Roteiro para Elaboração de Projeto Social 1. Projeto X (Título do Projeto)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Roteiro para Elaboração de Projeto Social 1. Projeto X (Título do Projeto)"

Transcrição

1 Roteiro para Elaboração de Projeto Social 1 Projeto X (Título do Projeto) Título do Projeto: o título deve ser informativo e/ou instigante e criativo. Pode informar sobre o que faz o projeto e onde. Por exemplo: Projeto de recuperação do Rio Tietê. Ou utilizar uma palavra ou imagem que traduz o espírito do trabalho. Por exemplo: Projeto Ar Livre, sobre educação ao ar livre. 1. Apresentação: a apresentação é uma das partes mais importantes do documento do projeto social. É por ela que o parceiro/investidor poderá compreender - de maneira rápida e objetiva - a proposta integral do projeto. Assim, seja claro e objetivo, escreva sem rodeios, incluindo somente as informações essenciais ao perfeito entendimento do projeto. Escreva um pequeno texto ressaltando de forma objetiva: os problemas sociais que motivaram o projeto, seu objetivo geral, a comunidade e o público-alvo, em quanto tempo será realizado, quais são os principais parceiros envolvidos na execução do projeto e o valor total do investimento solicitado. A apresentação deve também informar sobre a seqüência de itens apresentados no documento do projeto. 2. Justificativa: neste item deve-se justificar mais detalhadamente a importância do projeto para os diferentes atores envolvidos. Pressupõe-se que antes de elaborar o projeto foi realizado um diagnóstico, uma pesquisa, para saber mais sobre a comunidade alvo. Aqui deve-se descrever a comunidade em que o projeto irá atuar; como vivem as pessoas dessa comunidade, e em especial grupo, ou público-alvo, ao qual o projeto se dirigirá; quais são os seus principais problemas e necessidades; e como o projeto pode auxiliar a solucionar alguns de seus problemas, melhorar sua qualidade de vida ou suprir algumas de suas necessidades. É sempre bom citar dados demográficos, estatísticas e pesquisas realizadas por instituições reconhecidas. Falar também sobre a importância da realização do projeto para os parceiros, ou possíveis parceiros, como empresas da região, comércio local, prefeitura, escolas, ONGs, associação de moradores etc. 3. Impacto 3.1 Objetivo Geral: expressa a essência do projeto, a quem se dirige e os efeitos últimos que se espera alcançar. Ajuda a orientar as escolhas futuras. Nem sempre é mensurável. 3.2 Objetivos Específicos: o alcance dos objetivos específicos deve permitir a consecução do objetivo geral. Objetivos específicos devem ser mensuráveis; atingíveis em um tempo determinado e relacionados às necessidades do público-alvo. 1 Baseado em: Kisil, Rosana. Elaboração de projetos e propostas para organizações da sociedade civil. 2 a. ed. São Paulo: Global, 2002 (alguns trechos são citações da autora). E em: Tenório, Fernando Guilherme (coord.). Elaboração de projetos comunitários abordagem prática. 2 ª ed. São Paulo: Loyola,

2 3.3 Beneficiários: Diretos: são as pessoas com quem o projeto vai trabalhar diretamente. Exemplo: grupo de 30 adolescentes selecionados segundo determinado critério. Indiretos: são as pessoas que serão beneficiadas indiretamente com o trabalho. Exemplo: o número total estimado de familiares dos adolescentes. 4. Antecedentes institucionais Neste item procura-se demonstrar que a organização proponente está apta para realizar o trabalho proposto, seja uma igreja, uma ONG, uma associação de moradores, uma empresa, ou outra, para tanto conta-se um pouco de sua história, há quanto tempo existe, se está formalizada ou não, quantas pessoas trabalham na organização, quantos são os funcionários, quantos são os voluntários, trabalhos já efetuados, parcerias realizadas e idoneidade fiscal e moral. Com esses argumentos procura-se demonstrar por que o órgão financiador deve investir na organização proponente e não em outra. 5. Procedimentos Neste item deve-se descrever detalhadamente as ações e/ou atividades que serão efetuadas para se alcançar cada um dos objetivos específicos, bem como as responsabilidades por cada ação ou atividade, ou seja, quem, ou que organização, fará o quê. O leitor do projeto lendo este item deve compreender exatamente o que será feito para se atingir cada objetivo, deve compreender o projeto do ponto de vista do beneficiário, por exemplo: quantas vezes por semana freqüentará o projeto ou a carga horária de cursos. A descrição dos procedimentos permite responder às seguintes questões: Como? Onde? Quando? Quem? Se possível, deve-se resumir as informações em um Plano de Trabalho que correlacione objetivos, ações, atividades e responsabilidades. 2

3 5.1 Plano de Trabalho Objetivos Ações Atividades Responsabilidades 1.1 Instalar João (ONG) consultório de atendimento odontológico na escola municipal do bairro Maria (Empresa X) 1. Redução de 80% nas ocorrências odontológicas patológicas nos jovens do bairro Realizar 3 campanhas na comunidade. 1.3 Realizar programas de treinamento para agentes de saúde Disseminação de folhetos e cartazes: elaboração, compra de papel, impressão, distribuição nas escolas e nas casas Reuniões de dinâmica sobre higiene bucal Realizar propaganda na rádio local Carlos (Voluntários) Prefeitura Ações: todas as ações devem estar relacionadas aos objetivos específicos. As ações são os meios que possibilitarão alcançar os objetivos. A cada objetivo específico pode estar relacionada uma ou mais ações. Atividades: são o como, o passo a passo, o detalhamento de como serão desenvolvidas as ações. A cada ação pode estar relacionada uma ou mais atividades. Responsabilidades: são as pessoas ou instituições responsáveis por cada atividade. 5.2 Cronograma de atividades (Exemplo) ATIVIDADES MESES Divulgação X X Seleção X X Curso X X X Estágio X

