TECNOLOGIAS MÓVEIS COM CONEXÃO SEM FIO NA ESCOLA E A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TECNOLOGIAS MÓVEIS COM CONEXÃO SEM FIO NA ESCOLA E A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO"

Transcrição

1 TECNOLOGIAS MÓVEIS COM CONEXÃO SEM FIO NA ESCOLA E A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO George França dos Santos, Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, Marilene Andrade Ferreira Borges, Valdirene Gomes dos Santos de Jesus Universidade Federal do Tocantins, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Federal de Ouro Preto, Universidade Federal do Tocantins Resumo A busca de formas alternativas para uma organização do trabalho pedagógico na escola que dê conta da aquisição dos diferentes letramentos tem demando estudos e formação de professores para colocar as Tecnologias Móveis Sem Fio - TMSF a favor dos processos de ensino e de aprendizagem. Mas, como organizar o trabalho pedagógico na sala de aula, em outros espaços escolares e não escolares com a presença e uso dessas tecnologias? Como fazêlas parceiras para potencializar os processos de ensino e de aprendizagens? Esses são alguns questionamentos que levaram à pesquisa, a reflexão, a busca de alternativas para fazer da escola um espaço contemporâneo da sociedade do conhecimento, e nesse sentido compreender que é preciso ir além do currículo do lápis e do papel e da necessidade da utilização de um web currículo no cotidiano da escola. Iniciamos com uma breve revisão dos estudos que apontam a premência de incluir essas tecnologias no currículo, suas contribuições enquanto ferramentas cognitivas e a necessidade de saber utilizá-las, enquanto parte da cultura contemporânea. Em seguida, apresentamos um recorte do Projeto um Computador por Aluno - Fase 2 - e o Projeto UCA Formação Brasil utilizado para a qualificação e formação dos professores e gestores das 10 escolas do Tocantins que participaram do Projeto. Na sequência apresentamos os pressupostos teóricos e as evidências de uma nova forma de organização do trabalho pedagógico onde a intencionalidade, a dinâmica, os limites e as soluções, os resultados, as interlocuções e os desdobramentos apontam a sua existência desencadeada a partir da conectividade e da mobilidade dos laptops educacionais do Projeto UCA, que sem perder o rigor, tem aberto os espaços da escola para a alegria e o entretenimento, evidenciando que a construção e a sistematização de conhecimentos podem ser realizadas de forma colaborativa, cooperativa, prazerosa e digital. Palavras-chave: Educação, currículo, novas tecnologias, organização do trabalho pedagógico. Abstract The search for alternative ways for an organization of educational work in schools that accounts for the acquisition of different literacies, has sued studies and teacher training to put 961

2 the Wireless Mobile Technologies - WMT in favor of teaching and learning. But, how to organize the educational work in the classroom, other school and non school with the presence and use of these technologies? How to make them partners to enhance the teaching and learning? These are some questions that led to the research, reflection, looking for alternatives to make the school a contemporary of the knowledge society, and in that sense to understand that we must go beyond the curriculum of the pencil and paper and the need to use a web in the daily school curriculum. We begin with a brief review of studies that indicate the urgency of including these technologies in the curriculum, their contributions as cognitive tools and the need to learn to use them as part of contemporary culture. We then present an outline of a Computer per Student Project - Phase 2 - and the "Project Training Institute Brazil" used for the qualification and training of teachers and administrators from 10 schools who participated in the Tocantins Project. Following we present the theoretical and evidence of a new form of organization of educational work which intentionality, dynamic, limitations and solutions, results, dialogues and developments point to the existence triggered from the connectivity and mobility of laptops Educational Design Institute, without losing rigor, has open spaces of the school for joy and entertainment, showing that the construction and systematization of knowledge can be performed in a collaborative, cooperative, pleasant and digital. Keywords: Education, curriculum, new Technologies, pedagogical work organization. 1. INTRODUÇÃO Fazer parte da sociedade do conhecimento, no contexto atual, é pertencer a um grupo social que faz das Tecnologias Móveis Sem Fio - TMSF tablet, smartphone, netbook, Ipad, dentre outros artefatos tecnológicos móveis com conexão sem fio - um instrumento cotidiano de comunicação, informação e expressão; utiliza múltiplas linguagens e sabe conjugá-las para potencializar suas ideias, expressões orais, escritas ou hipertextuais; faz uso de aplicativos, softwares, conhecimento disponibilizado na rede para o seu próprio benefício e, se necessário, do outro; consegue utilizar essas tecnologias para sua autoformação, para trabalho; sente-se livre para ingressar ou não em redes sociais, comunidades virtuais com as quais se identifica, dentre outras considerações. Sabemos, no entanto, que para utilizá-las faz-se necessário a aquisição de novas competências, habilidades que na sua grande maioria não são trabalhadas na escola, de modo especial na educação básica. Neste trabalho os termos Tecnologias Móveis, Tecnologias Sem Fio são utilizados com os seguintes significados: Tecnologias Móveis (mobile), onde a mobilidade está relacionado com portabilidade, isto é, a capacidade de se levar para qualquer lugar a tecnologia; Tecnologias Sem Fio (Wireless) são tecnologias de informação e 962

3 comunicação que envolve o uso de dispositivos conectados a uma rede ou a outro aparelho por links de comunicação sem fio (Saccol; Reinhard, 2007). A presença dessas tecnologias nas escolas tem provocado inúmeros questionamentos, desafios, reflexões dos profissionais que ali trabalham, sobre a necessidade de repensar a organização do trabalho pedagógico e a gestão tanto da sala de aula, como nos demais espaços escolares e não escolares que dê conta das demandas dos alunos e também dos professores, uma vez que a grande maioria deles não teve a oportunidade de conhecê-las e utilizá-las na sua formação acadêmica, fragilizando assim o exercício das funções de docente para serem contemporâneos dessa sociedade cada vez mais digital. O questionamento que fazemos é: como organizar o trabalho pedagógico na sala de aula, em outros espaços escolares e não escolares com a presença e uso dessas tecnologias? Como fazê-las parceiras para potencializar os processos de ensino e de aprendizagens? Estes são alguns questionamentos que nos impulsionam a pesquisa, a reflexão e a busca de alternativas. 2. A PRESENÇA DAS TMSF NA ESCOLA: ESPAÇO PARA RESSIGNIFICAÇÃO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, de 13 de julho de 2010, prevê o uso pedagógico das Tecnologias Digitais da Informação Comunicação - TDIC, consequentemente, das Tecnologias Móveis Sem Fio - TMSF e sua inserção no currículo. Ações políticas que buscam assegurar a presença das tecnologias digitais no currículo, abrindo espaços para a concepção de rede, e de mobilidade; essenciais para se compreender a configuração do currículo da cultura digital; e, ao mesmo tempo, aponta a premência da ressignificação das práticas pedagógicas realizadas pelos professores em salas de aula. Segundo Valente (2007), é necessário que o sujeito saiba utilizar as tecnologias digitais uma vez que já fazem parte da nossa cultura e estão presentes no nosso cotidiano. Argumenta que, da mesma forma que adquirimos a tecnologia da escrita, é preciso, também, adquirir as tecnologias digitais, tendo em vista que elas possibilitarão a criação de novas formas de expressão e comunicação, como, por exemplo: a criação e uso de imagens, sons, animação e a combinação dessas modalidades. Ressalta que, 963

