EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr."

Transcrição

1 SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS (SC BRASI EQUIVAENTES DINÂICOS PARA ESTUDOS DE HARÔNICOS USANDO ANÁISE ODA Franlin Clemen Véliz Sergio uis Varricchio Sergio Gomes Jr Cepel Rio de Janeiro, Brasil RESUO Ese rabalho descreve uma meodologia para a obenção de equivalenes dinâmicos de pares de redes eléricas de grande pore A represenação de pares de redes eléricas por equivalenes reduz as dimensões das marizes do sisema com conseqüene redução do esforço compuacional e do empo requerido para a obenção dos resulados Além diso, maném o foco do engenheiro de esudos na pare de ineresse do sisema (área de esudos que é modelada em dealhe O méodo proposo considera os comporamenos passivo e aivo de redes eléricas Para o comporameno passivo, o méodo produz um equivalene modal analíico no domínio da freqüência complexa s, baseado no cálculo dos pólos dominanes e dos resíduos associados das funções de ransferências relacionadas às barras de conexão enre a pare do sisema a ser subsiuída pelo equivalene (área exerna e a área de esudos Para o comporameno aivo, o méodo proposo produz fones de correnes equivalenes a parir do cálculo das correnes harmônicas de curo circuio nas barras de conexão Resulados de simulações uilizando o equivalene para represenar a área exerna de uma rede elérica são comparados com os obidos quando oda a rede é represenada em dealhe, mosrando excelenes concordâncias, validando, desa forma, a meodologia proposa PAAVRAS CHAVE Análise modal, análise linear, domínio s, equivalenes dinâmicos, correnes de Noron, redes eléricas, harmônicos

2 Inrodução Em muios esudos de sisemas de poência, a rede elérica pode ser dividida em duas pares ou em dois subsisemas Um dos subsisemas é o de ineresse (área de esudos, onde se deseja esudar em dealhe algum ipo de fenômeno elérico O ouro subsisema (área exerna, formado pelo resane do sisema, pode ser subsiuído por um equivalene Em geral a subsiuição (modelagem da área exerna por um equivalene objeiva a redução do esforço compuacional e, conseqüenemene, do empo necessário para a obenção dos resulados Além diso, facilia maner o foco da aenção do engenheiro na área de esudos Um procedimeno basane uilizado quando se deseja consruir um equivalene da área exerna, é represená-la por suas impedâncias de curo circuio nas barras de conexão com a área de esudos Um pouco mais de exaidão pode ser obida quando se considera, além das impedâncias das barras de conexão para a erra, as impedâncias de ransferência enre elas (equivalene de Ward [], odas calculadas para a freqüência fundamenal do sisema Desa forma, em-se uma mariz de impedâncias equivalene de freqüência fundamenal do sisema No enano, as caracerísicas da área exerna serão perdidas para ouras freqüências, o que poderá implicar em sérios erros em análises poseriores Ese problema pode ser conornado se a mariz de impedâncias equivalene for calculada para diversos valores discreos de freqüência denro da faixa de ineresse e não apenas para a freqüência fundamenal O fao dese méodo não produzir as expressões analíicas dos elemenos da mariz equivalene, como funções da freqüência complexa s, sem que haja a necessidade de se recalcular e inverer oda a mariz admiância nodal da área exerna, impossibilia sua uilização práica quando se deseja realizar a análise modal do sisema reduzido (área de esudos incorporando o equivalene da área exerna Tal análise envolve o cálculo de pólos e resíduos associados [2]-[6], sensibilidades [5], [6], ec e suas aplicações nas áreas de harmônicos [5], [6] e de ransiórios eleromagnéicos [4], sendo esa a principal desvanagem dese méodo Nese rabalho é proposa uma meodologia para a deerminação desas expressões analíicas, uilizando a análise modal Esas expressões podem ser escrias como um somaório de frações parciais a parir do cálculo de pólos e resíduos associados das funções de ransferência relaivas às barras de conexão Na meodologia proposa, uilizam-se apenas os pólos associados aos resíduos com os maiores módulos denro da faixa de freqüências de ineresse (pólos dominanes Quano maior o número de pólos dominanes e resíduos associados uilizados, maior a exaidão das expressões analíicas dos elemenos Uma vez que eses pólos dominanes e resíduos associados definem os principais modos naurais de oscilação da dinâmica da rede exerna, os equivalenes consruídos uilizando-os foram denominados de equivalenes dinâmicos Eses equivalenes são ambém chamados de modelos reduzidos ou de equivalenes modais O primeiro nome deve-se ao fao de que apenas um número reduzido de pólos (pólos dominanes e de resíduos associados são uilizados na deerminação das expressões analíicas dos elemenos da mariz equivalene que modela a área exerna O segundo devido à uilização da análise modal para o cálculo deses pólos e resíduos associados Denre as modelagens de redes eléricas que permiem a realização da análise modal de redes eléricas, pode-se ciar espaço de esados, sisemas descriores e mariz de admiâncias nodais escria no domínio da freqüência complexa s, mariz Y(s As duas primeiras modelagens apresenam dificuldades em considerar a naureza disribuída e variável com a freqüência dos parâmeros das linhas de ransmissão Por ouro lado, iso é facilmene considerado na modelagem por mariz Y(s Como ouras vanagens da uilização da mariz de admiâncias nodais, pode-se ciar a facilidade na sua monagem e suas dimensões reduzidas Esa facilidade de monagem faz ambém com que a incorporação do equivalene modal da área exerna à rede da área de esudos (sisema reduzido seja feio com grande facilidade Na referência [6], é apresenada uma comparação enre as modelagens de redes eléricas acima ciadas Diversos algorimos para o cálculo de pólos e resíduos associados esão descrios em [2] Eses algorimos uilizam, além da mariz Y(s, sua derivada em relação a s Ressala-se que eses algorimos 2

