Modelagem Climática LAMMA/NACAD/LAMCE Histórico e Projetos Futuros. Marcio Cataldi

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelagem Climática LAMMA/NACAD/LAMCE Histórico e Projetos Futuros. Marcio Cataldi"

Transcrição

1 Estado da Arte da Modelagem Climática no Brasil COPPE/UFRJ- RJ Modelagem Climática LAMMA/NACAD/LAMCE Histórico e Projetos Futuros Marcio Cataldi Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS Universidade Federal Fluminense - UFF

2 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico O Laboratório de Modelagem de Processos Marinhos e Atmosféricos LAMMA/UFRJ iniciou suas atividades relacionadas à modelagem do clima no início de 1999, com a implementação do Community Climate Model versão 3.2 CCM 3.2 do National Center for Atmospheric Research NCAR, em uma máquina IBM SP2 do Núcleo de Computação Eletrônica NCE da UFRJ.

3 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico Em 2005 foi utilizado o modelo CCM 3.3 na investigação de como a Alta Subtropical do Atlântico Sul, em resposta às anomalias de temperatura da superfície do mar no Pacífico equatorial e via circulação de Walker e Hadley, influencia a profundidade e, conseqüentemente, a disponibilidade da Água Central do Atlântico Sul ao bombeamento de Ekman, na bacia sudoeste do Atlântico Sul

4 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico Em 2008 foi utilizado o modelo Community Atmospheric Model versão 2.0 CAM 2.0, para auxiliar na investigação da influência das anomalias da TSM do Atlântico Sul extratropical, na região de confluência das correntes do Brasil e das Malvinas, no regime de precipitação das regiões Sul e Sudeste do Brasil. O modelo CAM é continuidade do modelo CCM, com evoluções principalmente na parte de parametrizações e algoritmos de acoplamento. Nesta etapa o LAMMA já estava associado com o Núcleo de Atendimento em Computação de Alto desempenho - NACAD e o Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia LAMCE, ambos da COPPE/UFRJ, o que proporcionou uma grande evolução na disponibilidade de recursos computacionais para este tipo de estudo.

5 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico mm/mês

6 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico Utilização do CAM para investigar também o efeito acoplado das anomalias da TSM do Pacífico Equatorial e do Atlântico Sul na circulação da atmosfera sobre a AS. m/s (a) (b) (c) Observado em janeiro de 1983 Simulação considerando EL Niño Simulação considerando EL Niño + Alântico Sul

7 Modelagem Climática LAMMA/UFRJ - Histórico As simulações do CAM foram realizadas em uma estação de trabalho dedicada SGI Origin 300, com 4 processadores e 2 GB de RAM por núcleo; Solução das equações a cada 1200 seg; Para 31 meses de integração foram gastos em média 3464 min, aproximadamente 58 horas. Para cada mês de integração o tempo médio é de 1,58 h ou 223 s por dia de integração;

8 Projetos Futuros LAMMA/LAMCE/NACAD

9 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros NACAD Computação de Alto Desempenho em Engenharia e Ciência Computacional Disponibilizar e operar infra-estrutura de computação avançada Desenvolver e apoiar projetos multidisciplinares de P&D de relevância, principalmente em: Energia: Óleo e Gás, Elétrica Engenharia Civil, Mecânica e Materiais Meio Ambiente, Meteorologia e Oceanografia Computação, Banco de Dados e Mineração de Dados

10 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Sistemas do NACAD SGI InfiniteStorage Rack de serviços Cluster Dell SGI Altix 450 SGI Altix ICE 8200

11 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Computador Galileu (Sun Blade 6048) 896 nós de processamento compostos de 2 CPUs Quad Core Intel i7 Xeon (Nehalem) com velocidade de 2,8 GHz, totalizando 7168 cores; 24 Gbytes por nó de processamento (3 GBytes por core), com um total de 21 TBytes RAM (distribuída); Sistema de armazenamento em disco de 216 Tbytes acessados através de sistema de arquivo paralelo LusterFS; SO RedHat Enterprise Linux (RHEL) nos servidores e CentOS nos nós de processamento; Compiladores Intel e GNU (Fortran-90 e C/C++) com suporte OpenMP e bibliotecas MPI para aplicações paralelas Intel MPI, MVAPICH2 e OpenMPI.

12 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Projetos de pesquisas e teses de Doutorado em andamento Avaliação do impacto de cenários de desmatamento da região Amazônica no potencial médio de Geração de Energia Hidrelétrica no subsistema SE/CO (utilização do modelo CAM 4.0 e modelos autoregressivos). Regionalização dinâmica dos resultados deste estudo com o modelo MM5, visando a sua utilização em modelos do tipo chuvavazão conceituais.

13 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Projetos de pesquisas e teses de Doutorado em andamento Realizar downscaling híbrido, utilizando técnicas determinísticas (dinâmica) e estocásticas, de cenários de mudanças climáticas do IPCC (International Panel on Climate Change), visando à determinação, diante do quadro de mudanças climáticas, da disponibilidade hídrica média para a Geração de Energia hidrelétrica do país e a revisão dos valores de energia assegurada

14 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Exemplos de downscaling estatístico Nos últimos anos o ONS tem investido na remoção de viés, ou downscale estatístico, das previsões do modelo regional ETA para um horizonte de 10 dias. As técnicas utilizadas são baseadas: na obtenção de curvas de permanência com a precipitação prevista versus precipitação observada, plotando-se pontos de mesma freqüência desta curva e ajustando-se uma equação de segundo grau; na utilização de Redes Neurais Artificiais que utilizam além da precipitação, outras variáveis prognósticas resultantes da modelagem numérica.

