A NOVA CONFIGURAÇÃO DOS MUSEUS COMO FORMA DE EMBASAR O PROJETO DO MUSEU ITINERANTE 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A NOVA CONFIGURAÇÃO DOS MUSEUS COMO FORMA DE EMBASAR O PROJETO DO MUSEU ITINERANTE 1"

Transcrição

1 A NOVA CONFIGURAÇÃO DOS MUSEUS COMO FORMA DE EMBASAR O PROJETO DO MUSEU ITINERANTE 1 ALMEIDA, Fernanda Ghellar De 2 ; FLORES, Anelis Rolão 3 1 Referencial teórico produzido durante a realização do Trabalho Final de Graduação I do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA). 2 Acadêmica do Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil. 3 Professora Orientadora: Arquiteta Mestre do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil. RESUMO O presente trabalho tem como objetivo desenvolver conhecimentos necessários a fim de embasar o Trabalho Final de Graduação do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Franciscano, cujo tema escolhido corresponde a um Museu Itinerante o qual terá uma abordagem digital sobre a questão da sustentabilidade. A ideia do projeto é possibilitar a divulgação do tema sustentabilidade para a população, através de uma interatividade de mídia digital. Assim, optou-se por desenvolver, como referencial teórico do Trabalho Final de Graduação, um panorama sobre a renovação da concepção projetual dos Museus bem como a influência dos Museus Internacionais nos novos Museus Brasileiros. Foram escolhidos quatros locais de implantação do Museu Itinerante com a finalidade de propiciar o acesso de um público abrangente em diferentes localidades da cidade de Santa Maria. Sendo assim, a seguinte pesquisa contém uma temática de fundamental relevância para o desenvolvimento do projeto arquitetônico do Museu Itinerante. Palavras-chave: museu itinerante; museus Internacionais; museus brasileiros. INTRODUÇÃO A proposta deste Trabalho Final de Graduação do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Franciscano será criar um Museu Itinerante, com a temática sustentabilidade, o qual será apresentado à população, através de uma interatividade de mídia digital de forma a incentivar o turismo local e o progresso cultural e educacional sobre a ótica da sustentabilidade. Como o projeto não requer um terreno específico para sua implantação optou-se por estabelecer um roteiro inicial com os locais de deslocamento do módulo na cidade de Santa Maria. Dessa forma, primeiramente, o Museu será instalado na cidade de Santa Maria- RS, permanecendo vinte dias em cada local escolhido. Após efetuar o percurso no tempo determinado o Museu continuará sua trajetória em outras localidades. Os novos locais que 1

2 receberão o equipamento será definido por meio do interesse demonstrado pelo poder público ou pela iniciativa privada de uma determinada cidade, estado ou região do país. Ao analisar os locais públicos da cidade de Santa Maria, optou-se por quatro lugares distintos: o Campus da Universidade Federal de Santa Maria (fig.1), o Largo em frente à antiga VFRS (fig.2) (Viação Férrea Rio Grande do Sul), o Regimento Marechal Mallet (fig.3) (3º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado "Regimento Mallet") e o núcleo central da Cohab (fig.4) (Companhia de Habitação do Estado do Rio Grande do Sul) Santa Marta, no bairro Santa Marta. 1 Campus da UFSM Arquivo Pessoal 2 Largo da antiga estação ferroviária. 3 Campo de Futebol do Regimento Marechal Mallet Arquivo Pessoal 4 Praça no Bairro Santa Marta Arquivo Pessoal Os critérios que determinaram a escolha dos locais foram a facilidade do acesso de diferentes públicos de diversos locais da cidade e também a possibilidade de atender a população com um novo meio que se move para a propagação da informação e cultura. 1. Um olhar sobre os Museus Sabe-se que os museus tradicionais primam por reunir obras, objetos e riquezas datadas, com a finalidade de retratar parte da história do acervo material aos visitantes. Essa idéia de valorização do antigo como bem valioso ainda é respeitada, todavia foram surgindo novas formas de se contar história nos museus, bem como novos conteúdos a serem tratados nesses espaços. Segundo Flávio Kiefer 1, após 1925, a arquitetura dos museus começa a tomar forma baseada nos preceitos modernistas. O primeiro projeto que pôs em prática essas 1 Arquitexto: revista do Departamento de Arquitetura e do PROPAR UFRGS. v. 1, n. 2, 2000 Porto Alegre: Faculdade de Arquitetura, UFRGS, 2000.p.18. 2