4 5.3 Abrangência geográfica Indica onde serão desenvolvidas as atividades, com a descrição das bases operacionais do projeto (unidades de atendimento, escritórios), seu tamanho e localização geográfica. 5.4 Matriz de Interdependência Recursos x Atividades (Exemplo) RECURSOS ATIVIDADES Humanos Materiais Tecnológicos Informacionais Financeiros Procurar terreno para construção Presidente e Diretor da Ação Comunidade. da creche Social. Levantar medidas do terreno Mestre-de-obras Fita métrica Conhecimento especializado Donos do terreno. $ Contatar dono do terreno Solicitar apoio da instituição XYZ Elaborar projeto de construção Fazer orçamento Treinar... Presidente e Diretor da Ação Social. Presidente e Diretor da Ação Social. Equipe de elaboração do projeto. Presidente, tesoureiro e mestre-de-obras. Técnicos da X e médicos do Posto. Equipamento de desenho e cálculo. Apostilas Modelo e experiência do mestre-de-obras. Planilhas de orçamento. Metodologia da XYZ. Prefeitura e pároco da Igreja. Programa Criança Feliz. Metragem e condições do terreno: água, luz Casas comerciais do Lajedo do $ Vinno. Instruções sobre creche. $ 4

5 6. Avaliação e Disseminação 6.1 Plano de Avaliação (Exemplo) Objetivos / Ações Indicadores Fontes de Dados Quem / Quando 1 Reduzir em 30% a Pauta de presença evasão escolar. dos professores. 1.1 Oferecer aulas de reforço. 1.2 Palestras para os pais de alunos. 1.3 Realizar atividades sócioculturais fora da escola. % de alunos que abandonaram a escola durante o ano letivo. % de comparecimento. % de alunos que melhoraram o rendimento escolar. % de comparecimento. Índice de Satisfação. Número de atividades realizadas por mês. Pauta de presença dos professores. Pauta de presença dos professores. Lista de presença. Questionário satisfação. de sócio- Relatórios atividades culturais. de 2 - Objetivo Ação Ação avaliação* / Semestralmente. Mensalmente. Trimestralmente. Mensalmente. Trimestralmente. Equipe de Mensalmente. * Informar se a equipe de avaliação é interna, externa ou mista e quem são os componentes dessa equipe. 5

6 6.2 Plano de Disseminação (Exemplo) Público Destinatário Meios Quem / Quando Agência financiadora Relatório Coordenador e Captador de Recursos / Trismestralmente. Empresa patrocinadora Relatório Coordenador e Captador de Recursos / Trismestralmente. Equipe interna Reunião Intranet Coordenador / Mensalmente Gerente de Marketing / Mens. Murais Estagiário de Marketing / Mens. Doadores pessoas físicas Jornal Coordenador e Gerente de Beneficiários Reunião Evento social Murais Marketing / Trismestralmente.. Assistentes Sociais / Mensalmente Assistentes Sociais / Trismestralmente. Assistentes Sociais / Mens. Sociedade em Geral Site Coordenador e Gerente de Marketing / Atualizações semanais Orçamento As despesas devem ser divididas em três categorias: Recursos humanos. a. Pessoal permanente: pessoas que estão comprometidas com o projeto até o seu final. b. Treinamento e capacitação: cursos, estágios e viagens para o pessoal permanente. c. Consultorias: ajuda externa de profissionais especializados. Investimentos. São aquisições de bens permanentes, que servirão para gerar outros bens e/ou serviços: equipamentos, reformas ou construções de instalações etc. Despesas operacionais. São gastos previsíveis e contínuos que precisam acontecer para que o trabalho aconteça sem interrupções. Exemplos: combustível, contas de luz e de aluguel, material de escritório etc. 6

7 Passos para a construção do orçamento: 1 o. Passo: fazer uma lista de todos os recursos necessários para a realização de todas as atividades. 2 o. Passo: discriminar os recursos, dividindo-os em três categorias de despesas: recursos humanos, investimentos e despesas operacionais. 3 o. Passo: definir o valor em dinheiro de todas as despesas, inclusive de trabalho de voluntários, espaços cedidos e equipamentos doados. Calcule o valor desses recursos se tivesse de pagar por eles. 5 o. Passo: enumerar as fontes de recursos ou possíveis fontes de recursos e relacionar com as despesas sob a responsabilidade de cada um deles. Exemplos de fontes de recursos: associação de moradores, ONG, empresa patrocinadora, agência financiadora, prefeitura, escola, posto de saúde, comércio local, universidade. 6 o. Passo: construir um quadro para cada fonte de recurso com o orçamento discriminado por categorias. Por exemplo: um quadro apenas com as despesas pagas pela empresa. Outro quadro com as despesas pagas pela universidade. 7 o. Passo: fazer um novo quadro com a síntese do orçamento, calculando o valor total parcial financiado por cada parceiro e somá-los para chegar ao valor total do projeto. Somar o valor de 7 a 10% para a avaliação do projeto. Por exemplo: o valor total do projeto foi R$40.000,00, soma-se 10% para a avaliação. O valor final do projeto será R$44.000,00. Os valores de 7 a 10% do total do projeto para a avaliação são referenciais. Deve servir como guia, levando-se em consideração o bom senso para perceber a razoabilidade para cada caso. 8 o. Passo: Calcular a porcentagem financiada por cada parceiro e explicitar no quadro com o orçamento, ou em um quadro separado. Esses passos servem para auxiliar na construção do orçamento. Não entram no projeto. No projeto só ficam os quadros com o orçamento! 7

