THYSSENKRUPP COMPANHIA SIDERÚRGICA RELATÓRIO DE VERIFICAÇÃO DO ATLÂNTICO TKCSA DO INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA

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1 DO INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA THYSSENKRUPP COMPANHIA SIDERÚRGICA DO ATLÂNTICO TKCSA RELATÓRIO NO. BRASIL-VER/ BR. R REVISÃO NO. 1 ANO INVENTARIADO 2013 BUREAU VERITAS CERTIFICATION Relatório ISO e GHG protocol, versão 3, 13/06/2014

2 Data da primeira emissão: Unidade Organizacional: 24/06/2014 Bureau Veritas Certification Cliente: ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA Cliente ref.: ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA Sumário: O Bureau Veritas Certification realizou a verificação do Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) ano inventariado 2013, da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA, localizada na Cidade do Rio de Janeiro, RJ, elaborado com base nos critérios da norma NBR ISO e das Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol, assim como nos critérios necessários para assegurar a operação consistente, monitoramento e relato das emissões e remoções de GEE da organização. O escopo de verificação é definido como uma revisão independente e objetiva do Relatório de Inventário de emissões de gases de efeito estufa - GEE, plano de monitoramento, procedimentos internos, registros e outros documentos relevantes e constou das seguintes etapas: i) Análise documental - relatório de inventário, registros e outros documentos relevantes ii) Visita às instalações da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA, objetivando avaliar o sistema de informações e seus controles iii) Elaboração de um relatório inicial - protocolo preparado com base nos critérios de verificação, apontando eventuais Solicitações de Ação Corretiva (SAC), Solicitações de Esclarecimento (SE) e Oportunidades de Melhoria (OM) iv) Análise das respostas ao relatório inicial - análise e aceite das respostas da organização às demandas levantadas pelo protocolo v) Elaboração do relatório final de verificação A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA revisou seu Inventário de Gases de Efeito Estufa , originando a versão de 14:44:24 horas, de 24/06/2014, com as respostas para o atendimento às constatações apresentadas no protocolo. Em resumo, a opinião do Bureau Veritas Certification sobre o Inventário de Gases de Efeito Estufa , com base no processo e nos procedimentos realizados, conforme descrito acima, e nível de confiança razoável requerido, é de que este: - é preciso, confiável, materialmente correto e livre de discrepância material, erro ou distorção, e é uma representação justa dos dados de gases de efeito estufa para o ano considerado. - é preparado de acordo com a norma NBR ISO 14064:2007 Parte 1: Especificação e orientação a organizações para quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa; e especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol. Relatório No.: Unidade de Negócio: Brasil-ver/ BR. R Sustentabilidade Nome da Organização: ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA Trabalho realizado por: Geiza Marcelo da Costa Trabalho verificado por: Cláudia Freitas Gerente do Programa GEE Termos indexados Não pode ser distribuído sem permissão do Cliente ou unidade organizacional responsável Distribuição limitada Data desta revisão: Rev. No.: Número de páginas: 24/06/ Distribuição irrestrita 1

3 Abreviaturas GEE IPCC OM SAC SE INEA Gases de Efeito Estufa Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas Oportunidade de Melhoria Solicitação de Ação Corretiva Solicitação de Esclarecimento Instituto Estadual do Ambiente 2

4 Índice Pág. 1. SUMÁRIO NÍVEL DE CONFIANÇA Objetivos Critérios Escopo Materialidade 7 3. ABORDAGEM DE VERIFICAÇÃO Plano de verificação Plano de amostragem 8 4. AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE GEE E SEUS CONTROLES Sistema de informações de GEE e seus controles Avaliação de dados e informações de GEE Avaliação da declaração de GEE DECLARAÇÃO DE VERIFICAÇÃO REFERÊNCIAS Curriculum vitae da equipe de verificação 16 Anexo: Protocolo de verificação ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA 17 3

5 1. SUMÁRIO A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA contratou o Bureau Veritas Certification para verificar seu Inventário de Gases de Efeito Estufa , elaborado segundo os critérios da NBR ISO e das Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol. O inventário abrangeu todas as instalações que a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA tem controle operacional, a saber: A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA é um complexo siderúrgico integrado produtor de placas de aço de alta qualidade, localizado no Distrito Industrial de Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O empreendimento, que ocupa uma área de 9 Km2, é fruto de parceria do grupo alemão ThyssenKrupp com a brasileira Vale, o maior aporte privado dos últimos 10 anos no Estado. Inaugurada em 18 de junho de 2010, a empresa tem capacidade para fabricar até 5 milhões de toneladas de aço por ano. Toda a produção é direcionada para unidades do Grupo no exterior, visando atender a clientes no mercado internacional de aço Premium, em especial as indústrias automotiva, de linha branca (eletrodomésticos), dutos e tubos e de máquinas do segmento yellow line, como tratores, guindastes e escavadeiras. As emissões da organização consistem de combustão estacionária, combustão móvel, processos industriais e emissões fugitivas, conforme descrito abaixo: - Processos industriais (coqueria, sinterização, altos-fornos e aciaria): emissão de CO 2 ; - Combustão estacionária: emissão de CO 2, CH 4 e N 2 O; - Emissões fugitivas: pelo uso dos gases refrigerantes R- 407C (HFC), 410A (HFC), R- 417A (HFC), R- 134A (HFC); - Emissões de SF 6 - da subestação de eletricidade (disjuntores). Este é o Inventário de Emissões de GEE, ano de referência 2013, elaborado pela organização, e foi preparado com o objetivo de informar as emissões de GEE associadas às suas operações. A NBR ISO e o Programa GHG Protocol definem três escopos: Escopos 1, 2 e 3, definições: Escopo 1: emissões diretas de GEE Escopo 2: emissões indiretas de GEE por uso de energia Escopo 3: outras emissões indiretas de GEE (opcional) O inventário da empresa abrange os escopos 1, 2 e 3. A organização incluiu emissões consideradas relevantes relacionadas ao escopo 3, como as emissões da frota alugada, transporte de empregados, reembolso de transporte de funcionários, transporte de insumos e matérias primas e viagens aéreas. 4

