I - NOTA INTRODUTÓRIA 6

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4 Índice I - NOTA INTRODUTÓRIA Breve análise conjuntural Orientações gerais e específicas prosseguidas pelo organismo Síntese da atividade Publicidade institucional (RCM 47/2010) 11 II - AUTOAVALIAÇÃO Análise dos resultados alcançados e dos desvios, positivos e negativos, verificados de acordo com o QUAR Apreciação, por parte dos utilizadores, da quantidade e qualidade dos serviços prestados Avaliação do sistema de controlo interno (SCI) Análise das causas de incumprimento de ações ou projetos não executados ou com resultados insuficientes, no Plano de Atividades Desenvolvimento de medidas para um reforço positivo do desempenho Comparação com o desempenho de serviços idênticos, no plano nacional e internacional Audição de dirigentes intermédios e demais trabalhadores na autoavaliação do IPQ Atividades desenvolvidas, previstas e não previstas no Plano de Atividades, com indicação dos resultados alcançados Normalização Metrologia Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus Administração Geral Atividade jurídica e produção legislativa nacional e comunitária Afetação real e prevista dos recursos humanos, materiais e financeiros 68 III - BALANÇO SOCIAL 71 IV AVALIAÇÃO FINAL A. Apreciação qualitativa e quantitativa dos resultados alcançados B. Menção proposta pelo dirigente máximo C. Conclusões prospetivas ANEXOS Anexo A1 Mapa de execução do QUAR Anexo A2 Legislação de referência no domínio da Qualidade publicada em Anexo A3 Organismos europeus e internacionais com participação institucional do IPQ 85 Anexo A4 Lista de publicações/artigos/comunicações da Metrologia 86 Anexo A5 Balanço Social 91

5 Unidade de Desenvolvimento de Normas Unidade de Promoção e Distribuição de Normas Unidade de Metrologia Legal Unidade de Metrologia Científica e Aplicada Unidade de Promoção e Qualidade Unidade de Assuntos Europeus I NOTA INTRODUTÓRIA I - NOTA INTRODUTÓRIA O (IPQ), que tem sede em Caparica, no Concelho de Almada, é um instituto público, na tutela do Ministério da Economia e do Emprego (MEE), integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio. Regeu-se durante todo o ano de 2012 pelo Decreto-Lei 71/2012 de 21 de março pela Portaria nº 540/2007, de 30 de abril, alterada e republicada pela Portaria n.º 888/2010, de 13 de setembro, que aprovam, respetivamente, a sua orgânica e estatutos e que determinou a sua organização interna, criando quatro unidades orgânicas nucleares e remetendo para Regulamento interno a criação de unidades flexíveis até ao número máximo de oito. A organização interna dos serviços foi mantida durante o ano de 2012 com o Organograma seguinte: O r g a n o g r a m a I P Q CONSELHO DIRETIVO ASSESSORIA JURÍDICA DEPARTAMENTO DE NORMALIZAÇÃO DEPARTAMENTO DE METROLOGIA DEPARTAMENTO DE INFORMAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E ASSUNTOS EUROPEUS DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO GERAL Unidade Financeira e Patrimonial 6

6 1.1 Breve análise conjuntural A evolução da economia portuguesa 1 em 2012 foi marcada pela contração da atividade económica, pela deterioração das condições no mercado de trabalho e pelo ajustamento acentuado da balança de pagamentos, tendo o saldo da balança corrente e de capital passado de um défice de 5,8% do PIB em 2011 para um excedente de 0,8%. O Produto Interno Bruto (PIB) registou uma queda de 3,2% em 2012, face a -1,6% em 2011, refletindo a diminuição acentuada de todas as componentes da procura interna. É de destacar a evolução do consumo privado (-3,9% em 2011; -5,6% em 2012) e da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) (-11,4% em 2011; -14,5% em 2012), que acentuaram em 2012 a contração observada no ano anterior. O impacto negativo da procura interna sobre a atividade económica, acompanhado por uma queda marcada das importações, foi parcialmente compensado pelo crescimento das exportações, que continuaram a registar um ganho muito significativo de quota de mercado no conjunto do ano, embora registando um abrandamento face a Em 2012, verificou-se, em termos médios anuais, um aumento da taxa de desemprego para 15,7% da população ativa e uma queda do emprego de 4,2%, particularmente no último trimestre em que se registou um aumento da taxa de desemprego para os 16,9%. A taxa de inflação em Portugal, medida pela variação média do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), situou-se em 2012 nos 2,8%, apresentando uma redução face a 2011 (3,7%). Este valor sofreu a influência de medidas associadas ao processo de consolidação orçamental que entraram em vigor, em 2011 e em 2012, com destaque para o aumento das taxas do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) aplicáveis a alguns produtos. A inflação deverá reduzir-se e estabilizar em torno de 1% ao longo de , por dissipação do efeito do aumento da tributação indireta e dos preços de bens administrados, registados no início de Em 2012 registou-se uma estratégia de consolidação orçamental focada predominantemente no aumento da receita e, em particular, nos impostos sobre as famílias. Do lado da despesa, destacou-se a suspensão dos subsídios de férias e de Natal para o setor público, a continuação da redução do número de efetivos e das despesas de investimento das administrações públicas. As atuais projeções para a economia portuguesa apontam para uma contração da atividade económica de 2,3% em 2013 (-3,2%em 2012). 1.2 Orientações gerais e específicas O IPQ tem como atribuições promover a qualidade em Portugal, assumindo-se como um agente privilegiado de mudança no país, ao nível da economia interna e da competitividade internacional; criar e disponibilizar a infraestrutura indispensável para potenciar a prática de melhores processos e métodos de gestão pela qualidade; gerir e coordenar o Sistema Português da Qualidade (SPQ); ser o Organismo Nacional de Normalização e a Instituição Nacional de Metrologia. O Sistema Português da Qualidade engloba, de forma integrada, as entidades e organizações envolvidas na Qualidade e assegura a coordenação dos subsistemas da Normalização, da Metrologia e da Qualificação. Tem por objetivo a garantia e o desenvolvimento da Qualidade através das entidades e organizações que, voluntariamente ou por inerência de funções, congregam esforços para estabelecer 1 Fonte: Banco de Portugal 7

7 princípios e meios, bem como para desenvolver ações que permitam de forma credível o alcance de padrões de qualidade adequados e a demonstração da sua obtenção efetiva, tendo em vista o universo das atividades, seus agentes e resultados nos vários setores da sociedade. O seu funcionamento é credível e transparente, baseando-se em regras e métodos reconhecidos e aceites a nível nacional ou estabelecidos por consenso internacional. É um sistema horizontal e universal que pode abranger todos os setores da sociedade, bem como todos os tipos de atividades e seus agentes económicos. O SPQ é descentralizado, assentando na autonomia de atuação das entidades que o compõem e no respeito pela unidade de doutrina e ação do sistema no seu conjunto, cabendo a cada entidade a decisão de aderir voluntariamente. Com o SPQ podem coexistir outros sistemas setoriais ou entidades desde que demonstrem cumprir as exigências e regras estabelecidas, visando o seu funcionamento, contribuir para a igualdade de oportunidades e para o desenvolvimento sustentado. Missão Desenvolver políticas, disponibilizar infraestruturas e metodologias, facilitadoras da afirmação da especificidade e da competitividade do tecido socioeconómico nacional, num contexto de globalização, através dos subsistemas da Normalização, da Metrologia e da Qualificação e da participação integrada da sociedade no desenvolvimento harmonioso do SPQ. Visão Afirmar o SPQ como suporte ao desenvolvimento da Qualidade em todos os setores de atividade, em Portugal, contribuindo para o incremento da produtividade e da competitividade nacionais, para a melhoria da Qualidade de Vida dos/as cidadãos/ãs e para uma cultura da Qualidade. Política da Qualidade Liderar o desenvolvimento da Qualidade através do aprofundamento do Sistema Português da Qualidade (SPQ), de modo a contribuir para o desenvolvimento e competitividade da sociedade portuguesa, para a qualidade de vida dos/as cidadãos/ãs e satisfazer as necessidades e expectativas dos/as Clientes, bem como assegurar o cumprimento da legislação que lhe é aplicável, designadamente, os requisitos legais e regulamentares e as orientações transmitidas pela Tutela; Investir no desenvolvimento dos/as trabalhadores/ras, reforçando as suas competências, fomentando o espírito de equipa e a focalização na Qualidade e no/a Cliente; Assegurar a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres adotando mecanismos que possibilitem a prossecução de objetivos em matéria de igualdade de género e de conciliação entre a atividade profissional, familiar e pessoal; Inovar e modernizar de modo a melhorar continuamente os serviços prestados e incrementar a proximidade ao/à cliente, sendo um exemplo de boas práticas da qualidade; Medir, avaliar e melhorar a performance nos vários domínios da sua atividade; Melhorar, continuamente, a eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade. 8

8 Objetivos Estratégicos OE 1 - Consolidar a elevada satisfação dos/as clientes e stakeholders; OE 2 - Assegurar a visibilidade e acessibilidade no uso das Normas pelos agentes económicos, particularmente nas PME, como fator de incremento da competitividade e da inovação; OE 3 - Garantir o rigor das medições da rede metrológica nacional para apoio à indústria, credibilidade das transações comerciais, defesa do consumidor, operações fiscais, segurança, saúde, energia, ambiente e das atividades económicas em geral; OE 4 - Assegurar sustentadamente o desenvolvimento do Sistema Português da Qualidade contribuindo para o aumento da competitividade, produtividade dos agentes económicos e qualidade de vida dos/as cidadãos/ãs. Objetivos Operacionais para 2012 O1 - Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua portuguesa com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN-CENELEC. O2 - Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. O3 - Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ. O4 - Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE. O5 - Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte dos agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. O6 - Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no âmbito do SGQ. O7 - Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18h acumulada a Síntese da atividade O presente Relatório sintetiza a atividade deste Instituto no período compreendido entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2012, tendo contado na sua realização com os contributos e a participação ativa de todas as Unidades Orgânicas. O IPQ continuou a ter o enorme desafio de ser o pólo de desenvolvimento do processo de divulgação e de implementação da Qualidade e dos conceitos que lhe estão associados, sempre na procura crescente de consolidar uma cultura da Qualidade na sociedade portuguesa. O Plano de Atividades para 2012 subordinou-se à prossecução da missão do IPQ Coordenação do Sistema Português da Qualidade (SPQ) e de outros sistemas de qualificação regulamentar que lhe forem conferidos por lei, a promoção e a coordenação de atividades que visem contribuir para demonstrar a credibilidade da ação dos agentes económicos, bem como o desenvolvimento das atividades inerentes às suas funções de Instituição Nacional de Metrologia e de Organismo Nacional de Normalização. No âmbito do Ministério da Economia e do Emprego, o IPQ tem a incumbência de promover a qualidade em Portugal, assumindo-se como um agente privilegiado de mudança no país, ao nível da economia interna e da competitividade internacional competindo-lhe a responsabilidade de criar e disponibilizar a infraestrutura indispensável para potenciar a prática de melhores processos e métodos de gestão pela qualidade. 9

9 O IPQ, enquanto Organismo Nacional de Normalização (ONN), coordena o Subsistema da Normalização do SPQ, assegurando a gestão das funções de elaboração, adoção, edição e venda de normas e outros documentos de caráter normativo de âmbito nacional, europeu e internacional. Relativamente à Metrologia, o IPQ é o organismo responsável pela coordenação da Metrologia nacional, abrangendo as vertentes científica (padrões nacionais das unidades de medida), aplicada (calibração dos padrões de referência dos laboratórios de calibração) e legal (controlo metrológico de instrumentos de medição). O Subsistema da Qualificação enquadra as atividades da acreditação, da certificação e outras de reconhecimento de competências e de avaliação da conformidade, no âmbito do SPQ. Em 2012, estavam acreditados pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC), no âmbito do SPQ, os seguintes Organismos de Certificação de Sistemas de Gestão (ISO/IEC 17021): Sistemas de Gestão da Qualidade (NP EN ISO 9001): AENOR, APCER, BVC, Certif, EIC, Lloyd s Register EMEA - Portugal, SGS ICS e TUV; Sistemas de Gestão Ambiental (NP EN ISO 14001): AENOR, APCER, BVC, Certif, EIC, Lloyd s Register EMEA - Portugal, SGS ICS e TUV; Sistemas de Gestão Florestal Sustentável (PEFC) (NP 4406): APCER, CERTIS e SATIVA; Sistemas de gestão da segurança e da saúde no trabalho (OHSAS 18001:/NP 4397): APCER, BVC, EIC e SGS ICS; Sistemas de Gestão da IDI (NP 4457): APCER, BVC, EIC e SGS ICS. No âmbito da certificação de Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar (NP EN ISO 22000) estavam acreditados em 2012 os seguintes organismos de certificação: APCER, EIC, BVC e SGS ICS. A certificação de sistemas de gestão em Portugal em 2012, no âmbito do SPQ (fonte IPAC) atingiu um total de 6089 certificados emitidos, sendo 5050 segundo a NP EN ISO 9001:2008, 903 segundo a NP EN ISO 14001:2004, 228 segundo a NP EN ISO 22000:2005, 141 segundo a NP 4457:2007, 14 segundo a norma OHSAS 18001:2007 (NP 4397:2008) e 8 segundo a NP 4406:2009, nos domínios da qualidade, ambiente, segurança alimentar, investigação, desenvolvimento e inovação (IDI), segurança e saúde no trabalho e gestão florestal sustentável, respetivamente. Na sua missão de coordenação do Sistema Português da Qualidade (SPQ), o IPQ empenhou-se em criar motivação, no sentido do aumento generalizado da Qualidade em Portugal, para que esta, bem como os conceitos e metodologias que lhe estão associadas, sejam assimilados e intrínsecos à gestão de qualquer empresa, independentemente do setor em que atua, em Portugal. No âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) o IPQ apoiou o IAPMEI na análise de projetos de investimento apresentados nas áreas das suas competências, tendo em vista a dinamização da atividade das entidades que integram o SPQ. O IPQ prosseguiu as suas atribuições enquanto organismo nacional responsável pela gestão dos procedimentos de notificação prévia de regulamentos técnicos e de normas no âmbito da Diretiva 98/34 e OMC, bem como as atividades inerentes ao acompanhamento das Diretivas da sua responsabilidade, participando em reuniões de Grupos de Trabalho, em representação do Estado-Membro Portugal. No ano de 2012, foi realizado pela sexta vez consecutiva um estudo de satisfação dos clientes do IPQ, abrangendo todas as suas atividades. O estudo voltou a ser efetuado por uma entidade independente, o 10

10 Instituto Superior de Estatística e Gestão da Informação da Universidade Nova de Lisboa (ISEGI/UNL), tendo sido realizadas 1181 entrevistas. O resultado obtido para o índice global de satisfação foi de 7,6, o que numa escala de 1 a 10, coloca a satisfação do cliente do IPQ num nível bastante elevado, em continuidade com o verificado em anos anteriores. Em 2012 foi dada continuidade ao Projeto PROQUAL - Pró Qualidade. Otimização de Serviço com Valor para o Cliente. O projeto aprovado no âmbito do SAMA, integrado no Programa Operacional Fatores de Competitividade, do QREN, com um calendário de realização de cerca de dois anos e envolvendo um investimento global elegível de cerca de 2,2 milhões de euros com comparticipação FEDER de cerca de 48 %, foi concluído em 31 de dezembro de O PROQUAL entrou em exploração no último trimestre de 2011 e em 2012 foram desenvolvidas ações de melhoria ao sistema implementado e de upgrade aplicacional. Este projeto visou a reorganização dos procedimentos existentes, particularmente com a desmaterialização dos que estão centrados no cliente, com incidência ao nível das competências fundamentais do IPQ, que constituem as suas principais áreas de negócio: a Metrologia e a Normalização, respetivamente, o Sistema de Gestão on-line da Rede de Controlo Metrológico Nacional e a Rede de Cooperação Normativa Nacional, sem descurar, também, os efeitos transversais mais significativos ao nível das restantes áreas relacionadas com a Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus e Administração Geral. Em 2012 realizou-se a primeira auditoria de acompanhamento da certificação do sistema de gestão da qualidade implementado segundo a NP EN ISO 9001, com resultados positivos. Na edição do PEX-SPQ 2012 foi atribuído o Troféu Ouro, na Categoria Grandes Empresas, à Bosch Car Multimedia Portugal, S.A., numa cerimónia em que estiveram presentes o Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira e o Presidente da Confederação Empresarial de Portugal, António Saraiva. O PEX-SPQ é uma distinção que promove o reconhecimento público das organizações instaladas em Portugal, que se destaquem pelos resultados obtidos através da aplicação dos métodos de Gestão pela Qualidade Total na Excelência Organizacional. O IPQ distinguiu-se pela superação de dois objetivos do QUAR e pelo cumprimento de cinco, a que se propôs. 1.4 Publicidade institucional (RCM 47/2010) Em cumprimento do estipulado no n.º 10 da Resolução do Conselho de Ministros 47/2010 de 8 de junho, publicada no DR 1ª Série, n.º 122 de 25 de junho, informa-se que durante o ano de 2012 o IPQ não efetuou qualquer iniciativa de publicidade institucional. 11

11 II AUTOAVALIAÇÃO II - AUTOAVALIAÇÃO 2.1 Análise dos resultados alcançados e dos desvios, positivos e negativos, verificados de acordo com o QUAR 2012 O desenvolvimento das atividades do IPQ estruturou-se em torno de 4 Objetivos Estratégicos (OE), os quais foram aprovados no QUAR 2012, pela tutela, e enquadram os Objetivos Operacionais (OO). Decorrente destes Objetivos Estratégicos, foram definidos 7 Objetivos Operacionais, sendo 3 de Eficácia, 2 de Eficiência e 2 de Qualidade, com a respetiva identificação de indicadores de resultados, metas de verificação, valores críticos e taxas de realização. 12

12 II AUTOAVALIAÇÃO a) Resultados alcançados (global) Objetivos Operacionais INDICADORES Meta Valor TAXA Tolerância PESO RESULTADO 2012 crítico REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO EFICÁCIA 50% O1: (OE2) Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua 35% portuguesa com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN-CENELEC. Ind. 1 Número de documentos normativos % % Atingiu O2: (OE3) Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. 35% Ind. 2 - Faturação (k ) % % Atingiu O3: (OE4) Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, 30% nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ Ind. 3 - Número de eventos (seminários, workshops, congressos, encontros, ações de formação, etc.). NA % % Superou EFICIÊNCIA 30% O4: (OE3) Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE 50% Ind. 4 - Número de PET (1) executados por FTE. 150,8 139,8 147,5 149,0 1,5 151,0 100% 148,6 100% Atingiu O5: (OE2) Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte 50% dos agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. Ind. 5 - Tempo médio de edição desde que entrem pela primeira vez no ano e até 15 de outubro. NA 54,92 48,26 46,00 2,26 42,50 100% 44,83 100% Atingiu QUALIDADE 20% O6: (OE1) Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no 50% âmbito do SGQ. Ind. 6 - Índice de satisfação dos clientes e entidades do SPQ numa escala de 1 a 10. 7,6 7,5 7,6 7,6 0,1 7,8 100% 7,6 100% Atingiu O7: (OE4) Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18h acumulada a % Ind. 9 Percentagem de trabalhadores a 31 de dezembro NA NA 79,0 87,5 2, % 100,0 125% Superou NA - Não aplicável 13

13 II AUTOAVALIAÇÃO b) Análise dos resultados Objetivo 1. Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua portuguesa com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN- CENELEC. O número fixado para a edição de documentos normativos em língua portuguesa em 2012 foi de 357, 2% sobre o realizado em O valor foi atingido sobretudo graças ao empenho dos Organismos de Normalização Setorial (ONS) envolvidos e ao esforço dos trabalhadores do Departamento de Normalização. Objetivo 2. Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. O objetivo consistia em Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal, ou seja a faturação em milhares de euros de 3377 k. Apesar da contração da economia, a faturação foi de k, cumprindo o objetivo. Objetivo 3. Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ. Partindo do histórico de 20 eventos realizados em 2010 e de 28 em 2011, para promoção da avaliação da conformidade, nomeadamente a certificação, visando a consolidação e abrangência do SPQ, o objetivo consistia em realizar e/ou intervir em 30 eventos, no decorrer de O objetivo foi superado já que, durante 2012, o IPQ participou e/ou interveio em 36 eventos, o que representou um significativo esforço para os reduzidos recursos humanos disponíveis. Objetivo 4. Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE. O objetivo consistia em Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios/Boletins por FTE, medido através do Número de PET (Pedidos de Execução de Trabalhos) executados durante o ano/fte (full time equivalent), o que correspondia a atingir o valor de 149,0 PET/FTE. O objetivo foi cumprido com o valor realizado de 148,6 PET/FTE. Objetivo 5. Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte dos agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. Foi continuado o esforço para tornar cada vez mais eficiente e célere a disponibilização das Normas Portuguesas editadas pelo IPQ. Em 2012, com uma realização de 44,83 dias úteis, conseguiu-se atingir o objetivo proposto e melhorar o de 2011, que tinha ficado nos 48,26, representando um significativo esforço dos trabalhadores do Departamento de Normalização. Objetivo 6. Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no âmbito do SGQ. Considerando o histórico dos resultados alcançados em anos anteriores que foram de 7,4 em 2007, 7,4 em 2008, 7,6 em 2009, 7,5 em 2010 e 7,6 em 2011, o objetivo consistia em manter o nível global de 14

14 II AUTOAVALIAÇÃO satisfação dos clientes e entidades do SPQ. O objetivo foi atingido tendo o IPQ alcançado o grau de satisfação de 7,6 (numa escala de 1 a 10) em relação à atividade desenvolvida em Objetivo 7. Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18 horas acumulada a O objetivo consistia em garantir que todos/as os/as trabalhadores/as em exercício de funções no IPQ a 31 de dezembro de 2012, tivessem recebido, no mínimo, 18 horas de formação acumulada a O objetivo foi superado, tendo sido abrangidos/as 100% dos/as trabalhadores/as, e cumulativamente contribuiu para a continuação do cumprimento do disposto na RCM nº 89/2010 de 17 de novembro, o que permitirá assegurar o cumprimento consolidado da referida RCM até ao final de Apreciação por parte dos utilizadores, da quantidade e qualidade dos serviços prestados Em 2012, e pelo sexto ano consecutivo, foi efetuado pelo ISEGI/UNL um estudo para a avaliação do nível de satisfação dos clientes e entidades com quem o IPQ interage. Este estudo permite designadamente: Avaliar a qualidade percecionada pelos clientes do IPQ, nomeadamente no que diz respeito às seguintes áreas de atividade do IPQ: Metrologia; Normalização; Desenvolvimento e Informação (Website, Newsletter e Administração Geral). Fornecer uma análise dos clientes do IPQ no seu conjunto, permitindo igualmente uma análise independente e o benchmarking por segmentos relevantes de clientes e em particular pelos segmentos das diversas áreas; Permitir avaliar o impacto de ações realizadas pelo IPQ junto dos diversos segmentos dos seus clientes, bem como a identificação de segmentos alvo para a realização de tais ações; Poder aconselhar o IPQ sobre os pontos fortes, constrangimentos e áreas prioritárias de atuação tendo em vista a satisfação do cliente; Possibilitar a sua futura adaptação, tendo em vista uma eventual integração com um modelo de satisfação do trabalhador; Permitir a integração dos resultados do projeto ECSI Portugal - Índice Nacional de Satisfação do Cliente, assim como de outros indicadores de satisfação disponíveis e dos índices de satisfação do cliente, a nível Internacional. A população alvo objeto do estudo foi constituída pelo conjunto dos clientes do IPQ considerados nas seguintes sete subpopulações: Clientes de Metrologia, Organismos de Verificação Metrológica (OVM), Organismos de Normalização Setorial (ONS), Compradores de Normas, Correspondentes IPQ, clientes do Serviço Questionar e subscritores da Newsletter Espaço Q. Foram realizadas um total de 1181 entrevistas validadas. 15

15 II AUTOAVALIAÇÃO População, base de sondagem e entrevistas ) Foi realizado um estudo exaustivo da população (recenseamento), através de um inquérito online (2) Inquérito telefónico realizado através do método CATI (computer assisted telefone interviewing) (3) A base de sondagem são os clientes que efetivamente entram para o cálculo da taxa de resposta. A diferença entre a População e a Base de sondagem resulta de casos em que os clientes indicaram não saber responder ou não utilizaram o serviço, e ainda pelos clientes que não estavam contactáveis ou não foi possível contactar (p. ex. por telefone errado, por não atendimento ou, no caso do inquérito telefónico, por se ter atingido o número de entrevistas definido em proposta). A recolha de dados foi realizada através de questionários online para as populações Clientes de Metrologia, Organismos de Verificação Metrológica, Organismos de Normalização Setorial, Correspondentes, Clientes do Questionar e Subscritores da newsletter Espaço Q. Por sua vez, na subpopulação Compradores de Normas utilizou-se o método CATI (computer assisted telephone interviewing), isto é, foram realizadas entrevistas telefónicas suportadas por um software informático específico para o efeito. Com o intuito de proporcionar a comparabilidade com os resultados obtidos em anos anteriores, a metodologia utilizada pelo ISEGI/UNL foi baseada na abordagem SEM (Structural Equation Modelling) ou Modelo de Equações Estruturais, pois esta é inovadora e distingue-se das metodologias tradicionais para o estudo da satisfação e da lealdade do cliente. A sua característica fundamental consiste na conceção e estimação de um Modelo de Satisfação do Cliente, o qual é alimentado a partir da informação fornecida por inquéritos por amostragem conduzidos junto das populações alvo. Esta metodologia caracteriza-se por ser estrutural, baseada num Modelo econométrico/probabilístico com um método de estimação simultânea das equações. Para a estimação do Modelo, foi utilizada a metodologia PLS (Partial Least Squares), que produz não só os índices sintéticos para cada uma das dimensões analisadas (entre os quais se destacam os índices de satisfação), mas também os pesos das variáveis que entram no cálculo dos índices e os valores dos coeficientes de impacto, ou seja das relações entre as diferentes variáveis do Modelo. O Modelo fornece igualmente margens de erro e outras medidas de qualidade das estimações. Os resultados produzidos pelo Modelo permitem identificar e quantificar as relações de causalidade entre a satisfação do cliente, os seus determinantes (como as várias dimensões da qualidade de serviço, da imagem) e os seus consequentes (como a fidelização, a recomendação e outros indicadores do desempenho da organização). Desta forma, é possível identificar os aspetos da qualidade de serviços mais importantes do ponto de vista da satisfação do cliente, avaliar os impactos de decisões de gestão sobre estas variáveis e 16

16 II AUTOAVALIAÇÃO consequentemente estabelecer a prioridade das ações a desenvolver em cada segmento tendo em vista a Satisfação do Cliente. O resultado obtido para o Índice Global de Satisfação dos Clientes do IPQ teve, numa escala de 1 a 10, o valor 7,6, o que coloca a satisfação do cliente do IPQ num nível bastante elevado, em linha com os obtidos nos anos anteriores que foram de 7,4 em 2007, 7,4 em 2008, 7,6 em 2009, 7,5 em 2010 e 7,6 em Índices de satisfação

17 II AUTOAVALIAÇÃO 2.3 Avaliação do sistema de controlo interno (SCI) Autoavaliação do IPQ sobre o SCI Aplicado Questões 1 Ambiente de controlo 1.1 Estão claramente definidas as especificações técnicas do sistema de controlo interno? 1.2 É efetuada internamente uma verificação efetiva sobre a legalidade, regularidade e boa gestão? 1.3 Os elementos da equipa de controlo e auditoria possuem a habilitação necessária para o exercício da função? 1.4 Estão claramente definidos valores éticos e de integridade que regem o serviço (ex. códigos de ética e de conduta, carta do utente, princípios de bom governo)? 1.5 Existe uma política de formação do pessoal que garanta a adequação do mesmo às funções e complexidade das tarefas? 1.6 Estão claramente definidos e estabelecidos contactos regulares entre a direção e os dirigentes das unidades orgânicas? 1.7 O serviço foi objeto de ações de auditoria e controlo externo? 2 Estrutura organizacional 2.1 A estrutura organizacional estabelecida obedece às regras definidas legalmente? S N NA X X X X X X X X Fundamentação Estão definidas nos procedimentos e instruções de trabalho auditados no âmbito do SGQ certificado de acordo com a Norma ISO 9001 para todas as áreas do Instituto. É efetuada uma verificação do enquadramento legal e regulamentar da atividade do Instituto. Os auditores internos dos vários departamentos receberam formação adequada no âmbito do SGQ. Estão definidos os princípios e valores do Sistema Português da Qualidade onde se inserem as atividades do Instituto incluindo a obrigação de respeitar os princípios e os valores das organizações internacionais em que o IPQ está integrado (CEN, CENELEC, ISO, IEC, EURAMET, OIML, BIPM, WTO, etc.). O IPQ encontra-se a implementar o IV Plano Nacional para a Igualdade, Género, Cidadania e não Discriminação, É elaborado um Plano de Formação Anual com base nas necessidades identificadas na avaliação de desempenho complementadas com formações pontuais de interesse para a atividade/projeto. Prática de reuniões regulares de despacho entre a Direção e os Dirigentes, reuniões regulares conjuntas com os Diretores de Departamento e de Unidade. Auditores externos, auditoria de acompanhamento da certificação NP EN ISO 9001 pela APCER, Fiscal Único, auditoria internacional, NP EN ISO/IEC ao Laboratório Nacional de Metrologia (LNM). A estrutura organizacional respeita integralmente a lei orgânica e os estatutos do IPQ, conforme descrito na Nota Introdutória do Relatório de Atividades. 2.2 Qual a percentagem de colaboradores do serviço avaliados de acordo com o SIADAP 2 e 3? X 100% 18

