UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEATRO MESTRADO EM TEATRO

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TEATRO MESTRADO EM TEATRO LOREN FISCHER SCHWALB O TEATRO NAS RUAS DE LAGES: Reconstrução do imaginário cênico em espaços públicos - As experiências do Grupo Gralha Azul (1970) e do Grupo de Teatro Menestrel Faze-dô (1990) - FLORIANÓPOLIS 2009

2 LOREN FISCHER SCHWALB O TEATRO NAS RUAS DE LAGES: Reconstrução do imaginário cênico em espaços públicos - As experiências do Grupo Gralha Azul (1970) e do Grupo de Teatro Menestrel Faze-dô (1990) - Dissertação apresentada ao Programa de Pós Graduação em Teatro (Mestrado) do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre. Orientadora: Profa. Vera Regina Martins Collaço, Dra. FLORIANÓPOLIS 2009

3 LOREN FISCHER SCHWALB O TEATRO NAS RUAS DE LAGES: Reconstrução do imaginário cênico em espaços públicos - As experiências do Grupo Gralha Azul (1970) e do Grupo de Teatro Menestrel Faze-dô (1990) Esta dissertação/tese foi julgada aprovada para a obtenção do Título de Mestre em Teatro, na linha de pesquisa: Teatro, Sociedade e Criação Cênica, em sua forma final pelo Curso Mestrado em Teatro, da Universidade do Estado de Santa Catarina, em 17 de agosto de Banca Examinadora: Orientadora: Profª Vera Regina Martins Collaço, Drª Membro: Prof Narciso Telles (parecerista externo), Dr Membro: Prof. André Antunes Netto Carreira, Dr Suplente: Prof. Valmor (Nini) Beltrame, Dr.

4 AGRADECIMENTOS Ao Programa de Pós Graduação em Teatro PPGT, pela bolsa concedida através do PROMOP, sem a qual a realização desta pesquisa teria sido muito difícil. Aos professores do Programa em especial ao Prof. Dr. Nini Beltrame, que na disciplina de Metodologia da Pesquisa me ensinou como organizar as informações e deste modo escrever uma dissertação. Também por ter me cedido uma caixa com inúmeros documentos a respeito da história do grupo Gralha Azul, de onde descobri grande parte da história, muito obrigada. Ao Professor Dr. José Ronaldo Faleiro, pelo apoio e incentivo de sempre; A professora Dra. Vera Collaço, pela orientação, pela parceria, pela paciência, pela generosidade e pelo incentivo de sempre. Orientação imprescindível para que este trabalho se realizasse, sem a presença desta orientadora brilhante, creio que nada teria acontecido; Ao Grupo Menestrel Faze dô, que sempre me recebeu de braços abertos, nas pessoas de Guiguí Fernandes e Márcio Machado, pela paciência de selecionar material para me repassar, responder às entrevistas, e pelas inúmeras conversas de sempre, sobre teatro e sobre a vida; À Sérgio Gregório e Gilmar Costa, por terem concedido as entrevistas que foram muito úteis na construção do trabalho; A Lôtta Lotar Cruz, por ter gentilmente cedido materiais e uma pasta de recordação com documentos do Grupo Gralha Azul; Aos meus companheiros do Grupo de Pesquisa, Leon de Paula, Ivo Godois, Laura e Vivian Coronato, com os quais compartilhei aflições e conquistas, também muitos encontros de estudo, leituras e discussões, todos estes momentos foram muito importantes para a realização desta pesquisa. Ao André Francisco, por dividir comigo minha vida e compreender momentos difíceis no processo da pesquisa, sempre auxiliando e incentivando meu trabalho; Ao meu filho, Francisco que por muitas vezes esteve privado de minha companhia por conta da dissertação;

5 A Teca, Nelson, Deise, Fábio e Tales por cuidarem do Francisco quando eu precisei e pelo apoio de sempre; Aos meus pais, pelo apoio incondicional e meus irmãos, por acreditarem no meu trabalho e compreenderem minhas ausências.

