A REVITALIZAÇÃO DE ÁREAS PORTUÁRIAS EM CENTROS URBANOS

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1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia Curso de Arquitetura e Urbanismo Planejamento e Projeto Urbano e Regional 05 Ruth Ataide A REVITALIZAÇÃO DE ÁREAS PORTUÁRIAS EM CENTROS URBANOS Fernando Cortez Lenilson Jonas Maria Heloísa

2 Renascimento dos centros urbanos Surge a partir dos anos 90 a ideia de revitalizar as áreas centrais através da reutilização do patrimônio. Ao contrário da lógica modernista e seus modelos positivistas assépticos e desprovidos da riqueza sociocultural. Modelo Positivista EUA fonte:http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/a rquitextos/02.015/859 Lógica Modernista. Brasilia fonte:http://www.uniaoplanetaria.org.br/nospodemosbrasilia/files/2012/0 1/brasilia_foto.jpg

3 Modelo de Revitalização Integrador e Abrangente Busca pelo renascimento econômico, social e cultural das áreas centrais esvaziadas; Ações conjuntas e integradas dão nova vida aos locais de intervenção. Glaslow fonte:http://www.destination360.com/europe/uk/ images/s/uk-glasgow.jpg Glaslow fonte:http://media-cdn.tripadvisor.com/media/photos/01/3d/92/5c/glasgow.jpg

4 Planejamento Estratégico União do poder público + poder privado + comunidade Planos e programas que compatibilizem esforços e investimentos; Projetos de curto, médio e longo prazo; O resultado positivo atrai novos investidores, moradores, consumidores e novos projetos. Projeto conceitual de Ricardo Bofill para a faixa de domínio da via expressa, uma das diversas idéias do final dos anos 80 Fonte: tos/02.015/859

5 5 aspectos fundamentais para os projetos Complexos processos de planejamento; Mix estudado de diversos usos do solo com presença de ÂNCORAS sólidas; Respeito à memória coletiva; Atenção ao poder das imagens e da qualidade projetual; Implantação através de processos colaborativos entre os grupos envolvidos (governo, comunidade e empresários). Museu Gugenhein de Bilbao fonte:http://arktetonix.com.br/wpcontent/uploads/2011/07/bilbao- 620x350.jpg Bilbao - Espanha Fonte:https://lilaesthete.files.wordpress.com/2012/04/puppy-jeffkoons-bilbao.jpg

6 High Line antes da Intervenção High Line Fonte: Projeto Museu Gugenhein do Rio de Janeiro fonte: PbWprI/AAAAAAAAACQ/3asKT1qMTJI/s1600/gugge%2Brio.jpg Fatores importantes para os projetos Promoção de novas imagens para locais tidos como decadentes ou com má fama. Construção da confiança Catalizadores City marketing Museu Gugenhein de Nova Iorque fonte: https://lilaesthete.files.wordpress.com/20 12/04/puppy-jeff-koons-bilbao.jpg Museu Gugenhein de Bilbao fonte: v3cpajmag/tzhbeyi0cgi/aaaaaaaacqa/m5c- PBs4Ujk/s1600/guggenheim-abu-dhabi-museum-3.jpg

7 As cidades voltam para suas áreas portuárias Em um primeiro momento eram berço e lugar central de suas metrópoles durante séculos O esvaziamento das zonas portuárias: Modernos e gigantescos navios de carga A conteinerização e a especialização do movimento portuário As dificuldades de acomodar as novas logísticas portuárias às limitadas instalações e espaços das áreas centrais Difícil acessibilidade dos meios de transportes de apoio (rodovias e ferrovias) Projeto conceitual de Ricardo Bofill para a faixa de domínio da via expressa, uma das diversas idéias do final dos anos 80 Fonte: tos/02.015/859

