ANO I - RIO, SEMANA DE 25 A 31 DE DEZEMBRO DE N. 44

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1 1 ê Jrí^ TRUSTES E REFNRS LESM O BRSL.EM MLHÕES DE DÓLRES tcí DENUNC DO DFU-)») KMON s,, \ r,<» t...(.,11-11 TOTL mmmmmm ^«u? "-? " fe- S í". Jía «jd 9K flfl xs fl nvcand mas: urna ve/ ncnsttucnal decretfe 9.070, Gvern decwru legal a greve ds fcas He náutca e ds prátc^fstjá nnrnlu mercante, nue leve nc a zer hra d da 22, e determnand a para-, jsaç& de centenas de embarcações em tds s prts «acnas..mas de 50 navs permaneceram ancrads BJ! 5-1 j 4&m%& /:%»MMv< W ò HÍ»Vhn«nt««.«navs nacnal»» «mh «««np.e.a. jamsytm a j»t hra a. Sí. >f Pftrt da+a ícapít»l M. assqtm «sta pa-rads. fjreve ds frtats de mh-ea 4 - -» WwS, - H. H!>» ^JBwflfly^^nyy^í^,7-^ wlr^-l-^sr flflflt^lw^í $ÊM s^fljp;-kàjül^^m fleflrflxflt^fl/v^rfljflhflflf:-<t-.!$!r"^$& >.-.- >m s Mentras de Mr. Cabt Lea ra ;." pá^na KstudaKtes farã greve se aumentare anudades l n cas Sesla Captal, sem cndções de prssegur vasem O mvment paredsla f decdd em vrtude da negatva d Gvern em atender às revndcações rs trabalhadres. greve, ê lmtad a alguns setres, pderá se estender a tda a marnha mercante,.asp seá cmetda qualr vlênca -nlfa s ""suas grevstas u entdades de classe, rste ê pensament «s dn- Çentes ra Federaçã Nacnal ds.marítms, estã dspsts a utlzar tdas as frmas de prtest para fazerem assegurar plen dret de greve. t< s empresas partculares ae dspunham a assnar rm s drgentes c Sndcat ds Ofcas re Náutca um acrd fxand s se- ntn1es salárs base: c- mandante CrS ,00. medat CrS ,00;» jplt e prátc dn csa OS ,00; 2" plq,l CrS,38,850,00; Outras vantagens eram cnceddas as fcas de ftutca e prátcs N OT OO TO DSTRTO FHH&U ROT PO BSTC^-sfHTO DO P&Hm ^^ftas- n referd acrd, Mas (nvern negu-se a assná-í, e as mpr6sas partculares nã quseram flrmar ajuste yrftte.almen.. F.m vrtude" r fracass rs entendments, s tralm lhadres. cnfrme lavam prgranaclp. deflaj,r;tm a greve a zer hra du ra 22, ts mnstrs da Vlaçá, ~> (Cnclu na Pàjna NO - RO, SEMN DE DE DEZEMBRO DE N. 44 REDÇÃO: VEND RO BRNCO, N SLS 1711/1712 ElU lj K.À&&LH (smv^amt JsWM ^.-^K^aaMBagg^^asMsrratrífffl WbHytM Dl ml ll ^Ell Wf^WwtsmmW M ljj JHH^v-vyKlsHBÍjTrffls^j^-V v^tswagt^5^m^bbsb«í K-flM ^-l Mm mm MvakJm mm-.-bwmmwlt^&t ^^^fst^, " WmWMM&Slfc&wfímmmmmmmMm mw%fr-:^ KfSÈPSíWM Ms. k akaba>m m^mj^^m^,.,.^jstíã:\ V3a- "Wjw-.--. ^ vv mlw flflfltt-vp flkfll flflh mm ^ÊBmm^n^r^ãmÊtwm^^K ^ têb\f TfBrn ^^mlmrvfltf Kfflfl fly fl B^rPTW^f/PfM^/ffS^ - ^ffrtfft H Dl -fl Hs flnl fl^sa vfl Htfltflfl flflüxl HBS^^KnnflK 1 Wm MM m\\\wêêêm flj HHfHflV^flfll HflUfll flfl VflflflflHflfll flfltt ^vbvkj^v7^l P%flfll ^flk-flfll flflttfll flr^^fl^flv^taeflt- éflfl HV^raflflSÍflB y^^b-blflflb flflflflflflflhhkwlls^m«-»tt BtflRlálB atw tlírraw WLmmWÊMWSmW1, &m Kll^ ^SJsS KlSç,. v^ll Mfl^flfl^^wSnU^suBSrflflflfll Text na 7." págna j T:hec;váqua. u mmm --_Mstssns "" ím n ureve ím.a L»»Ml»»»BS^-" lll"->- l ^1,,,^^ e ^ w g- /^ Í-/TÍ n 3 " -r-.-.c:»«!<" l»»<" J-^ J- ^" flflflflflflfl BBmm» flflwewf^flujsswbb ^TlflJfflnfff^ r^l^y ^9 BB^- "»^\^T K^l ft^jl ^sf pmfetsjíjp«t^: -TJLjflJ Sjjmu^-^S^Bflfl " mmsw^ ^í^v-:/ flflflflk- mm^&f^^^^wí&tf^^ f-lmmmu WWb!km\ Bfl f-ííl MPRESSÕES DE VGEM OS PÍSES S0CUSÍ5 Rgresscnd ;- uma vgem de res neses pr várs países ;.t lstas dc. Eurpa e da na, Luz Car- s Pretcs ncará a palr d próxm numer de NOVOS RUMOS a publcaçã de uma séte de mprlanes artgs nes quas transmtrá s nsss letres suas mpressões sóbre c,uc vu e uvu de d.r.gente5 plítcs e hmens d pv dn Chna Ppular, Unã Svétca, F"1-- lemanha Demcrátca e COl F plsnantente vltrlsn a greve ce advertênca prmvca pels ferrvárs da Leultlua, n"1 durante 24 hras ]:. r.!:.»anl) tds s servçs d" ::r.m).r!" tclnas c escrtn- c. sclhn estrada q "> n.us.1 " " -trt Federal, Mu:» Gera:-, Espírt Sant e lstad t" R. Nenhum rem sau cas Lvweões ccpys (as 10 lras r 22, ppulaçã suburbana, dretamente atlnrda pel mvment, slda - j. m-se cm < S> grevstas, ab»- tcndc-:»e le qualr lstdadc cntra s maqunstas e demas traalhacíres aban- (lnara s seus psts, cumnrnd as determnações dn cmand da greve. Na ft. um flagrante da Kstacã Barã ce Mauá, < P permaneceu da prtões,cl«<rs durante tf-,.-, - (-. Tveye. Repru - 0 CORDO cabam de regressa n Brasl ÓH membr da Oelegnca- nue esteve em Mscu eçe-cladn restnbelecnent das rrlações cmercas entre sk pas e n Vú& Své. t,ct.. Faland «mprensa, dn membrs da dclegaç& fram unânmes em re «tltur a hsptaldade" das mltrdades c «pv m>- vétcs. e a fçrande lmjrtftnca «l acrd frnadn entre, s ds pases j.rra ulterlr desvl. vment das suas trcas cmercas. Sôbre srífcad desse acrd e s mtvs mpedram estubeleer trca marcas mula vultsas entre Brasl e URSS;?" mnams epmentára na «lã. pgr» desta edçã. Sa. ft, mnstr Bar. bsn da SHva e Sm#yakv -tuard Bjasínavun, em l^cm. ôrrt a»»f.... rmemtd - mtmmw %mm MmmWmí"%âtl- ; BHB H flflk^slsíífl-^ -:angu EXTO N 7.» PaTJTN jr "^ ÍslÕfc2^>M^^«fôWH^wW^^3WÍj >;M. > " -?Wf tó^^^p^lf^^^nssímflfcp^-í^bé^ ^ - - k^-^^^fck^ ^ v# BjH fllfj ^ «^P^ÉáÉâ bhb x:-mw$w fl flfl DwflUHl^H màtí9$êêmwtlêêêsfl fl^^fl^^ -45sK Bll^^ l^«f" mwlwêí 4 - sqrbj flflflfl Hkv-v^^^kHum. f?k bbehhuh; 1"fll ftkt^t PP cnlr s latns, Vvô Xlclnu enlre» esla^s, Saft lauss para s ngleses e nrte-amercans, u qualr utr qun seje seu nme, fal e nesses clas a? tercões se vltam para símbl persnfcad na lendára e smpátca fgura rt barbas brancas rna de encantament e snhs n magnaçã nfantl. O Natal. a lesta da amzade. Reünm-SP ns famlas e s amgs, hn. desejs mútus (te " falcldades multplcam-se ns esperanças, a nda an renvadas, n surgment de meuree Õ -esprt d Natal» nã nvade apenas as pessa». Tma çtm>^» a. -fdaâe W<- se engílana e adqure nvas eôrea. (l.ela ^t <>»> P M;r"(l" rln fams escrtr nrte-amercan O ftenry qne mmf»hnòb rm úl ;:^ j»f

2 PGN 2 NOVOS RUMOS m a Ee Os drlrcnt.» ds prnc pas pases mperleüsta. reunds em Pars, reslve ram prpr da 27 de abrl nala cdade, para n C. da cp-ferflnca de cüpua, reps de adarem pr lng temp a respsta defntva à prpsta da Unã Svlétlca nesse sentd. Cm bjetv de tratar das prblemas resultantes da guerra fra. O temár da cnferênca prpst pels "cdentas" nclu desarmament, prblema alemã e as relacões entre países captalstas e scalstas, cnsttund uma vóra da plítca de pnz da Unã Svétca, na  LUT NO PRGU Embra anda nft se Pssa dzer quas serã s resultad» defntvs d atual mvment revlurlnár n Faragrual, pel mens una csa é certa: f dad mas um pass n sentd da restauracã da demcraca nale p:s, pela derrubad» d reí.me sangunár de Stressner. Esta afrmaçã e legtma na medda em mvment se dferenca, pr sua cmpôs,- çã scal, de "quartelada" qualr destnada a mudar apenas nme d dtadr, sem mdlílcar radcalmente regme de frça e sstema de nterêsses nterns e extern representa. aprxmaçã d fm d_jeflme de Stressner p._ ser vsta também na brutaldade desesperada cm lançu seu exérct (fascsta e mps de bandds bem armads e bem.lags para massacrar s nsurrets "cm sé fôasem ajmas". Prcura também dtadr armar uma prvcaçã nternacnal, acusand gvêrnn de Cuba cm respns:vcl pela nsurreçã.. acusaçã, desttuída de qualr sentd, só vem realçar a psçã cubana de ncentvar desenvlvment demcrátc e prngrcsssla na mérca Lat-, na. Jlp.nle dst, trna-se ah x.as cndenável a dec.l d gvern brasler ce envar Mnstr d» Exterr a Para-jual. Quas s mtvs levant sr. Lafer a ssunçã n da 27. cm pas anda sacudd pela nsurreçã e pela repressã san- Krent.T. Que nteresses ecnómlrs e plítcs de grupus braslers pdem Justflear a crrda nss mnstr, numa attude de m prcura salvar rests de ncênd? Os próxms das pderã trazer a respsta a estas perguntas, mas nã mdfcarã fat de Brasl encerra an de 1959 sem aterar n essencal sua pltca externa de dependênca as mnpóls estrangers. Faust Cupcrtn NOVOS RUMOS Dretr Már lves Gerente Guttemb.rg Cavalcant Redatr-chfe - Orland Bmfm Jr. Secretár Fragmn Brges REDTORES lmr Mats, Ru Far, Paul Mta Lma, Mara da Graça, Lus GhlardnL ma raz Redn. : v. H Branc, 25?. JT andar, S/1712 Tel: Gerenca: v. R Branc, 257, 9 andar, S/90!> Endereç tlegráfr «NOVOSRUMOS» SSNTURS nual CrS 250,00 Semestral.. " 130,00 Trmestral. " 70,00 érea u sb regstr, despesas à parte N. avuls CrS 5,00 N. atrasad.. " 8,00 ssta Para brl mã De nercla em desarmament fgura cm prmer pnt da agenda, nft estand,-prtant, submetd a utras stões. mesm temp, "rntes cdentas" anuncam f reslvd na reunã entre s chefe.- de gvern cs Estads Unds, nglaterra, lemanha e França a retjrada das prpsts fets à, Unã Svétca durante a cnferênca de Mnstrs d Exterr em Genebra sbre prblema de Berlm e da lemanha. Nesse sentd, a delegaçã da lemanha Óedental mstrava-se vsívelmente satsfeta cm s resultads btds pr denauer, st r dzer ns ptêncas mperalstas cntlnuam dspstas a prlngar pel mar temp pssvel a assnatura d Tratad de Paz cm a lemanha e a resluçã defntva d prblema de Berlm, pnta-delança ds mltarstas dp renauer nn Repúblca Demcrátlca lemã. ndc apnta n mesm sentd é a referênca de tds s telegramas envads pelas agêncas captnllstas : "esprt re Oenebra". Dzem as referdas agêncas, ctand "fntes cldentas", a cdade de Pars f esclhda para nã huvesse nenhuma lgaçã entre a futura cnferênca e a realznc em Genebra Vtóra Demcrátca Na Sícííía "grande mprensa" ntcu na semana passada cm cert estardalhaç e alegra nã dsfarçada, a derrta da alança de partds apa Slv Mazz na B Sríla. Tratavasp de uma vtaçã secreta d parlament sclan para a qual.s remcrata-crtn.s nâ puparam esfrçs, a cmeçnr pela ntervençã p;.pal PP KOEL SÉCULO XX mfím mvl /?^_H r ( H. mêbm -_. c_;/ -- (! B k, ^l,,^l Hfl Kl wghj Cm é pssível entregar a temp, cm essa dfculdade de trânst? mte re ses ce setembr era una nte cm tura qualr, calma e sem grande mvment. Mesm assm.s ds carr., qu saíram da Guarda Cvl, um carr de prsners e um jpe cm uma metralhadra, na chamaram a atençã ds pucs transeuntes. fãstaram-se s carrs d centr da cdade e se drgram a quartel d prmer0 Batalhã de nfantara, 5 qulômetrs a este dc legucgalpa. Entraram n quartel, cada sldad cm uma metralhadra amercana Ml, e já lâ dentr, um tenente e um cab apntaram., prsners: «Sãó esses! Levem-ns e s fuzlem!-» Mãs e pés amarrads, s estudam es Carls Oqte l e Enr Vargas fram levads para lugar em seram chacnads pr rdem d majr Gregór Garca Gmez, cmandante d sangunár Prmer Batalhã de nfantara d exerct «cnsttucnal» de Hnduras. acusaçã sbre eles pesava era a de partcnar n assassn d mltar Vrgíl Rclcnz, crrd apenas algumas has antes. Cm é pssvel uma chacna tã brutal pôde ser levara a cab num pas cuj gvêrn é cnsttucnal p de aparentes prpósts demcrátcs? é dfícl, explcaçã nã LNÇ PRECÁR Em seus 138 ans de vda «ndependente» Hnduras sfreu, cm s demas países latn-amercans, s glpes peródcs dns caudlhs e lgarquas mlltares. Esta stuaçã f agravada anda mas cm níc d cultv da ba nana c a cnseqüente penetraçã da Unted Frut Cmpany n pas. s csperança.. de restauraçã da demcraca renasceram em 1956, quand f derrubada a dtadura pessal em 1955, f prmer pass mprtante para pôr fm à guerra fra. mesm temp, na cnferênca de técncs para desarmament nuclear em Genebra, cntnua send aplcada -jela delegaçã ame rcana a tãtlca de dfcultar a cnclusã ds trabalhs. pesar das sucessvas cncessões fetas pel delegad svétc Tsarapkln, s nrte amercans cntnuam fa zend flnca-pé na "mpssbllldade" de detectar as experlônclas atômcas subter rãneas, um ds últms bstãculs pnra se estnbeleça um acrd de prbçã das armas e experêncas nucleares. até subrn de dretsta, a tentatva de pressã sbre s scalstas e a detecçã de Dela Nlchara, lançad c^ndldat cntra Mllazz a gvêrn sclan. Pucs das deps, a mesma mprensa, agra sem nenhum desta, em ntas de apenas algumas lnhas, ntcla a realzaçã de nva vtaçã, desta vez públca, e a vtóra de Mllazz pr 45 vts cntra 30. st r dlzer a alança entre scal-crlstãs (partd frmad pr Mlazz cm dssldentes da demcraca crstã), cmunstas, scalstas e ndependentes nã só cntnuu de pé, cm anda se frtaleceu. É st alguns Jrnas burgueses tveram de recnhecer cm "uma du pres derrtas" da demcraca crsta na tála, st ê, da reaçã talana.! malg uma vtóra bttaa cntra a nstalaçã de ba. ses de fguetes nrte-amertcans na Scla, pela mdfcaçã da plítca externa de subservênca as Estads Unds, e pel desenvlvment demcrátc e a elevaçã d nível de vda da ppulaçã da lha. Terrtór: qulônetr nua- t nuls. Ppulaçã: 1.711,000 habtantes. ppulaçã ecnmcamente atva era de 647 ml em 1950, send 538 ml nas _tvjdades agrpecuáras, 3 ml na mneraçã, _7.f(H na ndústra re transfrmaçã, na cnstruçã, 8.20(1 n cmérc ns transprtes e cmuncações, ns servçs dméstcs e 18 ml em atvdades de utrs tps. Ecnma: Hnduras é um país agrar atrasad, cm frte predmnânca da prduçã re banana e café para exprtaçã. E grande a penetraçã d0 captal nrte-amercan, passu re 3f,4 mlhões de dólares cm 193(5 a Kl mlhões em 1952.,lá nesta épca s mnpóls nrte-amcrcans cntrlavam ds terçs ra exprtaçã metade da m prt açã, cnsta prncpalmente dc alments ê de Júl Lzan Daz. Junta Mltar de Gvern assumu pder prmeteu realzar eleções para uma assembléa cnsttunte. Essas se realzaram quase um an mas tarde, verlfcand-se a vtóra d Partd Lberal. assembléa, entretant, a nvés de elabrar uma cnsttuçã, elegeu ndretamente presdente d país sr, latnnn Vllra Mrales, N para períd Esta decsã resultu de um acrd entre grup mltar emplgara pder e Partd Lberal, n sentd de evtar a l vre esclha d presdente pels eletres, a realza- Çã ra refrma agrára e a elabraçã de um códg de trabalh e de utras cnqustas scas, exg- PROTESTO POPULR CONTR CORDO MLTR JPÃO EU WJàâ llll <f2_f Íl ^.&.í»è $^^ -.- "! /.;.->..:. ^1 ;: ^^^^.h1íl / -... ^^TBbTt^B^K _t_hf %. <? % ^l->g>s-_s!í<^wm Kt < frl%%.-?.. &. v. _ t Í jjjê W-\-Í. í.-m->w$mm-mmmvè HH 91.-:> j tr r âw & V-H ^ ^ nr r^ l W$ "-c P m mí ÊÉÍ-- ;,-^l ^EmP-B?. mm^bt \ BB ^K t^ l WmW flll^ãflrcl _«. m\%> -t^---c,>«?-í-a^ UF J.^ ^^ :,9j < Wwr í^m^^^ml- ft. HP m\?? ^HÍ HL ^É^^ à ^^5mÉ mw^^v j. l > %m ^" mv-_-, P^^ k_ m\ "l^ ^^^ P"V mmr^ m. L - R-_---- > fl!, _B k_.kl ^ ^ ^^ ^m ft^^h k M M^^ mm m^bfvtfá- m mm. ^^ < r^_b^v ^^ k HWB > mwmumvfm;. ^V^jíp ^Bw &. _.- $& B_..^_B-lnHnH: ".- _ "ÍT >«. : _.. & -)í^! y_ í4^4<^htbl ft^ B^^WÍ íft -- ^."_S Lí:^Stó«fííí^;::4-j J ft âf jt^áw^^->^^%mwlwm\ Wm^y^BH «- [_j.. - H r r f-> My-r mr^amp //_ -_- ^^ T w -. Jr \ vífíkmí ímzmmwt--í^^kít^^mfsm^^mmwmmm/^mv-^^s^m^m^m^m^m^mwm^mw^-- M_B- 8^^M Br <._ l m^mf-../^^^m^m k_m S M -ÁW. mwm\ J r.. _m kl T / Í-?W mmêmuf#.-» mm WOvV )_m\ mmmrt m Í^H H! >:W -_^%;-_W^ (. mmmmmm^t^- \&x&m JttMW :: -! ^_ K. ^^$^Ha9l^H l m\m\\mmma3$--- ^-V-:J^Vt V/^^^jtífâSBKlMB 1^^ «^^-^^^W^^H RH ^^^Hm#. %^^ ^ _ : _-^-^^^«à -! ^ :^«^^$^ít-^e^^sb O mvment cntra a revsã d Tratad áe Segurança entre Japã e s Estads Unds ganhu a.s ruas de 750 cdades japnesas, reunnd mas de quatr mlhões e trezentas ml pessas em váras manfestações ce prtests, nclusve greves, cmcls, marchas de prtest, etc. O gvern Ksh pretende envar n cfla 16 de janer próxm uma delegaçã as Estads Unds encrregada de frmar nv Tratad, ftste nclura prncpalmente a brgaçã para Jp.pã "cperar" de cm s Estads Unds em qualr açã búlca este pas se vsse envlvd, retrara qualr restrçã a trânst de trpas nrte-amercanas n terrltór japnês e facltara «tatus das bases óe fguetes btrárs, prncpalmente n nterr d país. Tegücgalpa cmeçu a ser prcurad pr mlhares de pessas fugam de perseguçõcs e trturas, O EXSRCTO SE OMTE N níc re 1958, cmeçaram a crcular rumres de uma nvasã. luva- prduts manufaturads. Unhe.-l Frut e a.standard Frut cntrlam a prduçã ce banana e re plantas leagnsas; pssuem, além dss, prts, ferrvas, cntrlam a mar parte r gad e dspõem r sua própa plíca. Em suas plantações trabalham perárs. Stuarã scal: 82% da ppulaçã é analfabeta. O regme re explraçã cs trabalhadres é rs mas prmtvs e ntenss: dn de trabalh c, em mála, de 12 a 14 hras, s cndções de habtaçã sã péssmas: das 213 ml mradas exstentes, cerca d 105 ml sã, na raldade, chças. Para a ppulaçã re um mlhã e selecents ml habtantes, exstem apenas ml e tcents lets hsptalares e 232 médcs, rt é, puc mas de um let para ml habtantes c um médc para mas de sete ml e trezents habtantes. ras pelas massas. lém css, a.nsttuçã mltar» devera ser cnsderada «autônma». medda temp passava, a fcand mas clar 0 ajuste entre lheraf p mltares se cnsttula em ameaça perma- "ente às nsttuções demcrãtcas, já tã abaladas, Cm a autnma lhes f cncedda, s mltares cmeçaram a cmeter ats sangunárs e arsã devera ser patrcnada pr Trujll e Smza, a partr da Ncarágua, mas a revluçs em Cuba mdícu s plans ds mltares, passand mvment a ser «nacnal». O ex-crnel rmand Velasz Cerrat cmandava s preparatvs mltares nterns, nclusve alcament de «vluntárs». Neste prcess estava também envlvd" mnstr da defesa, crnel ntôn e armas nucleares n Japft. Pr decsã de centenas ce sndcats e asscações ce tôdas as camadas s:as japnésas, desde campneses a ntelectuas, desde funcnars públcs até mners e perárs ndustras, cnsttuu-se Cnselh Nacnal cntra a revsã d Tratad de Segurança np-nrte-amercan. Este cnselh, cm ap das entdades patrcnam, prmveram até mment 9 "ções Undas", cm a partcpaçã cara w, mar ce pessas em mvments abrangem td país. Prepara-se agra a 10 açã unda, anda em d-ezembr, e a 11." a ser realzada n da marcad para a partra ra delegaçã japnesa para s Estads Unds. Nesse da. tds.s esfrçs se cn- Mlna Orz,, an mesm temp, pagava jrnas e ráds para espalhar bat de gvern frmava um «exérct ne- «r» para cmbater s m- Jtares. N da 12 de julh eslura gpe de Estad, Dante da frme psçã cvl, s glpstas fram batds deps de algumas hras de cmbate encarnlçad. O exérct, entretant, nã mveu uma palha, n sentd _e garantr gvern cnsttucnal. s trpas nã dexaram.s quartés um só nstante. Dante dst, esperava-se gvern rmpesse cm exérct. Pel cn rárc), a psçã d0 exérct se cnsldu deps d glpe de 12 de julh. Seu cmandante máxm, crnel Oswald Lpez, f nmead mnstr da Defesa e da Saúde, e presrente Mrales pedu a pv «para rá cntnuar atacand exérct Cnsttucnah.-. Vbrava - se mas um glpe nas fracas nsttuções demcrátcas hndurenhas, RESULTDO DO CRME F nesse clma se prduzu crme cntra s estudantes Ol e Vargas. pesar d ambente de terrr, f frmad Cmtê Cívc Nacnal pela Federaçã Estudantl Unverstára, nslltut de Ensn Secundár, Escla Nrmal Masculna e utras rganzações esttdants, cm respsta a assassnat de seus clegas. Também a Federaçã Central de Trabalhadres centrarã n senua ae mcpear tôdas as ruas e estradas pr nde deverá passa, a cmtva gvernamental pesar d aparat plcal dc gvern Kshl lançu mã para tentar evtar e eclsã ds mvments, n clusve nvcand "regulaments de segurança" já cndenads pelas crtes de justça c Japã, centenas de mlhares de perárs t empregads ns crres, ns mnas, ns transprtes, nas fábrcas entraram em greve pr 24 hras, e mlhões de pessas se reunram em cncentrações e marchas, chegaram a atngr dezenas de qulômetrs, demnstrand claramente a. resstênca d pv japnês às mpsções ds Estads Unds e da cl reacnára dc Ksh. de Hnduras prótèâtdu vcementemente exgnd a punçã ds respnsáves pel crme. Dante da pressã lar ppu se frmu srente pre- Vlleda Mrales, f brgad a assegurar s trbunas nvestgaram crme cmetd cntra s estudantes. Entretant, apesar de qne majr Garca Gmez tenha sd desttuíd d cmand d Batalhã de nfantara, e tenha sd ncad prcess, descntentament ppular cntnua, ps se sabe nunca um mltar f nr pu- pels trbunas, mar pr fsse crme e pr menr fsse sua patente. Fr utr lad, é grande n agtaçã entre s grups mltares sç sentem «.ultrajads» pela desttuça0 d cmandante d mer pr- Batalhã de nfantarja, faland-se mesm em nvasã de Hnduras a partr de E] Salvadr. Nes tas crcunstâncas, pres dente Vlleda Mrales é cada vez mas empurrad para uma encruzlhada, em terá esclher en tre bedecer à lgarqua mltar, u enfrentá-la crajsamente. Dferentes grups de pressã - exérct, as frças cvs, s cnspradres exgem uma defnçã se trna cada da mas dfícl. fn.r. - text publcams é uma trarncã resumda de arlg publcad sb mesm títul em Hy» de 4 de utubr d 1959 em Havana).

