AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL

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1 AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO CIVIL MANUAL DE GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA OPERACIONAL AV. ANTONIO PINCINATTO, AEROPORTO DE JUNDIAI JUNDIAI SP FONE: (011)

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3 TERMO DE APROVAÇÃO Aprovo o presente manual, e determino a aplicação prescrita em seu conteúdo no âmbito da AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO de acordo com as normas internas da empresa e regulamentação vigente, visando a melhor condução da doutrina na operação da Empresa. São Paulo, 08 de Outubro de José Eduardo de Faria Diretor Geral Original 08/10/2009 Página 1

4 INTENCIONALMENTE EM BRANCO Original 08/10/2009 Página 2

5 ÍNDICE CONTROLE DE REVISÕES... 5 CONTROLE DE PÁGINAS EFETIVAS IDENTIFICAÇÃO DA AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO: DESCRIÇÃO DO SISTEMA DA AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO: RESPONSABILIDADES POLÍTICA E OBJETIVOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DA AIR TRAINING PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS (PRE) BASE JUNDIAÍ COMPOSIÇÃO DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA ATRIBUIÇÕES DO LÍDER DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS ATRIBUIÇÕES DO INTEGRANTE DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS RELAÇÃO DE TELEFONES ÚTEIS: PROCESSO DE ATIVAÇÃO DO PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PROCEDIMENTOS A SEREM ADOTADOS EM CASO DE INCIDENTE/ACIDENTE AÉREO TREINAMENTOS SIMULADOS RELATÓRIO INICIAL DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA DOCUMENTAÇÃO DO SGSO DA AIR TRAINING E DIVULGAÇÃO DO MGSO RELATORIOS PERIÓDICOS GERENCIAMENTO DO RISCO À SEGURANÇA OPERACIONAL PELA AIR TRAINING IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS VISTORIA DE SEGURANÇA OPERACIONAL PROGRAMAS ESPECÍFICOS RELACIONADOS COM O GERENCIAMENTO DO RISCO TREINAMENTO EM CRM INCURSÃO DE PISTA TRANSPORTE DE CARGA PERIGOSA EM AERONAVE ATITUDES ANORMAIS PREVENÇÃO DE F.O.D CONTROLE DO PERIGO AVIÁRIO E FAUNA PREVENÇÃO DE COLISÕES COM BALÕES DE AR NÃO TRIPULADOS GARANTIA DA SEGURANÇA OPERACIONAL PELA AIR TRAINING PROMOÇÃO DA SEGURANÇA OPERACIONAL PELA AIR TRAINING PLANEJAMENTO DE IMPLANTAÇÃO PI-SGSO COMPROMISSO DA ALTA DIREÇÃO Original 08/10/2009 Página 3

6 11.2 OBJETIVO DESCRIÇÃO DAS FASES DE IMPLANTAÇÃO DO SGSO ANEXO 1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA AIR TRAINING ANEXO 2 RELPREV ANEXO 2a RELPREV - VERSO ANEXO 3 MODELO DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE EVENTO DE SEGURANÇA OPERACIONAL (ESO) ANEXO 4 CRONOGRAMA DO PI-SGSO DA AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO ANEXO 5 COMPROVANTE DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO DO GESTOR DE SEGURANÇA OPERACIONAL DA AIR TRAINING ANEXO 6 MODELO DE LATÃO E CESTA DE LIXO CONTRA F.O.D ANEXO 7 FORMULÁRIO CENIPA 15 COLISÃO COM PÁSSARO ANEXO 8 EVENTOS PROMOCIONAIS DO SGSO ANEXO 9 EVENTOS DE CONSCIENTIZAÇÃO ANEXO 10 LISTA DE OCUPANTES ANEXO 11 FLUXOGRAMA DE ACIONAMENTO DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS AERONÁUTICAS ANEXO 12 RELATÓRIO INICIAL DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA (RIRE) ANEXO 13 FLUXO DO PROCESSO DE ATENDIMENTO À EMERGÊNCIA ANEXO 14 CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE SGSO DO GESTOR Original 08/10/2009 Página 4

