DESCOMISSIONAMENTO DA USINA DE SANTO AMARO FASE FINAL

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1 DESCOMISSIONAMENTO DA USINA DE SANTO AMARO FASE FINAL Eliezer de Moura Cardoso*, Marcos Eduardo Costa Nunes, Katia Moniz da Silva, Regina Maria Menezes e Rogério Luiz Cunha de Paiva Comissão Nacional de Energia Nuclear SUNUC/CODIN/SLC Rua General Severiano, 90 - Sala 408-A , Rio de Janeiro, Brasil Fax: (021) RESUMO O trabalho apresenta a etapa final do primeiro processo de descomissionamento de uma instalação nuclear realizado no Brasil. Esta etapa consiste na finalização da descontaminação e segregação dos equipamentos da unidade de Tratamento Químico da Monazita (TQM) e na elaboração e implementação de procedimentos de demolição dos edifícios e decapagem do solo. As atividades desenvolvidas consistem em: caracterização radiológica do local, remoção dos pontos quentes, liberação da área para a demolição, demolição com remoção do entulho gerado, decapagem do terreno e possível liberação para uso irrestrito. Palavras chave: descomissionamento, beneficiamento de monazita. I. INTRODUÇÃO O primeiro processo de descomissionamento de uma instalação nuclear conduzido no Brasil está sendo realizado na Usina de Santo Amaro (USAM), localizada em São Paulo, cujas atividades de beneficiamento físico e químico das areias monazíticas foram paralisadas em junho de 1992, devido a problemas de natureza técnica e econômica para adequar a instalação às normas de proteção radiológica vigentes. Além disso, o bairro de Santo Amaro tornou-se densamente povoado, surgindo movimentos populares contra a existência de uma instalação, onde se dizia, absurdamente, que poderia ser produzida uma bomba atômica. O descomissionamento de uma instalação dessa natureza, proveniente de uma época em que os conceitos de radioproteção eram simplistas, levou a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) e a INB (Industrias Nucleares do Brasil) a adotar cuidados especiais nas medidas a serem tomadas. A CNEN, no cumprimento de suas atribuições legais, juntamente com o Ministério Público do Estado de São Paulo, acompanhou de forma criteriosa o processo, verificando as condições de radioproteção ocupacional, segurança e proteção radiológica ambiental nas atividades desenvolvidas pelo operador, fiscalizando os trabalhos, apresentando medidas corretivas e verificando a conformidade com os requisitos estabelecidos em norma. Foi exigida a apresentação de um plano de descomissionamento elaborado em função do objetivo de reintegração do local para uso irrestrito, garantindo a execução das atividades de modo seguro, eficiente, em tempo otimizado e levando em consideração os riscos radiológicos associados a esse processo. Esse plano foi continuamente revisado, observando-se fatores como impacto ambiental, estimativa de custos, modificações estruturais ou de sistemas e dados sobre áreas contaminadas, entre outros. Este trabalho tem por objetivo apresentar a fase final do descomissionamento, que inclui a demolição das estruturas, caracterização radiológica final e liberação da área para uso irrestrito. Os critérios de liberação de áreas fixados pela CNEN são bastante conservativos, visando garantir a não disseminação da contaminação para o meio ambiente.