8 Exemplo: (Fazer um quadro desses para cada fonte de recurso) Contrapartida MESES Recursos Próprios TOTAL Recursos Humanos* Coordenador Três Professores Três Bolsas de IC Desp. Operacionais Fotocópia Material de divulgação Luz/telefone Aluguel Auditório Investimentos 10 Computadores TOTAL 8

9 Síntese do Orçamento / Cronograma de Desembolso Fontes de Recursos MESES TOTAL % Recursos Próprios Agência Internacional Empresa Patrocinadora Prefeitura TOTAL PARCIAL $1 100% Avaliação % $ TOTAL FINAL $ Anexos É desejável anexar ao projeto: Documentos, comprovantes de títulos e certificações da organização proponente. Cópias de eventuais reportagens na imprensa sobre outros projetos desenvolvidos pela organização. Fotos da comunidade e da infra-estrutura local que será utilizada pelo projeto, como terrenos, escolas e quadras de esportes, da organização e de suas atividades com a comunidade. 9

ELABORAÇÃO DE PROJETOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E INCENTIVO FISCAL PARA O TERCEIRO SETOR

ELABORAÇÃO DE PROJETOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E INCENTIVO FISCAL PARA O TERCEIRO SETOR ELABORAÇÃO DE PROJETOS, RESPONSABILIDADE SOCIAL E INCENTIVO FISCAL PARA O TERCEIRO SETOR O que é projeto? Um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades interrelacionadas e coordenadas,

Leia mais

Elaboração de Projetos Sociais

Elaboração de Projetos Sociais Elaboração de Projetos Sociais Marco Antonio Pereira 18 DE JULHO DE 2009 PROJETOS E... PROJETOS PROJETO DA INSTITUIÇÃO MISSÃO VISÃO Projeto A Projeto E Projeto B Projeto C Projeto D 1 PROJETO INSTITUCIONAL

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1)

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO (Anexo 1) Prezado(a) Professor(a), Visando orientar e otimizar as informações que deverão constar no projeto, elencamos, abaixo, os itens imprescindíveis para compreensão e apresentação da sua proposta ao Prêmio

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Introdução Independentemente do nível de experiência da proponente na elaboração de projetos, o Instituto Cooperforte empresta apoio, orientação e subsídios às Instituições

Leia mais

Prazo de execução: xxxx meses, a partir da assinatura do convênio

Prazo de execução: xxxx meses, a partir da assinatura do convênio MODELO PARA APRESENTAÇÃO PLANO DE TRABALHO EDITAL 2013 1 - IDENTIFICAÇÃO 1.1 DO PROJETO Nome do Projeto: Local onde será executado o projeto: (endereço completo) Nº de Beneficiários diretos: xx crianças

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO do PROGRAMA: Ética, Cidadania e Solidariedade: A UNIFEBE, Você e a Comunidade.

Leia mais

Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Associação Beneficente Salvare ANEXO I FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS DADOS DA ORGANIZAÇÃO PROPONENTE Razão Social CNPJ Endereço Completo Inscrição Telefone Email Representante Legal

Leia mais

1 - Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento.

1 - Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento. ORIENTAÇÕES SOBRE PREENCHIMENTO DESTE DOCUMENTO 1 - Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento. 2 O valor do plano de aplicação

Leia mais

ANEXO - Roteiro para elaboração dos projetos

ANEXO - Roteiro para elaboração dos projetos ANEXO - Roteiro para elaboração dos projetos Os projetos a serem apresentados deverão obedecer ao roteiro proposto. Deverão ser executados no prazo máximo de 12 (doze) meses, contados a partir da data

Leia mais

ELABORAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

ELABORAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS ELABORAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS PROJETO Um projeto é um empreendimento planejado que consiste num conjunto de atividades inter-relacionadas e coordenadas para alcançar objetivos

Leia mais

Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar!

Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! Caros(as) participantes, O programa Escravo, nem pensar! da ONG Repórter Brasil abre as inscrições para a 8ª edição do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo,

Leia mais

E D I T A L FACULDADE PILARES

E D I T A L FACULDADE PILARES EDITAL NEXTUN N.º 01/2010 CONVOCA A COMUNIDADE ACADÊMICA DA PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE CURSO DE EXTENSÃO. A Coordenadora do Núcleo de Extensão Universitária, no uso de suas atribuições legais previstas

Leia mais

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento.

www.fundep.br/programacaptar, juntamente com este regulamento. PROGRAMA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS FUNDEP REGULAMENTO PARA CADASTRAMENTO DE PROJETOS UFMG A Fundep//Gerência de Articulação de Parcerias convida a comunidade acadêmica da UFMG a cadastrar propostas de acordo

Leia mais

[ Das condições de participação ] 5ª edição / 2011

[ Das condições de participação ] 5ª edição / 2011 5ª edição / 2011 EDITAL DO Programa Liz de Doação e Patrocínio Sonhar, planejar, executar e crescer, esses são os ingredientes necessários para que um projeto se torne realidade e a Empresa de Cimentos

Leia mais

2 Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento.