6 SCHWALB, Loren Fischer. O teatro nas ruas de Lages: Reconstrução do imaginário cênico em espaços públicos - As experiências do Grupo Gralha Azul (1970) e do Grupo de Teatro Menestrel Faze-dô (1990) Dissertação (Programa de Pós Graduação em Teatro Mestrado). Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC, Resumo Esta pesquisa busca refletir sobre a modalidade do teatro de rua, através de três pontos chave: o ator, a cidade e o público. Este estudo propõe desenvolver um resgate da prática do teatro de rua em Santa Catarina através da investigação da trajetória de dois coletivos: O grupo Gralha Azul e o grupo Menestrel Faze - dô, ambos da cidade de Lages/SC. A estrutura deste trabalho está dividida em três capítulos que apresentam a história de cada um destes grupos e as diferentes maneiras de execução do teatro de rua. No capítulo primeiro a cidade de Lages é descrita, desde sua fundação até a década de 1970, data em que surge o Grupo Gralha Azul. Neste capítulo apresenta-se a história do teatro nesta cidade e o surgimento deste coletivo. No segundo capítulo é contemplada a história do grupo Menestrel Faze dô, que surge na cidade de Lages na década de Por fim, o capítulo terceiro aborda a relação entre estes dois coletivos, tanto nos pontos em que se assemelham quanto nos que se diferenciam através da análise de suas práticas. São também abordados neste último capítulo os conceitos de teatralidade e imaginário, atrelados à experiência do teatro de rua, além da análise de alguns depoimentos do público e a descrição das poéticas de cada um destes coletivos. Palavras chave: Teatro em Santa Catarina. História do teatro. Ator. Público. Cidade.

7 SCHWALB, Loren Fischer. O teatro nas ruas de Lages: Reconstrução do imaginário cênico em espaços públicos - As experiências do Grupo Gralha Azul (1970) e do Grupo de Teatro Menestrel Faze-dô (1990) Dissertação (Programa de Pós Graduação em Teatro Mestrado). Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC, Abstract The purpose of the present work is to consider the modality of street theatre through the analysis of its three key elements: the actor, the city and the audience. This paper proposes a recovering of the street theatre practice in Santa Catarina by researching the career of two local collectives: Grupo Gralha Azul and Grupo Menestrel Faze-dô, both from the city of Lages-SC. The work is divided in three chapters to present each group's history and the different approaches to street theatre making. The first chapter describes Lages from its founding to the decade of 1970, when Grupo Gralha Azul came up to the scene. This chapter presents the city's history as well as the beginnings of that collective. The second chapter focus on the career of Grupo Menestrel Fazê-dô, active during the 1990s in Lages. The final chapter establishes connections between both groups, examining the differences and the similarities in terms of their practices. This chapter also presents the concepts of theatrality and imaginary linked to street theatre experiences, analyses testimonials from the audience and describes each collectives' poetics. Keywords: Theatre in Santa Catarina. History of Theatre. Actor. Audience. City.

8 SUMÁRIO Lista de Imagens INTRODUÇÃO CAPÍTULO I A CIDADE COMO ESPAÇO DE REPRESENTAÇÃO Lages: processo de urbanização e constituição do espaço urbano Lages: o sonho de modernidade e a prática teatral Lages: o teatro de rua como instrumento para o desenvolvimento da cidade e do cidadão A trajetória do grupo de teatro gralha azul: primeiro grupo de teatro a ocupar as ruas da cidade de Lages como espaço teatral A mudança tem início Em ação os projetos de popularização do teatro A rua: o espaço cênico vital para o grupo 45 CAPÍTULO II A CONSTRUÇÃO ATORAL NO TEATRO DE RUA A trajetória do grupo menestrel faze-dô Os quatro menestréis a procura de um caminho Os menestréis buscam seu caminho sozinhos Experiências de dramaturgia e atuação na rua Histórias de Amor Bulha dos Assombros Outros Projetos do Menestrel Faze dô O ator do Menestrel Faze dô 94 CAPÍTULO III O IMAGINÁRIO CÊNICO NO ESPAÇO URBANO O imaginário urbano e sua interlocução com o espetáculo de rua Apontamentos para definição de conceitos As vozes da rua e o espetáculo de rua A teatralidade e o espaço da rua 106