3 25 a J.J1. «v,. -l - -_«.!. - - OVOS RUMOS PGN 3 ÊÊs lpía vez, Vr Cabt Lrgc nã se lmtu n:- xnvaments cm LCn brndad us braslers se põem ; plítca de ; )n. d Brasü pels trustes estrangers. Ksgrmlncl cm cllnus e c.ólares, prcura mstrar quc s Estads Unds plenda-se: Gvern e s trules nrteamercans,.sl amgs d Brasl, Vejams assunt mas de pen. Lg n nc d seu dscurs, numa mal dsfarçada ameaça a Brasl, quand pas vem de frmar um cuvénn cmercal cm n Unã Svétca, d/ M. ca b.t amzade cm s Estads l U d 0 S SÓ tpll -l(u Vttlltajsa a Brasl Ou Estads Unds, dz ek-, veram mnls ne 8 blhões de dólares, ns Últms re/ ans, cm Brasl pde fnancar suas nprtaçõ.s, Nft. nft.-«trata te dnher para tá eurad fllantròplcamente. ns (\ resultad das exprtações brasleras para s Estads Unds.,, ssm apresentadas, ss csas, pderam lm pressnar. cfra, sem túvda. é alta; mas se serve pura.alguma, csa é par» renfuar vau de dependéncía em u cmérc exlerr brasler se acha em relaçã as Estads Unds.." fat, pn n e - ala dês; p n1.n cm m.- f. uüí, e a brutal necuvaléuíh.- relíçõe.s e trca qu antps cm dí E.-mdps Unds. Essa falu dc equvalênca vem-.-. acentupd alravé da del rracã prgressva ds preçs ds nsss prdu s de exprtaçã, enquant s prduts mpríams nranr te ds Estads tnds têm seus preçs sempre majrads, E m, senã t mnpóls anercans, tém em suas mts s crdões das blsas e rs mercads nternacnas, deve respnder pela reduçã ds preçs d nss café, d nss cacau, w mss açúcar,!.c? M Mrs Ck dra tda - verdade revelara a mesm temp s mpedsa esplnçá a ns submetem s nsss "amgs" nrteamercans, se mencnas»» s blhões te dólares ne-.ams de receber ds Estads Unds pr lerem sd rebal- Nads pels nrte-amercans > preçs ds nsss prduts. LUCROS LTOS Outr trech d dscurs de Mr Cab e d>í ad a refulaçã r fal de.s mnpóls estrangers blém n Brasl lucrs elevadíssms. Dsse enbnxdü anercan as úncas e.-l.nlstcas vu apand essa tese.-n tã grsseramente dcturpndas en sm aprecetn- Çf prvam :-n ;<.lmuna". Na pdems adnu,. Mr, Cab nã saba l r um esaljs.ca, cm nã pdems acetar atestad lbe de - um èle r passar n braslers, f empreensh" 1 s seus uvntes lm- Jan aé bald palmas ás absurdas palavras de Mr. Cab, ps, cm revelava ln (Mas a nssa cnfrade dalalsa Nery. êsse e prcedf.-u nrmal dessa gente). Nâ é pre s r lnge 11. " dplmata an um balanç de qualr tuse amercan quc pere nc; Brasll, seja a Gdyear, a, K.sm u a Standard Brands, Ccarla u Kbm p cmpare.! : sã lucrs declarads pr essas empresas, mut aquém da realdade. Mesm assm, elevam-se a 30, Ml e mas pr cent, em cmparaçã cm s G u 8 pr cent recllem ns Estads Unds. E estã mut lnge de dar uma RNOS VSTO POR LCERD <0 sr. íns rns. íder da psçã, cala a bca na trbuna e va trncr.se encntradç n gabnete d mnstr «Trbuna da mprensa, autrdade mral da psçã, a ue alude sr. fns rns, stá gravemente cmprmetda peln sua cnduta. E as suns palavras, m vez de restaurá-la. neqam cm adjetv, pr verbs e substantvs, lamentavelmente cnír- W «Trbuna da mprensa,. 28 c , vfcn crría da realdade, O presdem,. Getul Vargas, cm dlscursu, revelu cmpanhas est, a lgeras auferam n Brasl lucrs de até r.(nu pur cent! (Era precsamente ea«v una N ma amercana, a Squlb). DE CBO DE ESQUDR Mus, embalxad nã se lnln a negar. "rgíneun" também, mus em cab de esquadra. Dz ". se tsse c".ln s lucrs dns rusíes n Brasl sá elevads, parn cã seram canalzadas r,- a.s nversões anercanas Em prmer lugar, nlnglén al nna s Estads Uks só esplem Brasl, h-l/.nete nãn "gzams desse prvlég Na mérca, nn serems mas nfelzes Méxc, a rgentna, Chle, a Venezuela, Canadá, u D.- pens pase? punlds pela Unted Kí-ul (,n ;. s trustes ans nã pe- 1hn apenas na mérca. lém dss, nau gu ra tampuc M. Cabt capal mperalsl planta suas.a: a.s ním só nde pde bter super-luus; unra cndçã fsenclal parn st t pussam ltnbn remele-ls pa, a ma 11/. na nu - róp le mpe alsta. N cas "., Brasl, apesar t- tdas as pra.1 1ünare abertas para > sa d pas a1 ra\és da remessa de lucrs há as lnl! ações uarns upstas pela lucla edawe das msv. reserva. cállns. E anda, s r slef, ná sã cegs, sabem as fna.- nacnalstas brasleras sã cara vez mas fnes e acabarã pr mpr a Gvern as meddas de leesa da ecnma la u.d, em face rav sangras a- emesshs de lúcs re- "resentín. O PRÍSO CNDENSE "Se s nvestments es- (run};prs enpbípcess tn..s nações, cm se alega, entã Canadá te\ a s r uma n - çã ul pbre; mas re flt, em a per capta Canadá só é frt r a.s Estuds Unds", Sã palavra e M, Cabt, Oal a realdade, prém? realdade e d. cndçã de dmín nn mpér Brôl a, Canada va-se rnand cada vez mas dependente ds Estatfs Unds, Ecnóncamenle, d«há mut - nglé rs perderam Cananá paa s seus dscípuls ans, Pltcamente, C da na se dstngue rs países amercans mas (eganentp bedecem a p.!;- Men d Departament t Kstad O- canadenses vêem perg 111 n e Ml; tjc» se euclran, ná etlam sua cçãu O Real Cmfé G, rdn. cm.sã desgnada pel Gvern. ade: para estudar a (-evua d p,,, t (nla rentaçã cnservadra é cneslávpl, < frçada a ectlípcer, n substanc- :- relatór apresentdu após ds ans. p squsa.s; base nqur uue caudens! bserva-se um sentd (e nsegurança pau,,-,,,,,,, V:,,,], ónr e Mas p der., d Sul un lenr de u pu,.. sra çã re.ll.ha p,,..., ;,,.,.., mn dm cnóul.> eventualmente,\ PERD DE NDEPEMDÈNC PO- 1JTC",.O desuuue «nss. b %jf nda ha das publ ávnms de a rações. < Mr. Jhn Davs, drel da Brnsh Elecul" C cm M. Cabt uu. dstnt hmem re e- pó s Pen q e a pnã e Mr Davs uã.fme eum a eufra re Mr. Cab-, J-.- nndn num semnár dn Unve ldade da Clômba B!- lá.a nr, Cunaú, rr e Mr. "s D.v qur canadenses pcen vãmente especula sbre se un pas pde e uma exstênca sgnfcatva, lneprí!. quand estrangrrs detêm a mara ds mes mn s quas ésle pas r, ttén sua exstem a". Passams a- palavra a M. Cnb parn respnder a M. Davs c as cnspus memlm.. d Cmtê Grdn. E O.S MONOPÕ1 OS? P rm, M Cab pcgunt: nce estã s supsts mnpóls estrangers n Brasl? Sera ml lè/cs mas fácl P>pl(er sr Mr Cab! pcrgunsse nç eles nãn estã. Estã em lóda parle da Wa n país. Paru nãn ns alngarmbs mut, vejams rapdamente.-, mnpóls aluam nns res setres (íspec! cs Kuc.naós p >. r M. Cab: petróle, a carne e, ndústra autmblístca. N prmer, basta mencnar n Kss e ns dspensarems de murps detalhes cm 1;;!!!! tas mnpóls n Brasl u nu lhr, um pe n aspect da sua atuaçã, a mprtânca léu na ec - uh nacnal, s lerrves ppjuzs ns mpòeu 1 ílm pndeá em mrar em utra naé.n desta edçã sòbe a unífcçã nas lmp rncões de petróle e rrrlvar. pela Petrbrns.! n cas da m... Entre a- mentras de M Cab e as palavras de um general brasler, cm general Ururahy Magalhães rums.m este ultm. E renuncln general Ururahy, na recente crse da carne, senãn a pressã dreta dns f:grfrs csrane.ers três amercans, CUJOS llteésse. Ltt: Canddatura Em. M Cab detendeu respurladamnnle junt n Gvern brasler e um lnglésv E pr <; r pv (s pagand ra: nr a KW cruzers senv» p mpsçã rs rgrffcs..n"ersv Quant à nrúsrla amnblstlca, já dcnnstramf r.n reurtagcn publcada neste jrnal qu ds trustes amercans - a F. rd e a Ge- Jr-1ll Mtrs (..11(1(1 1,111 terç.s nvestments na ndústra autmblístca, dc- rm mas (e un teç n prduçã, pel vlume físc érca de metade, spjtund valr. <)u Mr. Cab dentfca e cncet dr mnpól cm dc dmntn cmplet, ttal e ndvsível de rams da prduçã? Qualr estudante t ecnma sabe nã sste mnpól "pur", mas um ram rn ernnma pde ser dmnad mnpl.stcanene, desv um <ls elements nele atuem cupe uma psçã decsva. Também nã pde gnrar Mr. Cabt, pr mas essman dctcje ser. n sru própr pas. anda para cntundr a pnã públca, dand-lhe n lalsn mpressã v del -a ds nteresses (h pv, Depramenl de.lstça ve/ p.r utra anena rm meddas antrsps és íes nesnís trustes upem n Bra l.... b lm,-.. narz de Mr. Cab, mas re e ncapaz t \ er.. Ná, Mr. Cabt, a- frças narnal.vas em cujas flelras frmam s cmunsa< - lutam cntra um níg real. cntra mnpóls qur exstem (desgraçadanentn Se nau exstssem, nã merecera n um dscs; t grsseramente nten encnls- a um lr e a naçã repele, nrgnava. March Jân: Nvas Crses Na UDN >n mel te ndas Vêm guand panrama plítc nas ultmas semanas ndas desencadeadas tant pnr.setres da psçã cm De. ls círculs mas reacnáns d própr Gvén, nleressads na craçã de um clma ce nsegurança q.,.: pssa ser un pretext paa nu ddas de exceçã - - duas tendêncas se mantém e r afrmam eum ntdez: a u frtalecment e ppular a- cã da canddatura t un recha Texera f. e n (. desgaste crescenle d:, canddaíra de.lán Quart.- N qe -r lefere a cau;- danra ll, lnulyada p 1.. PSD. :n se acha na a r da )..,)rganda aberta d»; rua, ra nall/..a, anv. d eel a!, da > unqusta de lma.- ur.r-. Nesta r.plal. sbre!!(( sucedem-se ràr: uent(, as hsaações - n." lês pr m. ger;1!- nente < n cncrrds cm cs,. quas.«radre«esclnípceu arate ncnalsta r- dem ntlc ;:. canddatura dn alua unus m dn vtcrra. Quant à re-..plvc t rpssa anddutnrn cm escala nacnal, um udrp l, expressv tm revelad u recente Cngres.- ds Muncíps, reund n Rer.\ quand nllhnrc:; rr deputads, perfets e vereadres, r c presentaudn nale certame ínuncps de ld pas. aplaudram clusà. tcaente nme d marechal Ltt enquant replam rum vaas c npups nme tc,lán Quadr.- E evdenlc ue a cnmpnnlv cln canddat nacnalsta, apenas ncada está mut lnge anda de exprmr tuda a sm fça. Dc un lad mprtantes a ü r u pünents plítcs qur frmarã a ;. d dc Ltt, cm PT13 anda nã estã partcpandu alvanp.nte dn capan!"h E de utr la. n se ras fón a.-.suacmí as, e m sru própr cmand, atuam elements sctpr^ se t:- ar;" um pela n -lónrla.s tentatvas dr su blar a VSO OS LETORES Cmuncams as nsss letres,, e.xcepcnalmente, em vrtude das festas crnenatvas d n Nv próxm nu.ner de NOVOS RUMOS cslcá nas bancas a par t d da 30 c crrente, qara- lena. canddatura Ltt t prcuram, aga. a nesní pup, retrar-lhe cnteúd nacnalstn r demcrátc e crar arlfctlnenle pblenas s pderã dfl- (ultar una mas ampla r slda undade ras lna., pr Kessslas p (a., massas pjulnres em lõn da canddal,.ll tendênca pmpm a., t-- lalecuen r., cre-r.fu,. p. p arzaçã d.a canddnura nalsa :"u pde mas : tm a rn, (Puda JÂNO l1.rdk ::l.;!.:.\ OUHU a -auldal ura ue.l.u (Vudr.. t vdenl" qu d. e d" r-vh e u.- llldl, p K. jl.. tjl.--_-!,,l v r»; - ;t (t)tl.). ]);; u;;l.- d, kh t,- línrkrlrll-r enh sc, a esa nl u:.:, r - rer a r alund; fm p r lerrn mt t "Jann. gnnluu" e vem ncntcccndn da após da,. t gasle plítc e eletral dn prváv n prudr dr ra.a-- v-a mpressã lm uanfesndn cm da cln reza pel m.jurez Tn vra ("nss petróle rme ser entregue à Slnndarc )., de larar na ul una «ema - na quand.-. nstalava a Cmsnâ elejta netpa tdãl. p Jllll, qur a cntrar ds mas tmstas, nã ner dtava a nssn campanha sejn uma smples marcha batldn pura a vtrj. crença numa.supsta nvencbldade t,- Jnn pu-. a. assm, a -r substtudn pela dúvda e desânm. Para st cm rren nn s «desmralzaçã d própr canddat dante da pnã públca quc se trnu mar sbretud deps d eus- (m dn "renúnca rrevgave" e da fracssdn cnspu. (e ragarças, cm lambem as cntradções (pe se acumulam (. sr agravam dáracnle n hstes anstas, nuu mesm, mn rfet, aparentemente, da cr- -,- da "renúnca", cnnnd udensla elretn nva c ue. prvendn pel susp l- Ussm nfn.slanent t Cur s Lacerda da campanha eletral dc Jnn, deps ce haver mandad uma carta agressva a sr, Ma&nlhãns Pnt e. da. antes. have delatad a sublevaça ds cns dc ragarças. lacaíd, presdente da UDN e manfestand descrença ns resultads das eleções lder d Clube rh Lanterna até agra nau e.xplcu cm rl /a a.mu partcpaçâ ns acntecments v rncnç nvestu cntra s partds usand uma luguaf "n lpamene glpsta, em declarações. fetas tèra fera k mpren-»a. Sabe-se,1 Blàs, sr. acerda pretenda, nessa declaraçf, alnca nmnalmente Sr. Magalhães Pmt c utrs próceres udensas de m dverge. (v cnntí. enrelan,. úll l hra. Outra cntradçã e n sr relacna cm a Presdenra (a UDN; lcencand-se, pura dedcar-se a campanha elelral de Mnas Geras, s Magalhães Pnt sera sub-tr.dn pr um ds res vce presdentes, tds rnu1 ds pr >uü;, tendeu 1..- utía.-as: Vrgíl "..:.( Mu. Marln- e rteu- H u n. ur en. K ela - " d..- p alem sur r nva. rmp;, ações, cm e sultrds neualvs ("1dd ura Jnl.. paa a lém d mas. a.v cntrndlce.. ná se lmtam u UDN, uncamente.s eleções tara a Prefct ua t. Sã Pau l pr exempl, cmeçam a tnrnr.r se nm fc de atrts enle PTN, cuj canddat e sr. Emíl Carls ( "lm -. gatun ( "Estad t Hã Paul", r, LD\. quu ameaça lm ar padp Caln/ans. Eslf m adções - alem nu.- pe vêm de antes, cm a psçã dus elements tu larssas ccbllun sen - velnenc a canddatura dc Jân Quadr Êsse debl.ment e mar anda em :".e d u;tutles abcrlamen" reacnáras adtadas pel amg cr Rckefeller ru sua campanha eletral. Hn pucs das. em Sã Pau, nsultava s drgentes sndcas, taxand-s dc "pelegs e desrders". Lg em srguuu faland nn lnstalaçã ru Cmssã Execu- Uva de sua canddatura - c repetnd quase tcnlua]- mente expressões usadas pe ls glp: s d ragarças cn seu "manfest" -- nvestu Jnn cntra n ndt u nacnal, defendend teses u se põem frntalncnlc a asprações t puress e ndcpendõnca (c nss n. PKOVOCÇOES ncnfrmads rum n tendênca a frtalecment na canddatura nacnalsta d marechal Ltt, s setres mas reacnárs, r dn psçã cm d própr vêm gvern tentand td tp,, d manbras, algumas das qu... nn passam mes m de grsseras prvcações, E cas, pr exempl d) alarma se faz, em trn da supsta partcpa cã d sr Lenel Brzzla n cnplé de ragarças drígd pst em pratca. cm tds sabem, pr cnnhedí nnternnrs. qu» jamas estveram n lad d PTB e só têm mtvs paa dscrepàncas cm prgrama e a plítca dfcssc partd. Outra prvcaçã, esta anda mas nfantl, f a veculada "Jrnal pel d Brasl" de terça-fera últma: s cmunstas teram preparad una agressã a deputad Mncare para atrbuí a a fcas da Mannha de Guerra e. assm, ser 11 nda uma stuaçã desse lugar nclumve a aees ( nlra Cngress Nac nal.! " necessár (pe se npunt n respnsaljl dade pe -.,al ( nslrn rn:d() Paca uu (..r.u tr : r rln u,. n (".-ua Prelendé anm presd nle d, t \p.u ressusctar, a ra ultura antcmunsm nsr ment re sempre len... vald a reaçã r? ru.-,- les mperalsla. quand lencnau glpea hk lherdades demcrátcas. Fm ltnd, há pucs das, numa slendade, na Plca Ml la, sr. Falcã u and uma lnguagem mut pareruu cm a d,. Jnn pn S.u Paul, tentu dcsclle rn antcmunsm, pn- < unnd, nlcn r mas en vlver nessa prvcaçã, de frma retcencsa, s lderc sndcas e drgente d PTB. CMNHO Ds NCONLSTS K evtíenle bjetv..-( prestam tdas estas p.utras prvcações antd R/^UNDO NONTO ~V O tme (e P!e f derrtad num jg K s pr ss nm trcedr atru uma pedra n. v.nuca. d carr em mag d futebl se retrava d Estád Guaran, em Sá Paul. peda quase atngu nerv óptc d lh drelt de Pule. (MltlUOO - Lacerda, quand pressentu n derrta r tme t ragarças, também al ru una pedra vsand nerv óptc d crnel Vels, cm ala denúnca encamnhada a Mnstcrl a Guerra e nã a Mnstér da ernáutca. la pessas assm, -OO K natural utrs jgadres de ragarças nã tvessem aprvad a pedrada re Lacerda. Ná se sabe ale pnt e em tm Lacerda cmeçu a receber demnstrações dc desagrad ds cras dc ragarças. verdade é. numa bela madrugada, Crv chamu nvamente a su apartament deputad Bent Gnçalves, para lhe transmtr utra alcagüetagcm, batend asas puc (le K)s. para Lndres. -(lollolkt^ O afastament de Lacerda nã f!u rrevgável quant a renunca de Jân. ssm, tvém-l de regress da nglaterra das deps. Já entá para anuncar nv embar rum a Velh Mund. \N agrn n Suíça, a uma reunã d Rearmament Mral, em Car.::. Cm smples bservadr, dsse Lacerda n Galeã, a jrnalstas quc cmpareceram a seu "retrn". Qual será a verdadera mral desse Desarmament, tfn cm bservadr alçagéte d. Praa d Flameng. OO Entre a vagem n Lndres e retrn a Ctux. Lacerda íéz declarações. Lua descrente ds partds.. Sua descrença atnge re manera mas frntal a UDN. cm cuj palc, durantí ans. amu cm vedeta. s partds, segund dealsta ds telefnemas a sr. Bent Gnçalves, falta dealsm. Pr ss Crv, num vô rgulhs, reclhe-se Suça, ngressand cm bservad n Mvment de Desarmament Mral Lg deps de haver desarmad e desartculad n revada glpsta paa Brasl Central. OU Vltand á lasc ultrapassada pel própr Jân, da "renúnca revgãvel", acusa s partds de pretenderem dmnar heró carsmátc de Mat Grss. Cedend n. mpulss dc seus mas recentes remrss, Lacerda afrmu. cm a dgndade de um resarmanentsta mral: "Ná deser, nã fuj, ná renunc :\ luta". Va lutar pela demcrcn. n desarmament mral t Caux. Va lutar, mralmente, pela lberdade de seu. cmpanhers dc ragarças. - OO O pnds é "s arrumam e rc ajetan". n entender de Lacerda. E as despesas (e vagem, m paga? O jrnal defctár na Rua d LavradV M y m.\m\\ 1& l ^JJ y B^4è "^^Sl--«^v"H/--^K^t"«R-s > >ffv ^vc/ \. ítyfjzj?/ Gm4 W/ -^ -< Vfm\ n ^ mcratcas: n craçã r» uu anbcnte dp lmar a meddas de exceçã, levnn d a se nlerrnpn.. prcess demcrátc fn afastada n canddatura r marechal Texera Lu cm ala e apa/ d., reu mr as luca.- nacnas)as t. ppulares numa campanha para a.;segunr. em : t uubr n vtóra de um gve n denfcnd cm un pr grama rc luta prln p gres-.-. ndependente d pm-, pe a legaldade demcrátca e OTÁVO TRQUÍNO DE SOUZ E ^ >n; u-^-u. pela. ruqu; n re uen,>rp«cndçõcs de vda para pm ( camnh dn.. naclnals,.-.. p mul. ná pde ser ul cntrbur pr tds - mes para frtalecer " undade da- frças patrtcas e demcrátcas em h.n ua canddatura Lt.. denuncand e derrtand das as maqunações, pu am de unde partrem, quc vsem mpedr es- -h undade e lnf de 1 ul! cm 19ü0. LÚC StôSGUEL PERER ENTRE S VÍTÍMS "VSCOUNT" CTÁSTROFE DO ENLUT LETRS BRSLERS N, en.a-le.!; p.--..ua. ^ cldade l balad p r mal. uma catástrue aérea de Rgantescas prprções Cerca de 40 pessas, entre t pulnnles e pas.uers õ avã,>mercal e mradres de Rams. perderam a vaa (tunuu, npõs chcar-se em plen a. precptaram-se sbre ale barr enrme "Vscunt" da VSP e N da KB () desastre crreu quand nparelh (. VSP prcuava a psta du aerprt d Ga- á pa a pusar e N la- /:,; evluções nus prxmrade.-. a nejj-s de 700 metrs Ce altlde.. Entre s dsaarecds. f glram elek...; de grande nm..la H.unnu Sar"? desta (n n nnd cul- Cabelf, qur r.hu uaní tural. Juntamente rm sua nu an-, cm várs Trna.- espsa, a escrtra Lúca M- e revstas K, entre s guel Perera (autra de várs qun: "Trbuna, Ppular", rmances, cm "manhece" "Dár Carca, dc l "Em surdna"!, tuleceu um ds fundadres, e. a rcvlshstradr Otáv Tarqun ta "O Cruzer", nde clabnde Suza, autr dc dez vulu- rava atualmente, Deps dc m"- em esta relatada ler d pr mut temp "Hstóra pr,-- d. Fundadres d sdene u-a COFP, Benjamm mpér" Otáv farqunu Cabcl era agra cnselher de.uu! lgura das mas qur- (".vnómc (n Cnfederaçã runs em nss me nlelec- Rural Braslera, l f un ru:, rgan/..rrr- Também vaja-va n avã 1- dn 1945 d. sscaçã H;a..,- mslrad escrtr Jsé d eha tíc Esrrr...,,.,,,,..,.an \ aladnres, «tllnl Oüra lgura enl.rntr r Bl.( a("(a na caasllr nu "" "rupuva pósl (>e Dl plítc. Jrnalsta f ecn- retr d Museu da Bu).