18 II AUTOAVALIAÇÃO 2.3 Qual a percentagem de colaboradores do serviço que frequentaram pelo menos uma ação de formação? X 82,6% dos/as trabalhadores/as em efetividade de funções a 31 de dezembro, embora todos/as trabalhadores/as que se encontravam a exercer funções do IPQ a 31 de dezembro de 2012 tenham tido no mínimo 18 horas de formação acumulada de 2011 e 2012, assegurando o cumprimento do disposta na RCM n.º89/ Atividades e procedimentos de controlo administrativo implementados no serviço 3.1 Existem manuais de procedimentos internos? 3.2 A competência para autorização da despesa está claramente definida e formalizada? X X Todos os procedimentos estão consubstanciados no Manual da Qualidade integrado no SGQ certificado, alguns dos quais sujeitos a peerevaluation internacional (LNM). O uso de viaturas está em procedimento documentado em Regulamento próprio devidamente validado pela ANCP, existe um Regulamento para o Fundo de Maneio e procedimentos de workflow no âmbito da plataforma informática do PROQUAL. Está definida e formalizada através de Despachos do Presidente do IPQ. 3.3 É elaborado anualmente um plano de compras? 3.4 Está implementado um sistema de rotação de funções entre trabalhadores? 3.5 As responsabilidades funcionais pelas diferentes tarefas, conferências e controlos estão claramente definidas e formalizadas? 3.6 Há descrição dos fluxos dos processos, centros de responsabilidade por cada etapa e dos padrões de qualidade mínimos? 3.7 Os circuitos dos documentos estão claramente definidos de forma a evitar redundâncias? 3.8 Existe um plano de gestão de riscos de corrupção e infrações conexas? 3.9 O plano de gestão de riscos de corrupção e infrações conexas é executado e monitorizado? X X X X X X X Para as compras centralizadas papel, economato, consumíveis e produtos de higiene é elaborado um Plano Anual de Compras. São ainda elaboradas anualmente as previsões de outras compras, investimentos e planos de missões ao estrangeiro, devidamente aprovados. Sempre que há sobrecarga de trabalho ou necessidade de competências específicas adicionais os trabalhadores podem rodar de funções, reforçando as unidades ou integrando grupos de trabalho. As responsabilidades funcionais das unidades orgânicas estão definidas nos Estatutos e em Ordens de Serviço. Para cada um dos postos de trabalho existe um descritivo de funções documentado. Essas monografias servem de suporte para os procedimentos concursais de admissão. Para cada Departamento estão definidas matrizes de competências. Estão todos definidos nos procedimentos do SGQ, plataforma colaborativa PROQUAL, Balanced ScoreCard. Estão todos definidos nos procedimentos atrás referidos, existindo nomeadamente na plataforma PROQUAL circuitos em que os documentos são automaticamente atribuídos para filas de tarefas com responsável individualmente fixado no circuito com passagem automática para o responsável seguinte no processo. O Plano de Prevenção da Corrupção e Infrações Conexas, elaborado em 2009, está disponível na área pública da Intranet do IPQ e devidamente validado pelo Conselho de Prevenção da Corrupção. O Plano de Prevenção da Corrupção e Infrações Conexas foi devidamente monitorizado e feitas auditorias internas durante 2010, 2011 e

19 II AUTOAVALIAÇÃO 4 Fiabilidade dos sistemas de informação 4.1 Existem aplicações informáticas de suporte ao processamento de dados, nomeadamente, nas áreas de contabilidade, gestão documental e tesouraria? 4.2 As diferentes aplicações estão integradas permitindo o cruzamento de informação? 4.3 Encontra-se instituído um mecanismo que garanta a fiabilidade, oportunidade e utilidade dos outputs dos sistemas? 4.4 A informação extraída dos sistemas de informação é utilizada nos processos de decisão? 4.5 Estão instituídos requisitos de segurança para o acesso de terceiros a informação ou ativos do serviço? 4.6 A informação dos computadores de rede está devidamente salvaguardada (existência de backups)? 4.7 A segurança na troca de informações e software está garantida? X X X X X X X O IPQ dispõe de uma aplicação informática de ERP (SINGAP) que assegura a gestão integrada da Contabilidade, Assiduidade de Pessoal, Processamento de vencimentos, Tesouraria, Faturação, Balanced ScoreCard, gestão de expediente e gestão documental. Dispõe ainda da plataforma PROQUAL que gere documentalmente os procedimentos operacionais e bases de dados em CRM e Share Point. As aplicações de execução de trabalho dos laboratórios, de gestão de recursos humanos e assiduidade, de faturação e controlo de cobranças articulam-se no âmbito das interfaces do ERP (ele próprio um sistema integrado) com o PROQUAL. As auditorias internas e externas validam periodicamente a fiabilidade dos outputs. Toda a informação extraída é base dos processos de decisão seja na área da despesa, da gestão das dívidas ou do desenvolvimento das atividades. No âmbito da implementação do SGQ é efetuada a Revisão pela Gestão suportada pelos outputs da informação. O acesso individual aos postos de trabalho é controlado por palavras de acesso protegidas e o acesso é condicionado, quer aos servidores internos quer ao Data Center gerido em regime de outsourcing. Está instituído um processo rigoroso de backups com frequências variáveis de acordo com o grau de risco e prioridade com ciclos diários e semanais, conservados no gestor do Data Center em condições de segurança física e de intrusão. São efetuadas auditorias regulares ao sistema de informação segundo a Norma ISO e Em 2012, o IPQ manteve o Fiscal Único nomeado através do Despacho n.º 17405/2009 do Ministério das Finanças e da Administração Pública e da Economia e da Inovação, de 7 de julho, que remeteu à gestão relatórios trimestrais de acompanhamento que consideraram que a execução orçamental apresentada pelo Conselho Diretivo reflete os fluxos financeiros ocorridos e contabilizados. O Relatório Final referente a 2011 encontra-se em elaboração e será apresentado com a prestação de contas de gerência. O Fiscal Único produziu ainda o relatório anual de auditoria à despesa com atribuição de subsídio familiar a crianças e jovens, sem necessidade de se efetuarem correções dele decorrentes. O IPQ dispõe também de um Técnico Oficial de Contas, que acompanha as contas no âmbito do Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP) e respetiva prestação de contas. Relativamente à atividade corrente é produzido ainda mensalmente um mapa de indicadores, designado IPQ em síntese, divulgado por todos os trabalhadores, e disponível em permanência na intranet, que permite a implementação atempada de medidas corretivas por parte dos vários Departamentos. 20

20 II AUTOAVALIAÇÃO De forma a operacionalizar a estratégia do IPQ, permitindo o acompanhamento e avaliação permanente da atividade departamental e institucional é utilizada a ferramenta de gestão de Balanced ScoreCard (BSC), descrita mais em detalhe no ponto deste Relatório, que permite facilitar a gestão e o controlo da atuação de cada unidade orgânica, possibilitando, a qualquer momento, identificar o efetivo grau de execução dos seus objetivos e tomar decisões e implementar medidas corretivas atempadas, tendo em vista a satisfação integral das metas estabelecidas em sede de planeamento. 21

21 II AUTOAVALIAÇÃO 2.4 Análise das causas de incumprimento de ações ou projetos não executados ou com resultados insuficientes, no Plano de Atividades Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Fomentar/reforçar a ligação com as partes interessadas, em especial com os nossos parceiros ONS e OGCT, por via de ações de sensibilização/formação sobre o sistema PROQUAL Número de ações 4 -- Nº Atividades/Ações Indicador Meta Promover e consolidar a integração das entidades externas da rede metrológica no sistema de gestão de informação PROQUAL Percentagem de entidades externas integradas Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado % -- Resultado Promover a integração dos clientes e stakeholders no sistema de gestão da informação PROQUAL, nomeadamente Organismos Notificados, Comissões Setoriais do SPQ e Inscrições em Eventos e em Formação Percentagem de entidades externas integradas 80% -- No âmbito da implementação do sistema PROQUAL (PRO QUALIDADE Otimização de serviço com valor para o cliente), o CRM - Customer relationship management entrou em modo de produção, em todas as vertentes já disponibilizadas, nomeadamente o sistema de gestão processual, o sistema de gestão documental, o sistema de gestão do sítio institucional para a internet. A utilização em modo de produção permitiu utilizá-lo como ponto único de entrada e de acesso de informação para todos os processos relativos à sua atividade de Não foi possível a finalização do processo de integração das entidades externas neste sistema de gestão de informação, atendendo aos ajustamentos técnicos que foi necessário introduzir. Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Apesar da contração do mercado, aumentar em 2% o valor de faturação global (venda de normas+publicações+correspondentes) igual ao de 2011 k ,51 A contração do mercado e as dificuldades financeiras das empresas inviabilizou melhor resultado. 22

22 II AUTOAVALIAÇÃO Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Alargamento do Projeto de rede descentralizada de consulta ao acervo normativo eletrónico nacional Use Normas. Marque a Diferença, a dois novos pontos de consulta Número de Pontos de Consulta As entidades propostas não aderiram por não disporem momentaneamente de recursos humanos e materiais para proporcionar a consulta, no entanto já se estabeleceram novas parcerias para Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Continuação do Projeto Juventude, a todo o ensino secundário e universitário público e privado, com o apoio do Ministério da Educação Concretização do Projeto com a sessão de entrega de prémios Número de ações Sessão de entrega dos prémios até 5 de julho de 2012 (7 ações) Apesar da importância que nos merece o Projeto Juventude, considerámos que deveria ser dada prioridade à formação de PME, pelo que realizámos 11 para este grupo. 1 4 Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Realizar uma nova reunião do Fórum da Metrologia Número de reuniões 1 0 Esta reunião foi adiada para 2013 por se ter considerado esperar pela clarificação das entidades participantes deste grupo de trabalho. Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Acompanhamento e qualificação de ON (Competência referida na alínea h), art.º 6º da Portaria n.º 888/2010) assegurando o cumprimento dos procedimentos e mantendo a CE permanentemente informada através da Base NANDO Número de organismos notificados auditados (auditorias de acompanhamento e/ou extensão de ON) 24 NA* (*) Embora este objetivo tenha sido incluindo no Plano de Atividade para 2012, no 1º semestre do ano o indicador respetivo deixou de ser monitorizado. De acordo com o Regulamento (CE) n.º 765/2008, do Parlamento Europeu e do Conselho de 9 julho de 2008, que estabelece os requisitos de acreditação e fiscalização do mercado relativos à comercialização de produtos, a realização das auditorias é da exclusiva responsabilidade do IPAC. Neste sentido, e não dependendo este indicador da atividade 23

23 II AUTOAVALIAÇÃO desenvolvida pelo IPQ, não fazia sentido a sua continuidade no Plano de Atividades pelo que foi definido um novo indicador no âmbito do acompanhamento e qualificação de organismos notificados, a monitorizar a partir de janeiro de Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Continuar a promover a aproximação do IPQ enquanto gestor e coordenador do SPQ aos Organismos de Certificação acreditados pelo Organismo Nacional de Acreditação, com as atividades do FORUM da Certificação, que reunirá 2 vezes por ano (1º semestre e 2º semestre) Número de reuniões do Fórum dos OC Criação e realização de 2 reuniões Não se realizaram reuniões O Fórum da Certificação foi criado em 2011 e estavam previstas no Plano de Atividades para 2012 a realização de 2 reuniões. Considerando o período de constrangimento económico com impacto nas atividades de certificação, não houve condições para serem realizadas. Para 2013, apesar da situação económica, mas considerando a importância da certificação, mantém a meta de 2 reuniões no Plano de Atividades. Nº Atividades/Ações Indicador Estudo 201o terminado em 2011 Estudo 2011 a terminar em Consolidar a execução do ECSI, aumentando em duas o número de empresas/marcas participantes Número de empresas participantes Uma vez que o projeto ECSI resulta de uma parceria entre o IPQ, a APQ e o ISEGI e que há atividades que anteriormente eram desempenhadas pelo IPQ e que passaram para outra entidade, este indicador deixou de depender diretamente do contributo do IPQ para o projeto. Neste sentido, considerou-se que o objetivo a atingir pelo IPQ e o indicador deveriam ser alterados, o que já foi contemplado na elaboração do Plano de Atividades para Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Promover e realizar ações de formação para o exterior (Sistemas de Gestão de Energia, Gestão de risco, IDI e Experimentadores Metrologistas) Número de ações de formação 4 2 Apesar de terem sido lançadas 10 ações em Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação, Gestão do Risco, Gestão de Energia, Gestão de Projetos e Experimentadores Metrologistas, em Lisboa e no Porto, a maioria delas não se realizou por falta de inscrições. Face a esta situação o IPQ reuniu-se com os parceiros, no sentido de estabelecer um plano de ação para promoção da formação, os cursos foram 24

24 II AUTOAVALIAÇÃO reformulados, reduziu-se a carga horária e ir-se-á apostar em novas áreas, por exemplo, nas relacionadas com as ferramentas da Qualidade. A meta para 2013 mantém-se nas 4 ações de formação. Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Realização com sucesso das atividades de suporte aos utilizadores internos da assessoria jurídica Nível de satisfação (escala de 1 a 10) 9 8,6 Apesar do resultado ser inferior à meta estabelecida, foi superior ao resultado obtido em 2011 (8,5). A meta foi estabelecida antes de serem conhecidos os resultados de 2011, tendo-se optado por utilizar o resultado de Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Realização com sucesso das atividades de suporte aos utilizadores internos da ETI Nível de satisfação (escala de 1 a 10) 7,9 6,9 O resultado reflete o impacto decorrente da implementação da nova plataforma informática. Nº Atividades/Ações Indicador Meta 2012 Resultado Realização com sucesso das atividades de suporte aos utilizadores internos da UFP Nível de satisfação (escala de 1 a 10) 8,1 7,9 O resultado obtido em 2012 justifica-se pela saída de funcionária por aposentação no final de 2011, com respetivo ajustamento de funções. 25

25 II AUTOAVALIAÇÃO 2.5 Desenvolvimento de medidas para um reforço positivo do desempenho Análise SWOT Com o objetivo de fazer um diagnóstico dos seus pontos fortes e fracos, e de avaliar os fatores externos que têm influência nas suas atividades, o IPQ elaborou a análise SWOT que a seguir se apresenta. Pontos Fortes Pontos Fracos Existência de um Sistema de Gestão da Qualidade certificado por entidade independente e uma forte cultura de gestão por objetivos Equipas dinâmicas, motivadas e altamente competentes, com elevado nível de tecnicidade. Infraestruturas ao mais alto nível de instalações e equipamentos laboratoriais Implementação em curso de Plataforma de tecnologias de informação e comunicação para a desmaterialização dos processos de negócio e interface com os stakeholders Elevado e consistente nível de satisfação dos clientes e demais stakeholders, medido por entidade independente. Fortes parcerias implementadas, com entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais. Orçamento de funcionamento suportado exclusivamente por receitas próprias. Dificuldade em renovar ou manter equipamentos laboratoriais para manter o nível e rigor da atividade metrológica, por restrições do Sistema Orçamental, apesar de viver exclusivamente de receitas próprias. Restrições elevadas à participação em missões para trabalhos europeus e internacionais devido a condicionalismos orçamentais, com efeitos na atualização de conhecimentos técnicos e científicos Insuficiente renovação de quadros técnicos especializados, por dificuldade de admissões com perfil técnico adequado na Administração Pública Ineficiente monitorização do trabalho desenvolvido pelas entidades qualificadas para o controlo metrológico. Gestão dos processos de negócio com forte intervenção manual e elevada carga administrativa, o que levou à implementação da Plataforma TIC. Oportunidades Ameaças Existência de programas europeus com financiamento disponível nos âmbitos da normalização e da metrologia. Cooperação internacional nomeadamente com os países da CPLP e do Magreb. Aumento de mercado de controlo metrológico por via regulamentar, em especial em áreas sensíveis como saúde, ambiente e energia. Crise económica e financeira, causando diminuição dos pedidos de produtos, serviços e assistência técnica por parte dos agentes económicos com consequente diminuição das receitas Instabilidade política internacional nomeadamente nos países do Magreb com quem existem projetos em curso. Certificações atribuídas fora do âmbito do SPQ. Cooperação com as Universidades e Centros de Saber Integração do ensino sobre normalização e metrologia nos curricula do ensino secundário e superior Contexto favorável à integração no SPQ dos vários sistemas de qualidade setorial promovidos em diversos ministérios Política favorável à articulação entre Qualidade e Inovação. Política legislativa Europeia do Mercado Interno remetendo para requisitos de normas técnicas harmonizadas. Dificuldades na continuidade de transferência de receitas provenientes da utilização e/ou menção do uso da marca ou símbolos do SPQ cobrados através do IPAC aos Organismos de Certificação. Insuficiente capacidade de mobilização e financiamento de stakeholders para participação ativa nos trabalhos normativos europeus e internacionais Escassez de técnicos especializados em metrologia e normalização na Administração Pública para preenchimento dos postos de trabalho vagos Sistema Orçamental do Estado desajustado para as instituições que vivem exclusivamente de receitas próprias. 26

26 II AUTOAVALIAÇÃO Este mapa permite identificar os elementos chave para a gestão estratégica do IPQ, os riscos a ter em conta e as oportunidades a explorar. Desta forma tem sido possível estabelecer prioridades de atuação e trabalhar para a melhoria contínua do desempenho Balanced Scorecard De modo a garantir a eficácia do planeamento e do controlo da estratégia organizacional, o IPQ continuou a monitorizar e avaliar o seu desempenho utilizando a metodologia do Balanced Scorecard (BSC) informatizada, com mapas estratégicos por Departamento, permitindo o desenvolvimento da sua estratégia organizacional, assente na visão e missão, considerando as perspetivas dos stakeholders, financeira, de inovação e aprendizagem, de processos e de recursos. O BSC traduz-se num sistema de informação de apoio à gestão estratégica, que, através de uma ferramenta informática, concentra numa única base informativa todos os elementos relevantes referentes aos indicadores de desempenho, permitindo visualizar rapidamente os resultados alcançados face aos objetivos traçados e monitorizar e avaliar continuamente o desempenho da organização. Em 2012, os responsáveis pela coordenação do seu próprio BSC por Departamento, continuaram a gerir a aplicação, assegurando a permanente atualização dos respetivos mapas estratégicos e promovendo as iniciativas e ações corretivas necessárias para o seu bom desempenho. Numa perspetiva de melhoria continua e avaliação em termos de eficácia e de eficiência, foram criadas metas intercalares com métricas associadas, que permitiram monitorizar o desempenho de cada indicador ao longo do ano, face ao objetivo definido. Este exercício, estritamente ligado com a implementação e manutenção do Sistema de Gestão da Qualidade, envolvendo simultaneamente os responsáveis pela gestão da qualidade de cada departamento e os responsáveis pelo BSC, permitiu controlar o desempenho dos indicadores, estabelecendo as medidas necessárias para a correção dos desvios verificados, afetar os recursos mais adequados, reduzir custos e cumprir as metas e objetivos, mesmo com a escassez de recursos humanos e a extensão de atividades que o IPQ desenvolve. 27

27 II AUTOAVALIAÇÃO PROQUAL Foi dada também continuidade ao Projeto PROQUAL - Pró Qualidade. Otimização de Serviço com Valor para o Cliente. O PROQUAL, que teve como objetivo a reorganização de toda a atividade do IPQ com particular enfoque nos processos diretamente centrados no cliente, com incidência ao nível das suas competências fundamentais de Metrologia e Normalização, sem descurar, também, as restantes áreas relacionadas com a promoção da Qualidade e com os Assuntos Europeus, permitiu, envolvendo os stakeholders, construir uma solução integrada de otimização dos processos a gerir em rede com os milhares de agentes públicos e privados que connosco interagem. Fazendo uso das mais recentes tecnologias de informação e de comunicação, foram desencadeadas ações destinadas a: Melhorar os processos chave, numa ótica de redução de custos, de racionalização de recursos, de aumento da qualidade e de diminuição do tempo de resposta; Desenvolver um portal colaborativo para gestão do relacionamento com as entidades externas; Implementar uma solução de gestão documental (workflow); Criar indicadores para avaliar o desempenho interno e externo. No domínio do controlo metrológico, o projeto contribuiu de forma significativa para melhorar a prestação de serviços de calibração aos laboratórios nacionais, assim como, proporciona uma ferramenta de trabalho às entidades que exercem a função de verificação do controlo metrológico obrigatório de instrumentos de medição, utilizados nos diversos setores de atividade económica, abrangendo um universo de alguns milhares de empresas e os cidadãos em geral, beneficiários, no seu conjunto, dos serviços prestados por aqueles. No domínio da atividade normativa os efeitos são igualmente significativos, sendo de sublinhar a inclusão de uma plataforma colaborativa que suporta todo o fluxo de informação trocada entre os milhares de intervenientes nacionais no processo normativo. Também é de salientar a criação de uma biblioteca digital associada a um sistema de controlo de acessos remotos destinado a disponibilizar um serviço automático de informação normativa, por perfil de destinatário Certificação NP EN ISO 9001:2008 Em fevereiro de 2012 realizou-se a primeira auditoria de acompanhamento da certificação do sistema de gestão da qualidade, de acordo com a NP EN ISO 9001:2008, com resultados muito positivos. A decisão de implementar um SGQ começou a ganhar corpo em finais de 2009, quando, pela terceira vez consecutiva, o IPQ logrou superar, no contexto do 28

28 II AUTOAVALIAÇÃO Quadro de Avaliação e Responsabilidade (QUAR), o objetivo estabelecido para o índice de satisfação dos seus clientes e partes interessadas, analisado anualmente pelo ISEGI, com base no modelo ECSI - Índice Nacional de Satisfação do Cliente. Desta forma, a potencial melhoria do serviço ao cliente assentou em duas grandes linhas de força: uma melhor gestão interna, alicerçada nos princípios da Liderança, do Envolvimento das Pessoas e da Abordagem por Processos; uma mais eficaz abordagem às necessidades e expectativas dos stakeholders, configurada nos princípios da Focalização no Cliente e das Relações Mutuamente Benéficas com Fornecedores. Após a obtenção da certificação em março de 2011, o IPQ tem vindo a melhorar continuamente o seu sistema de gestão e a implementar ações de melhoria, quer decorrentes de necessidades identificadas no dia-a-dia, quer decorrentes de oportunidades de melhoria identificadas nas auditorias internas e de acompanhamento. São de destacar os seguintes pontos fortes identificados na auditoria de acompanhamento realizada em fevereiro de 2012: - A liderança e envolvimento da Gestão de Topo; - A utilização da Metodologia Balanced Scorecard (BSC); - A cultura de melhoria contínua assente no ciclo PDCA; - O domínio técnico dos processos e dos produtos; - A implementação do PROQUAL e o elevado número de horas de formação em 2011; - O papel do IPQ como dinamizador da economia e potenciador da competitividade das organizações e a sua aproximação contínua ao mercado. O IPQ demonstrou assim que, não apenas promove o desenvolvimento da qualidade, mas também ele próprio dá o exemplo fazendo o que diz que quer que os outros façam. 2.6 Comparação com o desempenho de serviços idênticos Não existem organismos nacionais nem internacionais com a mesma natureza integrada na administração pública e com autonomia administrativa e financeira, com a abrangência das atribuições do IPQ, pelo que não foi feita essa comparação formal. Participámos contudo em diversas atividades das estruturas, principalmente europeias, em que estamos integrados procedendo a permanentes avaliações do que é feito no IPQ nas áreas de metrologia, normalização e qualificação, que nos permite assegurar um nível de reconhecimento e desempenho de boas práticas no contexto internacional. De salientar que a continuidade de participação do IPQ nesses organismos exige o rigoroso cumprimento de procedimentos obrigatórios para os seus membros consubstanciados em documentos-guia formais sob pena de pôr em causa o reconhecimento oficial da atividade nacional nessas áreas. O IPQ continuou o processo de participação em diversos exercícios de comparação para demonstrar a equivalência internacional dos seus padrões, participando em 11 projetos, 2 com coordenação IPQ, 29

29 II AUTOAVALIAÇÃO relacionados com o Acordo de Reconhecimento Mútuo (MRA) e no âmbito da EURAMET. Neste âmbito é de realçar o projeto EURAMET 1123 On site peer review, coordenado pelo IPQ, em parceria com o Centro Español de Metrologia - CEM (Espanha) e com o Istituto Nazionale di Ricerca Metrologica - INRIM (Itália). Registe-se ainda que o Presidente do IPQ é Vice-Presidente do CEN Comité Europeu de Normalização, para o triénio 2012/2014. Foi eleito para o ISO Council como representante de Portugal para o biénio 2013/2014. O IPQ participa ainda ativamente no SOGS (Senior Officials Group on Standardisation and Conformity Assessment Policy) no seio da Comissão Europeia onde são partilhadas, e realizado o correspondente benchmarking, as práticas dos vários Estados Membros nas áreas da Normalização e Avaliação da Conformidade com impacto no Mercado Interno. 2.7 Audição de dirigentes intermédios e demais trabalhadores na autoavaliação dos serviços O Plano de Atividades, o Relatório de Atividades e a Autoavaliação do IPQ foram elaborados com o total envolvimento dos dirigentes intermédios, que redigiram com o apoio dos seus trabalhadores, as propostas de textos dos seus Departamentos, integradas neste documento. - Satisfação dos/as trabalhadores/as Reportando-se à atividade de 2012, mas já no início de 2013, realizou-se uma auscultação formal aos trabalhadores através de inquérito, cujos resultados atingiram o valor de 7,4, numa escala de 1 a 10, superior aos 7,1 de O inquérito decorreu entre 15 e 18 de janeiro de 2013, foi enviado para o de todos/as os/as trabalhadores/as do IPQ o respetivo questionário que, depois de preenchido, foi colocado em suporte de papel num recetáculo próprio, situado na sala do Secretariado do Conselho Diretivo, de forma a garantir a total preservação do anonimato dos/das trabalhadores/as. O questionário incluiu 24 itens avaliados através de uma escala numérica de 1 a 10 em que 1 = muito insatisfeito e 10= muito satisfeito, e uma questão aberta sobre a identificação de outros aspetos não considerados nos itens avaliados anteriormente. Para cada item foi calculada a média, o desvio padrão e os valores máximo e mínimo. Foram recebidas 70 respostas válidas, de um total de 85 questionários enviados, o que representa uma taxa de resposta de 83%. Dos 24 indicadores avaliados o que obteve uma avaliação mais elevada foi o referente à Facilidade de comunicação via , com uma média de 8,6. O indicador que obteve a avaliação mais baixa, com uma média de 6,2, foi o Reconhecimento pelo Conselho Diretivo do trabalho que desempenha. 30

