Palavras-chave: Stress. Ambiente de Trabalho. Tensões físicas.

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1 STRESS E CANSAÇO FÍSICO NO TRABALHO: UM ESTUDO DE CASO NUMA FÁBRICA DE MÓVEIS DE CAMBÉ/PR Helenice Garcia Manchego 1 RESUMO O ambiente competitivo em que as organizações estão inseridas e a busca do crescimento diante deste mercado fez com que investissem em novas tecnologias e na busca contínua por maior produtividade, por outro lado encontra-se o ser humano que também busca sua realização pessoal, qualidade de vida e reconhecimento no trabalho. Assim, na relação entre o indivíduo e empresa, existem interesses que são contrários e podem tornar o ambiente de trabalho estressante. Como as pessoas permanecem boa parte do seu tempo no trabalho, necessitam que este ambiente ofereça condições saudáveis para um bom desempenho e melhor qualidade de vida. O artigo tem como objetivo analisar as possíveis tensões físicas e emocionais no ambiente de trabalho de uma Indústria e Comércio de Móveis de Cambé e verificar se existem ações de redução ou prevenção de estresse na empresa; verificar o que a empresa oferece para reduzir o cansaço físico dos funcionários e verificar as consequências ocasionadas à empresa e ao funcionário diante do stress e cansaço físico. A pesquisa caracterizou-se por um estudo de caso, foi utilizado um questionário com perguntas fechadas, a pesquisa foi realizada com 26 colaboradores, representando 100% do quadro funcional da empresa abrangendo todos os setores e níveis hierárquicos. Os resultados da pesquisa foram apresentados em gráfico e descritivamente. Pode se perceber por intermédio da pesquisa que os motivos que condicionam as tensões não foram constatados de forma elevadas sendo um resultado positivo.todavia, melhorias no ambiente de trabalho são necessárias para que não ocorram problemas futuros na saúde dos colaboradores. O stress é um assunto que está ganhando espaço nas organizações, pois provoca afastamento do trabalho, absenteísmo e queda na produtividade dos trabalhadores. Palavras-chave: Stress. Ambiente de Trabalho. Tensões físicas. ABSTRACT The competitive environment where organizations are inserted in and the search of growth on this market made investing in new technologies and the continuous search for higher productivity, on the other hand is the human being who is also seeking personal fulfillment, quality of life and acknowledgment at work. Thus, in the relationship between the individual and the company, there are interests that are contrary and can make difficult work environment. As people spend most of their time at work, require that this environment offer healthy conditions for good performance and better quality of life. The paper aims to analyze the possible physical and emotional tensions on the workplace in a Industry and Commerce of Furniture of Cambé and check if there are actions to reduce or prevent stress in company. verify 1 Graduada em Administração na Faculdade Catuaí.

2 what the company offers to reduce the physical fatigue of employees and check the consequences caused to the company and the employee face the stress and physical fatigue. The research was characterized by a study of case, a questionnaire with closed questions was used, was the survey conducted with 26 employees, representing 100% of the staff of the company covering all sectors and hierarchical levels. The survey results were presented graphically and descriptively. Can be seen through the search that the reasons, which determine the stresses, were not found elevated form being a positive result. However, improvements in the workplace are needed so there are no future problems in the health of employees. Stress is an issue that is gaining ground in organizations because it causes absence from work, absenteeism and decline in workers productivity. KEYWORDS: Stress. Workplace. Physical Stresse. 1 INTRODUÇÃO Segundo Chiavenato (1999), o século XX trouxe mudanças e transformações que influenciaram as organizações, a sua administração e o seu comportamento bem como também a forma de administrar as pessoas. As organizações estão cada vez mais em busca do crescimento diante ao mercado competitivo, para isto investem em novas tecnologias, planejamento estratégico, pesquisas e projetos. Diante deste contexto, está inserido o ser humano que também busca sua realização pessoal, qualidade de vida e reconhecimento no trabalho. Assim,na relação entre o indivíduo e empresa, existem interesses que são contrários e podem tornar o ambiente de trabalho estressante. Entretanto para a empresa responder eficientemente às necessidades de seus clientes ela investe em inovações, informações e principalmente em funcionários qualificados e criativos que possam trazer melhores resultados. Para o indivíduo, as mudanças advindas principalmente das novas tecnologias e pressões por maior produtividade e o aumento na competitividade determinaram um novo ritmo de trabalho, exigindo não apenas a força de trabalho, mas capacidade de adaptação às mudanças, novas competências e conhecimentos. Deste modo, observam-se maiores cobranças por resultados, pressão, cansaço físico, mental, atividades com aumento do grau de responsabilidades, ou seja, alto nível de exigência no setor profissional, aumentando a busca constante de conhecimento, tornando-o um polivalente.

