Americanos da Lone Star compram Vilamoura

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1 QUARTA-FEIRA 8 ABRIL SUPLEMENTO COMERCIAL ESTE MÊS TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A BONS NEGÓCIOS PUBLICIDADE Americanos da Lone Star compram Vilamoura Volvidos mais de 40 anos desde a sua fundação, o empreendimento de Vilamoura inicia uma nova etapa da sua vida em 2015, com a mudança da sua propriedade para as mãos da Lone Star. O empreendimento algarvio foi adquirido através do fundo Lone Star Real Estate Fund III p04 CBRE Imobiliário português devolveu os retornos mais altos em sete anos Em 2014 o imobiliário comercial português devolveu aos investidores os retornos mais altos desde o pré-crise, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Índice Imobiliário Anual IPD Portugal p03 Vencedores do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana conhecidos dentro de uma semana p12-15 PUBLICIDADE Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente 87c9b342-28ae-4427-badb-1b56a9b2ce17

2 02 Opinião IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 O que não quero ignorar pelos sinais que revelam Será a sustentabilidade na reabilitação um mito? Luís Lima Há mais de um ano, mais precisamente em finais de Fevereiro de 2014, este jornal revelava que alegados abusos em matéria de comissões cobradas em imóveis transacionados a estrangeiros estavam a preocupar algumas instituições, entre as quais a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) a que presido, e que a necessidade de uma transparência exemplar nesta matéria justificava uma convergência de esforços a envolver inclusivamente autoridades estrangeiras. As situações mais sensíveis estavam focadas em cidadãos chineses, razão mais do que suficiente para que o tema fosse levantado durante o Portugal-China Property & Investment Road Show 2014, um evento que então estava a ser preparado para decorrer, como decorreu, em Xangai, entre 14 e 17 de Março desse ano, e que contava, como contou, com a minha presença, na dupla qualidade de presidente da APE- MIP e de presidente da Comissão de Estratégia do Salão Imobiliário de Portugal (SIL). A notícia revelava que existiriam queixas em relação à intermediação de negócios realizados por grandes escritórios de advogados, referia como eventual foco do problema algumas agências de emigração e, tendo-me questionado sobre tais alegados abusos na venda de imóveis a investidores estrangeiros, citava-me referindo a minha posição contra a especulação de preços e de comissões. Disse também que o imobiliário português devia promover-se transmitindo as suas melhores características e a transparência e segurança do mercado. Mais tarde, numa das minhas reflexões sobre esta matéria, classifiquei a súbita inflação do preço de alguns imóveis para valores que chegam a duplicar aqueles que são os justos e que já foram praticados, para alegadamente aproveitar o desconhecimento de alguns clientes estrangeiros, classifiquei essa inflação como indigna e condenável, manifestando a minha convicção de que tais práticas não envolvem empresas imobiliárias, cujas comissões são, em regra, adequadas e pequenas. No que me diz respeito, são temas que abordo sempre com muito cuidado, pelo melindre que envolvem, o que explica a surpresa que tive ao ler recentemente uma breve transcrição de um breve diálogo telefónico que terei mantido com o então presidente do Instituto dos Registos e do Notariado. Essa escuta da conversa verbal soa de forma muito estranha quando traduzida para uma linguagem escrita, além de provocar uma sensação desagradável que julgo possa andar próxima da que também sentem, no plano de violação de intimidade, aqueles cujas casas são assaltadas. Não sei, embora admita que possa ter dito, se disse o que li como tendo sido um diálogo meu. Mesmo conferindo que nada do que terá sido escutado, e foi citado, desmente as posições que tenho assumido sobre esta matéria, mesmo descontando a falta de rigor no que toca à possibilidade de ser a APEMIP a custear ao então presidente do IRN uma viagem a Xangai (o que não seria ilícito mas nunca esteve em equação), ler, em letra de forma, a citação de um diálogo em que fui escutado é algo que não posso deixar em claro, pelos sinais que revelam da sociedade em que vivemos. Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa Joana Rodrigues A sustentabilidade é acima de tudo responsabilizarmo-nos, conscientes do impacto não só ambiental mas também social e económico. A reabilitação pode ser sustentável, mas temos de estar formatados para esta nova realidade, preparados para este desafio sempre cientes do nosso dever para com a o meio urbano, entenda-se nós entidades públicas e entidades privadas. A nível ambiental é possível adaptar/ aplicar técnicas sustentáveis, sendo imprescindível não passar por cima da fase inicial que requer um estudo aprofundado do imóvel, através de inspecções técnicas, avaliação documental, entre outros, até porque maioritariamente os edifícios têm características e qualidades reutilizáveis, com valor patrimonial e métodos construtivos que se podem aliar a novas tecnologias. Citando alguns exemplos: técnicas de ensombramento com especial enfoque na orientação solar; coberturas ajardinadas que para além de controlarem com maior eficácia a temperatura do edifício, permitem criar zonas de lazer, bastante valorizadas pelos ocupantes; painéis solares para aquecimento alternativo das águas. Socialmente a reabilitação deve eliminar problemas, como por exemplo riscos de ruir, incêndio, pragas e trazer mais-valias ao meio em que estão inseridos, como uma maior movimentação nas ruas e melhorias estéticas tão apreciadas pelos turistas. Importante referir que depois de um edifício reabilitado, bem ou mal, o efeito contágio acaba por surgir naturalmente, ou seja há uma predisposição para que outros promotores sigam essa tendência. Do ponto de vista económico, e este talvez seja o tema mais con- troverso, tudo o que requer maior injecção de capital numa fase inicial, é automaticamente alvo de resistência por parte do investidor. Uma gestão de processo rigorosa exige que a análise financeira seja feita em consonância com as condicionantes do projecto, para tornar o negócio rentável e gerir as expectativas, logo numa fase inicial. Não pode ser expectável um retorno a curto prazo, mas sim a médio/ longo prazo, tendo sempre em conta que as especificidades de um projecto de reabilitação não se enquadram nas de um projecto de construção nova. Por outro lado este tipo de abordagem é percebido como uma mais-valia sob o ponto de vista comercial, ou seja um edifício com características de sustentabilidade constitui valor acrescentado. Não menos importante é referir que uma legislação simplificada não deve ser desresponsabilizante, temos de estar conscientes das necessidades e limitações, para encarar a reabilitação como uma dinâmica e uma nova forma da cidade viver e não como um balão de oxigénio ou uma tendência momentânea. Em suma uma cidade renovada e de cara lavada dinamiza e atrai o regresso da população na sua maioria jovem, constituindo igualmente um factor importante para incrementar o turismo e a sua qualidade. A forma como urbanisticamente se reabilita uma cidade, em todas as suas vertentes, ambiental, vias de circulação, mix comercial, espaços de lazer, entre outros, é um ponto critico na atracção do turismo, pois os turistas não pretendem apenas ver museus, ruas estreitas e comer pastéis de nata, também têm curiosidade de ver como o português vive e onde passeia. Diretora do Departamento de Arquitetura da Aguirre Newman. PUBLICIDADE