7 CONTROLE DE REVISÕES Revisão Data da Inserida Revisão Nº Data Inserção por Nº Data Original 08/10/2009 Revisão 01 05/03/2009 Data da Inserção Inserida por Original 08/10/2009 Página 5

8 CONTROLE DE PÁGINAS EFETIVAS Página Revisão Página Revisão Página Revisão Página Revisão 1 Original 46 Original 2 Original 47 Original 3 Original 48 Original 4 Original 49 Original 5 Revisão Revisão 01 6 Revisão Original 7 Original 52 Original 8 Original 53 Original 9 Original 54 Original 10 Original 55 Original 11 Original 56 Original 12 Original 57 Original 13 Original 58 Original 14 Revisão Original 15 Original 60 Original 16 Original 61 Original 17 Original 62 Original 18 Original 63 Original 19 Original 64 Original 20 Original 65 Original 21 Original 66 Original 22 Original 67 Original 23 Original 68 Original 24 Original 69 Original 25 Original 70 Revisão Original 71 Original 27 Original 72 Original 28 Original 73 Revisão Original 74 Original 30 Original 75 Original 31 Revisão Original 32 Original 73 Revisão Original 34 Original 35 Original 36 Original 37 Original 38 Original 39 Original 40 Original 41 Original 42 Original 43 Original 44 Original 45 Original Original 08/10/2009 Página 6

9 1 IDENTIFICAÇÃO DA AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO: Nome: Código OACI: Localização: Operador: Executivo Responsável: Air Training Escola de Aviação SBJD Aeroporto de Jundiaí Av. Antonio Pincinatto, Jundiaí, SP Brasil CEP: Airtraining Escola de Aviação Civil José Eduardo de Faria (Diretor Geral) Contatos Tel: Gestor de Seg. Op.: Paolo Rossi Contatos: Tel: *NOTA: O Sr. Paolo Rossi, Gestor de Segurança Operacional da Air Training, concluiu com resultados satisfatórios o curso de Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional SGSO realizado em Curitiba/PR no período de 07/12/2009 a 11/12/2009. A Air Training se compromete em enviar o certificado de conclusão do curso de SGSO à GGAP assim que este for emitido. 2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA DA AIR TRAINING ESCOLA DE AVIAÇÃO: Tipo de Operação: Restrições Operacionais: Número de Operações (Pouso e decolagens) previstas: Instrução de Piloto Privado Avião Restrito para instrução IFR 50 missões (50 decolagens e 50 pousos) /mês Média de número de operações nos últimos 5 anos*: Aeronaves: Instalações: 0 Cirrus SR-22 Avidyne (PR-ELE) Cirrus SR-22 Perspective (*Esta aeronave encontra-se em processo de procura para compra, a chegada desta está condicionada ao processo de certificação da escola.) Aeroporto de Jundiaí Av. Antonio Pincinatto, Jundiaí, SP Brasil CEP: * Não há histórico referente às operações da empresa, uma vez que a Air Training está em processo inicial de homologação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Original 08/10/2009 Página 7

