PARA APROVAÇÃO DE PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRA

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1 TERMO DE COMPROMISSO PARA APROVAÇÃO DE PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRA Aprovado em Assembleia Extraordinária de / / Í N D I C E ASSUNTO ITENS PÁGINA I. Princípios Gerais a II. Restrições da Construção e Uso do Lote a III. Início das Edificações, Obras Provisórias e Reformas a IV. Ligações Elétricas e Hidráulicas a V. Ingresso de Materiais, Ferramentas e Equipamentos a VI. Trabalhadores nas Obras a VII. Disposições Gerais a

2 TERMO DE COMPROMISSO PARA APROVAÇÃO DE PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRA TERMO DE COMPROMISSO PARA APROVAÇÃO DE PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRA que entre si celebram, de um lado ASSOCIAÇÃO RESIDENCIAL TAMBORÉ 10, ora representada por seus diretores que este subscrevem, doravante referida apenas ASSOCIAÇÃO e, de outro lado, doravante referido apenas PROPRIETÁRIO, titular de direitos sobre o lote da quadra localizado no loteamento denominado TAMBORÉ RESIDENCIAL 10, administrado pela ASSOCIAÇÃO acima mencionada, segundo as cláusulas e condições que seguem: I.Princípios Gerais 1) As partes reconhecem que as regras aqui estabelecidas são supletivas e prevalecem após o cumprimento de legislação pertinente em vigor, particularmente a Lei municipal nº 1830 de 22/12/93 que dispõe sobre as normas administrativas para aprovação de projetos de construção, instalações, reconstruções e reforma ou demolição de obra; Lei nº 1831 de 22/12/93 (Código de Postura Municipal); Lei nº 1832 de 22/12/93, que dispõe sobre o zoneamento de uso e ocupação do solo do município de Santana de Parnaíba e a Lei nº 1833 de 22/12/93 que dispõe sobre o desdobramento de área fundiária para a formação de lotes populares e suas alterações ou complementações. 1.1) As condições seguintes de normas de proteção, restrições e uso adequado, têm a finalidade precípua de assegurar o uso apropriado e atender aos princípios básicos de: a) Proteger os proprietários contra o uso indevido e danoso dos imóveis, o que poderia vir a desvalorizar a propriedade; b) Assegurar um adequado uso da propriedade. 2) Em nenhuma hipótese será autorizado o início da execução de qualquer obra sem a regular aprovação do respectivo projeto pela ASSOCIAÇÃO, a apresentação do alvará de liberação de construção expedido pela Prefeitura, cópia do projeto aprovado pela Prefeitura e o projeto aprovado da entrada de energia pela Eletropaulo, sendo de exclusiva responsabilidade do PROPRIETÁRIO a aprovação do projeto junto aos órgãos públicos competentes. 3) A tramitação do projeto nos órgãos públicos deverá ser precedida de análise e aprovação do Departamento Técnico da ASSOCIAÇÃO RESIDENCIAL TAMBORÉ 10. O projeto e a documentação deverão ser apresentados em 02 (duas) vias idênticas e deverá conter, no mínimo, o seguinte: a) planta em escala 1:100 contendo levantamento planialtimétrico do lote; b) plantas em escala 1:100 de todos os pavimentos cotados aos limites do lote; b.1) indicação dos fechamentos frontais, laterais e de fundos; 2

3 c) desenhos em escala 1:100 contendo 02 (duas) fachadas e 02 (dois) cortes representativos, no mínimo. Podendo ser exigidos mais cortes para melhor entendimento do projeto; d) Apresentar projeto de elevação dos muros de divisa; e) ART ou RRT do autor do projeto e do responsável técnico pela obra e muro de arrimo, quando houver; f) Contrato de Compra e Venda do lote; g) Autorização para passagem de servidão, quando for o caso; h) Autorização para uso do lote de apoio, quando for o caso. 4) Somente será aceita a entrada de projeto para aprovação da ASSOCIAÇÃO mediante preenchimento, rúbrica e assinatura do PROPRIETÁRIO e responsável técnico no Termo de Compromisso para Aprovação de Projeto e Execução de Obra. 4.1) Será cobrada taxa de aprovação equivalente a 1 (uma) contribuição mensal para custeio da ASSOCIAÇÃO, devendo ser paga quando da entrada do projeto para aprovação. 4.2) Nos casos de alteração de projeto será cobrada o equivalente a 30% do valor vigente para aprovação do projeto. 4.3) Os preços estipulados nos itens 4.1 e 4.2 poderão ser futuramente alterados pela Associação Residencial Tamboré 10. 5) A tramitação do habite-se nos órgãos públicos deverá ser precedida de análise e aprovação do Departamento Técnico da ASSOCIAÇÃO RESIDENCIAL TAMBORÉ 10. A documentação deverá ser apresentada em 01 (uma) cópia e deverá conter, no mínimo, o seguinte: a) Projeto aprovado pela Prefeitura de Santana de Parnaíba; b) Alvará de Construção expedido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba; II.Restrições da Construção e do Uso do Lote 6) Afastamento das Divisas: 6.1) A construção obedecerá aos seguintes recuos mínimos obrigatórios: a) Recuo de frente: 6,00m (seis metros) a partir do alinhamento b) Recuo de fundos: 5,00m (cinco metros), a partir do alinhamento dos fundos; c) Recuos laterais: 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) de cada lado; d) A projeção da cobertura (beiral) principal poderá avançar, no máximo 75 cm (setenta e cinco centímetros) no recuo obrigatório, medidos à partir da alvenaria; e) Nos lotes localizados em extremidades de quadra, cujas divisas sejam lindeiras a áreas verdes, o recuo lateral nessas divisas será de 2,00m (dois metros); f) Todos os recuos mínimos obrigatórios deverão ser medidos em faixa constante, (cotados perpendicularmente às divisas em linha reta e tangentes às divisas em curva) das linhas de divisa até a alvenaria acabada, observando que sacadas, floreiras, lareiras, chaminés ou 3