9 3.3 As estéticas dos coletivos lageanos as trocas e os encontros Pontos de Contato Pontos de Afastamento 119 CONSIDERAÇÕES FINAIS 123 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 127 ANEXOS 1 Entrevistas 134 ANEXOS 2 Imagens 170

10 LISTA DE IMAGENS Imagem n o 1 - Segundo teatro de Lages. Teatro São João 27 Imagem n o 2 - Praça João Costa, centro de Lages, no ano de Imagem n o 3 - Folheto de Propaganda da ação do prefeito Dirceu Carneiro. Lages Imagem n o 4 - Grupo Gralha Azul em apresentação da Praça João Costa, 1979 Lages 46 Imagem n o 5 - Recorte de Jornal -Material cedido por Valmor (Nini) Beltrame 50 Imagem n o 6 - Recorte de jornal - Material cedido por Lôta Lotar 51 Imagem n o 7 - Crítica escrita por Yan Michalski e publicada no Jornal do Brasil, em 1 de fevereiro de Imagem n o 8 - Foto com integrantes do Grupo Menestrel Faze-dô. Acervo do grupo 70 Imagem n o 9 - Foto de apresentação do espetáculo Histórias de Amor Acervo do grupo 78 Imagem n o 10 - Foto de apresentação do espetáculo Histórias de Amor. Acervo do grupo 78 Imagem n o 11 - Foto de apresentação do espetáculo Histórias de Amor. Acervo do grupo 79

11 Imagem n o 12 - Foto de apresentação do espetáculo Bulha dos Assombros. Acervo do grupo 85 Imagem n o 13 - Foto de apresentação do espetáculo Bulha dos Assombros. Acervo do grupo 86 Imagem n o 14 - Foto de apresentação do espetáculo Bulha dos Assombros. Acervo do grupo 86 Imagem n 15 Oficina Teatro ministrada por Ilo Krugli - Grupo Vento Forte - SP. Realizada em 2004 no espaço da capela do prédio do antigo seminário Diocesano de Lages 89 Imagem n 16 Oficina Teatro ministrada por Ilo Krugli - Grupo Vento Forte - SP. Realizada em 2004 no espaço da capela do prédio do antigo seminário Diocesano de Lages 89 Imagem n 17 - Registro do dia da saída do grupo da sede do Seminário Diocesano para a Associação Comunitária do bairro Petrópolis 91 Imagem n 18 - Apresentação do espetáculo Bulha dos Assombros na cidade de Santo Amaro da Imperatriz no ano de Imagem n 19. O Grupo Menestrel Faze dô, em uma de suas formações : Guguí Fernandes, Márcio Machado e Gilson Máximo e os bonecos do espetáculo Bulha dos Assombros 111

