NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA"

Transcrição

1 NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA

2 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Shirlene Vila Arruda - Bibliotecária) INSTITUTO ARTE NA ESCOLA Novos rumos: o pós-guerra / Instituto Arte na Escola ; autoria de Olga Egas ; coordenação de Mirian Celeste Martins e Gisa Picosque. São Paulo : Instituto Arte na Escola, (DVDteca Arte na Escola Material educativo para professor-propositor ; 155) Foco: CT-B-25/2010 Conexões Transdisciplinares Contém: 1 DVD ; Biografias; Glossário ; Bibliografia ISBN Artes - Estudo e ensino 2. Artes - Brasil 3. Política 4. Sociologia 5. Arte e cultura de massa 6. História do Brasil 7. Arte e história I. Egas, Olga II. Martins, Mirian Celeste III. Picosque, Gisa IV. Título V. Série CDD Créditos MATERIAIS EDUCATIVOS DVDTECA ARTE NA ESCOLA Organização: Instituto Arte na Escola Coordenação: Mirian Celeste Martins Gisa Picosque Projeto gráfico e direção de arte: Oliva Teles Comunicação MAPA RIZOMÁTICO Copyright: Instituto Arte na Escola Concepção: Mirian Celeste Martins Gisa Picosque Concepção gráfica: Bia Fioretti NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Copyright: Instituto Arte na Escola Autor deste material: Olga Egas Assessoria em História: Claudio Moreno Domingues Revisão de textos: Nelson Luis Barbosa Padronização bibliográfica: Shirlene Vila Arruda Diagramação e arte final: Jorge Monge Autorização de imagens: Cesar Millan de Brito Fotolito, impressão e acabamento: Indusplan Express Tiragem: 200 exemplares

3 DVD NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Ficha Técnica Gênero: Documentário. Palavras-chave: Artes visuais; música; teatro; cinema; literatura; museu; Museu de Arte de São Paulo (Masp); Bienal de São Paulo; arte concreta; ruptura do suporte; história do Brasil; política; sociologia. Foco: Conexões Transdisciplinares Tema: Panorama histórico, político e sociocultural brasileiro após a Segunda Guerra Mundial. Personalidades abordadas: Abraham Palatnik, Assis Chateaubriand, Cacilda Becker, Camargo Guarnieri, Francisco Matarazzo Sobrinho, Getulio Vargas, Lygia Clark, Mazzaropi, Waldemar Cordeiro, entre outros. Indicação: A partir do 8º ano do Ensino Fundamental. Nº da categoria: CT-B-25 Direção: Mirella Martinelli. Realização/Produção: Instituto Itaú Cultural, São Paulo. Ano de produção: Duração: 20. Coleção/Série: Panorama histórico brasileiro. Sinopse Documentário que recria o espírito do mundo após a Segunda Guerra Mundial. Dois grandes e antagônicos blocos se formam: o norte-americano e o soviético. No Brasil, empresários se esforçam para transformar um país rural em uma nação urbana. A modernização econômica e o alinhamento do Brasil aos Estados Unidos durante a bipolarização mundial foram alavancados com o surgimento da televisão. No campo das

4 artes, há acontecimentos fundamentais no cenário cultural, tais como: a fundação do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a criação da Bienal de São Paulo. Trama inventiva Ponto de contato, conexão, enlaçado em Os olhos da Arte com um outro território provocando novas zonas de contágio e reflexão. Abertura para atravessar e ultrapassar saberes: olhar transdisciplinar. A arte se põe a dialogar, a fazer contato, a contaminar temáticas, fatos e conteúdos. Nessa intersecção, arte e outros saberes se alimentam mutuamente, ora se complementando, ora se tensionando, ora acrescentando, uns aos outros, novas significações. A arte, ao abordar e abraçar, com imagens visionárias, questões tão diversas como a ecologia, a política, a ciência, a tecnologia, a geometria, a mídia, o inconsciente coletivo, a sexualidade, as relações sociais, a ética, entre tantas outras, permite que na cartografia proposta se desloque o documentário para o território das Conexões Transdisciplinares. Que sejam estas então: livres, inúmeras e arriscadas. 2 O passeio da câmera Fragmentos de imagens em preto-e-branco revelam a destruição das cidades durante a Segunda Guerra Mundial. Instaura-se a oposição EUA (capitalismo) e URSS (comunismo), em que economia, política e ideologia se confrontam na chamada guerra fria, com desdobramentos no cotidiano e na percepção de mundo. Na década de 1950, o Brasil vive um período de crescente influência norte-americana na formação de novos hábitos de consumo e na vida cultural. A atuação empresarial da burguesia dominante tem reflexos na vida política e cultural do país, procurando renovar a arte brasileira e inserindo-a no panorama internacional. O documentário apresenta em bloco único o depoimento do ator Paulo Autran sobre o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC); trechos de filmes produzidos pelas Companhias Cinematográficas Vera Cruz e Atlântida; a literatura de Clarice Lispector,

5 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Guimarães Rosa e João Cabral de Melo Neto; as cantoras da Rádio Nacional e o baião de Luiz Gonzaga; a composição inovadora de Hans-Joachim Koellreutter; a chegada da televisão, das campanhas publicitárias e do futebol como lazer das massas. Nas artes plásticas, a chamada arte concreta avança com os grupos Frente e Ruptura que constituem o caleidoscópio cultural desse período; a fundação do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e a criação da Bienal de São Paulo marcam a ampliação dos horizontes da arte brasileira, rompendo o círculo fechado em que se desenrolavam as atividades artísticas no Brasil. Nesses tempos, há diferentes formas e cores em um país que busca definir sua identidade entre o rural e o urbano, entre o nacional e o universal. Sugerimos, neste material, abrir conexões com o foco em Mediação Cultural para pesquisar os espaços sociais do saber arte e a formação de público. Outras questões apresentadas no documentário nos impulsionam para proposições pedagógicas ligadas ao território Linguagens Artísticas poéticas visuais, música, teatro e cinema; Materialidade ruptura do suporte; Saberes Estéticos e Culturais arte concreta e as relações entre arte e sociedade; Conexões Transdisciplinares com a história do Brasil, mídia, televisão e a sociedade de consumo. Os olhos da Arte As imagens do documentário nos fazem perceber a lenta implantação da modernidade no Brasil, que também foi se formando com a criação de museus e a realização de exposições temporárias que transformaram e dinamizaram o circuito de arte daquela época. Após a Segunda Guerra Mundial, na cidade de São Paulo surgem novos empreendimentos culturais sustentados por um novo mecenato: a indústria e as organizações da imprensa. O espírito empresarial norte-americano, que envolvia o cenário moderno, imigrou para o mundo e englobou também a cena artística brasileira. Dois empresários paulistas começaram, 3

6 Luiz Sacilotto - Concreção, 1958 alumínio pintado, 25 x 25 x 18 cm Foto: autor desconhecido 4 assim, a descobrir os caminhos do nosso incipiente mecenato moderno: de um lado, Assis Chateaubriand, empresário e magnata ligado às comunicações, entre as décadas de 1930 e 1950, que se embrenhou pelos trâmites do mundo das artes; de outro, Francisco Matarazzo Sobrinho, ou Ciccillo Matarazzo, casado com Yolanda Penteado, industrial de ascendência italiana, sobrinho do conde Francisco Matarazzo italiano que construiu um dos maiores complexos industriais do Brasil. Chateaubriand e Ciccillo acrescentaram aos seus dotes empresariais uma atitude de mecenato que os fez entrar para a história das artes deste país. Ambos apareceram como um novo tipo de empresário que buscava se projetar no mundo econômico por meio dos empreendimentos culturais de cunho internacional. É nesse contexto de fortalecimento institucional e de atuação desse novo mecenato cultural que, em 1948, Ciccillo Matarazzo e Franco Zampari fundaram o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e, no ano seguinte, a Companhia Cinematográfica Vera Cruz.