2 Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento. *ORIENTAÇÕES SOBRE PREENCHIMENTO DESTE DOCUMENTO: 1 Após efetuar o download deste documento, selecione a opção Salvar como..., e renomeie o documento, colocando o nome de sua instituição ou do projeto

Leia mais

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas

Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Diretrizes para programas de leitura organizados por bibliotecas - algumas sugestões práticas Introdução A Seção de Leitura da IFLA tem o prazer de apresentar algumas sugestões práticas para as bibliotecas

Leia mais

Oficina para Elaboração de Projetos Sociais Manual para Organizações Sem Fins Lucrativos

Oficina para Elaboração de Projetos Sociais Manual para Organizações Sem Fins Lucrativos INSTITUTO VOLUNTÁRIOS EM AÇÃO IVA/SC Oficina para Elaboração de Projetos Sociais Manual para Organizações Sem Fins Lucrativos 2011 Módulo 4 Cronograma e Orçamento WWW. V O L U N T A R I O S O N L I N E

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Campus São Gonçalo CoEX - Coordenação de Extensão EDITAL INTERNO

Leia mais

Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar!

Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! Fundo de Apoio a Projetos do Escravo, nem pensar! Caros(as) participantes, O programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil, abre as inscrições para a 9ª edição do Fundo de Apoio a Projetos do Escravo,

Leia mais

Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA. Weverton Santos de Jesus João Paulo Mendonça Lima

Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA. Weverton Santos de Jesus João Paulo Mendonça Lima Aula 8 ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA META Apresentar e descrever a construção de um projeto de pesquisa e seus elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais; OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno

Leia mais

Política de investimento esportivo 3M

Política de investimento esportivo 3M 1. Objetivo Política de investimento esportivo 3M A presente política tem por finalidade estabelecer os critérios para investimento em projetos e programas esportivos e que sejam passíveis de usufruírem

Leia mais

Administração e Finanças

Administração e Finanças Estrutura do Plano de Negócio Profa. Fernanda Pereira Caetano Trabalho pesado é geralmente a acumulação de tarefas pequenas que não foram feitas a tempo. (Henry Cooke) Não existe uma estrutura rígida e

Leia mais

Edital. Ações para o desenvolvimento integral na Primeira Infância

Edital. Ações para o desenvolvimento integral na Primeira Infância Edital Ações para o desenvolvimento integral na Primeira Infância 1. OBJETIVO 1.1. Este edital tem o objetivo de apoiar financeiramente projetos de extensão universitária voltados a ações para o desenvolvimento

Leia mais

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PIRACICABA Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS

Leia mais

Elaboração de Projetos Sociais

Elaboração de Projetos Sociais Elaboração de Projetos Sociais Marco Antonio Pereira 18 DE JULHO DE 2009 Missão A Razão de Ser da organização. O por que ela existe. O para que ela existe. PROJETOS E... PROJETOS PROJETO DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS GUIA PREENCHIMENTO FORMULÁRIO

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS GUIA PREENCHIMENTO FORMULÁRIO UNIVERSIDADE DE RIO VERDE PRÓ REITORIA DE EXTENSÃO, CULTURA E ASSUNTOS ESTUDANTIS GUIA PREENCHIMENTO FORMULÁRIO GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA PRENCHIMENTO DO FORMULÁRIO Com o objetivo de facilitar o preenchimento

Leia mais

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL.

Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Edital Nº 04/2015 DEPE DISPÕE SOBRE A SELEÇÃO DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS DE PESQUISA NA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SOBRAL. Período 2015/2016 O Diretor da Santa Casa de Misericórdia de Sobral,

Leia mais

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários

Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários MININSTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação Instruções Específicas para Desenvolvimento de Trabalho Social em Intervenções de Urbanização de Assentamentos Precários Programa: Urbanização Regularização

Leia mais

VIII Concurso de Projetos Sociais Volkswagen na Comunidade. Roteiro para Elaboração de Projetos Sociais

VIII Concurso de Projetos Sociais Volkswagen na Comunidade. Roteiro para Elaboração de Projetos Sociais VIII Concurso de Projetos Sociais Volkswagen na Comunidade Roteiro para Elaboração de Projetos Sociais quem pode participar Pessoas jurídicas, não-governamentais e sem fins lucrativos tais como: associações,

Leia mais

Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência

Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência Anexo 67 Orientações para a Elaboração de Termo de Referência O Termo de Referência é um documento que tem como propósito fornecer parâmetros para a contratação de consultor individual (pessoa física)

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO

RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO 1. Identificação e caracterização Título do Projeto Nome do Prof(s) Coordenador(es) do Projeto Centro Laboratório Período Início Término Término previsto

Leia mais

ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1

ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1 ANEXO II: ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROPOSTA TÉCNICA E ECONÔMICA ÁREA DE PLANEJAMENTO 3.1 1 Introdução Entende-se que a Proposta Técnica e Econômica é a demonstração do conjunto dos elementos necessários

Leia mais

Etapas para a preparação de um plano de negócios

Etapas para a preparação de um plano de negócios 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio

Leia mais

EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ

EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE FINANCIAMENTO DO PROGRAMA JURO ZERO

FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE FINANCIAMENTO DO PROGRAMA JURO ZERO FORMULÁRIO DE PROPOSTA DE FINANCIAMENTO DO PROGRAMA JURO ZERO 1 Aba Empresa 1.1 Empresa CNPJ Razão Social E-mail Site Receita Operacional Bruta do Exercício Social Data de Constituição / Fundação da Empresa

Leia mais

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES

Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENAI SESI de Inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES Brasília 2012 Edital SENai SESi de inovação 2012 PERGUNTAS FREQUENTES 3 1)

Leia mais

EDITAL CEPeD/UNIFAFIBE Nº01/2015:PESQUISADORES FUNADESP.

