DIOGO VITOR PINHEIRO PLANO DE GESTÃO PARA COBRANÇA DA DIVIDA ATIVA

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1 DIOGO VITOR PINHEIRO PLANO DE GESTÃO PARA COBRANÇA DA DIVIDA ATIVA ITAJAÍ 2007

2 PLANO DE GESTÃO PARA COBRANÇA DA DIVIDA ATIVA DIOGO VITOR PINHEIRO, Advogado, Pós Graduado em Administração Pública, sócio de escritório de advocacia, Assessor Jurídico do Instituto Antrópolis para o Desenvolvimento Sustentável OSCIP, ocupou o cargo de Assessor Jurídico no SAMAE de Blumenau, sendo atualmente advogado concursado do SEMASA de Itajaí. Rua Heitor Liberato, n º 1189, Bairro Vila Operária, CEP , Itajaí-SC. Telefone para contato: (47) (47) , -

3 3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONCEITOS JURÍDICOS PERTINENTES AO TEMA CONSIDERAÇÕES INICIAIS CRÉDITOS PÚBLICOS TAXA, TARIFA E PREÇO PÚBLICO DIVIDA ATIVA COBRANÇA ADMINISTRATIVA E JUDICIAL RESPONSABILIDADE SOBRE OS CRÉDITOS PÚBLICOS COBRANÇA ADMINISTRATIVA DIAGNOSTICO ESTRATÉGIAS DEPARTAMENTALIZAÇÃO COBRANÇA JUDICIAL CONSIDERAÇÕES FINAIS...11 REFERÊNCIAS...12

4 4 INTRODUÇÃO A cobrança da divida ativa das autarquias e empresas de saneamento tornaram-se tema muito importante no dia a dia das entidades públicas que gerem os serviços públicos prestados. Entretanto na prática nunca se deu muita importância à organização desta ação, de forma institucionalizada e profissional. Com o aprimoramento das legislações de Direito Público, e com o incremento das diversas formas de controle, tal ação tornou-se absolutamente estratégica. Assim, a cobrança destes créditos públicos é dever da administração pública dentro dos ditames e preceitos estabelecidos pelas normas pertinentes. Cabe ao administrador estabelecer uma gestão apropriada para ter resultados efetivos neste retorno de capital, sendo esta estratégia o alvo deste trabalho. Desta forma, estabelecemos uma reflexão acerca da questão da inadimplência, mas principalmente busca-se discutir acerca das deficiências encontradas nas informações, nas estruturas e na organização. Tanto a organização como o planejamento das ações de cobrança passam necessariamente por uma avaliação de cenário, que é obtida através de um diagnóstico oriundo do processamento de informações coletadas e dispostas de forma organizada. Do planejamento surgem as características do departamento de que necessitamos para exercer as nossas estratégias, e finalmente, é o sistema informatizado de cobrança que garantirá o sucesso nesta gestão para recuperação da divida ativa. Este trabalho tem a pretensão de estimular à capacidade gerencial voltada a recuperação de divida ativa, proporcionando uma visão estratégica sobre a importância da recuperação de receitas nos créditos públicos.

5 5 1 CONCEITOS JURÍDICOS PERTINENTES AO TEMA 1.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Primeiramente, imprescindível que se tenha claro o conceito jurídico de Administração Pública, pois neste trabalho versar-se-á principalmente os aspectos pertinentes a atividade estatal. como: Com brilhantismo ímpar, Hely Lopes Meirelles define Administração Pública, [...] em sentido formal, o conjunto de órgãos instituídos para consecução dos objetivos do Governo; em sentido material, é o conjunto das funções materiais, é o conjunto da funções necessárias aos serviços públicos em geral; em acepção operacional, é o desempenho perene e sistemático, legal e técnico, dos serviços próprios do estado ou por ele assumidos em benefício da coletividade. 1 Neste escopo, frise-se que os princípios explícitos que norteiam a atividade administrativa estão na cabeça do artigo 37 da Carta Magna, conforme segue: Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: Desta forma, a busca pelo respeito ao interesse público positivado pelos valores que fundamentam a atividade do estado é fundamental. 1.2 CRÉDITOS PÚBLICOS Como objetivamos instrumentalizar a cobrança da divida ativa, em enfoque administrativo e judicial, precisa-se necessariamente ter claro entendimento de que créditos são estes passíveis de recuperação. 1 MEIRELLES. Hely Lopes. Direito administrativo brasileiro. 26. ed. São Paulo: Malheiros, 2001, p. 324.