7 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA A criação do TBC e da Vera Cruz não foi um fenômeno isolado. Pelo contrário, inscreveram-se em outras iniciativas que procuravam fazer de São Paulo um polo cultural nacional, contribuindo para transformar essa capital, no final dos anos 1940, num importante centro de produção de cultura. Em 1947, Assis Chateaubriand (Chatô) havia inaugurado o Masp e destacava-se como empresário da cultura que acenava para algo novo: o empreendimento cultural como uma forma de luta por hegemonia e status social. Ciccillo também fundou seu museu, o Museu de Arte Moderna (MAM), no ano seguinte. Em 1951, como extensão das atividades do MAM, Ciccillo criou o seu mais poderoso empreendimento: a Bienal de São Paulo, pautada pela Bienal de Veneza, porém adequada às condições nacionais. A primeira Bienal foi nomeada de I Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo, ligada institucionalmente ao MAM, realizada em 1951, em um pavilhão especial no belvedere do Parque Trianon, onde atualmente se encontra o edifício do Masp. As 2ª e a 3ª Bienais ocorreram no Pavilhão das Nações, atual prédio do Museu Afro-Brasil no Parque Ibirapuera. Hoje, a Bienal acontece em m 2 projetados por Oscar Niemeyer. Seu prédio, feito de concreto armado, aço e vidro, é considerado ícone cosmopolita da arquitetura moderna e produto da influência industrial de São Paulo. Sugere um agrupamento espacial dos suportes. O amplo pavimento térreo, com um pé direito de mais de sete metros e visão geral para o Parque Ibirapuera, é ideal para exposição de esculturas e obras tridimensionais de grande porte. O 1 andar apresenta, de um lado, luz favorável à exposição de pinturas, e outro, ambiente escuro favorável a videoinstalações. É importante destacar também a contribuição da rampa em espiral que corta os três pavimentos. O papel da Bienal de São Paulo sempre foi de se colocar à dianteira dos acontecimentos na área das artes visuais, de apontar tendências, de criar espaço para a manifestação de novas propostas, para a crítica, para o diálogo internacional, para a polêmica e, mesmo, para manifestação de rupturas. Ao contrário 5

8 do museu, a função da Bienal não é conservar o passado, mas sintonizar o presente e até mesmo sondar o futuro. A arte em estado experimental tem sido a matéria-prima das bienais. A criação dos Museus de Arte e da Bienal de São Paulo ofereceu novos rumos à arte brasileira, projetando-a internacionalmente. Ao mesmo tempo, ofereceu a visibilidade da arte no espaço público, convocando novas posturas do espectador ante a obra durante a visitação. Museus, bienais, centros culturais, cinemas, teatros, enfim, são espaços sociais do saber arte, espaços provocadores da experiência estética. Espaços pertencentes ao território da Mediação Cultural e que aproxima o público da arte. Não terá sido por isso que na Bienal, em sua primeira edição, compareceram 45 mil espectadores pagantes? Estávamos no ano de 1951, o que mostra a necessidade e a abrangência da arte como fenômeno cultural. O passeio dos olhos do professor Convidamos você a ser leitor do documentário antes do planejamento de sua utilização. Na primeira vez, procure assistir ao vídeo de uma maneira descompromissada. Deixe-se envolver pelo clima de mudanças do pós-guerra e suas próprias impressões sobre o cotidiano daquela época. Pode ser interessante assisti-lo uma segunda vez, fazendo anotações livres, usando palavras, formas e cores, marcando o início de um diário de bordo, instrumento para o seu pensar pedagógico durante o processo de trabalho junto aos alunos. Sugerimos uma pauta do olhar para apoiar/provocar sua percepção: 6 Quais sensações o documentário provoca em você? Para você, o documentário apresenta conhecimentos novos? O que o documentário mostra em relação ao processo de transformação cultural, especialmente em relação às lingua-

9 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA gens artísticas? É possível perceber um percurso? Coerente ou marcado por rupturas? Que surpresas e estranhamentos o documentário apresenta para seus alunos? O que gostariam de ver? Para você, qual o foco de seu trabalho em sala de ala que pode ser desencadeado pelo documentário? Reveja suas anotações e as possibilidades desveladas. Elabore uma pauta dos olhos dos seus alunos sobre o documentário. Quais são as questões instigantes que poderiam ampliar os olhares dos alunos? Percursos com desafios estéticos O passeio dos olhos dos alunos As cenas iniciais do documentário apresentam a destruição e o desolamento do pós-guerra no cotidiano das cidades. Pesquise imagens recentes e notícias do cotidiano de igual teor e apresente-as para seus alunos, provocando a discussão sobre a guerra e a reconstituição/remodelação dos espaços urbanos, o antes e o depois; se quiser inclua e/ou recorde informações e detalhes sobre o processo de remodelação urbana da antiga capital do Brasil a cidade do Rio de Janeiro, após a República de 1889, ou a reconstrução de Berlim, logo após a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. É um bom momento para conversar sobre a construção do imaginário coletivo relativo à guerra, a vencedores e vencidos; a importância da preservação da memória do confronto por intermédio de museus e monumentos e também em relação às oportunidades culturais que se descortinam. Você pode sugerir que os alunos assistam a Flags of our fathers, no Brasil foi lançado como A conquista da honra, um filme norteamericano de 2006, dirigido por Clint Eastwood, que discute sobre a ideia de construção intencional da memória e os 7

10 8 efeitos da guerra nos soldados veteranos. Após a conversa, proponha a exibição do documentário. Quais conexões os alunos fazem entre a conversa antes do documentário e ao que assistiram? O documentário se encerra com a canção Chega de saudade, composta em 1958 por Tom Jobim e Vinícius de Moraes, na voz de Elizeth Cardoso, acompanhada ao violão por João Gilberto. Quatro meses depois, o violonista lança seu disco Chega de saudade, revolucionando a música popular brasileira com uma interpretação vocal intimista e uma nova batida de violão, inaugurando a Bossa Nova. Vai minha tristeza / E diz a ela que sem ela não pode ser Diz-lhe numa prece / Que ela regresse / Porque eu não posso mais sofrer Chega de saudade / A realidade é que sem ela / Não há paz não há beleza É só tristeza e a melancolia / Que não sai de mim / Não sai de mim / Não sai Mas, se ela voltar / Se ela voltar que coisa linda! / Que coisa louca! Pois há menos peixinhos a nadar no mar / Do que os beijinhos / Que eu darei na sua boca Dentro dos meus braços, os abraços / Hão de ser milhões de abraços Apertado assim, colado assim, calado assim, / Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim Que é pra acabar com esse negócio / De você viver sem mim Não quero mais esse negócio / De você longe de mim Vamos deixar esse negócio / De você viver sem mim Depois de apresentar a letra da canção Chega de saudade (Tom Jobim, Vinícius de Moraes), questione seus alunos sobre como as linguagens artísticas podem refletir os anseios e aspirações de uma época? As músicas de época podem ser tomadas como fonte de registro histórico? O que eles sabem sobre os anos 1950 no Brasil? O que gostariam de pesquisar sobre essa década? Em seguida, proponha a exibição do documentário. O que surpreende os alunos? Como era a cidade nas décadas de 1940 e 1950? Será que nós temos a real dimensão do que era a cidade de São