3 IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Atualidade 03 Imobiliário português devolveu os retornos mais altos em sete anos Em 2014 o imobiliário comercial português devolveu aos investidores os retornos mais altos desde o pré-crise, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Índice Imobiliário Anual IPD Portugal. Susana Correia Indicador de referência acerca da rentabilidade devolvida aos investidores através do investimento em ativos imobiliários comerciais (geradores de rendimento), o Índice IPD Portugal fixou-se nos 7,2% no final de 2014, o que atesta a melhoria sentida neste mercado desde o ano passado. Este representa um crescimento significativo face a 2013, quando a taxa de retorno total foi de apenas 1,3%. De acordo com o IPD o resultado de 2014 foi o melhor dos últimos sete anos, sendo o valor mais elevado registado no nosso país desde Outra nota de destaque é o facto de esta tendência de melhoria terse feito sentir em todas as frentes analisadas pelo IPD. Assim, além do retorno total de 7,2%, a componente de retorno das rendas foi de 5,8% no ano passado, ao passo que a componente de valorização de capital se cifrou nos 1,3% no ano passado, ou seja, com esta última a fechar em terreno positivo pela primeira vez desde Esta boa performance do setor imobiliário enquanto classe de investimento é ainda mais notória quando comparada com as taxas de retorno devolvidas pelos mercados de ações (- 29,1%), num ano em que a taxa de inflação foi de -0,3%. O caso muda contudo de figura quando comparamos o imobiliário ao mercado de obrigações, o qual devolveu aos investidores um retorno total de 33,2%. Setor de retalho volta a exibir a melhor performance Analisando o comportamento dos diferentes segmentos do mercado imobiliário, com base nos dados registados, o IPD sugere que o mercado imobiliário tem estado a evoluir a dois ritmos: é que embora a tendência de melhoria seja transversal a praticamente todas as classes de ativos (com exceção do Industrial, que não melhorou face a 2013), é também evidente que a performance do setor de retalho supera largamente as restantes, impulsionando o retorno total do imobiliário. Os investidores que apostaram no retalho obtiveram um retorno total de 11,7% em 2014, refletindo um retorno das rendes de 6,4% e uma valorização de capital na ordem dos 5,0%. O imobiliário português devolveu um retorno de 7,2% em 2014 Valores que comparam com os retornos totais de 2,3% devolvidos pelos escritórios (com 5,2% e -2,8 nas componentes de rendas e valorização de capital), de -0,1% pelo industrial (4,1% e -4% nas componentes de rendas e valorização de capital), de 3,5% pelo residencial (registando retornos de 3,9% e de -0,5% nas rendas e valorização de capital) e de 4,3% pelos outros (cujas componentes de rendas e de valorização de capital se fixaram nos 5,7% e -1,3%, respetivamente). O Índice Imobiliário Anual Português do IPD baseia-se numa amostra de 786 ativos imobiliários com um valor de avaliação de milhões de euros à data de 31 de dezembro de Participam no Índice 21 investidores institucionais, num total de 31 veículos de investimento imobiliário. PUBLICIDADE Os Serviços Técnicos da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) oferecem aos proprietários urbanos um conjunto integrado de soluções de prevenção, manutenção, reparação e reabilitação de imóveis. Os Serviços Técnicos da ALP são complementados por uma oferta transversal de soluções que abrangem toda a área do património edificado, desde Gestão de Imóveis, Gestão de Condomínios e Serviços Jurídicos. Para mais informações: telefone: Visite-nos em

4 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Americanos da Lone Star tomam posse de Vilamoura DR Volvidos mais de 40 anos desde a sua fundação, o empreendimento de Vilamoura inicia uma nova etapa da sua vida em 2015, com a mudança da sua propriedade para as mãos da Lone Star Susana Correia A informação foi publicamente anunciada pelos norte-americanos da Lone Star, que adquiriram o empreendimento algarvio através do fundo Lone Star Real Estate Fund III. A imprensa avançou ontem que o valor da operação foi de 200 milhões e fontes oficiais ligadas ao negócio garantem que se trata de uma das maiores transações envolvendo ativos imobiliários de turismo concluída em Portugal na última década. As negociações foram iniciadas há largos meses, quando no âmbito da sua estratégia de desinvestimento em imobiliário o seu (anterior) proprietário, o banco espanhol Catalunya Banc, colocou oficialmente Vilamoura no mercado. Dada a sua complexidade, o processo foi assessorado pelas equipas da consultora CBRE na Península Ibérica e, segundo fontes do mercado, as negociações terão sido muito renhidas já que pela sua notoriedade, dimensão e qualidade este foi um ativo que despertou o interesse de grandes casas de investimento internacionais. O Banco Português O Valor da venda terá ascendido a 200 milhões Santander Totta atuou como consultor e parceiro financeiro da Lone Star, cuja proposta foi a vencedora e culminou na compra da Garvecat (que é a empresa responsável pelo desenvolvimento do resort de Vilamoura) à Corporación Bética e Algarvetur Na perspetiva de Juan Pepa, diretor da Lone Star para Espanha e Portugal, Vilamoura representa uma oportunidade única para os investidores internacionais que queiram capitalizar a partir da recuperação em curso de Portugal e dos seu setor imobiliário. Investimento no resort é para continuar Em nota oficial enviada à imprensa, a nova proprietária fez saber que tem um plano de investimento a longo prazo para fortalecer e reanimar o resort algarvio, e que será executado por uma equipa liderado por Paul Taylor, como CEO da Garvecat. Um dos principais destinos turísticos do sul da Europa, e sobejamente conhecido pelos seus campos de golfe, o resort de Vilamoura abrange mais de hectares e desenvolve-se em torno de uma marina com 825 postos de amarração. Iniciado ainda na década de 1960, pela mão do conhecido empresário André Jordan, Vilamoura conta ainda com uma significativa capacidade de expansão. Esta segunda fase do projeto, designada por Vilamoura XXI, contempla cerca de m² de área de construção edificável, destinada à hotelaria e a projetos de turismo, nos quais se inclui o projeto da Cidade Lacustre e mais de unidades residenciais. Francisco Sottomayor, Head of Development da CBRE Portugal, reconhece que este se tratou de um negócio extremamente complexo, não só pela sua dimensão, mas pela própria tipologia do ativo em causa: um grupo de empresas com um conjunto muito diversificado de ativos, incluindo uma grande bolsa de terrenos para promoção, a concessão da melhor marina Portuguesa e ainda um conjunto significativo de produto já edificado. A CBRE contou neste processo com o apoio da sua participada Neoturis, uma das principais consultoras na área do turismo em Portugal. DR A venda dos primeiros lotes do resort Quinta das Lameiras Village, em Figueiró dos Vinhos, já arrancou Mainland quer colocar Figueiró dos Vinhos no mapa internacional Graças ao desenvolvimento do novo resort Quinta das Lameiras Village, a promotora imobiliária Mainland quer colocar Figueiró dos Vinhos no mapa internacional. Susana Correia Numa altura em que a compra e venda de casas a estrangeiros é um dos principais dínamos do mercado imobiliário português, a promotora Mainland não quer perder esta janela de oportunidade e acaba de lançar um novo projeto direcionado para o turismo residencial. Trata-se do Quinta das Lameiras Village, que ficará localizado no concelho de Figueiró dos Vinhos e que terá como clientesalvo os cidadãos estrangeiros, nomeadamente os franceses, que podem usufruir de incentivos fiscais no nosso país, caso do incentivo para residentes não-habituais, além de cidadãos oriundos de outros países de dentro e fora da Europa, conta David Coimbra, responsável da Mainland. Globalmente avaliado em 70 milhões de euros, o Quinta das Lameiras Village contará com todas as valências típicas de um aldeamento turístico, será implantado numa área total de m². Prevê uma área de construção total de m², incluindo 108 lotes destinados à construção de vivendas e um hotel, bem como uma infraestrutura denominada Casa do Artista, além de vários equipamentos de apoio e lazer. Programado para obter a classificação de quatro estrelas, este último deverá assumir o formato de um boutique-hotel e, diz o responsável da Mainland, já há uma mar- ca interessada na sua exploração. Nesta fase a empresa promotora procura ativamente parceiros para o desenvolvimento do resort, até porque o objetivo estabelecido no plano de negócios é fazer todo o empreendimento recorrendo a capitais próprios ou através da venda de participações a outros investidores, ou seja, sem recurso ao financiamento junto da banca, contou o responsável da Mainland. Uma das ideias mais fortes, conforme contou David Coimbra, é associarmo-nos a uma construtora, que assegure a construção das moradias, ao passo que a Mainland concentra os seus esforços nos processos de promoção e comercialização. As vendas dos primeiros lotes já arrancaram e, diz David Coimbra, estão a correr bem : já foi vendido um lote, e temos outros já em fase final de negociação. O responsável conta ainda que a nossa perspetiva é vender os lotes que integram o Aldeamento 1 até ao final do Verão. Outra opção será adquirir uma casa já construída, cujos preços irão variar entre a euros em função da área de construção. O objetivo do promotor é que a fase de construção possa arrancar no segundo semestre de 2015, o que David Coimbra atesta. A construção das infraestruturas poderá ter início ainda este ano, após o levantamento do respetivo alvará.

