Organização de Computadores. CPU: Evolução dos Processadores. (Material Complementar)

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1 Organização de Computadores CPU: Evolução dos Processadores (Material Complementar)

2 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a leitura da bibliografia básica. Os professores da disciplina irão focar alguns dos tópicos da bibliografia assim como poderão adicionar alguns detalhes não presentes na bibliografia, com base em suas experiências profissionais. O conteúdo de slides com o título Comentário seguido de um texto, se refere a comentários adicionais ao slide cujo texto indica e tem por objetivo incluir alguma informação adicional aos conteúdo do slide correspondente Bibliografia básica: MONTEIRO, Mário A.. Introdução à organização de computadores. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, PATTERSON, A.D.E.; HENNESSY, L.J.. Organização e projetos de computadores: a interface hardware/software. São Paulo: Campus, STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores : projeto para o desempenho. São Paulo: Pearson Education, TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,

3 3 Evolução dos Computadores e dos Processadores Um microprocessador é um circuito integrado digital que realiza operações matemáticas e lógicas para cumprir determinada tarefa de acordo com uma série de instruções ordenadas por um programa externo e codificadas por micro circuitos internos. O primeiro desenho de um microprocessador feito pelos engenheiros da Intel ocorreu em 1971, a pedido da empresa japonesa Busicom, fabricantes de calculadoras eletrônicas. Esse processador foi o núcleo de processamento de 12 modelos de diferentes de calculadora, pois os engenheiros perceberam que não teriam tempo suficiente para produzir 12 circuitos integrados diferentes.

4 4 Evolução dos Computadores e dos Processadores Decidiram então desenhar um circuito integrado central, no qual se encontravam todas as funções de cálculo desejadas e as particularidades de cada modelo foram colocadas em uma memória ROM independente. Assim, sem ter idéia da potencialidade de sua solução, os engenheiros desenharam um dispositivo de aplicações amplas, cujas particularidades operacionais dependiam do programa armazenado na ROM externa. Este componente básico tornou-se o primeiro microprocessador e foi comercializado como 4004.

5 5 Evolução dos Computadores e dos Processadores Desde o primeiro processador do mundo, o 4004 da Intel, lançado em 1971, os processadores evoluíram assustadoramente. O grande segredo pode ser contado em uma única palavra: miniaturização. Foi a miniaturização dos transistores que permitiu criar o circuito integrado, em seguida o microchip e continuar permitindo criar processadores com cada vez mais transistores e operando a frequências cada vez mais altas. Para se ter uma ideia, o processador 8088 possuía apenas transistores, e operava a apenas 4.7 MHz, enquanto o Pentium 4 tem de transistores e opera a até 1.5 GHz.

6 6 Evolução dos Computadores e dos Processadores Processador/Ano Número de transistores 8088 (1979) (1982) (1985) (1989) Pentium (1993) Pentium MMX (1997) Pentium II (1998) Pentium III (Coppermine) Pentium 4 (2000)

7 7 Evolução dos Computadores e dos Processadores

8 8 Evolução dos Computadores e dos Processadores TDP: Thermal Design Power é um indicador da dissipação de calor efetuada pelo processador e isto serve para indicar a quantidade de calor que o cooler deverá ser capaz de dissipar no mínimo. Tecnologia de fabricação: representa o uso de transistores menores para a construção dos processadores. Quanto menor ele for o computador será mais silencioso, mais rápido e apresentará um maior aproveitamento de calor (menos aquecimento). Ciclos de clock: são intervalos básicos de tempo nos quais são executadas as operações elementares de uma instrução. Pipelines: representa, falando de uma forma mais simples, a capacidade de encadear conjuntos de processos. Quanto mais longo for o pipeline, mais instruções simultaneamente poderão ser processadas. Black Edition - edição de um processador que possui o multiplicador desbloqueado, facilitando o overclock.

