SECRETARIA DO MERCOSUL PROGRAMA DE TRABALHO SETOR DE MADEIRA E MÓVEIS. Estudo Nº 001/07 * DIAGNÓSTICO DA COMPETITIVIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DE

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1 SECRETARIA DO MERCOSUL PROGRAMA DE TRABALHO SETOR DE MADEIRA E MÓVEIS Estudo Nº 001/07 * DIAGNÓSTICO DA COMPETITIVIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DE MADEIRA E MÓVEIS DO MERCOSUL JANEIRO DE 2007 * Este trabajo fue elaborado por el Consultor Fernando Seabra, en coordinación con la Consultoría Económica del Sector de Asesoría Técnica de la Secretaría del MERCOSUR, y financiado por el Banco Interamericano de Desarrollo (BID), en el ámbito del Proyecto "Fortalecimiento Institucional del MERCOSUR y Consolidación del Mercado Regional (ATN/SF-9014-RG), Componente IV Integración Productiva".

2 Sumário 1. Introdução Base teórica e proposta metodológica Os determinantes da vantagem competitiva de uma nação ou região Condições de fatores Condições de demanda Indústrias correlatas e de apoio Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas A competitividade sistêmica A análise SWOT O comércio internacional Localização e Características dos Principais Clusters de Madeira e Móveis do Mercosul Localização dos Principais Clusters Produção e Emprego Instituições, Governança e Tecnologia Arcabouço institucional público e privado Governança e Cooperação Tecnologia A inserção internacional: a competitividade das exportações Exportações de Móveis de Madeira: Contexto Internacional Exportações de Madeira: Contexto Internacional Indicadores de Competitividade Internacional O Papel do Comércio Intra-Mercosul O caso dos móveis de madeira O caso da madeira Considerações finais Referências Bibliográficas

3 1. Introdução De acordo com a formulação original do projeto, o presente estudo tem a intenção de avançar em termos metodológicos quanto à delimitação de um procedimento para avaliar competitividade e, especificamente, aplicá-lo ao setor de móveis e madeira do Mercosul. As principais referências, neste sentido, são as contribuições relacionadas ao conceito de vantagem competitiva, desenvolvidas a partir do modelo do Diamante de Porter (1997) com suas extensões, por exemplo, para o caso da análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) e do modelo de competitividade sistêmica (ver Ferraz et.al., 1995). Os resultados esperados para o setor de madeira e móveis incluem a descrição dos agentes da cadeia produtiva, dos pólos regionais e da análise de suas principais estratégias. Ademais, será avaliada a dinâmica de cada um dos países, para avaliar as especificidades de cada um deles e as estratégias a serem adotadas no sentido de facilitar as economias externas e a cooperação entre os diferentes clusters e aglomerados do setor de madeira e móveis. Por fim, será concedida ênfase também ao comércio exterior como impulsionador do investimento no setor, uma vez que o fluxo de comércio representa uma das medidas de integração e competitividade do setor de móveis e madeira no Mercosul. Assim, em uma segunda etapa, portanto, será realizado também um diagnóstico acerca da competitividade do setor no mercado externo (intra e extra-bloco). 2. Base teórica e proposta metodológica O presente estudo procura traçar um panorama da competitividade do setor de móveis e madeira nos países do Mercosul e o papel do comércio intra-indústria para a formação de cadeias de produção. Como uma primeira etapa, o estudo procura traçar um panorama da competitividade do setor de móveis e madeira nos países do Mercosul. Para tal, utiliza-se essencialmente o modelo de competitividade sistêmica e o modelo de Porter para, a partir destes, realizar a análise SWOT do setor. Prosseguindo a análise, o modelo 3

