UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCAS GABRIEL DUARTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCAS GABRIEL DUARTE"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS LUCAS GABRIEL DUARTE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO COMO FERRAMENTA NA MAXIMIZAÇÃO DOS LUCROS EMPRESARIAIS RECIFE 2013

2 2 LUCAS GABRIEL DUARTE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO COMO FERRAMENTA NA MAXIMIZAÇÃO DOS LUCROS EMPRESARIAIS Monografia apresentada como requisito obrigatório para cumprimento da disciplina Monografia II, do curso de Ciências Contábeis, da Universidade Católica de Pernambuco. Orientador: Prof. Julio César Gonçalves RECIFE 2013

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a Deus que iluminou o meu caminho durante esta caminhada. Agradeço a minha mãe (Daura Cristina) que de forma sempre otimista me deu força e coragem me apoiando nos momentos difíceis. Agradeço também a todos os meus amigos e professores que tive na Universidade Católica de Pernambuco que de certa forma me ajudaram durante a minha passagem acadêmica em especial ao professor e orientador Julio César Gonçalves o qual me acompanhou no desenvolvimento desta pesquisa. Cada um teve a sua contribuição e colaboração para que eu alcançasse esse objetivo e concluísse mais uma etapa da minha vida. A todos vocês, o meu muito obrigado.

4 4 EPÍGRAFE O único lugar aonde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário Albert Einstein ( )

5 5 RESUMO Devido a elevada importância dos tributos nas sociedades empresariais tem-se a importância de um estudo mais aprofundado quando falamos de tributação. A contextualização deste trabalho tem como finalidade responder a seguinte pergunta: Até que ponto o planejamento tributário quando feito de maneira eficaz exerce influência determinante sobre a maximização dos lucros empresariais? Fundamentando este objetivo inicia-se este estudo com uma exposição geral sobre o Sistema tributário Nacional conceituando seus diversos tributos e espécies, aprofundando no planejamento tributário e a sua finalidade. Por fim destacam-se as definições dos mais variados autores acerca da diferença da evasão e elisão fiscal. A metodologia empregada no presente estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica, com estudo em material bibliográfico já existente sendo esses em sua maioria disponíveis em livros e artigos, seguida de uma pesquisa na área com aplicação de questionário estruturado. Concluiu- se que um planejamento tributário realizado de forma eficaz minimiza o impacto tributário, podendo aperfeiçoar o resultado da empresa. Palavras Chave: Planejamento tributário, Contabilidade tributária, elisão fiscal.

6 6 ABREVIATURAS COFINS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social CSLL Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido CTN Código Tributário Nacional DARF Documento de Arrecadação de Receitas Federais DIRF Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. IBGE Instituto Brasileiro de Geografia Estatística IBPT- Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário ICMS Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços INSS Instituto Nacional do Seguro Social IDH Índice de Desenvolvimento Humano IOF Imposto Sobre Operações Financeiras IPI Imposto Sobre Produtos Industrializados IPTU Imposto Sobre a Propriedade Territorial Urbana IR Imposto de Renda IRPF Imposto de Renda da Pessoa Física IRPJ Imposto de Renda da Pessoa Jurídica ISS Imposto sobre serviços PASEP- Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Publico PIB Produto Interno Bruto PIS Programa de Integração Social PNAD Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar STN Sistema Tributário Nacional

7 7 Sumário 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativas REFERENCIAL TEÓRICO O Sistema Tributário Nacional Tributos Classificação dos tributos Carga Tributária versus Produto Interno Bruto Planejamento tributário Planejamento tributário e suas abrangências METODOLOGIA Coleta de dados APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS A IMPORTANCIA DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PARA A GESTÃO EMPRESARIAL OS TRIBUTOS VIGENTES NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA A origem dos tributos AS CARACTERÍSTICAS E AS DIFERENÇAS ENTRE ENVASÃO E ELISÃO FISCAL Formas de evasão fiscal Sonegação fiscal Conluio...33

8 Fraude A SONEGAÇÃO FISCAL E SEUS ELEVADOS ÍNDICES CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS APÊNDICES... 40

9 9 INTRODUÇÃO Atualmente o mundo empreendedor cresce paralelo ao mercado econômicofinanceiro, e nos últimos anos os mercados se tornam cada vez mais competitivos, onde continuamente procuram uma forma de reduzir gastos, custos, consumos e os famosos impostos presentes no nosso cotidiano onde obrigatoriamente contribuímos seja de maneira direta ou indireta. Antes de tudo o primeiro passo para o sucesso chama se planejamento e quando se fala de empreendimentos o planejamento tributário é um componente que merece destaque. É de notório conhecimento que o nível de tributação sobre as empresas e pessoas físicas no Brasil é bastante pesado, chegando a inviabilizar certos negócios, diante dessas circunstancias é indispensável nos dias atuais dar continuidade de forma positiva no seu empreendimento ou na sua empresa sem que haja um eficiente Planejamento tributário. Como contribuintes, temos duas formas de diminuir os encargos tributários: a maneira legal denomina-se elisão fiscal e a forma ilícita chama-se evasão fiscal. A evasão fiscal pode ser conceituada como toda e qualquer ação ou omissão tendente a elidir ou reduzir o cumprimento de obrigação tributária, já a elisão fiscal pode ser definida como todo procedimento lícito realizado pelo contribuinte antes da ocorrência do fato gerador com o objetivo de eliminar ou postergar a obrigação tributária ou reduzir o montante devido. (OLIVEIRA, p.170). A finalidade do Planejamento Tributário se baseia na economia dos tributos onde comparando as várias opções legais o contribuinte procura orientar os seus passos de forma a evitar o procedimento mais oneroso do ponto de vista fiscal. O profissional que venha a optar pelo planejamento deve assumir uma postura ética contabilmente, ter bom censo além de se manter sempre atualizado perante as leis, acompanhando de perto as constantes alterações na legislação tributária. O código Tributário Nacional (Lei n 5172/66) em seu art.96 conceitua legislação tributária da seguinte maneira: Art.96. A expressão legislação tributária compreende as leis, os tratamentos e convenções internacionais, os decretos e as normas complementares que versem, no todo ou em parte, sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes.

10 10 No Brasil por convivermos com diversos impostos, é fácil perceber que os tributos sobre as pessoas físicas e empresas são pesados. A carga tributária tem um peso consideravelmente alto, alcançando uma posição de destaque entre os países considerados desenvolvidos. Se as contribuições e os pagamentos não forem realizados corretamente, podem trazer perdas para as pessoas físicas, já no caso das empresas os endividamentos fiscais podem levá-las a falência. Os tributos podem ser municipais, estaduais ou federais para todos aconselha-se que o profissional contábil ou administrador realize um planejamento para que os impostos sejam gerenciados da melhor maneira possível. (Oliveira, Contabilidade Tributária). Para uma boa administração das empresas, além da habilidade de sobreviver às condições adversas do mercado podemos adicionar como item fundamental ter uma elevada capacidade de gestão na área tributária, com a necessidade de administrar dezenas de taxas e impostos, grande parte do esforço das empresas para ter melhores resultados acaba perdida com as contribuições. São poucas as organizações que usufruem por completo dos benefícios do eficaz planejamento tributário como incentivos fiscais, redução dos custos e aumento do seu resultado econômico. No planejamento tributário o contribuinte trabalha com o intuito de reduzir ou excluir a incidência de tributos, sem que as condutas tomadas não representem pratica de fraude ou violação da lei. Ao realizar um planejamento dos tributos, o contador deve trabalhar de forma correta na redução destes custos de forma lícita se utilizando de meios legais. Em contrapartida o profissional que se utilizar de meios fraudulentos ou procedimentos ilícitos descumprindo determinações para ocultar incidências tributárias caracteriza uma evasão fiscal, que de acordo com a Legislação brasileira Lei nº 8.137/90 classifica-se como crime de sonegação fiscal. (FABRETTI, p.30) Nesse projeto de monografia acredita-se que o planejamento tributário exerce influência direta na rentabilidade de uma empresa. Esse trabalho tem como objetivo responder a seguinte pergunta de pesquisa: Até que ponto o planejamento tributário quando feito de maneira eficaz exerce influência determinante sobre a maximização dos lucros?