4 quaisquer elementos arquitetônicos e técnicos, não poderão avançar sobre as faixas de recuo mínimos mencionados nas alíneas a, b, c, d, e ) A faixa de recuo da frente só poderá ser usada como jardim, não podendo ter outra utilização. Excetuam-se apenas as áreas destinadas ao abrigo de medidores de água, energia e telecomunicações, que poderão ocupar tanto o recuo frontal quanto o lateral ) No recuo lateral será permitida a criação de área para abrigo de recipientes de gás e filtro de água, observado sempre o recuo frontal de 6,00m (seis metros). Também será permitido a colocação de duto para churrasqueira não sendo em alvenaria ) Na construção de piscinas e casa de máquinas subterrânea, será permitido o avanço sobre os afastamentos, observado sempre recuo mínimo de 1,50m (um metro e cinquenta centímetros), contados das divisas laterais e/ou de fundo e 6,00m (seis metros) do alinhamento de frente do lote. 6.2) Em lotes de esquina, a construção obedecerá aos seguintes recuos mínimos obrigatórios: a) Para a rua principal, 6,00m (seis metros); b) Para a rua secundária 5,00m (cinco metros); c) Para as divisas laterais dos lotes contíguos 2,00m (dois metros). Nota: Define-se rua principal como a de menor testada do lote, e rua secundária como aquela voltada para a maior dimensão do lote. 6.3) Nos lotes que possuem área "non ædificandi", a construção poderá iniciar-se a partir da linha "non ædificandi" (respeitando-se os recuos mínimos obrigatórios). 6.4) Não será permitido o rebaixamento de guia para acesso de veículos nos lotes. 6.5) Nos lotes situados nos extremos das quadras o acesso deverá ser sempre feito pela frente do lote, não podendo utilizar a área verde como acesso ao lote. 6.6) Área de ocupação: A área de projeção horizontal da construção, será calculada considerando todas as áreas cobertas abertas ou não, inclusive balcões, terraços, varandas, abrigos ou garagem de carros, quiosques e pavilhões de lazer e sótão, não podendo ultrapassar 50% (cinquenta por cento) da área total do lote. 6.7) A área edificada da residência (Coeficiente de Aproveitamento) não poderá ultrapassar uma vez a área do respectivo lote. Serão consideradas todas as áreas cobertas. 6.8) Não serão admitidas residências cuja área construída seja inferior a 150,00m² (cento e cinqüenta metros quadrados), independentemente da área do lote. 7) Não serão permitidas construções de casas com características pré-fabricadas de madeira. A construção será constituída de uma Residência unifamiliar, em monobloco, destinada exclusivamente à habitação de uma única família e seus empregados. Permite-se a construção, independente do monobloco, de: 4

5 a) Abrigo para medidores de água/energia elétrica, telecomunicações, entrada de telefone e caixa de correio no recuo frontal, perpendicular ao passeio público; b) Abrigo para recipientes de gás e filtro de água no Recuo Lateral, desde que respeitado o Recuo Frontal de 6,00m (seis metros) e obedecidas as normas técnicas vigentes, não podendo ultrapassar a altura máxima do muro. c) Piscinas, caixas d água, fontes, cascatas e similares, desde que respeitado o afastamento mínimo de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) dos Recuos Laterais e de Fundo e o afastamento de 6,00m (seis metros) do alinhamento de frente para o Recuo Frontal, inclusive casa de máquinas, desde que subterrâneos ou enterrados em relação à piscina, conforme a topografia do terreno; d) Quiosque ou pavilhões de lazer devem atender os seguintes aspectos: d.1) Não poderá ser edificado antes do início da construção principal; d.2) Os quiosques ou pavilhão de lazer deverão ser implantados no recuo de fundo e poderão avançar sobre os Recuos Laterais, respeitando o recuo frontal de 6,00m (seis metros) e 3,00m (três metros) de qualquer ponto da edificação principal, exceto em lotes contíguos a áreas verdes, que deverão respeitar os recuos de 2,00m (dois metros) para essas áreas verdes e 3,00m (três metros) de qualquer ponto da edificação principal; d.3) O quiosque ou pavilhão de lazer poderá ter somente 01 (um) único pavimento ; d.4) A altura máxima do quiosque ou pavilhão de lazer não poderá exceder a 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros), cotados do piso acabado ao ponto mais alto da cumeeira do seu telhado ou cobertura; d.5) A área coberta do quiosque ou pavilhão de lazer, não poderá exceder a 10% (dez por cento) da área de projeção do lote; d.6) A área construída está limitada sempre a 100,00 m² (cem metros quadrados); d.7) O quiosque ou pavilhão de lazer poderá ser utilizado, somente, para abrigar churrasqueira, sauna, sala de ginástica e instalações sanitárias; d.8) As paredes laterais ou de fundo do quiosque ou pavilhão de lazer não poderão ser o muro de fechamento do loteamento; 8) Somente serão permitidos projetos de residências em monobloco para habitação de, apenas, uma única família e seus empregados, e deverão conter, no máximo, 2 (dois) pavimentos. A cota do pavimento térreo da residência deverá estar no máximo a mais 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros ) ou menos 1,50m (um metro e cinqüenta centimetros) da cota média da guia do logradouro público existente (PMG); 8.1) Para os lotes com declividade de 0 (zero) a 10% (dez por cento), poderá ser executada garagem no sub-solo, desde que o nível de implantação do piso do pavimento térreo, esteja no máximo 1,00m (hum metro) acima do ponto médio da guia (PMG); 5

6 8.2) Excepcionalmente, para terrenos em aclive ou declive, cuja declividade ou aclividade seja superior a 10% (dez por cento), será permitida a construção do terceiro pavimento (subsolo), desde que respeitadas simultaneamente as seguintes restrições: a) Nos lotes em declive, o nível do piso acabado do pavimento térreo (intermediário) deverá ter, no máximo, 1,00m (um metro) acima do nível médio da guia, na testada do lote; b) Nos lotes em aclive, poderá ser executado embasamento (pavimento inferior), desde que o nível do pavimento térreo esteja no máximo 3,00m (três metros) acima da cota média da frente do lote (PMG), nunca ultrapassando o nivel médio de inclinação do lote e a cota do subsolo não poderá ser superior ao nível do ponto médio da guia (PMG); c) Nos lotes em aclive com inclinação superior a 20%, poderá ser executado embasamento (pavimento inferior), desde que o nível do pavimento térreo esteja no máximo 4,00m (quatro metros) acima da cota média da frente do lote (PMG) nunca ultrapassando o nivel médio de inclinação do lote e a cota do subsolo não poderá ser superior a 1,00m (hum metro) acima do nível do ponto médio da guia (PMG); d) Nos lotes em aclive, o projeto arquitetônico do embasamento deverá conter obrigatoriamente garagem para guarda de veículos, a qual terá no minimo 50% (cinquenta por cento) da área total do embasamento. Na fachada principal da edificação será permitida somente a entrada de veículos e a entrada principal da edificação no trecho do pavimento inferior, sendo, portanto, vedada qualquer outra abertura, inclusive aquelas para ventilação e iluminação, que deverão obedecer as regras impostas pelo Código de Edificações do Município; e) Será considerado mesmo pavimento quando a diferença de nível entre dois pavimentos não ultrapassar 1,50m (um metro e cinquenta centímetros); 9) A altura máxima da residência (h) está limitada a 12,00 m (doze metros) e deverá ser medida do P.N.T. (perfil natural do terreno) até o ponto mais alto do telhado da edificação ou qualquer outro elemento. 9.1) Para o caso de lotes em declive fazendo divisa nos fundos para outro lote a altura máxima permitida poderá ser alterada para 13,00 m (treze metros) do P.N.T. desde que o nível de implantação do pavimento intermediário (Térreo ) não seja superior ao P.M.G. (PONTO MEDIO DA GUIA); 9.2) Para o caso de lotes em declive com divisa nos fundos para o muro de fechamento do loteamento a altura máxima permitida será 13,00 m (treze metros) do P.N.T. (PERFIL NATURAL DO TERRENO). 10) Para o caso de 02 (dois) pavimentos acima do nível da rua, com ou sem subsolo, e desde que o estilo arquitetônico assim determine, será permitida a existência do sótão como ambiente de permanência temporária, desde que respeitadas simultaneamente as seguintes restrições: a) Sua ocupação esteja limitada a 1/3 (um terço) da área correspondente ao pavimento imediatamente inferior; 6

7 b) Estar necessariamente inserido sob o telhado da edificação; c) Observar as alturas máximas da construção, do item 9, 9.1 e 9.2; d) As alturas internas deverão atender aos seguintes requisitos: pé direito mínimo de 1,70m (um metro e setenta centímetros); pé direito médio mínimo de 2,20m (dois metros e vinte centímetros). A altura mínima da cumeeira será de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros); e) Se houverem aberturas, estas devem respeitar um recuo adicional de 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros); f) Os ambientes do mezanino e/ou sótão deverão observar as disposições relativas a iluminação e ventilação previstas no Código de Edificações do Município. 11) Não será permitida a construção de muros no fechamento frontal do lote nem nas divisas laterais no trecho compreendido pelo recuo de frente, podendo, todavia, nestes trechos ser construído mureta com altura máxima de 0,50m (cinquenta centrimetros) do PNT, completando com gradil até 1,50m (um metro e cinquenta centimetros); no trecho restante, inclusive nos fundos, poderá ser construído muro com as alturas máximas e/ou características abaixo previstas, aí incluída eventual existência de muros de arrimo: a) 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) do perfil natural do terreno, para lotes com declividade de 0 até 10% (dez por cento), inclusive; b) 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros) do perfil natural do terreno, para lotes com declividade acima de 10% (dez por cento), e até 20% (vinte por cento), inclusive; c) 4,50m (quatro metros e cinqüenta centímetros) do perfil natural do terreno, para lotes com declividade acima de 20% (vinte por cento). 11.1) Quando necessário, a altura do muro poderá ser complementada com gradis ou cerca viva, até 1,50 m (um metro e cinquenta centimetros) de altura; 11.2) Para os os lotes em declive, localizados na quadras L, P,Q e I, sendo estes: Quadra L: do lote 05 ao lote 09 Quadra P: do lote 07 ao lote 13 Quadra Q: do lote 18 ao lote 33 Quadra I: do lote 01 ao lote 07; Tendo sido respeitada a implantação do nível térreo da residência no mesmo nível do ponto médio da guia ( PMG), poderá ser executado muro de segurança em alvenaria com altura máxima de 1.00m, construído acima do muro aprovado em projeto apenas nas laterais, não sendo permitido este aumento sobre os muros dos fundos do lote. Em nenhuma hipótese este muro de segurança poderá ultrapassar a altura de 1.00m. Caso seja necessária altura superior a 1.00 m como garantia de segurança, o muro deverá ser substituído por gradil de até 1.50 m. 7

8 11.3) Os muros de divisa deverão apresentar acabamento internamente e externamente 11.4) Quando o muro, ao ser construído, ficar acima de muro existente, entenda-se muro existente como sendo do residencial ou imóvel vizinho, o acabamento externo (item 11.2) deverá estar concluído no menor prazo possível. 11.5) É obrigatória a colocação de rufos no topo e entre os muro da residência e o muro de segurança do residencial, e contra-rufos quando estes apresentarem desníveis em relação aos já edificados, podendo ser utilizada outra solução técnica que impossibilite a infiltração de água entre os muros. a) Em trabalhos que necessitem proximidade da cerca e concertina o departamento de segurança deverá ser acionado para que a execução dos serviços possa ser realizada com segurança. 11.6) Nos lotes localizados em extremidades de quadras, nas laterais contíguas a áreas verdes, o fechamento deverá ter mureta com altura máxima de 50 cm (cinquenta centímetros), podendo ser completado com gradil ou cerca viva, até altura máxima de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros), e/ou 3,00m (três metros) e/ou 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros), a partir do perfil natural do terreno, de acordo com a declividade do lote, como acima previsto. 11.7) Será permitida divisória de gradil com mureta no alinhamento do recuo obrigatório, fechando com a Construção principal, até 1,50 metros de altura; 11.8) A execução de muro de arrimo não poderá alterar a condição natural dos terrenos vizinhos. 11.9) Lotes em declive para o muro de divisa do loteamento poderão ter a altura do muro lateral modificada gradativamente do meio do lote até a divisa de fundo, podendo chegar a altura máxima de h=4,50m, conforme exemplo abaixo: LOTE COM INCLINAÇÃO NA LATERAL = 17,5% ALTURA DO MURO h=3,50m do P.N.T. TRECHO DO MURO COM ALTURA MODIFICADA

9 11.10) Para os lotes que tenham como divisa o muro de fechamento do residencial, quando da edificação, devem construir o seu próprio muro, não sendo permitido apoiá-lo no muro do residencial. a) A tubulação para captação de água pluvial, quando for direcionada para o limite do loteamento, deve ser feita toda no lote e somente o trecho horizontal do tubo de saída poderá aparecer do lado externo do muro do loteamento e deverá estar no máximo a 20 cm de altura acima da canaleta existente e ter o fluxo da água direcionado para a mesma. É expressamente proibida qualquer intervenção no muro de fechamento do residencial para passagem de canos, ou outros serviços, sob pena de multa no valor de 1 (uma) taxa de contribuição mensal. Quando da necessidade de efetuar a passagem da rede de águas pluviais de dentro para fora do muro, deve-se acionar a administração que providenciará a execução do serviço. 12) Para efeito da determinação da declividade ou aclividade citadas nos itens 8.2 e 11 será considerado o perfil longitudinal do lote obtido entre as cotas do alinhamento da frente e do fundo do mesmo. E, deverá ser apresentada folha de projeto do levantamento planialtimétrico com cortes específicos do perfil das laterais, na escala 1:100 para tal finalidade. 13) As telas de proteção das quadras de esporte deverão obedecer ao recuo frontal de 6,00m (seis metros) e ter no máximo 4,00m (quatro metros) de altura. 14) Nos lotes situados nos extremos das quadras (esquinas), o paisagismo do lote poderá ser integrado ao da área verde. a) O proprietário do lote deverá apresentar um projeto paisagístico que beneficie a faixa de jardim público e assinar o termo de responsabilidade de intervenção de área verde. b) Se Houver regularização do terreno, não será permitido o nivelamento da área verde, podendo somente concordar o lote com área de passeio, o passeio público que deverá ser preservado. c) A ASSOCIAÇÃO poderá aprovar a integração em caráter provisório, ficando por conta do proprietário interessado a efetivação do projeto e as despesas relativas à execução; d) Após a integração paisagística pelo PROPRIETÁRIO interessado, toda a manutenção e conservação da área passam a ser de responsabilidade do mesmo; e) A falta de manutenção por parte do PROPRIETÁRIO no período máximo de 02 (dois) meses será caracterizada como devolução da área, sendo assim revogada a autorização para integração paisagística. f) Em caso de revogação da autorização de integração paisagística, não caberá ao requerente qualquer tipo de indenização pela ASSOCIAÇÃO. 9

10 15) Os acessos ao lote, por escadas ou rampas para acesso de veículos e/ou pessoas, devem iniciar no alinhamento do lote, não podendo interferir no passeio público de 3.00m (três metros) e/ou áreas públicas. 16) Será obrigatória a execução de calçada nos padrões aprovados em Assembleia de moradores em Abril/08. 17) A topografia do passeio público frontal de 3.00m (três metros) e da área verde (sistema de lazer) não poderá ser alterada e deverão ser mantidas livres de obstáculos (desníveis, muretas, vegetação, etc). 18) Não será em hipótese alguma permitido o depósito e/ou armazenamento de materiais, entulhos e etc. no passeio público, vias públicas, jardins, área non aedificandi, áreas e sistema de lazer e etc. Todo material deverá ser armazenado dentro dos limites do lote da obra ou do apoio. 19) Fica estabelecido que qualquer dano causado à calçada em decorrência da obra, tanto em frente ao lote principal como ao lote de apoio, deverá ser regularizado pelo proprietário até o final da obra. Entenda-se como regularização toda a faixa de 3,00m, tanto do piso intertravado como do gramado. Também deverão ser recompostas guias, sarjetas e bocas de lobo que tenham sido danificadas. 19.1) A calçada danificada deve ser recomposta no padrão da já existente, não sendo permitida a utilização de material diferente, conforme aprovado em Assembleia. III.Início da Edificação, Obras Provisórias e Reformas 20) A sondagem e o levantamento planialtimétrico no terreno serão permitidos, independentemente da aprovação de projetos para o local pela ASSOCIAÇÃO, mediante apresentação por escrito, assinada pelo proprietário interessado, do período previsto para os serviços. 20.1) Será permitido a execução do abrigo de água, luz, telefonia e tv, somente após a aprovação do projeto pela ASSOCIAÇÃO, desde que seja apresentado o projeto da entrada de energia aprovado pela Eletropaulo. 21) Qualquer tipo de atividade, exceto o disposto no item 20, desde a terraplenagem, implantação do barraco e alojamento, delimitação com cerca e tapumes, somente será permitido com aprovação do projeto pela ASSOCIAÇÃO, apresentação do alvará de construção emitido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba e aprovação do abrigo/entrada de energia pela concessionária de energia elétrica. 22) Todas as obras de aterro, desaterro, estaqueamento, fundações, jardinagem e passagem de tubulações deverão resguardar as normas de segurança de manter a topografia original e o gramado dos lotes lindeiros. 23) Se as curvas de nível forem interrompidas, a obra deverá reconstitui-las com a supervisão da Associação. 10

11 24) O lote do PROPRIETÁRIO e o lote de apoio, caso utilizado deverão ser demarcados com gabarito, em sarrafos, dentro dos limites do lote, em hipótese alguma poderão avançar sobre a faixa de passeio público de 3,00m (três metros) de largura. a) Antes de qualquer atividade no terreno, exceto sondagem, terraplenagem e execução do alojamento, o canteiro de obras deverá ser fechado com tapume em todo o seu perímetro. 25) Deverão ser instalados tapumes em madeira compensada, chapa OSB ou chapa galvanizada em todo o perímetro da obra, bem como do lote de apoio. O tapume deverá obedecer a altura mínima de 1,80m (um metro e oitenta centímetros) na frente do lote e na faixa correspondente ao recuo frontal de 6,00m nas laterais do lote. No restante será aceito o tapume com altura mínima de 1,00m, que deverá ser mantido em boas condições, pintado na cor verde escuro, até o término da obra ou serem construídos os muros de fechamento atendendo as especificações do item 11. Não será permitida de forma alguma a expansão do canteiro de obras para espaços externos à área cercada e tapumada. a) Quando a edificação estiver ao lado de imóveis prontos, habitados ou não, será obrigatório o uso de tela de proteção em toda a extensão da obra de forma a proteger o imóvel vizinho. b) É necessário utilização de proteção adequada para evitar a queda de objetos em residências prontas, bem como sujar o mínimo possível as mesmas. Em caso de ocorrências, o proprietário deve providenciar de imediato a limpeza do imóvel atingido. c) Na execução de chapiscos, rebocos, pintura ou outro serviço que possa vir a sujar o imóvel ao lado, será necessário além da tela, um outro tipo de proteção para maior preservação do imóvel vizinho (sugerimos a utilização de manta Bidim). d) Poderá ser solicitado um fechamento diferenciado do canteiro de obras com tapumes com altura determinada pela Associação, caso sejam constatadas interferências desagradáveis na vizinhança. 26) No caso de execução de quaisquer tipos de reforma, o PROPRIETÁRIO, preliminarmente, deverá comunicá-las, por escrito, à ASSOCIAÇÃO, detalhando as modificações a executar. Ficará a critério da ASSOCIAÇÃO a solicitação ou não de projeto detalhado. Os trabalhos somente poderão ser iniciados após pronunciamento, neste sentido, por parte da ASSOCIAÇÃO. a) O armazenamento de materiais e/ou ferramentas deverão obedecer as mesmas normas que as obras, não podendo permanecer no passeio público / frente da residência sem o fechamento com tapumes. b) As reformas, devem obedecer as determinações deste termo de compromisso. 27) Para a execução da obra será permitido o uso de um único lote lindeiro, como apoio, o qual deverá fazer divisa comum ao lote da obra em uma das laterais ou nos fundos, não sendo permitida a utilização de lotes atravessando Alamedas, nem o uso do passeio público ou área verde como lote de apoio ao canteiro; Para utilização do lote de apoio será necessária: 11

12 a) Autorização expressa de seu titular. Não sendo permitido em hipótese alguma o uso de qualquer lote como apoio, sem a prévia apresentação desta. a.1) Para conseguir a autorização, o proprietário da obra deve procurar a Administração, que fará o primeiro contato com o proprietário do lote a ser usado como apoio, pedindo sua anuência para passar seus contatos ao proprietário interessado. Após esse primeiro contato, a Associação se exime de efetuar qualquer mediação entre as partes. b) Após a conclusão da obra, o referido lote deverá ser limpo, ter removido todos os vestígios da obra, materiais, entulhos e etc., além de ter a sua topografia, curvas de nível e vegetação recomposta. Adicionalmente, o lote também deverá ser reconstituído à sua condição original, devendo ser gramado utilizando placas de grama. c) Após a retirada do tapume, o responsável terá o prazo máximo de 15 dias para efetuar a devida recomposição do lote. d) Não serão permitidas instalações de banheiros ou W.C., fossa negra ou alojamento, barracão de qualquer espécie e etc., no lote de apoio; e) Caminhões de entrega e retirada de materiais só poderão utilizar-se do lote de apoio. Caso seja necessário a utilização de um outro lote para viabilizar a movimentação de materiais, o proprietário da obra deve comunicar a Administração que entrará em contato com o dono do lote em questão para solicitar sua autorização por escrito. O uso deliberado de outro lote diferente do lote de apoio sem autorização acarretará em multa no valor de 1 (uma) taxa de contribuição mensal. item já aprovado na última Assembleia 28) Em nenhuma hipótese será permitido atear fogo em qualquer material bem como na vegetação, ex: madeira, entulho e materiais que possam causar poluição ambiental. 29) Após a expedição do Alvará de Licença do Poder Público, será permitida a construção de um barracão provisório para depósito de materiais de construção, esse barracão deverá ser demolido se a obra não for iniciada dentro do prazo de 120 (cento e vinte) dias a contar da data de expedição do referido Alvará de Construção, o canteiro de obras deverá ser desmobilizado, bem como todos materiais deverão ser removidos do lote. 29.1) Constatada a paralisação da obra, a Associação notificará o proprietário, que terá o prazo de 10 (dez) dias corridos para providenciar a retirada de todo o material, conforme especificado no ítem acima. Além de providenciar o fechamento de todo o perímetro da obra com tapume na altura de 1,80m. Na inércia do interessado, a ASSOCIAÇÃO providenciará a regularização, arcando o PROPRIETÁRIO não só com as despesas de transporte e armazenamento, sem qualquer responsabilidade da ASSOCIAÇÃO, mas também pela multa no valor referente a 02 (duas) taxas de Contribuição Mensal; 29.2) Fica estabelecido, igualmente, que durante esse período a ASSOCIAÇÃO terá livre acesso a todas as dependências da obra, o mesmo ocorrendo com o Departamento de Segurança. 12

13 30) Os barracões e banheiros destinados aos operários da obra deverão ser executados obedecendo-se às condições mínimas de higiene e segurança, sempre dotados de portas e janelas voltadas para o interior do lote do PROPRIETÁRIO, de modo a não oferecer visão às vias públicas e residências lindeiras. Caso haja desmobilização do barracão dos operários, os banheiros e seus componentes deverão ser retirados. a) Os alojamentos de empregados não poderão, em hipótese alguma, caracterizar domicílio. Os empregados deverão deixar os alojamentos até as 17:30 horas. b) Os alojamentos, bem como barracões para guarda de materiais deverão ser construídos em madeira, ou containers de metal, porém devem ser mantidos sempre limpos e pintados na cor verde escuro. c) Os barracões somente poderão ser construídos na parte frontal do lote com altura máxima de 3,00 (três) metros, obedecendo o recuo de 1,50 (um e cinqüenta) metros a partir das divisas laterais, quando da existência de residências vizinhas. d) É obrigatório a construção de no mínimo um banheiro ou wc no interior do barracão, para uso dos funcionários e respectivos prestadores de serviço da obra, sendo obrigatória a ligação na rede de esgoto. Em caso de não cumprimento, o proprietário será imediatamente notificado para regularização. e) Caso seja identificado que os empregados da obra utilizam-se de local inapropriado para suas necessidades fisiológicas, será aplicada multa de 1 (uma) taxa de contribuição mensal, além de notificação para imediata regularização da situação. 31) Estrutura provisória: As obras somente poderão ser iniciadas após: a) Ter o esgoto da mesma ligado à rede pública de esgoto pela Concessionária competente b) As ligações de água e luz terem sido executadas pelas respectivas concessionárias, conforme especificaçãoes das mesmas; c) A lixeira deve ser instalada dentro do lote, devendo ficar no mínimo a 85cm de altura solo, e deve permanecer após a conclusão da obra. Todo lixo perecível decorrente direto ou indiretamente da obra deve ser acondicionado em sacos plásticos para a devida coleta pela Prefeitura, sendo vedado o uso da caçamba como depósito de lixo orgânico (restos de comida), que trazem animais indesejáveis à comunidade. 32) Durante o curso das obras deverão ser mantidas, para efeito de fiscalização, cópias integrais da planta aprovada pela ASSOCIAÇÃO e ÓRGÃOS PÚBLICOS, cópia do alvará de construção, bem como cópias de todas as comunicações, autorizações e instruções baixadas pela ASSOCIAÇÃO, incluindo o presente Termo e o Regulamento Interno. 33) Na frente da obra deverá ser fixada, em local visível, placa indicativa do responsável técnico, número do alvará de construção, número da anotação de responsabilidade técnica (ART) ou registro de responsabilidade técnica (RRT) e o número correspondente à futura residência. Será permitida a fixação de apenas 2 placas na medida de 1,50m x 1,00m (L x H) cada uma. 13

14 IV.Ligações Elétricas e Hidráulicas 34) As ligações elétricas e hidráulicas deverão ser executadas de acordo com as normas Brasileiras vigentes e os regulamentos das concessionárias envolvidas. As construções deverão ser obrigatoriamente interligadas à rede pública, ficando o PROPRIETÁRIO e o responsável técnico cientes da expressa proibição do lançamento de efluentes na rede coletora de águas pluviais, sob pena do imediato fechamento dessa tubulação, além de multa no valor de 2 (duas) taxas de contribuição mensal e notificação para imediata regularização. 35) Fica ciente o PROPRIETÁRIO de que antes do fechamento das valas da tubulação externa de esgoto (ramal de ligação), deverá solicitar a vistoria da ASSOCIAÇÃO que inspecionará tais serviços, fornecendo um certificado de inspeção do qual dependerá, futuramente a carta liberatória do "Habitese". 36) As águas pluviais deverão desaguar junto à guia pública ou ao sistema de águas pluviais a céu aberto em canaletas. 37) Todas as ligações elétricas e hidráulicas deverão obedecer às normas de segurança impostas pelas Concessionárias, sendo absolutamente proibido puxar fios, mangueiras e etc., de outras obras, residências e, especialmente, cruzar ruas, lotes ou ligar diretamente na caixa da concessionária existente no passeio público. 38) Servidão para passagem de esgoto e águas pluviais a) Todo e qualquer proprietário de imóvel neste residencial, fica obrigado a ceder passagem em regime de Servidão para esgoto e águas pluviais para lote vizinho de fundos, desde que seja constatada a inexistência de rede pública na rua em frente do mesmo que o atenda, ou por impossibilidade técnica de escoamento em função da topografia. b) Deverão ser obedecidas as orientações executivas na época da aprovação do projeto. c) Fica a cargo do usuário da servidão e do responsável técnico pela obra, todas as obras necessárias a sua conservação, construção, limpeza e alterações da servidão já executada em lote a ser edificado. d) Lotes que necessitam da passagem de esgoto e águas pluviais em regime de servidão deverão apresentar à ASSOCIAÇÃO "croqui" ilustrativo do que será implantado no local e solicitar anuência do proprietário cedente antes da execução dos serviços, sendo de responsabilidade do solicitante conseguir tal anuência. À Associação cabe efetuar o primeiro contato com o proprietário cedente, solicitando permissão para passar seus contatos ao proprietário requerente da servidão. Caso o proprietário do lote onde será passada a servidão se negar a cedê-lo, o proprietário prejudicado deverá buscar seus direitos judicialmente. e) A conclusão da rede de servidão deverá ser realizada no prazo máximo de 15 (quinze) dias a contar do início de sua execução. 14

15 f) No lote que a servidão for executada a sua topografia e curvas de nível devem ser preservadas. O mesmo deve ser gramado (placas) e a vegetação recomposta, no prazo máximo de 10 dias corridos. g) A servidão será concedida em faixa de recuo lateral obrigatório determinado na alínea c do item 6.1, afastada das fundações da edificação e dos muros. Deverá ser executada com tubulação subterrânea e com distância de 50 cm (cinqüenta centímetros) da divisa do terreno, conforme normas específicas, para esgoto e águas pluviais independentes no recuo lateral de maior aclive. h) Não é permitido o deságüe de esgoto em rede existente, ou seja, cada residência deve dispor de instalações independentes. As águas pluviais podem utilizar redes comuns, adequadamente dimensionadas. 39) Recomendamos aos proprietários de obras, em cujos lotes no futuro obrigatoriamente deverão dar passagem à rede de águas pluviais e esgoto (servidão), a executarem tais serviços durante sua obra, evitando assim transtornos futuros. V.Ingresso de Materiais, Ferramentas e Equipamentos coleta de entulho 40) O material empilhado não deverá exceder a 1,20m (um metro e vinte centímetros) de altura, e as descargas de pedras, areia deverão ser feitas, impreterivelmente, dentro do lote do PROPRIETÁRIO e/ou lote de apoio, sempre protegidas da ação dos ventos e das chuvas, de modo a impedir que invadam ruas, lotes vizinhos e em especial, bueiros e bocas de lobo, sempre respeitando o recuo destinado ao passeio público. Todo material proveniente de obras/residências que venha a obstruir bueiros e bocas de lobo deverá ser retirado pelo infrator. Os demais materiais poderão ser descarregados no passeio publico, mas o seu armazenamento dentro do lote deve ser feito impreterivelmente no mesmo dia, sob pena de multa de uma taxa de Contribuição Mensal. (incluído e já aprovado na última Assembleia) 41) É proibida a entrega de materiais, equipamentos e ferramentas fora do horário estabelecido pela Associação que é das 7:30 às 17:30hs, aos sábados, domingos e feriados (inclusive os locais), bem como nos dias 24 e 31 de Dezembro, e na 3ª feira de carnaval. 42) Somente será permitido o ingresso de veículos com materiais, ferramentas e equipamentos após regular aprovação do projeto e alvará da prefeitura, bem como a apresentação do projeto aprovado pela Eletropaulo, estabelecendo-se que após 120 (cento e vinte) dias, sem o início das obras, tais materiais (ferramentas, equipamentos, tapumes, barracão e etc.), deverão ser retirados pelo PROPRIETÁRIO. 43) Os caminhões que estiverem transportando materiais a granel, tais como areia, pedras, entulhos, terra, etc., deverão transitar nas dependências do Residencial com a caçamba coberta por lona protetora, a fim de evitar o derramamento dos materiais. Em caso de derramamento, o local deverá 15

16 ser limpo até as 17hs do mesmo dia, sob pena de multa no valor de 1 (uma) taxa de contribuição mensal 44) Os serviços de terraplenagem deverão ser realizados de segunda a quinta-feira até as 17:00hrs e as sextas-feiras até às 12:00hrs. Ao final do dia as Alamedas deverão ser limpas e às sextas-feira as Alamedas deverão ser lavadas. O desreipeito ao item acarretará multa no valor de 1 (uma) taxa de Contribuição Mensal. (a parte em vermelho foi incluída e já aprovada na última Assembleia) 44.1) Caso não seja providenciada a limpeza, a Associação terá o direito de executar o serviço e cobrar o valor do proprietário da obra. 45) Os serviços de concretagem deverão ser programados de 2ª a 6ª feira, à partir das 7:30hs e de forma a terminarem às 17:30hs, como prevê o horário de trabalho estabelecido em regulamento interno. Sendo que até o referido horário, a Alameda deverá estar limpa, livre de qualquer resíduo da concretagem. 45.1) A concretagem iniciada após às 12hs que exceda o horário máximo permitido para o trabalho nas dependências do Residencial - 17:30hs, incorrerá em multa no valor de uma taxa de Contribuição Mensal por hora excedida. (incluído e já aprovado na última Assembleia) 45.2) Os caminhões de concreto e respectivas bombas, devem ser lavados dentro da obra, de forma a preservar limpas as calçadas e Alamedas. Também não é permitido jogar restos de concreto nas bocas de lobo. O desreipeito ao estabelecido neste item, acarretará multa no valor de uma taxa de Contribuição Mensal, além de ser o proprietário obrigado à efetuar a limpeza da área danificada. 45.3) Não será permitida a lavagem de veículos de qualquer espécie, na área intramuros ou no entorno do empreendimento. Caso isso ocorra a empresa proprietária do veículo poderá sofrer sansões cabíves nas legislações pertinentes. 46) Caso os infratores não efetuem a limpeza, a ASSOCIAÇÃO reservar-se-á ao direito de providenciar a limpeza e cobrar as despesas referentes ao serviço do proprietário do lote. 47) Quando da utilização de caçambas para a retirada de entulho, materiais, etc., as mesmas deverão permanecer dentro das obras ou lote de apoio ou frontal aos mesmos, devendo ser colocadas nas ruas, nunca sobre calçadas, meio fio ou em áreas verdes e, ao final de cada dia cobertas com tela. Sendo passível de multa no valor de 1 taxa de contribuição mensal, independente da notificação. (incluído e já aprovado na última Assembleia) Atual item ) Cada OBRA poderá utilizar somente 01 (uma) caçamba por vez. Caso haja necessidade de utilização de mais de uma, deverá haver liberação junto ao Departamento Técnico; 47.2) As caçambas só sairão do interior do Residencial, quando devidamente cobertas; 16

17 48) Caso os serviços de qualquer natureza venham a sujar as vias públicas, caberá ao responsável providenciar ao fim de cada dia de trabalho, a limpeza dos locais afetados e lavagem do passeio público. Caso contrário, e na falta desta a Associação tomará as providências necessárias, apropriando os custos ao proprietário. 49) Sempre que necessário, por solicitação do Departamento Técnico, deverá ser providenciada a dedetização ou desratização das obras e reformas em andamento. VI.Trabalhadores nas Obras 50) Horário de Funcionamento de Obras a) É proibido o trabalho, aos sábados, domingos e feriados. (incluindo os feriados locais), e nos dias úteis, no horário das 17h30 as 07h30. É também proibido o trabalho nos dias 24 e 31 de Dezembro e na 3ª feira de carnaval. b) Trabalhos que provoquem ruídos de qualquer espécie só poderão ter início às 8:00hs. O desrespeito ao estabelecido no item 50 e sua alínea a acarretará multa no valor de 1 (uma) taxa de Contribuição Mensal. 51) Todo e qualquer tipo de trabalhador que vier a prestar serviços na obra deverá ser, obrigatoriamente, cadastrado junto ao Departamento de Segurança da ASSOCIAÇÃO mediante apresentação de documento de identificação original. a) Ao início da obra, o proprietário deverá fornecer uma relação dos funcionários liberados para o trabalho e indicar o responsável pela obra, o qual poderá liberar novos funcionários futuramente. b) Ao cadastrar o pessoal, o Departamento de Segurança emitirá uma carteira de identificação, a qual deverá ser apresentada na entrada e na saída do Residencial, ou quando solicitado. c) Em caso de dispensa de funcionários, o responsável pela obra deverá informar o Departamento de Segurança para cancelamento da liberação de acesso ao Residencial. d) A entrada e saída de todo equipamento ou ferramenta, deverá ser identificada com o preenchimento de autorização modelo pelo proprietário da obra, descrevendo o nome do instrumental, uso, marca, modelo e quantidade. A identificação correta será feita na portaria através das informações do proprietário. e) O documento de identificação de empregados deverá ser impreterivelmente renovado a cada três meses. 17

18 52) Será proibida a permanência de operários e pernoitantes nas respectivas obras após a jornada de trabalho. O PROPRIETÁRIO infrator será responsabilizado pelos atos de seus prepostos, além de ser multado em 1 (uma) Taxa de Contribuição mensal. 53) É proibida a existência de armas, entorpecentes e bebidas alcoólicas nos locais de obras, podendo funcionários da vigilância procederem as vistorias de todas as dependências das obras para sua apreensão, devendo o proprietário da obra em questão ser informado do fato. 54) Compromete-se o PROPRIETÁRIO, desde logo, a retirar de sua obra todo e qualquer empregado nocivo à ordem e à segurança, a critério da ASSOCIAÇÃO, sem prejuízo das providências de ordem legal que forem tomadas. 55) Será proibida a permanência de operários e de qualquer tipo de trabalhador (terceirizado ou não) fora das dependências da obra, durante a jornada de trabalho. Ex.: Horário de almoço, café, etc. 56) É proibida a circulação e exposição de funcionários sem camisa trajando vestimentas inadequadas em obras e vias públicas. VII.Disposições Gerais 57) Uma vez achado conforme o projeto, não poderá o PROPRIETÁRIO executar obra diversa nem introduzir aberturas, pisos, escadas, elementos arquitetônicos, quiosques ou níveis não declarados e especificados, etc., na respectiva planta sem a reaprovação do projeto junto à ASSOCIAÇÃO, além dos órgãos públicos, sob pena de ser advertido, por escrito, para que recomponha a obra ou prédio a seu estado original. Tudo sem prejuízo das sanções estabelecidas nas posturas municipais e nas restrições ao uso de lote, contidas neste documento, sendo, nesta hipótese, autorizado ao serviço de segurança da portaria a proibição do ingresso de todo e qualquer material destinado à obra, enquanto a irregularidade não for sanada. 58) Retirada de vegetação de qualquer porte: a) Segundo a Lei número 1905, de 12 de Dezembro de 1994 (disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no Município de Santana de Parnaíba, e das outras províncias), fica proibido a retirada da vegetação de qualquer porte, antes da apresentação de uma autorização do Responsável Técnico da Prefeitura e do Proprietário do lote. Em caso de inobservância e/ou descumprimento, a ASSOCIAÇÃO fará a comunicação do fato aos órgãos municipais envolvidos, além de aplicar multa no valor de 2 (duas) taxas de Contribuição Mensal (já aprovado na última Assembleia) 59) No caso de serem utilizadas coberturas provisórias nos recuos para confraternizações, fica estabelecido que o PROPRIETÁRIO deverá comunicar a ASSOCIAÇÃO, considerando que o período máximo permitido para permanência da cobertura será de 15 dias corridos. A não comunicação à 18

19 Associação, bem como o desrespeito ao prazo estabelecido acarretarão multa no valor de 1 (uma) taxa de contribuição mensal. 60) Se por motivo de força maior a obra for paralisada, por mais de 90 (noventa) dias, o PROPRIETÁRIO deverá comunicar tal fato por escrito à ASSOCIAÇÃO, devendo, ainda, remover restos de materiais, detritos, providenciar a demolição do banheiro dos operários, restaurando o gramado na frente do lote e recompondo calçadas, guias, sarjetas e bocas de lobo se as mesmas tiverem sido danificadas, agrupando convenientemente todo o material remanescente. Fica estabelecido, igualmente, que durante esse período o Departamento Técnico da ASSOCIAÇÃO terá livre acesso a todas as dependências da obra, o mesmo ocorrendo com o Departamento de Segurança. A inércia do PROPRIETÁRIO implicará em que a ASSOCIAÇÃO tome essas providências, em seu nome, cobrando, posteriormente, tais serviços, acrescidos de multa correspondente ao valor de 02 (duas) taxas de manutenção vigente, por ocasião do efetivo pagamento; 61) Durante a execução da obra e até a obtenção da CARTA LIBERATÓRIA DO HABITE-SE, a ASSOCIAÇÃO fica autorizada pelo PROPRIETÁRIO a efetuar visitas periódicas de inspeção, inclusive nos barracões e dependências do canteiro, sem qualquer caracterização de domicílio, ainda que precariamente e eventualmente utilizada por operários. a) Todo proprietário concede à Associação Residencial Tamboré 10, o direito de realizar inspeções relativas à segurança e higiene. b) Fica reservado o direito ao Departamento Técnico da Associação Residencial Tamboré 10, de inspecionar as obras sempre que julgar necessário, sem prévio aviso ao proprietário. O Departamento Técnico não tem responsabilidade técnica pelas obras/reformas, não podendo interferir na forma construtiva, qualidade da mão-de-obra e/ou materiais utilizados. Em caso de qualquer alteração no projeto, cabe ao proprietário comunicar o Departamento Técnico, o qual irá orientar e solicitar os documentos necessários, conforme estabelecido no Regulamento. c) É de total responsabilidade do proprietário e/ou responsável técnico da obra a fiel execução da construção em consonância às medidas do Projeto aprovado na Associação e Prefeitura Municipal, não cabendo à Associação a responsabilidade sobre quaisquer divergências ocorridas na obra em relação ao projeto aprovado. 62) Carta Liberatória para Habite-se A obtenção do Habite-se junto à Prefeitura está condicionada à Carta Liberatória para Habite-se emitida pela Associação Residencial Tamboré 10, a qual somente será expedida depois de atendidos os itens abaixo relacionados: 19

20 a) Execução das obras e modificações de acordo com o projeto aprovado pela Associação Residencial Tamboré 10 e pela Prefeitura do Municipio e fiel cumprimento de todas as normas estabelecidas neste Termo de Compromisso e pelo Poder Público; b) Apresentação dos comprovantes de ligação à rede de esgoto (conta de água); c) Remoção do canteiro de obras, de todas as instalações, entulhos e sobras de materiais; d) Reconstrução da topografia original do lote de apoio e replantio de grama; e) Recomposição de calçadas no padrão estabelecido, bem como guias, sarjetas e bocas de lobo, tanto da obra como do lote de apoio. f) Pagamento de todas as multas que por ventura tenham sido lavradas; g) Estar em dia com as obrigações estatutárias. 62.1) Os documentos necessários exigidos pela Associação Residencial Tamboré 10, para a obtenção da Carta Liberatória de Habite-se, são: a) Projeto aprovado pela Prefeitura de Santana de Parnaíba; b) Alvará de Construção expedido pela Prefeitura de Santana de Parnaíba; 63) Declara-se CIENTE o PROPRIETÁRIO de que a carta liberatória do "Habite-se" somente será expedida pela ASSOCIAÇÃO após a verificação do integral cumprimento de todas as normas técnicas estabelecidas, não só pelos poderes públicos, como também as estabelecidas no presente Termo, especialmente às referentes à limpeza da obra, do lote de apoio, apresentação da carta de inspeção do sistema de esgoto e a quitação de débitos junto à ASSOCIAÇÃO (multas que por ventura tenham sido lavradas e taxas de manutenção atrasadas). 64) Penalidades e Defesas: a) As penalidades previstas neste regulamento são: Advertência verbal; Advertência escrita; Multa pecuniária. a.1)a advertência verbal é privada ao Departamento Técnico desta ASSOCIAÇÃO e/ou de seus prepostos com poderes para tal sendo transmitida ao responsável técnico pela obra ou PROPRIETÁRIO; a.2)a advertência por escrito é privada do Departamento Técnico e será efetuada através de carta dirigida ao infrator, contra recibo, protocolo ou via postal com AR (aviso de recebimento), após descrição sucinta do fato; a.3) A pena de multa será sempre aplicada pela Diretoria Executiva e/ou de seus prepostos com poderes para tal, e será aplicada através de carta dirigida ao infrator, contra recibo, protocolo ou via postal com AR (aviso de recebimento), após sucinta descrição do fato. 20

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