ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO"

Transcrição

1 PROCESSO N FOR.TCE.28408/07 ENTIDADE: PREFEITURA MUNICIPAL DE FORTALEZA NATUREZA: TOMADA DE CONTAS ESPECIAL OBJETO: CONSTATAÇÃO DE IRREGULARIDADES CONTÁBEIS OU ADMINISTRATIVAS INTERESSADO: DO RESPONSÁVEL: SR. DEODATO JOSÉ REMALHO JÚNIOR (Ex Procurador Geral do Município de Fortaleza) INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR Nº 12106/ Aditiva RELATOR: CONSELHEIRO PEDRO ÂNGELO SALES FIGUEIREDO EXERCÍCIO: 2007 Em atendimento ao despacho exarado pelo Exmo. Conselheiro Relator Pedro Ângelo Sales Figueiredo, às fls. 457 dos autos, a 1º Inspetoria da Diretoria de Fiscalização - DIRFI após examinar as justificativas protocoladas sob nº /08 (fl. 199) e /08 (fls. 200/218), e seus elementos integrantes (fls. 219/455), observando os quesitos formulados pelo nobre Conselheiro suso mencionado em seu despacho as fls. 189/191, passa a informar o que se segue: CONSIDERAÇÕES INICIAIS Preliminarmente esta Inspetoria faz um rápido arrazoado sobre os fatos delineados pelo Exmo. Conselheiro Relator Pedro Ângelo Sales Figueiredo em despacho exarado às fls. 189/191, onde entende que o ponto central da discussão no processo em epígrafe é constatar se as Certidões da Dívida Ativa CDA s expedidas pela Secretaria de Finanças do Município de Fortaleza, estão corretamente lançadas no que concerne ao seus valores, pois o Recorrente apresentou cálculos questionando a regularidade da mesma. Acrescente-se que o Relator deste processo entende que não foi analisado de forma analítica por esta Inspetoria na informação pretérita, portanto se faz necessária uma nova análise. Esta Inspetoria esclarece que o Conselheiro Relator além do questionamento acima exarado fez as seguintes ponderações, notificando os respectivos responsáveis, as quais serão alvo de esclarecimentos por parte deste Corpo Técnico. Ao Sr. Secretário de Finanças do Município de Fortaleza Sr. Alexandre Sobreira Cialdini Se era ele o Secretário de Finanças à época da emissão das Certidões; Se os cálculos apresentados pelo Sr. Deodato Ramalho expressavam a realidade dos fatos, assim demonstrando que houve 1

2 erro por parte da SEFIN na conversão das moedas das CDA's em R$ (Real); Caso não estejam corretos os cálculos apresentar os cálculos corretos. Ao Sr. Gerente da Célula de Gestão da Dívida Ativa da SEFIN de Fortaleza Sr. George Veras Bandeira Se era ele o Gerente da Célula de Gestão da Dívida Ativa da SEFIN à época da emissão das Certidões; Se os cálculos apresentados pelo Sr. Deodato Ramalho são de sua autoria e expressam a realidade dos fatos, demonstrando assim que houve erro por parte da SEFIN na conversão das moedas das CDA's em R$ (Real); Caso não estejam corretos os cálculos, apresentá-los na forma devida. Os responsáveis foram notificados através dos Ofícios nº s /2008/SEC e 21826/2008/SEC, sendo que nesta oportunidade apresentaram suas justificativas, as quais foram protocolizadas nesta Corte Contas, sob n o /08 de responsabilidade do Sr. George Veras Bandeira e sob nº /08 de responsabilidade do Sr. Alexandre Sobreira Cialdini. Inicialmente faz-se um breve resumo dos fatos abordados pelos justificantes acima citados. 1. DAS JUSTIFICATIVAS SOLICITADAS EM DESPACHO EXARADO ÀS FLS. 189/191 Justificativa do Sr. Alexandre Sobreira Cialdini Protocolada sob nº 28963/08 (fls. 200/218) Esclarecendo os questionamentos destacados pelo Conselheiro Relator, o Justificante acima delineado relata o que segue: a) Do gestor da Secretaria de Finanças do Município O gestor à época da emissão das CDA's era o Sr. José Maria Martins Mendes, conforme o ato nº 001/97, publicado no DOM de 02/01/1997, cujo cópia segue anexa. b) Do erro na conversão do valor das CDA's para a moeda atual 2

3 Quanto a este assunto, o Sr. Alexandre Cialdini afirma que os cálculos apresentados pelo Sr. Deodato Ramalho em Manifestação sobre o Parecer Ministerial Pedido de Diligências protocolizado sob nº 18980/08 correspondem à realidade, pois de fato, ocorreu erro por parte da Secretaria de Finanças na conversão do valor dos Autos de Infração e das CDA's para a moeda atual, quando de sua expedição. Reforça, ainda que o valor total da dívida no somatório de todas as CDA s é de R$ ,10 (cento e dez mil reais e dez centavos). Justificativa do Sr. George Veras Bandeira Protocolada sob nº 25981/08 (fl. 199) comentários: Nesta oportunidade, o Justificante acima identificado, faz os seguintes a) Do responsável pela Célula da Dívida Ativa da SEFIN O responsável pela Dívida Ativa à época da expedição das CDA's questionadas era o Sr. Mário César Chaves Nunes. b) Se o cálculo apresentado pelo Sr. Deodato Ramalho é de sua autoria e se o mesmo representa a realidade No tocante a este tópico o Sr. George Veras, confirma que os cálculos apresentados pelo Sr. Deodato Ramalho são de sua autoria e representam os índices de atualização reais conforme a legislação municipal. Antes de entrar no mérito do principal questionamento delineado nesta informação que é a regularidade dos valores relacionados ao acordo feito entre o Município de Fortaleza e a empresa SULAMED, esta Inspetoria faz uma rápida argumentação sobre os fatos. Inicialmente causa estranheza a este Órgão Técnico à apresentação de relatos obtidos junto a SEFIN-Fortaleza, declarando que os valores inscritos nas Certidões da Dívida Ativa relacionadas ao caso in comento se encontram errados, pois a cobrança de tributos pela atividade administrativa gera uma relação de coercitividade entre este e o sujeito passivo na relação tributária, sendo que este último em nenhum momento questionou litigiosamente o valor inscrito nas certidões. Outro ponto que não ficou claro para esta Inspetoria é que os cálculos acostados aos autos às fls. 185/186, atualizados até 18/08/2008, ficaram bem abaixo do valor transacionado há 10 (dez) anos atrás entre a Prefeitura e a SULAMED (contribuinte), ou seja, não faz sentido o contribuinte mencionado ter pago um valor bem acima do que realmente devia, ao invés de pagá-lo hodiernamente com valores bem mais abaixo. 3