5 ESTE MÊS TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A BONS NEGÓCIOS MÊS DAS OPORTUNIDADES MILLENNIUM. É PARA AVANÇAR. 10% DE DESCONTO SOBRE O PREÇO DE CATÁLOGO PARA IMÓVEIS NÃO RESIDENCIAIS E 5% DE DESCONTO NOS IMÓVEIS RESIDENCIAIS ESCRITURADOS ATÉ 30 DE JUNHO DE ATENDIMENTO PERSONALIZADO 10H-22H CUSTO MÁXIMO POR MINUTO: 0,10 PARA CHAMADAS A PARTIR DA REDE FIXA E 0,25 PARA CHAMADAS A PARTIR DA REDE MÓVEL. ACRESCE IVA.

6 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Imobiliário português mostra-se em certame Sénior em Paris O Salon des Seniors, uma das mais importantes feiras francesas dedicadas ao público senior, vai ter um stand com imobiliário português Internacionalização O mercado francês tem vindo a ganhar terreno entre estrangeiros que compram casa em Portugal e, com essa realidade como pano de fundo, o Millennium bcp, umas das instituições da Banca que mais tem dinamizado a área de venda de imóveis, volta a apostar neste mercado para promover a sua oferta imobiliária e financeira, bem como impulsionar a oferta de alguns promotores parceiros com produtos imobiliários relevantes para este público. O Banco aposta desta vez no Salón des Séniors, em Paris, marcando presença indireta através da sua parceria com o Banque BCP e também com a mediadora DE BRI- TO Properties. Este salão é um dos maiores do género em França, recebendo cerca de 45 mil pessoas em 4 dias, e realiza-se este ano, entre os dias 9 e 12 de abril, no espaço da Porte de Versailles, em Paris. Adelaide Amaral, do Marketing da Direção de Negócio Imobiliário do Millennium bcp, explica que, ainda que se trate de um evento focado na prestação de informação e conselhos úteis sobre ocupação de tempos livres, saúde ou turismo, para mostrar Portugal e as circunstâncias que tornam este país atrativo para os franceses, o imobiliário é um ponto de referencia De acordo com César de Brito, que é sócio gerente da DE BRITO Properties - mediadora que trabalha apenas com o mercado francófono e que estará nesta feira - esta é a forma mais eficaz de contatar diretamente com a população com mais de 55 anos em fase de reforma ou pré-reforma, ou seja aqueles que mais consideram equacionar a expatriação para Portugal. E também para o Millennium bcp este é, sem dúvida, o público alvo a cativar no contexto da compra de habitação em Portugal. No entanto, na mira estão também outras classes etárias que possam visitar a feira na procura de soluções para o futuro, como filhos dos que são agora seniores, os quais devem ser alertados para as questões atuais e repercussões futuras como herdeiros de Património, quer em Portugal, diz Adelaide Amaral. O Regime de Residente Não Habitual, que atribui benefícios fiscais a O Salon des Seniors decorre em Paris a partir de amanhã e até dia 12 estrangeiros que residam em Portugal durante pelo menos 183 dias num ano, tem sido um dos principais atrativos de compradores franceses para o imobiliário português e, de acordo com as contas de César de Brito, em 2014 este incentivo permitiu atrair o investimento em imóveis e deslocalização de perto de franceses. Aliás, diz Adelaide Amaral, estamos nesta feira com imóveis porque existe um regime fiscal que atribui vantagens muito significativas aos Residentes Não Habituais que solicitem residência fiscal em Portugal. Mercado francês tem espaço para crescer Quer Adelaide Amaral quer César de Brito reconhecem que as compras de imóveis por franceses têm ainda bastante espaço para crescer, dado as vantagens do país como destino face à concorrência. Portugal, comparativamente com outros países, tem os preços de compra de casa muito atrativos, diz Adelaide Amaral, para quem a distância entre Portugal e França, o clima, contexto social e gastronomia do nosso país, entre outros atributos, continuam a ser fatores apelativos para os franceses. Também César de Brito reconhece que estes fatores, além da qualidade e custo de vida, são motivadores para os franceses, que ainda assim conhecem pouco Portugal. Só agora, estes compradores começam a ver em Portugal a oportunidade de usufruir dos benefícios fiscais que o Estado Português lhes concede e por isso espera que França possa este ano subir do 3º para o 2º lugar no investimento estrangeiro em Portugal, o qual é atualmente ocupado por chineses. O profissional destaca a visão estratégica do país na implementação desta lei (residentes não habituais), e considera que dever-se-ia estender a FAUST FAVART campanha de divulgação de benefícios a outros países europeus e implementá-la com o sucesso que teve em França através da Câmara de Comércio e Indústria Franco- Portuguesa. Presença multifacetada Conforme explica Adelaide Amaral, esta oportunidade de levarmos imóveis do Banco (a esta feira) surgiu da relação muito próxima entre o Millennium bcp e o Banque BCP, tendo em conta a já recorrente interação entre as duas entidades na promoção de Portugal e da oferta financeira e imobiliária que ambas desenvolvem há já algum tempo, detalha. A presença vai contemplar, entre outras iniciativas, um stand, que tem uma localização prime, logo à entrada da feira, nas palavras de César de Brito. O espaço é partilhado entre o Banque BCP e a DE BRITO Properties, acolhendo um conjunto de imóveis, sobretudo localizados em Lisboa e no Algarve e maioritariamente de habitação. Procurámos, em conjunto com a DE BRITO Properties, selecionar imóveis que fossem ao encontro dos interesses do público alvo deste salão, diz Adelaide Amaral, que detalha que estes imóveis abrangem tanto ativos detidos pelo Banco como por parceiros seus. César de Brito acrescenta ainda que, além dos empreendimentos em Lisboa e Algarve apresentados em parceria com o Millennium bcp, mais 7 empreendimentos de promoção privada, ainda em fase de construção, localizados em Lisboa, Costa do Estoril, Costa Alentejana e Porto. Além disso, serão também divulgadas soluções de investimento e de gestão quotidiana, incluindo de contas, cartões ou seguros, criadas propositadamente pelo Banco para os clientes estrangeiros, diz Adelaide Amaral, até porque os franceses, não sendo o compradores estrangeiros mais dinâmicos de imóveis do Millennium bcp, já o são em termos de abertura de contas, em especial no Algarve, refere, acrescentando que o Banco espera que o investimento que estamos a fazer, de forma integrada em França, quer com o Banque BCP, que com outras entidades, venha a cumprir os objetivos. Um dos pontos altos desta participação indireta será a conferência promovida pela DE BRITO Properties e pelo Banque BCP sob o tema Viver a sua Reforma em Portugal, onde se espera a afluência de cerca de 200 pessoas. O evento tem lugar no dia 10, pelas 11 horas, na Sala JFK, e pretende apresentar o mercado imobiliário residencial português, além de todas as questões fiscais, legais, ou seja, tudo o que é considerado relevante para os franceses que olham para Portugal como país de residência por efeito dos benefícios fiscais associados, diz Adelaide Amaral. Além disso, a DE BRITO Properties vai lançar durante esta feira o portal imobiliário Acheter au Portugal.com. O Portal está destinado a selecionar os melhores bens dos pro motores e instituições bancárias do país, assim como desenvolver parcerias com outras mediadoras nacionais, explica César de Brito, que é fundador deste portal imobiliário para franceses.