3 idéias foi o Museu Sem Fim ou Museu do Crescimento Ilimitado (fig. 5) 2, em Paris, de Le Corbusier (1939). Entretanto, os debates e questionamentos a respeito dos museus tradicionais já estavam ocorrendo desde o final do século XIX, pois os arquitetos consideravam os antigos museus um lugar conservador, que abrigavam a arte oficial, e que em outras palavras, seria errado continuar insistindo em ambientes ultrapassados para as transformações sociais da época. 5 Le Corbusier, Maquete do "Museu Sem Fim", Saint Die, Paris, Revista Aquitexto do Departamento de Arquitetura e do PROPAR UFRGS. v. 1, n. 2, 2000 Porto Alegre: Faculdade de Arquitetura, UFRGS, Dessa forma, é interessante também apresentar a abordagem de Roberto Segre 3, o qual aponta o final da Segunda Grande Guerra Mundial e a metade do século XX como períodos determinantes para a valorização do tema museu na arquitetura moderna. Assim, o período pós-holocausto de dor e busca pelo retorno da identidade cultural bem como o desenvolvimento da tecnologia, com os meios de comunicação como televisão, cinema e internet, fomentaram a busca pela arte como instrumento de resgate cultural e conhecimento da diversidade das civilizações e locais da Terra. Dessa maneira, os museus que anteriormente eram tradicionalmente freqüentados pelas elites sociais, passaram a ser alvo atrativo das massas urbanas. A partir dessas mudanças, a arte modifica seu propósito e aproxima-se dos objetos de consumo comprados nos shopping-centers. Pode-se então concluir que a guerra fez com que as discussões e reflexões sobre a arquitetura de museus fossem feitas tardiamente, o que retardou a construção dos novos museus. Assim, a globalização econômica, o fortalecimento das identidades nacionais, o aumento da população urbana bem como as facilidades do transporte, foram os principais fatores que contribuíram para o desenvolvimento da indústria do turismo cultural baseado 2 Segundo Le Corbusier: O princípio fundamental deste museu é a sua construção sobre pilotis, com o acesso ao nível do solo pelo próprio centro do edifício, onde se encontra a sala principal. A espiral quadrada que parte dali permite uma ruptura nas circulações, extremamente favorável à atenção que se exige dos visitantes. BOESIGER, Willy. Le Corbusier. São Paulo: Martins Fontes, p SEGRE, Roberto.Museus Brasileiros.Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p.7. 3

4 nos atrativos históricos de cidades e monumentos. A disputa entre as capitais para entrar nesse circuito econômico acirrava-se e o tema museu tornou-se um dos principais componentes na dinâmica do circuito do turismo internacional. 4 É interessante comentar sobre a abordagem de Josep Maria Montaner 5, em seu livro O museu como organismo extraordinário. O autor expressa em poucas palavras o significado das obras de alguns dos principais arquitetos que revolucionaram a instituição museu. Entre os arquitetos citados encontra-se a obra Museu Guggenheim de Frank Lloyd Wright. Nessa obra, Montaner afirma, em outras palavras, que o Museu Guggenheim de Wright pode ser considerado o ponto de partida dos museus objetos. Estas são obras que ocorrem em contextos urbanos consolidados, onde a edificação causa um efeito de choque; assim, não buscam formas de passar despercebida do tecido urbano, e sim, almejam realçar-se. A técnica arquitetônica de Wright surpreendeu, pois o arquiteto conseguiu romper com os preceitos tradicionais da caixa estática e fechada por meio de soluções que preconizaram a evolução do modelo simétrico e exato para um novo modelo assimétrico e orgânico. Dessa forma, as decisões arquitetônicas resultaram na complexa estrutura a qual originou uma solução que denota movimento e dinâmica. A menção de Montaner 6 dessa obra como inédita e cinemática, consegue resumir e traduzir em duas palavras o museu de Wright, que se configura em espiral. Portanto pode-se concordar que com o passar dos anos, a arquitetura dos museus e a estrutura museológica e museográfica modificaram-se significativamente. Como visto anteriormente, percebe-se de acordo com o arquiteto Flávio Kiefer 7, que essa mudança iniciou no modernismo com grandes mestres, como Le Corbusier e Frank Loyd Wright, os quais propuseram a renovação do método de projetar museus por meio da sensibilidade intuitiva. Segundo Kiefer, a forma do museu modernista destaca-se por uma modificação: Uma alteração importante na forma do museu modernista vai ser a simplificação de seus espaços internos. As circulações e as salas de exposição se integram num continuum espacial. A fluidez e transparência são as marcas dos museus desse período. Fluidez e transparência que a 4 Idem, p.8. 5 MONTANER, Josep Maria. Museus para o século XXI. Gustavo Gili. Barcelona, p MONTANER, Josep Maria. Museus para o século XXI. Gustavo Gili. Barcelona, p Arquitexto: revista do Departamento de Arquitetura e do PROPAR UFRGS. v. 1, n. 2, 2000 Porto Alegre: Faculdade de Arquitetura, UFRGS, 2000.p.21. 4