11 OBJETIVOS Objetivo Geral O trabalho realizado tem como principal finalidade desenvolver um estudo sobre a importância de um eficaz Planejamento Tributário, para uma melhor gestão empresarial, demonstrando de forma clara e objetiva que ao buscar a melhor opção, sendo essa através de meios legais a empresa poderá ser beneficiada com a redução do ônus tributário e assim maximizar os seus lucros Objetivos Específicos A pesquisa realizada além de apresentar os tributos como grande ferramenta na gestão empresarial tem como objetivos: a) Comprovar a importância do planejamento tributário; b) Esclarecer os tributos previstos na legislação; c) Distinguir evasão fiscal e elisão fiscal; d) Demonstrar como o planejamento resultará nos lucros do empreendimento. 1.2 Justificativas No Brasil as empresas possuem custos e despesas elevados, sendo a maior parte desses custos referentes aos tributos que no nosso País chega a ser uma das mais altas cargas tributárias. Para as empresas a redução de custos é de extrema importância, principalmente nos dias atuais onde o mercado se encontra cada vez mais competitivo. Quando a redução especificamente for tributária o profissional contábil é o mais habilitado para proceder de forma correta. O contador deve conhecer bem a legislação e manter-se sempre atualizado, pois esta é uma área que constantemente ocorre mudanças aplicando seus

12 12 conhecimentos legalmente e com segurança para que a empresa obtenha economias no pagamento de tributos. O presente trabalho visa demonstrar com os estudos realizados a importância de um planejamento tributário apresentando aos administradores e empresários a real necessidade de se planejar, pois muitos ainda não têm consciência que tal procedimento pode ser responsável pelo sucesso financeiro-econômico de sua empresa.

13 13 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 O Sistema Tributário Nacional Sistema Tributário Nacional é o conjunto de normas constitucionais de natureza tributária, inserido no sistema jurídico global, formado por um conjunto unitário e ordenado de normas subordinadas aos princípios fundamentais reciprocamente harmônicos, que organiza os elementos constitutivos do Estado, que outra coisa não é senão a própria Constituição (HARADA, 2005). Segundo Eduardo Torres (2009), o Sistema Tributário Nacional (STN) é integrado pela ampla legislação que o disciplina que compreende a Constituição Federal, o Código Tributário Nacional, leis complementares, decretos, leis ordinárias, resoluções, instruções e portarias. O STN é basicamente regulado pela Constituição Federal de e pela Lei de Código Tributário Nacional (CTN). Faz parte do STN taxas, impostos, contribuições de melhoria, sociais, de intervenção no domínio econômico, e de interesse das categorias profissionais ou econômicas além de empréstimos compulsórios. Para Maria Lucia Fattorelli Carneiro, Presidente do UNAFISCO NACIONAL um sistema tributário desejável é aquele que desempenha quatro funções básicas: o financiamento das atividades estatais, a redistribuição justa de renda, a equalização das desigualdades regionais e a justa repartição das receitas entre os entes federados (TORRES, 2009) Para isso precisa ser simples, desburocratizado, célere, com leis sintetizadas, codificadas e não esparsas, respeitando a destinação de suas receitas. A Presidente ainda afirma que o Sistema Tributário Nacional não tem cumprido sua função redistributiva. Pelo contrário, sempre foi um sistema altamente regressivo e concentrador de renda. A tributação no Brasil cerca de dois terços dos tributos

14 14 advém da tributação sobre o consumo, até mesmo de produtos destinados à sobrevivência básica, como alimentos, remédios e produtos de higiene pessoal. No último século, houve quatro reformas tributárias foram elas nos anos de 1934, 1946, 1967 e Nesse ponto, destaca-se a análise realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010) a respeito das reformas tributárias. Entre os anos de 1920 e 1958, a carga tributária passou de 7% para 19% do PIB, com crescimento das tributações domésticas e dos tributos diretos e a criação de impostos sobre o consumo e a renda (IR, criado em 1924 e o Imposto sobre Vendas e Consignações atual ICMS, crido em 1934), que passam a se constituir nas principais fontes de receitas. Na reforma de 1934 é concedida competência tributária aos municípios, com a criação dos impostos predial e de profissões. O imposto de importação se torna, a partir daí, um instrumento de política comercial. Na reforma de 1967 é introduzido o Imposto sobre o Valor Adicionado e são introduzidos mecanismo para aumentar a eficácia da arrecadação. Depois em 1988, com o aumento da participação dos estados e municípios na arrecadação dos impostos de renda e sobre os produtos industrializados, o governo intensificou a arrecadação de contribuições sociais indiretas, não compartilhadas com estados e municípios como COFINS e CSLL. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) realizou no ano de 2005, através da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD), um estudo sobre a problemática do nosso sistema tributário e concluiu que para o contribuinte compreender razoavelmente a realidade tributária brasileira seria necessário analisar três mil normas fiscais, estudar cerca de 60 tributos cobrados no Brasil, além de verificar 93 obrigações assessórias que sufocam todas as empresas brasileiras. Por conseguinte, compreenderiam, porque o crime por evasão fiscal não significa propositalmente despeito com a fiscalização, mas, muitas vezes, simples compreensível desinformação.

15 Tributos A palavra tributo deriva do latim tributum e diz respeito àquilo que, por dever, é entregue ao Estado. O Código Tributário Brasileiro (CTN) no ser Art. 3, conceitua tributo: Art.3.Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção por ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. Ao analisar o artigo 3, pode-se resumir o conceito de tributo, dizendo que é sempre um pagamento compulsório em moeda, forma normal de extinção da obrigação tributária. Os tributos também podem ser definidos como diretos e indiretos. OS tributos diretos são aqueles que recaem sobre o contribuinte que tem relação pessoal e direta com o fato gerador, incidindo sobre o patrimônio e a renda. Como exemplo desses tributos, temos o IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). Os tributos indiretos recaem sobre o preço final de uma venda de mercadoria. Consequentemente, o consumidor final é o contribuinte de fato, sendo o contribuinte de direito responsável apenas pelo recolhimento perante o fisco. São exemplos desses tributos: ICMS (Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e de comunicação), IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado). (QUALITAS REVISTAS ELETRÔNICAS, 2007) Segundo Robson Ribeiro (2006) pode-se afirmar que o Sistema Tributário Brasileiro é composto dos tributos instituídos no Brasil, dos princípios e normas que regulam tais tributos. No nosso país adota-se o princípio da estrutura orgânica dos tributos, pelo qual a espécie tributaria é determinada pelo seu fato gerador, com base na doutrina mais aceita, pode-se afirmar as espécies tributarias que compõe o sistema tributário brasileiro cinco: impostos, taxas, contribuições especiais, empréstimos compulsórios e contribuições de melhoria.

