PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS PELO PROCESSO PTA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS PELO PROCESSO PTA"

Transcrição

1 PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS PELO PROCESSO PTA Edson Hiromassa Takano 1 Ana Sofia C.M. D Oliveira , 2 Departamento de Engenharia Mecânica, Setor de Tecnologia, Universidade Federal do Paraná, Centro Politécnico, s/n - Bairro Jardim das Américas, CEP: Curitiba - Paraná - Brasil Resumo. Nas plantas de refino de petróleo as bombas centrífugas operam sob severas condições de serviço e o eixo é um dos componentes que sofre o desgaste, ocorrendo principalmente nos seus pontos de apoio. Este trabalho visa elaborar um procedimento para proteção em eixo de bombas e a otimização dos parâmetros de processamento com a utilização do processo a Plasma por Arco Transferido (PTA). Para o revestimento utilizou-se a liga a base de cobalto conhecida comercialmente com Stellite 1 e 6. Para a deposição, adotamos uma configuração onde se fixou o componente em um sistema de rotação constante e a tocha posicionada na parte superior tangente ao eixo. A intensidade de corrente é um parâmetro a ser controlado, pois quanto maior o aporte térmico maior o problema de distorção do eixo e da zona termicamente afetada (ZTA). Deve-se controlar a velocidade de rotação do componente, pois quanto menor a rotação maior a tendência do material de aporte começar a escorrer devido ao acumulo de material. Portanto neste contexto com a utilização das vantagens do processo PTA permitirá melhorar a integridade estrutural do revestimento e minimizar/eliminar a distorção do eixo. Palavras-Chave: Plasma por Arco Transferido, PTA, Ligas de Co. 1. INTRODUÇÃO Bombas centrífugas são utilizadas em unidades de refino pela necessidade de transferir produto de um ponto para o outro, dando-lhe pressão e vazão conforme a Fig. (1). Entre outros aspectos cada bomba depende da pressão, da vazão, do produto (derivado do petróleo) e claro das características do fluído (gasolina, querosene, etc). O principal componente que sofre desgaste é o eixo das bombas centrífugas e ocorre principalmente nos seus pontos de apoio (selos mecânicos e mancais). Estas bombas operam na temperatura do fluído que podem chegar até 450º C. Nas plantas de refino de petróleo as bombas centrífugas operam sob severas condições de serviço e o eixo é um dos componentes que sofre o desgaste, ocorrendo principalmente nos seus pontos de apoio.

2 a) b) Figura 1 Esquema da Bomba Centrífuga: a) fonte: Sulzer e b) site da UFRN Este trabalho visa elaborar um procedimento para proteção em eixo de bombas e a otimização dos parâmetros de processamento com a utilização do processo a Plasma por Arco Transferido (PTA). 2. SELEÇÃO DO PROCESSO DE DEPOSIÇÃO A seleção do processo de deposição é tão importante quanto à seleção da liga a ser depositada, ou seja, depende de vários fatores como as condições de operação, características do metal de base, geometria e as dimensões da peça, relação custo/benefício do componente a ser revestido e o custo de processamento. O processo de deposição a Plasma por Arco Transferido (PTA) tem características exclusivas que tornam o processo extremamente atrativo para aplicações de revestimentos in-situ. A utilização de material de adição na forma de pó, maior flexibilidade na seleção do material de aporte, aliada a elevada concentração de energia inerente ao processo resulta em revestimentos com baixa diluição, baixa distorção e bom acabamento superficial. E a otimização dos parâmetros de processamento é essencial para a obtenção de um revestimento de qualidade. Existe uma grande variedade de materiais que podem ser utilizados como revestimento, dentre os mais importantes podemos citar as ligas a base de cobalto, conhecida comercialmente como Stellite 1 e 6. Esta liga, Stellite 6, é uma das mais utilizada, pois apresenta uma excelente resistência a diversas formas de degradação, tanto químicas como mecânicas. Atributos relacionados à sua excepcional resistência ao desgaste por abrasão, erosão, por impacto e cavitação. A liga Stellite 1 confere elevada dureza devido à grande quantidade de carbonetos presentes e é recomendada para proteção de componentes sujeitos a severo desgaste a alta temperatura. A liga por ser de difícil soldabilidade é necessário um pré-aquecimento do material base, Yaedu et al (2003 e 2005). A geometria do componente é um fator de extrema importância, pois as tensões trativas geradas durante o processo de deposição em corpos cilíndricos é muito maior comparado com os substratos planos. Vários trabalhos (Yaedu, 2003; Takeyama, 2004) mostraram que a liga Stellite 1 e 6 para substratos planos e a utilização do processo PTA, os revestimentos obtidos são homogêneos e densos, apresentando excelente união metalúrgica com o substrato e com excelente resistência ao desgaste. 3. PROCESSO A PLASMA POR ARCO TRANSFERIDO (PTA) O processo de deposição a Plasma por Arco Transferido (PTA) é um processo de arco elétrico com proteção gasosa e alta densidade de energia. O PTA pode ser considerado uma modificação do processo de soldagem TIG (Tungsten Inert Gas), onde a coluna do arco elétrico (Arco Plasma) sofre

3 uma constrição, resultante da passagem do arco através de um orifício de diâmetro reduzido, normalmente de cobre, refrigerado a água (Bracarense, 2000; WAINER, 1992; ASM, 1992). Em relação aos outros processos de soldagem utilizados, o PTA permite uma maior eficiência de deposição e alta confiabilidade e reprodutibilidade. As principais vantagens do processo de aplicação de revestimentos por PTA são listadas a seguir: Estabilidade do arco, mesmo com corrente muito baixa; Processo limpo, sem escória e/ou respingo; Menor tendência à distorção; Os revestimentos obtidos são homogêneos e densos, apresentando excelente união metalúrgica com o substrato; Diluição típica em torno de 5% a 20 %; Flexibilidade na escolha do material a ser depositado pelo fato de utilizar metal de adição em forma de pó; As principais desvantagens do processo de aplicação de revestimentos por PTA são: Equipamento de maior complexidade, o que gera maior custo de manutenção; O equipamento é relativamente caro e necessita de uma instalação permanente; O consumo de gás argônio é um pouco maior que no processo TIG; Requer do operador maior conhecimento do processo. Os revestimentos foram processados utilizando-se o equipamento a Plasma por Arco Transferido, modelo STARWELD 300M produzido pela Deloro Stellite, instalado no Laboratório de Engenharia de Superfície da Universidade Federal do Paraná, Fig. (2). O equipamento básico é constituído pela fonte de energia, de uma tocha, cilindros de gases, circuito de água de resfriamento e um painel de controle. Figura 2 Plasma por Arco Transferido (PTA) A tocha utilizada foi o modelo 200 produzida pela Deloro Stellite, a faixa de trabalho para a intensidade de corrente está compreendida entre 50A a 200A, sendo provida de um eletrodo de tungstênio não consumível com diâmetro de 1/8 e um bocal de cobre, conforme a Fig. (3).