30 II AUTOAVALIAÇÃO O desvio padrão situou-se entre os 1,3 no indicador Facilidade de comunicação via e 2,3 no indicador Valorização profissional do colaborador. Este inquérito foi realizado pelo terceiro ano consecutivo, tendo-se verificado um aumento progressivo do grau de satisfação dos trabalhadores, com o resultado de 7 em 2010, 7,1 em 2011 e 7,4 em 2012, o que demonstra que o IPQ tem vindo a dar resposta às necessidades identificadas pelos seus trabalhadores. Constituindo um indicador importante para a medição do desempenho do IPQ, a avaliação da satisfação dos trabalhadores em relação às suas condições de trabalho e à forma como sentem o seu enquadramento na organização, continuará a ser realizada com uma periodicidade anual. - Satisfação dos/as clientes internos/as Anualmente IPQ avalia também o grau de satisfação dos clientes internos através da realização de um inquérito abrangendo as áreas que prestam serviços aos trabalhadores Unidade Financeira e Patrimonial, Áreas de Informática, Recursos Humanos e Logística, Núcleo Jurídico e Departamento de Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus, no que diz respeito à organização de eventos, ações de formação e à conceção gráfica dos materiais a divulgar. O questionário inclui perguntas fechadas, com respostas obtidas através de uma escala numérica de 1 a 10, e um espaço destinado a sugestões/comentários. Para cada indicador é calculada a média, o desvio padrão e os valores máximo e mínimo, bem como é analisada a sua evolução histórica. As respostas são tratadas de forma anónima. O inquérito decorreu entre 22 e 25 de janeiro de Foram distribuídos 85 questionários por para todos/as os/as trabalhadores/as do IPQ que, depois de preenchidos, foram colocados em suporte de papel num recetáculo próprio, situado na sala do Secretariado do Conselho Diretivo, de forma a garantir a total preservação do anonimato dos/das trabalhadores/as. O total de respostas válidas variou consoante a área em avaliação. Em 2012 os resultados obtidos foram muito satisfatórios, situando-se entre os 6,9 e os 8,6 numa escala de 1 a 10. Relativamente à Área da Logística, foi rececionado um total de 60 respostas válidas, o que corresponde a uma taxa de resposta de 71%. O grau de satisfação obtido foi de 7,6, face a 7,6 em 2011 e 7,7 em Dos 9 indicadores avaliados o que obteve pontuação mais baixa foi o relativo a Condições gerais da viatura com 6,6, e os que obtiveram a classificação mais elevada com 8,1 foram Expediente (entrada/saída/distribuição de correspondência) e Apoio logístico a reuniões. A Área de Recursos Humanos obteve um grau de satisfação de 8,3 em 2012, em linha com os resultados obtidos em 2011 e 2010, tendo-se a taxa de resposta situado nos 71%. Dos 17 parâmetros analisados o que obteve a média mais baixa (7,3) foi a Adequação da formação relativamente ao Plano Anual de Formação, e o que obteve a pontuação mais elevada (8,8), o relativo a Vencimentos quando avaliados os serviços prestados. No que diz respeito à Unidade Financeira e Patrimonial, a taxa de resposta foi de 60% e o grau de satisfação de 7,9, inferior ao de 2011 que se tinha registado nos 8,1, mas superior a 2010, com 7,5. A média mais baixa foi de 7,7 associada ao Nível de satisfação para assuntos relacionados com faturação e o indicador em relação ao qual os clientes internos se encontram mais satisfeitos prende-se com o Nível de satisfação relativo a pagamento a fornecedores e colaboradores, com 8,3. 31

31 II AUTOAVALIAÇÃO Relativamente à Equipa de Tecnologias de Informação, a taxa de resposta foi de 67% e o grau de satisfação de 6,9, tendo-se registado um decréscimo relativamente a 2011 e 2010, cujas médias foram de 7,6 e 8 respetivamente. O parâmetro com classificação inferior (6,4) foi o relativo ao Grau de aceitação de críticas e sugestões para uma melhoria do serviço prestado e o melhor classificado com 7,1, Atendimento das questões. Quanto do Departamento de Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus, a média diminui ligeiramente face a 2011, tendo-se situado nos 8,1 (8,3 em 2011), sendo que a taxa de resposta também diminui 51% em 2012 face a 61% em A Qualidade do trabalho realizado foi o indicador mais cotado com 8,3, sendo que o Cumprimento dos prazos o que obteve a média mais baixa, com 7,6. Os clientes internos do Núcleo Jurídico classificaram o serviço prestado com uma média global de 8,6, superior a 2011, em que o grau de satisfação tinha-se situado nos 8,5. A taxa de resposta continua a situar-se muito próxima dos 50%, seguindo uma tendência verificada em anos anteriores. Todos os indicadores tiveram uma classificação acima dos 8 pontos, sendo o Tempo de resposta o que obteve a classificação mais baixa com 8,1 e o Atendimento informal a mais elevada com 8,9. Todas as oportunidades de melhoria identificadas nos inquéritos de satisfação realizados aos trabalhadores, quer enquanto funcionários do IPQ, quer enquanto clientes internos, são analisadas em sede de revisão pela gestão no âmbito do sistema de gestão da qualidade e objeto da implementação de ações corretivas e preventivas. O seguimento dado às ações implementadas é posteriormente alvo de avaliação. De salientar ainda haver a prática de reuniões semanais de despacho com a Direção de cada Departamento, reuniões mensais do Conselho Diretivo com os Diretores de Departamento que são alargadas trimestralmente aos Diretores de Unidade, o que permite um acompanhamento muito próximo, por toda a estrutura dirigente, da atividade e das questões relacionadas com todos os trabalhadores. 32

32 II AUTOAVALIAÇÃO 2.8 Atividades desenvolvidas, previstas e não previstas no Plano de Atividades Neste ponto são apresentados os resultados alcançados pelo IPQ face às atividades previstas e não previstas para Dos 47 objetivos previstos no Plano de Atividades para 2012, 33 atingiram ou superaram a meta, o que se traduz numa taxa de execução de 70% Normalização O IPQ, enquanto Organismo Nacional de Normalização (ONN), coordena o Subsistema da Normalização no âmbito do SPQ nomeadamente: preparando o Programa de Normalização; mantendo atualizada a publicação anual Memento IPQ (quem faz e o quê na normalização portuguesa); assegurando e promovendo a participação nacional na normalização europeia e internacional; acompanhando e coordenando os Organismos de Normalização Setorial (ONS) que por sua vez coordenam diversas Comissões Técnicas (CT), no âmbito do seu setor de atividade. Gere ainda os processos de votação dos documentos normativos e a sua adoção/homologação, promovendo a sua edição, divulgação e venda. No domínio da normalização, o IPQ orienta a sua atuação pelos seguintes princípios: descentralização em ONS no apoio ao funcionamento das Comissões Técnicas (CT), aproximando as atividades normativas dos seus mais diretos interessados, estimulando a definição de prioridades setoriais de normalização por parte dos agentes económicos e sociais nacionais; prioridade ao acompanhamento da normalização europeia, face à relevância do seu papel no funcionamento do Mercado Interno Europeu; preparação das condições da estrutura normativa portuguesa para um funcionamento com maior autonomia financeira - um elemento essencial para o desenvolvimento deste Subsistema - através de recurso à otimização de novas Tecnologias de Informação, bem como à realização de Ações de Formação para ONS, a fim de orientar os trabalhadores para as tarefas indispensáveis à atividade de ONN; demonstração do relevo da importância e responsabilidade da ação dos Presidentes e Secretários das CT, para o sucesso dos trabalhos normativos. Em 2012, de forma a garantir uma adequada informação de caráter normativo aos agentes económicos e sociais nacionais, responderam-se a centenas de perguntas sobre Normalização que chegaram ao IPQ pelo Serviço Questionar a maior parte das quais provenientes de PME. Foi continuado o esforço para tornar cada vez mais eficiente e célere a disponibilização dos documentos normativos, enviados pelas Comissões Técnicas de Normalização e que depois de uma verificação técnica normativa são preparados e editados pelo IPQ. É exemplo disto o facto de termos baixado para 44,83 dias úteis o tempo que medeia entre a sua entrada no Departamento e a sua edição. O IPQ, ao longo de 2012 foi acompanhando os trabalhos no âmbito do novo Regulamento da Normalização Europeia Regulamento EU nº 1025/2012 de 25 de outubro, que entrará em vigor no dia 1 de janeiro de É de realçar a importância deste Regulamento que reforça o papel da normalização europeia como contributo essencial para a inovação e desenvolvimento da competitividade, facilitando o acesso aos mercados ou permitindo a interoperabilidade entre produtos e serviços novos ou já existentes. 33

33 II AUTOAVALIAÇÃO Com o objetivo de aumentar o conhecimento da atividade de normalização, foi assegurada a intervenção do DNOR em diversos Encontros, Seminários, Conferências e Ações de Formação, organizados quer pelo próprio IPQ quer por outras entidades, nomeadamente: Seminário Regulamento dos Produtos de Construção - As novas exigências para a Marcação CE organizado pela Ordem dos Engenheiros da Região Sul - Lisboa; Seminário Produtos de Construção Novo regulamento o que muda? organizado pelo IPQ e pela Bureau Veritas; Monte de Caparica Encontro Qualidade no Turismo Viseu organizado pelo Turismo de Portugal ; Encontro Qualidade no Turismo Viana do Castelo organizado pelo Turismo de Portugal ; Encontro Qualidade no Turismo Évora organizado pelo Turismo de Portugal II Fórum Normalização da Segurança em Portugal organizado pela APSEI Monte de Caparica Encontro Anual da Rede de Centros de Recursos de Conhecimento organizado pelo IEFP - Lisboa Conferência Segurança na Água o que mudou em Portugal organizado pela APSI Faro Seminário Práticas de formação na administração pública fazer mais e melhor com menos organizado pelo INA Oeiras Workshop Nova norma europeia de medição de áreas em edifícios organizado pelo PROCOS Group Lisboa Apresentação dos trabalhos desenvolvidos pela CT Transportes, Logística e Serviços, à Comissão Parlamentar de Economia e Obras Públicas na Assembleia da República. Para celebrar o Dia Mundial da Normalização, que anualmente se comemora no dia 14 de outubro, o IPQ organizou uma importante Conferência, subordinada ao tema Menos desperdícios, melhores resultados - As Normas Aumentam a Eficiência" com a participação de 12 oradores dos mais variados setores de atividade, demonstrando a importância e a transversalidade da normalização, que contou com a presença de mais de 150 participantes. As limitações de ordem financeira não permitiram a participação regular e ativa dos anos anteriores nas reuniões dos órgãos de decisão das organizações europeias e internacionais de normalização do CEN, CENELEC, ISO e IEC. O IPQ continuou a assegurar a inclusão dos termos em língua portuguesa nos novos capítulos do Vocabulário Eletrotécnico Internacional (VEI). Recorde-se que esta responsabilidade perante a IEC foi assumida em 1991, aquando da realização em Portugal da reunião anual do comité técnico IEC/TC 1 Terminology, contando com o apoio da comissão técnica portuguesa correspondente CTE 1. Em 2012 o IPQ participou na Comissão dos Regulamentos de Cimentos e Betões do LNEC (CRCB) tendo em vista a preparação de texto legislativo neste âmbito. O IPQ lançou também em 2012, 3 novas áreas normativas, através da criação das seguintes Comissões Técnicas: 34

34 II AUTOAVALIAÇÃO CT 184 Gestão de Energia CT 186 Respostas Sociais CTA 29 Avaliação de pessoas em contextos organizacionais. A área das Tecnologias de Informação, cujo ONS se tinha desativado em 2009, por altura de reestruturação do Instituto de Informática do Ministério da Justiça, que detinha a sua coordenação, foi reativada. O ItSMFP - It Service Management Forum PORTUGAL Associação Portuguesa de Gestores de Serviços de Tecnologias de Informação apresentou a sua candidatura que veio a ser validada pelo IPQ, sendo atualmente o novo ONS reconhecido para os seguintes domínios: Gestão de serviços de tecnologias de informação; Segurança em sistemas de informação; Governação das tecnologias de informação; Engenharia de software e de sistemas de informação; Computação gráfica; Meios eletrónicos de pagamentos; Codificação de imagem, áudio e informação multimédia; EDI, transferência eletrónica de dados estruturados e e-business; Acessibilidade em tecnologia de informação e comunicação; Linguagens de programação Prolog; Linguagem de descrição de documentos; Terminologia informática. Na qualidade de Organismo Nacional de Normalização, o IPQ participa no trabalho de diversos organismos europeus e internacionais de Normalização (ver Anexo A3), suportando quotizações anuais de cerca de , esforço considerado indispensável à obtenção de informação estratégica para os agentes económicos e sociais nacionais. Credenciaram-se durante 2012, 62 peritos portugueses para participarem em diversas reuniões de comités técnicos de normalização europeus e internacionais. Portugal continuou a assegurar diversos secretariados internacionais e europeus, que se indicam por ordem de antiguidade: ISO/TC 87 - Cork (IPQ); ISO/TC 87/WG 10 - Cork stoppers. Chemical test methods (ONS/APCOR); CEN/TC 88/WG 13 - Prefabricated products of cork (ONS/APCOR e AMORIM). CEN/TC 190/WG 6 Malleable cast iron (ONS/CATIM+APTA); CEN/TC 250/SC 8 - Earthquake resistance design of structures (ONS/LNEC); CEN/TC 256/SC 1 - Railway applications - Track (IPQ + ONS/APNCF); CEN/TC 256/SC 1/WG 21 Railway applications - Track Acceptance of trackwork after renewal and/or maintenance (ONS/APNCF); Durante o ano de 2012, Portugal acolheu diversas reuniões de comités técnicos europeus e internacionais: CEN/TC 134, resilient, textile and laminate floor coverings, em março no IPQ (ONS/APCOR) CEN/TC 164/WG 15 Security of drinking water supply, realizada pelo ONS/LNEC em Lisboa a 27 e 28 de abril de 2012; CEN/TC 165/WG 22 Drain and sewer systems outside buildings, realizada pelo ONS/LNEC em Lisboa a 27 e 28 de abril de 2012; 35

35 II AUTOAVALIAÇÃO CEN WS-LTS (Workshop de Tecnologias Educativas) e CEN TC 353 (Comissão Técnica de Tecnologias de Informação e Comunicação para a Aprendizagem, Educação e Formação), 26 e 27 abril, IPQ; CEN TC136 SC1 TG2 competences of playground inspectors, em junho (ONS/CATIM); CEN/TC 227 WG5 Springs, realizada em Guimarães de 31 de maio a 1 de junho, promovida pelo ONS INIR; CEN/TC 250/SC 8 Eurocode 8: Earthquake resistance design of structures, promovida pelo ONS/LNEC em Lisboa e realizada a 6 de julho de 2012; CEN/TC 88/WG 18, external thermal insulation composite systems, em setembro (ONS/APCOR e Amorim Isolamentos, S.A); ISO/TC 183, Copper, lead, zinc and nickel ores and concentrates, 8 a 10 outubro 2012, Neves Corvo. Organizada pela SOMINCOR; CEN/TC 331, Postal services, 9 novembro 2012, Lisboa. Promovida pelos CTT; Última reunião do Consórcio Q-Cert-VET, dezembro, IPQ. Em 2012 o IPQ encerrou o Projeto Europeu de Transferência de Inovação Q-Cert-VET, que tinha por objetivo adaptar o modelo Alemão QPL Quality Platform Learning, de avaliação da qualidade do ensino (com especial ênfase no e-learning), para Norma Portuguesa, com vista a suportar futuramente um novo esquema de certificação acreditada neste setor. O consórcio responsável pelo Projeto Q-Cert-VET é constituído por oito parceiros de quatro países europeus, integrando, para além do, o Centro de Inovação e Investigação em Ciências Empresariais e Tecnologias de Informação da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico do Porto (CIICESI-ESTGF-IPP), o Instituto de Formação Prisma da Altran Portugal, a Perfil Psicologia e Trabalho (Portugal), a Universitat Duisburg-Essen (UDE), a Helliwood Media & Education (Alemanha), o Centrul Relgional de Formare Continua pentru Administratia Publica Locala Sibiu (Roménia) e o Centre de Recherche Public Henri Tudor (Luxemburgo). O Projeto Q-Cert-VET foi financiado pela Comissão Europeia no âmbito do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida (PROALV), subprograma Leonardo da Vinci e previa a realização de uma Norma Portuguesa e a sua pilotagem em Portugal, na Alemanha e na Roménia. O objetivo foi superado, na medida em que a NP 4512 Sistema de gestão da formação profissional, incluindo aprendizagem enriquecida por tecnologia. Requisitos foi editada em maio de 2012 e para além de ser pilotada foram iniciados os processos de certificação com base na norma. A Norma foi traduzida em 5 línguas diferentes e já foi submetida à ISO, a convite desta organização, para servir de base a uma norma internacional. Em 2012 e dando cumprimento à RCM nº 56 /2011 de 16 de dezembro, foi lançado o programa Portugal Sou EU, que visa a adoção de políticas que estimulem a produção, a distribuição, a comercialização e o consumo de produtos e serviços que adicionem valor acrescentado à economia nacional, e que promovam o equilíbrio da balança de pagamentos. O IPQ foi chamado a participar nesta iniciativa, na qualidade de 36

36 II AUTOAVALIAÇÃO Organismo Nacional de Normalização, tendo em vista a criação de uma especificação técnica que permitisse identificar a estrutura de cálculo dos custos diretos de produção dos produtos, individualmente ou por famílias, com imputação para cada componente da percentagem de incorporação nacional, permitindo a determinação do valor total dessa incorporação. O documento normativo foi editado e tem a referência DNP TS 4508:2012 Determinação do valor da incorporação nacional em produtos. Com o intuito de aumentar a visibilidade e o acesso às normas, o IPQ tinha como objetivo a realização de 6 coletâneas de normas. O objetivo foi superado, tendo-se editado 7 coletâneas temáticas de normas, em suporte DVD, nomeadamente: Desenho Técnico em geral ; Responsabilidade Social ; Equipamento e superfícies para espaços de jogo e recreio ; Frio doméstico e comercial & transportes frigoríficos ; Permutadores de calor ; Sistemas frigoríficos e bombas de calor ; Ventilação de edifícios. Proteção passiva. O Departamento de Normalização publicou ainda uma brochura intitulada Use Normas. Marque a diferença. Esta brochura de disponibilização gratuita pretende ser um pequeno guia para as PME, demonstrando que as normas ajudam a criar novos negócios mantendo os existentes pois são um meio de garantir aos clientes que os produtos mantêm um elevado nível de qualidade, segurança e respeito pelas condições ambientais. No âmbito das ações de monitorização que têm de ser realizadas decorrentes da implementação do sistema de gestão da qualidade no IPQ, trimestralmente os nossos processos são analisados e empreendidas ações corretivas e/ou preventivas. No caso específico da venda de normas tem-se intensificado a realização de promoções de documentos normativos, nacionais e estrangeiros, com o objetivo de potenciar o aumento do volume de vendas, que mesmo assim apresenta algum decréscimo. Um importante veículo de divulgação da atividade normativa nacional é a subscrição - Correspondentes IPQ que em final de 2012 contava com 793 assinantes, tendo-se verificado um anormal número de desistências. As dificuldades económicas que o país atravessa têm sido a justificação recorrente para a ausência de aquisição de normas e para a desistência na subscrição de correspondentes IPQ Os Correspondentes continuaram a receber on-line os documentos normativos editados, no âmbito das suas áreas de interesse e previamente selecionadas e ainda as Listas Mensais, a Newsletter Eletrónica ESPAÇO Q e a atualização mensal do catálogo de Normas. Valores comparativos de vendas ( ) 2012 ( ) Correspondentes IPQ , ,46 Publicações estrangeiras , ,97 Publicações nacionais , ,53 Subtotal , ,96 Loja.IPQ 0,00 0,00 Total , ,96 Nota: A Loja eletrónica do IPQ encontra-se desativada. 37

37 II AUTOAVALIAÇÃO Pelo quarto ano consecutivo e, tal como previsto no Plano de Atividades, deu-se continuidade ao Projeto Juventude, criado com o objetivo de promover a Normalização junto das escolas nacionais, informando e sensibilizando os mais jovens para o seu significado e importância quer do ponto de vista da Economia quer da própria Sociedade. Este projeto divide-se em duas grandes vertentes, Saber com Normas destinado a escolas secundárias e Construir o Presente Estruturar o Futuro visando alunos universitários. Em 2012 o Projeto contou com o apoio não só da Direção Geral de Educação, que desde 2008 nos tem ajudado na sua divulgação junto das escolas, mas também da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional. Este ano o projeto foi alargado a todos os alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário público e privado e ainda ao ensino profissional. Neste âmbito o IPQ realizou 3 ações de formação nas escolas sobre a importância da normalização na sociedade. Propuseram-se a concurso 5 escolas, num total de 6 trabalhos, tendo ganho o primeiro prémio a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima. A Escola profissional de Aveiro ganhou o prémio Projeto Escola, uma vez que teve a participação de todos os alunos e professores. Todos os trabalhos podem ser vistos em: Entre outras diversas iniciativas relacionadas com Educação, o Projeto Juventude do IPQ, foi apresentado nas Nações Unidas durante a 22.ª Sessão do WP6 Working Party on Regulatory Cooperation and Standardization Policies da UNECE (United Nations European Comission for Europe), que decorreu na Suíça de 7 a 9 de novembro. Nesta reunião, onde participaram vários organismos internacionais de normalização (ISO, IEC, CEN), o Projeto Juventude foi considerado pelo representante da Comissão Europeia, presente na reunião - Fabrizio Sacchetti como muito interessante. Relativamente à vertente Construir o Presente Estruturar o Futuro foi feita 1 ação de formação sob a temática da Normalização, na Universidade Nova de Lisboa, no Monte de Caparica. O IPQ foi convidado pelo Ministério da Educação e Ciência para durante o mês de abril, montar uma exposição nas suas montras das instalações da Avenida de 5 de outubro. O espaço de exposição contou com cerca de 11 metros e foi dividido pela temática da normalização e da metrologia. Acreditamos que esta exposição, até pelo espaço privilegiado em que se desenvolveu, potenciou o aumento da visibilidade da atividade do IPQ sobretudo junto da comunidade ligada ao ensino. Rede Descentralizada de Consulta de Normas Porque acreditamos que o IPQ tem um papel importante na promoção e divulgação da informação estratégica relevante para as atividades das PME e que o conhecimento do importante acervo normativo nacional pode contribuir para o reforço da sua posição no mercado, lançámos em 2010 um projeto intitulado Rede descentralizada de consulta de Normas. 38

38 II AUTOAVALIAÇÃO Este Projeto visa disponibilizar em vários pontos do Continente e Regiões Autónomas, a consulta dos conteúdos das Normas Portuguesas em formato eletrónico, ampliando e desconcentrando deste modo a consulta que até então apenas era possível na Biblioteca do IPQ em Caparica. Em 2012 mantivemos os mesmos postos de consulta que existiam no ano anterior, mas estabeleceram-se novas parcerias com o intuito de largar esta rede. Normalização em Números Normalização em Números Organismos de Normalização Setorial (ONS) Organismos Gestor de Comissão Técnica (OGCT) Comissões Técnicas: - ativas - desativadas Acervo normativo português Documentos Normativos Portugueses em vigor Documentos Normativos Europeus Documentos Normativos Europeus sem versão em português - Documentos Normativos Europeus com versão em português Documentos Normativos Internacionais com versão em português Documentos Normativos Portugueses (DNP + NP) Projetos de Normas Portuguesas % Normas Portuguesas harmonizadas com Normas Europeias e Internacionais 90% 93% 99% 39

39 II AUTOAVALIAÇÃO Metrologia Metrologia Científica e Aplicada O IPQ possui no seu Laboratório Nacional de Metrologia (LNM) desde 2008, a totalidade dos padrões nacionais das unidades de medida das grandezas de base do Sistema Internacional (SI): comprimento (metro), massa (quilograma), tempo (segundo), temperatura termodinâmica (kelvin), corrente elétrica (ampere), intensidade luminosa (candela) e quantidade de matéria (mole) e de inúmeras grandezas derivadas do SI. O LNM do IPQ e o Laboratório de Metrologia das Radiações Ionizantes do Instituto Tecnológico e Nuclear asseguraram a realização dos padrões nacionais das unidades de medida necessárias à comunidade nacional. Ambos os Laboratórios atualizaram os respetivos Sistemas da Qualidade, segundo a norma NP EN ISO/IEC e Guia ISO 34, cumprindo os requisitos necessários à manutenção no seio do Acordo de Reconhecimento Mútuo dos Países da Convenção do Metro o MRA do CIPM, (Comité Internacional de Pesos e Medidas) de forma a garantir a credibilidade externa das medições efetuadas no território nacional. Os desenvolvimentos tecnológicos verificados na metrologia científica foram acompanhados, através da participação nos trabalhos internacionais europeus, de forma a assegurar, como laboratório nacional, a rastreabilidade das medições nas grandezas sob sua responsabilidade direta e indireta. No âmbito do Acordo de Reconhecimento Mútuo (MRA do CIPM), foi acrescentada pelo IPQ 1 nova CMC (Capacidades de Medição e Calibração) na base de dados do Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM) relativa ao domínio metrológico do comprimento, estando em fase de revisão/publicação de 16 novas CMC dos domínios da temperatura (8) e da quantidade de matéria (8). O total de CMC nacionais (IPQ+ITN) registadas na base de dados internacional do MRA/CIPM em 31 de dezembro de 2011, passou a ser de 184. No âmbito da participação e acompanhamento das atividades europeias e internacionais, é de destacar a participação no programa EMRP (European Metrology Research Program), financiado pelo 7º Programa-quadro da Comissão Europeia, onde o IPQ participa nos projetos denominados Metrology for Solid State Lighting, i.e. a metrologia para os dispositivos emissores de luz (LED), os com maior eficiência potencial para a iluminação e OCEAN METROLOGY - Metrology for ocean salinity and acidity cujo principal objetivo é estabelecer a rastreabilidade ao SI, reduzir a incerteza de medição e melhorar a capacidade de medição da salinidade, dos parâmetros termodinâmicos, do ph, da composição e do teor de oxigénio, da água do mar, NOTED - Novel techniques for traceable temperature dissemination, cujo objetivo é melhorar a rastreabilidade ao SI na área da temperatura e MeDD - Metrology for drug delivery projeto relacionado com a rastreabilidade dos equipamentos hospitalares. Foram submetidas candidaturas a novos projetos de investigação no âmbito EMRP: SURVEYING - Metrology for long distance surveying e ANGLES Angle Metrology que foram aprovados e iniciarão as atividades em No âmbito da Fundação da Ciência e Tecnologia (FCT) foram apresentadas duas candidaturas - Avaliação de nanotoxicidade: produzindo a base de conhecimento para promover a utilização segura de uma tecnologia-chave e A common European approach to the regulatory testing of Nanomaterials (NANoREG). 40

40 II AUTOAVALIAÇÃO Metrologia Aplicada O número de trabalhos laboratoriais executados em 2012, 2791 diminuiu em relação a Situação explicada pela diminuição de pedidos de trabalhos laboratoriais pelas entidades externas e que se prendem com a contração económica. Trabalhos laboratoriais executados Trabalhos efetuados Calibrações Materiais de Referência Certificados Verificações de controlo metrológico Outros trabalhos Total de trabalhos executados As operações de controlo metrológico de instrumentos de medição são realizadas nas áreas que o IPQ não descentralizou em entidades qualificadas pela Metrologia Legal, nomeadamente os cinemómetros e alcoolímetros, devido à sensibilidade política e jurídica da atividade de fiscalização do Código da Estrada, realizadas pelas polícias e forças militarizadas. No âmbito nacional o IPQ deu continuidade ao Protocolo existente entre o IPQ e o IST/ITN-LMRI que atua como Laboratório Designado no âmbito do CIPM-MRA, para o domínio das Radiações Ionizantes. Foi dada continuidade ao Protocolo existente entre o IPQ e a FCUL no domínio da Eletroquímica (ph). Ainda neste âmbito e com o IPAC a colaboração desenvolveu-se na realização de 18 avaliações técnicas e da qualidade a laboratórios, na realização de 13 auditorias de medição e em Comissões Técnicas (GT- LabT5 Calibração; CTaL Acreditação de Laboratórios). Em colaboração com a RELACRE, o IPQ coordenou tecnicamente 11 ECI (Ensaios de comparação interlaboratorial) com os laboratórios de metrologia nacionais compreendendo a preparação dos padrões circulantes, a elaboração dos protocolos, a determinação dos valores de referência antes e no final da circulação, a elaboração do relatório, a organização da reunião final e proposta de medidas corretivas. O IPQ participou ainda em comissões técnicas e grupos de trabalho da RELACRE designadamente: RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT1 (Mecânica); RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT2 (Elétrica); RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT7 (Volume); RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT8 (Dimensional); RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT9 (Temperatura e Humidade); 41

