RESUMO. Contribuição da UE: EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de (JO L 386 de , p.

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1 RESUMO Programa de Ação Anual 2013, ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), a financiar pela rubrica orçamental do orçamento geral da União Europeia 1. IDENTIFICAÇÃO Rubrica orçamental Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH) Custo total Contribuição da UE: EUR Base jurídica Artigo 6. do Regulamento (CE) n.º 1889/2006 de (JO L 386 de , p. 1) 2. CONTEXTO O Regulamento (CE) n. 1889/2006 institui um instrumento financeiro para a promoção da democracia e dos direitos humanos a nível mundial: o Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH). Com base neste regulamento, a Comissão adotou em abril de 2010, após o parecer favorável dos Estados-Membros e de uma análise jurídica favorável do Parlamento Europeu, o Documento de Estratégia ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH) [Decisão C(2010)2432 de 21 de abril de 2010]. O presente Programa de Ação Anual (PAA 2013) baseia-se neste Documento de Estratégia IEDDH. Em 12 de dezembro de 2011, a Comissão e a Alta Representante adotaram uma Comunicação conjunta sobre os direitos humanos e a democracia no centro da ação externa da UE Rumo a uma abordagem mais eficaz 1, a que se seguiram as conclusões do Conselho sobre os direitos humanos e a democracia em 25 de junho de 2012, juntamente com um quadro estratégico sobre os direitos humanos e a democracia e um plano de ação para pôr em prática o quadro. O presente PAA 2013 assenta nesta base. Consultaram-se organizações da sociedade civil sobre o presente PAA durante o fórum sobre o IEDDH, que se realizou em Bruxelas, em 7 e 8 de maio de O objetivo da consulta era trocar pontos de vista com a sociedade civil sobre as principais prioridades do PAA 2013 ao abrigo do IEDDH, com especial atenção para os convites à apresentação de propostas a financiar pela dotação orçamental de 2013 do IEDDH. 1 COM(2011) 886 final.

2 O PAA 2013 não inclui a parte do IEDDH correspondente à rubrica orçamental para a execução de missões de observação eleitoral da UE. Devido à sua especificidade, estas missões serão objeto de um PAA separado. 3. RESUMO DO PROGRAMA DE AÇÃO O PAA tem por objetivo prestar assistência, contribuindo para o desenvolvimento e a consolidação da democracia, o Estado de direito e o respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais em todo o mundo. No Documento de Estratégia ao abrigo do IEDDH são identificados cinco objetivos distintos para o período : 1. Promover o respeito dos direitos humanos e das liberdades fundamentais nos países e regiões onde se encontram mais ameaçados (pontos e do Documento de Estratégia). 2. Reforçar a intervenção da sociedade civil na promoção dos direitos humanos e da reforma democrática, no apoio a uma conciliação pacífica dos interesses dos diversos grupos e na consolidação da participação e da representação políticas (pontos e do Documento de Estratégia). 3. Apoiar ações em matéria de direitos humanos e democracia nos domínios abrangidos pelas orientações da UE, incluindo no que diz respeito ao diálogo sobre os direitos humanos, defensores dos direitos humanos, pena de morte, tortura, crianças e conflitos armados, direitos da criança, violência contra as mulheres e raparigas e luta contra todas as formas de discriminação em relação a elas, Direito Internacional Humanitário e eventuais orientações futuras (pontos e do Documento de Estratégia). 4. Apoiar e reforçar os quadros internacionais e regionais para a proteção e a promoção dos direitos humanos, justiça e Estado de direito e para a promoção da democracia (pontos e do Documento de Estratégia). 5. Promover a confiança nos processos eleitorais democráticos e reforçar a fiabilidade e a transparência desses processos, nomeadamente através da observação eleitoral (pontos e do Documento de Estratégia). Valor acrescentado O presente PAA baseia-se no valor acrescentado do IEDDH, nomeadamente na sua independência de ação que permite intervir nas situações mais difíceis (em todo o mundo) sem autorização do governo do país de acolhimento, criando sinergias e complementaridade onde os instrumentos geográficos não podiam intervir. O presente PAA permite levar a cabo ações únicas, não abrangidas por outros instrumentos, nomeadamente no caso de violações graves dos direitos humanos ou para fazer face a necessidades de proteção urgentes, tomada de posição sobre determinadas questões, como a luta contra a tortura, a pena de morte ou a discriminação, envio de missões de observação eleitoral, apoio ao Tribunal Penal Internacional (TPI), etc.