4 Figura 3 Tocha do PTA Para a aplicação do revestimento o eixo foi seccionado em pontos específicos, regiões onde o componente sofre desgaste. O local de interesse são os seus pontos de apoio (mancais e selo mecânico). Para rotacionar o eixo de aço ligado de 90 mm de diâmetro, foi utilizado um conjunto onde o sistema de rotação consiste de uma placa de três castanhas acoplado a um motor de ½ CV e um inversor de freqüência da WEG. Para o processo de deposição, desenvolvemos uma configuração onde se fixou o componente em um sistema com rotação constante e a tocha posicionada na parte superior tangente ao eixo. O eixo foi seccionado e acoplado a uma placa de três castanhas com velocidade angular constante e a distância Tocha-Peça de 10 mm, Fig. (4). Figura 4 Posicionamento e a distância Tocha-Peça O processo utiliza dois arcos ajustáveis independentemente, arco não transferido chamado de piloto, obtido de um circuito de alta freqüência entre um pólo negativo (eletrodo de tungstênio) e um ânodo (bocal de cobre), conforme a Fig. (5-a). Este arco piloto é utilizado para iniciar e estabilizar o arco principal, entre o eletrodo de tungstênio (cátodo) e a peça que está sendo revestida (ânodo) através da ionização do gás inerte, argônio, direcionado ao redor do eletrodo. Quando o arco principal é formado, Fig. (5-b), o arco piloto é extinto e somente volta a ser estabelecido quando o arco principal é extinto.

5 a) b) Figura 5 a) Arco Piloto e b) Arco Principal A deposição por PTA é um processo no qual um material em pó, liga atomizado ou mistura de pós é introduzido no arco plasma onde é fundido e este spray térmico ao atingir a poça fundida no substrato, forma um depósito denso e homogêneo, com excelente ligação metalúrgica ao metal de base. 4. PARÂMETROS DE PROCESSAMENTO Nesta etapa a abordagem será em função da verificação da soldabilidade do material base, eixo da bomba centrífuga, com a utilização das ligas atomizado a base de cobalto conhecida comercialmente como Stellite 1 e 6. As composições químicas estão indicadas na Tab. (1). Para o processamento foram utilizadas duas intensidades de corrente, 120A e 150A. Os demais parâmetros constantes como a distância tocha-peça, vazão do gás de proteção, de plasma e de arraste ou transporte estão apresentado na Tab. (2). O quarto eixo do sistema, rotação do eixo, foi calculado para manter com uma velocidade angular constante de 2 rpm. Tabela 1 - Composição Química (Deloro Stellite) Co Ni Fe C Cr Mn Si W Stellite 1 Bal. Max. 3 Max Stellite 6 Bal. Max. 3 Max Tabela 2 Parâmetros Constantes Distância Tocha-Peça (mm) 10 Vazão do Gás de Plasma (l/min) 2,2 Vazão do Gás de Proteção (l/min) 15 Vazão do Gás de Arraste (l/min) 2,2 O alinhamento da peça com a tocha é uma da etapa fundamental, Fig. (6), pois caso a simetria não tenha a proporção exata haverá uma oscilação da distância Tocha-Peça e o revestimento não apresentará uma homogeneidade em todo o contorno da sua superfície. Isto resultará em diferentes níveis de penetração, diluição, dimensões do cordão (largura e reforço) e conseqüentemente comprometendo o revestimento.

6 Figura 6 Alinhamento do eixo e a tocha. A velocidade angular do eixo deve ser controlada, pois quanto menor a rotação maior é o tempo da poça liquida permanecer aquecida e conseqüentemente o material líquido tenderá a escorrer. O inverso com a rotação muito alta, o cordão tenderá ter uma largura muito fina ou até mesmo a não aderência do revestimento na peça. Os cordões foram processados utilizando duas intensidades de corrente, 120A e 150A, e duas ligas a base de cobalto, caracterizado pela alteração da composição química. Na Figura 7 estão organizado da esquerda para a direita os respectivos revestimentos: 120A e 150A com Stellite 1 e os subseqüentes estão os de 120A e 150A com Stellite 6. Figura 7 Revestimento com diferentes intensidades de corrente e composição química da liga Para a averiguação dos cordões foram analisados por inspeção visual para identificação de descontinuidades superficiais, trincas e ou poros superficiais. Na Figura 8 os revestimentos estão organizado conforme a intensidade de corrente (120A e 150A) em função das ligas a base de cobalto (Stellite 1 e 6). Pode-se verificar que os cordões não apresentam trincas ou poros superficiais, mas há resquício de excesso de pó, o que é devido à configuração da tocha por apresentar quatro orifícios de saída dos pós, na Fig. (9). O intuito é de revestir o eixo com a máxima eficiência para não haver desperdício de pó e ao mesmo tempo obter um reforço expressivo. O processo PTA proporciona excelente união metalúrgica, revestimentos homogêneos e densos. Portanto, como o material base não apresentou problemas de soldabilidade para as ligas Stellite 1 e Stellite 6, não houve a necessidade de um pré-aquecimento do eixo. Pois a maior dificuldade estava associada a sua geometria, corpo cilíndrico, pois as tensões trativas gerada durante o processo é muito maior comparado com os substratos planos.

