho de 2015, o Banco realizou um aumento de capital de R$10 milhões na Guide para suportar sua estratégia de crescimento acelerado e crescimento inorgânico. Essas ações dão continuidade ao reposicionamento do BI&P de um banco comercial de médio porte, para um banco de investimento/comercial/corretora/wealth management significativamente capitalizado, com aproximadamente R$620 milhões de Patrimônio Líquido. IDVL4: R$1,18 por ação Cotação de fechamento: 12/08/2015 Ações em circulação: Valor Mercado: R$105,0 milhões Preço/Valor Patrimonial: 0,20 Teleconferências Webcasts 13/ Em Português 11h (Brasília) 10h (US EST) Número: Código: Banco BI&P Em Inglês 12h (Brasília) 11h (US EST) Conexões Brasil: EUA: Código: Banco BI&P O BI&P - Banco Indusval & Partners é um banco comercial com mais de 45 anos de experiência no mercado financeiro focado em produtos de crédito, em moeda nacional e estrangeira, produtos de renda fixa e finanças corporativas para o segmento de empresas. Além das 7 agências estrategicamente localizadas nas regiões de maior representatividade na economia brasileira, e de uma agência nas Ilhas Cayman, conta ainda com a Corretora de Valores Guide Investimentos, e a BI&P Cereais, adquirida em abril de 2011, geradora de títulos agrícolas. 1/19

2 Sumário Sumário Comentários da Administração... 3 Cenário Macroeconômico... 6 Principais Indicadores... 7 Desempenho Operacional... 9 Carteira de Crédito Expandida Captação Caixa Livre Adequação de Capital Classificação de Risco - Ratings Mercado de Capitais Balanço Patrimonial Demonstração de Resultados /19

3 Comentários da Administração Como resultado dos esforços que temos empenhado ao longo dos últimos anos no desenvolvimento de nossas plataformas relacionadas às atividades de prestação de serviços, o Banco BI&P decidiu reforçar ainda mais o foco da instituição nas atividades de banco de investimento, bem como a distribuição e gestão de ativos, por meio da Guide Investimentos. Contribuíram para anteciparmos esse movimento o desafiador cenário macroeconômico que se apresenta para a atividade de concessão de crédito, bem como as possíveis perdas relacionadas à exposição do Banco à empresa Ceagro Agrícola Ltda. e às Cédulas de Produtor Rural (CPRs) emitidas por dezenas de produtores rurais e originadas pela mesma, que resultaram em provisões adicionais e aumento de capital. Há cerca de quatro anos, o BI&P passou de um banco comercial de middle market, para um banco comercial e de investimentos focado em empresas de maior porte, com especialização em alguns setores que o Brasil apresenta claras vantagens competitivas e eram pouco explorados pela concorrência notadamente o setor agrícola. Em paralelo, desenvolvemos a nossa atividade de investment banking, a qual foi responsável por 23 operações de M&A, Advisory e Renda Fixa envolvendo valores superiores a R$5,5 bilhões ao longo dos últimos dois anos, e transformamos a nossa corretora em um novo modelo de gestão e distribuição de ativos. Lançada em novembro de 2013, a Guide Investimentos já conta com mais de mil clientes e R$4,0 bilhões de ativos sob custódia e/ou gestão, apresentando um crescimento de 230% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Ao longo desses quatro anos, reposicionamos o Banco para concessão de crédito ao setor agrícola e a empresas de maior porte, visando reduzir o risco da nossa carteira de crédito. Vale registrar que, excetuando-se o evento extraordinário, pontual e não recorrente da Ceagro, nossa despesa de PDD (provisão para devedores duvidosos) gerencial no 2º trimestre de 2015 seria de apenas R$1,5 milhão, que anualizado seria equivalente a 0,2% a.a. da atual Carteira Expandida de R$ 3,0 bilhões ( ) mantendo a média saudável da Despesa de PDD Gerencial de 1% a.a. ao longo dos últimos doze meses. Nessa linha, reiteramos que não tivemos quaisquer problemas de crédito nas demais CPR s de nossa carteira, originadas diretamente pelo Banco ou por outros parceiros, e tampouco temos qualquer exposição às empresas envolvidas na operação Lava Jato ou em outras operações de natureza semelhante deflagradas nos últimos tempos. Neste contexto, o Banco implementou as seguintes ações: A Carteira de Crédito Expandida do Banco foi intencionalmente reduzida dos R$4,1 bilhões de dezembro de 2014 para os atuais R$2,7 bilhões ( ). Pretendemos reduzi-la para cerca de R$2,3 bilhões nos próximos meses, considerando o cenário macroeconômico desafiador que vemos pela frente. Continuaremos nossa atuação em nichos específicos do mercado de crédito com grande capacidade de geração de valor e de operações de investment banking, porém cautelosos, tendo em vista as incertezas que o momento atual apresenta. Constituímos uma provisão, já refletida nas Demonstrações Financeiras de , aprovadas nesta data pelo Conselho de Administração do Banco, no valor de R$210 milhões que, na avaliação da administração do Banco, cobre de forma conservadora as possíveis perdas temporárias decorrentes da exposição junto à Ceagro (vide texto a seguir) e às CPRs originadas pela mesma, créditos estes que, segundo nossos assessores jurídicos, o Banco apresenta boas perspectivas de recuperar por meio das vias negociais e judiciais, já acionadas, quer seja contra os produtores ou contra as revendas que avalizaram as operações. Desses R$210 milhões provisionados, R$131 milhões foram realizados na forma de provisões adicionais não alocadas e R$79 milhões como parcela de risco de crédito na marcação a mercado dos créditos classificados na rubrica de títulos e valores mobiliários. Foi convocada uma AGE para o dia para deliberar sobre um aumento de capital no valor de R$80 milhões, para a subscrição privada de ações ordinárias e ações preferenciais, a um preço de R$1,27/ação, conforme a cotação média ponderada das ações preferenciais da Companhia (IDVL4) dos pregões nos 30 dias que antecederam a na BM&FBovespa. Esse aumento de capital, ofertado a todos os acionistas da Companhia, será integralmente garantido pelos atuais acionistas controladores, que reafirmam a sua confiança na estratégia executada pela instituição. Após o referido aumento de capital, o Banco apresentará um Patrimônio Líquido de aproximadamente R$620 milhões, passando a operar com um índice de Basiléia superior a 17%, um dos mais altos do nosso segmento, quando atingirmos, nos próximos meses, a meta de uma carteira de crédito expandida de R$2,3 bilhões. 3/19