5 maior parte das vezes inclui também os espaços exteriores desses edifícios. 8 Dessa forma, foram propostas mudanças não somente estéticas, mas também conceituais. O programa de necessidades dos museus modernos, por exemplo, permitia mais flexibilidade dos espaços, com salas mais amplas, menos divididas, além de espaços comerciais como restaurantes e lojas juntos ao museu. Foram, também, propostos espaços bem iluminados, devido ao intenso uso de vidro, das grandes aberturas e dos jardins. Os museus eram projetados para serem usufruídos além do acervo, mas como local de encontro, convívio e prestação de serviços. A afluência maciça de visitantes implicou na necessidade de multiplicar os serviços do museu, com exposições temporárias e locais para consumo, e redundou no crescimento das áreas dedicadas à direção, à educação e conservação. Os museus contemporâneos seguiram na esteira dos protótipos do movimento moderno e de algumas realizações dos anos cinqüenta, recuperando valores tipológicos dos museus históricos; ao mesmo tempo, porém, eles realizaram uma completa transformação de sua concepção tradicional. 9 Percebe-se então que os museus da atualidade não funcionam como depósitos de obras artísticas valoradas e/ou fonte de história. Mas além, estes espaços vêm transformando-se juntamente com as necessidades e aspirações sociais, em busca de novas conformações e usos diferenciados. Corroborando com os argumentos de Ferraz 10, pode-se afirmar que os museus tornaram-se parte integrante da sociedade de forma a completá-la com excelência, no cotidiano, ao veicular a reflexão, a informação, a cultura e possibilitar o encontro, o convívio. Ainda assim, novas técnicas expositivas surgiram como forma de contar história de uma maneira diferenciada, por meio de equipamentos computadorizados, com vídeo e projeções gráficas que estabelecem uma relação interativa com o visitante, o que propiciou a mudança radical das estruturas interiores do espaço. Outro fator que incidiu na diversidade tipológica dos museus foi o surgimento de temas especializados que exigiam configurações particulares: os museus científicos, históricos, sociais, infantis, antropológicos, ou os recentes e sofisticados das empresas de automóveis. E, por último, os projetos tiveram que conter atividades anexas demandadas pelo condicionamento funcional e social dos visitantes: bar e restaurante, auditórios, biblioteca, centro de pesquisa, salões especiais para happenings 8 Arquitexto: revista do Departamento de Arquitetura e do PROPAR UFRGS. v. 1, n. 2, 2000 Porto Alegre: Faculdade de Arquitetura, UFRGS, 2000.p MONTANER, Josep Maria. Museus para o século XXI. Gustavo Gili. Barcelona, p FERRAZ, Marcelo. Museus têm novos papéis na vida urbana. Folha de S. Paulo. Disponível em: Acessado em Março de

6 ou grandes exibições temporárias, loja de livros e souvenirs, áreas verdes para o descanso e o relacionamento pessoal. 11 Mediante o exposto pode-se convir com os argumentos de Roberto Segre 12 o qual observa que a classificação das tipologias dos principais museus tem como predomínio a caixa fechada e introvertida, que começou com o ziguratt invertido do Guggenheim de Frank Loyd Wright em Nova Iorque (1959) e perdurou na estrutura compacta e fragmentada do East Wing of National Gallery de I. M. Pei (1974) em Washington (fig.7), e no Centro Galego de Arte Contemporânea de Álvaro Siza (1993) em Santiago de Compostela (fig.8), na translucidez do Kunsthaus de Peter Zumthor (1997) em Braganz (fig.9); além da arquitetura de volumes apinhados do novo museu de arte contemporânea de SANAA (2007), Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, em Nova Iorque, a forma complexa e exuberante do Guggenheim de Bilbao (1997) de Frank Gehry, assim como o angustiante e dolorido Museu Judaico de Daniel Libeskind (1998) em Berlim e o Museu do Quai Branly (2006), em Paris, de Jean Nouvel. 7 East Wing of National Gallery, Washington,1974. Disponível em: Acessado em Maio de Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Disponível em: Acessado em Maio de Kunsthaus, Braganz, Disponível em: served.com/. Acessado em Maio de 2011 Dessa maneira, observa-se que o auge da adoção de espaços integrados, com maior fluidez, dinamismo e continuidade acontece no século XXI 13, em virtude do desenvolvimento tecnológico dos instrumentos de projetos 14. Assim, as diversas possibilidades de estruturar um projeto pelo meio digital, contribuíram e favoreceram para o desenvolvimento de projetos mais complexos. Com isso, os arquitetos passaram a agregar no seu ambiente de trabalho novas formas de trabalhar e compreender o projeto, por meio das aplicabilidades do projeto em 3D. 11 SEGRE, Roberto.Museus Brasileiros.Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p SEGRE, Roberto.Museus Brasileiros.Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p SEGRE, Roberto. Museus Brasileiros.Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p Idem, ibidem. 6

7 Segre 15 expõe a reflexão sobre o surgimento das novas concepções nos projetos dos museus e afirma que Mies van der Rohe elaborou a nova proposta de adoção de um conceito de museu que se abre para o mundo, com o emprego do vidro como material que se conecta ao exterior e ambientes que se integram no interior. O desenvolvimento tecnológico dos materiais propiciou vidros de diferentes cores e texturas. A busca pela integração da edificação com o contexto, sem barreiras, como muros, por exemplo, que separe o prédio da paisagem são exemplos atuais dos novos projetos. Outro fator tratado por Segre 16 é a iluminação interior dos museus, considerada umas das principais decisões arquitetônicas. A iluminação caracteriza a organização interna do museu e influencia diretamente na percepção das obras expostas. As pesquisas mais aprofundadas a respeito de alternativas de homogeneidade atmosférica foram desenvolvidas por Renzo Piano, que projetou coberturas como elementos filtrantes que permitem utilizar ao máximo a luz natural. Exemplos do desenvolvimento da proposta de coberturas de Piano são as seguintes obras do arquiteto: Nasher Sculpture Center em Dallas (fig. 10) e na Extension of High Museum of Art em Atlanta (fig. 11) Piano, Nasher Sculpture Center, Dallas, Disponível em: Acessado em Maio de 2011 Piano, Extension of High Museum of Art, Atlanta, Disponível em: Acessado em Maio de Alguns museus dialogam com a natureza, afirma Roberto Segre, pois esses museus integram-se ao meio quando inseridos no exterior dos centros urbanos ou em grandes espaços verdes. Um projeto relevante que possui essa característica espacial de integração é a ecológica Academia de Ciências de São Francisco (2008) (fig.12) de Renzo Piano, que utiliza cobertura verde como revestimentos das grandes abóbadas, ou ondulações, que se encontram quase soterradas e denotam uma continuidade da topografia de São Francisco. 15 Idem, p SEGRE, Roberto. Museus Brasileiros.Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p