6 A organização quantificou as emissões do escopo 2, porém estas não foram contabilizadas já que a empresa é exportadora líquida de Energia Elétrica. A TKCSA é totalmente autossuficiente em energia elétrica e ainda é exportadora do excedente para o Sistema Integrado Nacional SIN e para terceiros dentro de seu site (ASU, Votorantim, Odebretch Ambiental e RIP). Este fato contribui para que o SIN não precise acionar térmicas que utilizam combustível fóssil e, consequentemente, as emissões de GEE relacionadas a estas sejam evitadas. Paralelamente, a geração junto à ponta de consumo garante a redução da perda de energia pela distribuição proporcional à dimensão da linha de transmissão garantindo mais segurança energética para a Região Sudeste do Brasil. Este relatório de verificação: foi elaborado e revisado independentemente por verificadores com conhecimento, capacidade e competência que atendem ao requerido na NBR ISO ; resume as constatações da equipe de verificadores quanto ao inventário de GEE da organização. 2. NÍVEL DE CONFIANÇA No início do processo de verificação do inventário foi acordado com a organização que seria necessário um nível de confiança razoável. O nível de confiança determina a profundidade de detalhes com que os verificadores avaliam o inventário de GEE, para constatar se há qualquer erro de materialidade, omissões ou erros de interpretação. Este nível de confiança fornece a base para a emissão da Declaração de Verificação. 2.1 Objetivo A verificação do inventário de GEE é uma decisão voluntária da organização para assegurar que os princípios definidos na NBR ISO e GHG Protocol foram atendidos. Princípios Relevância: seleção das fontes de GEE, sumidouros de GEE, reservatórios de GEE, dados e metodologias apropriadas às necessidades do usuário pretendido; Integralidade: inclusão de todas as emissões e remoções pertinentes de GEE; Consistência: possibilidade de comparações significativas de informações relacionadas ao GEE; Precisão: redução de assimetrias e incertezas; Transparência: divulgação de informações suficientes e apropriadas, relacionadas ao GEE para permitir ao usuário pretendido a tomada de decisão com razoável confiança. 5

7 Este relatório de verificação de gases de efeito estufa resume o processo de verificação realizada com base em: NBR ISO Parte 1: Especificação e orientação a organizações para quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa; NBR ISO Parte 3: Especificações e orientação para a validação e verificação de declarações relativas a gases de efeito estufa; Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol Contabilização, Quantificação e Publicações de Inventários Corporativos de Emissões de Gases de Efeito Estufa. O processo de verificação não se destina a fornecer qualquer forma de consultoria para a organização. As eventuais Solicitações de Ação Corretiva (SAC), Solicitações de Esclarecimento (SE) e as Oportunidades de Melhoria (OM) podem dar subsídios para a melhoria do inventário de GEE. A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA considera que o relatório do inventário de emissões de GEE é um passo importante pois determina a quantidade e a origem (fontes) das emissões e possibilita sua redução. 2.2 Critério O critério para elaborar esta verificação de inventário é: NBR ISO 14064:2007 Parte 3: Especificações e orientação para a validação e verificação de declarações relativas a gases de efeito estufa; Programa Brasileiro do GHG Protocol 2.3 Escopo A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA contratou o Bureau Veritas Certification para verificar seu Inventário de Gases de Efeito Estufa 2013, abrangendo o seguinte escopo: a) A organização adota a consolidação pela abordagem de controle operacional, ou seja, responde por todas as emissões e remoções de GEE da empresa de que é proprietária (100% de controle), que é o complexo siderúrgico integrado produtor de placas de aço de alta qualidade, localizado no Distrito Industrial de Santa Cruz, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. b) As emissões de GEE escopo 1 são provenientes da emissão de CO 2, CH 4 e N 2 O na produção de: coque, sínter e aço e das respectivas combustões estacionárias em cada processo, e emissões fugitivas pelo uso do gás refrigerante R- 407C (HFC), 410A (HFC), R- 417A (HFC), R- 134A (HFC) e do gás isolante SF 6. Devido ao uso pretendido para este inventário, foram inventariadas emissões de escopo 3 consideradas relevantes, como as decorrentes das emissões da frota alugada, transporte de empregados, reembolso de transporte de funcionários, transporte de insumos e matérias primas e viagens aéreas. 6