8 As cidades voltam para suas áreas portuárias A infra-estrutura portuária presente nessas áreas podem representar conflitos ou construir barreias contra a integração Perfil fundiário Coroados com novas visibilidades e acessos à frente de água, esses investimentos públicos e privados assumem grande poder de atração, lucram com seu poder multiplicador e tendem a se valorizar cada vez mais. Potencialidade paisagística, lúdicas, logísticas e imobiliárias Simbiose histórica entre cidade e mar pode ser amplamente explorada Fim dos anos 70 e nos anos 80: Oferecer uma experiência de compras (mall centers) diferente aliada à: Moda da comida gourmet Valorização da arquitetura histórica Redescoberta dos cafés de calçadas

9 As cidades voltam para suas áreas portuárias Nova Iorque Sidney Área do South Street Seaport, Nova Iorque, mostrando, após a via expressa suspensa, a área de eventos e o shopping-center Pier 17, inspirado na arquitetura portuária. Arquiteto: Benjamin Thompson Fonte: 859 O novo centro de exposições em Darling Harbor, área recuperada do porto de Sidney, Australia. Arquiteto Philip Cox Fonte: tos/02.015/859

10 As cidades voltam para suas áreas portuárias O papel varejista possui um papel fundamental em regenerar as cidades graças a seu apelo tão amplo Bilbao O papel atrativo da movimentação portuária (barcos de passeio, lazer e até pedalinhos) usuários diretos e ambiência lúdica: As próprias embarcações tomadas como atração principal Locais perfeitos para espetáculos mediáticos ou eventos ocasionais Centralidade e acessibilidade Reconversões e alavancar o seu planejamento estratégico O Museu Guggenheim, tornado ícone internacional de Bilbao, Espanha; fundamental na revitalização da área portuária e central. Arquiteto: Frank Gehry Fonte: extos/02.015/859

11 As cidades voltam para suas áreas portuárias O movimento portuário e as embarcações históricas como atrativos; no conjunto recuperado de Albert Dock, Liverpool, Inglaterra. Fonte: extos/02.015/859 Vista da renovação do Port Vell, Barcelona: shopping com cinemas, marina e passeio em deck retrátil para passagem dos barcos. Fonte: extos/02.015/859

12 BOSTON Projeto de renovação dos anos 50 Demolição Edificações modernistas resultantes de concurso públicos em 63 Plano de recuperação do waterfront Kevin Lynch e John Myers Prefeitura e câmara do comércio Preservação de edificações históricas Integração da cidade com o mar Novas visualidades Novos Usos públicos Continuidade espaciais Plano Geral de Boston (65) Maquete do projeto da área central renovada e o conjunto modernista do centro cívico de Boston, EUA. Projeto de I.M.Pei. Fonte: om.br/revistas/read/ar quitextos/02.015/859 Faneuil Hall Market Place. Fonte: n360.com/northamerica/us/massachus etts/boston/faneuilhall-market-place

13 BOSTON New England Aquarium pequeno Pier da área central Inaugurado em 69 Grande sucesso Prédio original tornou-se Pier valorizado Preservação Histórico e o respeito aos patrimônios locais Fim dos anos 60 e começo dos 70 A salvação de Quincy Market e Faneuil Hall Transformação do antigo mercado em um conjunto gastronômico e comercial, com mercado, restaurantes, bares, lojas e escritórios. Rouse Company festival malls entreter os compradores de classe média e faze-los sentirem-se confortáveis. Em Boston, entre o centro cívico e o waterfront, o conjunto histórico do Quincy Market e Faneuil Hall foi reciclado em centro comercial e gastronômico. Arquiteto Benjamin Thompson. Fonte: om.br/revistas/read/ar quitextos/02.015/859

14 BOSTON Em Boston, entre o centro cívico e o waterfront, o conjunto histórico do Quincy Market e Faneuil Hall foi reciclado em centro comercial e gastronômico. Arquiteto Benjamin Thompson. Fonte: om.br/revistas/read/ar quitextos/02.015/859

15 BOSTON Market Place Primeiro ano de funcionamento obtém dez milhões de visitantes, o mesmo que a Disneylândia Confiança e interesse dos investidores Preço dos imóveis em seu entorno sobe bem mais que no resto da área central Valoriza preço do solo de 20 e 25% Principal catalisador para o processo de revitalização e reaquecimento do mercado A rua a noite em Faneuil Hall Market Place. Fonte: photos/klingon65/ / Faneuil Hall Market Place visto de cima. Fonte: ruction.com/features/b oston/cityguide/nightlif e-1.asp

