FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

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1 FOLHA DE CAPA TÍTULO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ABERTURA DE VALAS NÚMERO ORIGINAL NÚMERO FOLHA ET TME-002 ET CPG / 8 CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS ESTA FOLHA DE CONTROLE INDICA EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA NA EMISSÃO CITADA E AO DESTINATÁRIO É SOLICITADO SUBSTITUIR AS FOLHAS SUPERADAS PELAS ÚLTIMAS REVISÕES, DE ACORDO COM A INDICAÇÃO DESTA FOLHA REVISÃO REVISÃO REVISÃO FOLHAS FOLHAS FOLHAS CONTROLE DE REVISÕES REV. CÓD. DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO EXECUÇÃO APROVAÇÃO 7 RG 12/12/08 REVISÃO GERAL INCLUSÃO DOS ITENS e MP JC 8 RG 13/04/09 REVISÃO GERAL COM INCLUSÃO DA TABELA 02 MP JC 9 RG 15/12/10 REVISÃO GERAL INCLUSÃO DE INFORMAÇÕES REFERENTES À TUBULAÇÃO DE PEAD OD 200mm TAB. 01 e 02 MP JC CÓDIGO / FINALIDADE DA EMISSÃO PR - PRELIMINAR PA - PARA APROV. CLIENTE CT - P/COTAÇÃO RG REVISÃO GERAL PI - PARA INFORMAÇÃO AP - APROVADO P/ CLIENTE PC - PARA CONSTRUÇÃO PL - PARA LICITAÇÃO 1

2 1 OBJETIVO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ABERTURA DE VALAS A presente Especificação visa definir os procedimentos e considerações necessárias para os serviços de abertura de valas. 2 ESCAVAÇÃO EM GERAL A escavação compreende a remoção dos diferentes tipos de solo, benfeitorias, pavimentos ou outros similares, desde a superfície natural do terreno até a cota especificada no projeto. Poderá ser manual ou mecânica, em função das particularidades existentes. A escavação, em termos de extensão de abertura de valas, deverá atender ao disposto no Memorial Descritivo correspondente ou as determinações dos órgãos competentes. Para efeito dos serviços de movimento de material são consideradas as seguintes escavações: 2.1 Escavação em Solo Classifica-se como escavação em solo aquela executada em terreno constituído de terra em geral, piçarra ou argila, areia, rochas em adiantado estado de decomposição (pouco compactas), seixos rolados ou não (diâmetro máximo de 15 cm), matacões (volume menor ou igual a 0,50 m 3 ), e em geral todo o material possível de execução manual ou mecânica, qualquer que seja o teor de umidade. 2.2 Escavação Submersa Classifica-se como escavação submersa toda aquela realizada por dragas, jatos de ar, drag-line ou clam-shell, inclusive a remoção de tocos e matacões (volume menor ou igual a 0,50 m 3 ). 2.3 Exploração de Jazidas No caso de haver necessidade de exploração de jazidas de solo para aterro, deverão ser observadas as prescrições que se seguem: a) Escavação de Jazidas de Solo A exploração de áreas de empréstimo deverá ser precedida de projeto completo, incluindo estradas de serviço e frentes de escavação. Os taludes das frentes de escavação deverão ter inclinação adequada para se manterem estáveis bem como as alturas das bancadas deverão obedecer a limite seguro. Toda a superfície de escavação deverá ser a mais regular possível e provida de inclinações suficientes para se assegurar o escoamento de águas pluviais ou surgentes. 2

