COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA RECURSOS TÉCNICOS PARA O EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA RECURSOS TÉCNICOS PARA O EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICO"

Transcrição

1 COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutor Ricardo Rodrigues PORQUÊ O CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA? A criação de Empresas de Base Tecnológica (EBT) assume especial importância para o desenvolvimento económico e social das regiões, sobretudo pela sua capacidade de gerar emprego e riqueza. A flexibilidade de actuação, que normalmente caracteriza este tipo de empresas, facilita a sua adaptabilidade às necessidades do mercado e o surgimento de inovações, via desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos. Neste contexto, as EBT necessitam de utilizar ferramentas capazes de as ajudar a atingir os seus objectivos com eficiência, criando mais valor para os seus clientes e obtendo vantagens competitivas. Tendo em vista uma perspectiva orientada para a inovação, para a qualificação dos recursos humanos, para o fomento do empreendedorismo, para a gestão estratégica das organizações e para a orientação para o mercado, propõe-se um programa de formação em Criação e Dinamização de Empresas de Base Tecnológica, destinado a técnicos, animadores e consultores externos. O presente programa de formação insere-se no projecto CAIE (Centro de Apoio à Inovação e ao Empreendedorismo), que foi criado em parceria com o Parkurbis, a Global Change, a Universidade da Beira Interior, o Município da Covilhã, a ANIL, a AECBP, a ANJE e a Câmara do Comércio Luso Alemã. O CAIE visa fomentar o empreendedorismo e promover a criação e desenvolvimento de EBT. 1

2 Uma das linhas orientadoras deste projecto é a Dinamização Empresarial e Apoio ao Investimento. Para a sua consecução estão previstas, entre outras actividades, a Criação de um modelo de consultoria, formação e apoio técnico a EBT e a Formação de formadores, animadores e técnicos. O objectivo é criar uma metodologia de aconselhamento, consultoria, e formação, originando um modelo de serviço de apoio à constituição e desenvolvimento de EBT. O curso de Criação e Dinamização de Empresas de Base Tecnológica é uma iniciativa desenvolvida pela UBI, com o apoio dos parceiros do Projecto CAIE e financiado pelo Programa Comunitário EQUAL. 2

3 Prof. Doutora Maria José Silva Bem-vindos ao CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA. Os novos desafios que se colocam às empresas de Base Tecnológica em Portugal exigem visão estratégica, orientação para o mercado, empreendedorismo e inovação. O projecto CAIE visa fomentar o empreendedorismo e criar condições que garantam o apoio a empresas de base tecnológica, desde o desenvolvimento da ideia de negócio até à implementação e desenvolvimento da empresa. O presente curso representa uma importante inovação na formação ministrada na área do empreendedorismo de base tecnológica. O impulso para a sua criação nasceu da preocupação de formar e dotar animadores e consultores externos de competências e conhecimentos que permitam identificar e diagnosticar quais os problemas com que as EBT se deparam, bem como propor medidas correctivas e implementar soluções para esses problemas. Muitas destas empresas, cujo crescimento nem sempre é assente em critérios de rentabilidade e optimização de recursos, têm vindo a enfrentar uma série de problemas que necessitam se ser analisados. Essa análise, que poderá ser levada a cabo por um consultor externo, e a respectiva assessoria, poderão conduzir à resolução do problema e a melhorias na performance da organização. Assim, através do CURSO DE CRIAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA, pretende-se: Dotar os formandos de competências técnicas e práticas e de instrumentos de gestão e marketing, de modo a que estes sejam capazes de assessorar as EBT, diagnosticando os seus problemas e auxiliando na procura activa de soluções para resolução dos mesmos; Promover e disseminar metodologias de consultoria que conduzam à criação e desenvolvimento 3

4 de start-ups de base tecnológica; Informar, formar, assessorar e apoiar os formandos de forma contínua e integral na sua actividade de apoio às EBT. Conscientes da relevância e actualidade do tema, esperamos que este curso possa contribuir decisivamente para o desenvolvimento e para a utilização de metodologias de apoio à criação e dinamização de empresas inovadoras e start-ups de base tecnológica. A todos, muito obrigada pela participação. 4

5 CONTACTOS: A coordenação do curso, dos formadores, dos formandos e de todas as entidades envolvidas, estará a cargo do Prof. Doutor Ricardo Rodrigues e da Prof. Doutora Maria José Silva, que acompanharão as actividades lectivas do curso, bem como o processo de tutorias. Todas as solicitações e dúvidas referentes ao funcionamento da formação devem ser-lhes dirigidas. PROF. DOUTORA MARIA JOSÉ SILVA TELEFONE MORADA: Universidade da Beira interior Unidade das Ciências Sociais e Humanas Gabinete 3.13 Estrada do Sineiro Covilhã PROF. DOUTOR RICARDO RODRIGUES TELEFONE MORADA: Universidade da Beira Interior Unidade das CIências Sociais e Humanas Gabinete 3.32 Estrada do Sineiro Covilhã 5

6

7 organização da formação Descrição e Funcionamento do Curso Os quinze módulos que compõem o Curso de Criação e Dinamização de Empresas de Base Tecnológica pretendem fornecer aos formandos um conjunto de ferramentas que lhes permitam mais facilmente diagnosticar e apontar soluções para os problemas encontrados em Empresas de Base Tecnológica (EBT), cuja especificidade requer efectivamente um conhecimento mais aprofundado de determinadas áreas como a gestão e o marketing. Assim, serão abordadas temáticas como a Inovação e Empreendedorismo; Estratégia e Competitividade; Propriedade Industrial e Transferência de Tecnologia; Internacionalização e EBT; Qualidade e Satisfação de Clientes; Orientação para o Mercado; Produtos e Marcas; Negociação Comercial; Logística e Supply Chain Management; Plano de Marketing e Comunicação; Inteligência Organizacional; Apoios e Incentivos Comunitários para EBT; Contabilidade, Fiscalidade e Avaliação de Empresas; e Financiamento das EBT. Por último, também será ministrado aos formandos um módulo de formação conducente à elaboração do Relatório da EBT. Na formação será aplicada uma metodologia do tipo Formação-Acção, com horas de formação em sala, intercaladas com horas de tutorias personalizadas. Os módulos foram distribuídos ao longo de um período que irá de 18 de Setembro a 11 de Dezembro de O curso decorrerá em horário pós-laboral, das 17h00 às 20h00, todas as segundas-feiras durante o período em que vigore a formação. Excepcionalmente, nas duas primeiras semanas, as sessões presenciais também terão lugar à terça-feira. Em cada semana funcionará um ou dois módulos diferentes, cuja duração da sessão de formação será de 3 horas. No final de cada sessão serão fornecidos os conteúdos da formação e uma lista de questões a cada grupo de trabalho, que servirá de apoio ao diagnóstico. Posteriormente será efectuada a apresentação de soluções para os problemas encontrados na EBT, e propostas medidas que visem a melhoria de desempenho das empresas. Os conteúdos e a lista de questões serão ajustados ao tempo do curso de forma a dar melhor resposta às necessidades dos participantes. 7

8 Cada formador disponibilizará 3 horas de tutoria por cada equipa. Durante essa semana, cada equipa deverá combinar previamente com o formador responsável pelo módulo, o horário das tutorias. O número de inscrições é limitado, conduzindo à formação de 3 equipas de trabalho com 3/4 elementos, designadamente três formandos e um responsável da empresa EBT. Cada equipa irá debruçar-se sobre uma EBT contactada para o efeito. 8