4 No período, mantivemos nosso caixa em níveis bastante elevados: R$942 milhões em , representando 29% dos nossos depósitos totais, ante os R$662 milhões apresentados ao final do trimestre anterior. A administração do Banco também mantém seu compromisso com o controle de custos projetando ainda redução nas despesas de pessoal e administrativas no 2º semestre de Por fim, focaremos cada vez mais nas atividades de investment banking, e, por meio da Guide Investimentos, na distribuição de ativos e gestão de fortunas (wealth management). Nesse sentido, em 31 de julho de 2015, o Banco realizou um aumento de capital de R$10 milhões na Guide para suportar sua estratégia de crescimento acelerado e crescimento inorgânico. Essas ações dão continuidade ao reposicionamento do BI&P de um banco comercial de médio porte, para um banco de investimento/comercial/corretora/wealth management significativamente capitalizado, com aproximadamente R$620 milhões de Patrimônio Líquido. Além de apresentar menores riscos diante de uma conjuntura econômica desafiadora, o foco nas atividades relacionadas à prestação de serviços proporciona um maior potencial de valorização em função dos múltiplos atribuídos às plataformas de distribuição e de receita de fees, aqui e no exterior, e menores níveis de capital alocado. O Caso Ceagro Há cerca de quatro anos, iniciamos uma relação comercial com a Ceagro Agrícola Ltda., empresa tradicional no mercado de comercialização de soja e milho, com atuação no estado do Mato Grosso. Ao longo dos últimos anos, a empresa apresentou ao mercado balanços patrimoniais auditados que refletiam excelentes resultados financeiros e com elevado grau de liquidez, rentabilidade e crescimento. Em 2013, desenvolvemos com a companhia uma estrutura (já desativada) para a originação para o banco de CPRs (Cédulas de Produto Rural) que constituem títulos de crédito emitidos por produtores rurais que estabelecem a entrega de uma determinada quantidade de grãos ao final da safra. Essas CPRs foram emitidas por centenas de produtores rurais, cujas lavouras eram constantemente monitoradas pelo nosso time e também por empresa especializada contratada pelo Banco. Ao longo desses quatro anos, as CPRs originadas pela Ceagro, até esta última safra, registraram perdas inferiores a 0,2% do total do volume originado. Na safra 2014/15, considerada excelente para as culturas de soja e milho em função do clima e da margem para o agricultor, o Banco adquiriu um volume de CPRs originadas pela Ceagro, diversificado em 147 produtores rurais, sendo que boa parte foi também avalizada por importantes revendas da região. Nesse período, também concedemos uma linha de ACC à Ceagro, em valor perfeitamente compatível com os balanços devidamente auditados que analisamos à época da concessão dos créditos e também em linha com os demais credores bancários da empresa. Em 2015, para surpresa de todo o mercado, conforme divulgado, as demonstrações financeiras da companhia foram ajustadas em centenas de milhões de reais, com redução expressiva do caixa, contas a receber e estoque. Esses ajustes nunca foram explicados de forma razoável pela empresa, nem por seus auditores, que alegaram perdas expressivas não apenas em 2014, mas também nos anos anteriores. Além disso, verificamos recentemente que o produto para liquidação de parte das CPRs de nossa titularidade foi indevidamente recebido pela Ceagro, apesar das nossas notificações e registros aos produtores, revendas e respectivos compradores destes produtos. Segundo nossos assessores jurídicos, temos direito sobre a totalidade das CPRs sob a nossa titularidade e estamos tomando as providências negociais e jurídicas para defender nossos direitos, tanto com relação à própria empresa, quanto à cadeia de avalistas e garantidores, para recebê-las na sua totalidade. Não obstante, algumas dessas negociações e execuções legais podem tomar tempo e, por essa razão, após análise dos possíveis impactos que acabamos de concluir, estamos constituindo uma provisão de R$210 milhões no balanço de Essa provisão, na avaliação da administração do Banco, cobre de forma conservadora as possíveis perdas temporárias decorrentes da exposição junto à Ceagro e às CPRs originadas pela mesma, créditos estes que, segundo nossos assessores jurídicos, o Banco apresenta boas perspectivas de recuperar por meio das vias negociais e judiciais, já acionadas, quer seja contra os produtores ou contra as revendas que 4/19

5 avalizaram as operações. Dos R$210 milhões provisionados, R$131 milhões foram realizados na forma de provisões adicionais não alocadas e R$79 milhões como parcela de risco de crédito na marcação a mercado dos créditos classificados na rubrica de títulos e valores mobiliários. Reiteramos que os demais créditos do Banco têm apresentado qualidade de recebimento bastante saudável. Excetuando-se o evento extraordinário, pontual e não recorrente da Ceagro, nossa despesa de PDD (provisão para devedores duvidosos) gerencial no 2º trimestre de 2015 seria de apenas R$1,5 milhão, que anualizado seria equivalente a 0,2% a.a. da atual Carteira Expandida de R$ 3,0 bilhões ( ) mantendo a média saudável da Despesa de PDD Gerencial de 1% a.a. ao longo dos últimos doze meses. Nessa linha, reiteramos que não tivemos quaisquer problemas de crédito nas demais CPR s de nossa carteira, originadas diretamente pelo Banco ou por outros parceiros, e tampouco temos qualquer exposição às empresas envolvidas na operação Lava Jato ou em outras operações de natureza semelhante deflagradas nos últimos tempos. 5/19