7 Corrente de 120 A Corrente de 150 A Stellite 1 Stellite 6 Figura 8 Revestimentos em função da intensidade de corrente pelas composição química Figura 9 Orifícios de saída dos pós A intensidade de corrente é um parâmetro a ser controlado, pois influência na qualidade superficial dos revestimentos. E quanto maior o aporte térmico maior o problema de distorção do eixo e da zona termicamente afetada (ZTA). O processo PTA por ser uma técnica de alta confiabilidade e reprodutibilidade, algum problemas da soldagem convencional não são observados como escórias ou respingos. 5. PRINCIPAIS RESULTADOS E SEUS IMPACTOS O processo pode ser utilizado para diversas geometrias; O equipamento possui uma alta taxa de eficiência quanto à confiabilidade e reprodutibilidade; A rotação é um parâmetro a ser controlado; A intensidade de corrente é um fator que influência na qualidade superficial do revestimento; A tocha por apresentar quatro orifícios de saída de pó, a taxa de alimentação é um parâmetro a ser otimizado; O alinhamento entre o eixo e a tocha é um fator de que necessite cuidados no inicio do processo; Não é necessário um pré-aquecimento do componente; Assim sendo o processo de deposição permitirá minimizar/eliminar a distorção do eixo e melhorar a integridade estrutural.

8 6. REFERÊNCIA Bracarense A.Q., Soldagem a plasma PAW, Belo Horizonte - MG, Wainer E., Brandi S.D., Mello F.D.H., Soldagem: Processos e metalurgia, Editora Edgard Blucher Ltda, ASM International, Metals Handbook, vol. 18, 1992 Yaedu, A. E. ; D'Oliveira, A. S. C. M., Co Based Alloy PTA Hardfacing with Different Dilution Levels, Materials Science and Technology, United Kingdom, v. 21, n. 4, p , Yaedu, A. E., Influência Do Substrato Na Deposição De Stellite 1 Com Plasma De Arco Transferido, Dissertação de Mestrado, Takeyama, R.R., D Oliveira, A.S.C.M., Aumento da Resistência de Revestimentos de Co pela Adição de Carbonetos de Tungstênio, CBCIMAT, 2004

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação:

Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais. Definição e princípio de operação: Fundamentos Equipamentos Consumíveis Técnica operatória Aplicações Industriais Fundamentos Definição e princípio de operação: A soldagem a arco com eletrodo de tungstênio e proteção gasosa (Gas Tungsten

Leia mais

Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda

Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda Discussão sobre os processos de goivagem e a utilização de suporte de solda Liz F Castro Neto lfcastroneto@gmail.com Dênis de Almeida Costa denis.costa@fatec.sp.gov.br 1. Resumo Na soldagem de união, a

Leia mais

Processos Construtivos

Processos Construtivos Patrocínio: Coordenação: Parcerias: Processos Construtivos Soldagem Elaborado por: Bruno Stupello As informações e análises contidas nesse documento são de responsabilidade do Centro de Estudos em Gestão

Leia mais

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem SMAW 1. Objetivos: Familiarizar-se com o arranjo e a operação do equipamento utilizado na soldagem manual com eletrodos revestidos. Familiarizar-se

Leia mais

CORTE A PLASMA. Figura 1 Processo Plasma

CORTE A PLASMA. Figura 1 Processo Plasma CORTE A PLASMA Introdução Desde sua invenção na metade da década de 50, o processo de corte por plasma incorporou várias tecnologias e se mantém como um dos principais métodos de corte de metais. Porém,

Leia mais

Características do processo

Características do processo SOLDAGEM POR OXIGÁS Processo de soldagem que utiliza o calor gerado por uma chama de um gás combustível e o oxigênio para fundir o metal-base e o metal de adição A temperatura obtida através da chama é

Leia mais

Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG)

Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG) Soldagem de Aço Inox Utilizando Arco Gasoso com Tungstênio (GTAW ou TIG) Este é o processo mais amplamente usado devido a sua versatilidade e alta qualidade bem como a aparência estética do acabamento

Leia mais

Corte Plasma. Processo de corte plasma

Corte Plasma. Processo de corte plasma Corte Plasma Processo de corte plasma CORTE PLASMA Plasma Três estados físicos da matéria: Sólido - Gelo Líquido - Água Gasoso - Vapor A diferença básica: o quanto de energia existe em cada um deles. Gelo

Leia mais

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 João Carmo Vendramim 2 Marco Antonio Manz 3 Thomas Heiliger 4 RESUMO O tratamento térmico de ligas ferrosas de média e alta liga já utiliza há muitos anos a tecnologia

Leia mais

1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem?

1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem? 1 Qual dos documentos apresentados a seguir não necessita ser mantido sob a responsabilidade do Inspetor de Soldagem? (a) Controle de Desempenho de Soldadores e Operadores de Soldagem.. (b) Registro da

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE SOLDA POR DEPOSIÇÃO SUPERFICIALPOR FRICÇÃO EM LIGA DE ALUMÍNIO AL 7075

OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE SOLDA POR DEPOSIÇÃO SUPERFICIALPOR FRICÇÃO EM LIGA DE ALUMÍNIO AL 7075 OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS DE SOLDA POR DEPOSIÇÃO SUPERFICIALPOR FRICÇÃO EM LIGA DE ALUMÍNIO AL 7075 Autores: Gabriel Alvisio Wolfart; Ghisana Fedrigo;.Mario Wolfart Junior Apresentador por trabalho: Gabriel

Leia mais

Processo de Soldadura MIG/MAG 131/135 GMAW

Processo de Soldadura MIG/MAG 131/135 GMAW Direcção de Formação Processos de Soldadura Processo de Soldadura MIG/MAG 131/135 GMAW Italo Fernandes EWE / IWE Módulo 1.8 Temas a Tratar - Processos de Soldadura Fio Sólido com Protecção Gasosa Inerte

Leia mais

PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS DAS REFINARIAS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O PROCESSO PTA

PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS DAS REFINARIAS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O PROCESSO PTA 5 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 29 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil PROTEÇÃO DE EIXOS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS DAS REFINARIAS DE PETRÓLEO UTILIZANDO O PROCESSO

Leia mais

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 ESTRUTURAIS Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Dentre os materiais encontrados no nosso dia-a-dia, muitos são reconhecidos como sendo metais, embora, em quase sua totalidade, eles sejam,