3 O plano de exploração deverá ser submetido à aprovação da COMPAGAS, somente na condição de haver autorização por escrito do proprietário local, bem como, a respectiva licença ambiental. b) Recomposição das Áreas Exploradas para Empréstimo Após o término do trabalho e a menos que ordenado de outra forma pela COMPAGAS, todas as áreas de trabalho e as áreas de empréstimos usadas pela CONTRATADA deverão ser regularizadas de maneira a seguir a aparência natural da paisagem de acordo com o disposto em projeto ou recomendado pela COMPAGAS. As áreas onde ocorreram destruição, mutilação, danos ou desfiguração, resultantes das operações da CONTRATADA, devem ser reintegradas à paisagem local, sendo reparadas, replantadas e semeadas ou de qualquer outra forma corrigidas. Deverão ser executados os serviços finais e permanentes de tratamento superficial com plantio de vegetação rasteira e outra de porte e espécies variadas, seguindo a tipificação local. As mudas/sementes deverão ser fornecidas pela CONTRATADA. Deverão também ser seguidas curvas de nível para o plantio da vegetação de porte e para o valeteamento de controle de erosão. 2.4 Escavação em Rocha Dura com Explosivos Classifica-se como escavação em rocha dura o material altamente coesivo, constituído de todos os tipos de rocha sã como granito, basalto, gnaisse, matacão de volume maior a 0,5 m 3, etc. O desmonte a fogo será executado em bancadas ou por altura total, com perfurações verticais ou inclinadas, de conformidade com a natureza da rocha e com todas as precauções de segurança. Os planos de fogo deverão ser obrigatoriamente aprovados pela COMPAGAS. Em cada plano de fogo a CONTRATADA indicará as profundidades, os espaçamentos e as disposições dos furos para o desmonte, assim como as cargas e os tipos de explosivos, ligações elétricas das espoletas com cálculo da resistência total do circuito e método de detonação, especificando as características da fonte de energia, ou ligações de cordel com retardadores, especificando tipo e método de ligação, exigindo-se que a pré-qualificação do Cabo de Fogo seja entregue à COMPAGAS. Antes ou durante a execução das escavações poderá a COMPAGAS requerer à CONTRATADA testes com explosivos, visando verificar planos de fogo. Tais testes deverão ser realizados dentro dos limites estabelecidos para a escavação. Medições sísmicas, em caso de necessidade, poderão ser realizadas pela COMPAGAS, devendo a CONTRATADA colaborar para a sua execução. Os resultados obtidos serão analisados pela COMPAGAS, que em função deles poderá requerer à CONTRATADA a alteração dos planos de fogo propostos. A aprovação pela COMPAGAS de um plano de fogo não exime a CONTRATADA de qualquer uma de suas responsabilidades. 3

4 Sempre que, de acordo com a indicação do projeto ou por determinação da COMPAGAS, for necessário preservar a estabilidade e resistência inerentes aos parâmetros de taludes escavados em rocha, estes deverão ser conformados, utilizandose: pré-fissuramento (detonação controlada do perímetro realizada antes da escavação), fogo cuidadoso - cushion blasting (escavação controlada a fogo de perímetro realizada simultaneamente com a escavação) ou perfuração em linha. O diâmetro dos furos e a técnica de detonação a ser utilizada ficarão subordinados à aprovação da COMPAGAS. O escoramento, no decorrer dos trabalhos de desmonte a fogo, deverá ser permanentemente inspecionado pela CONTRATADA e reparado logo após a ocorrência de qualquer dano. A CONTRATADA deverá providenciar a interdição de vias públicas (se for o caso), contactar outras concessionárias (luz, água, telefonia, etc.) e avisar toda a população, antecipadamente ao evento. A autorização do órgão competente para transporte e uso dos explosivos deverá ser encaminhada à COMPAGAS, antes do início das detonações. A CONTRATADA arcará com a responsabilidade civil e criminal, por danos causados a terceiros, em decorrência desse serviço. 2.5 Escavação em Rocha Branda ou Moledo a Frio Classifica-se como escavação em rocha branda ou moledo o material com agregação natural de grãos minerais, ligados mediante forças coesivas apresentando grande resistência à escavação, constituídos de arenitos compactos, rocha em adiantado estado de decomposição, rocha alterada, folhelhos com ocorrência contínua. Escavação com rompedores, picaretas, alavancas, cunhas, ponteiras, talhadeiras e eventual uso de escarificador. Quando, pela proximidade de prédios e seus complementos, logradouros, serviços de utilização pública ou por circunstâncias outras, a critério da COMPAGAS, for inconveniente ou desaconselhável o emprego de explosivos para o desmonte a fogo, será feito o desmonte a frio, empregando-se o processo mecânico (rompedor), manual, o processo químico ou pneumático (cunha metálica). 3 ESCAVAÇÃO DE VALAS Os equipamentos a serem utilizados deverão ser adequados aos tipos de escavação, dependendo do tipo de solo e dimensões da vala, podendo ser necessária a escavação manual para correção do fundo de vala. Antes de iniciar a escavação, a CONTRATADA deverá ter feito a pesquisa de interferências, para que não sejam danificados quaisquer tubos, caixas, cabos, postes ou outros elementos ou estruturas existentes que estejam na área atingida pela escavação ou próximos a esta. 4