4 contará com um diagnóstico da competitividade do setor no mercado externo, para o qual será concedida ênfase ao fluxo de comércio intra e extra-bloco. A seguir são apresentados os principais tópicos e marcos teóricos da metodologia a ser utilizada ao longo do estudo Os determinantes da vantagem competitiva de uma nação ou região Existe um debate teórico, envolvendo principalmente Porter (1997), de um lado, e Krugman (1997) de outro. Para Krugman (1997), o conceito de competitividade, embora pouco preciso, pode ser aplicado ao contexto da firma, mas não é válido para uma região ou país. O argumento é que não existe necessariamente como supõe o modelo de Porter uma relação entre produtividade e competitividade. Isto é, uma nação pode ser altamente produtiva, no sentido de transformação de seus recursos em bem-estar para a população, sem, no entanto, ser competitiva, em termos de performance exportadora. Embora esta falácia de tomar emprestado ao país o que é válido para empresas seja recorrente no meio político e empresarial, no caso em questão os modelos de competitividade são aplicados com a intenção de avaliar os setores industriais da economia dos países do Mercosul e não o que se poderia chamar, falaciosamente, de competitividade do Mercosul. O modelo de Porter (1997) estabelece como princípio básico o fato de que as empresas podem promover a criação de vantagens competitivas, as quais são influenciadas, por exemplo, pelo ambiente territorial em que estabelecem sua base produtiva. Assim, Porter (1997) argumenta que as vantagens competitivas de uma indústria localizada em uma determinada região ou nação dependem de quatro aspectos: condições de fatores; condições de demanda; indústrias correlatas e de apoio; e estratégia, estrutura e rivalidade das empresas. A Figura 1, abaixo, apresenta os quatro determinantes, e sua inter-relação. Figura 1 Modelo do Diamante de Porter O termo diamante é adotado por Porter para ilustrar a idéia de que os determinantes da competitividade funcionam como um sistema conectado por arestas que reforçam ou restringem os ganhos de competitividade em uma dada indústria. 4

5 Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas Condições de fatores Condições de demanda Indústrias correlatas e de apoio Fonte: Elaboração própria com base em Porter (1997) O alcance de vantagens competitivas em uma determinada indústria de uma região ou país é, conforme o modelo do diamante de Porter, resultado de um sistema mutuamente fortalecedor. Assim, vantagens em um determinante criam ou aperfeiçoam vantagens em outros, resultando, portanto, em externalidades positivas dentro do território em que está a indústria. Além dos quatro determinantes, duas variáveis adicionais acaso e governo podem influenciar o sistema nacional de forma importante. O acaso são os acontecimentos fora do controle das empresas (e geralmente do governo do país) que (...) criam descontinuidades que podem descongelar ou remodelar a estrutura da indústria, e proporcionam oportunidade para que as empresas de um país suplantem as de outro (Porter, 1997). Exemplo disto são mudanças não esperadas na demanda, como conseqüência de crises políticas, guerras ou mudanças cambiais. Em relação ao governo, 5

6 este pode melhorar ou piorar a vantagem nacional a partir da maneira pela qual as políticas influenciam cada um dos determinantes. Assim, políticas antitruste podem afetar a rivalidade interna, e políticas de regulamentação podem modificar as condições da demanda interna, por exemplo. A seguir, são apresentadas as características principais de cada um dos determinantes que constituem o diamante, bem como sua influência na capacidade que têm as empresas de um país de obter vantagem competitiva numa determinada indústria Condições de fatores Os fatores de produção, ou recursos necessários para as empresas produzirem e competirem podem ser agrupados em cinco amplas categorias: recursos humanos (incluindo qualidade do trabalho); recursos físicos (como qualidade da terra, fontes de energia e proximidade de grandes mercados); recursos de conhecimentos (científicos, técnicos e marketing); recursos de capital (valor, custo e adequação do capital); e infraestrutura. Segundo Porter (1997), os fatores mais importantes para a vantagem competitiva da maioria das indústrias não são herdados, mas criados dentro de uma região, por meio de processos que diferem muito entre regiões e entre indústrias. As combinações entre os recursos de produção diferenciam-se significativamente entre as indústrias. As empresas de uma determinada região conquistam vantagem competitiva se dispuserem de fatores de baixo custo ou de qualidade excepcional. Além disso, a vantagem competitiva advinda dos recursos de produção depende da eficiência e efetividade com que são distribuídos, não bastando a simples disponibilidade dos mesmos para explicar o sucesso competitivo Condições de demanda Segundo Porter (1997), as condições da demanda interna têm significativa influência sobre o processo de inovação das empresas locais e, portanto, sobre sua 6