6 Cenário Macroeconômico O segundo trimestre de 2015 foi marcado pela continuação da deterioração das projeções de crescimento econômico e inflação para este ano, e pela expectativa em relação à implementação das medidas anunciadas pela equipe econômica. O baixo crescimento econômico e as dificuldades na articulação política continuaram prejudicando a arrecadação e dificultando o objetivo do governo de atingir um superávit primário de 1,2% do PIB. Na primeira metade do ano, apesar da alta de alguns tributos, o governo central não conseguiu melhorar os números da arrecadação e já se discute a possibilidade da readequação da meta. Em relação à atividade, o PIB do primeiro trimestre de 2015 caiu 0,2% em relação ao trimestre anterior, mostrando desaceleração ante o crescimento de 0,3% nos últimos três meses de Além disso, com os indicadores antecedentes apontando para um aprofundamento da recessão no segundo trimestre, a expectativa para o PIB de 2015 passou para contração de 1,49%, ante previsão de queda de 1% no final de março, de acordo com a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central. Outros indicadores importantes como, por exemplo, índices de confiança, continuam mostrando deterioração. Vale destacar o viés negativo para as projeções de crescimento este ano, devido às incertezas com relação aos desdobramentos da Operação Lava Jato, prejudicando os investimentos neste e nos próximos anos. Neste cenário, o mercado de trabalho continua mostrando deterioração. Com a queda da população ocupada e aumento da população economicamente ativa, a taxa de desemprego vem subindo em um ritmo acima do esperado e atingiu 6,9% em junho de Além disso, a renda dos trabalhadores também começou a ser impactada, com queda anual no rendimento médio real dos trabalhadores, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Apesar deste quadro de enfraquecimento da renda e desaceleração da economia, a taxa de inflação se manteve bem acima do teto da meta, de 6,5%, neste início de ano. O IPCA de junho registrou alta acumulada em 12 meses de 8,89%, acelerando ante os doze meses imediatamente anteriores, quando registrou crescimento de 8,47%. Para o final de 2015, a expectativa é de que o IPCA se mantenha próximo de 9%. Tendo em vista este cenário para a inflação, o Banco Central do Brasil (BCB) manteve neste segundo trimestre o ciclo de aperto monetário iniciado em outubro, elevando a taxa Selic de 12,75% ao ano no final de março, para 13,75% ao ano no final de junho. Com relação ao Sistema Financeiro Nacional, o estoque total das operações de crédito cresceu 9,8% em 12 meses, ante crescimento de 11,2% em março na mesma base de comparação, e atingiu R$3,1 trilhões. O prazo médio das concessões passou de 104,4 meses em junho de 2014, para 115,2 meses no mesmo mês de O crédito como percentual do PIB encerrou junho em 54,5%, abaixo do 54,6% registrados nos três meses anteriores. Nas operações de crédito livre, a inadimplência acima de 90 dias das pessoas físicas subiu para 5,4% em junho de 5,2% em março deste ano, enquanto o nível de atraso das pessoas jurídicas registrou alta de 3,6% em março para 3,9% em junho, na mesma base de comparação. O cenário indica continuidade na desaceleração do crédito e aumento nos níveis de inadimplência em decorrência da piora do mercado de trabalho. Dados Macroeconômicos 2T15 1T15 2T (e) Variação real do PIB (T/T anterior) -1,5%(e) -0,2% -1,40% +0,1% -1,49% Inflação (IPCA - IBGE) - variação trimestral 2,24% 3,78% 1,53% 1,71% 1,70% Inflação (IPCA - IBGE) - variação anual 8,89% 8,13% 6,52% 5,91% 9,00% Variação cambial % (US$/R$) - trimestre -3,29% 20,77% 10,2% 13,39% 26,12% Selic 13,75% 12,75% 11,00% 11,75% 14,25% e= esperado 6/19

7 Principais Indicadores As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas com base em números consolidados, conforme práticas contábeis do BACEN, em milhões de reais, exceto quando evidenciado em outra unidade. A partir do 2T14, o Banco BI&P passou a apresentar seus resultados através da DRE Gerencial, que é fundamentada em reclassificações da DRE contábil e tem por finalidade auxiliar sua análise. Resultados 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 1S15 1S14 1S15/1S14 Receita Op. de Crédito e Títulos Agrícolas 1 103,0 132,7-22,4% 110,4-6,7% 235,7 219,3 7,5% Receitas TVM (sem Tít. Agric.), Derivativos e Câmbio 2 58,5 52,6 11,4% 37,9 54,3% 111,1 66,3 67,6% Despesas de Interm. Financeira (sem PDD) 3 (127,9) (156,2) -18,1% (105,0) 21,9% (284,1) (213,1) 33,3% Resultado de Interm. Financeira antes PDD 33,6 29,0 15,6% 43,3-22,5% 62,6 72,4-13,5% Despesa de PDD Gerencial 4 (211,5) (14,5) n.c. (4,872) n.c. (226,0) (14,2) n.c. Resultado de Intermediação Financeira (177,9) 14,5 n.c. 38,4 n.c. (163,4) 58,3 n.c. Receitas de Prestação de Serviços e Tarifas 5 11,6 11,6-0,3% 15,7-26,4% 23,2 26,8-13,4% Despesas de Pessoal e Administrativa (40,7) (40,1) 1,7% (41,4) -1,5% (80,8) (84,5) -4,4% Despesa de Pessoal - Consolidado s/ Guide (18,8) (19,3) -2,4% (22,8) -17,4% (38,2) (47,4) -19,5% Despesa de Pessoal Guide (5,8) (4,9) 19,1% (3,7) 55,5% (10,6) (6,7) 59,1% Despesa Administrativa - Consolidado s/ Guide 6 (10,9) (11,1) -1,9% (11,0) -0,4% (22,0) (22,8) -3,3% Despesa Administrativa Guide 6 (5,2) (4,8) 8,9% (3,9) 33,7% (10,0) (7,7) 29,9% Outras Receitas e Despesas Operacionais 7 (6,3) 1,0 n.c. (2,3) 174,4% (5,3) 2,8-292,3% Resultado Operacional Recorrente (213,4) (12,9) n.c. 10,5 n.c. (226,3) 3,3 n.c. Despesas Operacionais Não Recorrentes (0,1) (1,3) -89,1% (2,7) -94,7% (1,4) (6,7) -78,6% Efeito da descontinuidade do hedge accounting (0,1) (1,3) -89,1% (1,7) -91,5% (1,4) (5,7) -74,9% Resultado Operacional (213,5) (14,2) n.c. 7,8 n.c. (227,7) (3,4) n.c. Resultado Não Operacional (5,4) (0,9) n.c. (1,4) 290,5% (6,3) (3,1) 106,5% Imposto de renda e contribuição social 85,9 11,0 n.c. (3,5) n.c. 96,9 1,9 n.c. Contribuições e Participações (1,7) (2,6) -34,8% (1,9) -9,0% (4,3) (4,3) 0,9% Lucro (Prejuízo) Líquido (134,7) (6,7) n.c. 1,1 n.c. (141,4) (8,8) n.c. 1 Desconsidera os efeitos (i) das recuperações de créditos em perda, (ii) dos descontos concedidos na liquidação de operações no período e (iii) da parcela de risco de crédito atribuída aos títulos e valores mobiliários. 2 Exclui o efeito da descontinuidade da designação de hedge accounting, realizada no 2T12. Esse efeito é considerado em Despesas Operacionais Não Recorrentes. 3 Inclui despesas relacionadas à intermediação financeira, como (i) as despesas relacionadas à joint venture C&BI, (ii) as comissões pagas aos distribuidores de nossos produtos de captação, em especial LCAs e LCIs, classificadas em Despesas Administrativas. Exclui a rubrica de Resultado de Operações de Venda/Transferência de Ativos Financeiros, resultante do acordo de acionistas quando da aquisição do Banco Intercap. Essa conta é considerada no cálculo de despesa gerencial de PDD. 4 Despesa Gerencial de PDD é calculada adicionando à Despesa de PDD os efeitos (i) das recuperações de créditos em perda, (ii) dos descontos concedidos na liquidação de operações no período, (iii) da despesa com provisionamento de fianças, iniciada em dezembro de 2014 e registrada na DRE na rubrica Outras Despesas Operacionais, na conta Despesas com Contingencias em Coobrigações (Fianças) e (iv) da parcela de risco de crédito atribuída aos títulos e valores mobiliários. No 2T14 e 2T15 desconsidera ainda os impactos resultantes do acordo de acionistas quando da aquisição do Banco Intercap nas rubricas da DRE (i) do Resultado de Operações de Venda/Transferência de Ativos Financeiros e (ii) de Outras Despesas e Receitas Operacionais. No 3T14 desconsidera também os efeitos das demais cessões de crédito na rubrica da DRE de Resultado de Operações de Venda/Transferência de Ativos Financeiros. 5 Inclui despesas, contabilizadas em Despesas Administrativas, relacionadas às receitas de prestação de serviços. 6 Desconsidera (i) despesas operacionais não recorrentes, (ii) despesas relacionadas à intermediação financeira e (iii) despesas relacionadas às receitas de prestação de serviços. 7 Resultado da soma de (i) Outras Receitas e Despesas Operacionais, (ii) Despesas Tributárias e (iii) Resultado de Participação de Coligadas. Exclui Outras Despesas e Receitas Operacionais resultantes do acordo de acionistas quando da aquisição do Banco Intercap. n.c. = não comparável (percentual acima de 300% ou abaixo de -300%, ou número dividido por zero). 7/19