12 INTRODUÇÃO O início desta pesquisa teve como mote a busca por respostas para indagações relativas ao trabalho do ator que realiza sua atividade em espaços públicos. Iniciei os estudos, tendo como foco o ator que utiliza a cidade o espaço urbano como espaço cênico, como local de representação, de ação artística e todas as implicações resultantes desta escolha. Desde o início, meu objeto de análise foi a prática cênica de dois grupos de teatro de rua, o Grupo Gralha Azul (1970) e Menestrel Faze - dô (1990), ambos da cidade de Lages/SC. Porém, com o avançar da pesquisa, o contato com as fontes, o objetivo inicial da investigação, que seria estudar o ator do teatro de rua, adquiriu outra configuração. Partindo de um recorte, das décadas de 1970 e 1990, procurei estudar o teatro realizado no espaço aberto da cidade de Lages, realizando um resgate da memória do teatro de rua neste município através da descrição da trajetória dos grupos estudados. E o estudo específico sobre o trabalho do ator no teatro de rua, tornou-se secundário. Portanto o tema central desta pesquisa definiu-se não só pela problemática do trabalho do ator no espaço aberto da cidade, como também, e principalmente, por um estudo do teatro de rua na cidade de Lages, baseada na história dos grupos, caracterizando-se assim, por um estudo sócio-histórico e desta maneira, não tão focada na questão específica do ator. Proponho algumas questões para esta investigação, que são pertinentes para o aprofundamento da pesquisa, então configurada como um estudo sobre o teatro de rua na cidade de Lages, tais como: investigar a origem da prática teatral no espaço urbano na cidade de Lages SC; contextualizar as intervenções no espaço urbano pesquisando a história do grupo Gralha Azul e do Grupo Menestrel Faze - dô; estudar os locais públicos de atuação cênica e o modo como estes são utilizados, - contemplando assim a pesquisa com a investigação das relações entre teatro e espaço, analisar o ator que se apropria do espaço urbano, através da descrição de procedimentos do trabalho desenvolvido dentro do grupo Menestrel Faze-dô, e finalmente, o estudo dos

13 conceitos de teatralidade e imaginário, relacionados com a prática dos dois coletivos estudados. Esboço a seguir algumas questões-problemas que serviram de norte na elaboração desta dissertação. Para elaborar este trabalho dividi os questionamentos em três eixos norteadores, que podem ser definidos pelo estudo de três grandes temas: a cidade, o ator e o público do teatro de rua. Partindo destes pontos foram delineados os capítulos que seguem. São eles: A cidade como espaço de representação, título atribuído ao primeiro capítulo, onde procurei resgatar a história da constituição urbana da cidade de Lages, a fim de perceber como se estruturou este município e desde quando o teatro de rua se fez presente na história desta cidade. Após este panorama histórico, ainda neste capítulo, é abordada a trajetória do grupo Gralha Azul primeiro objeto de análise desta pesquisa. Através da pesquisa sobre a existência deste coletivo, que atuou na cidade de Lages ao longo das décadas de 1970 e 1980, pude responder a alguns questionamentos como, por exemplo: quais os espaços urbanos escolhidos para a modalidade cênica, quais os critérios e as motivações ao delimitar o espaço urbano para a prática cênica na rua. No segundo capítulo intitulado A construção atoral no teatro de rua, é onde abordo a trajetória do grupo Menestrel Faze - dô, que utiliza as ruas de Lages desde a década de 1990 até os dias atuais, atuando como grupo de teatro de rua. Neste capítulo remonto a história deste coletivo e procuro aterme a questões relativas ao trabalho do ator. Através do estudo da prática do grupo Menestrel Faze - dô, procurei responder a questões como: quais são as especificidades do ator que realiza sua apresentação em espaços abertos, no seio da cidade? Qual o processo de trabalho, utilizado pelo ator do teatro realizado em espaço aberto, com relação ao treinamento e a construção do espetáculo, além de procurar apontar quais os desafios que esta modalidade cênica propõe ao ator. As trocas e os encontros no espaço da rua é o título do terceiro capítulo onde procuro, mais uma vez, estabelecer relações entre o teatro de rua e a cidade. Nesta parte do trabalho abordo os conceitos de imaginário e teatralidade no espaço da rua, com o intuito de refletir sobre o quê o evento teatral, quando realizado no espaço aberto da cidade, pode despertar nas