7 competitividade. São três os atributos que condicionam a demanda interna de uma nação ou região: a composição ou natureza das necessidades do comprador, o tamanho e padrão de crescimento e os mecanismos pelos quais a preferência interna é transmitida aos mercados estrangeiros. A importância das duas últimas depende da primeira. A preponderância do primeiro aspecto pode ser entendida pelo fato de que as empresas de uma região adquirem vantagem competitiva quando os compradores internos forem tão ou mais exigentes do que os do mercado internacional e quando estes antecipam as necessidades dos compradores de outros países Indústrias correlatas e de apoio O terceiro determinante amplo da vantagem nacional de uma nação ou região é a presença, no país, de indústrias de abastecimento ou indústrias correlatas que sejam internacionalmente competitivas. Neste sentido, a vantagem competitiva de algumas indústrias fornecedoras confere vantagens potenciais às empresas do país em muitas outras indústrias, porque produzem insumos amplamente usados e importantes para a inovação ou a internacionalização. Isso ocorre através das ligações estabelecidas entre as cadeias de valores das empresas e seus fornecedores nestes casos, o fornecedor estrangeiro raramente é um substituto completo, o que intensifica o papel do fornecedor local. De acordo com Porter (1997), os fornecedores ajudam as empresas a ver novos métodos e oportunidades de aplicar tecnologia nova. As empresas têm acesso fácil à informação, às novas idéias e conhecimentos e às inovações do fornecedor. (...) Os fornecedores também tendem a ser um canal para a transmissão de informação e inovações de firma para firma.. No que se refere à existência de indústrias correlatas, Porter (1997) acredita que a presença destas indústrias em um ambiente de alta produtividade e sem grandes restrições à proteção de propriedade intelectual pode oferecer oportunidades de informação e intercâmbio técnico, de forma semelhante ao caso dos fornecedores internos. Indústrias correlatas são aquelas que no ambiente de competição podem coordenar ou partilhar atividades na cadeia de valores, ou mesmo aquelas que desenvolvem produtos complementares. 7

8 Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas As estratégias utilizadas pelas empresas, suas metas e modos de organização variam sobremaneira entre países e regiões. A rivalidade interna, neste sentido, desempenha um papel importante no processo de inovação e na conquista de mercados internacionais. A rivalidade doméstica e o surgimento de poucas empresas (chamadas de campeãs nacionais ) constituem-se como um processo de seleção e capacitação de empresas com nível de competitividade internacional A competitividade sistêmica De acordo com esta abordagem, a competitividade de uma empresa é resultado de três principais fatores: empresariais, estruturais e sistêmicos. É importante ressaltar que não se pode avaliar cada um dos fatores isoladamente, dado a natureza intrinsecamente dinâmica entre eles. Por exemplo, um padrão de concorrência que se aproxima da concorrência monopolista onde há muitas empresas no mercado internacional vendendo um produto bastante diferenciado pode ser conseqüência de fatores empresariais, como grande acessibilidade à inovação técnica, e também de fatores sistêmicos, como ausência de barreiras alfandegárias em mercados consumidores. O caráter dinâmico do conceito de competitividade pode também ser devido ao fato de que, na presença de algum grau de competição imperfeita no comércio exterior (dado pela existência de economias de escala e diferenciação do produto), as empresas exportadoras podem para uma dada estrutura de mercado implementar condutas ou estratégias competitivas, que variam desde reduções de custo a partir de inovações técnicas até produtos diferenciados por marketing e propaganda, e com isso elevar sua competitividade e seus resultados econômico-financeiros. A Figura 2 ilustra estes três fatores determinantes da competitividade de uma empresa exportadora. O diagrama é uma extensão daquele desenvolvido em Ferraz et.al. (1995) e enfatiza as especificidades do comércio exterior bem como as inter-relações entre os três níveis de determinantes. 8

9 Figura 2: Fatores determinantes da competitividade sistêmica Fatores empresariais Capacidade gerencial Marketing internacional Logística (interna à empresa) Capacidade para a inovação Fatores estruturais Dinâmica do mercado externo Padrão tecnológico internacional Estrutura produtiva internacional e padrão de concorrência Fatores sistêmicos Barreiras alfandegárias Risco cambial Logística (externa à empresa) Custo Brasil Fonte: Elaboração própria com base em Ferraz et.al. (1995). Os fatores empresariais são aqueles que estão sujeitos à decisão da empresa. Neste sentido, a empresa procura adotar uma conduta competitiva através de estratégias de gestão, marketing internacional, logística e inovação que lhe permita ganhar competitividade em termos de participação de mercado e rentabilidade. Os fatores estruturais referem-se a aspectos que estão apenas parcialmente sob a influência da empresa. De modo geral, tais determinantes estabelecem o ambiente de competição da empresa, o qual inclui o padrão de crescimento da demanda internacional, o nível tecnológico exigido para alcançar concorrência externa e a estrutura e o padrão de concorrência internacional (desde estratégias de diferenciação, como ISO 14000, até práticas de cooperação internacional, como joint-ventures e terceirização). Por fim, os fatores sistêmicos são aqueles que a empresa toma como dados, e que exercem influência sobre o ambiente competitivo internacional em que atua a empresa exportadora. Dentre estes destacam-se: as barreiras alfandegárias, tarifas e barreiras nãotarifárias em mercados consumidores, risco cambial e custos e qualidade da logística não determinados pela empresa (e.g. custos e qualidade das rodovias e portos). 9