8 Principais Indicadores As informações financeiras e operacionais a seguir são apresentadas com base em números consolidados, conforme práticas contábeis do BACEN, em milhões de reais, exceto quando evidenciado em outra unidade. Dados de Balanço 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Carteira de Crédito Clássica 2.160, ,8-22,2% 2.930,1-26,3% Carteira de Crédito Expandida , ,8-21,4% 3.920,1-22,7% Disponibilidades e Aplicações Fin. Liquidez 689,8 509,0 35,5% 150,3 n.c. Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos 1.078, ,1-17,0% 1.570,3-31,3% TVM e Deriv. (-) Tít. Agrícolas e Privados 2 354,1 396,7-10,7% 759,6-53,4% Ativos Totais 4.487, ,7-14,5% 5.117,3-12,3% Depósitos Totais 3.300, ,2-11,1% 3.611,3-8,6% Captações no Mercado Aberto 147,2 143,3 2,8% 101,4 45,2% Empréstimos no Exterior 103,5 195,9-47,1% 281,4-63,2% Repasses Locais 137,3 161,5-15,0% 242,1-43,3% Patrimônio Líquido 538,2 671,4-19,8% 671,4-19,8% Desempenho 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 1S15 1S14 1S15/1S14 Caixa Livre 942,4 662,0 42,4% 748,2 26,0% NPL 60 dias / Carteira de Crédito 2,4% 2,8% -0,4 p.p. 2,0% 0,4 p.p. NPL 90 dias / Carteira de Crédito 2,0% 2,1% -0,1 p.p. 1,8% 0,2 p.p. Índice de Basileia 12,4% 13,0% -0,6 p.p. 13,3% -0,9 p.p. Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio -63,5% -3,9% -59,6 p.p. 0,6% -64,1 p.p. -41,1% -2,6% -38,5 p.p. Margem Financeira Líquida com Clientes 4,07% 4,04% 0,03 p.p. 4,43% -0,36 p.p. 4,05% 4,19% -0,13 p.p. Índice de Eficiência 109,0% 106,6% 2,4 p.p. 80,7% 28,2 p.p. 107,7% 91,9% 15,8 p.p. Índice de Eficiência Conglomerado s/ Guide 99,9% 97,4% 2,5 p.p. 72,6% 27,3 p.p. 98,6% 84,6% 13,9 p.p. Outras Informações 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Clientes Ativos - Pessoa Jurídica ,5% ,5% Número de Funcionários ,1% ,0% Funcionários Banco BI&P ,3% ,8% Funcionários Guide Investimentos ,0% 92 33,7% 1 Inclui Garantias emitidas (fianças, avais, L/C), Títulos de Crédito Privado (Debêntures) e Títulos Agrícolas (CDA/WA e CPR). 2 Exclui Títulos Agrícolas (CPR e CDA/WA) e Títulos de Crédito Privado (Debêntures) para negociação. 3 Inclui a BI&P Cereais. n.c. = não comparável (percentual acima de 300% ou abaixo de -300%, ou número dividido por zero). 8/19