EDITAL CEPeD/UNIFAFIBE Nº01/2015:PESQUISADORES FUNADESP. EDITAL CEPeD/UNIFAFIBE Nº01/2015:PESQUISADORES FUNADESP. CHAMADA PARA SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS DE PESQUISA DO CEPeD/UNIFAFIBE A SEREM APOIADOS COM BOLSAS DA FUNADESP Estão abertas 4 (quatro) vagas para

Leia mais

Fundação Rotária Instruções para Pedido de Subsídio Equivalente

Fundação Rotária Instruções para Pedido de Subsídio Equivalente Fundação Rotária Instruções para Pedido de Subsídio Equivalente O que são Subsídios Equivalentes? Subsídios Equivalentes ajudam projetos humanitários internacionais implementados graças à cooperação de

Leia mais

Política de investimento cultural 3M

Política de investimento cultural 3M Política de investimento cultural 3M 1. Objetivo A presente política tem por finalidade estabelecer os critérios para investimento em projetos e programas culturais e que sejam passíveis de usufruírem

Leia mais

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material elaborado por Taís Vieira e Marley Rodrigues Faccat Faculdades Integradas de Taquara Curso de Comunicação Social Publicidade e Propaganda Disciplina: Planejamento e Assessoria em Comunicação Profª Me. Taís Vieira ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO **Material

Leia mais

8º Encontro de Coordenação

8º Encontro de Coordenação PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À GESTÃO ADMINISTRATIVA E FISCAL DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS 8º Encontro de Coordenação Cuiabá (MT), maio de 2008 1 8º Encontro de Coordenação Cuiabá (MT), maio de 2008 melhores

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO

REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. As presentes disposições visam regulamentar o Programa Parceiros em Ação, instituído pela Área de Responsabilidade Social do BANCO

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ELABORAÇÃO DE PROJETOS Unidade II ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA Profa. Eliane Gomes Rocha Pesquisa em Serviço Social As metodologias qualitativas de pesquisa são utilizadas nas Ciências Sociais e também no Serviço Social,

Leia mais

Termo de Referência Nº 04 Contratação por Produto - Nacional

Termo de Referência Nº 04 Contratação por Produto - Nacional PNAFM - Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros Contrato de Empréstimo BID 1194/OC-BR Projeto PNUD - BRA/04/033 Termo de Referência Nº 04 Contratação por

Leia mais

ANEXO II MODELO PADRÃO de PROJETO para fins de Captação de Recursos Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente

ANEXO II MODELO PADRÃO de PROJETO para fins de Captação de Recursos Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente ANEXO II MODELO PADRÃO de PROJETO para fins de Captação de Recursos Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente CNPJ: FICHA DE IDENTIFICAÇÃO Inscrição Municipal Endereço: Nº Complemento Bairro

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE SANTO ANTÔNIO DAS MISSÕES TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

Gestão de Eventos AULA 7. Temas: Captação de Patrocínios

Gestão de Eventos AULA 7. Temas: Captação de Patrocínios Gestão de Eventos AULA 7 Temas: Captação de Patrocínios Captação de Patrocínios Patrocínio é quando uma empresa investe em algo, esperando um retorno positivo, principalmente, para a sua imagem. Para solicitar

Leia mais

Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais 2014 --- Roteiro para a Elaboração de Projetos

Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais 2014 --- Roteiro para a Elaboração de Projetos Seleção Pública de Projetos Esportivos Educacionais 2014 --- Roteiro para a Elaboração de Projetos Capa: Centro de Referência Esportiva (PE) Imagem: Guilherme Costa / Banco de Imagens Petrobras Ponto de

Leia mais

LIGA DE ENSINO DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO UNIVERSITÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE

LIGA DE ENSINO DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO UNIVERSITÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE Título: Parcerias do Projeto: A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO (anexar projeto) I CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO 1 O projeto é de responsabilidade social? ( ) Não ( ) Sim 2 O projeto está vinculado a algum programa?

Leia mais

Programa Consórcios em Educação Superior Brasil Estados Unidos CAPES/FIPSE. Edital CGCI n. 003/2008

Programa Consórcios em Educação Superior Brasil Estados Unidos CAPES/FIPSE. Edital CGCI n. 003/2008 Programa Consórcios em Educação Superior Brasil Estados Unidos CAPES/ 1 Do programa e objetivo Edital CGCI n. 003/2008 1.1 O Programa CAPES/ tem como objetivo promover o intercâmbio e a cooperação em nível

Leia mais

Projeto Novos Talentos

Projeto Novos Talentos Projeto Novos Talentos Introdução O golfe tem se caracterizado, no mundo inteiro, como o esporte que mais colabora com as causas sociais. Os eventos do esporte buscam ajudar, através de ações benemerentes,

Leia mais

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios

Orientações para elaborar um. Plano de Negócios Orientações para elaborar um Plano de Negócios Maio de 2010 www.nascente.cefetmg.br Página 1 Apresentação Este documento contém um roteiro básico de Plano de Negócios. O objetivo é permitir que o futuro