8 c) As fontes de emissão do escopo 1 são todas as existentes nas instalações da organização e as do escopo 3 são as relevantes para o uso pretendido do inventário. d) Os tipos de GEE considerados para o inventário de GEE foram os definidos pelo Protocolo de Quioto, entretanto apenas foram identificadas emissões de CO 2, CH 4, N 2 O e HFCs. e) O período de tempo abrangido por este inventário é de 01/01/2013 a 31/12/2013. f) A metodologia de cálculo do indicador tco 2 e / t aço bruto foi baseada nas emissões do escopo 1, escopo 2 e escopo 3 e considerando-se as emissões evitadas pela utilização de Escória de AF na fabricação de cimento e as emissões de geração de eletricidade - Venda SIN e venda terceiros, em toneladas de CO 2 equivalente, pela quantidade de aço produzido no ano de 2013, em toneladas. 2.4 Materialidade O objetivo de uma verificação de GEE é permitir ao organismo de verificação atestar se a declaração de GEE da empresa geradora está preparada de acordo com o programa de GEE subscrito (ISO e GHG Protocol). O conceito de materialidade reconhece que algumas questões, quer individuais quer na forma agregada, são importantes se a declaração de GEE da parte responsável for apresentada de forma justa, de acordo com requisitos internos ou daqueles que o programa de GEE subscreve. A determinação da materialidade envolve tanto aspectos qualitativos como quantitativos. Como resultado da interação destes aspectos, diferenças de quantidade, mesmo que relativamente pequenas, podem ter um efeito material sobre a declaração de GEE. Uma discrepância, ou o agrupamento de todas as discrepâncias, em uma declaração de GEE é considerada material, se for provável que a decisão de quem emitiu a declaração tem razoável conhecimento de negócios e atividades de GEE (o usuário pretendido). A materialidade aceitável é determinada pelos requisitos internos do Bureau Veritas Certification, com base no nível de confiança acordado com a organização, o que determina o grau relativo de confiança necessária para emitir uma Declaração de Verificação. Confiança absoluta não é alcançável devido a fatores como o uso de julgamento, o uso de teste, limitações inerentes de controle e à natureza qualitativa de alguns tipos de evidência. 3. ABORDAGEM DE VERIFICAÇÃO 3.1 Plano de verificação Para esta verificação foi elaborado um Plano de Verificação para: garantir o nível de confiança requerido pelo usuário pretendido; definir os objetivos da verificação; 7

9 definir os critérios de verificação; definir o escopo da verificação; definir a materialidade necessária para o usuário pretendido; definir as atividades da verificação. Este Plano de Verificação foi previamente apresentado, discutido e validado com a organização. Para dar suporte a este, foi elaborado um Plano de Amostragem, conforme abaixo. 3.2 Plano de amostragem Foi desenvolvido um Plano de Amostragem considerando: nível de confiança acordado com o cliente; escopo de verificação; critérios de verificação; quantidade e tipo de evidência necessária para se chegar ao nível de confiança desejado; metodologias para determinar amostras representativas; número de plantas da organização; riscos potenciais de erros, omissões ou informações falsas. Este plano de amostragem foi elaborado na fase de contratação dos serviços e é pode ser revisado durante o processo de verificação e nas visitas às instalações da empresa que ocorreu no período de 16 a 17/06/2014, e abrangeu as áreas responsáveis pela gestão de informações relativas ao inventário, bem como amostragem de áreas e processos emissores relevantes: complexo siderúrgico integrado produtor de placas de aço de alta qualidade, localizado na Avenida João XXIII, s/n. - Distrito Industrial - Santa Cruz, Rio de Janeiro/Rio de Janeiro CEP AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DE GEE E SEUS CONTROLES 4.1 Sistema de informações de GEE e seus controles Durante a verificação do Inventário de Gases de Efeito Estufa 2013 da organização foi avaliado o seu sistema de informações de GEE e seus controles para fontes de erros, omissões e informações falsas potenciais, levando-se em consideração: a) seleção e gerenciamento de dados e informações de GEE; 8

10 b) processos de coleta, processamento, consolidação e elaboração de relatórios de dados e informações de GEE; c) sistemas e processos que asseguram a precisão de dados e informações de GEE; d) planejamento e manutenção do sistema de informações de GEE; e) sistemas e processos que apoiam o sistema de informações de GEE; Não foi considerado o resultado de avaliações prévias, pois não fazem parte do escopo desta verificação. 4.2 Avaliação de dados e informações de GEE Durante a verificação do inventário de GEE da organização, a equipe de verificação examinou dados e informações de GEE para buscar evidências que confirmem o que está relatado no Inventário de Gases de Efeito Estufa da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA Esta avaliação constou de uma amostragem e análise de diversos dados, entre eles: Planilhas de consolidação de dados de GEE (Cálculo GEE _160614); Planilhas auxiliares de coleta de dados de atividade do sistema MES - Manufacturing Execution System; Relatórios de controle setoriais para dados internos; Entrevista com responsáveis pelas informações do relatório de inventário de GEE da organização. A fim de assegurar transparência, foi elaborado um protocolo de verificação para o projeto, de acordo com os requisitos da NBR ISO e GHG Protocol. O protocolo mostra, de forma transparente, requisitos, critérios, meios de verificação e os resultados dos critérios identificados. Por problemas de arredondamento no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol, os valores de emissão total, em toneladas de CO 2 -equivalente, para o escopo 1, divergem da Tabela 3.1 para a Tabela 3.2. O valor correto é o que consta na Tabela 3.2. O protocolo de verificação tem o objetivo de: organizar, detalhar e esclarecer os requisitos que um inventário de GEE deve atender (segundo a NBR ISO e GHG Protocol); garantir um processo transparente de verificação, no qual o time de verificação registra como um requisito particular foi avaliado e os resultados desta verificação. 9