41 II AUTOAVALIAÇÃO RELACRE - CTR04 (Metrologia) GT10 (Contadores de Fluidos). O IPQ participou ainda nas seguintes comissões e grupos de trabalho: ISO TC 158 Analysis of gases, CEN TC 264 WG12 Reference methods for determination of SO2 / NO2 / O3 / CO in ambient air; CT 48 / SC6 ISO Glass and plastic ware including volumetric instruments CT 123 / SC 1 Manómetros; CT 71 / SC3 Qualidade do ar fora dos locais de trabalho; CT 87 / SC17 Equipamento laboratorial; CT 106 Contadores de gás; CT 123 / SC2 Termómetros; CT 147 Critérios de avaliação de entidades; CT 168 Metrologia linear e angular; CT 174 Fotografia. De referir ainda a colaboração com o Centro de Ciência Viva de Lisboa nas seguintes iniciativas: Mesa Redonda O Tempo Semana Nacional da Ciência e Tecnologia: dia de abertura dedicado ao tema A lâmpada No âmbito Internacional e Europeu, o IPQ participou e representou Portugal nas organizações especializadas, nomeadamente no BIPM e na EURAMET e. V. (Associação dos Laboratórios Nacionais de Metrologia Europeus). Participou nos trabalhos da EURAMET como Contact Person, nos comités da metrologia interdisciplinar e da qualidade, e nos comités técnicos da acústica, caudal, comprimento, eletricidade e magnetismo, fotometria e radiometria, massa e grandezas derivadas, metrologia em química, termometria e tempo e frequência. Participou, ainda, no BIPM, nos comités consultivos para a acústica, vibrações e ultrassons e metrologia em química e nos grupos de trabalho destes domínios metrológicos. O IPQ continuou o processo de participação em diversos exercícios de comparação para demonstrar a equivalência internacional dos seus padrões, participando em 11 projetos, 2 com coordenação IPQ, relacionados com o Acordo de Reconhecimento Mútuo (MRA) e no âmbito da EURAMET. Neste âmbito é de realçar o projeto EURAMET 1123 On site peer review, coordenado pelo IPQ, em parceria com o Centro Español de Metrologia - CEM (Espanha) e com o Istituto Nazionale di Ricerca Metrologica - INRIM (Itália). Efetuou-se durante o ano de 2012 a primeira fase do segundo ciclo de avaliações. Além dos LNM de cada um dos países participantes, foram considerados os respetivos Laboratórios Designados para as Radiações Ionizantes. Destaca-se o facto de ter sido mantida a conformidade destes Laboratórios Nacionais de Metrologia e Designados, com o Acordo de Reconhecimento Mútuo (MRA) do CIPM. 42

42 II AUTOAVALIAÇÃO Metrologia Legal Compete à Metrologia Legal assegurar a coordenação do controlo metrológico, procedendo à qualificação e acompanhamento de outras entidades e organismos que atuam neste domínio e efetuando a aprovação de modelos de instrumentos de medição, tendo sido realizadas 28 aprovações. Número de aprovações do modelo Ano Aprovações de modelo Foi assegurado o acesso à base de dados EMETAS - European Metrological Type Approval Service, que permite a consulta de dados sobre aprovações CE de Tipo de instrumentos de pesagem efetuadas nos outros países europeus. Com a coordenação do IPQ, são as Direções Regionais (DRE) do MEE que realizam a maior parte das operações de primeira verificação, bem como operações de verificação periódica de determinados instrumentos de medição (em especial básculas e sistemas de medição e distribuição de combustível). Em 2012, realizaram-se 8 reuniões de coordenação IPQ/DRE sendo 6 de natureza técnica. A garantia do rigor das medições nacionais prosseguiu no esforço de descentralização da atividade de verificação metrológica, que atualmente abrange 672 entidades, sendo de realçar e a renovação da qualificação de 12 entidades, para além de 29 extensões da qualificação no que se refere aos Serviços Municipais de Metrologia. O número de Serviços Municipais de Metrologia (SMM) reconhecidos é de 98 SMM que cobrem 185 concelhos. O nº de Organismos de Verificação Metrológica é de 50 entidades e o de Serviços Concelhios de Metrologia privados de 13 entidades. O número de Instaladores e Reparadores de Tacógrafos é de 466 entidades, das quais 131 no domínio dos tacógrafos digitais, distribuídos por todo o país. O ISQ-Instituto de Soldadura e Qualidade continua como Organismo Notificado para o Exame CE de Tipo para os instrumentos de pesagem de funcionamento não automático. A evolução das receitas provenientes das entidades qualificadas foi a seguinte: 43

43 II AUTOAVALIAÇÃO Evolução das receitas das entidades qualificadas (Unidade: k ) Entidades qualificadas Direções Regionais da Economia Serviços Municipais de Metrologia Organismos de Verificação Metrológica Reparadores/Instaladores Total A fim de assegurar que as entidades qualificadas pelo IPQ para o exercício de funções de controlo metrológico continuem a preencher os requisitos inerentes a tal qualificação, o IPQ realiza diretamente auditorias aos OVM e às entidades que são acompanhadas pelas DRE sob a nossa coordenação. Em 2012 foram efetuadas 78 auditorias, apesar dos escassos recursos humanos existentes e da sobrecarga de trabalho decorrente do desenvolvimento do projeto estruturante PROQUAL. Participou-se na revisão das Diretivas MID e Instrumentos de Pesagem de Funcionamento não Automático, tendo em vista a sua adaptação ao novo quadro legal europeu e na avaliação de 7 diretivas da velha abordagem, cuja revogação se encontra prevista para 2015, embora se admita que parte delas venha a constituir novos anexos da MID. Na área da saúde, mantem-se a participação na correspondente Comissão Setorial e continuou-se a avaliar a situação da metrologia neste setor, onde os estudos apontam no sentido do interesse de se reforçar a área do controlo metrológico legal, em particular a nível dos instrumentos em serviço. No âmbito do Sistema de Garantia da Qualidade (SGQ) foram revistos os procedimentos e instruções de trabalho que consubstanciaram o processo de certificação do IPQ. No âmbito da articulação das atividades das Direções Regionais de Economia com o IPQ, foi preparado um Manual de Qualidade, estabelecendo os requisitos previstos no SGQ aplicáveis às atividades conjuntas IPQ/DRE. Procedeu-se à revisão dos procedimentos técnicos de verificação metrológica para taxímetros, tacógrafos e sistemas de medição distribuidores de combustível. Realizaram-se 5 Encontros de Instaladores e Reparadores, 3 relativos a tacógrafos, 1 a Taxímetros e outro a SMDC. Foram atualizadas as taxas de controlo metrológico no mês de janeiro de acordo com o IPC. Foi assegurada a representação internacional nas reuniões da Comissão Europeia sobre a Metrologia Legal, num total de 2 missões, no comité da Organização Internacional de Metrologia Legal (OIML) e nas reuniões do WELMEC European Cooperation in Legal Metrology através da participação no comité e nos seguintes grupos de trabalho: 44

44 II AUTOAVALIAÇÃO WG 2: Directive Implementation (2009/23/EC) WG 5: Metrological Supervision WG 6: Prepackages WG 7: Software WG 8: Measuring Instruments Directive WG 10: Measuring Equipment for liquids other than water WG 11: Utility Meters Outras atividades no âmbito da Metrologia Foram realizadas ações tendentes à intensificação da Cooperação Técnica com a Tunísia, no âmbito do Plano de Ação para a área da metrologia com a Agence Nationale de Métrologie (ANM), nomeadamente o projeto de Geminação em consórcio com o Laboratório Nacional de Metrologia Holandês VSL, com o objetivo de promover e consolidar o SNM na Tunísia e o seu reconhecimento internacional. Este projeto enquadra-se no âmbito do Programa de Apoio ao Acordo de Associação e Plano de Ação de Vizinhança "P3A II", entre o Governo da Tunísia e a EU (EuropeAid/130372/D/ACT/TN). No âmbito do Sistema da Qualidade NP EN ISO/IEC e Guia ISO 34 em colaboração com o Laboratório designado ITN/LMRIR, foi efetuada a coordenação dos relatórios anuais sobre os sistemas da qualidade implementados para apresentação ao TC Quality da EURAMET, condição obrigatória ao abrigo do estabelecido para manutenção MRA do CIPM. Foi realizada a totalidade do plano de auditorias internas previsto para 2012 (AI) tendo sido efetuadas 19 AI das quais 16 aos Laboratórios e cujo âmbito englobou todos os requisitos da ISO e do Guia ISO 34, 1 ao Sistema de Gestão da Qualidade do LNM, 1 de Ambiente e Segurança e 1 de Prevenção à Corrupção. Os conhecimentos especializados e a experiência em alguns domínios de intervenção têm sido utilizados para a dinamização de ações de formação ministrada por técnicos do LNM, tais como: Formação em Metrologia Aplicada - Módulo Massa, RELACRE, março Sessão de Informação e Debate Equipamento Volumétrico aquisição, utilização e manutenção, Relacre, maio Formação lecionada em Calibração, Utilização e Manutenção de Equipamento Volumétrico, Relacre-IPQ, outubro TrainMic Seleção e uso de Materiais de Referência, ASAE, novembro; Reunião de esclarecimento com a GNR, Escola da Guarda, outubro; Palestra Metrologia, SI, Comprimento ; Escola Secundária da Amadora e Oficinas de São José, fevereiro e outubro; Palestra Controlo Metrológico de Cinemómetros, Escola da Guarda Nacional Republicana, outubro. No âmbito das suas competências e conhecimentos especializados do LNM e considerando o desenvolvimento das atividades do laboratório no âmbito da metrologia científica e aplicada foram 45

45 II AUTOAVALIAÇÃO realizados trabalhos no âmbito de estágios, dissertação de mestrado e de teses de doutoramento, de acordo com os seguintes temas: Trabalhos complementares no âmbito da tese de doutoramento IST O projeto de construção, calibração e comparação interlaboratorial de uma câmara de cavidade; Início do estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Otimização do Sistema Experimental para a Calibração de Acelerómetros-Padrão em Regime de Alta- Frequência ; Início do estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Otimização do padrão gravimétrico de medição de caudal de fluidos entre 10 ml/min e 100 nl/min e extensão da capacidade para 100 ml/min Estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Validação do sistema absoluto para a determinação da massa volúmica de líquidos; Estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Calibração de filtros de fator de transmissão e de fator de reflexão por espectrofotómetros ; Estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Estudo da estabilidade de soluções padrão para calibração de refratómetros ; Estágio de doutoramento na área do ph, em colaboração com a FCUL. Estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Aplicação do desenvolvimento de sistemas de medição interferométrica de distâncias até 50 m à calibração de distanciómetros ; Estágio curricular de mestrado em Engenharia Mecânica da FCT/UNL Calibração de filtros de fac«tor de transmissão e reflexão por espectrofotómetros Estágios PEJENE: Projeto editorial para divulgação da metrologia na vertente da Educação e Ensino; Preparação de soluções de referência para calibração refratómetros de soluções aquosas de glucose; Calibração dos refratómetros; Completar e estabilizar a informação correspondente aos cadastros de instrumentos de medição. Analisar e validar planos de calibração/verificação gerados no sistema; Estudo de desempenho de micropipetas; Três estágios na área da Quantidade de Matéria e Eletroquímica; Estágio no Laboratório de Densimetria de Tubo Vibrante. Para promover as capacidades metrológicas da Metrologia Fundamental, Aplicada e Legal do IPQ, tal como previsto no Plano de Atividades, foram publicados e/ou apresentados diversos artigos/publicações/comunicações/posters em seminários e encontros nacionais e internacionais, detalhados no anexo A4. Procurando a promoção e sensibilização para a Metrologia, o LNM recebeu, durante o ano de 2011, diversas visitas, de que se destacam: Visita ao Museu e LNM dos Alunos Escola Secundaria D. Manuel I, 26 janeiro; 46

46 II AUTOAVALIAÇÃO Visita ao Museu e LNM dos Alunos do Mestrado em Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), 26 março; Visite d étude au Laboratoire National de Métrologie Portugais de l'ipq, 19 abril; Dia da Metrologia, 20 de maio de 2012; Visita ao Museu e LNM de outra delegação Argelina, 7 e 14 de maio; Visita ao LNM dos Alunos da Escola Profissional de Setúbal, 31 outubro; Visita dos Estagiários PEJENE, 2 e 3 de julho; Vista ao LNM dos Alunos da Escola Profissional de Setúbal (curso de Energias Renováveis), 15 novembro; Vista ao LNM dos Alunos da Escola Profissional de Setúbal (curso de Manutenção e Energias) 16 de novembro; Visita ao Laboratório dos Alunos da delegação Tunisina, 22 novembro; Vista ao Museu e LNM dos Alunos da Escola Profissional de Setúbal, 23 novembro; Visita ao Laboratório dos Alunos da Escola Profissional, PIAGET, 26 novembro. Visita do Seminário: Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI); 4 de dezembro; Escola Secundária Emídio Navarro 5 de dezembro; Delegações Tunisinas no âmbito do projeto de geminação EuropeAid/130372/D/ACT/TN- METROLOGIA 17 de abril, 25 e 26 de junho e 21 de novembro; Museu de Metrologia O Museu de Metrologia manteve o programa dirigido ao Ensino Básico, utilizando a Exposição Permanente de Pesos e Medidas e o espaço lúdico com o fim de sensibilizar para a metrologia e a sua importância no comércio, na saúde e na segurança. O Museu foi visitado por 1693 alunos de escolas de diferentes níveis. Recebeu ainda visitantes oriundos de universidades e grupos de profissionais na área da Qualidade e Normalização. 47

47 II AUTOAVALIAÇÃO Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus O IPQ enquanto Organismo Nacional Coordenador do SPQ tem como atribuições a gestão, coordenação e desenvolvimento do SPQ, numa perspetiva de integração de todas as componentes relevantes para a melhoria da qualidade de produtos, de serviços e de sistemas da qualidade e da qualificação de pessoas. Assuntos Europeus O IPQ assegura o cumprimento dos procedimentos das Diretivas Nova Abordagem, no que diz respeito à notificação, mantendo a Comissão Europeia e os Estados membros permanentemente informados dos Organismos Notificados (ON) no âmbito de cada Diretiva. Realiza ainda os procedimentos necessários à gestão do sistema de notificação prévia de regras técnicas e de normas, no âmbito da União Europeia (UE) e da Organização Mundial do Comércio (OMC), as ações de coordenação da rede dos pontos de contacto de produto (PCP) dos Ministérios e PCP do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 44/2009, de 7 de maio e as ações decorrentes do Regulamento (CE) n.º 2679/98. No âmbito dos assuntos europeus são ainda asseguradas as competências relacionadas com a análise de projetos de investimento no domínio de especialização no âmbito do QREN/COMPETE. Acompanhamento de Diretivas Comunitárias, Organismos Notificados e Legislação Nacional No âmbito do NLF New Legislative Framework - Regulamento (CE) nº 764/2008, Regulamento (CE) nº 765/2008 e Decisão (CE) nº 768/ que regulamenta a livre circulação de produtos no mercado interno desenvolveram-se várias atividades. O IPQ continuou a acompanhar as Diretivas 2009/14 /CE - Aparelhos a gás; 2006/95/CE- Equipamento Elétrico de Baixa Tensão; 89/686/CEE- Equipamentos de Proteção Individual; 97/23/CE - Equipamentos sob pressão; 2004/22/CE - Instrumentos de Medição (MID); 2009/23/CE - Instrumentos de Pesagem de Funcionamento não-automático; e 2009/105/CE - Recipientes sob Pressão Simples; tendo participado também nas reuniões dos respetivos grupos de trabalho. 48

48 II AUTOAVALIAÇÃO Diretivas da Nova Abordagem acompanhadas pelo IPQ e Legislação nacional aplicável Diretiva Domínio Legislação nacional 2009/ 142 / CE Aparelhos a gás DL 25/2011, de 14 de fevereiro 2006/95/CE Equipamento Elétrico de Baixa Tensão DL 6/2008, de 10 de janeiro 89 / 686 / CEE Equipamentos de Proteção Individual DL 128/93, de 22 de abril alterado pelos DL 139/95, de 14 de junho, DL 374/98, de 24 de novembro e Portaria 1131/93, de 4 de novembro, alterada pelas Portaria 109/96, de 10 de abril e Portaria 695/97 de 19 de agosto 97 / 23 / CE Equipamentos sob pressão DL 211/99, de 14 de junho DL 90/2010, de 22 de julho Portaria 1210/2001, de 20 de outubro 2004 / 22 / CE Instrumentos de Medição (MID) DL 192/2006, de 26 de setembro Decreto Lei n.º 71/2011de 16 de junho Portaria n.º 3/2007, de 2 de janeiro Portaria n.º 12/2007, de 4 de janeiro Portaria n.º 18/2007, de 5 de janeiro Portaria n.º 19/2007, de 5 de janeiro Portaria n.º 20/2007, de 5 de janeiro Portaria n.º 21/2007, de 5 de janeiro Portaria n.º 22/2007, de 5 de janeiro Portaria n.º 33/2007, de 8 de janeiro Portaria n.º 34/2007, de 8 de janeiro Portaria n.º 57/2007, de 10 de janeiro Portaria n.º 87/2007, de 15 de janeiro 2009/23/CE Instrumentos de Pesagem de Funcionamento não-automático DL 383/93, de 18 de novembro alterado pelos Decretos-Lei n.º 139/95, de 14 de junho e 374/98, de 1 de março 2009/ 105 / CE Recipientes sob Pressão Simples DL 26/2011, de 14 de fevereiro Portaria n.º 770/92, de 7 de agosto Alterada pela Portaria n.º 99/96, de 1 de abril Enquanto Autoridade Notificadora, o IPQ, notifica à Comissão e aos outros Estados-Membros os Organismos Notificados (ON) utilizando a base NANDO INPUT (New Approach Notified and Designated Organisations Information System), instrumento de notificação eletrónico desenvolvido e monitorizado pela Comissão Europeia, onde se encontra toda a informação relativa a cada uma das diretivas comunitárias, as Autoridades Notificadoras de cada Estado-Membro e os organismos notificados por Diretiva, para cada módulo de avaliação da conformidade ou por cada decisão em função da família de produtos para a utilização prevista, norma harmonizada ou especificação técnica europeia e o tipo de tarefa do organismo notificado. Para garantir um nível coerente de qualidade no desempenho da avaliação da conformidade, o IPQ, no âmbito do SPQ, procede à sua notificação, com base no procedimento específico Metodologia de Notificação. Em 2012 foram notificadas 6 extensões. Em 2012, o número total de Organismos Notificados (ON) em Portugal foi de 34, sendo que existem entidades que estão notificadas para mais do que uma diretiva comunitária, para os módulos de avaliação da conformidade ou sistemas, como no caso da Diretiva dos Produtos de Construção. 49

49 II AUTOAVALIAÇÃO No Quadro seguinte são referidos os ON que se encontram notificados para as Diretivas comunitárias cujo acompanhamento é da responsabilidade do IPQ: Organismos notificados pelo IPQ Diretiva Domínio Organismos Notificados 2009 / 142 / CE Aparelhos a Gás CATIM 2006 / 95 / CE Equipamentos de Baixa Tensão ISQ, IEP, LIQ, CATIM e CERTIF 89 / 686 / CEE (modificada pelas diretivas 93/68/CEE, 93/95/CEE e 96/58/CE) Equipamentos de Proteção Individual CITEVE, CTCP e CERTIF 97 / 23 / CE Equipamentos sob Pressão Qualend, CATIM, ITG, ISQ, Bureau Veritas Rinave ACE,SGS- PORTUGAL, RELACRE 2004 / 22 / CE (alterada pela Diretiva 2009/137/CE) 2009/23/CE Instrumentos de Medição Instrumentos de Pesagem de Funcionamento Não - automático APCER, ISQ, DRELVT do MEE, DREN do MEE, DREC do MEE, DREAL do MEE e DRE Algarve do MEE DRELVT do MEE, DREN do MEE, DREC do MEE, DREAL do MEE, DRE Algarve do MEE, ISQ e Lab.Met. Madeira 2009 / 105 / CE Recipientes sob Pressão Simples ISQ e SGS-PORTUGAL O IPQ fez a publicitação regular no website e nas 11 edições da Newsletter Espaço Q das normas harmonizadas cujas referências são publicadas no JOUE. A Marcação CE A Marcação CE é um indicador - chave da conformidade de um produto com a legislação da UE e viabiliza a livre circulação de produtos no mercado europeu. Através da aposição da Marcação CE num produto, o fabricante declara, sob sua exclusiva responsabilidade, a conformidade desse produto com os requisitos legais necessários à obtenção da marcação e, por conseguinte, garante a validade do produto para venda no Espaço Económico Europeu (EEE). Isto também se aplica a produtos fabricados em países terceiros, vendidos no EEE. A credibilidade da Marcação CE e o seu papel no desenvolvimento do mercado interno, foram reforçados com a entrada em vigor do pacote legislativo revisto (Regulamentos (CE) nº 764/2008 e 765/2008 e Decisão (CE) nº 768/2008) do mercado interno para a circulação de mercadorias. Em 2010, a Direção-Geral das Empresas e da Indústria da Comissão Europeia desenvolveu uma campanha, sob o slogan Marcação CE faz do mercado europeu o mercado de todos nós, à qual o se associou através da realização de iniciativas que envolveram um total de cerca de 1300 pessoas. 50

50 II AUTOAVALIAÇÃO Com início em 2011, durante o ano de 2012, o IPQ continuou a promover o roadshow por todo o país com o objetivo principal de sensibilizar e esclarecer os operadores económicos sobre o que é a Marcação CE e a sua importância e papel que desempenha no desenvolvimento do Mercado Interno. Com a duração de uma manhã ou tarde, a organização dos seminários é da responsabilidade conjunta do e de associações empresariais, setoriais e regionais representativas, procurando-se descentralizar o local de realização dos mesmos e abranger todo o território do continente e as regiões autónomas dos Açores (RAA) e da Madeira (RAM). As sessões são habitualmente constituídas por dois painéis, um de cariz teórico, onde se pretende fornecer informação geral sobre o que é a Marcação CE, como e quando se aplica, o seu contributo para um mercado seguro e como é feita a fiscalização do mercado, contando com oradores pertencentes a organismos com responsabilidade nesta matéria. O segundo painel pretende dar a conhecer experiências ao nível das vantagens, benefícios e eventuais dificuldades da Marcação CE sob diferentes perspetivas, nomeadamente de empresas com experiência na Marcação CE (fabricantes, distribuidores e importadores) e Organismos Notificados, que atuam junto dos fabricantes para aposição da Marcação CE. No final de cada painel, é dinamizado um período de debate, onde os participantes têm oportunidade de colocar questões aos oradores e ver as suas dúvidas esclarecidas. A cada participante é entregue o folheto explicativo dos 6 passos da Marcação CE, disponibilizado pela Comissão Europeia e traduzido para português com a colaboração do IPQ, e um quadro resumo com todas as Diretivas Nova Abordagem, Autoridades Notificadores, Organismos Notificados bem como a respetiva legislação de transposição. Reconhecimento das marcas de garantia de toque O IPQ tem responsabilidades específicas no âmbito da legislação nacional relativa ao reconhecimento das marcas de garantia de toque aplicadas por contrastarias estrangeiras em artefactos de metais preciosos (Decreto-Lei n.º 391/79, de 20 de setembro alterado pelo Decreto-Lei n.º 57/98, de 16 de março). Desde 1999 até 2011, o IPQ reconheceu 12 contrastarias, das quais 3 são inglesas (2 do Reino Unido e 1 da Escócia), 7 são espanholas e 2 holandesas. Em 2012 ocorreu o reconhecimento de 1 nova contrastaria espanhola, tendo sido também renovado o reconhecimento a 5 das já existentes. Processo comunitário de notificação prévia (UE/EFTA e OMC) O IPQ é o organismo português responsável pela gestão dos procedimentos de notificação prévia de Regulamentos Técnicos e de Normas, no âmbito da União Europeia (UE)/Associação de Comércio Livre Europeu (EFTA) e da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em 2012 registaram-se as seguintes notificações: 51

51 II AUTOAVALIAÇÃO N.º de notificações dos EM no âmbito da Diretiva 98/34/CE 745 N.º de notificações portuguesas no âmbito da Diretiva 98/34/CE 5 N.º de notificações dos Membros da OMC N.º de notificações portuguesas no âmbito da OMC - 0 Mensalmente é publicada no Website do IPQ e na Newsletter Espaço Q, a Lista Mensal de Notificações, que tem como objetivo divulgar e tornar públicas as notificações efetuadas e ainda em período de inquérito público. Regulamentos 764/2008/CE, 765/2008/CE e a Decisão 768/CE O Regulamento 764/2008, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 9 de julho, determinou os procedimentos que, as autoridades de cada Estado-Membro (EM), devem seguir na aplicação das regras técnicas nacionais, definindo, não só, as obrigações perante os operadores económicos, sempre que se pretende impedir a comercialização num EM de produtos, já legalmente comercializados noutros, como ainda prevendo a necessidade de estabelecimento de Pontos de Contacto de Produto em cada país, que disponibilizem informação aos agentes económicos das regras técnicas aplicáveis em cada caso e dos princípios que regem a livre circulação de mercadorias traduzido no Princípio do Reconhecimento Mútuo. Com a publicação da RCM n.º 44/2009, de 7 de maio, publicado no DR n.º 104, I Série, de 29 de maio, o IPQ foi designado como ponto de contacto de produto (PCP), no âmbito do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento (MEID), atual Ministério da Economia e do Emprego (MEE) e coordenador nacional da rede de PCP dos Ministérios. Em 2012 registaram-se 18 pedidos de informação no âmbito deste Regulamento e 2 reuniões de trabalho, uma realizada no dia 29 de junho subordinada ao tema Diretiva 98/34/CE e regulamento (CE) n.º 764/ objetivos e suas implicações no Mercado Interno e uma segunda no dia 18 de dezembro subordinada ao tema Balanço Nacional da aplicação das Diretivas 98/34/CE e 98/48/CE e do Regulamento (CE) 764/2008, onde estiverem presentes os PCP designados no âmbito do Regulamento (CE) 764/2008, bem como representantes das Autoridades Competentes dos Ministérios envolvidos (MEE, MS, MAI, MAOT, MTSS, MFAP, MADRP e MOPTC). Regulamento (CE) n.º 2679/98 - do funcionamento do mercado interno e da livre circulação de mercadorias entre os Estados-membros O Regulamento (CE) n.º 2679/98 do Conselho tem por finalidade assegurar as obrigações do Tratado de Funcionamento da União Europeia (TFUE), nomeadamente o bom funcionamento do mercado interno, determinando que os Estados-membros devem abster-se de adotar medidas ou ter comportamentos que possam constituir obstáculos ao comércio, impondo as medidas necessárias e proporcionadas para restabelecer o mais rapidamente possível a livre circulação de mercadorias no seu território. Nos termos do Despacho nº 21567/99 (2ª serie) publicado a 11 de novembro de 1999, o IPQ foi designado como ponto de notificação nacional para os fins previstos no referido Regulamento. 52

52 II AUTOAVALIAÇÃO Tendo em vista melhorar e agilizar a aplicação em Portugal do Regulamento (CE) n.º 2679/98, nomeadamente a implementação de um Procedimento que assegure a adequada resposta face às exigências previstas no referido Regulamento, foi realizada 1 reunião de trabalho, no dia 28 de novembro, no IPQ, subordinada ao tema Aplicação, em Portugal, do Regulamento (CE) n.º 2679/98 de 7 de dezembro. QREN/COMPETE No âmbito do QREN/COMPETE o IPQ tem vindo a dar parecer ao IAPMEI sobre os projetos empresariais que contemplam as vertentes da qualidade, ambiente, inovação, responsabilidade social, segurança e saúde no trabalho e outros sistemas de gestão específicos para determinados setores de atividade económica, tendo em vista a sua certificação no âmbito do SPQ. No ano de 2012 não foram analisados projetos, uma vez que não foi solicitado qualquer parecer por parte do IAPMEI, decorrentes da abertura de concursos referentes a esta vertente. Embora em anos anteriores tenham sido analisados, em fase de candidatura, projetos no âmbito do SIAC Sistema de Apoio a Ações Coletivas, para apoio a Organismos de Normalização Setorial (ONS), e para os quais não existia enquadramento direto ao abrigo do QREN/COMPETE, em 2012 não foi efetuada nenhuma análise neste âmbito. No entanto, ficou acordado com o COMPETE, que este solicitaria ao IPQ, em fase de encerramento dos referidos projetos, um parecer técnico, sobre as normas incluídas pelos ONS na realização dos mesmos, o que se traduziu em 1 projeto no ano de À Normalização, pelo papel de reconhecida relevância que hoje desempenha nos mais variados setores de atividade económica, têm sido igualmente proporcionados apoios materializados em projetos propostos por entidades públicas e privadas, reconhecidas como ONS. Estes organismos, sob a coordenação do IPQ, têm a responsabilidade de participar em reuniões nacionais e internacionais onde, em parceria com outros agentes interessados, são estabelecidos os consensos necessários à aprovação de normas, documentos técnicos de utilização voluntária mas de crescente generalização por parte dos agentes económicos que pretendem manter e afirmar a sua posição no mercado. PRIME A intervenção neste Programa continua exclusivamente nas ações decorrentes do seu encerramento, que ocorreu durante o ano de Foram ainda desenvolvidas em 2012 as seguintes ações referentes à verificação do cumprimento das condicionantes contratuais: Acompanhamento e controlo das condicionantes contratuais para homologação do encerramento 14 projetos; SIME: Pedidos de pagamento 1 projeto. Não comprovaram ainda o objetivo da certificação a que se tinham proposto: SIME/SIVETUR/Outros 83 projetos; Medida 5.1 Acão B 6 projetos geridos pelo IPQ e 21 cuja gestão é da responsabilidade do IAPMEI, sendo que o IPQ teve intervenção na qualidade de entidade especializada. 53