Leia mais

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Viana - COMDICAVI Lei Municipal Nº. 1214/94

Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Viana - COMDICAVI Lei Municipal Nº. 1214/94 EDITAL Nº. 01/2014 - COMDICAVI Dispõe sobre o chancelamento de projetos das entidades não governamentais e órgãos governamentais de atendimento à criança e ao adolescente, para financiamento com recursos

Leia mais

Escola que faz pela paz

Escola que faz pela paz Escola que faz pela paz Mostra Local de: Curitiba Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Instituto de Educação para Não Violência Cidade:

Leia mais

PROGRAMA AÇÃO PARA CRIANÇAS Guia para elaboração de Projetos

PROGRAMA AÇÃO PARA CRIANÇAS Guia para elaboração de Projetos PROGRAMA AÇÃO PARA CRIANÇAS Guia para elaboração de Projetos A CESE recebe projetos por e-mail, mas não recebe documentos institucionais escaneados (esses devem ser enviados por correio convencional).

Leia mais

Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010

Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010 Grupo Gestor Mar de Cultura XXV Breve Informativo 18 de março de 2010 Missão: Atuar para o desenvolvimento solidário e participativo de Paraty articulando a sociedade civil organizada e poder público para

Leia mais

ANEXO I DA DECISÃO PL- 1752/2014

ANEXO I DA DECISÃO PL- 1752/2014 C ANEXO I DA DECISÃO PL- 1752/2014 ROTEIRO PARA A APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE PARCERIA QUE ENVOLVA REPASSES DE RECURSOS FINANCEIROS DO CONFEA PARA EVENTOS 1. REQUISITOS 1.1. As propostas de parceria deverão

Leia mais

Plano de Comunicação Casa de Apoio Danielle 1. Paulo BRANDÃO 2 Janaina ISIDORO 3 Indiara FERREIRA 4 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG

Plano de Comunicação Casa de Apoio Danielle 1. Paulo BRANDÃO 2 Janaina ISIDORO 3 Indiara FERREIRA 4 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG Plano de Comunicação Casa de Apoio Danielle 1 Paulo BRANDÃO 2 Janaina ISIDORO 3 Indiara FERREIRA 4 Universidade de Uberaba, Uberaba, MG RESUMO Este plano de assessoria de comunicação foi criado em atendimento

Leia mais

Orientações Estruturantes

Orientações Estruturantes Ministério do Esporte Programa Esporte e Lazer da Cidade PELC & Vida Saudável Orientações Estruturantes 2016 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E PROJETO TÉCNICO PEDAGÓGICO...3 3. RELAÇÃO

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO:

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO: INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO: 1) TITULO 2) JUSTIFICATIVA 3) OBJETIVO GERAL 4) OBJETIVO ESPECÍFICOS 5) METODOLOGIA 6) CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 7) PERÍODO DE EXECUÇÃO 7.1 Início 7.2 Término 7.3 Área

Leia mais

Incentivos Fiscais para captação de recursos

Incentivos Fiscais para captação de recursos Incentivos Fiscais para captação de recursos a) Dedutibilidade das doações A partir de 1º de janeiro de 1996, a Lei 9.249, de 26 de dezembro de 1996, limitou a dedutibilidade de algumas despesas operacionais,

Leia mais

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico

Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico PREMIO NACIONAL DE QUALIDADE EM SANEAMENTO PNQS 2011 INOVAÇÃO DA GESTÃO EM SANEAMENTO - IGS Inclusão Social pelo Projeto de Educação: Saneamento Básico SETEMBRO/2011 A. OPORTUNIDADE A.1 Qual foi a oportunidade

Leia mais

:: aula 3. :: O Cliente: suas necessidades e problemáticas. :: Habilidades a ser desenvolvidas

:: aula 3. :: O Cliente: suas necessidades e problemáticas. :: Habilidades a ser desenvolvidas :: Nome do Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas :: Nome da Unidade Curricular Programação WEB :: Tema da aula O Cliente: levantamento de dados, suas necessidades e problemáticas. :: Fase / Etapa

Leia mais

Edital Kairós 04/2015

Edital Kairós 04/2015 Edital Kairós 04/2015 Seleção de pessoa física ou jurídica para atuar prestando assessoria para mapeamento participativo de iniciativas de consumo responsável para produção de conteúdo no projeto Produção

Leia mais

6.667 hospitais espalhados pelo Brasil* 3,5 milhões de profissionais da saúde atuam hoje na área da saúde 496 mil leitos hospitalares

6.667 hospitais espalhados pelo Brasil* 3,5 milhões de profissionais da saúde atuam hoje na área da saúde 496 mil leitos hospitalares PROJETO PROMOVENDO CULTURA NOS HOSPITAIS - 2016 O PROBLEMA A fragilidade da humanização no ambiente hospitalar. O CONTEXTO 6.667 hospitais espalhados pelo Brasil* 3,5 milhões de profissionais da saúde

Leia mais

Uma alternativa para chegar mais perto dos clientes

Uma alternativa para chegar mais perto dos clientes PREMIO NACIONAL DE QUALIDADE EM SANEAMENTO PNQS 2012 Relatório de Descrição de Prática de Gestão Uma alternativa para chegar mais perto dos clientes Categoria: Inovação da Gestão em Saneamento IGS Setembro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO EDITAL Nº 002/2010 TÍTULO I ESTABELECE NORMAS PARA SELEÇÃO DE CANDIDATOS ÀS VAGAS DO PROGRAMA ALUNO BOLSISTA 2010, OFERECIDAS PELO IFRR PARA O. O Reitor Pró-Tempore do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina

POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina POLíTICA DE PATROCíNIOS E DOAÇÕES GRUPO VOLVO América latina índice APRESENTAÇÃO...3 POLíTICA DE PATROCíNIOS Do Grupo Volvo América Latina...3 1. Objetivos dos Patrocínios...3 2. A Volvo como Patrocinadora...3

Leia mais

CARTILHA DE FISCALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE CONVÊNIOS.