4 Ainda no tocante a estes pontos acima apresentados, se os fatos mencionados pelo Recorrente e sustentados pelos Justificantes que ora se apresentam aos autos, padecessem de verdade jurídica e fossem aplicados ao caso concreto, o resultado produzido estaria desvirtuando a figura tributária da transação que segundo o mestre Hugo de Brito Machado Segundo, em sua obra Direito Tributário e Financeiro, Editora Atlas, dispõe o art. 171 do CTN, a lei pode facultar, nas condições que estabeleça, aos sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária celebrar transação que, mediante concessões mútuas, importe em terminação de litígio e conseqüente extinção de crédito tributário., pois não estaria ocorrendo qualquer concessão por parte do ente tributário. Ademais, se a verdade material fosse à acima descrita e reportada nas justificativas do Sr. Alexandre Cialdini, onde se confirma que o valor correto das CDA's é de R$ ,10 (cento e dez mil, quatrocentos e dezenove reais e dez centavos), estaria o Município de Fortaleza em discrepância com o Princípio do Enriquecimento Sem Justa Causa, já que ocorrera por parte do Fisco Municipal a cobrança à maior do crédito tributário inscrito, tendo assim um efeito dilapidante no patrimônio do devedor, no caso a empresa Sul América Serviços Médicos Ltda - SULAMED. 2. DAS CERTIDÕES DA DÍVIDA ATIVA - CDA's Neste item se fará uma rápida abordagem sobre conceituação de inscrição em dívida ativa e qual o papel de sua certificação através da CDA, contextualizando, tal ato, com a análise dos documentos acostados. Inicialmente se esclarece que constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito dessa natureza, regularmente inscrita na repartição administrativa competente, depois de esgotado o prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão final proferida em processo regular (art. 201 do CTN). Assim, o crédito tributário é levado à inscrição como dívida ativa depois de definitivamente constituído. Consoante assevera o Ilustre Prof. Kiyoshi Harada : A inscrição na dívida ativa constitui instrumento de controle da legalidade pela administração tributária, de sorte a conferir ao crédito tributário inscrito a presunção de certeza e liquidez, assegurando às partes da relação jurídico-tributária a necessária segurança jurídica. Continuando, esta Inspetoria afirma que a certidão da dívida ativa é um título executivo extrajudicial que permitirá à Fazenda Pública ingressar com a competente execução fiscal, ou seja, é o instrumento de formalização e exteriorização do lançamento do crédito do tributário em livro próprio, para que ocorra a sua cobrança e impossibilite a sua prescrição. De acordo com o 3º do artigo 2º da Lei nº 6.830/80 (Lei de Execução Fiscal), a inscrição é o ato de controle administrativo da legalidade, para apurar a liquidez e certeza do crédito, tributário ou não, da Fazenda Pública, realizado por autoridade competente, portanto,antes de sua emissão o agente tributário deve se cercar de todos os cuidados para que a mesma não seja anulada, ou perca o valor probatório do crédito tributário, tal fato foi motivo de abordagem pelo mestre Hugo de Brito Machado Segundo, 4

5 em sua obra Direito Tributário e Financeiro, Editora Atlas,2005. Ao efetuar o lançamento, autoridade competente confere ao sujeito prazo para que efetue o pagamento, ou apresente impugnação administrativa discutindo a validade do crédito correspondente. Esgotado esse prazo sem que tenha ocorrido o pagamento ou a impugnação, o crédito tributário se torna exigível. Passa, então, por uma cobrança amigável, sendo depois encaminhado à Procuradoria Judicial do ente tributante correspondente, para que o valor seja inscrito em Dívida Ativa e exigido através de execução fiscal. Naturalmente, a mesma coisa acontece caso o sujeito passivo apresente impugnação, e no processo administrativo se conclua pela validade do crédito. A decisão administrativa correspondente dará ao sujeito passivo prazo para o pagamento, ao final do qual a quantia será encaminhada para, cobrança, inscrição em dívida ativa e execução fiscal. Os relatos acima demonstram que a inscrição em Dívida Ativa envolve um processo rigoroso antes de sua concretização, passando pela observância dos princípios da ampla defesa e do contraditório como sua essência básica, e finalizando com a emissão da CDA. Finalizando os relatos pretéritos, esta Inspetoria, afirma que não tem competência legitimada para entrar no mérito da regularidade das CDA's, conforme se pode extrair dos ensinamentos proferidos pelo Sr. Brivaldo Pereira dos Santos Júnior Advogado da União, em seu artigo Limites ao Poder de Emenda à Certidão da Dívida Ativa pela Fazenda Pública, onde relata: O poder de emenda, ou mesmo de substituição, da certidão da dívida ativa, já no curso da execução fiscal constitui uma das prerrogativas concedidas à Fazenda Pública... Entretanto, após toda essa contextualização este Órgão Técnico, em busca da Verdade-Material, faz uma análise das CDA's em consonância com as provas apresentadas, pelo Recorrente, onde não se vislumbra quaisquer disposições acerca de suas nulidades ou invalidações motivadas por incorreções nos seus cálculos, ressalvando apenas aquelas abordadas oportunamente pelo Postulante quando da Tomada de Contas Especial de iniciativa deste Tribunal. É importante salientar que a única contestação presente aos autos, antes do procedimento da TCE, é de autoria da SULAMED que protocolizou junto a SEFIN, Processo nº 06957/96 (fls. 297/314), onde questionou a sua responsabilidade como sujeito passivo do tributo (ISS) originador das Certidões da Dívida Ativa de n os. 282/97, 283/97, 284/97, 285/97, 286/97, 287/97, 288/97, 288/97 e 290/97, alegando que presta serviços exclusivamente no Município de São Paulo e que o escritório que manteve em Fortaleza jamais prestou serviços e que aqui fazia-se a intermediação.., ressalta-se que tal pedido foi indeferido pela SEFIN (fl. 314), portanto se extrai dessa lide administrativa que a SULAMED (parte mais interessada na extinção do crédito tributário) não questionou em 5

6 nenhum momento os elementos do crédito tributário (base de cálculo e alíquota), bem como o valor do débito tributário. Ainda considerando a confirmação da veracidade das CDA's, este Órgão Técnico, observou, nos autos um pedido de instauração de Ação de Execução Fiscal (fl. 260), promovida pela Fazenda Pública do Município de Fortaleza contra a SULAMED, onde se constatou que a mesma teve instrumento formalizador às Certidões da Divida Ativa n os. 282/97 à 290/97, inclusive grafando o valor do débito atualizado até 18/03/97 em R$ ,53 (quatorze milhões, duzentos e setenta e nove mil, cento e cinquenta e três reais e cinquenta e três centavos), sendo este ainda registrado e convertido em Unidade Fiscal de Referência UFIR, importando em ,004 UFIR's. Os fatos acima abordados demonstram a validade das CDA's e a inexistência de quaisquer litígios relacionados aos valores estipulados nas mesmas. Também se encontra acostados aos autos o Processo que culminou na transação entre o Município de Fortaleza e a SULAMED, onde se registra as mencionadas CDA's e deixa claro que o valor R$ ,00 (um milhão e quinhentos mil reais) foi estipulado à título de acordo, ou seja, confirma o nosso relato pretérito no tocante a concessões mútuas que devem figurar numa transação. Conclui-se pela regularidade das Certidões in comento. 3. DA ATUALIZAÇÃO/CORREÇÃO MONETÁRIA DAS CERTIDÕES DA DÍVIDA ATIVA - CDA's Nesta oportunidade vêm expor o posicionamento no tocante aos valores atualizados das CDA's, acostadas aos autos. Inicialmente, é importante ressaltar que este Órgão Técnico buscou na Legislação Tributária do Município de Fortaleza subsídios que demonstrassem a validade das Certidões da Dívida Ativa acostadas os autos, confirmando seus valores originais e suas atualizações monetárias, quando assim previstas. Outro ponto a ser destacado, quando da apuração da verdade dos fatos, foi a dificuldade na elaboração dos cálculos de atualização das Certidões, pois não se conseguiu evidenciar com a nítida separação, todas as bases de cálculos dos fatos geradores mês a mês, que ensejaram na aplicação dos autos de infrações e que originaram as CDA's culminando na extinção do débito tributário através da transação, que resultou no processo em epígrafe. Por fim antes de considerar a exposição dos cálculos intitulados, esta Inspetoria esclarece que buscou fundamentação legal no Código Tributário do Município, Lei Municipal nº de 27/12/1972, sendo que este instrumento legal prevê em seu 6