3 podem ser aplicados a qualquer sisema maricial no domínio s, não se resringindo, porano, à mariz de admiâncias nodais A pare aiva do equivalene é obida uilizando o eorema de Noron Primeiramene, a área exerna é separada da área de esudos nas barras de conexão (como será viso, ese procedimeno ambém é uilizado para a obenção do equivalene passivo A seguir as barras de conexão da área exerna são curo-circuiadas para a erra e as correnes harmônicas de curo-circuio calculadas Finalmene, fones de correne injeando as correnes harmônicas de curo-circuio são ligadas às barras de conexão do sisema reduzido, onde a área de esudos esa dealhadamene represenada e a área exerna represenada pelo equivalene proposo As simulações compuacionais apresenadas nese rabalho são realizadas considerando uma rede elérica onde a área de esudos esá conecada à área exerna por meio de uma barra (conexão monobarra Os resulados obidos com o sisema reduzido são comparados com os obidos considerando odo o sisema modelado dealhadamene, verificando-se excelene concordância enre eles 2 odelos no Domínio-s As relações dinâmicas enre as diversas enradas de correne e saídas de ensão de uma rede elérica podem ser descrias como uma mariz admiância nodal no domínio s, Y(s [2]-[6] Avaliada para s = jω s, orna-se a mariz admiância nodal na freqüência fundamenal ω s comumene uilizada em ferramenas de esudos de sisemas eléricos de poência (fluxo de poência, curo circuio, esabilidade eleromecânica, ec A seguine equação maricial descreve uma rede elérica genérica: ( v i Y s = ( onde v e i são os veores de ensões (variáveis de saída e de correnes (variáveis de enrada nodais, respecivamene, ambém funções da freqüência complexa s A equação ( pode ser aumenada para modelar funções de ransferência com apenas uma enrada e uma saída (single-inpu-single-oupu ssems SISO ssems como apresenado em (2, onde a variável de enrada i é a correne injeada na barra, enquano a variável de saída v j é a ensão da barra j Os veores b e c são composos de elemenos nulos exceo o -ésimo elemeno do veor b e o j- ésimo elemeno do veor c, cujos valores são iguais a um ( s v b i Y = v = v (2 Nesa meodologia fones de ensão são modeladas aumenando-se o sisema de equações dado por ( Considere, por exemplo, uma fone de ensão com impedância inerna conecada à barra do sisema A modelagem da rede elérica, considerando a influência desa fone de ensão, é dada por: n 0 O O n O O n n nn 0 j c 0 v i v 0 = 0 v n in z f i f v f onde e denoam a ensão e a correne da fone de ensão conecada à barra As duas equações v f i f do sisema (3, relacionadas à fone de ensão conecada à barra, são: n j= z f (3 v i = 0 (4 j j f 3

4 v + z i = v (5 f Observe que as equações (4 e (5 são as leis de correnes e ensões de Kirchhoff aplicada a barra No caso de redes eléricas com diversas fones de ensão, (3 pode ser generalizada como: ( s Y K K Z f f f v i = if v onde a mariz K é composa por n f linhas (n f denoa o número de fones de ensão e n colunas (n denoa o número de barras do sisema As linhas da mariz K são composas por elemenos nulos exceo nas posições correspondenes às barras com fones de ensão, onde os elemenos possuem valores uniários A mariz K é a ransposa da mariz K A mariz Z f é quadrada e diagonal de dimensão igual a n f Seus elemenos são iguais as impedâncias inernas das fones Os veores v f e i f possuem dimensão igual a n f e são composos pelas ensões inernas e correnes das fones, respecivamene O número de variáveis de esado do sisema é usualmene maior do que a dimensão da mariz Y(s Iso é devido ao fao de cada elemeno do sisema possuir uma admiância que é em geral uma função analíica não linear de s (ex funções racionais para ramos RC, funções hiperbólicas para linhas de ransmissão, ec Os méodos de solução para auovalores proposos em [2] requerem o cálculo da derivada da mariz Y(s em relação a s Para a consrução da derivada da mariz Y(s uiliza-se as mesmas regras uilizadas para a consrução da mariz Y(s Esas regras devem ser aplicadas as derivadas das admiâncias dos elemenos do sisema em relação a s Expressões para as admiâncias de ramos RC, de ransformadores de rês enrolamenos e de linhas de ransmissão e suas derivadas em relação a s são apresenadas em [2], [3] e [5] Por exemplo, o modelo monofásico de uma linha longa de ransmissão em as seguines admiâncias [7]: s m ( γ l f (6 = coh (7 c ( γ l = csch (8 c onde s e m são as admiâncias a serem adicionadas aos elemenos da diagonal e fora da diagonal da mariz Y(s, respecivamene, associados as barras nas quais os erminais da linha são ligados Esas admiâncias são funções do comprimeno da linha l, da consane de propagação γ e da admiância caracerísica c As consanes γ e c são definidas em (9 como funções dos parâmeros da linha por unidade de comprimeno: impedância longiudinal por unidade de comprimeno Z u e admiância ransversal por unidade de comprimeno Y u (sendo ambas funções de s γ = Z ( s Y ( s Y ( s Z ( s u u = (9 c u / O cálculo dos parâmeros de linhas de ransmissão e a modelagem de sua dependência com a freqüência são descrios em numerosas publicações [7] As derivadas das admiâncias das linhas de ransmissão em relação a s e a aplicação da análise modal a modelos de linhas de ransmissão dependenes da freqüência no domínio s são apresenados em [3] 3 úliplos pólos dominanes O algorimo de pólos dominanes aplicado a sisemas modelados no domínio s foi publicado em [2] enquano o algorimo de múliplos pólos dominanes esá sendo submeido para publicação em [8] Uma vez que ese algorimo é essencial para a consrução de equivalenes modais, sua descrição é sucinamene apresenada nese iem Ese algorimo é baseado no cálculo seqüencial de múliplos pólos dominanes de uma dada função de ransferência As esimaivas iniciais, necessárias no processo ieraivo do méodo, são, em geral, escolhidas como endo pares reais nulas e imaginárias iguais as freqüências correspondenes aos máximos locais da curva de resposa em freqüência da função de ransferência A caracerísica principal dese algorimo consise na exclusão de pólos já u 4

