ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

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2 ID: 102 A PREVENÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE ENTRE CRIANÇAS POR MEIO DA RISOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Profa. Esp. Andréa Savietto (UNIANCHIETA) Ana Claúdia de Carvalho (UNIANCHIETA) Maria de Fátima de Oliveira (UNIANCHIETA) Ana Paula Torres (UNIANCHIETA) Prof. Ms. Cristiano José Mendes Pinto (UNIANCHIETA) Prof. Esp. Claudete da Silva (UNIANCHIETA) As ações de promoção à saúde visam melhorar a qualidade de vida, tendo como foco a garantia de uma vida saudável. As atividades de prevenção visam evitar o surgimento de doenças, reduzindo sua incidência, prevalência ou diminuindo seus agravos. Ações educativas utilizando a estratégia risoterapia podem ser úteis na adesão das crianças a práticas de prevenção e promoção da saúde. O objetivo deste projeto foi promover ações educativas meio da risoterapia que possibilitem à criança aprender e estabelecer relações integrando a família, a escola e a comunidade na prevenção e promoção da saúde. O projeto foi desenvolvido por um docente e treze acadêmicos do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Padre Anchieta, durante o estágio em Unidade Básica de Saúde, com o apoio dos profissionais deste serviço de saúde. Este grupo de trabalho foi denominado Sara-Curas da Alegria, e as ações foram realizadas junto a 140 crianças de cinco a seis anos de idade, em uma escola municipal de Ensino Fundamental da cidade de Várzea Paulista/SP. A estratégia risoterapia teve como base atividades educativas práticas e lúdicas, e os acadêmicos se caracterizam com figurino de palhaço, outras vestimentas e ações que promoviam alegria entre as crianças e colocavam em prática os objetivos do projeto. As ações promoveram iniciativa e motivação das crianças para a prevenção e promoção da saúde, e em muitos casos a aceitação para o tratamento, bem como a propagação das informações recebidas dos Sara-Curas da Alegria para as pessoas de seu convívio. Essa estratégia propicia o cuidado integral/holístico, e destaca-se pela eficácia educativa e assistencial, sem barreiras ou formalidades, que promove uma relação humanizada e qualificada entre profissional e criança. O projeto mostrou-se uma estratégia diferenciada e eficaz na prevenção e promoção da saúde, e a melhoria da relação enfermagem/comunidade pode favorecer o alcance das metas das políticas nacionais de promoção e atenção básica à saúde. Descritores: Terapia do Riso, Humanização da Assistência, Promoção da Saúde, Saúde escolar.

3 ID: 103 A PRÁTICA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE BUCAL NOS ESCOLARES Profa. Dra. Silvia Maria Ribeiro Oyama (UNIANCHIETA, FACCAMP, UNINOVE) Esp. Sandra Maria Ribeiro Oyama (UNINOVE) As diretrizes da Política Nacional de Saúde Bucal define que a atuação da equipe de saúde bucal não deve se limitar exclusivamente ao campo biológico ou ao trabalho técnico odontológico. Ademais de suas funções específicas, a equipe deve interagir com profissionais de outras áreas, de forma a ampliar seu conhecimento, permitindo a abordagem do indivíduo como um todo, atenta ao contexto sócioeconômico cultural no qual ele está inserido. A troca de saberes e o respeito mútuo às diferentes percepções deve acontecer permanentemente entre todos os profissionais de saúde para possibilitar que aspectos da saúde bucal também sejam devidamente apropriados e se tornem objeto das suas práticas. Proporcionar uma melhor compreensão dos hábitos em saúde bucal desde cedo pode influenciar na adoção de comportamentos que incentivem a prática de promoção da saúde bucal desde cedo. As crianças estão em fase de aprendizado constante, momento que ações de promoção da saúde podem influenciar na sua formação para adquirir os comportamentos de higiene bucal que tendem a se consolidar na vida adulta. O objetivo do estudo consiste em identificar as produções bibliográficas sobre as ações de promoção da saúde bucal, realizadas por uma equipe multiprofissional nas escolas, descrevendo o conhecimento produzido na temática. Trata-se de um levantamento bibliográfico, descritivo de periódicos da área de saúde, indexados na LILACS, MEDLINE e SCIELO, sendo publicado no período de 2001 a A coleta de dados foi realizada nos meses de julho e agosto de Os artigos utilizados foram publicados nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola, adotando a associação dos descritores. Foram encontrados 19 artigos, sendo 16 na LILACS, e 03 na SCIELO e não houve resultado na MEDLINE. Pode-se classificar os artigos conforme sua temática: relatos de experiências de estratégias de higiene bucal, conhecimento dos pais e educadores, práticas com os primeiros dentes e cuidados com cáries. Verificou-se que a literatura sobre a temática ainda é escassa e restrita aos profissional odontólogos, necessitando de avanços de novos conhecimentos. Descritores: Promoção da Saúde, Higiene Bucal, Escolares.

4 ID: 118 CONHECIMENTOS, ATITUDES E PRÁTICAS DO AUTO-EXAME DAS MAMAS NO CONTEXTO EDUCATIVO DA ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA Prof. Ms. Alfredo Almeida Pina de Oliveira (HCFMUSP, FACCAMP) Profa. Dra. Silvia Maria Ribeiro Oyama (UNIANCHIETA, FACCAMP, UNINOVE) Estratégias para abordar o câncer de mama são necessárias para o enfermeiro que atua na saúde da mulher e em saúde coletiva. O enfoque educativo na orientação em relação ao auto-exame das mamas (AEM) modificou-se bastante ao longo das últimas décadas, pois novas diretrizes internacionais e nacionais apontam a necessidade de rever o foco preventivo desta neoplasia e sua relação com o fortalecimento das competências das mulheres para o autocuidado. Objetivou-se identificar o conhecimento, atitudes e práticas do auto-exame das mamas como consciência corporal que, indiretamente, auxiliam no controle do câncer de mama. Tratou-se de uma revisão narrativa da literatura científica a partir da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), no período de maio de Realizou-se o método integrado desta base de dados, na seguinte sequência: câncer de mama; artigos em português; autoexame das mamas; e conhecimentos, atitudes e práticas em saúde. Foram encontrados 5 artigos compatíveis com o objeto do presente estudo.reconhecer a pouca aproximação da temática com a especificidade da abordagem educativa com foco no conhecimento, atitudes e práticas das mulheres pode representar um campo profícuo na abordagem destas competências por profissionais de saúde com perfil generalista. Descritores: Saúde da Mulher, Saúde Coletiva, Auto Exame das Mamas.

5 ID: 155 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO NUMA ORGANIZAÇÃO NÃO GOVERNAMENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA Profa. Esp. Adriana Nastaro Cinelli (UNIANCHIETA) Prof. Ms. Cristiano José Mendes Pinto (UNIANCHIETA) A legislação exige que os cursos de graduação em Enfermagem tenham em seus projetos pedagógicos estratégias que garantam ao acadêmico uma formação humanista, além do desenvolvimento das competências e habilidades técnicas específicas. Este relato de experiência refere-se a um projeto de extensão do Curso de Graduação em Enfermagem do Centro Universitário Padre Anchieta, no qual os acadêmicos desenvolvem parte do estágio curricular supervisionado em saúde comunitária, conhecendo e atuando numa Organização não governamental (ONG), que presta apoio social e terapêutico às pessoas acometidas de câncer em situação de vulnerabilidade social. Nesta entidade os discentes conhecem e participam ativamente das ações da ONG, o que propicia ao formando uma experiência além da habitual perspectiva do processo saúde-doença. No período de dez dias desse estágio na ONG, que tem foco de atuação social e terapêutico junto a seus usuários, os acadêmicos conhecem a estrutura, organização e funcionamento desta instituição do terceiro setor, desenvolvem ações de enfermagem com ênfase na atenção primária à saúde, executam assistência de enfermagem sistematizada para a prevenção, manutenção e recuperação da saúde por meio de visitas domiciliares aos cadastrados na ONG, além de organizarem e realizarem palestras e ações socioeducativas e em saúde para os usuários, cuidadores e funcionários da ONG. Tais ações auxiliam a entidade no alcance de suas metas, propiciam melhoraria nas condições de saúde dos doentes e na qualidade de vida destes, seus cuidadores e familiares, e, tão importante quanto isso, é o incentivo à participação em organizações da sociedade civil e no desenvolvimento de políticas sociais e de saúde, articulando ações que promovam o exercício de cidadania dos acadêmicos com a perspectiva de apoio e humanização aos usuários do serviço. Dessa forma, a experiência desse estágio mostra-se uma estratégia eficaz no desenvolvimento do senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, importantes atributos para o progresso da sociedade e uma exigência das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Enfermagem. Descritores: -

6 ID: 161 AUTOMEDICAÇÃO E MÉTODOS PARA CONTROLE DA FEBRE Márcia Eleny dos Santos Mendes (UNIANCHIETA) Prof. Eduardo Luiz Hoehne (UNIANCHIETA) Prof. Ms. Cristiano José Mendes Pinto (UNIANCHIETA) A automedicação é uma prática bastante difundida no Brasil, e estudos relatam que a ida à farmácia representa a primeira opção para resolver um problema de saúde, e a maior parte dos medicamentos consumidos pela população é vendida sem prescrição médica. No caso da criança, devido sua dependência, quando recebe de um adulto uma medicação sem prescrição médica isto pode ser considerado automedicação. Esse estudo teve como objetivo avaliar a prevalência do uso de medicação sem prescrição médica para o controle da febre da criança, e o conhecimento da população sobre métodos para diminuir a febre no ambiente doméstico sem uso de medicação. A amostra da pesquisa totalizou 107 mães, pais ou responsáveis de crianças de 0 a 6 anos que aguardavam atendimento na sala de espera do Pronto Socorro Infantil de um hospital universitário de uma cidade do interior do estado de São Paulo, e cuja queixa principal do atendimento era a febre da criança. Os sujeitos foram entrevistados individualmente, em local reservado, no horário da 8h às 17h durante quatorze dias úteis, por um dos pesquisadores que utilizou um formulário para entrevista desenvolvido para essa pesquisa. Foi constatado que 94,4% dos sujeitos fizeram uso de medicação para diminuir a febre da criança antes de procurar o serviço de saúde, e destes 41,6% administraram medicação prescrita por um médico e 58,4% sem prescrição médica. Quanto ao uso de métodos para a redução da febre sem necessidade de medicação 81,3% declararam conhecer alguma técnica, 59,8% destes não fizeram uso de tais técnicas antes da administração do medicamento, e 45,8% relataram ter recebido orientação médica ou de enfermagem sobre tais métodos. Neste caso, a automedicação é consequência do desconhecimento ou não adesão às orientações médicas e de enfermagem para uso dos métodos para controle da febre, o que determinou o uso de medicação sem prescrição médica e seus consequentes riscos. Descritores: Criança; Febre; Automedicação; Adesão à Medicação; Atenção Primária à Saúde.

7 ID: 171 NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE CÂNCER DE PRÓSTATA DE GRADUANDOS DE UMA FACULDADE DA REGIÃO DE JUNDIAÍ Emily Rafaela de Lima (FACCAMP) José Roberto dos Santos Junior (FACCAMP) Profa. Esp. Roseli de Lima (FACCAMP, UNIANCHIETA) Profa. Dra. Silvia Maria Ribeiro Oyama (UNIANCHIETA, FACCAMP, UNINOVE) O câncer de próstata é o tipo de neoplasia mais prevalente em homens, com estimativa de 1,5 milhões com diagnósticos nos últimos anos. Um em cada seis homens, com idade acima de 45 anos, pode ter a doença sem que nem sequer saiba disso, possivelmente pelo fato deste tipo de doença, muitas vezes, se desenvolver de forma assintomática, induzindo os homens à crença de que, se não apresentam sintomas, é porque não estão doentes (GOMES, 2008). Assim é de extrema importância a realização de exames preventivos. O objetivo deste estudo foi verificar o nível de conhecimento de acadêmicos do sexo masculino de uma instituição de ensino privado sobre o Câncer de Próstata. MÉTODO: A pesquisa foi realizada em uma faculdade particular da região de Jundiaí. A amostra constituiu-se de 52 homens que cursam os bacharelados de saúde. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da FACCAMP. O questionário utilizado contempla dados de identificação sócio demográfica e questões referentes ao tema. Nos resultados observou-se que 69% referem que os exames de prevenção devem ser realizados entre 40 e 50 anos, 88% (37) não realizam exames de prevenção do câncer de próstata e 81% (36%) referem que não procuram um médico por não estarem na faixa recomendada para a realização dos exames. A maior parte dos participantes demonstra interesse em adquirir mais informações sobre o tema (85%), apesar de que 52% referem ter um conhecimento bom sobre a temática. Apesar de a pesquisa ter sido realizado em estudantes da área de saúde, ainda observa-se a falta de preocupação com a temática, apesar de a informação ser de fácil acesso, a prática da realização dos exames preventivos ainda está longe do ideal. Conclusão: Uma abordagem mais intensa sobre a temática pode ser um dos facilitadores para a adesão da prática preventiva, visto que os participantes desejam adquirir mais informações sobre a temática. Descritores: Prevenção, Neoplasia Próstata, Enfermagem.

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