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2 Projetos em função do PNCEBT Situação epidemiológica da TB e BR no Brasil Vigilância para TB e BR José Soares Ferreira Neto FMVZ-USP 2009

3 Estudo da situação epidemiológica da brucelose nas UF brasileiras José Soares Ferreira Neto FMVZ-USP 2009

4 financiamento MAPA Serviços Veterinários Estaduais CNPq FAPESP

5 Equipe MAPA Serviços Veterinários Estaduais / SEDESA Centro Colaborador em Saúde Animal do MAPA José Soares Ferreira Neto (coordenador,vps-fmvz-usp) Fernando Ferreira (vice-coordenador,vps-fmvz-usp) Marcos Amaku (VPS-FMVZ-USP) Ricardo Dias (VPS-FMVZ-USP) Evelise Telles (VPS-FMVZ-USP) Vitor S. P. Gonçalves (FAV-UnB)

6 Quem faz o que? ATIVIDADE planejamento do estudo treinamento das equipes de campo trabalho de campo testes sorológicos construção do banco de dados análise dos resultados produção dos relatórios RESPONSÁVEL técnicos do MAPA, SEDESA, FMVZ-USP e UnB FMVZ-USP Serviços Veterinários Estaduais (SVE) SVE, LANAGRO, Universidades, Institutos FMVZ-USP FMVZ-USP, UnB FMVZ-USP

7 Porque fazer? permite escolher as melhores estratégias, pois podem diferir, dependendo da freqüência e padrão de distribuição da doença nas subpopulações estudadas; o conhecimento da situação inicial permite acompanhar o andamento do programa e julgar, racionalmente, se há necessidade de promover correções, evitando o desperdício de tempo e recursos.

8 Situação epidemiológica da brucelose nas UF do Brasil prevalência por propriedade e animais nas UF e suas regiões quem tem a doença onde está a doença a que está associada a doença elaborar programa racional para cada UF e região

9 Material e métodos

10 Regionalização das UF Divisão em circuitos pecuários

11 Desenho amostral: Escolha das unidades primárias (propriedades): /circuito: prevalência esperada =10%; IC = 95% Aleatória simples Escolha das unidades secundárias (animais): Foco = pelo menos 1 positivo até 99 fêmeas: amostra = 10 (todos se <10) 100 ou mais fêmeas: amostra = 15 Excluir animais no período peri-parto Escolha aleatória dos animais

12 Georeferenciamento (GPS) Latitude e longitude (coordenadas) Tecnologia GIS - ArcGIS Condição sanitária (pos neg) Tipologia das propriedades (questionário) Análises espaciais arranjo espacial dos focos

13 BRUCELOSE BOVINA E BUBALINA Estudo soroepidemiológico 01-Identificação: Município: UF: Proprietário: Propriedade: Código de cadastro no serviço de defesa: 02 Data da visita e colheita: / / 03 Código do rebanho no estudo (8 dígitos) 04 Coordenadas Lat: º, Lon º, Altitude 05- Tipo da Exploração: corte leite mista 06- Tipo de Criação: confinado semi-confinado extensivo 07- N o de Ordenhas por dia: 1 ordenha 2 ou 3 ordenhas Não ordenha 08- Tipo de Ordenha: manual mecânica ao pé mecânica em sala de ordenha Não ordenha 09- Produção de leite: a) N o de vacas em lactação: b) Produção diária de leite na fazenda: litros 10- Usa inseminação artificial? não usa inseminação artificial e touro usa só inseminação artificial 11- Raça predominante - Bovinos: zebu europeu de leite europeu de corte mestiço outras raças - Bubalinos: murrah mediterrâneo carabao jaffarabadi outras raças 12(a)- Bovinos existentes 12(b)- Bubalinos existentes Machos Machos inteiros (meses) Fêmeas (meses) Machos Machos inteiros (meses) Fêmeas (meses) Castrados Castrados Total > > 24 Total > > Outras espécies na propriedade: ovinos/caprinos equídeos suínos aves cão gato 14- Espécies silvestres em vida livre na propriedade: não tem cervídeos capivaras outras: Alguma vaca/búfala abortou nos últimos 12 meses? não sim não sabe 16- O que faz com o feto abortado e a placenta? enterra/joga em fossa/queima alimenta porco/cão não faz nada 17- Faz testes para diagnóstico de brucelose? não sim Regularidade dos testes: uma vez ao ano duas vezes ao ano quando compra animais quando há casos de aborto na fazenda quando exigido para trânsito/eventos/crédito 18- Compra fêmeas ou machos com finalidade de reprodução? não sim Onde/de quem: em exposição em leilão/feira de comerciante de gado diretamente de outras fazendas 19- Vende fêmeas ou machos para reprodução? não sim