10 3 RESPONSABILIDADES O Diretor Geral da Air Training Escola de Aviação Civil tem total responsabilidade e imputabilidade por suas próprias ações, bem como pelo desempenho de todo o grupo de colaboradores da organização. O Diretor Geral, também considerado como Executivo Responsável neste presente manual, é responsável e imputável, também, por assegurar que os colaboradores tenham acesso aos recursos, treinamentos e conhecimentos necessários para o desempenho adequado de suas atividades. A imputabilidade é uma via de mão-dupla. Cada colaborador é responsável por seus atos, e responderá à Alta Direção e ao Gestor de Segurança Operacional por suas ações referentes ao desempenho da Segurança Operacional em suas funções. Para efeitos legais e correto funcionamento do SGSO da empresa, responde pela segurança operacional da entidade seu Diretor Geral. O Diretor Geral / Executivo Responsável é considerado a autoridade responsável pelo SGSO da empresa tendo como seu pressuposto o Gestor de Segurança Operacional. O Diretor Geral tem autoridade para tomar as decisões relativas à tolerabilidade dos riscos à segurança Operacional. No caso de sua ausência, o gestor de Segurança Operacional terá autoridade para tomar as decisões que forem necessárias. A responsabilidade de manter este manual atualizado em relação às atividades da Air Training Escola de Aviação é do Sr. Paolo Rossi, Gestor de Segurança Operacional da Air Training Escola de Aviação Civil. O Diretor Geral é imputável pelo Gerenciamento da Segurança Operacional e é responsável por: Aprovar o Manual de Gerenciamento da Segurança Operacional; Aprovar a Política de Segurança Operacional para o âmbito da escola; Aprovar e apoiar o planejamento de implantação do SGSO e suas revisões detendo autoridade final para o cumprimento dos itens descritos; Alocar os recursos humanos e financeiros necessários para a correta e segura condução das operações da entidade; Garantir que serão cumpridos todos os regulamentos aplicáveis e a legislação vigente, bem como os requisitos que se propuser a cumprir de acordo com as normas adotadas consoantes a este manual; Aprovar os indicadores de metas de Segurança Operacional; Garantir o comprometimento dos colaboradores em todos os níveis da empresa com os preceitos de Segurança Operacional. O Gestor de Segurança Operacional é imputável e responsável por: Zelar pela Segurança Operacional no âmbito da Air Training Escola de Aviação Civil; Original 08/10/2009 Página 8

11 Acompanhar e reportar diretamente ao Diretor Geral sobre o desempenho do SGSO; Divulgar o MGSO em âmbito interno e externo (organizações envolvidas nas ações integradas de gerenciamento da Segurança Operacional na mesma localidade); Planejar, organizar, controlar, avaliar e aprimorar a eficácia do Treinamento de Segurança Operacional; Monitorar a implantação das ações de eliminação/mitigação adotadas no processo de Gerenciamento do Risco Operacional; Fornecer ao Diretor Geral, de forma independente, subsídios e fatos concretos para tomadas de decisão relativas à Segurança Operacional; Elaborar e manter atualizado este MGSO; Reportar diretamente ao Diretor Geral qualquer necessidade de aplicação de recursos para a implantação das medidas mitigadoras Fornecer assistência às demais áreas da organização no tocante à Segurança Operacional; Assegurar a promoção da Segurança Operacional em toda a organização; Coordenar a implantação, desenvolvimento e manutenção do SGSO; Manter a documentação da Segurança Operacional conforme estabelecido neste documento; Desempenhar o papel de interlocutor entre a empresa e a ANAC em assuntos de Segurança Operacional; Realizar auditorias com periodicidade adequada quanto ao cumprimento dos requisitos estabelecidos de Segurança Operacional nas atividades da organização; Liderar e coordenar o processo contínuo de identificação de perigos, análise e gerenciamento de risco; Acompanhar e reportar ao Diretor Geral as ações estabelecidas no planejamento formal de implantação do SGSO; Assegurar o estabelecimento, a implantação e a manutenção dos processos necessários ao adequado funcionamento do SGSO; Prover os relatórios obrigatórios previstos nos regulamentos da ANAC a respeito do desempenho da Segurança Operacional. Original 08/10/2009 Página 9