2 II. AS DIFICULDADES INICIAIS Algumas dificuldades se mostraram evidentes, antes do início dos trabalhos na USAM: retirada dos materiais radioativos armazenados no local, a saber: concentrado de urânio e tório (torta II), torta de fosfato trissódico contaminada e mesotório; novo local adequado para esse armazenamento; desconhecimento oficial do histórico radiológico da instalação, uma vez que não estava previsto na legislação da época, tendo-se apenas informações de pessoas que ali trabalharam; prazo de 12 meses estabelecido em agosto de 1993, conforme acordo firmado com o Ministério Público do Estado de São Paulo, para a conclusão dos trabalhos de descomissionamento. A solução proposta e posteriormente aprovada pela CNEN, consistiu na transferência dos materiais radioativos armazenados e rejeitos gerados no processo de descomissionamento para um depósito de caráter temporário. Para este armazenamento foram utilizados galpões da INB, devidamente adaptados, situados em Interlagos, região industrial de São Paulo, uma vez que ainda não ficou decidido, em nível nacional, a deposição final de rejeitos radioativos. Em relação ao curto prazo estabelecido pelo Ministério Público, foi esclarecido pela CNEN que, no caso de instalações nucleares como a USAM, mais importante que o prazo é a segurança das atividades a serem desenvolvidas. No prazo de 12 meses seria impossível a realização dessa tarefa em condições seguras. Previu-se, então, um prazo mínimo de 36 meses, prorrogável, em função da execução dos trabalhos de descomissionamento. III. AS FASES DO DESCOMISSIONAMENTO O operador usou como estratégia dividir o processo em fases, com o objetivo de levantar parâmetros para a execução da desmontagem e descontaminação de áreas que, por suas condições radiológicas, apresentassem maiores riscos. A proposta da INB, aprovada pela CNEN, previu 3 fases distintas para o descomissionamento: 1 a Fase : monitoração e desativação de áreas administrativas e laboratórios, onde não eram processados materiais radioativos, bem como início do desmonte dos equipamentos de áreas não contaminadas, consideradas "livres"; 2 a Fase: triagem de materiais e equipamentos não contaminados, destinados a alienação; segregação dos materiais/equipamentos contaminados, em áreas controladas, para posterior descontaminação e avaliação; 3 a Fase: descontaminação, em sistema montado para esse fim, de equipamentos/peças, com a finalidade de reduzir o volume de rejeitos; preparação das edificações para a demolição, através de monitoração de pisos, paredes e tetos, com remoção de pontos contaminados; demolição total das edificações; remoção de camada do terreno e avaliação final do terreno, visando sua liberação para uso irrestrito. Todo o entulho proveniente da demolição das edificações são transferidos para um aterro sanitário, com o conhecimento da CETESB. As atividades desenvolvidas nas duas primeiras fases, bem como de parte da 3 a fase já foram objetos de outros trabalhos publicados, a saber: [1], [2] e [4]. IV. A FASE FINAL Com a conclusão dos trabalhos de desmonte dos equipamentos da Área de Tratamento Físico da Monazita (TFM) e da Área de Tratamento Químico da Monazita (TQM) em dezembro de 1997, iniciou-se a fase final do processo de descomissionamento, constante da 3 a Fase, sendo esta caracterizada pela demolição da parte de alvenaria da instalação, e dividida em três etapas [3],ver cronograma (tabela 1). A segunda etapa da demolição foi autorizada, com exceção das salas M12 e M13 do TFM, onde se processava cristalização de tório, por terem sido identificadas áreas de contaminação no solo. Como grande porção do piso e do solo foi removida, a sala M10 também passou a ser incluída na 3 a etapa, uma vez que sua permanência dá estabilidade ao sistema. Critério de caracterização radiológica. O seguinte critério está sendo utilizado para a caracterização radiológica do local, visando o processo de demolição[3]: a) os níveis de contaminação residual em pisos e paredes, transferível e/ou fixa, são avaliados através da análise de esfregaços, coletados a cada 4 metros quadrados, aproximadamente, e as varreduras são efetuadas com monitor portátil de contaminação dotado de sonda tipo "panqueca". Os níveis de contaminação nos telhados estão sendo avaliados numa amostragem de 3% do total. As telhas do TFM apresentaram somente pontos de contaminação no local da superposição. Por determinação da CNEN, essas telhas foram quebradas e liberadas para deposição em aterro sanitário. Ainda em relação a este item, a CNEN exigiu que o levantamento radiométrico na malha 4X4 fosse executado com um cintilômetro, uma vez que a sonda "panqueca", embora eficiente para a monitoração de superfície, não reflete a contaminação do solo sob o piso. b) as áreas que apresentam contaminação residual transferível são descontaminadas. As superfícies com contaminação fixa, dependendo das suas características físicas, podem ser raspadas para remoção da contaminação ou classificadas como rejeito radioativo. O resíduo removido será acondicionado em bombonas plásticas, os quais podem ser tratados como rejeitos radioativos, dependendo dos níveis de radiação apresentados.