5 Se a escavação interferir nas galerias ou tubulações, a CONTRATADA executará o escoramento e a sustentação destas. Na hipótese de interferências com instalações de terceiros, os trabalhos deverão ser realizados mediante prévia anuência dos mesmos. Na fase de escavação mecânica ou manual, deve-se prestar muita atenção para não danificar as possíveis obras subterrâneas existentes, devendo-se tomar em cada caso, as medidas de prevenção mais adequadas. Em havendo, porém, algum dano, o fato deverá ser comunicado imediatamente ao responsável pela obra e ao proprietário do serviço afetado, para que o reparo possa ser efetuado. Todo ônus decorrente desses reparos é de inteira responsabilidade da CONTRATADA. A CONTRATADA deverá manter livres as grelhas, tampões e bocas-de-lobo das redes dos serviços públicos, junto às valas, não devendo aqueles componentes serem danificados ou entupidos. Mesmo autorizada a escavação, todos os danos causados a propriedades bem como a danificação ou remoção de pavimentos além das larguras especificadas, serão de responsabilidade da CONTRATADA. 3.1 Largura e Profundidade de Vala A profundidade e a largura das valas serão as especificadas em projeto, considerando que o recobrimento mínimo das tubulações seja de 1,20m em qualquer situação, além do atendimento às demais disposições da norma NBR Para o caso específico de instalação de ramais residenciais, em PEAD OD63 ou OD 32mm, instalados em calçadas, a largura da vala típica é de 0,30m e o recobrimento mínimo de 0,60m (sempre com proteção de placas de concreto), em qualquer situação Para os demais casos, a largura da vala deverá levar em conta a largura da concha a ser utilizada na escavação mecânica, conforme dimensões indicadas nas Tabelas 01 e 02. Caso a CONTRATADA opte por utilizar conchas de maior dimensão do que a especificada, a mesma arcará com todos os custos adicionais correspondentes tais como: material para reaterro, pavimentação, etc. TABELA 01 VALA SIMPLES Diâmetro da tubulação Largura da concha (mm) OD32, OD63, OD90, OD125, AC 2, AC4 420 OD160, AC6 500 AC8 / OD AC

6 TABELA 02 VALA DUPLA Diâmetro da tubulação Largura da concha (mm) OD160mm com AC4 850 OD160mm com AC6 900 OD160mm com OD 160mm 900 OD160mm com AC8 950 OD160mm com OD 200mm 950 OD160mm com AC Caso a escavação seja realizada de forma manual, considerar como largura de vala, o diâmetro da tubulação acrescido de 15cm para cada lado, ou ainda, a dimensão mínima necessária para permitir o acesso dos profissionais envolvidos no local dos serviços. NOTA no caso específico de tubulações instaladas em vias com asfalto, considerar que o corte do asfalto deverá ser 0,10m (0,05 para cada lado) maior do que a largura da concha especificada para o referido diâmetro. Tal fato se faz necessário em virtude da posterior instalação de laje de concreto armada. Novamente, observar que a utilização de uma concha acima do especificado gerará um adicional de asfalto, cuja responsabilidade é exclusiva da CONTRATADA. No caso de cruzamentos sob ferrovias ou rodovias federais (em concessão ou não), o recobrimento mínimo deverá ser de 1,50m. Situações de valas que venham a apresentar dimensões superiores ao inicialmente previsto em projeto, em virtude de possíveis interferências, dificuldades construtivas, tipo de terreno, desmoronamento ou outro qualquer fator externo, deverão ser consideradas na composição de preços da CONTRATADA, não cabendo quaisquer tipo de reivindicação posterior sobre o assunto. 3.2 Regularização do Fundo da Vala Quando a escavação em terreno de boa qualidade tiver atingido a cota indicada no projeto, serão feitas a regularização e a limpeza do fundo da vala. Caso ocorra a presença de água, a escavação deverá ser ampliada para conter o lastro. Essas operações só poderão ser executadas com a vala seca ou com a água do lençol freático totalmente deslocada para drenos laterais. 3.3 Greide Final de Escavação Quando o greide final de escavação estiver situado em terreno cuja pressão admissível não for suficiente para servir como fundação direta, a escavação deverá ser rebaixada o suficiente para comportar um colchão de bica corrida, brita nº 1 e pedra de mão compactado em camadas, com acabamento em brita nº 1 a ser determinada, de acordo com o terreno, pela COMPAGAS. Havendo necessidade ou por imposição do projeto, poderão ser usados lastro, laje e berço. Em ambos os casos, o greide final será o definido em projeto. 6