14 pessoas e como podemos identificar o imaginário sendo despertado ou gerado por esta experiência. Inicialmente minha pesquisa esteve direcionada mais agudamente para o trabalho do ator, sua formação e apropriações necessárias para efetuar seu trabalho num espaço aberto. Porém, para compreender o trabalho do ator neste tipo de espaço tornou-se inevitável abrir discussões para a arquitetura cênica na qual se insere este trabalho, ou seja, pensar a cidade como espaço teatral. Refletir sobre as apropriações que devem ser efetivadas para a concretização de um trabalho, onde as separações entre ator-espectador e palco-platéia se pautam por outros parâmetros que não os estabelecidos nos edifícios teatrais. O espaço urbano-público, em uma primeira diferenciação, se estabelece como sendo o mundo exterior ao lar, ou seja, a praça, a rua; locais onde interagem os indivíduos. Portanto, como diz PESAVENTO (1996:9) o espaço público se define por oposição ao espaço privado. Ou ainda com as palavras de LIMA (2006:42-43) os locais públicos são espaços onde grupos sociais complexos e díspares têm que entrar em contato inelutavelmente, diferenciado da esfera privada que se atém à família e amigos íntimos. Observa-se ainda que o espaço urbano possa ser percebido como local de passagem, e como acrescenta PESAVENTO (1996:64) também de encontro e de troca. Este cenário urbano de passagem pode servir também como meio de vida, onde pode ocorrer um mercado formal e informal de trabalho. Local onde as coisas acontecem, onde novos atores sociais se fazem presentes. Atores estes que podem ser portadores de novas práticas e idéias. A rua, a praça, enfim os espaços públicos urbanos possuem um dinamismo que lhe é inerente, são caracterizados por LIMA (2006:41) como espaços de intensa circulação, e cujo sentido para seus transeuntes pode ser motivado para o trabalho quanto para o lazer. Ainda dentro do campo de definições exponho, também de forma sumária, possíveis compreensões para o que vem a ser Teatro de Rua. PAVIS (1999:385) assim define o termo: teatro que se produz em locais exteriores às construções tradicionais: rua, praça, mercado, metrô, universidades, etc. GUINSBURG (2006:275) expõe uma definição para este tipo de teatro similar à de Pavis: Partindo-se da concepção de que o termo compreende a geração da

15 obra dramática intencionalmente produzida para ser apresentada em locais exteriores ao tradicional edifício teatral, especialmente na via pública. Ao apontar a finalidade e razões de ser deste tipo de teatro, PAVIS observa: A vontade de deixar o cinturão teatral corresponde a um desejo de ir ao encontro de um público que geralmente não vai ao espetáculo, de ter uma ação sociopolítica direta, de aliar animação cultural e manifestação social, de se inserir na cidade entre provocação e convívio. (2006:385) Ser uma manifestação social é apontado por GUINSBURG (2006:275) a razão de ser de uma das primeiras manifestações de Teatro de Rua no Brasil, que segundo este estudioso teria iniciado em 1946, com a criação do Teatro Ambulante, em Pernambuco, por iniciativa de Hermilo Borba Filho e Ariano Suassuna. Este trabalho teve mais fecundidade na década de 1960, com criação do Movimento de Cultura Popular (MCP), em 1961, na cidade de Recife, com o apoio do então prefeito Miguel Arraes, cujo lema era Educar para a Liberdade. Na década de 1960 o Teatro de Rua, no Brasil, teve também outro impulsionador, os Centros Populares de Cultura (CPC), cuja motivação era de intervenção social e política. Experiência que foi drasticamente rompida com o regime militar de A objetivação política permeou também o renascer desta atividade no Brasil na década de 1970, quando a cena retoma a via pública (GUINSBURG, 2006:276). E transformou-se na década de 1980 tanto no que diz respeito à quantidade de agrupamentos que surgem, quanto à qualidade e profundidade da pesquisa cênica que se realiza. O espaço público liberto da censura militar possibilitou que o olho do artista pudesse ir além do político, e trazer para o palco da rua as preocupações estéticas e, principalmente, a pesquisa para aprofundar o trabalho no cenário urbano. Sobre as origens do Teatro de Rua, no ocidente, PAVIS (1999:385) coloca que o teatro de rua desenvolveu-se particularmente nos anos sessenta (Bread and Puppet, Magic Circus, happenings e ações sindicais). Trata-se, na verdade, de uma volta às fontes: Téspis passava por representar num carro no meio do mercado de Atenas, no século VI a.c, e os mistérios medievais