12 4 POLÍTICA E OBJETIVOS DE SEGURANÇA OPERACIONAL DA AIR TRAINING Eu, José Eduardo de Faria, como Diretor Geral e responsável por garantir a segurança operacional da Air Training, declaro meu compromisso perante a ANAC em realizar todas as atividades necessárias para a garantia da Segurança Operacional, incluindo: Garantir o cumprimento dos processos e procedimentos previstos neste MGSO, focando na melhoria contínua da segurança operacional das atividades realizadas pela escola, implantando o SGSO conforme planejamento formal enviado à ANAC e mantendo-o atualizado frente às mudanças no ambiente de nossas operações e da legislação aplicável; Prover todos os recursos financeiros e humanos necessários à adequada implantação, operação e manutenção do SGSO aqui estabelecido; Comunicar à ANAC todo e qualquer Evento de Segurança Operacional (ESO) que possa vir a ocorrer durante nossas atividades, cumprindo com a legislação vigente e visando à identificação dos perigos; Encorajar os colaboradores a relatar questões que afetem ou possam afetar a segurança operacional; Assegurar o cunho da não-punitividade aos autores dos relatos apresentados nos relatórios de prevenção (RELPREV) e demais Relatos da Aviação Civil (RAC), utilizando-os como ferramenta de identificação de perigos preconizando uma cultura justa na Air Training; Buscar a melhora contínua do nível de segurança operacional; Estabelecer e divulgar, a todos os colaboradores internos e externos, padrões organizacionais e comportamentais aceitáveis pela ANAC e condizentes com a realização das atividades da organização preservando a Segurança Operacional; Estabelecer um sistema de gerenciamento dos riscos associados à Segurança Operacional das atividades desenvolvidas, de forma padronizada e contínua, por meio de abordagens reativas, pró-ativas e preditivas de identificação de perigos; Estabelecer indicadores de desempenho da segurança operacional, metas de desempenho da segurança operacional e requisitos compatíveis com a complexidade de nossa operação; Identificar claramente as linhas de imputabilidade e responsabilidades da gerência e demais colaboradores com respeito ao desempenho da Segurança Operacional; Para o âmbito da Air Training, declaro ainda, conhecer as normas brasileiras aplicáveis ao gerenciamento de segurança operacional que se dispõe a contribuir com o Estado brasileiro na promoção da cultura de segurança operacional na aviação civil. A política de Segurança Operacional nesta organização é baseada na imparcialidade nas tomadas de decisão, priorizando sempre a Segurança Operacional, inclusive frente aos objetivos financeiros quando conflitantes, e na busca constante por condições, latentes ou não, que possam prejudicar a Segurança Operacional, objetivando a redução do risco operacional ao nível mais baixo que possa ser alcançado e a melhoria contínua do desempenho da organização no que tange à Segurança Original 08/10/2009 Página 10

13 Operacional. MANUAL DE GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA OPERACIONAL Para tanto, a empresa alocará os recursos humanos e financeiros que se façam necessários, estimulando a participação de todos os colaboradores para a disseminação de uma cultura corporativa justa e baseada na priorização da Segurança Operacional, valorizando os relatos voluntários como ferramenta confidencial e não-punitiva de identificação de situações de perigo, e repudiando e coibindo práticas que violem as normas internas de Segurança Operacional e/ou a legislação aplicável. O Gestor de Segurança Operacional é o responsável pelo levantamento de todos os recursos financeiros e humanos necessários para a implantação do MGSO na empresa, revisando a cada 6 meses tais necessidades e encaminhando-as ao Diretor Geral para provimento dos recursos correspondentes visando o adequado cumprimento do MGSO. O Gerenciamento da Segurança Operacional nesta organização seguirá as seguintes Diretrizes: Assumir a responsabilidade pela segurança operacional de serviços ou produtos, contratados ou adquiridos, de outras organizações, Estabelecer e cumprir requisitos para supervisão dos serviços prestados por terceiros visando a garantia da Segurança Operacional das operações; Integrar a Segurança Operacional de forma sistemática a todas as atividades desenvolvidas nesta organização; Alocar de forma equilibrada os recursos (humanos e financeiros) entre as ações para consecução dos objetivos de Produção e de Proteção (Gestão da Segurança Operacional); Estabelecer mecanismos para acompanhamento sistemático da implantação do SGSO; Promover o uso do RELPREV e Relato de Aviação Civil (RAC) como ferramenta de identificação de perigos e garantir a confidencialidade e o caráter de não-punitividade aos autores; Promoção de um efetivo fluxo de comunicação relacionado à Segurança Operacional, incluindo a coleta de dados e informações, a divulgação de recomendações de Segurança Operacional e do conteúdo deste Manual para todos os colaboradores da organização. Esta organização compreende que o conceito de Evento de Segurança Operacional não se limita às ocorrências (acidentes, incidentes e ocorrências de solo), mas abrange qualquer evento que tenha potencial de causar dano ou lesão ou ameace a viabilidade da operação (ex. avistamento de aves, relatos de pista em condições inadequadas, conflito de tráfego aéreo, etc.). A motivação da Air Training em informar estes eventos à ANAC reflete seu compromisso de cumprir os requisitos regulamentares e contribuir de forma reativa e proativa para a melhoria contínua da Segurança Operacional do Estado Brasileiro. A organização reforça seu compromisso de envidar todos os esforços para a garantia da Segurança Operacional de nossas atividades, priorizando a alocação dos recursos disponíveis para essa Original 08/10/2009 Página 11