11 O protocolo de verificação tem duas tabelas, descritas a seguir: Tabela 1 Protocolo de Verificação Requisitos Requisitos que o inventário de GEE deve atender. Cláusula ISO / GHG Protocol Requisito na NBR ISO e/ou GHG Protocol Comentários Análise do verificador para o requisito. Conclusão Conclusão do time de verificação sobre o requisito. Pode ser adequado (), uma Oportunidade de Melhoria (OM), Solicitação de Esclarecimento (SE) ou uma Solicitação de Ação Corretiva (SAC). Tabela 2 - Resolução de Solicitação de Ação Corretiva (SAC), Solicitação de Esclarecimento (SE) e Oportunidade de Melhoria (OM) SAC / SE / OM Descreve a respectiva SAC, SE ou OM Referência ao protocolo - Tabela 1 Referência seção tabela 1 à na Resposta do responsável pelo inventário Seção a ser usada pela organização, para descrever as ações tomadas para atender à constatação apresentada. Conclusão do time de verificação ( / SAC/ SE/ OM) Descreve a conclusão do time de verificação, com base nas respostas dadas pela organização. De 16 a 17/06/2014, o time de verificação do Bureau Veritas Certification realizou uma visita técnica à ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA, no Rio de Janeiro, RJ, em termos de emissões de GEE, para verificar se as informações sobre os processos existentes nas operações e atividades da organização estão consistentes com as informações constantes em seu Inventário de Gases de Efeito Estufa. No início da visita, foi apresentada a metodologia e programação de acordo com Plano de Verificação previamente apresentado à empresa e com as medidas definidas pelo protocolo de verificação e informações do inventário de GEE. Esta visita de campo visa confirmar as fontes de emissão diretas e indiretas constantes do inventário e, eventualmente, outras fontes não mencionadas além de esclarecer dúvidas em relação às informações apresentadas pela organização. O principal objetivo desta fase do processo de verificação (visita às instalações) é verificar as informações existentes no Inventário de Gases de Efeito Estufa e documentos de suporte, buscando evidenciar a veracidade dos dados apresentados. Na necessidade de mais esclarecimentos ou sejam constatados desvios, solicitações de esclarecimento ou de ação corretiva serão apontadas. Estas precisam ser esclarecidas pela organização a fim de permitir 10

12 ao Bureau Veritas Certification emitir uma Declaração de Verificação sobre o Relatório do Inventário de GEE. Nesta etapa do trabalho também podem ser apontadas eventuais oportunidades de melhoria no sistema de gestão de GEE da organização. Nesta verificação foi identifica 01 solicitação de ação corretiva (SAC) e 01 solicitação de esclarecimento (SE). A seguir estão listadas as constatações consideradas de maior relevância. Solicitação de Ação Corretiva: SAC-01: falta de menção às fontes de emissão às quais foram aplicadas as metodologias ou ferramentas listadas. Solicitação de Esclarecimento: SE-01: solicitada definição formal dos processos industriais citados para o escopo 1. Destaca-se que melhorias no sistema de GEE são resultado do amadurecimento do sistema, bem como da implementação efetiva das recomendações apresentadas na ISO e GHG Protocol. A amostragem foi feita de forma aleatória, e em um tamanho suficiente para assegurar para o time de verificação a consistência de dados, em relação às informações disponíveis no Inventário de Gases de Efeito Estufa. O limite operacional foi conferido, buscando confirmar o tipo de fontes dos gases GEE informado pela organização. O plano de amostragem foi desenvolvido levando-se em conta o nível de confiança acordado com o cliente, o escopo de verificação e seus critérios, a quantidade e o tipo de evidências (qualitativas e quantitativas); as metodologias para a determinação de amostras representativas e os riscos potenciais de erros, omissões ou imprecisões. Os dados e informações que apoiam a afirmação de GEE foram de natureza histórica. A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA apresentou um inventário de emissão com base em dados de operação anual, compreendendo o período de 01/01/2013 a 31/12/2013. O documento intitulado Inventário de Gases de Efeito Estufa e sua planilha de dados de cálculo de emissões foram revisados pela organização e validados pelo Bureau Veritas Certification. Informações e detalhes sobre as Solicitações de Ação Corretiva, de Esclarecimento e Oportunidades de Melhoria estão apresentadas no Protocolo de Verificação, anexo a este relatório. Foram utilizadas como referência as orientações mais recentes do IPCC para Inventários de Gases de Efeito Estufa, seus fatores de emissão e metodologias, quando aplicável. 11

13 4.3 Avaliação da declaração de GEE Baseado nas informações que foram apresentadas ao Bureau Veritas Certification, e com base na amostragem realizada, evidenciou-se que o Inventário de Gases de Efeito Estufa 2013 não contém discrepância material e que o mesmo fornece o nível de confiança acordado no início do processo de verificação. 12