16 16 IMPOSTO É o tributo que tem como fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal especifica relatia ao contribuinte (Art. 16 do CTN). Em outras palavras, imposto é o tributo que não está vinculado a uma contraprestação direta a quem o está pagando. As receitas de impostos não são destinadas a custear obras ou serviços em prol de quem a paga, mais sim para serem utilizadas para custear as despesas gerais do estado, visando promover o bem comum. TAXA É o tributo que pode ser cobrado pela União, Estado, Distrito Federal ou Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, que tem como fato gerador, o exercício do poder de polícia ou a utilização efetiva ou potencial, de serviços públicos especifica e divisível prestado ao contribuinte ou posto a sua disposição (Art. 77 do CTN). CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS- Estão previstas no artigo 149 e 149ª da Constituição Federal, são tributos cobrados para custeio de atividades paraestatais e podem ser sociais, de intervenção no domínio econômico e de interesse de categorias econômicas ou profissionais. EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO É o tributo que somente pode se instituído pela União, através de lei complementar, nos casos de: Calamidade pública ou guerra externa ou sua iminência, que exijam recursos extraordinários, isto é, além dos previstos no orçamento fiscal da União. CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA É o tributo cobrado pela União, Estados, Distritos Federal e Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, com o objetivo de fazer face ao custo de obra pública de que decorra valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado (Art. 81 do CTN).

17 Classificação dos tributos Para Oliveira (2005), Os tributos podem ser classificados de várias formas, destacando suas características inerentes ao Sistema Tributário Brasileiro e à doutrina, bem como a diferença que existe entre ele. De acordo com a Constituição Federal, existem tributos que podem ser instituídos somente por um ente federativo (União, Estados ou Municípios), enquanto outros podem ser criados por qualquer um deles diante da ausência de dispositivo constitucional, fixando a competência a um único ente. Segundo esse critério, os tributos serão divididos da seguinte forma: a) Tributos de Competência Privativa b) Tributos de Competência Comum. Os tributos poderiam ser analisados como simples fontes de recursos para o Estado e, de fato, assim eram. Entretanto, no mundo moderno, tributos vêm sendo criados e utilizados com funções não arrecadatórias, sobretudo de intervenção na economia privada. No Brasil, o sistema tributário possui vários exemplos, nos quais o tributo é usado não só para fomentar atividades econômicas, mas, também, para reduzir as desigualdades sociais existentes de regiões menos desenvolvidas. Assim, de acordo com Oliveira (2005) os tributos podem ser classificados em função de suas finalidades, sendo dividido em: a) Tributos extrafiscais: não são instituídos com função arrecadatória, mas para que o Estado cumpra a função de controle da economia. Exemplos: II, IE, IPI, IOF, ITR. b) Tributos parafiscais: possuem função meramente arrecadatória; contudo a receita arrecadada destina-se ao cumprimento de funções paralelas às funções típicas de Estado. Exemplo: as contribuições previdenciárias. c) Tributos fiscais: possuem função meramente arrecadatória, visando ao financiamento das atividades do Estado para garantir o aporte de recursos necessários ao exercício de suas atividades. Exemplo: IR.

18 18 Quanto aos benefícios do sujeito passivo, em função da existência de alguma atividade estatal, os tributos se classificam em duas espécies: a) Tributos não vinculados são aqueles que não estão vinculados a nenhuma prestação específica do Estado ao sujeito passivo. b) Tributos vinculados são aqueles tributos devidos quando houver atividade estatal prestada ou colocada à disposição do contribuinte, onde encontramos as taxas e as contribuições de melhoria. 2.4 Carga Tributária versus Produto Interno Bruto Estudos concluídos no dia 4 de março de 2013, pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT indica que a carga tributária brasileira em 2012 chegou a 36,27% do PIB (Produto Interno Bruto). De acordo com o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, o baixo PIB registrado no ano passado e a alta arrecadação tributária ocasionaram o aumento da carga tributária, superando inclusive o índice de 2011, que foi de 36,02%. Nem mesmo as desonerações e o fraco desempenho do PIB conseguiram diminuir a carga tributária brasileira, analisa Amaral. O levantamento do IBTE foi feito a partir dos dados do PIB brasileiro divulgado pelo IBGE. Tal estudo concluiu que a arrecadação tributária chegou a R$ 1,59 trilhão em 2012, contra R$ 1,49 trilhão registrado em Nominalmente, houve crescimento de 7,03% na arrecadação tributária, enquanto que o PIB variou 6,26%. O IBPT havia previsto uma pequena queda da carga tributária de 2012, mas a surpreendente arrecadação de novembro e dezembro e o fraco desempenho do PIB resultaram em novo recorde histórico. Nos últimos dez anos, a carga tributária cresceu 3,63 pontos percentuais, com media de 0,36 pontos percentual ano. O mesmo estudo ainda demonstra que a arrecadação para o INSS - Previdência Social foi o item que registrou maior crescimento, de R$ 30,73 bilhões em relação ao ano de O ICMS vem em segundo lugar, com R$ 28,48 bi, seguido da COFINS com R$ 16,39 bi e o Imposto

19 19 de Renda, com R$ 14,33 bilhões. Os tributos federais apresentaram crescimento de R$ 65,38 Bilhões, os estaduais, de R$ 31,38 bilhões e os municipais, de R$ 8,11 bilhões. Figura 1 - Principais impostos cobrados no Brasil: Federais -IR (Imposto de Renda) - Imposto sobre a renda de qualquer natureza. No caso de salários, este imposto é descontado direto na fonte. -IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados. -IOF - Imposto sobre Operações Financeiras (Crédito, Operações de Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários). -ITR - Imposto Territorial Rural (aplicado em propriedades rurais). Estaduais - ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. - IPVA - Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (carros, motos, caminhões) Municipais - IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (sobre terrenos, apartamentos, casas, prédios comerciais) - ITBI - Imposto sobre Transmissão Inter Vivos de Bens e Imóveis e de Direitos Reais a eles relativos - ISS - Impostos Sobre Serviços Fonte: IBPT - Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (2009) O Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, João Eloi Olenike ressalta a alta carga tributária brasileira como um dos principais entraves para o investimento, afirmando que, nos últimos 10 anos, a arrecadação tributária do País foi 33% superior ao crescimento do PIB. Para que o Brasil tenha um poder de competitividade maior, é preciso diminuir a tributação em cima do consumo, hoje com IPI, ICMS, PIS e Cofins, que incidem em várias etapas da cadeia até chegar ao consumidor final. Este por sua vez, não tem para quem repassar, pagando no preço do produto toda a tributação. A tributação no Brasil incide sobre o faturamento das empresas, mesmo antes da venda, quando em outros países, se dá após o comerciante e o fabricante formarem renda e patrimônio. João Eloi Olenike, em entrevista concedida ao IBPT citou o estudo Dias Trabalhados para pagar Tributos, que indicou que em 2012, o brasileiro trabalhou 150 dias apenas para pagar tributos. (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, 2013)

20 20 Entre os 30 países com a maior carga tributária, o Brasil segue como o que pior retorna valores arrecadados em prol do bem estar da sociedade. A posição de primeiro lugar para quem melhor atende seus cidadãos fica com a Austrália. Esse foi um mais um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. O índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade, que é uma média ponderada da carga tributária de cada país com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da Organização das Nações Unidas (ONU), foi divulgado ao final de 2012, classificando o Brasil como a última posição. 2.5 Planejamento tributário Planejar é umas das ferramentas administrativas, que auxilia na avaliação dos caminhos para uma projeção futura, possibilitando perceber a realidade com o intuito de obter os melhores resultados para a empresa. Para Oliveira (2005), a redução dos custos é uma necessidade a todas as empresas brasileiras que estão em condições de alta competitividade; algo premente no que tange aos custos tributários, dado seu fortíssimo incremento nos últimos anos e sua característica de não gerar benefícios diretos às organizações. Hoje as grandes empresas já contemplam em sua estrutura organizacional um Comitê de Planejamento Tributário constituído por pessoas de várias formações e segmentos para tratar especificamente desse grande projeto. A expressão planejamento tributário deve designar tão só a técnica de organização preventiva de negócios, visando a uma legitima economia de tributos, independente de qualquer referencia aos atos ulteriormente praticados. Por ser um procedimento lícito e transparente, no planejamento tributário admite-se que os contribuintes tenham o direito de recorrer a seus procedimentos preferidos em uma atividade necessariamente anterior à ocorrência do fato gerador, autorizados pela lei, que resultem em redução ou deferimento do impacto fiscal. Por outro lado, os contribuintes têm a obrigação de verificar se os negócios jurídicos efetivamente constituídos são válidos e regulares, com a adequada correspondência entre forma e conteúdo (TÔRRES, 2003).