4 PÁGN 4 25 a antesca Chama Nas OTS-SOBBK U%Rt»S..l«M«W«M»«««Í»«M«<«>^l anhas SJ a Terra revsta svétca Cultura e Vda (n ) publ«u esse nteressante artg sôbre aprvetament da energa d centr da Terra, Transcrevems abax seus trechs mas ndrtantcs. Em qualr pnt r Olb:>, estendem-se sb a supcrflre menss e nvsíves mares, sem nme. nà vêm ndcads ns mapas cm a côr RZtl de cstume. te pue temp atras, nã se santa r respet c,éles mas d se sabe sbre s canas de Marte. té mens, ps s centstas Estudaram melhr ns estréas lngínquas aqul se encntra a pucs qulômetrs abax ra superfee terrestre. Os rudss gélsere3esrars jats de água mneral nte, emanam das fennas. das mntanhas, sü quase tud hmem vu e rmsnnlt, E, para dzer a verclade, esses cads nâ sl nvs, uma vez sá cnhecds ha séculs, e mesm mlêns. Fram descberts nas vzlnhanças das famsas "Mneralne Vdl" (Águas Mneras) d Cáucas antgufssms lcas de banh s mneras e aljaments nas cavernas da dae d Brnze. Trata-se re fntes naturas, prcdnzldas p elas p óprlas agtas subterrâneas, u pels Gnndc mvmen ú. edtral, neste fm c,, Enlre utrs, pdems us. LNÇMENTOS snalnr lançameu " mnt ds seguu tes lvrs: Parábla das 4 cruzes, de Már Dnal; O Dab vse-ce de pret, de ntôn DEla; Jã S mões Cntnua,, de Orgenes Lessa; Os camnlaate3 tíe Sta. Luza, d Rcard Rams: Manuscrt Hlandê:-, de M. Cavalcant Prença; Camnhs ra Terra, dn E.neda; O hmem nã gstava de cães, de Mltn Pedrsa, Nas fts, vems ns ds últm" autre autgrafand suas bras, na Lvrara S. J é. U\ de cma, aparecem, além d Eneda, Jrge mad, Álvar Lns, Mme. Mrabel (add cultural da Plôna.), Mara Marns c M. Cavalcant Prença. Na de bax, nda vems, entre utras pssuas, a petsa Beatrz Bandera, nssa clunsta de teatr, escrtr strjlcl Perera e sr. Kuchvnlk, Mnstr ca Tchecslvaqun n Brasl, um flagrante dc Mltn Pedrsa, quand autgrafava um <f exemplar de su lvr. > terremts, u pnr ambs. Em pucas palavras, sã bra da própra natureza, rca mas ndferente. Em temps remts, du a hmem algumas fntes de calr subterrâne, cuj númer cresca mut espaçaclamente. ssm nasceu e cru frs re verdade centfca a falsa tera de a.s Águas ter mas subterrâneas sã mult escassas e própras smente ue znas de atvldacfe vulcânca, cm a rr.lânda, Eram cmderadas uma exceçã, um raprlch casual da natureza, enquant as águas fras parecam cnsttur a regra, O calr das prnfuezns. assm cm a energa encerrada n urnl, é cí. prcedênca exclusvamente terrena. Pr utras palavras: n cntrár r1 carvft e c- petróle^ nã está lgad n astr-rel, ns f reclhd pel prande e-,\p. tarr e actmularr natural ds ras slares é a flha verde. Segund crtér das cen- Uvas, calr subterrâne prrluz-re prncpalmente peta c\!sntc_tvaçft d urân, d tór e -.le utr."s elements ue sadrs r smerfíc ca Terra, s -:rrentes fsner.s de lava ncrandescente enpeldas pels vulcões sã testemunha ca ppantesca chama qr há séculs rme nas entranhas c? Terra e cuja ergem tmbem é devda a desntegraçã rad a:tva das rchas terrestres. brr camnh cm dreçã ns prfundezas da Terra, ntra slysfhl Kl H :/yy»wmhh m)&!^^^kummwrw-u^kmn)y^ ^ Pra_Í ^%\ mw^ê! flfl B^H^^ÊW - :-JÊ -»ábé5 Í^PB ms^-f m D K-al mlx^ v,l 1"-mm m\wf%^mm\ W- ^fl f ním WàÁ fm: ^^tmm7t? > y_e_s. w MMMWky-.wír> -,- WÊ mrmmm vmwm MnnH nr J íhkha BM9 K^wV. ^ j NffM^H ^^^^MH«^P^-<Hl^v^ -wft:> ( Mmm\ \mm\\m9m+5t mmvpmlwssmw $& t!-::-:»sh«íí1_í_> -^" mmm MufíH, mmmu ^«ÍP ".?»- WM- m Hn U HB9?^ ^XÍ ÍÜm\ M - -^mm- > K msmt àmum^. W fwttfv mt uuukwes?j&jym-.\sjutjfty\ fo«w^ ft.^:- Kv.-: H!«/ ^s^vsç ^^^1 ^^^Kl MMküMMMb9&M %.,-.- "í <» ^Bft l -. k^bmtwmmf. \«k-l {ÁrmMXa M\ smmw t -.-/...- "/& _. >v_ K_tv_,^ r,w M«s fsí-../ «7V«^^^^^^HH MmM mmmêgbt" f <_P^, P WM K ^h.^mmmctmm.m\ MMT-- ^í^íuvrafy fcw??. -^ --Mrf^auM. MMMt WMM^ --.yí-- -^^^» H Mmtkr- -" àw\ mmmãêm CMNHOS D TERR Pe> 11 ( nfessar para cmeç cnversa - f cm una grande :;:- tsf.çã t«t publcad ns e jnrrutl, rd NOVOS RUMOS, crôncas (n vagem tã bnta (pe realze p ls países scal slãs d ma a..gò- ílc-slü.m «le lltf)!) ra termna. K umn nngra tant mar pr, nestas andanç;ts pel Prasl, ntl aqu e al asstr a lançament «l«- lvrs de autres «nrcnas, ;:«mpe uv de vára., pss;.s relvrcnch 11 estas crôncas, rmgus «" Nrdeste u d Sul, rend saber se " nã n reun-las num lvr, amgs lzeml «jue havam gstad mas desta d «t;e l."«;uela,. g.>ra n lvc está aí. Clam-s tamnh. (a T. la e tme cm ep-.nl mu fra.! c íe eset.r nc s,u Sn: 1Nn cmeç a terra nã lnl.,c mlns: m.-s calt vez uue um gran1 grup r hmens passa pl mesm lu- ; -r, n> f 111 um cu.nl se frma. «.-mnh.!! scalsm f abrt p!:. Lrt :".:; ca, c, deps dela, utrs g-.-( es g.up; de hmens cntnuar;..11 abrnd s nvs eamnlnp dn terra, M.M í\ 1 tá a nns lvra as. ed (l r ntunes. K smples, mcl: st, nã uer pnrecer melhr «. uc «. Nã ln/. ps"tsm, nã se arvra e.m pn. r.,-nds... lstu apenas cntand, smp.-f. hnestamente cntand v s Mt, cm ande d eneantamenu em encantament em a lhs hm abert,., na certeza de p.ava mund d nv, Gstara éle fsse nr tda gente, gstara, prncpalmente, ce fsse amad pr tds ales sabem qu rã- há crtnnf. de- f«n e sm umn bela, glrsa crtfta de -mnr peles- hmens «pela Humandade ns J» r» «tl^ c,t»- «p ENF! D países scalstas, O lvr custa cent e sessenta cruzenn; f mas barat meu r.utnr cnseguu, e, n,mus é um «ltcn mmst. Pr mm, se dnher tvesse, cste sera un lvr gratut, um lvr para da ce pl-cs.mte 11 tmla gente, u entã ún lvr prn ser vmcltl nã apenas pelas lvraras, 111,_j também pels engraxles, jrt ue esse meu deseje assm cara nas mãs de multdões u" gstaram tle sabe- cm é a URSS, cm se vve na Chna, cm é a vda nn Telecslváqua..Mus, precsa m cs nã escer, vvend cm vv, de meu trabalh, nã pss jamas pensar «tu fazer lvs a mnhu custa. Pr favr, nã cnsderem carn preç.ln Camnhs du Terra. F mas hara nue d edtr pde fazer. Muta gente se espanta dc eu ter vllad em fns de agst,, já en lczenlt.. lvr sar, Kxplc: um lvr dn v"",-.-ns a., países scalstas u. pullenrl medatamente, 01 rleve fcar atlr 11cd r" funel dc umn gaveta. le mund «nã pára; cnt ta Chna, pr exempl, nã será 11 mesm dentr tlc ras un an u nr-sm dentr le ses meses. -\ Eurpa 1 lha, cand «le pdre, pde car lvrs «vagem estátcs, Os países scalst- sã dnâmcs; estã sempre camn!:u(l para mll, mdfcand pnnrnmas ecnômcs e humans. ssm a pressa tve em dar n públc brasler e sent al e, cm crey.a, nã será mesm em 1060, quand a URSS cnqustar nvs camnhs, quand 11 Tchecslváqua fcará mas rrn, quand n(.jl.jn.a.prc.lun;.-. fl.llf. JJ.q.lJ.Í.-_. du ;t pbreza, deu ensn gratut a tdas as cranças etc. M<u lvr está a e u declare, aruges; é um lvr para vcês. 1 GUEORGU! DL0!< vés das.barreras de pedra, é quase tá df l quant eseapar a gravltaçn para lançarse a espaç cósmc. Mns sur gu a trb-synca svétca e se realzam prfundas perflrações lançaram pr terra n velha te/rla. Chegu-se à zna cntnua de rus qtentes, Parece ncrível, mas r verdade, Cmparada cm a espêssa camada de t rrens safurads ce águas ntes e temperadas, a.,; chamadas hdrtermas, 11 água rn cnsttu uma fna cumav superfcal. perfuraçã, prnepnlmente a efetuada cm turbsnda, trn 111 pssível um grande aprfundament n.s entranhas da Terra e prpr cr.mu ns pesqusadres mutpls cnhe.ments acerca dc plrnêta em vvems, Já nã há rr., a a. avas mes lev.un v.nt >.- gem sbre as fras. Quant ma.r é a prfunddade em a snc,1 penetra, mas ata é a temperatura, mar a p.essâ e mas nte a anuacuja quantdade aumenta em vez de dmnur. Os cálculs prev s n.s prudentes clcmcnsram qu -. pr suas reservas de energa, at H T0.erm;s cupam prmer pst, superand n lulha, petróle, s xsts bríumnss c n hulha branca e n azul, cm sá chamads vent e as das,tuua. E bem pssível s recurss hlírtermas s;jam supernes a íest rs recurss da superfíce trr rc e da atmsfe-, reunds. UM PítOPULSOK EVl^NO Dcscbrlram-se entrmes bacas de águas ntes e temperadas n Cáucas e na Transcaucása,.-.. sla Cen- ra e n Casastá, na extensa planíce russa, ns pases d Báltc Ucrâna e na Crméla, na Bel-Rússla e na Sbéra, na Camecháte ca e nas lhas Çurlhas. fl s expídções envadas ela eadena de Cêncas da URSS a chversas znas re nss pas trazem, an a an. nvs dads assnalam ns mapas gelógcs grandes depósts subterrânes re águas termas. lguns dêlcs causam assmbr pr seu tamanh as próprs especalstas. Pnr exempl, a superfíce da baca artesana "Velk" (Grande), cm 11 chamam s geólges, na Sbéra Ocdental, é quase gual á d Mar Cásp. Também sã extrardnáras ns reservas hldrtermas explaratí-as n Cáucas Setentrnal e n Casastá. Demnstru-se pràtcamcnle quase nã ha zna nce nã exstam depósts (e anuas termas. Encntram-se em óc. parte, nclusve nns regões de cngelament perpétu: na parte superr há uma mstura gelada de terra e água, e na prfunddade encntrnm-se fntes de apua em ebulçã n temperaturas ce 150 3«K) graus". Mutas sá as vantagens nue pssem as águas subterrâneas em cmparaçã cm utrs tps r e\erga, Os depósns mas rcs de hulha n de petróle carã esgtads dentr de cem u duzents ans: s rns mudam de dreçã; vent abranda. Mas ns entranhas c>a Terra cntntann expulsand prmanentemente seu nte prdut paru a superfíce. STROJLDO E MCH O lvr re Paul Cavalcant K-.t de Quer:. gtadr rn trt.sl neüha de sar na cleçã "Braslana" da Cmpanln Edtra Nacnal. Cnhecd já de un pen crcnl de amgs r autr, tveram casã ce ler em cópas datlgrafadas, c vlume agra pst á venda des- Una-se a larga repercussã entre públc ledr de língua prtuguesa. Frut de lucs ans de pesqusas em arquvs, btbltecas, velhs jrnas, lvr de Paul Cavalcant é prnclpalnente umn ntável cntrbuçã n estud de tóra uma épca da vda plítca e scal re Pernambuc, na qual aparece panfletár Eça re Querz, cm agtadr e acusadr de graves mtns, Entendam-ns: Eça aparece. t-.ft cm pessa, mas através d seu fams panflet t Farpas, esct de parcera em Ramal.10 Ortgá e publr.d em Lsba. Tud se passu pr casl& da vagem de Pedr à Eurpa, em macls tíe Es.sa vagem frneceu as deus terríves panfletárs excelente mtvaçã para algumas 1! s.vas "farpas" lteráras, "s Farpus escreve Paul C.vslcant transfrmaram a vtrsa excursã d mperadr c Brasl á Eurpa num grtesc espetácul de crc, carcaturand tud aqul Dm Pedr fzera, 011 dssera, cm prmer vajante re sua pátra". sátra repercutu vlentamente en Pernambuc. OS republcans g-.vr-.m e glsaram á larga grtesc esp- ncut apresentad nas págnas d panflet lsbeta, mas s nnn.rnruí;; tmaram p-á na unha e fzeram d (" - lterár um cas plítc de cntundentes cnseqtlônrs.!":plrnv."m. prra ss, cs velhs e anda vvs sent- vn-s netlvstas rs pernambucans cntra s prtugué- "s,.r-:írcl: brabas plemcas em letra ce fôrma, e n. -""ír pancadarn grssa, bra-ctuebrn d cmérc em nn de nrt"h:ns, rte., etc,, etc. r clar qne essas csas nã acntecenah cm íatns slads -- 1 nv. cm a stuaçã gernl exstente n Pas e -rr Prvnha. Paul Cavalcant traía nn seu lvr panrama extn rn stuaçã pltca e scal d temp, em c enquadrament se prcessaram s acntecments susctadt n-! ".".- dr? Eca e Ramalh. E ^t, recsamennue cnfere mas substancs nteresse a seu tra- Dr-n jlltfl em luvr ra bra. ela surge e ss f:-.,->-!-;!,,.--.,t,n,-. -. em nssa lteratura, cm um braplcaçã r materalsm hstórc c-!"!-. e-;.-.- r" m mete" c"1 anl lse ca hstóra lterára, plítca e sc:l Nem é pr utra razã pôde nutr revelar e esclarcar cres aspects descnhecds u encbertas da hstóra pernnmbucana, csa. s hstradres fcas e dcnlstr.s 11J0 pderam fnzer, Em suma Pca de Querz. qtadr n Brasl, de Paul Cavalcant, qm1 bteve rm 1057 "Jaqum prêm Naburn", nsttuíd pl Estad ce Pernambuc, é um lvr de prmera rdem, desse a g-mte recmenda cm calrs e justfcad empenh. água, vajante nfalgável, flu, deslza para bax através de fssuras e caplares fnssm rs e d lá una vez acda, refaz percurs em sentd cntrár, em dreçã n Sl. gra, quand se estuda metòdc.mente calr subterrnne a s«r «e rmnt seu pape m natureza, suas partcularcvades pssbldades, s centstas elabram plans para abastecer dezenas de edades e númers pvads cm energa getérmca, Ds u trcs paçs de grunde capacdacle sâ sufcentes para abastecer uma ucnde de cem ml habtantes. Calculu-se s gasts de perfuraçã, clcaçã ce cans e demas trabalhs sã amrtzads em pc temp. s águas termas e gêseres cn Camccháteca ferecem lsnjeras perspectvas. Ns manancas de Patzhet será cnstruída a prmera central getérmca expermental cpe frnecerá energa, luz e calr às empresas ndusras d sul ca Camecháteca, ná prccsarã re cmbustíves t"" utrs gares. Dec:u-se também abastecer a ctfade de Maja-Kalá rc- calr cas fntes termas. explraçã dessas centras permtrá acumular experêncas serã utlzarns ví cnstruçã etc grandes centras getérmens, almentadns pela nesgctável energa dns prfundezas dn Terra. Centras semelhantes surgrã, nas mensdões da Sbéra «; «r Extrem Oente, n Cáucas c n Casastá. Juntamente cm elas surgrã utras plentes centras d mesm n- p abastecerã ns cdades d áfta nte e clelrcttíade. N l; 17. Sndcat de Jrnalstas 1 r t s s cr nas d R de Janer prmveu em sua sede a sessã slene de encerrament d curs de técnca jrnalístca patrcna anualmente, Cm parle das slendades, strjlcl Perera prnuncu una cnferênca sôbre Machad de sss, abrdand aspects dá cóabraçaó d"autr de DcmCasnun J ns jrnas carcas. Na ft vems um flagrante l da mesa drgu s trabalhs da sessã, nde. se vêem cnferencsta e presdente d sndcat, >, além de utras persnaldades e um grup de aluns dplmads n curs. R STR0J100 M.ÈU REGSTRO Sérg Bar r Hlada Vsã t Paraís: Os mtvs Edencs.n Desç--» b.ríment s Clnzaçã d fíí-asl. Lvrara Jsé Olymp Edtra, lex Vany ntrduçã d Cnema Brasler. ns- ttut Nacnal d Lvr, General Carls SUdart F-- lh Fundaments Geará/tcs e Hstórcs d Uslad d Maranhã e Grã Pará. Bblteca d Exerct Edtra. Paschal Lemme Pr blemas Braslers de Educaçã. Edtral Vtóra Lrnlada. Fáb Lucas Cnteúd Scal das Cnsttuções Brasleras. Edçã da Faculdade de Cêncas Ecnômcas da Unversdade de Mnas Geras.., Gndn. da.fnseca nchad de sss e lpnpótam. Bgrafa a nálse. Edtra Fulgr. ntôn Olnt Cadcrns de Crtca. Lvrara Jsé Olymp Edtra. t. Perera da Slva Crtca de eler. Scedade Edtra e Gráfca Ltda. Maluh de Our Pret Sr na Nte sem. lua. Crôncas. Edtr Pngctt. TETRO J. Salgad Frere Pata Onde Va Brasl? Grandezas e Mséras d Nss Desenvlvment. Edtra Cnqusta. DON JUN TENORO» ar O Teatr Nacnal de Cméda encenu, nn Muncpal, rum segunda peça de sua temprada drama em vers de Zrrlla, «Du Juan Tenórt. Nale teatr esteve apenas pr quatr das, vltand deps para q-teatr Serradr, nde permaneceu também puc temp; apenas até da 20 d crrente. Send nss jrnal semanal, quand sar esta crônca já a peça terá saíd de cena. Fca, prtant, cmentár quase sem justfcatva, ps ná atrpe suas fnaldades su, a nss ver, «nd reduzd espaç de dspms, meramente nfrmatvas u dé rentaçã c públc. Pssbldads de mar análse de peça, dreçã e nterpretaçã, nã há. Levand em cnta tas crcunstânclas e send d pnã espetácul deva ser vst pels estudss e nteressads em teatr, ncluím-l, cm utrs ds, n rter, recmendancl- cm uma «necessdade cultural». E veja se quant ê delcada a tarefa de pnar! Pessas huve manfestaram estranheza pel fat de haverms recmendad. qu va, ps, em restmclas lnhas, nssa pnã: achams a esclha da peça, sumamente nfelz teatr cantad, e drama e cmédas em vers sá armadlhas deveram ser cudadsamente evtadas, Nsss atres já mut mal se arranjam em matéra de vz, para pderíams chamar «trval. Dante de text em \ers u cantad, naufragam redndamente; O cas, entretant, se agrava mut se em tas crcunstàncas estã sb rentaçã dc um dretr estranger, necessaramente, gnta s segreds d dma. V. nã julga cnvenente mtnr-5e ce um assessr, ajude a vencer êssws bstáculs. V cas de Um Lus Escbar, dretr espanhl mprtad únca c- especalmente para drgr a peça de Zrtlla, cn- am éle nã entenda uma palavra d czan seus cmandads. Da, a verdadera cnfusã renava n palc, nde cada atr representava á sua manera e ns mas varads estls, dand a mpressã de brncavam de jg ce dsparates, n ssm cm dscrdams da esclha da peça, tam- «bém fazems cm relaçã à vnda de um dretr c prjets de cenárs estrangers elevem ter custad mna frtuna, quand cm s recurss nacnas pderíams ter apresentad csas mut melhres. rentaçã c S.N.T. ns parece dtdu pr um «snbsm» já, felzmente, superad entre nós. Mas s cenárs de Salvadr Dal, prmrsamente executads pr Benet Dmngs, espanll de \ mut radcad entre nós, merecem um cmentár à parte e justfcam a recmendaçã necessdade cultural cm eles, apesar de clscrdrms, quant à mprtaçã ds mesms, deu-ns Servç Nacnal de Teatr uma prtu- 11 dade únca, ce cnhecerms a bra c fams e tã dscutd pntr surrealsta. Pr mas ds crdems dele. mut especalmente de suas attudes demldras e cabtnas, tems de lhe recnhe» cer um;, magnaçã fabulsa, rgnaldade extrardnára e uma grande frça pétca. Send um ds expentes máxms de uma crrente artístca, faz parte dn cultura tmar cntat cm sua bra, analsá-la, estuda a, para acetá-la u cmbatê-la. O nã se pde é gnrá-l. Nas cenas mas rmântcas, cm clóqu d Dr. Juan cm Dna nés a cnversa de Dn Luís à janela de sua rtva, há um perfet entrsament d cenár em rmantsm da peça. Gstaríams de aprfundar uma crtca sôbre text, a traduçã (belíssma), s cenárs. Nã havend espaç, rems haver expücad u.justfcad.a recmendaçã. ^MUHlHHlnr, BETRZ BNDER X.ÍSOC 30C30E 30E3C1 OE30SES. D D D 13 D n D D

5 25 a m. NÍW-dS RUMOS íárvjt). > r,.v)«.<v-. VHw\ m m êreve na Lepaldna Nenhum Trem Crreu Durante 24 Hrm «ml ferrvár» da Lepldna rarramaram vtnrsamtru a trabalh krs ct manhã d Wa 2%, tpé,s a reàlzaçu re» f»vt t advertnem d ht hra, qut enrruu a Mas rgrsa naníesla- «T <k undade até lj» reg«trada na hstóra daa lut-a «m trabalhadres daqtela amga ferrva. Mu» de 300 trem dt carga e pasjaner» fcaram cmpletamente parads a lng dn e-«f»n>.a eada ala- -vesa Kstad-, de Mnas Ueraa, R re Janer, Kspr Sant c Dstrt Federal, ntes mesm de <r declararem rm greve já s íerrvár» da lepldna hávam enqu-ar númeras «ns revndcações nelas quas lem lutand ln várns meseí. greve em»- ;u a lnrnsa. nm.-ã nlermnseral enpma ds repre.seuule ><>s mnslrs da \ acu., raha- l"- Just;» el-.(/e!,.,;,u Rede Ferrvára e da l.rplda; t dn Sndcat t da hederaçãn ds Ferrvárs, e»a\a encarregada ne estudar apresentar tna sluçã para : quc-hícs ds ferrvárs, ja hava cuserd d.mnstr da \ açâ atendment de nuncras das revndcações, entre as quas a» reíerentes an pagament d adcnal ue Jtrr sôbre»alár hase para trabalh nuturn; a nã nterrupçã da jrnada d trabalh, efetvaçã ds trabalhadres prvsórs cm mas de s f 11\??,; js r e e \ cj unra.», GREVE M;<«a «jeve f (UCagrada pr a p nepal revndcaçã cs trabalhadres aument salat al - - nã fu aendda. \ \U-<\e «lmp.» a cnceder una uellura salaral na ha.»e de apenas?[>,. da tabela ap e- sentada pel» lerr\ a «s exgem un acnl mnm «le. ml rruc/r-.. e MHNÍUO rr,- ml, \ Rc, f r prpôs a cnceder un ínun de 5UU cru ers e "J.5Í.0. un máxm de l---. enrappsta, cnscl nada r r s ó r a pels rahalhadres, (l"!! mvn k deflagraçã da greve. par r da» lll lma» da malã d da -- cnlut trem >m 111 nas dá taçâ. )s trabalhadres tmaram ch stã clc lu a. a dc paralsaçã d serv - éçü Ü maquns,! uue cudu/.a seu trem para a estaçá dc axa», lnha a chegada prevsta nm-a n; 10 hras, mas cm c-.-sa era hra estabelecda para a rvf,. ele mp uu mar velcdade» lcmva, a fm de evtar rsc de qualr atras na paral sacá. Oep. daa lll tna» da manhã, segund decla- Paders de Nteró Fzeram Greve Cerca re 3 ml paders ds muncíps ele Nteró e Sá Gnçal realzaram uma greve re 2-1 hras, cm pane ra hua vêm travand pela cnqusta de un aumen salaral vara de 30 a 60",,. greve, teve nc a atr hra d da 17. determnu a paralzaçà de mas re 3ã0 padaras, e í. segund. pnã ds lderes sndea-t, «penas umr. demnstrae é qu«estã dspst» % ler can ná sejam «tendía- cm suas leunacacóes. rm k reprtahem presderue d Sndcat d»!>.. ívárl. 9«mal6rlr!e Kat»ta, nenhum trem çà Ra-á-,- \ ctlu ma». llrp m"llt e :,\., «( 1 pcs-unl «us cntnfns adnsraçãn da.enp. PREFETO E PDRES DE PÀRNTNS CONTR 0 SNDCTO OPERÁRO PÀRNTNS - mass, was (D Crrespndente) O h; Jsé Ramund Esteve, # a-.s n ca carg fe prefet deste muncíp n da de m. ercu-feclaru qne va l- (ncar cm Sndcat ds m1-alhadj.es na ndústra d< Cnstruções e r Mblár d muncíp, s (fclaraçõex desse cdadã, (pe se r-\ela un anlcntcc nmg da demcraca» ds drets ds hmens (e tra ha am paa a r- ( e/a d muncíp-, ansaram v \a revlta em lòda a cdade, la», mut anl«s das declarações d sr. sé lamund, j s ralalhadres de larnlus \lam send \ tna.s lanlém da nllerànca de alguns padres, m.- tl/am a mar parte das sua», pregações prcurand mpedr rnp s perárs c-utrcn pura seu sndcat. Sabems <nt» em algtwus cdacle.s, padres se clcan a lad ds trabalhadres, apand as suas lutas pr mellres salárs, delended s seus d re ls, partcpand até das greves em dele.sa de melhres cndções ce \da. cm crreu recen le nenle em Sac> 1atl e Bel llr/.nte, Os padres de ParlllS, enlelal. usam td >eu verb para mpedr (me s trabalhadres enlen paa seu sndcat, se unam e deled.u s llets ( e lhes sa a.>»< ^u- Tads pelas les scas e lrabll.sl.s. lá temps alas, eles chegaram a cnnsegur e Delegad de Plca lcal ba«a»se Prtara prbnd a real- /.açã de qualr lesta na sede d Sndcal rs rahalhadres em (ns- rçã, lea nas prxndades da l^"j Matr/, gra. (.Osera ap d Prelel e t, paa a sua mssá ngrata de lutar cnta a rgan/..!