14 5. DECLARAÇÃO DE VERIFICAÇÃO A Declaração de Verificação tem o objetivo de confirmar que o relatório de inventário de emissões de GEE foi apresentado sem discrepância material. Esta Declaração de Verificação emitida pelo Bureau Veritas Certification sobre a qualidade e exatidão das informações e do Inventário de Gases de Efeito Estufa nos sistemas, processos e seus controles foi baseada nas informações disponibilizadas pela organização e condicionadas ao que está definido e apresentado no relatório de verificação. Considerando o usuário pretendido, o nível de confiança requerido pela organização, ou seja, razoável, os processos e procedimentos descritos neste Relatório de Verificação o Bureau Veritas Certification declara que o Inventário de Gases de Efeito Estufa é preciso, confiável e livre de discrepância material, erro ou distorção e é uma representação equitativa dos GEE dados e informações sobre o período inventariado; foi elaborado em conformidade com a NBR ISO 14064:2007 Parte 1: Especificação e orientação a organizações para quantificação e elaboração de relatórios de emissões e remoções de gases de efeito estufa e também das Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol Contabilização, Quantificação e Publicações de Inventários Corporativos de Emissões de Gases de Efeito Estufa. As informações estão apresentadas de forma clara, compreensível e acessível e permitem ao leitor formar uma opinião sobre o desempenho e situação no ano considerado para o escopo definido. A ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA estabeleceu sistemas apropriados para implementar os princípios da NBR ISO e do GHG Protocol, conforme descrito a seguir: Relevância Seleção das fontes de GEE, sumidouros de GEE, reservatórios de GEE, dados e metodologias apropriados às necessidades do usuário pretendido; Integralidade Inclusão de todas as emissões e remoções pertinentes de GEE; Consistência Possibilidade de comparações significativas de informações relacionadas ao GEE; Precisão (ou exatidão) Redução de assimetrias e incertezas até onde seja desejável; Transparência Divulgação de informações suficientes e apropriadas, relacionadas ao GEE para permitir ao usuário pretendido a tomada de decisão com razoável confiança. 13

15 DECLARAÇÃO A Bureau Veritas do Brasil Sociedade Classificadora e Certificadora Ltda., estabelecida na Avenida do Café, 277, 5º andar, Torre B, Vila Guarani, São Paulo, SP, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob o nº / , declara, para os devidos fins, que fica a ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico - TKCSA, estabelecida na Avenida João XXIII, s/n.º, Distrito Industrial - Santa Cruz, Rio de Janeiro, RJ, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob o nº CNPJ / é autorizada a publicar em todos os seus títulos e sites o trecho da Declaração de Verificação conforme redação a seguir: O Bureau Veritas Certification, com base nos processos e procedimentos descritos no seu Relatório de Verificação, adotando um nível de confiança razoável, declara que o Inventário de Gases de Efeito Estufa ano inventariado 2013, da ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico - TKCSA, é preciso, confiável e livre de erro ou distorção e é uma representação equitativa dos dados e informações de GEE sobre o período de referência, para o escopo definido; foi elaborado em conformidade com as especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol e da ISO Emissões Verificadas: Escopos 1, 2 e 3 (em tco 2 e) Abordagem Escopo 1 Escopo 2 Escopo 3 Total Controle operacional ,87 0, , ,51 São Paulo, 27 de junho de Geiza Marcelo da Costa Bureau Veritas do Brasil Sociedade Classificadora e Certificadora Ltda. 14

16 6. REFERÊNCIAS /1/ Inventário de emissões de gases de efeito estufa ano 2013, versão de 14:44:24 horas, de 24/06/2014 /2/ Planilha de Cálculo de GEE , de 16/06/2014 /3/ Planilhas de Resultado de análises laboratoriais /4/ Certificados de calibração de instrumentos /5/ Certificados de Análise de MPs /6/ Planilha com Histórico de Abastecimento de Equipamentos e Veículos Pessoas entrevistadas: Pessoas entrevistadas durante o processo de verificação /1/ Ingrid Person Rocha e Pinho - especialista em Gestão Climática /2/ Daniel Carvalho engenheiro metalurgista o0o 15

17 Curricula vitae da equipe de verificação Geiza M. Costa Verificador Líder Formado em Engenharia Química, com experiência em gestão da qualidade, ambiental e segurança em indústria do ramo petroquímico. Auditora Líder dos Sistemas de Gestão ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007. Tem também experiência na implementação de Sistemas de Gestão Ambiental. Verificadora Líder de Gases Efeito Estufa. 1. o0o - 16

18 Anexo: Protocolo de Verificação - ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA Empresa: ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico Título do relatório/ inventário Inventário das Emissões de Gases de Efeito Estufa Ano inventariado: 2013 Critério utilizado * Programa Brasileiro GHG Protocol Verificador: Geiza M. Costa Data: 17 e 18/06/2014 Critério de Verificação A avaliação segue os seguintes critérios: Programa Brasileiro GHG Protocol Norma ISO Todas as evidências são coletadas, analisadas e conferidas com: Valores apresentados no inventário de emissões do cliente Referências e fontes Fatores de emissão e conversão Verificação dos cálculos * Este protocolo é aplicável ao GHG Protocol e ISO , definir qual destas normas é a utilizado. 17

19 Especificações de verificação do GHG Protocol Requisitos na norma ISO Conclusões SAC = solicitação de ações corretivas SE = solicitação de esclarecimentos OM = oportunidades de melhorias = de acordo com a norma 18

20 Tabela 1: Requisitos do GHG Protocol e/ou norma ISO N o Requisito Comentário 1 Instalações Conclusão Prévia (SE/SAC/ OM/) Conclusão Final () Todas as instalações de propriedade da organização estão contabilizadas na quantificação (conforme abordagem de consolidação adotada)? Para mais de uma instalação, validar n.º de sites a visitar. Todas as instalações de propriedade da organização estão contabilizadas na quantificação. NA 2 Limites Organizacionais 2.1 Os limites organizacionais foram claramente definidos pela organização? Sim. A fronteira organizacional e operacional estabelecida e atualizada para 2013 considera os limites de negócios cujas operações estão sob o controle operacional da empresa. As empresas e unidades operacionais estão relacionadas nas planilhas de cálculo. Para relação completa ver Planilha Cálculo GEE _