CARTILHA DE FISCALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE CONVÊNIOS. Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia 2011 CARTILHA DE FISCALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE CONVÊNIOS. DIROP Diretoria de Orçamento Público 1 Sumário Apresentação......03

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013

SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013 SOLICITAÇÃO DE COTAÇÃO - Nº 21729/2013 Prezados Senhores, Brasília, 10 de maio de 2013. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD solicita a apresentação de Proposta para o fornecimento

Leia mais

Metodologias de elaboração e apresentação de projetos

Metodologias de elaboração e apresentação de projetos Metodologias de elaboração e apresentação de projetos Oficina 3º Seminário de Proteção Escolar Secretaria de Estado da Educação Serra Negra - Agosto de 2014 Maria Helena Berlinck Martins Lola CEPRESP /

Leia mais

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011

Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Associação Saúde Criança São Paulo Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2012 e de 2011 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações

Leia mais

Elaboração do projeto

Elaboração do projeto Elaboração do projeto Há muitas formas possíveis de se realizar um projeto, e o grupo deve discutir e decidir como irá fazê-lo. É fundamental refletir sobre algumas questões que deverão nortear as ações:

Leia mais

Formulário para Solicitação de Patrocínio

Formulário para Solicitação de Patrocínio ANEXO 1 Formulário para Solicitação de Patrocínio Procedimentos para o envio de projeto ao CAU/SP: 1. Após preencher o Formulário para Solicitação de Patrocínio ao CAU/SP, confira os itens de CONTRAPARTIDA.

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2 MINISTÉRIO DA CULTURA Diretoria de Infraestrutura Cultural Secretaria Executiva Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2 1. Objetivos A Praça do PAC é de

Leia mais

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO www.ipecrj.com.br CONTABILIZANDO A LEITURA nº 01 Dia 05/JUL/2010 REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO ANTES DA INTRODUÇÃO: HOMENAGEM A GEBARDO Acho importante,

Leia mais

PROGRAMA CAPES-CONICYT. Cooperação Brasil-Chile

PROGRAMA CAPES-CONICYT. Cooperação Brasil-Chile PROGRAMA Cooperação Brasil-Chile Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Coordenadoria de Cooperação e Intercâmbio Ministério da Educação e do Desporto Anexos I e II 2º andar Caixa

Leia mais

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento;

Legitimação dos conceitos face as práticas organizacionais; Oportunizar reflexão sobre as competências em desenvolvimento; 1 MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS INTEGRADORES CURSO SUPERIORES DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA (LOGÍSTICA) SÃO PAULO 2009 2 Introdução A prática pedagógica dos Cursos Superiores de Graduação

Leia mais

EVENTOS E CONGRESSOS

EVENTOS E CONGRESSOS EVENTOS E CONGRESSOS O financiamento de eventos de caráter científico-tecnológico obedece à seguinte priorização: a) organização; b) participação coletiva; c) participação individual no país; d) participação

Leia mais

Projeto Futuros Craques São Paulo

Projeto Futuros Craques São Paulo Projeto Futuros Craques São Paulo O Projeto Futuros Craques é considerado o carro chefe da B16 em São Paulo, a sua programação destina-se à oferecer esportes de maneira saudável para crianças da rede pública

Leia mais

Logo do Alto Tietê, subcomitê e do 5 Elementos. Título do projeto em outra capa

Logo do Alto Tietê, subcomitê e do 5 Elementos. Título do projeto em outra capa Logo do Alto Tietê, subcomitê e do 5 Elementos Título do projeto em outra capa Bacia Hidrográfica do Alto Tietê com destaque para a Sub-bacia Pinheiros-Pirapora Fortalecimento do Subcomitê Pinheiros-Pirapora

Leia mais

Boletim do Instituto 3M de Inovação Social

Boletim do Instituto 3M de Inovação Social Boletim do Instituto 3M de Inovação Social Curso CURSO DE REPARAÇÃO AUTOMOTIVA PARA JOVENS O Instituto 3M de Inovação Social promove, a partir de novembro, um curso profissionalizante de reparação automotiva.

Leia mais

Acesso Público. Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS

Acesso Público. Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS Acesso Público Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS Sumário Definição e objetivos 4 Comitê 5 Política de aprovação 7 Premissas para seleção 8 Critérios de avaliação

Leia mais

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Ubiratan de Brito Fonseca e Mariana Oliveira marianap@mh1.com.