9 local de funcionamento do curso Funcionamento do Curso Para o bom funcionamento dum curso desta natureza é necessário adaptar as infra-estruturas do local às actividades a desenvolver, no decorrer do curso. Assim, o local onde o curso é leccionado terá que ter à disposição os meios necessários para preparar os formandos num ensino de qualidade, privilegiando a aprendizagem do formando de uma forma autónoma, designadamente: Salas de formação, devidamente equipadas com meios informáticos e software especializado, e meios audiovisuais; Biblioteca especializada, equipada com ferramentas multimédia e acesso a bases de dados nacionais e internacionais; Gabinetes de apoio técnico e administrativo nas acções de formação; Auditórios, zonas de lazer, como bares e cantinas. 9

10 composição do curso Os módulos que integram o presente curso, o nome dos formadores responsáveis pela formação e a duração dos módulos, em horas, quer da formação em sala, quer das tutorias, são os que se apresentam na tabela seguinte. MÓDULO FORMADOR FORMAÇÃO EM SALA TUTORIAS Inovação e empreendedorismo Estratégia e Competetividade Propriedade Indistrual e Transferência de Tecnologia Internacionalização e EBT Qualidade e Satisfação de Clientes Orientação para o Mercado Produtos e Marcas Negociação Comercial Logística e Supply Chain Management Plano de Marketing e Comunicação Inteligência Organizacional Apoios e Icentivos Comunitários para EBT Contabilidade, Fiscalidade e Avaliação de Empresas 10 Financiamentos das EBT Relatório da EBT Maria José Silva João Ferreira Dina Pereira Mário Raposo Helena Alves Ricardo Rodrigues Paulo Duarte João Leitão Susana Azevedo Arminda do Paço Paulo Pinheiro António Pires Maria José Silva Paulo Seguro* Maria José Silva João Chendo* Pedro Silva* Pedro das Neves Maria José Silva Ricardo Rodrigues Arminda do Paço Total de Horas * ORADOR CONVIDADO

11 Calendarização do curso Exemplo de calendarização: Datas importantes SESSÃO INICIAL: SESSÃO FINAL: Sessões de Formação Sessões de Tutoria Horário de Tutorias: Será aconselhável que cada equipa tenha 3 horas de tutoria por módulo de formação. É conveniente que as equipas combinem com o formador responsável de cada módulo o horário de tutoria. 11

12 Horário de Formação: HORAS 17:00 18:00 18:00 19:00 19:00 20:00 SEGUNDA 18 IE IE IE SET - 06 OUT - 06 TERÇA 19 EC EC EC SEGUNDA 25 PITT PITT PITT TERÇA 26 I I I SEGUNDA 2 QSC QSC QSC SEGUNDA 9 OM OM OM SEGUNDA 16 PM PM PM SEGUNDA 23 NC NC NC SEGUNDA 30 LSCM LSCM LSCM HORAS 17:00 18:00 18:00 19:00 19:00 20:00 SEGUNDA 6 PMC PMC PMC NOV - 06 SEGUNDA 13 IO IO IO SEGUNDA 20 AIC AIC AIC SEGUNDA 27 CFA CFA CFA DEZ - 06 SEGUNDA 4 FEBT FEBT FEBT SEGUNDA 11 REBT REBT REBT Legenda: IE EC PITT I QSC OM PM NC - Inovação e Empreendedorismo - Estratégia e Competitividade - Propriedade Industrial e Transferência de Tecnologia - internacionalização - Qualidade e Satisfação dos Clientes - Orientação para o Mercado - Produtos e Marcas - Negociação Comercial LSCM PMC IO AIC CFA FEBT REBT - Logística e Supply Chain Management - Plano de Marketing e Comunicação - Negociação Organizacional - Apoios e Icentivos Comunitários para EBT - Contabilidade, Fiscalidade e Avaliação - Financiamento das EBT - Relatório da EBT 12

13 docentes do curso Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: 13

14 FOTO Nome: Breve exposição do curriculum resumido: TLF: FOTO Nome: Breve exposição do curriculum resumido: TLF: FOTO Nome: Breve exposição do curriculum resumido: TLF: FOTO Nome: Breve exposição do curriculum resumido: TLF: 14

15 Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: Nome: Breve exposição do curriculum resumido: FOTO TLF: 15

16 FOTO Nome: Breve exposição do curriculum resumido: TLF: 16

17 contactos dos formandos NOME INTITUIÇÃO TELF CONTACTOS TELM NOME EBT TELF CONTACTOS TELM 17

18

19 conteúdos pedagógicos Inovação e Empreendedorismo OBJECTIVOS - Estimular e difundir uma cultura empreendedora e de inovação. - Apoiar a formanda ou formando a descobrir e identificar as suas capacidades e potencialidades empreendedoras. - Fornecer a formação e desenvolvimento de competências empreendedoras. - Fornecer a formação e desenvolvimento de competências de inovação. - Fornecer conhecimentos que permita constituir a equipa de trabalho e analisar equipa empresarial. - Conseguir que consideram a criação do próprio emprego como uma boa opção profissional para o futuro. - Contribuir para a criação de novas empresas. - Desenvolver e participar em redes empreendedoras. PROGRAMA 1. Inovação e Empreendedorismo: Importância 2. Empreendedorismo 3. Inovação Empresarial 4. Redes empreendedoras e o papel da equipa empresarial BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Hisrich, R. Peters, M. Shepherd, D. (2005): Entrepreneurship. Empreendedores, 6ª Edição McGraw- Hill, Madrid. Tidd, Joe; Bessant, John e Pavitt, Keith (2003): Gestão da Inovação: Integração das Mudanças Tecnológicas, de Mercado e Internacionais, Lisboa, Monitor. 19

20 Timmons, J.e Spinelli, S, (2003) New Venture Creation: Entrepreneurship for the 21st Century 6ªEd.,Londres, UK: Prentice-Hall. Bhidé, Amar (1996): The Questions Every Entrepreneur Must Answer. Harvard Business Review. Carson, David; Cromie, Stanley; McGowan, Pauric e Hill, Jimmy (1995): Marketing and Entrepreneurship in SMEs - An Innovative Approach, Londres, UK: Prentice-Hall. Estratégia e Competitividade OBJECTIVOS O módulo de Estratégia e Competitividade Empresarial tem como principal objectivo transmitir um conjunto de conceitos, instrumentos e técnicas de análise, de modo a permitir aos formandos compreender e alargar o seu leque de conhecimentos nesta área científica. Pretende-se que os formandos possam interiorizar e integrar os conhecimentos adquiridos e sejam capazes de aplicar mediante situações específicas as ferramentas adequadas, e desse modo dotar os formandos de competências de natureza estratégica, nomeadamente: - Elaboração do diagnóstico estratégico; - Formulação de uma estratégia - Determinação da vantagem competitiva; - Análise estrutural de um sector. PROGRAMA I - ANÁLISE ESTRATÉGICA E COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 Estratégia Competitiva: Conceitos Centrais 2 Modelo de Planeamento Estratégico Aplicado 3 Modelos de Análise da Concorrência 4 Análise Estrutural de um Sector 5 Análise Interna e Vantagem Competitiva 6 - Tecnologia e Vantagem Competitiva 20

