Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor."

Transcrição

1 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 1 / 9 Nome do Documento FINALIDADE SAC Atendimento ao Cliente Estabelecer em procedimento o atendimento ao cliente da Gradual Corretora; Assegurar meio de comunicação com o cliente; Assegurar tratamento apropriado como meio de retenção e fomento dos clientes; Definir prazos para diversas etapas do processo de atendimento. OUVIDORIA Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor. Atuar como canal de comunicação entre essas instituições e os clientes e usuários de seus produtos e serviços, inclusive na mediação de conflitos. ÁREAS ENVOLVIDAS / RESPONSABILIDADES SAC Gestor da Área Acompanhar, Orientar e Apoiar a Equipe de Atendimento. Atendentes Atender a demanda dos Clientes referente á: informação, reclamação, dúvidas, sugestões. Dirimir dúvidas para solução do atendimento com as áreas de suporte da Corretora. Reportar casos críticos á Supervisão/Gestão da área. Registrar todos os atendimentos em planilha específica de registro. Casos específicos, encaminhar para canal exclusivo de atendimento em Ouvidoria. Áreas Administrativas, Operacionais e Corporativas Atender as solicitações de clientes realizadas e solicitadas através do SAC dentro do prazo legal. OUVIDORIA CEO Ter ciência de todas as reclamações recebidas, aprovar os relatórios de Ouvidoria e decidir junto ao Comitê de Ouvidoria os casos de qualificação grave. Controller Ter ciência das reclamações relevantes e graves, incluindo àquelas que envolverem valores financeiros elevados de ressarcimento, apoiar e decidir junto ao Comitê. Ouvidor

2 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 2 / 9 Registrar e analisar a procedência de sugestões, reclamações e denúncias visando solucionálas. Promover a melhoria dos serviços prestados através do acompanhamento junto às áreas implantação de procedimentos a fim de prevenir erros, omissões, desvios ou abusos. Encaminhar os casos graves e relevantes ao Comitê de Ouvidoria e CEO. Apresentar relatório à Diretoria, incluindo indicadores e elaborar relatório semestral para Banco Central. Compliance Direcionar ações corretivas e promover ações preventivas correção de erros, omissões, desvios ou abusos, prevenção e correção de atos e procedimentos incompatíveis com os princípios. Grupo multidisciplinar Alimentar o Ouvidor e Comitê com informações e evidências relevantes para análise do caso, observando o prazo de envio das informações ao Ouvidor. Os integrantes podem variar de a- cordo com o caso em análise. Comercial Varejo Mesa SP / Redes Comercial Institucional Atendimento Canais Varejo; Canais Institucionais; Jurídico TI Infra / Telefonia Risco Custódia Tesouraria Cadastro Controladoria Clubes e Fundos Comitê de Ouvidoria Discutir casos complexos encaminhados à Ouvidoria a fim de estabelecer solução para cada caso, a partir do dossiê elaborado pelos integrantes do Grupo Multidisciplinar. Integrantes do Comitê: CEO (Casos graves), Controller, Comercial (Varejo e Institucional), Atendimento, Jurídico, Canais, Compliance, Risco, BackOffice e TI. O Comitê será integrado eventualmente, em caráter especial, por representantes de outras á- reas, conforme cada caso em discussão. Áreas Administrativas, Operacionais e Corporativas Atender as solicitações de clientes realizadas e solicitadas através da Ouvidoria dentro do prazo legal. Jurídico Dar suporte as áreas quando solicitado dentro da sua competência; Manter atualizado o Estatuto Social em atendimento. a legislação

3 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 3 / 9 Nome do Documento CONCEITOS / CRITÉRIOS GERAIS OUVIDORIA Da Instituição A Ouvidoria da Gradual Investimentos foi instituída para, atender a Resolução 3849 do Banco Central do Brasil. Da Estruturação Usando das prerrogativas dadas pelo parágrafo primeiro do artigo primeiro da Resolução 3849 do Conselho Monetário Nacional, a Ouvidoria da Gradual possui uma estrutura organizacional única para atender a todas as empresas do Grupo Gradual. Foram designados perante o BACEN os nomes do Ouvidor e do Diretor responsável pela Ouvidoria e para tanto, seus dados foram inseridos e serão mantidos devidamente atualizados no Sistema de Informações sobre Entidades de Interesse do Banco Central (Unicad). A Ouvidoria da Gradual, sendo um órgão de prevenção e solução de conflitos, está sob a responsabilidade de um Ouvidor. No caso de afastamento definitivo do Ouvidor por motivo de demissão, destituição ou substituição, o Diretor de Ouvidoria, ou Diretor-Presidente, deverá indicar um substituto interino, imediatamente, devendo este permanecer na função até que se indique um novo Ouvidor. Das Funções da Ouvidoria A Ouvidoria tem como função principal, atuar na defesa dos direitos dos clientes/ consumidores/usuários de produtos e serviços, representando seus interesses até o limite da legalidade, sem ignorar a Política Interna Operacional e Administrativa, bem como a Legislação. Destacam-se dentre as demais funções e atribuições desempenhadas pela Ouvidoria Gradual: Facilitar e simplificar ao máximo o acesso do usuário ao serviço de atendimento; Promover a mais ampla divulgação da Ouvidoria, tornando-a um órgão conhecido do público em geral e principalmente de seus clientes/consumidores; Atuar ativamente na prevenção de conflitos; Agir com independência, integridade, imparcialidade, transparência e rapidez; Zelar pela manutenção e resguardo do sigilo sobre as informações a que tiver acesso; Receber demandas sejam elas na forma de reclamações, sugestões, consultas ou intimações de órgãos de defesa do consumidor, órgãos de fiscalização e de outras ouvidorias; encaminhar as solicitações diretamente às áreas envolvidas para que possam:

4 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 4 / 9 > no caso de sugestões: estudá-las, adotá-las ou rejeitá-las, com a devida fundamentação; > no caso de consultas: responder às questões dos consulentes; > no caso de reclamações: explicar, justificar ou corrigir o fato, objeto da reclamação; > no caso de intimações: providenciar os elementos necessários ao atendimento; Dar ciência formal, com todos os elementos que assim permitam, aos clientes ou consumidores/reclamantes no prazo máximo de 15 dias, contados do recebimento da reclamação, sobre o andamento do processo ou resposta, informando a viabilidade e conclusão do pleito; Sugerir às instâncias competentes, dentro da Gradual, medidas que visem o aperfeiçoamento dos produtos, procedimentos e funcionamento da própria organização, em função dos Atendimentos da Ouvidoria. Manter registro cronológico e atualizado de todas as solicitações recepcionadas pela Ouvidoria, respectivas conclusões e respostas encaminhadas aos solicitantes; Manter constantemente atualizadas as informações e as estatísticas referentes às atividades desenvolvidas e elaborar um Relatório Semestral contendo as informações sobre as ações desenvolvidas, além de conclusões, propostas e recomendações; Propor às empresas a revisão de normas, condições gerais dos contratos, fluxos de processos de quaisquer áreas, ou qualquer outra providência que julgue necessária ao aperfeiçoamento do relacionamento com o cliente ou consumidor; Divulgar os resultados das análises das estatísticas auferidas a partir dos dados e informações do Atendimento da Ouvidoria. SAC Atendimento ao Cliente O atendimento aos Clientes da GRADUAL é realizado através de canais disponíveis na Corretora, a saber: (discagem gratuita), site (Fale Conosco), correio, fax, , ou pessoalmente quando da visita do cliente à Corretora. O atendimento é realizado por profissional qualificado da área de Atendimento e tratadas apropriadamente conforme descrito no fluxo. Os atendimentos são registrados em planilha em Excel disponível e nominal na rede. Semanalmente os registros são compilados em gráficos para a análise dos Gestores quanto aos motivos do atendimento e o tempo de atendimento que deverá atender à meta definida. A sistemática garante o monitoramento da qualidade de atendimento e o resultado obtido a partir dos registros realizados. Tal sistemática atende requisito específico do PQO Programa Qualidade Operacional da BM&FBovespa. Quando o Gestor da Área identificar a incidência de um mesmo assunto ou a depender de sua criticidade ações corretivas serão providenciadas.

5 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 5 / 9 Quando um atendimento for qualificado como reclamação, deve o atendimento registrar: críticas, sugestões e/ou admitir a reclamação. O motivo da reclamação é investigado a fim de atender e responder ao Cliente. Somente os casos abaixo descritos devem ser encaminhados à Ouvidoria pelo Atendimento em ramal específico nº 2963; Denúncia:- Cliente comunica a intenção de comunicação com a Ouvidoria por motivo de Denuncia em caráter de sigilo. Entende-se por denúncia a comunicação de fatos que caracterizam indícios de descumprimento de dispositivos legais e regulamentares; Manifestação qualificada como Reclamação Não solucionada pelo Atendimento e/ou Assessor; e que o Cliente solicite o endereçamento a última instância da Organização Ouvidoria; Reclamação Procedente e que envolve Ressarcimento; Reclamação analisada pelo Atendimento e/ou Assessor, baseado em evidência objetiva, sugere ressarcimento ao Cliente. OBS: Nestes casos, o Atendimento deve encaminhar todo material de análise para Ouvidoria, a fim de que este possa auxiliar o Ouvidor a cumprir procedimento. PROCEDIMENTOS OUVIDORIA / SAC Ouvidoria / Ouvidor 1. Recebe via Atendimento as reclamações qualificadas no ramal exclusivo da Ouvidoria ou diretamente por através do endereço portal ou ainda via registro no Orbium; Obs1: As reclamações são recebidas tanto diretamente do cliente como através das Instituições Reguladoras. As demandas oriundas da CVM serão tratadas pelo Jurídico. Obs2: As ligações recebidas no ramal da Ouvidoria são, em sua totalidade, gravadas. 2. Se reclamação é recebida por telefone, analista da Ouvidoria informa que a gravação está sendo gravada e informa ao cliente que resposta em relação à sua exposição será retornada em até 15 dias corridos, após a devida análise pela Corretora; 3. Se reclamação é via , analista da Ouvidoria encaminha padrão informando que a solicitação do cliente será analisada e dentro de 15 dias corridos terá um parecer da Corretora sobre o caso; 4. Se o conteúdo da reclamação não demandar análise do caso pela Ouvidoria, Ouvidor deverá orientar o Cliente a entrar em Contato com a Central de Atendimento que poderá esclarecer a questão imediatamente; 5. Lança as informações, referentes ao chamado, em planilha eletrônica arquivada na rede;