7 Título IV, as disposições gerais sobre a Atualização Monetária de débitos para com a Fazenda Pública Municipal e suas Autarquias. Destaca-se na Lei supramencionada os arts. 388 e 389, os quais tem aplicabilidade concreta aos fatos abordados neste processo. Art Os débitos de qualquer natureza para com a Fazenda Pública Municipal e suas Autarquias, expressos em cruzados novos, vencidos a partir de janeiro de 1990, quando não pagos até a data seu vencimentos, serão atualizados monetariamente na forma deste artigo (Art. 2º e parágrafos da Lei nº 6.545/89). 1º Atualização será procedida mediante a divisão do valor do débito em cruzados novos pelo valor do BTN fiscal no dia do respectivo vencimento e sua multiplicação pelo valor do BTN fiscal do dia do efetivo pagamento. 2º Para os débitos vencidos antes de janeiro de 1990, a atualização monetária obedecerá o critério da variação mensal das antigas ORTN's/OTN's e BTN's, até janeiro de 1990, a partir de quando serão atualizados na forma parágrafo anterior (Art. 2º e parágrafos, da Lei nº 6.545/89). Art No caso de extinção do BTN Fiscal, ou da desvinculação deste de suas atuais finalidades, atualização monetária passará a ser efetuada pelo critério que venha a ser utilizado para atualização do valor tributos federais (Art. 100 da Lei nº da Lei nº de e Art. 3º da Lei nº 6.545/89) Grifo nosso Analisando a legislação acima transcrita se extrai que a extinção da BTN Fiscal através da Lei Federal nº 8.177/1991 abriu uma lacuna para implementação do art. 389 suso mencionado. Art. 3 Ficam extintos a partir de 1 de fevereiro de 1991: I - o BTN Fiscal instituído pela Lei n 7.799, de 10 de julho de 1989; II - o Bônus do Tesouro Nacional (BTN) de que trata o art. 5 da Lei n 7.777, de 19 de junho de 1989, assegurada a liquidação dos títulos em circulação, nos seus respectivos vencimentos; Diante das prerrogativas acima coube ao Fisco Municipal buscar na legislação federal a instrumentalização para adequar-se ao período inflacionário que abrangeu à época do fatos delineados neste processo. Sendo assim aplicou-se os mecanismos de atualização de tributos federais, onde a União buscou um sistema de Ufirização, ou seja, utilizava uma Unidade Fiscal de Referência - UFIR para atualização monetária de seus tributos, conforme determinava a Lei Federal nº de 30/12/1991, onde se transcreve os arts 1º e 57: 7

8 Art. 1º - Fica instituída a Unidade Fiscal de Referência - UFIR, como medida de valor e parâmetro de atualização monetária de tributos e de valores expressos em cruzeiros na legislação tributária federal, bem como os relativos a multas e penalidades de qualquer natureza. Art Os débitos de qualquer natureza para com a Fazenda Nacional, bem como os decorrentes de contribuições arrecadadas pela União, poderão, sem prejuízo da respectiva liquidez e certeza, ser inscritos como Dívida Ativa da União, pelo valor expresso em quantidade de UFIR. 1º - Os débitos de que trata este artigo, que forem objeto de parcelamento, serão consolidados na data de sua concessão e expressos em quantidade de UFIR. Após a vasta abordagem sobre o arcabouço legal que subsidiou a utilização da UFIR como indexador dos débitos tributários municipais, esta Inspetoria Técnico apresenta o demonstrativo (ora acostado) dos cálculos ora realizados onde se resume abaixo. Dados para Atualização Monetária Multa Total do Débito UFIR Valor Original Nº CDA Quantid de UFIR Atualizada Corrigido 282/ ,04 0, , , ,21 283/97 133,53 0, ,62 121,62 243,23 284/97 54,45 0, ,59 49,59 99,19 285/ ,33 0, , , ,10 286/97 493,84 0, ,79 449,79 899,58 287/ ,22 0, , , ,21 288/ ,67 0, , , ,61 289/ ,67 0, , , ,09 290/ ,06 0, , ,51 Totalização , , , ,72 Vale ressaltar que fica bastante claro que as Certidões de n os. 282/97, 283/97, 284/97, 288/97, cujo o fato gerador se deu praticamente num determinado mês demonstram a veracidade e regularidade das mesmas. Quanto as CDA's de n os. 285/97, 286/97, 287/97 e 289/97, esta Inspetoria informa que por não individualizarem os fatos geradores mês a mês dos débitos nelas englobados, impossibilitaram a apuração da atualização monetária em sua plenitude dos valores de origem, pois não permitiu a aplicação da UFIR-Mensal aplicável a cada mês de fato gerador, pois estes não se encontram individualizados nos autos. 8

9 Já no que concerne a CDA n o. 290/97 o valor apurado também divergiu de todos os valores até o momento demonstrados no processo em apreço. Apresenta-se ainda um Quadro-Resumo com o somatório das CDA's, apresentado nesta peça processual, onde se demonstra os débitos consolidados pela Fazenda Pública do Município de Fortaleza (R$ ,53), os débitos englobados na transação (R$ ,00), os débitos corrigidos apresentados pelo Recorrente (R$ ,10) e os débitos corrigidos apurados por esta Inspetoria (R$ ,72). CDA Nº Na Consolidação- Apurado pelo No Acordo (fl. 48) Cálculo da Defesa CDA's TCM 282/ , , , ,21 283/97 284, , ,86 243,23 284/97 115, ,53 437,10 99,19 285/ , , , ,10 286/ , , ,68 899,58 287/ , , , ,21 288/ , , , ,61 289/ , , , ,09 290/97 207, , , ,51 TOTAL , , , ,73 É importante ressaltar que a Ufirização como método de atualização das CDA's, ficou mais do que nunca confirmada quando da observância, da petição proposta pela Fazenda Pública do Município de Fortaleza, datada de 18/03/97 (fl. 260), que determina...propor a presente AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL em face de SUL AMÉRICA SERVIÇOS MÉDICOS LTDA, residente e domiciliado ou situado(a)..., tendo como título a inclusa CERTIDÃO DA DÍVIDA ATIVA nr. 282/97 à 290/97 (03.97), proveniente de débito relativo à ISS, cujo valor atualizado até a presente data é de R$ ,53 (quatorze milhões, duzentos e setenta e nove mil, cento e cinquenta e três centavos), correspondente a ,004 UFIR's, encontrando-se devidamente discriminado(s) no(s) título(s) referido(s)., portanto, ao considerar a quantidade de UFIR mencionada e indexar ao seu valor à época, resultara na importância de R$ ,53 (quatorze milhões, duzentos e setenta e nove mil, cento e cinquenta e três centavos), conforme se demonstra abaixo. Quantid em UFIR's Vr da UFIR em 18/03/97 Vr. do Débito em R$ ,004 0, ,53 Conclui-se assim que o valor consolidado (R$ ,53) dos débitos questionados neste processo, estão devidamente atualizados pela UFIR. DA CONCLUSÃO 9