8 12 Renzo Piano, Academia de Ciências da Califórnia, São Francisco, Disponível em: Acessado em Maio de Ao analisar a discussão percebe-se que os arquitetos da atualidade, contemporâneos, possuem uma gama de informações e liberdade projetual para propor desde uma solução voltada aos princípios tradicionais até mesmo as mais arrojadas. Dessa forma, outros fatores de relevância a se considerar são as mudanças espaciais, arquitetônicas e museológicas as quais se transformaram em um atrativo constante para pessoas do mundo todo, que anseiam por conhecer o novo. Assim, as novas formas de se contar uma história, as novas fontes de informação e os experimentos tecnológicos são alguns dos mecanismos que confundem, despertam, surpreendem e aguçam os sentidos dos visitantes. Estes se sentem desafiados pela lógica, pelo real, o concreto e mergulham no abstrato, no imaginário como forma de procurar respostas que muitas vezes não encontram, todavia os estimulam a voltar e refletir sobre as questões apresentadas naquele espaço. Os novos desenvolvimentos da tecnologia, as novas crenças, costumes, hábitos e valores têm influenciado diretamente nas transformações das cidades. O mercado de trabalho é outro campo que atua no cotidiano de forma significativa, pois exige profissionais qualificados e inovadores. Todavia não é somente no campo profissional que há essa exigência e a vontade de descobrir o novo. No cotidiano, observa-se que as pessoas buscam novas possibilidades de lazer, novas fontes culturais, novos espaços que permitam se informar, interagir e compreender o meio em que vivem. Como forma de responder a nova demanda das transformações do dia-dia e funcionar como instrumento modificador social surgem os novos museus. Isto pode ser explicado com a seguinte afirmação do arquiteto Marcelo Ferraz 17, Museu como instrumento de humanização, expansão das fronteiras do conhecimento e da poesia, um alimento do espírito; partindo do lugar-socioambiental ou físico e humano, mas sempre com uma linguagem universal e contemporânea. A comunicação é e continua sendo a chave do sucesso da conversa que se quer travar. Ainda nesta mesma entrevista Ferraz salienta que 17 Disponível em: Acessado em 30/03/2011 8

9 os museus da atualidade são indissociáveis do cenário urbano, pois, encontram-se interligados a vida humana. Ferraz afirma também que os novos museus têm se guiado pelo olhar antropológico, que é uma ferramenta de grande utilidade nos dias de hoje, em que os conflitos dos encontros são a marca da época, e as cidades, o palco principal. Além disso, cabe discursar sobre a fala do arquiteto que diz que os museus devem refletir o que acontece atualmente na vida dos cidadãos e em seus acervos ou será fadado ao fracasso e isolamento. Assim sendo, o museu atual contribui para o turismo cultural e não o predador, capitalista. Portanto, o museu tem o dever e compromisso de continuar se propondo a ser um espaço que permita a sociedade se orgulhar e ter um apreço imaterial por este bem que representa uma cultura, uma comunidade. Além disso, o museu deve possuir um atrativo significativo de forma a provocar interesse às pessoas de outras localidades, até mesmo estrangeiros. Assim, cumprindo com essas especificações, certamente o museu será um espaço inteligente e funcional, que se auto-promove. Em outras palavras, o museu por si mesmo possuirá características que o colocam em voga de forma a fomentar o desenvolvimento turístico e econômico do local em que está inserido. 2. Museus Brasileiros Apresenta-se um panorama a respeito dos museus brasileiros, a fim de compreender as decisões arquitetônicas que construíram a atual imagem da arquitetura de museus nacional bem como as influências internacionais contidas em cada obra materializada. Deve-se levar em consideração o discurso do arquiteto Roberto Segre 18 onde afirma que é perceptível a ausência de exibicionismo e grandiloqüência formal, características das principais obras internacionais, na maioria dos museus brasileiros. Conforme o arquiteto 19, os nossos museus são obras modestas, que primaram pela seriedade e detalhes que buscam aproximar-se do tema do museu bem como ser perfeitamente compreendido e aceito pelo público. Ainda de acordo com o autor, pode-se considerar que nesses museus em questão, procura-se evoluir tanto na concepção arquitetônica como na organização espacial, pois surgiram novas propostas onde existem sistemas interativos, de troca, comunicação e diálogo com o público. Além dessa superação do velho museu passivo, há uma relação madura entre o velho e o novo, assim como a obra arquitetônica insere-se no meio de maneira cuidadosa e elegante. 18 SEGRE, Roberto. Museus Brasileiros. Viana & Mosley. Rio de Janeiro, P Idem, ibidem. 9