5 deerminados da função de ransferência (deflação, eviando-se desa maneira repeidas convergências para eses pólos O algorimo de múliplos pólos dominanes esá apresenado nas equações numeradas de (0 a (2 O seu desenvolvimeno dealhado será, em breve, publicado em [8] ( ( ( Y λ b v 0 ( = c d u g ( λ ( = R j λ ( λ j ( λ = j ( ( 2 u g λ u ( ( ( ( dy λ ( dg λ w v ds ds ( ( ( Y λ c w 0 ( = (0 b d u ( dg( λ R j = ds λ ( 2 ( λ j ( j ( ( ( ( ( ( u 2 Nesas equações, b e c são os veores correspondenes à enrada e a saída da função de ransferência, como previamene definidos em (2, d é o ermo direo da função de ransferência, g(s é a função de ransferência do modelo reduzido cujos pólos λ j e resíduos R j foram previamene deerminados e ( λ é o pólo calculado na ieração O ermo direo d é calculado por: (2 d = limc s s Y( b (3 Uma lisa de esimaivas pode ser dada e para cada esimaiva λ ( a mariz Y(λ ( e sua derivada em relação a s são obidas Com os pólos e resíduos previamene calculados, g(s e sua derivada são deerminadas uilizando ( Resolvendo os sisemas lineares dados em (0, obém-se os veores v, w e o escalar u para a nova ieração Subsiuindo os valores de u, v, w, dy(s/ds, g(s e dg(s/ds em (2 o valor da variação λ pode ser obido Assim, o valor do pólo para a próxima ieração é dado por: ( ( ( λ + = λ + λ (4 Ese procedimeno é repeido aé que o módulo do incremeno λ ( seja menor que uma olerância especificada A aproximação do resíduo associado ao pólo da função de ransferência considerada, na ieração (+, é dado por: R ( + = ( [ w ] ( ( ( [ 2 u g λ ] d ( Y λ ( v u ds ( ( ( 2 ( dg( λ ds Depois da convergência do pólo, a expressão (5 fornece o valor correo do resíduo associado O algorimo de múliplos pólos dominanes apresena caracerísicas de rapidez e de robusez de convergência e que serão em breve descrias em dealhes em [8] Ao final o algorimo irá fornecer os pólos dominanes (e resíduos associados mais próximos das esimaivas iniciais Com ese conjuno de pólos e resíduos associados, é possível se aproximar a função de ransferência considerada pelo modelo de ordem reduzida, ou seja: (5 5

6 G n p R s λ i= i ( s + d onde n p é o número de pólos dominanes uilizados Se odos os pólos dominanes da função de ransferência forem uilizados, o somaório do lado direio de (6 será uma excelene aproximação de G(s 4 Equivalenes odais Na Figura esá mosrada uma rede elérica consiuída pelas áreas de esudos e exerna Esas áreas esão conecadas por m barras O primeiro passo para a obenção do equivalene modal é separar as duas áreas nas barras de conexão, isolando a área exerna, conforme mosrado na Figura 2 i (6 Área de Esudos m Área Exerna m Área Exerna Figura : Rede elérica consiuída pelas áreas de esudos e exerna Figura 2: Área exerna isolada As impedâncias próprias das barras de conexão e as de ransferência enre elas devem ser calculadas para a consrução da mariz Z eq, apresenada em (7 Cada elemeno desa mariz (ij, resíduos associados ( ij λ R e ermos direos z eq ( s z eq i ( s z eq n ( s O O Z = ( ( ( eq z eq i s z eq ii s z eq in s (7 O O z eq n( s z eq ni( s z eq nn( s z eq ij (s pode ser escrio como uma função dos pólos dominanes ( ij d, conforme mosrado em (8 Eses pólos podem ser obidos pelo algorimo de múliplos pólos dominanes, onde as funções de ransferência uilizadas são os elemenos da mariz Z eq z eq ij ( s np = ( ij R ( ij ( ij + d s λ A mariz admiância nodal equivalene é obida inverendo-se a mariz Z eq : (8 eq = Z eq Y (9 Seja Y es (s a mariz admiância nodal da área de esudos isolada Os elemenos da mariz Y(s que represena a área de esudos, levando-se em cona a presença da área exerna (sisema reduzido, são dados por: ij ( s ( s ( s = (20 es ij + eq ij 6

7 eq ij ( es ij ( onde s e s são elemenos das marizes Yeq(s e Y es (s, respecivamene 5 Pare Aiva do Equivalene odal Como dio aneriormene, o eorema de Noron é uilizado para a obenção da pare aiva do equivalene da área exerna Assim, as barras de conexão devem ser ligadas à erra de modo que as correnes de curo-circuio nesas barras possam ser calculadas Ese procedimeno esá mosrado na Figura 3, onde i cc-, i cc- e i cc-m são as correnes de curo-circuio nas barras de conexão,,,, m, respecivamene, calculadas para cada harmônico de ineresse m i cc- i cc- i cc-m Área Exerna Figura 3: Correnes de curo-circuio da área exerna Deve-se observar que curo-circuiar as barras de conexão corresponde a ligá-las a fones ideais de ensão com valores nulos Desa forma, o primeiro passo para o cálculo desas correnes de curocircuio é solucionar o sisema linear dado por (6 com Y(s subsiuída por Y ex (s e Z f e v f feios iguais a zero, sendo Y ex (s a mariz admiância nodal da área exerna, ou seja: Y ex K ( s K 0 v i = if 0 Devido à convenção de sinais, as correnes das fones de ensão que compõe o veor i f possuem o senido de enrar nas barras de conexão, enquano as correnes de curo-circuio possuem o senido de sair desas barras em direção ao nó de referência Assim, após resolver o sisema (2 para i f, em-se: i [ icc icc icc m ] = if cc = (2 (22 Após a obenção das pares passiva e aiva do equivalene modal, o sisema reduzido pode ser consruído, conforme mosrado esquemaicamene na Figura 4 Deve-se observar que a mariz admiância nodal dese sisema possui a mesma dimensão da mariz da área de esudos Área de Esudos i cc- i cc- m Z eq (s i cc-m 6 Resulados Figura 4: Esquema do sisema reduzido A rede elérica escolhida para a análise é composa por um sisema de ransmissão (área de esudos conecado a um sisema indusrial (área exerna, conforme mosrada na Figura 5 Ese 7