15 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Exemplos de downscaling estatístico Precipitação total Observada 9 dias - y - (mm) 300 CAMARGOS - Período Dezembro/Janeiro y = x ,0 100 y = 0,00179x 2 + 0,69219x R 2 = 0, Precipitação total Prevista 9 dias - x - (mm) Extraído de Saturnino Braga et al (2009)

16 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Projetos Futuros Exemplos de downscaling estatístico Redes Neurais Artificiais 200 Precipitação semanal acumulada nos anos de 2002 e mm jan-02 mar-02 mai-02 jul-02 set-02 nov-02 jan-03 mar-03 mai-03 jul-03 set-03 nov-03 Precipitação Observada Precipitação prevista - ETA Precipitação Prevista - Eta Corrigida Extraído de Lopes Dias (2010)

17 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Considerações Finais Em julho de 2010 o ONS realizou um seminário abrangendo o tema Previsão Climática Sazonal Qual o seu uso? Neste seminário o CPTEC e o INMET apresentaram o estado da arte atual das previsões climáticas sazonais operacionais no Brasil; Neste evento ficou latente a necessidade de se investir na previsão climática, também para horizontes sazonais, além de se estreitar o diálogo entre os provedores e os usuários desta informação. As aplicações deste tipo de previsão são inúmeros no Brasil, como no turismo, agricultura, e atualmente também no planejamento energético da operação do Sistema Interligado Nacional SIN.

18 APOIO Exemplo de utilização de Modelagem Climática Sazonal no ONS

19 Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Apoio Para esse estudo foram utilizados um total de 99 previsões, obtidas com a utilização dos modelos ETA e Global do CPTEC e do modelo CAM 2.0 do NCAR rodado na COPPE/UFRJ. ETA TSM Persistida 5 Inicializações com diferentes Cond. Iniciais CAM TSM Numérica 4 Previsões com diferentes combinações entre a La Niña e o Atlântico Sul (condições de contorno). Global TSM Prevista TSM Persistida 3 diferentes Parametrizações de convecção 3 diferentes Parametrizações de convecção 15 Inicializações com diferentes Cond. Iniciais 15 Inicializações com diferentes Cond. Iniciais

20 Precipitação (% da média) Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Apoio 200 Bacia do rio Grande Anomalia Prec. Prevista Mar Cenário Inferior (%) 59 Cenário Superior (%) 153 Média (%) Nov Dez Jan Fev Mar Média (%) Observado Cenário Inferior (%) Cenário Superior (%)

21 Precipitação (% da média) Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Apoio 200 Bacia do rio Tocantins Anomalia Prec. Prevista Mar Cenário Inferior (%) 95 Cenário Superior (%) 137 Média (%) Nov Dez Jan Fev Mar Média (%) Observado Cenário Inferior (%) Cenário Superior (%)

22 Precipitação (% da média) Modelagem Climática LAMMA/LAMCE/NACAD Apoio 200 Bacia do rio Iguaçu Anomalia Prec. Prevista Mar Cenário Inferior (%) 41 Cenário Superior (%) 157 Média (%) Nov Dez Jan Fev Mar Média (%) Observado Cenário Inferior (%) Cenário Superior (%)

Introdução (análise do mês de setembro/2014)

Introdução (análise do mês de setembro/2014) Ano 12 / Número 10 BOLETIM CLIMÁTICO NOVEMBRO DEZEMBRO - JANEIRO (2014-2015) Estado do Rio Grande do Sul Resp. Técnica: 8 0 DISME/INMET e CPPMet/UFPEL Porto Alegre, 24 de outubro de 2014. PRECIPITAÇÃO

Leia mais

Introdução (análise do mês de agosto/2012)

Introdução (análise do mês de agosto/2012) Ano 10 / Número 09 BOLETIM CLIMÁTICO OUTUBRO NOVEMBRO - DEZEMBRO (2012) Estado do Rio Grande do Sul Resp. Técnica: 8 0 DISME/INMET e CPPMet/UFPEL Pelotas, 18 de setembro de 2012. PRIMAVERA COM CHUVA ENTRE

Leia mais

INMET/CPTEC-INPE INFOCLIMA, Ano 13, Número 07 INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07

INMET/CPTEC-INPE INFOCLIMA, Ano 13, Número 07 INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 13 13 de julho de 2006 Número 07 PERMANECE A TENDÊNCIA DE CHUVAS ABAIXO DA MÉDIA NA REGIÃO SUL SUMÁRIO EXECUTIVO A primeira semana da estação de inverno,

Leia mais

TRIMESTRE COM CHUVA ACIMA DO PADRÃO

TRIMESTRE COM CHUVA ACIMA DO PADRÃO Ano 13 / Número 07 BOLETIM CLIMÁTICO AGOSTO SETEMBRO - OUTUBRO (2015) Estado do Rio Grande do Sul Resp. Técnica: 8 0 DISME/INMET e CPPMet/UFPEL Pelotas, 15 de julho de 2015. TRIMESTRE COM CHUVA ACIMA DO

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO JANEIRO FEVEREIRO - MARÇO (2012) Estado do Rio Grande do Sul. Resp. Técnica: VERÃO COM PRECIPITAÇÃO ABAIXO DO PADRÃO CLIMATOLÓGICO

BOLETIM CLIMÁTICO JANEIRO FEVEREIRO - MARÇO (2012) Estado do Rio Grande do Sul. Resp. Técnica: VERÃO COM PRECIPITAÇÃO ABAIXO DO PADRÃO CLIMATOLÓGICO BOLETIM CLIMÁTICO JANEIRO FEVEREIRO - MARÇO (2012) Estado do Rio Grande do Sul Ano 09 / Número 12 Resp. Técnica: 8 0 DISME/INMET e CPPMet/UFPEL Pelotas, 16 de dezembro de 2011 VERÃO COM PRECIPITAÇÃO ABAIXO