16 ocupavam o adro das igrejas e as praças das cidades. Portanto, se a origem do Teatro de Rua remonta as origens do próprio teatro, significa que ao estudarmos o Teatro de Rua estaremos dando encaminhamentos para compreender a própria origem do fazer teatral. E resgatando um valor intrínseco a esta prática que foi perdendo-se no decurso da história, em função do valor que foi sendo agregado, pela burguesia, ao teatro realizado nos edifícios teatrais. Desta forma, estudar o Teatro de Rua é dar visibilidade ao imaginário social que permeia as relações que se estabelecem, de modo passageiro ou não, nos espaços urbanos. E desta forma vir a contribuir para a ampliação da bibliografia acadêmica produzida sobre esta prática teatral, que muito embora já não seja tão escassa, persiste ainda em uma condição marginal no âmbito dos estudos teatrais. No subtítulo do trabalho está exposto outro aspecto importante, proposto na pesquisa, que é o estudo do imaginário. O estudo sobre este termo foi utilizado para tentar compreender os reflexos do teatro realizado no espaço aberto da cidade. Mais uma vez valendo-me de breves explicações e definições, exponho a definição de PESAVENTO (2003:43) sobre este termo: entende-se por imaginário um sistema de idéias e imagens de representação coletiva que os homens, em todas as épocas, construíram para si, dando sentido ao mundo. O imaginário comporta os desejos, sonhos e utopias de uma época: O imaginário é histórico e datado, ou seja, em cada época os homens constroem representações para conferir sentido ao real. Essa construção de sentido é ampla, uma vez que se expressa por palavras/discursos/sons, por imagens, coisas, materialidades e por práticas, ritos, performances. O imaginário comporta crenças, mitos, ideologias, conceitos, valores, é construtor de identidades e exclusões, hierarquiza, divide, aponta semelhanças e diferenças no social. (PESAVENTO, 2003:43). O trabalho com o imaginário está voltado para o debate sobre o Teatro de Rua em Santa Catarina, a partir do estudo dos grupos Gralha Azul e Menestrel Faze - dô. Estes grupos são referências no teatro de rua catarinense, especialmente pela difusão da modalidade, como pelas técnicas e modelos de cena criados. Portanto, sua história deve ser resgatada, pois

17 guarda em si importantes contribuições para perceber o histórico da prática cênica de rua no estado de Santa Catarina. O Grupo Gralha Azul surge em Lages na década de 1970, atrelado a um projeto da Prefeitura Municipal de popularização da arte dramática. Desenvolveu com este projeto diversas montagens que foram apresentadas não só em Lages, como em outras cidades do Brasil e do exterior. O grupo Menestrel Faze - dô surge em 1993 na cidade de Lages/SC e passa a atuar nas ruas a partir de 1997, desenvolvendo um trabalho junto à comunidade e disseminando a prática do teatro de rua não só na cidade como em lugares mais afastados, procurando assim levar esta possibilidade de expressão para pessoas que não têm acesso a este tipo de arte ou a qualquer outro. Por considerar estes grupos como elementos indispensáveis no estudo da prática cênica em espaços públicos em Santa Catarina, pois os mesmos constituem o marco fundador e a continuidade desta prática, ambos foram eleitos objeto central desta pesquisa. Sendo a pesquisa de suas trajetórias de grande importância para compreender o teatro de rua catarinense. O marco espacial embora parta de Lages, cidade sede dos dois grupos, deve expandir-se por outros pontos referenciais que auxiliaram a narração e a compreensão do Teatro de Rua em Santa Catarina. E, embora no decorrer do trabalho seja desenvolvido um estudo da prática de Teatro de Rua em Santa Catarina, a pesquisa procura revelar aspectos voltados para o trabalho do ator, seu imaginário, ou seja, como coloca PESAVENTO: entender os seus sonhos, desejos e utopias com esta prática teatral. E simultaneamente a este estudo buscar os parâmetros estéticos desta prática teatral, ou seja, a formação e os encaminhamentos do ator para o Teatro de Rua. Enfim, a motivação para a escolha do tema proposto nesta pesquisa diz respeito, sobretudo a um interesse pessoal. Desde 2000 meu trabalho como atriz tem se desenvolvido também no espaço da rua. Com isto, minha pesquisa como atriz carece de uma reflexão teórica sobre o tema. Portanto, pesquisar o ator deste teatro é de certa forma, estudar minha própria prática. Por entender que registrar e resgatar a história do teatro de rua é uma tarefa importante e significativa, pois se trata de um campo ainda pouco explorado no âmbito dos estudos teóricos. Assim, estudar o teatro de rua a partir da cidade de Lages me