10 2.3. A análise SWOT A análise do diamante de Porter (1997) e da competitividade sistêmica do setor permite inferir um conjunto de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças para o setor de madeira e móveis. Para tal fim, utiliza-se a Matriz SWOT (matriz de forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), proposta por Wright et al (2000), que permite avaliar o campo encontrado pelas empresas e setores da economia a fim de direcionar seus esforços estratégicos para maximização da utilidade e minimização dos esforços. A matriz avalia o estado do ambiente externo comparativamente à posição competitiva de cada unidade de negócio e, para uma análise completa da Matriz SWOT, será necessário avaliar a dinâmica em cada país para, posteriormente avaliar a dinâmica do setor. A análise dos pontos fortes e fracos de um determinado setor permite avaliar a existência de ativos e competências estratégicas. De acordo com Wright, Kroll e Parnell (2000), os pontos fortes e fracos constituem seus recursos, o que inclui: Os recursos humanos (experiência, capacidades, conhecimentos, habilidades e julgamentos de todos os funcionários da empresa), os organizacionais (os sistemas e processos da empresa, inclusive suas estratégias, estrutura, cultura, administração de compras/materiais, produção/operações, base financeira, pesquisa e desenvolvimento, marketing, sistemas de informação e sistemas de controle) e físicos (instalações e equipamentos, localização geográfica, acesso a matérias-primas, rede de distribuição e tecnologia). Em um contexto de excelência, todos os três tipos de recursos trabalham juntos para oferecer à empresa uma vantagem competitiva sustentada ( ). A vantagem competitiva sustentada refere-se a estratégias valiosas que não podem ser plenamente copiadas pelos concorrentes da empresa, resultando assim em altos retornos financeiros durante um longo período de tempo. (WRIGHT, KROLL, PARNELL, 2000, p. 87). Após a avaliação das forças e fraquezas, é importante realizar também a avaliação do ambiente externo, a fim de verificar a existência de oportunidades e ameaças. A avaliação do ambiente externo envolve o entendimento de que: Todas as empresas são afetadas pro tendências e sistemas político-legais, econômicos, tecnológicos e sociais. Juntos, esses elementos formam o macroambiente das empresas. Como essas forças são muito dinâmicas, suas constantes mudanças criam milhares de oportunidades e ameaças ou restrições 10

11 para os administradores estratégicos. (WRIGHT, KROLL, PARNELL, 2000, p. 48). Desta forma, a avaliação das principais oportunidades e ameaças pressupõe o entendimento do ambiente externo sob essas quatro perspectivas (ou forças, conforme Wright, Kroll, Parnell (2000) descrevem): as político-legais, as econômicas, as tecnológicas e as sociais. Deve-se ter em mente ainda que: Embora algumas vezes organizações muito grandes (ou várias empresas associadas) tentem influenciar a legislação ou, por meio de pesquisa e desenvolvimento (P&D), abram caminho para mudanças tecnológicas ou sociais, essas forças macroambientais não estão, em geral, sob controle direto das organizações. Portanto, o objetivo da administração estratégica é criar condições para que a empresa opere com eficácia diante de ameaças ou restrições ambientais e possa também capitalizar as oportunidades oferecidas pelo ambiente. Para atingir esse objetivo, os administradores estratégicos devem identificar e analisar essas forças macroambientais nacionais e mundiais ( ). (WRIGHT, KROLL, PARNELL, 2000, p ). Entende-se por forças político-legais resultados de eleições, legislações, sentenças judiciais, decisões tomadas por comissões e instâncias em cada nível do governo. Por outro lado consideram-se como forças econômicas o impacto do aumento ou diminuição do Produto Interno Bruto sobre o negócio, a elevação ou queda das taxas de juros, da inflação ou do valor do dólar. As forças tecnológicas, por sua vez, incluem melhorias e inovações científicas que oferecem oportunidades ou ameaças para as empresas (WRIGHT, KROLL, PARNELL, 2000, p.54). Com relação às forças tecnológicas, o impacto que terão sobre o setor varia de acordo com as características particulares de cada um. Destaca-se que as forças tecnológicas afetam não só as operações da empresa como também seus produtos e serviços. Finalmente, as forças sociais abrangem tradições, valores, tendências sociais e expectativas que uma sociedade tem em relação a uma determinada empresa O comércio internacional O comércio entre uma nação ou região mais desenvolvida e uma menos desenvolvida é influenciado principalmente pela dotação e intensidade dos recursos nas duas regiões e, portanto, pelo princípio das vantagens comparativas. Seu resultado é a especialização e o comércio inter-indústria, tal como descrito pelo modelo de Hecksher- 11