Leia mais

INFOCLIMA, Ano 11, Número 11 INFOCLIMA. Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05

INFOCLIMA, Ano 11, Número 11 INFOCLIMA. Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 11 de novembro de 2004 Número 11 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05 CARACTERIZADO O INÍCIO DO FENÔMENO

Leia mais

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 Previsão de Consenso 1 INMET e CPTEC/INPE PREVISÃO DE NORMALIDADE DAS CHUVAS E DAS TEMPERATURAS NA MAIOR PARTE DO PAÍS Sumário

Leia mais

ONS ANALISA SOLUÇÃO DE CLOUD COMPUTING VISANDO AGILIZAÇÃO DE PROCESSOS E DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO

ONS ANALISA SOLUÇÃO DE CLOUD COMPUTING VISANDO AGILIZAÇÃO DE PROCESSOS E DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. ONS ANALISA SOLUÇÃO DE CLOUD COMPUTING VISANDO AGILIZAÇÃO DE PROCESSOS E DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO Perfil O Operador Nacional

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento,

Leia mais

INCT-Mudanças Climáticas Sub-Componente 3.2.1: Cenários Climáticos, Adaptação e Vulnerabilidade Jose A. Marengo CCST INPE jose.marengo@inpe.

INCT-Mudanças Climáticas Sub-Componente 3.2.1: Cenários Climáticos, Adaptação e Vulnerabilidade Jose A. Marengo CCST INPE jose.marengo@inpe. Logo INCT-Mudanças Climáticas Sub-Componente 3.2.1: Cenários Climáticos, Adaptação e Vulnerabilidade Jose A. Marengo CCST INPE jose.marengo@inpe.br O passado... Logo Logo Logo O presente... Logo Logo Marengo

Leia mais

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015

INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 INFORME SOBRE O VERÃO 2014-2015 1. INTRODUÇÃO A estação do verão inicia-se no dia 21 de dezembro de 2014 às 20h03 e vai até as 19h45 do dia 20 de março de 2015. No Paraná, historicamente, ela é bastante

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Agosto-Setembro-Outubro de 2003. Prognóstico Trimestral (Agosto-Setembro-Outubro de 2003). 1 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Endereço: Eixo Monumental VIA S1 Telefone: + 55 61 344.3333/ Fax:+ 55 61 344.0700 BRASÍLIA / DF - CEP:

Leia mais

Nota Técnica 01/2015: Estado atual do El Niño e perspectiva para os próximos meses

Nota Técnica 01/2015: Estado atual do El Niño e perspectiva para os próximos meses Nota Técnica 01/201: Estado atual do El Niño e perspectiva para os próximos meses Resumo As condições atuais são de um El Niño forte. Há uma probabilidade superior a 9% de que esta fase quente continue

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Instituto Nacional de Meteorologia INMET Coordenação Geral de Agrometeorologia 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2003 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A primavera começa neste ano às 07:47h do dia 23 de setembro e vai até 05:04h (horário de Verão) de Brasília, do dia

Leia mais

João Marcelo Uchôa de Alencar

João Marcelo Uchôa de Alencar CENAPAD-UFC João Marcelo Uchôa de Alencar Agenda Missão Serviços Projetos em Andamento Temas de Pesquisa Parque Computacional e Infraestrutura Parcerias Sobre o Passado Quem Somos Contato Missão Centro

Leia mais

Secretaria dos Recursos Hídricos

Secretaria dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos ÁREAS DE ATUAÇÃO PASSADO RECENTE ANÁLISE DE TENDÊNCIA - PRECIPITAÇÃO 1961 2014: Redução ~250,0 mm ANÁLISE DE TENDÊNCIA - PRECIPITAÇÃO PROJETO Secretaria de Assuntos Estratégicos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE Luciana Maria de Castro Mira¹, Bianca Antunes de S. R. Alves 2, Ana Paula Tavares 3, Luíz Henrique

Leia mais

ANÁLISE MULTITEMPORAL DO PADRÃO DE CHUVAS NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO NO ÂMBITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

ANÁLISE MULTITEMPORAL DO PADRÃO DE CHUVAS NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO NO ÂMBITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS ANÁLISE MULTITEMPORAL DO PADRÃO DE CHUVAS NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO NO ÂMBITO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS ALMEIDA, Paula Maria Moura de (Orientadora) 1 KOVAC, Marcel da Silva 2 Palavras-chave: Precipitação.

Leia mais

INFORMATIVO CLIMÁTICO

INFORMATIVO CLIMÁTICO GOVERNO DO MARANHÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO NÚCLEO GEOAMBIENTAL LABORATÓRIO DE METEOROLOGIA INFORMATIVO CLIMÁTICO MARANHÃO O estabelecimento do fenômeno El Niño - Oscilação Sul (ENOS) e os poucos

Leia mais

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL

PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL PREVISÃO CLIMÁTICA TRIMESTRAL JULHO/AGOSTO/SETEMBRO - 2015 Cooperativa de Energia Elétrica e Desenvolvimento Rural JUNHO/2015 Previsão trimestral Os modelos de previsão climática indicam que o inverno

Leia mais

EVOLUÇÃO DA TEMPERATURA NA REGIÃO DE GUARATINGUETÁ - SÃO PAULO - BRASIL

EVOLUÇÃO DA TEMPERATURA NA REGIÃO DE GUARATINGUETÁ - SÃO PAULO - BRASIL 1 EVOLUÇÃO DA TEMPERATURA NA REGIÃO DE GUARATINGUETÁ - SÃO PAULO - BRASIL João Ubiratan de Lima e Silva; Milton César Marques RESUMO O presente trabalho está fundamentado em uma pesquisa com base nos dados

Leia mais

3 Energia Hidrelétrica

3 Energia Hidrelétrica 3 Energia Hidrelétrica A energia hidrelétrica é a obtenção de energia elétrica através do aproveitamento do potencial hidráulico de um rio. O seu potencial está relacionado com a força da gravidade, que

Leia mais

Rede Clima Sub rede Energias Renováveis 2009 a 2013

Rede Clima Sub rede Energias Renováveis 2009 a 2013 Rede Clima Sub rede Energias Renováveis 2009 a 2013 COORDENADORES LUIZ PINGUELLI ROSA (lpr@adc.coppe.ufrj.br) MARCOS AURÉLIO VASCONCELOS DE FREITAS (mfreitas@ivig.coppe.ufrj.br) NSTITUIÇÃO COORDENADORA

Leia mais

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro.