21 BIBLIOGRAFIA ADOPTADA ANSOFF, Igor (1977): Estratégia Empresarial, Ed. McGraw-Hill, S. Paulo. DÉTRIE, Jean-Pierre et al. (1993): Strategor - Estratégia, Estrutura, Decisão, Identidade, Política Global de Empresa, Lisboa, D. Quixote. FREIRE, Adriano (1997): "Estratégia: Sucesso em Portugal", Edições Verbo. MARTINET, A.Ch. (1992): "Estratégia", Edições Sílabo, Lisboa. MINTZBERG, Henry (1995): Estrutura e Dinâmica das Organizações ; Dom Quixote, Lisboa. PORTER, Michael (1990): The Competitive Advantage of Nations ; the Macmillan Press Lda, London. PORTER, Michael, E. (1980): Competitive Strategy, Nova Iorque, The Free Press. PORTER, Michael, E. (1985): Competitive Advantage, Nova Iorque, The Free Press. RELATORIO MONITOR COMPANY (1994): Construir as Vantagens Competitivas de Portugal ; Edição do Fórum para a Competitividade. Propriedade Industrial e Transferência de Tecnologia OBJECTIVOS Pretende-se que o formando desenvolva as seguintes competências: - Transferência de conhecimentos sobre as diferentes modalidades de protecção da propriedade industrial, formas de registo, organismos a quem recorrer; - Relacionar as patentes com as modalidades de transferência de tecnologia e o apoio à criação de empresas de base tecnológica e spin-offs; - Identificar e utilizar as modalidades de negociação da transferência tecnológica, nomeadamente os contratos e os licenciamentos. 21

22 PROGRAMA 1. Definição de Propriedade Industrial 2. Mecanismos de defesa da Propriedade Industrial (Patente, Marca, Desenho, Modelo) 3. Como registar os mecanismos 4. As patentes e a transferência de tecnologia académica (NEOTEC) 5. Spin-offs académicos e a influência do registo de propriedade 6. Comercialização e licenciamento da investigação 7. Incentivos relativos à Propriedade Industrial (SIUPI) 8. Os papéis do GAPI e da OTIC BIBLIOGRAFIA ADOPTADA INPI, 2005, Código Português da Propriedade Industrial, Lisboa INPI, 2003, Proteger as invenções Patentes e modelos de utilidade, Lisboa INPI, 2003, Proteger os sinais distintivos do comércio Marcas, Lisboa INPI, 2003, Proteger os sinais distintivos do comércio Nomes e insígnias de estabelecimento, Lisboa INPI, 2003, Proteger o design Desenhos ou modelos, Lisboa ALMEDINA, 2003, Inovação, Transferência de Tecnologia e Concorrência, Lisboa Sítios de interesse

23 Internacionalização e EBT OBJECTIVOS Apresentar a temática da internacionalização da empresa e a sua importância na gestão empresarial, em resultado do actual contexto de globalização das economias dos países. PROGRAMA 1. O processo de internacionalização da empresa. 2. A selecção de mercados internacionais. 3. Formas de acesso aos mercados internacionais. 4. Benefícios, custos e riscos de internacionalização. 5. O Marketing Mix internacional. BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Dias, Álvaro Lopes (2005): Princípios de marketing internacional ; Editora; Lidel. Keegan, J. Warren (2005): Marketing Global ; Prentice-Hall, 7ª Ed. Viana, Carlos; Hortinha, Joaquim (2002): Marketing Internacional ; Ed. Sílabo; L. da 2.ª Edição. Freire, Adriano (1995): Estratégia Sucesso em Portugal ; Ed. Verbo. Raposo, Mário (1994): Análise da Internacionalização das Actividades das Empresas: Evidências Empíricas do Sector Têxtil ; Tese de Doutoramento UBI. Qualidade e Satisfação de Clientes OBJECTIVOS - Perceber a importância de satisfazer os clientes; 23

24 - Compreender aos vários elementos relacionados com a qualidade e a satisfação dos clientes; - Ser capaz de detectar erros e falhas no processo de produção/prestação do serviço; - Ser capaz de medir as percepções de qualidade dos clientes; - Ser capaz de medir a satisfação dos clientes. PROGRAMA 1. A importância de satisfazer os clientes 2. A satisfação dos clientes e as suas componentes 3. A medição da satisfação dos clientes 4. A medição da qualidade do serviço BIBLIOGRAFIA ADOPTADA - Lovelock, Cristopher; Wright, Lauren (1999): Principles of Service Marketing and Management, Prentice Hall. - Lovelock, Cristopher (2002): Services marketing, People, Technology, strategy, Prentice Hall. Fourth edition. - Zeithaml, Valerie; Bitner, Mary Jo (2003): Services Marketing: Integrating Customer Focus across the Firm. McGraw-Hill, International Edition. - Hoffman, Douglas; Bateson, John (2002): Princípios de Marketing de Serviços, conceitos, Estratégias e Casos, Thomson, 2ª edição. - Grönroos, Christian (2001): Services Management and Marketing: A Customer Relationship Management Approach. Wiley, Second Edition. - Oliver, R. (1997): Satisfaction - a behavioral perspective on the consumer, Irwin, McGraw-Hill. - Swartz, Teresa; Iacobucci, Dawn (2000): Handbook of Services Marketing and Management, Teresa A. Swartz and Dawn Iacobucci, Editors. Sage Publications. 24

25 Orientação para o Mercado OBJECTIVOS Com este módulo pretende-se que os formandos conheçam o conceito de orientação para o mercado, saibam avaliar o nível de orientação para o mercado de uma organização e saber quais as consequências de se ser orientado para o mercado. PROGRAMA 1. Definindo o mercado 2. O conceito de orientação para o mercado 3. Geração de informação 4. Disseminação de informação 5. Acção sobre o mercado 6. Consequências da Orientação para o Mercado BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Baker, William E.; Sinkula, James M. (1999); "Learning Orientation, Market Orientation, and Innovation: Integrating and Extending Models of Organizational Performance."; Journal of Market Focused Management; 4(4; october); Barrett, Hilton; Weinstein, Art (1998); "The Effect of Market Orientation and Organizational flexibility on Corporate Entrepreneurship"; Entrepreneurship Theory & Practice; 23(1; fall); Deshpandé, Rohit (1999); Developing a market orientation; Thousand Oaks, US: Sage Publications Drucker, Peter F. (1954); The Practice of Management; New York, NY, US: Harper & Row Im, Subin; Workman, John P. (2004); Market Orientation, Creativity, and New Product Performance in High-Technology Firms, Journal of Marketing, 68(Apr); Jaworski, Bernard J.; Kohli, Ajay K. (1993); "Market Orientation: Antecedents and Consequences"; 25