3 Nesses contextos, o IEDDH centra-se na ajuda à sobrevivência da sociedade civil e dos meios de comunicação social enfraquecidos ou destruídos, abrindo assim o caminho ao diálogo e à mudança. Embora tenha um alcance financeiro limitado, os seus dispositivos flexíveis têm funcionado de forma muito satisfatória e são essenciais (por exemplo, apoio direto aos defensores dos direitos humanos, pequenas subvenções diretas, colaboração com parceiros informais, reafetação de subvenções). Uma combinação pragmática de projetos específicos e de convites à apresentação de propostas, uma gestão assegurada tanto pela sede como pelas delegações e a realização de ações a nível mundial, regional e local permitem assegurar uma implementação global e coerente que associe todos os intervenientes: a sociedade civil (objetivo principal) e as organizações internacionais e regionais. Especificidades do presente PAA Devem ser salientadas quatro especificidades. Em primeiro lugar, o presente PAA é o último ao abrigo do regulamento atualmente em vigor. Por conseguinte, o presente PAA tem em conta os resultados atingidos e as eventuais lacunas existentes no âmbito do atual instrumento, bem com as suas duas estratégias plurianuais ( e ). Em segundo lugar, o presente PAA continua a alargar o seu alcance para integrar as ações no terreno em matéria de democracia e direitos humanos. Enquanto as delegações estavam a aplicar 44 regimes de apoio a nível nacional (CBSS) em 2007, o PAA 2013 alarga o CBSS a 107 países, nomeadamente aos países ACP, para os quais o aumento é de 8 países com projetos em curso em 2007 para 47 atualmente. Um país deixou de fazer parte da lista, a Croácia, pois espera-se que adira à UE em Em terceiro lugar, o presente PAA continua a basear-se no valor acrescentado do IEDDH para obter resultados nos casos mais complicados, nas situações mais difíceis, quando existe a necessidade de proteção urgente e para reagir às crises, a partir da sede e no terreno. Em quarto lugar, o presente PAA propõe ações contra a discriminação, prevendo um apoio segundo quatro vertentes a atividades consagradas aos gays/lésbicas bissexuais/transexuais/intersexuais (LGBTI), à liberdade de religião e crença, aos povos indígenas e às crianças do sexo feminino. Por último, tal como no ano passado, um PAA separado abordará a observação eleitoral da UE. Por conseguinte, o presente PAA só incidirá nas restantes partes do objetivo n.º 5 que apoiam o quadro para a promoção de processos eleitorais democráticos. Repartição das ações do presente PAA O PAA organiza-se em torno de quatro eixos: Reforça a capacidade da UE para abordar as situações mais difíceis (objetivo n. 1), reagir rapidamente a situações de emergência em que estejam em causa os