8 sisema de ransmissão de médio pore é uma modelagem simplificada da região sul do sisema elérico brasileiro Todas as linhas da rede elérica foram modeladas considerando a naureza disribuída dos seus parâmeros A dependência deses parâmeros com a freqüência foi omiida, embora seja possível incluí-la facilmene na modelagem Y(s O sisema indusrial de pequeno pore será subsiuído pelo seu equivalene modal Na Tabela esão apresenados os valores de suas resisências e induâncias represenaivas das cargas das barras, bem como as capaciâncias das compensações reaivas Adoou-se a modelagem R série para as cargas de ambos os sisemas (áreas [9] Os valores dos parâmeros (resisência longiudinal R, reaância longiudinal X e capaciância ransversal C por unidade de comprimeno das linhas de ransmissão do sisema indusrial esão apresenados na Tabela 2 Os valores dos comprimenos desas linhas esão apresenadas na Tabela 3 e na Tabela 4 esão apresenados os valores das fones de correnes harmônicas Sisema de Transmissão Sisema Indusrial i 26 i 3 i 2 Figura 5: Rede elérica exemplo A conexão enre o sisema de ransmissão (área de esudos e o sisema indusrial (área exerna é feia pelo ransformador insalado enre as barras 20 da área de esudos (ensão base 345 V e 0 da área exerna (ensão base 38 V, cujos valores de seus parâmeros eléricos esão apresenados na Tabela 5 Deve-se observar que ese ransformador é considerado como perencene à área de esudos Tabela : Dados de barras do sisema indusrial Barra R (Ω (H C (µf Barra R (Ω (H C (µf Tabela 2: Parâmeros das linhas de ransmissão do sisema indusrial R (Ω/m X (Ω/m C (µf /m

9 Tabela 3: Dados dos comprimenos das linhas de ransmissão do sisema indusrial Barra de Barra para l (m Barra de Barra para l (m Tabela 4: Fones de correnes harmônicas do sisema indusrial Barra Freqüência (Hz ódulo (pu Ângulo Tabela 5: Dados do ransformador de conexão enre as áreas Barra de Barra para R (Ω (H S (VA O domínio de freqüência escolhido para a análise é de 0 a 3000 Hz Devido a limiações de espaço, os dados da área exerna são apresenados apenas em [0] Os módulos das impedâncias próprias da barra de conexão (barra 0 das áreas de esudos e exerna desconecadas esão mosradas na Figura 6 Observa-se que esas impedâncias são da mesma ordem, indicando que exise uma ala ineração enre as áreas Deve-se observar que quando o módulo da impedância da área exerna é muio maior (ou muio menor do que o da área de esudos, não é necessário o uso de equivalenes sofisicados, basando, simplesmene deixar as barras de conexão em abero (ou curo-circuiadas Na Figura 7 esá mosrado o módulo da impedância própria da barra 0 (barra de conexão da área exerna isolada em função da freqüência superposo ao módulo da impedância do seu equivalene obido para a freqüência fundamenal da rede (equivalene de curo-circuio Observa-se que a resposa em freqüência do equivalene de freqüência fundamenal é praicamene uma linha rea, devido ao seu comporameno induivo, pois o mesmo é composo por uma induância em série com uma resisência Na Figura 8 esão mosradas as resposas em freqüência do módulo da impedância própria da barra de conexão (barra 0, considerando o sisema compleo composo por ambas as áreas modeladas em dealhe e o sisema reduzido composo pela área de esudos modelada em dealhe e pelo equivalene de freqüência indusrial da área exerna Como se pode observar esas curvas são consideravelmene diferenes, mosrando a baixa qualidade do equivalene de freqüência indusrial da área exerna Na Tabela 6 esão lisados os pólos dominanes e resíduos associados da impedância própria da barra de conexão da área exerna Eses pólos foram deerminados uilizando o méodo de múliplos pólos dominanes, uilizando como iniciaivas iniciais os valores de freqüência correspondenes aos picos presenes na curva do módulo da impedância própria da barra de conexão Nese caso o ermo d é nulo 9

10 2 8 5 Área Exerna Área de Esudos Área Exerna Equivalene de 60 Hz Z(j ω 2 09 Z(j ω Freqüência (Hz Freqüência (Hz Figura 6: ódulos das impedâncias próprias da barra de conexão Figura 7: ódulos da impedância própria da barra de conexão da área exerna e do seu equivalene de 60 Hz Sisema Compleo Sisema Reduzido (60 Hz Z(j ω Freqüência (Hz Figura 8: Verificação da qualidade do equivalene de freqüência indusrial da área exerna Tabela 6: Pólos dominanes e seus resíduos associados da impedância própria da barra 0 da área exerna Pólos Resíduos ± j m j ± j m j ± j ± j ± j m j ± j m j ± j m j ± j m j Com eses pólos dominanes e seus resíduos associados, o modelo de ordem reduzida da impedância própria da barra 0 da área exerna pode ser consruído uilizando (8 Na Figura 9 e na Figura 0 esão mosradas as curvas de resposa em freqüência (módulo e ângulo da impedância própria da barra 0 obidas considerando o modelo dealhado e o equivalene modal da área exerna isolada Como se pode observar, esas curvas são visualmene coincidenes para o inervalo de freqüências de ineresse Na Figura e na Figura 2 esão mosradas as resposas em freqüência do módulo e do ângulo da impedância própria da barra de conexão (barra 0, considerando o sisema compleo composo por ambas as áreas modeladas em dealhe e o sisema reduzido composo pela área de esudos modelada em dealhe e pelo equivalene modal da área exerna Como se pode observar esas curvas são visualmene coincidenes, mosrando a excelene qualidade do equivalene modal proposo 0