10 Esta Inspetoria revisando todos os pontos discorridos nesta informação conclui o se segue: Que a confirmação dos cálculos apresentados pelo Sr. George Veras Bandeira (atual Gerente da Célula de Gestão da Dívida Ativa), ás fls. 179/187, estaria em colisão com o Princípio do Eriquecimento Sem Causa; Que os cálculos apresentados pelo Sr. George Veras Bandeira, primeiramente à fl. 48 dos autos, quando do acordo e posteriormente como parte integrante das justificativas do Postulante, às fls. 185/187 são ambíguos e carecem de veracidade, pois não atenderam a Ufirização determinada pela legislação tributária à época; Que mesmo não sendo da competência deste Órgão Técnico decretar a nulidade das Certidões da Dívida Ativa acostadas aos autos, esse em busca da verdade material, fez uma análise consubstanciada com a documentação apensa, e conclui pela sua regularidade; Que a tentativa de apuração dos valores corrigidos, ficou prejudicada devido a falta de subsídios para sua realização, como a base de cálculo individualizada dos débitos tributários quando este se referia a diversos períodos de apuração; Que ficou claro que os débitos consolidados somam à importãncia de R$ ,53 (quatorze milhões, duzentos e setenta e nove mil, cento e cinquenta e três centavos); Consequentemente, o valor transacionado pelo Recorrente, confirma a desobediência ao Decreto Municipal nº de 18 de julho de 2000, em seu art. 330, 1º, bem como a Renúncia de Receita abordada no art. 14 da LRF, pois caberia ao Município de Fortaleza o valor de R$ ,76 (sete milhões, cento e trinta e nove mil, quinhentos e setenta e seis reais e setenta e seis centavos), quando só foi recebido R$ ,00 (hum milhão, quinhentos mil reais), portanto ficando a importância de R$ ,76 (cinco milhões, seiscentos e trinta e nove mil, quinhentos e setenta reais e setenta e seis centavos) de benefício fiscal sem respaldo legal. É a informação. 1 a INSPETORIA DA DIRFI, DO DO, em Fortaleza, 29 de setembro de ROBERTO WAGNER FERNANDES RUFINO Técnico de Controle Externo MÁRCIA PRUDENTE MACIEL INSPETORA VISTO: 10

11 FOR-2007-TCE-COM C _ DOC RESPONSÁVEL:ROBERTO DATA:29/09/YYYY LOCALIZAÇÃO DO ARQUIVO:/HOME/COTIN/APPS/ /WEB/UPLOADS/TEMP/FOR-2007-TCE-COM C _ DOC 11

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária

O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária O Processo Administrativo na Inscrição em Dívida Ativa Tributária Fato que provoca discussões e controvérsias é se a inscrição de um crédito tributário na Dívida Ativa exige sempre o registro do número

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015. Capítulo I Disposições Gerais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015. Capítulo I Disposições Gerais PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº 38/2015 Institui o Programa de Recuperação Fiscal REFIS do Município de Jaboticabal, e dá outras providências. Capítulo I Disposições Gerais Art. 1º Fica instituído, nos

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO PROCESSO Nº 2004.QXM.PCG.10266/05 NATUREZA: CONTAS DE GOVERNO INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR Nº 5861/2008 ADITIVO INTERESSADO: PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXERAMOBIM PREFEITO: CIRILO ANTÔNIO PIMENTA LIMA RELATOR:

Leia mais

REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS

REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS PROGRAMA DE PARCELAMENTO INCENTIVADO DE DÉBITOS FISCAIS Abrangência do Programa APRESENTAÇÃO Prezados (as) Industriais Desenvolvemos uma cartilha contendo uma síntese

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO ASSESSORIA TÉCNICO-LEGISLATIVA DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 DECRETO Nº 110, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2009 PUBLICADO EM PLACAR Em / / Dispõe sobre a regulamentação da Lei Complementar nº 187, de 12 de agosto de 2009, que autoriza a transação tributária para fins de

Leia mais

MUNICÍPIO DE CAUCAIA

MUNICÍPIO DE CAUCAIA LEI N 1765, DE 25 DE AGOSTO 2006. Institui o Programa de Recuperação Fiscal - REFIS no Município de Caucaia, e dá outras providências. A PREFEITA MUNICIPAL DE CAUCAIA, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS. Quais as formas de que disponho para quitar meu débito?

DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS. Quais as formas de que disponho para quitar meu débito? DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS Quais as formas de que disponho para quitar meu débito? À vista: Emitir DAE (Documento de Arrecadação Estadual) para pagamento à vista na sede da Procuradoria Geral do Estado,

Leia mais

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO.

5º REVOGADO. 6º REVOGADO. 7º REVOGADO. 8º REVOGADO. 9º REVOGADO. CAPÍTULO II DO PARCELAMENTO DE DÉBITO Art. 163. O débito decorrente da falta de recolhimento de tributos municipais poderá ser pago em até 96 (noventa e seis) parcelas mensais e sucessivas, observado o

Leia mais

MATERIAL DE APOIO MONITORIA

MATERIAL DE APOIO MONITORIA Delegado Federal Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.01.2010 Aula n.º 08 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Artigos Correlatos 1.1 Lançamento por homologação 2. Jurisprudência

Leia mais

Dívidas não parceladas anteriormente

Dívidas não parceladas anteriormente Débitos abrangidos Dívidas não parceladas anteriormente Artigo 1º da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 6, de 2009 Poderão ser pagos ou parcelados, em até 180 (cento e oitenta) meses, nas condições dos arts.

Leia mais

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV,

O Prefeito Municipal de Resende, no exercício das atribuições, que lhe são conferidas pela Lei Orgânica do Município, em seu artigo 74, inciso XV, DECRETO Nº 5218 DE 09 DE NOVEMBRO DE 2011. EMENTA: Regulamenta os procedimentos de declaração, avaliação, emissão de guias de recolhimento, processo de arbitramento e a instauração do contencioso fiscal

Leia mais

LEI Nº 5.546 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012.