11 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Paulo no período em que surge o Masp, assim como outros importantes museus? E a sua cidade, como era nessa época? Quais os tipos de transporte? Como as pessoas se vestiam? Como se divertiam? O que estava acontecendo no cenário da política e da economia? E em termos culturais? Como era a arquitetura? Você pode propor que cada aluno desenvolva uma pesquisa junto aos familiares e amigos idosos, é uma boa hora para valorizar o conhecimento e as experiências deles recolhendo fotos antigas e relatos de meados do século XX, para o levantamento da história da cidade de São Paulo ou de sua cidade. Na sala de aula, a partir dos documentos e imagens encontrados pelos alunos, converse sobre as diferenças que percebem em relação à cidade nos tempos atuais. O que causa estranhamento ou atração nos alunos? Em seguida, exiba o documentário. Que curiosidades são aguçadas pela exibição? Desvelando a poética pessoal É importante estimular o aluno a ampliar a sua percepção e imaginação e descobrir sua poética pessoal. A ideia não é realizar um único trabalho, mas a criação de uma série que possa depois ser apreciada e discutida sob a perspectiva pessoal de cada aluno e depois dos alunos em conjunto. Como um pesquisador, sensível e curioso, seu aluno pode criar uma série de trabalhos para apresentar os novos rumos do século XXI. Desenhos de observação, colagens, fotografias, vídeos ou mesmo montagens, utilizando PowerPoint, podem registrar o mundo em que vivem. O novo em diálogo e a busca da preservação do antigo, das nossas memórias e da nossa própria história em diferentes detalhes do cotidiano: hábitos de consumo, de lazer e entretenimento. Para isso, você pode oferecer a oportunidade de rever o documentário buscando um olhar mais atento à sua produção. Uma pesquisa sobre aspectos concretos da cor e da forma, percebendo as relações entre elas, pode animar muito os alunos. 9

12 NOVOS RUMOS: O PÓS GUERRA contato com o público; desenho museográfico ato de expor museu; MASP - Museu de Arte de São Paulo; Bienal de São Paulo; Companhia Cinematográfica Vera Cruz; Teatro Brasileiro de Comédia espaços sociais do saber pintura, escultura, xilogravura, serigrafia meios tradicionais dodecafonismo, música popular música artes visuais teatro cinema arquitetura, figurino linguagens convergentes cinema brasileiro, chanchada, caipira formação de público relação espectador e obra Mediação Cultural Linguagens Artísticas literatura qual FOCO? qual CONTEÚDO? o que PESQUISAR? Materialidade Saberes Estéticos e Culturais arte concreta; arte cinética; arte engajada; arte popular história da arte pesquisa de outros meios e suportes, ruptura de suporte suportes Conexões Transdisciplinares política cultural projetos de modernização, criação de instituições procedimentos Zarpando procedimentos técnicos inventivos, subversão de usos arte e ciências humanas mídia/televisão; história do Brasil; política; sociologia; industrialização; sociedade de consumo; Guerra Fria

13 Pode-se fazer essa pesquisa por meio de recorte e colagem, desenho, pintura e escultura, em diferentes suportes e dimensões. O registro dos critérios de escolha, das dificuldades e soluções encontradas poderá desvelar os interesses dos alunos e suas preferências estéticas. Cada proposta pode funcionar como uma pesquisa pessoal em paralelo ao projeto desenvolvido na aula. O acompanhamento do professor e a socialização para o grupo ampliam a leitura e a compreensão do mundo e da cultura. 12 Ampliando o olhar A primeira exposição do MAM/SP, denominada Do figurativismo ao abstracionismo, iniciou um intenso e profícuo debate sobre a arte brasileira desde a Semana de 22: a oposição entre a estética figurativa e a estética abstrata. Apresentar aos alunos obras de artistas figurativos e de artistas totalmente abstratos é um modo de ampliação do olhar sobre as particularidades de cada uma dessas formas de expressão. Quais artistas você selecionaria para mostrar? Que sutilezas a arte abstrata suscita no observador, que muitas vezes escapam à racionalidade figurativa? Pesquise junto com o professor de História algumas curiosidades de São Paulo na década de fundação do Masp. Pesquise quais invenções surgiram nesse período, quais delas ainda permanecem, como foram transformadas e qual a sua relevância para a história. Essa pode ser uma pesquisa bastante prazerosa por lidar com a curiosidade e também com um conhecimento mais amplo sobre costumes da vida cotidiana. Na DVDteca Arte na Escola, há dois documentários que podem contribuir para saber mais sobre os museus Masp e MAM. São eles: MAM: museu vivo e Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand: a aventura do olhar. Há, ainda o documentário No tempo da II Guerra para situar os alunos no contexto anterior a Novos rumos: o pós-guerra.

14 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Conhecendo pela pesquisa O projeto e o processo de fundação dos museus Masp e MAM têm também um componente externo: a conjuntura social, política e econômica do pós-guerra, a crise na Europa e o início da afirmação dos Estados Unidos na liderança mundial. Nesse momento, o Brasil vive uma euforia desenvolvimentista que resulta na construção de Brasília. Na atuação desses bastidores, Nelson Rockefeller, como presidente do Museu de Arte Moderna de Nova York (Museum of Modern Art - MoMA), vem ao Brasil, em 1946, para participar das discussões iniciais da fundação dos museus de arte moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro. De Rockefeller (MoMA) veio o mecenato e do Guggenheim Museum, a experiência. O que os alunos podem descobrir sobre esses dois museus: MoMA e Guggenheim? Quais as diferenças entre a arte moderna e a chamada arte contemporânea? Este pode ser um outro tema de pesquisa, abrindo espaços também para que conheçam outros artistas e museus. Masp, cartão-postal da cidade de São Paulo. Museu consagrado internacionalmente pelo seu acervo com mais de cinco mil obras: pinturas, esculturas, gravuras, fotos, vestuário, tapeçarias, peças arqueológicas, cerâmicas e até uma série de objetos kitsch. Masp, cuja arquitetura revolucionária o torna um dos prédios modernos mais celebrados do país. O museu flutua sobre colunas, com um vão livre de 70 metros de extensão e oito metros de altura, para preservar a vista que alcança o Viaduto do Chá antes da construção de edifícios. O mais importante museu paulista apresenta hoje suas quatro colunas de sustentação, pintadas em vermelho-vivo, como previa a concepção original de Lina Bo Bardi; contudo, décadas após sua fundação (1947), elas permaneciam nuas expondo a cor natural do concreto armado. Questione os estudantes sobre quais seriam as razões de o projeto original só muito recentemente ter sido realizado? Que 13

15 circunstâncias históricas respondem essa questão? Masp é o museu paulista fundado pelo amor à arte de seus três protagonistas: Assis Chateaubriand, Pietro Maria Bardi e Lina Bo Bardi. Quem foram esses personagens históricos da cena artística brasileira? A Companhia Cinematográfica Vera Cruz, fundada em São Bernardo do Campo, congregou profissionais de todas as partes (Inglaterra, Itália, Argentina), capitais domésticos (Banco do Estado de São Paulo) e o melhor da inteligência teatral (Adolfo Celi, Luciano Salce, Fabio Carpi) e cinematográfica (Alberto Cavalcanti, Lima Barreto), com a intenção de produzir um cinema sério, de nível internacional. Quais temas os filmes da Vera Cruz apresentavam? Em tempos de modernidade, por que o personagem Jeca Tatu, interpretado por Mazzaropi, fez tanto sucesso? O que os alunos podem descobrir sobre as chanchadas da Atlântida Cinematográfica? Pensar em museus, formação de público, história e patrimônio é pensar também no papel da educação. Muitas instituições culturais (possivelmente a maioria delas) oferecem ao público um serviço educativo de atendimento dos grupos às suas exposições, por vezes ampliando-se para outros projetos educativos, como cursos, palestras, workshops. Geralmente esse serviço possui uma determinada abordagem teórica. O que os alunos podem descobrir sobre o serviço educativo dos museus ou centros culturais de sua cidade? 14 Amarrações de sentidos: portfólio Dar sentido ao que se estudou é bastante importante para que o aluno se aproprie de suas descobertas. É importante, também, perceber e valorizar o percurso trilhado, entre a pesquisa, o fazer artístico, a apreciação, o pensar e discutir arte. A construção de um portfólio pode se tornar uma interessante provocação para olhar, refletir e evidenciar as buscas, indagações e as marcas da pesquisa. Para tal sugerimos um portfólio, montado como um livro de artista, registrando de modo estético e textual os estudos desenvolvidos