21 21 Na visão de Domingues (2000) o objetivo primordial do planejamento tributário é a redução ou transmissão do ônus econômico dos tributos. Igualmente, pode ocorrer situação em que o ônus não provenha direto da obrigação tributária principal e, sim, dos deveres fiscais acessórios, com a manutenção de escrituração contábil, a apresentação de documentos etc. Para atingir o objetivo econômico, as condutas devem ser lícitas, ou seja, admitidas pelo ordenamento jurídico. Devido ao complexo sistema tributário, e a sua elevada carga tributária brasileira, a realização de um correto planejamento tributário empresarial acaba sendo uma necessidade de sobrevivência no mercado, independente do setor ou da grandeza da empresa. O alto custo tributário somado as exigências fiscais podem provocar a extinção de forma antecipada de um bom número de empresas. 2.6 Planejamento tributário e suas abrangências Para Amaral (2001), quando se adota um sistema de economia fiscal, é necessário analisar quatro aspectos: A. Análise fisco-contábil deve-se adotar procedimentos que permitam a economia de outros tributos, buscar a maximização do lucro e a minimização do risco. Para tanto, a Contabilidade reveste-se da importância fundamental, pois, na maior parte das vezes, os lançamentos contábeis dão suporte às operações. B. Análise fiscal - é preciso que as obrigações acessórias estejam cumpridas e sem ordem para não desencadear um processo de fiscalização. Dois preceitos constitucionais protegem a adoção da economia legal: Princípio da Ampla Defesa e do Devido Processo Legal. C. Análise jurídica deve haver fundamento jurídico a ser alegado. O CTN estabelece que a compensação só pode operar após o transito em julgado da ação; é necessário muito cuidado nessa análise. D. Análise econômico-financeira adota procedimentos que visem a maximizar o resultado do planejamento. Por exemplo, na maioria das vezes, o Depósito Judicial é prejudicial à empresa, pois, além do desembolso do valor, a empresa não pode se aproveitar da dedutibilidade da despesa e poderá,

22 22 ainda, precisar reconhecer a variação monetária ativa na base de cálculo do PIS e da COFINS. De acordo com Amaral (2001), a economia legal de tributos pode operar em três esferas: 1. No âmbito do Poder Judiciário pela adoção de medidas judiciais, com o fim de suspender o pagamento, diminuição da base de cálculo ou alíquotas e contestação quanto à legalidade da cobrança. Por exemplo, como a ânsia do Poder Publico em arrecadar é enorme e urgente, nem sempre o legislador toma as cautelas devidas, instituindo a quantidade de normas tributárias, ocorrendo, muitas vezes contradição entre elas. 2. No âmbito da esfera administrativa que arrecada o tributo, buscando a utilização dos meios previstos em lei que lhe garantam uma diminuição legal do ônus tributário. Por meio de um Planejamento Tributário possa optar por uma melhor opção fiscal. 3. No âmbito da própria empresa, por meio de medidas gerenciais que possibilitem a não ocorrência do fato gerador do tributo, que diminua o montante devido ou que adie seu vencimento. Por exemplo, para possibilitar o adiamento do tributo na prestação de serviços, o contrato deve estabelecer o momento da realização da receita.

23 23 3. METODOLOGIA Para se obter informações e conhecimentos sobre uma determinada área, é necessário desenvolver uma pesquisa, com o objetivo de responder as dúvidas pertinentes que o assunto abrange. O trabalho iniciou-se o estudo através de pesquisa bibliográfica, com análises de livros, coletas de textos, artigos e dados que foram direcionados a análise do planejamento tributário nas empresas. 3.1 Coleta de dados Foram utilizados dois tipos de pesquisa: a pesquisa bibliográfica e pesquisa documental. A bibliográfica se constituiu basicamente de livros, artigos científicos e site com fontes confiáveis, possibilitando um estudo mais aprofundado do tema planejamento tributário e a sua importância. Diferentemente da bibliográfica, a pesquisa documental é feita por informações coletadas baseadas em documentos existentes tais como: documentos de arquivos públicos, relatórios de pesquisas e fontes estatísticas. A abordagem da coleta de dados será pelo método qualitativo, pois a pesquisa tem caráter exploratório e indutivo com a finalidade de desenvolver conceitos, ideias a partir dos dados estudados. De igual modo, foi desenvolvido um roteiro de entrevista e realizada coleta de dados junto a profissionais especializados e referenciados no campo em estudo, cujas informações contribuíram para o desenvolvimento e análise dos dados. O principal objetivo dessa pesquisa é analisar e interpretar as informações buscando extrair valores visando direcionar todo esse embasamento para a realização da monografia.

DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II. Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1

DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II. Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1 DIREITO TRIBUTÁRIO Parte II Manaus, abril de 2013 Jorge de Souza Bispo, Dr. 1 TRIBUTO Definido no artigo 3º do CTN como sendo toda prestação pecuniária compulsória (obrigatória), em moeda ou cujo valor

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

ENTENDA OS IMPOSTOS. Impostos Diretos ou Indiretos, Progressivos ou Regressivos

ENTENDA OS IMPOSTOS. Impostos Diretos ou Indiretos, Progressivos ou Regressivos Página 1 de 10 ENTENDA OS IMPOSTOS As pessoas nem imaginam quão antiga é a origem dos tributos, estudos supõem que as primeiras manifestações tributárias foram voluntárias e feitas em forma de presentes

Leia mais

Controladoria MANUAL DO Estratégica

Controladoria MANUAL DO Estratégica Controladoria MANUAL DO Estratégica ALUNO 2010 Universidade Cruzeiro do Sul www.cruzeirodosul.edu.br Unidade: Planejamento Tributário (Parte I) MATERIAL TEÓRICO Responsável pelo Conteúdo: Prof. Esp. Daniel

Leia mais

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado.

Fiscal - quando seu principal objetivo é a arrecadação de recursos financeiros para o Estado. TRIBUTO Conceito: É toda prestação pecuniária, compulsória, em moeda ou cujo valor nela possa se exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa

Leia mais

Direito Tributário Revisão Final

Direito Tributário Revisão Final Direito Tributário Revisão Final Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com Tributo (Conceito): Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que

Leia mais

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014

SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL. Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas. Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 SIEEESP - SEMINÁRIO JURIDICO EDUCACIONAL Tributação das Instituições de Ensino Particulares Perspectivas e Medidas Wagner Eduardo Bigardi 27/05/2014 Sistema Tributário Nacional Conjunto de regras jurídicas

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

ASPECTOS GERAIS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL 01452-002 SP ASPECTOS GERAIS DO SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL Fábio Tadeu Ramos Fernandes ftramos@almeidalaw.com.br I) INTRODUÇÃO Para a compreensão do Sistema Tributário Nacional, é preciso recorrer à Constituição

Leia mais

Professor Alex Sandro.

