A TRIBUTAÇÃO ATUAL NO BRASIL E A CURVA DE LAFER: uma visão jurídico-econômica.

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1 A TRIBUTAÇÃO ATUAL NO BRASIL E A CURVA DE LAFER: uma visão jurídico-econômica. David Leite Carrilho * Deliana Salomão de Castro * Fernando de Castro Granato ** Felipe Silas de Carvalho ** Luciana Cabral Jacinto ** Thiago Hallack Loures ** Thiago Gomes do Valle Nery ** Thalita Martins Freitas ** Hudson Fernando Couto *** Palavras-Chave: Tributação, Curva de Lafer, Direito, Economia, Interdisciplinaridade. Law and Economics. * acadêmicos da Faculdade de Economia das Faculdades Integradas Vianna Júnior. ** acadêmicos da Faculdade de Direito das Faculdades Integradas Vianna Júnior. *** Advogado e Contabilista. Professor das Faculdades Integradas Vianna Júnior Coordenador da Pesquisa. 1

2 RESUMO Para atender as necessidades básicas da população o Estado carece de recursos, que serão captados na forma de tributos. Os recursos devem alimentar a máquina estatal transformando-os em energia que será distribuída à população sob a forma de qualidade de vida, ou seja, fornecendo saúde, segurança, lazer e educação. Deste modo, o Estado estará atingindo seu fim social. Para o Estado alcançar a sua finalidade de forma eficiente é necessário se ater aos efeitos da arrecadação, que estão ligados à economia e ao contribuinte. Assim uma carga tributária excessiva pode ser devastadora para o mercado, que desestimulado não produzirá a totalidade empregos que podem ser gerados e, com isso, surgem grandes problemas sociais. O Brasil sofre as conseqüências da sua desastrosa política tributária. Apesar de ser um dos países que apresenta uma das maiores cargas tributária do mundo, não assegura ao povo de forma efetiva os recursos sociais de que a população necessita e, os que existem, não atingem a qualidade esperada. O presente estudo observa o fenômeno tributação sob os aspectos econômicos e jurídicos. Chega-se à conclusão que uma menor tributação implicaria em diminuição da informalidade, aumentando assim, a arrecadação dos impostos e incentivando a criação de empresas, que gerariam mais empregos e mais consumo, trazendo crescimento econômico e a conseqüente melhoria da qualidade de vida para população. 2

3 Introdução O presente trabalho foi desenvolvido entre os meses de fevereiro e junho de 2006, no âmbito de discussões travadas pelos alunos do Instituto Vianna Júnior no Núcleo de Pesquisas. Os alunos aceitaram o desafio de pesquisar a interdisciplinaridade ocorrida entre o Direito e a Economia, nos moldes do movimento Law and Economics, cujo precursor é Ronald Coase. Como um primeiro objeto de estudos foi escolhida a relação tributária brasileira vista sob a ótica da Curva de Lafer, cujos estudos estão sintetizados no presente trabalho. 1. A utilidade da tributação As necessidades dos homens são objetos de estudo da Economia, quando ele, através de ações econômicas, procura obter os bens e serviços necessários para sua sobrevivência. A necessidade gera imposições ou predeterminações, a que não se pode fugir, sendo superior à vontade humana 1. 1 PLACIDO E SILVA. Vocabulário Jurídico. 15.Rio de Janeiro: Forense, 1998.p

4 Durante toda sua vida os homens têm diversas necessidades, que podemos dividir em primárias, secundárias e coletivas. As necessidades primárias são as necessidades básicas dos homens, que são descritas e estudadas por vários autores, mas podem ser resumidas em: alimentação, vestuário, habitação, transporte, higiene. As necessidades secundárias vão além das primárias, e numa sociedade de consumo como é a sociedade capitalista atual, elas podem até serem consideradas mais importantes, mas sempre terão origem nas necessidades primárias. Tais necessidades são os hábitos que são adquiridos ao longo da vida de tal maneira que sua falta é sentida sempre que não seja possível obtê-los, como o fumo, o hábito de tomar refrigerante, mascar chicletes, etc. As necessidades coletivas são as que interessam no presente estudo, e são aquelas que ultrapassam as possibilidades de um indivíduo ou grupo de indivíduos, para que sejam satisfeitas, pela exigência de um grande volume de recursos. Kiyoshi Harada (2002,p 25) 2 assim conceitua a necessidade coletiva, definida por ele como bem comum: Podemos conceituá-lo como sendo um ideal que promove o bem estar e conduz a um modelo de sociedade, que permite o pleno desenvolvimento das potencialidades humanas, ao mesmo tempo em que estimula a compreensão e a prática de valores espirituais. 2 HARADA Kiyoshi.Direito Financeiro e Tributário.11.ed.São Paulo: Atlas, 2003.p.25 4