26 Journal of Marketing; 57(Jul); Kohli, Ajay K.; Jaworski, Bernard J. (1990); "Market Orientation: The Construct, Research Propositions, and Managerial Implications"; Journal of Marketing; 54(2; Apr); 1-18 Kohli, Ajay K.; Jaworski, Bernard J.; Kumar, Ajith (1993); "MARKOR: A measure of Market Orientation"; Journal of Marketing Research; 30(4; Nov); Kotler, Philip; Armstrong, Gary (2001); Principles of Marketing, 9th International Edition; Upper Saddle River, New Jersey, US: Prentice Hall Narver, John C.; Slater, Stanley F. (1990); "The effect of a Market Orientation on Business Profitability"; Journal of Marketing; 54(Oct); Produtos e Marcas OBJECTIVOS 1. A compreensão do conceito multidimensional do produto. 2. Compreender as diversas opções estratégicas e políticas para a gestão da carteira de produtos. 3. Entender a importância da marca para o produto, os seus componentes e as diversas oportunidades e desafios que esta coloca aos gestores. PROGRAMA 1 O produto, conceito, classificação e ciclo de vida. 2 Estratégias de gestão da carteira de produtos. 3 O papel da marca na abordagem ao mercado. BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Assael, Henry (1998): Consumer behavior and marketing action, South-Western College Publishing, Cincinnati, Ohio. 26

27 Cagan, Jonathan; Vogel, Craig M. (2002): Creating Breakthrough Products, Prentice Hall, New Jersey. Keller, Kevin Lane(2003): Strategic Brand Management - Building, Measuring and Managing Brand Equity, 2ª Edição, Prentice Hall, New Jersey. Lehmann, Donald R. (1997): Product Management, Second Edition, Irwin, Chicago. Lilien, Gary L.; Rangaswamy, Arvind (1999): New Product and brand management, Addison Wesley. McMath, Robert M.; Forbes, Thom (1998): What Were They Thinking?, Times Business, New York. Negociação Comercial OBJECTIVOS - Identificar os diferentes tipos de negociação e de negociadores, e as fases do processo negocial, no contexto empresarial; - Aplicar as estratégias e as técnicas de preparação, de condução e de auto-avaliação das negociações, em função das pessoas, objectos e objectivos envolvidos; - Conhecer os mecanismos disponíveis para intervenção de terceiros no âmbito de processos negociais. PROGRAMA 1. Negociação 2. Processos Negociais Interpessoais 3. Processos Negociais de Grupo 4. Intervenção de Terceiros na Negociação 27

28 BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Carvalho, J. (2004):Negociação, Edições Sílabo, Lisboa. Jesuino, J. (1992): A Negociação - Estratégias e Tácticas, Colecção Textos de Gestão, Texto Editora, 1.ª Edição, Lisboa. Leitão, J. (2005): Tópicos de Negociação, Universidade da Beira Interior, Departamento de Gestão e Economia, Texto de Apoio - N.º M - 02/2005, Setembro de 2005, Covilhã. Lewicki, R.; Saunders, D.; Minton, J.; Barry, B. (2003): Negotiation: Readings, Exercises, and Cases, Fourth Edition, McGraw-Hill. Lewicki, R.; Saunders, D.; Minton, J. (2001): Essentials of Negotiation, Second Edition, McGraw- Hill. Morgado, P. (1994): O Processo Negocial - Dez Etapas para o Sucesso, McGrawHill de Portugal, Lisboa. Logística e Supply Chain Management OBJECTIVOS - Compreender o papel da logística no meio empresarial - Conhecer as especificidades associadas à gestão das diferentes actividades logísticas - Reconhecer a importância da Supply Chain Management no momento actual de intensa competitividade. PROGRAMA 1. Logística Empresarial 2. Gestão de Actividades Logísticas 3. Suplly Chain Management 28

29 BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Bozarth, Cecil, Introduction to operations and Supply chain Management with advanced Decision Support Tools, Prentice Hall, Christopher, Martin, Logistics & Supply Chain Management: creating value-adding networks (3rd Edition), Financial Times Prentice Hall, Murphy, Paul. R. and Wood, Donald, Contemporary Logistics, 8ª Edition, Prentice Hall, Coyle, John J. Bardi, Edward J. and Langley, John, Management of Business Logistics: A Supply Chain Perspective, 7TH Edition, Thomson Learning, Plano de Marketing e Comunicação OBJECTIVOS - Contribuir para o reconhecimento da importância da elaboração de um plano de marketing e comunicação nas EBT; - Fornecer os conhecimentos e as ferramentas necessárias à elaboração de um plano de marketing adequado a cada EBT, que contemple todas as etapas relevantes (diagnóstico, implementação, avaliação e controlo); - Sistematizar, no plano de marketing e comunicação, alguns dos conhecimentos apreendidos ao longo do curso. PROGRAMA 1. O Plano de Marketing 1.1. Definição 1.2. Importância 1.3. Tipos 1.4. Processo de planeamento 29

30 2. Desenvolvimento do Plano de Marketing e Comunicação com Aplicação às EBT 2.1. Fases genéricas do plano 2.2. Estrutura BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Ambrósio, Vicente (1999): Plano de Marketing Passo a Passo - Um Roteiro Prático para Lançar com Sucesso Produtos, Serviços e Ideias, Editor: Diversos. Hiebing, Roman G.; Cooper, Scott W. (2003): The Successful Marketing Plan, McGraw-Hill. Hiebing, Roman; Cooper, Scott W. G. (2004): The One-Day Marketing Plan, McGraw-Hill. Kotler, P. (2000) Administração de Marketing, 10ª Ed., Prentice Hall Europe. Lindon, Denis; Lendrevie, J.; Lévy, J.; Dionísio, P.; Rodrigues, Joaquim V. (2004): Mercator XXI, Teoria e Prática do Marketing, 10ª Ed., Dom Quixote. Nunes, João Coelho (2002): Plano de Marketing - Estratégia em Acção, Dom Quixote. Parmerlee, David (2000): Preparing the Marketing Plan, McGraw-Hill. Thuillier, Pierre (1995): Do Estudo de Mercado ao Plano de Marketing, CETOP. Westwood, John (1999): Como Redigir um Plano de Marketing, Publicações Europa-América. Wood, Marian (2004): El Plan de Marketing. Guía de Referencia, Prentice Hall, Madrid. Wood, Marian (2003): Marketing Plan: A Handbook with Marketing Plan, Prentice Hall. Inteligência Organizacional OBJECTIVOS Proporcionar uma visão global da importância e do papel do conhecimento e da sabedoria nas empresas de base tecnológica. O aluno deve desenvolver capacidades e atitudes, que lhe permitam entender a relação entre conhecimento e tecnologia. Os alunos deverão: 30

31 - Compreender a importância da gestão do conhecimento nas empresas de base tecnológica; - Identificar o nível de sabedoria empresarial das organizações; - Estabelecer as relações entre os diversos itens da matriz da inteligência organizacional de North; - Perceber a importância do factor humano no trabalho de conhecimento de uma empresa. PROGRAMA 1. Conhecimento e sabedoria: conceitos fundamentais 2. O conhecimento e a base tecnológica das empresas 3. A sabedoria empresarial 4. A matriz da inteligência de North BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Davenport, Thomas H. e Prusak, Laurence (1998): Working Knowledge How organizations manage what they know, Harvard Business School Press, Boston Nonaka, Ikujiro e Takeuchi, Hirotaka (1995): The Knowledge-creating company: How Japanese companies create the dynamics of innovation, Oxford University Press, Oxford North, Klaus e Pöschl, Alexander (2003): Un test de inteligencia para las organizaciones, Dirección del conocimiento: Desarrollos teóricos y aplicaciones, editado por Ricardo Hernández Mogollón, ediciones La Coria, Trujillo, pp Apoios e Incentivos Comunitários para EBT OBJECTIVOS Os objectivos deste módulo consistem na transmissão de conhecimentos sobre apoios e incentivos comunitários disponíveis para a área das EBT. Pretende-se que os formandos desenvolvam competências e conhecimentos que lhes permita, após estudo, identificação e diagnóstico da 31