3 De acordo com Bernardes (2005), os comportamentos humanos são dirigidos à liberdade, à autonomia e à discordância. Todavia, as incertezas aumentaram resultando em insegurança e conflitos. Os vínculos com as organizações tornaram-se mais transitórios. Ao mesmo tempo, as exigências econômicas e tecnológicas também criaram novos conceitos dentro da empresa, ou seja, as funções organizacionais estruturam-se e também se alteram no tempo. O objetivo do artigo é analisar as possíveis tensões físicas e emocionais no ambiente de trabalho de uma Indústria e Comércio de Móveis de Cambé e verificar se existem ações de redução ou prevenção de estresse na empresa; verificar o que a empresa oferece para reduzir o cansaço físico dos funcionários e verificar as consequências ocasionadas à empresa e ao funcionário diante ao estresse e cansaço físico. A pesquisa caracterizou-se por um estudo de caso, foi utilizado um questionário com perguntas fechadas, a pesquisa foi realizada com 26 colaboradores, representando 100% do quadro funcional da empresa abrangendo todos os setores e sem exclusão hierárquica. Os resultados da pesquisa foram apresentados em gráfico e descritivamente. 2 O SIGNIFICADO DO ESTRESSE De acordo França e Rodrigues (2005), o termo stress, na forma que tem sido utilizado, vem da física e significa o grau de deformidade que uma estrutura sofre quando é submetida a um esforço. Segundo Hans Selye (apud CARVALHO; SERAFIM, 1995, p. 123), stress é um conjunto de relações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptação. O seu desenvolvimento vai depender da resistência psicológica do indivíduo, da sua personalidade e modo como percebe as coisas que se passam a sua volta. Não é apenas uma situação que levará o indivíduo ao stress, mas sim uma sucessão de situações tensas. Nota-se que o stress está ligado fundamentalmente à questão psicológica. Assim, o estressado não se dá conta da carga emocional que recebe, entrando num estado de confusão mental, provocando um descontrole das funções normais de seu organismo. Em conseqüência, o indivíduo perde o ritmo de suas reações psicológicas.

4 Dependendo da predisposição orgânica do indivíduo, o stress pode causar desde transtornos psicológicos, até manifestações físicas mais sérias. Isto é decorrência do emocional que se torna mais frágil diminuindo as defesas do organismo, facilitando a ocorrência de diversos tipos de doenças. De acordo com França e Rodrigues (2005), os estímulos estressantes mais característicos da era contemporânea são a velocidade das transformações sociais, a cultura, a política e a inovação. Estes estímulos estressores refletem no indivíduo ocasionando aumento de incidência de algumas doenças típicas da época. Entretanto, com mais conhecimento, pode-se tentar manejá-lo e assim, minimizar seus efeitos ou torná-los algo positivo, ou seja, pode se transformar em um recurso importante e útil para pessoa fazer frente às diferentes situações de vida que ela enfrenta em seu cotidiano. Contudo o stress por si só não é suficiente para desencadear uma enfermidade orgânica ou provocar uma disfunção significativa na vida da pessoa. Para que isso ocorra, é necessário que outras condições sejam satisfeitas, como uma vulnerabilidade orgânica ou uma forma inadequada de avaliar e enfrentar a situação estressante. França e Rodrigues (2005) ressaltam que existem situações que podem desencadear o stress, que por sua vez são denominadas situações de estímulos estressores. O stress é a resposta do indivíduo diante este estímulo. A resposta ao stress é ativada pelo organismo com objetivo de mobilizar recursos que possibilitem as pessoas enfrentarem situações, gerando um processo negativo, podendo gerar inclusive doenças, é o chamado distresse. Contudo se o indivíduo reage bem à demanda, ou seja tem o stress positivo mais conhecido como eustress, desencadeado quando há uma tensão com equilíbrio entre esforço, tempo e resultado. Assim, gera sensação de realização bem estar, mesmo que decorrente de esforços inesperados.