53 II AUTOAVALIAÇÃO Promoção e Qualidade Neste âmbito, asseguram-se ações com vista ao desenvolvimento, dinamização, divulgação e promoção do SPQ, nomeadamente nas áreas da formação, informação, eventos e cooperação nacional e internacional. ECSI Portugal De acordo com o previsto no Plano de Atividades para o ano de 2012, o IPQ deu continuidade ao projeto ECSI Portugal Índice Nacional de Satisfação do Cliente, com a realização da 13ª edição, que se encontra agora concluída. Os resultados de cada edição só são conhecidos no ano seguinte, pelo que em 2012 foi encerrado o projeto de O ECSI Portugal, iniciado em 1999 tendo por base o European Customer Satisfaction Index (ECSI), vem sendo realizado ininterruptamente, desde então, no âmbito da parceria estabelecida entre o Instituto Português da Qualidade (IPQ), a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) e o Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa (ISEGI-UNL), abrangendo vários setores da atividade económica nacional. Trata-se de um sistema de medida da qualidade de bens e serviços disponíveis no mercado nacional, que proporciona, às empresas e organizações aderentes, informação estratégica relevante, ao integrar a satisfação do cliente como objetivo central da respetiva gestão, facultando-lhes importantes instrumentos de atuação para melhoria do seu desempenho e competitividade. O modelo de avaliação da satisfação ECSI Portugal integra sete variáveis: 1. Imagem, 2. Expetativas, 3. Qualidade de Produtos e Serviços, 4. Valor Apercebido (relação qualidade/preço), 5. Satisfação, 6. Lealdade 7. Reclamações. A variável central é a Satisfação do Cliente, explicada pelas primeiras quatro variáveis (Imagem, Expetativas, Qualidade e Valor Apercebido), constituindo-se como variáveis consequentes, a Lealdade e as Reclamações. A metodologia de realização dos estudos compreende abordagens aos setores baseadas em amostras de cerca de 250 clientes complementada com o estudo individual das principais instituições/marcas do setor de atividade, assegurando a cobertura de, pelo menos, 60% do respetivo volume de negócios. Sempre que as marcas estudadas não cubram a totalidade do volume de negócios do setor, é criado um grupo de outras marcas, que inclui todas as não estudadas individualmente. 54

54 Estudadas Participantes Estudadas Participantes Estudadas Participantes Estudadas Participantes Estudadas Participantes II AUTOAVALIAÇÃO Nesta 13ª edição do ECSI Portugal foram objeto de estudo os setores das Águas, da Banca, dos Combustíveis, das Comunicações, da Eletricidade, do Gás em Garrafa e Gás Natural, dos Seguros e dos Transportes Públicos de Passageiros. A edição de 2011 contou com a participação de 28 marcas/empresas o que, comparativamente ao ano de 2010 evidencia um decréscimo do número de adesões, com especial incidência no setor dos Seguros, motivado pela não renovação do apoio prestado pela Associação Portuguesa de Seguros, enquanto entidade e interlocutora junto das empresas participantes do setor. Com menor impacto registou-se também uma ligeira diminuição nos setores da água e dos transportes de passageiros. De realçar, no entanto, o aumento de participantes no setor das Comunicações e a adesão do setor da Eletricidade que passou a integrar este painel pela primeira vez. Evolução do Projeto por setor de atividade, empresas estudadas e empresas participantes * Setores % % % % % Água Banca Combustíveis Comunicações Gás em Garrafa Gás Natural Seguros Transportes de Passageiros Eletricidade Totais * á data de elaboração do Relatório de Atividades do IPQ ainda não são conhecidos os resultados de 2012 A edição anual do ECSI Portugal culmina com um evento de divulgação dos resultados obtidos pelos diferentes setores estudados, que em quando decorrerá a 14ª edição do ECSI Portugal - terá um novo formato, com a realização de seminários por setores de atividade, que incluirão a entrega de troféus às empresas participantes que tenham obtido os melhores resultados no Índice de Satisfação. Realça-se que a metodologia preconizada pelo ECSI Portugal é partilhada por mais de uma dezena de países europeus, no âmbito do projeto ECSI-Europa que, tal como nos Estados Unidos da América, assume a designação de EPSI Rating e que permite avaliar, com uma periodicidade anual, quais as empresas que melhor satisfazem as exigências dos Consumidores. 55

55 II AUTOAVALIAÇÃO Prémio de Excelência Sistema Português da Qualidade O Prémio de Excelência Sistema Português da Qualidade (PEX-SPQ) é uma distinção que pretende promover o reconhecimento público das organizações instaladas em Portugal, que se destaquem pelos resultados obtidos através da aplicação dos métodos de Gestão pela Qualidade Total no Caminho para a Excelência. Instituído pelo IPQ, foi criado em 1992 e atribuído pela primeira vez em Tem por base o Modelo de Excelência da European Foundation for Quality Management (EFQM) e segue as metodologias do Prémio Europeu da Qualidade (EFQM Excellence Award EEA). É atribuído nas seguintes categorias: Grandes Empresas, Pequenas e Médias Empresas e Setor Público, Cooperativas, Associações e outras Entidades sem fins lucrativos. Em cada uma das categorias do PEX SPQ, podem ser atribuídos Troféu Ouro, à organização mais pontuada e Troféus Prata, às duas organizações seguintes. Após um interregno de 6 anos, o PEX-SPQ foi relançado no final de 2011, na sequência do ajustamento da Estratégia Nacional para a Promoção da Excelência das Organizações. Esta Estratégia visa a criação de um Sistema Nacional de Reconhecimento e de atribuição de Prémios a organizações no âmbito da Excelência Organizacional, através da articulação dos esquemas existentes a nível nacional e europeu, geridos pela APQ enquanto National Partner Organization da EFQM em Portugal Níveis de Excelência (Committed to Excellence e Recognised for Excellence), e pelo IPQ Prémio Nacional (PEX/SPQ) que culminam no atribuído pela EFQM (EFQM Excellence Award EEA). Durante o primeiro semestre de 2012 decorreu o PEX-SPQ 2012, tendo sido premiada com o Troféu Ouro na Categoria Grandes Empresas, a Bosch Car Multimédia Portugal, S.A.. A 8 de novembro de 2012 foi realizado o evento de lançamento do PEX-SPQ 2013 cujo calendário de realização terminará em junho de Informação Em 2012 foi disponibilizada pelo IPQ informação diversa no âmbito das suas áreas de atuação, quer na Biblioteca, quer através do Serviço Questionar ou da consulta do seu sítio web. Na Biblioteca, foram atendidos 321 consulentes, foram consultados 7670 documentos normativos nacionais e estrangeiros, periódicos e monografias, e deram entrada 4525 documentos normativos. 56

56 II AUTOAVALIAÇÃO O grau de satisfação dos clientes da Biblioteca em 2012 foi excelente com uma valorização de 4, numa escala de 1 a 4. O Serviço Questionar recebe através do endereço eletrónico e do formulário disponível no website as perguntas que são colocadas ao IPQ. Em 2012 o Serviço Questionar respondeu na totalidade a 1095 questões. De acordo com o Plano de Atividades para 2012 foi analisado o grau de satisfação dos clientes do Questionar através de inquérito, tendo sido atingido o objetivo estipulado, com 7,6 (escala de 1 a 10). O Portal do IPQ foi objeto de melhorias, designadamente na atualização de conteúdos e criação de novas páginas, continuando a disponibilizar informação relevante e atualizada no âmbito das atribuições deste Instituto. O sítio web para divulgação do Projeto Juventude divulga eventos, notícias e informação útil para as escolas e alunos desenvolverem os seus trabalhos no âmbito deste projeto. Numa aposta crescente no desenvolvimento de melhores soluções, mais adequadas às necessidades dos nossos clientes, em 2012 começámos a tirar partido da nova plataforma web no âmbito do PROQUAL, que visa a melhoria na interação com os nossos clientes e parceiros. Esta plataforma integra o sítio web institucional, loja eletrónica e sítios web colaborativos, estes dirigidos à divulgação de trabalhos e atividades de entidades que colaboram com este Instituto. Esta plataforma assenta numa perspetiva essencialmente funcional, visando permitir aos clientes e potenciais clientes o acesso rápido à informação de que necessitam. Seguindo o Plano de Atividades, foram editados 11 números do Espaço Q até ao dia 15 de cada mês, com exceção do mês de agosto, tendo sido enviado eletronicamente para cerca de entidades, incluindo subscritores, Entidades Qualificadas, Correspondentes IPQ, Organismos da Administração Pública, Câmaras Municipais e Associações empresariais. Esta newsletter tem vindo a ser objeto de várias alterações para a sua melhoria a nível de imagem e a nível estrutural, de modo a melhor corresponder aos interesses e necessidades dos seus leitores, cuja satisfação é avaliada mediante inquérito anual, realizado por uma entidade independente. Em 2012, o grau de satisfação dos leitores do Espaço Q foi de 7,6 numa escala de 1 a 10, tendo sido atingido o objetivo fixado no Plano de Atividades. 57

57 II AUTOAVALIAÇÃO Comunicação e Imagem Em termos de Comunicação, é assegurada internamente a coerência da imagem do IPQ, procedendose à conceção de vários suportes gráficos. Em 2012, para além da conceção dos suportes de sinalética interior e exterior no âmbito de reuniões e sessões de trabalho, foram desenvolvidas 52 ações específicas de suporte a projetos, conferências, seminários e ações de formação, que incluíram a criação de logótipos, troféus, certificados, posters e folhetos, entre outros. Publicações e eventos Em 2012 editaram-se as seguintes Publicações: Relatório de Atividades IPQ 2011; Balanço Social IPQ 2011; Catálogo de Normas 2012: Atualizações mensais; Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água (edição IPQ e EPAL); Manual de Boas Práticas para a Execução e Exploração de Furos de Captação de Águas Subterrâneas; Folheto do Departamento de Normalização; Folheto Use normas, marque a diferença ; Plano Nacional de Acompanhamento de Boas Práticas de Laboratório VIM 2012 (em parceria com o INMETRO); Newsletter mensal Espaço Q (edição eletrónica). Com o objetivo de divulgar e promover a Qualidade junto das empresas e agentes económicos, em 2012 foram realizados pelo IPQ e parceiros um total de 36 eventos, compreendendo Encontros, Seminários e Workshops. As iniciativas que contaram com a presença, na sua totalidade, de 2400 participantes foram as seguintes: 1º Encontro Nacional dos Utilizadores da Radiação de Sincrotrão; Workshop "A importância dos laboratórios e dos organismos de inspeção - impacto na atividade económica - ponto de situação e perspetivas futuras"; "Sistemas de Gestão de Energia"; Encontro "Controlo de Descargas de águas residuais urbanas nos meios hídricos"; Semana da Responsabilidade Social; Dia Mundial da Metrologia; Instaladores de tacógrafos digitais/instaladores/reparadores tacógrafos analógicos (DRE Centro); III Jornadas da Qualidade do Centro Hospitalar Cova da Beira; "III Encontro Nacional de Investigadores em Qualidade - Workshop ""Qualidade em Saúde"; Marcação CE nos produtos de construção- aplicação nos Açores; Normalização e Sistemas de Gestão de Energia; 58

58 II AUTOAVALIAÇÃO Conferência Internacional - A responsabilidade Social Empresarial no Espaço MED: oportunidades e desafios; Prémio de Excelência - Sistema Português da Qualidade 2012; Seminário Diretiva 98/34/CE e Regulamento (CE) n.º 764/ objetivos e suas implicações no Mercado Interno; Marcação CE - a sua importância para o mercado interno; Seminário " A Excelência na cultura organizacional"; Seminário Divulgação dos resultados ECSI Portugal 2011; Projeto Juventude; QUATIC 2012; Instaladores de tacógrafos digitais/instaladores/reparadores tacógrafos analógicos (DRE Algarve); Sessão de Divulgação Normas sobre o Turismo; Seminário "Regulamento dos Produtos de construção: novas exigências para a marcação CE. O que muda em 01 de julho de 2013?"; Conferência- Dia Mundial da Normalização - "Menos desperdícios, melhores resultados - As Normas aumentam a eficiência"; Seminário "Inovação - o caminho a seguir em tempo de crise"; Sessão divulgação Normas sobre o Turismo (ERT Alentejo); Seminário "A importância de um Sistema da Qualidade: A Qualidade nas Organizações Sociais"; Produtos de Construção - Novo Regulamento o que muda?; 5º Encontro Nacional SPMet "Medir para a Segurança"; Lançamento do PEX-SPQ 2013; Instaladores/Reparadores de Sistemas de Medição Distribuidores de Combustíveis Sessão de Divulgação Normas sobre o Turismo (Viana do Castelo); Seminário "Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação"; 2º Encontro no âmbito do projeto Capacitação de Explorações Agrícolas para a certificação da sustentabilidade ; Seminário "Inovação - o caminho a seguir em tempo de crise"; "Gestão do Risco"; II Encontro " A Metrologia na Saúde". Formação No quadro das suas competências, o IPQ promoveu 2 ações de formação: Foi realizada uma ação de formação sobre Sistemas de Gestão de Energia, contou com a participação de 8 formandos nas instalações do IPQ; Foi realizada uma ação de formação sobre Gestão do Risco, contou com a participação de 24 formandos nas instalações do IPQ. 59

59 II AUTOAVALIAÇÃO Diretivas CNQ No decorrer de 2012 não foi anulada qualquer Diretiva ou Recomendação pelo que se mantêm em vigor os seguintes referenciais: Diretiva CNQ 10/86 - Estabelecimento de métodos normalizados de ensaio de aptidão ao uso de produtos de consumo; Diretiva CNQ 18/00 - Reparações em veículos automóveis; Diretiva CNQ 20/00 - Reparações em eletrodomésticos; Diretiva CNQ 21/90 - Reparações em termodomésticos a gás; Diretiva CNQ 27/94 - Utilização do símbolo SPQ; Recomendação CNQ 04/ Exemplos de períodos iniciais de calibração de instrumentos de medição; Recomendação CNQ 05/ Condições ambientais em laboratórios de calibração. Comissões Setoriais Na dependência do IPQ, enquanto estruturas do SPQ, funcionam várias Comissões Setoriais, que na sua qualidade de entidades representativas dos agentes públicos e privados dos respetivos setores têm como objetivos gerais a análise, promoção e dinamização das várias componentes que afetam a Qualidade, a nível de produtos e serviços, com vista à preparação de recomendações para a sua melhoria. No ano de 2012 o IPQ continuou a promover, dinamizar e coordenar as Comissões Setoriais (CS), preparando e gerindo o calendário das respetivas ações, encontros e reuniões. Estiveram ativas as Comissões Setoriais para as Tecnologias da Informação e Comunicações (CS/03), Água (CS/04), Saúde (CS/09) e Educação e Formação (CS/11), tendo sido realizadas 37 reuniões, 5 eventos (3 Encontros) e 10 Sessões Temáticas, o que perfaz um total de 52 iniciativas. Pela sua relevância destacam-se algumas dessas atividades: Na CS/03 a realização da Conferência Internacional sobre a Qualidade das Tecnologias da Informação e Comunicações - QuaTIC'2012. Na CS/04 a republicação da brochura Prevenção e Controlo de Legionella nos Sistemas de Água, numa edição conjunta IPQ/EPAL, a publicação do "Manual de Boas Práticas para Execução e Exploração de Furos de Captação de Águas Subterrâneas, o Encontro Técnico Controlo de descargas de águas residuais urbanas em meios hídricos no qual estiveram presentes 146 pessoas que classificaram o evento em 8,2, numa escala de 1 a 10, e o Workshop Os desafios da implementação de projetos de reutilização de águas residuais em Portugal no qual estiveram presentes 97 participantes, tendo demonstrado um grau de satisfação de 7,4, numa escala de 1 a 10. No âmbito da CS/09 a realização do I Workshop de Qualidade em Saúde integrado no III Encontro Nacional de Investigadores em Qualidade, realizado em Troia de 7 a 10 de junho, que contou com a presença de 160 participantes que classificaram o evento em 7,9, numa escala de 1 a 10, e a realização de duas sessões temáticas: 60

60 II AUTOAVALIAÇÃO - Sessão temática apresentada pela Enfermeira Ana Geada, presidente da Associação Nacional de Controlo da Infeção, a 13 de março; - Sessão temática apresentada pela Entidade Reguladora da Saúde sobre a versão final do SINAS - Sistema Nacional de Avaliação em Saúde, a 7 de maio. As sessões de divulgação e análise de experiências, documentos e conhecimentos da CS/11 no âmbito dos seguintes temas: - CAF Educação dinamizada pela Dra. Cristina Evaristo, DGAEP; - Indicador da Qualidade adaptado ao Ensino à Distância dinamizada pela Engª Alexandra Pontes, Universidade Aberta; - Diretiva do Reconhecimento das Qualificações Profissionais dinamizada pela Dr.ª Isilda Fernandes, DGERT - Fundamentos e estratégias na formação pós-secundária de curta duração os CET na região de Aveiro dinamizada pela Professora Raquel Sofia Santos; - Educação Especial Respostas Educativas, dinamizada pelo Dr. Pedro Valadares, IGE; - Avaliações de CEF em Três Figuras de Estilo e Uma Pequena Provocação dinamizada pela Professora Doutora Cristina Pinto da Silva, IPP; - Garantia e avaliação da Qualidade resultados dos inquéritos realizados pela Universidade de Lisboa relativos às Unidades Curriculares, dinamizada pela Dr.ª Valentina Oliveira, UL; - Rede Nacional de Responsabilidade Social, dinamizada pela Dr.ª Margarida Segard do ISQ. O GT2 - Qualidade no Ensino Superior da CS/11 concebeu e elaborou um e-book sobre Aferição da Qualidade no Ensino Superior - exemplos de boas práticas e colaborou na organização da 1ª Conferência Internacional sobre a Empregabilidade dos Diplomados no Ensino Superior dinamizada pelo Instituto Superior Técnico. Projetos SPQ No quadro da sua missão e visando o apoio à dinamização e ao desenvolvimento do SPQ, o IPQ continuou a cooperar com entidades públicas e privadas, no desenvolvimento de Projetos, de que se destacam: Galardão ECOXXI A participação na Comissão Nacional do ECO XXI, galardão promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) que visa reconhecer as iniciativas/políticas em desenvolvimento nos concelhos, em prol do desenvolvimento sustentável, sensibilizando os municípios para uma maior integração das preocupações ambientais nas políticas municipais, contribuindo para a aferição de indicadores de desenvolvimento sustentável e reforçando o seu papel como parceiros e agentes do processo de educação para a sustentabilidade, no âmbito da Agenda 21 Local. O Galardão ECOXXI é atribuído à entidade que 61

61 II AUTOAVALIAÇÃO obtiver a classificação mais elevada, do conjunto dos 21 Indicadores. Durante o ano de 2012 realçam-se as seguintes atividades: - Alterações e lançamento do projeto ECOXXI 2012; - Preparação da ação de formação com os Municípios; - Reformulação do Projeto e do Guia para o ECOXXI 2012 (concretamente e no que diz respeito ao indicador 8 da responsabilidade do IPQ, foram introduzidas alterações nas notas explicativas e nos documentos de referência); - Análise e avaliação das 29 candidaturas ao Galardão ECOXXI 2012; - No dia 30 de novembro realizou-se a entrega dos galardões ECOXXI 2012, no Auditório Casa Histórias Paula Rego, onde foram reconhecidos com a Bandeira Verde ECOXXI 2012 os municípios que conseguiram pontuar acima dos 50% da pontuação máxima possível deste índice de sustentabilidade; - De salientar a implementação de uma plataforma de candidatura online, que veio substituir a Base de Dados em Access, que para além de permitir aos municípios submeterem as candidaturas online, permite ao Júri proceder à avaliação e pontuação da cada uma. Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária ( ) Dando continuidade ao projeto iniciado em 2008 no âmbito da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, o IPQ participou no grupo de trabalho responsável pelo Objetivo Operacional 1 - Desenvolvimento de Programas de Educação e Formação para uma Cultura de Segurança Rodoviária, no âmbito do qual foi elaborado um mapa conjunto de ações-chave a realizar por cada uma das entidades, incluindo objetivos, destinatários, calendarização, recursos humanos e financeiros e parceiros associados. Este plano de ações foi incluído no relatório do grupo de trabalho elaborado no final de 2012, e que servirá de base ao trabalho a desenvolver nos anos seguintes. Projeto MEF O IPQ participou no desenvolvimento da versão 1.0 da MEF- Macroestrutura funcional para a classificação de documentos e para a interoperabilidade semântica entre os sistemas de informação na Administração Pública. A MEF tem como objetivos disponibilizar um modelo de classificação (sintaxe e significado) passível de ser compreendido da mesma forma pelas entidades da Administração Central do Estado (ACE), promover a utilização de uma única estrutura para classificar e organizar a documentação da ACE, potenciando uma maior eficácia na gestão e um acesso facilitado à informação pelos organismos mas também pelo cidadão e contribuir para incrementar a interoperabilidade semântica nas trocas documentais entre os serviços da ACE, respondendo à necessidade de uma linguagem comum para representação da informação. O IPQ participou nas atividades correspondentes ao 4º ciclo do Projeto que deu origem à versão 1 da MEF, apresentada em janeiro de Durante 2012 decorreu a aplicação deste instrumento na elaboração de planos de classificação das entidades aderentes. 62

62 II AUTOAVALIAÇÃO Rede RSO PT - Grupo de Trabalho ISO Em fevereiro de 2012 foi criado o Grupo de Trabalho ISO no âmbito da Rede RSO PT, da qual o IPQ é membro. Este grupo de trabalho tem como finalidade acompanhar o futuro desenvolvimento da aplicação da ISO 26000, e, concretamente, a troca de experiências entre organizações que adotem ou planeiem adotar a ISO como Guia para a Responsabilidade Social, realizar ações de promoção da boa aplicação da ISO e apoiar o processo de constituição de redes de partes interessadas e o seu envolvimento. Para o ano de 2012 o grupo de trabalho teve como missão construir um Glossário de Responsabilidade Social. Para tal foram definidos subgrupos por tema específico. O IPQ integrou o subgrupo Governação Organizacional e participou em todos os trabalhos até à conclusão do Glossário. Para 2013 manter-se-á a estrutura dos grupos de trabalho e será estabelecido novo plano de ações. Comissões Técnicas (CT) de normalização A CT 80 - Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade funciona no ONS Associação Portuguesa da Qualidade (APQ) e tem elaborado as normas portuguesas de Gestão da Qualidade e Garantia da Qualidade. O IPQ está representado nesta CT, enquanto vogal. A CT 164 Responsabilidade Social funciona no ONS Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) e tem elaborado as normas portuguesas de responsabilidade social. Em 2011 concluiu a tradução da norma ISO Linhas de Orientação da Responsabilidade Social (NP ISO 26000:2011). O IPQ está representado nesta CT, enquanto vogal. A CT 179 Em 2012 prosseguiram os trabalhos da CT Organizações Familiarmente Responsáveis, do ONS APEE, para elaboração de uma norma para organizações familiarmente responsáveis. Esta norma surgiu da necessidade de dar continuidade ao referencial desenvolvido no âmbito do Projeto Comunitário EQUAL Ação na Conciliação Família- Trabalho. O IPQ está representado nesta CT, enquanto vogal e participou nas reuniões bimensais do grupo de trabalho que está a desenvolver esta norma. Cooperação No quadro da sua missão e competências legais, enquanto organismo coordenador do Sistema Português da Qualidade, o IPQ vem promovendo, a título individual e em parceria com outras entidades nacionais e estrangeiras relevantes, atividades de cooperação e prestação de serviços de assistência técnica externa e a nível nacional no domínio da Qualidade com particular relevância para as áreas da Normalização e da Metrologia. Neste âmbito, as atividades de cooperação têm privilegiado a cooperação, em consórcio ou em parceria, em projetos de apoio técnico aos países da CPLP, do Magreb e a países da Europa de Leste. Para o efeito e no âmbito das visitas realizadas, tem vindo a ser assegurada a necessária articulação com a rede de entidades nacionais relevantes, face aos âmbitos concretos de cooperação, nomeadamente, a Direção- 63

63 II AUTOAVALIAÇÃO Geral das Atividades Económicas, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, a Direção Regional de Economia LVT e a colaboração empenhada do Instituto de Soldadura e Qualidade e da BRUNO JANZ. Ao longo de 2012, foi desenvolvido um conjunto significativo de iniciativas compreendendo a realização de missões técnicas de cooperação à Tunísia e também a organização de visitas de estudo para quadros superiores de organizações congéneres dos países cooperantes às infraestruturas da qualidade portuguesas. Mereceram especial enfoque as áreas da Metrologia, científica, industrial e legal, procurando-se igualmente identificar e potenciar parcerias de cooperação estratégicas nas áreas de interesse comum, através da criação de um clima de confiança e partilha de conhecimento. Tunísia É no quadro de cooperação constituído pelo consórcio IPQ e VSL - Dutch Metrology Institute, e tendo como beneficiário a Agência Nacional de Metrologia (ANM) da Tunísia que decorre o Projet de Jumelage (EuropeAid/130372/D/ACT/TN), em vigor desde 2011, e cujo términus está previsto para Este projeto tem enquadramento no programa "Appui à l administration tunisienne pour le renforcement du système nationale de métrologie", que integra o Acordo de Associação e Plano de Ação de Vizinhança - P3A II", estabelecido entre o Governo da Tunísia e a União Europeia (EuropeAid/130372/D/ACT/TN). O projeto de Jumelage (EuropeAid/130372/D/ACT/TN) visa a consolidação e o reconhecimento da Agência Nacional de Metrologia (ANM) Tunisina entidade beneficiária - e a promoção, facilitação e diversificação das relações comerciais entre a Tunísia e a UE, através de: Desenvolvimento de nova legislação e regulamentos técnicos harmonizados com o acervo comunitário, nomeadamente, no âmbito da Avaliação de Conformidade Europeia (ECA); Reforço das infraestruturas para atender às necessidades da metrologia nacional e regional; Incremento da capacidade de gestão e de intervenção da ANM. A concretização técnica das ações de cooperação externa previstas, implica a necessária articulação dos diferentes departamentos do IPQ e outras entidades parceiras, a nível nacional, no sentido de proporcionar uma resposta adequada às necessidades identificadas, através de um correto planeamento das atividades e rigoroso controlo técnico-financeiro da sua execução. O plano de cooperação aprovado em dezembro de 2011 previu um total de vinte e sete missões e sete visitas de estudo ao Laboratório Central de Metrologia do IPQ, para quadros superiores Tunisinos, das quais foram realizadas 7 missões na Tunísia e 4 visitas de estudo a Portugal em De 16 a 20 de abril, decorreu uma primeira visita de estudo ao Laboratório Nacional de Metrologia do IPQ, coorganizada pelo Departamento de Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus e pelo Departamento de Metrologia do IPQ, na qual participaram representantes da Agência Nacional de Metrologia, do Ministério da Defesa e do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas tunisinos, com responsabilidades nos respetivos laboratórios de metrologia, e em particular nos domínios do Tempo e da Frequência e da Eletricidade e Magnetismo. 64