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A Primavera começa este ano às 22h04min (hora de Brasília), no dia 22 de setembro e termina às 17h20min (horário de

Leia mais

FAQ 2010. Frequently Asked Questions. Perguntas Frequentes

FAQ 2010. Frequently Asked Questions. Perguntas Frequentes Frequently Asked Questions Perguntas Frequentes FAQ Perguntas Frequentes OCPTEC com o intuito de facilitar a navegação de seus usuários em seu site resolveu criar o FAQ (Frequently Asked Questions), Perguntas

Leia mais

CENAPAD-SP 15 ANOS APOIANDO A PESQUISA NACIONAL

CENAPAD-SP 15 ANOS APOIANDO A PESQUISA NACIONAL CENAPAD-SP 15 ANOS APOIANDO A PESQUISA NACIONAL Edison Z. da Silva Centro Nacional de Processamento de Alto Desempenho em São Paulo CENAPAD-SP, UNICAMP Computação de alto desempenho, a missão do CENAPAD-SP,

Leia mais

Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET

Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET I N F O C L I M A BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 14 de fevereiro de 2004 Número 2 Divisão de Operações Chefia: Dr. Marcelo Seluchi Editor: Dr. Marcelo Seluchi Elaboração: Operação Meteorológica

Leia mais

BRASIL: A ESCASSEZ HÍDRICA E SEUS IMPACTOS ECONÔMICOS

BRASIL: A ESCASSEZ HÍDRICA E SEUS IMPACTOS ECONÔMICOS BRASIL: A ESCASSEZ HÍDRICA E SEUS IMPACTOS ECONÔMICOS 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 Panorama Hídrico O Brasil é muito rico em recursos hídricos......mas

Leia mais

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prognósticos e recomendações para o período Maio/junho/julho de 2014 Boletim de Informações nº

Leia mais

Monitoramento de Risco de Incêndios no Parque Nacional da Tijuca e nas Áreas onde se Situam as Linhas de Transmissão

Monitoramento de Risco de Incêndios no Parque Nacional da Tijuca e nas Áreas onde se Situam as Linhas de Transmissão Monitoramento de Risco de Incêndios no Parque Nacional da Tijuca e nas Áreas onde se Situam as Linhas de Transmissão V. R. Carapiá, UFRJ, R. M. Silva, UFRJ, G. B. França, UFRJ, L. Landau UFRJ e A R. Torres,

Leia mais

BOLETIM DE NOTÍCIAS. Janela de Negócios. Market News. Edital do Leilão de Geração A-1 entra em audiência pública. 5 de outubro de 2015

BOLETIM DE NOTÍCIAS. Janela de Negócios. Market News. Edital do Leilão de Geração A-1 entra em audiência pública. 5 de outubro de 2015 BOLETIM DE NOTÍCIAS Janela de Negócios Demanda de Energia I5: Períodos de Suprimento Montante em (MW médios) Ideia de preço (NÃO É PROPOSTA) 1º trimestre 2016 Até 5 R$185/MWm Demanda de Energia Convencional:

Leia mais

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO OCUPAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA O DESMATAMENTO DAS BACIAS OCUPAÇÃO DA BACIA

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Geografia Disciplina: Climatologia Carga Horária: 60h/a (teórica e prática) Semestre: 2013.2 Professor: Lucas Costa de Souza Cavalcanti Obrigatória: (X)

Leia mais

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios 1 O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios ESTRUTURA SETORIAL CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO 3 PRINCIPAIS

Leia mais

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) TERMO DE REFERÊNCIA Perfil: TI - SEPNUM (Pleno) 1. HISTÓRICO No Brasil, o uso da informação meteorológica

Leia mais

Balanceamento de Carga

Balanceamento de Carga 40 4. Balanceamento de Carga Pode-se entender por balanceamento de carga uma política a ser adotada para minimizar tanto a ociosidade de utilização de alguns equipamentos quanto a super utilização de outros,

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2013 Data da Previsão: 16/09/2013 Duração da Primavera: 22/09/2013(17h44min) a 21/12/2013 (14h11min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

4 Computação Paralela 4.1. Introdução

4 Computação Paralela 4.1. Introdução 4 Computação Paralela 4.1. Introdução Nos últimos anos observa-se uma tendência cada vez maior do aumento da demanda computacional na resolução de grandes problemas. Exemplos de aplicações que exigem alto

Leia mais

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a precipitação no Sul do Brasil Luiz Carlos Salgueiro Donato Bacelar¹; Júlio Renato Marques ² ¹Aluno graduando,

Leia mais

INFLUÊNCIA DO OCEANO PACÍFICO NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA OCIDENTAL

INFLUÊNCIA DO OCEANO PACÍFICO NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA OCIDENTAL INFLUÊNCIA DO OCEANO PACÍFICO NA PRECIPITAÇÃO DA AMAZÔNIA OCIDENTAL Correia, D.C. (1) ; Medeiros, R.M. (2) ; Oliveira, V.G. (3) ; Correia, D. S. (4) ; Brito, J.I.B. (5) dariscorreia@gmail.com (1) Mestranda