10 No Brasil 20, a diversidade das iniciativas arquitetônicas responde as inúmeras tradições, costumes e manifestações artístico-culturais da sociedade brasileira que tem interesse em preservar as diferenças dos povos que povoaram o país. Considerável parte da arquitetura brasileira de museus adquiriu uma simplicidade formal fruto não somente da contemporaneidade estética, mas também de uma constante interação entre as tradições populares e a cultura de elite. O Brasil busca um lugar na economia e cultura do mundo globalizado bem como uma relação equilibrada com as grandes potências. CONCLUSÃO A proposta de um Museu Itinerante que percorre diferentes locais na para a cidade de Santa Maria pode ser considerado um equipamento urbano de caráter sociocultural e veiculador da temática sustentabilidade, que beneficiará as comunidades com um espaço de disseminação da cultura e respeito às diferenças, possibilitando acesso por toda a comunidade local, independente da classe social, raça ou faixa etária. Mediante isso, a presente pesquisa pretendeu criar um panorama teórico com a fim de contribuir para o projeto do Museu Itinerante. Assim, o embasamento teórico primou pela análise dos novos museus como forma de elaborar um olhar sobre o funcionamento dos espaços, bem como propor o entendimento sobre o surgimento das transformações e repercussões da nova concepção do projeto arquitetônico dos museus. Deste modo, considera-se que o equipamento deve ser projetado por meio de um estudo criterioso da forma e dos materiais a serem empregados, a fim de formar uma identidade que possibilite a identificação da proposta do Museu pelo público, bem como desperte o sentimento de apropriação do espaço público. REFERÊNCIAS Arquitexto: revista do Departamento de Arquitetura e do PROPAR UFRGS. v. 1, n. 2, 2000 Porto Alegre: Faculdade de Arquitetura, UFRGS, 2000.p.18. FERRAZ, Marcelo. Museus têm novos papéis na vida urbana. Folha de S. Paulo. Disponível em: Acessado em Março de MONTANER, Josep Maria. Museus para o século XXI. Gustavo Gili. Barcelona, 2003 SEGRE, Roberto. Museus Brasileiros. Viana & Mosley. Rio de Janeiro, Endereços Eletrônicos Consultados 20 SEGRE, Roberto. Museus Brasileiros. Viana & Mosley. Rio de Janeiro, p

11 11

05/09/12. ANÁLISE DOS PROJETOS: ARQUITETÔNICO/ URBANO Guia para estudo do projeto e estudos de caso

05/09/12. ANÁLISE DOS PROJETOS: ARQUITETÔNICO/ URBANO Guia para estudo do projeto e estudos de caso TEORIA E HISTÓRIA DA ARQUITETURA V Profa. Dra Deusa Maria R. Boaventura ANÁLISE DOS PROJETOS: ARQUITETÔNICO/ URBANO Guia para estudo do projeto e estudos de caso REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SUGESTÃO DE

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2013 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2010-2012 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA ARQUITETURA E URBANISMO

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2013 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2010-2012 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA ARQUITETURA E URBANISMO PAVILHÕES Os edifícios para grandes exposições têm marcado a história da Arquitetura desde 1851, com a construção do Palácio de Cristal, concebido por Joseph Paxton para a primeira Exposição Universal,

Leia mais

SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CIENTÍFICAS E CULTURAIS NO PROCESSO DA 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE

SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CIENTÍFICAS E CULTURAIS NO PROCESSO DA 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE RESOLUÇÃO 08/2015, DA COMISSÃO ORGANIZADORA NACIONAL A Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional de Juventude, no uso de suas atribuições regimentais, em conformidade com o artigo 6º, objetivo específico

Leia mais

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI

ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI ARQUITETURA PARAIBANA NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI Autoria: Manoel Brito de Farias Segundo (orientador) Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (FACISA) Caio Méssala da Silva Faustino - Faculdade de

Leia mais

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo

MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1. Resumo MULTIMÍDIAS PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 VIERO, Lia Margot Dornelles 2 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Curso de Geografia do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil E-mail:

Leia mais

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC

DECLARAÇÃO DE QUÉBEC DECLARAÇÃO DE QUÉBEC Sobre a preservação do "Spiritu loci" Assumido em Québec, Canadá, em 4 de outubro de 2008 INTRODUÇÃO Reunião na histórica cidade de Québec (Canadá) de 29 de setembro a 4 de outubro,

Leia mais

Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas - Campus IV- Jacobina- BA

Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas - Campus IV- Jacobina- BA Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas - Campus IV- Jacobina- BA Edital 01/2014 do NÚCLEO DE CULTURA VISUAL, EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (Cult-Vi) ABRE PERÍODO DE INSCRIÇÕES E ESTABELECE

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Com objetivo de auxiliar na elaboração dos trabalhos, apresentamos critérios relacionados a Economia Criativa e Inovação, conceitos

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO FEAR -Faculdade de Engenharia e Arquitetura FEAR CAMPUS Fig.1 Mapa Campus I (Adaptado pela autora) Fonte: WebSite www.upf.com.br FEAR ENSINO O curso de Arquitetura e Urbanismo da UPF, iniciou suas atividades

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano **

Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos Granja*, Fabio Giordano ** AVALIAÇÃO SOBRE AS PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL DESENVOLVIDA ATRAVÉS DO ECOTURISMO NO CAMINHO DO MAR PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO MAR NÚCLEO ITUTINGA PILÕES Daniela Campioto Cyrilo Lima*, Emanuela Matos

Leia mais

PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO

PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO Vivemos numa era em que o conhecimento assume novas configurações. Ele se modifica permanentemente, sendo atualizado dia-a-dia pelas descobertas das ciências e pelas inteligências

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção NORMAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Curso de Engenharia de Produção NORMAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso de Engenharia de Produção NORMAS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Viçosa, Minas Gerais 2014 1 INTRODUÇÃO As atividades complementares, inseridas no projeto pedagógico, têm por finalidade proporcionar

Leia mais

FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO DO PROJETO: Programa História e Memória Regional 1.2. CURSO: Interdisciplinar 1.3. IDENTIFICAÇÃO DO(A) PROFESSOR(A) /PROPONENTE 1.3.1.

