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1 Unidade: As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) e européias (IFRSGAAP) Revisor Textual: Profa. Esp.Márcia Ota

2 As NORMAS Internacionais de (International Accounting Standard - IAS em), atualmente conhecidas como normas IFRS (International Financial Reporting Standard) são um conjunto de pronunciamentos de contabilidade internacionais publicados e revisados pelo IASB (International Accounting standards Board).

3 As normas IFRS foram adotadas pelos países da União Europeia a partir do 31 de dezembro de 2005 com o objetivo de harmonizar as demonstrações financeiras consolidadas publicadas pelas empresas abertas europeias. A iniciativa foi internacionalmente acolhida pela comunidade financeira. Atualmente numerosos países tem projetos oficiais de convergência das normas contábeis locais para as normas IFRS, inclusive o Brasil.

4 Histórico de criação das normas IAS/IFRS 1972 A criação de um comitê de pronunciamentos contábeis internacionais foi sugerida em 1972 durante o 10 congresso mundial dos contadores.

5 Histórico de criação das normas IAS/IFRS 1973 O comitê de pronunciamentos contábeis internacionais chamado IASC em inglês (International Accounting Standards Committee), foi criado em 1973 pelos organismos profissionais de contabilidade de 10 países: Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos da América, França, Irlanda, Japão, México, Países baixos e Reino Unido. A nova entidade foi criada com o objetivo de formular e publicar de forma totalmente independente um novo padrão de normas contábeis internacionais que possa ser mundialmente aceito.

6 1973 As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) Histórico de criação das normas IAS/IFRS O IASC foi criado como uma fundação independente sem fins lucrativos e com recursos próprios procedentes das contribuições de vários organismos internacionais assim como das principais empresas de auditoria. Os primeiros pronunciamentos contábeis publicados pela IASC foram chamados de International Accounting Standard (IAS). Numerosas normas IAS ainda estão vigentes atualmente, apesar de terem sofrido alterações ao longo do tempo.

7 Histórico de criação das normas IAS/IFRS 1997 Em 1997, o IASC criou o SIC (Standing Interpretations Committee) um comitê técnico dentro da estrutura do IASC responsável pela publicações de interpretações chamadas SIC cujo objetivo era responder as dúvidas de interpretações dos usuários.

8 2001 As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) Histórico de criação das normas IAS/IFRS Em 1 de abril de 2001, foi criado o IASB (International Accounting standards Board) na estrutura do IASC que assumiu as responsabilidades técnicas do IASC. A criação do IASB teve objetivo de melhorar a estrutura técnica de formulação e validação dos novos pronunciamentos internacionais a serem emitidas pelo IASB com o novo nome de pronunciamentos IFRS (International Financial Reporting Standard). O novo nome que foi escolhido pelo IASB demonstrou a vontade do comitê de transformar progressivamente os pronunciamentos contábeis anteriores em novos padrões internacionalmente aceites de reporte financeiro com o fim de responder as expectativas crescentes dos usuários da informação financeira (analistas, investidores, instituições etc.).

9 Histórico de criação das normas IAS/IFRS 2001 Dentre todos, o sistema alemão e canadense foram considerados os mais adequados, enquanto os sistemas inglês e americano como os que mais necessitam de adaptações. Em dezembro do mesmo ano o nome do SIC (Standing Interpretations Committee), foi mudado para IFRIC (International Financial Reporting Interpretations Committee). O IFRIC passou portanto a ser responsável pela publicação a partir de 2002 de todas interpretações sobre o conjunto de normas internacionais.

10 Histórico de criação das normas IAS/IFRS 2004 Em março de 2004, muitas das normas IAS/IFRS foram publicadas pelo IASB, incluindo a norma IFRS 1 que define os princípios a serem respeitados pelas empresas no processo de conversão e primeira publicação de demonstrações financeiras em IFRS Desde o 1 de janeiro de 2005, todos as empresas européias abertas passam adotar obrigatoriamente as normas IFRS para publicarem suas demonstrações financeiras consolidadas.

11 2008 As principais normas contábeis brasileiras (BRGAAP), americanas (USGAAP) Histórico de criação das normas IAS/IFRS Em 31 de dezembro de 2008 encerra-se o prazo do período de adaptação Entrada em vigor das normas e padrões do IFRS, tornando-se obrigatória para todas empresas de capital aberto e as de capital fechado de médio e grande portes. Os bancos podem passar a exigir as demonstrações financeiras de acordo com o novo padrão.

12 Histórico de criação das normas IAS/IFRS As normas internacionais são compostas por um conjunto de 5 tipos de pronunciamentos técnicos (Framework, IAS, IFRS, SIC e IFRIC): Framework: O framework não é oficialmente um pronunciamento técnico. IAS: Os pronunciamentos IAS (International Accounting Standard), são os primeiros pronunciamentos emitidos pelo IASC.

13 Histórico de criação das normas IAS/IFRS SIC: As interpretações SIC (Standing Interpretations Committee) IFRS: Os pronunciamentos IFRS (International Financial Reporting Standard) são emitidos pelo IASB. Eles são, portanto, os mais recentes. IFRIC: As interpretações IFRIC (International Financial Reporting Interpretations Committee). Elas são portanto as interpretações mais recentes. Todos os pronunciamentos internacionais são publicados pelo IASB em língua inglesa.

14 "Framework" (Estrutura conceitual) A estrutura conceitual de preparação e apresentação das demonstrações financeiras internacionais é detalhada no "framework" ("Framework for the preparation and presentation of Financial Statements"). O "framework" não é uma norma internacional de contabilidade. O texto é uma descrição dos conceitos básicos que devem ser respeitados na preparação e apresentação das demonstrações financeiras internacionais.

15 "Framework" (Estrutura conceitual) Ele define o espírito intrínseco das normas internacionais, a filosofia geral das normas e tem também como objetivo ajudar a diretoria do IASB no desenvolvimento e interpretação das normas internacionais de contabilidade, os usuários na elaboração das demonstrações financeiras e, os auditores na formação de uma opinião de auditoria. Em caso de conflito entre qualquer norma internacional e o framework, as exigências da norma internacional prevalecem sobre as do framework. Framework conceitual é um conjunto de conceitos usado para resolver um problema de um domínio específico.

16 "Objetivo das demonstrações financeiras em IFRS O principal objetivo das demonstrações financeiras em IFRS é dar informações sobre a posição financeira, os resultados e as mudanças na posição financeira de uma entidade, que sejam úteis a um grande número de usuários (investidores, empregados, fornecedores, clientes, instituições financeiras ou governamentais, agencias de notação e público) em suas tomadas de decisão. Os pressupostos básicos da contabilidade internacional Os pressupostos básicos da contabilidade internacional estão detalhados no "framework" (estrutura conceitual). Regime de competência e regime de caixa Continuidade

17 As características qualitativas das demonstrações financeiras em IFRS Clareza Relevância Confiabilidade Comparabilidade Equilíbrio entre custo e benefício na preparação das demonstrações financeiras Os elementos das demonstrações financeiras O balanço patrimonial A demonstração de resultado A demonstração de fluxo de caixa. Informações por segmento de negócio As notas e as divulgações

18 Os princípios de avaliação dos elementos das demonstrações financeiras em IFRS Valor justo Custo histórico Custo amortizado Valor realizável Valor presente

19 Lista de normas IAS (International Accouting Standard) As normas IAS, inicialmente publicadas pelo IASC são atualmente revisadas pelo IASB. IAS 1 "Presentation of Financial Statements" (Apresentação das demonstrações financeiras) IAS 2 "Inventories" (Estoques) IAS 7 "Cash Flow Statements" (Demonstração dos fluxos de caixa) IAS 8 "Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors" (Políticas contábeis, alterações de estimativas e Erros) IAS 10 "Events after the Balance Sheet Date" (Eventos subseqüentes à data do balanço patrimonial)

20 Lista de normas IAS (International Accouting Standard) IAS 11 "Construction Contracts" (Contratos de construção) IAS 12 "Income Taxes" (Imposto de renda) IAS 14 "Segment Reporting" (Relatórios por segmento) IAS 16 "Property, Plant and Equipment" (Ativo Imobilizado) IAS 17 "Leases" (Arrendamentos) IAS 18 "Revenue" (Receita) IAS 19 "Employee Benefits" (Benefícios aos empregados) IAS 20 "Accounting for Government Grants and Disclosure of Government Assistance" ( de concessões governamentais e divulgação de assistência governamental)

21 Lista de normas IAS (International Accouting Standard) IAS 21 "The Effects of Changes in Foreign Exchange Rates" (Efeitos das alterações nas taxas de câmbio) IAS 23 "Borrowing Costs" (Custos de empréstimos) IAS 24 "Related Party Disclosures" (Divulgações das partes relacionadas) IAS 26 "Accounting and Reporting by Retirement Benefit Plans" ( e emissão de relatórios para planos de beneficio de aposentadoria) IAS 27 "Consolidated and Separate Financial Statements" (Demonstrações financeiras consolidadas e contabilidade para investimentos em subsidiarias) IAS 28 "Investments in Associates" ( para investimentos em Associadas) IAS 29 "Financial Reporting in Hyperinflationary Economies" (Demonstrações financeiras em economias hiperinflacionárias)

22 Lista de normas IAS (International Accouting Standard) IAS 31 "Interests in Joint Ventures" (Tratamento contábil de participação em empreendimentos em conjunto) IAS 32 "Financial Instruments: Disclosure and Presentation" (Instrumentos Financeiros: divulgação e apresentação) IAS 33 "Earnings per Share" (Lucro por ação) IAS 34 "Interim Financial Reporting" (Relatórios financeiros intermediários) IAS 36 "Impairment of Assets" (Redução no valor recuperável de ativos) IAS 37 "Provisions, Contingent Liabilities and Contingent Assets" (Provisões, passivos e ativos contingentes)

23 Lista de normas IAS (International Accouting Standard) IAS 38 "Intangible Assets" (Ativos intangíveis) IAS 39 "Financial Instruments: Recognition and Measurement" (Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e mensuração) IAS 40 "Investment Property" (Propriedades para investimento) IAS 41 "Agriculture" (Agricultura)

24 Normas IFRS (International Financial Reporting Standard) As normas IFRS são publicadas pelo IASB. IFRS 1 "First-time Adoption of International Financial Reporting Standards" (Primeira aplicação das normas internacionais de contabilidade) IFRS 2 "Share-based Payment" (Pagamentos em ações) IFRS 3 "Business Combinations" (Combinações de negócios) IFRS 4 "Insurance Contracts" (Contratos de seguro)

25 Normas IFRS (International Financial Reporting Standard) IFRS 5 "Non-current Assets Held for Sale and Discontinued Operations" (Ativos não correntes detidos para revenda e operações descontinuadas) IFRS 6 "Exploration for and Evaluation of Mineral Resources" (Exploração e avaliação de recursos minerais) IFRS 7 "Financial Instruments: Disclosures" (Instrumentos financeiros: Divulgações) IFRS 8 "Operating Segments" (Segmentos operacionais)

26 EM RESUMO International Financial Reporting Standards (IFRS) são normas internacionais de contabilidade, um conjunto de pronunciamentos contábeis internacionais publicados e revisados pelo IASB (International Accounting standards Board). International Accounting Standard (IAS) As normas IAS (International Accounting Standard) são normas internacionais de contabilidade. Inicialmente publicadas pelo IASC (International Accounting Standards Committee), as normas IAS são atualmente revisadas pelo IASB (International Accounting standards Board).

27 CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis o Conselho Federal de - CFC, por meio da Resolução nº 1.055/05, aprovou a criação do Comitê de Pronunciamento Contábeis - CPC, cujo objetivo, conforme seu artigo 3º, é: o estudo, o preparo e a emissão de Pronunciamentos Técnicos sobre procedimentos de e a divulgação de informações dessa natureza, para permitir a emissão de normas pela entidade reguladora brasileira, visando à centralização e uniformização do seu processo de produção, levando sempre em conta a convergência da Brasileira aos padrões internacionais. A criação deste comitê representa um grande avanço para a contabilidade brasileira, especialmente em função de seu comprometimento com a emissão de normas, visando à convergência com as normas internacionais de contabilidade.

28 CPC - Comitê de Pronunciamentos Contábeis Em aplicação da nova Lei das SAs /07, as normas IFRS estão sendo atualmente adaptadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e incluídas nas práticas contábeis brasileiras pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Conselho Federal de (CFC), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e agências reguladoras (ANEEL). A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou, no dia 13 de julho de 2007, que a partir de 2010 as companhias abertas brasileiras adotarão obrigatoriamente as normas internacionais definidas pelo Conselho de (IASB) em suas demonstrações contábeis financeiras. A regra foi acatada pela Instrução CVM nº 457, que permaneceu em audiência pública por cerca de dois meses. Devido às alterações da Lei /07 o CPC emitiu Pronunciamentos e Orientações Técnicas que já foram aprovados ou estão em audiência pública. São estes:

29 Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis aprovado CPC 01 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos (IAS 36) - aprovado CPC 02 - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis (IAS 21) - aprovado CPC 03 - Demonstração dos Fluxos de Caixa (IAS 7) - aprovado CPC 04 - Ativo Intangível (IAS 38) - aprovado CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (IAS 24) - aprovado CPC 06 - Operações de Arrendamento Mercantil (IAS 17) aprovado CPC 07 - Subvenção e Assistência Governamentais (IAS 20) - aprovado CPC 08 - Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores Mobiliários (IAS 39 - partes) - aprovado CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado (DVA) - aprovado CPC 10 - Pagamento Baseado em Ações (IFRS 2) - aprovado CPC 11 - Contratos de Seguro (IFRS 4) - aprovado

30 CPC 12 - Ajuste a Valor Presente - aprovado CPC 13 - Adoção Inicial da Lei no /07 e da Medida Provisória no. 449/08 - aprovado CPC 14 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação (Fase1) - aprovado CPC 15 - Combinação de Negócios (IFRS 3) - Em Audiência Pública CPC 16 - Estoques - Audiência Pública encerrada CPC 17 - Contratos de Construção - Audiência Pública encerrada CPC 20 - Custos de Empréstimos - Audiência Pública encerrada CPC 21 - Demonstração Intermediária (IAS 34) - Em Audiência Pública CPC 22 - Informações por Segmento (IFRS 8) - Em Audiência Pública CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (IAS 8) - Em Audiência Pública CPC 24 - Evento Subsequente (IAS 10) - Em Audiência Pública

31 CPC 25 - Provisão e Passivo e Ativo Contingentes (IAS 37) - Em Audiência Pública CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis (IAS 1) - Em Audiência Pública CPC 27 - Ativo Imobilizado (IAS 16) - Em Audiência Pública CPC 28 - Propriedade para Investimento (IAS 40) - Em Audiência Pública CPC 31 - Ativo Não-Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada (IFRS 5) - Em Audiência Pública CPC 32 - Tributos sobre o Lucro (IAS 12) - Em Audiência Pública OCPC 01 - Entidades de Incorporação Imobiliária (Orientação) - aprovada OCPC 02 - Esclarecimentos sobre as Demonstrações Contábeis de aprovada

32 USGAAP BRGAAP IFRS Órgão normativo SEC CVM IOSCO Regulamentação FASB IBRACON/ CFC/ Lei 6404/ 76 IASB

33 EXEMPLO: BRGAAP USGAAP E IFRS Combinação de negócios (aquisições) base de contabilização: BRGAAP: o valor de aquisição é comparado com o valor contábil da participação adquirida, tendo como base principal o custo histórico. USGAAP: o valor de aquisição é comparado com o valor justo dos ativos e passivos adquiridos, levando em conta a participação adquirida. IFRS: o valor de aquisição, incluindo preço de venda contingente, é comparado com o valor justo total dos ativos e passivos.

34 EXEMPLO: BRGAAP USGAAP E IFRS Combinação de negócios (aquisições) apresentação e valorização dos minoritários: BRGAAP: os minoritários são apresentados pelo valor contábil histórico. USGAAP: os minoritários são apresentados pelo valor contábil histórico. IFRS: os minoritários são apresentados com a sua parcela dos valores justos dos ativos e passivos adquiridos.

35 EXEMPLO: BRGAAP USGAAP E IFRS Combinação de negócios (aquisições) apuração do ágio: BRGAAP: o valor do ágio é determinado em função do preço de compra pago, reduzido do valor contábil da participação adquirida. USGAAP: o valor do ágio é apurado em função do preço pago, geralmente sem considerar qualquer valor de pagamento contingente, reduzido da parcela proporcional do valor justo dos ativos e passivos adquiridos. IFRS: o valor do ágio é apurado em função do preço pago, incluindo preço de venda contingente, reduzido do valor justo total dos ativos e passivos adquiridos.

36 DIFERENÇAS: BRGAAP USGAAP E IFRS

37 DIFERENÇAS: BRGAAP USGAAP E IFRS

38 DIFERENÇAS: BRGAAP USGAAP E IFRS

39 DIFERENÇAS: BRGAAP USGAAP E IFRS

40 BIBLIOGRAFIA ALMEIDA, Marcelo C. Normas internacionais de IFRS. São Paulo: Atlas, BONNIN, Guilhermo. Por que demonstrações contábeis em moeda forte?disponível em: <www.empresario.com.br/artigos/artigos_html/artigo_a_ html>. Acesso em: 27 dez CARVALHO, Nelson; LEMES, Sirlei; COSTA, Fábio Moraes. internacional: aplicação do IFRS. São Paulo: Atlas, Christopher Nobes, Robert B Parker. Comparative international accounting. 10o. ed. São Paulo: Prentice Hall, FRANCO, Hilário. A contabilidade na era da globalização: temas discutidos no XV congresso mundial de contadores, Paris, de 26 a São Paulo: Atlas,1999. FIPECAFI e Ernst & Young. Manual de normas internacionais de contabilidade: IFRS versus normas brasileiras. São Paulo: Atlas, 2009.

41 BIBLIOGRAFIA Luciano Marcio Scherer, Aderbal Nicolas Muller. avançada e internacional. São Paulo: Saraiva, Nabil Ahmad Mourad. IFRS 8 - segmentos operacionais: Internacional - International Financial Reporting Standards IFRS - v. 7 (Série ACADEMIA-EMPRESA). São Paulo: Atlas, NIYAMA, Jorge K. internacional. São Paulo: Atlas, PETERS, Marcos R. S. Controladoria internacional. São Paulo: DVS, SCHIMIDT, Paulo; SANTOS, José Luiz; FERNANDES, Luciane a. internacional avançada. 3 ed. São Paulo: Atlas, WEFFORT, Elionor F. J. O Brasil e a harmonização contábil internacional. São Paulo: Atlas, 2005.

42 Campus Liberdade R. Galvão Bueno, São Paulo SP Brasil Tel: (55 11)

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