Professor Alex Sandro. 1 (OAB 2009-3 CESPE Q. 58) Considere que João e Marcos tenham deliberado pela constituição de sociedade limitada, com atuação no segmento de transporte de cargas e passageiros na América do Sul. Nessa

Leia mais

Unidade I. Direito Tributário. Profª. Joseane Cauduro

Unidade I. Direito Tributário. Profª. Joseane Cauduro Unidade I Direito Tributário Profª. Joseane Cauduro Introdução Importância do Direito Tributário Definição: Conjunto de normas hierarquizadas, formado por princípios e normas, que tem por fim cuidar direta

Leia mais

Tributos em orçamentos

Tributos em orçamentos Tributos em orçamentos Autores: Camila de Carvalho Roldão Natália Garcia Figueiredo Resumo O orçamento é um dos serviços mais importantes a serem realizados antes de se iniciar um projeto. É através dele

Leia mais

Sumário. Coleção Sinopses para Concursos... 13 Guia de leitura da Coleção... 15 Apresentação... 17 Prefácio... 19. Parte I TRIBUTOS EM ESPÉCIE

Sumário. Coleção Sinopses para Concursos... 13 Guia de leitura da Coleção... 15 Apresentação... 17 Prefácio... 19. Parte I TRIBUTOS EM ESPÉCIE Sumário Coleção Sinopses para Concursos... 13 Guia de leitura da Coleção... 15 Apresentação... 17 Prefácio... 19 Parte I TRIBUTOS EM ESPÉCIE Capítulo I IMPOSTO... 25 1. Imposto... 27 1.1. Sínteses das

Leia mais

Sabe or que? Porque você sempre o persegue. O Homem abre o caminho da vida com o poder da mente

Sabe or que? Porque você sempre o persegue. O Homem abre o caminho da vida com o poder da mente Alegre esperança, atrai futuro feliz. Sabe or que? Porque você sempre o persegue. O Homem abre o caminho da vida com o poder da mente Do mesmo modo que o escritor elabora o enredo de um romance. E constrói

Leia mais

b) custeio geral da administração e das atividades públicas. Em regra, sem vinculações a órgão, fundo ou despesa

b) custeio geral da administração e das atividades públicas. Em regra, sem vinculações a órgão, fundo ou despesa UNIDADE VII 1. IMPOSTOS a) definição legal (tributo não-vinculado) b) custeio geral da administração e das atividades públicas. Em regra, sem vinculações a órgão, fundo ou despesa c) pessoalidade, em regra

Leia mais

Gestão Tributária 03.09.2015. André Antunes Soares de Camargo

Gestão Tributária 03.09.2015. André Antunes Soares de Camargo Gestão Tributária 03.09.2015 André Antunes Soares de Camargo Meus Deus... http://www.impostometro.com.br/ Como está a tributação no Brasil? http://www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/brazil/ http://ibpt.com.br/home/publicacao.list.php?publicacaotipo_id=2

Leia mais

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo?

06) Precisa atender o princípio da noventena: 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? 01) Qual ente é destituído de poder para instituir tributo? a) União b) Estado c) Território Federal d) Distrito Federal 02) Qual diploma normativo é apto para estabelecer normas gerais em matéria de legislação

Leia mais

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA DIREITO TRIBUTÁRIO. RIO 2ª parte. Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail.

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA DIREITO TRIBUTÁRIO. RIO 2ª parte. Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail. PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB DIREITO TRIBUTÁRIO RIO 2ª parte COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail.com SISTEMA TRIBUTÁRIO RIO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL 2. Competência

Leia mais

ANEXO PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA

ANEXO PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA ANEXO PROPOSTA DE REFORMA TRIBUTÁRIA QUADROS RESUMO DAS COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS, PARTILHAS E TRANSFERÊNCIAS INTERGOVERNAMENTAIS VIGENTES E PROPOSTAS RESUMO DAS COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS UNIÃO, ESTADOS

Leia mais

1) Explique o conceito de tributo. Art. 3º do CTN, prestação em dinheiro, obrigação ex lege, baseada em fatos lícitos.

1) Explique o conceito de tributo. Art. 3º do CTN, prestação em dinheiro, obrigação ex lege, baseada em fatos lícitos. Chave de Correção Direito Tributário Professor: Alexandre Costa 1) Explique o conceito de tributo. Art. 3º do CTN, prestação em dinheiro, obrigação ex lege, baseada em fatos lícitos. 2) Diferencie imposto

Leia mais

Simples Nacional e o Planejamento Tributário RESUMO

Simples Nacional e o Planejamento Tributário RESUMO 1 Simples Nacional e o Planejamento Tributário Marcos A. Nazário De Oliveira marcosadinavi@gmail.com Egresso do curso de Ciências Contábeis Rafael Antônio Andrade rfaandrade@msn.com Egresso do curso de

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO JULIANA BRAGA

DIREITO FINANCEIRO JULIANA BRAGA DIREITO FINANCEIRO JULIANA BRAGA CONCEITO DE DIREITO FINANCEIRO CONCEITO DE DIREITO FINANCEIRO Ciência das Finanças: estuda o fenômeno financeiro em geral, seus aspectos econômico,social; trata-se de uma

Leia mais

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios

constitucional dos Estados e Municípios d) supletiva da legislação dos Estados e Municípios e) concorrente com os Estados e os Municípios 01- O estabelecimento de normas gerais em matéria de legislação tributária sobre obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários, deverá fazer-se, segundo norma contida na Constituição,

Leia mais

Direito Tributário Espécies de Tributos Contribuições de Melhoria, Empréstimos Compulsórios e Contribuições Especiais

Direito Tributário Espécies de Tributos Contribuições de Melhoria, Empréstimos Compulsórios e Contribuições Especiais Direito Tributário Espécies de Tributos Contribuições de Melhoria, Empréstimos Compulsórios e Contribuições Especiais Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com Contribuições de Melhoria A contribuição

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO I

DIREITO TRIBUTÁRIO I EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO E CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS Questões de múltipla escolha 01) Sobre as contribuições parafiscais, assinale a alternativa correta: A. As contribuições de intervenção no domínio econômico

Leia mais

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Direito Tributário Professora: Aline Martins

Comentários da prova ISS-SJC/SP Disciplina: Direito Tributário Professora: Aline Martins Comentários da prova ISS-SJC/SP Prof. Aline Martins 1 de 7 ANÁLISE DAS QUESTÕES DE DIREITO TRIBUTÁRIO ISS-SJC/SP Oi pessoal! Vou comentar abaixo as quatro questões de Direito Tributário da prova do concurso

Leia mais

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009

OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Final de Semana Disciplina: Direito Tributário Professor Alessandro Spilborghs Data: 10/10/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA Aula 2: Princípios (continuação), Imunidade Tributaria. I. PRINCÍPIOS 1. Irretroatividade - Art. 150, III a CF A Lei Tributária não se aplica há fatos geradores anteriores a data

Leia mais

Outubro 2012. Elaborado por: Claudimir Gonçalves Dias. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Outubro 2012. Elaborado por: Claudimir Gonçalves Dias. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Maratona Fiscal ISS Direito tributário

Maratona Fiscal ISS Direito tributário Maratona Fiscal ISS Direito tributário 1. São tributos de competência municipal: (A) imposto sobre a transmissão causa mortis de bens imóveis, imposto sobre a prestação de serviço de comunicação e imposto