4 para utilizá-las, é necessário desenvolver diferentes habilidades que permitirão a aquisição de diferentes tipos de letramentos, como: digital (uso das tecnologias digitais), visual (uso das imagens), sonoro (uso de sons), informacional (busca crítica da informação). Esses letramentos precisam ser trabalhados no campo educacional, para que educadores e alunos possam se familiarizar com os novos recursos digitais e, assim, informar-se, comunicar-se e expressar-se usando as novas modalidades de comunicação, como: processador de texto, internet, web, , bate-papo, lista de discussão, hipertexto, blog, vídeo blog. Ele sinaliza que a aquisição dessas habilidades está associada a conhecimentos, e que habilidades/ conhecimentos vão sendo adquiridos pelo sujeito na proporção em que ele vai se apropriando das tecnologias digitais até atingir o letramento. De acordo com Almeida e Valente (2011) os estudos de Weston e Bain (2010) propõem que as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação - TDIC não sejam vistas como ferramentas tecnológicas, mas como ferramentas cognitivas, capazes de expandir a capacidade intelectual de seus usuários (p.71). No caso da escola, que elas sejam utilizadas para potencializar os processos de ensino e de aprendizagem junto aos alunos, na perspectiva de uma inovação educacional que abrangeria aspectos didáticos, pedagógicos, como por exemplo, uma proposta de uma educação baseada em problemas, trabalho com temas geradores ou projetos. Ao trabalhar com projetos a escola criaria situações concretas e oportunidades para o aluno colocar conhecimentos em uso e não ser ensinado sobre conteúdos, permitindo-lhe tornar significativo o conceito que está sendo trabalhado. Os autores apontam que nesse contexto as TDIC podem ser utilizadas enquanto ferramentas cognitivas, auxiliando tanto o professor quanto o aluno. Em relação ao aluno, elas podem: ajudar na busca de informações; na elaboração dos cálculos que o aluno precisa; facilitar de forma eficiente a comunicação, a troca de ideias entre os colegas e com o especialista; auxiliar no processo de representação e explicitação do raciocínio, dos conceitos, estratégias que estão sendo utilizadas. E nesse sentido elas executam este raciocínio na proporção que apresentam o resultado do que foi solicitado à máquina em termos da representação e explicitação das ações que o aluno define como parte do processo de resolver um problema ou um projeto (Valente, 2002b, p.73), e que ao apresentar os resultados, isto favoreceria a reflexão 964

5 possibilitando ao aluno confrontar os resultados com suas ideias originais, caso os resultados obtidos não sejam os esperados, é possível alterar a representação das ideias, depurando-as. Em relação ao professor as TDIC, consequentemente as TMDF, podem auxiliar no seu trabalho, no sentido de uma certificação ou realinhamento do projeto do aluno, ou seja, ao ver os resultados expressos pelas máquinas o aluno observar quais aspectos da resolução do problema ou do projeto foram realizadas corretamente e o que ainda necessita ser melhorado (Almeida; Valente, p.74). Deixa claro que a intervenção do professor é fundamental nos momentos em que o aluno não consegue avançar, ou nos momentos que precisa ser desafiado a procurar novas situações e, assim, ter chance de dar saltos de qualidade no seu trabalho (Almeida; Valente, p.74). Ainda segundo esses autores implantar as TDIC nas escolas é um processo muito maior que simplesmente prover acesso à tecnologia e automatizar práticas educacionais. Elas precisam estar inseridas, integradas aos processos educacionais, agregando valor à atividade que o aluno ou o professor realiza (Almeida; Valente, p.74). 3. PROJETO UM COMPUTADOR POR ALUNO- FASE 2 Em 2010 o Projeto um Computador por Aluno - iniciou sua fase II, denominada Piloto com a participação de 300 escolas públicas no país, sendo 10 escolas em cada estado da federação e quatro municípios nos quais todas as escolas receberam laptops com características especiais de hardware e software para uso em educação, denominado de laptop educacional que permite a portabilidade, interoperabilidade, acessibilidade, conectividade, imersão e mobilidade e utiliza o sistema operacional Linux. Eles foram distribuídos na proporção de um computador para cada aluno, isto é, um por um (um computador por aluno). Para a qualificação dos professores e gestores nas escolas contempladas com o projeto utilizou-se o Projeto UCA Formação Brasil que dentre seus objetivos busca criar e socializar novas formas de utilização das tecnologias digitais nas escolas públicas brasileiras para ampliar o processo de inclusão digital escolar e promover o uso pedagógico das tecnologias de informação e comunicação (Brasil, 2009, p. 01). No estado do Tocantins o processo de formação foi desenvolvido a partir de uma rede formada por professores pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica de São 965