11 Z(j ω odelo Dealhado Equivalene odal Freqüência (Hz ang [Z(j ω] odelo Dealhado Equivalene odal Freqüência (Hz Figura 9: ódulos das impedâncias próprias da barra de conexão da área exerna isolada, considerando sua modelagem dealhada e seu equivalene modal Figura 0: Ângulos das impedâncias próprias da barra de conexão da área exerna isolada, considerando sua modelagem dealhada e seu equivalene modal Z(j ω Sisema Compleo Sisema Reduzido odal Freqüência (Hz ang [Z(j ω] Sisema Compleo Sis Reduzido odal Freqüência (Hz Figura : Verificação da qualidade do equivalene modal proposo pela comparação do módulo da impedância própria da barra de conexão Figura 2 Verificação da qualidade do equivalene modal proposo pela comparação do ângulo da impedância própria da barra de conexão Uma vanagem dese equivalene modal é que seus pólos são um subconjuno dos pólos da área exerna, ou seja, os pólos dese equivalene são verdadeiros Assim, por exemplo, quando se calcula o segundo pólo (ou o segundo par de pólos a ser incluído no equivalene, o cálculo do primeiro coninua válido Ou seja, nese méodo, a ordem do equivalene pode ser aumenada aproveiando-se odos os cálculos feios aneriormene Ese ipo de facilidade e eficiência não é enconrado em méodos onde os pólos do equivalene são aproximações dos pólos da área exerna Neses méodos, em geral, o aumeno da ordem do equivalene implica no recálculo de odo o conjuno de pólos O objeivo de se aumenar a ordem do equivalene é se ober maior exaidão denro da faixa de freqüências de ineresse ou expandir esa faixa de ineresse Para a obenção da pare aiva do equivalene, a barra de conexão (barra 0 da área exerna deve ser curo-circuiada, para que as correnes harmônicas de Noron possam ser deerminadas, conforme descrio no iem 5 Ese cálculo é realizado considerando a auação simulânea das fones de correnes harmônicas insaladas nas barras 4, 26 e 35 da área exerna Na Tabela 7 esão descrios os valores desas correnes Tabela 7: Correnes harmônicas de Noron Barra Freqüência (Hz ódulo (pu Ângulo (graus Uma vez obidas as pares passiva e aiva do equivalene modal da área exerna, é possível se calcular as disorções harmônicas de ensão no sisema reduzido composo pela área de esudos e pelo equivalene Os valores desas disorções esão apresenados na Tabela 8, considerando o sisema reduzido e o sisema compleo (composo por ambas as áreas modeladas em dealhe Conforme pode ser observado, com exceção das barras conecadas a fones de ensão senoidais ideais, os erros

12 máximos nos valores das disorções, calculados uilizando-se o sisema reduzido, foi de 0085 % para o 5 o e de 0003 % para o 7 o harmônicos, considerando odas as barras da área de esudos Barra Sisema Compleo 5 o harmônico (% Tabela 8:Comparação enre as disorções harmônicas de ensão Sisema Reduzido 5 o harmônico (% Erro(% Sisema Compleo 7 o harmônico (% Sisema Reduzido 7 o harmônico (% Erro(% Conclusões Nese rabalho é descria uma nova meodologia para a consrução de equivalenes dinâmicos com pares passiva e aiva de uma área do sisema (área exerna No exemplo apresenado, o equivalene proposo foi capaz de subsiuir com excelene exaidão um sisema indusrial (área exerna conecado a um sisema de ransmissão (área de esudos Ese ipo de subsiuição pode ser paricularmene úil quando se considera os diversos sisemas indusriais, de sub-ransmissão e de disribuição que esão conecados ao sisema de ransmissão, uma vez que a modelagem dealhada de odos eses sisemas pode levar a marizes de dimensões muio grandes, com conseqüenes problemas de memória e de empo compuacional Com o uso dos equivalenes o sisema de ransmissão pode ser esudado com marizes de dimensões iguais ao seu número de barras Uma vanagem do equivalene modal proposo é que seus pólos são um subconjuno dos pólos da área exerna, ou seja, os pólos dese equivalene são verdadeiros Devido a iso, a sua ordem pode ser aumenada simplesmene pelo cálculo de um novo pólo real ou par de pólos complexos conjugados, aproveiando-se odos os pólos calculados aneriormene Além diso, garane-se que nenhuma 2

13 dinâmica falsa ou espúria seja inroduzida no equivalene, o que pode aconecer com méodos baseados no cálculo de pólos aproximados da área exerna 8 Referências [] J B Ward, Equivalen Circuis for Power Flow Sudies, AIEE Transacions 68, , New Yor, 949 [2] S Gomes Jr, N arins, C Porela, odal Analsis Applied o s-domain odels of ac Newors, Procedings of he IEEE/PES Winer eeing, Columbus, Ohio, Janeiro 200 [3] S Gomes Jr, C Porela, N arins, Deailed odel of ong Transmission ines for odal Analsis of ac Newors, Proceedings of he IPST 0 - Inernaional Conference on Power Ssem Transiens, Rio de Janeiro, Brasil, Junio 200 [4] S Gomes Jr, N arins, S Varricchio, C Porela, odal Analsis of Elecromagneic Transiens in ac Newor having ong Transmission ines, submied o Transacions on Power Deliver [5] S Varricchio, S Gomes Jr, N arins, s-domain Approach o Reduce Harmonic Volage Disorions Using Sensiivi Analsis, Proceedings of he IEEE/PES Winer eeing, Columbus, Ohio, Janeiro 200 [6] Sergio Varricchio, Sergio Gomes Jr, Nelson arins, eandro Ramos de Araujo, Franlin Clemen Véliz, Crisiano de Oliveira Cosa, Advanced Tool for Harmonic Analsis of Power Ssems, IX Smposium of Specialiss in Elecric Operaional and Expansion Planning IX SEPOPE, Rio de Janeiro, RJ, Brazil, 23rd o 27h, a, 2004 [7] J A arinez-velasco (Ed, Compuer Analsis of Elecric Power Ssem Transiens, New Yor: IEEE Press, 997 [8] S Gomes Jr, N arins, C Porela, Compuaion of uliple Dominan Poles in s-domain, submied o Transacions on Power Ssems [9] Sergio uis Varricchio e Crisiano de Oliveira Cosa, odelagem de Cargas e de Fones de Correne enre Barras para Esudos de Comporameno Harmônico de Sisemas de Poência, Relaório Técnico CEPE, No DP/DSE , 2005 [0] Franlin Clemen Véliz, Equivalenes Dinâmicos de Redes Eléricas de Grande Pore Uilizando Análise odal, Tese de esrado, COPPE/UFRJ, RJ, Brasil, Abril Bibliografia Franlin Clemen Véliz obeve os graus de BSc e Sc em engenharia elérica em 200 e 2005 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Desde 2002 rabalha no CEPE, desenvolvendo méodos e ferramenas compuacionais para análises de sisemas de poência Sergio uis Varricchio obeve o grau de BSc em engenharia elérica em 987 pela Universidade Caólica de Perópolis (UCP, Perópolis, RJ, Brasil e o grau de Sc em engenharia elérica em 993 pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Desde 989 rabalha no CEPE onde aualmene desenvolve rabalhos e pesquisas nas áreas de análise de sisemas de poência, qualidade de energia e ransiórios eleromagnéicos Sergio Gomes Jr obeve o grau de BSc em engenharia elérica pela Universidade Federal Fluminense (UFF, Nierói, RJ, Brasil e os graus de Sc e PhD em engenharia elérica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, em 992, 995 e 2002, respecivamene Desde 994 rabalha no CEPE, desenvolvendo méodos e ferramenas compuacionais para análises de sisemas de poência 3