Leia mais

Educação Fiscal e Financiamento. 10º Encontro Estadual da UNCME/ES 14 de maio de 2015

Educação Fiscal e Financiamento. 10º Encontro Estadual da UNCME/ES 14 de maio de 2015 Educação Fiscal e Financiamento 10º Encontro Estadual da UNCME/ES 14 de maio de 2015 Vinculação Constitucional de Recursos CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 Art. 212. A União aplicará,

Leia mais

Aula 04 IMPOSTOS FEDERAIS

Aula 04 IMPOSTOS FEDERAIS IMPOSTOS FEDERAIS 1- IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO (II) É um tributo extrafiscal, pois sua finalidade principal não é arrecadar, mas sim controlar o comércio internacional (intervenção no domínio econômico)

Leia mais

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Prof. Cássio Marques da Silva 2015 TRIBUTOS Modalidades 1 MODALIDADES DE TRIBUTOS Como vimos tributo seria a receita do Estado, que pode estar ou não vinculada a uma contra-prestação. Entretanto existem

Leia mais

Resolução de Questões Direito Tributário Prof. Vinícius Casalino 18.03.2009

Resolução de Questões Direito Tributário Prof. Vinícius Casalino 18.03.2009 01. Analise os itens a seguir: I - Imposto direto é aquele em que a pessoa que praticou o fato tipificado na lei suporta o respectivo ônus fiscal e imposto indireto é aquele em que o ônus financeiro do

Leia mais

Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello

Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES. Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello Unidade I DIREITO NAS ORGANIZAÇÕES Prof. Luís Fernando Xavier Soares de Mello Direito nas organizações Promover uma visão jurídica global do Sistema Tributário Nacional, contribuindo para a formação do

Leia mais

ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS

ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL DAS EMPRESAS BRASILEIRAS Gilberto Luiz do Amaral João Eloi Olenike Letícia Mary Fernandes do Amaral Fernando Steinbruch 05 de março de 2009 ESTUDO SOBRE SONEGAÇÃO FISCAL -

Leia mais

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA A forma de Estado adotada pela Constituição Federal é a Federação, e esta só estará legitimada se cada ente da Federação gozar de autonomia administrativa e fiscal. A CF estabelece percentuais a serem

Leia mais

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü

www.direitofacil.com f ÅâÄtwÉ W Üx àé gü uâàöü É @ `öüv t cxä áátü TRIBUTÁRIO 02 QUESTÕES DE CONCURSO 01 - (TTN/97 ESAF) O Distrito Federal pode instituir a) impostos, taxas e empréstimos compulsórios b) imposto sobre serviços de qualquer natureza; taxas, em razão do

Leia mais

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais -

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - Apresentação Direitos sociais e econômicos Desafios Dados Distribuição renda Exemplo mundo Situação Brasil Conceituação a) condição de pessoa como requisito

Leia mais

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO

RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON PROVA 2 ATRFB (ÁREA GERAL) -DIREITO TRIBUTÁRIO RECURSOS DIREITO TRIBUTÁRIO- ALEXANDRE LUGON QUESTÃO 1 1 - Responda às perguntas abaixo e em seguida assinale a opção correta. I. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios cobrar

Leia mais

PLANO DE ENSINO 1- IDENTIFICAÇÃO

PLANO DE ENSINO 1- IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO 1- IDENTIFICAÇÃO 1.1 Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial 1.2 Disciplina: Legislação e Tributação Comercial 1.3 Carga Horária: 36 1.3.1 Encontros: 1.4 Período: 3º 1.5

Leia mais

O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO EM UM POSTO DE COMBUSTÍVEIS

O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO EM UM POSTO DE COMBUSTÍVEIS O PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO EM UM POSTO DE COMBUSTÍVEIS Rodolfo Gener da Silva, Rodrigo Gener da Silva, Renato Luan, Felipe Clayton da Silva Costa, Roger Pereira, Tomaz Augusto Castrisana Ciências Contábeis/Faculdade

Leia mais

PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS

PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS PRINCIPAIS TRIBUTOS PÁTRIOS E SEUS FUNDAMENTOS Thiago Figueiredo de Lima Cursando o 9º Semestre do Curso de Direito A Constituição Federal, como lei fundamental de organização do Estado, determina a competência

Leia mais

II - Fontes do Direito Tributário

II - Fontes do Direito Tributário II - Fontes do Direito Tributário 1 Fontes do Direito Tributário 1 Conceito 2 - Classificação 3 - Fontes formais 3.1 - principais 3.2 complementares 4 Doutrina e jurisprudência 2 1 - Conceito As fontes

Leia mais

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação.

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. 1) Tipos de Empresas Apresenta-se a seguir, as formas jurídicas mais comuns na constituição de uma Micro ou

Leia mais

Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves

Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves Principais Formas de Tributação no Brasil Reginaldo Gonçalves 2.1 A Tributação no Brasil 2.2 Opção pela Tributação - Lucro Real 2.3 Opção pela Tributação - Lucro Presumido 2.4 Opção pela Tributação - Lucro

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR

APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR Faculdade de Sorriso FAIS/UNIC Prof Esp. Anderson Ricardo Silvestro CONTABILIDADE TRIBUTÁRIO APRESENTAÇÃO DO PROFESSOR Possui Pós-graduação em Auditoria e Perícia Contábil pela Faculdade Integrada de Sorriso

Leia mais

CAPÍTULO 1 - TRIBUTOS 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO...16 1.2 ESPÉCIES DE TRIBUTOS...20 1.3 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...22

CAPÍTULO 1 - TRIBUTOS 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO...16 1.2 ESPÉCIES DE TRIBUTOS...20 1.3 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...22 CAPÍTULO 1 - TRIBUTOS 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO...16 1.2 ESPÉCIES DE TRIBUTOS...20 1.3 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...22 1.3.1 CARACTERÍSTICAS DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...25 1.3.1.1 INDELEGABILIDADE...25 1.3.1.2

Leia mais

SUMÁRIO. I. Sistema tributário nacional. 1. Introdução ao estudo do direito tributário atual - p. 12

SUMÁRIO. I. Sistema tributário nacional. 1. Introdução ao estudo do direito tributário atual - p. 12 SUMÁRIO I. Sistema tributário nacional 1. Introdução ao estudo do direito tributário atual - p. 12 2. Linguagem, direito tributário e ciência do direito tributário - p. 17 3. Noções acerca do sistema tributário

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1 - JUSTIFICATIVA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1 - JUSTIFICATIVA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1 - JUSTIFICATIVA Atualmente, com a expansão de mercados e forte aumento da concorrência, vê-se a necessidade cada vez maior de promover

Leia mais

Comentários às questões de Direito Tributário da Prova de Analista de Planejamento e Orçamento APO /2010 Professor Alex Sandro.

Comentários às questões de Direito Tributário da Prova de Analista de Planejamento e Orçamento APO /2010 Professor Alex Sandro. 1 Saudações, caros alunos. Seguem abaixo os comentários sobre as questões de Direito Tributário abordadas na Prova de Analista de Planejamento e Orçamento aplicada no último dia 28/02/2010. 56- A lei que

Leia mais

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1.

Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA. Índice 1. Fiscal Online Disciplina: Direito Tributário Prof. Eduardo Sabbag Data: 13.07.2012 MATERIAL DE APOIO MONITORIA Índice 1. Anotações de Aula 1. ANOTAÇÕES DE AULA DIREITO TRIBUTARIO NO CTN Art. 155-A CTN.