6 Paulo PUC/SP, que compõe a IES Global, por professores formadores da Universidade Federal do Tocantins que é a IES Local em parceria com professores formadores e tutores das Secretarias de Educação Estadual e Municipais. Para a implantação e implementação do processo de formação a equipe utilizou de várias estratégias para a realização das ações, tais como: Criação da coordenação do UCA na escola; criação do aluno monitor; Formação em rede, articulando as instâncias: IES local, IES GLOBAL, SEDUC E ESCOLA. Reuniões virtuais via Skype; Criação da Comunidade de Gestão da Formação no ambiente virtual e-proinfo, numa perspectiva colaborativa de discussão; Encontros presenciais; Seminários regionais e o I SEMINÁRIO ESTADUAL PROGRAMA UCA TOCANTINS: práticas pedagógicas com uso do laptop educacional, Palmas TO, com a participação dos cursistas das 10 escolas contempladas; definimos como meta a elaboração de pôsteres/artigos para socialização dos resultados das práticas com uso do laptop na escola. O processo de formação qualificou 212 profissionais da educação entre professores, gestores e especialistas em educação. 4. ESPAÇOS ESCOLARES E NÃO ESCOLARES MEDIADOS PELAS TMSF: UMA NOVA FORMA DE ORGANIZAR O TRABALHO PEDAGÓGICO O trabalho pedagógico, num sentido amplo, é entendido como trabalho efetivo desenvolvido por todos os profissionais que atuam na escola, como as ideias e as ações que permeiam o Projeto Político Pedagógico PPP; e, no sentido mais restrito, é aquele desenvolvido pelo professor com seus alunos no interior da sala de aula (Villas Boas, 2004; Freitas, 1995). É preciso compreender que esses dois trabalhos fazem parte de um todo e que as implicações de um podem afetar o outro. Buscando alternativas para fazer da sala de aula, dos espaços escolares e não escolares, os espaços com múltiplas zonas de desenvolvimento proximal (Vigotsky, 1984) para alunos, os professores e gestores participantes do Projeto UCA, tendo proposta de formação o documento Formação Brasil e participantes da ação 3 dessa proposta que é o Curso de Formação da Escola, que objetiva preparar a equipe de professores e gestores das escolas para o uso pedagógico inovador das tecnologias digitais, na perspectiva de estruturar redes de cooperação e para isso utilizam em sua grande maioria uma forma diferente de organização do trabalho pedagógico. 966

7 Essa forma está presente em algumas salas de aula, nos projetos desenvolvidos ou em desenvolvimento, onde a construção do conhecimento mediado pelas tecnologias se faz em processos expressivos a partir da interação entre pares e entre alunos e professores mediados pelas tecnologias móveis, aqui representadas pelos laptops educacionais. Os professores, ao planejarem suas ações (aulas, projetos, atividades curriculares) a serem desenvolvidas com os alunos levam em conta: a intencionalidade, a dinâmica, os limites e soluções, os resultados, as interlocuções e os desdobramentos (Borges; França, 2011). O conceito de intencionalidade vem sendo discutido por vários filósofos e educadores com abordagens diferentes, porém, elas convergem quando vinculam a intencionalidade à consciência. Husserl (1859/ 1938) considerado o pai da fenomenologia, apresenta a intencionalidade, como um ato intencional que está relacionado a nossa consciência, onde tudo que existe está na relação entre os objetos e a consciência do sujeito. A consciência é sempre a consciência de alguma coisa e o objeto é sempre para uma consciência. Sem essa relação consciência - objeto não haveria nem consciência nem objeto (Silva, p. 48). Segundo Freire (2002, p. 171) toda consciência é sempre consciência de algo, a que se intenciona, nesse sentido a intencionalidade, também estaria ligada a consciência ao processo de conscientização. Considera que o homem é um ser de relações, o homem está no mundo e com o mundo (Freire, 1979, p. 30). Aponta como características desta relação a reflexão sobre esse mesmo ato, onde existe uma reflexão do homem frente à realidade. E que ao compreendê-la seria capaz de levantar hipóteses e buscar soluções para transformá-la. Quando buscamos a intencionalidade, enquanto um processo consciente que permeia as práticas pedagógicas, na organização do trabalho docente e discente há teóricos que apontam a intencionalidade pedagógica como uma forma de organizar a aula de maneira consciente, planejada, criativa e capaz de produzir um efeito positivo na aprendizagem do aluno a intencionalidade pedagógica como sendo toda a ação consciente, planejada e executada pelo professo/ educador, acomodada dentro do cenário pedagógico, determinado como espaço relacional dos que ensinam e dos que aprendem, afirma que ao organizar o trabalho pedagógico, o professor o faz conscientemente (Negri, 2010). 967

8 No desenvolvimento das práticas pedagógicas, com o uso das TMSF vamos encontrar a intencionalidade alicerçada nos conceitos que ligam a intencionalidade à consciência, ao nível de conscientização do professor e do aluno. Em relação ao professor podemos citar a consciência dele no que se refere aos objetos de seu trabalho, à sua função de educador, aos saberes docentes (Freire, 2003), aos saberes das disciplinas, curriculares, profissionais e da experiência (Tardif, 2002), às competências e habilidades que ele deve trabalhar com seus alunos, para que eles possam ir além do currículo prescrito, e que alicerçados no conhecimento possam compreender o seu contexto, refletir sua realidade, estabelecer relações, e sentirem-se capazes de buscar o novo, de propor mudanças, de construir, desconstruir, reconstruir verdades, ainda que provisórias. (Almeida; Valente, 2011). Em relação ao aluno a coautoria do trabalho a ser realizado, o movimento da teoria a prática e vice-versa, o desafio, a motivação para novas descobertas, o desenvolvimento de atitudes pró-ativas a favor do próprio processo de aprendizagem. Nesta perspectiva, a intencionalidade se configura como um conjunto de intenções, conscientemente pensadas pelo professor ao planejar os conteúdos da disciplina. Intenções que ao serem discutidas, acordadas com os alunos vão se materializando em ações, propostas para serem desenvolvidas num determinado período de tempo (hora/ aula, projetos, seminários, oficinas etc.), onde o professor e alunos, num processo de coautoria, definem as ações a serem desenvolvidas pelos alunos, para que eles partam rumo à construção, aquisição de novos conhecimentos. A intencionalidade também estaria ligada ao emocional, à capacidade de comunicação, de mobilização do professor para se envolver e promover o envolvimento dos alunos no trabalho. Dinâmica é uma forma planejada para colocar em prática o que foi coletivamente acordado pelo grupo (professor e alunos). Ela vem na perspectiva da organização do grupo (número de participantes, uso dos recursos multimídias, do apoio técnicopedagógico e de infraestrutura) para desenvolver o trabalho. Está ligada à capacidade de o professor gerar um ambiente construcionista de aprendizagens que tenha por base o diálogo (Valente, 2002), em que o professor, numa perspectiva crítica e curiosa (Freire, 1997), faz perguntas para descobrir os níveis iniciais de compreensão dos alunos, buscando encorajá-los a levantar suas próprias questões, resolver os problemas postos. Ainda, ao preparo das atividades, dos endereços virtuais, dos sites, 968