18 faz além de contribuir para a difusão de conhecimento sobre esta linguagem, retornar às minhas origens, como artista, uma vez que sou natural desta cidade e as histórias aqui registradas, também fazem parte do meu imaginário e da minha história. Esta pesquisa parte de uma necessidade do resgate e do registro da memória teatral catarinense, aliados a uma identificação profunda e pessoal com o tema e os objetos de estudo. A bibliografia utilizada como referência neste trabalho, além dos autores já citados nesta introdução foram livros que abordam o Teatro de Rua, além de autores da História Cultural, material de registro dos próprios grupos e entrevistas. Para desenvolver o trabalho aqui apresentado utilizei diferentes procedimentos metodológicos, com o objetivo de conseguir o máximo possível de dados a cerca do tema de estudo, e de elementos que possibilitassem uma análise pertinente e aprofundada. Mas, pautei-me, sempre, por uma pesquisa qualitativa de viés sócio-histórico e estético. Ao partir dos três eixos norteadores desta pesquisa: A cidade como espaço de representação, A construção atoral no teatro de rua e As trocas e os encontros no espaço da rua, que delineiam a divisão elaborada para abordar este estudo, percebe-se que estes nortes apontam para procedimentos diferenciados. Para o debate sobre a cidade e o imaginário cênico, pautei-me pelos procedimentos propostos pela História Cultural, observando que a problemática do imaginário é um dos pilares centrais da epistemologia da nova História. Neste aspecto utilizei autores como: Roger Chartier, Michel de Certeau, Peter Burke e outros estudiosos, nacionais ou internacionais, que buscam esboçar o referencial metodológico da História Cultural. Nos três aspectos abordados nesta dissertação (o teatro de rua, o ator do teatro de rua e a relação com o público) tornou-se fundamental uma profunda pesquisa bibliográfica para domínio das temáticas em questão. Algumas leituras serviram para meu esclarecimento a respeito de aspectos históricos e estéticos, de questões como a cidade, o ator e a problemática da recepção. Como os objetos da pesquisa têm como recorte espacial a cidade de Lages, e conseqüentemente o estado de Santa Catarina, a pesquisa

19 bibliográfica com relação a este aspecto serviu para uma compreensão contextual do espaço onde estão inseridos os objetos de estudo, tanto nos seus aspectos culturais como sócio-político. Para isso pesquisei estudos dos historiadores e pesquisadores locais, tal como, a título de exemplo, o trabalho de Cesar Augusto Vargas Lavoura. Com relação ao trabalho do ator, e mais diretamente sobre o trabalho com o Grupo Menestrel Faze - dô, adentrei no campo da História Oral, ou seja, o resgate de informações foi realizado diretamente com os integrantes do grupo através de entrevistas, coleta e análise de material visual do acervo do grupo. Para a problemática da relação do público com o teatro de rua, que é abordada no terceiro capítulo desta dissertação, foram utilizadas entrevistas com os espectadores, após apresentação do grupo Menestrel Faze - dô, com a finalidade de abordar questões sobre a recepção do trabalho atreladas a questões sobre o imaginário. Ainda neste capítulo abordo o conceito de teatralidade, no intuito de perceber as reverberações do acontecimento teatral na rua, nas pessoas e na cidade. No final deste capítulo, disserto rapidamente sobre a poética dos dois grupos estudados nesta pesquisa, pautando-me em material de acervo do grupo Gralha Azul e entrevistas que foram realizadas com os integrantes e ex-integrantes do grupo Menestrel Faze dô.