12 Ohlin. Já o comércio intra-indústria tem origem no comércio entre dois países com níveis semelhantes de desenvolvimento e de tecnologia de produção (Krugman, 1980), o que também permite a especialização mas a partir da ocorrência de economias de escala e de diferenciações do produto. O comércio intra-indústria não se dá, entretanto, apenas entre países desenvolvidos, mas também envolve países com um grau menor de industrialização. Em qualquer desses casos, a expansão do comércio exterior em um mesmo setor industrial em dois ou mais países pode ser conseqüência de uma estrutura produtiva em que existem economias crescentes de escala e onde as empresas adotem estratégias de competição via diferenciação do produto. Em termos empíricos, o papel do comércio intra-indústria e a importância do progresso tecnológico e da diferenciação do produto na busca por mercados externos são reforçados pela elevada dispersão de empresas exportadoras entre diferentes ramos industriais. Esse resultado destaca a relevância de fatores empresariais na determinação das exportações, na medida em que firmas da mesma indústria apresentam diferentes níveis de competitividade. Dessa forma, evidencia-se uma alta diversidade ente firmas de um mesmo setor industrial quanto ao desempenho exportador. Especificamente em relação ao Brasil, o estudo de Arbache e De Negri (1999) confirma a importância de variáveis microeconômicas, como escala de produção e educação da mão-de-obra, para explicar a probabilidade da firma exportar. Dentre as contribuições teóricas que procuram estabelecer os determinantes da competitividade para exportar pode-se destacar o modelo de Porter (1997) que discute as fontes das vantagens competitivas de uma nação e o modelo de competitividade sistêmica, ambos expostos na seção anterior. Neste sentido, para que se consiga avaliar a situação do comércio exterior da cadeia de madeira e móveis e realizar o diagnóstico acerca da competitividade desta no mercado externo, o estudo buscará dados sobre o fluxo de comércio intra e extra-bloco (dados do COMTRADE, UNCTAD-Trains e ALADI, por exemplo). A partir destes, será possível avaliar alguns indicadores de competitividade do setor de madeira e móveis e de integração regional entre os países do Mercosul como, por exemplo, a existência de especialização em determinados setores. Dentre os indicadores de competitividade utilizados na análise estão o IIC (índice de intensidade de comércio), o IOR (indicador de orientação regional) e 12

13 o IVCR (índice de vantagem comparativa revelada), este último desenvolvido por Balassa (1989). 3. Localização e Características dos Principais Clusters de Madeira e Móveis do Mercosul O objetivo desta seção é delimitar geograficamente e descrever os principais clusters de produção na cadeia de madeira e móveis dos países do Mercosul. Esta descrição associada ao perfil produtivo de cada região pode permitir a avaliação preliminar de condições de comércio intra-indústria e cooperação entre os clusters. Inicialmente, é importante resgatar que a experiência dos clusters remonta aos distritos industriais, como concentrações geográficas de firmas setorialmente especializadas nas quais em geral a produção é desintegrada verticalmente (ver, por exemplo, Rabellotti, 1995 e Schmitz, 1992). Os clusters representam, em grande medida, um espaço no qual os serviços são especializados e no qual há simultaneamente competição e cooperação há um mecanismo de self help, com serviços de apoio às atividades produtivas e redes de instituições públicas e privadas que sustentam as ações das empresas. No entanto, é importante salientar que nem sempre uma concentração geográfica e setorial de firmas garante resultados positivos (Schmitz, 1992); é necessário que ocorram economias externas e, portanto, eficiência coletiva para que um cluster tenha um desempenho favorável. Neste sentido, para o caso apresentado do setor de móveis e madeira, é importante avaliar em que medida os clusters existentes são capazes de articular economias externas e de formar inter-relações que podem ser tanto verticais quanto horizontais ou, ainda, multilaterais. Pode-se argumentar que a integração dos clusters dos países do Mercosul e a formação de distritos industriais funcionariam como importantes mecanismos de fomento do setor de madeira e móveis, na medida em que estes produzissem efeitos estáticos como resultados positivos em termos de eficiência e dinâmicos, pelo incentivo ao progresso técnico e, em última instância, desenvolvimento regional. Uma das pré-condições para esta integração é dada pelas condições de acesso, ou seja, pela localização e pela dimensão de 13