9 dos bancos de dados, dos níveis de apropriação das tecnologias, da organização dos tempos e dos espaços, da potencionalização das zonas de desenvolvimento proximal (Vigotsky, 1984) do nível de exigência da atividade, da navegação na rede, do conhecimento das ferramentas digitais e das intenções das atividades. Limites e soluções são dificuldades, entraves que surgem no decorrer do processo de desenvolvimento do conteúdo do projeto. São vistos não como um fim, que encerra uma etapa, mas como um ponto de partida. Os limites são analisados na perspectiva das soluções não só para resolver o problema, mas também para superá-los na busca de novas possibilidades. As soluções são encontradas individualmente ou no coletivo do grupo, seja para resolver problemas técnicos, metodológicos ou de infraestrutura. Resultados são feitos, conclusões parciais ou finais do processo de desenvolvimento e sistematização dos conteúdos abordados. São processos que se compõem a partir do empenho individual e/ ou com a participação dos pares, do professor ou de outro mais capaz (Vigotsky, 1984). Os resultados podem ser expressos em várias linguagens, de diferentes modos e em distintos lugares. Há uma flexibilização que exige mais do professor nas formas diversas de avaliar. O resultado não é visto enquanto um dado final, mas um novo ponto de partida para a construção de novos conhecimentos, um ponto que se abre a múltiplos vértices, possibilitando aos alunos e ao professor novas conexões, novos nós numa rede que se forma, novas espirais de aprendizagens que seguem rumo a novas voltas (Valente, 2002), implicando, dessa forma, processos permanentes de autoavaliação e avaliação formativa. Interlocução significa os vários níveis de comunicação realizados entre os sujeitos envolvidos no trabalho, no âmbito das várias disciplinas do currículo escolar e/ ou áreas de conhecimento. Interlocuções que se materializam em ações, projetos que são desenvolvidas de forma inter e transdisciplinares. Desdobramento é aquilo que não estava previsto, que emergiu (Morin, 1998) no decorrer do trabalho. Ele pode ocorrer durante ou ao final do trabalho realizado. É preciso estar atento aos vínculos estabelecidos pelo aluno que podem ser potencializados. O desdobramento pode gerar outras ações/ projetos que não estavam previstos, mas que emergiram pela manifestação de interesses, descobertas, produções dos alunos e dos professores. 969

10 A partir das práticas pedagógicas com o uso do laptop educacional do Projeto UCA realizadas pelos professores que participara como cursistas do Projeto UCA Formação Brasil Curso Formação da Escola / TO, identificamos nos trabalhos realizados e apresentados pelos professores elementos que ilustram essa forma nova de organização do trabalho pedagógico em espaços escolares e não escolares. Os dados foram extraídos das apresentações realizadas pelas escolas durante o I Seminário Estadual Programa UCA Tocantins: práticas pedagógicas com uso do laptop educacional, no qual foram apresentados 52 trabalhos em formato de pôsteres que representam as experiências de sucesso desenvolvidas nas escolas com o uso do laptop educacional. A figura abaixo é um dos pôsteres apresentado pelos professores da Escola Estadual Joca Costa do município de Dianópolis no estado do Tocantins Brasil, no Iº Seminário Estadual Programa Um Computador por Aluno UCA Tocantins: práticas pedagógicas com uso do laptop educacional e ilustra como os professores têm organizado o trabalho para desenvolver os conteúdos curriculares. 970

11 Figura 1: Pôster Degradação do meio ambiente: destino do lixo em Dianópolis Fonte: I Seminário Estadual Programa UCA Tocantins: práticas pedagógicas com uso do laptop educacional Numa análise do trabalho apresentado Degradação do meio ambiente: destino do lixo de Dianópolis podemos pontuar que: trata-se de um projeto, interdisciplinar, 971

12 realizado na escola com a participação de vários professores e alunos, desenvolvido num determinado período de tempo, com ampliação e diversificação dos tempos e espaços curriculares, conjuga momentos realizados em espaços escolares e não escolares, explora novos letramentos imagéticos, sonoro, visual, informacional (Valente, 2007) e valoriza o trabalho em equipe. A Intencionalidade compreende a importância da preservação do meio ambiente, contribuindo com a mudança de postura diante da nossa realidade vai além do cumprimento do currículo prescrito, os alunos partem para o desvelamento da realidade, buscando compreendê-la para atuar, transformando-a (Freire, 2002). Um trabalho que se efetiva a partir do processo de conscientização do professor, dos alunos e da comunidade escolar rejeitando a concepção de conhecimento que toma a realidade como algo estável, pronto e acabado (Brasil, p. 5). O conhecimento é trabalhado visando uma mudança de comportamento que beneficia não só o indivíduo, mas também o seu grupo social. A Dinâmica aponta as estratégias utilizadas para viabilizar a execução do projeto. Do contexto local os alunos partem para o mundo globalizado realizando novas leituras numa linguagem hipermidiática possibilitada pela navegação na rede. Foi realizado um levantamento da vivência dos alunos sobre o armazenamento do lixo em suas casas e qual o destino dado a ele. Sequencialmente pesquisaram na internet o tema trabalhado, observando as causas e consequências prejudiciais com o mau uso, bem como a sua relação com o agravante efeito estufa. Realizou se palestras com o intuito de reforçar o conteúdo e sensibilizar a comunidade escolar a desenvolver boas atitudes com relação ao meio ambiente. (Pôster Degradação do meio ambiente: destino do lixo em Dianópolis, 2011) A Interlocução é realizada com outros conteúdos do currículo, num trabalho interdisciplinar. O trabalho permitiu uma interlocução com os conteúdos das seguintes disciplinas: Ciências - Coleta seletiva do lixo; 972

