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1 República Democrática de São Tomé e Príncipe (Unidade Disciplina Trabalho) Lei nº. /2014, de de A Lei 03/2004, de 02 de Julho, definiu as regras aplicáveis ao estabelecimento, à gestão e à exploração de redes de telecomunicações nacionais e ao fornecimento de serviços de telecomunicações). Aproximadamente, dez anos após a publicação da Lei de Bases nº. 03/2004 de 02 de Julho e considerando a abertura do mercado das telecomunicações a uma nova operadora e consequentemente as profundas mudanças a partir do ponto de vista da estrutura do mercado, em que o tipo de ofertas disponíveis no mercado, o acesso de alta velocidade e uma extensa largura de banda internacional, com entrada em funcionamento do Cabo Submarino ACE, urgia a alteração da Lei de Bases, para responder adequadamente aos novos desafios. Considerando, o impacto dessas alterações no mercado nacional das telecomunicações, que vai de encontro com a evolução mundial, continental e regional, urgia se fazer alterações ao Diploma ainda em vigor. Com este objectivo, se procede à primeira alteração da redacção de alguns artigos e introdução de novos, no sentido de clarificar o conteúdo do Diploma, face as mudanças operadas no mercado Nacional. Assim, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do Artigo 97º. da Constituição e eu promulgo o seguinte: Artigo 1º. A presente Lei procede à primeira alteração à Lei de Bases de Telecomunicações que define as regras aplicáveis ao 1

2 estabelecimento, à gestão e à exploração de redes de telecomunicações nacionais e ao fornecimento de serviços de telecomunicações. 2 Artigo 2º. Alteração à Lei nº. 3/2004 de 03 de Julho São aditados os seguintes artigos: alíneas q) à z) do Artigo 2º., nº.s 3 e 4 do Artigo 11º., Artigo 12º. A, Artigo 17º. A, Artigo 21º., Artigo 22º., Artigo 23º., Artigo 30º. A e Artigo 30º. B e passam a ter a seguinte redacção: Artigo 1.º Artigo 2º. Definições Para efeitos do disposto no presente diploma, entende-se por: a) b) c). d). e).. f).. g). h) i).. j).. l). m).. n) o) p) q) «Acordo de interligação: Acordo entre as partes, sujeitas ao direito privado, que tem por objectivo a determinação das condições técnicas e financeiras da interligação». r) «Fornecedor de acesso à internet (ISP): Organismo (geralmente uma empresa) que oferece uma ligação à rede informática de internet». s) «Mercado pertinente: Compreende todos os produtos e/ou serviços que o consumidor considera intermutáveis ou substituíveis em virtude das suas características, do seu preço e do uso a que se destinam».

3 t)«ponto de interligação: local onde os operadores instalam os equipamentos de interface que permitam a interligação com os operadores das outras redes». u) «Sigilo comercial: O sigilo comercial abrange os processos, objectos, documentos, dados ou ficheiros, de natureza comercial, industrial, financeira, científica, técnica ou estratégica, que não sejam de natureza pública, que o operador tenha expressamente designado como informação comercial confidencial e cuja divulgação não autorizada seja susceptível de comprometer seriamente os interesses do operador, prejudicando o seu potencial científico ou técnico, as suas posições estratégicas, os seus interesses comerciais ou financeiros ou a sua capacidade competitiva». v) «Serviço de comunicações electrónicas: Serviços de transmissão de sinais em redes de telecomunicações acessíveis ao público, independentemente do tipo de informações transmitidas (som, voz, imagem, dados, etc.)». w) «Direito de acesso: direito que uma pessoa tem de ter conhecimento de todos os dados ao seu respeito e de obter uma cópia, cujo custo não pode ser superior ao da sua reprodução. Ao exercer o seu direito de acesso, a pessoa pode informar-se: dos objectivos do processamento da informação, do tipo de dados registados, da origem e dos destinatários dos dados e das eventuais transferências dessas informações para outros países». x) «Direito de rectificação: direito que uma pessoa tem de rectificar, completar, actualizar, bloquear ou suprimir as informações que lhe dizem respeito em caso de erros, imprecisões ou presença de dados cuja recolha, utilização, divulgação ou retenção seja proibida». y) «Direito de supressão: direito que uma pessoa tem de solicitar a supressão de quaisquer dados relativos à sua pessoa, que se encontrem num ficheiro de processamento de dados de carácter pessoal». z) «Direito de oposição: direito que uma pessoa tem de, por motivos legítimos, recusar que os seus dados constem de um ficheiro. Da mesma forma, a pessoa pode recusar-se a figurar em determinados ficheiros ou a autorizar a comunicação, à terceiros, de informações que lhe digam respeito. Finalmente, direito de recusa de autorização, sem ter de se justificar, a que as informações que lhe dizem respeito sejam utilizadas para prospecção, nomeadamente comercial.». 3