9 Evolução dos processadores Linha

10 10 Linha INTEL x86 Intel (1982) Utilizado primeiramente pela IBM no PC AT em O uso do barramento de 16 bits Acesso a até 16MB de memória Unidade de gerenciamento de memória integrada (permitia multitarefa em quantidade limitada). Intel (386 ou i386) trouxe como Principal diferencial: capacidade de executar multitarefa preemptiva (mais conhecida como multitarefa de antecipação) Barramento de 32 bits e memória em modo protegido. Intel Contava com cache de dados Instruções no chip, Uma unidade de barramento melhorada (ainda com 32 bits) Executava instruções por ciclo de clock.

11 11 Linha INTEL Pentium Lançado em 1993 Primeiro a não adotar apenas números em seu nome. Barramento de 64 bits (com registradores permaneciam de 32 bits), duplicando a quantidade de informações nas operações de leitura de memória. Dois canais de execução de dados (conhecidos como pipelines) podia executar mais do que uma instrução por ciclo de clock. Suporte a instruções MMX (utilizadas em aplicações multimídia). Frequência de 60MHz Técnica de fabricação de 0.8 micra. Posteriormente foram lançados com frequências de 75 a 233MHz.

12 12 Linha INTEL Pentium II Lançado no mercado a partir de 1997 Utilizavam um formato chamado de encapsulamento SEPP (Single Edge Processor Package). A aparência dele era muito semelhante a de um cartucho de videogame, sendo composto de um circuito como processador e o cache L2 integrado com uma capa plástica protegendo esta placa. O Socket deste processador era chamado de Slot 1. Possui 32KB (16KB para dados e 16KB para instruções) de cache L1 e 512KB de cache L2. Duas arquiteturas Klamath com tecnologia de fabricação de 0.35 mícron e Deschutes (frequências a partir de 333MHz) com tecnologia de fabricação de 0.25 mícron.

13 13 Linha INTEL Pentium III O Pentium III foi um dos processadores que teve um grande número de variações: As primeiras, com arquitetura Katmai, trabalhavam com um frequência de 450, 500, 550 e 600 MHz, cache L1 de 32 KB, cache L2 de 512 KB (funcionando à metade da frequência do processador), FSB de 100 MHz, tecnologia de fabricação de 0,25 micra e socket como slot 1. Houve uma variação para algumas versões do Katmai que utilizavam o barramento de 133 MHz ao invés de 100 MHz. Em seguida, foi lançada a arquitetura chamada de Coppermine, incluindo as versões que utilizavam frequências de 650, 667, 700, 733, 750, 800, 850, 900 MHz e 1 GHz. Estes modelos possuíam tecnologia de fabricação com 0,18 mícron, o cache L2 foi integrado ao núcleo (operando na mesma frequência do processador) e possuía 256 KB. Já ao final da família Pentium III, foi lançado o de arquitetura Tualatin, com fabricação de 0,13 mícron e 512 KB de cache L2 (na mesma frequência do processador).

14 14 Linha INTEL Celeron Lançamento em 1998 e passou por diversas modificações Quando lançou o Pentium II, decidiu não fabricar mais o Pentium MMX, seu custo era muito alto. Em resposta a isto, a Intel lançou o primeiro Celeron, baseado no Pentium II. O primeiro, Convington era uma espécie de primo pobre do Pentium II sem cache L2 e o protetor plástico. Não foi muito bem aceito por causa de sua lentidão e, em seguida, foi lançado o Mendocino (Celeron A), que também era baseado no Pentium II, porém com cache L2 de 128KB integrado (operando na mesma frequência do processador). Ao longo do tempo e à medida que os processadores evoluíram, novas versões do Celeron foram lançadas, baseadas nos processadores do Pentium III, Pentium 4 e até mesmo do Core 2 Duo. Basicamente, a diferença entre o Celeron e os outros modelos de processador nos quais ele é baseado, são frequência, FSB e tamanho do cache L2.