13 Português - Leitura e interpretação de texto, Geografia - Degradação do meio ambiente; Matemática - Situação problema envolvendo as quatro operações; Artes - Produção teatral, confecção de materiais recicláveis (Pôster Degradação do meio ambiente: destino do lixo em Dianópolis, 2011) Os Resultados são apresentados como positivos evidenciando uma mudança de comportamento no campo pessoal e no campo coletivo. Diante do trabalho realizado percebeu-se que os alunos demonstraram atitudes de preservar o meio ambiente, realizando coleta seletiva de lixo no espaço do seu convívio e alertando as pessoas quanto a esse cuidado. Fica evidente o uso do conhecimento, num exercício que vai da teoria à prática e vice-versa. Desdobramentos. Aqui não fica muito claro o que foi feito com os filmes que os alunos realizaram. Os alunos realizaram uma filmagem pelos arredores da escola, observando a postura dos moradores em jogar lixo nas ruas, sabendo que existe um lugar apropriado para isso. Foi visitado o lixão da cidade e nesse momento foi feita uma entrevista com os funcionários da empresa que faz a coleta do lixo, que explicaram para a turma como acontece o tratamento do lixo recolhido e o seu destino (Pôster Degradação do meio ambiente: destino do lixo em Dianópolis, 2011) 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A busca de formas alternativas para a organização do trabalho pedagógico na escola que dê conta da aquisição dos diferentes letramentos (Valente, 2007) tem demando estudos e formação dos professores para colocar as tecnologias digitais a favor dos processos de ensino e de aprendizagem, promover a inclusão digital de alunos e professores e a reconstrução do currículo na prática social entre alunos e professores com a integração das tecnologias (Almeida; Valente, 2011) É preciso privilegiar processos de formação que permitam o movimento teoria à prática e vice-versa, levando o professor a perder o medo da ousadia, a olhar para suas próprias práticas, 973

14 desconstruí-las e construí-las a favor dos alunos, pois é preciso compreender a necessidade de ir além do currículo do lápis e do papel (Almeida e Valente, 2011) utilizado para representar e explicitar os conhecimentos dos alunos e, nesse sentido, fazer das TMSF parceiras para construção da educação desse tempo, utilizá-las para a criação de espaços escolares integrados com a sociedade digital. Se não podemos negá-las nem negligenciá-las é preciso delas nos apropriarmos (Borges, 2009) para fazer os espaços escolares contemporâneos dessa sociedade cada vez mais digital e sem perder o rigor (FREIRE, 1997), fazer dos espaços da escola espaços para a alegria e o entretenimento, evidenciando que a construção e a sistematização de conhecimentos possam ser realizadas de forma colaborativa, cooperativa e prazerosa. REFERÊNCIAS Almeida, M. E. (14 de Setembro de 2010). 3º Encontro sobre Laptops na Educação. 3º Encontro sobre Laptops na Educação, Escola Politécnica da USP. São Paulo, São Paulo, Brasil: EDUSP. Almeida, M. E., & Valente, J. A. (2011). Tecnologias e Currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? (1ª ed.). São Paulo, São Paulo, Brasil: Paulus. Boas, B. M. (2005). Avaliação e Trabalho Pedagógico. Campinas, São Paulo, Brasil: Papirus. Borges, M. A. (2009). Apropriação das tecnologias de informação e comunicação pelos gestores educacionais. Tese (Doutorado em Educação - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), São Paulo. Borges, M. A. (2009). Apropriação das tecnologias de informação e comunicação pelos gestores educacionais. Apropriação das tecnologias de informação e comunicação pelos gestores educacionais, p

15 Educação, M. d. (2010). Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para Educação Básica. Brasília, Distrito Federal, Brasil. Educação, M. d. (2009). Uca: Projeto um computador por aluno. Uca: Projeto um computador por aluno. Brasília, Distrito Federal, Brasil. Educação, M. d. (2009). Uca: Projeto um computador por aluno. Uca: Projeto um computador por aluno. Brasília, Distrito Federal, Brasil. Feire, P. (1971). Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil: Paz e Terra. Feire, P. (1993). Política e Educação: ensaios. São Paulo, São Paulo, Brasil: Cortez. Freire, P. (1997). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, São Paulo, Brasil: Paz e Terra. Freitas, L. C. (1994). Critica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Critica da organização do trabalho pedagógico e da didática, p Husserl, E. (2001). Meditações cartesianas: introdução à fenomenologia. São Paulo, São Paulo, Brasil: Madras. Morin, E. (1998). Complexidade e Liberdade. Complexidade e Liberdade, 7. São Paulo, São Paulo, Brasil: Associação Palas Atenas - Ensaios Thot - Instituto de Estudos de Complexidade e Pensamento Sistémico - mplexidade/morin. Negri, P. S. (2012 de Janeiro de 2012). A intencionalidade pedagógica como estratégia de ensino. A intencionalidade pedagógica como estratégia de ensino,

16 Londrina, Paraná, Brasil: Catalogação na publicação elaborada pela Divisão de Processos Técnicos da Biblioteca Central da Universidade Estadual de Londrina. Saccol, A. Z., & Reinhard, N. (2007). Tecnologias de Informação Móveis, Sem Fio e Ubíquas: Definições, Estado-da-Arte e Oportunidades de Pesquisa. Revista de Administração Contemporânea, 11 (04), 24. Santos, G. F., & Borges, M. A. (2011). O uso do laptop na sala de aula: uma nova forma de organização do trabalho pedagógico. InterSciencePlace, 1 (19), 14. Silva, M. d. (2009). intencionalidade da consciência em Husserl. Revista de Filosofia (1), 9. Stegmuller, W. (1997). A Filosofia contemporânea: introdução crítica. São Paulo, São Paulo, Brasil: Epu. Tardif, M. (2002). Saberes docentes e formação profissional. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil. Valente, J. A. (2002). A Espiral da aprendizagem e as tecnologias da informação e comunicação: repensando conceitos. São Paulo, São Paulo, Brasil: Casa do Psicólogo. Valente, J. A. (2007). As Tecnologias digitais e os diferentes letramentos. Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil: Revista Pátio. Vygotsky, L. S. (1984). A Formação Social da Mente. São Paulo, São Paulo, Brasil: Martins Fontes. 976

CRIANDO POSSIBILIDADES PARA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM O USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS: O CURRÍCULO E AS TDIC

CRIANDO POSSIBILIDADES PARA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM O USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS: O CURRÍCULO E AS TDIC CRIANDO POSSIBILIDADES PARA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS COM O USO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS: O CURRÍCULO E AS TDIC Ouro Preto/ 05/2014 Biancca Nardelli Schenatz Universidade Federal de Ouro Preto biancca@cead.ufop.br

Leia mais

O USO DO LAPTOP NA SALA DE AULA: UMA NOVA FORMA DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO

O USO DO LAPTOP NA SALA DE AULA: UMA NOVA FORMA DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Edição 19, volume 1, artigo nº 2, Outubro/Dezembro 2011 D.O.I: http://dx.doi.org/10.6020/1679-9844/1902 O USO DO LAPTOP NA SALA DE AULA: UMA NOVA FORMA DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO Marilene Andrade