14 cada cluster, em termos de potencial de produção, dos principais centros de produção e distribuição do setor no Mercosul. 3.1 Localização dos Principais Clusters Na Figura 3 são apresentados os principais centros de produção e as rotas de distribuição do setor de madeira e móveis. É importante notar que os principais estados (províncias) produtores de móveis da Argentina e Brasil são limítrofes com Paraguai e Uruguai, de modo que a produção do setor no Mercosul corresponde a uma área geograficamente próxima e com infra-estrutura logística já integrada o que corresponde a uma importante força potencial para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor de Móveis e Madeira no Mercosul (Secretaría del Mercosul, 2004). Figura 3. Localização da indústria de madeira e móveis no Mercosul 14

15 Fonte: Kimmich (2005). Além disso, como ressalta a Secretaria do Mercosul (2004), há um elevado grau de complementaridade (embora ainda não explorado em termos comerciais) entre a produção de madeira no Paraguai, Uruguai e as províncias de Missões e Corrientes na Argentina com a produção de móveis nos estados brasileiros do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Como ilustra a Figura 3, há na região uma ampla rede de infra-estrutura de transporte, com rodovias, ferrovias e aeroportos que facilitam o escoamento da produção. A região conta ainda com os rios Paraguai, Paraná e Uruguai, que podem facilitar o escoamento da produção por meio dos portos. Neste sentido, pode-se afirmar que a região apresenta condições favoráveis em termos de geografia para o desenvolvimento do setor bem como uma infra-estrutura adequada para a integração das regiões produtoras de cada país. 15

16 A seguir, busca-se caracterizar brevemente os principais aglomerados produtivos de móveis e regiões produtoras de madeira nos quatro países do Mercosul. Alguns dos principais fatores condicionantes da competitividade de cada cluster são também relacionados. Argentina: A Argentina conta com 33,2 milhões de hectares de bosques nativos, sendo mais 1,1 milhões deles cultivados ou seja, cerca de 3% do total. Entre as principais regiões de mata plantada estão: Missões, com hectares; Corrientes, com ; Entre Rios, com ; Buenos Aires, com ; Patagônia (especialmente Neuquén e Chubut), com ; NOA (Tucumán, Salta e Jujuy), com ; e Centro (principalmente Córdoba), com O estudo do INTI (2005) demonstra, ainda, que a província de Missões é responsável por 67% das exportações de madeira. O estudo ressalta ainda que, de 2000 a 2003, houve aumento da participação do estado de Missões no total da extração nos bosques plantados e redução na participação de Entre Ríos. As regiões de Missões e Corrientes são também grandes produtoras de móveis de madeira. Juntamente com Buenos Aires, Santa Fé, Chaco, Entre Rios e Formosa, os estados de Missões e Corrientes somam 82.7% das empresas do setor de madeira e móveis na Argentina (KIMISCH, 2005). É importante ressaltar que houve grande reestruturação na indústria argentina na década de 1990, o que culminou com o desaparecimento de muitas empresas, a transformação de outras em importadoras e o desenvolvimento de nichos específicos para a atuação por parte das empresas com maior competitividade especialização esta que garantiu a permanência no mercado (INTI, 2005). Portanto, mesmo que a indústria de móveis tenha sido mais afetada pela crise de quando comparada ao setor de madeira, houve a partir de 2002 uma recuperação parcial com a substituição de importações e a reestruturação das firmas argentinas. As modificações ocorridas na década de 1990, e decorrentes da crise no país, levaram a mudanças também no perfil das empresas e a um grau maior de especialização. Como destaca a Secretaria do Mercosul (2004), o setor na Argentina é altamente especializado, com uma grande diversidade de modelos e desenhos, e apresenta alto grau de 16