4 4 Artigo 2º. Artigo 11º. Regime de Simples Declaração O fornecimento de acesso à Internet ao público é uma actividade livre, sujeito a uma declaração prévia da AGER. 4. No entanto, a declaração não é exigida para a prestação ao público de serviços de comunicações electrónicas em redes internas. 5. Quando o fornecedor de acesso à Internet precisar de frequências, o regime aplicado será o de licença previsto no artigo 7º. Artigo 3º. Artigo 12.º A "Fornecedor de acesso à Internet (ISP)" 1. O fornecimento de acesso à Internet está sujeito à uma declaração prévia de AGER, conforme previsto no artigo 11º., número O fornecimento de acesso à Internet está sujeito ao cumprimento das seguintes obrigações: a) Conservação dos dados de natureza a permitir a identificação da pessoa que está conectada, os dados de conexão, incluindo a data e a hora, os dados relativos aos equipamentos e os dados que permitam identificar os destinatários de qualquer comunicação efectuada durante um ano; b) Respeito do sigilo de negócios, salvo pedido de dados pelas autoridades judiciais; c) Informação dos utilizadores sobre os seus direitos de acesso, de rectificação, de oposição e de supressão; d) Informação dos utilizadores sobre a existência de meios técnicos que permitam restringir o acesso à certos serviços ou seleccioná-los e propor pelo menos um desses meios; e) Dever de informação às entidades públicas das actividades ilícitas do seu conhecimento, praticado pelos utilizadores dos serviços e, que tem a ver com crimes contra humanidade,

5 incitação ao ódio racial, a pornografia infantil, à violência, particularmente violência contra as mulheres. f) Dever de divulgação dos recursos consagrados a luta contra as actividades ilícitas; g) Respeito das condições de permanência, qualidade, disponibilidade, segurança e integridade da rede e do serviço, que incluam obrigações de notificação à autoridade competente dos atentados contra a segurança ou a integridade das redes e serviços; h) Respeito pelas condições de confidencialidade e de neutralidade no que se refere a mensagens transmitidas e informações ligadas às comunicações; i) Respeito pelas normas e especificações da rede e do serviço; j) Respeito pelas normas impostas pela ordem pública, a defesa nacional e a segurança pública; k) Acesso dos poderes públicos à Internet para poderem alertar o público contra perigos iminentes ou atenuar os efeitos de catástrofes de grandes proporções; l) Financiamento do serviço universal; m) Respeito pelas condições necessárias para assegurar a interoperabilidade dos serviços; n) Informação sobre as condições contratuais de fornecimento do serviço. 3. Os fornecedores de serviços de acesso à Internet não estão sujeitos à obrigação geral de controlo das informações que transmitem, nem de investigarem factos ou circunstâncias que indiciem actividades ilícitas. 4. O disposto no parágrafo anterior não exclui a possibilidade de qualquer actividade de vigilância específica e temporária solicitada pelas autoridades judiciais. Artigo 4º. Artigo 17.º A Locação de Capacidades 1 «Os operadores dominantes de redes de telecomunicações abertas ao público são obrigados a oferecer um serviço de locação de capacidades aos outros operadores de redes de telecomunicações abertas ao público e aos fornecedores de 5

6 telecomunicações, em particular nos pontos altos da sua rede». 2. «Um operador de infra-estruturas alternativas pode colocar à disposição de um operador de telecomunicações capacidades excedentárias através da assinatura de um acordo de locação». 3. «O acordo de cessão ou de locação deve ser comunicado à AGER para informação». 4. «A locação ou a cessão de infra-estruturas alternativas não deve prejudicar os direitos de passagem que os outros operadores de redes públicas de telecomunicações têm o direito de obter». 6 Artigo 5º. Artigo 21º. Acesso à Rede 1. «Qualquer operador deve atender os pedidos razoáveis de acesso às redes de telecomunicações abertas ao público, em condições objectivas, transparentes e não discriminatórias». 2. «Os operadores têm a obrigação de permitir a ligação efectiva de terceiros operadores, em condições económicas, técnicas e de acessibilidade razoáveis». 3. «O acesso é objecto de um acordo de direito privado entre as partes envolvidas. Este acordo determina as condições técnicas e financeiras do acesso em condições transparentes, objectivas e de não discriminação que garantam condições de concorrência leal. Este acordo é comunicado à AGER». 4. «Os operadores de redes de telecomunicações abertas ao público que recebam um pedido de acesso devem negociar de boa-fé». 5. «A duração das negociações não pode ultrapassar quatro (4) meses a contar do pedido formal de acesso. Findo este prazo, se as partes não tiverem chegado a um acordo, considera-se que as negociações fracassaram. 6. «Se os operadores não chegarem a um acordo, podem recorrer à AGER, a quem compete decidir». 7. «O acesso só pode ser recusado, se: a) O pedido não for razoável b) O operador não tiver capacidade técnica para o satisfazer; c) O espaço disponível for insuficiente para a criação do acesso;