9 R$ milhões R$ milhões DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS Desempenho Operacional O Resultado de Intermediação Financeira antes da despesa gerencial de PDD totalizou R$33,6 milhões, 15,6% superior ao registrado no 1T15 e -22,5% quando comprado ao 2T14. O incremento no trimestre é explicado principalmente pela variação do dólar no período, que causou impacto, em especial, no resultado dos derivativos utilizados para hedge do patrimônio da agência de Cayman, que tem como contrapartida a rubrica de Impostos, que anula o efeito dessa variação, porém, torna o Resultado de Intermediação Financeira mais volátil. Quando desconsiderando esse efeito o resultado de intermediação financeira teria apresentado decréscimo de 17,5% no trimestre e 25,0% quando comparado ao 2T14, devido à redução da carteira de crédito. O Resultado no trimestre foi negativo em R$134,7 milhões em especial devido à provisão adicional realizada. Resultado de Intermediação Financeira antes de Despesa Gerencial de PDD Resultado Líquido 43,3 32,3 41,8 29,0 33,6 1,1 1,7 2,0-6,7-8,8 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15 1S14 1S15 2T14 3T14 4T14 1T15 2T15-134,7-141,4 Rentabilidade Intermediação Financeira 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Receitas de Intermediação Financeira 161,5 185,2-12,8% 148,3 8,9% Operações de Crédito e Títulos Agrícolas 103,0 132,7-22,4% 110,4-6,7% Emprést., Títulos Descont. e Títulos Agrícolas 82,4 107,2-23,1% 91,6-10,0% Financiamentos 20,6 25,4-19,1% 18,8 9,5% Títulos e Valores Mobiliários (sem Tít. Agrícolas) 28,7 39,9-28,1% 19,8 44,6% Instrumentos Financeiros Derivativos 33,3 (56,9) 158,5% 14,6 128,5% Operações de Câmbio (3,5) 69,6-105,0% 3,5-199,8% Despesas de Intermediação Financeira (127,9) (156,2) -18,1% (105,0) 21,9% Captação no Mercado (119,7) (124,8) -4,1% (100,3) 19,4% Depósitos a Prazo (71,9) (69,7) 3,2% (64,6) 11,3% Operações Compromissadas (4,2) (5,1) -16,7% (2,8) 52,6% Depósitos Interfinanceiros (0,7) (0,5) 42,7% (0,5) 37,6% Letras Crédito Agrícola, Imob. e Financeiras (42,1) (46,4) -9,2% (28,7) 46,7% Outros (0,7) (3,2) -77,5% (3,6) -80,3% Empréstimos, Cessão e Repasses (7,5) (30,6) -75,3% (4,7) 59,7% Empréstimos no Exterior (5,9) (26,9) -78,1% (1,2) n.c. Empréstimos e Repasses no país (1,7) (3,6) -54,5% (3,6) -53,7% Op. de venda/transf. de ativos financeiros (0,7) (0,7) -9,1% 0,0 n.c. Resultado Interm. Financeira antes PDD 33,6 29,0 15,6% 43,3-22,5% Despesa de PDD Gerencial (211,5) (14,5) n.c. (4,9) n.c. Resultado de Intermediação Financeira (177,9) 14,5 n.c. 38,4 n.c. 9/19

10 Margem Financeira Líquida (NIM) A margem financeira gerencial com clientes foi de 4,07% no 2T15, praticamente estável na comparação com o trimestre anterior. Margem Financeira Líquida 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 1S15 1S14 1S15/1S14 A. Resultado Intermediação Financeira antes PDD 33,6 29,0 15,6% 43,3-22,5% 62,6 72,4-13,5% B. Ativos Remuneráveis Médios 3.879, ,5-10,4% 4.171,1-7,0% 4.106, ,3-2,4% Ajuste Ativos Médios sem Remuneração 1 (154,0) (189,6) -18,8% (134,0) 14,9% (175,9) (119,1) 47,7% B.a. Ativos Remuneráveis Médios ajustados 3.725, ,9-10,0% 4.037,1-7,7% 3.931, ,2-3,9% Margem Financeira Líquida (Aa/Ba) 3,7% 2,8% 0,8 p.p. 4,4% -0,7 p.p. 3,2% 3,6% -0,4 p.p. Margem Financeira Gerencial com Clientes 4,07% 4,04% 0,0 p.p. 4,43% -0,4 p.p. 4,05% 4,19% -0,1 p.p. 1 Operações compromissadas com volume, prazos e taxas equivalentes no ativo e passivo. Eficiência Ao longo do 2T15 as Despesas Operacionais atingiram níveis mais baixos quando comparado aos trimestres anteriores, em linha com os ajustes promovidos ao longo dos últimos trimestres. Muito embora essas despesas tenham apresentado valores inferiores, tanto na comparação trimestral quando anual, o Resultado de Intermediação Financeira menor, como já mencionado na seção Desempenho Operacional, colaborou para o aumento do índice. Índice de Eficiência sem Guide Investimentos 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Despesas de Pessoal 18,8 19,3-2,4% 22,8-17,4% Contribuições e Participações 0,8 1,7-51,2% 1,7-52,4% Despesas Administrativas 10,9 11,1-1,9% 11,0-0,4% Despesas Tributárias 1,9 2,2-13,7% 4,0-52,0% A. Total Despesas Operacionais 32,5 34,3-5,3% 39,5-17,7% Resultado Interm. Financeira (ex PDD) 31,9 27,1 17,7% 40,9-22,0% Receitas de prestação de serviços e tarifas 4,0 5,6-28,9% 13,2-69,9% Outras Receitas Operacionais Líquidas * (3,4) 2,5-236,9% (6,2) -45,5% B. Total Receitas Operacionais 32,6 35,2-7,6% 48,0-32,2% Índice de Eficiência (A/B) 99,8% 97,5% 2,4 p.p. 82,3% 17,6 p.p. A administração do Banco também mantém seu compromisso com o controle de custos projetando ainda redução nas despesas de pessoal e administrativas no 2º semestre de O Índice de Eficiência do conglomerado financeiro, que inclui a Guide Investimentos, foi mais elevado quando comparado ao índice anterior tendo em vista os investimentos realizados nos últimos trimestres na Guide, dada a fase de estruturação e crescimento em que esta se encontra. Índice de Eficiência 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Despesas de Pessoal 24,6 24,2 1,9% 26,5-7,2% Contribuições e Participações 1,7 2,6-34,8% 1,9-9,0% Despesas Administrativas 16,1 15,9 1,4% 14,8 8,6% Despesas Tributárias 2,9 3,1-7,2% 4,6-37,7% A. Total Despesas Operacionais 45,3 45,8-1,0% 47,8-5,3% Resultado Interm. Financeira (ex PDD) 33,6 29,0 15,6% 43,3-22,5% Receitas de prestação de serviços e tarifas 11,6 11,6-0,3% 15,7-26,4% Outras Receitas Operacionais Líquidas * (3,5) 2,3-256,4% (6,2) -43,0% B. Total Receitas Operacionais 41,6 42,9-3,1% 52,8-21,2% Índice de Eficiência (A/B) 108,9% 106,6% 2,3 p.p. 90,6% 18,3 p.p. * Líquidas de outras Despesas Operacionais para eliminar os efeitos do custo de aquisição e receita de vendas de mercadorias da BI&P Cereais. 10/19