Leia mais

Introducción a Museos y Arquitectura

Introducción a Museos y Arquitectura Versión digital en : http://www.uam.es/mikel.asensio Introducción a Museos y Arquitectura Paulo Roberto Sabino Universidade Federal de Minas Gerais Editor invitado del Volumen 8 O tema da arquitetura de

Leia mais

AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1

AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1 AS INTERFACES ENTRE A PSICOLOGIA E A DIVERSIDADE SEXUAL: UM DESAFIO ATUAL 1 CHRISTO, Aline Estivalet de 2 ; MOTTA, Roberta Fin 3 1 Trabalho de Pesquisa referente ao Projeto de Trabalho Final de Graduação

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA PERSPECTIVAS PARA OS CURSOS TÉCNICOS DO EIXO HOSPITALIDADE E LAZER: um estudo de caso aplicável ao Curso Técnico de Nível Médio em Eventos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco.

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE MUSEUS ESPECIALIZADOS EM DESIGN GRÁFICO E DESIGN DIGITAL NO BRASIL RESUMO

A IMPORTÂNCIA DE MUSEUS ESPECIALIZADOS EM DESIGN GRÁFICO E DESIGN DIGITAL NO BRASIL RESUMO A IMPORTÂNCIA DE MUSEUS ESPECIALIZADOS EM DESIGN GRÁFICO E DESIGN DIGITAL NO BRASIL Pablo Fabião Lisboa Professor UFPEL 1 RESUMO O presente artigo tem por finalidade iniciar uma reflexão sobre a importância

Leia mais

Plano Anual de Atividades 2014-2015 Departamento de Ciências Humanas

Plano Anual de Atividades 2014-2015 Departamento de Ciências Humanas Visita de estudo Geografia Conhecer o funcionamento de uma unidade industrial; Reconhecer a importância da atividade industrial na economia. Geografia e Alunos do 9º Ano Unidade Industrial 2ºPeríodo Visita

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994.

DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. DECRETO Nº 1.211, DE 3 DE AGOSTO DE 1994. Promulga o Tratado Geral de Cooperação e Amizade e o Acordo Econômico Integrante do Tratado Geral de Cooperação e Amizade, entre a República Federativa do Brasil

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque - Kuahi

Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque - Kuahi Museu dos Povos Indígenas do Oiapoque - Kuahi Lux Vidal Apresentação Os povos indígenas do extremo Norte do Amapá, habitantes da bacia do rio Uaçá e do baixo curso do rio Oiapoque - Karipuna, Palikur,

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA

JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA JUSTIFICATIVA DA INICIATIVA A relevância do projeto: O negro em destaque: As representações do negro na literatura brasileira se dá a partir das análises e percepções realizadas pelo coletivo cultural,

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

Propostas para o Plano Diretor de Curitiba

Propostas para o Plano Diretor de Curitiba Propostas para o Plano Diretor de Curitiba Revisão de 2014 Andressa Mendes Fernanda Castelhano Rafaela Scheiffer As propostas contidas nesta cartilha foram resultados de intervenções urbanas e processos

Leia mais

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas.

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas. TÍTULO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIA PARA O CONHECIMENTO E A INCLUSÃO SOCIAL AUTORES: Chateaubriand, A. D.; Andrade, E. B. de; Mello, P. P. de; Roque, W. V.; Costa, R. C. da; Guimarães, E. L. e-mail:

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

A ARTE DIZ O INDIZÍVEL; EXPRIME O INEXPRIMÍVEL, TRADUZ O INTRADUZÍVEL. LEONARDO DA VINCI

A ARTE DIZ O INDIZÍVEL; EXPRIME O INEXPRIMÍVEL, TRADUZ O INTRADUZÍVEL. LEONARDO DA VINCI A ARTE DIZ O INDIZÍVEL; EXPRIME O INEXPRIMÍVEL, TRADUZ O INTRADUZÍVEL. LEONARDO DA VINCI A INSPIRAÇÃO As linhas, os contornos, os tons, a vista. O encanto de uma das regiões mais bonitas de Fortaleza,

Leia mais

MUSEUS DE SÃO PAULO AGOSTO AGOST

MUSEUS DE SÃO PAULO AGOSTO AGOST MUSEUS DE SÃO PAULO AGOSTO 2007 Propósitos Ampliar a visibilidade dos atuais acervos museológicos disponibilizando o acesso ao público de forma a torná-los uma referência nacional e internacional. Construir

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO COLEGIADO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO O Colegiado do

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Projeto Cidade Inteligente e Sustentável Smart City Módulo 1 CIS APPs

Projeto Cidade Inteligente e Sustentável Smart City Módulo 1 CIS APPs Projeto Cidade Inteligente e Sustentável Smart City Módulo 1 CIS APPs Projeto Cidade Inteligente O que é O Projeto Cidade Inteligente e Sustentável - Smart City é uma ação focada no uso da tecnologia e

Leia mais

IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO

IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO IX Conferência Ibero-americana de Cultura Montevidéu, 13 e 14 de julho de 2006 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PROJETO 1 CARTA CULTURAL IBERO-AMERICANA PREÂMBULO Os Chefes de Estado e de Governo dos países

Leia mais

CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 1. ARQUITETURA DE INTERIORES 2. ARQUITETURA E CENOGRAFIA ARQUITETURA DE INTERIORES

CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 1. ARQUITETURA DE INTERIORES 2. ARQUITETURA E CENOGRAFIA ARQUITETURA DE INTERIORES CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 1. ARQUITETURA DE INTERIORES 2. ARQUITETURA E CENOGRAFIA ARQUITETURA DE INTERIORES APRESENTAÇÃO O curso oferece, a arquitetos e a profissionais de áreas afins, um perfil

Leia mais

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA O PAPEL DA

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil

Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Programa de Diálogo Intercultural para as Relações Étnico-Raciais da UNESCO no Brasil Bases Fundamentais Convenção para a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais Consolida princípios

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Hevelyn Baer Villar_ Trabajo Final de Graduação Interdisciplinar

Hevelyn Baer Villar_ Trabajo Final de Graduação Interdisciplinar Trabalho Final de Graduação Interdisciplinar Centro Cultural Maembipe O projeto foi indicado pela Universidade Estadual de Londrina para participar no concurso Ópera Prima de projetos de Fim de Graduação.

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR

Planejamento Estratégico. Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Planejamento Estratégico Departamento de Antropologia / Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFPR Visão Oferecer ensino de excelência em nível de Graduação e Pós-Graduação; consolidar-se como pólo

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais,

Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, Bazar das Nações é uma exposição itinerante que tem como objetivo pesquisar, documentar, exibir e divulgar os tradicionais Mercados Centrais, oriundos do Brasil Colônia próximos aos portos e alfândegas,

Leia mais

Título: A Influência Modernista na Formação dos Museus

Título: A Influência Modernista na Formação dos Museus Título: A Influência Modernista na Formação dos Museus Autor: Marina Byrro Ribeiro Formação: 1983 Graduação em Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO

O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO O DOCENTE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: NO CONTEXTO REAL DO TRABALHO Marcia Akemi Yamada 1 Soraia Kfouri Salerno 2 Resumo Uma das premissas do trabalho docente na Instituição do Ensino Superior (IES) é a produção

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ

PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO DE USO E OCUPAÇÃO DO CÂMPUS ITAJAÍ Agosto/2014 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

DIREITO. Pós-Graduação

DIREITO. Pós-Graduação DIREITO Pós-Graduação QUEM SOMOS PARA PESSOAS QUE TÊM COMO OBJETIVO DE VIDA ATUAR LOCAL E GLOBALMENTE, SER EMPREENDEDORAS, CONECTADAS E BEM POSICIONADAS NO MERCADO, PROPORCIONAMOS UMA FORMAÇÃO DE EXCELÊNCIA,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA Cássia Regina Batista Clarissa Kellermann de Moraes Ivan Mário da Silveira Márcia Dietrich Santiago Proposta

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.939 TURISMO DE AVENTURA: ANÁLISES E QUESTIONAMENTOS SOBRE O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA

Leia mais

INTERPRETAR O PATRIMÔNIO LOCAL: PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA PROFESSORES

INTERPRETAR O PATRIMÔNIO LOCAL: PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA PROFESSORES DOI: 10.4025/4cih.pphuem.268 INTERPRETAR O PATRIMÔNIO LOCAL: PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PARA PROFESSORES Simone Aparecida Pinheiro de Almeida i INTRODUÇÃO Pensar os conteúdos significa refletir acerca

Leia mais

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível?

A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? 1 A atuação do educador e as tecnologias: uma relação possível? Natália Regina de Almeida (UERJ/EDU/CNPq) Eixo Temático: Tecnologias: Pra que te quero? Resumo As novas tecnologias estão trazendo novos

Leia mais

Implantação de Núcleos de Ação Educativa em Museus 1/72

Implantação de Núcleos de Ação Educativa em Museus 1/72 Implantação de Núcleos de Ação Educativa em Museus 1/72 Acessibilidade em Museus. 2/72 Ações para ampliar a acessibilidade em museus 3/72 A acessibilidade nos museus é um tema que interessa a todos e está

Leia mais

PROJETOS PREMIADOS. Categoria Estudante

PROJETOS PREMIADOS. Categoria Estudante PROJETOS PREMIADOS Categoria Estudante Categoria Estudante ESCOLA PÚBLICA DE ENSINO MÉDIO EM PERÍODO INTEGRAL BLUMENAU/SC Autor Responsável Tiago Tamanini Júnior Orientadora Maria Inês Sugai Instituição

Leia mais

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES

CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES CEDOPE - CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DE HIS- TÓRIA DOS DOMÍNIOS PORTUGUESES SÉCULOS XV A XIX O CEDOPE tem como objetivo central constituir-se em centro de pesquisas relativas à história do universo

Leia mais

Connections with Leading Thinkers

Connections with Leading Thinkers Instituto de Alta Performance Connections with Leading Thinkers O especialista em inovação Lourenço Bustani analisa as dificuldades que travam a inovação na economia brasileira e discute possíveis soluções.