Leia mais

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002). 1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos

Leia mais

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) BRA/OMM/011/001 TERMO DE REFERÊNCIA

PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) BRA/OMM/011/001 TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO: CONSOLIDAÇÃO DA MODELAGEM PREVISÃO NUMÉRICA DO TEMPO DO INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) BRA/OMM/011/001 TERMO DE REFERÊNCIA Perfil: Analista de TI destinado a apoiar o aprimoramento

Leia mais

3 Geo/Sensoriamento Remoto

3 Geo/Sensoriamento Remoto 3 Geo/Sensoriamento Remoto Neste item, serão apresentadas pesquisas desenvolvidas em programas da Coppe/UFRJ relacionadas à temática geo/sensoriamento remoto. Alguns resultados parciais desta linha temática

Leia mais

Prof. Reinaldo Castro Souza (PhD) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) reinaldo@ele.puc-rio.br

Prof. Reinaldo Castro Souza (PhD) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) reinaldo@ele.puc-rio.br Prof. Reinaldo Castro Souza (PhD) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) reinaldo@ele.puc-rio.br A geração eólica depende diretamente da velocidade do vento. A velocidade do vento

Leia mais

Previsão de Vazões da Duke Energy

Previsão de Vazões da Duke Energy Previsão de Vazões da Duke Energy Duke Energy International, Geração Paranapanema Carlos Antônio Severino Costa MODELO DE PREVISÃO DE VAZÕES: SMAP (Soil Moisture Accounting Procedure) -Modelo determinístico

Leia mais

Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil

Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil Mesa Redonda III: Aquecimento Global e Impactos sobre o Seguro Rural Subsídios Complementares para o Debate Campinas, 25 de junho de 2008 Lauro T. G.

Leia mais

Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares

Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares Portfólio de produtos Microsoft para servidores Estudo de caso de solução do cliente Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares Visão geral País ou

Leia mais

ERSE. Inserção da energia eólica na matriz elétrica brasileira

ERSE. Inserção da energia eólica na matriz elétrica brasileira ERSE Mesa Redonda Energia Eólica Inserção da energia eólica na matriz elétrica brasileira Prof. Nivalde J. de Castro Roberto Brandão 1 Sumário 1. Matriz de geração brasileira: perfil e tendências. 2. O

Leia mais

NASA. vermelhos) na. em 2004: fumaça. formação de. 52 n novembro DE 2010 n PESQUISA FAPESP 177

NASA. vermelhos) na. em 2004: fumaça. formação de. 52 n novembro DE 2010 n PESQUISA FAPESP 177 NASA Queimadas (pontos vermelhos) na Amazônia em 2004: fumaça dificulta a formação de nuvens de chuva 52 n novembro DE 2010 n PESQUISA FAPESP 177 [ AMBIENTE ] Clima, versão 2.0 Programa integra fenômenos

Leia mais

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas

Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Mudanças climáticas globais e recursos hídricos com enfoque para as bacias hidrográficas Emília Hamada Pesquisador, Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna - SP A mudança climática global começou a ser discutida

Leia mais

Fenômeno El Niño influenciará clima nos próximos meses

Fenômeno El Niño influenciará clima nos próximos meses Fenômeno El Niño influenciará clima nos próximos meses Dados divulgados nesta semana das anomalias de temperatura da superfície do mar no Oceano Pacífico indicaram que fenômeno El Niño está na presente,

Leia mais

Comparativo de desempenho do Pervasive PSQL v11

Comparativo de desempenho do Pervasive PSQL v11 Comparativo de desempenho do Pervasive PSQL v11 Um artigo Pervasive PSQL Setembro de 2010 Conteúdo Resumo executivo... 3 O impacto das novas arquiteturas de hardware nos aplicativos... 3 O projeto do Pervasive

Leia mais

Impacto do Fenômeno El Niño na Captação de Chuva no Semi-árido do Nordeste do Brasil

Impacto do Fenômeno El Niño na Captação de Chuva no Semi-árido do Nordeste do Brasil Impacto do Fenômeno El Niño na Captação de Chuva no Semi-árido do Nordeste do Brasil Vicente de Paulo Rodrigues da Silva, Hiran de Melo (Professor DEE/CCT/UFPB), Antônio Heriberto de Castro Teixeira (EMBRAPA

Leia mais

ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA NA COSTA NORDESTE BRASILEIRA

ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA NA COSTA NORDESTE BRASILEIRA ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO DOS GASES DE EFEITO ESTUFA NA COSTA NORDESTE BRASILEIRA Viviane Francisca Borges (1) Mestranda do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - IPEN da Universidade de São Paulo

Leia mais

Geração de base de dados ambientais aplicados ao setor energético.

Geração de base de dados ambientais aplicados ao setor energético. Geração de base de dados ambientais aplicados ao setor energético. Fernando R. Martins 1, André Rodrigues 1, Rodrigo Costa 1, Rafael C. Chagas 1, Marcelo P. Pes 1, Jefferson Souza 1, Enio B. Pereira 1,

Leia mais

Figura 1 Localização da bacia do rio São Francisco. Fonte: Acessado em 01/02/2009.