11 Carteira de Crédito Expandida Em junho de 2015 a Carteira de Crédito Clássica totalizou R$2,2 bilhões, redução de 22,2% no trimestre e 26,3% em doze meses. Já a Carteira de Crédito Expandida somou R$3,0 bilhões, redução intencional de 21,4% no trimestre e 22,7% em doze meses, resultado da redução das operações do banco comercial. Ao longo do trimestre os créditos recebidos totalizaram R$1,3 bilhão, demonstrando a qualidade e liquidez de nossos ativos, já os créditos originados totalizaram R$570 milhões de créditos, sendo R$462 milhões em operações renovadas e R$108 milhões de novos créditos. Pretendemos reduzir a Carteira Expandida para cerca de R$2,3 bilhões nos próximos meses, considerando o cenário macroeconômico desafiador que vemos pela frente. Continuaremos nossa atuação em nichos específicos do mercado de crédito com grande capacidade de geração de valor e de operações de investment banking, porém cautelosos, tendo em vista as incertezas que o momento atual apresenta. Carteira de Crédito Expandida por Grupo de Produtos 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Empréstimos e Financiamentos em Reais 1.695, ,6-16,1% 2.272,1-25,4% Cessão de Recebíveis com Clientes 75,5 238,5-68,3% 209,5-64,0% Trade Finance (ACC/ACE/FINIMP) 352,1 471,0-25,2% 433,6-18,8% Outros 1 36,6 44,8-18,3% 14,9 145,9% Carteira de Crédito 2.160, ,8-22,2% 2.930,1-26,3% Garantias emitidas (Fianças e L/Cs) 145,5 174,7-16,7% 179,3-18,8% Títulos Agrícolas (TVM: CPR e CDA/WA) 652,2 831,8-21,6% 729,1-10,5% Títulos de Crédito Privado (TVM: Debêntures) 72,0 70,6 1,9% 81,6-11,9% Carteira de Crédito Expandida 3.029, ,8-21,4% 3.920,1-22,7% 1 Outros: corresponde a operações de Financiamento de BNDU, CDC Veículos, e Empréstimos e Financiamentos Adquiridos. O segmento Corporate, que é composto por empresas com faturamento anual entre R$500 milhões e R$3 bilhões, representava 61% da carteira de crédito expandida, enquanto o segmento Empresas Emergentes, composto por empresas com faturamento anual entre R$200 milhões e R$500 milhões, correspondia a 39%, em linha com nosso posicionamento mais conservador na concessão de crédito. Carteira de Crédito Expandida por Segmento Carteira de Crédito Expandida Concentração por Cliente 0,6% 0,5% 0,3% 0,3% 0,6% Jun 15 16% 33% 28% 23% 59% 62% 62% 64% 61% Mar 15 14% 31% 26% 29% 40% 38% 38% 36% 39% Jun 14 13% 27% 26% 33% Jun 14 Set 14 Dez 14 Mar 15 Jun 15 Empresas Emergentes Corporate Outros* 10 maiores maiores maiores Demais * Outros: corresponde a operações de Financiamento de BNDU, CDC Veículos, e Empréstimos e Financiamentos Adquiridos. No 2T15 a carteira de títulos agrícolas totalizou R$761,6 milhões, -19,6% no trimestre e -13,9% em 12 meses. O decréscimo tanto no trimestre quanto em doze meses está alinhado à redução das operações do banco comercial. Carteira de Títulos Agrícolas 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Em Títulos e Valores Mobiliários 652,2 831,8-21,6% 729,1-10,5% Warrants - CDA/WA 26,5 62,5-57,6% 66,0-59,9% Cédula de Produto Rural - CPR 625,8 769,3-18,7% 663,1-5,6% Em Carteira de Crédito - Empréstimos e títulos descontados 109,4 116,1-5,8% 155,2-29,5% Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA 109,4 116,1-5,8% 155,2-29,5% Carteira de Títulos Agrícolas 761,6 947,9-19,6% 884,2-13,9% 11/19

12 Carteira de Crédito Expandida por Região Carteira de Crédito Expandida por Setor Econômico Sudeste 55% Sul 14% Centro- Oeste 23% Norte 1% Nordeste 7% Agricultura Imobiliário Derivados Petróleo, Biocomb. e Açúcar Pecuária Alimentos e Bebidas Transporte e Logística Insumos Têxtil, Confecção e Couro Comércio por Atacado e Varejo Automotivo Infraestrutura Atividades Financeiras Geração e Distribuição de Energia Comércio Internacional Outros Setores (% inferior a 1,3%) 7,7% 6,9% 6,6% 3,4% 3,1% 3,1% 2,6% 2,5% 2,4% 2,2% 2,1% 1,4% 13,7% 15,0% 27,4% Qualidade da Carteira de Crédito Expandida Em linha com a política de crédito adotada desde abril de 2011, mantivemos o foco na concessão de crédito para clientes de melhor qualidade creditícia. O saldo de operações classificadas nas faixas de menor risco (AA a B) encerrou o trimestre em 86,9% do total de operações na carteira de crédito (92,4% e 90,9% ao final do 1T15 e 2T14, respectivamente), como demonstrado no gráfico a seguir. Carteira de Crédito Expandida por Rating Saldo PDD / Carteira de Crédito Dos R$149,5 milhões classificados entre D e H, da carteira clássica, 66%, ou seja, o montante de R$98,8 milhões compreende operações que estão em curso normal de pagamento. O índice de inadimplência para créditos com atraso superior a 60 dias (NPL 60) apresentou redução de 0,4 p.p. no trimestre e incremento de 0,4 p.p. em doze meses. As operações vencidas há mais de 90 dias (NPL 90) apresentam queda de 0,1 p.p. no trimestre e incremento de 0,2 p.p. em doze meses. Destacamos que as operações de crédito relacionadas à empresa Ceagro Agrícola Ltda. e às CPRs originadas pela mesma não estão consideradas no NPL do 2T15, uma vez que as operações ainda constavam na carteira de Títulos e Valores Mobiliários, que não compõe o indicador. Tal impacto será observado nos números do 3T15. Inadimplência por segmento 2T15 1T15 > 60 dias > 90 dias 2T15 1T15 2T15 1T15 Carteira de Crédito NPL % NPL % NPL % NPL % Empresas Emergentes 785,3 883,1 40,9 5,2% 73,2 8,3% 35,4 4,5% 56,7 6,4% Corporate 1.356, ,8 6,6 0,5% 0,9 0,0% 4,0 0,3% 0,9 0,0% Outros 18,6 12,9 3,4 18,6% 3,7 28,7% 3,4 18,4% 0,7 5,4% TOTAL 2.159, ,8 51,0 2,4% 77,8 2,8% 42,8 2,0% 58,3 2,1% Provisão Dev. Duvidosos (PDD) 296,0 94,7 A Despesa Gerencial de PDD totalizou R$1,5 milhão no 2T15, sendo que a Despesa de PDD gerencial dos últimos doze meses foi 1,01% da carteira de crédito expandida (1,09% no 1T15). Além da provisão corrente do 12/19