4 direitos humanos e apoiar um mecanismo global de defesa dos direitos humanos (DDH) da UE; Apoia o desenvolvimento de organizações da sociedade civil dinâmicas no terreno, aumentando a sua capacidade de ação na sua busca e defesa da democracia e dos direitos humanos e no seu papel específico de protagonistas de uma mudança positiva; Apoia campanhas temáticas que combinam atividades de promoção e ações no terreno relativamente às grandes questões, abordam violações graves dos direitos, prestam um apoio de base aos principais intervenientes e facultam educação cívica nestas matérias; Reforça o programa para a promoção e o apoio à democracia e uma abordagem mais integrada dos ciclos democráticos; Estes eixos de trabalho são concretizados através das seguintes ações específicas, a financiar ao abrigo do presente PAA: Dois convites à apresentação de propostas globais geridos pela sede da Comissão Europeia, num montante indicativo de 35 milhões de EUR Fichas de ação 1 e 5; Apoio direto aos defensores dos direitos humanos, num montante indicativo de EUR Ficha de ação 1; 107 regimes de apoio a nível nacional convites à apresentação de propostas a nível local e medidas de apoio geridas pelas delegações da UE, num montante indicativo de 71,965 milhões de EUR Ficha de ação 2; Reforço de uma lista de reserva criada através dos convites à apresentação de propostas de 2012 sobre o tema da tortura, num montante indicativo de 3,75 milhões de EUR Ficha de ação 3; Uma ação relativa à aplicação das orientações da União Europeia ao diálogo sobre os direitos humanos, no montante de EUR Ficha de ação 4; Uma subvenção de funcionamento para apoiar o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem (ACDH), num montante indicativo de 4 milhões de EUR Ficha de ação 6; Um projeto para apoiar o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem (ACDH), secção dos Tratados em matéria de Direitos Humanos, num montante indicativo adicional de 1 milhão de EUR Ficha de ação 7; Um projeto para apoiar o Tribunal Penal Internacional (TPI), num montante indicativo de 1 milhão de EUR Ficha de ação 8; Um projeto para apoiar o Sistema Interamericano de Direitos Humanos, num montante indicativo de 1 milhão de EUR Ficha de ação 9; Um projeto para apoiar o Centro de Documentação, Pesquisa e Informação dos Povos Indígenas (DOCIP), num montante indicativo de EUR Ficha de ação 10;

5 Um projeto para apoiar os órgãos de controlo do Secretariado Internacional do Trabalho que supervisionam as convenções da OIT sobre os direitos dos povos indígenas e tribais, num montante indicativo de EUR Ficha de ação 11; Um projeto para apoiar a ONU Mulheres na abordagem de ações específicas relacionadas com a violência contra as mulheres, num montante indicativo de 1 milhão de EUR Ficha de ação 12; Uma subvenção de funcionamento para apoiar o Centro Interuniversitário Europeu para os Direitos Humanos e a Democratização (EIUC) 2 e financiamentos específicos para as suas redes de universidades, que ministram cursos de pós-graduação em matéria de democracia e de direitos humanos, num montante indicativo de 5,9 milhões de EUR Ficha de ação 13; Uma ação sobre medidas de apoio à aplicação do IEDDH (avaliações, auditorias, estudos, coordenação e reuniões de consulta com as organizações da sociedade civil, etc.), num montante indicativo de EUR Ficha de ação 14. Cada ação está classificada no âmbito de um objetivo específico do Documento de Estratégia, tal como indicado no quadro do ponto 5. Assistência anterior da UE e ensinamentos retirados A Comissão realizou várias avaliações que cobrem uma vasta série de projetos IEDDH. Estas avaliações permitiram medir melhor o seu impacto. A avaliação da estratégia da UE em matéria de direitos humanos no seu conjunto obrigou a uma análise aprofundada dos pontos fortes e fracos do quadro em que evolui o IEDDH. Todas as avaliações estão disponíveis no seguinte sítio Web: A avaliação de impacto do IEDDH realizada na perspetiva da sua revisão para o quadro financeiro plurianual confirmou, como já referido, os pontos fortes e o valor acrescentado deste instrumento. Permitiu igualmente chamar a atenção para vários domínios onde estão a ser desenvolvidos esforços e, em particular, para a necessidade de utilizar a flexibilidade existente e privilegiar as atividades com valor acrescentado. Das diversas avaliações efetuadas e das consultas realizadas até à data, e em especial das três avaliações de dezembro de 2011, respetivamente, sobre o apoio da UE aos direitos humanos e ao respeito das liberdades fundamentais (incluindo a solidariedade com as vítimas da repressão), os regimes de apoio a nível nacional do IEDDH (CBSS) e o objetivo n. 1 do IEDDH, ressaltam algumas questões e recomendações que são comuns: a importância do diálogo com os parceiros encarregados da execução e entre as delegações e a sede da União Europeia; uma supervisão mais atenta e sistemática, tanto interna como externa, dos projetos; uma maior e melhor utilização das abordagens do quadro lógico e da gestão do ciclo dos projetos; e um maior impacto temático através da combinação de diferentes estratégias e métodos de trabalho, por exemplo, nível local com mundial, campanhas de promoção e informação com ações de formação. 2 Em conformidade com o artigo 13.º, alínea e), do Regulamento (CE) n.º 1889/2006.