16 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA no projeto a partir do documentário e as novas questões que se abrem para a continuidade do aprender arte. Cada aluno produzirá o seu, escolhendo o material e o formato do livro. Valorizando a processualidade Onde houve transformações? O que os alunos perceberam que conheceram? A discussão a partir dos livros de artista desenvolvidos pode levar à reflexão sobre todo o processo. Incentive a fala dos alunos sobre o que mais gostaram e o que menos gostaram, o que foi mais importante e o que faltou. É momento também de você refletir como professor-propositor, olhando seu diário de bordo que, de certo modo, é seu livro de artista. A escuta das respostas dos alunos, junto com seu diário de bordo, permite reflexões sobre o seu próprio aprendizado. Como este projeto contribuiu para a ampliação dos seus saberes sobre arte e seus alunos? Quais novos achados pedagógicos foram despertados por essa experiência? Personalidades abordadas Abraham Palatnik (Natal/RN,1928) Aos quatro anos viaja com a família para Israel, realizando seus estudos e especializando-se em mecânica, física e motores de explosão. Acostumado a desenhar desde menino, frequenta, simultaneamente, por um período de quatro anos, um ateliê livre de arte, no qual aprende desenho com modelo vivo, pintura e estética. Em 1948, retorna ao país e instala-se no Rio de Janeiro. Convive com os artistas Ivan Serpa, Renina Katz e Almir Mavignier. Frequenta a casa do crítico de arte Mário Pedrosa e conhece o trabalho da doutora Nise da Silveira, no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro. O contato com os artistas e as discussões conceituais com Mário Pedrosa fazem Palatnik romper com os critérios convencionais de composição, abandonar o pincel e o figurativo e partir para relações mais livres entre forma e cor. Por volta de 1949, inicia estudos no campo da luz e do movimento, que resultam no Aparelho cinecromático, exposto em 1951, na 1ª Bienal de São Paulo. O trabalho recebe menção honrosa do júri internacional. Três anos depois, Palatnik integra o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar, Mário Pedrosa, Franz Weissmann, Lygia Clark e outros. A partir de 1964, desenvolve os Objetos cinéticos, um desdobramento dos cinecromáticos. As obras expõem o mecanismo interno de funcionamento e suprimem a projeção 15

17 16 de luz. O rigor matemático é uma constante no trabalho do artista, atuando como importante recurso de ordenação do espaço. Palatnik é internacionalmente considerado um dos pioneiros da arte cinética. Amácio Mazzaropi (São Paulo/SP, ) Ator, cineasta, roteirista e diretor. Bom aluno, é reconhecido por sua facilidade em decorar poesias e declamá-las. Desde jovem frequenta o mundo circense, contando anedotas e causos em troca de pequenas gratificações. Segundo o próprio Mazzaropi, o artista vai para o interior criar meu próprio tipo: caboclão bastante natural (na roupa, no andar, na fala). Um simples caboclo entre os milhões que vivem no interior brasileiro. Atua também na Rádio Tupi e na televisão. Assis Chateaubriand (Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, Umbuzeiro/PB, São Paulo/SP, 1968) Jornalista, empreendedor, mecenas e político brasileiro. Chateaubriand não nasce em berço de ouro, fica rico ao buscar outra coisa. O dinheiro é, para ele, um instrumento, não um fim. Sua paixão é o poder, um poder imenso, acima das instituições, maior que o dos políticos ou dos banqueiros. Sabe chantagear os ricos, mas não tem a vaidade do dinheiro. Sem ser colecionador, cria o mais importante museu de arte da América Latina, o Masp. O projeto surge em 1945, quando Chatô está construindo o edifício dos Diários Associados, na Avenida 7 de Abril, no centro de São Paulo. Ali, ele reserva o primeiro andar para aquilo que imagina como uma galeria que pudesse abrigar o que houvesse de mais representativo das artes europeia e brasileira. Fernando Morais, que escreve uma biografia sobre Chatô, conta que a Time tratou Chateaubriand de Robin Hood: O homem que rouba Cézanne dos ricos para dar aos pobres.... Um de seus mais importantes empreendimentos na área da comunicação é a fundação da TV Tupi, a primeira televisão brasileira, em Cacilda Becker (Pirassununga/SP, São Paulo/SP, 1969) Atriz. Protagonista de vários espetáculos do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), fundadora da companhia que leva o seu nome, interpreta personagens antagônicos, da farsa à tragédia, do clássico ao moderno, é considerada, por alguns teóricos, a maior atriz do teatro brasileiro. Camargo Guarnieri (Tietê/SP, São Paulo/SP, 1993) Maestro e compositor. Em 1923 a família muda-se para São Paulo e Guarnieri estuda piano, composição e direção de orquestra. Começa a escrever música regularmente após a Semana de Arte Moderna. Contratado em 1937 pelo Departamento de Cultura da Cidade de São Paulo. Estuda em Paris até 1930, e retorna ao Brasil em 1939 em decorrência da Segunda Guerra Mundial. Guarnieri inicia-se já envolvido na música brasileira, com uma produção de mais de setecentas peças. Criador do Coral Paulistano, idealizador do Festival de Campos do Jordão, diretor da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica da USP. Rege importantes orquestras estrangeiras e é agraciado com inúmeros prêmios e condecorações.

18 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA Candido Portinari (Brodósqui/SP, Rio de Janeiro/RJ,1962) Pintor, gravador, ilustrador e professor. Inicia seus estudos em 1918, no Rio de Janeiro, no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), cursando desenho figurativo e pintura. Em 1929, viaja para a Europa com o prêmio de viagem ao exterior, e percorre vários países. Com a pintura Café, torna-se o primeiro modernista brasileiro premiado no exterior. Leciona pintura mural e de cavalete no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF). Em 1941, pinta os painéis para a Biblioteca do Congresso em Washington D.C. com temas da história do Brasil, Descobrimento, Desbravamento da mata, Catequese e Descoberta do ouro. Em 1956, com a inauguração dos painéis Guerra e Paz na sede da ONU, em Nova York, recebe o prêmio Guggenheim. Ilustra vários livros. Clarice Lispector (Ucrânia, Rio de Janeiro/RJ, 1977) Romancista, contista, cronista, autora de literatura infantil e jornalista. Perseguida, a família de origem judaica muda-se para o Brasil, em 1921, radicando-se primeiro em Maceió e depois no Recife, onde a escritora faz os estudos primários, transferindo-se para o Rio de Janeiro três anos depois. Clarice vê seu primeiro conto publicado em 1936, no jornal literário Dom Casmurro. Em 1940, ingressa no curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro, e, ao mesmo tempo, trabalha como redatora na Agência Nacional e depois no jornal A Noite. Casa-se com o diplomata Maury Gurgel Valente e passa longos anos fora do Brasil. Sua estreia editorial acontece em 1944, com o lançamento do romance Perto do coração selvagem. A primeira coleção de contos da autora, Alguns contos, publicada em 1952, tem como característica a representação intimista do universo feminino, marca de toda sua prosa. Francisco Matarazzo Sobrinho (São Paulo/SP, ) Industrial, mecenas. Ciccillo, como era chamado, vive na Europa dos 10 aos 20 anos para completar os estudos de engenharia. Retorna ao país para comandar parte do conglomerado de indústrias metalúrgicas da família. Na década de 1940, estreita relações com intelectuais de projeção da Universidade de São Paulo (USP), interessando-se pelas artes e alimenta seu plano de criar em São Paulo um museu dedicado à produção artística moderna. Por intermédio do industrial norte-americano Nelson Rockefeller obtém um acordo de cooperação com o Museu de Arte Moderna de Nova York (Museum of Modern Art - MoMA). Assume então a liderança do projeto de criação do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP). Com o amigo de infância e engenheiro Franco Zampari, cria em 1948 o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), e em 1949 a Companhia Cinematográfica Vera Cruz. O mecenas é o idealizador e principal responsável pela realização da Bienal Internacional de São Paulo. 17