7 IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Oportunidades 07 Oportunidades Imobiliário Preços reforçam subida estendendo-se ao Grande Porto Os resultados do RICS/Ci PHMS de Fevereiro de 2015 apresentaram uma maior, ainda que modesta, recuperação dos preços das casas ao longo do mês. No sector de arrendamento, as expetativas relativas a rendas mostraram-se positivas pela primeira vez desde o início da série, que remonta a A melhoria consistente da atividade de venda começou a traduzir-se numa ligeira recuperação dos preços, que registaram um aumento por dois meses consecutivos. Além do mais, todas as regiões estão agora a registar ligeiros ganhos nos preços, com o Porto a registar uma leve subida pela primeira vez nos quatros anos de existência do inquérito Portuguese Housing Market Survey Mercado de Compra e Venda Expectativas sobre preços Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis (atendimento personalizado das 10h-22h). Custo máximo por minuto: 0,10 para chamadas a partir da rede fixa e 0,25 para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. APARTAMENTO T3 Ref.ª: Preço: Concelho: Portimão Freguesia: Portimão Localização: Praia da Rocha Avenida V3 - Bloco A Nascente 10º Andar Área: 142 m² Ano: 2009 Classe Energética: D Set Mercado de Arrendamento Expectativas sobre rendas 10 Fev MORADIA T4 Ref.ª: Preço: (Valor de campanha até 31/05/15)* Concelho: Albufeira Freguesia: Albufeira e Olhos de Água Localização: Rua Oliveira Martins (Areias de São João), Casa Coral, s/n Área: 215 m² Ano: 1985 Classe Energética: C Out Expectativas no Mercado de Compra e Venda e no de Arrendamento Fevereiro de 2015 Fev MORADIA T3 Ref.ª: Preço: (Valor de campanha até 31/05/15)* Concelho: Loulé Freguesia: Quarteira Localização: Urbanização Vila Sol - Alto do Semino, Lt. F4, BLOCO P, Ala NORTE, Moradia 39 Área: 204 m² Ano: 2009 Classe Energética: B Compra e Venda Arrendamento Nota: resultados em saldos de respostas extremas (ver mais no site da Ci A Confidencial Imobiliário (Ci) é uma revista de Market Intelligence, especializada na produção de estatísticas sobre imobiliário, orientadas para profissionais. Saiba mais em Fonte: RICS/Confidencial Imobiliário Nacional Grande Lisboa Grande Porto Algarve Atividade Preços Atividade Preços MORADIA T3 Ref.ª: Preço: (Valor de campanha até 31/05/15)* Concelho: Tavira Freguesia: Conceição e Cabanas de Tavira Localização: Rua Doutor José Francisco Teixeira de Azevedo, 2 R/C Área: 165 m² Ano: 2010 Classe Energética: D *Acresce 10% de desconto sobre o preço de catálogo para imóveis não residenciais e 5% de desconto nos imóveis residenciais escriturados até 30 de junho de 2015.

8 08 Reabilitação Urbana IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Semana da Reabilitação Urbana anima Lisboa a partir de segunda-feira É já na próxima segunda-feira, dia 13, que a reabilitação urbana voltar a ativar a cidade de Lisboa. A II Semana da Reabilitação Urbana Lisboa decorrerá até 19 de abril no histórico edifício da Sociedade de Geografia de Lisboa Susana Correia /Ana Tavares A II Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa será palco de um conjunto de iniciativas que pretendem incentivar o debate e dinamizar as vivências em torno deste movimento. Co-organizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, o evento está pela segunda vez a decorrer em Lisboa. Durante a Semana da Reabilitação Urbana Lisboa 2015, os visitantes e participantes podem esperar diversas ações e eventos, incluindo conferências, tertúlias, workshops e exposições, passeios pedestres e de barco e ainda a entrega do III Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. A Sociedade de Geografia de Lisboa, na Rua das Portas de Santo Antão, será o palco das diversas iniciativas realizadas no âmbito da Semana da Reabilitação Urbana além de acolher o espaço da Reabilitação Urbana, que reunirá empresas e entidades atuantes na reabilitação urbana e que pretende ser uma área essencial de networking. No programa de conferências, que decorrem de 13 a 17, com duas sessões por dia, o primeiro dia acolhe a sessão de abertura do evento, pelas 15h, que conta com a presença de Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.; bem como de António Gil Machado, diretor da Vida Imobiliária, Luís Aires Barros, presidente da Direção da Sociedade de Geografia, Luís Fernandes, presidente da ATIC, e Manuel Reis Campos, presidente da CPCI. Nesta CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA A Sociedade de Goegrafia de Lisboa acolhe o evento agenda de conferências da Semana da Reabilitação Urbana serão debatidos os temas que mais importam na atualidade na área da reabilitação urbana como o incontornável pacote de financiamento comunitário Portugal 2020, o arrendamento, a nova lei dos solos, novos veículos de investimento e o efeito da fiscalidade, energia, turismo e comércio assim como o posicionamento da cidade de Lisboa neste movimento. Também as atividades paralelas vão ser variadas e complementarão o leque de atividades que são, na sua maioria, de acesso livre e gratuito, com destaque para os passeios pedestres LisNova-LisVelha (14 a 19 de abril); os passeios de barco Reabilitação by Boat, de 17 a 18 de abril, ou o Archikidz, que no dia 19 pelas 15h convida os mais novos a serem arquitetos por um dia. A Semana da Reabilitação Urbana afirma-se já como o mais importante evento nacional de ativação do movimento de regeneração e renovação urbana e urbanística em Portugal, aglomerando um vasto apoio do setor público e privado. A II Semana da Reabilitação Urbana Lisboa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, que se associa ao evento de forma abrangente. No setor empresarial, associam-se a Schmitt+Sohn Elevadores, Secil, e Ecociaf; o Montepio, Weber, Sanitana, Grupo Sanjose, Cari Construtores, Constru, CBRE, Cushman & Wakefield, Osvaldo Matos e Luz e Som. Nos patrocínios institucionais alinham a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o InCi, o IHRU, o LNEC, a ALP e a ATIC. PUBLICIDADE

9 REABILITAR + AUFZÜG Especialistas em Reabilitação. O Centro de Competências REABILITAR desenvolve soluções técnicas específicas para os desafios e constrangimentos da reabilitação urbana. Desafios exigentes originam produtos excelentes. Claros na forma e na função. Energeticamente eficientes. Qualidade máxima para uma arquitectura exigente.

10 10 Reabilitação Urbana IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Indústria de cimento realiza Jornadas bienais na Semana da Reabilitação A ATIC - Associação Técnica da Indústria de Cimento escolheu a Semana da Reabilitação Urbana para realizar a edição de 2015 das suas Jornadas. O evento tem lugar nos dias 13 e 14 de abril Ana Tavares O evento promovido pela ATIC, num ano em que esta associação assinala meio século de existência, terá lugar no dia 13 à tarde e no dia 14 na parte da manhã, incidindo sobre o tema da Reabilitação Urbana. Gonçalo Salazar Leite, Presidente do Conselho Executivo da ATIC, refere que serão abordadas as iniciativas e o contributo estratégico da indústria cimenteira para a construção sustentável, visando em particular os benefícios proporcionados em contexto de Reabilitação Urbana. O responsável acrescenta ainda que as Jornadas pretendem ser o palco no qual, através da troca de conhecimento e experiência, novos indicadores / soluções aparecem no âmbito da Reabilitação Urbana. Além disso, Gonçalo Salazar Leite destaca também o facto de o evento contar com um grupo de prestigiados oradores nas mais diversas áreas. Arturo Malingre, Diretor da Semana da Reabilitação Urbana, frisa que estas Jornadas são bastante importantes para o evento, já que contribuem, de forma significativa, para uma agenda multidisciplinar e de qualidade, que é um dos nossos objetivos primeiros. Esta associação da ATIC à Semana, mostra que a indústria do cimento está alinhada com as preocupações e desafios da reabilitação urbana, com um consenso cada vez maior em torno deste tema, sendo a Semana o palco que melhor reflete essa realidade. Jornadas marcam dia inaugural da Semana Parte integrante da agenda central de conferências da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa 2015, as Jornadas ATIC marcam precisamente o dia de arranque deste evento multidimensional focado na reabilitação urbana, o qual decorre entre os dias 13 e 19 de abril, na Sociedade de Geografia de Lisboa, na Rua das Portas de Santo Antão. Este será precisamente o palco do encontro promovido pela ATIC e que terá início pelas 16 horas do dia 13 de abril, com abertura a cargo do Gonçalo Salazar Leite, Presidente do Conselho Executivo da ATIC. Neste primeiro dia, o evento abordará as iniciativas e contributo estratégico da indústria cimenteira para a construção sustentável, visando em particular os benefícios proporcionados em contexto de reabilitação urbana. Reunem-se neste dia inicial das Jornadas, um conjunto de oradores que inclui nomes como João Pedro Falcão de Campos ou Nuno Lacasta, além de Maria João Azancot e Luís Fernandes, ambos da ATIC, este último que em conjunto com Carlos Carreiras, encerrará a sessão do primeiro dia das Jornadas ATIC. As Jornadas retomam no dia 14, às 10 horas, sendo esta sessão mais focada na apresentação de casos práticos de referência na área da reabilitação urbana, com destaque para os produtos e soluções providenciadas pela indústria cimenteira. A reabilitação de equipamentos públicos como os Tribunais, mas também de iniciativa privada, será complementada com a visão sobre a reabilitação dos edifícios da Fundação Calouste Gulbenkian, ou ainda da Sede do Banco de Portugal, que serão alguns dos casos analisados neste segundo dia das Jornadas ATIC. O contributo deste material para o sucesso, na concretização do projeto e realização de obra, será o ponto de partida para o debate que irá proporcionar a troca de conhecimento e experiência entre Para Gonçalo Salazar Leite, Presidente do Conselho Executivo da ATIC, as Jornadas pretendem ser o palco no qual, através da troca de conhecimento e experiência, novos indicadores / soluções aparecem no âmbito da Reabilitação Urbana. os vários intervenientes no processo de reabilitação urbana. Esta segunda sessão terá a participação do Fernando Santo, na qualidade de curador, integrando ainda nomes como Joaquim Cardoso, João Moura Santos, Teresa Nunes da Ponte, Rui Furtado Marques e João Appleton. As Jornadas ATIC encerram pelas 13 horas, com a palavra do Presidente do Conselho Executivo da Associação, Gonçalo Salazar Leite. Novo conceito de evento desde 2011 As Jornadas ATIC ganharam desde 2011 um novo formato, dando seguimento aos encontro bienais realizados pela Associação Técnica da Indústria do Cimento nas décadas de 80 e 90. De acordo com Gonçalo Salazar Leite, a indústria cimenteira pretendeu, com este novo formato, que foi já adotado em 2011 e 2013 e agora em 2015, que o evento se assuma como o evento das aplicações de cimento e betão na arquitetura e na engenharia. As Jornadas ATIC têm tido a capacidade de se adaptar aos novos desafios que os stakeholders na área da construção enfren- ATIC Na edição de 2015, a ATIC realiza as suas Jornadas, de caráter bienal, como parte integrante da agenda da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa 2015 tam, esclarece ainda o Presidente do Conselho Executivo da Associação. Em 2011 o tema abordado foi a Sustentabilidade na Construção e na edição de 2013, o mote foi dado, à semelhança do que acontece com a edição de 2015, também pela Reabilitação, tendo este último foco nos desafios nesta área; na inovação e financiamento; e ainda abordando casos de referência de projetos de reabilitação. E de acordo com aquele responsável, foi uma aposta ganha, já que se verificou uma adesão significativa ao evento, o que permitiu uma troca de experiências importante e transversal em várias áreas, no âmbito da reabilitação. A ATIC deu nota ao Público Imobiliário que participaram na última edição das suas Jornadas, em 2013, donos de obra, prescritores, projetistas, empresas de construção e fiscalização, professores e estudantes de arquitetura e engenharia, laboratórios de construção, instituições de qualidade e sustentabilidade, associações na área da construção e administração pública, entre outras áreas. Esta grande diversidade atesta o interesse gerado pela iniciativa, conclui.

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12 12 Prémio Nacional de Reabilitação Urbana IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Prémio Nacional de Reabilitação Urbana entregue para a semana É já no dia 15 de abril que são conhecidos os vencedores da 3ª edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. Depois de iniciarmos a apresentação de candidatos a 18 de março, concluímos nesta edição a listagem dos projetos. Ana Tavares O evento de divulgação e reconhecimento dos vencedores terá lugar no Palácio Nacional de Queluz, integrando a agenda de eventos paralelos da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa Nesta 3ª edição do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, concorrem um total de 51 projetos localizados em 17 concelhos de Portugal, abrangendo desde o Minho ao Algarve. Apresentámos já a 18 de março, 16 desses candidatos, cobrindo as categorias de Comércio & Serviços e de Impacto Social. Apresentamos hoje os restantes candidatos na área de Impacto Social, a categoria de Habitação e a de Turismo. O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é organizado pela Vida Imobiliária e pela Promevi, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e distingue, anualmente, os melhores projetos de reabilitação urbana em Portugal, abarcando quer intervenções em edificado quer em espaço público, e contemplando iniciativas públicas e privadas. A iniciativa conta também com o Alto Patrocínio do Governo de Portugal, concedido através da Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza. Nos apoios institucionais, alinham a Ordem dos Arquitectos, a União das Misericórdias Portuguesas, o InCi, a CPCI e a AHP. No âmbito empresarial, associam-se a Schmitt+Sohn Elevadores, a Aguirre Newman, a Adene e a Caixa Geral de Depósitos, a Revigres e a Sanitana River House Uso Turístico Porto Concluído Maio 2014 Trata-se de um edifício século XVIII com 6 pisos, localizado no Muro dos Bacalhoeiros, no Porto, que se encontrava totalmente devoluto. Depois de executado, o projeto de arquitetura assinado por Adriana Floret, da Floret Oficina de Arquitetura, foi aqui instalada uma unidade de alojamento que ocupa um lote de apenas 72m 2. O promotor é a Teaandtea, e a obra foi executada pela Weeplan. Bessa Hotel Liberdade Uso Turístico Lisboa Concluída Dezembro 2014 Situado na conhecida avenida lisboeta que lhe dá nome, o Bessa Hotel Liberdade resulta da fusão de 2 edifícios e de um projeto de arquitetura assinado pela MVentura & Partners, com a obra executada pela Casais. É promovido pela BBON, e acolhe agora uma unidade hoteleira com 113 quartos, depois de vários anos sem qualquer utilização e em risco de ruína. Tem frente para a Avenida da Liberdade e acesso lateral pela Travessa da Glória. Fábrica do Chocolate Uso Turístico Viana do Castelo Concluída Junho 2014 Promovido pela Na Rota do Chocolate, o projeto Fábrica do Chocolate aproveita parte das antigas instalações da antiga fábrica de chocolate Avianense. O projeto de arquitetura é de Rui Jorge Branco Cavaleiro e Carina Quintas Viana, que previu a recuperação das estruturas existentes, não esquecendo a temática do chocolate. A obra deste espaço de lazer e educativo foi executada pela Vodul. Hotel Além da Ponte (Casa 9 e 24) Uso Turístico Ponte de Lima Este projeto inclui 2 edifícios, a Casa 9 e a Casa 24, ambos situados no Largo da Alegria, anfitrião deste conjunto. Os hotéis funcionam num regime de complementaridade de serviços e a decoração de ambos remete para Ponte de Lima, mas com diferentes pontos de vista. O projeto é promovido pela autarquia de Ponte de Lima, e resulta de um projeto arquitetónico de J. M. Carvalho Araújo, executado pela AMC e Construções Refoiense. Hotel do Parque Uso Turístico Braga Concluído Junho 2014 Situado no Monte do Bom Jesus e promovido pela Hotéis do Bom Jesus, o Hotel do Parque surge da renovação da antiga unidade hoteleira, um edifício com 4 andares onde agora funciona uma unidade de 4 estrelas. As mudanças passaram pela mudança da receção para o 1º piso, pela criação de uma sala de conferências ou por uma nova entrada. O projeto é do arquiteto Paulo Machado, da Aris Arquitetos Associados, e o construtor João Fernandes da Silva. Mercure Braga Centro Uso Turístico Braga Concluído Maio 2013 As desatualizações de decoração e conforto do edifício, trazidas pelo passar dos anos, motivaram o inicio da recuperação. A intervenção de reabilitação nos 132 quartos e das áreas comuns incluindo as salas polivalentes, de reunião e restaurante, aconteceu sempre com o hotel em funcionamento. O projeto, promovido pela Maxitur Empreendimentos Turísticos, é assinado pelo gabinete Newparth. O construtor é a Cari Construtores. Hotel Moov Évora Uso Turístico Évora Promovido pela Endutex Hotéis, este projeto teve como principal preocupação salvaguardar e valorizar o património envolvente. O terreno chegou a ser ocupado como cerca do antigo convento de Nª Srª das Mercês ou como oficina de automóveis, construções estas que foram desmontadas. O hotel possui três pisos e oferece um total 80 quartos. O projeto de arquitetura é da autoria de Rosário Rodrigues, Nelson Almeida e Luís Almeida. A obra ficou a cargo da Construções Gabriel A. S. Couto. Hotel Portugal Uso Turístico Lisboa Concluído Janeiro 2014 Situado na Rua João das Regras, no centro histórico da capital, o Hotel Portugal foi remodelado e requalificado num projeto da GRCA Arquitetura e Engenharia,promovido pela Sotelmo e executado pela construtora UDRA. O edifício data do século XVIII e situa-se no limite norte do Plano da Baixa Pombalina, e encontrava-se em avançado estado de gradação depois de várias recuperações e alterações mal sucedidas.

13 IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 13 Hotel Santa Justa Uso Turístico Lisboa Concluída Abril 2013 Este hotel resulta da demolição e reconstrução de 2 edifícios históricos na baixa de Lisboa, reconvertidos numa unidade de 4 estrelas, junto ao emblemático elevador de Santa Justa, um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. Tem 7 pisos acima da cota de soleira e um total de 55 quartos. O projeto arquitectónico é da autoria da Nuno Leónidas Arquitetos, executado pela Cari Construtores, com promoção imobiliária da Falabela. Monte Belvedere Hotel Uso Turístico Lisboa Concluído Agosto 2014 Esta unidade hoteleira situa-se no mítico Bairro Alto, resultando da transformação e adaptação de um edifício de habitação num pequeno hotel, tirando partido da sua localização turística. Tem 4 pisos, 2 deles dedicados ao alojamento, e deverá ter 13 quartos aqui instalados. O projeto da obra é da autoria de Mário Rui Pereira da Silva, executado pela Flores & Gomes e promovido pela Medisafra. Hotel Vincci Porto Uso Turístico Porto Concluído Novembro 2014 Promovido pela Falopin Hoteis, o Hotel Vincci Porto resulta da requalificação do edifício do antigo Frigorífico do Peixe/Bolsa do Pescado, cuja preservação da identidade foi tida em conta, mantendo os elementos que mais identificam esta arquitetura. O projeto de arquitetura tem assinatura de José Carlos Cruz, e foi executado pela construtora Lucios, concluído em novembro do ano passado. Ozadi Tavira Hotel Uso Turístico Tavira Concluído Maio 2014 Um projeto promovido pela Gracer, o Ozadi Hotel aproveitou o edifício existente preservando todos os elementos mais caraterísticos da construção dos anos 70, como as carpintarias, varandas ou gelosias. A reabilitação apostou essencialmente nos interiores. O projeto de arquitetura é de Pedro Campos Costa, e a obra foi executada pela Alves Ribeiro, num investimento de 4,5 milhões de euros, co-financiado pelo QREN. The Independente Suites & Terrace Uso Turístico Lisboa Concluída Outubro 2014 Situado na Rua de São Pedro de Alcântara, no coração turístico da cidade, o The Independente Suites & Terrace é promovido pela MBD. Surge depois da requalificação deste edifício, que teve como principais preocupações proteger, recuperar e valorizar o património histórico da cidade. O projeto de arquitetura é assinado por Tomaz d Eça Leal, executado pela construtora Luzecon. Valverde Hotel Uso Turístico Lisboa Concluído agosto 2014 Situado em plena Avenida da Liberdade, o Valverde Hotel resulta da reabilitação dos números 160 a 164 desta rua, seguindo um projeto arquitetónico de Fernando Pinheiro, Ana Margarida Silva, Vera Gomes e Teresa Silva, executado pela Udra/Salvaria. O antigo prédio de rendimento do século XIX deu lugar a um hotel de charme de 5 estrelas, que preserva os elementos da época. O projeto é promovido pela Imofomento. Centro de Apoio Social do Pisão Impacto Social Cascais Concluído Novembro 2014 Este Centro de Apoio Social situase em Alcabideche, num edifício onde funcionavam 3 áreas distintas: sala escola, sala de formação, e espaço de arrecadação, todos com graves problemas de degradação e de acessibilidade, o que motivou a obra. A reabilitação do espaço foi promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Cascais e executada pela Joaquim Alves, Lda. Durante a obra, fizeram-se vários achados museológicos. Sítio do Fado na Casa da Severa Impacto Social Lisboa Concluída Fevereiro 2013 No coração da Mouraria, esta obra, promovida pela Câmara Municipal de Lisboa, transformou um edifício de habitação municipal no Largo da Severa num equipamento cultural e de lazer. O projeto é do arquiteto José Adrião e a execução da ARADA Engenharia e Gestão de Empreitadas e da Manindústria, e transformou este espaço num 2º polo do Museu do Fado. O interior do edifício foi demolido, e o seu exterior preservado, mantendo a sua identidade. Conheça o Júri O Júri do Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é integrado por cinco personalidades das áreas de economia, arquitetura, engenharia e imobiliário, de reconhecido mérito. Independente e soberano nas suas decisões, ao Júri caberá decidir os vencedores em cada uma das categorias. Augusto Mateus Economista e professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), é ainda presidente da sociedade de consultores Augusto Mateus & Associados, investigador e coordenador de múltiplos estudos de macroeconomia e de política económica, de avaliação de programas e políticas públicas e de competitividade de empresas e regiões. João Carlos Santos É arquiteto, doutorando pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, no perfil de Património Arquitectónico. A sua carreira profissional foi desenvolvida desde 1989 ao serviço do Estado Português. Desde Fevereiro de 2013 desempenha as funções de Subdiretor Geral da Direção Geral do Património Cultural. João Pedro Falcão de Campos Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa em 1984, abre o seu próprio atelier em Colabora como atelier associado, com o arq. Álvaro Siza de 1993 a 2003 e com o arq. Gonçalo Byrne desde Professor convidado no curso de Arquitectura do Instituto Superior Técnico, desde 2004, e no curso ETS de Arquitectura da Universidade de Navarra, Pamplona desde Manuel Reis Campos Presidente da Direção da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas AICCOPN. Licenciou-se em Engenharia Civil pela FEUP. Entre outras empresas a que está ligado é Presidente do Conselho de Administração da SORI Sociedade de Reabilitação de Imóveis, S.A.. Preside ainda à Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, entre cargos noutras entidades. Vasco Peixoto de Freitas Professor Catedrático de Construções, Diretor do Laboratório de Física das Construções - LFC e do curso de Estudos Avançados em Reabilitação do Património Edificado. A partir de 1986, exerce actividade como profissional liberal independente, passando em 1998 a exercer atividade de consultoria na sociedade designada Prof. Eng.º Vasco Peixoto de Freitas, Lda.

14 14 Prémio Nacional de Reabilitação Urbana IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Candidatos ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana Apartamento JAA Uso Residencial Lisboa Concluído em Setembro 2013 Localizado na Rua Joaquim António de Aguiar, no centro de Lisboa, o apartamento JAA é o resultado da reabilitação de um apartamento num prédio dos anos 30. Promovida por Lucy e Matheiu Gerardin e com a assinatura do arquiteto João Alexandre Góis, a reabilitação deste apartamento ficou a cargo, em termos construtivos da AMA (Casa Principal) GRA- NIHOUSE (Casa de Madeira). Casa no Estoril Uso Residencial São Pedro do Estoril Concluído em Fevereiro 2014 A intervenção preservou as paredes exteriores e a antiga fachada, em respeito do valor pré-existente. O piso de entrada, destinado às zonas comuns, oferece sala de estar, cozinha e escritório. No piso superior encontram-se as zonas privadas. Uma obra promovida por Ricardo Moreno, também ele responsável pelo projeto arquitetónico, e construída pela LDA. Casa na Rua Lindo Vale Uso Residencial Porto Concluída em Junho 2014 Um edificado caraterístico do centro da cidade do Porto, a Casa localizada na Rua Lindo Vale está implantada num lote estreito e comprido, com duas frentes e três pisos e uma organização interna próxima da existente nas habitações típicas do Porto. Esta intervenção acrescentou três caraterísticas ao edificado, nomeadamente urbanidade, simplicidade e flexibilidade. Promovido por Ana Cláudia Monteiro e Vítor Oliveira, com projeto a cargo da Ergohab. Edifício Mudi Uso Residencial Lisboa Concluído em Outubro 2014 Originalmente utilizado pelos serviços administrativos dos CTT de Lisboa, este edifício oferece mais de m2. A sua reconversão e reabilitação resultaram em sete pisos: os dois inferiores são hoje um ginásio, os cinco superiores estão destinados à habitação. Promovido por BWA Buildings with Art, com assinatura do arquiteto Alexandre Castro Freire, Lda, este projeto foi construído pela ConstruOeiras - Obras Públicas e Construção Civil Lda. Edifício Gaveto R. Mouzinho da Silveira e R. da Ponte Nova Uso Residencial Porto Concluído Outubro 2014 O edifício integra a Unidade de Intervenção do Quarteirão Sementeira, inserido na área classificada como Património Mundial pela UNESCO. Os usos do edifício foram mantidos, o rés-do-chão e a sobre loja ocupada com atividade comercial e os pisos superiores destinados à habitação (tipologia T0).Promovido por Robert Hasson, com assinatura do arquiteto Filipe Oliveira Dias, Arquitecto Lda. A execução da obra ficou a cargo de 3M2P Construção e Reabilitação de Edifícios, Lda. Casa JA Casa de Santa Maria Uso Residencial Cascais Concluído em Junho 2013 Em causa está um exemplar da arquitetura de veraneio de Cascais, que se desenvolveu durante a primeira metade do século XX. O espaço exterior oferece jardim e logradouro, com destaque para o tanque em cantaria, bem como para o painel de azulejos setecentistas barrocos. Promovido pela Ganhatraço Lda., com projeto arquitectónico de Gonçalo Andrade, João Fonseca e Pedro Parracho. A construção coube a Luís Santos. Uso Residencial Guarda Concluído em Setembro2014 Localizada num bairro periférico da cidade, a área de intervenção inserese num tecido com caraterísticas rurais e urbanas. Trata-se de uma casa unifamiliar, que une, pelo interior, um volume existente de pedra existente e um volume novo de betão. Promovida por Joaquim Almeida, com assinatura dos arquitetos Filipe Pina e Maria Inês Costa, esta moradia foi construída pela empresa João Tomé Saraiva Sociedade de Construções, Lda. Edifício Habitacional do Cativo Uso Residencial Porto Concluído em Novembro 2014 O imóvel localiza-se na freguesia da Sé, zona central do Porto. A intervenção resultou em sete habitações de tipologias diferenciadas entre o T1 e o T3, oferecendo inclusive apartamentos duplex. Promovido pela empresa Campo do Meio, Sociedade Imobiliária, Lda, a intervenção conta com projeto arquitetónico de J. Bragança, M. Marques, arquitectos, Lda. A construção foi executada por Julio Lindade, Unipessoal LCC, Construções, Lda. Edifício Campo das Cebolas 43 Uso Residencial Lisboa Concluído Maio 2014 Trata-se de um edifício com mais de dois séculos, situado entre a cidade iluminista do pós-terramoto e a parte medieval da encosta da Sé e de Alfama. Na intervenção, houve a preocupação de respeitar o projeto inicial bem como os materiais utilizados e técnicas construtivas. Promovido pela Império 27, Lda, com assinatura da arquiteta Madalena Duarte Silva. A execução das obras ficou a cargo de VPS, S.A. Edifício Rua Gago Coutinho Uso Residencial Viana do Castelo Concluído Março 2014 Em causa está um imóvel de interesse municipal. A intervenção resultou em dois espaços comerciais no piso térreo, um escritório e um apartamento tipo T1 no primeiro piso e, ainda, um apartamento tipo T2 no segundo piso, com aproveitamento de sótão em mezzanine e águas furtadas. Promovido por Artur da Silva Correia, com assinatura dos arquitetos Paulo Lago de Carvalho e Susana Lages Correia. Construção a cargo de VODUL Sociedade de Construções Civis, Lda.

15 IMOBILIÁRIO 8 ABRIL 2015 Prémio Nacional de Reabilitação Urbana 15 Edifício S. Tomé Uso Residencial Lisboa Concluído Março 2014 Trata-se de um imóvel inserido na área de proteção da Igreja do Menino de Deus (Monumento Nacional desde 1918). O edifício apresenta duas épocas: uma pré-pombalina, entre o piso 0 e o primeiro piso, e outra pós-pombalina, no segundo piso e sótão. A intervenção foi promovida por LAKSHMI Sociedade Imobiliária Lda, com assinatura do arquiteto André Espinho. A construção ficou a cargo da Sociedade de Construções Gouviga Lda. buídos por três pisos, o piso térreo ficou destinado a fracções comerciais e os pisos superiores oferecem cinco apartamentos, com tipologias do T3 a T6. Uma obra promovida pelos fundos de investimento imobiliário NB Reconversão Urbana II e Lisbon Urban, este projeto foi assinado pelos arquitetos Manuel Aires Mateus e Frederico Valsassina, ficando a construção a cargo de Alves Ribeiro, S.A. freguesia de São Nicolau. O prédio é constituído por rés-do-chão destinado a comércio, 4 pisos e 1 recuado, destinados a habitação. O edifício estava em mau estado de conservação e nunca tinha sido intervencionado. Esta obra foi promovida pela Imolino Promoção Imobiliária, Lda. Com assinatura do arquiteto Paulo Andrade e construída pela Topdomus Construção e Gestão Imobiliária Lda. pátio no piso 0, dois quartos, ambos com instalações sanitárias privadas, no piso 1 e o quarto principal e instalação sanitária no sótão. Promovido pela Lisboa Ocidental SRU Sociedade de Reabilitação Urbana, EM, SA e com assinatura do arquiteto João Luís Carrilho da Graça. Construção a cargo de Lopes & Martins Engenharia, Construção e Obras Públicas. Habitação Unifamiliar Uso Residencial Póvoa de Varzim Concluída Agosto 2013 Este edifício localiza-se no Bairro da Igreja Matriz, no centro da cidade. Neste imóvel, com 650 m2, desenvolveu-se um programa habitacional de tipologia T5. A reconstrução e ampliação do edifício procurou conservar os aspectos arquitetónicos mais relevantes. Promovido por João Pedro Castro e Patrícia Linhares Pacheco, com assinatura da empresa SC Projectos, Lda (A. M. Soares da Costa e André Chiote). A construção ficou a cargo das Construções Sá e Novo, Lda. Palácio dos Condes de Murça Uso Residencial Lisboa Concluído Outubro 2014 Um edifício de interesse municipal, cuja origem remonta ao século XVII. Integra o Inventário Municipal do Património e o Núcleo Histórico da Madragoa. Com m2, distri- Prédio em Miragaia Uso Residencial Porto Concluído Fevereiro 2013 Localizado na zona histórica e frente ribeirinha do Porto, o imóvel inserese num lote de geometria irregular, assente numa escarpa granítica. Do interior pouco foi possível manter à exceção de algumas partes das escadas de granito do rés-do-chão para o primeiro piso. A obra foi promovida por António Rodrigues Gomes, com assinatura do Atelier das Formas arquitectura, pela mão de Marta Bordalo e Márcio Campos Meireles. A execução da construção ficou a cargo de ERI Engenharia S.A. Prédio Rua Sousa Viterbo Uso Residencial Porto Concluído Julho 2014 Trata-se de um edifício com cerca de 100 anos, localizado na extinta Edifício de Habitação Multifamiliar (Fachada) Uso Residencial Póvoa de Varzim Concluído Julho 2014 Em causa está um imóvel localizado na frente nobre da cidade, na marginal frente ao mar. A intervenção geral suportou-se na renovação completa dos materiais da fachada. O edifício foi construído em meados dos anos 80. A obra foi promovida pelo Condomínio do Edifício Júpiter, com assinatura da SC Projectos (A. M. Soares da Costa e André Chiote). A execução da obra ficou cargo de Vierominho II Construção e Reabilitação, Lda. Rua das Mercês, Uso Residencial Lisboa Concluído Dezembro 2014 Localizado na freguesia da Ajuda, este edifício de habitação unifamiliar está organizado em três pisos. Oferece cozinha e sala com acesso direto ao Rua do Comércio 58 e 60 Uso Residencial Portalegre Concluído Janeiro 2014 O imóvel integra um valor de conjunto com características específicas, expressivas da zona mais antiga de Portalegre. A intervenção preservou particularidades construtivas, formais e materiais do edificado. Uma obra promovida pela Câmara Municipal de Portalegre, com a assinatura do arquiteto João Sequeira. A execução da construção ficou a cargo de Betonit, Engenharia e Construções, Lda. Rua Nova da Trindade 6 Uso Residencial Lisboa Concluído Março 2014 Um edifício centenário, cujos registos de edificação constam em arquivo municipal com a data de A intervenção resultou em cinco pisos mais mansarda, que oferecem as tipologias T1, T2, T2 duplex e um espaço comercial no piso térreo. Atualmente, o edifício funciona na sua plenitude em regime de alojamento local, sob a marca Lisbon Best Apartments by Coporgest. Uma obra promovida pela Coporgest, S.A. e com assinatura do arquitecto Nuno Pais Ministro. Travessa da Boa-Hora Uso Residencial Lisboa Concluído Setembro 2014 Situado na zona da Ajuda, em Lisboa, este imóvel dispõe de 503 m2 de área de construção. Organiza-se em seis pisos: um piso abaixo da cota de soleira em ligação direta com o logradouro, quatro acima e um último piso recuado existente apenas para o tardoz. Promovido pela Lisboa Ocidental SRU Sociedade de Reabilitação Urbana, EM, SA e com assinatura do arquiteto João Luís Carrilho da Graça. Construção a cargo de ZUCOTEC Sociedade de Construções Unipessoal.

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