6 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 6 / 9 6. Analisa as reclamações registradas pelos Clientes, identificando as informações necessárias a serem solicitadas às áreas integrantes do Grupo Multidisciplinar, envolvidas no caso em análise. As demais áreas somente terão acesso à íntegra da reclamação registrada, se for necessário ao andamento do caso ou quando os casos forem levados ao Comitê; 7. Os casos que envolverem Recursos Humanos da Gradual (reclamações por conta de conduta de colaboradores) deverão ser analisadas pelo Ouvidor e encaminhadas para área de R.H. Gestão de Pessoas; a partir das informações necessárias recolhidas com as áreas pertinentes (gravações telefônicas, informações do Atendimento), e levadas ao conhecimento da Diretoria e da Gerência do colaborador em questão; 8. As áreas demandadas deverão se manifestar em até D+3 informando seu parecer quanto ao caso, nem que informe que não há nenhuma informação relevante à agregar; 9. Analista da Ouvidoria registra o parecer de cada área demandada em planilha eletrônica e encaminha ao Ouvidor para parecer definitivo; 10. Se o parecer for a favor do cliente e não envolver restituição financeira o Ouvidor responde ao cliente com cópia para o comitê de Ouvidoria e registra o parecer final na planilha de controle da Ouvidoria. 11. Se o parecer for a favor do cliente e envolver restituição financeira o Ouvidor deverá aprovar o parecer/restituição com o comitê de Alçada competente. Valores até R$ 1.000,00 Ouvidor Valores entre R$ 1.000,01 a R$ 3.000,00 Ouvidor e o diretor da área diretamente envolvida no caso Valores entre acima de R$ 3.000,00 do CEO. 12. Se o parecer do comitê de alçada for negativo a resposta é encaminhada ao departamento jurídico para validação. Ouvidor responde ao cliente com cópia para o comitê de Ouvidoria e registra o parecer final na planilha de controle da Ouvidoria. 13. Se o parecer do comitê de alçada for positivo a resposta é encaminhada a tesouraria para depósito. Ouvidor responde ao cliente com cópia para o comitê de Ouvidoria e registra o parecer final na planilha de controle da Ouvidoria. 14. Ouvidor encaminhará resposta ao cliente em até D+14, somente após as aprovações; 15. A resposta aprovada, informada ao cliente, deverá ser encaminhada a Soluções que manterá registro desta informação em seus controles, pois caso o Cliente entre posteriormente em contato com a Central, a área possuirá o histórico da Ouvidoria; 16. Os casos serão tratados na reunião do Comitê de Ouvidoria quando: I. Em D+4 as áreas não aprovarem a resposta formulada pelo Ouvidor; II. Os pareceres emitidos pelas áreas forem divergentes a ponto de não se chegar a uma solução comum; III. Os casos envolverem ressarcimento em que haja divergências na validação; IV. Os casos forem encaminhados á Ouvidoria através dos Órgãos reguladores. Obs: Os casos envolvendo Órgãos reguladores são especiais e devem ser solucionados impreterivelmente em até 5 dias úteis.

7 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 7 / 9 Nome do Documento 17. Caso em D+15 a resposta ao Cliente não tenha sido definida, o Ouvidor entrará em contato nesta data com o mesmo e informará que está sendo dada especial atenção ao seu caso, pois para solucioná-lo a Corretora precisará finalizar uma análise aprofundada e dentro de 3 dias úteis retornaremos com parecer; 18. O Ouvidor após envio de resposta ao cliente registrará em planilha eletrônica; 19. Ouvidor deverá acompanhar com as áreas envolvidas todas as etapas após encaminhamento da resposta ao cliente, para certificar-se e registrar que o ciclo de atendimento foi concluído; 20. Após conclusão deve arquivar as evidências e registrar em planilha eletrônica a conclusão do Atendimento; 21. A resposta dada ao cliente também deve ser encaminhada a soluções que deverá manter registro desta informação em seus controles, caso o Cliente entre posteriormente em contato com a Central, a área possuirá o Histórico da Ouvidoria; 22. Caso o cliente que já tenha obtido resposta volte a entrar em contato com a Ouvidoria, deverá ser informado pelo Ouvidor que com base nas informações passadas pelo cliente o caso será reanalisado e dentro de 15 dias úteis retornamos contato informando o parecer; 23. O Ouvidor encaminhará as Atas das Reuniões do Comitê e resumo dos casos solucionados à CEO; 24. Semestralmente Ouvidor elabora relatório contendo informações descritivas e estatísticas referentes às reclamações registradas na Ouvidoria, conforme exigência da Resolução 3.370/07 Bacen; 25. O Relatório Semestral é encaminhado para aprovação da CEO; 26. Posteriormente é auditado pela Auditoria Interna e após esta, pela Auditoria Externa; 27. Após aprovação das Auditorias o Relatório é enviado ao Banco Central mediante transmissão de arquivo eletrônico pela internet com a utilização do aplicativo PSTAW10, conforme Carta- Circular nº 2.847/99 Bacen. SAC / Atendente 1. Recebe via Atendimento as reclamações qualificadas na Central de Atendimento, via portal ou diretamente por através do endereço Obs: As ligações recebidas no SAC são, em sua totalidade, gravadas. 2. Se reclamação é via , atendente encaminha padrão informando que a solicitação do cliente será analisada e dentro de até 5 dias úteis terá um parecer da Corretora sobre o caso; 3. O analista de atendimento deverá classificar a reclamação: a. 1 ª reclamação => Registrará no Orbium e na planilha de controle de SAC e informará prazo de até 5 dias úteis.