32 ideia/empresa, prestar adequado aconselhamento na área dos apoios/incentivos comunitários em processos de constituição e/ou desenvolvimento de EBT, nomeadamente: - Reconhecer e avaliar da possibilidade de enquadramento em face da oportunidade de investimento; - Identificar o sistema de apoio potencial; - Explicar detalhadamente o sistema de incentivos; - Efectuar uma primeira aproximação acerca da possibilidade de apoio; - Efectuar um cálculo aproximado sobre os incentivos potenciais; - Aconselhar alternativas. PROGRAMA 1. Sistema de Incentivos a Pequenas Iniciativas Empresariais - SIPIE 2. Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial - SIME 3. Sistema de Incentivos à Economia Digital - SIED 4. Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial Desenvolvimento Internacional SIME Internacional 5. Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial I & DT SIME I&DT 6. Programa QUADROS 7. Programa INOV Jovem 8. Inovação Financeira para o Mercado das PME INOFIN / FINICIA BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Portaria nº 88-D/2006, de 24/Jan. SIPIE; Portaria nº 130-A/2006, de 14/Fev. SIME; Portaria nº 88-A/2006, de 24/Jan. SIED; Portaria nº 88-E/2006, de 24/Jan. SIME Internacional; Portaria nº 88-C/2006, de 24/Jan. SIME I&DT; 32

33 Portaria nº 1502/2002, de 14/Dez. com as alterações que lhe foram introduzidas pela Portaria nº 1257/2003 de 05/Nov. QUADROS; Portaria nº 586-A/2005, de 08/Jul. INOV Jovem; Legislação dispersa; Documentos de trabalho e divulgação. Contabilidade, Fiscalidade e Avaliação de Empresas OBJECTIVOS - Conhecer conceitos, métodos e critérios necessários à preparação e divulgação da informação contabilística; - Elaborar e interpretar as principais demonstrações financeiras; - Conhecer a realidade fiscal portuguesa e proceder ao enquadramento fiscal da empresa; - Conhecer alguns dos benefícios fiscais e sociais; - Analisar a situação económica e financeira da empresa; - Calcular alguns indicadores económicos e financeiros. PROGRAMA 1. Noções de Contabilidade Geral 2. As principais peças contabilísticas 3. Enquadramento fiscal da actividade da empresa: IRC, IVA e outros impostos 4. Benefícios fiscais e sociais 5. Avaliação da empresa BIBLIOGRAFIA ADOPTADA Neves, João Carvalho das Neves (2002): Avaliação de Empresas e Negócios; 1ª edição; Lisboa; McGraw-Hill de Portugal. 33

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado

Leia mais

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado

Leia mais

Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional

Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional Curso de Empreendedorismo Eixo de Promoção do Empreendedorismo a Nível Local e Regional 1) Caracterização do Curso de Empreendedorismo O Curso de Empreendedorismo integra-se na Componente de Formação Tecnológica

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Competitividade, Planeamento e Controlo nos Serviços de Saúde MESTRADO

Leia mais

Gestão de Marketing e Ética Empresarial

Gestão de Marketing e Ética Empresarial Escola de Economia e Gestão Gestão de Marketing e Ética Empresarial Reconhecer e explicar os conceitos pilares do marketing e seu ambiente; Reconhecer a estratégia de marketing e aplicar os principais

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Trabalho de Projecto

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Trabalho de Projecto INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Trabalho de Projecto Ano Lectivo 2009-2010 2 Nome da Unidade Curricular Trabalho de Projecto Créditos

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Qualidade Total e Gestão das Operações MESTRADO Gestão Negócios ANO E

Leia mais

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo

1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Oficina de Formação de Professores em Empreendedorismo 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO: PROBLEMA/NECESSIDADE DE FORMAÇÃO IDENTIFICADO Esta formação de professores visa

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS

GESTÃO FINANCEIRA. Departamento de Gestão de Empresas SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Departamento de Gestão de Empresas GESTÃO FINANCEIRA SUMÁRIO: I - OBJECTIVOS DA DISCIPLINA II - PROGRAMA III - AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS IV - LOCAL E HORÁRIO DE APOIO AOS ALUNOS V - BIBLIOGRAFIA O Docente

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular (UC)

Ficha da Unidade Curricular (UC) Impressão em: 03-01-2013 16:13:42 Ficha da Unidade Curricular (UC) 1. Identificação Unidade Orgânica : Escola Superior de Tecnologia e Gestão Curso : [IS] Informática para a Saúde Tipo de Curso : UC/Módulo

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Pólo de Viseu Instituto Universitário de Desenvolvimento e Promoção Social DISCIPLINA Controlo Informático da Gestão LICENCIATURA Informática

Leia mais

Escola de Economia e Gestão. Empresas e Mercados

Escola de Economia e Gestão. Empresas e Mercados Empresas e Mercados Pré-Requisitos: Nenhuns Prerequisites: None Compreender o funcionamento dos mercados e a forma como o mecanismo preço permite a afetação de recursos Compreender e explicar o processo

Leia mais

1331002 2013-14 FICHA DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO

1331002 2013-14 FICHA DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO Licenciatura em Engenharia Alimentar Ref.ª : 1331002 Ano lectivo: 2013-14 1. Caraterização FICHA DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO 1.1 - Área científica: 34 - Ciências Empresariais

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular

Ficha de Unidade Curricular Ficha de Unidade Curricular Unidade Curricular Designação INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Área Científica Gestão Ciclo de Estudos Licenciatura em Som e Imagem Ramo de Vídeo e ramo de som Carácter: Obrigatória

Leia mais

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS

MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS MESTRADO EM CONTABILIDADE E FINANÇAS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: NOVAS TENDÊNCIAS EM CONTABLIDADE DE GESTÃO Semestre 1º ECT s 6 Área Científica: Docente: CONTABILIDADE HUMBERTO RIBEIRO

Leia mais

Estratégia de Orientação para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração

Estratégia de Orientação para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração Estratégia de para o Mercado (OPM): breve revisão de conceitos e escalas de mensuração Miguel Rivera PERES JÚNIOR 1 ; Jordan Assis REIS 2 1 Professor do IFMG Campus Formiga. Rua Padre Alberico, s/n. Formiga,MG

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular GESTÃO DO CONHECIMENTO Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão de Recursos Humanos e Análise Organizacional

Leia mais

OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO

OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO Modalidade: Oficina de Formação Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-79411/14 Duração: 25 horas presenciais + 25 horas não presenciais Destinatários:

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA - Master em Gestão Sistemas de Informação

Leia mais

ce tec CURSO DE EMPREENDEDORISMO 3ª Edição-Internacional CENTRO DE EMPREENDEDORISMO / ISMAI - TECMAIA

ce tec CURSO DE EMPREENDEDORISMO 3ª Edição-Internacional CENTRO DE EMPREENDEDORISMO / ISMAI - TECMAIA ce tec CENTRO DE EMPREENDEDORISMO / ISMAI - TECMAIA CURSO DE EMPREENDEDORISMO 3ª Edição-Internacional O CEITEC (Centro de Empreendedorismo ISMAI-Tecmaia) apresenta a 3ª edição do Curso em Empreendedorismo,