6 6 Neste sentido, conforme professor Harada 2 tem-se que os créditos públicos ou receitas públicas é o ingresso de dinheiro aos cofres do Estado para atendimento de suas finalidades. Divide-se os créditos públicos em créditos tributários e não tributários. Os tributários são aqueles advindos das espécies tributárias como impostos, contribuições sociais, empréstimos compulsórios, contribuições de melhoria e taxas. São compulsoriamente exigíveis nascendo com a ocorrência de um fato gerador estabelecido em lei. Já os créditos não tributários entre outras espécies, são aqueles advindos de todas as outras possibilidades, com exceção dos tributos, sendo as principais espécies para nosso estudo, a tarifa e o preço público. 1.3 TAXA, TARIFA E PREÇO PÚBLICO Como créditos não tributários muito utilizados nas empresas de saneamento para cobrança de seus serviços têm-se a tarifa e o preço público. Apesar de muitos autores entenderem como sinônimos, adotamos para o nosso estudo que a tarifa será a contraprestação paga pelos serviços passíveis de medição e utilizados continuamente. Todavia os preços públicos são valores pré-estabelecidos para contraprestação de um serviço público prestado especificamente e quase sempre sem medição ou continuidade. Já como crédito tributário, tem-se a taxa, que pode-se ser exigida em razão do exercício do poder de polícia ou cobrança de serviços públicos específicos e divisíveis prestados ou colocados a disposição. 2 HARADA, Kiyoshi. Direito financeiro e tributário. 15ª ed. São Paulo: Atlas, 2006.

7 7 1.4 DIVIDA ATIVA É o crédito público regularmente inscrito no órgão cobrador (sujeito ativo) e por autoridade competente, depois de esgotado o prazo final para pagamento fixado, ou após finalizado processo administrativo competente. Ou seja, todo crédito seja tributário ou não tributário após finalizado o prazo de pagamento, pode ser incluído em dívida ativa possibilitando sua cobrança coercitiva. Depois de regularmente inscrito em divida ativa, o crédito passa a gozar de presunção de liquidez e certeza, ou seja, passa a ser um título executivo podendo ser cobrado por meio de ação judicial própria e tecnicamente mais ágil. 2 COBRANÇA ADMINISTRATIVA E JUDICIAL RESPONSABILIDADE SOBRE OS CRÉDITOS PÚBLICOS Corolário dos princípios atinentes a administração pública, principalmente a eficiência e legalidade, o agente público deve buscar a consecução dos melhores resultados possíveis. Para isso, importa bem constituir os créditos públicos, para evitar responsabilidades funcionais e conseguir cumprir os objetivos da administração trazendo mais recursos aos cofres públicos. Neste sentido, tem-se dois importantes nortes legais, quais sejam a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Improbidade Administrativa. A Lei Complementar Federal 101 de 2000 definiu como requisito essencial da responsabilidade na gestão fiscal, a previsão e a efetiva arrecadação dos créditos públicos, dentro de sua competência. É a positivação do chamado planejamento orçamentário-financeiro, que deixou de ser meta administrativa para tornar-se obrigação legal. O descumprimento dos ditames da LRF pode ensejar responsabilidade penal, com fundamento na lei 10028/2000.

8 8 A lei de improbidade pune a desídia em efetuar as atitudes que resguardem os cofres públicos, como segue: Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário, qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, mal baratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no Art. 1º desta Lei, e notadamente: X - agir negligentemente na arrecadação de tributo ou renda, bem como no que diz respeito à conservação do patrimônio público; Desta forma, clarividente a legislação nos aspectos referente à necessidade imperiosa de zelar pelo dinheiro público. 2.2 COBRANÇA ADMINISTRATIVA Quando falamos em cobrança administrativa, esta-se pensando em todos os atos administrativos que buscam recuperar crédito, antes da fase de execução ou seja, cobrança judicial. Essas ações (atitudes) de cobrança devem iniciar mesmo antes da inscrição em dívida ativa e permanecer após o ato de inscrição, conforme será visto mais adiante DIAGNOSTICO O diagnóstico constitui uma importante fase do planejamento e definição da política de cobrança a ser implementada. Tal instrumento nada mais é do que a análise da situação em que se encontra os estoques dos créditos constituídos ou não em dívida ativa. Dados como a quantidade de ligações, percentual nuclear de inadimplência, faixa de devedores por local, por idade da dívida ou por valor deve ser levantado para efetuar um bom diagnóstico. Dados como o índice de inadimplência, evolução do estoque da dívida, índice de pagamento antes e após o corte do fornecimento são muito importantes.