Figura 1 Localização da bacia do rio São Francisco. Fonte:<http://siscom.ibama.gov.br/msfran/uploads/images/fig1_1.jpg> Acessado em 01/02/2009. Variabilidade Temporal da Vazão e Precipitação no Alto e Baixo São Francisco Karine Mirieli dos Santos Costa Maria Elisa Siqueira Silva Elaine Rosângela da Silva Departamento de Geografia - Universidade

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA EÓLICA NA OFERTA DE ENERGIA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL

A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA EÓLICA NA OFERTA DE ENERGIA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL A IMPORTÂNCIA DA ENERGIA EÓLICA NA OFERTA DE ENERGIA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL São Paulo, 03 de junho de 2008 Sistema Elétrico Brasileiro e o Sistema ELETROBRÁS Linhas de Transmissão SIN Capacidade

Leia mais

Queda da capacidade de geração de. energia elétrica no Brasil

Queda da capacidade de geração de. energia elétrica no Brasil Queda da capacidade de geração de energia elétrica no Brasil Luan Maximiano de Oliveira da Costa 1,2 Resumo: Energias renováveis representam em média 18% da energia consumida no mundo. Devido à necessidade

Leia mais

3 Modelo Computacional NEWAVE 3.1 Planejamento da Operação Energética Brasileira

3 Modelo Computacional NEWAVE 3.1 Planejamento da Operação Energética Brasileira 3 Modelo Computacional NEWAVE 3.1 Planejamento da Operação Energética Brasileira O Brasil apresenta o sistema de geração de energia predominante hídrico, com as usinas dispostas em cascata. Este sistema

Leia mais

A Meteorologia Frente aos Desastres Naturais A Contribuição do INPE/CPTEC

A Meteorologia Frente aos Desastres Naturais A Contribuição do INPE/CPTEC A Meteorologia Frente aos Desastres Naturais A Contribuição do INPE/CPTEC Previsão e Usuários Programa de Tempo e Clima CPTEC / INPE Missão Prover o país com o estado da arte em previsão de tempo, clima

Leia mais

CCE Internet Data Center

CCE Internet Data Center CCE Internet Data Center 2010 Seção Técnica de Suporte de Software Centro de Computação Eletrônica - USP Slide: 1 Organograma de TI da USP Slide: 2 ORGANOGRAMA Slide: 3 Internet Data Center 2010 Slide:

Leia mais

Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Enerpeixe

Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Enerpeixe Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Enerpeixe 1 SUMÁRIO PROJETOS ESTRATÉGICOS... 3 Linha de Pesquisa 1... 5 Linha de Pesquisa 2... 6 Linha de Pesquisa 3... 7 Linha de Pesquisa 4... 8 PROJETOS PRÓPRIOS...

Leia mais

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO

CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO CAPÍTULO 11 O FENÔMENO EL NINO 1.0. O que é o El Nino? É o aquecimento anômalo das águas superficiais na porção leste e central do oceano Pacífico equatorial, ou seja, desde a costa da América do Sul até

Leia mais

Marcio Cataldi 1, Carla da C. Lopes Achão 2, Bruno Goulart de Freitas Machado 1, Simone Borim da Silva 1 e Luiz Guilherme Ferreira Guilhon 1

Marcio Cataldi 1, Carla da C. Lopes Achão 2, Bruno Goulart de Freitas Machado 1, Simone Borim da Silva 1 e Luiz Guilherme Ferreira Guilhon 1 Aplicação das técnicas de Mineração de Dados como complemento às previsões estocásticas univariadas de vazão natural: estudo de caso para a bacia do rio Iguaçu Marcio Cataldi 1, Carla da C. Lopes Achão

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A PRECIPITAÇÃO SAZONAL SIMULADA PELO MODELO ETA E OBSERVADA SOBRE O BRASIL

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A PRECIPITAÇÃO SAZONAL SIMULADA PELO MODELO ETA E OBSERVADA SOBRE O BRASIL ESTUDO COMPARATIVO ENTRE A PRECIPITAÇÃO SAZONAL SIMULADA PELO MODELO ETA E OBSERVADA SOBRE O BRASIL Lincoln Muniz Alves Departamento de Ciências Atmosféricas DCA/CCT/UFPB Rua Celestino Martins Costa, 147,

Leia mais

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ Francisco José Lopes de Lima 1,2, Fernando Ramos Martins 1, Jerfferson Souza, 1 Enio Bueno Pereira 1 1 Instituto Nacional

Leia mais

ALGORÍTMOS PARALELOS LCAD. Neyval C. Reis Jr. OUTUBRO/2004. Laboratório de Computação de Alto Desempenho DI/UFES

ALGORÍTMOS PARALELOS LCAD. Neyval C. Reis Jr. OUTUBRO/2004. Laboratório de Computação de Alto Desempenho DI/UFES ALGORÍTMOS PARALELOS Neyval C. Reis Jr. OUTUBRO/2004 LCAD Laboratório de Computação de Alto Desempenho DI/UFES Programa do Curso LCAD 1. Introdução 2. Arquitetura de Computadores 3. Arquiteturas de Sistemas

Leia mais

Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso.

Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso. Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso. Alessandro Renê Souza do Espírito Santo1; Jeanne Moreira de Sousa1;

Leia mais

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia - Departamento de Física - Universidade Federal do Paraná

Leia mais

Fenômenos e mudanças climáticos

Fenômenos e mudanças climáticos Fenômenos e mudanças climáticos A maioria dos fenômenos climáticos acontecem na TROPOSFERA. Camada inferior da atmosfera que vai do nível do mar até cerca de 10 a 15 quilômetros de altitude. Nuvens, poluição,

Leia mais

Mega-Cidades. K. M. Longo, S. R. Freitas. http://www.cptec.inpe.br/meio_ambiente

Mega-Cidades. K. M. Longo, S. R. Freitas. http://www.cptec.inpe.br/meio_ambiente Qualidade do Ar e Mudanças Climáticas na América do Sul: da Escala Regional para Mega-Cidades K. M. Longo, S. R. Freitas http://www.cptec.inpe.br/meio_ambiente Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos

Leia mais

SEGURANÇA HÍDRICA EM UM MUNDO EM MUDANÇA FRANCISCO DE ASSIS DE SOUZA FILHO

SEGURANÇA HÍDRICA EM UM MUNDO EM MUDANÇA FRANCISCO DE ASSIS DE SOUZA FILHO SEGURANÇA HÍDRICA EM UM MUNDO EM MUDANÇA FRANCISCO DE ASSIS DE SOUZA FILHO SEGURANÇA HÍDRICA EM UM MUNDO EM MUDANÇA FRANCISCO DE ASSIS DE SOUZA FILHO TÓPICOS CONTEXTO DA MUDANÇA MUDANÇA CLIMÁTICA E PADRÕES

Leia mais

Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará

Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará Cleiton da Silva Silveira 1, Alexandre Araújo Costa 2, Francisco das Chagas Vasconcelos Júnior 3, Aurélio Wildson Teixeira

Leia mais

Reservatórios: queda nos estoques Aumento das restrições ambientais para UHEs reduz volume de armazenamento para menos de um ano

Reservatórios: queda nos estoques Aumento das restrições ambientais para UHEs reduz volume de armazenamento para menos de um ano Page 1 of 5 Reservatórios: queda nos estoques Aumento das restrições ambientais para UHEs reduz volume de armazenamento para menos de um ano Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Reportagem Especial

Leia mais

Relatório da Situação Atual e Previsão Hidrológica para o Sistema Cantareira

Relatório da Situação Atual e Previsão Hidrológica para o Sistema Cantareira São José dos Campos, 15 de abril de 2015 Relatório da Situação Atual e Previsão Hidrológica para o Sistema Cantareira SUMÁRIO A precipitação média espacial, acumulada no mês, até 15 de abril de 2015, baseada

Leia mais

Energia nossa de cada dia

Energia nossa de cada dia Semana Estado de Jornalismo Ambiental Energia nossa de cada dia Alexandre Uhlig São Paulo, 4 de junho de 2014 O conteúdo deste relatório foi produzido pelo Instituto Acende Brasil. Sua reprodução total

Leia mais

Atualização da Modelagem sobre Risco de Racionamento de Energia

Atualização da Modelagem sobre Risco de Racionamento de Energia Atualização da Modelagem sobre Risco de Racionamento de Energia Sumário Em março de 2015, a Itaú Asset Management publicou um white paper em que traçava o panorama da situação hídrica brasileira e da dependência

Leia mais

CLIMA I. Fig. 8.1 - Circulação global numa Terra sem rotação (Hadley)

CLIMA I. Fig. 8.1 - Circulação global numa Terra sem rotação (Hadley) CAPÍTULO 8 CIRCULAÇÃO ATMOSFÉRICA 1 CLIMA I 8.1 CIRCULAÇÃO GLOBAL IDEALIZADA Nosso conhecimento dos ventos globais provém dos regimes observados de pressão e vento e de estudos teóricos de movimento dos

Leia mais

- SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS

- SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS - SEMINÁRIO SEGURANÇA HÍDRICA - CENÁRIO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Eng. Mário Cicareli Pinheiro POTAMOS Engenharia e Hidrologia Ltda. mario.cicareli@potamos.com.br Belo Horizonte, 27 de março de 2014 SUMÁRIO

Leia mais

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA A OCORRÊNCIA DO FENÔMENO ENOS E SUA INFLUÊNCIA NAS PRECIPITAÇÕES NA CIDADE DE UBERLÂNDIA-MG. IGOR ANTÔNIO SILVA 1 PAULO CEZAR MENDES 2 Resumo O El Niño indica alterações positivas na temperatura da superfície

Leia mais

Relatório de Pesquisa

Relatório de Pesquisa Relatório de Pesquisa A Vantagem da Virtualização de Mainframe: Como Economizar Milhões de Dólares Utilizando um IBM System z como um Servidor em Nuvem Linux Sumário Executivo Os executivos de TI (Tecnologia

Leia mais

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 servatório(do(clima( SBDIMA( (( Sociedade(Brasileira( de(direito( Internacional(do(

Leia mais

Impactos, Vulnerabilidades e Adaptação as Mudanças Climáticas no Brasil

Impactos, Vulnerabilidades e Adaptação as Mudanças Climáticas no Brasil Impactos, Vulnerabilidades e Adaptação as Mudanças Climáticas no Brasil Perspectiva da CGMGC - MCT Rio de Janeiro, 30 de maio 2007 Haroldo Machado Filho Programa Nacional Mudança do Clima 1995 - Estratégia

Leia mais

Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio

Atmosfera e o Clima. Clique Professor. Ensino Médio Atmosfera e o Clima A primeira camada da atmosfera a partir do solo é a troposfera varia entre 10 e 20 km. É nessa camada que ocorrem os fenômenos climáticos. Aquecimento da atmosfera O albedo terrestre

Leia mais

Supercomputação. Simplificada.

Supercomputação. Simplificada. Supercomputação. Simplificada. INTRODUÇÃO AO WINDOWS HPC SERVER 2008 R2 SUITE O Windows HPC Server 2008 R2, solução de HPC de terceira geração da Microsoft, oferece uma solução abrangente e econômica para

Leia mais

Projeto Facilita. Queiroz foi levado para o Pinel porque estaria muito exaltado

Projeto Facilita. Queiroz foi levado para o Pinel porque estaria muito exaltado O começo deste verão é o mais abrasador dos últimos 11 anos no Rio Grande do Sul. As médias de temperatura máxima oscilam entre 28 C e 34 C nas diferentes regiões do Estado, chegando a alcançar três graus

Leia mais

ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA

ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA III Reunião Técnica do CEMADEN Tema: Extremos Climáticos e Colapso de Produção Agrícola Fortaleza/CE 02 e 03 de abril de 2012 Antecedentes Altos índices