64 II AUTOAVALIAÇÃO Posteriormente, foi realizada uma visita em junho, que focou o programa de trabalhos no domínio da metrologia legal, abordando as questões do enquadramento jurídico, o seu âmbito e abrangência, tendo em vista proporcionar uma visão clara do modelo de organização nacional, pioneiro a nível europeu, que considera a gestão descentralizada das atividades do controlo metrológico, em entidades para o efeito qualificadas pelo IPQ estratégia que foi prosseguida nas duas visitas seguintes. A taxa de realização de missões previstas corresponde a 94% face ao planeado devido a uma pequena alteração solicitada pelo Beneficiário (ANM) sem impacto relevante quer nos trabalhos realizados quer no planeamento das missões para Argélia Ainda no quadro de cooperação com os países do Magreb, realizaram-se de 7 a 9 de maio e de 14 a 15 de maio de 2012 duas visitas de estudo de duas Delegações Argelinas no âmbito da conclusão do Project de Jumelage DZ/09/AA/FI/02 «Appui au Ministère de l Iindustrie de la Petite et Moyenne Enterprise et de la Promotion de l Investissement pour la préparation d accords ACAA avec L UE dans le domaine de l évaluation de la conformité» e cujo consórcio é integrado, para além da Argélia, pela AFNOR, DIN e BAM. A Delegação Argelina foi chefiada pelo Diretor do Instituto Nacional de Metrologia Legal Argelino, coadjuvado pela Secretária Geral daquela instituição, e teve oportunidade de conhecer a realidade nacional em matéria de infraestruturas da metrologia, quer no que respeita ao Laboratório Nacional de Metrologia, quer em matéria de serviços e produtos disponíveis neste âmbito, através de visitas organizadas aos Laboratórios de Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) e à Bruno Janz que vêm colaborando de forma estreita com o IPQ e que muito contribuíram para o sucesso da iniciativa Administração Geral Sistemas de Informação No que à Área de Informática diz respeito no âmbito PROQUAL, salientamos a aquisição de diverso equipamento informático, prosseguindo a modernização do parque instalado, seguindo rigorosamente toda a tramitação do Código das Compras Públicas, nomeadamente quanto aos computadores pessoais que foi renovado tal como previsto no Plano de Atividades. A exploração do PROQUAL tem vindo a ser efetuada de acordo com as condicionantes próprias dos sistemas que entram de novo numa organização, com correções e melhorias funcionais que entretanto foram aparecendo. Realizou-se um inquérito de satisfação aos/às clientes internos/as sobre da capacidade de resposta da Informática às solicitações dos utilizadores, tendo sido recebidas 31 respostas e obtida uma média global de satisfação de 6,9, numa escala de 1 a 10. Com a mesma finalidade, foi igualmente realizado um inquérito de satisfação aos trabalhadores do Instituto Português de Acreditação, I.P., como organismo externo cliente dos serviços prestados pelo Departamento de Administração Geral do IPQ, nomeadamente da Equipa de Tecnologias de Informação, tendo sido atingido o valor de 5, numa escala de 1 a

65 II AUTOAVALIAÇÃO A prestação de serviços de outsourcing do Data Center da infraestrutura de sistemas foi acompanhado com base na avaliação de relatórios mensais que a empresa prestadora do serviço tem produzido, que têm permitido o cumprimento em geral dos níveis de serviço contratados. Prosseguiram as ações no sentido de permitir as condições de infraestrutura informática para o desenvolvimento do Projeto de rede descentralizada de consulta ao acervo normativo digital Use Normas. Marque a Diferença. Recursos Humanos Em 31 de dezembro de 2012 o nº global de efetivos do Instituto era de 86 trabalhadores, registando um decréscimo de cerca de 2,3% relativamente à mesma data de Esta tendência decrescente tem-se vindo a registar nos últimos anos, apenas interrompida no ano de 2010 com a regularização das situações de contratação de aquisição de serviços, que, através de procedimentos concursais, terminou com a integração desses trabalhadores no mapa de pessoal deste Instituto. No ano em análise foi realizado um inquérito de satisfação dos clientes internos da Área de Recursos Humanos, com a finalidade de avaliar a qualidade dos serviços prestados, nomeadamente a qualidade e o tempo de resposta às solicitações feitas pelos diversos trabalhadores a este serviço, tendo-se atingido o valor de 8,3, numa escala de 1 a 10. Com a mesma finalidade, foi igualmente realizado um inquérito de satisfação aos trabalhadores do Instituto Português de Acreditação, I.P., como organismo externo cliente dos serviços prestados pelo Departamento de Administração Geral do IPQ, nomeadamente da Área de Recursos Humanos, tendo sido atingido o valor de 8,4, numa escala de 1 a 10, superior aos 7,5 registados em O desenvolvimento dos recursos humanos, pormenorizadamente analisado, consta do Balanço Social de 2012, elaborado como documento autónomo e que se anexa. Logística No âmbito da centralização dos procedimentos de contratação das aquisições na Unidade Ministerial de Compras do Ministério da Economia e do Emprego, procedeu-se à aquisição de papel, material de economato, consumíveis de impressão e produtos de higiene e limpeza, assim como foram concluídos os concursos públicos abertos ao abrigo dos Acordos-Quadro pela Secretaria Geral do MEE, para aquisição de serviços, nomeadamente de limpeza, segurança e comunicações móveis terrestres. Embora a diminuição dos custos associados seja significativa, há que lamentar a morosidade na feitura dos concursos, de forma a dar resposta às solicitações internas, bem como a fraca qualidade em geral dos produtos fornecidos pelas empresas selecionadas ao abrigo dos Acordos-Quadro, uma vez que a sua seleção se tem pautado pelos critérios do mais baixo preço, em detrimento do balanço preço/qualidade. É, no entanto, de realçar pela positiva o excelente contrato de comunicações móveis terrestres assinado através da Secretaria Geral do MEE, que, mantendo a mesma qualidade anterior, permitiu a este Instituto a redução de custos mensais na ordem dos 70%. 66

66 II AUTOAVALIAÇÃO Procedeu-se à aquisição de equipamentos e serviços diversos no respeito integral pelo Código das Compras Públicas, tendo sido solicitados os pareceres prévios ao Senhor Secretário de Estado da Administração Pública, tendo em conta a portaria nº 9/2012, de 10 de janeiro, e tendo sempre presente quer a constituição dos Júris, quer as de Grupos de Trabalho, mesmo quando tal não era obrigatório, a fim de dar cumprimento ao Plano de Prevenção da Corrupção e Infrações Conexas, aquando da análise das propostas apresentadas. Conforme previsto no Plano de Atividades, foi implementado um processo de registo e controlo de consumos energéticos que permitirá sustentar o sistema de controlo de eficiência energética, a desenvolver em 2012, no âmbito do Projeto ECO.AP. Neste mesmo contexto, foi renomeado o Gestor Local de Energia e Carbono, tendo o IPQ integrado o conjunto de entidades públicas que permitiu elaborar o primeiro Barómetro de Eficiência Energética na Administração Pública. Tendo ainda em conta a necessidade de prestação de todo o apoio técnico necessário à manutenção evolutiva e bom funcionamento dos softwares já adquiridos, com versões atualizadas do SINGAP, celebrou-se um contrato de garantia de upgrade do licenciamento do sistema atrás referenciado. No ano em análise foi realizado um inquérito de satisfação dos clientes internos da Área da Logística, com a finalidade de avaliar a qualidade dos serviços prestados, nomeadamente apoio logístico e fornecimento e entrega de material solicitado, tendo-se atingido o valor de 7,6, numa escala de 1 a 10. Atividade Financeira e Patrimonial Foram realizados dois inquéritos de satisfação dos clientes internos, um dirigido a todos os trabalhadores do IPQ, e outro dirigido aos trabalhadores do IPAC, com a finalidade de avaliar a qualidade dos serviços prestados pela Unidade Financeira e Patrimonial (UFP). Os resultados destes inquéritos foram, de 7,9 para o IPQ e de 7,8 para o IPAC o que, numa escala de 1 a 10, revelou um bom desempenho. Em relação ao prazo médio de pagamento a fornecedores (PMP), os mesmos atingiram os 3 dias, tendo este objetivo sido cumprido, continuando o processo de melhoria iniciado em anos anteriores, e que face ao nível atingido se considera suscetível apenas de consolidação para o futuro. Este ano foram fixados objetivos de disponibilização de informação de gestão tanto à administração como aos outros departamentos do IPQ, de acordo com um ciclo de gestão cujos objetivos de tempos médios de resposta foram superados. Um dos maiores problemas que o IPQ tem enfrentado na gestão financeira tem sido a dificuldade de identificação de movimentos bancários, que tem merecido uma especial atenção por parte da UFP, tendo-se conseguido em 2012, eliminar o número de movimentos por identificar nas reconciliações bancárias, por forma a espelhar de forma mais segura a situação financeira do instituto. 67

67 II AUTOAVALIAÇÃO Atividade jurídica e produção legislativa nacional e comunitária No ano de 2012, a Assessoria Jurídica (NJURI) recebeu 185 pedidos de apoio jurídico, aos quais respondeu através de 733 documentos escritos e devidamente registados no Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) que tem implementado, na sua estrutura de funcionamento. Em cumprimento do contrato de prestação de serviços que o IPQ celebrou, ao abrigo dos respetivos Estatutos, no início de 2006, com o IPAC, o IPQ foi ainda responsável, através do NJURI, por todo o apoio solicitado por aquela entidade. Foram recebidas 50 solicitações escritas, as quais foram respondidas dentro dos prazos fixados, através de 46 documentos. Em 2012, o IPQ foi chamado a pronunciar-se relativamente a 17 projetos de diplomas oriundos de vários serviços, bem como de diversos Ministérios. O IPQ prestou ainda colaboração no âmbito de obrigações decorrentes de acordos internacionais, nomeadamente, no âmbito da notificação à Comissão Europeia e ao Secretariado da Organização Mundial de Comércio (OMC) de projetos de diplomas legais contendo normas e regras técnicas. Salienta-se, ainda, a ação desenvolvida pelo NJURI, durante o ano de 2012, para cobrança de dívidas ao IPQ com antiguidade superior a um ano, cujos ofícios de interpelação foram abrangidos nas respostas acima referidas mas não no número de pedidos, atento o facto de se tratar de uma ação da iniciativa do NJURI e não por solicitação dos serviços. 2.9 Afetação real e prevista dos recursos humanos, materiais e financeiros Análise aos recursos financeiros A análise evolutiva dos últimos anos dá-nos a perceção de uma tendência para um aumento da receita, mais significativo do que o da despesa, sendo de realçar que não houve, em todo este período, qualquer transferência do OE para despesas de funcionamento. Ano Evolução das Receitas Próprias (EUR) Orçamento de Receitas Próprias Aplicação de receitas no ano Saldo para a gerência seguinte Nota: a Receita de 2011 incluiu de venda de património à Estamo 68

68 II AUTOAVALIAÇÃO Evolução das Receitas Totais Autofinanciamento (EUR) Ano OE PIDDAC Orçamento Privativo Receitas Gerais Auto- Financiamento % % % % % Evolução e Composição da Aplicação de Fundos (EUR) Ano Pessoal Despesas Correntes Despesas de Capital TOTAL Em 2012 verificou-se mais uma vez redução de despesas de acordo com as diretrizes do Governo, mantendo-se a suspensão de procedimentos concursais para admissão de recursos humanos, a redução remuneratória de vencimentos e os novos compromissos ficaram sujeitos a parecer prévio. Os resultados da execução orçamental, na ótica da despesa, foram os constantes do quadro seguinte: Execução orçamental na ótica da despesa Orçamento Inicial Orçamento disponivél (*) A Pagamentos (**) B Execução (B/A*100) Orçamento de Funcionamento % UE-OUTROS % Autofinanciamento % Transição de Saldos % Transf IPAC % Orçamento de Investimento do Plano % FEDER % Autofinanciamento % Total % (*) Orçamento inicial +/-alterações orçamentais-cativos+saldos do ano anterior (**)Liquidos de reposições Os investimentos financeiros titulados em unidades de participação em entidades não societárias ascendem ao montante de ,98. 69

69 II AUTOAVALIAÇÃO Participações detidas em Identificação da participação Denominação Participação em 31 de dezembro de 2012 social Valor nominal Percentagem CATIM-Centro de Apoio Técnico à Indústria Metalomecânica 4.987,98 0,95% CENTIMFE-Centro Tecnológico da Indústria de Moldes e Ferramentas Especiais 5.985,57 0,80% CEVALOR-Centro Tecnológico para aproveito e valorização de Rochas Ornamentais e Industriais 2.493,99 0,29% CITEVE-Centro Tecnológico da Indústria Textil e Vestuário de Portugal 2.992,7 9 0,14% CPD-Centro Português de Design ,00 10,7 0% CTCP-Centro Tecnológico do Calçado de Portugal 5.486,7 8 0,29% CTCOR-Centro Tecnológico da Indústria da Cortiça 7.481,97 1,06% CTCV-Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro ,55 3,01% CTIC-Centro Tecnológico da Indústria do Couro 5.486,7 8 1,7 8% RELACRE-Associação de Laboratórios Acreditados de Portugal 997,60 1,05% CEDINTEC-Centro para o Desenv olv imento e Iniv ação Tecnológicos 2.500,00 7,14% AGENEAL-Agência Municipal de Energia de Almada 4.987,98 1,88% T otal ,98 Análise aos Recursos Humanos Foram planeados recursos humanos com pontuação 1269, para preenchimento completo do Mapa de Postos de Trabalho, tendo sido executados 903. Grau de realização dos Recursos Humanos planeados Categoria/cargo Pontuação planeada Pontuação Executada Desvio (Exe- Plan.) Grau de Realizaç ão (%) Dirigentes Direção Superior ,3 Dirigentes Direção intermédia ,0 Técnico Superior ,0 Coordenador Técnico ,0 Assistente Técnico ,3 Assistente Operacional ,3 TOTAL ,2 O desvio verificado deve-se essencialmente à falta de dirigentes e técnicos superiores, cuja contratação não foi possível efetuar por ter sido superiormente determinada a suspensão de todos os processos de admissão por via concursal, o que causa graves problemas na eficácia da atividade e provoca um grande esforço adicional por parte do/as trabalhadores/as e dirigentes, cujo empenho, dedicação e compromisso com o serviço, se entende por esta forma realçar. 70

70 III BALANÇO SOCIAL III - Balanço Social Recursos Humanos O desenvolvimento dos Recursos Humanos, pormenorizadamente analisado, consta do Balanço Social elaborado como documento autónomo. Em 31 de dezembro de 2012, o número total dos efetivos globais do Instituto era de 86 trabalhadores/as, o que representa um decréscimo de 2 trabalhadores/as relativamente ao ano 2011 (88 trabalhadores/as). Relativamente ao ano anterior, a Taxa de Vínculo (88,4%) registou um acréscimo de cerca de 1%, o que se deveu à saída de 2 trabalhadores/as em Comissão de Serviço, por motivo de aposentação. A Taxa de Tecnicidade verificada em 2012 (97,7%) registou um acréscimo de cerca de 1% em relação ao ano anterior, devido à redução do número de efetivos. A Taxa de Formação Superior foi no ano de 2012 de 64%, havendo um acréscimo de cerca de 1,5% em relação a 2011, motivado pela conjugação da redução de efetivos e da entrada de 3 técnicas superiores, sendo uma por procedimento concursal e as outras duas por mobilidade interna na categoria. A Taxa de Feminização (3,5) teve um decréscimo de 1% em relação ao ano anterior, o que se deveu à saída de uma dirigente por aposentação. É contudo de referir que do efetivo feminino, apenas 4,7% ocupa cargos de dirigente, opondo-se a este valor uma taxa de cerca de 18,2% para o efetivo masculino. O IPQ caracteriza-se por possuir uma população de idade mediana, considerando que cerca de 65% do efetivo tem menos de 55 anos, e o nível etário médio é de 49,2 anos. A Taxa de Absentismo registou um decréscimo de cerca de meio ponto percentual em relação a 2011, passando para 6,6% e tendo como principais causas deste valor a elevada percentagem de faltas por Doença com 33,6%, Junta Médica com 28,2% e Consulta Médica com 10,2%. Formação Profissional Durante todo o ano de 2012, foram alvo de formação profissional 76 do/as 92 trabalhadores/as, contabilizados/as ao longo de todo o ano, o que se traduz num decréscimo de cerca de 14% em relação a 2011, no entanto foram abrangidos todos grupos profissionais. O nº total de horas de formação foi de 2 615, o que faz uma média de cerca de 34 horas por trabalhador/a. Os custos totais com a formação em 2012 foram de ,95, o que se traduz num decréscimo de 7% em relação aos valores de As ações de formação realizadas incidiram, na sua maior parte, na área de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), tendo em vista o processo de implementação do sistema PROQUAL no IPQ, logo seguida pelas áreas de Gestão e Administração Pública. 71

71 IV AVALIAÇÃO FINAL IV -Avaliação Final A) Apreciação qualitativa e quantitativa dos resultados alcançados A expressão qualitativa da avaliação final do desempenho do IPQ corresponde à menção de Desempenho Bom, tendo em conta que o IPQ atingiu 5 objetivos e superou 2, tendo tido um valor global de desempenho do QUAR de 107%, conforme se pode confirmar no Mapa de Execução do QUAR em Anexo A1. O quadro seguinte sintetiza o grau de realização dos objetivos e a avaliação dos resultados. Parâmetros Ponderação Grau de realização EFICÁCIA 50% 54,5% EFICIÊNCIA 30% 30% QUALIDADE 20% 22,5% Avaliação final do serviço BOM 107% SATISFATÓRIO INSUFICIENTE Os resultados de 2012, constantes no QUAR, quando comparados com os do ano anterior, revelam a continuidade de uma evolução positiva, na sua generalidade. A execução global do plano de atividades foi elevada (70%), tendo em conta os resultados obtidos, medidos através dos respetivos indicadores e de que se foi dando conta ao longo deste relatório. B) Menção proposta pelo dirigente máximo De acordo com o n.º 1 do artigo 18.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de dezembro, como resultado da autoavaliação, proponho ao abrigo do n.º3 do mesmo artigo, que seja atribuída ao IPQ a menção qualitativa de desempenho BOM. X Jorge Marques dos Santos Presidente do Conselho Diretivo Assinado por: Jorge Manuel Diogo Marques dos Santos 72

72 IV AVALIAÇÃO FINAL C) Conclusões prospetivas A prossecução da missão do IPQ, consubstanciada no cumprimento de objetivos estratégicos e operacionais apresentados no QUAR e Plano de Atividades de 2013 traduz a continuidade do esforço de modernização administrativa do Estado e de garantia da defesa dos consumidores e regulação dos mercados no sentido da promoção da competitividade da economia portuguesa, num contexto de contração económica. Considerando que em 2013 se assinalam os 30 anos do Sistema Português da Qualidade, vai ser lançado o Projeto SPQ EXPO Fórum e Exposição de Normalização, Metrologia e Qualificação. O SPQ Expo será um evento anual destinado aos profissionais da área da qualidade e a todas as entidades que integram o Sistema Português da Qualidade, reunindo todos os parceiros nacionais envolvidos na Normalização, Metrologia e Qualificação, num ambiente que proporcionará às pessoas e organizações contactar com os principais profissionais do setor e encontrar um público-alvo à procura de soluções e inovação. A primeira edição do evento está prevista decorrer nos dias 26 e 27 de setembro de 2013, no Porto, EXPONOR, e terá como grande objetivo discutir temas na área da metrologia legal e científica, da normalização, da qualidade, inovação e avaliação da conformidade, aproximando e integrando pessoas e organizações nacionais e internacionais num ambiente técnico-científico. Este projeto resultada de uma parceira entre o, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) e a Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ). Atuar junto das empresas e suas associações, potenciando o SPQ e a melhoria da Qualidade como alavanca da inovação, do aumento da produtividade e da competitividade nacional, constituem um objetivo do IPQ para fortalecer as empresas com vista a estarem mais preparadas para a retoma da atividade económica e reforço das que tenham capacidade exportadora para enfrentarem a concorrência nos mercados onde atuam, em que a qualidade constitui um fator essencial para esse fim. A plena exploração da plataforma PROQUAL, com os seus novos sistemas de informação e sites colaborativos, assegurará a consolidação das mudanças nos processos desmaterializados de trabalho, nos fluxos e bases de dados documentais e nas interfaces com as entidades externas com que nos relacionamos. No âmbito da Normalização ir-se-á, nomeadamente: Reforçar a eficácia da rede de atores da normalização, incluindo os ONS Organismos de Normalização Setorial, visando a sua abrangência setorial, maior tecnicidade e sustentabilidade financeira; Incentivar todas as iniciativas de normalização nacional estimulando e sensibilizando as PME para uma participação mais ativa, dinâmica e empenhada no processo de normalização; Continuar o esforço para modernizar o acervo Normativo Nacional disponibilizando um cada vez maior número de versões portuguesas de normas europeias, tirando partido dos apoios comunitários do projeto plurianual Framework Partnership Agreement - FPA 2013/2014 da Comissão Europeia; Melhorar a infraestrutura de suporte ao acesso e à aquisição das normas e de outros documentos normativos, tendo em vista o aumento da visibilidade e acessibilidade do uso das Normas pelos agentes económicos, em particular pelas PME, nomeadamente através da extensão da rede descentralizada de consulta ao acervo normativo eletrónico nacional Use Normas Marque a 73

73 IV AVALIAÇÃO FINAL Diferença lançada em 2010, por forma a cobrir a maioria do território nacional, assim como as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira; Desenvolver ou apoiar projetos que promovam a Normalização junto de públicos-alvo específicos, tais como: continuidade do Projeto Juventude abrangendo o ensino secundário e universitário público e privado; edição de coletâneas temáticas de normas em suporte DVD; realização de ações de formação/sensibilização, nomeadamente junto de associações profissionais e industriais. Uma vez que a Metrologia está presente no dia-a-dia da economia, do comércio, da ciência e tecnologia e nos domínios ligados ao bem-estar do cidadão como a saúde e o ambiente, cada vez é maior o rigor e confiança exigidos aos instrumentos de medição utilizados nesses domínios. Neste âmbito, perspetivar-se-á um esforço redobrado de promoção e divulgação das capacidades do IPQ, bem como de sensibilização da indústria e dos cidadãos em geral para as atividades metrológicas de natureza obrigatória e voluntária, designadamente: Promover o desenvolvimento da metrologia nacional reforçando a participação nos projetos internacionais e a participação em comparações interlaboratoriais; Reorganizar a rede nacional de metrologia legal e melhorar o seu funcionamento, nomeadamente intensificando as auditorias aos Organismos de Verificação Metrológica (OVM) e outras entidades; Desenvolver e consolidar o controlo metrológico a nível nacional, melhorando a qualidade dos serviços prestados e o acompanhamento das entidades intervenientes; Aumentar a eficiência da atividade dos laboratórios metrológicos (Certificados/Relatórios/Boletins por FTE); Reforçar o reconhecimento externo da metrologia nacional e as capacidades metrológicas do IPQ (número de CMC aceites pela EURAMET no âmbito do MRA do CIPM); Promover a metrologia na Saúde, Ambiente e Ensino. No âmbito da promoção da qualidade e desenvolvimento do SPQ e para além do Projeto SPQ Expo já referido: Será dada continuidade ao ECSI Portugal Índice Nacional de Satisfação do Cliente, aumentando a perceção da Qualidade através do conhecimento do nível de satisfação do serviço prestado aos consumidores, funcionando como um indicador geral de qualidade dos setores em que se aplica. O Prémio de Excelência PEX-SPQ será continuado como forma de reconhecimento e afirmação das organizações que utilizam metodologias de gestão pela qualidade total, baseado no modelo da European Foundation for Quality Management (EFQM); Continuar-se-á a promover a aproximação do IPQ enquanto gestor e coordenador do SPQ aos Organismos de Certificação acreditados pelo Organismo Nacional de Acreditação, com as atividades do FORUM da Certificação, envolvendo os stakeholders e players que atuam na área da certificação; Continuarão também a ser criadas as condições para aumentar o nível de participação do IPQ em parcerias e em projetos de cooperação; reforçar a intervenção e o reconhecimento internacional; fomentar a certificação de empresas e produtos; contribuir para o aumento da formação em qualidade; 74

74 IV AVALIAÇÃO FINAL No âmbito das competências regulamentares que lhe estão atribuídas, o IPQ assegurará o cumprimento dos procedimentos das Diretivas Nova Abordagem, no que diz respeito à notificação e qualificação, mantendo a Comissão Europeia e os Estados membros permanentemente informados dos Organismos Notificados (ON) no âmbito de cada Diretiva. 75

75 ANE XO A1 Mapa de execução do QUAR 2012 QUAR 2012 ANO:2012 Ministério da Economia e do Emprego Gabinete: Secretaria de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, I.P. MISSÃO: Desenvolver políticas, disponibilizar infraestruturas e metodologias, facilitadoras daafirmação daespecificidade e da competitividade do tecido sócio económico nacional, num contexto de globalização, através dos subsistemas da Normalização, da Metrologia e da Qualificação e da participação integrada da sociedade no desenvolvimento harmonioso do SPQ. VISÃO: Afirmar o SPQ como suporte ao desenvolvimento da Qualidade em todos os setores de actividade, em Portugal, contribuindo para o incremento da produtividade e da competitividade nacionais, para a melhoria da Qualidade de Vida dos cidadãos e para uma cultura da Qualidade. Objetivos Estratégicos OE 1: Consolidar a elevada satisfação dos clientes e stakeholders. OE 2: Assegurar a visibilidade e acessibilidade no uso das Normas pelos agentes económicos, particularmente nas PME, como fator de incremento da competitividade e da inovação. OE 3: Garantir o rigor das medições da rede metrológica nacional para apoio à indústria, credibilidade das transacções comerciais, defesa do consumidor, operações fiscais, segurança, saúde, energia, ambiente e das atividades económicas em geral. OE4: Assegurar sustentadamente o desenvolvimento do Sistema Português da Qualidade (SPQ) contribuindo para o aumento da competitividade, produtividade dos agentes económicos e qualidade de vida dos cidadãos. Objetivos Operacionais INDICADORES Meta 2012 Tolerância Valor crítico PESO RESULTADO TAXA REALIZAÇÃO CLASSIFICAÇÃO EFICÁCIA O1: (OE2) Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua portuguesa 50% 35% com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN-CENELEC. Ind 1 Número de documentos normativos % % Atingiu O2: (OE3) Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. 35% Ind 2 - Faturação (k ) % % Atingiu O3: (OE4) Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, 30% nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ Ind 3 - Número de eventos (seminários, workshops, congressos, encontros, ações de formação, etc). NA % % Superou EFICIÊNCIA O4: (OE3) Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE 30% 50% Ind 4 - Número de PET (1) executados por FTE. 150,8 139,8 147,5 149,0 1,5 151,0 100% 148,6 100% Atingiu O5: (OE2) Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte dos 50% agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. Ind 5 - Tempo médio de edição desde que entrem pela primeira vez no ano e até 15 de Outubro. NA 54,92 48,26 46,00 2,26 42,50 100% 44,83 100% Atingiu QUALIDADE O6: (OE1) Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no âmbito do SGQ. Ind 6 - Índice de satisfação dos clientes e entidades do SPQ numa escala de 1 a 10. O7: (OE4) Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18h acumulada a ,6 7,5 7,6 7,6 0,1 7,8 100% 7,6 100% Atingiu 20% 50% 50% Ind 9 Percentagem de trabalhadores a 31 de dezembro NA NA 79,0 87,5 2, % 100,0 125% Superou 76