5 A satisfação destas necessidades coletivas é a finalidade do Estado, que desenvolve várias atividades, cada qual com o objetivo de atender uma determinada necessidade coletiva. As necessidades coletivas também podem ser divididas em necessidades gerais e necessidades especiais. As necessidades gerais são aquelas que são consumidas globalmente por grande parte da população, como o serviço policial. As necessidades especiais são consumidas individualmente pelo cidadão, como água que se consome nas residências e que são pagas mensalmente de acordo com o consumo. sociedade. A figura adiante demonstra essa relação entre atividades estatais e necessidades da O Estado satisfazendo as necessidades coletivas dos indivíduos Fonte: Adelfhino Teixeira da Silva,

6 Pela análise da figura compreende-se que o Estado satisfaz as necessidades coletivas dos indivíduos através dos serviços públicos gerais e especiais, que satisfazem as necessidades gerais e especiais respectivamente. Para atender a estas necessidades o Estado precisa de recursos, daí a atividade financeira do Estado que visa a busca de dinheiro para a realização das necessidades públicas coletivas. Ocorre que tais necessidades coletivas são das mais diversas possíveis e aumentam na mesma proporção do crescimento do Estado moderno. Tais como a construção de aeroportos, hospitais, pontes, avenidas, defesa interna e externa, manutenção dos serviços de transporte, etc. Cabe ao poder político a escolha dessas necessidades coletivas, e a inserção delas no ordenamento jurídico legal como necessidade pública. Assim, a necessidade pública é diferente da necessidade coletiva, uma vez que a primeira apesar do mesmo interesse geral da segunda, é decorrente de uma norma jurídica, sob o regime do direito público, respeitando o princípio da estrita legalidade, em contraposição aos interesses particulares, satisfeitos pelo regime de direito privado, ou seja, a necessidade pública é uma necessidade coletiva que foi escolhida pelo poder público como prioritária, sendo inserida no ordenamento jurídico e disciplinada a níveis constitucional e legal. 3 SILVA Adelfhino Teixeira da.economia e Mercados. 17. ed. São Paulo: Atlas,

7 Isso ocorre porque nem todas necessidades coletivas são encampadas como necessidades públicas pelo Estado. Por isso, as necessidades públicas são prestadas com recursos provenientes dos tributos arrecadados de acordo com o Código Tributário Nacional, aplicável à União, Estado e Municípios. Sem os tributos o Estado não poderá atingir os seus fins sociais a não ser que monopolizasse toda a atividade econômica. É importante, porém, que a carga tributária não seja tão elevada para que a iniciativa privada não fique desestimulada. E por outro lado, é necessário que o Estado não seja perdulário, privilegiando poucos e não investindo em serviços essenciais como saúde, educação e segurança. Não basta comparar a nossa carga tributária com a carga tributária de outros países, o que realmente interessa são os serviços públicos que são oferecidos em cada um. O governo brasileiro definiu várias necessidades públicas, e para isso diversos impostos existem para custeá-las, mas estas necessidades estão realmente sendo cumpridas? 7

8 Fonte : IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) De acordo com o gráfico acima, desde 1994, a carga tributária cresceu quase dez pontos percentuais, passando de 28,61% para 36,74% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2004, apresentando a terceira maior carga tributária do mundo entre as maiores economias mundiais, ficando atrás somente de França e Itália, de acordo com dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Brasileira: Assim Hugo de Brito Machado (2004) 4 posiciona-se em relação à carga tributária Além de bastante elevada nossa carga tributária é crescente. A cada dia se eleva um tributo ou se cria um tributo novo e a arrecadação, assim, tem batido sucessivo recordes. Não obstante não há dinheiro para obras importantes. As estradas, especialmente no nordeste, estão sem a necessária manutenção, praticamente destruídas. O sistema penitenciário superlotado. Parece que os recursos arrecadados são utilizados apenas para o pagamento de juros, ou escorrem pelo ralo da corrupção. 4 MACHADO, Hugo de Brito. Curso de Direito Tributário. 25. São Paulo: Malheiros, p46 8