5 Figura 1 - Tipos de Stress Fonte: FRANÇA; RODRIGUES ( 2005) Observa-se que o stress possui dois extremos, sendo o processo que significa a tensão diante de uma situação de desafio por ameaça e conquista, outro o estado que pode ter um resultado positivo ou negativo dependendo do esforço gerado pela tensão mobilizada pela pessoa, conforme afirmam França e Rodrigues (2005). Segundo Chiavenato (2004), o stress não é necessariamente disfuncional. Algumas pessoas conseguem ser mais produtivas diante situações que geram um nível de stress moderado, desde que elas possa conduzir a consequência ou resultados positivos. Sem dúvida, essa capacidade tem sido de fundamental importância para o ser humano, ajudando-o a sobreviver e a desenvolver alternativas sobre como enfrentar as situações de ameaças que pode encontrar em sua existência. Contudo, o stress está associado a situações indesejáveis e que indicam que ele é um das maiores causadores de problemas das pessoas que estão em idade produtiva. De acordo com Carvalho e Serafim (1995,) a todo momento fazemse tentativas de se ajustar as mais diferentes exigências, seja no ambiente externo sendo eles, seu estilo de vida, as condições familiares a escolha de seu trabalho, tempo que permanece nele e tarefas que são atribuídas. Sejam no mundo interno,

6 as relações do indivíduo com o meio em que vive, como enfrenta as expectativas, dificuldades e as mudanças no trabalho e como lida com as suas limitações. Figura 2 - Síndrome Geral de Adaptação Fonte: FRANÇA, RODRIGUES ( 2005) Neste sentido, todos estão sob stress, ou seja, aquele denominador comum de todas as reações de adaptação de um organismo e seu modo de ver e pensar vão exercer grande influência no seu desenvolvimento pessoal e profissional. 2.1 As Consequências do Estresse Para Lipp (2008), o stress é uma condição de desequilíbrio do funcionamento, tanto físico como mental. Quando ocorre uma tensão excessiva, faz com que todo o organismo seja afetado, devido à busca de ajustamento do indivíduo diante determinada situação. No entanto, é possível aceitar, até certo grau, estímulos estressores que variam de acordo com cada pessoa. Assim, as prováveis reações podem ser mínimas e até contribuírem para o progresso pessoal devido à capacidade de enfrentamento. Entretanto, se as condições de desequilíbrio permanecerem por tempo excessivo, as doenças começarão a surgir, pois os reforços para o restabelecimento tornam-se contínuos, em graus que exigem mais do que a pessoa é capaz de suportar. Segundo Rossi, Perrewé e Sauter (2007), o stress é reconhecido como um dos riscos mais sérios ao bem estar psicossocial do indivíduo.

7 2.2 Formação dos Sintomas de Acordo com a Psicossomática Para França e Rodrigues (2005), o termo psicossomática foi introduzido na Medicina em 1818 pelo psiquiatra alemão Heinrot com sentido de designar as doenças do corpo que surgiam em decorrência de fatores mentais. A abordagem psicossomática evidencia que o ser humano é um todo, interligado em profundas e complexas relações que, embora pouco compreendidas, são permanentes e decisivas em nossa vida, ou seja, o que o indivíduo é hoje é o resultado de sua interação com o mundo e todas as suas experiências do passado e futuras. É um sistema único, constituído por três subsistemas: mente, corpo e relacionamentos sociais. Desta forma, a psicossomática acabou adquirindo a configuração de um movimento na área da saúde, aplicado a promoção da saúde, dentro de seus princípios. A psicossomática investiga e oferece caminhos para prática na promoção de saúde mais voltada para o paciente. Frequentemente, a precariedade de sua saúde esta relacionada com sua história, de seu esforço e modo de vida. O ser humano é seu corpo e não apenas tem um corpo. Uma pessoa reage aos diversos impactos a que esta submetida e estes impactos fazem parte de sua vida e provocam tensões que deixam marcas e modificam seu corpo. Daí a importância em compreender os processos de adoecer, não como um evento casual na vida de uma pessoa, mas como resposta de um indivíduo que vive em sociedade, em constante interação com outras pessoas. Cooper e Artrose (apud FRANÇA ; RODRIGUES, 2005) demonstram as correlações da vida do indivíduo com o ambiente em que vive. Visualizados de acordo com a dinâmica psicossomática, ilustrada no quadro a seguir.