Leia mais

1ª Oficina - 2013 Curso 4

1ª Oficina - 2013 Curso 4 1ª Oficina - 2013 Curso 4 1ª Oficina - 2013 Curso 4 Bem-vindo ao curso de formação de Professores do Programa Um Computador por Aluno PROUCA Iniciamos o nosso curso de formação desenvolvendo a 1ª Oficina

Leia mais

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola

PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL. Proposta de operacionalização. Formação dos professores na escola Ministério da Educação Secretaria de Educação a Distância Projeto Um Computador por Aluno PROJETO UCA: FORMAÇÃO BRASIL Proposta de operacionalização Formação dos professores na escola Outubro, 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AULAS DE MATEMÁTICA: INTEGRAÇÃO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ENSINO DE ÁLGEBRA

PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AULAS DE MATEMÁTICA: INTEGRAÇÃO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ENSINO DE ÁLGEBRA PRÁTICA PEDAGÓGICA EM AULAS DE MATEMÁTICA: INTEGRAÇÃO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ENSINO DE ÁLGEBRA Fernanda Elisbão Silva de Souza Mestranda da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS, fernanda.elisbao@gmail.com

Leia mais

Recensão bibliográfica Maio de 2012

Recensão bibliográfica Maio de 2012 Educação, Formação & Tecnologias (maio, 2012), 5 (1), 84 88 Recensão bibliográfica Maio de 2012 Almeida, M. E. B. & Prado, M. E. B. B. (orgs.) (2011). O computador portátil na escola: mudanças e desafios

Leia mais

IMPACTOS INICIAIS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E GESTORES PARA O USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS

IMPACTOS INICIAIS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E GESTORES PARA O USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS IMPACTOS INICIAIS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E GESTORES PARA O USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS Marilene Andrade Ferreira Borges Universidade Federal do Tocantins marilene@uft.edu.br George

Leia mais

Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio

Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio Uso da Lousa Digital em Aulas de Matemática: um estudo com professores do Ensino Médio João Victor Maceno Lacerda 1 GD6 Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação à Distância Resumo: Neste

Leia mais

Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories?

Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories? Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories? Katia Alexandra de Godoi e Silva* * Doutora em Educação: Currículo, na

Leia mais

Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores

Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores Tecnologias Digitais e Educação a Distância: letramento digital e formação de professores Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado Universidade Federal de Alagoas Conteúdos Cenário das práticas pedagógicas

Leia mais

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas

Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Educação a distância: os ambientes virtuais e algumas possibilidades pedagógicas Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Nos últimos anos, a educação a distância via telemática ganhou uma nova dimensão,

Leia mais

Educação virtual em Freire:

Educação virtual em Freire: Educação virtual em Freire: autonomia na relação alunoprofessor Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida Bethalmeida@pucsp.br Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo Departamento de Ciência da Computação

Leia mais

INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS

INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS INTERNET COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA PARA O PROFESSOR DE INGLÊS R E S U M O Ana Paula Domingos Baladeli * Anair Altoé ** O presente trabalho é um recorte da análise de dados realizada em pesquisa de Mestrado

Leia mais

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D Luzivone Lopes GOMES UEPB luzivone@gmail.com Filomena Mª Gonçalves da Silva Cordeiro Moita - UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Resumo. 1 - Introdução

Resumo. 1 - Introdução Este artigo, disponível em http://www.nied.unicamp.br/oea/, refere-se ao curso de construção de páginas para a Internet desenvolvida para professores, realizado por pesquisadores da PUCSP em 2000, junto

Leia mais

Portal de conteúdos Linha Direta

Portal de conteúdos Linha Direta Portal de conteúdos Linha Direta Tecnologias Educacionais PROMOVEM SÃO Ferramentas Recursos USADAS EM SALA DE AULA PARA APRENDIZADO SÃO: Facilitadoras Incentivadoras SERVEM Necessárias Pesquisa Facilitar

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano XII Número 24 Julho de 2014 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano XII Número 24 Julho de 2014 Periódicos Semestral CURRÍCULO E CONHECIMENTO ESCOLAR: O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇAO INFANTIL Amanda Aparecida ALVES 1 Marta Fresneda TOMÉ 2 RESUMO Esta pesquisa investiga questões relacionadas ao currículo suas teorizações

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de Alagoas Conteúdos

Leia mais

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC

A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica articulada com integração das TIC ALVES,S.S.S 1 A Inclusão escolar do aluno com deficiência intelectual e a mediação pedagógica

Leia mais

Saberes da Docência Online

Saberes da Docência Online Saberes da Docência Online Edméa Santos Professora do PROPED-Faculdade de Educação da UERJ E-mail: mea2@uol.com.br Web-site: http://www.docenciaonline.pro.br/moodle http://www.proped..pro.br/moodle Fones

Leia mais

ANÁLISE INICIAL DA RECONTEXTUALIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR POR MEIO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL EM SALA DE AULA

ANÁLISE INICIAL DA RECONTEXTUALIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR POR MEIO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL EM SALA DE AULA ANÁLISE INICIAL DA RECONTEXTUALIZAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR POR MEIO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL EM SALA DE AULA Katia Alexandra de Godoi, Flaviana dos Santos Silva Pontificia Universidade

Leia mais

Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento

Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento Tecnologia na escola: criação de redes de conhecimento Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida O uso da tecnologia de informação e comunicação TIC - na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA

IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA IMERSÃO TECNOLÓGICA DE PROFESSORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO CONTINUADA MEDIADA POR AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA QUARESMA, Cíndia Rosa Toniazzo 1 Palavras-chave: Formação de Professores,

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA Tema debatido na série Integração de tecnologias, linguagens e representações, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 2 a 6 de maio de 2005 (Programa 1) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS E A RECONSTRUÇÃO

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA SANTOS, Suara Macedo dos 1 - UFPE Grupo de Trabalho Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo O trabalho apresentado resulta

Leia mais

LINGUAGEM LOGO E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

LINGUAGEM LOGO E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LINGUAGEM LOGO E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Resumo POCRIFKA, Dagmar Heil - SME dpocrifka@sme.curitiba.pr.gov.br SANTOS, Taís Wojciechowski SME taissantos@sme.curitiba.pr.gov.br Eixo Temático: Comunicação

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 PORTAL DO FÓRUM GOIANO DE EJA: INTERAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL Danielly Cardoso da Silva Karla Murielly Lôpo Leite Maria Emília de Castro Rodrigues O presente texto tem por objetivo apresentar