Leia mais

Os principais objetivos da unidade curricular de Marketing assentam na aprendizagem de conhecimentos por parte do aluno de modo a:

Os principais objetivos da unidade curricular de Marketing assentam na aprendizagem de conhecimentos por parte do aluno de modo a: Curso Gestão Hoteleira Ano letivo 2012/2013 Unidade Curricular Marketing ECTS 4 Regime Obrigatório Ano 2º Semestre 1º Semestre Horas de trabalho globais Docente (s) Adriano Costa Total 124 Contacto 94

Leia mais

Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão

Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Universidade Técnica de Lisboa Gestão da Inovação 4º Ano de Gestão Ano Lectivo 2006/2007 2º Semestre Docente: Vitor Corado Simões PROGRAMA A. O que é a gestão da

Leia mais

" MARKETING INTERNACIONAL "

 MARKETING INTERNACIONAL INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Universidade Técnica de Lisboa " MARKETING INTERNACIONAL " 2007/2008 (2º Semestre) Introdução Objectivos Programa Bibliografia MESTRADO DE MARKETING Docente: Profª

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA Cursos: Doutoramento/3º Ciclo em Gestão Disciplina: Semestre: 1º Docente: Anabela Dinis Gabinete 4.15; Extensão 3859 (Pólo IV), adinis@ubi.pt A) OBJECTIVOS DA DISCIPLINA

Leia mais

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A Licenciatura em Ecoturismo Ref.ª : 8810004 Ano lectivo: 2012-13 DESCRITOR DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO ENTERPRISE MANAGEMENT AND ENTREPRENEURSHIP 1. Unidade Curricular: 1.1

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

Ficha da Unidade Curricular

Ficha da Unidade Curricular ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE FELGUEIRAS CURSO Licenciatura em Ciências Empresariais U.C. MARKETING Ficha da Unidade Curricular Horas presenciais / Ano 56 Ano Lectivo 2010 / 2011 Horas presenciais

Leia mais

E S C O L A S U P E R I O R A G R Á R I A

E S C O L A S U P E R I O R A G R Á R I A Licenciatura em Engenharia Agro-pecuária Ref.ª : 1531001 Ano lectivo: 2010-11 DESCRITOR DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO EMPRESARIAL E EMPREENDEDORISMO ENTERPRISE MANAGEMENT AND ENTREPRENEURSHIP 1. Unidade

Leia mais

Programa. Curso de Formação. Empreende Açores

Programa. Curso de Formação. Empreende Açores Programa Curso de Formação Empreende Açores 2013 Índice 1. Caracterização do curso de Formação Empreende Açores.. 3 1.1. Objectivos..... 3 1.2. Destinatários..... 3 1.3. Modalidade, forma de organização,

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA e PGE Gestão de Sistemas de Informação Luis

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE PRODUTO E MARCA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE PRODUTO E MARCA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular GESTÃO DE PRODUTO E MARCA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Marketing e Publicidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4.

Leia mais

MESTRADO EM GESTÃO / (MBA)

MESTRADO EM GESTÃO / (MBA) MESTRADO EM GESTÃO / (MBA) (2007/2008) DISCIPLINA: CONTABILIDADE FINANCEIRA FINANCIAL ACCOUNTING Docente: Professor Auxiliar Convidado do ISEG/UTL jlacunha@iseg.utl.pt Objectivos da disciplina: Compreender

Leia mais

Marketing Estratégico

Marketing Estratégico Marketing Estratégico Neste curso serão abordadas as melhores práticas para a elaboração de uma estratégia de Marketing. Porquê fazer este curso? Numa abordagem centrada no cliente, propõe-se um curso

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010

Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Ficha de Unidade Curricular 2009/2010 Unidade Curricular Designação INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO Área Científica Gestão Ciclo de Estudos Licenciatura em Design de Ambientes Carácter: Obrigatória Semestre

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Gestão 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade

Leia mais

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5,0

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5,0 DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Gestão de Eventos Área Científica: Ciências da Comunicação CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5,0 CURSO: Comunicação e Relações Públicas Ano: 1º 2º 3º 4º Semestre:

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO F O R M A Ç Ã O A V A N Ç A D A CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS ENQUADRAMENTO O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Engenharia Licenciatura Engenharia e Gestão Industrial Unidade Curricular Logística Industrial Semestre: 6 Nº ECTS: 6,0 Regente João Paulo Pinto Assistente Carga

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

curso de especialização em gestão

curso de especialização em gestão F OR M A Ç Ã O A V A N Ç A D A curso de especialização em gestão FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA MEMBROS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS Enquadramento O CEGE/ISEG é um centro de investigação e projectos do ISEG Instituto

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Programa Prof. João Pedro Couto Objectivos Esta disciplina tem como finalidade fornecer aos alunos um conjunto de elementos que permitam aos mesmos, utilizando uma lógica de raciocínio

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR. Unidade Curricular: Marketing Turístico Área Científica: Ciências Empresariais CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR. Unidade Curricular: Marketing Turístico Área Científica: Ciências Empresariais CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Marketing Turístico Área Científica: Ciências Empresariais CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 CURSO: Ano: 1º 2º 3º Semestre: 1º 2º Regime: Obrigatório Optativo

Leia mais

CCCS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR (UC) INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 2013/2014 7,5 ECTS

CCCS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR (UC) INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 2013/2014 7,5 ECTS CCCS PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR (UC) INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS EMPRESARIAIS 2013/2014 7,5 ECTS A UC Introdução às Ciências Empresariais visa transmitir uma perspetiva científica, sociocultural e ética

Leia mais

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012

APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 APEX- APOIO À PROMOÇÃO DA EXPORTAÇÃO DAS PME 2012 A aposta no apoio à internacionalização tem sido um dos propósitos da AIDA que, ao longo dos anos, tem vindo a realizar diversas acções direccionadas para

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO Universidade Técnica de Lisboa CURSO DE LICENCIATURA EM GESTÃO Ano lectivo de 2007/2008 (Regras de Bolonha) MARKETING INTERNACIONAL PROGRAMA L I S B O A SETEMBRO

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Marketing Escolas Proponentes/Autores Escola

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Licenciatura em desporto Gestão das Organizações Desportivas

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR. Licenciatura em desporto Gestão das Organizações Desportivas INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ESCOLA SUPERIOR DE DESPORTO DE RIO MAIOR Licenciatura em desporto Gestão das Organizações Desportivas Programa da Unidade Curricular Gestão de Sistemas de Informação I

Leia mais

MLM Master in Law and Management

MLM Master in Law and Management MLM Master in Law and Management diploma CONJUNTO novaforum.pt MLM Master in Law and Management Os participantes que completem com aproveitamento a componente lectiva do Programa receberão um Diploma de

Leia mais

E-Business (Opção) vários cursos 1º Ciclo 2012/2013. Fernando Angelino e Sandrina Berthault Moreira. Obrigatória Opcional

E-Business (Opção) vários cursos 1º Ciclo 2012/2013. Fernando Angelino e Sandrina Berthault Moreira. Obrigatória Opcional E-Business (Opção) vários cursos 1º Ciclo 2012/2013 PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR Responsável: Docente: Sandrina Berthault Moreira Fernando Angelino e Sandrina Berthault Moreira Duração: Tipo: Carga Horária:

Leia mais

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços Curso de Gestão Empresarial para Comércio e Serviços PROMOÇÃO: COLABORAÇÃO DE: EXECUÇÃO: APRESENTAÇÃO: > A aposta na qualificação dos nossos recursos humanos constitui uma prioridade absoluta para a Confederação

Leia mais

CURRICULUM VITAE SÍNTESE JORGE JÚLIO LANDEIRO DE VAZ

CURRICULUM VITAE SÍNTESE JORGE JÚLIO LANDEIRO DE VAZ CURRICULUM VITAE SÍNTESE JORGE JÚLIO LANDEIRO DE VAZ MAIO DE 2012 1. DADOS PESSOAIS Nome: JORGE JÚLIO LANDEIRO DE VAZ 2. HABILITAÇÕES ACADÉMICAS 2011 Auditor de Defesa Nacional Curso de Defesa Nacional

Leia mais

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting

ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting ANA obtém certificação em quatro áreas críticas com apoio da VP Consulting Contactos: Isabel Fonseca Marketing VP Consulting Telefone: +351 22 605 37 10 Fax: +351 22 600 07 13 Email: info@vpconsulting.pt

Leia mais

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016

MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 PROJECTO CONJUNTO DE INTERNACIONALIZAÇÃO MÉXICO 2015-2016 MISSÃO EMPRESARIAL AO MÉXICO 19-27 Fev. 2016 INSCRIÇÕES ATÉ 15 DE JANEIRO 2016 Promotor: Co-financiamento: Monitorização: Foto: Miguel Moreira

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO. Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE CURSO, MÓDULO E SEMINÁRIO Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC 2

Leia mais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais

Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Competências de Gestão para Dirigentes e Técnicos de Associações Empresariais Curso de Formação 2011 Índice PROPOSTA FORMATIVA... 3 Introdução... 3 Objectivo geral... 3 Estrutura... 3 Metodologias... 3

Leia mais

PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO UNIVERSIDADE TECNICA DE LISBOA CURSO DE LICENCIATURA EM GESTÃO 2007/2008 (Regras de Bolonha) PROGRAMA DE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE L I S B O A SETEMBRO 2 0

Leia mais

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL

FORMAÇÃO 2012/2013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL FORMAÇÃO 01/013 CURSOS GRATUITOS. HORÁRIO PÓS-LABORAL INFORMAÇÕES FUNDAÇÂO MINERVA Cultura - Ensino e Investigação Científica Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Largo Tinoco de Sousa 760. 108

Leia mais

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes;

Strenghts: Vantagens internas da empresa ou produto(s) em relação aos seus principais concorrentes; Gerir - Guias práticos de suporte à gestão A análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas para o diagnóstico estratégico. O termo SWOT é composto pelas iniciais

Leia mais

Caso Armazéns Global

Caso Armazéns Global Fonte: Google imagens Caso Armazéns Global Docente: Professor Doutor Fernando Gaspar Disciplina: Distribuição Discentes: Ivo Vieira nº 080127020 Nuno Carreira nº 080127009 João Franco nº 080127034 Edgar

Leia mais

Valor da Marca* Ana Côrte-Real Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Valor da Marca* Ana Côrte-Real Faculdade de Economia da Universidade do Porto Valor da Marca* Ana Côrte-Real Faculdade de Economia da Universidade do Porto Resumo A autora apresenta neste artigo uma revisão crítica de algumas perspectivas sobre o valor da marca, sublinhando o contributo

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS. Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt)

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS. Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS EMPRESARIAIS Departamento de Economia e Gestão (ce.deg@esce.ips.pt) Curso de CONTABILIDADE E FINANÇAS 1º. Ciclo Curso de GESTÃO DE RECURSOS

Leia mais

Pós-Graduação em INOVAÇÃO E SISTEMAS INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA ISGB THE PORTUGUESE SCHOOL OF BANK MANAGEMENT

Pós-Graduação em INOVAÇÃO E SISTEMAS INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA ISGB THE PORTUGUESE SCHOOL OF BANK MANAGEMENT BSUPERIOR DE GESTÃO INSTITUTO 0101011010101001010 0101011010101001010 Pós-Graduação em INOVAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO no Sector Financeiro 2005 2006 Associação Portuguesa de Bancos INSTITUTO SUPERIOR

Leia mais

As promoções no ponto de venda Ir ao encontro do seu consumidor

As promoções no ponto de venda Ir ao encontro do seu consumidor As promoções Neste curso serão abordadas as melhores práticas na comunicação e gestão do design aplicadas aos espaços comerciais, no seu contributo para a rentabilidade das empresas. Porquê participar

Leia mais

POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO

POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO POR ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL DA REGIÃO DO ALENTEJO ACÇÃO-TIPO: 2.3.1 ACÇÕES DE FORMAÇÃO NA ROTA DA QUALIFICAÇÃO VALORIZAÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO SECTOR AGRO-ALIMENTAR E TURÍSTICO CURSO N..ºº 11 TTÉCNI

Leia mais

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5

DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 DESCRIÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Turismo, Hotelaria e Restauração Área Científica: Hotelaria CÓDIGO: CRÉDITOS ECTS: 5 CURSO: Licenciatura em Restauração e Catering Ano: 1º Semestre:

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação)

EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação) EXECUTIVE MASTER OF FASHION BUSINESS (Pós-graduação) Rua Castilho 90 2ºesq 1250-071 Lisboa, Portugal Rua José Gomes Ferreira nº219 - Aviz 4150-442 Porto, Portugal info@beill.pt / www.beill.pt Sobre A Beill

Leia mais

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. Gestão Logística

Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica. Sines Tecnopolo. Pós-Graduação. Gestão Logística Associação Centro de Incubação de Empresas de Base Tecnológica Sines Tecnopolo Pós-Graduação Gestão Logística Edital 1ª Edição 2012 1 Enquadramento Tem vindo a ser reconhecida, por políticas governamentais

Leia mais

Pós-Graduação em. MARKETING E GESTÃO COMERCIAL de Serviços Financeiros INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA

Pós-Graduação em. MARKETING E GESTÃO COMERCIAL de Serviços Financeiros INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO BANCÁRIA BSUPERIOR DE GESTÃO INSTITUTO Pós-Graduação em MARKETING E GESTÃO COMERCIAL de Serviços Financeiros 2005 2006 Associação Portuguesa de Bancos INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO B ISGB THE PORTUGUESE SCHOOL OF

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE MARKETING Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE MARKETING Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE MARKETING Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Marketing e Publicidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4.