8 Figura 3 - Indicadores de influência e suas consequências Fonte: FRANÇA ; RODRIGUES (2005) Estudos médicos e psicológicos demonstram que o ser humano tem apresentado dificuldades em lidar com estímulos estressores ambientais, socioeconômico e culturais da sociedade industrial urbana e pode se compreender que grande número de doenças estão relacionadas com a forma como a pessoa vive, sua qualidade de vida e sua maneira de interagir com o mundo.

9 2.3 Estressores Ocupacionais nas Organizações As pessoas possuem suas crenças e histórias e as organizações da mesma forma têm seus valores construídos e incorporados ao longo de sua criação e vida. A combinação dos valores pessoais e da organização determinam uma dinâmica psicossocial, ou seja, psico porque esta presente em cada pessoa de forma particular e social porque é compartilhada e reconhecida pelas pessoas que estão comprometidas com tarefas, responsabilidades e funções. Assim, as reações interiores do ser humano exercem fortes influências no seu comportamento em todas as situações e como não poderia deixar de ser, o fazem também no contexto do trabalho. Segundo França e Rodrigues (2005), de acordo com os valores sobre saúde e doença que são construídos nas empresas, com o que ela considera como produtividade, com os princípios da responsabilidade social adotados por ela e o valor que se dá à preservação das pessoas, da sua saúde física, mental e emocional, dos acidentes de trabalho e da própria cultura organizacional é que se observa as práticas e a filosofia adotadas pelas empresas em relação à saúde do trabalhador. França e Rodrigues (2005) descrevem que o trabalhador usa de sua capacidade física e mental como garantia de retorno financeiro para sua sobrevivência, possibilitando crescimento, reconhecimento e independência pessoal e profissional. Contudo a doença ocupacional, em geral, significa fragilidade, limitação e preocupação quanto a sua capacidade. Quanto às organizações, têm suas bases fundamentadas em um todo, ou seja, não se limitam apenas em pessoas, papéis e funções. Vários outros fatores são levados em consideração, pois apresentam uma série de características que influenciam seu ambiente, como a cultura, estrutura e políticas organizacionais. Formando desta maneira as relações de trabalho, que exercem influências nos resultados da empresa. Desta forma, a empresa busca comprometimento da sua equipe de trabalho, competência, habilidades para desempenhar as funções, uma vez que, as organizações estão inseridas em ambientes de constantes mudanças, devido às situações do mundo contemporâneo. Assim, passam a ser mais criteriosas quanto à

10 seleção e recrutamento de pessoas, exigindo cada vez mais colaboradores qualificados e com boas condições físicas e mentais e aptas para o trabalho. Para França e Rodrigues (2005), as empresas têm expectativas sobre as pessoas e as pessoas têm expectativas sobre as empresas. Desta maneira, as condições oferecidas pela empresa também dizem muito a respeito da otimização dos recursos. Muitos fatores podem ser levados em consideração dentro desta perspectiva como o clima organizacional. Segundo Chiavenato (1995), o termo clima organizacional refere-se especificamente as características motivacionais do ambiente organizacional, ou seja, aos aspectos da organização que produzem diferentes espécies de motivação nos seus membros. Nesta perspectiva, o clima organizacional é favorável quando proporciona satisfação das necessidades pessoais e eleva a autoestima, e é desfavorável quando proporciona a frustração daquelas necessidades. Além disso, o clima organizacional influencia o estado motivacional dos indivíduos e é por ele influenciado. Outro fator a se considerar para o processo de desajuste do indivíduo na empresa está em conviver diariamente com lideranças ruins que podem gerar muito stress no local de trabalho, devido a decisões errôneas pela falta de conhecimento a respeito dos funcionários e equipes de trabalho. A desorganização do trabalho é relevante quando se trata de stress ocupacional, uma vez que, o colaborador sofre com a falta de informações necessárias, trabalha muitas vezes em lugares insalubres ou com a falta o material adequado para realização das tarefas. Quanto à sobrecarga de trabalho, está relacionada diretamente às horas de trabalho e significativamente com uma série de sintomas de stress como, baixa motivação, tensão e baixa autoestima. Além de, muitas vezes, o funcionário levar o trabalho para casa sacrificando férias e tempo para família. De acordo com Rossi, Perrewé e Sauter (2007, p. 47) Os empregados sentem que têm coisas demais para fazer, que não têm tempo suficiente para realizar as tarefas exigidas nem recursos para fazer bem seu trabalho. Há um desequilíbrio ou incompatibilidade do indivíduo de atender essas exigências.