6 O presente PAA reflete estas recomendações de várias maneiras, nomeadamente: sistematização dos convites à apresentação de propostas lançados ao abrigo da IEDDH, agrupando os tópicos mais sensíveis e outras questões (um convite à apresentação de propostas aberto em permanência relativo aos países em que os direitos humanos e as liberdades fundamentais estão mais em risco e aos defensores dos direitos humanos e um convite à apresentação de propostas lançado a nível mundial uma vez por ano com novas prioridades por exemplo, a impunidade num dado ano, a luta contra a discriminação no ano seguinte); uma melhor utilização da abordagem do quadro lógico podem-se utilizar, no máximo, 10 % das dotações específicas para os países no apoio a medidas para promover as capacidades das organizações locais a nível da gestão do ciclo dos projetos e dos procedimentos internos; e reuniões estruturadas e periódicas com representantes das organizações da sociedade civil responsáveis pela execução a nível local, bem como com as diferentes plataformas de ONG representadas em Bruxelas de interesse para o IEDDH. As recomendações do relatório do Parlamento Europeu de 2011 sobre a democracia constituem parte integrante da aplicação de projetos neste domínio que requerem financiamento adicional (por exemplo, utilização da lista de reserva). As recomendações das avaliações e da avaliação de impacto foram debatidas com as partes interessadas da sociedade civil, a fim de integrar os resultados na programação e aplicação deste instrumento.

7 Complementaridade A UE desenvolveu uma vasta série de instrumentos em matéria de direitos humanos para a sua ação externa. Estes instrumentos incluem diretrizes, diligências e declarações relativas aos direitos humanos, decisões do Conselho, diálogo sobre os direitos humanos, inclusão das componentes «direitos humanos» e «questões de género» nas missões e ações da Política Comum de Segurança e Defesa. Estas ações são completadas por atividades financiadas ao abrigo do Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos (IEDDH), outros instrumentos financeiros de ação externa da UE e ainda a ação em instâncias multilaterais (ONU, OSCE e Conselho da Europa). O valor acrescentado do IEDDH reside, como já descrito, na sua complementaridade. Por conseguinte, é dada muita atenção à melhoria da conceção e impacto da assistência da CE, a fim de assegurar coerência e sinergia entre o IEDDH, os instrumentos geográficos e outros instrumentos temáticos, nomeadamente o Instrumento de Estabilidade (IE), e as rubricas «intervenientes não estatais» e «investir nas pessoas» do Instrumento de Cooperação para o Desenvolvimento (ICD). Os programas geográficos apoiam as autoridades dos países terceiros na realização de reformas estruturais, incluindo o desenvolvimento de políticas e estratégias, o desenvolvimento institucional e a revisão do quadro jurídico, de modo a que as instituições públicas operem numa base mais sólida, transparente e democrática. Embora o principal interlocutor para a conceção e a aplicação dos programas geográficos seja o governo do país beneficiário, as organizações da sociedade civil são geralmente consultadas para a elaboração de documentos de estratégia nacionais e podem ser os beneficiários do apoio, com o consentimento do governo. As organizações da sociedade civil podem dar um valioso apoio ao sistema de governo democrático através da promoção dos valores de cidadania, boa governação, direitos humanos, igualdade entre homens e mulheres e democracia participativa na sociedade, bem como da importância conferida a um sistema democrático, baseado na transparência, responsabilização, eficácia e capacidade de resposta. O IEDDH é um instrumento flexível que poderia intervir nas situações consideradas mais sensíveis em virtude do espaço limitado em que as organizações da sociedade civil operam. O IEDDH seria uma opção adequada a considerar, nomeadamente, nos seguintes casos específicos: 1) contextos políticos difíceis em que a colaboração da UE com o governo não é boa ou em que a cooperação tenha sido suspensa; 2) questões sensíveis; 3) quando os programas geográficos não envolvem suficientemente as organizações da sociedade civil e são necessárias intervenções complementares; 4) quando surge uma oportunidade e é necessária uma intervenção rápida mediante ações específicas a pequena escala; 5) apoio ao quadro internacional e regional para a proteção da justiça, como, por exemplo, ao TPI. Nestes casos, o IEDDH desempenha um papel instrumental ao permitir que as organizações da sociedade civil se tornem uma força sustentável ao serviço de uma mudança positiva e da reforma. Na medida do possível, a execução das ações ao abrigo do IEDDH terá plenamente em conta a análise estratégica pertinente e a fixação de prioridades temáticas previstas nas estratégias da UE sobre direitos humanos para os diferentes países.