76 ANE XO A1 Monitorização (Avaliação Final) Taxa de Realização dos Objetivos planeado realizado Eficácia 100% 109,0% Superou O1: (OE2) Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua portuguesa com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN-CENELEC. 100% 100,0% Atingiu O2: (OE3) Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. 100% 100,0% Atingiu O3: (OE4) Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ 100% 130,0% Superou Eficiência 100% 100,0% Atingiu O4: (OE3) Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE O5: (OE2) Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte dos agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. 100% 100,0% Atingiu 100% 100,0% Atingiu Qualidade 100% 112,5% Superou O6: (OE1) Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no âmbito do SGQ. 100% 100,0% Atingiu O7: (OE4) Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18h acumulada a % 125,0% Superou TAXA DE REALIZAÇÃO GLOBAL 100% 107,0% Superou Taxa de Realização Parâmetros até dez 2012 planeado realizado Eficácia 50% 54,5% Superou O1: (OE2) Aumentar em 2% em relação a 2011, a produção de documentos normativos editados em língua portuguesa com base no financiamento FPA celebrado entre a Comissão Europeia e CEN-CENELEC. 18% 17,5% Atingiu O2: (OE3) Atingir no mínimo a faturação de 2010 para a Metrologia Aplicada e Legal. O3: (OE4) Realizar e/ou intervir em eventos que tenham como objetivo a promoção da avaliação da conformidade, nomeadamente certificação, para consolidação e abrangência do SPQ 18% 17,5% Atingiu 15% 19,5% Superou Eficiência 30% 30,0% Atingiu O4: (OE3) Aumentar em 1% em relação a 2011 o número de Certificados/Relatórios /Boletins por FTE 15% 15,0% Atingiu O5: (OE2) Reduzir o tempo médio de edição das normas NP em português melhorando a acessibilidade por parte dos agentes económicos nacionais, nomeadamente PME, aos documentos normativos. 15% 15,0% Atingiu Qualidade 20% 22,5% Superou O6: (OE1) Manter o nível global de satisfação dos clientes e entidades do SPQ, a medir por inquérito anual no âmbito do SGQ. 10% 10,0% Atingiu O7: (OE4) Aumentar o número de trabalhadores com formação mínima de 18h acumulada a % 12,5% Superou TAXA DE REALIZAÇÃO GLOBAL 100% 107,0% Superou Recursos Humanos Dirigentes - Direcção superior Pontuação 20 Pontos Planeados 60 Pontos Executados 35 Dirigentes - Direcção intermédia e Chefes de equipa Técnico Superior Coordenador Técnico Assistente Técnico Assistente Operacional Total Nº de Efetivos no Organismo Efetivos a Planeados a Efetivos a Nº de efetivos a exercer funções Recursos Financeiros (euros) Orçamento Realizado Desvio Orçamento Funcionamento Despesas com pessoal Aquisição de bens e serviços Outras despesas correntes Despesas de capital PIDDAC Outros (incluidos no PIDDAC) Total Indicadores Fonte de Verificação Objetivo 1: Indicador 1: Ordens de Distribuição (de documentos normativos) Objetivo 2: Indicador 2: ERP de gestão Objetivo 3: Indicador 3: Base de dados de eventos (My IPQ) Objetivo 4: Indicador 4: Base de dados de RH e Aplicação de gestão de processos Objetivo 5: Indicador 5: Balanced ScoreCard do IPQ Objetivo 6: Indicador 6: Estudo de satisfação ISEGI: Objetivo 7: Indicador 7: Base de dados de Formação Notas (1) PET= Pedidos de Execução de Trabalho); FTE=Full Time Equivalent 77

77 ANE XO A2 Legislação de referência no domínio da Qualidade publicada em 2012 GERAL Decreto-Lei n.º 71/2012. D.R. n.º 58, Série I de Ministério da Economia e do Emprego Aprova a orgânica do, I. P. Aviso (extrato) n.º 14519/2012. D.R. n.º 209, Série II de Ministério das Finanças - Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública Procedimento concursal n.º 33 para o cargo de vogal do conselho diretivo do, I. P. Aviso (extrato) n.º 14520/2012. D.R. n.º 209, Série II de Ministério das Finanças - Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública Procedimento concursal, para o cargo de presidente do conselho diretivo do, I.P. Aviso (extrato) n.º 15197/2012. D.R. n.º 218, Série II de Ministério das Finanças - Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública Procedimento concursal para o cargo de vogal do conselho diretivo do, I. P. METROLOGIA Despacho n.º 129/2012. D.R. n.º 5, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de dispositivos limitadores de velocidade n.º de ELECTROTIRES, Lda. Despacho n.º 1515/2012. D.R. n.º 23, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de MICOTEC Despacho n.º 1646/2012. D.R. n.º 25, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de serviço concelhio de metrologia como organismo de verificação metrológica Despacho n.º 1717/2012. D.R. n.º 26, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de serviço concelhio de metrologia como organismo de verificação metrológica de António José Taborda Carapito Aviso n.º 2172/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de serviços municipais de metrologia como organismos de verificação metrológica Despacho (extrato) n.º 2020/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de reservatórios de armazenamento de instalação fixa de Bureau Veritas Rinave Norte 78

78 ANE XO A2 Despacho n.º 2021/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de sonómetros de ISQ Despacho n.º 2022/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de indicadores automáticos de referenciação do nível de líquidos de Bureau Veritas Rinave Despacho n.º 2023/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica das cisternas de transporte rodoviário e ferroviário de Bureau Veritas Rinave ACE Despacho n.º 2024/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de reservatórios de armazenamento de instalação fixa de Bureau Veritas Rinave Despacho n.º 2025/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica das cisternas de transporte rodoviário e ferroviário de Bureau Veritas Rinave Norte Despacho n.º 2026/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de instrumentos de medição de comprimento (conta-metros) de ISQ Despacho n.º 2027/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de contadores e sistemas de medição continua e dinâmica de grande caudal de quantidades de líquidos com exclusão de água de GUIMABOMBAS Despacho n.º 2028/2012. D.R. n.º 31, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de Auto Mecânica Besunta Despacho n.º 2349/2012. D.R. n.º 34, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de serviço concelhio de metrologia como organismo de verificação metrológico do Centro Metrológico Médio e Sul do Tejo Despacho n.º 2396/2012. D.R. n.º 35, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de GRANDOLACAR Despacho n.º 2710/2012. D.R. n.º 40, Série II de

79 ANE XO A2 Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Revogação parcial do despacho n.º 4021/2008, de 23 de janeiro Despacho n.º 2711/2012. D.R. n.º 40, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de CONTIMETRA Despacho n.º 2712/2012. D.R. n.º 40, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação do modelo n.º de CONTIMETRA Despacho n.º 3079/2012. D.R. n.º 44, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de indicadores automáticos de referenciação do nível de líquidos, de BUREAU VERITAS RINAVE ACE Despacho n.º 3080/2012. D.R. n.º 44, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológico de reservatórios de armazenamento de instalação fixa Despacho n.º 3127-A/2012. D.R. n.º 44, Suplemento, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação complementar do modelo n.º , de Siemens, S. Despacho n.º 3315/2012. D.R. n.º 47, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação do modelo n.º de Fullpark Despacho n.º 3386/2012. D.R. n.º 48, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Despacho de aprovação de modelo n.º de PCL Pneumátic Components Limited Despacho n.º 3962/2012. D.R. n.º 56, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Despacho de aprovação de modelo n.º de Tacos Passarinho, Lda. Despacho n.º 4075/2012. D.R. n.º 57, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de totalizadores contínuos de ISQ Despacho n.º 4076/2012. D.R. n.º 57, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de organismo de verificação metrológica de sistemas de medição de força das máquinas de ensaio de ISQ Despacho n.º 4251/2012. D.R. n.º 60, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de parquímetros n.º de Multifrota Parking, Lda. 80

80 ANE XO A2 Despacho n.º 5066/2012. D.R. n.º 73, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de tacógrafos n.º , de Carlos Alberto & Silva, Lda. Despacho n.º 5356/2012. D.R. n.º 78, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação complementar do modelo n.º de CONTELEC - Sociedade Eletrónica e Telecomunicações, Lda. Despacho n.º 5480/2012. D.R. n.º 80, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de Bilhares Carrinho Despacho n.º 7102/2012. D.R. n.º 100, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º , de Tacodiesel - Comércio e Reparações, Lda. Despacho (extrato) n.º 7872/2012. D.R. n.º 111, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo Despacho (extrato) n.º 7873/2012. D.R. n.º 111, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Certificado de reconhecimento Despacho n.º 7959/2012. D.R. n.º 112, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de SDT ELECTRONICA, S. A Despacho n.º 8127/2012. D.R. n.º 114, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação como Organismo de Verificação Metrológica de Cisternas de Transporte Rodoviário e Ferroviário de SGS Portugal Despacho n.º 8334/2012. D.R. n.º 119, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo complementar n.º de Micotec Electrónica, Lda. Despacho n.º 8454/2012. D.R. n.º 121, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de Fernando L. Gaspar Despacho n.º 9631/2012. D.R. n.º 137, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação do modelo n.º de multifrota Despacho n.º 9957/2012. D.R. n.º 142, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. 81

81 ANE XO A2 Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de MAN TRUCK Despacho n.º 10125/2012. D.R. n.º 145, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de PARKARE Despacho n.º 10186/2012. D.R. n.º 146, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de MRA Despacho n.º 10248/2012. D.R. n.º 147, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de FRIGICOLL Despacho n.º 10551/2012. D.R. n.º 151, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de BRUEL & Kjaer Despacho n.º 10740/2012. D.R. n.º 153, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de EQUIPFARM, S. A. Despacho n.º 11373/2012. D.R. n.º 162, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instaladores de dispositivos limitadores de velocidade n.º de MAN TRUCK Despacho n.º 11374/2012. D.R. n.º 162, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação complementar do modelo n.º de PETROTEC Despacho n.º 11421/2012. D.R. n.º 163, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de Grândola Despacho n.º 11499/2012. D.R. n.º 164, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de tacógrafos n.º de HCENTER Despacho n.º 11651/2012. D.R. n.º 167, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Renovação de aprovação de modelo n.º de PAR SISTEM Despacho n.º 11652/2012. D.R. n.º 167, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de tacógrafos n.º de SCANGARV Despacho n.º 11684/2012. D.R. n.º 168, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de A. P. Costa 82

82 ANE XO A2 Despacho n.º 11796/2012. D.R. n.º 171, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de tacógrafos n.º de José Albino Fernandes Despacho n.º 11869/2012. D.R. n.º 173, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação Complementar de Modelo n.º de RESOPRE Despacho n.º 12370/2012. D.R. n.º 184, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º , da SOLTRAFEGO Despacho n.º 12647/2012. D.R. n.º 188, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de reparador e instalador de tacógrafos n.º de António Gomes Pereira, Lda. Despacho n.º 12776/2012. D.R. n.º 189, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de IBEREQUIPE, Lda. Despacho n.º 12864/2012. D.R. n.º 190, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de Carlos Domingues Despacho n.º 12941/2012. D.R. n.º 191, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de ENA PORTUGAL Despacho n.º 13005/2012. D.R. n.º 192, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de Carlos Domingues Despacho n.º 13088/2012. D.R. n.º 193, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de LUSILECTRA Despacho n.º 13198/2012. D.R. n.º 195, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Renovação de aprovação de modelo n.º de RESOPRE Despacho n.º 13433/2012. D.R. n.º 199, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de TACOFRANCO Despacho n.º 13469/2012. D.R. n.º 200, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de Auto Sueco, Lda. 83

83 ANE XO A2 Despacho n.º 13568/2012. D.R. n.º 202, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo de Carlos Domingues Despacho n.º 14156/2012. D.R. n.º 211, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de JCFERREIRA Despacho n.º 14239/2012. D.R. n.º 212, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de dispositivos limitadores de velocidade n.º de HCENTER Declaração de retificação n.º 1410/2012. D.R. n.º 213, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Retifica o despacho n.º 8454/2012 Despacho n.º 14515/2012. D.R. n.º 217, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de instalador de tacógrafos n.º de ASLEIRIA Despacho n.º 15168/2012. D.R. n.º 228, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Qualificação de sistemas de medição distribuidores de combustível n.º de TECNOPETROL Despacho n.º 15169/2012. D.R. n.º 228, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Instrumentos de pesagem separadores de funcionamento automático Despacho n.º 15170/2012. D.R. n.º 228, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Verificação periódica de taxímetros 2012 Despacho n.º 15500/2012. D.R. n.º 235, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Aprovação de modelo n.º de Aplein Engenheiros, Lda. Despacho n.º 16600/2012. D.R. n.º 252, Série II de Ministério da Economia e do Emprego -, I. P. Organismo de verificação metrológica de refratómetros de Paulo Bré 84

84 ANE XO A3 Organismos europeus e internacionais com participação institucional do IPQ METROLOGIA BIPM Bureau International des Poids et des Mesures ; EURAMET European Association of National Metrology Institutes; OIML Organization International de Métrologie Légale ; WELMEC European Legal Metrology Cooperation Comissão Europeia Comité Instrumentos de Medição. INFORMAÇÃO CNRT Comité de Normas e Regras Técnicas; EFSD European Forum for Standards Diffusion; INFCO ISO Council Committee on Information. NORMALIZAÇÃO CEN European Committee for Standardization; CENELEC European Committee for Electrotechnical Standardization; ECISS European Committee for Iron and Steel Standardization; ETSI European Telecommunications Standards Institute; IEC International Electrotechnical Commission; ISO International Organization for Standardization. OUTRAS ATIVIDADES EFQM European Foundation for Quality Management; ECPSA European Consumer Product Safety Organization; COPANT Comissión Panamericana de Normas Tecnicas; COPOLCO ISO Committee on Consumer Policy (observador); DEVCO ISO Development Committee. 85

85 ANE XO A4 Lista de atividades de Divulgação Técnico-Científica da Metrologia Eventos organizados 1º Encontro Regional de instaladores e reparadores de tacógrafos de Faro; 1º Encontro Regional de instaladores e reparadores de tacógrafos de Coimbra; 1º Encontro Regional de instaladores e reparadores de tacógrafos do Porto; 1º Encontro Nacional de instaladores e reparadores de SMDC; 1º Encontro de instaladores e reparadores do Sul de taxímetros; Seminário Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação; II Encontro A Metrologia na Saúde; Seminário 500 anos da 1ª edição das Ordenações Manuelinas. Publicações/Artigos Comunicações orais em conferências científicas A. Furtado, Importância da calibração de densímetros de tubo vibrante na hemodialise, II Encontro Metrologia na Saúde,, Caparica, 11 dezembro de 2012; Elsa Batista, Calibração e utilização de seringas infusoras, Colóquio/II encontro Metrologia para a Saúde, Dezembro 2012/IPQ-Caparica; Elsa Batista, Desenvolvimento de um padrão de microcaudal de fluidos, Colóquio/5º Encontro SPMET, Novembro 2012/Coimbra; Elsa Batista 1, João Gala 2, Luís Ribeiro1, Nelson Almeida 1, Eduarda Filipe 1, Rui Martins 2, Desenvolvimento de Um Padrão de Microcaudal de Fluidos, 1 Instituto Português da Qualidade, 2 Faculdade de Ciências e Tecnologia, 5º Encontro Nacional da SPMet Medir para a Segurança, 8 de novembro de 2012; F. A. Dias, G. Baptista e E. Filipe, Comparação Internacional EURO.QM-S5 / 116: Misturas de CO2 em N2, 5º Encontro da Sociedade Portuguesa de Metrologia, Coimbra, 8 novembro de 2012; Andreia Furtado, Ana Rita Madeira, Olivier Pellegrino, Florbela Dias, Isabel Spohr e Eduarda Filipe, Metrologia do teor de álcool como garantia de segurança, 5º Encontro da Sociedade Portuguesa de Metrologia, Coimbra, 8 novembro de 2012; Cristina Silva Oliveira, Florbela Dias e Eduarda Filipe, Padrões para a medição de ph de água do mar, 5º Encontro da Sociedade Portuguesa de Metrologia, Coimbra, 8 novembro de 2012; G. Baptista, F. A. Dias e E. Filipe, Metrologia de gases para a sua segurança, 5º Encontro da Sociedade Portuguesa de Metrologia, Coimbra, 8 novembro de 2012; Sérgio Jacinto, A. Furtado, I. Spohr, H. Navas, E. Filipe, Validação de um Sistema Absoluto para a Determinação da Massa Volúmica de Líquidos, 5º Encontro Nacional da SPMET, CCTV, Coimbra, 8 novembro de 2012; 86

86 ANE XO A4 Olivier Pellegrino, Isabel Godinho, Carlos Oliveira, Eduarda Filipe, Grandezas Fisiológicas do SI, Física 2012, 18ª Conferência Nacional de Física e 22º Encontro Ibérico para o Ensino da Física, Universidade de Aveiro, setembro 2012; A. Furtado, F. Pinto Machado, I. Spohr, E. Filipe, Influência da variação da massa volúmica no volume efetivo dos pré-embalados vinícolas, 11º Encontro de Química dos Alimentos, Instituto Politécnico de Bragança, 16 a 19 de setembro de 2012; Elsa Batista, Calibration of large proving tank method validation, Coloquio/ISFFM 2012, Junho 2012/Colorado Springs; Elsa Batista, Current Status of the Euramet interlaboratory comparison of 1000 L proving tank, Coloquio/CAFMET2012, abril 2012/Marrocos; O. Pellegrino, A. Furtado, E. Filipe, Incertezas associadas à Reta de Calibração, Encontro Nacional da Sociedade Portuguesa de Matemática, Universidade do Algarve, julho de 2012; A. Furtado, A.R. Madeira, O. Pellegrino, F. Dias, I. Spohr, E. Filipe, Metrologia do Teor de Álcool como garantia de segurança 5º Encontro SPMet, novembro de 2012, CTCV. Revistas Nacionais e Internacionais M. do Céu Ferreira (2012) The role of metrology in the field of medical devices. Int. J. Metrol. Qual. Eng. 2, DOI: /ijmqe/ ; I. Godinho, L. Ribeiro, A. Ribeiro, E. Filipe; Validação da Incerteza Associada a um Potenciómetro de Josephson pelo Método de Monte Carlo, Revista Medições e Ensaios - SPMet, vol. 1, nº 3, set. 2012, ISSN , 21-38; V. Oliveira, I. Godinho, L. Ribeiro, E. Filipe; Calibração Primária de Acelerómetros-padrão por interferometria lnterferomertria laser - Medição de amplitudes sub-micrométricas, Revista Medições e Ensaios - SPMet, vol. 1, nº 1, jan. 2012, ISSN , 27-33; Elsa Batista, Nelson Almeida, Luís Ribeiro, Eduarda Filipe, Otimização da Metodologia de Calibração Volumétrica de Recipientes Graduados Através de uma Aplicação Labview, Revista Medições e Ensaios SPMet, vol. 1, nº 3, set. 2012, ISSN , 43-47; F. Saraiva, L. Eusébio, S. Gentil, E. Filipe; Ensaios de Comparação Inter-laboratorial, análise e actuações para a área de Comprimento, Revista Medições e Ensaios - SPMet, vol. 1, nº 1, jan. 2012, ISSN ; Adélio A.S.C. Machado, João Cardoso, Joaquim Marçalo, José Alberto L. Costa, Maria Clara Magalhães, Maria Helena Garcia, Olivier Pellegrino, Osvaldo A. Serra, Roberto B. Faria, A Propósito das novas massas atómicas relativas médias de alguns elementos químicos, Boletim de Química nº 126 jul - set 2012ISSN Palestras e Seminários Seminário Metrologia Legal como Factor de Competitividade Qualidade e defesa do Consumidor - Metrologia da temperatura, Montijo, 20 de novembro de 2012; Palestra Metrologia, SI, Comprimento ; Escola Secundária da Amadora - fevereiro; e Escola Oficinas de São José - outubro; 87

87 ANE XO A4 Comunicações por painel em conferências científicas Olivier Pellegrino, Isabel Godinho, Carlos Oliveira, Unidades Fisiológicas do SI, 1º Encontro Nacional dos Utilizadores da Radiação de Sincrotrão, FCT-UNL, jan. 2012; O. Pellegrino1, I. Godinho1, C. Oliveira2, E. Filipe1, Unidades Fisiológicas do SI - Medições para a Segurança, 1, 2Instituto Superior Técnico Instituto Tecnológico e Nuclear, 5º Encontro Nacional da SPMet, CTCV - Coimbra, nov. 2012; S. Gentil, I. Lóio, I. Godinho, E. Filipe, Novas Técnicas para a Disseminação da Rastreabilidade da Grandeza Temperatura,, 5º Encontro Nacional da SPMet, CTCV - Coimbra, nov I. Spohr, E. Filipe, Comparação Teórica EURAMET 1125 na Área de Pressão, Instituto Português da Qualidade, 5º Encontro Nacional da SPMet, CTCV - Coimbra, nov O. Pellegrino, C. Pires, L. Ribeiro, E. Filipe, Metrologia para a Iluminação do Estado Sólido, 18ª Conferência Nacional de Física da SPF, 6-8 de setembro de 2012 Elsa Batista, Estudo de desempenho de micropipetas, 5º Encontro SPMET, Novembro 2012/Coimbra F. A. Dias, G. Baptista, A.R. Madeira e E. Filipe, ECI Determinação da fração molar de misturas gasosas de CO e NO em azoto, 5º Encontro SPMET, Coimbra, 8 novembro de 2012; Andreia Furtado, Ana Rita Madeira, Olivier Pellegrino, Florbela Dias, Isabel Spohr, Eduarda Filipe, Metrologia do teor de álcool. da uva ao vinho, 11º encontro de Química dos Alimentos, Bragança, setembro de 2012; J. Violante, O. Pellegrino, H. Navas; Measurements of Regular Transmittances and Regular Reflectances at the IPQ s Spectrophotometry Laboratory, 15th International Conference on Experimental Mechanics (ICEM15), Universidade do Porto, julho de 2012 F. Saraiva, E. Filipe, Metrologia para a segurança em elevadores; 5º Encontro SPMET, novembro 2012/Coimbra; L. Eusébio, F. Saraiva, S. Gentil, E. Filipe, Medidas materializadas de comprimento e o controlo metrológico legal ; 5º Encontro SPMET, novembro 2012/Coimbra; C. Pires, O. Pellegrino, E. Filipe, Validação de programas informáticos de cinemómetros nas operações do Controlo Metrológico; 5º Encontro SPMET, novembro 2012/Coimbra; Relatórios de ECI Resultados ECI Determinação da concentração de misturas gasosas de CO e NO em azoto, novembro. 2012, IPQ; CL-BEA/1-12, Contadores de uma bureta com êmbolo automático, Abril 2012/ Relatório em Julho de 2012 CL-SE/1-12, Calibração de uma seringa, Novembro 2012/ Relatório em Dezembro de 2012 Comparação de Organismos de Verificação Metrológica no âmbito da Verificação de Sistemas de Medição Distribuidores de Combustível, Setembro 2012/ Relatório em Dezembro de

88 ANE XO A4 InfoIPQ 01/2012: 13ª Reunião do EURAMET/METCHEM Gas Working Group, Reunião Plenária do Comité Técnico Metrology in Chemistry, ; 02/2012: 5ª Reunião EURAMET do Comité Técnico dos TC-Chairs, ; 04/2012: Reunião do Comité Técnico da EURAMET (TC-M) para o domínio Massa e grandezas derivadas, ; 05/2012: 7ª Reunião do TC-Quality e Steering Committee EURAMET, /2012: Comité Técnico (TC) da EURAMET para o domínio da Fotometria e da Radiometria (TCPR), ; 07/2012: Reunião EURAMET do Comité Técnico do Caudal (TC-F) de 2012, ; 08/2012: CCQM 27ª Reunião do Grupo de Trabalho Gas Analysis, CCQM 18ª Reunião Metrology in Chemistry, 09/2012: Comité Técnico da Termometria e do Subdomínio da Humidade - EURAMET, ; 10/2012: Comité Técnico do domínio da Acústica, Ultrassons e Vibrações (TC-AUV), e Subcomités de Vibrações (SC-V) e Acústica (SC-A) no âmbito da EURAMET, ; 12/2012: 2ª Reunião do grupo de trabalho de caudal WGFF (CCM-BIPM), ; 13/2012: Reunião inicial do Projeto EMRP HLT07, ; 16/2012: 6.ª Reunião EURAMET do Grupo de Contact-Persons do Comité Técnico Eletricidade e Magnetismo, ; 14/2012: Workshop e reunião inicial do Projeto Novel Techniques for TraceableTemperature Dissemination (NOTED) no âmbito do EMRP - European Metrology Research Programm, ; 15/2012: 8ª Reunião do Comité Consultivo para a Acústica, Ultra-sons e Vibração (CCAUV) do CIPM, ; 17/2012: 6.ª Reunião do Comité Técnico da EURAMET (TC-L) para a área de Comprimento, Newsletter EspaçoQ IPQ participa na Semana da Química e da Física, na Escola Secundária da Amadora, EspaçoQ nº74 - fevereiro; Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), EspaçoQ nº 81 - out.; Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), EspaçoQ nº 82 - nov.; Metrologia Científica na Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), EspaçoQ nº 83 -dez. de 2012; Formação TrainMiC em Lisboa, EspaçoQ nº 82 nov. de 2012; 5º Encontro Nacional SPMet, MEDIR PARA A SEGURANÇA, EspaçoQ nº 82 nov. de 2012; 89

89 ANE XO A4 Comparação Internacional Misturas de CO2 em azoto, EspaçoQ nº 81 out. de 2012; Ensaio de Comparação Interlaboratorial Emissões Gasosas, EspaçoQ nº 81 out. de 2012; IPQ presente no Simpósio RELACRE-FELAB Globalização e Internacionalização: Perspetivas e Oportunidades de Futuro, EspaçoQ nº 82 nov. de 2012; IPQ Colabora com a GNR em Reunião de Esclarecimento, EspaçoQ nº 82 nov. de 2012; Revista SPMET de maio de 2012; EspaçoQ nº 80 set. de 2012; IPQ Comemora o Dia Mundial da Metrologia, EspaçoQ nº 78 jun. de 2012; Participação da UMCA-LCM no 1.º Encontro Nacional dos Utilizadores da Radiação de Sincrotrão, EspaçoQ nº 74 fev. de

90 ANE XO A5 Balanço Social 91

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92 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 RECURSOS HUMANOS Comparação da Distribuição do nº de Efetivos por Grupo Profissional entre e Comparação do nº de Efetivos por Serviço e Situação Profissional nos anos de 2011 e Distribuição do nº de Efetivos por Serviço e Situação profissional a Distribuição do nº de Efetivos por Serviço e por Sexo... 5 Distribuição do nº de Efetivos por Situação Profissional... 6 Taxa de Vínculo... 6 Taxa de Feminização... 6 Evolução do nº de Efetivos... 6 Taxa de Evolução dos Efetivos... 7 Distribuição dos Efetivos por Grupo Profissional... 8 Taxa de Tecnicidade... 8 Taxas de Enquadramento (Global e Feminização)... 9 Distribuição dos Efetivos por Estrutura Habilitacional Distribuição dos Efetivos por Habilitação Literária e Sexo Taxas de Formação Superior (Global e Feminização) Taxa de Formação Superior (Masculinização) Estrutura Etária dos Efetivos Nível Etário Médio Distribuição dos Efetivos por Níveis Etários Caracterização Etária dos Efetivos Relação entre as "Habilitações Literárias" e "Idade" Caracterização Etária dos Grupos Profissionais e sua distribuição por Sexo Distribuição dos Efetivos por Estrutura de Antiguidade na Carreira ou Cargo Estrutura de Antiguidade na Carreira ou Cargo Distribuição dos Efetivos por Níveis de Antiguidade Movimento de Saídas Movimento de Entradas Taxas de Entradas e Saídas Absentismo Taxa de Absentismo Absentismo por Serviço (horas) Absentismo por Carreira (horas) FORMAÇÃO PROFISSIONAL Número de Trabalhadores por Serviço, Abrangidos por Ações de Formação Taxa de Participação Distribuição por Situação Profissional Distribuição dos Participantes por Grupo Profissional Distribuição da Formação Interna/Externa por Grupo Profissional Distribuição das Horas de Formação por Grupo Profissional.. 22 Custos Totais de Formação Custos de Formação por Serviço Formação Profissional - Dados Comparativos Evolução do nº de Participantes Evolução do nº de Horas Evolução dos Custos de Formação CONCLUSÕES ANEXO DAG/ARH Balanço Social 2012 Março 2013 Mod 02-08

93 I N T R O D U Ç Ã O O Balanço Social é o documento onde, de forma sistemática e tanto quanto possível quantificada, se recolhem e tratam os dados relevantes para a caraterização da realidade social da organização. Agrupando um conjunto exaustivo de elementos estatísticos sobre os recursos humanos e sua evolução, pretende-se que o presente Balanço Social constitua um valioso meio de informação e um importante instrumento de gestão, na medida em que só o conhecimento rigoroso de quem somos, o que somos e quantos somos nos permitirá definir as metas a atingir e a política de gestão adequada à sua concretização. A orgânica interna e os Estatutos do IPQ, em vigor a 31 de dezembro de 2012, regeram-se pelo Decreto-Lei nº 142/2007 de 27 de abril e pela Portaria nº 540/2007, de 30 de abril, republicada pela Portaria nº 888/2010, de 13 de Setembro. Neste Balanço Social considerou-se a estrutura orgânica em vigor no Instituto, comparandose os dados por serviço basicamente com o ano de As comparações evolutivas com mais de 2 anos apenas serão feitas relativamente ao número de efetivos e suas caraterísticas e formação profissional. A estrutura orgânica em vigor no IPQ a 31 de dezembro de 2012 era a seguinte: ADM AJ DNOR DMET DIDAE DAG UDN UPDN UML UMCA UPQ UAE UFP Sendo que: ADM - Conselho Diretivo e respetivo Secretariado AJ - Assessoria Jurídica DAG - Departamento de Administração Geral, que inclui as áreas de Recursos Humanos, Informática, Logística Expediente UFP - Unidade Financeira e Patrimonial DAG/ARH Balanço Social 2012 Março 2013 Mod