LEI Nº 5.546 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. LEI Nº 5.546 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2012. Institui remissão e anistia para créditos tributários, altera dispositivos da Lei nº 691, de 24 de dezembro de 1984; da Lei nº 5.098, de 15 de outubro de 2009; e

Leia mais

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Dívida Ativa. Cartilha aos Órgãos de Origem 8/3/2013

Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Dívida Ativa. Cartilha aos Órgãos de Origem 8/3/2013 2013 Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Dívida Ativa Cartilha aos Órgãos de Origem Esta cartilha tem por fim informar e explicar o que é a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional PGFN, quais créditos

Leia mais

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA

PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA PARCELAMENTO DE TRIBUTOS FEDERAIS REFIS DA COPA INTRODUÇÃO Após a mobilização de vários setores da economia juntamente com as proposições formuladas pelo Congresso Nacional, foi publicada a Lei 12.996/2014,

Leia mais

LIBERAÇÃO DE MERCADORIAS APREENDIDAS DECORRENTE DE AUTO DE INFRAÇÃO

LIBERAÇÃO DE MERCADORIAS APREENDIDAS DECORRENTE DE AUTO DE INFRAÇÃO LIBERAÇÃO DE MERCADORIAS APREENDIDAS DECORRENTE DE AUTO DE INFRAÇÃO Dec. 24.569/97(RICMS/CE), art. 843 ao 850. Art. 843. As mercadorias retidas poderão ser liberadas, no todo em parte, antes do trânsito

Leia mais

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção

Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Ilegalidade e inconstitucionalidade da cobrança da Contribuição Sindical Rural. Proposta de sua extinção Kiyoshi Harada* É pacífico na doutrina e na jurisprudência que o crédito tributário resulta do ato

Leia mais

Dívida Ativa e Certidões Negativas

Dívida Ativa e Certidões Negativas Direito Tributário Aula 7 Dívida Ativa e Certidões Negativas Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com sekarkache@yahoo.com.br Dívida Ativa Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito

Leia mais

LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009

LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 ESTADO DO CEARÁ LEI Nº 14.505, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2009 Publicada no DOE em 19/11/2009. O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ. DISPÕE SOBRE A REMISSÃO, A ANISTIA E A TRANSAÇÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS RELACIONADOS

Leia mais

Clipping. GOVERNO DO ESTADO Governador: Fernando Pimentel. Leis e Decretos LEI Nº 21.735, DE 3 DE AGOSTO DE 2015.

Clipping. GOVERNO DO ESTADO Governador: Fernando Pimentel. Leis e Decretos LEI Nº 21.735, DE 3 DE AGOSTO DE 2015. Clipping Veículo: Minas Gerais Data: 04/08/2015 Editoria: Caderno 1 - Diário do Executivo Páginas: 1 e 2 GOVERNO DO ESTADO Governador: Fernando Pimentel Leis e Decretos LEI Nº 21.735, DE 3 DE AGOSTO DE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA LEI Nº 3.256, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui o programa de recuperação de créditos tributários da fazenda pública municipal REFIM e dá outras providências. Piauí Lei: O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA,

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fl. 35 Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 26 - Data 14 de novembro de 2014 Origem DELEGACIA ESPECIAL DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS EM SÃO PAULO ASSUNTO: NORMAS GERAIS DE

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Altera e acrescenta dispositivos à Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1 o A Lei n o 5.172, de 25 de outubro

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 4.489

GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ DECRETO N. 4.489 Publicado no Diário Oficial Nº 8708 de 08/05/2012 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual, e considerando o disposto na Lei

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.712/15/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000562964-91 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.712/15/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000562964-91 Impugnação: 40. Acórdão: 20.712/15/2ª Rito: Sumário PTA/AI: 16.000562964-91 Impugnação: 40.010136543-73 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Miquelanti Ltda IE: 186946145.00-63 João Henrique Galvão DF/Contagem

Leia mais

DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010

DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010 GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETO Nº 2.547-R DE 13/07/2010 DOE-ES de 14/07/2010 Introduz alterações no RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º 1.090- R, de 25 de outubro de 2002. O GOVERNADOR

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos os autos deste Processo, etc...

Vistos, relatados e discutidos os autos deste Processo, etc... Processo nº 0126452009-3 Acórdão nº 059/2012 Recurso HIE/VOL/CRF-427/2010 1ª RECORRENTE: GERÊNCIA EXECUTIVA DE JULGAMENTO DE PROCESSOS FISCAIS GEJUP 1ª RECORRIDA: LOJAS PRIMAVERA COMÉRCIO DE MÓVEIS LTDA.

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES RESOLUÇÃO Nº 637, DE 24 DE JUNHO DE 2014

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES RESOLUÇÃO Nº 637, DE 24 DE JUNHO DE 2014 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES RESOLUÇÃO Nº 637, DE 24 DE JUNHO DE 2014 Aprova o Regulamento de Parcelamento de Créditos Não Tributários Administrados pela Agência Nacional de Telecomunicações Anatel

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA RESOLUÇÃO/SEFAZ N. 2.052, DE 19 DE ABRIL DE 2007.

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA RESOLUÇÃO/SEFAZ N. 2.052, DE 19 DE ABRIL DE 2007. ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA RESOLUÇÃO/SEFAZ N. 2.052, DE 19 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre o Cadastro de Convenentes da Administração Estadual. O SECRETÁRIO DE ESTADO DE

Leia mais

NOTA TÉCNICA N o 025/2013

NOTA TÉCNICA N o 025/2013 NOTA TÉCNICA N o 025/2013 Brasília, 04 de junho de 2013. ÁREA: TÍTULO: REFERÊNCIA: Jurídico Parcelamento de débitos dos Municípios com a Fazenda Nacional relativos ao Programa de Formação do Patrimônio

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 900, DE 19 DE JULHO DE 2002. Disciplina o pagamento ou parcelamento de débitos de que trata o art. 11 da Medida Provisória nº 38, de 14 de maio de 2002.

Leia mais

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A

Redução Juros sobre Multa Punitiva. Redução Multa Punitiva. Parcela Única 60% 60% 75% 75% - N/A TRIBUTÁRIO 16/11/2015 ICMS - Regulamentação do Programa Especial de Parcelamento do Estado de São Paulo PEP Reduções Com base na autorização do Convênio ICMS 117/2015, de 07 de outubro de 2015, no último

Leia mais

DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) O Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições legais, DECRETO Nº 36.777 DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 (D.O. RIO DE 18/02/2013) Regulamenta os arts. 5º a 9º e 23, da Lei nº 5.546, de 27 de dezembro de 2012, que instituem remissão, anistia e parcelamento estendido,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIOTRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS ACÓRDÃO N o : 038/2012 RECURSO VOLUNTÁRIO N o : 8.050 PROCESSO

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL PORTARIA CONJUNTA Nº 1.082, DE 11 DE SETEMBRO DE 2002 Disciplina o pagamento de débitos de que trata o art. 21 da Medida Provisória nº 66, de 29 de agosto de 2002. O SECRETÁRIO

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ

O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ 1 LEI COMPLEMENTAR Nº 4.448, DE 17 DE SETEMBRO DE 2013. Publicado no DOM n 1.555, de 18.09.2013. Institui o Programa de Recuperação de Créditos Tributários e não Tributários do Município de Teresina RETRIMT

Leia mais

Resolução nº 24, de 30 de janeiro de 2002 (publicada no Diário Oficial da União de 4.2.2002)

Resolução nº 24, de 30 de janeiro de 2002 (publicada no Diário Oficial da União de 4.2.2002) Ministério da Justiça Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SCN Quadra 2 Projeção C, Brasília, DF CEP 70712-902 Tel.: (61) 426-8599 Fax: (61) 328-5523 cade@cade.gov.br Resolução nº 24, de 30

Leia mais

Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros.

Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros. Instituições Financeiras, Seguros, Previdência e Outros. Gerais - Assuntos de interesse geral CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas DCTF - Declaração de Contribuições e Tributos Federais DIRF -

Leia mais

RECORRENTE:MED-RIO ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR DO RIO DE JANEIRO S/C LTDA.

RECORRENTE:MED-RIO ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR DO RIO DE JANEIRO S/C LTDA. CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROCESSO Nº 04/351.040/2005 ACÓRDÃO Nº 11.333 SESSÃO DO DIA 26 DE NOVEMBRO DE 2009. RECURSO VOLUNTÁRIO Nº 10.371 RECORRENTE:MED-RIO ASSISTÊNCIA

Leia mais

I - RELATÓRIO. O não pronunciamento da autuada, obrigou a repartição preparadora a lavrar o competente Termo de revelia (( fls. 31).

I - RELATÓRIO. O não pronunciamento da autuada, obrigou a repartição preparadora a lavrar o competente Termo de revelia (( fls. 31). PROCESSO N.º 0124/2008 CRF PAT N. 0258/2007 1 A. URT RECORRENTE: ZANDICK GONDIM ALVES JÚNIOR EPP RECORRIDO: SEC DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO/RN RECURSO: VOLUNTÁRIO RELATOR: CONS. PEDRO DE MEDEIROS DANTAS JUNIOR

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação. Art. 111. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre:

Coordenação-Geral de Tributação. Art. 111. Interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre: Fl. 27 Fls. 16 15 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta Interna nº 18 - Data 30 de julho de 2014 Origem DRF/DIVINOPÓLIS Assunto: Processo Administrativo Fiscal Ementa: Com base no art. 39

Leia mais

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências.

DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências. DECRETO Nº 2.525, DE 4 DE SETEMBRO DE 2014 - Institui o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Estadual REFAZ e dá outras providências. EMENTA: Concede parcelamento de débitos fiscais com anistia

Leia mais

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS

VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS VERITAE TRABALHO - PREVIDÊNCIA SOCIAL - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL E TRIBUTOS Orientador Empresarial Crimes contra a Ordem Tributária Representações pela RFB - Procedimentos a

Leia mais

Parcelamento de débitos do ICMS Resolução SF nº 81, de 30.10.2009

Parcelamento de débitos do ICMS Resolução SF nº 81, de 30.10.2009 Parcelamento de débitos do ICMS Resolução SF nº 81, de 30.10.2009 Encaminhamos a Resolução nº 81 do Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, publicada no DOE de 4 de novembro de 2009, estabelecendo

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO-TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS ACÓRDÃO N o : 147/2011 RECURSO VOLUNTÁRIO N o : 7.953 PROCESSO N

Leia mais

PARECER ANISTIA FISCAL MULTA E JUROS RENÚNCIA DE RECEITA

PARECER ANISTIA FISCAL MULTA E JUROS RENÚNCIA DE RECEITA Salvador, 17 de Março de 2014. Da: CAMP - Consultoria em Administração Pública Ltda. Para: Prefeito Municipal de Barrocas Senhor Prefeito, Vimos por meio deste, em atenção a consulta feita por V.Exª.,

Leia mais

b) 40% (quarenta por cento) das penalidades pecuniárias por descumprimento de obrigações acessórias;

b) 40% (quarenta por cento) das penalidades pecuniárias por descumprimento de obrigações acessórias; Portaria SUACIEF nº 12, de 03.05.2010 - DOE RJ de 05.05.2010 Dispõe sobre alterações de prazos para usufruir da anistia concedida pela Lei nº 5647/2010, prorrogada pela lei nº 7508/2010. O Superintendente

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DE TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DE TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DE TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO nº 282995/2011-3 NÚMERO DE ORDEM : 0133/2012-CRF. PAT Nº 0932/2011-6ª URT. RECORRENTE : Moda Brasil Com. Ltda

Leia mais

Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05

Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05 Procuradoria da Dívida Ativa - PG-05 Neste REFIS, somente débitos inscritos em Dívida Ativa; Débitos não inscritos poderão ser incluídos, se requerida a inscrição até 30/04/2012 diretamente no órgão de

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 15.146/01/3ª Impugnação: 40.010104634-29 Agravo Retido: 40.030105345-22 Impugnante/Agr: Acesita S.A Proc. do Suj. Passivo: José Antônio Damasceno/Outros PTA/AI: 01.000138417-08 Inscrição Estadual:

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

ESTADO DO CEARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO PROCESSO Nº 2005.SLC.PCS.16719/06 ENTIDADE: FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE DE SÃO LUÍS DO CURU INTERESSADO: SR. WALTER WESLEY DE ANDRADE EX-GESTOR NATUREZA: PRESTAÇÃO DE CONTAS DE GESTÃO INFORMAÇÃO Nº 2574/2008

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli APELAÇÃO CÍVEL Nº 550822-PE (2001.83.00.010096-5) APTE : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL REPTE : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE APDO : LUZIA DOS SANTOS SANTANA ADV/PROC : SEM ADVOGADO/PROCURADOR

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS

ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO CONSELHO DE CONTRIBUINTES E RECURSOS FISCAIS ACÓRDÃO Nº: 606/2007 PROCESSO Nº: 2006/6040/502314 RECURSO Nº: 6676 RECORRENTE: MARCOLINO E MARCOLINO LTDA-ME RECORRIDA: FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL INSCRIÇÃO ESTADUAL Nº: 29.064.350-3 EMENTA: ICMS. Suprimento

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

DECRETO Nº 4.252 DE 13 DE MARÇO DE 2014

DECRETO Nº 4.252 DE 13 DE MARÇO DE 2014 DECRETO Nº 4.252 DE 13 DE MARÇO DE 2014 (Dispõe sobre a instituição e obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica de serviços, da declaração eletrônica de prestadores e tomadores de serviços, com pertinência

Leia mais

1.3. Em quais casos é possível solicitar o parcelamento? 1.4. Como saberei se minha empresa possui débitos junto à Anvisa?

1.3. Em quais casos é possível solicitar o parcelamento? 1.4. Como saberei se minha empresa possui débitos junto à Anvisa? Atualizado: 07 / 10 / 2011 - FAQ AI 1. Parcelamento de débitos em cobrança administrativa não inscritos em dívida ativa 1.1. Tipos de parcelamento de débito 1.2. Parcelamento de débito de AFE / AE 1.3.