19 18 Glossário Arte moderna O termo arte moderna engloba as vanguardas europeias do início do século XX dentre as quais: cubismo, construtivismo, surrealismo, dadaísmo, suprematismo, neoplasticismo e futurismo do mesmo modo que acompanha o deslocamento do eixo da produção artística de Paris para Nova York, após a Segunda Guerra Mundial ( ). No Brasil, a arte moderna ou modernista tem como marco simbólico a produção realizada sob a égide da Semana de Arte Moderna de Já existe na crítica de arte brasileira uma considerável produção que discute a pertinência da Semana de Arte Moderna de 1922 como divisor de águas. Fonte: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de artes visuais. Disponível em: <http://www.itaucultural.org. br/enciclopedia>. Acesso em: jan Experiência estética Uma experiência estética envolve as vivências e as transformações sensíveis e cognitivas que um sujeito elabora a partir dessas vivências. Fonte: MEIRA, Marly. Filosofia da criação: reflexões sobre o sentido do sensível. Porto Alegre: Mediação, Exposição É um espaço social de contato com um determinado saber. René Vinçon propõe a idéia de ativação para compreender a exposição de arte como a apresentação de obras que põe em atividade uma experiência, ao mesmo tempo, estética e social. A exposição é, para esse autor, um campo para a vivência do efeito estético e para a aproximação de um conhecimento sensível da realidade. A exposição pode ser entendida, ainda, como um processo de comunicação, uma mediação. Fonte: GONÇALVES, Lisbeth Rebollo. Entre cenografias: o museu e a exposição de arte no século XX. São Paulo: Edusp, p. 30. Grupo Ruptura Tratava-se de um grupo formado inicialmente por Waldemar Cordeiro, Lothar Charoux, Geraldo de Barros, Luiz Sacilotto, Kazmer Féjer, Anatol Wladyslaw e Leopold Haar, que desde a década anterior realizavam experiências com a abstração, abandonando a representação da realidade em suas obras. A ideia era organizar um projeto de reforma para a cultura brasileira, pois a arte representativa não respondia às novas questões do mundo industrial. Era necessária uma nova forma de arte, que pensasse e agisse diretamente na sociedade contemporânea. Para discutir os novos caminhos da arte, da arquitetura e do design (termo este que era novidade no Brasil) os artistas se reuniam regularmente. Fonte: ARTE dos Séculos XX/XXI - visitando o MAC na web. Disponível em: <http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/ seculoxx/modulo3/ruptura/ruptura.html>. Acesso em: jan Mediação mediar é estar entre. [...] Ultrapassando a idéia de mediação como ponte, compreendê-la como um estar entre implica em uma ação fundamentada e que se aperfeiçoa na consciente percepção da atuação do mediador que está entre muitos: as obras e as conexões com as outras obras apresentadas, o museu ou a instituição cultural, o artista, o curador,

20 material educativo para o professor-propositor NOVOS RUMOS: O PÓS-GUERRA o museógrafo, o desenho museográfico da exposição e os textos de parede que acolhem ou afastam, a mídia e o mercado de arte que valorizam certas obras e descartam outras, o historiador e o crítico que a interpretam e a contextualizam, os materiais educativos e os mediadores (monitores ou professores) que privilegiam obras em suas curadorias educativas, a qualidade das reproduções fotográficas que mostramos (xerox, transparências, slides ou apresentações em Power Point) com qualidade, dimensões e informações diversas, o patrimônio cultural de nossa comunidade, a expectativa da escola e dos demais professores, além de todos os que estão conosco como fruidores, assim como nós mediadores, também repletos de outros dentro de nós, como vozes internas que fazem parte de nosso repertório pessoal e cultural. Fonte: GRUPO de Pesquisa - Mediação Arte/Cultura/Público. Revista Mediação: Provocações Estéticas, São Paulo, v.1, d.1, p. 55, out p. 55. Museus Podem ser históricos ou não, mas têm como função guardar e preservar acervos de obras de arte, de objetos, de documentos. Os museus podem desenvolver trabalho educativo (material, monitoria, oficinas). O museu preserva e constrói identidades de períodos históricos e pessoas. Fonte: BUCHMANN, Luciano. Entendendo museus: preparando a visita de crianças a museus. Curitiba: Due Design, Bibliografia ALAMBERT, Francisco. As bienais de São Paulo: da era do museu à era dos curadores ( ). São Paulo: Boitempo, ALMEIDA, Claudio Aguiar. Cultura e sociedade no Brasil: São Paulo: Atual, ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva, BERCITO, Sonia de Deus Rodrigues. Nos tempos de Getulio Vargas: da Revolução de 30 ao fim do Estado Novo. São Paulo: Atual, BERTOLLI FILHO, Claudio. De Getulio a Juscelino: São Paulo: Ática, BUENO, Maria Lúcia. Artes plásticas no século XX: modernidade e globalização. Campinas: Ed. da Unicamp, CASTILLO, Sonia Salcedo Del. Cenário da arquitetura da arte: montagens e espaços de exposição. São Paulo: Martins, GONÇALVES, Lisbeth Rebollo. Arte brasileira no século XX. São Paulo: ABCA: Imprensa Oficial do Estado, LOURENÇO, Maria Cecília França. Museus acolhem moderno. São Paulo: Edusp, TOLEDO, Roberto Pompeu de. A capital da solidão. Rio de Janeiro: Objetiva,

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CÓDIGO UNIDADE 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CÓD. CURSO CURSO PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO CÓD. DISC. DISCIPLINA 34033408 ARTE BRASILEIRA II CRÉDITOS ETAPA 3 Período CH ANO 2009

Leia mais

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil) INSTITUTO ARTE NA ESCOLA MAM: museu vivo / Instituto Arte na Escola ; autoria de Christiane Coutinho e Erick

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR

BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR BEM-VINDO AO ESPAÇO DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Nosso objetivo é inaugurar um espaço virtual para o encontro, o diálogo e a troca de experiências. Em seis encontros, vamos discutir sobre arte, o ensino da

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

ARTE BRASILEIRA PÓS SEMANA DE 1922

ARTE BRASILEIRA PÓS SEMANA DE 1922 ARTE BRASILEIRA PÓS SEMANA DE 1922 A Semana de Arte Moderna de 1922 foi um momento de ruptura que dividiu a arte brasileira entre academicismo e modernismo. Não foi, porém, uma unanimidade nacional e gerou

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO

COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO COM TRABALHOS INÉDITOS NO OI FUTURO, PAULO CLIMACHAUSKA ABRE DUAS EXPOSIÇÕES NO RIO Artista paulistano inaugura Re-subtrações - Paulo Climachauska, no Oi Futuro no Flamengo dia 14 de janeiro e Fluxo de

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO

EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO EU SOU UM BONECO! UMA EXPERIÊNCIA EM AUTORRETRATO Adriana D Agostino Relato de experiência Resumo A experiência apresentada foi realizada em 2013 no Colégio Salesiano Santa Teresinha a partir do material

Leia mais

MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA

MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA MERCADO MUNICIPAL PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE UBERLÂNDIA Soraia Cristina Cardoso Lelis soraia@aromata.com.br Escola de Educação Básica da UFU Relato de Experiência Palavras-chave: Patrimônio Histórico, Artes

Leia mais

ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE.

ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE. ESPAÇO DE INVESTIGAÇÃO ARTÍSTICA REGULAMENTO GERAL DO ATELIÊ ABERTO #7 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PARA ARTISTAS E PESQUISADORES EM ARTE. A Casa Tomada abre inscrições para a seleção de projetos da residência

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Arte e Educação - JP0029 PROFESSOR: Ms. Clóvis Da Rolt I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina de Arte e

Leia mais

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil)

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (William Okubo, CRB-8/6331, SP, Brasil) INSTITUTO ARTE NA ESCOLA Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand: a aventura do olhar / Instituto

Leia mais

PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007

PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007 PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007 1 1 Proposta elaborada com base na obra de Hélio Oiticica, pintor, escultor, performático e artista multimídia que em suas diversas propostas incluiu o Parangolé para

Leia mais

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição

GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA. Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais. Projeto de Atividades. 1º Edição GENTE EDUCADA, CIDADE BONITA Projeto de Atividades 1º Edição Modelo de Projeto para Leopoldina Minas Gerais 1. INTRODUÇÃO A educação atualmente não pode se restringir apenas ao ambiente escolar, o estudante

Leia mais

Pronac Nº 1111032 Você em Cenna é um concurso cultural que irá eleger atores e atrizes amadores de todo o país, que enviarão vídeos de suas performances para votação popular e de júri especializado. Os

Leia mais

Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas

Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas Programa Educativo da Bienal na exposição Em Nome dos Artistas O Programa Educativo da Bienal é responsável pela relação direta da Bienal com o público. Sob curadoria de Stela Barbieri, o programa tem

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL JOÃO GOULART INTRODUÇÃO A arte apresenta uma forma de

Leia mais

síntese dos projetos objetivo percursos percursos Ação educativa

síntese dos projetos objetivo percursos percursos Ação educativa percursos percursos Ação educativa INSTITUTO TOMIE OHTAKE síntese dos projetos Projetos especiais ProGrAmAs PermANeNtes exposições Prêmios PArA jovens ArtistAs PuBlicAçÕes objetivo Ação educativa Aproximar

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa T om i e O ht ak e Sem t í t ulo, 1992, s er ig r afi a F ot o: Fau st o F leur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que os alunos possam

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto:

PROJETO ANIMAIS. 1. Tema: O mundo dos animais. Área de abrangência: 2. Duração: 01/06 a 30/06. 3. Apresentação do projeto: PROJETO ANIMAIS 1. Tema: O mundo dos animais Área de abrangência: (x) Movimento (x) Musicalização (x) Artes Visuais (x) Linguagem Oral e Escrita (x) Natureza e Sociedade (x) Matemática 2. Duração: 01/06

Leia mais

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria e assessoria em arte e

Leia mais

BOLETIM MUSEU DA IMIGRAÇÃO Setembro Outubro 2014

BOLETIM MUSEU DA IMIGRAÇÃO Setembro Outubro 2014 O Boletim do Museu da Imigração chega à sua vigésima segunda edição. Este veículo tem a proposta de manter as comunidades e o público geral informados sobre o MI, destacando ainda as atividades e ações

Leia mais

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações.

CONCEITOS. Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sala de Professor MESTRE JÚLIO: RETRATO PINTADO CONCEITOS Artes História do retrato-pintura. História do retrato-fotografia. Arte e tecnologia. Matemática Transformações. Sociologia Indústria cultural.

Leia mais

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes,

ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, ALVES, Giovanni. MACEDO, Felipe. Cineclube, Cinema e Educação etrópolis: Vozes, 2009. Editora Práxis, 2010. Autêntica 2003. 11 Selma Tavares Rebello 1 O livro Cineclube, Cinema e Educação se apresenta

Leia mais

Paula Almozara «Paisagem-ficção»

Paula Almozara «Paisagem-ficção» Rua da Atalaia, 12 a 16 1200-041 Lisboa + (351) 21 346 0881 salgadeiras@sapo.pt www.salgadeiras.com Paula Almozara «Paisagem-ficção» No âmbito da sua estratégia internacional, a Galeria das Salgadeiras

Leia mais

Vamos ao M useu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? useu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu?

Vamos ao M useu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? useu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? Vamos ao Museu? é programa que visa ampliar as experiências culturais de estudantes, professores e comunidades por meio de ações educativas que envolvem visitas a espaços de preservação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA CRECHE. Projeto AMBIENTE

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA CRECHE. Projeto AMBIENTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE ASSUNTOS DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA CRECHE Projeto AMBIENTE Goiânia, outubro, 2009. PROJETO DE ENSINO 1. TÍTULO: PROJETO AMBIENTE 2.

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Sequência de aulas de História Autora: Professora Vanessa Maria Rodrigues Viacava

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

A MultiRio na formação do leitor

A MultiRio na formação do leitor A MultiRio na formação do leitor Há 18 anos, a MultiRio presta relevantes serviços, enfrentando o desafio de participar da formação de educadores e alunos da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro,

Leia mais

Foto Andrés Otero. pavilhão ciccillo matarazzo espaço aberto para a economia criativa

Foto Andrés Otero. pavilhão ciccillo matarazzo espaço aberto para a economia criativa Foto Andrés Otero pavilhão ciccillo matarazzo espaço aberto para a economia criativa São Paulo Fashion Week, 15ª edição, Verão 2003-2004 Foto Andrés Otero Foto Andrés Otero A política de uso do Pavilhão

Leia mais

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural

Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Arte como conhecimento, patrimônio e identidade cultural Rita de Cássia Demarchi Ao abraçar o campo de ensino e aprendizagem de arte é tomado como ponto de partida o princípio de que a arte é uma rica

Leia mais

Memorial do Imigrante

Memorial do Imigrante Memorial do Imigrante www.memorialdoimigrante.sp.gov.br Juca Martins/Olhar Imagem Localizado no edifício da antiga Hospedaria dos Imigrantes, construída entre 1886 e 1888 para receber os imigrantes recém-chegados

Leia mais

Programação Cultural Casa do Clube de Autores na FLIP 2011

Programação Cultural Casa do Clube de Autores na FLIP 2011 Dia 6 de julho, quarta- feira. Pela Manhã: 10:30 12:00 Titulo: 5 Passos para se tornar um autor independente. Conteúdo: Dicas, bastidores, conselhos e confidências de um autor independente bem sucedido.

Leia mais

Instituto Rubem Alves Plano Anual 2015

Instituto Rubem Alves Plano Anual 2015 Instituto Rubem Alves Plano Anual 2015 Proponente: Instituto Rubem Alves CNPJ nº 17.030.336/0001-08 Período: 01/01/2015 a 31/12/2015 Segmento: Patrimônio Cultural Preservação de acervos - Plano Anual Lei

Leia mais

universidade estadual de campinas

universidade estadual de campinas UNICAMP universidade estadual de campinas GALERIA DE ARTE» UNICAMP GALERIA DE ARTE < UNICAMP ODILLA MESTRINER AQUARELAS E DESENHOS SETEMBRO/85 APRESENTAÇÃO A primeira característica impressionante na personalidade

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO

CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO CONSTRUINDO UM PROJETO DE VOLUNTARIADO ExpedieNte TEXTO Kátia Regina Gonçalves Paulo de Camargo Priscila Cruz COORDENAÇÃO DO PROJETO Sílnia Nunes Martins Prado PROJETO GRÁFICO Linea Creativa ILUSTRAÇÃO

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

Um mundo de imagens para ler

Um mundo de imagens para ler Um mundo de imagens para ler http://revistaescola.abril.com.br/arte/fundamentos/mundo- imagens- ler- 426380.shtml Ao desvendar o universo visual de seu cotidiano, o aluno vai conhecer melhor a si mesmo,

Leia mais

artes visuais na capital

artes visuais na capital artes visuais na capital Na cidade de São Paulo, em função do tamanho da amostra, é possível comparar os resultados entre as diferentes regiões da cidade.! As páginas seguintes apresentam o número de entrevistados

Leia mais

Viagem Cultural Rosário São Paulo 8ª série

Viagem Cultural Rosário São Paulo 8ª série Viagem Cultural Rosário São Paulo 8ª série Aprendizagem é mais do que aquisição ou apreensão da rede de determinados corpos de conhecimentos conceituais, selecionados socialmente como relevantes e organizados

Leia mais

Ampliando o olhar sobre a Arte

Ampliando o olhar sobre a Arte Ampliando o olhar sobre a Arte A Arte reflete a história da humanidade. Desde as primeiras expressões artísticas (Arte rupestre) até os dias de hoje, podemos compreender o desenvolvimento do homem em cada

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO.

PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. PROJETO INTERDISCIPLINAR LUIZ GONZAGA 2012 TEMA-LUIZ GONZAGA: A VIDA DE UM VIAJANTE-TOCANDO, CANTANDO E DANÇANDO O GONZAGÃO. POR QUE TRABALHAR LUIZ GONZAGA? Luiz Gonzaga é um mestre da música. Foi ele

Leia mais

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda

Universidade. Estácio de Sá. Artes, Design e Moda Universidade Estácio de Sá Artes, Design e Moda A Estácio Hoje reconhecida como a maior instituição particular de ensino superior do país, a Universidade Estácio de Sá iniciou suas atividades em 1970,

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa G onç alo I v o R io Sã o Fr anc isc o (V is t a de Ib ot ir a ma, BA), 1 99 3, s er ig r afi a Fot o: Fau st o Fleur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 66 Discurso na solenidade de comemoração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 DO ACONTECIMENTO

Leia mais

Trilhas & Trilhos. Atividade Teatro de Objetos no Mundo das Artes e Ofícios

Trilhas & Trilhos. Atividade Teatro de Objetos no Mundo das Artes e Ofícios Trilhas & Trilhos Atividade Teatro de Objetos no Mundo das Artes e Ofícios Contribuição: AKALA / Vamos ao museu? / E. M. José Brasil Dias, Nova Lima/MG Público-alvo: estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental

Leia mais

ENTRE A MITOLOGIA E A REALIDADE: PERCY JACKSON E O LADRÃO DE RAIOS (2010) E SUA APLICABILIDADE EM SALA DE AULA INTRODUÇÃO

ENTRE A MITOLOGIA E A REALIDADE: PERCY JACKSON E O LADRÃO DE RAIOS (2010) E SUA APLICABILIDADE EM SALA DE AULA INTRODUÇÃO ENTRE A MITOLOGIA E A REALIDADE: PERCY JACKSON E O LADRÃO DE RAIOS (2010) E SUA APLICABILIDADE EM SALA DE AULA Michele Pires Batista Patrícia dos Santos Donda (Gdas CLCA-UENP/CJ) Luiz Antonio Xavier Dias

Leia mais

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP Resumo O 2ª Opinião - Espaço cultural é um jornal-laboratório que vem sendo

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

MAM: sua história, seu patrimônio

MAM: sua história, seu patrimônio Elizabeth Catoia Varela Curadora da Pesquisa e Documentação MAM RJ Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ MAM: sua história, seu patrimônio Em abril de

Leia mais

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM

LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM LITERATURA INFANTIL: INTERAÇÃO E APRENDIZAGEM Adriana Bragagnolo i ( Universidade de Passo Fundo) 1. NOTA INICIAL O presente texto objetiva socializar reflexões a respeito da literatura infantil no cenário

Leia mais

A arquitetura dos memoriais

A arquitetura dos memoriais PARTE 01: Conteúdo para a prova A arquitetura dos memoriais Você já ouviu falar em memorial ou já visitou um espaço arquitetônico destinado à memória de alguma personalidade, de um povo ou de algum fato

Leia mais

MUSEU DE ARTE. de São Paulo "Assis Chateaubriand" o Museu sempre foi incentivador dos fatos ABRIL '73 FOTOGRAFIAS DE KOSSOY

MUSEU DE ARTE. de São Paulo Assis Chateaubriand o Museu sempre foi incentivador dos fatos ABRIL '73 FOTOGRAFIAS DE KOSSOY MUSEU DE ARTE de São Paulo "Assis Chateaubriand" ',' Avenida Paulista, 1578 - Tels: 287-2829 e 287-8481 ABRIL '73 As atividades culturais do Museu são realizadas em convênio com o Governo do Estado de

Leia mais

OFICINA DE FOTOGRAFIA E VÍDEO COM CELULARES

OFICINA DE FOTOGRAFIA E VÍDEO COM CELULARES OFICINA DE FOTOGRAFIA E VÍDEO COM CELULARES RELATÓRIO Oficina de fotografia e vídeo com celulares como ferramenta de inclusão visual através de tecnologias acessíveis, percepção do território, construção

Leia mais

MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY

MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY MODERNISMO NO BRASIL Cap. 1 e 2 - séculos XIX e XX FELIPE HARRISBERGER DE GODOY Os seis passos para a modernidade Chegada da Família Real Portuguesa (1808); Missão Artística Francesa; Academia Imperial

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA

VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA VIVENCIANDO MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA BIBLIOTECA ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DO PIBID/UEMS/PEDAGOGIA Gabriela Arcas de Oliveira¹; Joice Gomes de Souza²; Giana Amaral Yamin³. UEMS- CEP, 79804970- Dourados-MS, ¹Bolsista

Leia mais

Os Caminhos do Festival Música Nova

Os Caminhos do Festival Música Nova Os Caminhos do Festival Música Nova por Antônio Eduardo Santos RESUMO Um movimento por uma música revolucionária, nova, em oposição ao academismo dominante, teve nascimento em São Paulo, no começo dos

Leia mais

ARTEBR EXPOSIÇÃO LUGARES

ARTEBR EXPOSIÇÃO LUGARES ARTEBR EXPOSIÇÃO LUGARES A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria e assessoria em arte e educação,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

TEMPO AO TEMPO, NO MUSEU HERING "TIME TO TIME" IN HERING'S MUSEUM. Em Blumenau, a história e as tradições são preservadas de muitas formas e

TEMPO AO TEMPO, NO MUSEU HERING TIME TO TIME IN HERING'S MUSEUM. Em Blumenau, a história e as tradições são preservadas de muitas formas e TEMPO AO TEMPO, NO MUSEU HERING "TIME TO TIME" IN HERING'S MUSEUM Marli Rudnik Em Blumenau, a história e as tradições são preservadas de muitas formas e uma delas é através do acervo e das exposições dos

Leia mais

MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA

MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA MUSEU DA CIDADE OCA RECEBE A MAIOR EXPOSIÇÃO JÁ REALIZADA SOBRE A CIVILIZAÇÃO MAIA Mayas: revelação de um tempo sem fim reúne pela primeira vez mais de 380 objetos e homenageia esta civilização em todo

Leia mais

GEOMETRIA, LITERATURA E ARTE: CONEXÕES NO ENSINO- APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

GEOMETRIA, LITERATURA E ARTE: CONEXÕES NO ENSINO- APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA GEOMETRIA, LITERATURA E ARTE: CONEXÕES NO ENSINO- APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Kátia Stocco Smole Mathema katia@mathema.com.br Patrícia Cândido Mathema patrícia@mathema.com.br Resumo: Este minicurso, proposto

Leia mais

Você se preocupa com sua aparência e nós cuidamos do seu conteúdo

Você se preocupa com sua aparência e nós cuidamos do seu conteúdo Você se preocupa com sua aparência e nós cuidamos do seu conteúdo Apresentação Contagiar pessoas com o prazer da informação é o nosso dia a dia. No mercado há mais de oito anos, atentos à nossa experiência

Leia mais

ARTEBR EXPOSIÇÃO DE FERNANDO VILELA CIDADES GRÁFICAS

ARTEBR EXPOSIÇÃO DE FERNANDO VILELA CIDADES GRÁFICAS ARTEBR EXPOSIÇÃO DE FERNANDO VILELA CIDADES GRÁFICAS A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

João Goulart organizou a reforma agrária, direito ao voto, intervenção estatal e economia de regulamentação de remessas de lucro ao exterior.