21 A organização documentou o método de consolidação adotado? A organização apresentou claramente a abordagem de consolidação adotada? A organização adotou abordagens diferentes de consolidação (caso definidas por um programa de GEE ou contrato legal)? Documentos de suporte (contrato legal ou similares) No caso de instalações de propriedade de diferentes organizações, todas estão seguindo a mesma abordagem de consolidação? Houve mudança na abordagem? Em caso positivo, a mudança foi explicada? Sim. Inventário de Emissões de GEE, Ano de referência do inventário: 2013, preenchido diretamente no site do Programa Brasileiro GHG Protocol, define que é adotada a Opção 2 - Relato de emissões somente sob a abordagem de Controle Operacional. Sim. Inventário de Emissões de GEE, Ano de referência do inventário: 2013, preenchido diretamente no site do Programa Brasileiro GHG Protocol, define que é adotada a Opção 2 - Relato de emissões somente sob a abordagem de Controle Operacional. Não. Não há diferentes abordagens de consolidação. Não aplicável. Foi adotado Controle Operacional. Não. 20

22 3 Limites Operacionais A organização definiu claramente os limites operacionais? Todas as categorias de emissão estão definidas e claramente identificadas? As remoções das instalações existentes dentro dos limites operacionais foram quantificadas? A metodologia de quantificação está mencionada e definida? A organização explicou a seleção de metodologia de quantificação? Sim. As emissões da organização estão quantificadas e categorizadas em Diretas e Outras Emissões Indiretas de GEE. Sim. Este item é opcional no GHG Protocol. A metodologia para remoção está sendo estabelecida. Sim. Vide item 2.3. Sim. 4 Escopo 1 Emissões e remoções diretas de GEE 4.1 Todas as emissões e remoções diretas dentro dos limites organizacionais foram identificadas e quantificadas? Sim. Apenas para emissões, pois remoções não são reportadas. Ver Seção As emissões de CO 2 originadas da combustão de biomassa foram quantificadas separadamente? Não reportado. Não é aplicável à Organização. 5 Escopo 2 Emissões indiretas pelo uso de energia 21

23 5.1 A organização quantificou as emissões indiretas de GEE originadas da geração de eletricidade, calor ou vapor importado/ consumido pela organização? Não. A Organização é exportadora líquida de Energia Elétrica. A TKCSA é totalmente autossuficiente em energia elétrica e ainda é exportadora do excedente para o Sistema Integrado Nacional - SIN. Este fato contribui para que o SIN não precise acionar térmicas que utilizam combustível fóssil e, consequentemente, as emissões de GEE relacionadas a estas sejam evitadas. Paralelamente, a geração junto à ponta de consumo garante a redução da perda de energia pela distribuição proporcional à dimensão da linha de transmissão garantindo mais segurança energética para a Região Sudeste do Brasil Escopo 3 Outras emissões indiretas de GEE Há alguma determinação específica para verificar estas emissões pelo programa de GEE aplicável ou pelo uso previsto para o inventário de GEE? Organização optou por incluir as seguintes emissões Escopo 3: 1. Bens e Serviços comprados 3. Atividades relacionadas com combustível e energia não inclusas nos Escopos 1 e 2 4. Transporte e distribuição (upstream) 6. Viagens a negócios 7. Deslocamento de funcionários (casatrabalho). 22

24 6.2 As emissões de CO 2 originadas da combustão de biomassa foram quantificadas separadamente? Não reportado. Não é aplicável à Organização. 7 Documentos Requeridos 7.1 A organização documentou: (i) (ii) Emissões e remoções de GEE separadamente por instalação? Projetos de melhoria para emissões e remoções de GEE? Sim. Apenas para emissões, pois remoções não são reportadas. Ver Seção 3.3. A Organização está trabalhando nos seguintes itens, junto às Unidades Técnicas de Cada Área, para reduzir as emissões: boas práticas e esforços de mitigação de GEE visando o aumento de produção, a estabilidade operacional, redução do consumo de matérias-primas e energia, eficiência energética, excelência operacional e adequação da rotina de manutenção (planejamento, inspeção e execução). 23

25 (iii) (iv) Ações dirigidas para reduzir ou prevenir emissões ou aumentar as remoções de GEE? Documentação de suporte, planejamento, desenvolvimento e manutenção do inventário de GEE? A Organização está trabalhando nos seguintes itens, junto às Unidades Técnicas de Cada Área, para reduzir as emissões: boas práticas e esforços de mitigação de GEE visando o aumento de produção, a estabilidade operacional, redução do consumo de matérias-primas e energia, eficiência energética, excelência operacional e adequação da rotina de manutenção (planejamento, inspeção e execução). Sim. 8 Procedimentos 8.1 A organização estabeleceu e mantém procedimentos de gerenciamento de GEE? O procedimento de coleta de dados para o inventário está em fase final de elaboração. Enquanto não estabelece formalmente o procedimento de gerenciamento de GEE, realiza trabalho de conscientização / discussão dos dados coletados. 24