94 DIDAE - Departamento de Informação, Desenvolvimento e Assuntos Europeus, que se encontra dividido em duas Unidades: UPQ - Unidade de Promoção e Qualidade UAE - Unidade de Assuntos Europeus DMET - Departamento de Metrologia, que se divide em duas Unidades: UMCA - Unidade de Metrologia Científica e Aplicada UML - Unidade de Metrologia Legal DNOR - Departamento de Normalização, que se divide em duas Unidades: UDN - Unidade de Desenvolvimento de Normas UPDN - Unidade de Promoção e Distribuição de Normas Este Balanço Social foi elaborado na ótica dos Postos de Trabalho existentes em 31 de dezembro de Dados Técnicos 1. A elaboração do presente documento teve por base o esquema-tipo de Balanço Social, utilizado nos anos anteriores, para que seja possível proceder a uma análise comparativa. 2. O presente documento divide-se em dois capítulos: Recursos Humanos e Formação Profissional, dos quais fazem parte diversas rúbricas, que abarcam os aspetos mais relevantes de cada matéria. 3. A maioria dos dados têm como data de referência 31 de dezembro de 2012, com exceção de Entradas, Saídas, Absentismo e Formação Profissional, que abrangem a realidade do ano inteiro. 4. Em anexo consta o Formulário anexo ao DL nº 190/96, de 9 de outubro (disponibilizado pela DGAEP). DAG/ARH Balanço Social 2012 Março 2013 Mod

95 RECURSOS HUMANOS Em 31 de dezembro de 2012 o efetivo global do Instituto era de 86 trabalhadores/as, registando um decréscimo de cerca de 2,3% relativamente à mesma data de 2011 (88 efetivos), o que veio continuar a tendência decrescente registada nos últimos anos, apenas interrompida no ano de 2010 com a regularização das situações de contratação de aquisição de serviços, que, através de procedimentos concursais, terminou com a integração desses/as trabalhadores/as no mapa de pessoal deste Instituto. Conforme poderá ser observado nos mapas e gráficos que seguidamente se apresentam, houve um decréscimo de 2 no nº de efetivos, devido às aposentações que ocorreram durante o ano de Comparação da Distribuição do nº de Efetivos por Situação Profissional entre e Sit. Profissional Contrato de Trabalho em Funções Públicas (CTFP) Comissão de Serviço (CS) Mobilidade Interna (MI) Nº de Efetivos TOTAL TOTAL DE EFETIVOS EM TOTAL DE EFETIVOS EM Comparação do nº de Efetivos por Serviço e Situação Profissional nos Anos de 2011 e CTFP CS Mobilidade Interna Total de Efetivos DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

96 Distribuição do nº de Efetivos por Serviço e Situação Profissional a SITUAÇÃO PROFISSIONAL CTFP CS MI SUB-TOTAL TOTAL SERVIÇO H M H M H M H % M % % ADM , ,3 Sub Total ,5 AJ ,3 Sub Total ,3 DAG ,0 UFP ,3 Sub Total ,3 DIDAE ,5 UPQ ,3 UAE ,8 Sub Total ,6 DMET ,8 UMCA ,4 UML ,8 Sub Total ,0 DNOR ,3 UDN ,8 UPDN ,1 Sub Total ,3 TOTAL % 19,77 68,60 4,65 3,49 1,16 2,33 25,58 74,42 100,0 TOTAL DE EFETIVOS % 88,4 8,1 3,5 Distribuição do nº de Efetivos por Serviço e por Sexo Homens Mulheres 10 0 ADM AJ DAG DIDAE DMET DNOR TOTAL DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

97 Distribuição do nº de Efetivos por Situação Profissional 88,4% CTFP CS MI 3,5% 8,1% Taxa de Vínculo CTFP/ Efetivos Globais = 88,4% (Pessoal em C.S. + M.I.) / Efetivos Globais = 11,6% Taxa de Feminização Total Mulheres / Efetivos Globais = 74,4% Evolução do nº de Efetivos Diferença Percentual (08-09) Diferença Percentual (09-10) Diferença Percentual (10-11) Diferença Percentual (11-12) CTFP ,7% 25,8% -7,2% -1,3% CS ,4% -18,2% 0,0% -22,2% Outras Situações Total ,0% -90,0% 100,0% 50,0% -6,5% 6,9% -5,4% -2,3% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

98 Evolução do nº de Efetivos nos últimos 5 anos CTFP CS Outras situações Taxa de Evolução de Efetivos Registou-se uma taxa de Evolução de Efetivos entre 2011 e 2012 de -2,3%. DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

99 Distribuição dos Efetivos por Grupo Profissional GRUPO PROFISSIONAL DIRIGENTE TÉCNICO SUPERIOR ASSISTENTE TÉCNICO ASSISTENTE OPERACIONAL TOTAL % ADM CTFP CS SUB TOTAL AJ CTFP CS 0 0 SUB TOTAL DAG CTFP CS 0 0 SUB TOTAL UFP CTFP CS SUB TOTAL SUB TOTAL DIDAE CTFP CS SUB TOTAL UPQ CTFP CS 0 0 SUB TOTAL UAE CTFP CS 0 0 MI 1 1 SUB TOTAL SUB TOTAL DMET CTFP CS MI 1 1 SUB TOTAL UMCA CTFP CS 0 0 SUB TOTAL UML CTFP CS SUB TOTAL SUB TOTAL DNOR CTFP CS SUB TOTAL UDN CTFP CS 0 0 MI SUB TOTAL UPDN CTFP CS SUB TOTAL SUB TOTAL TOTAL CTFP CS MI Nº % Taxa de Tecnicidade (Pessoal Dirigente + Téc. Sup. + Assistente Técnico) / Efectivos Globais = 97,7% Comparada com o ano anterior, a Taxa de Tecnicidade decresceu cerca de 1 ponto percentual o que se deveu essencialmente à saída de dois dirigentes, três técnicos superiores,e um Assistente Técnico, em contraponto com a entrada de 1 Técnico Superior por concurso e outros 2 por mobilidade. DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

100 Distribuição dos Efetivos por Grupo Profissional Dirigente Técnico Superior Assist. Técnico Assist. Operacional Total Peso Relativo dos Grupos Profissionais 33,7% 55,8% 8,1% 2,3% Dirigente Téc. Sup. Ass. Tec. Ass. Operac. Taxa de Enquadramento = Pessoal Dirigente / Efetivos Globais = 8,1% Taxa de Enquadramento (Feminização) = Pessoal Dirigente Feminino / Efetivos Globais = 3,5% A Taxa de Enquadramento Global apresenta um decréscimo de cerca de 2% relativamente ao ano 2010, devido à saída de dois dirigentes por aposentação. A média mantem-se aproximadamente a mesma do ano anterior: 1 dirigente por cerca de 11 pessoas. A Taxa de Enquadramento (feminização) também sofreu um decréscimo de 1 ponto percentual relativamente a 2011, o que se deve à saída de uma dirigente e 2 técnicas superiores. Continua a registar-se a existência dum número inferior de mulheres (3) ocupando cargos de dirigentes num total de 64, em comparação com o efetivo Masculino, onde existem 4 dirigentes num total de 22 homens. DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

101 Distribuição dos Efetivos por Estrutura Habilitacional SITUAÇÃO PROFISSIONAL ESTRUTURA HABILITACIONAL 4 ANOS 6 ANOS 9 ANOS 11 ANOS 12 ANOS BACHA- RELATO LICENCIA- TURA PÓS-GRA- DUAÇÃO MESTRADO DOUTORA- MENTO CTFP H M SUB TOTAL CS H 3 1 M 2 1 SUB TOTAL MI H 1 M 1 1 SUB TOTAL TOTAL H % M % Nº % Distribuição dos Efetivos por Habilitação Literária e Sexo Homens Mulheres Taxa de Formação Superior [(Bacharelato + Licenc.+Pós-Graduação+Mestrado+Doutoramento)] / Efetivos Globais = 64,0% Taxa de Formação Superior (Mulheres) [(Bacharelato+Licenciatura+Pós-Graduação+Mestrado) (Mulheres)] / Efetivos Globais = 43,0% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

102 Taxa de Formação Superior (Homens) [(Bacharelato+Licenciatura+Pós-Graduação+Mestrado) (Homens] / Efetivos Globais = 21,0% De acordo com a informação fornecida na página anterior, podemos constatar que continua a existir um valor bastante elevado de trabalhadores/as com formação de bacharelato ou superior, que se traduz numa Taxa de Formação Superior de cerca de 64,0% ou seja, mais de metade dos colaboradores têm formação universitária. Ao efetuar o cruzamento das variáveis "Habilitações Literárias" e "Sexo", podemos verificar que se mantém a existência de níveis habilitacionais menos elevados na população feminina. Com efeito, até 12 anos de escolaridade a população feminina acumula 42% dos seus efetivos, contra apenas 18% no caso dos homens. No gráfico seguinte é possível observar a relação existente entre as habilitações literárias e o sexo, atendendo ao efetivo masculino (22 Homens) e feminino (64 Mulheres). Relação Entre as Habilitação Literária e o Sexo (percentagem) 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% Homens Mulheres DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

103 Estrutura Etária dos Efetivos SITUAÇÃO PROFISSIONAL ESCALÕES ETÁRIOS < a a a a a a a a a 69 TOTAL CTFP H M SUB TOTAL CS H M SUB TOTAL MI H 1 1 M SUB TOTAL TOTAL H M Nº % Simples Acumulada Nível Etário Médio = Soma das Idades / Efetivos Globais = 49,2 Distribuição dos Efetivos por Níveis Etários Homens Mulheres 2 0 < a a a a a a a a a 69 DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

104 Caracterização Etária dos Efetivos Ao efectuar uma breve análise da Estrutura Etária dos Efetivos, podemos salientar os seguintes aspetos: - O nível estário médio é de 49,2 anos, sendo que 65% dos efetivos globais é composto por indivíduos com menos de 55 anos e apenas 14% dos trabalhadores tem idade igual ou superior a 60 anos. - A média de idades dos trabalhadores do sexo feminino (48,8 anos), é ligeiramente inferior à média de idades dos trabalhadores do sexo masculino (50,2 anos). Relação entre as Habilitações Literárias e a Idade Grupo Etário Nível Habilitacional < a a a a a a a a a 69 TOTAL 4 Anos de Escolaridade Anos de Escolaridade 0 9 Anos de Escolaridade Anos de Escolaridade Anos de Escolaridade Bacharelato Licenciatura Pós-Graduação Mestrado Doutoramento Percentagem 0,0 1,2 4,7 10,5 16,3 17,4 15,1 20,9 9,3 4,7 Percentagem Acumulada 0,0 1,2 5,8 16,3 32,6 50,0 65,1 86,0 95,3 100,0 O cruzamento entre as variáveis "Idade" e "Nível Habilitacional" permite-nos não só acrescentar alguns dados relativamente à caracterização atual dos efetivos, como também efetuar algumas considerações sobre a tendência global da sua evolução. Os grupos etários com maior número de Licenciaturas é o de "35 a 39", o de "40 a 44" e o de "45 a 49" anos. Existem 3 doutorados relativamente jovens, com idades inferiores a 50 anos. A escolaridade ao nível do 4º ano encontra-se nos níveis etários superiores a 60 anos. DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

105 Caracterização Etária dos Grupos Profissionais e sua Distribuição por sexo GRUPO ESCALÕES ETÁRIOS < de a a a a a a a a a 69 TOTAL PROFISSIONAL 1 e % H DIRIGENTE 57 M SUB TOTAL H TÉC.SUPERIOR 29 M SUB TOTAL H ASSISTENTE 14 TÉCNICO M SUB TOTAL H 0 ASSISTENTE 0 OPERACIONAL M SUB TOTAL TOTAL Face aos dados apresentados no quadro acima, podemos verificar que existem algumas diferenças relativamente à estrutura etária dos diversos grupos profissionais. O grupo profissional dos "Dirigentes" apresenta uma média de idades de 58 anos, os grupos "Assistente Técnico" e "Assistente Operacional", apresentam ambos uma média de idades de 53 anos. Por fim o grupo "Técnico Superior" apresenta uma média de 45 anos. Cruzando os dados relativos ao "Grupo Profissional" com a distribuição dos efetivos por "Sexo", verifica-se que apenas no caso dos Dirigentes a maioria são homens. Nos restantes grupos profissionais a maior parte são mulheres, sendo a diferença mais acentuada, a verificada nos grupos dos "Técnicos Superiores" (34 mulheres para 14 homens) e dos "Assistentes Técnicos" (25 mulheres para 4 homens). DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

106 Distribuição dos Efetivos por Estrutura de Antiguidade na Carreira ou Cargo GRUPO ESTRUTURA DE ANTIGUIDADE < 5 anos De 5 a 9 De 10 a 14 De 15 a 19 De 20 a 24 De 25 a 29 De 30 a 35 >35 anos TOTAL PROFISSIONAL DIRIGENTE H M 3 3 SUB TOTAL % TÉC.SUPERIOR H M SUB TOTAL % H ASSISTENTE TÉCNICO M ASSISTENTE SUB TOTAL % H 0 OPERACIONAL M SUB TOTAL % TOTAL H M % 30,2 3,5 12,8 20,9 12,8 11,6 7,0 1,2 86 Na distribuição que figura no quadro acima, bem como nos gráficos seguintes, damos conta da realidade do IPQ quanto à antiguidade na carreira ou cargo de todos/as os/as trabalhadores/as, independentemento do tipo de vínculo. Ressalva-se o facto do grupo dos "Técnicos Superiores" com menos de 5 anos corresponder, na sua maioria, a trabalhadores/as que entraram em 2010 por procedimento concursal. Estrutura das Antiguidades na Carreira ou Cargo H M Total % < 5 anos ,2% 5 a ,5% 10 a ,8% 15 a ,9% 20 a ,8% 25 a ,6% 30 a ,0% > 35 anos ,2% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

107 Distribuição dos Efetivos por Níveis de Antiguidade 11,6% 7,0% 1,1% < 5 anos 30,2% 5 a 9 10 a 14 12,8% 3,5% 15 a a a 29 20,9% 12,8% 30 a 35 > 35 anos O escalão com maior nº de trabalhadores é o "< 5 anos", que totaliza 30,2% dos efetivos totais, situação que se verifica porque neste intervalo estão incluídos 7 Dirigentes em Comissão de Serviço com duração inferior a 5 anos, e os Técnicos Superiores que entraram em Seguem-se os escalões dos "15 a 19 anos" (20',9%) e dos "10 a 14 anos" e dos "20 a 24 anos" (ambos com 12,8%). DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

108 MOVIMENTO DE SAÍDAS Dirigente Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Total CONTRATO DE TRABALHO EM FUNÇÕES PÚBLICAS Aposentação H M T Procedimento Concursal H 0 M 1 1 T Mobilidade Interna na Categoria H 0 M 1 1 T TOTAL Taxa de Saídas de 2012 = Total Saídas / Efetivos Globais = 8,1% Taxa de Saídas de 2011 = Total Saídas / Efetivos Globais = 10,2% MOVIMENTO DE ENTRADAS Dirigente Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional Total CONTRATO DE TRABALHO EM FUNÇÕES PÚBLICAS Procedimento Concursal H 0 M 1 1 T Fim da Comissão de Serviço H 1 1 M 1 1 T Mobilidade Interna na Categoria H 0 M 2 2 T TOTAL DE ENTRADAS Taxa de Entradas de 2012 = Total de Entradas/Efetivos Globais = 5,8% Taxa de Entradas de 2011 = Total de Entradas/Efetivos Globais = 6,8% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

109 ABSENTISMO Considerando o total de trabalhadores/as com Contrato de Trabalho em Funções Públicas, Comissão de Serviço e Mobilidade Interna, que se encontravam a desempenhar funções no Instituto durante todo o ano de 2012 podemos afirmar que: À semelhança do que tem ocorrido em anos anteriores, verifica-se uma predominância do sexo feminino em matéria de dias não trabalhados. Do total de faltas, 19,0% foram dadas por homens e 81,0% pelas mulheres. É de salientar contudo, a disparidade entre o nº de homens (22) e o nº de mulheres (64) no total dos efetivos. A Taxa de Absentismo diminiu para 6,6%, o que significou um decréscimo de cerca de meio ponto percentual em relação ao ano anterior. Esta taxa deveu-se essencialmente à elevada percentagem de absentismo por Doença (33,6%), Junta Médica (28,2%) e Consulta Médica (10,2%). Tendo em conta o nº de efetivos de cada Serviço e de cada grupo profissional, podemos afirmar que o maior nº de faltas continua a registar-se no DIDAE (39,2%), seguido pelo DNOR (24,2%) e pelo DMET (23,9%), incidindo todos os serviços no absentismo por "Doença", "Junta Médica" e "Consulta Médica". Quanto ao grupo profissional que apresenta o maior nº de ausências é o de "Assistente Técnico" (53,7%), seguido de perto pelo grupo de "Técnico Superior" (41,5%), incidindo ambos maioritariamente na "Doença", "Junta Médica" e "Consulta Médica". Absentismo por Serviço e por Sexo (horas) Homens 0 Mulheres CD AJ DAG DIDAE DMET DNOR Total Total Taxa de Absentismo = Nº de Horas Trabalhadas ano/ Nº de Horas Trabalháveis ano = 6,6% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

110 Absentismo Por Serviço (Horas) CAUSAS DE ABSENTISMO TRABALH. ESTUD. GREVE NOJO CASA- MENTO GRAVIDEZ DE RISCO ESCOLA FILHOS DOENÇA ACIDENTE EM SERVIÇO JUNTA MÉDICA ASSISTÊNCIA A FAMILIARES POR CONTA DO PERÍODO DE FÉRIAS CONSULTA MÉDICA FAMILIARES CONSULTA MÉDICA ASSISTÊNCIA A FILHOS MENORES DOAÇÃO DE SANGUE OBRIG. LEGAIS MOTIVOS NÃO IMPUTÁVEIS TOTAL SERVIÇO % ADM H 7:00:00 7:00:00 M 21:00:00 14:00:00 2:01:00 1:37:00 38:38:00 SUB TOTAL 0:00:00 0:00:00 21:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 14:00:00 0:00:00 9:01:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 1:37:00 45:38:00 0,6% AJ H 0:00:00 M 28:00:00 9:11:00 37:11:00 SUB TOTAL 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 28:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 9:11:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 37:11:00 0,5% DAG H 14:00:00 14:00:00 9:30:00 2:55:00 40:25:00 M 37:30:00 6:40:00 504:00:00 21:00:00 39:34:00 264:23:00 35:00:00 2:49:00 3:08:00 914:04:00 SUB TOTAL 0:00:00 14:00:00 51:30:00 0:00:00 0:00:00 6:40:00 504:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 21:00:00 49:04:00 267:18:00 35:00:00 0:00:00 2:49:00 3:08:00 954:29:00 11,7% DIDAE H 35:00:00 7:00:00 882:00:00 28:01:00 14:00:00 2:30:00 4:29:00 973:00:00 M 28:00:00 2:30:00 105:00:00 0:59:00 623:00: :00:00 38:30:00 81:33:00 120:34:00 56:00:00 4:45:00 7:30:00 15:28: :49:00 SUB TOTAL 0:00:00 28:00:00 37:30:00 0:00:00 105:00:00 0:59:00 630:00:00 0:00: :00:00 0:00:00 38:30:00 109:34:00 134:34:00 56:00:00 4:45:00 10:00:00 19:57: :49:00 39,2% DMET H 24:37:00 7:00:00 3:21:00 70:00:00 38:33:00 13:36:00 35:00:00 3:04:00 1:46:00 196:57:00 M 35:00:00 84:00:00 40:00:00 749:00:00 273:00:00 105:00:00 90:00:00 57:56:00 227:25:00 84:00:00 7:00:00 3:46: :07:00 SUB TOTAL 24:37:00 42:00:00 84:00:00 0:00:00 0:00:00 43:21:00 819:00:00 0:00:00 273:00:00 105:00:00 90:00:00 96:29:00 241:01:00 119:00:00 0:00:00 10:04:00 5:32: :04:00 23,9% DNOR H 7:00:00 28:00:00 70:00:00 168:00:00 49:29:00 14:32:00 337:01:00 M 7:00:00 70:00:00 5:36:00 601:00:00 518:00:00 133:00:00 84:37:00 155:14:00 63:00:00 2:30:00 5:17: :14:00 SUB TOTAL 0:00:00 14:00:00 98:00:00 70:00:00 0:00:00 5:36:00 769:00:00 518:00:00 0:00:00 0:00:00 133:00:00 134:06:00 169:46:00 63:00:00 0:00:00 2:30:00 5:17: :15:00 24,2% TOTAL H 24:37:00 28:00:00 77:00:00 70:00:00 0:00:00 3:21:00 245:00:00 0:00:00 882:00:00 0:00:00 0:00:00 125:33:00 52:03:00 35:00:00 0:00:00 5:34:00 6:15: :23:00 19,0% M 0:00:00 70:00:00 215:00:00 0:00:00 105:00:00 53:15: :00:00 518:00: :00:00 105:00:00 296:30:00 263:40:00 778:48:00 238:00:00 4:45:00 19:49:00 29:16: :03:00 81,0% 24:37:00 98:00:00 292:00:00 70:00:00 105:00:00 56:36: :00:00 518:00: :00:00 105:00:00 296:30:00 389:13:00 830:51:00 273:00:00 4:45:00 25:23:00 35:31:00 0,3% 1,2% 3,6% 0,9% 1,3% 0,7% 33,6% 6,3% 28,2% 1,3% 3,6% 4,8% 10,2% 3,3% 0,1% 0,3% 0,4% 8184:26:00 Nota: Não existem faltas injustificadas DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

111 Absentismo Por Carreira (horas) CAUSAS DE ABSENTISMO TRAB. ESTUD. GREVE NOJO CASA- MENTO GRAVIDEZ DE RISCO ESCOLA FILHOS DOENÇA ACIDENTE EM SERVIÇO JUNTA MÉDICA ASSISTÊNCIA A FAMILIARES POR CONTA DO PERÍODO DE FÉRIAS CONSULTA MÉDICA FAMILIARES CONSULTA MÉDICA ASSISTÊNCIA A FILHOS MENORES DOAÇÃO DE SANGUE OBRIG. LEGAIS MOTIVOS NÃO IMPUTÁVEIS CARREIRA % TOTAL DIRIGENTE H 7:00:00 35:00:00 14:00:00 21:00:00 77:00:00 M 7:00:00 7:00:00 7:00:00 21:00:00 SUB TOTAL 0:00:00 14:00:00 42:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 21:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 21:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 98:00:00 1,2% TÉCNICO H 24:37:00 21:00:00 28:00:00 70:00:00 3:21:00 77:00:00 882:00:00 88:02:00 18:27:00 35:00:00 3:04:00 1:46: :17:00 SUPERIOR M 49:00:00 72:30:00 105:00:00 5:38:00 798:00:00 322:00:00 105:00:00 45:30:00 135:21:00 452:28:00 21:00:00 2:15:00 12:19:00 17:44: :45:00 SUB TOTAL 24:37:00 70:00:00 100:30:00 70:00:00 105:00:00 8:59:00 875:00:00 322:00:00 882:00:00 105:00:00 45:30:00 223:23:00 470:55:00 56:00:00 2:15:00 15:23:00 19:30: :02:00 41,5% ASSISTENTE H 14:00:00 154:00:00 37:31:00 12:36:00 2:30:00 4:29:00 225:06:00 TÉCNICO M 7:00:00 135:30:00 47:37: :00:00 196:00: :00:00 223:00:00 124:33:00 227:01:00 217:00:00 2:30:00 7:30:00 8:03: :44:00 SUB TOTAL 0:00:00 7:00:00 149:30:00 0:00:00 0:00:00 47:37: :00:00 196:00: :00:00 0:00:00 223:00:00 162:04:00 239:37:00 217:00:00 2:30:00 10:00:00 12:32: :50:00 53,7% ASSISTENTE H 0:00:00 OPERACIONAL M 7:00:00 154:00:00 28:00:00 3:46:00 99:19:00 3:29:00 295:34:00 SUB TOTAL 0:00:00 7:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 154:00:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 28:00:00 3:46:00 99:19:00 0:00:00 0:00:00 0:00:00 3:29:00 295:34:00 3,6% TOTAL H 24:37:00 28:00:00 77:00:00 70:00:00 0:00:00 3:21:00 245:00:00 0:00:00 882:00:00 0:00:00 0:00:00 125:33:00 52:03:00 35:00:00 0:00:00 5:34:00 6:15: :23:00 M 0:00:00 70:00:00 215:00:00 0:00:00 105:00:00 53:15: :00:00 518:00: :00:00 105:00:00 296:30:00 263:40:00 778:48:00 238:00:00 4:45:00 19:49:00 29:16: :03:00 81,0% 24:37:00 98:00:00 292:00:00 70:00:00 105:00:00 56:36: :00:00 518:00: :00:00 105:00:00 296:30:00 389:13:00 830:51:00 273:00:00 4:45:00 25:23:00 35:31: :26:00 0,3% 1,2% 3,6% 0,9% 1,3% 0,7% 33,6% 6,3% 28,2% 1,3% 3,6% 4,8% 10,2% 3,3% 0,1% 0,3% 0,4% 100,0% 19,0% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

112 FORMAÇÃO PROFISSIONAL (Dados Globais) Durante todo o ano de 2012, foram abrangidos/as com ações de formação 82,6% dos efetivos, embora todos os/as trabalhadores/as que se encontravam a exercer funções no IPQ a , tenham tido, no mínimo, 18 horas de formação acumulada de 2011 e 2012, estando assim a ser assegurado o cumprimento do disposto na RCM nº 89/2010. As ações de formação realizadas abrangeram um total de horas, tendo um custo total de ,95. O número médio de horas de formação por colaborador/a abrangido/a, que em 2011 tinha sido cerca de 42 horas, teve uma descida para cerca de 35 horas em A formação em 2012 abrangeu todos os grupos profissionais. As áreas temáticas com maior incidência foram as de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), com 554 horas (21,2%), seguida da área da Gestão com 546 horas (20,9%) e da área da Administração Pública com 334 horas (12,8%). Nº de Trabalhadores, por Serviço, Abrangidos por Ações de Formação CTFP C.S. MI Total Colaboradores c/ Formação em cada Serviço Colaboradores c/ Formação por Serviço ADM % AJ % DAG % DIDAE % DMET % DNOR % Total ,3% 2,2% 16,3% 16,3% 32,6% 10,9% 82,6% Taxa de Participação (Total de pessoas abrangidas no ano / Efetivos Globais anuais) = 82,6% Taxa de Formação por Serviço Distribuição por Situação Profissional 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% CTFP 86,8% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% M.I. 3,9% C.S. 9,2% DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

113 Distribuição dos Participantes por Grupo Profissional 26,3% 3,9% 9,2% Dirigente Téc.Sup. Assistente Técnico Assistente Operacional 60,5% Distribuição da Formação Interna/Externa por Grupo Profissional Dirigente Técnico Superior Assist Técnico Assistente Operacional Nº Participantes Formação Interna Nº Participantes Formação Externa Distribuição das Horas de Formação por Grupo Profissional 85,9% Dir Téc. Sup Assist Téc. Assist. Op. 10,2% 0,5% 3,4% Tendo em conta os efetivos de cada grupo, o número de horas de formação mais elevado é registado no grupo dos Técnicos Superiores com horas, seguido do grupo dos Dirigentes com 267 horas, dos Assistentes Técnicos com 90 horas e dos Assistentes Operacionais com 12 horas. DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

114 Distribuição das Horas de Formação em relação ao nº de efetivos de cada Grupo Profissional Nº de Horas Formação Nº de Horas em Total Nº Médio de Horas em Formação Interna Formação Externa Dirigente ,7 Técnico Superior Assistente Técnico Assistente Operacional , , ,0 Total ,5 Custos Totais de Formação Nº Horas em Nº Pessoas Formação Abrangidas Custos (Euros) ADM 25, ,00 AJ 22,0 2 0,00 DAG 235, ,47 DIDAE 660, ,80 DMET 1.508, ,30 DNOR 165, ,38 Total ,95 Custos de Formação por Serviço , , , , , , ,00 0,00 ADM AJ DAG DIDAE DMET DNOR DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

115 Formação Profissional - Dados Comparativos Diferença Percentual ( ) Diferença Percentual ( ) Diferença Percentual ( ) Nº Pessoas Abrangidas Nº de Horas em Formação Custos (em euros) % 3% -20% % 0% -34% % 160% -7% Evolução do Nº de Participantes Evolução do Nº de Horas , , ,54 Evolução dos Custos de Formação , , , Formação Interna Formação Externa DAG/ARH Março 2013 Mod Balanço Social

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