Leia mais

Perto de si, mudamos consigo! www.wechange.pt

Perto de si, mudamos consigo! www.wechange.pt Hotel Alvalade LUANDA 16 a 27 de RH Os Ciclos de RH, consistem em planos de desenvolvimento de competências no domínio da gestão de Recursos Humanos, nomeadamente ao nível das áreas de Selecção, Formação

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8

Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8 Acção de Formação Contabilidade de Gestão - Primavera v8 MoreData, Sistemas de Informação Campo Grande 28, 10º E 1700-093 Lisboa 213520171 info@moredata.pt Índice de Conteúdos Introdução...3 Sobre o Curso...4

Leia mais

Procura de Excelência

Procura de Excelência www.mba.deg.uac.pt Procura de Excelência MASTER IN BUSINESS ADMINISTRATION Mestrado em Gestão (MBA) Secretariado Departamento de Economia e Gestão Rua da Mãe de Deus Apartado 1422 E-mail: mba@uac.pt Tel:

Leia mais

Desenvolver uma estratégia de marketing

Desenvolver uma estratégia de marketing Gerir - Guias práticos de suporte à gestão Desenvolver uma estratégia de marketing O principal objectivo de uma Estratégia de Marketing é o desenvolvimento do negócio, tendo em linha de conta, a análise

Leia mais

Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China

Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China 2ª Edição Curso de Língua Chinesa, Cultura e Dinâmica de Negócios para Empresários e Gestores na China Realizar Negócios na China é o sonho de qualquer empresário, mas pode ser uma realidade para os que

Leia mais

Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão dos Negócios

Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão dos Negócios Workshop A Competitividade das Empresas & o Balanced Scorecard Balanced Scorecard: Modernidade na Gestão JAIME RAMOS GUERRA JLM CONSULTORES DE GESTÃO, SA () INSTITUTO POLITECNICO DE LEIRIA jaime.guerra@jlm.pt

Leia mais

Disciplina. Introdução à Gestão. Anual P R O G R A M A 2002 / 2003. Escola Superior de Educação. Curso de Animação e Produção Artística 2.

Disciplina. Introdução à Gestão. Anual P R O G R A M A 2002 / 2003. Escola Superior de Educação. Curso de Animação e Produção Artística 2. Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança P R O G R A M A Disciplina Introdução à Gestão Anual Curso de Animação e Produção Artística 2.º ano 2002 / 2003 Professor: Vitor Barrigão Gonçalves

Leia mais

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Da União Europeia vão chegar até 2020 mais de 20 mil milhões de euros a Portugal. Uma pipa de massa, nas palavras do ex-presidente da Comissão

Leia mais

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006

SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 SESSÃO DE ENCERRAMENTO DO VENTURE CAPITAL IT 2006 Jaime Andrez Presidente do CD do IAPMEI 10 de Maio de 2006 Minhas Senhoras e meus Senhores, 1. Em nome do Senhor Secretário de Estado Adjunto, da Indústria

Leia mais

Curso de Empreendedorismo de Base Científica e Tecnológica

Curso de Empreendedorismo de Base Científica e Tecnológica Curso de Empreendedorismo de Base Científica e Tecnológica PROGR AMA PROV I SÓ RIO Edição de 2012 O rganização OTIC UTL Co ordenação Prof. Jorge R omero Prof. Manuel M ira Godinho Índice Âmbito do Curso

Leia mais

Controlo de Gestão. 2ª Edição. Lisboa, 8 e 15 de Maio de 2013. www.pwc.pt/academia. Academia da PwC. 2ª edição

Controlo de Gestão. 2ª Edição. Lisboa, 8 e 15 de Maio de 2013. www.pwc.pt/academia. Academia da PwC. 2ª edição www.pwc.pt/academia Controlo de Gestão 2ª Edição Lisboa, 8 e 15 de Maio de 2013 Academia da PwC 2ª edição Este curso permite-lhe compreender melhor os princípios do controlo de gestão, com especial enfoque

Leia mais

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A

ES C O L A S U PERI O R A G RÁ RI A Licenciatura em Ecoturismo Ref.ª : 1832001 Ano lectivo: 2012-13 DESCRITOR DA UNIDADE CURRICULAR GESTÃO TURÍSTICA TOURISM MANAGEMENT 1. Unidade Curricular: 1.1 Área científica: 4 - Ciências Empresariais

Leia mais

luanda 4ª EDIÇÃO MASTER COURSE - GESTÃO DA FORMAÇÃO LOCAL EPIC SANA LUANDA HOTEL DATAS 14 A 23 JULHO 2014 Mastering People Development

luanda 4ª EDIÇÃO MASTER COURSE - GESTÃO DA FORMAÇÃO LOCAL EPIC SANA LUANDA HOTEL DATAS 14 A 23 JULHO 2014 Mastering People Development luanda www.letstalkgroup.com 4ª EDIÇÃO MASTER COURSE - GESTÃO DA FORMAÇÃO LOCAL EPIC SANA LUANDA HOTEL DATAS 14 A 23 JULHO 2014 Mastering People Development 4ª EDIÇÃO MASTER COURSE Gestão da Formação 14

Leia mais

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Gestão de Projectos info@ipn-incubadora.pt +351 239 700 300 BEST SCIENCE BASED INCUBATOR AWARD Incentivos às Empresas Objectivos: - Promoção do up-grade das empresas de PME; - Apoiar

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Sistemas de Informação I

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Sistemas de Informação I INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 5/11/2014 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 23/2/2015 Ficha de Unidade

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) Unidade Curricular: Sistemas de Informação de Gestão

Ficha de Unidade Curricular (FUC) Unidade Curricular: Sistemas de Informação de Gestão INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do conselho Técnico-Científico 8/5/2013 Ficha de Unidade Curricular (FUC) Unidade Curricular: Sistemas

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA SOCIEDADES DE ADVOGADOS 2º EDIÇÃO LISBOA, 4, 5, 6 E 7 DE MAIO DE 2015. APOIO

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA SOCIEDADES DE ADVOGADOS 2º EDIÇÃO LISBOA, 4, 5, 6 E 7 DE MAIO DE 2015. APOIO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA SOCIEDADES DE ADVOGADOS 2º EDIÇÃO LISBOA, 4, 5, 6 E 7 DE MAIO DE 2015. APOIO 0 LEXDEBATA - PORTUGAL Fundada em 2006, em Lisboa, a LexDebata Seminários Jurídicos, Lda., tem

Leia mais

Estratégia Empresarial

Estratégia Empresarial Estratégia Empresarial Adquirir uma visão atualizada e integrada do sistema e contexto de direção estratégica da organização. Compreender o conteúdo da estratégia empresarial. Desenvolver competências

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional das Beiras Departamento de Economia, Gestão e Ciências Sociais UNIDADE CURRICULAR Tecnologias de Informação e Comunicação MESTRADO Gestão ANO E SEMESTRE

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MARKETING TURÍSTICO OPERACIONAL Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular MARKETING TURÍSTICO OPERACIONAL Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular MARKETING TURÍSTICO OPERACIONAL Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Turismo 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS STIC SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS STIC SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO DINSTITUTO SUPERIOR CURSOS PARA EXECUTIVOS E GESTÃO BANCÁRIA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS STIC SISTEMAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DE COMUNICAÇÃO Início: 29 de Setembro de 2005 INSTITUTO SUPERIOR DE GESTÃO

Leia mais

Consultoria de Gestão Sistemas Integrados de Gestão Contabilidade e Fiscalidade Recursos Humanos Marketing e Comunicação Consultoria Financeira JOPAC SOLUÇÕES GLOBAIS de GESTÃO jopac.pt «A mudança é a

Leia mais

CFC - (ACESSO A CEF TIPO 5 TÉCNICO DE INFORMÁTICA) Planificação anual de Empreendedorismo e Organização da Empresa

CFC - (ACESSO A CEF TIPO 5 TÉCNICO DE INFORMÁTICA) Planificação anual de Empreendedorismo e Organização da Empresa CFC - (ACESSO A CEF TIPO 5 TÉCNICO DE INFORMÁTICA) Planificação anual de Empreendedorismo e Organização da Empresa Turma Única Professora: Maria do Carmo Aboim Madeira 1 - Estrutura e finalidades da disciplina

Leia mais