26 8.2 A organização estabeleceu e mantém procedimentos para retenção de documentos e manutenção de registros? Existe procedimento para retenção de documentos e manutenção de registros para o Sistema de Gestão da Qualidade. No entanto, a Organização ainda não o utiliza para GEE. Está aguardando a implementação da norma ISO para unificação das normas ISO 9001, ISO e ISO para estabelecimento de procedimento único de documentação e registro. 9 Ano-base 9.1 Qual o ano-base histórico estabelecido pela organização para reportar emissões ou remoções de GEE? 9.2 A organização explicou a seleção do ano-base? 9.3 A organização desenvolveu um inventário de GEE para o ano-base consistente com os requisitos do programa escolhido? O processo de produção ainda está em fase de estabilidade operacional. A unidade está operando à pouco tempo, para este tipo de processo. Como primeiro approach foi estabelecido o anobase de A Organização informou que o ano-base de 2012 é apenas um primeiro approach até que a produção atinja a capacidade nominal dos equipamentos. Para o ano-base de 2012 foi usado o template do GHG Protocol. Ainda não faziam parte do GHG Protocol. 9.4 A organização mudou o seu ano-base? Não. 25

27 9.4.1 Em caso afirmativo, foi explicada a mudança? NA O ano-base foi recalculado por mudanças em: (i) (ii) (iii) 9.5 Mudanças nos limites organizacionais e operacionais? Posse e controle de fontes ou sumidouros de GEE transferidos para dentro ou para fora dos limites organizacionais? Mudança nas metodologias de quantificação de GEE? A organização completou e documentou uma avaliação da incerteza para emissões e remoções de GEE? NA NA NA É opcional, no entanto: Escopo 1: As incertezas estão associadas aos instrumentos de medição que são controladas pela manutenção / calibração dos mesmos. Escopo 3: A incerteza é maior. No geral a incerteza está em 3%. 10 Relatório de GEE 10.1 O relatório inclui a descrição da organização que elaborou o relatório? O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item já foi preenchido. 26

28 10.2 O período coberto pelo relatório foi fornecido? 10.3 O nome da pessoa responsável foi fornecido? Documentos sobre os limites organizacionais foram apresentados? As emissões para cada família de gases de GEE foram quantificadas separadamente, em toneladas de CO 2 e? Há descrição de como as emissões de CO 2 originadas da queima de biomassa são tratadas no inventário de GEE? Se quantificadas, as remoções de GEE, são dadas em toneladas de CO 2 e? O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item já foi preenchido. O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item já foi preenchido. O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item já foi preenchido. O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item já foi preenchido. Não reportado. Não é aplicável à Organização. Este item é opcional no GHG Protocol. A metodologia para remoção está sendo estabelecida. 27

29 Há explicação para a exclusão de quaisquer fontes ou sumidouros de GEE da quantificação? Foram incluídas emissões indiretas de GEE por uso de energia, associadas à geração de eletricidade, calor ou vapor importados, quantificadas separadamente em toneladas de CO 2 e? As metodologias utilizadas para calcular ou medir as emissões, fornecendo uma referência ou link para qualquer ferramenta de cálculo utilizado foram fornecidas? Há referência ou descrição de metodologias de quantificação, incluindo razões para sua seleção? Há explicação de qualquer mudança nas metodologias de quantificação previamente utilizadas? Há referência ou documentação de fatores de emissão ou remoção de GEE utilizados? Escopo 1: Nada excluído Escopo 3: Transporte da placa de aço por qualquer meio de transporte; geradores de emergência, decomposição de matéria orgânica em aterro sanitário e vazamento do gas system (gasodutos internos); mineração das MPs. Estes itens não impactam na ordem de grandeza das emissões. Não. A Organização é exportadora líquida de Energia Elétrica. Ver cláusula 5.1. Sim. Verificar item 4 do GHG Protocol. Sim. Verificar item 4 do GHG Protocol. NA Sim. Verificar item 4 do GHG Protocol. 28

30 O impacto das incertezas na precisão dos dados de emissões e remoções de GEE utilizados está descrito? Uma declaração informando se o inventário de GEE foi verificado, incluindo a descrição do tipo de verificação e o nível de confiança obtido? Foi fornecida relação de entidades legais? Foi incluído o total de emissões dos escopos 1 e 2 independentes de qualquer comercialização de GEE, como vendas, compras, transferências ou permissões bancárias, foram fornecidas? As emissões de dados separados para cada escopo foram fornecidas? É opcional, no entanto: Escopo 1: As incertezas estão associadas aos instrumentos de medição que são controladas pela manutenção / calibração dos mesmos. Escopo 3: A incerteza é maior. No geral a incerteza está em 3%. O relatório final está em elaboração. A Organização preenche o Relatório no site do Programa Brasileiro do GHG Protocol. Este item ainda não foi preenchido. Sim: ThyssenKrupp Companhia Siderúrgica do Atlântico TKCSA CNPJ: / Sim, para o escopo 1. Escopo 2 não reportado. Vide Cláusula 5.1. Sim. 29

31 10.19 Houve exclusão de fontes? Escopo 1: Nada excluído Escopo 3: Transporte da placa de aço por qualquer meio de transporte; geradores de emergência, decomposição de matéria orgânica em aterro sanitário e vazamento do gas system (gasodutos internos); mineração das MPs. Estes itens não impactam na ordem de grandeza das emissões. 11 Relatório GEE (inclusões opcionais) As emissões dos dados relevantes do escopo 3, de atividades de emissões para as quais dados confiáveis podem ser obtidos, foram fornecidas? Dados de emissões subdivididas acima, onde a transparência, por unidades de negócios/ instalações, país, tipos de fontes (combustão estacionária, processo, fugitivas, etc.) e tipos de atividades (produção de eletricidade, transporte, geração de eletricidade comprada que é vendida para os usuários finais, etc.) foram fornecidos? Organização optou por incluir as seguintes emissões Escopo 3: 1. Bens e Serviços comprados 3. Atividades relacionadas com combustível e energia não inclusas nos Escopos 1 e 2 4. Transporte e distribuição (upstream) 6. Viagens a negócios 7. Deslocamento de funcionários (casatrabalho) Sim. Planilha de Cálculo subdivide por instalação e tipo de atividade. 30