- ç ds raballadres, pe ldade de classe surgda nenhum mal lhes ler. e em Parnlns, lem dad exempls de lula cn- lula apenas pel CUllprmenl da Le, ra s vladres d.s les la ( (-m dga cue a ra- rabalhstas e cntra tds z«\a prncpal la canna- campanha de alguns padres cn-. rárs, <) Sndcat v em s explradres dns peta sndcat de Parutns. le n gem ua labr- sócs, e seu aumentand numer de presdente, sta, ca de esnuadras da ramlade. l.s»a lábrca é fu elet vereadr a a- (smar de (llwha < drgda pels vgárs e mara Muncpal, c.n - eles nã exclusv ds trabalhar quseram pagar salár-unun ctlre dres de Parnlns. gra (Jvèru nand, sl é, mesm, Sndcat acaba a partr tle de jan-m. dc cnsecur uma v erba le.les s pagaram (>() das T ml cru/ens. ( Fund Sndcal, paa lecns- deps, e lcaa- dc\end s atrasads, O Sndcat tnr a sua sede. ()s rabalhadres de Parnlns prtestu, fles na assnam a ( alea Prlssnal dus cntnuam se unnd rabalhadres, nau seu Sndcat, relurçand pagan léras e nem repus 11 - a»ua ç/auzaçã unead. ( Snd» al prelel elet d.»se também prtesta cntra ss. Mas nã M apenas ne as ameaças d pe- va lc d;r. íles nã le- eles s qu nau (mpren let f cnlua a lutar as les. U, pr exempl, pels seus drets". a Kábrca <\c Papel \ma- /un S, \,. cnlna pavald salár-nun de (a-í SHM.n. ( uad ü (v e uu manda pagar... M cu/ers, r cu muts (des nã cnpren as les, td»- sc juntam Cnll es padres para a/cr pregaçã cntra Sndca-. pr Sndcat delende s drets ds rabalhadres. O Sndcat ds Trabalhadres na ndústra de (,u»l ur» s v«e d lblá u de Pa ntus e drgd pr ( Kma \c (> 11v era (ls-- a resdenle; lsé Mara d (., sen etar e»-, edr u a dc ""u/a, csrer. r.sses hmens real/am trabalh de sndcal/aç-. e nau/,çã d» pera s dc Pa ul m», sul a» c 11 : 11, s ma s, ad- \ 1 -as pus.sv 1 s. \n..r dss, prcst d Sudcal \: crescend "lre us tr.b,lh. l r». ( s Lnn,ms e mulheres \un- /unas explrads quase cm escravs ua prducã de jula. cacau, caslanha e n u a lm v n.1111 as suas v»t,s n.u a a n\,, cn- Sndcats Flumnenses "Da Preparam Da Os sndeals de trabalhadres, FMad d R entrarám cm plena atvdade, prmvend s preparatv», para "Da da Omssã". cnfrme f decdd numa ampla reunã nter- -sndcal realzada na Capal da Republca, sca 11:11 da de pre.st cntra a carésta da vra, >. de manlesracóes em favr ra aprvaeâ da Le Orfànct da Prevldénca Scal, ra regulaíneuacá d dret d,, rcve, d flan de Classfcaçã d Funcnalsm, da lmlacw ra runes.sn l» lucrs paa exterr, e e,umprjets ( " e.»lã fll parn a para serem aprecam- nn nf.ssã emardàr, d Cn «ress Nacnal. < e se reumá c- 18 de anef a l9 de feverer «próxm an..» manfestações carauterlzarãn "Da \a Oh:» s:". serund pensame ds drgentes sndcas, pderá.ser as rm dversas. O.s trabalhadres,.s fundr.ars. estudantes e dnas de casa serã cnvdad» a pnr tcpar da jrnada clp prule.sl realzand a.» pderã r re.sre a greve d«.h uma. dua- 011 hras?\e bcte d cmerc, nã efetuand qualr cmpra ns estabelecments rm ante da marcad para a manleetaçu ce prnes O Mencal. ímpx-m. «me «. man» d» ppula- Wmmmmmmr~í$jfà2.-s?- -^tfjèêè mwmmmt^mmw Hr M» bs.urpeds res le (.us- r. presden le dn rderncâ d$ \hlttlú pcs d> l.slndt d l{m. e membr dn Cmssã Orunlrt l H11 dn Onfssín çã, prncpalmente n«perárs e - funcnár? publcs. façam senlr a,» (epulads P senadres seu desej de ver aprvads t du» pr-e de ncrésve <tn. <»l<vkvtd-rde,»+e lveer r próxm, âh Fazem Mlcr(M de -.-.-zsa:.-yh.rtt-.y-» rewg- PGN 5 dra, sma hás a íderd a í líl Ue ;v\e :x-j:^ 1 ^ enpré-h, l.-»a a prmera v, U araram rupleacmu tralall, «"r;len para n anndudt de nv tuc-t llu kc \-la. NOV PRLSÇÃO s íc nv a a.»- da Lephla, cpe cltran uma mntfu/ca flencnsl njí de undade t de ngau/.açã, (nu a jrreve de aclverlèna dc _M hras, c-ãu dspsts a clelrrar una nnva "e- \e, dessa v-/ pr temp ufleermad, nus prmcns das de janer, -c ^c!a llàf le. cr- lna- rt- sn.s re\ ndcações plenamente atendds slçãn «l- p rm.v rs (1k Lepldna d«se.»- peradnra. \ grande ma"- ra dele», cerca de là ml, recebe anda a ha-e d»ala n nnn \a nal. m a elevaçã «««u-t da v,- dn. cm altuu» hrares em mas de 5lK,. a sua stua- «a sc anavn. la em- nl du» rahallares em lll mes sal a a ím de sr lvra larpu da l e rnda s CO!l(lll.»ll r 1 EM JNERO NEST CPTL í Cngress ds Trabalhadres nas ndustras Urbanas rmand Frícíís s"-:r, nsslncld nesta Cupual. (!( tc mas. nf r. n 1 CfK (..N.cul Tr:!):t:ln(j -( dl,-.as Llj..:,! reunr, c- ::n ml rlallaclcrcs nes dc r cn, prncl" â c l.s e tr.: 11 ll Cl,a C C rltluls, j; r.ssc: n clns em v-,n." s lul.c.en. ) ljptv (u cnclave c n. f ralulrtíl- í ",:. :.c!u r. «nl. s :n :!;t Clmum ce r v e.ru ec-;, ([..r s:., cl.! U...Ü ClU dac..van (u Un. rümárío Os emress.-kts clehat \ e n.1 r!: T - Prevdênca Scal: l." O, da lv. r:: ;. l e prblema ca CPKKS; 11 Cvk.Ç1..-. (!.. cntra.» c euv nçfes eletvns, sala-nnn),, prlssnal, snár mve, léras, partcpaçã ds lhadres ns lucrs cas empresas, abn ce Nnt: Lberdade p utnma Sucr : -elrma ca a Sndcal, Fund Scal Sndcal, undade sndca; V Establdade n Dret de Greve: establdade dn t dr cm gual e efelva l-rnta em rrtaeáu n tln sndcal. lerlnme cán d (nct re (reve; V ( c;5e.s dc Vda: cmbnlf. a elevaçã dn cust c blunas ccnòncs d trabalhadr, retrna ngan: DELEGÇÕES O Cnsress l" envend a Feder; í" N.cnal ds Trabalhadres nas ndus!,b;l!,l. -b a precn-. em snénca de Nelsn Menclc líssa entrar.c jr. cnuct cm s M sndcats. l)e«. f.;:» ::. adc- c utrs também cngregam trabalkres lauees rams ndustras. Desses entendments fcu aeerl d t re: l/açã re assembléas preparatóras em tòca s entdades sndcas, e a eselhn e env de deleancõ O Sndcat ds Trabalhadres nas ndúslras re Knerna Métrca e da frnc eu Ma as; duen de Cís d t de.!;,: r prl bléa m (m H d crenle, durante a qual f ecl pa delepncâ empaeeerá a cnclave para drt nprtnees leses d nteresse ce sua erpra ã. f).cüe.s.- Nacnal hx Trabalhadres nas Tnrtús- ras Urbanas esla send rsan/.ad) ]r nna cm:-..;. empslf ds drgentes sndca..5 yemr Rcha; Cdsmd Rauí e.lsé Cabral. M bt é^ - Es. R - Para <í<-te - abes" cssads funcnófyís muncpas de varas cdades d nterr d pas 111 a 11 d am as favas regulamenl s pbe de fazer geve, e cuam s bacs em vgrss mvments de plesl, exgnd a elevaçã ds vencments e pagamenl ds alasads. csmds pela lme declaraín-se em greve, nesses últms das, s fundns muncpas de Mandaguar, n Paraná, r» >m íssa Os snrl ca.» d Kslad r l! 11. reunds na sere da entdadp rns rdvárs, dectlrnn em h emssarn» para tecl nterr, e cnvcar assembléas ns snc ca lua e nas delegaca.-, urantp r,s próxms da.», pam a ( (,p janer s ldere" vltem a -, reunr, lend a uma dr-a ds tps de mau. fesnçóes pssíves de -e realxar n :.">u> rumlpn se, De.ssp ncl, cm um esbç dn pr sraua elabrad, u rree.» sncl cas d!«1110 u R cmpareceãj ú reunã cunveada paa n «la. u Caplal dn Hep-. ( andu se a nre.nl u ln ;, < mu»,. e ap 1,.., lext un nanenu j ser laucal a ppulacá e fl írdaclcs. escarecend a.s rayes l^, mrnnen,,, calcr c^al e pacfca das nanfe.scõc.s prtnanadas un..-.»; rumuen.se ruanzadra c "Da da Ônussã", é cmpacta ds sr,«, Danel Sares, presdente da Federaçã ds Trabalhadres na ndustra de Cnstruçã Cvl c delegad regnal ca CNT; Eurpedes res de Casn, Presdenl da Fe deracã s Metalúrgcs; Rafael Franc.sc de lmeda. presdente da federaçã ds Trabalhadres na.- ndusras lmentícas, e dp uuns lderes representatv) c nnvlnvenl-ü.- mcca fl»- aunen.-e. Greve Em Vlla Rednda, 110 estad d R e Bel Hrnle, 111 Mnas Geras. Em u- ras cdades cm Nte, Macaé Nva guaçu, Dstrt Fedeal, Pd leg(e, Frlalea, s funcnárs eslã empenhads em lulas também pdeò culmnar cm um mvment gevsla. stuaçã desses funcnads e vedadeuamente calamtsa, Os de Vlta Rednd, nã recebam s stus vencments há mas de 7 meses. Os de Bel Hrznle ná reseban há três meses. Em Mandaçjuar, nde 01 ve duu 15 das s funcnárs llv«stam s seus vencunenl MccKCds duru le 5 meses. Esses fts leva 111 cs barnabés a rmper cm a«amaras d Estatut d Funcnalsm, prmveu d a< qeves fzeram vtrsas as suas revndceces. Os Sndcats perárs e quase lads es asscções prfs.-.nas e estudanls, em ds s luçles nde funcnalsm apelu para recurs extrtm da geve empeslaam lhes ld a sldaedde. O mvmenl ds barnabé«d» Bel Hrznte, f qut leve na enve - gadua ps atngu ds s sevcs da muncpaldade, nclusve s de água, lmpeza publca, esgts, e ctmle. Os gevslas fzeam penas cncessã a servç d abastecment de água ò ppulaçã, lend desgnad alguns tabalhades para manl er em funcnasevc. s menl ale demas peacóes n ò eam leos pels funcnács. Os bmbes é lanam sepüllament d» cadavees. 1 slucce dc? mséra d funcnalsm muncpal de Bel Hznle clecjara a tal pnt, segund a narratva dramátca de í um ds grevstas, um funcnár resdente em Vla parecda, face a abslu- a falta de lecuss para almentar sua famíla, vuse bgad a ensnar seu cachrr a trazer ss paa casa, a fm re cm eles prepara a sn para a sa muller cancersa e s ses flhs men» res. assstente scal Slva Resende de Cs.c, uma ds ldere; d mvment, lespndend a nlepelace de alguns repórteres, declaru: Eu rnlec a fme cs pecírs a Prefetura Pr ss ccunç cm a su revll 1 e partcp d su lula-, Slva Resende, exerceud a su funçã nn Deparlament c!e ssstênca f Saúde dn Muncpald"- de, percrreu c-ntcs (0 lrn»< ds traba! la c res t! 1 Pefetura, e pôde cn.:!alar a sua mensa pbeza e a falta absluta de r?- curss pen almelcu s p p ns flhs. Os bancb : muncps, p lutavam pur uma caus.c justa, cuta- EDTM Ml % CS ESUS 1 C un ce 15. ".rn cs 11.1 Edlló a Ca 11 lll e, an: ua 1 )c! - a, 1, lmam ua,usl ça du Trabalh panncnt ( ums.-e» 1 elatv as,1 un nu - re Uabalh de ;«U ma -c aprpru Kel.ue c () \ "necl es als c 1111 ( a - -p lu ans de ca». f am rpsca» ca nlelra edua ( up nau assnava suas Carera«, Prfssnas, Cm as 1 fl 1 ÍÍlÜÍÍ ram cm ap dn lócla a ppulaçc. O sndcat ds Bancárs lhes abru as prtas, Secedlcs, esludanles católcs, trabalhadres na ndúslra, n cncc, u transprte 1 ns demas setres prflssnas prtegeram-ns cm clar ce sua sldaredade. s pfessóas p 11 rc,, cntes havam realzad uma greve ce caráter estadual, vltaam a cruzar í baçs, scqrzancl,,e cm funcnalsm muncpal e pratestand cnra c ta d; fcun vtmas \r.)r parle c, lídees cs prtd-, ua ssenb.lca. cnva. Cs.s p.:;c!:;cí! as de r. p. 1 ccl 1 :.. :. a:,, p:e. 1!;s vlta:, em as esclas, :;!a5, qu ne aprestlcr am nenhuma emen c- n pjel lhes cncede n reajusln n( c! s vencments. Mas a prmrrsn n f tump (-:. Vccs emendas fnrm a -: e " : c; :,-1, c - e 1 m 1 nand ) cc-,enn da vnvacc c pj". r. pfecsóar-, justa.v.ente levtacas, v- laam çjeve, refrçand a lula ds Ba nabél, cju!n/.. lu-í acabu se lnund vln.a, após a das de paal aca ; cmalc tjc; u ppulaçã mnera, ò F-L?.^ PG )"!!, P?jf- 5.7^TfcS ;.:;/. m mau m r: r,l ll 3 u" nn : rem, ;,, c\:;< m lan n,.,!,t«da ln-l-x, /aça 1 p emp " ècrvíçtí e da,» fea3 vuutu

6 mmm^mmmmmwlêèmíí ^^, - fc.~-a:.. W2Z1YX PGN 6 VOS RUMOS ;,.;_.n t manoxwmm muna» amam 25 S ?59 Trustes e Brasl Refnaras Lesam Em Mlhões De Dólares UNFCÇÃO DS EXPORTÇÕES DE PETRO LEO E DERVDOS E UM EXGÊNC D ECO- NOM NCONL - SUPERFTURMENTO NUL D ORDEM DE 100 MLHÕES DE DO- LRES CNP NÀO DZ QUE SM NEM QUE NO E DEX S COSS COMO ESTÃO DSCURSO DO DEPUTDO RMON DE OLVER SÔBRE O SSUNTO. O prblema ca. mprta, ue baslc,..-,u- peuleu ue rwattí-- f tjelc dt- aprfunda!» alals pel epuladu t.t- U)n de Olvera F-ancu. ü-ctceru pu.rt Oe c-,. pnr.lè W wntad, n sentd e "" qne cul...da -. Pe-abra us meu.-nn.ua. mprt/çut.-..sldara. vv.es sl;c:t>..a V.rul-;:-., Cnselh qçé u Petróle êse nrfàu ín- alr/t.. a nprf.-. d» td u petróle c dervad. l-trelunl, (.MJ luíííg a mn prur.caht clar, ln uma r.-l le. 9 «tt 1958», na q ml. em lxssen dubla, les.t.- "m -.emíamen«- n nesm pé em -;e. PREJUÍZO DE 100 MLHÕES Baspuul-.se em dje.uuuj utcas, deputad K.tn de O.y.crB msr».tt nu.-,m\fó\í,^- rr - p-uleu dervads pth teta., em -ua vrauüe nu;., pelas cmpanhas partculares e prus temara. acarreta mn pre.u,;- t re :!(K) ml (lulares. um su Urusl u UU nullc. de.- lares Xr an s..usa pr.,u Kla!ura!du em e.-íala :us mprtações, cm pau.., a e refnaa. t-m a - u caju res quart. c u;t:.l d-s.a.n,;> -.tac-"--. > deputad Rumu n- Olvcüa clu.mj de.n-u cfuanas partcular.-. u.man ;xtn!t p um pre. mar d de.- e.rttvu d te. luu.síedu, a-.::., para estranger, mlhões ce lu are e estalcunru ua mesna prprçã a.s rr...st., d pn:., N memral envad pela Vtbas au Cnellu Nacnal d Petróle, a re nutub dc líâ.l at.ua u eupl a estatal a unfcaçã dus puíaçue. p seu r.eruédu permtra nna ecnma de í!íl mlhões e t) ml duurs n ds an. :. e, quase n) lule.s ce dlaes p an. Tal ecnma er,a btda tlavc da nprtaçs dc petróle as melhres preçs. O EXEMPLO DO GaS LQÜEFETO Fat cmprva autentc -a;,:-- a (ps r submetd país jx-l;>s true.- e reunara.- partculares medante u uperfuturament ras mprtações ê d sn> lqtele -\ - l!)5ft, tas mp ta.f eram leda. pela; cmpanha.- h. - clares e nas qeleu "lavs n par u preç re... dólares p barrl. Km dãt quand t nja» lm õr-,,-,;- am a ser [.Mas p<-. Petuba- u b.uul u ga lqurc SOU 11 CU.Sttl J.ll dtun-... O: -, :.: l-.r- lanam lllll.-,.- perfauracnt da urdem de -t-, TRGS GOLPES l)-- k prrlaaenl.d luu lnu.- u nulares Xr al, ta/.eu utlalmente -.- culpanlas.- pt-trule e a, ctna1.-; partculares represe.a um le.-./al de cerca de 20, d ttal le. nssas recetas em mrda cuvcrsível dõlaes. lbra., ele. Dc utra parte. esse,- lt)0 mlhóe- de c., Kndcra exprtaçã lenal de lucr- -an, > - anen!.,,.l de câmb. Cm c -abe, a. upu!ueò«s ce petróle e dellads sá fetas a câmb de cn. st -. cadu dólar (",;:, à empresa mprtadra Hpenas leu e/.rruv Sc levarns em cnta dólar n mercad lsre mercut p. qual rf!^ífâtt. 28 de Fevereuü-ade Març 19Ó0 FERDELEPZG Fera Técnca Fera de mstra O centr cmercal dmnante entre Leste e Oeste O reflex ds prgresss técncs 9500 expstres de 50 pases Vsl gutu pua u vjtu du feru. Cnun cções aéres Uel. Kcdu^õ ü tufu p( Eslradu le Fenu. PrOpecls em tòda us géncj nltmcns dc vuyem e lun. Representarã (nmercul du Re[úbl(u D e n (r (a lemã n Bal Ruu SsntJr Venjuer, 50 1?, anda - Flameng RO DE JHlRO Mu m11" a-e, dt ;õ de ( - rt- j. p t: du :.». p : 11 Lepzger Messent Hanlse 13a Lpg Cl REPUBLC DEMOCRÁTC LEMà frma dr. Hél de lmeda n Clube de Engenhara "UTLZR EXPERÊNC SOVÉTC NO CMPO D ENERG E DO TRNSPORTE1 Híj f Hüv- pj.vlelll rí;t. r lll! «,a. UUthSX sülj Vá-,...-».,t, lt. llcrlm uu u en- -j-l.lu-.l H-l d- Àlmuuu.. -,-» -.-lr-.f-.-j a t n K- -. rllc- t-,u.pu; m r puln- t >a ];> tf r\p-.;,vàu Ur luvrw tfal- wu«wu.üu Um-9 lm -. l1 n ca lm Clube. ar.:m cl /.erua m<!uh-m ;." nn,» llkllue,«muutal». buxíluuu. Uu.-en.uu -: n---- clll alha. tr n-tlllslu." p hchk-.!-r.-m u jh>r -u h»> l. nrll.-t,», -. lfll te le lll blllfte ue Cl MllM lledü l lulll nm Mpêl U, a-nla lllll leeru»!»- u:.np luul lykrvu - l,m./ " e 111.l.-l l \ll UlK-tlll-lltv la,. a..-.«u.skf, c SllUlk.- «-HH Hu>«Hjj Ullll/Hl a twprl K-llCÜ Jt. um argumeu 01» j>«-<-r<aí»«uua^lu N».u» lu fr-,,, Suurtca ns caup tllllío >\HCl "» peve 1" k-lvml U tn-n.n da r.r.ja e u ttn.purte fl nl. MEÇ PETRORaS ln;(l»»í--u Ur.- np rn í." pr3 f-u vea Uc- u,v..h unu jnme rexllll» ne u.«> em ne- e»«0 U1m«M.varklu m- pu/» ru cru/.e r, c/u pleuu ucl»»»»" d" lnvoe Ua Krla Nucunl le 1tHremw lna,.. luu l» llll -T«!-e Ua n-esl-au «.-,k- s ue a llca,a a- lprlíòr. e -.-.e.»l u»t u t Ptlrubra )>-- cuua cm 7.a p<jlllc» de cxpanau m.-!.- klta dn -..UKU ar peulr "...t p«( llllllvr lencú-.: lu- u [jeruleu puulu-nu u Bml pruvíú au RevneàV bma.n. qualdade.,---- rj x/nu. nft v pk. s«:» " :..1,.í ;:.-!. )lupces elll un- t prodluuo l> H e >j(e:3 pklece lllll» te.;,,ílll»ell (-,.le lat, llllr. peul lalr. p- J-lKÍ» blh-tlell r,e luell.! qlal.la»;. t l Jfl ( -, r. m.v nrmu ltuel11 a d leu cl..u. c-lla - jjel. hj. pe-l a -e f-xplàuu 1ala ld fala - >- r- uue l lealelll <.},-»gl V» sl. )ue a HêWtíluí -«upresa enlf-du 1/a.lr.. l/l r» Oe le puue! le ba»ajl. Deve e.sla em -. r.«ar d/el >:.> > a Sleí. u" rtlr» "cllpaeltl. 1-lpu.llna eatray.eu: u >ell "e.. te u e. Ollpraleul lunso la:a - pueul, a (-etlb a. precse. - uma ju.,!- cbpacl-ãl- ut cpra. preum Xk-u b» ur-!at(une.- pel.h-u- ljtl 11,1 bl1lí!»"» UU le x«le.^rt. la» Selta du ulél J e ra plupl» pmlll/. O CONTRTO COM ESSO üsla r una uu a- -- p : - c-al l rlluj rur. - [ml a rm elll u- Hua "Pjllll l le UVealneutu. 11 f lej.llc >í- llrltlorlh C!e.cenle ds ul»tj» :- Muu? <w Uapur le c u auuftul,stísühttl tle U!-sa pulêlcu u-alada. u ãnt-ren cr uíscõrtê tb r; emlal/l lma r aur.jv>t aaau u - anp 1,É> ue n jl.-.- aell r» ctlua e da Ulèllla c %l ajj \v u.ln:.í r í\v t - lrlal Us^llVúl. lllelll llü,r 1!..! la 1lllá :\ le a a, 1 - jva-.lu pra, ly.eu dé- r. f/.ll "cnse-...-sllr la aupeu ueule prjetadu eul "apt- ar mu. dlüml. ve-audu u? lemr -- un.- derunenle e-abelecda. 1-etUla t».-- < prl Ul lmtlelle leavu a»- utele»-< J pa. uu de «ut. cm Us l.»...ac Ue taea-r a , ;_ V,-, l ll" 1,,_.,- a..laa.-.., d» lu «lla.e..llalrce a (msçl lm Ul».e-. ; l l>a:fj.,j \r:í. pcuurlul 1 l.-- aetu e l- -n-"j,u f r a ram!-. rlrllu lprllele»e a Pr.eu.a- a "nau e 01-.1J.1 Ma. l r. a UU lupol l««-j le dêlva- c-,,.-l-hul - d - jl -, v u..- le petrulru «r üu qdr t me l. rréjjue" a :."> t- ln rt tuu 1 q r l,r>[. uúlu l-.al llll.-ll.m.mel lllru.lls.- l lr alelrl.-.-. ftlle r O! e, rl,a Ue --.p. lell M.r r-.c,.-u eutc a - >- h.\ X< r -.- ::.,.. -1 lal.l l C.-.r j,,,!- u J, ; -- "Un ( leltes" e «...!» pl-l!::. u a t :vu ps a a pmle Cc!"u-.sr<llml.. üf./r 1. -.luu.,.-.,, l.-l leu. a tl.-,:, el ClllblstVel a >er..n lt» el 1.;í-: O lepllrtllu Kanu dt (lh\»-..u.. latben l nalhtele, a- t--pr-abl.l»r- tu l.le.su. -.uue. e.,a UO }0 l-tltmllu, lt:-, r -, ^ ; -D> C.N.l., na negatva dr 10:0 -,.-. n 1.llç.u.e!-. -.j.e-ea Pv lblh: du l-.0 >. > \-!. 1.U1 un-..p".-."-- e n curu r Sardebé. a- mu le p,1,1 1 :,,.- -j. ;:. 0. c.e a llnlt - p ntp->ll(lele«..>:, clllkto cm.1 l-- Slnule.ld. Gnclund. parlanentí ce.plsaba e.c.-- : a nene.- p c. cn ec;.011,1..u--. Cpesdade de -- n.slltlda a unru.-n.-;\u. purtf pe:n Herbra. medda já rec.uendala lauben p- trup de 1110 ; evcnlllll; - > -( - lalall ;.-.p"cal (t KallOO d lra. e m rtn;. u.-f- Nacnal - Djc.n.: l: -:,:( :.!., le Desevulvmett Kcnrlc, 1,,.-. ut-- l pk m.- tellòj 1 k; e.e :,au ln 111 r r lll -: ;. -.- j;.-..-r -.ttl (!-\...» Mrll "- l-lí,,- r: SCOFM Estuda 0 SXEMPLO D URSS.-.p. -c 1.-;-. r.-..-.a.. - Refrma grára Prjet d deputad JOSUÉ DE CSTRO... - e.-lmul lj.;- la n lelurlh a-.-.a..a 1.0 l a..f lal M a.-.frn re m 1 -m.1 a 1 a.e 1 \SCOKM 1, ru 1 lnbj «1.-.!» t un a Cunnna.. > Nu Uí.al Ue llll.ll.-.a. ur all/l.l la e-q ne l aljjln 4.r \ ch ;u.»t! (tu(l tuü..; <r jv prel r lpln a.r.-,. m-, t UÜ1 a c p.ld íes» «a l,. > %\,u t! :Á 1 s.... r!u a.-»ü p., ;! Kl n Ul 1 -. lrl 1 t!..) -1.l.» ll 1 l 1 a-. l l-, !]l -m t. : J Sul - Ua 1 -, l -r 11. t ttj 1: r t; b. \-~ 1!..:..;,-! ch K 1-.- ró...-1.,l.jt- Pl.l.ll.V.41.CU lu? l.l 111 j Jlllll, lr-:,1 t -: \ : r la lu Üa.í al..--,.. í (aum, llrl, : -,. 11.c , b: uu n Nel-l l 11 ; 11.: r 1111 e! lu) 11-..al par u 1 tlé ;,r l balh 1., sncu 1 m 11.el 1 pe [u.: e Ulüd í ( ülínl;. (» l)(-.l t (ttl> nu c. : -lle mu. lal (. \Sc D-M, d-putml 1 Jm,. de 1" : -, ft 11 v 11- pn 11 prj lu dele.«.h,s, a ap.a..a j" ll.e- ê.-.-r.l e va apll. íct DESFZENDO 0 MPSSE Y..\-r. r p.lc u alt, 14,,ü (luu 111 üc, e a- 1, , du p.l-c...- le - j 1.»1.. ult "u n W^llr.a - a le pl- a. 1 ul n. : l>.-.p. HO a Ml p. aurat) 1(,. p-.u- a... ll-sl 1 bl -..1 da );! u j. rü (1 ç ul "--! -"J " j.;t- jr.-. j.! >f. - & 1 a.; j :-, l. -...»:, Ml, Ul p- 1 r.jla:..-.j u lu -lu dr UlJ!(.lat.1r -;.Í\ t «t U 1 ÚC 0c,l.! njj a-.", (c.! Ur r.1 tf.,.. tlla. c plbllc.l 0-1 u1.11 Ct r --.. (rt (ut? llrtíl. l. t; -.1 njr(:-fu..au c Ul!lfí.1 11 p u t-(, d.lep1ad- J-,c ue r... cll l.-j -.r a a.-,,\ r,: - ue.lu u- v \ 1 rspuune tural.n n- lece.. -l-u.um 1 -n? t;c- u brn mrd- - ul e u cm a..a la- 1 «ene lu e cm.de de rab-lnu, lub ue.ft u nplhtn n q-.e Ur\ le..luu rt -n.-. 1 u ;..- lu!: a praçau r 11.rn.. 31 utl O r...,.0 :., la a., t, 1 lll r fa.1..-" la: al ld. c. /l - O-". -..-,!., r-.., l. -.ll r a- plan d? í: -- lrnl a-.:. nla» 1 plln U de r.u e\e ul: -. f- abrlr-lr ít l"!u;..^1., r.c..\tj-w--;.-) c ce llrulc-, dr a.-a!; au n --. cr 1.,. -l 10 1 : - ru,.- 1 -u.-.!-. a ul.! C.U cr 1 a.-. - u.p Í.. :;-- l 1 lall 1 tc r : r.-:.j - 1 nln d? -.::.- - \.::- -.,f\. au r; wtsctí1.... tü! " Jt r.lül.,, a --->! " -. ( r..u J c lu d,1!l l, n - e Ca elabre: > llll C,l.,111- ç-. - llll an.ul.ld, lelll.l Ua-.1 par r Y edn pr.rn e-:>!ver!:r,-:---e c nd rm 1 " d, reluru. Cnclj nu 1." 1an.) ra Ws -^^w^p WÊmWrf-^W^M^ WmÊÊmm^ y$\ WmwÊBmmmm% Ha j ^ÊBÊÊÊÊkXm^m m O tlt Hrl l Untedu fund ftrnuwkttm»u llec-- e le tatu- u - - pal.rí. qué teu-!,u"ulu,,lultü: ""Vl.u 1 ttíu!< uma,:-u s. j.., 1:110 Jalual.- j- ln. uperttall a poltl,,e r-.l ru, llr ua Valltí 10 -,._ l-%, (,ue pulêlu - CUS DOS ÊXTOS..u... l-- llelllu p tl.u.c c lllr 1 - u ,- d -- r-.mu- da llãu Sul r.ca. dr..., c -:..rrem. -. q.: a r.-,!.ml c fes-. 1 pulll: a -pu.le expl -s- a- pel 1 lu.1.< 1 u e,.. a \u u»t.t;.t j tt rlnvj r»^!:u. a t lá. :.-.:-. 1C-1 tl d> ul - cem d --- blle.-.- kvl, representa spruxlndlu-,...!- UU -.e/r., mal cnt- la 1 11 ql.e l íjl1. Uu nn , u r.j,1 u pre -rev. lu ulau, puec.a 1 ---l n-.-!.--ja. ru y.>ü uu da ul - l u líe dl) luü.m uc qltlu- VStll.s Ns p0\uu: a.u, r-.1 p...a ra auplar., j.. tf- VV Ullltj u - pul f!,. r:-: 1.11 M, 1 c. a tc " a 1 1 lu:-...,- líe t«t - p a-,., uma -e." ll.salac.-: h,.-:,.n u rtjír tul a «r -... :. -.,.-u r.a M.áJ S \.r 1. ps 1 a.-lu r.-.-íua r.. 1:.r-!.-., a c -; -...l-u-.11.1:1 dr.- V.M a.s : -.!.-:\r,-:.- ua. ut.t.- (\".- í.1. uí!.-í U"j.?uütr J" a líc K1,;. 1 ur\ l. \- - a 1 lu.-.. : d lu -: 1, t-.- -::-. cupe ad,. -a p de :-.u. ;..u 1 lu SU WJ "..a l-..