11 Segundo Fiorelli (2000), as causas do stress ocupacional são de diversas naturezas. Assim, destaca a competência técnica como um dos fatores, uma vez que, sua falta desperta sentimentos de insegurança na execução das tarefas desenvolvendo no profissional perda do domínio, devido a treinamentos insuficientes para exercer as atividades. Um outro contraste que também reflete em tensões para o indivíduo é a falta de oportunidades de expressar suas aptidões ao trabalho. Quando sentemse privados da capacidade pode ocorrer a redução da motivação. Segundo Dejours (apud FIORELLI, 2000, p.247): Alguns precisam do trabalho intelectual, outros satisfazem-se com o trabalho físico. A sabedoria ou arte reside em estabelecer a justa medida entre o que o indivíduo pode e quer oferecer e aquilo que o trabalho permite. Quando esses fatores não são satisfeitos, acontece o desequilíbrio entre a capacidade física de produção e a quantidade exigida. Tornando uma pessoa ansiosa com receios de não ser capaz de dar conta das atividades. Ressalta ainda que estes fatos sejam decorrentes da inadequação entre o perfil do profissional as exigências das tarefas. Assinala também a falta de informações precisas e exigências incompatíveis entre qualidade e prazo para realização do trabalho como causadores de estresse ocupacional. Segundo Rossi, Perrewé e Sauter (2007), o ambiente de trabalho e diversas outras interações entre emprego e empregado contribuem para as respostas individuais de stress e tensões. Consequentemente acarreta à organização problemas de alta rotatividade, absenteísmo, conflito interpessoal e baixa produtividade Albert e Ururahy (apud FIORELLI, 2000, p. 249) apontam os conflitos entres as pessoas como a principal causa de origem do estresse nas organizações. Em sua maioria estão relacionadas à falta de comunicação, divergências entre informações sobre as atividades e também fatores inerentes às pessoas como conhecimentos aptidões, habilidades, levando-as a interpretar, de forma errada, os comportamentos de colegas de trabalho.

12 No entanto, se forem pautadas pela compreensão, tolerância e espírito de autoajuda tais relações podem ser muito gratificantes e contribuir, significativamente, para um bom ambiente de trabalho. Segundo Chiavenato (2004), diante destas realidades e ameaças tanto para empresa como também para o colaborador, a saúde ocupacional passa a ter atenções especiais, principalmente pelas empresas mais bem sucedidas, que procuram reduzir o stress dos seus colaboradores. Contudo, não se pode responsabilizar as empresas como causadoras de todos os males, uma vez que, o stress é uma reação do indivíduo diante uma situação que exige adaptação. Segundo Andrade e Okabe (apud BERGAMINI, 1997, p.143), o stress pode ser considerado como um aspecto próprio do dia a dia que nasce da interação que o indivíduo experimenta ao meio em que vive. É importante ressaltar que cada pessoa reage de forma diferente diante de uma mesma situação. De acordo com Carvalho e Serafim (1995), dependendo do nível de stress pode servir como impulsionador na vida, levando a pessoa a ser mais produtiva, favorecendo seu crescimento. Na opinião de Chiavenato (2004), as pessoas, por passarem a maior parte do tempo na organização, acabam constituindo o local de trabalho como seu habita. Grande parte das organizações passou a adotar medidas que contribuem para melhor desempenho do colaborador, uma vez que, o trabalho técnico é importante para empresa em si, porém, o capital humano é que está se tornando o grande diferencial para organização. Programas são criados e adotados devido à preocupação com a saúde ocupacional havendo uma maior integração por parte do Recursos Humanos e dos líderes e gerentes.de acordo com Carvalho e Serafim (1995, p. 146) A empresa deve ter como princípio, a formação competente da equipe de RH, com pessoas bem motivadas. Deve ser uma equipe bem preparada e atualizada. Os seus objetivos de trabalho devem estar bem estabelecidos, para ter condições de avaliar desempenhos, valores, saber quem está qualificado para desenvolver cada função. Dessa forma vai perceber que há necessidade de um equilíbrio entre a produção e os interesses dos funcionários. Hoje as empresas já estão voltadas para um processo mais realista funcionário integrado à empresa.