17 competitividade em função da grande integração das cadeias, compostas em sua maior parte por PMEs. Brasil: A cadeia de madeira e móveis brasileira conta com estabelecimentos, sendo deles ligados à fabricação de móveis e os demais voltados ao processamento da madeira dados de 2000 da UNICAMP-IE-NEIT (2002). No entanto, de acordo com a Abimóvel, o número de empresas produtoras de móveis pode chegar a , diferença explicada pelo grande número de estabelecimentos informais na indústria moveleira no Brasil. Grande parte da indústria se concentra no Sul e Sudeste do país: de acordo com a Secretaria do Mercosul (2004), 64% das empresas da indústria de móveis estão localizadas em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e respondem por 70% da produção de móveis no país. Os principais pólos moveleiros, como são denominados pelo estudo da UNICAMP-IE-NEIT (2002), são: Ubá, Bom Despacho e Martinho Campos, em Minas gerais, onde predominam a produção de cadeiras, dormitórios, salas, estantes e móveis sob encomenda; Linhares e Colatina, no Espírito Santo, onde predomina a produção de móveis retilíneos (dormitórios e salas) e móveis sob encomenda; Arapongas, no Paraná, onde predomina a produção de móveis retilíneos, estofados, de escritório e tubulares; Votuporanga, Mirassol, Jaci, Bálsamo, Neves Paulista e Tupã, em São Paulo, onde se produzem especialmente cadeiras, armários, estantes, mesas, dormitórios, estofados e móveis sob encomenda de madeira maciça; São Bento do Sul e Rio Negrinho, em Santa Catarina, onde predomina a produção de móveis de pinus, sofás, cozinhas e dormitórios; e Bento Gonçalves e Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, onde predomina a produção de móveis retilíneos, móveis de pinus e metálicos, dormitórios, salas, estantes e estofados. O estado de São Paulo é responsável por 40% do faturamento total do setor e por 80% da produção de móveis para escritório o estado se destaca também pela grande diversidade da produção. O segundo maior faturamento do setor é proveniente do estado do Rio Grande do Sul, cuja produção é voltada essencialmente ao mercado interno e responde por 20% do faturamento total no país (segundo UNICAMP-IE-NEIT, 2002). 17

18 O estado de Santa Catarina corresponde ao terceiro maior produtor de móveis do país e representa também o maior exportador: cerca de 50% da exportação de móveis brasileiros é realizada pelo estado, sendo a cidade de São Bento do Sul responsável por 40% das exportações. A cidade de São Bento do Sul exporta cerca de 90% da sua produção e forma, juntamente com Campo Alegre e Rio Negrinho, um importante cluster moveleiro do país que conta com cerca de 400 empresas e funcionários. Com relação à produção de madeira, pode-se claramente apontar dois diferentes clusters madeireiros no Brasil: um representado pela floresta amazônica (basicamente, madeira nativa) e outro pela região sul-sudeste (predominantemente madeira plantada). São apontados como obstáculos para a expansão desta atividade no Brasil, a corrupção (em especial em órgão de defesa do meio-ambiente), o desmatamento ilegal e problemas de acesso à posse da terra. Paraguai: No Paraguai, a maior parte da matéria prima para a indústria moveleira provém dos bosques nativos da região oriental do país. Já as indústrias de primeira transformação se localizam especialmente nos estados do norte (São Pedro, Concepción e Canindeyú) e do sudeste (Alto Paraná e Itapuá) da região oriental. Por fim, as fábricas de móveis se localizam principalmente nos estados de Caaguazú e Assunção, centro da região oriental do país. A indústria madeireira no Paraguai se caracteriza pelo alto grau de informalidade, o que gera ineficiências ao longo de toda cadeia. Grande parte da atividade industrial é formada por empresas que realizam os primeiros passos de transformação industrial a exemplo da fabricação de tábuas, cortes para pisos, vigas, entre outros. Há cooperação no setor, como destaca Kimmich (2005), mas a cooperação ocorre, em geral, por meios informais. Quanto à indústria moveleira do país, esta se caracteriza pelo caráter basicamente artesanal e o destino ao mercado interno. Outro fato importante está relacionado ao porte das empresas: grande parte delas são PMEs que fabricam diversos modelos e apresentam baixa competitividade. No estudo realizado por Kimmich (2005), a autora ressalta que uma Para detalhes, ver Bonita, Correa, Veijalainen e Ahveninen (2002). 18