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS

CAPÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATICAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS APÍTULO III TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS TORÇÃO - PEÇAS DE SEÇÃO VAZADA DE PAREDES FINAS A- TORÇÃO PROBLEMAS ESTATIAMENTE INDETERMINADOS Vimos aé aqui que para calcularmos as ensões em

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS EDUARDO MARMO MOREIRA Disseração de Mesrado apresenada

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES

3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES 3 PROGRAMAÇÃO DOS MICROCONTROLADORES Os microconroladores selecionados para o presene rabalho foram os PICs 16F628-A da Microchip. Eses microconroladores êm as vanagens de serem facilmene enconrados no

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones

Leia mais

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase

Sistemas não-lineares de 2ª ordem Plano de Fase EA93 - Pro. Von Zuben Sisemas não-lineares de ª ordem Plano de Fase Inrodução o esudo de sisemas dinâmicos não-lineares de a ordem baseia-se principalmene na deerminação de rajeórias no plano de esados,

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

Campo magnético variável

Campo magnético variável Campo magnéico variável Já vimos que a passagem de uma correne elécrica cria um campo magnéico em orno de um conduor aravés do qual a correne flui. Esa descobera de Orsed levou os cienisas a desejaram

Leia mais

Equivalentes Dinâmicos de Redes Elétricas Multi-conectadas Utilizando Análise Modal

Equivalentes Dinâmicos de Redes Elétricas Multi-conectadas Utilizando Análise Modal Artigo GDS-31 apresentado no XX SNPTEE (22 a 25 de Novembro de 2009 - Recife - PE) Equivalentes Dinâmicos de Redes Elétricas Multi-conectadas Utilizando Análise Modal Franklin Clement Véliz Sergio Luis

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks

Sistemas de Energia Ininterrupta: No-Breaks Sisemas de Energia Ininerrupa: No-Breaks Prof. Dr.. Pedro Francisco Donoso Garcia Prof. Dr. Porfírio Cabaleiro Corizo www.cpdee.ufmg.br/~el GEP-DELT-EEUFMG Porque a necessidade de equipamenos de energia

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica dos Fluidos. Aula 8 Introdução a Cinemática dos Fluidos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 8 Inrodução a Cinemáica dos Fluidos Tópicos Abordados Nesa Aula Cinemáica dos Fluidos. Definição de Vazão Volumérica. Vazão em Massa e Vazão em Peso. Definição A cinemáica dos fluidos é a ramificação

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear

2. DÍODOS DE JUNÇÃO. Dispositivo de dois terminais, passivo e não-linear 2. ÍOOS E JUNÇÃO Fernando Gonçalves nsiuo Superior Técnico Teoria dos Circuios e Fundamenos de Elecrónica - 2004/2005 íodo de Junção isposiivo de dois erminais, passivo e não-linear Foografia ânodo Símbolo

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

Diodos. Símbolo. Função (ideal) Conduzir corrente elétrica somente em um sentido. Tópico : Revisão dos modelos Diodos e Transistores

Diodos. Símbolo. Função (ideal) Conduzir corrente elétrica somente em um sentido. Tópico : Revisão dos modelos Diodos e Transistores 1 Tópico : evisão dos modelos Diodos e Transisores Diodos Símbolo O mais simples dos disposiivos semiconduores. Função (ideal) Conduzir correne elérica somene em um senido. Circuio abero Polarização 2

Leia mais

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE

1 TRANSMISSÃO EM BANDA BASE Página 1 1 TRNSMISSÃO EM BND BSE ransmissão de um sinal em banda base consise em enviar o sinal de forma digial aravés da linha, ou seja, enviar os bis conforme a necessidade, de acordo com um padrão digial,

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

Prof. Josemar dos Santos

Prof. Josemar dos Santos Engenharia Mecânica - FAENG Sumário SISTEMAS DE CONTROLE Definições Básicas; Exemplos. Definição; ; Exemplo. Prof. Josemar dos Sanos Sisemas de Conrole Sisemas de Conrole Objeivo: Inroduzir ferramenal

Leia mais

Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA

Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA 1 Sisema Compuacional para Previsão de Demanda em Ponos de Suprimeno e Subesação da COELBA P M Ribeiro e D A Garrido, COELBA, R G M Velásquez, CELPE, D M Falcão e A P A da Silva, COPPE Resumo O conhecimeno

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação

Leia mais

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS Eduardo Marins Viana DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA

Leia mais

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriee Righi LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 Aenção: Aualize seu adobe, ou subsiua os quadrados por negaivo!!! 1) Deermine