-. a.uv 111 llc-e uu l.-.l ll Ul lll.- : a,!.. L-ul,j..1 l l.. l vr. : ENEKG1 NUCLER 9.,.. ru-s p.elad um,..., B;u dt, k-m.,«- luu de cnclur qual íu- ds au..». ecnômc tp d- cen- ru. er....,.,.,... r,. nu! aònl-u nenemllmp. w. prjrau ue experlmenuç c..mreenrt.hl vàr»m cenl:a.«e reultefl díeeue.1 "»e.-.cescetd uue tveru.1 jnu sxcfte P1"- tluur» d-e!!a» d fttum pau- n. cn.strutlvm s n úrmrulvas", s êxts t a- rsr! 111,,-açr qle ra - rebl/.a nu ltun Bví-,.,,. e em ludü 0 nnd Mru. c.l!--.l.»lw pel.-.r,.:.. prnn» clvl- TRNSPORTES FERRO- YROS Nu se lefee».- transpr, lerruvürus declaru n -tfesa a gvern,,-, - ncu» recuper»- cft da urs. h partr d seíd pltt. qlflelíl. armeld lllll rxgènfll premente, p.l, atlll fíclddr le tmnsprte.s: em yeral. -r prlncp-tlete re nnr«.,.uu-, 11 planejament své- 1U í) fílalut írtt11 10 íí- 1 ;.., lu. b m- rí.sfle-. nr.- r "e - 11 realme- e...v- e «-ul íçko s ln-.:...-- alcuncads". N bsntt aluu re.-ln p:u f./n e p.ra-.f tua.s p.m:.., 7 anl t renv«(;d d e cn a de m! sn. e 1:1- lu. pr.ntnteenlt 111- hu." 1 m lu f a adücàn.: l es 1-11U1 1 el. V.- tld e pe.q:m víhm. vn :e r.< -.r -,u \.-,á,(( t een-.1] -u vu (le 1OV0.1 lpü de : raçã, l- -.. bem ada,,-..;..e.«terem t. l- u turbna s í» r.. 1 :r. ; 1 ;h (e lem-... a 0 :., a (te - ml 1t.lH, es. vhlene na cp- nt»ll > --»ÜS tr t t)->". í ::.. l/, nl a «Cnlf - 1,-:a - -.!. lelj ut! Jen,.í : luu-, tud rüj^ lu-. c... f.tl. :-t;.- : :,t ju t...;.!- ::, -. a. :!.-u.- - a 1 : - le h. :. l-.,..- k. r ;, -- K a -!,: -. J llll "r.-..-l Ülue- UC!l,Vl ( a- l-u - uuesí. e pn : : - r n fluu ue.m. -r-!uu-, ul ue rdem pl- ;v.n.r.f n 1.-.-, -rn du a. fnr.ems um.1 l;;t"tl! -> íl.u 1.1 desetvlvn 1.: -..u-. a - urtu n- n u nacnal, u- a 1 -ü -.1 uu.ca (e u." t...l.. hl.l a u -. ud. ( U. :, q,r l- 1 le dt.r le u ãu -u:u : íu. de rnut. lut - lu-. ÍÇ.l-.. le,a em c u-. -. Uma í::.í:":v r-.- a a,,- mu.1, pala -H nl!.,v. e.;;l;d:.í, e. lmuand t r perrlu «u lòas n meluns e \ 1111) melhra nu..- rsmubldaceu--"-. ls setres bs.-c«!a-,- «u-a ndependênca e u--u p,"í;í..n: Knevga «j.»l.--j. -lc". líhhcthtmltumhlkj» «..,», >j,jkj-»»k#4»»,-,- 11>t t»»>»-m»+t»e»y»»»-«(»t»#»f(h»f»»nn(» uu--., ,:...,.., -. t ),.: :.. ; < 1.,., ;,.-,-.1,-.-.,,,, ( :..,-.,; ::.:...,, 1, - l. 1-11,.1 j u..- :..:.. ( l..!, ;. - n: :.: t.,,,!:...,!. 11.., 1.1.,.. <".- 1". q cn " e.; ,u.n - u.- Ml-ll".-. f. :.- p... l ; bal.ll ! 1. 1 :.. 1,-.na.-. u u tj c-u- ( U -l.1 llllld. :l-.-ü.u l.-lll-ll.l qu- 11 lu-1-. í " (. : : nl l,- 1 -n.,1 n l> a U - d,::.-,--u 1 -.:.. 1 u, tudo u- 1,.:!. -- ". "..ln.. 1 le..1 n- C!?. 1..;. 1 -.a c. t:.. M-,. u t. :; 1 - ; u n; ;,...),, mu..u. (-." vult....cn c..l-."lu!ll.--1 lj <-.s-..»l- put 1 uv:-.í q--c n.un pd- rulll c-llp - (. 1 u :. u " - a:- 1.lll.1 Vfu1-n Om.1 c> c;. n.- -.>:: cul tnr: c.- pn -n r" nna b...!;:.1!--e d" ;\- r.lslfl (" c - l- dc.:n\(!.ment das e- lm :t :.- c cncrc cn 11- pa-es >- calsla.s a -u.eu" pa 11..smrlt p.tle de mj,í prblen.!- - balanç c- ammens. ( ".Jrnal "Cne un Hra.l" 1 da MpíV e "Dár " de Nnlcn l/enu edluu u. a- d em a! raccín. Onde est" c-í ncll -\- past, Ptetnr.l <.. cm era ala d- " e,-!., rn ratícnal r^ó-lrle ca reaau 1 du Mre- pusll 110 H.- 11 tad.de Pã Paut u e dedcu vans e nss ((ludtn- u íl.m.- í. t«acrd 11.rul-» cm Mu Cnm < -. n.; ROUP ÍÍOV HO COMBTE ÀS RELÇÕES COM À URSS.1U1 -ua: p!a..-. ld.- : , 1.:.-u a.-.-.u; l- íuímu. ;t j).- (t1 M "lí-tuttljuy ;,;,- tc.: - (jr.» 1 r\trnt»- c.j\tm,(m le m.,- --. c :-. cd luu a l ,"- -.1.,. 1lj ul:j.;-l: a le d-ta/.e a lnp"....,, u.,- > í.-cu-.."t. - -:, l.e 110. ;.-., -,.cn-lravc O"-..l u,-,,.mta -d - lua1 d.-ante (u lerluce acrd de Mscu ve UludeM, a lesu nu - 1; a" cau 110 Uu. c 110 bru.sler ná nm,. t-»!-.luun :.c(--se./-n uí:-.n a dc un Tu de fraude vult.! sabd a lelí,ça l cm n.lr(,ôes mudas d Cnselh Nuc 01 a! de.seurunca, nde pltlca èse nn- < ( K.H.. 1 anar Cel. Humbert de Mel pn., luu cnclur qualr transaçã cmpa 1, anen- ndustra mplcae na..n.-. : Brasl de lécncs svétc!, encarregad ce au".! n prjeanel u natalaçá ds pq úp,nrv!. clar uma reslrcã de;a ídem -,.,1 <.- --ans á amplaçã du negócs cm - 1 RSS Partcularmente s Pctr.hn- ue y>r<r\r. 1. tn na 1 K.-S um -.uau- lrnecr lv.-!.!--,ue ntl ras. cu lmtada nn -,, -. p,. - dades ue cmjjra. Pel: lnel.. 1- Ce!,?. p : r-prc» ehtl.-. pude cmprar 1111 t!... tuln pala ledut.- c p-,l: a.. -. e.,:- n.u ;,., n a brga ã de (pe seu.- ccueu-- -al-.,.nu a.lda, " eppancus cupradu-. 1ba-,ca pur Cn el N-.c.u.l de Pelle lle lem negad nupul das unplace de petróle e dervads, seu prqu. c- a cm suas ntp 1 acues de (lerule cm prmetdas c,n a Ks.st1 e a Klell, jã esuva upu.ua de cnpar grandes quuldade.- de t da 1 lk.s. n:.n..- benr -- cm lcu cmprvad 11:1 nula c.l.cl d tamarat, sbre acrd -, n :.1.s lle lerecem petróle pea metade d preç :u- x>s pel cartel nternacnal, e està em crul- 1 nes de suprr tdas a necessdades bralrras ca petróle e dervads. Cm ma,. e-a rstrv tn Cnsílh de Segurança, e clar (pe a enprcs ea 1»l ná pdera cmpra mas d cmpru, O Sr. Tsta Flh dretr ra CCKX, pr utr lad. nãn e/ «ejrér. ans re partr pr 1 Mncl, de sua dsps.cá rr r à captal hyum u \ de lnpccl : 0,qer venda 1 U..U. de cacall, e mueru,. a, 1- prdut» l.t!->sl:-.>< j.-.»- quas. u\ u- n, -, nue- : u.. 1) quc ele - Sr, ll.-., u.slva pe- -uderan c- a L-HtS, alem re cale, íram 1..(utua. lubncada. pela uuu-11.,1 an em Suu Paul lqüdfcadres, apaells de baru-.. etc. lcrta qle, l em. k-la- pels,-..el.-, prvtelele -er.au recebdas p Hen mu un slln a p.np 1 na 1111 l 11 rer nacnal..,e.-..;. ul :--. ua c al).!llamete de «-U.u!quc vull c acrd cnt a URSS 1 :.-. r- ul,ul aqu da e\pecava, Mém da u cllnre p. 1,1 mu acrd a lugu-prar.,,>ene- 1...t." a (je! ru pela fí.s.. cm n rgent- - e cm ntr : pa.-es pcasbldada tada pelu ncmaténca de relaçòes dplmátcas cu.c u u-, - p...-.(. a delegaçã braslera.< 1-1.carregu de crar utras dfculdades nsupert-.cs. nu-,:u para um acrd a eurt-praz. C»- b"..". a mvment nacnalsta cnsldar - refrçar a grande vtra bteve, cm % necací e cnclusã d acrd, pel aasa- ncut du!; s dfculdades, c pna a- rea,- cum a URSS atnjam alt nvel»- (te pd.e e v v r;;r. -ajm»»»»»t»<»<"m»m»n»m»n»<tím»»hmf»?»?»»»»??»».f»4»»4 +»»+ #-t»#»f +»»»»».»f.#»»»^4ft + ^jj-»»)>. RENTO REN»»»»»-»» é-? é

7 « _..» 25 a wa NOVOS RUMOS PÁGN lav&^j-" N ROT DO BSTECMENTO OO DSTRTO FEDERL Prefetura mpare Crrupçã N grcultres Nas Garras Ds Tubarões tlm prdutr de tmate. ra veçà a«rcla r Dslrí Kedaral, cansad de ser explracm pel ntermedár ú Mercad Muncpal lhe faz adantaments na entressafra dep«cmpra sua c- Hena a preçs ncrvelmente baxs, reslve um bel da vender seus prduts n própl Mercad. Vencda a prmera dfculdade, é cnsegur transprte, aluga um camnhã e vem me R, Cherand an Mercad enfrenta um ds dez u d/.e "dns" d abastecment de hrtganjers. prduts "(Quant r pels tmares? prdutr, sabend Greve ttal: Navs... (( nclm<- (U 1. pàfln») d Trabalh e da Marnha, Chefe da Casa Cvl du Presdênca da Repúblca, O cnandanlc d 1 Kxéct e utras autrdades, reundas pr rdem du Pusdente da Repúblca pau aprecar s acnlecnels reslve a n declarar a greve legal, ameaçand punr s ev sas cum.1 aplcaçã da Le 1.7!, nu , st- refere nus martms da.s empresas estatas; e d decret as das empresas partculares. Cmet, assm, (nvern mas um alentad cntra s drets d.s trabalhadres. SOLDREDDE C Cnselh da FVdençí Nacnal d.s Martms, órgã máxm ds trabúlhadres du n.u. reslveu dar d ap mral ns fcas de náutca e prát-.ns cm greve, delberand pe m.ve em espeelalv a, prnt a adtar meddas vsand a paralsaçã lal de lòda.- marnha mercante nacnal, cas sejam cmetdas vlêncas enla s Dbalhdues nlutam [nu suas rev nd.- 1,òes. Os sndc«us tnarmus sedads nesla Captal já hav am decdd qualr v lénca cmetda.nla s fcas dc n.uea determnara a nedaa cnvcaçã de suas.ssembléas geras, a fm de decdr a frnu de prulesn ; ser adtada em defesa du dret de yreve, () tmsle è vendd a mas ce 15 cruzers qul, pede, mas só blem cnc. Cm já cntava cm st, luxe um puc de dnher paa "agüentar"» cnsegur preç.mas cmpensadr até da segunte. Fca da d eperaud1 nvas fertas, mas nnguém aparece. N da.,e- KUule. a mesma csa. l, ná pdend mas esperar pr.s tmates acabaram apdrecend, prcura açambarcadr lhe ferece cnc cruzers, dspst a enlrtvar a mercadra pr éfe pu- O. - "gra «lhe du día cn.zex se quser descaregue, se ná pde l-xar ua trás eu ja lenh tmate bastante. Essa a stuaçã d pen prdutr: u aceta quase nada u perde nd. Exaamcnt" pr este mtv, a lad da enrme especulaçã cm pe-,ç da e ra na arca d H d Janer, númer de próprtárs agríclas n DF passu de l ml. em a 5.00, em 1950, e r quan ml a uamente, em númers rednds. j "TtNHO ESS TOD N MÁO" GENTE l, precs quc.-.«í dga q". Muncpaldade f a grande labradru ds açambarcadícs d Mercad Muncpal, n eenlld de arrasar cm pt - n prdutr! Sem qualr ncentv fnancer n terntc. pen prdutr e tleralmente abandnad pel Banc era Preeltura, paru na talar n Banc d Brasl. Basa dluer só um ds "rns d Mercad Muncpal Jé_ mas empréstms paa a lavura d Banc da Prefetura, durante um un. Un a frase de un delas, mr-- tand bls che re valeu ds agrcultres: "Tenh es a geule tda na ma, Faç bem entender". Cm f agrcultres necesalam prementemente de empré.-us, seh s quas nâ cnseguem nem mesm vve, quant mas garantr a c>-!he:u, tãm qxe recrrer a mesmssns açamba ca dres, ue deste md, mpõem s preçs lhes cnvém, pam vender deps quatr u cnc vé/.-s mas ar ua ellm (h-. hpóteses, Dante desta mecansm, vem dmnund a partcpaçã ds agrcullres r Dstrt Federal e crndes vznhas d Estad r Ht3 n abastecment da ppuaeau carca, Mas anda, une-!..!.- puc mas ra metade das ve. ras, b alças, leg mes «futas prduzdas nesta e gá chegam a mesa d c m- Slmdr, pr s agcures nà dspõem de mes de transprte paa traze-las ate R, dante d regme áe tume em quc vvem, SECRETR TMBÉM "JUD" atuaçã da Secretara da grcultura até mment, cm raras exceções, só tem agravada prblema, em nada cntrbund pura reslvel. Os secretárs u.tá cme-, ç«m a trabalha dspst - a clabra" cm us açambar. eadres, u se "cnvertem" em clabradres em puc temp de gestã. O resultad chcre é ncatvas tmadas n sentd de prpndnar recluss para s prdutres ndvduas u eperalvas d R re Janer, d KsttU c Rt; de Sa Paul e d" urs Estads, vendessem dretamente n ppulaçã vã se desvrtuand até pn em estes se transfrmam em apéndl cs r«> Mercad Muncpal u se anulam. Há cerca ce un an, man- 11- (a recmendaçã expressa d Pre dente da Repúblca n sem d de reslver u prblema d abastecment <e frmu defntva, Depulamen-. de bastecment da Secretara preparu um plan de efets medats e a luc praz. Seu resultad cncret, além d afastame t d chefe n departament, l um crte drástc na verba ca Seeretara da grcultura, partnar pel vereadr Gerald Mnera, ex-secretár da grlcultura e, na casã "dn" dala Secretara, já ttular era seu parente e subrdlnad plítc, verba, era rte B.3 mlhões de cruzer.s. l reduzda, em!)",í", paa 3,3 mlhões. Cm st, 0 plan de baxa de preçs medante a venda pela rede dj mercads lecnas na PDF, pel5 eamnhòes-lera e pr psts vas rpeftlvas a prec..- abax da UbeU, l menuente bl tadó. MEOS (SBOTDOS) D PDF Vn-m dss a PDF dspõe.le mes próprs, nã ul l- /\ nvrnentemente ara c- janr em parte nbserlmr-rl dr gêners almentícs n R. Sua usna de pus;eu -.c de lete lem capacdade pura suprr érea 10 c cnsum, cm enrmes p - bldades le amplaçã O Vuía.lu. de Snnía Cru/, se re- UM HSTÓR DO CNEM BRSLERC "ntrduçã a Cnema Brasler" Edçã d nsttut Nacnal d Lvr (MEC) NTRODUÇÃO O CNK- M BRSLERO" acaba de aparecer cm prmer trabalh d pesqusa e tentatva de recnsttur camnh percrrd pel cnema nacnal. autr, ex Vuuy. e lglra bem cnhecda através ue seus artgs ns prncpas jnrnas e revstas pas, lem russ, lex Va.v, esta lgad a cnema brasler cm realzadr re ds flmes OU- LH NO PLHERO e RU sem SOL, P ése mtv, vlume «nl em príuudlxa.ce graças m cunheclmentu real de tud u se rela na cm as cpfc lcínde- en- ; rnlacaj pels nsss "lt/edres de flmes". tar (a de cm nr a l-tú- a da arte d flme, desde s?u aparecment nu Brasl alé s cln-.»uc crr.x c labal?, lólcr eíglucc extensas pesqusrs e na pacênca. lex Van,v recnhece qxe a "ntrduçft a Cnema Braslern" é un lvr-plól cmprtand talhas e mssões. Mas, lvr escrll pr. V. tem grande ment d pnelsmn, d hnest trabalh de calar aqu e al nfrma- (,-ões sbre a nfânca e" h.c madur cnema nacnal. Mas mprtante anda é autr nunca pe de ce vísa a relaçãn exstente entre a- clver-.n fases percrrdas e a realrlarle ra ecnma braslera. a«-x Vany, escrt! bem cmp.d, acrescenta sempre uma njt» da humr transfrmand rante a prjeçã s espeutad- :e- uvssem s cantres - lcad-.s aüá. da tela Tambm cmunca-ns herísm qxe h, n cntuslasmt de hmens rn Vttr Capellar r Franclscn de lmec. Flenng. tazenrn rte-fxa uma quantdade re lllllls vã r drama á emèrla, d mu-. slea! a flme cp prdu/.-.-cs nn nfânca d. nssa clnematcata Pa nms pela.--ua adlescênca nas tenntxss ma.s seras r Carmen aanls, demar Gnzaga, Humbert Maur, e utn s. Ulegnms a p ente, á em fase ce anuln e m nt. c n Macyr Kenelnn 1 ma B u - retn, Nel mn P rera r; P?nts. (lalleu dan h.! l?" Snnl «. Osvald.Sínpal r - própr lex Vlmv \x.-" u cursa, eu ",.r,e-/!gues. nuum pe spe v.! un pe fuín d cen nu Br».- d. M" e e de- íaqe a nnd t- (ÃO r.>u v m e\ v crtlcnene sóbre fase atual h nssa nd na ( hrm Hcráfca cnhecend-se seu es-l apas n «u, mun! - nrn n natral mpetunslcade (.» sua pena. a n e\ -- èu a e. cens artgs seu-, rx Vanv 0 lucru pela -brec.-de e cuneclnent cm esrreveu NTRODUÇÃO O CNEM BRSLERO". Outra r.trlbuçftc mpr- Luxe d h\ u (,n n;!.,- eu. a flmngrata e na dcum n- xu.-.-u elecuua lccves, prtaras e csj d gnude nfrê.se para m cle.se se áprtuua.r esun artt--tc-pc-.õnc n curna brsllern Na pane llustatva fam «flecnnans ls de vã rs flmes quf. ml), U,,,, l.jl,l. ca desde lü-,7. a letura num agradável enretennent través eva )rsa fas mante de V v ams cnhecend pner.- cm Wllllam uler. quc, pela prmera ve/.. tlmu uma perea Vúva legre), fazend cm dutrad das mãs ds marcha!- te cntrlam, garantre a venca ds carne a preç bem nterres as mpôs" pur frgrífcs, marclíantes e açuguers, Fnalmente sua ene dr mercads regnas pderla garantr preçs an prclutr e, anula assm vender & ppulaçã em cndções msls vantajsas d as mpsta) -dns" pl», r Mercad Munlclpal, F.nttetaut. estes mes st sstematcamente sabtads Os recurss rvstlnads a reaparlhametn da usna de pasteurzaçã e a Matadur d? «Santa Cru/, sá desvads u mal empregads, chegnnr a pnt de, n rçament para l!>.>í>. ter sd rtada a veba ( «. mlhões de cruzers para a amplaçã das nstalaçôe; d Matadur O m m a- nte e cm a rede de mccads regnas, nleramené nbandbníd m-n nn rçam nl para 1959, f crtada a verba e» um mlhã destnada d manutençã e dcsenvlvlment rs mercad. Cm se vé. Prefetura c Cámara se entendem mut bem quand se trata de benefcar s açanbarcadres e desservr a ppulaçã carca. BWWWK!^J--ttfffW^_B1M--f mnxlam^c,mwmwf^^9êa\^fm^^.^mwy3^ -n{mttítt?^55 í BÜa k^s Ws mvtsw l HrP F- -!f_- Wll_} S - ^^ ^^mmlmm rn^apt méêê,xh - ^ t^ Í r ^! W^ PÍ_wí ^ r - B _-Pl^ JÍ r^_e S- B L^ L Í J l_b_r9t H MJB9K N_y Hl---BS_L_:- /.^^^ E/y ^ E mmmsmmmw^^^^^^^^^ KÊÊÊtk. Jew.-,?HBS H h - -^ - PwíVí/ ^ r -twakuj _J T a a. ds s pduls entrm n Mercad Muncpal l çjaug qu dmn, SECUNDÂRfSTâS MEÇM GE NTR UMENTO DE 00c/ Segund declarações d prf. Gldás mad, dretr d E.sn Secundár, Mnste r ra Educaçã e Cultura está estudand aument ras anudades esclares paa 190. matéra eslá entrtte a M"a cm.,á frmada pel Cn.-e- lupd Tríul d Ensn Mé- m e da qual fazem parle um representante d Cnselh, representantes de dretres de clésts, prfessres, pas ue aluns, alem dé.le própr cm dretr d Ensn Secundan. F.x- cmssã deverá cclur seus trabalhs ate fm an, v: cert se VOLT REDOND defnha pel aument ís anudades, mas estudará uma sluçã para n prblema ds aluns neccsstacís, éssc aumn, declaru prf Oldás mar, recrve j.\k revndcaçã salaval ds prfessres, qne pleteín elevaçã dí KW--en.-eus _-,«- lárs para Mas MEC Ja eslá preparad para reslver essa.sá. ps a veba de suplemeneá dns salárs ds prfessres l nplcada para 10(50, qxe cncrrerá para evtar «rande aumenl da? anudades, FUNCONÁROS (EM GREVE) EXGEM TRSDOS ppulaçã de Vlta Rernda, revltara cm a cuansa admlnsraçft d peffu César Lemes, reslveu sar a rua exbu a sua enunca medata. Eásas mal-sações, c nta cm c.pu r,. Câmara nus Verea- (Unes c du cmerc lcal, tveran níc l n após «rellaçã da (reve m.» luncütrs muncpas cru- /.aram s braçs na manhã u. 18. re. lamac) s vrn uuentns nã re ebem la ; re x- p eve paralsu ds,-, sr- vç - muncpas. se e na Pre leuh n lncrc.d pu pte? de «revstas, nau permtam È PRÓ LOTT P5CHUN v Dmlsn un" l1 env..--- sada a cr-tnn c (J mte r rn-lut da lla r Gverna t. r barr d Peluua alu basl-tnle cncrrn. estveram p.esenles Dna Ecna Lnt.t, n Hla nu: uu " captã Ba bsa c senhra, u rl Mau. Hnctlslnlr, cr. Rbamr Csta e númeras nras pessas repre. utatva r lu-. alu-ae pós ns cs urss r» Dna rvna-,.expnd purnm d M recra Lntt e relenhrancln sua íuvrnude pasaca n. tla.cm Overnad. n rnpüáu mmn, em nme d Cme Central d Dstrt Fere a, r dr Mauríc Pm- Ksfcc. rn sr Salmã lves, cn nme ca Dretra empssera, e ulrns, spuulu-sc del,- r. l-,.l; re Samba lcal, a xu p ande shw. a n:")!- empssada fcu e-s; cmsuda: Presdeme dt Munu Maré la Lu, suuev Mun/ presdente ; Helena lrna secretára ; m ra -í.-.-.\t--..su...! escurcu.)» mas n -enhe.- SalnmSn lve.s, "..;< Brnjnnu f rs Saldad. a entrada de nlnsuén O se- \ c- re lmpe?.» públca dexu d se fet s prsa- de fm re an nas esclas lram suspensas ppulaçã,.-"lrlára nm s funcnárs, e -v "lnda m m- --1» rn ns cuprmssns a--m,.- d. ame a campanha elet-rnl. cauu a- ruas e ps. su. exe a.! renn-, a, prnvendu passeatas e cncs em da.- cdade > j...-";.... apevtac cnn a «.,k-í, p nbr, l.u pa.í esta (.aplíl d..eur- e ameaçad re n- e RncpR ss > a luta cntnua em Vlta! ruca. ;.: a ppulaç. > - lda:,. r:). s ernv.-a. umnt a (-. cénca dp paüsmen l (-." : l "-fr.1 ( remu... d.s. (.c-. Lems. E GREVE NCONL D0"> SECUNDRtSTS Se MEC cncede n aume.t nas anudades pvetenctlrn peles dns rf clcçr., tds s bancs de es-.abíle - menl. ue ensn seçjdárs evarf vaxs pr masán n-v abertura cn próxm an.letv, cve esudane RRmun d Nnat C.. presdfnte na Unã Bmsllr.rn cas Estudanlf1 s»cundáes tlefnnan «pndçãn ra c ttcsdc em lace a ameaça ne una ma.: neu ( f própr MEC acha uuv fl.- lv, r mente e-1 r n á f entrad esn emendlments cm tecas as rw r.,-- r..rn,: 15 r-,pa a Pm re preparar uma greve naxnnal ce speundrlstas para nc c ann letv cnta <" sr na.raçá, q-e unar v mpssível s estuds as pb es. O p c,rp da UBES at - - mu q f e s ap \ ean.n pa a ta/.er aprvar a meru- cípsejad num períd em esancn ns eslurantes em le ras esclares nã pne- r.an/.ar um mvment ue K.Ul p Declaru também uve - ólár Manuel Cnrad, pe - dente da M-: a ter n nruã máxm d.s estudantes h". lecan -ua sldarlecacle as du Rene? rs UBES, a q lalqner p sçan cuba a -e n arn " cna n nenn das Hnudac"... Ja TM VGOR DVER- SOS UMENTOS Pa,. r - aunn.v devu am cue vá l< xc- T-fl?ra sul. aueclpanr-se as les- -rr-%y.--v\--r-,, l«- V;... f. >.- \ 1 ( ;, _. v -? ;} --, > _ ; - l -r-n^ --? _-- \ Mm mmw <mtmm -wm -p.-. «r» aam BOS-FESTS gradecem^- retrbums vts ru Bas ft.as recebems ca- srcunes p-.-.sa., flrníf " em dade1; Câmara Brasleua c Lm. Ca. T.lc Ca.a r" Pllll Snrlcc rs Enpr.esarm em F/tabclecnen5 Bnm n;.. d R de.lanern DT-, Fedcacãf c- Tab "\ lhadres na-. ndll ll B" rnlvas cl"!".ru re Mnas Geral? Edcra Cvtl/.aca" RÜ.Vlen» fhfllcal.n....r"!; Pmp. n_3f í,- nu EtlahHn tnenxx Bancarn" rp,\.lerí (-Hrln-4hl» rt n n r) f» r» -««Tfn r í. r m et n mv, Orfca Edtòs lum!1" l.n.-í 4.n:ava re jma rm rr OpcaO-t d E.-. x? da rf!." -plrnv - se una ra Slva : -un" re Ca calh. bnçr. t nclan a r Nnd"Kl! x- Ca:r.- - Ferra cá n Nacnal ru- l eba!ha (. c u. nru : a Calr.v r.-.eu Fenr-xa -.x: r e r;!e V,r nm ( _ me.-.. Na l-.tc a- una mnp,n, f rartâu pnsrn a na n d -Trvnsc -vxvtru-; (,.,.:.,,,.. (jnr -. pj. lrtfft pt; én seu prf(,f. rb-elndct p" NCONL ur-- rj1 EJlUdO! dl C-NmMM-f n MEC. Ntã crann» prlmeha cta d matrcula rn próxm "vn <n basí! cm rnr.mpndem um aumant."- de ten-- pmt Sldésl mad rtí elareu R.nvm! c«m medd-t rns prpretárs d cícísíj,,..n,>,>, estar MT1 ítíj-? q» mpedra jqwnm r- íímj-.érl. ene afrmem qu" elevaç-1 se "e-mx.1 f-.,t?l fl" í ma raçã Vr.3 -" pvafes.!-". Snc8 ds Pvcprt S1O r.e COlcslOf, nft ftv r--, a p.<í, rrlvvllcaçá?; m íí-tí] (](- ;p fratj» unacl1 á O presdente d Bmdcstn rs Prfejsíres, prt Ba-! v R uteux desgnará ; reprentànlca f; Sndcat pe;- -p das Pòbrp n aumsntn das anudades cseelar?» rrvn rá mancstar-se a entdads cu prícssórps ftn?.. c: m em ss d. ujíóec em erne cn assunln. ÂSCOFÂM... l "nctusün da 8 Págn MODFCÇÃO D ESTRUTUR GRR v í naldad" deurca. n ppctn f mrnar.\er,,el n pa-, a mplantaçã da um. etrma ra e trutura (grárl. Pm relaçã í-j:e prblema cí».? nnf.-. c prjet Há um cnísnse uftnlxn" - -:., dr< rcaíml dns ej x-,!-?.- asrârlaj exlsf-ent^f T>ln rení em -e:fa ragôss n j-.a.-^ q.jíí entravam r» manera íurntflcatlva. furs prrjuclvaj d mm rural. Btjravand» deatu enu» -(> área? ndustras «a.1 res? aprlclb v(ff p! mdfcar ssísj p1üu.í através d» uma lefev.a técnca e raaltj]. "",-.1» cncebtrh Kíí,-gfrnu».e sn plnne.lada c3t" um pces d revsu da - laçòca,1urlrc-ecnmlb3 eue rs due drtém a praprn rare nua] e ns qu». n!a trahvlhsm re-, )r.., represen t- um f3dn,!>í)v q.( 1 m n? u,«..«nscsjíj 1m.çrv." \ explt^çá pr-.p flrlar ;-. ra cjx 3 -"!- -?«j tsxó " ::" 111 ll rí » pvj,. rralmenn n.?lh.5r dstr budn em benefs de %c» crle h r > rural SU-3ESTÔÍ» DOS BSTUDOJOS C-Ohl (? «,.-; <! -V M "- r J. ") ll-,-..!>.-, níflvjf l«.»l«r lsts.fjj n (Í«;<!-:- jn; «,,- n prblema - rs trara?m ^-ja T.dereçr ^j), u0jl -1 8C0?Í d ^tü»rtc_vdu.4 amar - Rlò"de JansN

8 PGN wmmmmytxrtttk/mmw NOVOS RUMOS -.. e saseesa - 25 a V10 rcha Para Scalsm Cncde Cm Perspectva De Desenvlvment Demcrátc r. Reunu-se cm l,, de 21 _ 21 dc veml.m. pur ncatva tln nsttut (íramsc«- nrül1 lcrauutl p.a estudar u [.rhlemn de...senvl\ ncnt de capfal m n cnípcu. N decrre l.u reunões ns rpprp.setls.s ds partds.cmslas dns pases captalstas da Kn u parlcpanlcs du encntr, renlxaram uma a npla nun de pnc.es sclne, jcslãn l. undade da classe perára c das massas ppulares na Juta pela pa/, pela lcles. r rum,u., da demcraca e pel leneesla dns t,,. bnllaclurcs, < mn resul; nl dr.lc nle.nl de pnã, c leve lua na sede t C- ttè l-entra d» Partd (.tnsla talan, aprvad un apel drgd a tds s l,h,llal.cs e dc natas rks países caplal slãs ca Kt trpa, Rm lsla ta mprtânca deste de lu publcam-l, a seçf, na ntegra, send dc -«., respnsabldade tds ns títuls subtítul... Su í hra decsva pa e em partcular, a juven fa futur re nsss pu lurle, «, e,-. da a humancla le. K pssível aeahar para sempre em a euerta e clcar,- servç d" p"- grss da ladade :>> das as energas 0 d.-- s recurss. K pssvel lutar em evt cma ; usé a e tdas as frmas de mmlha.â r hmem. K jssve cnnsegu um nre r, pders prgress das frças prdutvas, llzan ncu sp nn perd dp dsensãn nternacnal. rlesenvlvpdse, p de p tn á guerra fh e estabelecer um nv t Un de relações nternadl.s. baseadas na cfan e, mútua, na gualdade ue drets, na cexste", ca e t,a emulaçã pacl.- eu. pantl-se na stpe rrdade já alcançada em dse n_ extrardnáras ds s setres e dedcara e.\els\amete a ser- cnqusta., da cênca e ra técnca, as v á quas, pstas paz a pltca ra " camnh abert R.SS e cp lcls s pela pases,-,, eamp scalsta re- l.nã Svétca, permtem a humandade prceder à prcsenlu papel fundacnqusta dd csms, Che mental na determnaçã gu mment em - desse nv curs, al.tmen. lrna pssvel lbertar te prmssr, f;-ss resullads pstvs mstram a pvs anda submetds á explraçã p ã pressã, plena nste.-, cas tse.s r.s pssbldade, de pm Manfest apresentadas, gress e felcdade «.,. trlam reas para tds, lds tumsas p Opera- ta ds ans, pr! Par Essas sã as lumnsas perspectvas hje cnclamam a açã des s lmmens, tôdas as mulheres paa cnserurnüs desar namenf unversal p em. plen. Cnsgams, em prmer lugar, a prbçã ra arma atômca, a cessaçãn defntva ra- pxperlnéncas nucleares eme. npflm a atmsfera, a te vgaçã ras prsas atónmas planejadas n Saara, a cndenadas pela Orga n/açã ras Nações Undas, Prcurems unfcar tôdas as frças ru pa/ p tras as rganzações en grande campanha pel desar manel. pems, em da.. n.«energas, h n eatva d Mvment Mundal ra Pa/. Cabe nus p s-n. de nus, as p\.(,. ml ln.n- ver de mprmr mpem Un ns a n,. ne nanea nm e a meta mas pde tu me e decs\, pela cau.-,, ã luta pela clemcrac,. sr la pa/.. Cada lberdade pul a e cara dret r,, trabalhadres rle\e ser defendd PLCÇÃO PCFC pass a pass, send uccessa. a() mesm tem- mf.fwm p, ntensfca cntnua metlp ns pva smas fabulsas snp mene ás ações pela rendem estabelecer, cn "b te em nss- pases. mas \ açã d. demcraca e P"f jenv,) alcançável, a elnnaçã da guerra paa sem- ahsrv rn- anualmente!" pet de tds s seu, n. l. lã blhões rr" (léln -en n.lecn.enn a des. pe, Essa pssbldade f ns rçaments ce guer- mgs, cncretzara uns prpstas : ; sem qualr pm Os cmunsta,, sft, pr de desarmament unver. vet para n prgress ss. pela demcratzaçã sal e mple, apresentadas pel gvern da humandade, f acllm,1,1 pstv reserva llã dúvda ce qne» elte- ttal da vrta scal, Nàn " élc á ONU. pós a destruçã a prpsta sveltca rente, em cada um re ns. ds ests de armamen pelu l ; lm- sus pulse- () grau (le despvu men dn demcrá- t atômc e -mnm. em lhadres cm pels gna lqudaçã rs exerctes vems, cuupuva a de ds..- p,use- e a su- déa <n resanaepressã un, esds-ma- e ra emulaçã pares mltares, a traql- clca ganla terren ate racle da paz estará asse- mesm enre alguns ccu. guada s da burguesa Pderam, assm, ser Ul- tlrnule lespt.-abldade l/aclas em bas cvs, n cabe, neste mment uv resenvlvmen c;, ctlt lórcn, a ela-., perada, ra, nn aument ru lemesta e na ^ame públca -;>»H j,:-- _. - j an- tabalhades e.ms pvs de nsss pases, MLTRSMO E COLONLSMO rv,.,.".-/«.,«<~ aptalsn pssu r.!n nu- ra/e. "u nusss pases. 1 nss cn tnene parta, cm muta freqüênca, a a grssa", c-dm \ -,- a e-.>, zar s pvs de utrs cnptes. mda hje a< classes dmnantes, apancl-se 11s círculs mas reactnárs d.s Estads nds, l mas pergs a paru r mment em ne a a ma atômca lhe f cntara, f. mperalsm ger màn (. pssbldade de causa clanns e deve cmum de ds s pa- W«< a cus cí n., npcralshs e mltarstas nue nàn se cn f ma am en a perda das clônas, lhes tactlla\ an n.- labulss (.np vam esse fale a - ept >- ses n t ug, m l, NíM.,,,t - nõos f!:,, " lenan transfrmar esta parle da Ktupa cm haluarle da reaçã, agarrauclnse a pltca agressva r Pac ( tlântc Sã de rdamenle cnlá s a al\ da tensã s pn\ - la -.r e l; l., l.l grups c nólllcs qne n sbre ucln a gue,! qne la p nn ) e r 1 a cl s e. c f m lcance cm as ts ans assla a cnscqüòncas da guetta géla. -". precs a alar fra e as frças plítcas urgentemente cm e-sa baseam seu pder na guerra p me ce enenduputs. fccnhecenc se sua cntnuaçã, Nsss pvs sabem r,, fal, a" p\c.ü^eln. lhes cusuam as m, del ce clecd ne guerras mpstas pcln seu própr clesl..~-ó ce mperalsm alemã. K ps ce recnhecd as p já agra mperalsm p mltarsm nrrpeucênen, e -- pn vs clnas del a nvamente estabeleceram clerã estabelece relações <, seu pder nn lemanha nvas e níluamente vau Ocdental, Sen pder tajsas enre eles e as an agressv trnu-se anda tga.s metróples ÍN1DDE -.- EM PROL D PZ Wl^í^^r-U >- S, : : >:! ; frmams a ds vs, hmens e Hlhee.s rs captalstas da - pases rpa: Cnjuguems nsss esfrçs pata q1" a cn me. d,- cúpula sc real/e brevemente; e chegue a resultads pstvs. -- Lutems unds paa qu» phlema alemã seja resul-, tdn < m a ass natura d" t a ad. du paz pe.s ds Kslars alemles pel ecnhecmen d. Repúblca Demcrátca lemã _ pela regulamet r_cfln (^p p-mblema d-! fp!" fc--. pcfdentad, l,x ams sejam elmnadas a- bases ml lares estrangeras e as rampas para lançament tl- fguetes;.-e crem /mas l\ res dc mptms. ss mltares lanln n cen m nn n nrte e sul de nss cntnente, Exjams cpe s gvems anda rententes recnheçam a Repúblca Ppular da Chna e pnham á sua dspsçã lugarune legtmamente lhe -hbe nas rganzações nter. nacnas, E, sbretud, ergams nssa vz, p unams nss--v,.sfn,t>s arvt P.^c>»Qf_» «t» td. b ["" < d» w«v<íq Trabalhadres p tlcmuctíh.s re. pases eaplals,, K tpa - nd -,,r- pst v. crrdas na stuaçã nternacnal abrem nvas pssbldades para a lula pela lle l.le. paa _ rte- V-,< dn detcraea, para )n --e-, restabelecda n de p Pee.s -a n ( pa a seja pn ada. l s - a s tra.-tfürnhçfe fram m gnlpp nn acmtsnín, (U mupól.v eaplals. ta- sen.- agentes utlza í a suera fra e. em alguns pases, clvns nn p esprt clôna lsm para atentar cntra vsss del. e vssas lherdades fr ""a a par p us grandes bancs ns trustes. eu V pder cresce sen cessar, pcam, p.vclusvaep em prl cp seu, nlerésse.:, cnl lar severamente a \ ra p ltca re nsss pases. s chamadas rganzações enrpéla. «npa-nacnas cnstllem uma atuu em pder!->- mnpól., para p.vplra anra mas s p V«p para restrngr suas lherdaclps. quslnlas durante mu secular, DEMOCRTZÇÃO ca. N ent,mu. mutas levndeaçóes su cmuns a ds s nss pvs: amplaçã rns drets ds órgãs eletvs lcas p \ can «nacnas em e> lhcn(r a,, pde execuv e a apaclh burcrátc; lula cnlra n códgs elelcas njusts e ;í<; d-ermnações paa (pe s ór _ãs eletvs se lrnpm efle.\ teal -_> crtelaçã entre as (Se,< plítcas exslentes em cada pas; hla cch a tendênca? uh -j.r. cacw se/ mas. as fr mas crpratvas para reglanenar as relações eu. e patrões p etnpregaclns; ações cma as lentatvas dp subrdna as rganza çòe.c sndcas as patrões, as gcnèrns; lua para retrar r cntrle dret lu mnpóls _. mes mderns de frmaçã da pnã públca, para qne ds ns part ds p rgan- /ações demerâcas ps-.-,.10 llll:-á ns. LUT CONTR MONOPÓLOS.blhdcres e demc,,<! \ luta pela demcraca e.xge nn mment manf estações pela lmtaçã real r pde rs mtpó ls, para mpecl r mnem tóra a vra eenôm.-a e pltca, f-!s-e bjet\ pede se.! cançacl: pr upí da na cna l açã ce ílguns <> - p s nnplzars ca dsra e da dpera-,-eãn ds órgãs re cn. ml, rs -ere.s SOcal/a r. ca ecnma; p me r d«-e\ l\ Unem da n ealva e ca parlcpaçã ls 11 a ba lhadres em l. rs,- dmíns c. \ <ln ecnômca. pr l e r c m rle clencrác -nne a- nversõp-s de captal n. ndúsa e na agrculu- a: pm me da real/açã de refrmas agráras e ra defesa ca pena pprerade campnesa, e também r. demas prdutres \\.- nns p méds cntra a preptênca cs nnpls, K s a - transf tn ações crres pn r em as nes. ses de tóra a naçã, jn npésse.s fe td pv. da classe perára, assm cm c eanpesau,. das 1 cnara.. médas da cdare; w.s.m lambem a tes- rugr»s pssbldades de s mnpóls descarresarem ns mbrs r-, rabaladnre.. as cnseqüén cas ras mudanças p\cadas pela Utlzaçã ra nc\a técnca, Tôdas essas meddas têm.-uáe demcrátc.. Nà elmnam explraçã d hmem pel hmem, Mas. n ca- «de selem realzadas, lmrarã <> pde p $ recur. s Up dspõem 0s mncpóls; elevarã a aut. rrtae e pes pllc da l..(. perára na vda c pa- cnlrbã (.n. sn s círculs mas eacuãr.c da scedade e fclarâ a frmaçã cp um d,c de tóra.- a- ló ças prgressstas e de tó das as camadas scas vtmas da atvdade dns mnpóls. nclamams nsss p \- a lutar. lend em cma a cndções pectla res a cara pas, para trna pssível a ma-,.-;, ue gverns demcrá. tcs qne pssam, apandse nas massas trabalhadas realzar um prgrama de renvaçã demcrátca. RELDDE E PROPGND Traba harres v lenn. a,- lula pea pa/ e pela renu\,,;. lemc ál,,. está e.-ueanpte lgara «lulalha clana em defesa U >.-< M 11 Sf? t,>mf Ul..S nu -a.s-e perára f dn^ -,m re\ ndcçõps d ampesna. da leleclualdade, ds artesãs, rns e lar; em lôda a parle, ptén s unpóls pm mam transferr «;,s na«;- -a- trabalhadras a carga e nna plítca se mr, a mut caa. Refutand. «ppagada de cue cn - palsm é capaz re nrfca sua natureza, as cu. maras prvlegadas cn- «Puaram em sen pder rzas mensas, a mesn lemp em <Kp a exp raçã de tds s raba- harres aumenta cara vez pens cmercantes, ds mas, enquant a stuaçã pens ndustras» materal de amplas camadas ra re ppulaçã, apesa r aument cnstante utra., camada-; médas, s-õhp ns quas pp,-, a pl"-- r ganrp captal. np dexu 4 melhrar, «v- (m necessdades, nã V afuj^tm <fr ^s ««^v»» ««Mn. C»MC p»_lf t»0<smm. &4Ümmm\ f$^ Km nenhum de nsss países exste cupaçã pe na da ppulaçã, em mun deles n rsemprôg lla nu parcal se mamem em me elevad, O ea palsm revelu.surt ncapacdade paa acabar cm al a- r.s regões peuón.. mente suhdesen «llas. em j» a nsírla d.s rabalhadres ten ca. lute pacnlarmene sé t. crescente penetraçã d captal fnancer pr lóclu a pune. enndeh á mna massas cada vez mas numersas de prpnárts pens e médns e exclu d prcess prv nv.s mlhões de trabalhadres c camp, ssm, apesar ra elevaü -\../ -; Trahalhalrós! DESEMPREGO E TRZO UNDDE DE ÇÃO. >. «-.., {:,...-«mee glaça.s ã lula anda/ p à resstênca n lerrupla pdeses lmtar «resultads neíast. de uma lal pltca, Vssa undade p vssas ações fe qenemc. brgaram ts patrões a ceder, a atnen l.n s salárs: ln..,amnus «tma nedlfs de caráte.-«a 1. c anc bsláculs á lesfcaçã desenfreada da explraçã, caracersl a d eaplals n",.ne a da e perára de nsss países leua nva mente suas frças e me pm suas e\ ndcçõps c- Mtlm face a cnlu ls mnpóls, K pec- pôr fm "- snã pcncmca prvca da tant pe Mercad <" mun cm ppa zna tle emérc l\ re, K hpcps. sár acabar m s rscrmaçã n cnéc ente u pases papllalsta, e scalsta, a fm p esta belecer uma real cpera cã ecnômca entre td m laman \ us a unr vsss esfçs para nensfcar, em cada pas e em p-eaa nlernacal, a lula cma desempreg, pela cupaçã plena ra p julaçã), p.l aument re salárs, pel mcllanenl d sstema r," assstem- e.c scal. e a gualdade le drets as mulheres e ra juventude trabalhadra. l-sseguud a glrsa tradçã ce luta travada n passad pela classe peána. esperams que s raba lhadres f, suas rga/ac-õe- se unrã em grande campanha nterna cnal pela semana te ra. balh de -l lras sem e. d lçã ds -a lá s, Tabdharres e dem. Teas cs países eaplalsas ra Ktupa! Sanes, pm \ n,--, pópl a experênca, a dvsã das lõreas prá a- de mudança- f sempre útl a reaçã, permtnd-lhe cnsegur êxts, E, a cntrár, tdas as vezes cpe essas frças frjaram.sua undade, as massas ppulares cn. qustaram vtras, sem c frçadas a recua as fôr-. as da reaçã scal e pltca. gra, mas r 0 qne nunca, a/ se mster a unã de lòdas as frças r pn undade re açã d.s rabahades e demera tas - ndspensável p,.. ra eu. p. «s cll-ulcla res pnôncas,,, ussus países sejam ch.juuhs e.\clus\ a mene em pru\, l rs mnpól. a, n-n das massas raballadras. undade e ndspensável para rechaça quasr,..".f -,.., decsões reacnára, e paa dar nna sluçã demerálca as phlemas le. vnlars pel desenvlvmen pulít c( de nsss pases. undade ê améu mprescndvel e narável paa cnsegrns qne ns gov e n- dc nsss pases srvam a cansa da pa/ p ná,, mas pnham bstáculs a alv n ra tensã nternacnal, Dr- Stu ns, apeland para a undade, a ds - qne amam _ prgress a lherdade. a tds s tra balharm»s, qtasf}hr trs. e^-m mfs-n «íkí«ç-«_ ptncas r.nrr,:;- pv.:» apel de undade, as tr.- balhadres crstãs qne prcuram melhrar as cndções de v ra. P ambén as suas rganzações. da njunur mantda r\\. í.ne muls ans, " cap lal-n prva sua ncapa cdade de da pã e traba llm a mlhões re pessas, alé mesnc ns pases sã seu beç. Kss stuaçã le de» lrnar >e anda mas séra em cnseqüênca ra ce.-- cente cncenlraçá r ca pta, nclusve em ámb nlernacal. O Mercad Cmum Eurpeu _ a /nua de cmérc lvre cnsttttem nã só arma de se servem s mnpóls para plhar a ecnma nacnal de cada pas, c m prvcam n clesencareameu da guerra ectônca e cmercal ene nsss pases, a qual p" a a stuaçã mateal re nsss pvs. COLBORlOE DEBTE ;--Wr :.;>. v-enlcnns êsle apel à undade, em parlh lllar, as partds scajsta.s e scal dencratas, a s membrs desses partds, "«larns ds sudcls e cperatvas, cm s quas á lautas vezes lulans cm cmum, cnqus. ladn vlóas. pllea (e csã fala as nteésses ds tu ba hades. nã aprvetu a és.-»s pa.nds, perderam, em aí K. u. pases, nprnanes psções em prvet nas lòrças cnservadras, K, evdenlemcne. nã P r c tnd s prncíps r s calsní e cnfand n captalsm e-s,..s p ;. lfl,s pòtlerán recnqustar suas psções..ná. casã de ceder s fôrç» reacnáras: esíams n mmet da unrare perára e demcrátca. -" clar dvergén cas anda nus separam, e também precncets, m a/.aus n períd ra guerra fra. Nã devem, prém, cnsttur ubslâcu paa ações untáras, a devem vsar em ns- -"- das mund perár e ó!,,s as frças demcrá las: salvaguardar a paz, melhrar as cndções de v cla cas massas trabalha Hras, defender p desenvrver a demcraca, e marchar junts para a fente, para scalsm. Desejams se real 7cn encurns /> debates f te cnl) pr fnaldade superar a csã entre as fôr ças ppulares e cnsegur desenvlvment plítc de nsss países (e acrde cm < nteresses d prgress scal, dá demcráca e da paz, Partcpar.- ms. en " esprt de cnfança e respet mútu, re quasr etendlmen ts e lcas de pnões en- re s representantes das rganzações perára» «demcrátcas. causa da undade pertence as massa.- ppulares..ma pr ela em lôda a pane: na.- empresas, na cdade e l camp, SOCLSMO E DEMOCRC Traba lhadres e tle era as! marcha paa sócalsm cncde cm a pers pectva re desenvlvmen- n demcrátc, Vvems tuna épca em qte s calsní demnstra sua supe da re em tds s dmíns ra vda plítca. ecnômca e scal. Vve m., una épca em cpe, cm desenvlvment da cexstênca e da em a çã pacfca, nvs m lhões re hmens de lòdas as camadas pderã.ser mas rapdamente ru qtlsats para.s grandes cleas d scalsm. Os cmunstas estã perfeta mene certs de nas nvas cndções analmen e exstentes, a mara pv em cara um re ns. -y f a í s es encntrará mes e frmas para a mfcaçán e paa a transfnr maçá scalsta ca sce, dade, mudança pressupõe a exstênca r pn. der pllc ra classe pa rára e cs demas traba harres, FDELDDE O MRXSMO Nvamenle, em hra de- de cada csva paa a causa de país, nsss Parl da a humandade, nsss parlds clmam suas fôrças a scrv ç de seus vs e de seus pa.-es. p- Kssas frças, êle-,.s retram da fdeldade à sua dutrna, as prncp.s d mar.vsm-lennsm, se frmaram c m a tera mas efcaz Oue serve á causa de l bertaçá d hmem e permte desenvlver penanene a capa -dade- huaa em cnhecer mund paa mdfca l, lassas trças, eles as re tram da sldaredade ndestrutível H tds s partds cmunstas r mund, e. em prmer lu gar, a gunde Patd C mmsa da Unã Svélca, Defensres d- n cesses r f, seus pvs e frmuland süa pltca re acrd cm as cndções ds eslã unds pels laçs d nlrnacnasm prle ár, slenemente cnfrmacs, uma vez, mas. na Declaraçã d0s Partds V munstas e Operárs, frmada pr casã r -. anversár da glrsa Re«vluçã Scalsta de Ou l lbr. ínle el vgr re nsss Pands é a cnfança e ap prcuram merecer de seus pvs, a cmpreenderem e defenderem. de manera cara vez melhr, sen- nlerésse» Stas asprações, Trabalhadres. demcntas d"- pases eaplals. a ca Ktupa, atende a apel ds cmunstas! Knnm ns ds na lula pela vlóa da causa ra paz, pel prgress e pela renvaçã da demcraca, pel bem-estar ns trabarmes e pr mu futur fe /.! Partd Cmunsta da lemanha; Partd Cmu nsta da Áustra; Partd Cmunsta da Bélgca; td Par Cmunsta da Dnamarca; Partd Cmunsta Espanha; da Partd Cmunsta da Fnlânda; Partd munsta C Francês; Partd Cmunsta da Grã-Bretanha- Partd Cmunsta da Gréca; Partd Cmunsta Hlanda; dá Partd Cmunsta talan; Partd Cmu nsta d Luxemburg; Partd Cmunsta da Nruega) Partd Cmunsta Prtuguês; Partd Cmunsta Jtepublca aa de San Marnh; tnh; Partd Cmunsta da Su. «a; Partd Suíç d Trabalh. W^lf^J^ rt^afeyfr>

9 ~ 25 a xwfxww NOVOS RUMOS PGN 9= UM GRESSÃO CONTR PZ Cm Se Em Dtlsseldrf, na lrmnnha Ocdental, desenvlve-se desue da 10 de nvembr um prcess judce merece a atençã d mund nter, apesar de gvern da Repúblca Federal da lemanha ter d".r rdens, \ mprens ré.e depende, n sentd (e nada nfrmar sb. e prcess. Cmparecem dante da V Câmara Crmnal, d Trbunal Prvncal re Dtlsseldrf uma mulher e ses hmens, representantes d Mvment ra Paz na Repúblca Federal ra lemanha, acusads de crmes absuv.us, tejs erm "rganzar asscações cln.destnas", "drgr rganzações nmgas d Est d" e "vlar a Cnstn. çã". T.és ds acusads a pfessôra Erlh Hreth-Menge. de 72 ans de dade, f durante muts ans deputada sclal-demcratn n Cnselh Muncpal de Munlch, ex-cnselhelr de Estad Erwln Eckcrt e ntórprete dplmad Walter Dehl sá membrs d Cnselh Mundal da Pnz c, cm tal, bastante cnhecds em muts países pr suas atvdades c:n prl d entendment cnt" s pvs, da sluçã nrgclada parn lódas rs quêstes nternacnas em ltíg, HE^ZWLLMNN Secretár-Ceral d Crrníè lemã da Paz pm favr da reunfcaçã pncf a da lemanha. O Mvment ta Paz da lemanha Ocdental realza suas atvnades cm plena luz d (.1a, Tda sua atvdade é lenlad n sentd re nflur sbre n pnã púbca da Repúblca Federal "dn lemanha, prpnr/ an gvern re Bnn leve a sér as prpstas de negcaçã, cm as apresentadas pela Repúblca Demcrátca lemã, e sp reúnn m gvern íe Berlm para negcar, O Mvment da Paz da Rcpublca Federal ra lmanha, assm cmu seus drgentes ra acusads, exge a l e n n n h a Ocdental cpere numa plítca de cte- «armament ge al. Exge prncpalmente nem leste nem neste da lemãnha fabrm, armazenem u se preparem para a utllaaçn re armas atônlfcas, s Ja re frma dreta u ndlryta, O {Mvment da V-w ra lemanha Ocdental e seus drgentes pedvm se pnha fm á guerra fra em seu pas e n lemanha n era se cnverta num pas l.rarl paz, c nã perg de gue ra. Pr atvdades desse gêner, e ná pr terem élcs realmente cmetd delts crmnas, é rem cn- Faz Na URSS Um Credár? Só cs perárs e empregads (nclusve netares) pdem cmprar mercadras a crédt créscm máxm de 2 pr cent sbre s preçs dé varej Descnts em fôbha 12 dc agst últm, medante decret d Cnselh de Mnstrs da URSS, f ntrduzd na Unã Svétca sstema dc vendas a crédt dc bjets de cnsum. té entã, nft vgrava al essa frma de crédt, exstnd apenas crédt bancár, destnad exclusvamente às atvdades prdutvns. O "Manual de Ecnma Pltca", edtad em M."- cu, em 1055, dza: "O credt é, n scalsm, a frma sb a qual Estad mblza s recurss em dnher têmprarnmeuc lvres, dand-lhes um empreg plnnfcad e rentegrave, para lazer face às necessdades da ecnma nacnal". s vendas a crédt ra ntrduzdas na URSS vsam fncltar a aqusçã pels perárs e empregads de mercadras cuja prduçã, já atngu mar desenvlvment. Ná se estendem, prém, a utrs artgs, cuja prduçã anda nã atende n demanda para pagaments à vsta (geladeras, pr exempl. REGULMENTÇÃO DS VENDS 12 de utubr últm, dár "Vetchérnaa Mskvn" publcu as nstruções d Mnstér d Cmérc da Rcpubhca Scalsta Federatva Svétca da Rússa regulamenta!- r.s vendas a praz. ncalmente, estabelece-se as vendas a crédt sã fetas pels estabelecments cmercas especlalmente desgnads pel Mnstér d Cmérc da Repúblca Russa, bem cm pelas Mnstérs d Cmérc dns dversas repúblcas autônmas stuadas n terrtór da Republca Russa e pels departaments de cmérc terrtras, regnas e urbans. Também as ljas das cperatvas de cnsum. desde quc gualmente autrzadas, efetuarã vendas a praz. s mercadras a serem venddas a praz sá as cnstantes de uma lsta elabrada pel Mnstér d Cmérc ra RSF3R, à b.se de relaçã semelhante prepwada pel Cnselh de Mnstrs da URSS..... > OS QUE PODEM COMPRR D" acrd cm ns nstruções, pderã efetuar cmpras a crédt s perárs e empregads (nclusve s fcas das SEU PRESENTE DE FESTS LU BEL COLEÇÃO KNCDEKND DE «(ESTUDOS SOCBES» ped ns ESTUDOS (Númers 1 4) Preç: CrS 300,00 SOCS M SÃO JOSÉ, 50. SL lõ<)2 KO frças armadas e s sargents reengajads trabalhem u.srvam permanentemente ns cdades nde se encntre a cn.sa cmercal. Ná serã fetas vendas a crédt ás pessas cupadns numa atvdade temprára. ENTRD DE POR CENTO s vendas a crédt sã fetas medante pagament re uma parcela ncal equvalente a 20 u 25 pr cent d valr dns mercadras, send restante pag em ses mesc% u durante nã mas de 12 meses, em prestações qunzcnns guas Ns cass de gz te féras u de ncapacdade temprára d cmpradr para trabalh, as nstruções prevêem alterações ns pagaments, mas de tal md ns prestações ná pagas sejam ncluídas n pagament medatamente segunte. CRÉSCMO MÁXMO DE 2 POR CENTO Os preçs dns mercadras venddas a crédt serà acrescds de una percentagem paga à casa vendedra, nas seguntes prprções: praz até ses meses (nclusve), acréscm de 1 pr cent sbre preç da mercadra n varej; praz acma re ses e até nve meses (nclusve, acresc:m de 1,5 pr cent sbre preç da mercadra n varej; p az acma de nve a até dze meses nclusve >, acréscm re 2 pr cent sbre preç da mercadra n varej. Fxam também as nstruções preç de vendas a crédt cas mercadras será preç vgente n nuneut da venda e se huver alteraçã ns preçs de varej das mèrchdras venddas a «rédt, nenhum efet terá para s cmpradres. MECNSMO DS VENDS rara cmprar mercadras a crédt estabelecem as lnstrações cmpradr deverá preencher uma frmula cntratual cm duas vas, dns quas n prmera será envada pela csa cmercal á empresa, rganzaçã OU nsttuçã nde trabalhe cmpradr e a segunda permanecerá na própra casa pra ser cntablzara. Tend recebd dcument da casa cmercal, a empresa, rganzaçã u nsttuçã lançará em favr da casa cnérca! a sma das cmpras a crédt fetas pel perár u empregad, de acrd cm s prazs de pagament, a fm de ser descntada d seu salár. O pagament á cnsa cmerca será fet n ra em a empresa, rganzaçã u nsttuçã receber d Banc d Estad da tkss s funds para pagament ds salárs. N cas re transferênca d cmpradr pní utra empresa, de demssã, u em utras stuações semelhantes, em a empresa, rganzaçã u nsttuçã dexe de cntnuar pagand salárs a perár u empregad cmpru a crédt, deverá ser len cmuncaçã nesse sentd á casa cmercal. dentr de dez das após a suspensã d pagament d salár. R5ta Ultma, pr sua vez. quand fôr necessár, slctara á empresa, rganzaçã u nsttuçã, dentr de dez. das, transfra pnra nv lcal de trabalh d, cmpradr a cpa ra fórmula cntratual em seu pder, peraçá devera ser feta também dentr de dez das..s mercadras cmpradas a crédt estã sujetas a um praz de utlzaçã e ás mesmas nrmas dn trca vgentes para mercadras dêntcas cmpradas á vsta, n varej. MPL DVULGÇÃO parte fnal (as nstruções dspõe será feta ampla dvulgaçã das vendas a crédt as perárs e empregads, através ds jrnas, de vlantes dstrbuíds nas empresas, rganzações e nsttuções, de cartazes nas ruas e nas vtrnes da.s casas vendem a crédt, etc. Pr fm, determna-se a frma ra cntablzaçã das vendas a crédt pelas casas cmercas. nenar esses sete acusads, rntre s quas se encntram lambem í.jís past.cs prte.,- tantes. ss explca pr ns embaxadas da Repúblca Federal da lemanha, em muts países, estejam recebend númers prtests, cm sc exge a abslvçã e a reabltaçã cmpleta ds cmbatentes da paz acurads: numerss bservad es estrangers estejam nsslstlnd ãs sessões d p cess de DUsseldwf, e cnhec ndvgar brtânc U N. Prt, cnselher ra Ranha, tenha d n DUssòldrl encarregar-se dá defesa parr dêsses cmbatentes dn Paz em perg de ser cndenadas a ans üe prsã. N transcurs d prcess, s spte acusads se trafsfrmaram em acusadres, acusad es qup prvam Cm B.mn entrava entendment nternacnal e fmente, ód cntra utrs pvs e Estads. lemanha Ocdental é. atualmente pel mens na Eurpa nsllgrr da guerra fra e, em ptencal, fc dc ner",.)- sus prvcações, é mut sgnlf: atv, nesse vergnhs prcess de Dtlsseldrf, fd te a Crte Federal ter necessltad re sete nns <! pa- Ta preparar a ata de acusaç?.. Segund a plnáa re destacads jurstas, êsse pgenh a an de acusaçã -- ndern servr re exemple da falsfcaçã e da adúlteraçã da verdade. s teslcmunhs de acusaçã, em sua mara, sã alcagúetes da pllcn, nfltrads n Mvment da Paz. Já ns prmetrs das c nterrga rl das testemunhas, prém, qua- r delas se retrata:am, envland a Trbunal atestads médcs parn sp exm: em da apresentaçã n nterrgatcrl. prpaganda da Repúblca Fe.leral assegura q;e, n Estad de Bnn,.s Juzes sá autônms e nã recebem r: deus d gvern. Mas a verdade é nn ata de acusaçá está nclura a cpa lteral de declarações calunsas cntra- Mvment da Paz. prferdas anterrmente pel Mnstr da Ouerra Strnuss c pel Mnstr d nterr Schròeder (ex-mltante destacadó d hltlerlsm), Os representantes d gvern da lemanha Ocdental gstam de apresentar-se ns países latn-amercans cm apóstls d "mund lvre". Na lcmnnha Ocdental, prém, as lberdades públcas e s drets demcrátcs sã restrngds cada vez mas. Km tds s mnstérs p gabnet.es fcas pululam p dã rdens ndvídus, pr seu passad crmns, deveram ser "Julgads pr um Trbunal, em vez de cupar cargs mprtantes. Ê sufcente cltar cns d Mnstr Tv Obérlaníer. mplcad dretamente n assassnat de Judeus e placs na cdade re Lww. Quem e.-uá a favr rn paz, deve sent: -se sldár cm s acusads de Dtlsseldrf! Prtestar cntra s ameaçam a paz é hje uma necessdar-e mpersa para s lnmeus re btt-vnladc em tds s países. Ná se deve cnsentr s defensres de uma plítca rp cmpreensã nternacnal na lemanha Ocdental sejam amrdaçads e cndenads è êsse. exatamente, bjetv d prcess de Dlsseldrf, em aue seus ment- P " -.-f. fíj> l» E DTDUR ;..- -!.. ám~m> Respsta n letr Knustu Suza Martns (Curtba Paraná) Pergunta ct: uma veu Partd.nnun.-ta nf recnhecd legalmente, pr s cmunstas atacam as leclan ções d Jân Quadrs de qu, se elet, gvernará sem :; partds? Os partds a qu Ole se refere nn sã s partds ds latfundárs u r:, burguesn?.., Os cmunstas frnm, de fat, s prmers^ n dnuncar caráter reacnár da canddatura d Jân Quadrs expressã (ls nteresses dales setres se põem, stensva u dsfarçadament, a desenvlvment ndependente d pas e à partcpaçã dns amplas massas ppulares nn \ dn plítca da naçã, Jân é, fuulammtulmentc, d canddat ds tnutes mperalstas. e seus agentes e dn mas reacnára lpgrqula paulsta. pltca exgda pnr és es setres de entrega de nssas rzas as mnpóls ans, de estucuncnt d prgres ndustral,e de enrcment cara vez mar ds grups pluterátcs só pd ser levara á prátca na medda m, através da negaçã rns drets dnmcatcs, é negada ã pnã públca a pssbldade d partrpar na vda plítca, de fscalzar e crtcar a atuaçã ds drgentes gvernamentas, attude de Jân dante ds partds plítcs nclusve rs partds npónn, cm se revelu n epsód de sua renúnca «rrevgável reflete, na realdade, prpóst de nstaurar n pas um gvern ultrareacnár, dtatral, sb pretext de se clcar «acma dós partds», cnduzra de fat esmagament de tda.-, a.s lberdades demcrátcas, à elmnaçã dp tds s mes através ds quas pv exerce gllânca sbre s gvernantes s pressna n atender (em mar u menr grau, segund a frça dessa pressã) us nterússes nacnas,.,. classe perára nã pde ter uma attude de mferença dante da stã das lberdades demcrátcas. st nã sgnfca, de md algum, s trabalhadres estejam satsfets cm a demcraca burguesa, sb cuj mpér s drets as lberdades cnustads ã custa de tã duras lutas, sá, além de estrets e reduzds, cnstantemente vlads. Em nss pns, pr exempl (e númers utrs pderam ser ctads), partd plítc rn (lasse perára, Partd Cmunsta, é cnsderad legal e dret de greve é cercead pel decret-le Mas, apesar de tdas ns lmtações, a prletarad nteressa prfundamente a defesa das lberdades remcratcas já cnqustadas e u btençã du nvs drets a garantas,, Os trabalhadres e ns massas ppulares em geral precsam rns lberdades demcrátcas, pr sem elas mas árdua se trna a sua partcpaçã na vda plítca e assm, mas dfícl a sua luta..sm lberdade dô se rga/.nr em -eus sndcats e em partds, sem lber; ad de ae íeulr e dc manfestar seu pensament, sem lber- dade re revndcar e prtestar através ru mprensa, na praça públca, n Parlament, etc. mut mas rfclmente pdera pv denuncar s atentads ds entregtstas as nteesses nacnas, lutar peln ndependênca nacnal e pels nteresses específcs, tas cm aument de salárs, "meddas cntra a caresta de vda, etc. \ experênca demnstra cnvncentemente às massas qua ás suas rendções de vda se agravam ncmparavelmente quand lhes sã negads, pr gverns dtatras, s dtréls demcrátcs elementares. Prbds r- prtestar c dc lutar cntra a m;cra e a c::p!r.".çá, de recrrer às greves utras temas re luta, s trabalhadres e pv sfrem anda mas. Jân prmet! clcar-se «acma ds partds» pr smples demagga eletrera. Cm st, élc pretende é passa pr «revlucnár! as lhs das camadas mas atrasadas da ppulaçã e dales, desesperads peln stuaçã ní está, acredtam <scm s partds será mas rácl gvernar. K a demagga de (p lançam mã sempre s pretenss «salvadres. Mas a verdade é, prmetend stuar-se «acma ds partds», um reacnár e entregusta cm Jân, cas vesse a ser elet, nã passnrn de un se.rvça! d partd mas anlppulr e alnacnal: partd ultra reacnár de Kckefeller e ra pluteraea paulsta, de Carls Lacerda e Jã Neves, d () Glb e d lstad de Sá Paul. Os trabalhadres e as massas ppulares nã se dexarã engmur pr Jân, Esclarecd peles verdaders patrtas demcratas, em partcular pels cmunstas, pv brasler repelrá nns eleções (le utubr de 1ü<>0 a demagga entregusta c reacnára de Jân Quadrs. F res fazem tds s esfrçs para lgrar uma "sentença de prncíp", ameaçara cnstantemente tds s nmlgs da paz na lemanha Ocdental levantand sôb.e eles uma "espada re Damcles", á semelhança rs temps rte Hltler, quand. também. Trbunas Especas dtavam sentenças dessa espéce, lg servam para ser utlllza(as. cm rgr crescente, cntra mlhares de pessas ncentes. t. ndspensável frustrar êsse atentad cntra s lutam pela paz. Também na lemanha Ocdental, a paa deve trunfar sbre a guerral HSTÓR DO MOVMENTO OPERÁRO XLV) Marx e Engels deram prva de extrardnár lut plítc ante a cmplcada s- naçã cada pnra sócalsm na lemanha cm a fusã de Gtl, feta ;\ base de «um prgrama repugnsule e quc pde desmralzar partd» (Marx, em curta a Rracke, dc ma r" ST). Os ds grandes chefes pr- [etárs gunrnn-se nã pela aparênca dns acternents, nã pel quc tnha <e dcstgradável, dc mesqunh ndgn s u -spcrtu lrmal, mtas pelas ndcações securas -". am busca" nas prfundezas r prcess real, revlucnár, se desenvlva nas fleras r mvment perár alemã. F assm puderam lg bservar «tant s perárs cm s burgueses e pen-burguesesv lam n prgrama prtunsta d partd unfcad «<1pvera estar escrt c nã seu cnteúd real» (Engels, em carta a Bracke, re u tu hr de lr7.r). «Enquant s nsss adversárs e também s perárs», acrescentnva, em curta escrta na mesma casã a Bbe, «supuserem este prgra ma encerra ns nssas ntenções (dele e re Marx N..), pderems fcar calads. le tal md, em vz re abrrem fr publcamente cntra prgrama de (ltla e de re deslgarem d Partd, Marx n Engels mantveveran e prcuraram paralar suas relações cm.s esenachans,.apesar rs grsse rs errs re tda nal t reza ue estes estavam cmeteur. gnd cm êsse crtér, puderam cntnuar a crtcals, sbretud através das númeras carta.- sempre fran as lhes escrevam, - assm s fram ajudand, pacentemente, a superar, n. terren prátc da.açã plítca, ns suas séras ncmpreensões teórcas. realdade é (pe, cm a unfcaçã, lg aumentu mpetusamente a nfluênca d scalsm n mvment perár, cresceu pr tórla GRNDES VTÓRS N LEMNH, SOE pa te n prestíg ds snrcn s subrdnads à entaçã d Partd Scalsta Operár, avançu e estendeu-se a atvdade tca r prletarad alemã, vlaçã r Partd nas eleções parlamentares passu re H!2 0(l() sufrágs em 187-1, para 49» 000, em Os círculs gvernanentas nla nrnm-se ante uqte- n maré mntante respnderam as prmers êxts d perarad scalsta decetar, em 1878, a < le re exceçã cntra s scalstas. Ks.-a le, ue esteve em vgr até an de 18!)(), punha na legaldade Partd e s sndcats e demas rganzações a êle lgads, Tnha em vsta prvar s perárs d dret dc rgnnznçã pltca. O Cmtê Central d Par- «LE DE EXCEÇÃO td era entã cmpst de cnc membrs, rs.pas três eram lassalleans (até êsse pnt tnha levad n capt- nçã ds t Ksenaeh)....Surpreendd cm a prmlgnçf ra le re exceçã, Cmtê Central reslveu lg partd se autdssl vesse. Várs sndcats tnarnn também a mesma decsã, Os decdram em cntrár fram dsslvds pel gvern. Mas nã tardaram em rhegar s cnselhs de Marx e Engels. Cm élcs e eum a pressã rns membrs de base d Partd, a dreçã em seguda crrgu sua psçã lqudacnstn. O Partd rerganzu-se legalmente, ajudu s sndcats a fazerem mesm e passu a utlzar amplamente tdas as pssbldadea legas de sçã e d rganzaçã. Surgram pr tda a lemanha scedades peráras benefcentes, ctltuj s, cmeçaram a aparecer jrnas pr setr prfssnal (ds sapaters, rns alfaates l, etc. mesm temp, e sm pre cm a ajuda de Marx Engels, Os esenclaus fram deslcand s lassaleans ra dreçã partdára. O glpe desferd pr Hs marek sbre Partd f en puc temp superad. K desde enlán, sb a pressã ta le de exceçã, sem nprensn, sem rganzaçã exterr, SPn dret de asscaçã e de reunã é cmeça efetvamente sua rápda expansã. (Engels, na «nlvduçã» a «s lutas de classes na França-, de Marx). Os sndcats fram passand da stuaçã legal à semtegal e já pels fns da décln de 80 tnham, em sua mara, recnqustad a legaldade. nte ascens d" mvment sndcal e plítc r prtela nd alemã, gvern vu-se brgad, desde 188", a estabelecer us segtrs scas n pas, - - se gr pr acdentes l tabalh, enfermdade, velhce. vtaçã r Partd, caíra em 1881 a « suf ágs, atngu fõo.000 em 1884, 7;.!.Ul em 1887, cheg.t. em 1890, a vts! Ds ,00(1 perárs.sndcalzads, mas re ds mlhões e me pertencam ns chamads Sndcats.vres, de rentaçã scalsta. a Knlá, f detda a mã d Kstad. Desapareceu a le cntra s scalstas e seus vts se elevaram a l , st é, a mas dn quarta parte d ttal, O gvern e ns classes dmnantes havam esgtad nutlmente tds s recurss». «...0 Kstad chegnra a term ds seus psfrçs e ns perárs apenas cmeçavam s seus-» (Kngels, trabalh ctad). Cntraramente, prtant, as desígns da reaçã bsmnrckana, s dz.e anns transcrrds sb a vgênca da le re exceçã fram ans re extrardnáras vtóras d mvment perár alemã, ( e levaram seu partd scallsla a trnar-se, na Eurpa e n mund, «mas frte, mas dscplnad e em n.s rápd crescment». mesm temp, «mslranr a seus camaradas de tds ns países cm se utl- /n sufrág unversal, frneceram-lh á sua causa scnlsta - - N..) uma nva arma, das mas afadas» (Engels, trabalh ctad). Cm letr verá, nn prõxín capítul, estas vtóras cnstruíram se em estreta lgaçã cm a lula cerrada, sb a nspraçã cnstante re Marx (até 1883, an em qu faleceu) p dn Engels, as frças sãs d Parttd realzaram cm êxt cntra prtunsm, em partcular cntra a rententa «ala dreta - da scal-dmcraca alemã ~ -..._.. t -" " "" -"»- --1-

10 «PGN 10 - er. mm ae xsmfamm NOVOS RUMOS tt m. Mwnawe 25 a " ^^^^^^vv7jtvvr-»vv s.^-v-v"^ -.,...-.,-..,...^.-...x.--.a.vv,,a.j.._x,^. ^..-, W (-! M n W,-, H,.-,..,,4 s ^, Wr. vj ^, K K w ;^K W s w^ K V KW. - V, e ensagcns pé^aáí Ds Sndcats Fedcrà^^»Ctabalhadres!::, : : : x, 1; SMlK \l) )()S í»rc.\> m.a \ 11:>. (-OST ;:; \s :,; \ \..\)(;:s \ v» n. l»sl;.\> DK nv MlC.M) DK t \s. DK ( \ í; s DK SlíMlOR \ lm l ).1 VMílüd lle.üja a - seu» a.».»,, ea(.««> lama. an.» trballadcs.«n ««nl, nn íel; \atal, u,. ;n<",.-. ["" lu Nvn, Pela dlt l.-ra, llnljcs!."»,l,. n «V Sndcat ds Operárs Navas d R de Janer Desca as seu1; asscads e famíla;, bem cm as trabalhadres em geral, um felz Natal e um prósper n Nv Que an de 1960 se um an de vtóra- na luta pel aplcaçã ds resluções ra Cnferênca Sndcal Nacnal. PEL DRETOR FRMNO FERNNDES Presdente }> ds Trabalhadres nas de Calçads e de Luvas, e Peles de Resguard d R de Janer DESEJ OS SEUS SSOCDOS E FM- L.". E OS TRBLHDORES EM GER UM!! FELZ NTL E UM PRÓSPERO NO NOVO, DRETOR Sndcat ds Trabalhadres em Empresas Ferrváras tí R de Janer r nat> :m ;.( n; r;\ ;:,:;<> -.; - > ) Sede Própra: RU SMPO FERR7, 52 Tel.: RO DE JNERO SNDCTO NCONL DOS EROHUTÍd v. Frankln Rsevclt, 1n-l «. anel. Tcl...?-"78 J RO DE JNERO S.l. 8.! 0 Sndcat Nacnal ds ernautas enva a tds s trabalhadres, «.as cdade- e ds camps, e as sludanles, seus melhres vts de Bas-Fesla- e an de 1960 seja de crandes cnqustas par as clsses traa- hnhnrns Pela Dretra ERNESTO COT FONSEC Presdente SNDCTO DOS CONDUTORES DE VEÍCULOS RODOVÁROS E NE- : XOS DO RO DE JNERO SEDE : RU CMERNO, 66 Tel.: Sndcat Nacnal tícs Cabs-Fgustas, Fgustas e Carvers da Marnha Mercante Deseja as seus asscads e famílas e as trabalhadres em geral u n FELZ NTL e um PROSPERO NO NOVO. DRETOR. ) lf.- lu. Sml-a-t-- d,,.!,:,,,«, ár.s fa! -ttfln le Kcfrn Lplrl, (.le.seju nns V r- v\ uu n.- la l.«n l; ( ;.» suas Xc(! ttssnts lanhí.s s seus ullrs vt», t íh felz,\.\. frmuland desejs dc te N()\() NO seja efelvamclc um NO l!0.\, d«paz. e le prsperdade para.s raballadrs de Ld nund. DKMSTHOCMDKS KMTST f,-.lnl. ltstotk.s DK MRND MK.. Srcrel ll;{\.\l. luc; \ rjvsmrcr Deseja as seus asscads c às suas fanlas un felz NTL e um prósper NO N()\ O, d(> lulas pr melhres cndções de vda e amplas lberdades, demcrátcas. Mc nnlu Km lua c-,:,> Manel zeved Stvrel u-lícr] llcu-s de CHres 1 Seca e < ru nhcl Gulherme ds Síms 2 ScrPtárl l", ;n. cl M.. 1 T-s" en,, ntôn ce lre líhc Júnr 2." Tesurer K.vlu ll, qn! );!-, J.nl"! FEDERÇÃO NCONL DOS TRBLHDORES EM TRNSPORTES MRÍTMOS E FLUVS FEDERÇÃO NCONL DOS MRÍTMOS DESEJ OS SSOCDOS DOS SNDCTOS FLDOS, BFM COMO TODOS OS TRBLHDORES DE NOSS PaTR BOS-FESTS NOVO REPLETO DE VTORS NS LUTS PELO CUMPRMENTO DS RESOLUÇÕES D CONFERÊNC SNDCL NCONL E NOVS CONQUSTS PR OS MRÍTMOS E CLSSES NEXS. Presdente THUMTURCO D SLV CYO Secretár NELSON P. MENDONÇ csurer ÍNDO VLLS-BOS SNDCTO NCONL DOS CONTRMESTRES MRNHE ROS, MOÇOS E REMDORES EM TRNSPORTES MRÍTMOS Deseja as seus asscads e dstntas famlas um felz Natal c um an nv de Pa/ e Felcdade Que an de 1960 seja um an de vtnas para a crpraçã marítma e par s trabalhadres em geal. Trabalhadres marítms, mantenham se unds em seu» Sndcats, ps ü undade c a arma ca Vtóra. Pela Dretra SNDCTO DOS TRBLHDORES EM EMPRESS DE CRRS URB- NOS DO RO DE JNERO Sede: Rua Ma Lacerda, 170 (Edf. Prónr) Telefnes: e Dst. Federal Dretra cí Sndcat ds Trabalhadres em Empresas de Carrs übans, Trlley-Bus e Cabs éres d R dc Jner, deseja as asscads e suas dgníssms famílas s melhres vts de um felz NTL, frmuland anda NOVO NO de 1960 seja dc paz e prsperdade. as.) NTÔNO j. C. DE VSCONCELLOS WLDR GOMES DOS SNTOS - Presdente resdena Sndcat ds Trabalhadres nas ndústras da Energa Elétrca e da Prduçã d Gás d Hq de Janer ensej ds festejs nataln, c da n-bm, Dretra d Sndcat clu». Trabalhadres nas ndústras d Energa Elétrca c da Prduçã d Gás d R cte Janer deseja às demas entdade:- sndcas, às autrdades e a seu quadr scal um 1960 che dc realzações c de prósperdade, bem cm um Felz Mtel Pela Dretra, RGEMRO RCCH JUNÍT, Prcsdenle pw«ar»(ví»; J 1 SNDCTO NCONL DOS TFEROS, CULNÁROS E PNFCDORES MRÍTMOS Senadr Pmpeu, 122 l.n Tel.: Edfíc própr End. Telcg.: TCUPM \ n,,,.... u - tülld UJ Jll. -: M^Llüldl ÜO cjllers, Culnár: e Pantcadres Marítm,. «.«.mprmema <.:"v:, a -,:\-y. íxmaz. Fan -.1..! c-ctx.n c.: dc. Jsé Perera ds Sants Presdente rmand Baptsta Rlcer Secrelár Marceln Cerra Tesurer ntôn Jsé Pnher Prcurad Frca! Sebastã Lus ds Sants Dretr ds ssstênca 5cJc. Federaçã Nacnal ds Trabalhadra nas ndústras Gráfcas Desca ns trabalhadres qrtcs d Brasl, ás suas famls 9 a1- traba^drcs em geral, um felx Natal c um prósper n Nv. Que s trabalhadres gráfcs se unam em seus sndcats para ruc cn> de 1960 seja um an de vtóras ns lutas pr suas jevndca-óes, ra luta nela cnqusta d Dret de Greve, pela aprvaçã da Le Orrnca da Prevdênca Scal, pr êxts na luta cntra a DNTE PELLCN - Presdente caresta. SSS BRSL LBUQUERQUE Secretár NEWTON EDURDO DE OLVER - Tesurer O ftvtâdo VY!ftKU!SL Federaçã Nacnal ds Trabalhadres ferrvárs, em seu nme c ds Sndcats flads: Ferrvárs d R dc Janer; de Sá Paul, da Tna Paulsta; da Zna Mqana; dc Vtóra, de lhéus; de Recfe c de Mssr, enva as trabalhadres c suas famílas, vts de um Felz Natal e nrósr-er n Nv, c cnclama a necessdade de undade para cnsecuçã das resluções da 2." Cnferênca Nacnal Sndcal, de nvembr úldm. R de Janer, 24 c!c dezembr c 195?. RPHEL MRTNELL - Presdente GERLDO D COST MTTOS - Secretár Geral LCYR PCNTT -- Tesurer. Sndcat ds Ofcas Eletrcstas e Trabalhadres na nd. de lnsta!ações Elétrcas, Gás, Hdráulcas e Santáras k R de Janer íeàc. Rua Senadr Pmpeu, r..c nndar N lr;(mr»" dns r -. 1,-,- tlus. lrunn.» 11. ".,... s trabalhad res em tal v, partculu mn-, ;n>.s pnentes clc H.-sa ratgra prls^nal, íutrrnn- dn lhes um 1ftls Xatal c um prósper n Nv dc DlO, " ; cnqusta dc nvas vtóras da classe pcré.rt, em -.1 luta em defesa de uellres cnlções de vdn, c em flefesn da emancpaçã eeôea de nssn,. í.. Jí de Janer, 24 du dezembr du llõl), ORLNDO MURÍCO SCNCKTT (Presdente) StLYO COELHO GRC (Secretár) fmbl MENDES DK SOfZ (Tesurekj Sndcat ds Trabalhadres na ndústra de Façã e Tecelagem d R de Janer Sede Própra - Rua Marz e Barrs, 65 - Tel Un nme ds Trabalhadres Têxtes d Ds- rt Federal saudáms s Trabalhadres d Urasl na passagem deste Natal e desejams ;, ds um Nv n prósper e dc paz. Que an de L960 seja caracterzad cm n da l ndade de çã ds Trabalhadres em defesa de Seus drets e revndcações. t->l.\ Ca.rcls da Slva - Presdentp Hercules Crrêa ds le» 1 Secretára laymc Lpg dà Slva 2«Secretár e dü lmeda. Rdrgues -- Tesurera ntôn Jaqum ds Sants -- Prcura-t» t

11 lf f «25 a ía^sçpr NOVOS RUMOS N LUT CONTR CREST Gvern Prtege Tubarões e Prcessa Trabalhadres Dezenas de drgentes sndcas e estudants paulstas estã send prcessads em vrtude de sua partlcpaç& ns preparatvs da greve geral de 24 hras, realzada n da 2 d crrente, de prtest cntra a caresta da vda. greve, emplgu a ppulaçã paulsta, e repercutu em td pas, íl marcadamente um mvlment de prtest cntra mercad negr da carne, tablada a Cr» 62,00, era vendda a Cr$ 120,00; d óle vegetal, tabelad a Cr$ 54.C0 e vendd a CrJ 100,00; d íeja, tabelad a Cr 38,00 e vendd a Cr$ 80,00, tme mvment teve ap d vce-presdente da Republca, sr. Jft Gulart, de 51 deputads da ssembléa Legslatlva Estadual, de tda a Câmara de Vereadres, d FTB, PSB, PRT, e da Fren- Sndcats d Paraná decdem: aument de salárs u greve CURTB, Paraná (D Crrespndente) Os trabalhadres nas ndústras metalúrgcas, de façã a tecelagem, de cnstruçã cvl desta captal reslveram estabelecer um acrd para desenvlvment de uma campanha salaral, vsand a benefcar as três categras em cnjunt. Os metalúrgcs revndcam um aument de 35%; s têxtes, 557<>; e s da cnstruçft cvl, 45%. pó a reunlft [ [ em fcu decdd estabeleclment ú acrd, s lderes sndcas lançaram um manfest esclarecend as razões da campanha salaral e advertnd às autrdades e as empregadres de petendem ter as suas revtndlcações atenddas amgavelmente, mas estft dspsts, em cas cntrár, a deflagrarem um mvment grevsta, uma vez a stuaçft ds trabalhadres nft admte se prtele a cncessft d aument salaral. Sndcat de Trabalhadres nas ndústras Gráfcas d f R de Janer t t Deseja a gráfcs e d» s trabalha- t ; dres e respectvas famílas um Felz Natal - um n Nv dt vtóras nas lutas pelas revn- t dcaçães breras. j Pela Dretra í COVNN ROMT - Presdente. í t te Nacnalsta. F um mq7 Vment cntra a mpundade ds assaltantes da blsa pcpular, f um prtest cntra s atas legas e crmnss ds frgrífcs, f um at cntra a fme. Mas Ovfrn Federal, assessrad pel sr. rmand Falcft, fundadr d Clube da Lanterna e atual mnstr da Justça, clcu-se cm sentnela ds tubarões declarand legal mvment ds trabalhadres e nvestnd cntra êle pr tds s mes. E cm nâ se cntentasse crn as centenas de prsões efetuadas dlns antes da deflagraçã da greve, cm cnfsc ds materlals de prpaganda d mvment de prtest, e cm a vlaçã das llberda. des de palavra e de nfrmaçft, tenta anda, servlnd-se de uma le fascsta, superada pela cnscênca demcratca d pas, prcessar e lançar a cárcere dezenas de trabalhadres e estudantes; partcpantes da luta cntra a caresta. Para prtestar cntra esse ds prcesr., esteve nesta Captal, na semana passada, uma delegaçã de drgentes da Cmssã Paulsta de Lula Cntra a Caresta, entru em cntat cm s srs. rmand Falcã, Jcft Gulart, Fernand Nôbrega, Marechal Texera Ltt, a drgentes da CNT. O sr. rmand Falcft prmeteu prvdencar a devluçâ ds materas de prpatanda havam sd apreendds durante perljd de preparaçã da greve d da 2. mas negu-se a ntervr em favr da anulaçsn d prcess de estft send alv s líderes pau- lstas- Das antes de se drgr a esta Captal, a Cmssã Paulsta Cntra a Caresta J^^^^^^^^^^^^^^^^^^^... M J J Tl Federaçã Nacnal ds Trabalhadres nas ndústras Urbana13 deseja um elz Natal e um n Nv de prsperdade e paz a tds s Sndcats flads, demas entdades sndcas d e a país pv brasler. alvrecer d an de 1960, ns das 2 a 4 de janer sb seus auspícs, se fará realzar CONGRESSO NCONL DOS TRBLHDORES NS NDUSTRS URBNS, será a reafrmaçã ds trabalhadres de sua categra fssnal n respet pr à Le e à rdem, mas a frme decsã também de cntnuar ntransgente na luta pr suas revndcações e pr melhres das para a classe perára e td pv d Brasl encampand tdas as resluções da CONFERÊNC SND- CL NCONL. Nelsn Mendes - Presdente Lurval Sallrs d Nascment - Secretár Jsé lves Barbsa - Tesurer hava lançad um manfest vltand a esclarecer as razões d mvment d da 2, e salentand prssegurá na luta pel atendment das cnc revndcações cnsttuíram a base da greve de prtest: a) ntervcnçft ns frgrífcs; b) fejló, arrz, e óle a preç ce tabela, sem aument; cntra nva elevaçã nas tarfas ds transprtes cle tvs; d) tsençft d mpst de vendas e cnsgnações para s gêners de prmera necessc-ade; e) crédt fícl e barat a ndústra, cmerc e a agrcultura nacnas. O manfest lançad pea Cmlssft Paulsta dexa car s trabalhadres nft se lntmldarft cm as me ddas repressvas d Gvern, e prssegurã lutand cntra esfmeament de estft send vttmas, e em defesa das llberldades demcrátcas, pela anulaçf d prcess de ns plraçâ fascsta, tera lançar a cárcere s hmem se clcaram a frente d pv, na luta legtma pela sua sbrevvênca. PÁGN Àr j. k.:. CRT DO SlRf Burac dn Cascavé, Meu cumpade Manezn: rrch sua carta K l d cuncç a fm, Met )adn Cç dza: Nn matz d "nda ltazèr. hú \c vm um hme Para acaba cum n fme Nesse país brasler". Num ssplc.1, cumpade, Jvs.sn crse d Hras. Fr tants h/.dente Qu pássar pnr ac t. Yaní vè se Gencrá Dessa vez va reaíd, ft.ssc znró da bassòra Num nfrenta as nleeã. tle da csa frevè Já sló ( é fujf. Dz ( té hnest, cué nhe, Mas pra prva (jt ó pnbe bâ. ^ a;ò n ntuíd nlér. nnguém nada l deu, Otla."M":l ll crpslò " d sth m vendeu, T t.ucr,. ZÉPRXÉD peta vjrp Gencrá Texèra Lte Deus cnserve a sua vda ls rant èle vv Tem. naçã garantda. O Genen sabe clmas Dnde v u a carsta. Sabe ( cn sã s ladru,;, cunlece tmbem s bns Qu a gente tem hje m <lta <". dn d uplí lv ua gente assassna: \ ve pbe anarfabel) t( ue eles nã nsna, l"az utt te ra tã grande Mserave e pcuuna. Meu cumpade Manezn V ; dga a Genení Qu pv dessa rebèra Va td nele vta 1r pra lòd.t essa gent (1 hmem bm e valente E ím unnd eabedá! Meu cunpade, nté um da, redk na mnha stma. Saúde pr;s" ralam Dsea Mane (l Lma. wnranuankrvuwcum» Ensacadres de CSNERL OSVNO; Paranaguá cntra presdente tradr Lmüíar ns remessas da lucrs PRNGUÁ Paraná (Dn Crrespndente) Qs ensacadres d Prt desta cdade, vem lutan (nsttur para atual presdente d seu Sndcat, cr. jft Mars, Êste cdadã, cm ap d dele ;ad d Trabalh, sr. Washngtn Camps, ten-se clcad abrlamente cntra s nteresses ds trabalhadres, alem de utlzar-se d dnher d Sndcat para va.;ns maslantes a Curtba e a R de Janer, sem nenhum nteresse para quadr scal. N da 1 d crrente f-lhe entregue uma lsta cntend 503 assnaturas de a scads, pednd uma assembléa geral. O hmenznh fcu furs cm abax-assnad e nvestu cntra a cmssã de trabalhadres f leva, dzend: qu (n Sndcat) m manea su ru. Nã du as>.en. blêa nenhuma. Vcês tds sft cmunstas eu vu mandar metô-ls na cadea». Esse hmem fne da presta. Cã de cntas cm dab fge da cru/.. Mas.s trabalhadres cntnuam nsstnd para seja cnvcada a assembléa, a mesm temp cmeçam a exgr a renúnca d tradr da classe. Sndcat ds Empregads m Cmérc Hteler e Smlares d R de Jane??^ Deseja as seus asscads e lamlas um lelz Natal e um prósper n Nv. Que an ce 1960 seja um an dc vtóras nas lutas pela sluçã de nssas revndcações, p a regularzaçã da stuaçã ds trabalhadres htelers ns lcas de trabalh - assnatura das Carteras, cnda a caresta, etc. Ruy lves Gumarães - Presdente Scledn.Nunes de Olvera - Secretár Jar Batsta - Tesurer srael lves Ferrera Prcuradr dnd Mura - Dretr de ssstênca gradecend n hmenngcm.l" (-1 re.st.da, la pucs (-». nn cíptnl taücha, pr tds s fcas d Exércl <r<» Rmrnlçócs Os Prt l?.;re e Sã Lepld, genrral O.svlnn }. lves, emandante dn Exérct, P" nunett um dscurs em, além (e afrmar "::u decepcnarems a Narã braslera na sua vntade l.rremísslvl de prgredr, de banr n mséra, de ser Brance n. cncet ds pvs sm lvres e sberans", npjnlu cm causa verdadera da crse ecnômlca em qne se encntra las "a evsf exagerada e ãs vezes crmlnnas ce nssas rzas naturr-,:; e dalas q u e se frman à custa e graças a trabalh ds braslers". O dscurs d general Osvn lves é, assm, mns um prnuncament, partd de uma das mas destacadas fguras d Exerct Brasler, a favr la lmtaçã das rcmssas de lucrs pelas cmpresas mperalstas e, em geral, cntra a explraçã a; ue sms sjbmeudp%. pels trestes nternacnas. TRNSMSSÕES D RÁDO laascoü P 0 BRSL Rád Mscu paseu a transmtr seus prgramas (l.r.. para 0 Brasl de 19 às 21 hras, hra d R dc Janer, ptênca da transmssã f duplcada. e aumentad númer de freqüêncas. Os prgramas pedem ser uvds nas faxas dc 25 e 31 metrs: llm " L. -rs Faxa de.s metrí lr. cnas Cumpru KrwllíTeHs Cnmprlmn» " " "" "n ns d (unl t -!><y»s m metrs negu-lcls j em metrs "" -".:í 11,-T 8,n7 1."í» 2».-M 0,78 8(1,07! 11.S7 «.VJ7 fl l-: J.-,,7 mmmu»-! mwmmmwmmmwm tm&mwmwmêmwmmmammmmmm V NtUtKLU munl )(!ò WMhm è," "" llllll TT > m,, llmm>m<,m m n,-.-,. SNDCTO DOS PROFESSORES DE ENSNO SECUNDÁRO, PRMÁRO E DE RTES, DO RO DE JNERO venda 13 de Ma, 13 Sala 402 HR Drelrf dn Sndcat ds PrfesHÔres desca S MllH <Í;m,M pjl resta» TvM f"1^" fn",íín8 e relz»0 n.nv. (us.) fír./ard Demara ÍUletx Pr cude ale FEDERÇÃO DOS EMPREGDOS EM ESTBELECME- TOS BNCÁROS DO DSTRTO FEDERL E DOS EST- DOS DO RO DE JNERO E ESPÍRTO SNTO v-. NDCTO NCONL íífjos SNDCTO DOS EMPREGDOS EM ESTBELECMEN- TOS BNCÁROS DO RO DE JNERO Deseja ns crvó-ç, as rrablhadrí em seral, e às suas famíls, um Felz Natal um prósper n Nv. Que an dc 1960 seja um an dc vrórfas na lura pela sluçã ds revndcações ds trabalhadres. saúdam seus clegas bancárs e demas cmpanhers trabalhadres, augurand-lhes e às suas Exmas. Famílas, BOS-FESTS E FELZ NO NOVO. DRETOR

12 Mt) Jfíjí M â &át - && m u^ _.w < r-..rs _ ^nmbmm...s,-,.,,«.w,,.,..,u...,. _.. _^,. ^,.,_,.....,.,_..-.,._ R 1 "..; :., fv \WmÊ Hyjfe?::v::::-;.:;;V,.\ í:.#"".1 f).»^^»í" "- $\ 1$cf."r ^BRMH^^SSn^HH^SHr!.. l. /> y?mwmwàmf>mm -<í fvr?w!ffwfsw&mu -JmUmUmkm. <, V 3! JZjt "" Wm dólar a tenta se- ^ centav,: era tud qne unha. Send qua -e senta centavs d è. t _ dnher ram represíntads nr mmdhar. ds bxrrra valr cnmzac1-. a cusla d» regatear cm 0 c-uguer, vender e verdursr. fegates dessa eme.,.. e«gam a fazer a gente crar, cm se alguém üeu- wwmente ncs acusasse 4j» "r smüc. Dela cn- W dnher três vvps. «m dólar e lmtu e s?:e tntavf. ra vésnerc de ííasctl, e rn a t lua çã.» t.e c_, furasse sem reméd, na-.a mj pda faze ení. cta lar. Sentu-se n0 velh sr- «4 e chru, O ns lnvj «reflexã de a vd é feta de rss,.sluçs e fungad.-,, rend ue s slufw predmnam. nquant ela se lastma, pensems uma v-ta dp lhs pela casa, Era um pen aartament m «testament mblad, a nm aluguel semanal de «Mt dólares, deln:? tp da hcbtacã. Lu gemnh canhe.tr, sem nada chamar a atençã. Embax, n vesübu a entrada cmum, hava unu caxa para crrespnde «a, nde nunca s_ encntrava uma carta, e um btã de campanha, pr mas aue se cmpnmsse, nenhum sm emta. Sb a camchha, um cartã cm cs dzeres: -Sr. James Dllngham Yung», palcvra «Dllnghamu hava aparecd pemnente cm nme durante um períd de prsperdade, quand eu dn ga nhava 30 dólares pr se mana. jra. reduzda a renda d casal a 20 dlr res semanas, as letras da palavra ««Dllngham» estavam brradas, cm e "tvessem ntenções. 4e. ve cntraírem, assumnd feçã mdesta e despretendsa de uma únca letra D. Mas, apesar d nme cmprd, Sr. James Dllngham Yung, em casa era tratad pr «Jm>. pela Sra. James Dllngham Yung, ju apresentada a letr. Dela acabu de chrar, enxugu as facas e empu-as cm una pluna ve lha- prxm.:.se da ja nela e pô.-se a lhar um gat cnzent andand sôbre um mur cnzent dava para s funds ce. um casar cnzent. Nr. véspera de Nata! ela só tnha un dólar e tenta e stte centavs paa cmprar um presente paa J"n- Durante meses, ecnmza ra pda, mas resultad era aqul. Vnte dólares pr semana mnl dava para vverem. s der pesas havam.d mares d hava calculad. Smente um dólar e tenta e sete centav. O mu rd J:n. Tr.tas vêxes hava pensad e.u cmprar r- :a --a um prsr«nte bm. una c-u._.._. de qualdade qualr csa íásse dgna dele- Hava um eselh, u melhr, uma sére de a tas de espelh cjustadas umas às utras, n ntet val entre uma janela e a utra, arranj de decraçã tã cmum em cartamen t dale nrc;. Una pe. sa mut delgada e ágl pde, bservend cm ateuçã as vár,. magens e refletem em sucessã, tr uma déa aprxmada da cara e d a-ptet tem. Dela, nue eta magnla, tnha se cperleçad nessa ce. De repente clcu- e d.ante d esuelh. Seus lhs brlharam, mas seu rst trnu--e páld em stã de segunds, Num gest rápd dexu car seu cabel, cascatecn mbrs abax. Uma sm bra turvu-lhe a déa. O casal prsuía duas csas, das quas ambs tnham grande rgulhe Uma, re lóg de ur de Jm. hava rertencd a seu pa e a «eu avô. utta, tra s cabels da Sa. Dl- mghr.. Se a Ranha de Sabá mra st, n aparta men lnter, Dela um da se sentara à janela e pra.s cabels a seca, smente para mstrar a Sua Majestade há csas valem mas d jóas e presenle. reas. Se Re Salmã fsse prter, cm teds s seus te scurs emplhads n rs-.- dc-châ. Jm havera de cnsultar clóg tda, as vezes pr élj passasse só para vr arrancar fs de barba de nveja. O lnd cabel da Sra. Dllngham cau-lhe sôbre as cstas, luznd cm una ca cata de aguu; castanbas. Desca lhe abax ds jelhs, qua? lhe servnd de vestmenta. F.àpdamente,;-prém, ela reíez pentead, cm s deds nervss. Pr um nstante. a cmçã parecend ter sd mut frte, paru, de pé, dante d e pelh, enquant uma lágrma lhe escrra pela face e caía sôbre velh tapete vermelh. Vestu seu velh casac castanh e pós 0 seu «elh chapéu da mesma côr. Rdu n^ cerleanhares e, cm s lhs blhcm te, sau d quart e ct reu, escada abax, paa a rua. Paru dante de uma tabuleta cm s drerer.: Mme, Stjfre, Lções e - lg.s pun c ". Subu um lance de escada e pcru para relazer fõlsg- Madame era vlumsa, ce tez mut branca,.nhn un ar puc aclhrrdtr, em nada fazend jus a n:n:e «Sfrne». senhra r cmp;ar meu cabal? p.rguntu-lhe Dea. Sm. eu cmpr c»be lera.s dí se Madame. Tre chapéu, vejams WBM^u^ml^. w>ly\,_,\jtft ^ fc ta seu cae, Uma cascata de cabels castanhs jrru sbre u mbrs delgads da Sa. Dllngham. Du-lhe 20 dólares ds:e Madame, levantand a massa de cabels cm as mãs experentes. Dé-me dnher, depressa rematu Dela. s próxmas duas hras pc- saram para Dela cm se ló sem nas ass côr-detsa d snh, Durante «sse temp ela percrreu ljas prcurand um presente para Jm. Pr lm encntru ra. Paeca sb medda. Nada vra pudesse servr-lhe melhr, ps hava vrad pel avess tódas as ljas nde estvera. Era uma crrente de patna, para relóg, O desenh era smples «despretencs, prclamand valr ntrínsec da peça, nà cj>r rnamentações superlcas cm deve acntecer cm tdas as csas de qualdade. Estava mesm à altura d rel.g- Lg ps.s hs sôbre a crrente, percebeu deva pertencer a Jm. Pda ser cmpara da a êle. Mdésta e valr - qualfcatvs -e aplcavam ambs. Cbraram-lhe 21 dólares pela crrente. Vltu para casa ás pressas, cm s 87 cantevs lhe restavam. Cm ala crrente n lelóg, Jm pda, mut cmpreensvelmente, fcar an.- sbre temp e puxrr relóg d bls atce r estvesse. Pr, embra relóg lósse uma peça de alta qualdade e preç. Jm, às vízes, cnsultava- às escnddas par causa da enrraa de cur usava, na falta de uma cnene adequada. Quand Dela chegu cm casa. u seu entusasm nca cedeu um puc à prudênca e à razã. Tru da cômda b ferrs de ca chear, acendeu 0 gàs e pôs-se a reparar s estrags causads pela gênersdade e pel amr, é sempre uma enrme ta refa uma taeía apav rente. Dentr de quarenta mnuts tnha a cabeça c berta de pens cachs, aderds a cur cabelud, lhe dava um ar s,.-.pjtc de esclar gaze a aula. Clcu-se dante d espelh e lh.- se lnga, cudadsa e crtrremente. Se Jm nã me matar ds.e Dará sj mesma, cpós pmer glpe de vsta va dzer mas pereç una cruta de tea t de revstas, Mas pdera fazer cm um tt.. lar e tenta e sete ceu toco:? s 7 hras, cníé estva fstn e a frgdera e tava nte, pnta paa f;ar a c?rne. Jr» nunca chegava t- (íí?_^^^pb WêX lt<í - y -Ê&&Èk ^^^^H bp P! ^hbí "^^jpj^r jl Üctü üj í^^[ MM M" ^»^cljs-..""""" - jlllllll tr.:.-slwkhjgs3íwbm BWrT^íí^u.-..<ÉB Jttflfc:., --. -WM&mt!mS& - ^JVríJÍSffrMlBR tmmtm&tm&mmm WÈy^. ^ f^ j pé (rjbzzmfsbm BPBBtvaBW ml.aw MWt^B FEét,-\ «VK t.ítíw! MWt -tm9 j$~.% S? «k1^^ ua^^^twbb Bfcák.> Üfc \ B - Jc^^^áí v-:^fe:^ísfll ^MVMmmM B MWfc-j^lKr-r S^^kyM^SÍ^M 9rMà EKJBrgMfe E,, vü^pul ^V H v Mm ^^tv^h HOk Hj W-ma uwmfm mrm BfcÉH S? %:PM pn^^p^:míb H131 fô^r^^f^s^-^hp: ^ law "FlLl^M^BP"l E^Q2 WM B w pwm- MHípHP^^HMWfll m y ^^MmÊ^MÊÊmWm^m^í^mWâmmWwt^mm nm^êmmm WM,..> M v 8_rt_->,», ^^WÊrr^rTrWMmMmKmua)» «law KWWMflp > $ :%Í$ "" lwwwmmlmmmwwm RP m t--t? -\.r^spww.;> -"- -;; "- «mmmlrxmttm^mmwmsjllprrtfrarmlm MHmFt TtWW H 5.V.^S«>&r3tf>.. - ÁW. rlmbfffrctej^ ul^«rcé^hn^lhbmhhhí_^h de. Dl.-: tmu c crrente a»~dj e sentu-se ju: á pra. C vju lhe, t ntã, uí nc ü.",.!_. sua p;mer lance da escada,. pr tm mment, íê la senr-s mal. Cm ela tvesse hábt de dwr rações, em slênc, acerca das csas mas trv a s, stshurt: «Meu Deus, fase cm êle anda me ache bnta». prta abru-se e Jm entu, fechand-a atrás de ". Pareca abatd e sér. Pbre raczl Tnha «renas v.nte e ds ans e já cm r".>t_nsabkade de fan-.:;a! Precsava de um sbretnd nv e de um par d -vas. J.m patu e fcu móvel, cm um cã arr;a a cc-a, Tnha.s lhs.ss na mulher e nles uma e.\pessd ela nõ c"..r;-gua cmpreender e r, a encha de terrr. Nr.. t rave, nem surpréna, nem desaprvaçã, nün b.rrr, nem qualr ds - :tments u» ela esp ra er.cse.trar nêe. Lá es-3v_! Ls arad, lhand j ela fxamente, cem «-.ra sua exprssê0 [-..ccr. -cla cneu rrera êle. Jm, meu rd dsse nã me üte desta manera, Crte e vend meu cabel pr ná pda pas-rar Nalcr! sem )hn dar um presente. le crêsce de nv. Vcê nã se ncmda, nã é mesm, rd? Nã tnha utra sluçã. Meu cabel cresce mut denressa. Dga «Fe. Hr Natal «sejams felae». Ve nã sabe qu» preseute Hnd eu tenh par«v«ré. Ve cnu cabel? perguntu éle, cm dículdade, cm se anda nâ0 huvesse cmpreenddc bem a stuaçã, mesm deps de mah!ar tant temp. Crte e vend dsse ela. Vcê nã0 gesta de mm, d me m jet? Masm sem 0 cabel cmpnd, su a mesma. Jm lhu em vclta d quart, cm cursdade. Vcê dsse ctlu cabel dsse éle cm um ar me dta. Nü adanta prcura l dsse a mulher. Ven d-. Já está na ca a ca cabílerera. Hcje é véspe ra de Natal. Seja bnznh cmg, pr.r só fz ss mzwí$mwmk mêíss^x^^^^^mr^^wmu WBKmmMLmM ^BÉp^^^^^ftMB»«BgE!^» ámmmmvt l^blább ^^^HM^BBBwMlBB^SMlflBBBSK^aB^B B^^ct MuasmMt Bs<r>< :-.vw: ^»w^^.^ írmím BW^^M mm^^mtwut^p} gmfmummmm^m^ B tl M BK^-B UmmímmJJ"WS»WMmmmm:»tXd HB3RB J&ttís- v- MfH HpPtH W^r^mmWmmmm Wm^^Mm mwumwm BMjBffr^UrMfflT^B HfffH WmrwmW^ tfwbmbbwwfflw 3flB_j[jK_P!..._j^ ^^^B^^B^J^ B WlmmmmvS&ffl wfpíxj&t& W^íí"-.- " y^>v ^^! HP^ H Kf<Rw4 jal^mwt jjpwsb^lfcf^^jt^ f" 4\t-Mamt mmuwsmsammumkrà. ^. 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Pss btar a carne na frgdera Jm? Jm pareceu acrdar brus. CaZc6 da -Un tr "e- braçu a espsa cm ""ra. ter Ot dólares mana pr se u um mlhã an pr qual a dferença? Um matemátc u um hu mrsta cara uma respsa errada. Os Res Mags rujcercr.n cnsg tes valss. presen- dentre s se encntrava quas dnhe- O. Jm tru um acte d ds d sbretud 0 atru. sôbre a mesa. Dela dsse éle - na0 pense mude a seu respet. Nã0 pense um ctte de cabel u «shamp» um pde fazer cm gste mens de vcê bra este pacte e cmpreendera pr f um tant fra de mm. Cm deds áges e surss pes- ela desfez te. paç- vsta d cnteúd sltu um grt de alegra, mas, lg após, veram-lhe as lágrmas e s sluçs, exgu d bm Jm emnrêg de tds s seus recurss de amante cnfrtá-la, para l. dante dela, estavam s pente, um jg de travessas para serem usa das nas partes lateras e trasera da cabeça ela. namrara lng temp, na vtrna de uma lja de lux.. Pentes bnt, de tartaruga legítma, cm dras pe- encrustadas nas brdas tud harmnzand mut bem cm a vasta cabelera castanha Dela já nã pssuía. Eram pentes cars, ela bem saba. Durante meses hava snhad cm eles, sem qualr esperança de algum da vr a pssuí ls. gra, e s sôbre a mesa. Mas ~...s.-s,,; "g- DOT5UÍa,. \\. 1 m ÍW-4,-.. ÍPBtwaSrSas nd pssuía a cabelera servra para admá-ls. Tdava, ela apertava cntra pet. pós um mment lhu para mard cm s lhs rass dágua. srru e dsse: Meu cabel cresce tá depresa, Jml De repente, empertguse e sltu um grt de excam açã. Jm anda nã tnha v»- t presente ela cmprara. Estendeu a mã, a crrente à mstra. O metal luza cm se refletsse luz d lhar da jvem. Nã é bnta, JmT Prcure pr tda a parte. gra vcê pde cnsultar seu relóg cem vêxes pr da. Dexe ver relóg, r ver cm fca cm a crrente. Jm atru se sbre sfá, jgu a cabeça para trás, apand.a cntra as mãs entrelaçadas, srru. Dela dsse «le guardems s nsss presentes de Natal. Sã mut bnts para serem usads, n mment. Vend, relóg para cmprar seu presente. melhr ve pôr a carne na frgdera. Os Res Mags, cm vcês sabem, fram sáb» truxeram presentes para Jesus menn, quand este era apenas um recémnascd. Fram eles qu» nventaram a arte de dar presentes de Natal. Send sábs, s presentes qu» deram trazam sel da prudênca, talvez pudessem ser trcads pr utrs, cas huvesse duplcata. Cnte a hstóra de duas «ancas tlas sacrfcaram uma pela utra tnham de mas precs. Mas r dar uma últma palavra as sábs de hje: de tds s deram presentes de Natal, Jm e sta mulher fram s mas prudentes. Tds s dã e recebem presentes, cm fzeram Jm e sua mulher, sã0 prudentes, em qualr parte d0 mund nde estejam: eles sã» \.1., Mnnnv

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