8 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 8 / 9 b. Reclamação já aberta em processo de análise => Informará status da solicitação e prazo de até 5 dias úteis. Registrará no Orbium o segundo contato como observação. c. Reclamação já aberta, analisada e encerrada => Se tiver tido parecer positivo o analista comunicará ao cliente e registrará contato no Orbium. Se tiver tido parecer negativo e ainda não tiver Caso de Ouvidoria em aberto como recurso o analista informará ao cliente o parecer e o script de contato com a Ouvidoria para recorrer da decisão. Se tiver tido parecer negativo e já tiver Caso de Ouvidoria em aberto como recurso o analista informará ao cliente status da Ouvidoria e/ou decisão. 4. A resposta ao cliente será formulada impreterivelmente em D+5. Caso alguma área não formalize seu parecer deixará de contribuir com a análise; 5. Todas as informações serão registradas no sistema de Atendimento (Orbium); 6. Em D+5 o atendente desenvolverá a resposta ao cliente com base nos pareceres das áreas; 7. A resposta dada ao cliente também deve ser encaminhada de soluções que deverá manter registro desta informação em seus controles, caso o Cliente entre posteriormente em contato com a Central, a área possuirá o Histórico do SAC; MATRIZ DE RISCOS DO PROCESSO RC (Risco de Crédito) / RM (Risco de Mercado) / RO (Risco Operacional) RC RM RO Legal Imagem Liquidez Diversos Pontos de Controle Risco de legislação - Manter estrutura organizacional formal de Ouvidoria com os respectivos registros no Bacen (nomes e DDG). Risco humano - Treinar pessoal envolvido, evidenciando sua certificação. Risco de regulamentação - Disponibilizar e divulgar os meios para contato e observar todas as exigências de observação do processo a ser executado (protocolo, prazo etc.). Risco de presteza e confiabilidade - Evidenciar encaminhamento de sugestões de melhorias nos processos à Presidência. Risco de processo - Observar rigorosamente o processo previsto, prazos e formatação para geração e disponibilização do Relatório Semestral de Ouvidoria. Solucionar o problema de forma a reverter a situação e fidelizar o cliente. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Resolução 3849 (de 25/03/10) do Banco Central do Brasil. Resolução 3.477, 26 de julho de 2007 (BACEN)

9 MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 9 / 9 Nome do Documento Circular 3.370, 23 de outubro de 2007 (BACEN). Carta-Circular nº 2.847, de 13 de abril de 1999 (BACEN). Decreto 6523 de 31/07/2008 HISTÓRICO DAS REVISÕES 2ª Revisão (março/11) = Substituição das P3.4_001, P3.4_002 e adequação da formatação. 3ª Revisão (Novembro/11) = Adequação e formatação 4º Revisão (março/2013) = Revisão periódica

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO DA OUVIDORIA Por decisão da Diretoria da AIG Seguros Brasil S/A, doravante denominada simplesmente AIG Seguros, foi instituída sua Ouvidoria na forma da

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA

REGULAMENTO DA OUVIDORIA REGULAMENTO DA OUVIDORIA CLÁUSULA PRIMEIRA - DA CONSTITUIÇÃO 1.1 Por decisão da Diretoria Executiva da Euler Hermes Seguros de Crédito S.A e da Euler Hermes Seguros de Crédito à Exportação S.A., bem como,

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS SUPORTE CORPORATIVO

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS SUPORTE CORPORATIVO 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Este documento contém a instituição e a sistemática de atuação da Ouvidoria Fator para assegurar o atendimento e tratamento das comunicações entre

Leia mais

Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon

Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon 7A Ouvidoria no Mercado de Capitais Boletim de Proteção do Consumidor/Investidor CVM/Senacon Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor Secretaria Nacional do Consumidor Ministério da Justiça Introdução

Leia mais

OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO

OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO Art. 1º - DA CONSTITUIÇÃO 1.1. Pela Diretoria do Grupo Cardif do Brasil ( Grupo Cardif ), composto pelas empresas Cardif do Brasil Vida e Previdência S/A, Cardif

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

c. Promover o comportamento ético no ambiente em que atuamos.

c. Promover o comportamento ético no ambiente em que atuamos. Introdução O Código de Ética e Conduta foi aprovado em reunião do Conselho de Administração em 03/08/2015. É um documento que resume as principais políticas e diretrizes que definem as regras orientadoras

Leia mais

MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS

MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS MANUAL DO AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Este Manual dispõe sobre os procedimentos e regras a serem observados pelos Agentes Autônomos de Investimentos ( AAIs ) vinculados à ICAP do Brasil CTVM ( ICAP

Leia mais

REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A.

REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A. REGULAMENTO DA OUVIDORIA TOKIO MARINE SEGUROS S.A. DA CONSTITUIÇÃO Artigo 1º - Por decisão da Diretoria Tokio Marine Seguradora S.A., e na forma da Circular Susep nº 279/2013 esta OUVIDORIA atuará nos

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO E USO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Aprovada em Reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada em 29 de agosto

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem:

RESOLUÇÃO Nº 3.849. 2º As instituições a que se refere o caput devem: RESOLUÇÃO Nº 3.849 Dispõe sobre a instituição de componente organizacional de ouvidoria pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. O Banco

Leia mais

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A.

REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. REGRAS DE ATUAÇÃO DO BANCO ITAÚ BBA S.A NOS MERCADOS ORGANIZADOS DE VALORES MOBILIÁRIOS ADMINISTRADOS PELA CETIP S.A. 1 O participante indicado abaixo, objetivando atuar na qualidade de Intermediário,

Leia mais

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS

Manual de Conduta INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS INTRADER DTVM LTDA. MANUAL DE CONDUTA E MELHORES PRÁTICAS VERSÃO 2012 ÍNDICE 1. Introdução 2. Das Obrigações dos Agentes Autônomos 3. Das Vedações 4. Do Termo de Recebimento, Ciência e Aceitação 1. Introdução

Leia mais

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS PORTARIA ANVISA Nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 DOU 03.09.2007 Dispõe sobre a Política de Atendimento ao Público da Agência Nacional

Leia mais

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1

REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 REGRAS APLICÁVEIS AOS AAI SLW V1 Este documento vem em atendimento a Instrução CVM 497, de 03 de junho de 2011 e tem a finalidade de regular as atividades entre os agentes autônomos de investimentos e

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS SUPORTE CORPORATIVO

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS SUPORTE CORPORATIVO 1. CONTEÚDO DESTE DOCUMENTO Contém os requisitos e diretrizes básicas para o contrato/distrato, as condições de credenciamento, as normas de conduta e as responsabilidades dos Agentes Autônomos de Investimento,

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 9990.2002237/2014-32 Assunto: Restrição de acesso: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE ATO NORMATIVO Nº 01, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o Normativo de Pessoal EMPREGO DE LIVRE PROVIMENTO E DEMISSÃO DE NÍVEL SUPERIOR, EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL

Leia mais

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS A Wilson Sons, por meio deste Guia Anticorrupção, pretende disseminar os valores morais e éticos que norteiam seus diversos negócios, reiterando seu princípio de combate

Leia mais

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS

Leia mais

METROPOLITAN LIFE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA S.A. CNPJ/MF nº 02.102.498/0001-29 NIRE 35.300.151.071 REGULAMENTO DA OUVIDORIA

METROPOLITAN LIFE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA S.A. CNPJ/MF nº 02.102.498/0001-29 NIRE 35.300.151.071 REGULAMENTO DA OUVIDORIA METROPOLITAN LIFE SEGUROS E PREVIDÊNCIA PRIVADA S.A. CNPJ/MF nº 02.102.498/0001-29 NIRE 35.300.151.071 REGULAMENTO DA OUVIDORIA CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO DA OUVIDORIA Por decisão da Diretoria da Metropolitan

Leia mais

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010

PREÂMBULO TOV colaboradores, Compliance Outubro/2010 PREÂMBULO A TOV, ciente da importância da ética nas relações profissionais nas comunidades onde atua e dos benefícios advindos do comprometimento e execução de diretrizes de conduta ética, divulga a todos

Leia mais

VALORA GESTÃO DE INVESTIMENTOS LTDA

VALORA GESTÃO DE INVESTIMENTOS LTDA MANUAL DE GERENCIAMENTO DE LIQUIDEZ VALORA GESTÃO DE INVESTIMENTOS LTDA Elaborado pelo Oficial de Compliance: Misak Pessoa Neto Data: 25/01/2016 Versão: 1.3 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Princípios Gerais...

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA OUTUBRO/2007

CÓDIGO DE ÉTICA OUTUBRO/2007 OUTUBRO/2007 ÍNDICE Página 1. APRESENTAÇÃO 1 2. OBJETIVOS 1 3. NORMAS, PRINCÍPIOS E VALORES ÉTICOS 2 4. CONFLITOS DE INTERESSES 5 5. CONFIDENCIALIDADE 6 6. DÚVIDAS COM A APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 6

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL PAPÉIS E RESPONSABILIDADES ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conglomerado Prudencial Safra SAFRA, de acordo com as melhores práticas de mercado e integral atendimento à regulamentação, implementou a sua Estrutura

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 8700.000695/201-72 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: Recurso contra decisão denegatória

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (Aprovado na RCA de 14.06.2010 e alterado nas RCAs de 25.04.2012, 22.04.2013, 28.10.2013

Leia mais

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015

Data da última atualização. Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Política Prevenção à Lavagem de Dinheiro 04/02/2015 Data da última atualização 1. Objetivo: O Conselho de Administração e a Diretoria Executiva do Banco Indusval S/A e Guide Investimentos S/A Corretora

Leia mais

MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO

MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO MANUAL DE NORMAS DIREITO DE ACESSO VERSÃO: 13/12/2011 2 / 34 MANUAL DE NORMAS DE DIREITO DE ACESSO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 4 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 4 CAPÍTULO TERCEIRO DOS TIPOS DE