Leia mais

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO

ANÁLISE DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL LINEAR QUE CARACTERIZA A QUANTIDADE DE SAL EM UM RESERVATÓRIO USANDO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO ANÁLSE DE UMA EQUAÇÃO DFERENCAL LNEAR QUE CARACTERZA A QUANTDADE DE SAL EM UM RESERATÓRO USANDO DLUÇÃO DE SOLUÇÃO Alessandro de Melo Omena Ricardo Ferreira Carlos de Amorim 2 RESUMO O presene arigo em

Leia mais

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa

GFI00157 - Física por Atividades. Caderno de Trabalhos de Casa GFI00157 - Física por Aiidades Caderno de Trabalhos de Casa Coneúdo 1 Cinemáica 3 1.1 Velocidade.............................. 3 1.2 Represenações do moimeno................... 7 1.3 Aceleração em uma

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Universidade Federal de Lavras

Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Lavras Deparameno de Ciências Exaas Prof. Daniel Furado Ferreira 8 a Lisa de Exercícios Disribuição de Amosragem 1) O empo de vida de uma lâmpada possui disribuição normal com média

Leia mais

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico*

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico* Arigos Abordagem ineremporal da cona correne: inroduzindo câmbio e juros no modelo básico* Nelson da Silva Joaquim Pino de Andrade Resumo O modelo padrão da abordagem ineremporal da cona correne assume

Leia mais

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão

Transistor de Efeito de Campo de Porta Isolada MOSFET - Revisão Transisor de Efeio de Campo de Pora Isolada MOSFET - Revisão 1 NMOS: esruura física NMOS subsrao ipo P isposiivo simérico isposiivo de 4 erminais Pora, reno, Fone e Subsrao (gae, drain, source e Bulk)

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

Experiências para o Ensino de Queda Livre

Experiências para o Ensino de Queda Livre Universidade Esadual de Campinas Insiuo de Física Gleb Waagin Relaório Final da disciplina F 69A - Tópicos de Ensino de Física I Campinas, de juno de 7. Experiências para o Ensino de Queda Livre Aluno:

Leia mais

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk

Módulo 07 Capítulo 06 - Viscosímetro de Cannon-Fensk Módulo 07 Capíulo 06 - Viscosímero de Cannon-Fensk Inrodução: o mundo cienífico, medições são necessárias, o que sempre é difícil, impreciso, principalmene quando esa é muio grande ou muio pequena. Exemplos;

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS VIA FUNÇÕES ORTOGONAIS: MODELOS DE SEGUNDA ORDEM VERSUS REALIZAÇÃO NO ESPAÇO DE ESTADOS

IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMAS VIA FUNÇÕES ORTOGONAIS: MODELOS DE SEGUNDA ORDEM VERSUS REALIZAÇÃO NO ESPAÇO DE ESTADOS 6º PSMEC Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica IDENIFICAÇÃ DE SISEMAS VIA FUNÇÕES RGNAIS: MDES DE SEGUNDA RDEM VERSUS REAIZAÇÃ N ESPAÇ DE ESADS Clayon Rodrigo Marqui clayon_rm@dem.feis.unesp.br

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n

CAPÍTULO 1 REPRESENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS. Sistema monovariável SISO = Single Input Single Output. s 1 s 2. ... s n 1 CAPÍTULO 1 REPREENTAÇÃO E CLAIFICAÇÃO DE ITEMA 1.1. Represenação de ssemas 1.1.1. semas com uma enrada e uma saída (IO) e sema monovarável IO = ngle Inpu ngle Oupu s e = enrada s = saída = ssema 1.1..

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

Um estudo de Cinemática

Um estudo de Cinemática Um esudo de Cinemáica Meu objeivo é expor uma ciência muio nova que raa de um ema muio anigo. Talvez nada na naureza seja mais anigo que o movimeno... Galileu Galilei 1. Inrodução Nese exo focaremos nossa

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II

ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II E.N.I.D.H. Deparameno de Radioecnia APONTAMENTOS DE ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA II (Capíulo 2) José Manuel Dores Cosa 2000 42 ÍNDICE Inrodução... 44 CAPÍTULO 2... 45 CONVERSORES COMUTADOS DE CORRENTE CONTÍNUA...

Leia mais

A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA

A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA A FÁBULA DO CONTROLADOR PID E DA CAIXA D AGUA Era uma vez uma pequena cidade que não inha água encanada. Mas, um belo dia, o prefeio mandou consruir uma caia d água na serra e ligou-a a uma rede de disribuição.

Leia mais

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC

EXPERIÊNCIA 7 CONSTANTE DE TEMPO EM CIRCUITOS RC EXPERIÊNIA 7 ONSTANTE DE TEMPO EM IRUITOS R I - OBJETIVO: Medida da consane de empo em um circuio capaciivo. Medida da resisência inerna de um volímero e da capaciância de um circuio aravés da consane

Leia mais

ALGORITMO GENÉTICO CANÔNICO MODIFICADO APLICADO NA ALOCAÇÃO ÓTIMA DE UNIDADES DE MEDIÇÃO FASORIAL SINCRONIZADA PARA ANÁLISE DE OBSERVABILIDADE

ALGORITMO GENÉTICO CANÔNICO MODIFICADO APLICADO NA ALOCAÇÃO ÓTIMA DE UNIDADES DE MEDIÇÃO FASORIAL SINCRONIZADA PARA ANÁLISE DE OBSERVABILIDADE ALGORITMO GEÉTICO CAÔICO MODIFICADO APLICADO A ALOCAÇÃO ÓTIMA DE UIDADES DE MEDIÇÃO FASORIAL SICROIZADA PARA AÁLISE DE OBSERVABILIDADE RODRIGO J. ALBUQUERQUE 1, COELHO A. L. M. 2, OLIVEIRA D. Q. 2, LIMA

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420

Circuitos Elétricos I EEL420 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com

Leia mais

PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS

PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Cenro de Engenharia Elérica e Informáica Deparameno de Sisemas e Compuação PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS Bruno Coiinho

Leia mais

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro

Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Escola E.B. 2,3 / S do Pinheiro Ciências Físico Químicas 9º ano Movimenos e Forças 1.º Período 1.º Unidade 2010 / 2011 Massa, Força Gravíica e Força de Ario 1 - A bordo de um vaivém espacial, segue um

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi

Dinâmica de interação da praga da cana-de-açúcar com seu parasitóide Trichogramma galloi Dinâmica de ineração da praga da cana-de-açúcar com seu parasióide Trichogramma galloi Elizabeh de Holanda Limeira 1, Mara Rafikov 2 1 Universidade Federal do ABC - UFABC, Sano André, Brasil, behmacampinas@yahoo.com.br

Leia mais

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão ISSN 1518-3548 Trabalhos para Discussão Diferenças e Semelhanças enre Países da América Laina: Uma Análise de Markov Swiching para os Ciclos Econômicos de Brasil e Argenina Arnildo da Silva Correa Ouubro/2003

Leia mais

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009

Física e Química A. Teste Intermédio de Física e Química A. Teste Intermédio. Versão 1. Duração do Teste: 90 minutos 26.05.2009 Tese Inermédio de Física e Química A Tese Inermédio Física e Química A Versão Duração do Tese: 90 minuos 26.05.2009.º ou 2.º Anos de Escolaridade Decreo-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Na folha de resposas,

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

Física. MU e MUV 1 ACESSO VESTIBULAR. Lista de Física Prof. Alexsandro

Física. MU e MUV 1 ACESSO VESTIBULAR. Lista de Física Prof. Alexsandro Física Lisa de Física Prof. Alexsandro MU e MU 1 - (UnB DF) Qual é o empo gaso para que um merô de 2m a uma velocidade de 18km/h aravesse um únel de 1m? Dê sua resposa em segundos. 2 - (UERJ) Um rem é

Leia mais

Análise de transmissão de preços do mercado atacadista de melão do Brasil

Análise de transmissão de preços do mercado atacadista de melão do Brasil Análise de ransmissão de preços do mercado aacadisa de melão do Brasil *Rodrigo de Oliveira Mayorga **Ahmad Saeed Khan ***Ruben Dario Mayorga ****Parícia Verônica Pinheiro Sales Lima *****Mario Anônio

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO

INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO, CONTROLE E AUTOMAÇÃO Pág.: 1/88 ÍNDICE Professor: Waldemir Loureiro Inrodução ao Conrole Auomáico de Processos... 4 Conrole Manual... 5 Conrole Auomáico... 5 Conrole Auo-operado... 6 Sisema

Leia mais

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão Modelos de Previsão Inrodução Em omada de decisão é basane comum raar problemas cujas decisões a serem omadas são funções de faos fuuros Assim, os dados descrevendo a siuação de decisão precisam ser represenaivos

Leia mais

Recuperação de Informação

Recuperação de Informação Recuperação de Informação OLINDA NOGUEIRA PAES CARDOSO 1 1 UFLA Universidade Federal de Lavras DCC Deparameno de Ciência da Compuação Cx. Posal 37 CEP 37.200-000 Lavras (MG) olinda@comp.ufla.br Resumo:

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

Uma Medida Coerente de Risco como Métrica para o Planejamento Anual da Operação Energética

Uma Medida Coerente de Risco como Métrica para o Planejamento Anual da Operação Energética Uma Medida Coerene de Risco como Mérica para o Planejameno Anual da Operação Energéica Vior L. de Maos, Erlon C. Finardi e Paulo V. Larroyd Resumo Em sisemas de energia com predominância de geração hidrelérica,

Leia mais

SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA

SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA SANEAMENTO AMBIENTAL I SISTEMAS DE ADUÇÃO EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA LISBOA, SETEMBRO DE 200 ÍNDICE DO TEXTO. INTRODUÇÃO... 2. BASES PARA O DIMENSIONAMENTO HIDRÁULICO DAS ADUTORAS... 2. Tipos de escoameno...

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E 2ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE

APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E 2ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE 170 APÊNDICES APÊNDICE A - TEXTO DE INTRODUÇÃO ÀS EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS LINEARES DE 1ª E ª ORDEM COM O SOFTWARE MAPLE PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PUC MINAS MESTRADO PROFISSIONAL

Leia mais

Teoria da Comunicação. Prof. Andrei Piccinini Legg Aula 09

Teoria da Comunicação. Prof. Andrei Piccinini Legg Aula 09 Teoria da Comuniação Pro. Andrei Piinini Legg Aula 09 Inrodução Sabemos que a inormação pode ser ransmiida aravés da modiiação das araerísias de uma sinusóide, hamada poradora do sinal de inormação. Se

Leia mais

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Programa de Pós-Graduação em Economia Análise quaniaiva da volailidade enre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Daniel Cosa

Leia mais

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é:

Estando o capacitor inicialmente descarregado, o gráfico que representa a corrente i no circuito após o fechamento da chave S é: PROCESSO SELETIVO 27 2 O DIA GABARITO 1 13 FÍSICA QUESTÕES DE 31 A 45 31. Considere o circuio mosrado na figura abaixo: S V R C Esando o capacior inicialmene descarregado, o gráfico que represena a correne

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

Esquema: Dados: v água 1520m. Fórmulas: Pede-se: d. Resolução:

Esquema: Dados: v água 1520m. Fórmulas: Pede-se: d. Resolução: Queda Livre e Movimeno Uniformemene Acelerado Sergio Scarano Jr 1906/013 Exercícios Proposo Um navio equipado com um sonar preende medir a profundidade de um oceano. Para isso, o sonar emiiu um Ulra-Som

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

F B d E) F A. Considere:

F B d E) F A. Considere: 5. Dois corpos, e B, de massas m e m, respecivamene, enconram-se num deerminado insane separados por uma disância d em uma região do espaço em que a ineração ocorre apenas enre eles. onsidere F o módulo

Leia mais

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal.

O objectivo deste estudo é a obtenção de estimativas para o número de nados vivos (de cada um dos sexos) ocorrido por mês em Portugal. REVISTA DE ESTATÍSTICA 8ª PAGINA NADOS VIVOS: ANÁLISE E ESTIMAÇÃO LIVE BIRTHS: ANALYSIS AND ESTIMATION Auora: Teresa Bago d Uva -Gabinee de Esudos e Conjunura do Insiuo Nacional de Esaísica Resumo: O objecivo

Leia mais