13 Sendo assim, o ambiente físico e as condições psicológicas se tornam fundamentais para redução de agentes estressores, ou seja, ambientes de trabalho agradáveis podem melhorar o relacionamento interpessoal e a produtividade bem como reduzir acidentes. Para Chiavenato (2004, p. 430), Ambiente saudável de trabalho deve envolver condições ambientais físicas que atuem positivamente sobre todos os órgãos dos sentidos humanos. Do ponto de vista de saúde mental, o ambiente deve envolver condições psicológicas e sociológicas saudáveis e que atuem positivamente sobre o comportamento das pessoas evitando impactos emocionais, como estresse. A organização bem como a gestão de pessoas e os líderes transformacionais podem contribuir para identificação e prevenção do estresse e cansaço físico. Segundo Quick e Gavin (apud ROSSI, PERREWÉ ; SAUTER, 2007, p. 141), Líderes transformacionais possuem competência emocional, de modo que conseguem administrar suas próprias emoções de formas saudáveis e que são sensíveis às emoções e sentimentos daqueles com quem trabalham. Neste sentido, o gerenciamento do stress e cansaço físico tem como objetivo impedir que níveis de stress cheguem a um ponto em que ocorram resultados negativos para saúde e bem estar do trabalhador. 3 ANÁLISE DOS RESULTADOS Dos 26 colaboradores pesquisados, 85% são do sexo masculino e 15% são do sexo feminino. Verifica-se que este fato é condicionante devido à atividade desenvolvida, na qual se exige um maior esforço físico por parte do colaborador. A empresa possui um total de 61% de seus colaboradores na faixa etária de 26 a 35 anos. O restante está distribuído em 19% entre 36 a 45 anos, 12% entre16 a 25 anos e apenas 8% tem idade superior a 45 anos. A empresa possui um percentual considerável de colaboradores jovens Em relação ao tempo de trabalho na empresa, contatou-se que 8% estão entre 1 a 2 anos, 23% entre 3 a 5 anos, 8% encontram-se de 6 a 7 anos e

14 61% tem mais de 7 anos na empresa. Observa-se que a empresa não possui uma rotatividade elevada. Em relação à ocupação dos funcionários pesquisados 15% são da área administrativa, 4% estão na limpeza, 4% na recepção e 77% trabalham na produção, distribuídos nos setores tapeçaria, metalúrgica, lixado, polimento, marcenaria. Quanto à renda familiar dos colaboradores, o maior percentual encontra-se com 46% entre R$1.001,00 a R$1.500,00, seguidos de 31% entre R$ 501,00 a R$1.000,00 o restante estão distribuídos em 15% entre R$ 1.501, 00 a R$ 2.000,00 e 4% entre R$ 2.001,00 a R$ 2.500,00 e 4% estão acima de R$ 2.501,00. Quando perguntados sobre a sua personalidade, 41% dizem ser otimistas, 27% consideram-se pessoas tranquilas, nenhum dos colaboradores assinalou a alternativa inseguro, 12% são persistentes, 8% dizem ser dinâmicos e 12% são indecisos. Em relação ao convívio com os colegas, dos 26 entrevistados, nenhum considera o convívio ruim ou péssimo, 23% consideram ser ótimo e também 23% dizem ser regular e mais da metade, ou seja, 54% consideram ter um bom convívio com os outros colaboradores. A incidência do stress devido a divergências de opiniões ou conflitos pode ser considerada mínima, uma vez que, apresentam um bom convívio no trabalho. Com relação à avaliação dos pesquisados quanto ao relacionamento com colegas de outros departamentos, 46% consideram ter um relacionamento agradável com os outros departamentos, 31% mediano e 23% diz não se relacionar com as outras áreas. As alternativas difícil e ótimo não foram assinaladas pelos pesquisados. Quanto ao desempenho de suas funções, dos 26 colaboradores pesquisados 46% encontram-se à vontade ao realizar suas atividades, 19% estão realizados profissionalmente, ou seja, estão satisfeitos com sua função, 35% sentem-se desmotivados em realizar suas funções e nenhum colaborador assinalou a questão pressionado. A empresa oferece condições para o colaborador realizar suas atividades sem maiores pressões. Todavia, há existência de um grande percentual de colaboradores desmotivados em relação a trabalho. Este fator pode ocasionar apatia desinteresse e queda de produtividade.