19 das questões freqüentemente apontadas pelos empresários como dificuldades para a melhoria da produtividade está relacionada à matéria-prima e a falta de mercado. Além disso, outra dificuldade apontada pelos empresários está no fato de os consumidores preferirem móveis sob medida, o que dificulta a produção em série. Uruguai: O Uruguai contava com hectares de superfície florestada no ano de 2003 dados estimados pelo MGAP (2005) sendo a maior parte localizada no litoral oeste e ao norte do país. Como principal região (departamento) de madeira plantada está Rivera, com hectares (2003), seguida de Tacuarembo com hectares, Paysandu com hectares e Rio Negro com O MGAP (2005) estima que, nos anos de 2004 e 2005, a superfície plantada tenha sido acrescida respectivamente, entre a hectares. Quanto à extração da madeira, o relatório da MGAP (2005) ressalta que, do total de m³ extraídos de madeira em tora extraída em 2002, m 3 tiveram uso industrial. Kimmich (2005) avalia que o crescimento dos primeiros elos da cadeia de madeira e móveis não reflete nenhum aumento significativo da produção industrial. Segundo a autora, não existem iniciativas de orientação para setores que gerem maior valor agregado e que, mesmo empresas com bom nível tecnológico e de capital apresentam problemas de escala de produção portanto, mesmo que possuam competitividade no mercado interno, não estão, em geral, aptas para a concorrência internacional. No que se refere ao setor de móveis, a Secretaria do Mercosul (2004) ressalta que, além da baixa competitividade e pequena escala de produção, no Uruguai predominam as pequenas empresas (representam 98% do total) e há forte orientação para o mercado interno. No entanto, Kimmich (2005) ressalta ainda que, em nível inter-empresarial e quanto ao posicionamento das empresas dentro da cadeia de madeira e móveis do Mercosul, não se mencionam, entre os empresários, inconvenientes para importações ou exportações intra-mercosul. 3.2 Produção e Emprego 19

20 A produção de móveis aumentou fortemente nos últimos anos, mesmo que na Argentina a produção tenha decrescido. Não existem estatísticas sobre produção e emprego recentes e confiáveis para os quatro países do Mercosul, contudo com base em estudo da Secretaria do Mercosul (2004), a produção de móveis do Brasil era responsável por 81,1% do faturamento do setor no Mercosul em 2001, seguido da Argentina com 17,3% e com participações bem menos expressivas Uruguai (1,4%) e Paraguai (0,2%). Esta informação é ratificada pela participação no número total de estabelecimentos: de um total de estabelecimentos no ramo de móveis no Mercosul, 84% estão localizados no Brasil, 14,5% na Argentina, 2,8% no Uruguai e 2,0% no Paraguai. A redução da produção da Argentina foi conseqüência não apenas da crise doméstica, mas também do aumento da competitividade da produção de móveis no Brasil (em parte em função da desvalorização da moeda brasileira). Como demonstra a Tabela 1, as importações argentinas de móveis aumentam rapidamente a partir de 2002 e estão fortemente concentradas no Brasil. Tabela 1. Importação de móveis da Argentina Origem das Importações Brasil Mercosul Mundo (extra-bloco) Brasil / Mundo (%) 29,24% 82,07% 47,20% 78,90% Fonte: ALADI (2006). Elaboração própria. Especificamente quanto ao setor de madeira, uma informação relevante refere-se à superfície florestal existente e extração da madeira em cada um dos países do Mercosul (Tabela 2). O país com maior base florestal é o Brasil (com 82,4% da área com florestas do Mercosul), seguido da Argentina e Paraguai. Por outro lado, a utilização mais intensiva de madeira reflorestada na elaboração de produtos de madeira (desde madeira bruta até móveis) é maior no Uruguai e Argentina (respectivamente, 94% e 84% da produção com origem em matas de reflorestamento). Para Brasil, a média de uso de madeira plantada é 44% e para Paraguai apenas 4%. 20

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