7 d) O acesso causar um dano irreparável ao operador». 8. «Qualquer decisão de recusa deve ser devidamente justificada e comunicada à AGER». 9. «Os operadores que disponham de informações no âmbito de uma negociação ou da implementação de acordos de acesso só podem utilizá-las para os fins para qual foram explicitamente comunicados. 10. Essas informações não podem ser comunicadas à outros serviços, filiais ou parceiros para quem possam constituir uma vantagem competitiva». Artigo 6º. Artigo 22º. Partilha de Infra-estruturas 1. «As pessoas colectivas de direito público, os concessionários de serviço público e os operadores de redes públicas de telecomunicações têm a obrigação de dar andamento aos pedidos de qualquer operador de redes públicas de telecomunicações para instalar e explorar materiais de transmissão na medida em que não perturbam o uso público». 2. «A partilha de infra-estruturas é objecto de um acordo de direito privado entre as partes envolvidas. Esse acordo determina as condições técnicas e financeiras de partilha em condições transparentes, objectivas e não discriminatórias, que garantam condições de concorrência leal. 3. Esse acordo é comunicado à AGER». 4. «Os operadores de redes de telecomunicações abertas ao público que recebam um pedido de partilha de infraestruturas devem negociar de boa-fé». 5. «A duração das negociações não pode ultrapassar quatro meses a contar da data do pedido de partilha. Findo esse prazo, se as partes não chegarem a um acordo, as negociações são consideradas fracassadas». 6. «Quando os operadores não chegam a um acordo, podem recorrer à AGER, a quem compete decidir». 7. «A partilha ou a co-localização só pode ser recusada, se: a) O pedido de partilha de infra-estruturas ou de colocalização não for razoável; b) O operador não tiver capacidade técnica para o satisfazer; 7

8 c) O espaço disponível for insuficiente para a implementação da partilha de infra-estruturas ou de co-localização; d) a partilha de infra-estruturas ou a co-localização causar um dano irreparável ao operador; e) o pedido não for razoável, nomeadamente em termos de interoperabilidade ou de compatibilidade, e se o operador não tiver capacidade técnica para o satisfazer». 8. «Qualquer decisão de recusa deve ser devidamente justificada e comunicada à AGER». 9. «Os operadores que disponham de informações no âmbito de uma negociação ou da implementação de acordos de partilha só podem utilizá-las para os fins à qual foram explicitamente comunicadas. 10. Essas informações não podem ser comunicadas a outros serviços, filiais ou parceiros para quem possam constituir uma vantagem competitiva.». 11. «Os operadores não podem aplicar a um concorrente disposições menos favoráveis, no plano técnico e comercial, do que as que aplicam às suas filiais ou a eles próprios. O operador que aceita o pedido de partilha de infra-estruturas de outro operador, deverá permitir a este último assegurar um serviço de qualidade equivalente à sua». 8 Artigo 7º. Artigo 23º. Infra-estrutura essencial 1. «As características fundamentais que permitem identificar o que é uma infra-estrutura essencial são: a) Os operadores são obrigados a permitir o acesso à estas infraestruturas, por elas serem essenciais para a prestação de um serviço de telecomunicações. A restrição é, portanto, de ordem material. b) Essas infra-estruturas não são replicáveis, seja por razões de ordem técnica e/ou de eficiência económica. 2. «A lista das infra-estruturas essenciais compreende, de forma não exaustiva: a) Os circuitos de ligação; b) As estações de enterramento dos cabos; c) Os espaços dedicados à co-localização; d) As estações terrestres;