13 trimestre, constituímos uma provisão adicional, já refletida nas Demonstrações Financeiras de , aprovadas nesta data pelo Conselho de Administração do Banco, no valor de R$210 milhões que, na avaliação da administração do Banco, cobre de forma conservadora as possíveis perdas temporárias decorrentes da exposição junto à Ceagro e às CPRs originadas pela mesma, créditos estes que, segundo nossos assessores jurídicos, o Banco apresenta boas perspectivas de recuperar por meio das vias negociais e judiciais, já acionadas, quer seja contra os produtores ou contra as revendas que avalizaram as operações. Desses R$210 milhões provisionados, R$131 milhões foram realizados na forma de provisões adicionais não alocadas e R$79 milhões como parcela de risco de crédito na marcação a mercado dos créditos classificados na rubrica de títulos e valores mobiliários. Captação O volume do estoque de captação totalizou R$3,5 bilhões em junho de 2015, redução de 13,0% no trimestre e 14,3% em doze meses em linha com a redução na carteira de crédito expandida. Continuamos a tendência de pulverização da base de depositantes através de parcerias com mais de 75 corretoras, distribuidoras e escritórios de agentes autônomos, e ao final do trimestre contávamos com uma base de mais de depositantes (7.337 em junho de 2014). Captação 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Depósitos Totais 3.300, ,2-11,1% 3.611,3-8,6% Depósitos a Prazo (CDB) 1.044,8 914,0 14,3% 868,3 20,3% Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE) 971, ,9-14,8% 1.364,3-28,8% DPGE I 700,7 738,3-5,1% 949,2-26,2% DPGE II 270,4 401,5-32,6% 415,1-34,8% Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) 1.061, ,9-24,1% 1.153,8-8,0% Letras de Crédito Imobiliário (LCI) 161,9 166,8-2,9% 116,3 39,2% Letras Financeiras (LF) 22,8 26,5-14,0% 24,1-5,4% Depósitos Interfinanceiros 18,4 23,8-22,9% 27,6-33,4% Depósitos à Vista 20,1 44,4-54,6% 56,9-64,6% Repasses no país 137,3 161,5-15,0% 242,1-43,3% Empréstimos no exterior 103,5 195,9-47,1% 281,4-63,2% Linhas de Trade Finance 103,5 195,9-47,1% 248,2-58,3% Captação Total 3.541, ,6-13,0% 4.134,9-14,3% Por Modalidade Por Tipo de Investidor Por Prazo Dep. à vista e Interf. 1% Trade Finance 3% Repasse 4% CDB 29% DPGE I 20% LF e LCI 5% LCA 30% DPGE II 8% Bancos e Financeiras 0,5% Empresas 11% Investidores Institucionais 30% Bancos Estrangeiros 3% Corretoras e Distribuidoras 39% Pessoa Física 12% Outros 1% BNDES 4% a vista 1% Acima de 360 dias 30% até 90 dias 30% de 181 a 360 dias 19% de 91 a 180 dias 20% 13/19

14 R$ milhões DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS O prazo médio dos depósitos é de 630 dias da emissão (558 dias em março de 2015) e 309 dias a decorrer para seu vencimento (265 dias em março de 2015). Prazo Médio em dias Tipo de Depósito de emissão a decorrer 1 Interfinanceiro CDB DPGE LCA LCI LF Carteira de Depósitos A partir de Média ponderada por volume. Caixa Livre Em 30 de junho de 2015, o caixa livre totalizou R$942,4 milhões, equivalente a 28,6% dos depósitos totais e 1,6 vez o patrimônio líquido. Para o cálculo consideram-se as disponibilidades, aplicações financeiras de liquidez e títulos e valores mobiliários (TVM), deduzindo-se os títulos de crédito classificados em TVM (CPR, CDA/WA, Debêntures e NP) e as captações no mercado aberto Jun 14 Mar 15 Jun 15 Adequação de Capital O Acordo de Basileia prevê que os bancos mantenham um percentual mínimo de patrimônio ponderado pelo risco incorrido em suas operações. Nesse sentido, o Banco Central do Brasil regulamenta que os bancos instalados no país obedeçam ao percentual mínimo de 11%, calculado com base nas regras do Acordo de Basileia II e Basileia III, o que confere maior segurança ao sistema financeiro brasileiro frente às oscilações nas condições econômicas. A seguir, as posições do BI&P com relação às exigências de capital mínimo previstas pelas normas do Banco Central: Índice de Basileia 2T15 1T15 2T15/1T15 2T14 2T15/2T14 Patrimônio de Referência 421,6 569,5-26,0% 600,6-29,8% PR Nível I 421,6 569,5-26,0% 600,6-29,8% PR Nível II 0,0 0,0 n.c. 0,0 n.c. Deduções do PR 0,0 0,0 n.c. 0,0 n.c. Patrimônio Exigido / RWA 375,3 482,5-22,2% 496,7-24,4% Risco de Crédito 346,9 451,8-23,2% 458,1-24,3% Risco de Mercado 11,0 13,4-17,3% 22,6-51,1% Risco Operacional 17,3 17,3 0,0% 16,0 8,7% Excesso sobre Patrimônio Exigido 46,3 87,0-46,8% 104,0-55,5% Índice de Basileia 12,4% 13,0% -0,6 p.p. 13,3% -0,9 p.p. Após o referido aumento de capital, o Banco apresentará um Patrimônio Líquido de aproximadamente R$620 milhões, passando a operar com um índice de Basiléia superior a 17%, um dos mais altos do nosso segmento, quando atingirmos, nos próximos meses, a meta de uma carteira de crédito expandida de R$2,3 bilhões. 14/19