João Goulart organizou a reforma agrária, direito ao voto, intervenção estatal e economia de regulamentação de remessas de lucro ao exterior. Resenha Crítica CARA MILINE Soares é arquiteta e doutora em Design pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de São Paulo (FAU-USP). É autora do ensaio já publicado: Móveis Brasileiros

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER

AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER AÇOUGUE CULTURAL T-BONE LER PARA CRESCER BRASÍLIA / DF 1 APRESENTAÇÃO O Açougue Cultural T-Bone desenvolve desde 2003 vários projetos na área da cultura, o principal é a Biblioteca Comunitária T-Bone,

Leia mais

A soma será feita da seguinte forma:

A soma será feita da seguinte forma: TESTE VOCACIONAL Teste sua vocação Testes vocacionais não fazem milagres, não têm poder de apontar uma única profissão a ser seguida, mas são um bom norte acerca de aptidões e interesses. O questionário

Leia mais

Mais Cultura nas Escolas

Mais Cultura nas Escolas Mais Cultura nas Escolas O que é o Programa Mais Cultura nas Escolas? Projeto Andarilha das Letras, Circulação Literária/ FUNARTE É o encontro de projetos pedagógicos de escolas da rede pública com experiências

Leia mais

FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1

FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 FORMAÇÃO CULTURAL: ESTUDO SOBRE A BOSSA NOVA COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 SANTOS, D. C. C. 2 Relato de Experiência GT: Diálogos Abertos sobre a Educação Básica RESUMO O presente relato de experiência,

Leia mais

Licenciatura em Espanhol

Licenciatura em Espanhol Licenciatura em Espanhol Rebeka Caroça Seixas A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 A arte empregada no ensino da Língua Espanhola: Parte 02 Apresentação e Objetivos Caro(a) aluno(a),

Leia mais

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale]

FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] Os Seminários Internacionais Museu Vale FERNANDO PESSOA [Professor de filosofia da UFES e organizador dos Seminários Internacionais Museu Vale] O propósito desta introdução, além de apresentar a oitava

Leia mais

PRÊMIO PANAMCO, O OSCAR DO TEATRO INFANTIL Apausa que refresca: crianças

PRÊMIO PANAMCO, O OSCAR DO TEATRO INFANTIL Apausa que refresca: crianças MERCADO PRÊMIO PANAMCO, O OSCAR DO TEATRO INFANTIL Apausa que refresca: crianças de 7 a 14 anos deixam a escola e vão ao teatro, levadas pela Panamco Brasil, maior fabricante da Coca-Cola no país. Mas

Leia mais

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa

O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Dan iel S en ise Fog o- f át uo, 1 99 2, s er ig r af ia F ot o: Fau st o F leur y O olho que pensa, a mão que faz, o corpo que inventa Com as proposições didáticas sugeridas, espera-se que os alunos possam

Leia mais

A A A A A A A A A A A A A A A ARTES

A A A A A A A A A A A A A A A ARTES RTES 1 peça Vestido de Noiva, escrita por Nelson Rodrigues e dirigida pelo polonês Ziembinski, foi encenada pela primeira vez em 1943, sendo um marco na história da dramaturgia nacional. É por meio da

Leia mais

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS

ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS ARTES DA INFÂNCIA 1/5 CABEÇAS 2 3 Artes da Infância infans Do latim, infans significa aquele que ainda não teve acesso à linguagem falada. Na infância adquirimos conhecimentos, acumulamos vivências e construímos

Leia mais

Matéria: literatura Assunto: pintura - di cavalcanti Prof. IBIRÁ

Matéria: literatura Assunto: pintura - di cavalcanti Prof. IBIRÁ Matéria: literatura Assunto: pintura - di cavalcanti Prof. IBIRÁ Literatura DI CAVALCANTI Introdução Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti, foi um importante

Leia mais

MODERNISMO. História da Arte Profº Geder 1ª Série Ensino Médio (2012)

MODERNISMO. História da Arte Profº Geder 1ª Série Ensino Médio (2012) MODERNISMO História da Arte Profº Geder 1ª Série Ensino Médio (2012) O século XX inicia-se no Brasil com muitos fatos que vão moldando a nova fisionomia do país. - progresso técnico - novas fábricas surgidas

Leia mais

DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA

DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA 1 DRAMATURGIA ATORAL: ENTREVISTA AO DRAMATURGO ESPANHOL JOSÉ SANCHIS SINISTERRA Mariana Muniz 1 Sanchis Sinisterra é um ícone da dramaturgia espanhola contemporânea. Sua peça de maior repercusão foi Ay

Leia mais

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor,

Xixi na Cama. Cara Professora, Caro Professor, Xixi na Cama Cara Professora, Caro Professor, Estamos oferecendo a você e a seus alunos mais um livro da coleção Revoluções: Xixi na Cama, do autor mineiro Drummond Amorim. Junto com a obra, estamos também

Leia mais

PRIMEIRA TEMPORADA: Meu Intelectual Favorito

PRIMEIRA TEMPORADA: Meu Intelectual Favorito PRIMEIRA TEMPORADA: Meu Intelectual Favorito Breve Resumo Cada programa trará uma personalidade midiática em um emocionante e revelador encontro com seu Favorito, um ídolo em algum campo de conhecimento,

Leia mais

História. Foto: Ibraim Leão

História. Foto: Ibraim Leão Theatro Pedro II Rua Álvares Cabral 370, Centro, Ribeirão Preto-SP CEP 400-080 www.ribeiraopreto.sp.gov.br/fundacao/teatro/i36principal.php Tel. 55 (6) 3977.8 T heatro Pedro II Na década de 920, Ribeirão

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

(61) 8162-4991 terrana@terrana.com.br

(61) 8162-4991 terrana@terrana.com.br Carlos Terrana Brasileiro, 57 anos. SCRLN 716 Bloco C ent. 15 kit 201 Asa Norte CEP 70770-533 DF (61) 8162-4991 terrana@terrana.com.br FORMAÇÃO 2012 Pós Graduação em Artes Visuais SENAC (cursando). 2009

Leia mais

exposições individuais / solo exhibitions 2015 Horizonte Deserto Tecido Cimento, Galeria Nara Roesler São Paulo, Brazil

exposições individuais / solo exhibitions 2015 Horizonte Deserto Tecido Cimento, Galeria Nara Roesler São Paulo, Brazil fabio miguez n.b. 1962-- sao paulo, brazil vive e trabalha em / lives and works in são paulo exposições individuais / solo exhibitions 2015 Horizonte Deserto Tecido Cimento, Galeria Nara Roesler São Paulo,

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

JÚLIO GUERRA Lembranças de São Paulo

JÚLIO GUERRA Lembranças de São Paulo JÚLIO GUERRA Lembranças de São Paulo JÚLIO GUERRA Lembranças de São Paulo Universidade Presbiteriana Mackenzie Reitor Prof. Dr.-Ing. Benedito Guimarães Aguiar Neto Vice-Reitor Prof. Dr. Marcel Mendes Chanceler

Leia mais

visão O ICCo acredita na arte como elemento chave transformador da sociedade contemporânea.

visão O ICCo acredita na arte como elemento chave transformador da sociedade contemporânea. visão O ICCo acredita na arte como elemento chave transformador da sociedade contemporânea. Pretende ser um elo de referência entre o artista, o público e importantes instituições nacionais e internacionais.

Leia mais

1. CONTEXTO 2. O PROBLEMA ATUAL. Produção de DANÇA de Autoria Brasileira

1. CONTEXTO 2. O PROBLEMA ATUAL. Produção de DANÇA de Autoria Brasileira Produção de DANÇA de Autoria Brasileira 1. CONTEXTO A Dança Brasileira vive hoje um novo contexto. Estão ocorrendo mudanças significativas no modo como artistas arquitetam suas criações e essas transformações

Leia mais