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4 NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

ACORDAR SUAVE : AÇÃO DO DESIGN E SUSTENTABILIDADE CULTURAL

ACORDAR SUAVE : AÇÃO DO DESIGN E SUSTENTABILIDADE CULTURAL ACORDAR SUAVE : AÇÃO DO DESIGN E SUSTENTABILIDADE CULTURAL Geni Pereira dos Santos Mestre em Comunicação, genipereira2000@yahoo.combr Universidade Federal de Pernambuco Resumo: Este artigo discorre sobre

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

Inteligência em. redes sociais. corporativas. Como usar as redes internas de forma estratégica

Inteligência em. redes sociais. corporativas. Como usar as redes internas de forma estratégica Inteligência em redes sociais corporativas Como usar as redes internas de forma estratégica Índice 1 Introdução 2 Por que uma rede social corporativa é um instrumento estratégico 3 Seis maneiras de usar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA CIDADE DE AREIA-PB: DO MUSEU PARA A COMUNIDADE Resumo Natália Cândido da Cruz Silva 1 - UFPB Márcia Verônica Costa Miranda 2 - UFPB Rebeca Nogueira Martins 3 -

Leia mais

HISTÓRIAS EM REDE. Programa de valorização da relação do indivíduo com a empresa, sua identidade, seus vínculos e o sentimento de pertencimento.

HISTÓRIAS EM REDE. Programa de valorização da relação do indivíduo com a empresa, sua identidade, seus vínculos e o sentimento de pertencimento. HISTÓRIAS EM REDE Programa de valorização da relação do indivíduo com a empresa, sua identidade, seus vínculos e o sentimento de pertencimento. O Programa O programa HISTÓRIAS EM REDE é um novo olhar sobre

Leia mais

Discriminação AÇÃO AÇÃO 67 68. Elaboração do Programa de Promoção de Eventos do Pólo Costa do Delta

Discriminação AÇÃO AÇÃO 67 68. Elaboração do Programa de Promoção de Eventos do Pólo Costa do Delta CUSTO PREVISTO DA AÇÃO (R$) - 840.000,00 2.500.000,00 1. CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO 1.1 Atende aos componentes dos Termos de Referência? 1.2 Escala da ação é compatível com a escala do programa? 1.3 Existem

Leia mais

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 7 8 9 10 11 12. Estudo da Capacidade de Carga de Recursos Turisticos Naturais do Pólo

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 7 8 9 10 11 12. Estudo da Capacidade de Carga de Recursos Turisticos Naturais do Pólo CUSTO PREVISTO DA AÇÃO (R$) - 1.000.000,00 300.000,00 1.000.000,00 3.000.000,00 2.000.000,00 400.000,00 1. CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO 1.1 Atende aos componentes dos Termos de Referência? 1.2 1.3 Escala da

Leia mais

Complexo Cultural, uma transmutação contemporânea do tipo museal. Rodrigo dos Passos Tavares

Complexo Cultural, uma transmutação contemporânea do tipo museal. Rodrigo dos Passos Tavares Complexo Cultural, uma transmutação contemporânea do tipo museal Rodrigo dos Passos Tavares Rodrigo dos Passos Tavares Complexo Cultural, uma transmutação contemporânea do tipo museal Rodrigo dos Passos

Leia mais

Curso de Capacitação para Museus Módulo IV Ação Educativa 1/26

Curso de Capacitação para Museus Módulo IV Ação Educativa 1/26 Curso de Capacitação para Museus Módulo IV Ação Educativa 1/26 Função social do Museu 2/26 O museu é uma instituição permanente sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 59/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA

PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA UNIVERSIDADE DO PORTO PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA LITERACIA FINANCEIRA DA U.PORTO Outubro de 2012 Enquadramento do programa na Estratégia Nacional de Formação Financeira Plano Nacional de Formação Financeira

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Segundo semestre de 2013: segundas e terças-feiras das 14h às 18h no Estúdio 4

Segundo semestre de 2013: segundas e terças-feiras das 14h às 18h no Estúdio 4 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DEPARTAMENTO DE PROJETO GRUPO DE DISCIPLINAS DE PROJETO DE EDIFICAÇÕES AUP 0154 - ARQUITETURA - PROJETO 4 Segundo semestre de 2013: segundas

Leia mais

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL

PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL PRÁTICAS CORPORAIS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS INDÍGENAS E SUAS RELAÇÕES COM OS JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL Bruna Maria de Oliveira (¹) ; Elcione Trojan de Aguiar (2) ;Beleni Salete Grando (3) 1.Acadêmica

Leia mais

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL

A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL A PRÁTICA DE ENSINO EM QUÍMICA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL E SUSTENTABILIDADE COMO TEMA TRANSVERSAL Ana Maria G. D. MENDONÇA 1, Darling L. PEREIRA 2,,José J. MENDONÇA 3, Aluska M. C. RAMOS 4 Maria S. B. DUARTE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

APRESENTAÇÃO OBJETIVO DO CURSO

APRESENTAÇÃO OBJETIVO DO CURSO 1 APRESENTAÇÃO Segundo Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Design (2004), o curso de graduação em Design deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação para a apropriação

Leia mais

COMÉRCIO E ESPAÇO COLETIVO

COMÉRCIO E ESPAÇO COLETIVO COMÉRCIO E ESPAÇO COLETIVO CONCEITO-HISTÓRICO-PROJETO Prof Ms Arq Aroldo Marcio Ferreira ESPAÇO COLETIVO-CONCEITO ESPAÇO URBANO PÚBLICO OU PRIVADO DE MANIFESTAÇÕES SOCIAIS COLETIVAS CONVIVENCIA-LAZER-CONTEMPLAÇÃO-ALIMENTAÇÃO-CULTURAL

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00043-7 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para desenvolver o Plano de Uso Público para a visitação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro concentrando na análise

Leia mais