14 finalidade e garantir que todos os nossos colaboradores cumpram o disposto neste Manual, bem como na legislação aplicável. Este manual será mantido atualizado, com revisões emitidas sempre que necessário para refletir mudanças no ambiente de nossas operações e na legislação e disseminadas a todos os colaboradores e usuários de nossos serviços a cada revisão emitida, uma vez aprovadas pela ANAC. A política e os objetivos de Segurança Operacional serão revisados, ao menos, uma vez por ano. A organização fornecerá à Agencia Nacional de Aviação Civil dados e informações relacionados ao desempenho de nossas atividades, colaborando para o incremento do nível de Segurança Operacional brasileiro. Jundiaí, 08 de Outubro de 2009 José Eduardo de Faria Diretor Geral Original 08/10/2009 Página 12

15 5 PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS (PRE) O plano de resposta a emergências é uma ferramenta de grande importância no gerenciamento da segurança nas operações da escola e tem por finalidade estabelecer os rumos que serão seguidos pela Air Training na ocasião de uma emergência, garantindo a transposição mais tranqüila possível das situações descritas neste plano, delegando tarefas entre os colaboradores e envolvidos no plano com o objetivo de amenizar os impactos inevitáveis relacionados a uma emergência. É objetivo contínuo da escola manter um nível elevado de sinergia entre os colaboradores e a alta gerência de maneira a que ambos os pilares da escola ajam de forma sincronizada nas emergências que porventura venham a ocorrer. Em casos de emergências que envolvam outras entidades e a Air Training, a direção da escola manterá sempre a postura de favorecimento ao apoio e coordenação com a entidade envolvida, trabalhando sempre de acordo com o preconizado neste P.R.E e os P.R.Es ou PAF da(s) outra(s) entidade(s). É sabido que um acidente/ incidente ou uma situação de emergência acarreta uma série de acontecimentos e danos a todos os envolvidos, direta ou indiretamente. Além disso, uma emergência pode ser destacada como um evento com grande potencial de danos também à operação de uma empresa ou aeroporto. Com isto em mente, a Air Training formatou este Plano de Resposta a Emergência, seguindo as orientações e requisitos da legislação vigente. O descrito neste plano deverá ser seguido e conhecido por todos os colaboradores da Air Training, e suas instruções devem ser usadas para agir rápida e corretamente quando da ocorrência de uma situação anormal que envolva Acidente/Incidente ou Emergência com aeronave da escola, bem como quando da ocorrência de atraso excessivo na chegada de uma aeronave da escola à base ou ao destino previsto. Estas instruções deverão estar afixadas em um local de fácil acesso próximo a um telefone, transmissor de rádio, ou outro meio de comunicação que vá ser usado no caso de se reportar uma emergência. Os números dos telefones apresentados neste PRE devem estar preenchidos antes de serem afixados e ser atualizados de maneira constante, registrando-se sempre a data da última atualização realizada. Original 08/10/2009 Página 13

16 5.1. BASE JUNDIAÍ A Air Training tem como base de suas operações o aeroporto de Jundiaí (Aeroporto Estadual Cmte. Rolim Adolfo Amaro) código SBJD, situado à Av. Antonio Pincinatto, Jundiaí/SP Brasil CEP: Tel: (11) COMPOSIÇÃO DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA A equipe de resposta de emergência deverá estar preparada para agir na ocorrência de qualquer situação anormal envolvendo aeronaves da escola. EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIA Nome Função* Base Telefone 1 Telefone 2 José Eduardo de Faria (Diretor Geral) Líder Jundiaí (11) (11) Paolo Rossi (GSO) Integrante Jundiaí (11) (11) * Função atribuída na Equipe de Resposta a Emergência 5.3. ATRIBUIÇÕES DO LÍDER DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS. O líder desempenha na Equipe de Resposta a Emergências, o papel gerencial, ou seja, é de responsabilidade dele a alocação dos recursos necessários na ocorrência de um acidente ou incidente. O papel de líder da equipe é de atribuição do Diretor Geral da empresa. Caso o Diretor Geral não esteja disponível por qualquer motivo, o GSO automaticamente assumirá o papel de líder, sendo responsável direto por suas atribuições: Entrar em contato com a autoridade de investigação do local onde o acidente/incidente ou desaparecimento tenha ocorrido; Entrar em contato com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento; Entrar em contato com os órgãos governamentais a respeito da ocorrência; Entrar em contato com o órgão de controle de tráfego aéreo; Entrar em contato com serviços locais de atendimento a emergências; Prover auxílio financeiro e humano por meio da Air Training sempre que necessário para o correto andamento dos processos de busca, identificação, transporte de vitimas entre outras necessidades diretamente ligadas ao fato ocorrido; Se apresentar no local do acidente até 24 horas após o ocorrido ou quando solicitado por alguma autoridade; Receber da escola todo material e ferramentas necessários desde que solicitado via pedido (relatório) formal; Solicitar à Polícia a devida segurança dos destroços da aeronave em casos de acidente/ incidente como a preservação das evidências se ocorrido em local público, ou para propriedades particulares acertar com o dono da propriedade os requisitos e garantias para seguro dos destroços (como descrito na lei Código Brasileiro de Aeronáutica); Original 08/10/2009 Página 14

17 Garantir o encaminhamento de todos os enfermos para o hospital mais próximo da queda, ou o mais adequado; Prover por meio da Airtraining o auxílio médico e psicológico que for necessário ou previsto por lei aos parentes das vitimas; Assegurar por meio da Airtraining o serviço fúnebre, e transporte dos restos mortais dos acidentados fatais se necessário; Entregar os bens pessoais das vitimas somente após a liberação da autoridade; Ajudar financeiramente às vitimas e seus familiares conforme previsto pela legislação em vigor; Auxiliar na alimentação e elaboração do RIRE; Desempenhar o papel de Porta-voz da empresa perante a imprensa, ante isso, apenas o mínimo previsto por lei será divulgado, como: - Quantidade de ocupantes; - Modelo de aeronave; e - Local do acidente; Não declarar nenhuma informação que tenha sido passada pela autoridade aeronáutica. O líder apenas se pronunciará a imprensa após se certificar que os familiares da vítima já foram avisados por meio de pessoa capacitada. Entrar em contato com o assessor jurídico, contábil e do seguro da AIR TRAINING. Fica a cargo do Líder da equipe a representação legal perante toda a investigação formal ATRIBUIÇÕES DO INTEGRANTE DA EQUIPE DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS. O integrante da Equipe de Resposta a Emergência desempenha o papel logístico e técnico da equipe, ou seja, é de responsabilidade dele o gerenciamento dos recursos necessários na ocorrência de um acidente ou incidente, para alimentar de informações necessárias o líder da equipe, sendo suas atribuições: Tentar contato com a aeronave envolvida; Acionar a Equipe de Resposta de Emergência; Garantir a chegada de auxílio necessário aos envolvidos com a ocorrência; Acionar os demais colaboradores da escola quando aplicável; Contatar diretamente o Diretor Geral da escola; Reportar diretamente ao Líder da equipe qualquer medida com maior grau de complexidade; Reportar-se diretamente e seguir as orientações do Líder da equipe; Solicitar auxílio psicológico aos envolvidos e no caso de necessidade de aviso aos familiares, certificar-se que o psicólogo o fará; Comparecer ao local do acidente quando necessário para acompanhar o resgate dos destroços; Estar disponível às autoridades aeronáuticas quanto ao processo de investigação do ocorrido; Fazer todas as notificações necessárias no âmbito aeronáutico, tais como ANAC, SAR, entre outros; Arquitetar juntamente com o líder da equipe, como funcionará o CGC (Centro de Gerenciamento de Crise); Elaborar o RIRE da ocorrência e enviar para a GGAP. Fica proibida a retirada dos destroços, a menos que seja para salvar vidas. A Air Trainig fica Original 08/10/2009 Página 15

18 responsável pela retirada dos destroços, após a autorização do SIPAER. Conforme indicado na tabela e itens acima, o Gestor de Segurança Operacional da Air Training desempenhará a função de integrante do plano sendo diretamente subordinado ao líder. Entretanto, ele possui as mesmas atribuições que o líder nas seguintes condições: - Quando solicitado pelo Líder; - Na ausência do Líder conforme descrito acima RELAÇÃO DE TELEFONES ÚTEIS: GSO da Air Training PAOLO ROSSI (11) Órgãos Públicos e Aeronáuticos SERIPA IV (11) POLÍCIA: 190 CORPO DE BOMBEIROS 193 SAMU 192 CONTROLE SP: (11) SALA AIS SBSP: (11) e (11) SALA AIS SBGR: (11) SALA AIS SBKP: (19) Autoridades Aeronáuticas CENIPA (61) ANAC UR SP (11) DAESP (11) SALVAERO: (81) Hospitais HOSPITAL DOS INIGRANTES DR. GYORGY M LASZLO (Jundiaí): (11) CENTRO MÉDICO HOSPITALAR PITANGUEIRAS LTDA (Jundiaí): (11) HOSPITAL E MATERNIDADE ALBERT SABIN (Campinas): (19) HOSPITAL DO CORAÇÃO HCOR (São Paulo): (11) HOSPITAL SIRIO LIBANES (São Paulo): (11) HOSPITAL STA ELISA (Jundiaí): (11) HOSPITAL SÃO LUIZ (São Paulo): (11) Outros PSICÓLOGO- EHTOS CLÍNICA PSICOLÓGICA (11) ALL RENT A CAR (11) AVIS RENT A CAR (11) REPRESENTANTES RELIGIOSOS (11) AGENCIA FUNERÁRIA (11) Empresas de Transporte ATLAS TRANSPORTES (11) GRANERO TRANSPORTES (11) Original 08/10/2009 Página 16

19 5.6. PROCESSO DE ATIVAÇÃO DO PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS A operação da Air Taining é norteada pela segurança operacional e padronização adequada seguindo os preceitos básicos da segurança de vôo aplicados à aviação e recomendadas pelo fabricante da aeronave. Entretanto, a ocorrência de um acidente ou incidente não depende unicamente da operação padronizada de um operador, sendo suscetível a falhas e desvios motivados pelo entorno além de outros operadores que se desviam das regras básicas operacionais. As informações devem ser passadas para os investigadores oficiais e outras autoridades, quando requisitado. Nos casos em que haja suspeita de acidente ou incidente envolvendo aeronave da empresa, os seguintes passos devem ser tomados respeitando o fluxo correto de resposta à emergência. 1. A coordenação de ensino da escola ou o GSO monitora as operações das aeronaves da escola. Caso a aeronave não retorne à base, ou não chegue ao local previsto (ou alternativa) dentro de um prazo de 01 (uma) hora, o próximo passo deve ser tomado; 2. O GSO ou coordenador de ensino deve tentar entrar em contato com a aeronave pelos meios disponíveis, tais como Celular, Radio freqüência, etc.. Caso o contato não tenha sucesso, o GSO ou o Diretor Geral irá contatar o órgão ATC do local onde a aeronave se encontra ou local onde se estima que a aeronave se encontre. Após contatar o órgão ATC, se a escola obtiver noticia da aeronave ou de sua situação, desde que esta seja favorável, o alerta deve ser desativado. 3. Caso a escola e o órgão ATC não tenham obtido sucesso no contato com a aeronave, neste momento a escola por meio de seu GSO e Diretor Geral entrará em estado de ALERTA, acionando assim e efetivamente compondo a Equipe de Resposta a Emergência e iniciando o processo de gerenciamento de crise com o preenchimento do RIRE como segue anexo a este manual. A liderança da Equipe de Resposta a Emergência poderá acionar outros colaboradores da escola para compor a equipe de resposta a emergência. Durante o período inicial seguido a uma emergência, a Air Training disponibilizará pessoal capacitado 24 horas por dia e 7 dias por semana. Será montado em uma sala pertencente à escola e que possua telefone/fax o Centro de Gerenciamento de Crise, que será a base central para adoção das medidas necessárias perante a situação. A Equipe de Resposta a Emergência irá seguir o fluxograma como descrito anexo a este manual. A partir deste momento, um representante da escola devidamente treinado ou um psicólogo designado pelo Diretor Geral da escola entrará em contato com os familiares dos envolvidos na ocorrência avisando da situação. O psicólogo será responsável pelo atendimento e recepção dos familiares, caso compareçam ao Centro de Gerenciamento de Crise. Original 08/10/2009 Página 17

20 Em casos onde a escola receba grande número de requisições de posicionamento ou retratação quanto à(s) ocorrências ou emergências envolvendo aeronave da frota, tais requisições serão divididas da seguinte forma: 1- Requisição Familiar ou Autoridade Aeronáutica; 2- Requisição de terceiros. Requisição Familiar ou Autoridade Aeronáutica Caso aeronave pertencente à frota da escola se envolva em algum acidente ou incidente, os familiares diretos ou amigos* receberão diretamente de membro da equipe de resposta a emergência ou psicólogo devidamente autorizado pela escola as informações necessárias de acordo com o volume de informações recebidas pelos membros da equipe. Estas informações devem gerar uma lista preenchida por um membro da equipe e entregue às Autoridades Aeronáuticas ligadas diretamente com segurança operacional quando solicitado. Esta lista, apresentada anexa a este manual, deverá ser entregue apenas após o contato com os parentes e familiares dos envolvidos com a emergência. * Nota: Caso a pessoa envolvida comprovadamente não possua parentes diretos, a escola informará e se reportará a esta pessoa ligada a vitima para prestar informações; Requisição de Terceiros Aos terceiros que solicitarem retratação sobre acidente ou incidente a qualquer membro da escola pertencente à Equipe de Resposta a Emergência, estes ficarão por última posição no grau de importância de retratação. Desde que praticável e autorizado pelo Diretor Geral da escola, a lista com informações dos ocupantes, aeronave envolvida e local, apenas será divulgada após os familiares terem sido informados e a lista atualizada ter sido entregue à Autoridade Aeronáutica. Todas as informações relativas à aeronave pertencente à frota ou ocupantes envolvidos em emergências, devem sofrer um processo de repasse em seu conteúdo, sendo de total arbítrio da escola a liberação de qualquer destas à mídia ou terceiros. Todas estas informações são legalmente seguras e protegidas ao acesso de terceiros, até a liberação total ou parcial com concessão direta e total da alta gerência da escola, dos envolvidos (quando aplicável), e parentes e familiares. Original 08/10/2009 Página 18

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