Leia mais

Decreta nº 26.978, (DOE de 05/07/06)

Decreta nº 26.978, (DOE de 05/07/06) Decreta nº 26.978, (DOE de 05/07/06) Introduz alterações no Decreto nº 16106, de 30 de novembro de 1994, que regulamenta a Lei nº 657, de 25 de janeiro de 1994 e consolida a legislação referente ao processo

Leia mais

Assunto: Tomada de Contas Especial instaurada em razão da omissão no dever de prestar contas.

Assunto: Tomada de Contas Especial instaurada em razão da omissão no dever de prestar contas. Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Acórdão 309/96 - Primeira Câmara - Ata 31/96 Processo nº TC 450.133/95-8 Responsável: Raimundo Pereira Barbosa, Prefeito. Unidade: Prefeitura Municipal de Palestina

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CODÓ ESTADO DO MARANHÃO LEI Nº 1552, DE 18 DE AGOSTO DE 2011. Disciplina a dação em pagamento de obras, serviços e bem móvel como forma de extinção da obrigação tributária no Município de Codó, prevista no inciso XI do artigo

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA oi PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR - BAHIA Decreto Nº.!.~.:.~.~~. de....1.!?... de.... JªIJ.\Ü.V:.Q.... de 199 ~.. Estabelece o Calendário Fiscal de Tributos do Município do Salvador e dá outras providências.

Leia mais

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional

Vamos lá... *** a) Artigo 168: No caso de interrupção de pagamento de débito parcelado, o saldo proporcional Olá pessoal, tudo bem? Muitos estudos? Espero que sim. Vou começar a trabalhar com vocês alguns aspectos importantes da Legislação do ICMS RJ que podem ser cobrados no próximo concurso para Auditor Fiscal

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS PROC.: 1/004275/2005 I ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS RESOLUÇÃON obs/2008 la CÂMARA SESSÃODE 23/11/2007 PROCESSODE RECURSO N 1/004275/2005 AUTO DE INFRAÇÃO: 1/200517776

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES RECURSO Nº - 42.562 (ITD) ACORDÃO Nº 10.822

SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES RECURSO Nº - 42.562 (ITD) ACORDÃO Nº 10.822 PUBLICADA A DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. de 13 / 07 / 2012 Fls. 10 SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sessão de 04 de junho de 2012 TERCEIRA CÂMARA RECURSO Nº - 42.562 (ITD) ACORDÃO

Leia mais

DECRETO N. 3.032 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2005. Publicado no DOE em 27 de dezembro de 2005

DECRETO N. 3.032 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2005. Publicado no DOE em 27 de dezembro de 2005 DECRETO N. 3.032 DE 26 DE DEZEMBRO DE 2005. Publicado no DOE em 27 de dezembro de 2005 ALTERA O REGULAMENTO DO ICMS, APROVADO PELO DECRETO N 35.245, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1991, RELATIVAMENTE AO PARCELAMENTO

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em 2003, João ingressou como sócio da sociedade D Ltda. Como já trabalhava em outro local, João preferiu não participar da administração da sociedade. Em janeiro

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Em março de 2014, o Estado A instituiu, por meio de decreto, taxa de serviço de segurança devida pelas pessoas jurídicas com sede naquele Estado, com base de cálculo

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS

ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS A.l: 1/200310806 ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOSTRIBUTÁRIOS RESOLUÇÃO N 671/2005 la CÂMARA SESSÃO DE 20/09/2005 PROCESSO DE RECURSO N 1/000273/2004 AUTO DE INFRAÇÃO: 1/200310806

Leia mais

O PRAZO DE PRESCRIÇÃO E AS CAUSAS IMPEDITIVAS

O PRAZO DE PRESCRIÇÃO E AS CAUSAS IMPEDITIVAS 1 2 3 4 O PRAZO DE PRESCRIÇÃO E AS CAUSAS IMPEDITIVAS Indaga-se: considerando que o CTN apenas tratou de causas de interrupção do prazo prescricional, o referido lapso temporal está sujeito também a causas

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003

ESTADO DE SERGIPE PREFEITURA MUNICIPAL DE ARACAJU Secretaria Municipal de Governo LEI COMPLEMENTAR N.º 64/2003 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2003 Institui a Segunda Etapa do Programa de Recuperação de Créditos Fiscais do Município REFIS II e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACAJU. Faço saber que a Câmara Municipal de Aracaju aprovou

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO, CONTABILIDADE E FINANÇAS DO ESTADO DA BAHIA

SISTEMA INTEGRADO DE PLANEJAMENTO, CONTABILIDADE E FINANÇAS DO ESTADO DA BAHIA SUMÁRIO 1. Objetivo... 1 2. Motivação e Justificativa... 1 3. Procedimentos e Contabilização no FIPLAN... 2 3.1 Inscrição Do Crédito Em Dívida Ativa Na Unidade Competente... 2 3.2 Atualização Monetária,

Leia mais

RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006

RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006 PROC: 1/004193/2004 \ AL: 1/200410475 ESTADO DO CEARA SECRETARIA DA FAZENDA CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS RESOLUÇÃO N ^ /2006 Ia CÂMARA SESSÃO DE 17/07/2006 PROCESSO DE RECURSO N 1/004193/2004 AUTO

Leia mais

A execução fiscal só será extinta se quitados também os encargos da sucumbência, que se constituem de honorários advocatícios e custas processuais.

A execução fiscal só será extinta se quitados também os encargos da sucumbência, que se constituem de honorários advocatícios e custas processuais. Dúvidas e Esclarecimentos Quais as formas de que disponho para quitar meu débito? À vista: Emitir DAE (Documento de Arrecadação Estadual) para pagamento à vista na sede da Procuradoria Geral do Estado,

Leia mais

Loddi & Ramires ADVOGADOS

Loddi & Ramires ADVOGADOS São Paulo 30/09/2010 LEGISLAÇÃO Decreto nº 7.300/2010 O Decreto em referência, publicado em 14 de setembro de 2010, alterou o Decreto nº 7.237/10, que regulamentou o processo de certificação das Entidades

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS

ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS RESOLUÇÃO N o 03/06 Aprova Manual de Instrução para Inscrição de Créditos do DETER, em Dívida Ativa.

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Município Beta instituiu por meio de lei complementar, publicada em 28 de dezembro de 2012, Taxa de Iluminação Pública (TIP). A lei complementar previa que os proprietários

Leia mais

Preliminarmente à inscrição em dívida ativa, é necessário, sob pena de nulidade, a constituição do crédito tributário através do lançamento.