15 Em relação às atividades diárias, observou-se que para 32% dos pesquisados o cansaço físico aparece como uma das maiores queixas dos colaboradores, seguido de 28% para esforços repetitivos, 9% consideraram possibilidades de pequenos erros terem consequências graves, 6% afirmaram que observam o excesso de trabalhos pendentes, 6% disseram ocorrer falta de cooperação entre colaboradores, 3% atribuem a desconfianças. Não houve respostas para divergências constantes, humor deprimido e redução da produtividade. Por fim, 16% consideraram não apresentar nenhuma das alternativas propostas na questão. Vale ressaltar que ao responder esta questão foram assinalados mais de um item. O resultado desses percentuais é referente a maior parte dos colaboradores encontrarem na área em que o esforço físico e repetitivo é mais intenso, necessitando de cuidados quanto à saúde ocupacional. Os pesquisados afirmaram que 62% consideram esforço físico moderado e 38% esforço mental moderado. Nota-se a necessidade de buscar sempre que estes percentuais não se elevem, uma vez que, a maioria dos colaboradores encontra-se nesta área, na qual, exige-se esforço diário. Com relação às dores no final de uma jornada de trabalho, foi constatado que dos 26 colaboradores 61% sentem dores às vezes, 27% responderam raramente, 4% disseram nunca ter sentido dores durante ou após o expediente e 8% disseram ter dores regularmente. A dor é decorrente do desequilíbrio do funcionamento, tanto físico como mental e quando excessiva, faz com que todo o organismo seja afetado comprometendo a saúde. Na empresa em análise, constata-se que as dores são influenciadas pelo esforço físico e repetitivo realizado diariamente. Constatou-se que 69% dos colaboradores disseram que nunca ocorreram dificuldades para dormir devido ao trabalho, 19% raramente e 12% admitiram ocorrer regularmente,

16 Gráfico 01 - Condições do ambiente de trabalho Iuminação Espaço Físico Higiene / Limpeza Segurança Ruídos Inadequado Razoável Bom Ótimo Fonte: Autora Em relação à iluminação no ambiente laboral, dos 26 colaboradores, nenhum considera a iluminação inadequada; 9 consideram razoável; 11 consideram bom e 6 ótimo. Em relação ao Espaço Físico, 3 consideram inadequado; 6 razoável; 14 bom e 3 ótimo. No critério de Higiene / Limpeza, 2 consideram inadequado; 6 razoável, 16 bom e 2 ótimo. Para o quesito segurança, nenhum considera inadequado, 6 razoável, 17 bom e 3 ótimo e por fim, em relação aos ruídos, 6 pessoas consideram inadequado, 12 razoável, 6 bom e 2 ótimo. Observa-se que as condições do ambiente de trabalho foram consideradas relativamente boas pelos colaboradores. Entretanto, os ruídos foram considerados como uma parte que apresenta desconforto para a maioria dos colaboradores, devido à atividade desenvolvida, porém, há necessidade de cuidados para evitar danos mais graves à saúde. Quanto ao material necessário para desenvolver seu trabalho, 61% dos pesquisados consideraram ter o material necessário para as atividades, 31% afirmaram que parcialmente e 8% responderam não dispor de todo material adequado. Assim se considera que mais da metade possui ferramentas para realização da atividade. Contudo, ocorre a necessidade da empresa estar mais atenta a esta questão, uma vez que, falta parcialmente ou total ao restante de colaboradores, fato que gera atrasos na resolução da atividade, insatisfação e