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Lygia de Assis Silva Sérgio Paulino Abranches Universidade Federal de Pernambuco lygia1@hotmail.com/ Este

Leia mais

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática

As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática As Novas Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação Inicial do Professor de Matemática Rosangela Ferreira Prestes Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões DECET 1 / GEMEP

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Educação, Tecnologias e Formação de Professores

Educação, Tecnologias e Formação de Professores Educação, Tecnologias e Formação de Professores Luís Paulo Leopoldo Mercado Universidade Federal de Alagoas Coordenadoria Institucional de Educação a Distância Universidade Aberta do Brasil Aula Inaugural

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação

Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Mudanças de atitudes e de concepções e o papel das tecnologias da informação e comunicação Lígia Cristina Bada Rubim [ligiarubim@uol.com.br] Maria Elisabette Brisola Brito Prado [beprado@terra.com.br]

Leia mais

A Pedagogia Ontopsicológica na formação do aluno como um ser responsável de sua aprendizagem

A Pedagogia Ontopsicológica na formação do aluno como um ser responsável de sua aprendizagem A Pedagogia Ontopsicológica na formação do aluno como um ser responsável de sua aprendizagem Estela Maris Giordani Universidade Federal de Santa Maria / Faculdade Antonio Meneghetti estela@pesquisador.cnpq.br

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A FORMAÇÃO SEMIPRESENCIAL DOS EDUCADORES PARA INSERÇÃO DO LAPTOP EDUCACIONAL AO CURRÍCULO DAS

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores ALFABELETRAR: REFLEXÃO SOBRE O ENSINO DE MATEMÁTICA VIA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA FORMAÇÃO

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 70 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O USO DE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Rita de Cássia Viegas dos Santos

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA

AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA ISSN 2316-7785 AÇÕES DO PROGRAMA ARTE E MATEMÁTICA: POSSIBILIDADES INTERDISCIPLINARES NA EDUCAÇÃO BÁSICA Resumo Tiago Dziekaniak Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande FURG tiago@furg.br José Alexandre

Leia mais

Programa do Curso. Cultura da mobilidade e Educação: desvendando possibilidades pedagógicas

Programa do Curso. Cultura da mobilidade e Educação: desvendando possibilidades pedagógicas UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS I MESTRADO EM EDUCAÇÃO E CONTEMPORANEIDADE LINHA DE PESQUISA: JOGOS ELETRÔNICOS E APRENDIZAGEM GRUPO DE PESQUISA: COMUNIDADES VIRTUAIS

Leia mais

Palavras chaves: Formação Continuada, religação dos saberes, aprendizagem, ética.

Palavras chaves: Formação Continuada, religação dos saberes, aprendizagem, ética. 1 EDUCAÇÃO, SAÚDE E CULTURA: RELIGANDO SABERES NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES E GESTORES MUNICIPAIS. Amélia Carmelita Gurgel dos Anjos Ana Claudia Gouveia Sousa Gleuba Regina L. Rodrigues Maria do

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo

Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Formação continuada e Prática Profissional: Um olhar sobre o curso de formação de Ingressantes do Estado de São Paulo Idalise Bernardo Bagé 1 GD6- Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação

Leia mais

Processo de Implantação do Projeto Um Computador por Aluno

Processo de Implantação do Projeto Um Computador por Aluno Processo de Implantação do Projeto Um Computador por Aluno Elisa Daniele de Andrade, Nayron Hubel, Mônica de Fátima Jess Gomes Secretaria Municipal de Educação de Araucária Departamento de Tecnologia Educacional

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa

A Pesquisa Crítica de Colaboração- aspectos teóricos-metodológicos da pesquisa O BRINCAR NO PROCESSO DE REFLEXÃO CRÍTICA ENTRE PESQUISADORAS E COORDENADORAS DE CRECHES Resumo ABREU, Maritza Dessupoio de 1 - UFJF GOMES, Lilian Marta Dalamura 2 - UFJF SCHAPPER, Ilka 3 - UFJF Grupo

Leia mais

Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1

Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Pedagogia de projetos Maria Elisabette Brisola Brito Prado 1 Pedagogia de projetos: fundamentos e implicações Se fizermos do projeto uma camisa de força para todas as atividades escolares, estaremos engessando

Leia mais

AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA

AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA AS TECNOLOGIAS NA ESCOLA DO CAMPO UMA QUESTÃO DE DIREITO A CIDADANIA Rose Madalena Pereira da Silva Prof. da Educação Básica e Pós graduanda em Educação e Novas Tecnologias Sara Ingrid Borba Mestra em

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Palavras-chave: Informática na Educação, Computador na Escola, Blogs

Palavras-chave: Informática na Educação, Computador na Escola, Blogs O USO DO BLOG NO PROCESSO EDUCACIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA CÂNDIDA ZASSO DE NOVA PALMA. Franciele Liliane Vendruscolo 1 Kássia Quadros Ferreira 2

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES

AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES RESUMO Luis Carlos de Menezes 1 Promover o processo de ensino e de aprendizagem com vistas a ultrapassar o treinamento simplesmente

Leia mais

Introdução. múltiplas interferências (SILVA, 2006).

Introdução. múltiplas interferências (SILVA, 2006). 1 FORMAÇÃO E AÇÃO DO DOCENTE ONLINE RODRIGUES, Tatiana Claro dos Santos UNESA taticlaro@globo.com GT-16: Educação e Comunicação Agência Financiadora: CAPES Introdução As tecnologias da informação e comunicação

Leia mais

TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA

TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA TECNICISMO E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA CAMPOS, Graziela gracampos7@uol.com.br GUIMARÃES, Suely Fernandes fmsuely@hotmail.com PALHARINI, Alessandra Rosa alepalharini@yahoo.com.br SANTOS,

Leia mais

Formação de Professores de Matemática em Serviço e Uso da Lousa Digital

Formação de Professores de Matemática em Serviço e Uso da Lousa Digital Formação de Professores de Matemática em Serviço e Uso da Lousa Digital Sérgio Freitas de Carvalho 1 GD6 Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação à Distância Resumo: Este artigo tem por

Leia mais

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 Introdução O presente estudo tem por objetivo refletir sobre o ensino da didática, inspirado no pensamento de Paulo Freire, no contexto