Leia mais

ASPERSÃO TÉRMICA EQUIPAMENTOS PLASMA SPRAY PROCESSO PLASMA

ASPERSÃO TÉRMICA EQUIPAMENTOS PLASMA SPRAY PROCESSO PLASMA ASPERSÃO TÉRMICA PROCESSO Resumidamente, Aspersão Térmica consiste em um grupo de processos em que materiais metálicos e não metálicos são projetados na forma fundida ou semifundida sobre uma superfície

Leia mais

AÇOS. Construção Mecânica

AÇOS. Construção Mecânica AÇOS Construção Mecânica SÃO CERCA DE 10.000 TONELADAS EM AÇOS E METAIS A PRONTA ENTREGA GGD 10 Composição Química C Mn Si Cr Al P S 0,17 0,24 0,18 0,23 0, 0,60 0,60 0,90 0, máx 0,15 0, ----- --- 0, 0,

Leia mais

Centro de Formação Profissional Aloysio Ribeiro de Almeida SOLDAGEM TIG

Centro de Formação Profissional Aloysio Ribeiro de Almeida SOLDAGEM TIG Centro de Formação Profissional Aloysio Ribeiro de Almeida SOLDAGEM TIG Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica Diretor Regional do SENAI e Superintendente de

Leia mais

Os tratamentos termoquímicos. micos

Os tratamentos termoquímicos. micos Os tratamentos termoquímicos micos Os tratamentos termoquímicos micos Turma 6821 Arthur Galvão, Fábio F Borges, Israel Lima e Vitor Alex Tratamentos Termoquímicos? micos? são os tratamentos que visam o

Leia mais

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM Petróleo Exploração & Produção Know-How no Segmento Industrial de Exploração & Produção de Petróleo Visão: Gerar soluções antidesgaste visando o aumento da

Leia mais

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA BOMBEAMENTO DE ÁGUA COM ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA Eng. Carlos Alberto Alvarenga Solenerg Engenharia e Comércio Ltda. Rua dos Inconfidentes, 1075/ 502 Funcionários - CEP: 30.140-120 - Belo Horizonte -

Leia mais

TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA

TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ESTUDO DA PERDA DE CARGA EM UMA UNIDADE PILOTO DE TRANSPORTE PNEUMÁTICO EM FASE DILUÍDA CATEGORIA:

Leia mais

REVESTIMENTOS AUTOMATIZADOS EM CAMISAS DE MOENDA

REVESTIMENTOS AUTOMATIZADOS EM CAMISAS DE MOENDA REVESTIMENTOS AUTOMATIZADOS EM CAMISAS DE MOENDA Tcg Alexandre Serra dos Santos Para se fazer o trabalho de revestimento protetor das camisas de moenda através de um sistema automatizado é necessário uma

Leia mais

Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br

Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br Tubos mecânicos Vallourec. facilitam o seu trabalho e aumentam o seu retorno. www.vallourec.com/br Tubos mecânicos: Aço VMec134AP Diferencial nas Condições de Fornecimento do VMec134AP. Análise Química

Leia mais

Especializados na concepção e produção sob medida de equipamentos de secagem, resfriamento e processamento térmico para a indústria.

Especializados na concepção e produção sob medida de equipamentos de secagem, resfriamento e processamento térmico para a indústria. Especializados na concepção e produção sob medida de equipamentos de secagem, resfriamento e processamento térmico para a indústria. Thermal processing solutions Especialistas em processos térmicos A Ingetecsa

Leia mais

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer

ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA. Prof. Arq. Minéia Johann Scherer ILUMINAÇÃO NA ARQUITETURA Prof. Arq. Minéia Johann Scherer FONTES DE LUZ ARTIFICIAL HISTÓRICO Antes da invenção da lâmpada fogo, velas, lampiões a gás; Primeira lâmpada elétrica Thomas Edson, em 1879;

Leia mais

SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO

SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO SOLDAGEM POR ARCO SUBMERSO Juntas com excelentes propriedades mecânicometalúrgicas Altas taxas de deposição Esquema básico do processo 1 Vantagens do processo Pode-se usar chanfros com menor área de metal

Leia mais

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem GMAW

Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem GMAW Trabalho Prático N o :. Técnica Operatória da Soldagem GMAW 1. Objetivos: Familiarizar-se com o arranjo e a operação do equipamento utilizado na soldagem semi-automática GMAW. Familiarizar-se com os consumíveis

Leia mais

Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial

Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial 3 Rodas Laminadas EXL e Discos Roloc EXL Scotch-Brite Industrial Dados Técnicos Fevereiro/2004 Substitui: Janeiro/2002 Página 1 de 8 Introdução: As Rodas Laminadas EXL e EXL Roloc Scotch-Brite para rebarbação

Leia mais

REVESTIMENTOS DE LIGA NiCrMo-4 APLICADOS EM TUBO DE AÇO CARBONO. PARTE 1: DILUIÇÃO, TEOR DE Fe E DUREZA

REVESTIMENTOS DE LIGA NiCrMo-4 APLICADOS EM TUBO DE AÇO CARBONO. PARTE 1: DILUIÇÃO, TEOR DE Fe E DUREZA REVESTIMENTOS DE LIGA NiCrMo-4 APLICADOS EM TUBO DE AÇO CARBONO. PARTE 1: DILUIÇÃO, TEOR DE Fe E DUREZA Marcos Mesquita da Silva 1 ; Clarice Oliveira da Rocha 2 ; Bruno Allison Araújo 3 ; Theophilo Moura

Leia mais

Soldabilidade de Metais. Soldagem II

Soldabilidade de Metais. Soldagem II Soldabilidade de Metais Soldagem II Soldagem de Ligas Metálicas A American Welding Society (AWS) define soldabilidade como a capacidade de um material ser soldado nas condições de fabricação impostas por

Leia mais

PMR-2202 Introdução a Manufatura Mecânica

PMR-2202 Introdução a Manufatura Mecânica PMR-2202 Introdução a Manufatura Mecânica Processos de Junção e Corte Prof. Dr. Gilberto F. M. de Souza Agosto de 2004 1. Introdução Processos de junção são empregados para unir dois ou mais componentes,

Leia mais

ANÁLISE DE FALHA E CARACTERIZAÇÃO METALÚRGICA DE UM SEGMENTO DE TRILHO SOLDADO POR ALUMINOTERMIA

ANÁLISE DE FALHA E CARACTERIZAÇÃO METALÚRGICA DE UM SEGMENTO DE TRILHO SOLDADO POR ALUMINOTERMIA Jornadas SAM 2000 - IV Coloquio Latinoamericano de Fractura y Fatiga, Agosto de 2000, 799-806 ANÁLISE DE FALHA E CARACTERIZAÇÃO METALÚRGICA DE UM SEGMENTO DE TRILHO SOLDADO POR ALUMINOTERMIA A.A.M. da

Leia mais

SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO

SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO SOLDA A LASER EM CHAPAS FINAS DE AÇO BAIXO CARBONO Luiz Carlos Vicentin Maria Clara F. Ierardi Amauri Garcia Universidade Estadual de Campinas, Departamento de Engenharia de Materiais, CP 6122, 13083-97,

Leia mais

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil

TTT 2012 - VI Conferência Brasileira sobre Temas de Tratamento Térmico 17 a 20 de Junho de 2012, Atibaia, SP, Brasil ESTRATÉGIAS DE CONTROLE PARA FORNO DE TRATAMENTO TÉRMICO A. A. Alcantara E. A. Tannuri (3) (1), (2) (1) Sun Metais Ltda. Rua Brasiliense, 79 Santo Amaro CEP 04729-110 - São Paulo - SP - alexaalcantara@gmail.com

Leia mais

REDUÇÃO NO CONSUMO DE HIDROGÊNIO EM FORNOS DE RECOZIMENTO TIPO SINO UTILIZANDO A CURVA DE DESTILAÇÃO DO ÓLEO DE LAMINAÇÃO.

REDUÇÃO NO CONSUMO DE HIDROGÊNIO EM FORNOS DE RECOZIMENTO TIPO SINO UTILIZANDO A CURVA DE DESTILAÇÃO DO ÓLEO DE LAMINAÇÃO. REDUÇÃO NO CONSUMO DE HIDROGÊNIO EM FORNOS DE RECOZIMENTO TIPO SINO UTILIZANDO A CURVA DE DESTILAÇÃO DO ÓLEO DE LAMINAÇÃO. Fernando Kawata Julia Ferrari Pompeo Ricardo Alves Almeida Carlos Roberto Gianini

Leia mais

Processos especiais de usinagem Eletroerosão

Processos especiais de usinagem Eletroerosão Processos especiais de usinagem Eletroerosão Definição: Eletroerosão é um processo de fabricação baseado em princípios de remoção por efeitos térmicos, que acontece em decorrência de carregamento elétrico

Leia mais

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 24/2015 ENGENHARIA MECÂNICA Campus Santos Dumont

Concurso Público para provimento de cargo efetivo de Docentes. Edital 24/2015 ENGENHARIA MECÂNICA Campus Santos Dumont Questão 01 O registro representado na Figura 1 é composto por vários componentes mecânicos, muitos deles, internamente à caraça. Peças com essa característica são difíceis de representar em desenhos técnicos,

Leia mais

AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS

AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS AULA 34 PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS 265 34. PROCESSO DE RETIFICAÇÃO: SELEÇÃO E CUIDADOS 34.1. Introdução Para obter uma boa operação de usinagem em retificação, alguns cuidados devem ser

Leia mais

REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS

REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS REDUÇÃO E OXIDAÇÃO EM SISTEMAS INORGÂNICOS EXTRAÇÃO DE ELEMENTOS A definição original de oxidação foi a da reação que um elemento reage com oxigênio e é convertido em seu óxido. Comparativamente, redução

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Soldagem MIG/MAG MIG e MAG indicam processos de soldagem por fusão que utilizam o calor de um arco elétrico formado entre um eletrodo metálico consumível

Leia mais

INFLUÊNCIA DA ENERGIA DE SOLDAGEM NO DESGASTE ABRASIVO DE REVESTIMENTOS DUROS APLICADOS PELO PROCESSO FCAW

INFLUÊNCIA DA ENERGIA DE SOLDAGEM NO DESGASTE ABRASIVO DE REVESTIMENTOS DUROS APLICADOS PELO PROCESSO FCAW INFLUÊNCIA DA ENERGIA DE SOLDAGEM NO DESGASTE ABRASIVO DE REVESTIMENTOS DUROS APLICADOS PELO PROCESSO FCAW Luciano Vensão Peruchi [Bolsista CNPq] 1, Ossimar Maranho [Orientador] 2, Fernando Henrique Gruber

Leia mais

------------------------------- -----------------------------Henflex. Henflex------------------------------ Índice

------------------------------- -----------------------------Henflex. Henflex------------------------------ Índice Índice 1.Características Gerais... 2 2.Seleção do Tamanho do Acoplamento... 2 2.1- Dimensionamento dos acoplamentos Henflex HXP para regime de funcionamento contínuo... 2 2.2 Seleção do Acoplamento...

Leia mais

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (MOTORES OTTO) CARBURAÇÃO INJEÇÃO INTRODUÇÃO Requisitos de mistura. Em geral, a ótima razão ar/combustível com determinada velocidade do motor consiste naquela em que

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 82 CAPÍTULO 11 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM 83 TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLDAGEM Nas operações de soldagem, principalmente as que envolvem a fusão dos materiais, temos uma variação não uniforme e

Leia mais

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MDC 305ED +55 (16) 33833818

bambozzi Manual de Instruções Fonte de Energia para Soldagem MDC 305ED +55 (16) 33833818 A SSISTÊNCIAS T ÊCNICAS AUTORIZADAS acesse: www.bambozzi.com.br/assistencias.html ou ligue: +55 (16) 33833818 bambozzi Manual de Instruções BAMBOZZI SOLDAS LTDA. Rua Bambozzi, 522 Centro CEP 15990-668

Leia mais

Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol

Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol Rolamentos e Serviços para o Mercado de Açúcar e Etanol Rolamentos para Todas as Necessidades da Sua Usina A Solução Perfeita para Qualquer Aplicação Com suas duas fortes marcas, INA e FAG, a qualidade

Leia mais

TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIE TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIES

TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIE TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIES TECNOLOGIA DE SUPERFÍCIES Sorocaba - SP Porto Alegre - RS Betim - MG Recife - PE R. de Janeiro - RJ A CASCADURA Simões Filho - BA Fundada em 1950, na cidade de São Paulo. Atualmente, possui 06 fábricas

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM...

AS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO MOTOR INCLUEM... Motores H-Compact COMPACTO, REFRIGERAÇÃO EFICIENTE A importância crescente da economia de energia, dos requerimentos ambientais, da procura por dimensões menores e das imposições dos mercados nacionais

Leia mais

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM GERADOR DE VAPOR COM REALIMENTAÇÃO

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM GERADOR DE VAPOR COM REALIMENTAÇÃO 2013 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2013 Recife, PE, Brazil, November 24-29, 2013 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-05-2 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM GERADOR

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas

Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico. Cayo César Lopes Pisa Pinto. Usinas Termelétricas Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo Curso Técnico em Eletrotécnico Cayo César Lopes Pisa Pinto Usinas Termelétricas Vitória 2008 Usinas Termelétricas Trabalho Apresentado à disciplina

Leia mais

ANÁLISE DA SENSITIZAÇÃO DE JUNTAS SOLDADAS EM AÇO INOXIDÁVEL AISI 409 PARA USO EM SISTEMA DE EXAUSTÃO VEICULAR

ANÁLISE DA SENSITIZAÇÃO DE JUNTAS SOLDADAS EM AÇO INOXIDÁVEL AISI 409 PARA USO EM SISTEMA DE EXAUSTÃO VEICULAR ANÁLISE DA SENSITIZAÇÃO DE JUNTAS SOLDADAS EM AÇO INOXIDÁVEL AISI 409 PARA USO EM SISTEMA DE EXAUSTÃO VEICULAR Giovanna Agarelli 1 ; Susana Marraccini Giampietri Lebrão 2 1 Aluno de Iniciação Científica

Leia mais

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos

TECNOLOGIA MECÂNICA. Aula 08. Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) Tratamentos Termo-Físicos e Termo-Químicos Aula 08 Tratamentos Térmicos das Ligas Ferrosas (Parte 2) e Termo-Químicos Prof. Me. Dario de Almeida Jané Tratamentos Térmicos Parte 2 - Introdução - - Recozimento - Normalização - Têmpera - Revenido

Leia mais

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS O acoplamento ACRIFLEX AD, consiste em dois flanges simétricos inteiramente usinados, pinos de aço com superfícies retificadas e buchas amortecedoras de borracha nitrílica à prova

Leia mais

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba

Elementos de máquina. Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase. Diego Rafael Alba E Curso de Tecnologia em Mecatrônica 6º fase Diego Rafael Alba 1 Mancais De modo geral, os elementos de apoio consistem em acessórios para o bom funcionamento de máquinas. Desde quando o homem passou a

Leia mais

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA

GRSS. Resistance WELDING SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA Princípios A soldagem por resistência elétrica representa mais uma modalidade da soldagem por pressão na qual as peças a serem soldadas são ligadas entre si em estado

Leia mais

TECNOLOGIA DA SOLDAGEM

TECNOLOGIA DA SOLDAGEM CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO MARANHÃO DEPARTAMENTO DE MECÂNICA E MATERIAIS TECNOLOGIA DA SOLDAGEM Prof. Dr. Kléber Mendes de Figueiredo São Luís 2005 O presente trabalho é uma compilação de

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Soldagem: - Grande aplicação nas atividades industriais que existem no mundo moderno: construção naval, ferroviária, aeronáutica e automobilística,

Leia mais

Processo de Soldadura TIG - 141. Princípio de Funcionamento

Processo de Soldadura TIG - 141. Princípio de Funcionamento Princípio de Funcionamento Princípio de Funcionamento Processo de Soldadura por Fusão que utiliza a energia Eléctrica Neste processo o cordão de soldadura é obtido de duas maneiras: Só pela fusão do material

Leia mais

Manual de Instruções. Para soldagem MIG/MAG automatizada

Manual de Instruções. Para soldagem MIG/MAG automatizada Pistolas PMC Para soldagem MIG/MAG automatizada Manual de Instruções Ref.: PMC 450 A- 3 metros - 0707260 PMC 450 A- 5 metros - 0706694 PMC 500 A- 3 metros - 0707259 PMC 500 A- 5 metros - 0706698 --- página

Leia mais

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 5 Tratamento Térmico Tratamento Térmico O tratamento térmico pode ser definido de forma simples como um processo de aquecimento e/ou

Leia mais

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal.

Período de injeção. Período que decorre do início da pulverização no cilindro e o final do escoamento do bocal. CAPÍTULO 9 - MOTORES DIESEL COMBUSTÃO EM MOTORES DIESEL Embora as reações químicas, durante a combustão, sejam indubitavelmente muito semelhantes nos motores de ignição por centelha e nos motores Diesel,

Leia mais

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1

CORTE DOS METAIS. Prof.Valmir Gonçalves Carriço Página 1 CORTE DOS METAIS INTRODUÇÃO: Na indústria de conformação de chapas, a palavra cortar não é usada para descrever processos, exceto para cortes brutos ou envolvendo cortes de chapas sobrepostas. Mas, mesmo

Leia mais

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA

MEDIÇÃO DE TEMPERATURA MEDIÇÃO DE TEMPERATURA 1 INTRODUÇÃO Temperatura é sem dúvida a variável mais importante nos processos industriais, e sua medição e controle, embora difíceis, são vitais para a qualidade do produto e a

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS BRITADOR DE MANDÍBULAS - ZL EQUIPAMENTOS. 1. DESCRIÇÃO. Os britadores de mandíbulas projetados e fabricados pela ZL Equipamentos são maquinas robustas confeccionadas com matéria-prima

Leia mais

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 1 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos ACRIFLEX AG são compostos por dois cubos simétricos de ferro fundido cinzento, e um elemento elástico alojado entre eles, de borracha sintética de elevada resistência

Leia mais

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM Know-How no Segmento Industrial de Siderurgia A Eutectic Castolin acumulou vasto conhecimento dos principais setores industrias do Brasil e possui um programa

Leia mais

Bomba de Vácuo com Resistência Química VARIO com controlador de vácuo intuitivo

Bomba de Vácuo com Resistência Química VARIO com controlador de vácuo intuitivo Promoção! PC 3001 VARIO pro Bomba de Vácuo com Resistência Química VARIO com controlador de vácuo intuitivo Otimização de vácuo para produtividade e eficiência analiticaweb.com.br Tecnologia de vácuo Aperfeiçoando

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ MANIPULADOR INDUSTRIAL

DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ MANIPULADOR INDUSTRIAL 1 DESENVOLVIMENTO DE UM ROBÔ MANIPULADOR INDUSTRIAL Carlos Henrique Gonçalves Campbell Camila Lobo Coutinho Jediael Pinto Júnior Associação Educacional Dom Bosco 1. Objetivo do Trabalho Desenvolvimento

Leia mais

MOTOR STIRLING: O FUTURO DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1

MOTOR STIRLING: O FUTURO DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 MOTOR STIRLING: O FUTURO DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 Amanda Lourencini 2 Carla Salarolli Bisi 2 Leandro Adolfo Petri 2 Leandro Lorencini Calenzani 2 Leoni Rigoni Salarolli 2 Mariana Passamani Salarolli

Leia mais

Proteção de Eixos de Bombas Centrífugas das refinarias de petróleo utilizando o Processo PTA

Proteção de Eixos de Bombas Centrífugas das refinarias de petróleo utilizando o Processo PTA 5 V CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE FABRICAÇÃO 14 a 17 de abril de 2009 - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil Proteção de Eixos de Bombas Centrífugas das refinarias de petróleo utilizando o Processo

Leia mais

Aperfeiçoe o desempenho do injetor no refino de petróleo

Aperfeiçoe o desempenho do injetor no refino de petróleo Bicos de Controle de Análise de Fabricação de pulverizadores Aperfeiçoe o desempenho do injetor no refino de petróleo Tecnologia de injetores: Crítica para dúzias de operações de refino Injetores, às vezes

Leia mais

Aula 17 Projetos de Melhorias

Aula 17 Projetos de Melhorias Projetos de Melhorias de Equipamentos e Instalações: A competitividade crescente dos últimos anos do desenvolvimento industrial foi marcada pela grande evolução dos processos produtivos das indústrias.

Leia mais

Métodos de marcação direta de peças. Identificação legível de máquina para indústrias automotivas e aeroespaciais

Métodos de marcação direta de peças. Identificação legível de máquina para indústrias automotivas e aeroespaciais Guia técnico Métodos de marcação direta de peças Identificação legível de máquina para indústrias automotivas e aeroespaciais A prática da Marcação Direta de Peças (DPM) é utilizada em muitas indústrias

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 2 SOLDAGEM POR OXI-GÁS

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 2 SOLDAGEM POR OXI-GÁS 9 CAPÍTULO 2 SOLDAGEM POR OXI-GÁS 10 SOLDAGEM POR OXI-GÁS (SOLDA A GÁS) A soldagem por oxi-gás é um processo de soldagem por fusão, no qual a união entre os metais é conseguida através da aplicação do

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO GEOMÉTRICA E ESTIMATIVA DO RENDIMENTO HIDRÁULICO DE UM VENTILADOR AXIAL

CARACTERIZAÇÃO GEOMÉTRICA E ESTIMATIVA DO RENDIMENTO HIDRÁULICO DE UM VENTILADOR AXIAL CARACTERIZAÇÃO GEOMÉTRICA E ESTIMATIVA DO RENDIMENTO HIDRÁULICO DE UM VENTILADOR AXIAL Albert R. dos Anjos, Lucas D. N. Coelho, Glayson Q. de Souza e Jhon Goulart UnB-FGA, Universidade de Brasília, Curso

Leia mais

BRITADORES DE CONE 1. DESCRIÇÃO:

BRITADORES DE CONE 1. DESCRIÇÃO: SISTEMA MECÂNICO DE ALÍVIO SISTEMA HIDRÁULICO DE ALÍVIO 1. DESCRIÇÃO: Os britadores de cone Piacentini, são equipamentos robustos que proporcionam alta produtividade, baixo custo operacional e longa vida

Leia mais

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007

8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 8º CONGRESSO IBEROAMERICANO DE ENGENHARIA MECANICA Cusco, 23 a 25 de Outubro de 2007 DESEMPENHO DE UM GRUPO GERADOR OPERANDO COM MOTOR DIESEL CONVERTIDO PARA FUNCIONAR APENAS COM GÁS NATURAL Jaguaribe,

Leia mais

Nova Geração de Britadores. Britadores cônicos HP3

Nova Geração de Britadores. Britadores cônicos HP3 Nova Geração de Britadores Britadores cônicos HP3 2 2 Apresentação do produto Britadores cônicos HP3 Desempenho Produtivo Não há escolha melhor que um britador cônico quando se trata de... Elevada produtividade,

Leia mais

PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO

PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO PREDIAL AQUATHERM CATÁLOGO TÉCNICO Qualidade Confiança Tradição Inovação Tecnologia ÍNDICE Por que a TIGRE escolheu o Sistema Aquatherm para o Brasil? 05 Características técnicas 06 Instruções de instalação

Leia mais

ANÁLISE, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UMA MÁQUINA DIDÁTICA POR SOLDA A FRICÇÃO

ANÁLISE, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UMA MÁQUINA DIDÁTICA POR SOLDA A FRICÇÃO ANÁLISE, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UMA MÁQUINA DIDÁTICA POR SOLDA A FRICÇÃO Anderson Júnior Dos Santos, ndersonsantos@hotmail.com 1 Diogo Azevedo De Oliveira, diogoazev@yahoo.com.br 1 Klaus Higor Dos Santos

Leia mais

SMG SILICONES MINAS GERAIS LTDA.

SMG SILICONES MINAS GERAIS LTDA. SMG SILICONES MINAS GERAIS LTDA. SENHOR USUÁRIO, Esperamos que as informações contidas nesse boletim sejam de utilidade em seu processo industrial. Dúvidas aparecerão. Entre em contato com nosso departamento

Leia mais

Processos de fabricação

Processos de fabricação Processos de fabricação SOLDAGEM 1 Soldagem: introdução A soldagem está intimamente ligada às mais importantes atividades industriais que existem no mundo moderno: construção naval, ferroviária, aeronáutica

Leia mais

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração.

Centro de Seleção/UFGD Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. Técnico em Refrigeração ==Questão 26==================== Assinale a alternativa que define refrigeração. (A) O movimento de energia de frio dentro de um espaço onde ele é necessário. (B) A remoção de calor

Leia mais

Figura n-º 1: arco elétrico utilizando o argônio como gás de ionização.

Figura n-º 1: arco elétrico utilizando o argônio como gás de ionização. 1 1 - FUNDAMENTOS DO PROCESSO O processo de soldagem a arco sob proteção gasosa consiste em um aquecimento localizado da região a se unir, até que esta atinja o ponto de fusão, formando - se então a poça

Leia mais

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 8 SOLDAGEM MIG/MAG

SOLDAGEM DOS METAIS CAPÍTULO 8 SOLDAGEM MIG/MAG 53 CAPÍTULO 8 SOLDAGEM MIG/MAG 54 PROCESSO MIG/MAG (METAL INERT GAS/METAL ACTIVE GAS) MIG é um processo por fusão a arco elétrico que utiliza um arame eletrodo consumível continuamente alimentado à poça

Leia mais

EXAUSTOR MUNTERS MANUAL DE INSTALAÇÃO EXAUSTOR MUNTERS REV.00-11/2012-MI0047P

EXAUSTOR MUNTERS MANUAL DE INSTALAÇÃO EXAUSTOR MUNTERS REV.00-11/2012-MI0047P MANUAL DE INSTALAÇÃO EXAUSTOR MUNTERS REV.00-11/2012-MI0047P 0 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 2 IMPORTANTE... 3 SEGURANÇA... 3 CUIDADOS AO RECEBER O EQUIPAMENTO... 4 1) Instalação dos exaustores... 5 2) Instalação

Leia mais

3 Dimensionamento Clássico de Cordões de Solda

3 Dimensionamento Clássico de Cordões de Solda 3 Dimensionamento Clássico de Cordões de Solda A união de placas em uma estrutura é conhecida como junta. Uma junta pode ser obtida utilizando-se os mais variados elementos de fixação: parafusos, rebites,

Leia mais

TÉCNICO EM MECÂNICA NOME: Nº INSC.: PRRH. Pró-Reitoria de Recursos Humanos

TÉCNICO EM MECÂNICA NOME: Nº INSC.: PRRH. Pró-Reitoria de Recursos Humanos TÉNIO M MÂNI NOM: Nº INS.: PRRH Pró-Reitoria de Recursos Humanos Para a usinagem de uma engrenagem de 55 dentes, de módulo 2 mm, foi utilizada uma barra de seção circular de 5". onsiderando a necessidade

Leia mais

CURSO DE MESTRADO EM Construções Metálicas

CURSO DE MESTRADO EM Construções Metálicas CURSO DE MESTRADO EM Construções Metálicas DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL - ESCOLA DE MINAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Disciplina: Tecnologia e Metalurgia de Soldagem Carga Horária: 0 Código:

Leia mais

Soldagem a Plasma - PAW

Soldagem a Plasma - PAW Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Engenharia. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Soldagem a Plasma - PAW Disciplina: Processo de Soldagem. Professor: Alexandre Queiroz Bracarense,

Leia mais

Medir é uma atividade

Medir é uma atividade Algumas noções básicas sobre os padrões metrológicos Medir é uma atividade bastante corriqueira na sociedade atual. Ao olhar no relógio, por exemplo, a pessoa vê no mostrador o resultado de uma medição

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Aula 02 - Robôs e seus Periféricos Tipos de Sistemas de Controle Volume de Trabalho Dinâmica e Precisão dos Movimentos Sistemas de Acionamentos Garras Tipos de Sistemas

Leia mais

DADOS TÉCNICOS. As despesas de frete e transporte até a autorizada MACROTOP mais próxima é de responsabilidade do cliente.

DADOS TÉCNICOS. As despesas de frete e transporte até a autorizada MACROTOP mais próxima é de responsabilidade do cliente. 12 1 As despesas de frete e transporte até a autorizada MACROTOP mais próxima é de responsabilidade do cliente. OBRIGAÇÕES MACROTOP Qualquer produto ou componente defeituoso coberto por esta garantia

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber.

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS. Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E PREDIAIS Professor: Eng Civil Diego Medeiros Weber. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE Norma NBR 7198 (ABNT,1998) Projeto e execução de instalações prediais deágua quente. Condições

Leia mais

Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte

Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte Capítulo 2 Revisão da Literatura Usinagem com Altíssima Velocidade de Corte 2.1. Aspecto Histórico A primeira sugestão de um trabalho com HSM foi feita por Salomon, em 1931, que propôs que existiria uma

Leia mais

ENSAIOS EM CÂMARAS DE COMBUSTÃO DE TURBINAS A GÁS

ENSAIOS EM CÂMARAS DE COMBUSTÃO DE TURBINAS A GÁS ENSAIOS EM CÂMARAS DE COMBUSTÃO DE TURBINAS A GÁS João Vitor Fontenele Romero- IC Aluno de graduação do curso de Engenharia Aeronáutica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica Bolsista PIBIC-CNPQ; Brasil;

Leia mais

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS

TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS TESTES REFERENTES A PARTE 1 DA APOSTILA FUNDAMENTOS DA CORROSÃO INDIQUE SE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR ESTÃO CERTAS OU ERRADAS 1) Numa célula eletroquímica a solução tem que ser um eletrólito, mas os eletrodos

Leia mais

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar

Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção. Lavador de Ar Manual Técnico de Instalação, Operação e Manutenção ISO 9001:2008 VENTEC AMBIENTAL EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES LTDA Rua André Adolfo Ferrari, nº 550 - Distrito Industrial Nova Era - Indaiatuba - São Paulo

Leia mais

Apostila de Treinamento MIG/MAG (GMAW)

Apostila de Treinamento MIG/MAG (GMAW) 2015-Jul Apostila de Treinamento MIG/MAG (GMAW) Público alvo: Vendedores e Representantes comerciais 1 Informações iniciais : Ciclo de Trabalho (Fator de trabalho) O Ciclo de Trabalho é a relação entre

Leia mais

Aquário Automatizado

Aquário Automatizado Aquário Automatizado Alessandra Dutra Coelho alessandra.coelho@maua.br Bruno Tarantino, Gustavo B. Nascimento, Renato Marino, Rodrigo Pirolo Vivancos Escola de Engenharia Mauá Instituto Mauá de Tecnologia

Leia mais