Leia mais

PLANO DE TRABALHO, CONTENDO A DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES, OS RECURSOS TECNOLÓGICOS NECESSÁRIOS PARA EXECUÇÃO E OS PRAZOS

PLANO DE TRABALHO, CONTENDO A DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES, OS RECURSOS TECNOLÓGICOS NECESSÁRIOS PARA EXECUÇÃO E OS PRAZOS Brasil 2040: Cenários e Alternativas de Adaptação à Mudança do Clima Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Edital 002/2014/BRASIL/06/032 Modelagem Climática PRODUTO 1 PLANO DE TRABALHO,

Leia mais

MUDANÇA A DOS EVENTOS ZCAS NO CLIMA FUTURO

MUDANÇA A DOS EVENTOS ZCAS NO CLIMA FUTURO MUDANÇA A DOS EVENTOS ZCAS NO CLIMA FUTURO Simone Erotildes Teleginski Ferraz Dep. Física - UFSM Tércio Ambrizzi Rosmeri Porfírio da Rocha Dep. Ciências Atmosféricas - USP 1st Ibero-American Workshop on

Leia mais

AS CHUVAS E AS SECAS INFLUENCIADAS PELO EL NIÑO E LA NIÑA NO SUL E NORDESTE BRASILEIRO

AS CHUVAS E AS SECAS INFLUENCIADAS PELO EL NIÑO E LA NIÑA NO SUL E NORDESTE BRASILEIRO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADEMICO DE SAÚDE E SERVIÇOS CURSO TÉCNICO DE METEOROLOGIA ANA PAULA GOLÇALVES CARLA ROSA LOPES

Leia mais

VALORES DE INSOLAÇÃO, MEDIDOS EM RIO BRANCO - AC, COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O ATLAS SOLARIMÉTRICO DA AMAZÔNIA

VALORES DE INSOLAÇÃO, MEDIDOS EM RIO BRANCO - AC, COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O ATLAS SOLARIMÉTRICO DA AMAZÔNIA VALORES DE INSOLAÇÃO, MEDIDOS EM RIO BRANCO - AC, COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O ATLAS SOLARIMÉTRICO DA AMAZÔNIA 1 Alejandro Fonseca Duarte, 2 Francisco E. Alves dos Santos, 3 Eduardo E. Vieira Guedes, 4 Abdom

Leia mais

Supercomputadores dominavam o mercado

Supercomputadores dominavam o mercado Clusters e Grids Introdução Supercomputadores dominavam o mercado Alto custo Requerem mão de obra muito especializada Desenvolvimento de microprocessadores poderosos a um baixo custo Desenvolvimento de

Leia mais

Equipe Técnica: Carlos Feu Alvim (coordenador) José Israel Vargas Othon Luiz Pinheiro da Silva Omar Campos Ferreira Frida Eidelman

Equipe Técnica: Carlos Feu Alvim (coordenador) José Israel Vargas Othon Luiz Pinheiro da Silva Omar Campos Ferreira Frida Eidelman Economia e Energia ONG CNPJ 2.898/1-29 Anexos: 1- Modelo Simples de Simulação de Sistemas Hidrelétricos (Nota Metodológica) 2- Regulação Térmica na Simulação de Sistemas Hidrelétricos (Nota Metodológica)

Leia mais

ANÁLISE DAS SÉRIES SINTÉTICAS DE ENERGIA NATURAL AFLUENTE BRUTA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

ANÁLISE DAS SÉRIES SINTÉTICAS DE ENERGIA NATURAL AFLUENTE BRUTA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL ANÁLISE DAS SÉRIES SINTÉTICAS DE ENERGIA NATURAL AFLUENTE BRUTA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL Silvia Regina dos Santos Gonçalves PósMQI - Programa de Pós-graduação em Metrologia, PUC-Rio Rua Marquês de

Leia mais

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011

COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 COLÉGIO SÃO JOSÉ PROF. JOÃO PAULO PACHECO GEOGRAFIA 1 EM 2011 O Sol e a dinâmica da natureza. O Sol e a dinâmica da natureza. Cap. II - Os climas do planeta Tempo e Clima são a mesma coisa ou não? O que

Leia mais

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA

CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA CAPÍTULO 8 O FENÔMENO EL NIÑO -LA NIÑA E SUA INFLUENCIA NA COSTA BRASILEIRA O comportamento climático é determinado por processos de troca de energia e umidade que podem afetar o clima local, regional

Leia mais

Norma Interna: Ajuste Curricular

Norma Interna: Ajuste Curricular Norma Interna: Ajuste Curricular A RESOLUÇÃO Nº 61/08-CEPE fixa o currículo do MESTRADO e DOUTORADO acadêmico em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental da Universidade Federal do Paraná. Este currículo

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ

A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ A IMPLEMENTAÇÃO DA OUTORGA DE USO DOS RECURSOS HIDRICOS NO ESTADO DO PARÁ Verônica Jussara Costa Santos Engenheira Sanitarista, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil (área Recursos

Leia mais

Francis Lacerda MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS NO ARARIPE

Francis Lacerda MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS NO ARARIPE Francis Lacerda MUDANÇAS CLIMÁTICAS E IMPACTOS NO ARARIPE Introdução O recém divulgado relatório do IPCC AR5 sobre a base científica das mudanças climáticas conclui, com acima de 90% de confiança, que

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA. Ana Maria H. de Avila

MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA. Ana Maria H. de Avila MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E OS EFEITOS À AGRICULTURA BRASILEIRA Ana Maria H. de Avila Pelotas, Novembro de 2010 Mudança Climática Global Mudanças no meio ambiente global (incluindo modificações no clima,

Leia mais