17 irritabilidade. Sendo assim apresentam-se motivos para uma melhor atenção quanto à disponibilidade de material. Dos 26 colaboradores, 77% consideraram que a empresa investe em programas em prol da saúde física e mental, enquanto 23% assinalaram que não investem. Os colaboradores afirmaram que 81% possuíam algum benefício já para os 19% dos colaboradores responderam não possuir. Dos que assinalaram sim, 29% responderam vale transporte, 19% consideraram treinamentos oferecidos, 10% disseram cesta básica e 42% responderam a ginástica laboral como benefício concedido da empresa para seus colaboradores. Não foram assinalas as perguntas para vale alimentação e plano de saúde. Os colaboradores afirmaram que a empresa contribui com programas de incentivos à promoção da saúde e redução de stress, dentre os destacados esta a ginástica laboral. A empresa pode contribuir para a redução do stress e cansaço físico no trabalho, 22% responderam que pode contribuir para redução através melhorias no ambiente de trabalho, para 78% dos colaboradores disseram que não desejariam trabalhar aos sábados, visto que, seria motivo para que pudessem contribuir para a redução do stress e cansaço físico. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Estudar sobre stress e cansaço físico tornou-se de extrema importância no ambiente organizacional, pois, entender e contribuir para um ambiente mais saudável, é de interesse de ambas as partes. Assim, descobrir a fonte dos desajustes do colaborador e também as falhas da organização tornou-se fundamental. Observou-se que não existem ocorrências na empresa quanto às tensões físicas e emocionais, considerando assim um fator positivo para a empresa. Vale ressaltar que a ausência das tensões no ambiente laboral não é possível, uma vez que acontecem naturalmente e que fazem parte do meio, no qual, o indivíduo convive. Foi possível constatar que a empresa conta com um pequeno percentual de fatores que resultam na incidência de maior stress e cansaço físico. Dentre as situações que contribuem para o aumento das tensões físicas e

18 emocionais, destaca-se o esforço físico diário na realização das tarefas, desmotivação em desempenhar a função e ausência de maior integração de colaborador e empresa. Entretanto, observa-se a preocupação da empresa em promover a saúde, a qual, pode ser identificada com programa de incentivo à saúde ocupacional através da introdução da ginástica laboral como meio de aliviar as tensões do trabalho. De modo geral, a empresa apresentou preocupação em estabelecer um ambiente saudável a seus colaboradores com treinamento a respeito de risco de acidente, promoção à saúde ocupacional e programas de conscientização ambiental, o que demonstra que a empresa mesmo não sendo de grande porte também esta procurando melhorar e adequar novas práticas para a promoção de melhor qualidade de vida no trabalho, procurando reduzir as tensões desencadeadoras de stress. REFERÊNCIAS BERGAMINI, Cecília Whitaker. Motivação nas organizações. 4. ed. São Paulo: Atlas, BERNARDES, Cyro; MARCONDES, Reynaldo Cavalheiro. Sociologia aplicada à administração. 6. ed. São Paulo: Saraiva, CARVALHO, Antonio Vieira; SERAFIM, Oziléia Clean Gomes. Administração de recursos humanos. São Paulo: Pioneira, v. 2. CHIAVENATO, Idalberto. O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de janeiro: Elseiver, Recursos humanos. 3. ed. São Paulo: Atlas,1995..Gestão de pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 5. ed. Rio de janeiro: Elseiver, FIORELLI, José Osmir. Psicologia para administração: integrando teoria e pratica. São Paulo: Atlas, FRANÇA, Ana Cristina Limongi; RODRIGUES, Avelino Luiz. Stress e trabalho: uma abordagem psicossomática. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2005.

19 LIPP, Marilda Emmanuel Novaes. Globalização e mudanças: o stress do novo milênio. Disponível em: <http://www.estresse.com.br> Acesso em: 27 abr ROSSI, Ana Maria; PERREWÉ, Pámela L; SAUTER, Steven L. Stress e qualidade de vida no trabalho: perspectivas atuais da saúde ocupacional. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

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