9 2.Como os tributos afetam a economia Da análise dos efeitos gerados pela tributação, a princípio são observados dois aspectos, que são: a) a formação de uma receita tributaria que conseqüentemente cria as contraprestações emanadas da Administração Pública, e b) os ônus e distorções gerados pelos encargos administrativos que se abatem diretamente sobre o contribuinte. Diante desta contenda torna-se clara uma das idéias chave da tributação que é a idéia de Eficiência Tributária. Segundo Mankiw (1999) 5,... um sistema tributário é mais eficiente que o outro se arrecada a mesma quantidade de receita com menor custo para os contribuintes.. Sendo assim, para um bom funcionamento de uma estrutura tributária é necessário que mediante uma dada receita tributária seja fornecida a maior quantidade alcançável de contraprestações, diminuindo-se assim o custo destas contrapartidas para o contribuinte. Segundo o entendimento do economista supracitado, para que um sistema tributário seja eficiente é essencial que seus encarregados evitem o chamado Peso Morto - redução MANKIW.Introdução à Economia: Princípios de Micro e Macroeconomia. Rio de janeiro: Campus,

10 no excedente total provocada pela redução do tamanho de um mercado abaixo de seu nível ótimo em decorrência de um imposto. Este conceito engloba, dentre outras coisas, as distorções do mercado geradas pelos tributos, pois os impostos alteram as decisões das pessoas em relação ao consumo, por exemplo, se o governo lança um imposto sobre as casquinhas de sorvete, as pessoas tomam menos sorvete e mais iogurte congelado, que é um substituto imediato do sorvete, ou, ainda, se o governo resolve aumentar os tributos sobre a renda, imediatamente cai o consumo de determinados bens considerados supérfluos, pois diminui-se o poder de compra dos trabalhadores, e, desse modo, modifica-se o quantum de mercado destinado a cada um de seus setores. Outra face do Peso Morto citado por Mankiw (1999) pode ser entendida partindo-se do exemplo de um mercado onde inexiste tributação. Neste exemplo, o excedente deste mercado é dado pela soma do excedente do consumidor (quantia que uma pessoa está disposta a pagar por todos os bens que consome menos a quantia que ela efetivamente gasta com o consumo) com o excedente do produtor, (quantia recebida por um produtor menos o que o produtor está disposto a receber) inexistindo, então, o peso morto. Ao se introduzir um tributo neste mercado, tem-se, por conseqüência, a diminuição dos excedentes do consumidor e do produtor, que decorre da criação de uma Receita Tributária, entretanto, o montante desta receita gerada é menor do que os montantes deduzidos dos excedentes do produtor e do consumidor. O excedente do mercado continua sendo encontrado através da soma do excedente do consumidor com o excedente do produtor. Pode-se notar que ocorre uma relativa redução do excedente deste mercado em relação ao 10

11 valor encontrado antes de ser introduzido o tributo. A diferença entre o valor potencial do excedente e o valor fático deste excedente, ou seja, o valor encontrado sem a tributação e o valor encontrado após a tributação é o chamado Peso Morto. Utilizando-se destes conceitos Mankiw conclui que a tributação que recai sobre um bem, tendo ela incidência sobre o vendedor ou o comprador, afeta o mercado de forma a colocar uma discrepância entre o preço pago pelos compradores e o preço recebido pelos vendedores, então, quando o mercado se move para o novo equilíbrio, os compradores pagam mais pelo bem e os vendedores recebem menos. Assim, compradores e vendedores compartilham o ônus do imposto. O gráfico adiante demonstra, a figura do peso morto, bem como os efeitos da tributação sobre a economia. Um imposto sobre os compradores Preço pago pelos compradores Preço S R$3,30 R$3,00 R$2,80 Imposto (R$0,50) Equilíbrio sem Imposto Preço sem Imposto Preço recebido pelos vendedores Equilíbrio com Imposto D 2 D 1 Um imposto sobre os compradores desloca a curva da demanda para baixo em montante igual ao imposto. (R$0,50) Fonte: Mankiw, in obra citada Quantidade 11

12 3.Panorama da tributação atual no Brasil Atualmente, com os meios de informação em massa, até mesmo um cidadão comum, tem a nítida percepção da exorbitante carga tributária brasileira. Diariamente, esse mesmo leigo em conhecimentos técnicos de Economia e Direito Tributário, é bombardeado com informações sobre o custo tributário, e pode perceber o peso dos tributos, que é arcado por todos, diariamente. O cidadão brasileiro, vive equilibrando seu orçamento apertado, dia-a-dia, mês a mês, mesmo depois que a inflação foi controlada, em 1994, com o plano real. Porém, mesmo assim, pode ser observado que nesse desde 1994, houve um aumento expressivo da carga tributária, principalmente no mercado interno, que foi bem maior do que o mercado para exportações. A comprovação desses argumentos vem da análise da incidência tributária calculada sobre o PIB de 2005, cuja tributação alcançou o porcentual de 37,82%. Isso coloca o Brasil no ranking dentre os países com a maior carga tributária do mundo. Abaixo, é apresentado o gráfico com a carga tributária mundial em relação ao PIB de cada país. 12

13 Fonte : IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) Outros países que estão listados nesse mesmo rol, apesar de carga tributária semelhante, até mesmo maior do que a brasileira, apresentam melhores índices de 13

14 Desenvolvimento Humano (IDH), consequentemente, menores índices de corrupção e burocracia, mostrando o nexo e o elo envolvente desses itens para o desenvolvimento de um povo. PAÍSES IDH CORRUPÇÃO BUROCRACIA Noruega Islândia Austrália Luxemburgo 4 13 N/T Canadá Suécia Irlanda Suiça Bélgica Estados Unidos Japão Holanda Reino Unido França Portugal Brasil Fonte : IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) 14

15 No Brasil há uma discrepância em relação à função desempenhada pelos tributos, seja qual for sua forma (imposto, taxa, etc), e, explica-se: Grande parte da população brasileira paga tributos, os quais, nem mesmo sabe, o porquê, e, ainda mais, paga muitos deles, ao longo do ciclo produtivo, reiteradamente, como no caso daqueles embutidos em produtos e serviços, como um efeito em cascata. E mais, a imposição da CPMF (contribuição permanente de movimentação financeira), um imposto que nasceu provisório e com uma função social de investimento na caótica saúde pública, que nunca alcançou sua finalidade, já que foi totalmente desvirtuado. Adquiriu caráter permanente, com a pura finalidade de cobrir os rombos do governo. Sem falar na CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que também não cumpriu a sua finalidade gênese. Depois, de tantos argumentos, dados e fatos, fica a pergunta: por que países com cargas tributárias maiores que o Brasil, que não têm recursos tão expressivos como nosso país possuem retornos sociais tão invejáveis? Percebe-se, a olhos vistos, que há algo muito errado, pois, se há grande arrecadação, com evidente número escandaloso de tributos, porque esses recursos não são revestidos diretamente à sociedade? E é, também por isso, que é dever do cidadão cobrar, fiscalizar o representante que elege para pleito, seja do poder executivo; mas, principalmente, legislativo, tão impregnado, ultimamente, de lodosa indignação da sociedade. 15

16 Na verdade, com essa carga tributária excessiva, ainda existe a persistência de inúmeros problemas sociais, os quais não estão sendo solucionados. Indiscutivelmente, o país necessita de reestruturação consistente, para uma efetiva arrecadação (combate à sonegação), e, também uma fiscalização e controle dos gastos públicos e a corrupção. Um estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) (2005) apurou que no ano de 2004 o faturamento não declarado pelas empresas alcançou a cifra de R$ 1,028 trilhão. Em 2003, a sonegação --estimada pelo valor não-declarado de faturamento-- foi de R$ 748,35 bilhões. Se o Estado realmente demonstrasse uma melhor adequação entre a relação custo beneficio, ou seja, o imposto pago e a sua contraprestação, isso certamente incentivaria o contribuinte a pedir a nota fiscal, e diminuiria a sonegação fiscal existente, já que os recursos seriam destinados para o atendimento das necessidades dos cidadãos. Isto, sim, poderia moralizar, educar, dar dinamismo e recursos, para que a carga tributária não fosse só um peso para a população, mas uma contribuição a toda uma cadeia produtiva e a sociedade brasileira. 16

17 4. A Curva de Laffer A história mostra que a civilização humana não existiria sem impostos, ou seja, pelo menos parte da arrecadação efetivada pelo Estado seria usada para impulsionar o progresso da nação. (VELLOSO, 2003). Essa relevância dos impostos para a civilização humana fica clarividente ao percebermos a quanto tempo existem 6. Os impostos são valores pagos obrigatoriamente ao Estado e que devem ser revertidos à coletividade sob forma de produtos e serviços de interesse geral como: transporte, educação, saúde, segurança etc. SANDRONI (2005). Ou nas palavras de Riani (2002); a tributação é um instrumento pelo qual as pessoas tentam obter recursos coletivamente para satisfazer às necessidades da sociedade, além der ser o principal instrumento de política fiscal e meio de financiar os gastos do governo. O sistema de tributações varia de acordo com as características e também com determinadas situações políticas, e sócio-econômicas de cada país, e de acordo com as medidas a serem utilizadas pelo governo, estas provocarão efeitos diferentes sobre as atividades econômicas do país. Independentes desses efeitos, afirma Riani; que a tributação tem sido e deve ser a principal fonte de financiamento dos gastos governamentais. 6 Tabletes de barro datados de 4000 a.c encontrados na mesopotâmia faz referencias aos impostos pagos pelos sumérios, um dos povos que habitavam a região. 17

18 Como já supracitada, a política fiscal a qual o governo adotará em um determinado período poderá ocorrer um desencadeamento de efeitos substanciais não só na conjuntura econômica desregulando o mercado, como também na arrecadação do governo. Devido a essa distorção, que Arthur Laffer 7, em 1974 esboçou em um guardanapo um gráfico para mostrar como o nível das alíquotas afetaria a receita tributária. Ou seja, se for traçada uma relação entre receita tributária e alíquota tributária, com receita no eixo vertical, a curva primeiramente subirá conforme a alíquota se afasta de zero, mas, em algum ponto, antes que alíquota atinja 1, ela cairá (Froyen, 2003). A Curva de Laffer Receita Tributária Curva de Laffer Alíquota Tributária (100%) Fonte : Mankiw,1999 Sendo assim, Laffer sugeriu que a carga tributária dos Estados Unidos estaria numa porção descendente de sua curva, uma vez que as alíquotas eram muito elevadas, ficando localizadas no gráfico em algum ponto decrescente da curva. Se as alíquotas fossem reduzidas poderia obter-se, de fato, um aumento da receita tributária, localizando se no gráfico em algum ponto ascendente da curva. 7 Economista monetarista norte-americano. 18

19 Apesar dos economistas da época darem pouca credibilidade à sua sugestão, de que uma redução das alíquotas dos impostos pudesse aumentar a receita tributária, ainda assim, haviam muitas dúvidas no que tange aos resultados práticos. Foi em 1980, quando Ronald Reagan candidatou-se à presidência, que este incorporou à sua plataforma política o corte dos impostos, argumentando que a redução das alíquotas daria incentivo ao trabalho, o que aumentaria o bem estar econômico e, até, a receita tributária. Ao ser eleito, Reagan pôs em prática a idéia de Laffer, diminuindo os impostos. Ocorre que, os efeitos esperados foram contrários, resultando numa em redução da receita tributária. Isso pode ter ocorrido em razão de que o nível de tributação durante o governo Reagan ainda não havia alcançado o ponto decrescente da Curva de Laffer. Inobstante o fracasso ocorrido durante a gestão Reagan, o argumento de Laffer não é completamente desprovido de méritos. Há fortes razões para crer que uma redução geral das alíquotas não diminua a receita tributária, posto que há evidencias de que muitos contribuintes possam estar fora das estatísticas e, portanto, fora dos cálculo da curva de Laffer (Mankiw, 2003). Ressalta-se ainda que, alguns formuladores de políticas não concordam com essas questões discorridas acima. Quanto mais elásticas da oferta e a demanda no mercado, maior seria a distorção desses impostos no mercado, fazendo com que um corte nos impostos aumente a receita tributária. (Mankiw, 2003). 19

20 Contudo, o ganho e perda de arrecadação não podem ser conhecidos apenas a partir das alíquotas, pois também, depende de como a mudança do imposto alterará o comportamento das pessoas. Ressalta-se que a situação brasileira é "sui generis", pois constata-se que aliada à alta carga tributária soma-se um outro fator que pode levar ao sucesso da aplicação da Teoria da Curva de Laffer: o grande volume de contribuintes fora da base de pagamentos, ou seja, informais, exatamente pelo excesso tributário, podem vir a ser estimulados a recolher de forma correta os tributos na hipótese de redução tributária. 4. Alterações na carga tributária e seus efeitos Para que um Estado exista é preciso toda uma infra-estrutura orgânica e funcional composta por pessoas, bens móveis e imóveis, normas e assim por diante, voltada à composição da máquina estatal, viabilizando, desta maneira, as atividades inerentes à função daquela. Toda esta aparelhagem tem um custo, que não sendo baixo, obriga o governo a criar meios viáveis de arrecadação. No Brasil, algum tempo atrás a percepção deste dinheiro não era tão dependente da carga tributária, como é hoje, devido a outras formas de financiamento, quais sejam, rendas advindas de empresas públicas, empréstimos externos menos rígidos e até mesmo a própria inflação. 20

21 Necessidades de Financiamento do Setor Público (conceito abaixo da linha) Ao longo dos anos o país passou a direcionar sua arrecadação orçamentária para os tributos, tornando-se dependentes deles. Destarte, mister se fez aprimorar as medidas de tributação já existentes, além de se criar novas outras, tudo para que o capital necessário à manutenção da máquina administrativa não se perdesse ou se tornasse obsoleto. É impossível ao Estado a sobrevivência sem recursos. Por isso, especialmente nos últimos quatro anos, o governo vem apertando o cerco aos inadimplentes e sonegadores, seja através de edições de novas leis, seja pela informatização dos fiscos, ou ainda, pelo cruzamento de dados dos vários órgãos que o compõe. Com este método, a Receita Federal, por exemplo, aumentou o total de autuações a pessoas físicas, que passou de pessoas físicas em 2002 para em até julho de 2005, esse número correspondeu a

22 Fiscalização Aumenta a Receita Autos de Infração em bilhões Empresas Pessoas Físicas Autos de infração em R$ Bilhoes Ano Fonte:Receita Federal (2006) O gráfico anterior, demonstra o aumento registrado no ano de 2002 em decorrência das disposições do Decreto regulamentou a prestação de informações pelos bancos e pela Lei nº , que criou o Cadin. Em 2003 deu-se a Instrução Normativa nº 341, que criou a declaração de operações com cartões de crédito e a Instrução normativa nº304 que criou a declaração de informações sobre atividades imobiliárias. Em 2004 foi criada a instrução normativa nº 387 que criou o demonstrativo de apuração e contribuições sociais e a Instrução normativa nº 482, que criou a apresentação mensal da declaração de débitos e créditos tributários federais pelas grandes empresas. Fica claro que cada novo procedimento permitiu à arrecadação tributária realizar um monitoramento mais aprimorado dos contribuintes, assim como, fechar brechas e possíveis formas de sonegação na tentativa de recuperação de créditos. 22

23 Porém, o governo parece que descobriu esta nova fonte de arrecadação tarde demais. Devido a constantes perdas de receita, cumulado ao mau uso dos recursos, os governos vêm sistematicamente aumentando a carga tributária das empresas, sobrecarregando-as e, às vezes, até impossibilitando-as de produzir. Surge daí, uma conseqüência contrária à intenção inicial do Estado, uma vez que, fechando as portas a empresa não pagará impostos. A evolução histórica da carga tributária brasileira mostra muito bem tal situação Evolução da Carga Tributária no Brasil (Tributação/PIB)% Fonte: IBPT (INSTITUTO BRASILEIRO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO) 23

24 O país vive hoje inflado por tributos, caracterizando um entrave ao desenvolvimento e gerando um efeito reverso ao desejado, pois, não havendo desenvolvimento dificilmente conseguir-se-á arrecadação expressiva. 5.O caso Brasil, segundo a teoria da Curva de Laffer Se o governo optasse por reduzir alguns tributos (PIS, COFINS, CIDE, CPMF, CSLL, IR, IPI, ICMS e ISS) - que no momento são extremamente onerosos às empresas e toda a sociedade, ora impedindo as empresas de produzirem mais, ora empurrando-as para a informalidade, ora reduzindo a capacidade de compra dos consumidores - muitos dos inadimplentes poderiam quitar seu débitos e, assim, a base de incidência de tributos aumentaria. Conseqüentemente, com mais pessoas contribuindo, maior será a quantidade de tributos pagos ao estado. Outra repercussão que pode ser imaginada seria um aumento da quantidade de empregos, resultado do eventual salto de produção provocado pela diminuição do custos empresariais. Todavia, o governo, recentemente, promoveu a reforma do PIS/COFINS, trazendo mais uma vez resultados desastrosos para a economia brasileira. O fim da cumulatividade do imposto e início da cobrança nas importações reduziram o crescimento da economia e geraram demissões e inflação. Isso é facilmente observado com as demonstrações adiante. 24