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO

1ª PARTE LEIS E DECRETOS 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO 1ª PARTE LEIS E DECRETOS Sem alteração. 2ª PARTE ATOS ADMINISTRATIVOS COMANDANTE DO EXÉRCITO PORTARIA Nº 813, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012. Aprova as Normas para a Realização das Atividades de Auditoria e

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA CEP/EEWB REGIMENTO INTERNO

ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA CEP/EEWB REGIMENTO INTERNO ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA CEP/EEWB REGIMENTO INTERNO ITAJUBÁ 2015 Capítulo 1 DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa - CEP - da Escola

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) Março 2011 GLOSSÁRIO ÍNDICE CAPÍTULO

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES MANUAL DE GOVERNANÇA 2015 ABA MANUAL DE GOVERNANÇA I. INTRODUÇÃO É norma e política da Associação Brasileira de Anunciantes ("ABA"), o estrito cumprimento de todas

Leia mais

Mensagem da Diretoria

Mensagem da Diretoria Código de Ética Índice Mensagem da Diretoria... 07 Princípios Cooperativistas... 09 Política da Qualidade... 11 Nosso Negócio, Missão, Visão... 12 Nossos Valores... 13 Nosso Relacionamento com: Associados...

Leia mais

CIRCULAR N 3.172. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.611 de 31/10/2012.

CIRCULAR N 3.172. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.611 de 31/10/2012. CIRCULAR N 3.172 Documento normativo revogado pela Circular nº 3.611 de 31/10/2012. Estabelece procedimentos relativamente ao exercício de cargos em órgãos estatutários de instituições financeiras e demais

Leia mais

Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL Banco Safra S.A. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1/8 1. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL O Conglomerado Prudencial Safra SAFRA, de acordo com as melhores práticas de mercado

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 279, DE 2013. Dispõe sobre a instituição de ouvidoria pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

NORMATIVO SARB 003/2008 1. CONCEITO

NORMATIVO SARB 003/2008 1. CONCEITO O Conselho de Auto-Regulação Bancária, com base no art. 1 (b), do Código de Auto-Regulação Bancária, sanciona as regras abaixo dispostas, formalizando preceitos comuns a todas as signatárias da auto-regulação

Leia mais

O impacto da Lei de Acesso à Informação (LAI) no ambiente SISP

O impacto da Lei de Acesso à Informação (LAI) no ambiente SISP 6ª Governança Aplicada ISACA Capítulo Brasília O impacto da Lei de Acesso à Informação (LAI) no ambiente SISP João Batista Ferri de Oliveira Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Departamento

Leia mais

M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0

M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0 1 M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0 POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO COM PARTES RELACIONADAS 1. OBJETIVO 1.1

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES E ABRANGÊNCIA

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES E ABRANGÊNCIA INSTRUÇÃO CVM N o 529, DE 1º DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre a instituição da Ouvidoria no âmbito do mercado de valores mobiliários. O PRESIDENTE INTERINO DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna

Leia mais

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA

MANUAL DE NORMAS DA EMBRAPA Sumário 1. Objetivo 2. Campo de aplicação 3. Referências 4. Siglas e abreviaturas 5. Princípios e Valores Fundamentais 6. Do Relacionamento da Embrapa com seus Empregados 7. Do Relacionamento dos Empregados

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL Última atualização: Agosto/2014 EXCLUSIVO PARA USO INTERNO Produzido pelas área de Risco Operacional Aprovado e revisado pela Diretoria Executiva A reprodução

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E SIMILARES, SOCIEDADES CORRETORAS, DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E PESSOAS JURÍDICAS QUE ATUEM COMO

Leia mais

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902)

COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902) COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA Vinculada ao Ministério da Integração Nacional - MI NORMA DE AUDITORIA (NOR-902) FOR-101/01 NORMAS ESPECIAIS CÓDIGO: 900 FOLHA Nº:

Leia mais

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados

Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A. Regras de Atuação da CSHG nos Mercados Organizados de Valores Mobiliários Administrados PELA Cetip S.A. Mercados Organizados Outubro de 2013 Regras

Leia mais

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO

-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO -CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Sistema Sicoob A Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional abaixo visa dar conformidade ao que dispõe a Resolução n 3.380/2006, do Conselho Monetário

Leia mais

PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015. AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV.

PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015. AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV. PACTO GLOBAL DAS NAÇÕES UNIDAS COP - COMUNICADO DE PROGRESSO 2015 AX0003/00-Q5-RL-1001-15 Rev. 0 < MAIO 2015> ELABO.: SBMo VERIF.: CF APROV.: CK AX0003/00-Q5-RL-1001-15 2 ÍNDICE PÁG. 1 - INTRODUÇÃO...

Leia mais

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Ementa: Estabelece normas de organização, funcionamento e eleição, competências das Comissões de Ética Médica dos estabelecimentos

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

PMI Espírito Santo. Política de Voluntariado. Diretoria de Filiação e Voluntariado

PMI Espírito Santo. Política de Voluntariado. Diretoria de Filiação e Voluntariado PMI Espírito Santo Política de Voluntariado Diretoria de Filiação e Voluntariado Índice 1. Introdução...3 2. O Trabalho Voluntário...4 3. O PMI-ES e o Trabalho Voluntário...4 4. Expectativas do PMI-ES

Leia mais

Selo de Eficiência Energética Industrial

Selo de Eficiência Energética Industrial Página: 1/9 Elaborado por: Sebastián del Valle Rosales Verificado por: Suzete Schipa Suzuki Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 15/07/2010 A Empresa abaixo identificada declara conhecer perfeitamente

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração

SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A. Regimento Interno do Conselho de Administração Este Regimento Interno foi aprovado pelo Conselho de Administração da Suzano Papel e Celulose S.A. em 18 de fevereiro de 2016.