Nome e contato do responsável pelo preenchimento deste formulário: Ubiratan de Brito Fonseca e Mariana Oliveira marianap@mh1.com. PRÊMIO ABF- AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE 2012 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Dados da empresa Razão Social: Instituto Amapaense de Línguas Ltda. Nome Fantasia: Instituto Amapaense de Línguas

Leia mais

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE

MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE MANUAL DE USO DO SISTEMA SAIPS - SISTEMA DE APOIO À IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EM SAÚDE CADASTRAMENTO DE PROPOSTAS INCENTIVO CAPS, UA, SRT, LEITO HABILITAÇÃO CAPS, UA, SRT, LEITO Versão 1 Mar/2013 Informações

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO FEVEREIRO DE 2011 Telefones: (66) 3422 2461 / 6710 1 1. Apresentação da Incubadora de Empresas I-deia A Incubadora I-deia

Leia mais

EDITAL 01/2015-PCG ESCOLA/SESC/ES

EDITAL 01/2015-PCG ESCOLA/SESC/ES EDITAL 01/2015-PCG ESCOLA/SESC/ES O Diretor do Serviço Social do Comércio - Administração Regional no Estado do Espírito Santo - SESC-AR/ES, entidade de natureza jurídica privada, sem fins lucrativos,

Leia mais

EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS MUNICÍPIO DE CAUCAIA-CE

EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS MUNICÍPIO DE CAUCAIA-CE EDITAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS MUNICÍPIO DE CAUCAIA-CE 1. INTRODUÇÃO A ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE LUZIA LOPES GADÊLHA, por meio do Termo Convênio nº 05/2015, como parte integrante do Projeto Fortalecendo

Leia mais

Análise Econômica. Nívea Cordeiro

Análise Econômica. Nívea Cordeiro Análise Econômica Nívea Cordeiro 1 2011 Análise Econômica Permite levantar o montante que será gasto no empreendimento e se este dará lucro ou prejuízo. A análise econômica trabalha por competência, permitindo

Leia mais

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 INTRODUÇÃO A Fundação Tide Setubal nasce em 2005 para ressignificar e inovar o trabalho pioneiro

Leia mais

Regulamento 1ª edição da Competição de Jovens Empreendedores

Regulamento 1ª edição da Competição de Jovens Empreendedores Regulamento 1ª edição da Competição de Jovens Empreendedores Artigo I. SOBRE ESTE REGULAMENTO Este documento visa esclarecer as regras, o funcionamento, as datas e a premiação dos participantes da Competição

Leia mais

DAS ORIENTAÇÕES E MODELO DE PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL- PAES IFAM

DAS ORIENTAÇÕES E MODELO DE PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL- PAES IFAM . DAS ORIENTAÇÕES E MODELO DE PROJETO DE INTERVENÇÃO PARA ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL- PAES IFAM 1 CAPA Título do projeto de intervenção, linha de ação dos Programas Integrais da PAES- IFAM contemplada, campus

Leia mais

EDITAL PARA A SELEÇÃO DE BOLSISTAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID/CAPES/UNESP - 2015

EDITAL PARA A SELEÇÃO DE BOLSISTAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID/CAPES/UNESP - 2015 EDITAL PARA A SELEÇÃO DE BOLSISTAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID/CAPES/UNESP - 2015 VAGAS: 06 (quatro) vagas Público Alvo: Alunos regularmente matriculados no curso de

Leia mais

PROGRAMA CREDJOVEM NOME DO EMPREENDIMENTO

PROGRAMA CREDJOVEM NOME DO EMPREENDIMENTO ANEXO I PROGRAMA CREDJOVEM PLANO DE NEGÓCIO NOME DO EMPREENDIMENTO 2014 2. Informações Gerais dos Jovens. 2.1 CREDJOVEM - Sócio 1 Nome: Endereço:, nº: Bairro: Complemento: CEP: Data de Nascimento: RG:

Leia mais

Estimular as empresas produtoras e distribuidoras de aço ao envolvimento com projetos de natureza social.

Estimular as empresas produtoras e distribuidoras de aço ao envolvimento com projetos de natureza social. Estimular as empresas produtoras e distribuidoras de aço ao envolvimento com projetos de natureza social. Inscrição: INFORMAÇÕES GERAIS EDIÇÃO 2008 A inscrição de projetos à Certificação do Prêmio Inda

Leia mais

Programa CAPES-MINCYT

Programa CAPES-MINCYT Programa CAPES- Processo Seletivo 2014 Edital nº 22/2014 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES, instituída como Fundação Pública, por meio da Lei nº. 8.405, de 09 de janeiro

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO PIBITI EDITAL N o 03/2009

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO PIBITI EDITAL N o 03/2009 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE PESQUISA CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFCO E TECNOLÓGICO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO

Leia mais

Projeto Copa Gothia. Festa de abertura da Copa Gothia Estádio Ullevi Gotemburgo, Suécia.

Projeto Copa Gothia. Festa de abertura da Copa Gothia Estádio Ullevi Gotemburgo, Suécia. Projeto Copa Gothia A Copa Gothia é realizada anualmente em Gotemburgo, Suécia, onde foi criada em 1975. Em mais de três décadas, o evento já recebeu 840 mil jovens de 133 países diferentes. Mesmo não

Leia mais

Artigo 3º - As ações de extensão deverão ter coerência com a atuação do docente no ensino e na pesquisa.

Artigo 3º - As ações de extensão deverão ter coerência com a atuação do docente no ensino e na pesquisa. RESOLUÇÃO CONGREGAÇÃO FEF/UNICAMP Nº 65/07 Regulamenta Normas para as ações de Extensão Universitária na Faculdade de Educação Física UNICAMP A Congregação da Faculdade de Educação Física, no uso de suas

Leia mais