3 TABELA 1 - Cronograma de implantação do processo de demolição da Usina de Santo Amaro. Período de 12/01 a 12/02/98 Período de 12/02 a 12/03/98 Período de 12/03 a 12/04/98 1 a ETAPA 2 a ETAPA 3 a ETAPA ÁREA VERDE ÁREA AZUL ÁREA VERMELHA laboratórios; depósitos almoxarifado da oficina; carpintaria; gerência de manutenção; mesotório lonas; estoque de torta II; cabine II; moagem; vestiários; caldeiras; lavanderia; torta II; administração; moagem STR; laboratório STR; ARSI (assessoria de radioproteção); gerência; cabine I; grupo gerador; almoxarifado. secagem I; produção de hidróxido de cério 90, sulfato duplo e oxidrato TR; secagem II; produção de óxido de TR; moagem da monazita; moagem da zirconita; cabine III; separação eletrostática e magnética; separação gravimétrica; moagem e classificação da zirconita; moagem da zirconita; residências; depósitos; evaporador de soda; concentração de cloreto TR; escritórios. tratamento químico da monazita; ataque alcalino da monazita e dissolução das TR; cristalização e embalagem de fosfato trissódico; lavagem de lonas; lavanderia; cabine IV; copa; sala de mestre. c) os níveis de contaminação do solo são avaliados mediante análises radiológicas de amostras coletadas na superfície e a um metro de profundidade, perfurando-se inicialmente um ponto a cada 36 m 2. Caso sejam detectados valores superiores aos limites derivados de contaminação, o Supervisor de Proteção Radiológica poderá aumentar o número de amostras, alterando a malha de coleta e a profundidade, com o objetivo de melhor delimitar a área contaminada. Em relação a este item a CNEN exigiu que a malha de 36 m 2 fosse alterada para 16 m 2. Demolição. Os trabalhos de demolição estão sendo realizados em partes, a saber: (i) a INB faz um levantamento radiométrico da área a ser demolida, removendo qualquer ponto quente encontrado, (ii) este levantamento é enviado a CNEN para avaliação e verificação "in loco" da conformidade dos dados apresentados, (iii) estando os dados em conformidade, a CNEN autoriza a demolição da área. A empresa demolidora somente iniciará os trabalhos após a INB receber autorização da CNEN. Esta autorização está condicionada a avaliação dos resultados do levantamento radiométrico. Uma vez que os valores obtidos comprovadamente estejam abaixo dos limites estabelecidos, a área será considerada "livre", podendo então ser demolida, não exigindo a implementação de qualquer medida de radioproteção ocupacional. Os equipamentos de proteção individual, como por exemplo máscaras contra poeira, são fornecidos pela empresa contratada, visando a segurança industrial dos seus empregados. A tabela 2 apresenta uma estimativa de geração de entulhos durante a demolição dos edifícios da USAM. Durante a execução do processo de demolição são coletadas amostras de ar nas áreas adjacentes à de demolição, situadas fora da cerca delimitatória, visando comprovar que esta atividade não provoca impacto radiológico na vizinhança. TABELA 2 - Estimativa de geração de entulho durante o processo de demolição. ETAPA Volume (m 3 ) Massa (toneladas) Primeira Segunda Terceira Com relação a remoção do solo, está previsto um volume de 9000 m 3, considerando a área do terreno de m 2 e a camada de 50 cm de solo a ser retirada corresponde a uma massa de aproximadamente toneladas.

4 FIGURA 1 Planta geral da USAM indicando as etapas de demolição após alterações. A atividade específica do entulho deve apresentar valor bem próximo daquele resultante da radiação natural, já que os "pontos quentes" de contaminação serão removidos. Por outro lado, a atividade específica do solo deve apresentar valores inferiores a 10 Bq/g, considerando as camadas de fração leve de monazita depositadas no pátio para assentamento de paralelepípedos e os pequenos níveis de contaminação do solo detectados em algumas áreas de processo industrial. O cronograma apresentado pela tabela 1 sofreu algumas alterações devido às exigências do órgão fiscalizador visando o cumprimento das normas de segurança, vide figura 1. Após a monitoração e remoção de pontos de contaminação encontrados, foram demolidas as edificações dos laboratórios e áreas administrativas. Concluindo a segunda etapa, foram demolidas as residências anexas à fábrica e os galpões laterais. As edificações do TFM foram também demolidas, após remoção de pontos contaminados. No mês de junho, foram concluídas a monitoração e a remoção de pontos quentes do TQM, prevendo-se uma inspeção da CNEN para avaliação das condições do local para que seja dada a autorização para a demolição. Atualmente, encontra-se em processo de avaliação na CNEN, a proposta enviada pela INB/SP (USAM) referente aos procedimentos para avaliação das condições do terreno visando a liberação irrestrita. O terreno poderá ser liberado se o nível de contaminação residual no solo não ultrapassar os limites de dose equivalente para indivíduos do público estabelecidos em norma da CNEN (1mSv/ano). [5]. ABSTRACT This paper presents the final stage of the first decommissioning process of a nuclear facility carried out in Brazil. This stage involves the conclusion of equipment decontamination, demolition of buildings, removal of

5 generated non-radioactive waste, scouring of the terrain and its possible release for unrestricted use. REFERÊNCIAS [1] Menezes, R.M., Deppe, A.L., Mouço,C., Ferreira, P.R., Mata, L.E., Nunes, M.E.C., Cardoso, E.M., Nouailhetas, Y., Descomissionamento de instalação nuclear: um caso brasileiro, Anais do VI Congresso Geral de Energia Nuclear, Rio de Janeiro,1996 [2] Silva, K.M., Menezes, R.M., Paiva, R.L.C., Cardoso, E.M., Noualhietas, Y., Critérios de radioproteção aplicados no descomissionamento da USAM, Anais da Conferência Internacional sobre o acidente Radiológico de Goiânia - 10 anos depois, outubro, [3] Rezende, D.A.O., Procedimento de proteção radiológica - PO-PR-27 - INB/SP :Demolição da Usina de Santo Amaro (USAM), dezembro, [4] Rezende, D.A.O., Teixeira, F., Oliveira. A.R.., Majdalani, S.A., Seixas, A. e Franca, R.N., The Decomissioning, Decontamination and Reutilization of Commercial and Government Facilities, Washington, 1996 [5] CNEN-NE Diretrizes Básicas de Radioproteção, Rio de Janeiro, 1988.

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