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.682, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Aprova o regulamento que disciplina a prestação de serviço de pagamento no âmbito dos arranjos de pagamentos integrantes do Sistema de Pagamentos Brasileiro

Leia mais

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação

ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I. Da Apresentação ESTATUTO DA BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE BRASIL CAPITULO I Da Apresentação Art. 1º O presente Estatuto orienta a organização, as competências e o funcionamento do da Biblioteca Virtual em Saúde Brasil (BVS

Leia mais

PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015

PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015 PORTARIA Nº 79, 26 DE maio DE 2015 Institui, no âmbito da Autoridade Pública Olímpica APO, o Serviço de Informação ao Cidadão SIC, e revoga a Portaria nº 41, de 2013, que instituíra e disciplinava o Serviço

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO 1. OBJETIVO A Política Corporativa de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de reforçar o compromisso da empresa Via Boleto de cooperar

Leia mais

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional

Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco Operacional 1/74 Título 1 Apresentação... 3 Título 2 Gerenciamento do Risco Operacional... 4 1 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional 4 1 Considerações Gerais... 4 2 Estrutura Organizacional... 5 3 Responsabilidades...

Leia mais

Ouvidoria Campus e Unidade de Emergência

Ouvidoria Campus e Unidade de Emergência Campus e Unidade de Emergência 1. Introdução Em 20 de abril de 1999 foi criada a lei 10.294 que trata da Proteção e Defesa do Usuário de Serviços Públicos, cujo objetivo é garantir os direitos básicos

Leia mais

PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004

PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004 PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro da Previdência Social, no uso de sua competência estabelecida no art. 87 da Constituição Federal e considerando o disposto no art. 23 da Lei nº 8.159,

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE ATO OU FATO RELEVANTE I DEFINIÇÕES E ADESÃO 1. As definições utilizadas

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009.

INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009. INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009. Dispõe sobre as ofertas públicas de valores mobiliários distribuídas com esforços restritos e a negociação desses valores mobiliários nos mercados regulamentados.

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO

MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO MANUAL DE OPERAÇÕES DA RODA DE DÓLAR PRONTO 1. INTRODUÇÃO 2. DEFINIÇÃO 3. OBJETO DE NEGOCIAÇÃO 4. PARTICIPANTES 4.1 Participantes Intermediadores 4.2 Participantes Compradores e Vendedores Bancos 5. OPERAÇÕES

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 44/15, de 09/12/2015. CAPÍTULO I AS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI Nº2. 830, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011.

MUNICÍPIO DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI Nº2. 830, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº2. 830, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011. Estabelece diretrizes para a Política de boas práticas e padrões de qualidade no atendimento ao usuário de serviços públicos na cidade de Morrinhos e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO CADASTRO NACIONAL DE EMPRESAS COMPROMETIDAS COM A ÉTICA E A INTEGRIDADE - CADASTRO PRÓ-ÉTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 99902.0017/201-98 Assunto: Restrição de acesso: Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recorrente: W. D. G. J. Recurso contra

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 8700.00063/201-1 Assunto: Restrição de acesso: Providências adicionais Ementa: Órgão ou entidade recorrido (a): Recurso contra

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E PRESERVAÇÃO DE SIGILO DA KROTON EDUCACIONAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n.º 02.800.026/0001-40 NIRE 31.300.025.187 I Definições e Adesão 1. As definições

Leia mais

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes

Comitês do Banco BMG. Comitês Existentes Comitês do Banco BMG Introdução Os Comitês representam coletivamente os interesses do Banco BMG, nos diversos segmentos de sua organização. É política do Banco BMG, manter o controle permanente de seus

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA O MERCADO DE CAPITAIS

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA O MERCADO DE CAPITAIS POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA O MERCADO DE CAPITAIS 1. OBJETIVO A presente Política de Divulgação de Informações tem como objetivo geral estabelecer o dever da Companhia em divulgar, de forma

Leia mais

Da Abrangência e dos Objetivos. Das Definições

Da Abrangência e dos Objetivos. Das Definições ANEXO À RESOLUÇÃO Nº 509, DE 14 DE AGOSTO DE 2008 REGULAMENTO DA CENTRAL DE INTERMEDIAÇÃO DE COMUNICAÇÃO TELEFÔNICA A SER UTILIZADA POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU DA FALA CIC CAPÍTULO I Da Abrangência

Leia mais

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES

CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES Instrução nº 505, de 27 de setembro de 2011 Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações realizadas com valores mobiliários em mercados regulamentados de valores mobiliários. A PRESIDENTE

Leia mais

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013.

PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. PORTARIA CNMP-PRESI Nº 241, DE 15 DE AGOSTO DE 2013. Aprova o Regimento Interno da Auditoria Interna do Conselho Nacional do Ministério Público. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Leia mais

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br

2013.02 AUDITORIA INTERNA. Prof. Esp. Ailton Nóbrega. www.profailtonnobrega@gmail.com. www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 2013.02 AUDITORIA INTERNA Prof. Esp. Ailton Nóbrega www.profailtonnobrega@gmail.com www.profailtonnobrega.blogspot.com.br 01. APRESENTAÇÃO Buscando complementar as informações trabalhadas em sala de aula

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE AUDITORIA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO 3 II OBJETO

Leia mais

SUMÁRIO 4. COMPETÊNCIA FUNCIONAL 03 5. FORMA DE ATUAÇÃO 03 6. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 04 7. ESTATÍSTICA DAS MANIFESTAÇÕES 08

SUMÁRIO 4. COMPETÊNCIA FUNCIONAL 03 5. FORMA DE ATUAÇÃO 03 6. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 04 7. ESTATÍSTICA DAS MANIFESTAÇÕES 08 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 02 2. HISTÓRICO 02 3. A OUVIDORIA 02 4. COMPETÊNCIA FUNCIONAL 03 5. FORMA DE ATUAÇÃO 03 6. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 04 7. ESTATÍSTICA DAS MANIFESTAÇÕES 08 8. PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Ministério da Fazenda Comissão de Valores Mobiliários INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004 Estabelece normas e procedimentos para a organização e o funcionamento das corretoras de mercadorias. O

Leia mais

ALERT. Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção

ALERT. Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção 19 de março de 2015 ALERT Governo Federal publica Decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção A equipe de Compliance do Aidar SBZ Advogados permanece à disposição para esclarecimentos adicionais. Contatos:

Leia mais

Prefeitura Municipal de Campinas

Prefeitura Municipal de Campinas Prefeitura Municipal de Campinas Criada pelo Decreto Municipal nº 17.301 de 29 de março de 2011 Estrutura: Coordenadoria Setorial Administrativo e de Expediente Departamento de Controle Preventivo Coordenadoria

Leia mais

Instrumento Normativo Mandatório Política Norma Procedimento. Impacta Matriz de Risco Não se aplica Sim (Controle de Referencia: )

Instrumento Normativo Mandatório Política Norma Procedimento. Impacta Matriz de Risco Não se aplica Sim (Controle de Referencia: ) Classificação 001 CCO Políticas da Organização Título 002 Admissão e Manutenção de Agente Autônomo de Investimento Responsáveis Diretoria Diretoria Executiva Superintendência(s) Área Autor(es) Fernanda

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO. (Aprovado pelo Parecer CONSU n. 08, de 31 de maio de 2012)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO. (Aprovado pelo Parecer CONSU n. 08, de 31 de maio de 2012) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNIVERSIDADE SAGRADO CORAÇÃO (Aprovado pelo Parecer CONSU n. 08, de 31 de maio de 2012) I DEFINIÇÃO Art. 1º Este regimento normatiza as atividades

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS 1. INTRODUÇÃO MANUAL DE PROCEDIMENTOS E REGRAS PARA AGENTE AUTÔNOMO DE INVESTIMENTOS Em atendimento à Instrução CVM nº 497, de 03 de junho de 2011], o presente Manual dispõe sobre os procedimentos e regras

Leia mais

4º Trimestre 2013 1 / 15

4º Trimestre 2013 1 / 15 Divulgação das informações de Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido e Adequação do Patrimônio de Referência. (Circular BACEN nº 3.477/2009) 4º Trimestre 2013 Relatório aprovado na reunião

Leia mais

AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos

AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos AGENDA - A Ouvidoria nas Empresas - Sistema de controle Exceller Ouvidoria - Resolução Bacen 3.477 - Principais pontos mediação, ouvidoria e gestão de relacionamentos A Ouvidoria nas Empresas Ferramenta

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 13 ESTUDOS DE CASOS (continuação) 15.1.3 Relacionamento com os clientes: o caso do Hospital Taquaral/2000 O Hospital Taquaral não mede esforços para

Leia mais

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos

CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES E INVESTIDORES 1. Aspectos gerais 1.1 Apresentação de documentos PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DA CÂMARA DE COMPENSAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS DE OPERAÇÕES NO SEGMENTO BOVESPA, E DA CENTRAL DEPOSITÁRIA DE ATIVOS (CBLC) CAPÍTULO I - CADASTRO DE PARTICIPANTES

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014

Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais Presidência Controladoria Interna PLANO DIRETOR CONTROLE INTERNO 2013-2014 PLANO DIRETOR DE CONTROLE INTERNO 2013-2014 SUMÁRIO Pág. 1. INTRODUÇÃO 02 2. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 02 2.1 Conceituação 02 2.2. Marco legal 04 3. O CONTROLE INTERNO NO ÂMBITO DO TCEMG 4. CONTROLADORIA

Leia mais

Normas do Sistema de Suspensão Rápida Uniforme (URS) em vigor a partir de 28 de junho de 2013

Normas do Sistema de Suspensão Rápida Uniforme (URS) em vigor a partir de 28 de junho de 2013 Normas do Sistema de Suspensão Rápida Uniforme (URS) em vigor a partir de 28 de junho de 2013 Estas Normas estão em vigor para todos os processos de URS. Os procedimentos de URS devem ser regidos por estas

Leia mais