Preliminarmente à inscrição em dívida ativa, é necessário, sob pena de nulidade, a constituição do crédito tributário através do lançamento. A intimação do contribuinte por edital e o protesto da dívida tributária à luz da A constituição da dívida ativa tributária e não tributária do Município pressupõe a inscrição do crédito tributário e não

Leia mais

Entidade: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq

Entidade: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0348-20/01-2 Identidade do documento: Acórdão 348/2001 - Segunda Câmara Ementa: Tomada de Contas Especial. Pessoa física. CNPq. Concessão de bolsa de

Leia mais

Deliberação COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM nº 507 de 10.07.2006 D.O.U.: 12.07.2006

Deliberação COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM nº 507 de 10.07.2006 D.O.U.: 12.07.2006 Deliberação COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM nº 507 de 10.07.2006 D.O.U.: 12.07.2006 Dispõe sobre o Procedimento administrativo-fiscal relativo à Taxa de Fiscalização do mercado de valores mobiliários

Leia mais

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO

ESTADO DO TOCANTINS PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO NACIONAL PROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO LEI N.º 2.178, DE 02 DE JUNHO DE 2.014. *VERSÃO IMPRESSA ASSINADA Dispõe sobre o Programa de Recuperação e Estímulo à Quitação de Débitos Fiscais REFIS PORTO 2014 e dá outras providências. Eu, PREFEITO

Leia mais

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000

TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 TÉCNICO DA RECEITA FEDERAL/2000 01) A prestação de serviço militar é compulsória e não constitui sanção a ato ilícito, porém não tem a natureza de tributo porque não é prestação pecuniária. Os impostos,

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.692/14/1ª Rito: Ordinário PTA/AI: 01.000168118-77

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.692/14/1ª Rito: Ordinário PTA/AI: 01.000168118-77 Acórdão: 21.692/14/1ª Rito: Ordinário PTA/AI: 01.000168118-77 Impugnação: Impugnante: Autuado: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA 40.010135907-58 (Coob.), 40.010135908-39 (Coob.) Leonardo Brandão Pena (Coob.)

Leia mais

1. DA REMESSA DOS BALANCETES MENSAIS (item 2 da Informação inicial)

1. DA REMESSA DOS BALANCETES MENSAIS (item 2 da Informação inicial) PROCESSO Nº 2004. OCA.PCS.12473/05 MUNICIPIO: OCARA ENTIDADE: FUNDO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO INTERESSADA: MARIA NÚBIA PEREIRA DE OLIVEIRA (EX-GESTORA) NATUREZA: CONTAS DE GESTÃO INFORMAÇÃO

Leia mais

PORTARIA DETRO/PRES. Nº 1088 DE 17 DE SETEMBRO DE 2012.

PORTARIA DETRO/PRES. Nº 1088 DE 17 DE SETEMBRO DE 2012. PORTARIA DETRO/PRES. Nº 1088 DE 17 DE SETEMBRO DE 2012. Dispõe sobre os procedimentos a serem observados e aplicados no parcelamento/reparcelamento de débitos referente a multas e taxa de vistoria e fiscalização

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987

DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987 CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Documentação e Informação DECRETO-LEI Nº 2.323, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1987 Dispõe sobre a atualização monetária de débitos fiscais e dá outras providências. O PRESIDENTE

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul : CONS. IRAN COELHO DAS NEVES

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul : CONS. IRAN COELHO DAS NEVES Relatório Voto : REV - G.ICN - 00901/2011 PROCESSO TC/MS : 6107/2008 PROTOCOLO : 908430 ÓRGÃO : PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA ALVORADA DO SUL ORDENADOR (A) DE : ARLEI SILVA BARBOSA DESPESAS CARGO DO ORDENADOR

Leia mais

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL RENÚNCIA DE RECEITA ANISTIA, REMISSÃO E TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIAS

LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL RENÚNCIA DE RECEITA ANISTIA, REMISSÃO E TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIAS LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL RENÚNCIA DE RECEITA ANISTIA, REMISSÃO E TRANSAÇÃO TRIBUTÁRIAS Autoria: Sidnei Di Bacco Advogado Questiona o consulente sobre a legalidade, à luz da Lei de Responsabilidade

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011 Publicada no DOE em 01/12/2011 Dispõe sobre a solicitação eletrônica de baixa de inscrição no Cadastro Geral da Fazenda (CGF), e dá outras providências.

Leia mais

ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL

ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL ANEXO I DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE AÇÃO JUDICIAL (razão social do devedor), com inscrição no CNPJ nº, devidamente representada por (nome e qualificação do representante), DECLARA, para os fins da RN

Leia mais

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo?

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? a) União b) Estado c) Território Federal d) Distrito Federal 02) Qual diploma normativo é apto para estabelecer normas gerais em matéria de legislação

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO Nº 0275/2012 PAT Nº 0274/2012-1ª URT RECURSO VOLUNTÁRIO E EX OFFICIO RECORRENTE CLIN CLINICA DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM

Leia mais

RELATÓRIO. Os documentos obrigatórios de prestação de contas deram entrada dentro do

RELATÓRIO. Os documentos obrigatórios de prestação de contas deram entrada dentro do Processo : Nº630042009-00 Origem : Fundo Municipal de Saúde de Rio Maria Assunto: Prestação de Contas Anuais de Gestão exercício de 2009 Instrução: 6ªControladoria Ordenador: Edimilson Batista Alves Procuradoria:

Leia mais

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços

NOTA TÉCNICA 48 2013. Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços NOTA TÉCNICA 48 2013 Lei nº 12.873 de 24/10/2013: PROSUS Registros de preços Brasília, 29 de outubro de 2013 INTRODUÇÃO A Lei 12.873 de 24/10/13 trata de vários assuntos, altera algumas leis e entre os

Leia mais

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014.

Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. DECRETO Nº 39680 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2014 Regulamenta os incentivos e benefícios fiscais instituídos pela Lei nº 5.780, de 22 de julho de 2014. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

GoVERNO DO EsTADO DO CEARÁ Secretaria da Fazenda CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO. CONAT CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS - CRT

GoVERNO DO EsTADO DO CEARÁ Secretaria da Fazenda CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO. CONAT CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS - CRT RESÇ>LUÇÃO N 3a.i /2010 2 8 CAMARA DE JULG MENTO 132 8 SESSÃO ORDINÁRIA EM: 09/08/2010 PROCESSO N 1/2180/2003 AUTO DE INFRAÇÃO N 1/200107169 RECORRENTE: CÉLULA DE JULGAMENTO DE 1 8 INSTÂNCIA RECORRIDO:

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40. Acórdão: 20.263/11/3ª Rito: Sumário PTA/AI: 01.000170049-08 Impugnação: 40.010130113-59 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Reipel Comercial Ltda IE: 702765776.00-10 Luciomar Alves de Oliveira/Outro

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador LUIZ HENRIQUE PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 244, de 2011, do Senador Armando Monteiro, que acrescenta os arts. 15-A, 15-B e 15-C à Lei nº 6.830, de 22 de

Leia mais

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü TRIBUTÁRIO 02 QUESTÕES DE CONCURSO 01 - (TTN/97 ESAF) O Distrito Federal pode instituir a) impostos, taxas e empréstimos compulsórios b) imposto sobre serviços de qualquer natureza; taxas, em razão do

Leia mais

VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, LEI COMPLEMENTAR N 338, DE 10 DE MAIO DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE BENEFÍCIO PARA O PAGAMENTO DA DÍVIDA ATIVA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. VALDECI APARECIDO LOURENÇO, Prefeito do Município Conchal,

Leia mais