7 Se o fundo da vala apresentar-se em rocha ou material indeformável, será necessário aprofundar a vala e estabelecer o embasamento com material desagregado, de boa qualidade, normalmente terra, em camada de espessura não inferior a 0,10 m. 3.4 Material Proveniente da Escavação Quando o material escavado for, a critério da COMPAGAS, apropriado para utilização no aterro, será, em princípio, depositado ao lado ou perto da vala, aguardando o aproveitamento. Em qualquer caso, o material deverá ser depositado fora das bordas da vala, a distância equivalente à profundidade da vala, tomando-se o cuidado de não comprometer os locais de desfile e soldagem. Nos casos dos materiais aproveitáveis serem de natureza diversa, deverão ser distribuídos em pilhas separadas. 3.5 Excesso de Escavação Qualquer excesso de escavação, seja por desmoronamento de material, ruptura hidráulica de fundo de cava, deficiência de escoramento ou ficha inadequada, será de responsabilidade da CONTRATADA. 4 CARGA, TRANSPORTE E DESCARGA - GERAL A escolha do equipamento para carregamento, transporte e descarga dos materiais escavados, em bota-fora ou outra área, ficará a critério da CONTRATADA e deverá ter sido definida no Plano de Escavação. Durante a execução dos serviços poderá a COMPAGAS exigir a remoção e substituição de qualquer equipamento que não corresponda aos valores de produção indicados no Plano de Escavação, ou seja, considerado, por qualquer motivo, insatisfatório. Os materiais obtidos das escavações serão empregados, sempre mediante autorização da COMPAGAS, para os seguintes fins, conforme sua classificação: solo vegetal superficial - deverá ser removido para depósito previamente aprovado, para uso futuro no plantio de grama nas proteções de taludes em solo e na recuperação paisagística; demais tipos de solos - poderão ser utilizados como material para execução do aterro, quer submerso, quer compactado, desde que tenham características uniformes; poderão ser reaproveitados apenas os facilmente compactáveis; rocha oriunda da escavação a fogo - poderá ser empregada na execução da proteção com enrocamentos e gabiões, função exclusiva da quantidade do material e de seu custo. Caso não for reaproveitada, deverá ser lançada em bota-fora definido pela CONTRATADA, e sempre com autorização por escrito do proprietário. 7

8 Consideram-se impróprios para o reaterro de valas todos os materiais instáveis (solo micáceos, orgânicos ou expansivos). Sempre que possível, será programado o uso do material resultante das escavações, imediatamente após a sua remoção. Caso isto não seja possível, deverá a CONTRATADA preparar um local para estocá-lo. As pilhas de estoque deverão ser localizadas de maneira que necessitem um mínimo de transporte para os lugares onde os materiais serão aproveitados, sem interferir, porém, no andamento da obra. O equipamento de transporte, os caminhos e distâncias devem ser estudados pela CONTRATADA e aprovados pela COMPAGAS. A acumulação nos estoques será feita por métodos que evitem a segregação de materiais ou sua contaminação. Somente quando aprovados pela COMPAGAS, materiais escavados em áreas diferentes, que tenham características idênticas, poderão ser estocados na mesma pilha. Na conclusão dos trabalhos, se ainda sobrar material nos estoques, a critério da COMPAGAS, estes depósitos serão tratados como bota-fora, ou então serão as sobras levadas pela CONTRATADA para os bota-foras já existentes. Os materiais resultantes das escavações, inadequados para uso nas obras, a critério da COMPAGAS, serão depositados e espalhados em bota-fora. A CONTRATADA deverá apresentar, com a devida antecedência, para aprovação da COMPAGAS, um plano delimitando as áreas, definindo os caminhos e distâncias de transporte, fixando taludes e volumes a serem depositados. Essas áreas deverão ser escolhidas de maneira a não interferir na construção e operação da obra, nem prejudicar sua aparência estética, adaptando-se a forma e a altura dos depósitos, tanto quanto possível ao terreno adjacente. A CONTRATADA tomará todas as precauções necessárias para que o material em bota-fora não venha causar danos às áreas e/ou obras circunvizinhas, por deslizamentos, erosão etc. Para tanto, deverá a CONTRATADA manter as áreas convenientemente drenadas. Na conclusão dos trabalhos, as superfícies deverão apresentar bom aspecto, estar limpas, convenientemente drenadas e em boa ordem. Por instrução da COMPAGAS, os materiais em bota-fora poderão ser usados a qualquer momento. A CONTRATADA poderá, com prévia autorização da COMPAGAS, utilizar o material das escavações depositado em bota-fora, para outros serviços em geral. 8

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