15 Classificação de Risco - Ratings Agência Classificação Observação Último Relatório Standard & Poor s bra- / Negativa / bra-2 BB- / Negativa / B Escala Nacional Brasil Escala Global Moody's Baa2.br / Estável / BR-3 B1 / Estável / Not Prime Escala Nacional Brasil Escala Global FitchRatings BBB- / Estável / F3 Escala Nacional Brasil RiskBank Índice RiskBank: 9,66 Baixo risco para curto prazo Disclosure: Excelente Mercado Total de Ações de Capitais e Ações em Livre Circulação Total de Ações e Ações em Livre Circulação Classe Capital Social Grupo de Controle Quantidade de Ações em Administração Tesouraria Circulação Free Float Ordinárias ,2% Preferenciais ,2% TOTAL ,2% Planos de Opção de Compra de Ações Os seguintes Planos de Opção de Compra de Ações, aprovados para Diretores e empregados de nível gerencial da Companhia, assim como pessoas naturais prestadoras de serviços à Companhia ou a suas controladas, apresentam as seguintes posições em : Plano de Opções Data de Aprovação Carência Prazo de Exercício Quantidade Outorgada Exercida Extinta Não exercida I Três anos Cinco anos II Três anos Cinco anos III Cinco anos Sete anos IV Até cinco anos Cinco anos Total Os Planos de Opção de Compra de Ações acima mencionados estão arquivados no sistema IPE da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e disponíveis para consulta também através do website de RI da Companhia. Remuneração ao Acionista Durante o segundo trimestre de 2015 não foram provisionados ou pagos antecipadamente juros sobre capital próprio, calculados com base na Taxa de Juros de Longo Prazo TJLP por conta do dividendo mínimo do exercício fiscal O Conselho de Administração avaliará, até o final do exercício, a oportunidade de tal antecipação, levando-se em conta a disponibilidade de resultados e a eficiência fiscal de tal pagamento. 15/19

16 Desempenho das Ações As ações preferenciais do Banco BI&P (IDVL4), listadas no Nível 2 de Governança Corporativa da BM&FBOVESPA, encerraram o trimestre cotadas a R$1,65, totalizando um valor de mercado para a Companhia de R$147 milhões, considerando-se para o cálculo as ações existentes em deduzidas as ações mantidas em tesouraria. O preço das ações IDVL4 apresentou reduções de 31% no trimestre e 47% nos 12 meses encerrados em junho de O Ibovespa, por sua vez, apresentou crescimento de 3,8% no trimestre e manteve-se praticamente estável em relação ao fechamento de junho de No encerramento do 2T15, o índice preço/valor patrimonial da ação (P/VPA) era de 0,26. Evolução do Preço das Ações nos últimos 12 meses Liquidez e Volume de Negociação As ações preferenciais do BI&P (IDVL4) estiveram presentes em 86,9% dos pregões no trimestre e 92,0% dos 249 pregões realizados nos 12 meses encerrados em junho de O volume negociado no mercado à vista durante o trimestre foi de R$9,9 milhões, com movimento de 4,6 milhões de ações IDVL4 em 735 negócios. Ao longo do período entre o fechamento do 2T14 e do 2T15, o volume financeiro de IDVL4 negociado no mercado à vista foi de R$27,4 milhões, movimentando cerca de 10,3 milhões de ações preferenciais em negócios. Dispersão da Base Acionária Posição em QTDE TIPO DE ACIONISTA IDVL3 % IDVL4 % TOTAL % 8 Grupo de Controle ,7% ,1% ,8% 4 Administração ,1% ,9% ,4% - Tesouraria 0 0,0% ,8% ,6% 20 Investidor Institucional Nacional ,1% ,0% ,0% 4 Investidor Estrangeiro ,4% ,7% ,4% 9 Pessoa Jurídica 0 0,0% ,7% ,6% 289 Pessoa Física ,7% ,8% ,2% 334 TOTAL ,0% ,0% ,0% 16/19

17 Balanço Patrimonial CONSOLIDADO ATIVO 30/06/ /03/ /06/2014 Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a compromissos de recompra Vinculados a prestação de garantia Vinculados ao Banco Central Instrumentos financeiros derivativos Relações interfinanceiras Operações de crédito Operações de crédito - Setor privado Operações de crédito - Setor público Operações de crédito vinculadas à cessão (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa ( ) (33.317) (34.789) Outros créditos Créditos por Avais e Fianças honrados Carteira de câmbio Rendas a receber Negociação e intermediação de valores Diversos (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (3.155) (4.935) (6.763) Outros valores e bens Outros valores e bens não de uso próprio (-) Provisão para desvalorizações (11.882) (10.341) (9.601) Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Instrumentos financeiros derivativos Relações Interfinanceiras Operações de crédito Operações de crédito - Setor privado Operações de crédito - Setor público Operações de crédito vinculadas à cessão (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (57.389) (47.826) (64.247) Outros créditos Créditos por Avais e Fianças honrados Negociação e Intermediação de Valores Carteira de câmbio Rendas a receber Diversos (-) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (13.215) (8.468) (4.989) Outros valores e bens Permanente Investimentos Participações em coligadas Outros investimentos (-) Provisão para perdas (42) (16) (156) Imobilizado de uso Imóveis de uso Reavaliação de imóveis de uso Outras imobilizações de uso (-) Depreciações acumuladas (15.908) (15.499) (15.412) Intangível Ágio na aquisição de investimentos Outros ativos intangíveis (-) Amortização acumulada (10.494) (9.270) (6.225) TOTAL DO ATIVO R$ mil 17/19

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