15 15 Linha INTEL Pentium 4 Lançado em novembro de 2000, o Pentium 4 foi um dos processadores de maior sucesso fabricados pela Intel e representam a sétima geração dos processadores Intel. Com três versões de núcleo: Willamette, Northwood e Prescott, sua arquitetura foi muito alterada com relação aos seus antecessores e foi chamada de Netburst. Principais mudanças: Utiliza um barramento de dados que fizesse quatro transferências por ciclo de clock Cache L1 mais rápido e Uso de um longo pipeline para que ele pudesse alcançar frequências mais altas. O maior problema encontrado: fato de ele dissipar muito calor, impedindo que esta linha possuísse processadores operando com frequências superiores a 3,8 GHz. Willamette tinha cache L2 de 256 KB, frequência de 1,3 a 2 GHz e FSB de 400 MHz (com taxa de transferência de quatro dados por ciclo de clock) e tecnologia de fabricação de 0,18 micra. Northwood adotou o processo de fabricação de 0,13 micra, sendo menor do que o Willamente. A freqüência variando entre 1,6 a 3,4 GHz, FSB de 400, 533 ou 800 MHz. Prescott teve versões com cache L2 variando entre 512 KB, 1 MB ou 2 MB, FSB de 533 ou 800 MHZ e tecnologia de fabricação de 0,09 micra. Lançado em 2003, o Pentium 4 Extreme Edition trouxe como inovação o fato de possuir cache L3 integrado.

16 16 Linha INTEL Pentium 4 PENTIUM HT (Variante do Pentium 4) Embora possa ser considerado uma variante do Pentium 4, há uma grande diferença entre os dois Aproveitando as múltiplas linhas de execução, a Intel desenvolveu um novo circuito com tecnologia de hiper-execução conhecida como HT (Hyper Thread) Com o Pentium HT colocado em uma placa mãe especialmente desenhada para ele, qualquer sistema operacional capaz de trabalhar no modo multiprocessador reconhecerá a existência de dois processadores e repartirá entre eles o trabalho que se esteja realizando Aumento de desempenho de 10 a 20% Possui um microprocessador ideal para aplicações que necessitam de muitos recursos: Animações em 3D, Edição de vídeo ou execução de grandes bancos de dados. Fonte de ventilação especial Todos os modelos de Pentium 4 com FSB 800MHz possuem HT

17 17 Linha INTEL Pentium D e Dual Core Pentium D e Extreme Edition Em meados de 2005 foram lançados os primeiros processadores com dois núcleos, o Pentium D e o Pentium Extreme Edition. O Pentium D é uma versão de dois núcleos do Pentium 4. O Pentium Extreme Edition é uma versão do Pentium D com tecnologia Hyper Threading (faz simulação de dois processadores, tornando o sistema mais rápido). Pentium Dual Core Este processador adota a arquitetura de construção da família Core. É uma versão com menor custo do Core 2 Duo que opera com frequências mais baixas e possui uma quantidade menor de cache L2. As três primeiras versões lançadas deste processador possuíam um FSB de 800 MHz visando manter compatibilidade com placas mãe mais antigas. A ideia central deste produto foi muito semelhante àquela adotada pelo Celeron diminuir um pouco da potência do processador para se obter custos mais baixos.

18 18 Linha INTEL Core 2 Família Core 2 Esta geração de processadores da Intel foi lançada para substituir completamente a Netburst, que até então vinha sendo utilizada. As principais características dos processadores desta família são 64 KB de cache L1 (em dois blocos, 32 KB para dados + 32 KB para instruções) por núcleo, socket 775 (exceção: Core 2 Extreme no modelo QX9775 que utiliza o 771), cache de memória L2 a partir de 2MB compartilhado e tecnologia de virtualização. Processadores com tecnologia Core 2 são mais rápidos, eficientes e consomem uma menor quantidade de energia do que seus antecessores.

19 19 Linha INTEL Core 2 Core 2 Duo Lançados a partir de 2006, esta linha é composta por um processador de dois núcleos: Desempenho até três vezes mais rápido devido ao sistema de processamento multi-core, que por sua vez combina dois núcleos de processadores independentes em uma unidade física, Execução de mais instruções por ciclo de clock, maior aproveitamento de energia. Core 2 Extreme Esta linha conta com modelos com tecnologia de 2 e 4 núcleos. Intel voltou seu apelo com relação a estes processadores para os jogadores que sentiam falta de poderem desfrutar de todos os recursos que os games tinham para oferecer. Principais características: Permitiam mais instruções por ciclo de clock, Menor consumo de energia, Sistema de cache otimizado voltado para jogos de multiprocesso. A diferença entre o Core 2 Duo e o Core 2 Extreme é que este último trabalha com clocks mais elevados e tem o multiplicador de clock destravado, o que permite fazer overclock alterando o multiplicador de clock do processador.

20 20 Linha INTEL Core 2 Core 2 Quad Formados por dois processadores Core 2 Duo em uma mesma unidade física. O principal objetivo desta linha foi suportar melhor aplicativos que necessitam de grande capacidade de processamento. Características: Aperfeiçoamento no sistema de cache de memória, Otimização do uso da largura de banda de dados para acesso à memória, Tecnologia de virtualização, Instruções Intel Streaming SIMD Extension 4 (oferecem maior desempenho para multimídia nos quesitos de edição e codificação de vídeo com alta definição).

21 21 Linha INTEL i3, i5 e i7 Este foi o nome adotado para a nova série de processadores da Intel, lançada a partir de O Intel Core i3 é a linha de CPUs voltada aos menos exigentes. O Intel Core i5 é o intermediário. É encarregado de suprir as necessidades daqueles um pouco mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. O Intel Core i7 é o que oferece o mais alto desempenho sendo voltada ao público entusiasta e profissional e por trazer muitos benefícios. Profissionais devem investir na compra de um i7, porque ele faz toda a diferença na hora de reinderizar vídeos, por exemplo.

22 22 Linha INTEL i3, i5 e i7 Core i3 Por pertencer à nova linha Core, o i3 traz dois núcleos de processamento, tecnologia Intel Hyper-Threading, memória cache de 4 MB compartilhada (nível L3) Com a utilização da Intel Hyper-Threading, os processadores i3 ganham dois núcleos a mais Os CPUs da linha Core i3 parecem fracos, contudo eles vieram para substituir a antiga linha Core 2 Duo. Qualquer Core i3 vem equipado com: Um controlador de memória DDR interno Um controlador de vídeo integrado Intel HD Graphics que opera na frequência de 733 MHz Suporte para utilização de duplo canal para memória RAM (o que significa que as memórias trabalham aos pares).

23 23 Linha INTEL i3, i5 e i7 Core i5 Visa suprir as necessidades do mercado de porte intermediário, ou seja, aqueles mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. Como características básicas possui: Modelos de dois ou quatro núcleos Controlador de memória DDR integrado Tecnologia Intel Hyper-Threading Tecnologia Turbo Boost A principal diferença entre o i5 e o i7 é: O socket (agora 1156 e não 1366), Suporte para memórias DDR (porém Dual Channel ao contrário do i7 que suporta Triple) e Controladoras de vídeo presentes no próprio processador, dispensando um intermediário para comunicação.

24 24 Linha INTEL i3, i5 e i7 Core i5 Tecnologia Turbo Boost Baseia-se em aumentar a velocidade do processador automaticamente. Esta tecnologia é inteligente e trabalha 100% do tempo verificando frequência, voltagem e temperatura do processador. Ao notar uma baixa em um dos valores-padrão utilizados pelo CPU, este novo recurso aumenta a frequência e consegue um desempenho muito maior em qualquer aplicação. Imagine que a temperatura do processador está abaixo do esperado e você deseja aumentar a velocidade. Teoricamente, com a utilização da tecnologia Turbo Boost você não precisa se preocupar, porque o seu Intel Core i5 vai alterar a frequência ou a voltagem do CPU sem sua permissão e logo você verá um aumento significativo em desempenho.

25 25 Linha INTEL i3, i5 e i7 Core i7 Lançado a partir de 2008, os processadores Core i7 foram os primeiros da Intel com controlador de memória integrado (função antes exercida pelo chip da Ponte Norte). Esta característica capacita até três canais de memória DDR3 de 1066 MHz, aumentando consideravelmente a largura da banda para o acesso à memória. A tecnologia Hyper Threading, que faz com que possam executar mais tarefas ao mesmo tempo. Possui também Tecnologia de virtualização, que trata-se de um sistema aperfeiçoado de cache de memória e suporte a programas que exigem muitos recursos gráficos e de processamento (como os jogos mais recentes do mercado).

26 26 Linha INTEL i3, i5 e i7 Core i7 Extreme Edition Possui todas as características da Core i7, com melhorias voltadas para desempenho de processamento e acesso à memória. Esta linha foi lançada pensando nos gamers, com toda a tecnologia empregada com o intuito de usufruírem de todo o desempenho oferecido pelo jogo escolhido.

27 27 Processadores para ambientes empresariais INTEL XEON É uma série de processadores especificamente projetados para aplicações profissionais É diferenciando do mercado comum por seu alto preço Facilidade de ser integrados em sistemas de multiprocessadores; A Intel fabrica placa-mãe com capacidade de integrar até 4 processadores XEON. Necessita de placas mãe e gabinetes especiais e possui três níveis de memória cache L1: relativamente pequena L2: 256kB a 1Mb L3: 1MB a 8MB

28 28 Processadores para ambientes empresariais ITANIUM Trata-se de um circuito de 64 bits, dedicado à plataforma PC. Extraordinária potência de cálculo e operação com dados Ideal para grandes servidores empresariais Alto custo Dual Core e Multi Core Clock: 1.6 GHz e Cache L3: 24 MB

29 Evolução dos processadores Linha

30 30 Linha AMD A AMD foi fundada em 1969, construindo seu escritório central no estado da Califórnia, EUA. Em 1970, a empresa lançou seu primeiro produto, o AM2501, um chip que fazia cálculos lógicos. Foi o começo de uma estrada de sucesso, que pode ser observada hoje, já que a empresa faz frente aos processadores mais poderosos da Intel, inclusive causando muita polêmica sobre qual das duas empresas fabrica os melhores equipamentos. O primeiro processador da AMD era uma cópia perfeita do Intel 8080 (tecnologia anterior à x86), criado através de engenharia reversa. Era só o início das cópias, já que a AMD, como segunda fornecedora de chips da IBM, faria processadores idênticos aos modelos da Intel que ainda seriam lançados. Para cada processador x86 lançado pela Intel, um correspondente idêntico era fabricado pela AMD: o Am286 era idêntico ao Intel 80286; o Am386 era idêntico ao 80386, e assim por diante, mas somente até certo momento.

31 31 Linha AMD O primeiro processador da AMD a fazer sucesso foi o Am386, lançado em Como já mencionamos, ele era um clone perfeito do da Intel. Surpreendentemente ou não, o Am386 vendeu milhões de unidades em questão de meses. Estava dada a largada para a competição do mercado de processadores. Em seguida, vieram o Am486 e o Am5x86, que se mostraram perfeitos como alternativas baratas para os processadores Intel, que eram um pouco mais poderosos, mas muito mais caros. Estes três modelos de processador Am386, Am486 e Am5x86 foram todos desenvolvidos através de engenharia reversa, o que se tornava um processo inviável com o passar do tempo. Era chegada a hora de a AMD tomar uma atitude, e ela tomou: Abandonou a engenharia reversa e lançou mão do know-how adquirido nos anos de sombra da Intel para lançar seu primeiro processador, criado completamente do início pela equipe da empresa. Nascia o K5

32 32 Linha AMD K5 e K6 Curiosidade: o K dos processadores da AMD são relativos a Kriptonite, ponto fraco do Super-homem (referência à Intel). AMD K5 AMD K6 O K5 foi o primeiro processador x86 desenvolvido totalmente pela AMD, sem qualquer cópia dos processos e códigos da Intel.» Lançado em 1996, o K5 chegou para competir com a primeira versão do Pentium.» Ele era superior ao Pentium em vários aspectos, mas não possuía instruções MMX, que a Intel recém lançara nos processadores Pentium MMX.» O K5 estava disponível em clocks de 75 a 133MHz. Ainda em 1996, a AMD comprou a NexGen, outra fabricante de chips, adquirindo também os direitos de fabricação dos processadores x86 daquela empresa. Com muito investimento e liberdade, os ex-funcionários da NexGen e recém contratados da AMD criaram o K6, que foi lançado em 1997.» O K6 foi lançado para entrar na competição com o Pentium II, e se deu muito bem, pois encaixava em qualquer máquina com suporte ao processador da Intel, e custava muito menos.

33 33 Linha AMD K6-2 O sucesso do K6 foi tão grande que a AMD ganhou força e começou a ser um concorrente de peso, além de uma ótima alternativa aos caros chips da Intel. O K6 possuía instruções MMX e utilizava o Socket-7, ou seja, o mesmo dos processadores da Intel com os quais concorria. AMD K6-2 Depois do K6, os usuários que gostavam de economizar foram brindados com uma evolução, o K6-2, que obteve aceitação altíssima do mercado e dos consumidores. Ele também foi lançado para competir com o Pentium II, e foi o primeiro processador a vir com instruções SIMD (Single Instruction, Multiple Data), rebatizadas de 3DNow! pela AMD. A nova tecnologia aumentava o desempenho do processador, mas não obteve muito sucesso.

34 34 Linha AMD K7, ou melhor, Athlon Apesar de ainda manter internamente o K para se referir às gerações de seus processadores, na sétima geração (K7), a AMD começou a dar nomes comercialmente mais atrativos aos seus processadores. Era chegada a era dos nomes chiques, e o Athlon foi o que a inaugurou, em Em 2001, foi lançado o Athlon XP. Conseguiu ganhar dos processadores Intel, em desempenho, sendo o primeiro processador da história a ter o clock chegando à casa dos Gigahertz. O Athlon XP foi criado para competir com o Pentium III.» Ele tinha números de modelos dados a partir da comparação de seu desempenho com o modelo Thunderbird do Athlon Classic. As velocidades de clock variavam dos 1333 a 1533 MHz, com nomes de modelo como e Apesar de não fazer oficialmente referência ao Windows XP, o nome Athlon XP foi automaticamente associado àquela versão do Windows, já que ambos foram lançados na mesma época. Oficialmente, o XP dos processadores significava Extreme Performance.

35 35 Linha AMD Duron No ano 2000, havia-se criado um novo mercado de processadores de baixo custo, alternativos aos mais caros, com desempenho ideal para a informática do dia a dia. O representante da AMD foi o Duron, que era essencialmente um Athlon de menor capacidade. Posteriormente, foi lançado o Sempron em substituição ao Duron, para assumir o mercado de processadores de baixo custo.

36 36 Linha AMD Sempron Inicialmente, o Sempron tinha os mesmos recursos que o Athlon XP, mas evoluiu até chegar ao patamar que se encontra hoje, acompanhando as novas gerações de microarquitetura. Poderia se definir o Sempron como o grande coringa dos processadores, devido à grande quantidade de modelos gerada por causa dessa evolução. Em 2005, a AMD lançou o Sempron com tecnologia 64 bits, baseada no Athlon 64. Mais uma vez, o processador compartilhava características, mas tinha outras reduzidas para deixar o chip mais barato e adaptá-lo ao mercado low-end.

37 37 Linha AMD Athlon 64 (K8) e 64 X2 O Athlon 64 é um dos membros da nova geração (K8) de processadores, que começaram a chegar com a tecnologia 64 bits incorporada. Possui Tecnologia Hyper Transport: Tecnologia usada pelos processadores da AMD onde há dois barramentos externos: Um que une o processador à memória e o outro que liga os demais componentes através do chipset. Curiosidade: O Hyper-Transport foi criado por um consórcio de empresas como Amd, Nvidia e Apple, o que não impede de ser usado em outras arquiteturas. A tecnologia 64 bits foi desenvolvida inicialmente para o mercado de servidores, mas logo chegou às mãos dos usuários finais, em processadores domésticos o Athlon 64 é baseado no processador para servidores Opteron. Pouco tempo depois de lançar o Athlon 64, a AMD criou seu primeiro processador com dois núcleos, que é o Athlon 64 X2. Trata-se de um processador com dois núcleos do Athlon 64 no mesmo chip. Como ficou redundante mencionar a tecnologia 64 bits, já que ela passou a estar presente na maioria dos processadores, a AMD parou de usar o 64 no nome dos processadores, renomeando as novas edições para Athlon X2 somente, para representar a quantidade de núcleos.

38 38 Linha AMD Phenom A décima geração de processadores da AMD possui uma gama enorme de modelos e características diferentes. Os modelos Phenom, por exemplo, estão disponíveis em versões com 3 ou 4 núcleos. Seu sucessor, o Phenom II, foi lançado em 2008, já com suporte a memória DDR3 e conector AM3. O Phenom II é um dos mais rápidos processadores da AMD, com cache L3 de 6 MB, em contrapartida aos 2 MB do seu antecessor. Pode chegar até a frequência nominal de 3.4 GHz, e é o primeiro capaz de suportar condições extremas de overclock, o que deixou muito felizes os entusiastas da área. CPU s anteriores simplesmente paravam de funcionar a temperaturas muito baixas quando se usavam os sistemas de resfriamento instalados pelos praticantes de overclock. O Phenom II superou esse problema e, portanto, suporta níveis elevadíssimos de overclock. Seus modelos possuem 2, 3 ou 4 núcleos.

39 39 Notebooks e o Futuro Com a popularização dos notebooks e netbooks, criou-se um mercado totalmente novo para os fabricantes de processadores. Intel e AMD começaram então a criar variações dos seus processadores, adaptados para as condições de energia e capacidade requeridos por essa categoria de máquinas. Exceto pelo Turion, que é feito especificamente para computadores móveis, todas as demais CPU s ganharam versões para notebooks e netbooks. Depois da fusão da AMD com a ATI, ambas as empresas se beneficiaram da experiência de cada uma para melhorarem seus equipamentos. Está previsto para 2011 o lançamento de uma nova tecnologia de processadores, batizada com o codinome Fusion (Fusão). O nome veio da ideia de reunir o processamento de informações em conjunto com o de imagens em um só chip, o processador. Ou seja, a AMD está apostando na fusão de CPU e GPU em um só componente mas com núcleos dedicados somente a gráficos e outros dedicados às outras informações.

40 40 Evolução dos Processadores

41 41 Geração dos Processadores até 2003 Primeira Geração 1979 Segunda Geração 1982 Terceira Geração 1985 Quarta Geração 1991 Quinta Geração 1993 Sexta Geração 1995 Sétima Geração 1999 Oitava Geração Pentium K5 K6 6x86 M-II Pentium Pro Pentium II Pentium III Celeron K6-2 K6-3 Athlon Duron Pentium 4 Celeron Itanium Opteron Athlon 64 Athlon 64FX

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