20 CAPÍTULO I A CIDADE COMO ESPAÇO DE REPRESENTAÇÃO As cidades, como os sonhos, são construídas por desejos e medos, ainda que o fio condutor de seu discurso seja secreto, que as suas regras sejam absurdas, as suas perspectivas enganosas, e que todas as coisas escondam uma outra coisa. (CALVINO, 1990:44) Neste capítulo abordo a questão da constituição urbana da cidade de Lages e descrevo a história do grupo de teatro Gralha Azul que atuou nas ruas de Lages durante as décadas de 1970 e Esta incursão na história da cidade, objetiva perceber como se deu sua formação, desde seu povoamento até os dias atuais e contextualizar o objeto estudado neste capítulo: o grupo Gralha Azul. Deste modo, pretendo, no início deste trabalho, apresentar e discutir os conceitos de cidade e de urbano. Outro objetivo deste capítulo é realizar uma aproximação com o imaginário urbano da cidade de Lages. Assim, procuro perceber as possíveis relações entre o espaço urbano e a produção artística do grupo Gralha Azul. Esta abordagem do imaginário da cidade se refere como coloca Certeau, (1996:191) à invenção da cidade, por outros meios que não a história oficial. A invenção da cidade, a partir da possibilidade dos citadinos de imaginar a cidade, de sonhá-la e, portanto de vivê-la. È neste sentido que pretendemos travar um diálogo entre a experiência teatral na rua e tentar perceber o que isto pode ter despertado no imaginário das pessoas, influenciando assim a história da própria cidade. Para Sandra Pesavento (2005:9): a cidade é objeto de múltiplos discursos e olhares, que não se hierarquizam, mas que se justapõem, compõem ou se

21 contradizem, sem, por isso, serem uns mais verdadeiros ou importantes que os outros. A cidade em questão é o município serrano de Lages, do estado de Santa Catarina. E nesta primeira parte do estudo, nos debruçaremos sobre seu processo de urbanização, para em seguida, iniciar o estudo da história de grupos de teatro inseridos neste espaço urbano. Para compreender o ator do teatro que atua no espaço urbano, é preciso antes de tudo procurar compreender este espaço. Pois como relembra Denis Guénon (2003:76) a respeito do resgate da trajetória da prática teatral: o teatro está ligado ao advento de uma cidade saída da assembléia, do culto, à produção do profano, do cívico, do político mesmo. E, neste caso, para compreender o teatro feito pelo grupo Gralha Azul na cidade de Lages, faz-se necessário compreender a constituição deste espaço urbano, antes de tudo. Escolher a cidade como campo de estudo é uma aventura desafiadora, pois se trata de um objeto dinâmico, em constantes transformações. Compreender o espaço da cidade e as atividades que nela podem ocorrer, requer um olhar que possa captar a complexidade deste universo repleto de fluxos e diálogos. A cidade é campo de pesquisa de diversas disciplinas e é também um dos campos temáticos abordados pela História Cultural. Para Pesavento (2005:77) a abordagem temática da cidade introduzida pela História Cultural considera esta não mais apenas como um lócus seja da realização da produção ou da ação social, mas, sobretudo como um problema e um objeto de reflexão. Michel de Certeau em seu livro A Invenção do Cotidiano (1994) considera que definir o conceito de cidade é uma tentativa de pensar a pluralidade deste espaço e dar efetividade a este pensamento. De acordo com o autor a cidade à maneira de um nome próprio, oferece assim a capacidade de conceber e construir o espaço a partir de um número finito de propriedades estáveis, isoláveis e articuladas uma sobre a outra. (1994:173). Jacques Le Goff em Por Amor às cidades (1997) apresenta um paralelo entre a cidade medieval e a cidade contemporânea, encontrando semelhanças e contrastes. O autor menciona nesta obra que atualmente as cidades se encontram prestes a conceber um novo processo de inovação e renovação como o acontecido na cidade medieval.

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