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial

Planejamento Tributário Empresarial Planejamento Tributário Empresarial Aula 03 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina, oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades,

Leia mais

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42 DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial Ativo - Ativo - 1.0.0.0.0.00.00 - Ativo 96.744.139,42 1.1.0.0.0.00.00 - Ativo Circulante 24.681.244,01 1.1.1.0.0.00.00 -

Leia mais

Tributos www.planetacontabil.com.br

Tributos www.planetacontabil.com.br Tributos www.planetacontabil.com.br 1 Conceitos 1.1 Art. 3º do CTN (Disposições Gerais) Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

QUE SISTEMA TRIBUTÁRIO ESTÁ SENDO PENSADO PARA O BRASIL COM A RETOMADA DA DISCUSSÃO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA

QUE SISTEMA TRIBUTÁRIO ESTÁ SENDO PENSADO PARA O BRASIL COM A RETOMADA DA DISCUSSÃO SOBRE A REFORMA TRIBUTÁRIA *José Antonio de França I CONTEXTUALIZAÇÃO O Sistema Tributário Brasileiro é um sistema complexo, composto por muitos impostos, taxas e contribuições de competência Federal, Estadual e Municipal. A tarefa

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA. Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa

2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA. Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa 2.1.3. CLASSIFICAÇÃO DOUTRINÁRIA DA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Cuida, primeiramente, destacar que não há um consenso, entre os autores, para essa classificação, entretanto, apresentaremos a seguir aquela que

Leia mais

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais -

Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - Direitos Humanos - Direitos Econômicos e Sociais - 1. Conceituação a) condição de pessoa como requisito único para ser titular de direitos humanos. b) dignidade humana. 2. Histórico Declaração americana

Leia mais

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional?

Ladir & Franco. RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? L F Ladir & Franco A D V O G A D O S RESPONSABILIDADE CRIMINAL DOS CONTABILISTAS O contabilista pode ser preso por atos praticados no exercício profissional? Túlio Arantes Bozola Advogado - Ladir & Franco

Leia mais

Unidade II. A afirmação pode ser comprovada da leitura do dispositivo transcrito:

Unidade II. A afirmação pode ser comprovada da leitura do dispositivo transcrito: Unidade II 4 IMUNIDADES TRIBUTÁRIAS A Constituição Federal proíbe a instituição de impostos sobre certas pessoas ou situações. Baleeiro (1976, p. 87) ensina que imunidades tributárias são: vedações absolutas

Leia mais

Análise do Edital ICMS/PE 2014 -> Direito Tributário

Análise do Edital ICMS/PE 2014 -> Direito Tributário Análise do Edital ICMS/PE 2014 -> Direito Tributário Olá amigos concurseiros, Hoje eu venho falar um pouco sobre a prova de direito tributário do concurso do ICMS/PE que será elaborada pela banca FCC.

Leia mais

Antes de saber o que é Administração Pública e de falar sobre a estrutura da Administração Pública brasileira, é importante que sejam dados conceitos

Antes de saber o que é Administração Pública e de falar sobre a estrutura da Administração Pública brasileira, é importante que sejam dados conceitos DIREITO FINANCEIRO E TRIBUTÁRIO Prof.ª Kênia Rodrigues de Oliveira Prof. Genival Santos Oliveira GESTÃO PÚBLICA Necessidades Captação COLETIVAS de Recursos: e do ESTADO Próprios Transferências GESTÃO

Leia mais

IRPJ. Lucro Presumido

IRPJ. Lucro Presumido IRPJ Lucro Presumido 1 Características Forma simplificada; Antecipação de Receita; PJ não está obrigada ao lucro real; Opção: pagamento da primeira cota ou cota única trimestral; Trimestral; Nada impede

Leia mais

Sumário. Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18

Sumário. Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18 Parte I - CAP 01 - Tributo Conceitos e Espécies Parte I - CAP 02 - Competência Tributária 2.1 Repartição das receitas tributárias 18 2.2 Exercício da competência tributária 20 Parte I - CAP 03 - Princípios

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

ENTENDENDO A PREFEITURA

ENTENDENDO A PREFEITURA EDUCAÇÃO FISCAL Sensibilizar o cidadão para a função socioeconômica do Tributo; Facilitar e estimular o cumprimento da obrigação tributária pelo cidadão; Incentivar a sociedade a acompanhar e fiscalizar

Leia mais

Primeiras Linhas de Direito Tributário

Primeiras Linhas de Direito Tributário Aldemario Araujo Castro Mestre em Direito Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB) Coordenador da Especialização a distância em Direito do Estado da UCB Membro do Conselho Consultivo da Associação

Leia mais

Direito Tributário Introdução, Normas Gerais, Tributos e Espécies e Competência Tributária

Direito Tributário Introdução, Normas Gerais, Tributos e Espécies e Competência Tributária Direito Tributário Introdução, Normas Gerais, Tributos e Espécies e Competência Tributária Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com Ordenamento Jurídico- Tributário 1.Constituição Federal, Título

Leia mais

Tributos em espécie. Impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais

Tributos em espécie. Impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais Tributos em espécie Impostos, taxas, contribuições de melhoria, empréstimos compulsórios e contribuições especiais 1 Espécies tributárias Impostos Taxas De polícia De serviço Contribuição de melhoria Empréstimo

Leia mais

Sistema Tributário Brasileiro Breve Diagnóstico e Propostas de Mudanças

Sistema Tributário Brasileiro Breve Diagnóstico e Propostas de Mudanças Sistema Tributário Brasileiro Breve Diagnóstico e Propostas de Mudanças Carlos Roberto Teixeira Diretor de Assuntos Jurídicos Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal A INJUSTA DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB DIREITO TRIBUTÁRIO RIO 4ª PARTE CARACTERÍSTICAS CONSTITUCIONAIS DOS IMPOSTOS Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail.com DOS IMPOSTOS DA UNIÃO Art. 153. Compete

Leia mais

Cadeia tributária nacional Exemplo prático. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Cadeia tributária nacional Exemplo prático. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Cadeia tributária nacional Exemplo prático Autor: Ader Fernando Alves de Pádua RESUMO O presente artigo demonstra de forma clara e objetiva as varias fases da cadeia tributária nacional, criando um exemplo

Leia mais

DICIONÁRIO DE TRIBUTOS

DICIONÁRIO DE TRIBUTOS DICIONÁRIO DE TRIBUTOS CGC/MF - Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda. Substituído pelo CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), da Receita Federal, identifica cada pessoa jurídica

Leia mais

1. DIREITO TRIBUTÁRIO

1. DIREITO TRIBUTÁRIO 1. DIREITO TRIBUTÁRIO Definição de Direito Tributário: Ramo didaticamente autônomo do Direito que Disciplina a criação, arrecadação e fiscalização dos tributos (V.FURLAN: 01). Direito Tributário x Ciência

Leia mais

SISTEMA SIMPLES NACIONAL: ATENDIMENTO JUNTO AO ESCRITÓRIO REAL 1

SISTEMA SIMPLES NACIONAL: ATENDIMENTO JUNTO AO ESCRITÓRIO REAL 1 SISTEMA SIMPLES NACIONAL: ATENDIMENTO JUNTO AO ESCRITÓRIO REAL 1 LETÍCIA SANTINON CARVALHO 2 RODRIGO BENETTI DA SILVA 3 PROFESSOR ORIENTADOR: JOAQUIM M. DE PAULA PINTO JUNIOR 4 RESUMO: Este trabalho apresenta

Leia mais

Competência Tributária.

Competência Tributária. Competência Tributária. PONTO 1 RESUMO FUNDAMENTAL 1. A competência tributária é o poder conferido à União, aos Estados-membros, ao Distrito Federal e aos Municípios de instituir tributos por meio do processo

Leia mais

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. Demonstrações Financeiras Ático Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. com Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Demonstrações financeiras Índice Relatório

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS TRIBUTÁRIOS OU FISCAIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS TRIBUTÁRIOS OU FISCAIS GLOSSÁRIO DE TERMOS TRIBUTÁRIOS OU FISCAIS CGC/MF Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda. Substituído pelo CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), da Receita Federal, identifica

Leia mais

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA FEDERAL COMERCIO DE VEÍCULOS USADOS LUCRO PRESUMIDO (COM RESTRIÇÕES) LUCRO REAL SIMPLES NACIONAL (COM RESTRIÇÕES) LEI nº 9.716/98 Artigo 5º As pessoas jurídicas que tenham como objeto

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL Decisão: / 2015 RCB_GAC 20ª Vara Federal Processo nº 54133-84.2015.4.01.3400 Classe: 1100 Ação Ordinária / Tributária Autor : Fauvel e Moraes Sociedade de Advogados Rés : União (Fazenda Nacional) Juiz

Leia mais

Direito Tributário Exercícios Aula 2

Direito Tributário Exercícios Aula 2 Direito Tributário Exercícios Aula 2 Sergio Karkache http://sergiokarkache.blogspot.com (PGE.RN.2001.FCC.47) São causas extintivas do crédito tributário, segundo o Código Tributário Nacional: a) o pagamento,

Leia mais

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1

Administração Pública. Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 Administração Pública Prof. Joaquim Mario de Paula Pinto Junior 1 Planejamento da Gestão Pública Planejar é essencial, é o ponto de partida para a administração eficiente e eficaz da máquina pública, pois

Leia mais

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013.

Lucro Presumido. SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. Lucro Presumido SECAT/DRF Florianópolis Contadoria Judicial da JFSC Florianópolis, 15.10.2013. IRPJ CF/88, artigo 153 Compete à União instituir impostos sobre: III - renda e proventos de qualquer natureza

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Martelene Carvalhaes

TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL. Martelene Carvalhaes TRIBUTAÇÃO DO SETOR IMOBILIÁRIO E DA CONSTRUÇÃO CIVIL Martelene Carvalhaes GESTÃO DE RISCOS O mercado de empreendimentos imobiliários é onde as empresas operam com maior nível de riscos devido às particularidades

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONA

CARGA TRIBUTÁRIA PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONA 49 CARGA TRIBUTÁRIA S NÃO PARA AS EMPRESA OPTANTES PELO L SIMPLES NACIONA A série SAIBA MAIS esclarece as dúvidas mais frequentes dos empresários atendidos pelo SEBRAE nas mais diversas áreas: organização

Leia mais

Dicionário de Termos Fiscais

Dicionário de Termos Fiscais Rua Ingo Hering 20 8º andar Neumarkt Trade & financial Center 89.010-909 Blumenau SC Fone 47 3326 1230 osblu@acib.net www.acib.net/osblu Dicionário de Termos Fiscais Entenda a linguagem dos órgãos públicos

Leia mais

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO FÁBIO BARBOSA DA SILVA Pós-graduando em Direito e Processo Tributário na PUC-GO fabiobcontabilidade@yahoo.com.br Orientador Ms. Alexandre Limiro RESUMO O objetivo deste trabalho

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Sem. CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA EM JARAGUÁ DO SUL PRÓ-REITORIA ACADÊMICA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS I II III IV V VI VI I Matriz Curricular válida para os acadêmicos ingressantes

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÃMPUS JATAÍ PLANO DE ENSINO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CÃMPUS JATAÍ PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO I. IDENTIFICAÇÃO Unidade Acadêmica: Câmpus Jataí Curso: Direito Disciplina: Direito Tributário II Carga horária semestral: 64 horas Semestre/ano: 2º semestre de 2013 Turma/Turno: 2798/A

Leia mais

Finanças Públicas. Aula 1

Finanças Públicas. Aula 1 Finanças Públicas Aula 1 Finanças Públicas Teoria do bem estar social Finanças Públicas Conceito de ponto Ótimo de Pareto Finanças Públicas As Falhas de mercado Falhas de mercado Existência de Bens públicos

Leia mais

Este Procedimento Operacional Padrão define as etapas necessárias de como fazer o Cadastro de Tributos no Sistema TOTVS RM. Índice

Este Procedimento Operacional Padrão define as etapas necessárias de como fazer o Cadastro de Tributos no Sistema TOTVS RM. Índice Este Procedimento Operacional Padrão define as etapas necessárias de como fazer o Cadastro de Tributos no Sistema TOTVS RM. Índice I. Acesso ao Cadastro... 2 II. Seleção de Filtros... 3 III. Cadastro...

Leia mais

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia A advocacia foi inserida no Simples Nacional por meio da Lei Complementar

Leia mais

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA ELABORAÇÃO DE UM PROJETO

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA ELABORAÇÃO DE UM PROJETO ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE OS IMPOSTOS NA! O que é Lucro Real?! O que é Lucro Presumido?! Como é calculada a tributação pelo SIMPLES?! Qual o regime tributável mais vantajoso para a elaboração de um projeto?!

Leia mais

Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira

Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira Super Simples Indícios da Reforma Tributária Brasileira 1. Introdução O dia 7 de agosto do corrente ano entrou para a história como uma das mais importantes datas para a possível concretização da reforma

Leia mais

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS

DA CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP E COFINS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, LEI Nº 9.718, DE 27 DE NOVEMBRO DE 1998. Altera a Legislação Tributária Federal. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Esta Lei aplica-se

Leia mais

PLANEJAMENTO E ROTINAS TRIBUTÁRIAS PROF. EDSON PEREIRA DOS REIS FONTES DE PESQUISA: Bibliografias apresentadas ao final do resumo.

PLANEJAMENTO E ROTINAS TRIBUTÁRIAS PROF. EDSON PEREIRA DOS REIS FONTES DE PESQUISA: Bibliografias apresentadas ao final do resumo. PLANEJAMENTO E ROTINAS TRIBUTÁRIAS PROF. EDSON PEREIRA DOS REIS FONTES DE PESQUISA: Bibliografias apresentadas ao final do resumo. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL O Sistema Tributário Nacional é um conjunto

Leia mais

LEGISLAÇÃO COOPERATIVISTA E TRIBUTÁRIA Curso: Administração em Agronegócios 4º. Período Carga Horária 36 h Créditos: 02 Faculdade Uniessa

LEGISLAÇÃO COOPERATIVISTA E TRIBUTÁRIA Curso: Administração em Agronegócios 4º. Período Carga Horária 36 h Créditos: 02 Faculdade Uniessa LEGISLAÇÃO COOPERATIVISTA E TRIBUTÁRIA Curso: Administração em Agronegócios 4º. Período Carga Horária 36 h Créditos: 02 Faculdade Uniessa Direito Tributário: desenvolvimento nacional Objetivo CF art. 3º

Leia mais

Painel: A Lavagem de Dinheiro e o Crime Tributário. Roberto Leonel de Oliveira Lima Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil

Painel: A Lavagem de Dinheiro e o Crime Tributário. Roberto Leonel de Oliveira Lima Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Painel: A Lavagem de Dinheiro e o Crime Tributário Roberto Leonel de Oliveira Lima Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil 08/08/2014 Sumário Aspectos legais, normas e procedimentos da RFB relacionados

Leia mais