32 As emissões atribuíveis à própria geração de eletricidade, calor ou vapor, que é vendido ou transferido para outra organização foram fornecidas? As emissões atribuíveis à geração de eletricidade, calor ou vapor, que é comprada para revenda a usuários não finais foram relatadas? Uma descrição do desempenho medido contra benchmarks internos e externos foi fornecida? As emissões de GEE não abrangidos pelo Protocolo de Quioto (por exemplo, os CFC, NO x ), foram informadas separadamente por escopos? Os indicadores relevantes da taxa de desempenho (por exemplo, as emissões por kilowatt-hora gerado, as toneladas de produção material, ou vendas) foram fornecidos? Sim, na Planilha de Cálculo. Sim, na Planilha de Cálculo. A Organização está trabalhando nos seguintes itens, junto às Unidades Técnicas de Cada Área, para reduzir as emissões: boas práticas e esforços de mitigação de GEE visando o aumento de produção, a estabilidade operacional, redução do consumo de matérias-primas e energia, eficiência energética, excelência operacional e adequação da rotina de manutenção (planejamento, inspeção e execução). Este trabalho reforça o seu compromisso com o desafio da mudança climática. Não. As emissões regulamentadas são monitoradas pela Organização, mas não são reportadas no GHG Protocol. Sim, ton de CO2e / ton aço bruto. 31

33 Um esboço de uma gestão / programas / ou estratégias de redução de GEE foi fornecido? Qualquer informação sobre quaisquer disposições contratuais relacionadas aos riscos e obrigações de GEE foi fornecida? Um esboço de qualquer verificação externa e uma cópia de qualquer declaração de verificação, se aplicável, dos dados de emissões foram fornecidos? As informações sobre as causas das mudanças de emissões que não provocaram um recálculo das emissões do ano-base (por exemplo, mudanças de processos, melhorias de eficiência, fechamento de fábricas) foram fornecidas? Os dados de emissões de GEE para todos os anos entre o ano-base e o ano de referência (incluindo detalhes e razões para os recálculos, se aplicável) foram fornecidos? As informações sobre a qualidade do inventário (por exemplo, informações sobre as causas e a magnitude das incertezas nas estimativas de emissão) e um esboço de políticas para melhorar a qualidade do inventário foram fornecidas? Sim. Conforme Resolução INEA/PRES N 65, de 14 de dezembro de 2012, que Dispõe sobre a apresentação de Plano de Mitigação de Emissões de Gases de Efeito Estufa para fins de Licenciamento Ambiental no Estado do Rio de Janeiro. Não existem obrigações contratuais. A Organização atua conforme relatório solicitado pela Resolução INEA/PRES n.º 65/2012, Decreto Municipal n.º /2010 e Programa do Instituto Aço Brasil. Bureau Veritas Certification está realizando a verificação externa para o período de No inventário de 2012 os dados de produção eram coletas do SAP. No inventário de 2013 os dados foram coletados no MES - Manufacturing Execution System. Planilha de Cálculo apresenta histórico. Não apresentado. 32

34 As informações sobre qualquer sequestro de GEE foram fornecidas? As informações sobre as compensações que foram compradas ou desenvolvidas fora do limite do inventário, subdivididos pelo GEE armazenamento / remoções e projetos de redução de emissões foram fornecidas? Os detalhes que os offsets estão verificados / certificados e/ou aprovados por um programa de GEE externo (por exemplo, o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, Implementação Conjunta) foram fornecidos? Informações sobre reduções nas fontes dentro do limite de inventário que foram transferidas como compensações a terceiros foram fornecidas? Mais detalhes que a redução foi verificada / certificada e/ou aprovada por um programa de GEE externo foram fornecidos? Não apresentado. Não apresentado. Não apresentado. Não apresentado. Não apresentado. 33

35 Tabela 2: Resolução das Solicitações de Ações Corretivas e Solicitações de Esclarecimento; Oportunidade de Melhoria (OM) SAC ou SE SE-01 - Definir quais são os processos industriais citados para o Escopo 1. SAC-01 - Nos itens 4.2 e 4.3 do GHG Protocol não foram mencionadas à quais fontes de emissão foram aplicadas as metodologias ou ferramentas listadas. Item da tabela Resposta do cliente Coqueria, Sinterização, Altos-fornos, Aciaria. Já na categoria de combustão estacionária todos os equipamentos de combustão nos processos anteriormente citados, mais dois queimadores (flares) de gás de alto-forno (BFg), duas turbinas a gás (BFg) na UTE do Atlântico e caldeira a gás natural para geração de vapor para os processos. Para as emissões fugitivas os gases refrigerantes dos equipamentos de climatização e SF6 dos disjuntores elétricos da subestação de eletricidade. 4.2: Coqueria (produção de coque), Sinterização (produção de sinter), Altosfornos (produção de ferro gusa) e Aciaria (produção de aço). 4.3 Fontes de combustão estacionária na Coqueria (manutenção das portas), Sinterização (forno de ignição), Altosfornos (regeneradores, planta de PCI) e Aciaria (manutenção de temperatura das panelas). Conclusão do time de verificação Situação esclarecida. Verificado que esta análise existe. SE ENCERRADA. Verificadas informações corrigidas no Inventário. SAC ENCERRADA. 34

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