25 Fonte : FGV EFEITOS NA ECONOMIA VARIAÇÃO EM % Reforma completa* Reforma parcial** PIB -0,7-0,5 Consumo -1,5-0,6 Investimento 0,9-0,7 Faturamento do setor público 1,3-0,5 Déficit nominal do setor público -21,1 4,6 Exportações -2,5-0,4 Importações -3,2-0,5 Emprego -1,7-0,9 Inflação 2,3-0,2 Fonte FGV * Fim da cumulatividade do PIS/ Cofins e incidência desses impostos sobre importação ** fim da cumulatividade do PIS/Cofins. 25

26 OS SETORES MAIS BENEFICIADOS E MAIS PREJUDICADOS Variação do faturamento em % Setores prejudicados Calçados e couro -5,81 Atacadista e varejista -2,79 Siderurgia -2,33 Café -2,16 Açúcar -1,9 Setores Beneficiados Produtos quimicos 1,11 Metais não-ferrosos 1,2 Mineiras não-metálicos 1,36 Serviços para empresas 2,04 Máquinas e equipamentos 4,26 Fonte: FGV ( Fundação Getúlio Vargas) 2006 Recente estudo da Fundação Getúlio Vargas publicado pelo jornal Valor Econômico 8 calcula que a reforma gerou uma queda de 0,7% no PIB além de alta de 2,3% nos preços e 1,7% de retração dos empregos. A alíquota do PIS que era de 0,65% passou para 1,65% e a base de cálculo foi alterada. Já a Cofins subiu de 3% para 7,6% em Dentre as várias conseqüências advindas da reforma, encontra-se o aumento nas demissões de funcionários por parte das empresas, afim de manterem suas margens de lucros. Entretanto, isso nem sempre é possível. Tentaram também, repassar os preços aos consumidores, e quando não conseguiram, migraram para a informalidade. Conclui-se, portanto, que a política de arrecadação de recursos do país está longe de atingir um grau satisfatório, uma vez que foca suas atividades no aumento de impostos e 8 LANDIM, Raquel.Reforma do PIS-Cofins elevou preços e teve efeito contracionista. Valor Eeconômico, São Paulo, 9 mar Tributação, Brasil, p.a3 26

27 despreza meios mais eficientes como o combate à sonegação e o alargamento da base de incidência dos impostos. Está na hora de repensar esta política de tributação e analisar uma possível diminuição na carga tributária, no intuito de melhorar a arrecadação e, ainda, gerar menos ônus aos contribuintes. 6.A redução da carga tributária A redução da carga tributária, ao contrário do que se pensa, pode representar um aumento de arrecadação, conforme pode ser observado na teoria da Curva de Lafer anteriormente apresentada. O esgotamento da capacidade contributiva tem, principalmente, dois reflexos negativos para o Estado: grande índice de sonegação fiscal e retração do número de contribuintes. Por esse motivo, a redução de alíquotas pode ser uma saída para o aumento da receita pública. A diminuição de cargas tributárias muito elevadas estimula o crescimento da base. Com menores alíquotas maior é o número de contribuintes. Isso porque uma maior quantidade de pessoas poderá fazer parte do fato gerador que se liga ao tributo diminuído. Exemplo claro verifica- se quando se trata de tributos que incidem sobre o consumo, em mercados em que a demanda é pouco elástica na variável renda. Nessas situações, quando um produto sofre grande tributação, os consumidores, provavelmente, deixarão de comprálo ou reduzirão suas compras, exceto, é claro, quando se tratar de produto essencial, circunstância na qual o aumento de preços não importará na redução de consumo. Como há pequena elasticidade na demanda, ou seja, os compradores não têm outras opções de mercado para consumir aquele bem, eles diminuirão ou cessarão seu consumo. Portanto, a partir do momento em que as alíquotas forem reduzidas, a tendência natural de mercado é o consumo aumentar, majorando a arrecadação tributária. 27

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