8 4. COMUNICAÇÃO E VISIBILIDADE Continuarão a ser envidados esforços no que diz respeito às ações de comunicação e visibilidade, para apoiar e/ou complementar as atividades do IEDDH, bem com para divulgar o apoio da UE à democracia e aos direitos humanos e o impacto deste apoio. Estas ações assumem especial importância durante a fase de definição do futuro instrumento após 2013 e deverão respeitar sempre os requisitos de confidencialidade e segurança inerentes a certas ações ao abrigo do IEDDH. A documentação, as informações sobre os planos e atividades, os projetos, os resultados e as boas práticas relativos ao IEDDH podem ser consultados no seguinte sítio Web: 5. CUSTOS E FINANCIAMENTO O quadro seguinte apresenta uma panorâmica das dotações afetadas a cada ação em Referência da Ação Ficha 1 Ficha 2 Ficha 3 Ficha 4 Ficha 5 Ficha 6 Ficha 7 Ação proposta Apoio aos direitos humanos, aos defensores dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, nas situações mais urgentes e difíceis (Objetivos 1 e 3) Apoio a uma sociedade civil dinâmica no terreno através de regimes de apoio a nível nacional (CBSS) (Objetivo 2) Luta contra a impunidade aumento da dotação orçamental para o convite à apresentação de propostas relativo às diretrizes da UE no que respeita à tortura e a outras penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes (convite à apresentação de propostas global de 2012 ao abrigo do IEDDH ref ) (Objetivo 3) Apoio ao «diálogo sobre os direitos humanos» (Objetivo 3) Luta contra a discriminação dotações orçamentais para um único convite à apresentação de propostas a lançar em 2013 (Objetivo 2) Apoio aos principais intervenientes Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem Apoio aos principais intervenientes órgãos de controlo da aplicação dos Tratados em matéria de direitos humanos Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem difusão Web (webcasting) das sessões dos órgãos de controlo da aplicação dos Tratados em matéria de direitos humanos Montante (em euros)

9 Ficha 8 Ficha 9 Ficha 10 Ficha 11 Ficha 12 Ficha 13 Ficha 14 Reforço das competências jurídicas especializadas e promoção da cooperação Tribunal Penal Internacional Apoio aos principais intervenientes Sistema Interamericano de Direitos Humanos (SIDH) Desenvolvimento de redes indígenas e reforço das suas capacidades a nível internacional, regional, nacional e local. Apoio ao secretariado técnico dos representantes dos povos indígenas junto dos órgãos, organismos e sessões das Nações Unidas relativos aos direitos humanos Centro de Documentação, Pesquisa e Informação dos Povos Indígenas (DOCIP) Apoio aos principais intervenientes órgãos de controlo do Secretariado Internacional do Trabalho que supervisionam as convenções da OIT sobre os direitos dos povos indígenas e tribais Secretariado Internacional do Trabalho Apoio aos principais intervenientes Prevenir e combater a violência contra as mulheres em todo o mundo ONU Mulheres Apoio ao Centro Interuniversitário Europeu para os Direitos Humanos e a Democratização (EIUC) e à rede mundial dos direitos humanos e da educação para a democracia Medidas de apoio (Objetivo 2) Montante total do Programa de Ação Anual No âmbito do orçamento indicativo máximo para todas as ações específicas, não são consideradas substanciais as alterações cumulativas que não excedam 20 % da contribuição máxima da UE, desde que não afetem significativamente a natureza e os objetivos do Programa de Ação Anual.

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