14 Diagnóstico AAT 2-ME ou FC

15 32 INFORMAÇÕES SOBRE AS AMOSTRAS COLHIDAS 33 - RESULTADOS LABORATORIAIS (3) N o NÚMERO DO FRASCO Cód. do estudo + Nº sequêncial (10 dígitos) Espécie (1) Idade (anos) Nº de parições Já Abortou? SIM NÃO VACINAS (2) BRU. LEP. IBR BVD AAT ( - ) ou ( +) SAL (Título) 2-ME (Título) Resultado Final (NEG) (INC) (POS)

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17 resultados

18 Concluído em 15 UF: RS, SC, PR, SP, RJ, ES, MG, BA, SE, TO, GO, DF, MS, MT e RO Efetivo bovino - IBGE, 2007 Brasil % Região estudada RO TO BA SE Sul Sudeste Centro Oeste total ,12%

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26 Conclusões prevalências Heterogeneidades entre UF e dentro das UF Maioria dos Estados com prevalências importantes, podendo ser rebaixadas pela vacinação com B19 Área de baixíssima prevalência em SC, sul do PR e norte do RS, podendo evoluir para erradicação. DF e parte da BA na mesma situação.

27 Fatores de risco Introdução de reprodutores Contato indireto com outro rebanho Uso de IA Vacinação com B19 (protetor)

28 O que fazer? Nas UF com prevalência média/alta, perseguir coberturas vacinais >80% com a B19 Não utilizar B19 em SC (DF e circuitos 1 e 4 da BA) Estratégia de erradicação em SC, sul do PR e norte do RS (DF e circuitos 1 e 4 da BA) Desestimular introdução de reprodutores e IA sem cuidados sanitários e contato indireto entre propriedades.

29 cobertura vacinal com a B19 evolução da cobertura vacinal segundo os anos anos de programa idade das matrizes em anos cobertura vacinal 1 o 0, ,08 2 o 0,8 0, ,16 3 o 0,8 0,8 0, ,24 4 o 0,8 0,8 0,8 0, ,32 5 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0, ,4 6 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0, ,48 7 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0, ,56 8 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0, ,64 9 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0 0,72 10 o 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8

30 Sistema de vigilância para brucelose bovina LIVRE saneamento FOCO pesquisa de anticorpos no leite sorodiagnóstico de reprodutores descartados em abatedouro sorodiagnóstico para movimentar animais de reprodução investigação de denúncia ou rumor estudos por amostragem busca ativa nos produtores informais investigação de casos de abortamento bovino investigação de casos de brucelose humana

31 ...mas provavelmente... Em outubro desse ano, o MAPA recebeu uma missão da União Européia para avaliar o sistema produtivo de Santa Catarina. A intenção foi verificar a capacidade do estado de exportar bovinos vivos e a certificação de propriedades para tuberculose e brucelose faz parte dos requisitos exigidos. A Rússia, um dos grandes importadores de carnes brasileiras, também cria muito embaraço em relação a essas duas doenças. A Indonésia e as Filipinas já exigem a certificação para importar bovinos vivos.

32 Orientações de MS e DR em função do projeto Estado Pós-graduando MS/DR orientador Ano conclusão Instituição PR Juliana Alves Dias MS Ernst E Muller 2003 UEL GO Willian Vilela Rocha MS Luiz A. Batista Brito 2003 UFG SP Ricardo Augusto Dias DR Fernando Ferreira 2004 FMVZ-USP SC Suzana Sikuzawa MS Fernando Ferreira 2004 FMVZ-USP ES Sérgio Santos de Azevedo DR Sílvio A. Vasconcellos 2006 FMVZ-USP MT Rísia Lopes Negreiros MS Marcos Amaku 2006 FMVZ-USP BA Ana Júlia Silva e Alves MS Ricardo A Dias 2008 FMVZ-USP SE Vicente G. S. O. Silva DR José S. Ferreira Neto 2008 FMVZ-USP TO Renato Akio Ogata MS Ricardo A Dias 2008 FMVZ-USP RO Karina de Senna Villar MS Fernando Ferreira 2008 FMVZ-USP RS Maria F.V. Marvulo DR José S. Ferreira Neto 2009 FMVZ-USP RJ Mônica F. K.Gunnewieck DR José S. Ferreira Neto 2010 FMVZ-USP MS Sabrina Caruso Chate DR José S. Ferreira Neto 2010 FMVZ-USP PE Erivânia DR Jean Carlos Silva UFR-PE MA Mauro Borba DR Ricardo A Dias FMVZ-USP MT Sândia DR a definir FMVZ-USP SP Ana Paulo Belchior DR a definir FMVZ-USP RO Fabiano Benites MS a definir FMVZ-USP PR Maria do Carmo DR Ernst E Muller UEL BA Luciana Bahiense MS Maria Bavia UFBA

33 Obrigado! Centro colaborador do MAPA

34 2010

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