9 9 A partir disto, deve-se criar um cenário de atuação com foco na recuperação imediata, a médio prazo e a longo prazo ESTRATÉGIAS A estratégia de cobrança a ser adotada pelo Município não envolve somente uma decisão administrativa. Ela passa necessariamente sob a ótica do ataque a cultura da inadimplência, objetivando criar uma prática de pagamentos em dia, evitando o custo para cobrança. A partir do diagnóstico, abre-se um leque de atitudes extrajudiciais que podem ser utilizadas a partir da definição da política de cobrança, principalmente com fixação dos recursos disponíveis para tal. As estratégias podem ser executadas através de diversas ações pontuais, senão vejamos: Utilização dos meios de comunicação; Acionamento telefônico com atualização cadastral que será importante futuramente; Aviso de cobrança por correio ou leituristas; Utilização de sistema confiável com agendamento e histórico de conversas; Montagem de Call Center; Atendimento personalizado no retorno do cliente; Implantação por lei de Reffis. Ressalte-se que o uso destes instrumentos deve ser definido diante de um bom diagnóstico e aplicável a cada caso concreto, com estabelecimento de faixas de trabalho entre outros indicadores.

10 DEPARTAMENTALIZAÇÃO É muito incomum uma empresa de saneamento possuir um departamento de cobrança constituído. Tal fato deve ser repensado diante da realidade da inadimplência de muitos clientes neste serviço específico no Brasil. Parece-nos que uma estrutura de cobrança mesmo que simplificada é de suma importância para que se atinja as metas fixadas, respeitando todas as ações e instrumentos indispensáveis para a boa conduta administrativa. Tal departamento possibilitará a feição de acordos e seu acompanhamento, além de toda a gestão dos créditos públicos estejam eles inscritos em dívida ativa, ou não. 2.3 COBRANÇA JUDICIAL A cobrança judicial deve ser o ato jurídico formal, utilizado após esgotadas todas as tentativas na esfera amigável. É importante que a cobrança judicial seja ultimo recurso, mas que não abra-se mão em hipótese alguma de utilizá-la se necessário. Deve se bem controlada e acompanhada constantemente. Aspecto importante refere-se ao custo da cobrança, onde a alternativa da cobrança judicial não torne-se mais cara do que o próprio montante da dívida. Outra questão fundamental reside no controle prescricional das dívidas, sendo que a tributária e a não tributária mantêm regimes diferenciados que devem ser observados para evitar desídia e renuncia de receita.

11 11 CONSIDERAÇÕES FINAIS No que tange aos objetivos gerais e específicos, com base histórica e dogmática foi possível responder que a montagem de um bom diagnóstico e a escolha da correta estratégia de gestão, podem e devem trazer resultados efetivos para a administração pública no que pertine a recuperação de seus créditos. Assim a formalização de um departamento e o planejamento das ações de cobrança propriamente ditas, são condutas indispensáveis hoje nestes tempos de responsabilidade fiscal e escassez de receita. Outro norte a ser observado, é a aproximação da estrutura de cobrança ao departamento jurídico da empresa em busca de uniformizar a legislação acerca do tema, bem como conduzir em sincronia os processos judiciais de cobrança, visando a efetividade na recuperação. Entendemos também que o projeto da montagem de uma estrutura de cobrança é ação importante, observada após as análises de resultados. Assim, um percentual não recolhido da divida ativa das autarquias e empresas públicas pode ser focado, buscando melhorar os índices de inadimplência e diminuir o montante do passivo destes entes, respeitando as normas de direito público atinentes à espécie.

12 12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DI PIETRO. Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 8. ed. São Paulo: Atlas, HARADA, Kiyoshi. Direito financeiro e tributário. 15ª ed. São Paulo: Atlas, MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de direito administrativo. São Paulo: Malheiros, PEREIRA, Helio do Valle. Manual da fazenda pública em juízo. 2a ed. Rio de Janeiro:Renovar, ROSSI, Sérgio Ciqueira; TOLEDO JUNIOR, Flávio C. Lei de responsabilidade fiscal, comentada artigo por artigo. 2ª ed. São Paulo: NDJ, 2002.

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