16 BALTIMORE Anos 50: centro em decadência Um grupo de empresários decide enfrentar este fato: Contratam um plano diretor do Arquiteto David Wallace Gancho: Renovação de quarteirões da área central de negócios Planos: Conservou edifícios históricos não tombados; Buscou a mescla de usos; No interior dos quarteirões foram implantadas novas praças com lojas e bares. Primeiro sistema de passarelas para pedestres interligando os prédios da direção do Inner Harbor, a área do porto. Região Portuária Baltimore Fonte:http://www.soulofamerica.com/phpwcms/ picture/upload/image/us_cities/baltimoreskyline_dusk.jpg

17 BALTIMORE 1961 Estratégia de marketing: Foi lançada uma concorrência para um projeto de um edifício comercial no novo Charles Center. O projeto vencedor foi de Mies Van der Rohe. (conclusão nos anos 80) Efeito demonstração => novos investidores Projeto para o Inner Harbor (1973) Retirada das velhas edificações ambandonadas; Renovação do waterfront da área central ribeirinha; Inner Harbor se tornou o ponto principal de atração da cidade: empreendimentos e multiplas atividades. Inner Harbor Fonte:http://www.cityprofile.com/forum/attachments /maryland/13793-baltimore-inner-harbor-2.jpg Foi um investimento federal, municipal e privado. Atrai 21 milhões de visitantes ao ano. Projeto de Mies Van der Rohe Fonte:http://cdn.c.photoshelter.com/imgget/I0000LukFBkI5qDc/s/860/860/Baltimore734.jpg

18 BALTIMORE A área ganhou: 1976 Maryland Science Center 1979 Novo centro de convenções 1981 Hotel Hyatt Regency. (Nos anos 90 foi ampliado) 1980 Harborplace (festival mall) - A Rouse company, construtora do Harborplace, para conseguir o apoio da comunidade fez um compromisso garantindo empregos e oportunidades. Resultado: Mistura de restaurantes étnicos e a variedade de lojas tornaram-se um grande atrativo não planejado anteriormente Aquário Nacional (em 91 foi ampliado) Equipamentos - Baltimore Fonte:http://organizesuavida.com.br/portal2010/i mgs/400pxbaltimore ex-1.jpg Prédios antigos receberam novos usos, como uma antiga estação de trem foi transformada em um estádio de baseball. Aquario de Baltimore Fonte:http://1.bp.blogspot.com/_c0KonnOc_N0/TPTsc8t7G4I/AAA AAAAAC2w/yesp2ay7Wr8/s1600/baltimore%252Baquarium.jpg

19 BALTIMORE As town houses abandonadas foram oferecidas para quem não tinha outro imóvel em Baltimore. O governo ofereceu um financiamento para que os novos moradores restaurassem as casas, preservando suas fachadas. Resultado: Área rapidamente recuperada O sucesso do Inner Harbor introduziu transformações ao longo do Waterfront adjacentes, como em Fells Point. Fells Point Fonte:http://www.washingtonian.com/articles/i mages/fells_point.jpg A imagem decadente dos anos 50 foi substituída por uma imagem de uma cidade bem conceituada nos EUA até os anos 80. De lá para cá Baltimore entrou em decadência, com altas taxas de violência e fuga de moradores e comercial. Townhouses de Baltimore Fonte:http://www.baltimoretownhouse.com/Ima ges/baltimore_harbour_panorama_view.jpg

20 RIO DE JANEIRO Usou o exemplo de Bilbao, e a primeira filial do Museu Guggenheim na Europa. Niteroi e o Museu de Arte Contemporâneaque se projeta sobre a Baía de Guanabara. Tentou receber a filial brasileira do Museu Guggenheim. Usou os Projetos de Boston, Baltimore e Barcelona como exemplo. Museu Guggenheim em Bilbao Fonte: Museu de Arte Contemporânea em Niteroi Fonte:

21 RIO DE JANEIRO Porto Maravilha Projeto de revitalização porto é uma operação urbana consorciada e envolve um conjunto de ações urbanísticas e financeiras. Revalorização do patrimônio cultural tombado A reconquista de seus espaços urbanos A melhoria de sua acessibilidade para novos fluxos Reativação a partir do comércio e de serviços. Perspectiva do projeto do Porto Maravilha Fonte: Em 2011começaram as obras. Previsão de todas obras estarem prontas até Receberá parte das instalações olímpicas, como as vilas de mídia e dos árbitros e o centro de mídia não credenciada. Galpão passado por uma obra de reuso Fonte:

22 RIO DE JANEIRO Delimita para a sua área de intervenção os bairros da Gamboa, Saúde, Santo Cristo e Caju. E três setores de bairros, São Critovam, Centro, Cidade Nova. Área total de 5 milhões de m². População de 22 mil habitantes. Localização Estratégica Bairros de intervenção do Porto Maravilha Fonte: O projeto estrutura-se em núcleos de áreas especializadas como Transporte, Tecnologia e Comunicação, Habitação e Meio Ambiente, Turismo e Entretenimento, Turismo e Cultura. Sitios e Patrimônios históricos como: Mosteiro de São Bento, Galpões Ferroviários da Gamboa, Igreja de São Francisco da Prainha, entre outros. Uma das rotas de intervenção do Porto Maravilha Fonte:

23 Projeto de Reuso para as Residências degradadas Fonte: RIO DE JANEIRO Dividido em duas fases, sendo a primeira financiada com recurso público e a segunda com recurso privado(3 bilhões). Intervenções da primeira fase (200 milhões) : Urbanização do Pier Mauá Revitalização da Praça Mauá Implantação do trecho binário do porto Reurbanização do Morro da Conceição Demolição da alça de subida do viaduto da perimetral Construção de garagem Subterrânea na praça Calçamento, iluminação pública, drenagem e arborização dos eixos Barão de Tefé, Camerino, Venezuela, Rodrigues Alves e Sacadura Cabral. Perspectiva do projeto da Praça Mauá Fonte:

24 RIO DE JANEIRO Intervenções da segunda fase (200 milhões) : Reurbanização de 40km de vias, implantação de novas vias e trechos de ciclovia. Implantação de esgotamento sanitário, abastecimento de água, energia elétrica, telefonia e gás encanado. Implantação de sistema de melhoria da qualidade das águas do canal do mangue. Implantação de via de mão dupla interna. Demolição do elevado da perimetral. Construção de duas rampas ligando um dos viadutos. Ampliação do atual túnel ferroviário para receber tráfego de automóvel. Implantação de mobiliário urbano. Museu do amanhã. Perspectiva do projeto Museu do Amanhã Fonte: Perspectiva do projeto do Metro de Superficie Fonte:

25 RIO DE JANEIRO Tabela com estimativa de tempo da construção do Porto Maravilha Fonte:

26 CONSIDERAÇÕES FINAIS 5 aspectos fundamentais nos processos de revitalização das áreas centrais: Estratégia de planejamento Estudos de ocupação da área Respeito a memória coletiva Atenção ao poder das imagens e da qualidade projetual Processos consensual e colaborativos entre todos envolvidos. Porto de Natal Fonte: Arquivo do grupo. Porto de Natal Fonte: Arquivo do grupo.

27 REFERÊNCIAS BIDOU-ZACHARIASSEN, Catherine (Org.). Introdução e Cap.1, DEL RIO, Vicente.Voltando às origens: A revitalização de áreas portuárias nos centros urbanos. Disponível em: <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/02.015/859> Acesso em: 21. Ago DEL RIO, Vicente. Em busca do tempo perdido. O Renascimento dos centros urbanos; Portal Vitruvius, arquitextos, MENEGUELLO, Cristina. A preservação do patrimônio e o tecido urbano. Parte 2. Manchester, Dublin e São Paulo: reflexões a partir de três estratégias para a recuperação do passado urbano. Portal Vitruvius, Arquitextos, 003, julho de PORTO MARAVILHA. Disponível em: <http://portomaravilha.com.br>. Acesso em: 23. Ago

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