9 e) As passarelas internacionais; f) Os cabos terrestres de fibra óptica; g) As principais redes de distribuição; h) Os cabos submarinos de fibra óptica. 3. «O titular de uma infra-estrutura essencial tem a obrigação de conceder o acesso a essa infra-estrutura aos outros operadores do sector das telecomunicações, com base em critérios objectivos, não discriminatórios e transparentes». 4. «As tarifas relativas ao acesso devem ser orientadas para os custos». 5. «Qualquer recusa a um pedido de acesso deve ser aprovada pela AGER. 6. A recusa do titular de uma infra-estrutura fundamental à conceder o acesso a esta infra-estrutura com bases objectivas, transparentes e não discriminatórias, mesmo sendo um recurso escasso, constitui um abuso, a menos que exista um motivo válido, de ordem técnica ou económica, que permita justificar a recusa. 7. Não constitui abuso, a recusa de reservar antecipadamente capacidades para os potenciais vindouros ao mercado, mesmo que ainda não esteja determinado que esses recursos sejam ou venham a ser necessários». 8. «Qualquer operador que disponha do controlo de acesso à uma infra-estrutura essencial deve satisfazer os pedidos de acesso, no respeito pelos princípios da objectividade, transparência e não discriminação, após a recepção dos pedidos formulados por escrito» 9. «Qualquer operador que disponha do controlo de acesso a uma infra-estrutura essencial é obrigado a negociar de boa-fé com os operadores requerentes qualquer assunto relativo ao acesso». 10. «Uma vez o pedido de acesso à infra-estrutura essencial concedido, o operador que disponha de controlo de acesso não pode voltar atrás na sua decisão, nem alterar de modo algum a qualidade desse acesso». 11. «Qualquer operador que disponha do controlo de acesso a uma infra-estrutura essencial é obrigado a garantir um acesso de qualidade equivalente à aquela fornecida a sua própria rede ou às empresas suas filiais ou associadas». 9

10 Artigo 8º. Artigo 30.º A Determinação de Mercado Relevante 1. «Compete à AGER, após o parecer prévio da Direcção Geral do Comércio, determinar, declarar e publicar anualmente os mercados relevantes, bem como a lista das entidades que têm poder de mercado significativo». 2. Presume-se que as entidades que detêm uma quota do mercado de telecomunicações superior a 25% na área geográfica em que estão autorizadas a operar, têm poder de mercado significativo. 3. A AGER pode determinar: a) Que uma entidade cuja quota de mercado seja inferior a 25% dispõe de poder de mercado significativo; b) Que uma entidade cuja quota de mercado seja superior a 25% não dispõe de poder de mercado significativo; 4. Compete à AGER avaliar o poder de mercado de uma determinada entidade, tendo em conta os seguintes critérios: a) A capacidade para influenciar as condições do mercado; b) O rácio entre o volume das vendas e a dimensão do mercado; c) O controlo dos meios de acesso aos utilizadores finais; d) A capacidade de acesso a recursos financeiros; e) A experiência em matéria de oferta de produtos e de serviços no mercado. 5. Podem ser declaradas como tendo poder de mercado significativo duas ou mais empresas que operem concretamente num mercado de telecomunicações, ou um conjunto de empresas que, embora juridicamente distintas, mantenham laços de interdependência ou de subordinação. 6. Na eventualidade de se detectarem alterações significativas das condições de direito e de facto que estão na origem da definição das entidades com poder de mercado significativo, a AGER pode reavaliar, num prazo inferior a um ano, a qualificação de uma entidade que tenha poder de mercado significativo, através da publicação de uma nova lista». 10

11 Artigo 9º. Artigo 30º. B Promoção da Concorrência «Os operadores devem adoptar práticas de concorrência leais. Os abusos de posição dominante são proibidos. Como tal, os operadores têm a obrigação de não: a) Praticar subvenções cruzadas com carácter ante concorrencial; b)fazer uso de informações obtidas dos concorrentes, para fins de concorrência desleal; c)recusar-se a disponibilizar aos outros operadores autorizados, em tempo útil, as informações técnicas sobre as instalações essenciais e as informações comerciais pertinentes de que necessitam para a prestação dos serviços; d) Adoptar medidas em matéria de exploração da rede que possam afectar a qualidade do serviço das redes concorrentes e abusar da sua eventual posição dominante. 11 Artigo 10º. Republicação É republicado no anexo I a presente Lei, do qual faz parte integrante, a Lei nº. 03/2004, de 2 de Julho, na sua redacção actual. Artigo 11º. Entrada em vigor A presente Lei entra em vigor à data da sua publicação. Assembleia Nacional, em São Tomé, aos.. de de O Presidente da Assembleia Nacional, Alcino Pinto. Promulgado em././2014. Publique-se. O Presidente da República, Manuel Pinto da Costa.

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