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

Formação de professores para docência online

Formação de professores para docência online Formação de professores para docência online uma pesquisa interinstitucional Marco Silva EDU/UERJ Educar em nosso tempo conta com uma feliz coincidência histórica: a dinâmica comunicacional da cibercultura,

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Pedagogia de Projetos: fundamentos e implicações PRADO, Maria Elisabette Brisola Brito. Pedagogia de projetos: fundamentos e implicações. In: ALMEIDA, Maria Elizabeth

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução

PALAVRAS-CHAVE Formação de professor/pedagogo. Didática. Mediação. Práxis. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Aline Passos Amanda Antunes Ana Gabriela Gomes da Cruz Natália Neves Nathalie Resende Vanessa de Morais EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Trabalho apresentado à disciplina online Oficina

Leia mais

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Natália Aguiar de Menezes 1 RESUMO: Observa-se que com o passar dos anos o ensino superior

Leia mais

Interatividade na docência e aprendizagem online

Interatividade na docência e aprendizagem online Interatividade na docência e aprendizagem online ou a pedagogia do parangolé Marco Silva EDU/UERJ Educar em nosso tempo conta com uma feliz coincidência histórica: a dinâmica comunicacional da cibercultura,

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL NA EJA: EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA EM POMBAL/PB

PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL NA EJA: EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA EM POMBAL/PB PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO DIGITAL NA EJA: EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NA ESCOLA MUNICIPAL FRANCISCO JOSÉ DE SANTANA EM POMBAL/PB Introdução Jacqueline Liedja Araújo Silva Carvalho Universidade Federal

Leia mais

O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1

O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1 O GESTOR ESCOLAR E AS NOVAS TECNOLOGIAS 1 Mirivan Carneiro Rios 1 RESUMO O uso de novas tecnologias na mediação escolar é cada vez mais um fator preponderante para que o processo de ensino e aprendizagem

Leia mais

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ

O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ O USO DA INTERNET E SUA INFLUÊNCIA NA APRENDIZAGEM COLABORATIVA DE ALUNOS E PROFESSORES NUMA ESCOLA PÚBLICA DE MACEIÓ Rose Maria Bastos Farias (UFAL) rmbfarias@hotmail.com RESUMO: Trata-se de uma pesquisa

Leia mais

MÍDIA INFORMÁTICA E INTERNET NA EDUCAÇÃO INFANTIL: USO DE BLOG ESCOLAR

MÍDIA INFORMÁTICA E INTERNET NA EDUCAÇÃO INFANTIL: USO DE BLOG ESCOLAR 88 MÍDIA INFORMÁTICA E INTERNET NA EDUCAÇÃO INFANTIL: USO DE BLOG ESCOLAR Karine Queiroz Lagranha karinelagranha@ig.com.br 1 Resumo Este artigo apresenta um estudo de caso com uma turma de educação infantil

Leia mais

A EDUCAÇÃO DIGITAL E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PELO PROFESSOR Naligia Maria Bezerra Lopes 1

A EDUCAÇÃO DIGITAL E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PELO PROFESSOR Naligia Maria Bezerra Lopes 1 1 A EDUCAÇÃO DIGITAL E A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA PELO PROFESSOR Naligia Maria Bezerra Lopes 1 Resumo Esse estudo é um relato de experiência vivenciado no Núcleo de Tecnologia Educacional da 11ª DIRED/Assu/RN

Leia mais

Gestão de tecnologias na escola

Gestão de tecnologias na escola Gestão de tecnologias na escola Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida 1 As tecnologias de informação e comunicação foram inicialmente introduzidas na educação para informatizar as atividades administrativas,

Leia mais

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS TIC Y EDUCACIÓN A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS Vanessa de Fátima Silva Moura 1 Teresinha de Jesus Nogueira 2 Sibelle Gomes Lima 3 Maria Fernanda

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB Luzivone Lopes GOMES - PPGFP UEPB luzivone@gmail.com Kennedy Machado OLIVIERA prof.kennedy@hotmail.com RESUMO: Este artigo trata de um relato de experiência

Leia mais

Professores de Matemática e o Uso do Computador

Professores de Matemática e o Uso do Computador Secretaria de Estado da Educação SEED Superintendência da Educação - SUED Diretoria de Políticas e Programas Educacionais DPPE Programa de Desenvolvimento Educacional PDE SILVIA VILELA DE OLIVEIRA RODRIGUES

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI

A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes. Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI A REFLEXÃO CRÍTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Entre Práticas e Saberes Alciane Gonçalves Barbosa - Graduanda em Pedagogia/UFPI Maria Antonia Alves Lima Graduanda em Pedagogia /UFPI Bárbara Maria Macedo

Leia mais

LEITURA E INTERNET NA ESCOLA: SABERES E PRÁTICAS COMPARTILHADOS EM UMA ATIVIDADE WIKI NO MOODLE

LEITURA E INTERNET NA ESCOLA: SABERES E PRÁTICAS COMPARTILHADOS EM UMA ATIVIDADE WIKI NO MOODLE LEITURA E INTERNET NA ESCOLA: SABERES E PRÁTICAS COMPARTILHADOS EM UMA ATIVIDADE WIKI NO MOODLE Alana Dutra do Carmo, UECE Steffany Maria de Lima Vieira, UECE Orientadora: Profa. Dra. Eloisa Maia Vidal,

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR CENECISTA DE FARROUPILHA Mantido pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade MANUAL DE ESTÁGIO Curso de PEDAGOGIA S U M Á R I O 1. Apresentação... 03 2. Proposta de Estágio... 03 3. Aspectos legais... 04 4. Objetivo Geral... 04 5. Campo de Estágio... 05 6. Modalidades de Estágio...

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto ***

Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DE FILOSOFIA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA * Michele M. Granzotto ** Valdir Pretto *** Resumo: Este estudo foi construído a partir de uma pesquisa realizada na própria

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

USO DE TIC NAS PRÁTICAS DE ACADÊMICOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE EaD

USO DE TIC NAS PRÁTICAS DE ACADÊMICOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE EaD USO DE TIC NAS PRÁTICAS DE ACADÊMICOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NA MODALIDADE EaD Daiane dos Santos Pereira Corrêa Mestranda do PPG/Mestrado em Educação Matemática da Universidade Federal

Leia mais

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE

O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE O USO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO METODOLOGIA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DO COLÉGIO SÃO JOÃO BATISTA, CEDRO-CE ¹C. J. F. Souza (ID); ¹M. Y. S. Costa (ID); ²A. M. Macêdo (CA)

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais