UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. Tecnologias móveis na educação

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1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Adriane Aparecida da Silva Higuchi Tecnologias móveis na educação São Paulo 2011

2 ADRIANE APARECIDA DA SILVA HIGUCHI Tecnologias móveis na educação Dissertação apresentada à banca examinadora como exigência parcial da obtenção do título de MESTRE em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, sob orientação da professora Dra. Jane de Almeida. São Paulo 2011

3 H683t Higuchi, Adriane Aparecida da Silva Tecnologias móveis na educação. / Adriane Aparecida da Silva Higuchi f. ; 30 cm Dissertação (Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura) - Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, Bibliografia: f Mobile learning. 2. Aprendizagem móvel. 3. Tecnologia móvel. 4. Dispositivos móveis. 5. Aparelho celular. I. Título. CDD

4 ADRIANE APARECIDA DA SILVA HIGUCHI Tecnologias móveis na educação Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Presbiteriana Mackenzie do Estado de São Paulo, como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Educação, Arte e História da Cultura. Aprovada em / / BANCA EXAMINADORA Profª Drª Jane de Almeida Orientadora Universidade Presbiteriana Mackenzie Profª Drª Maria de los Dolores Jimenez Peña Universidade Presbiteriana Mackenzie Profª Drª Lucila Maria Pesce Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP

5 Dedico este trabalho aos meus queridos pais que muito me ensinaram. 3

6 4 AGRADECIMENTOS Agradeço aos meus familiares, colegas, professores e a todos que contribuíram para o desenvolvimento desta pesquisa.

7 5 RESUMO O uso da tecnologia móvel tem provocado mudanças em vários segmentos da sociedade. Inseridos no cotidiano das pessoas, os dispositivos móveis digitais transformam a cada dia a maneira como as pessoas se comunicam, se relacionam, trabalham, consomem, se divertem e aprendem. Em busca de maior flexibilidade, comodidade e mobilidade, a sociedade se apropria cada vez mais da linguagem digital e imprime novas características às relações emissor-receptor, consumidor-empresa, trabalhador-empregador, imprensa-leitor e até a de cidadão-estado. A chamada geração digital nasce, cresce, aprende e vive conectada a um mundo digital repleto de informações circulantes e mutantes, disponibilizadas por meio de dispositivos digitais móveis, como aparelhos celulares, netbooks, tablets etc. Diferentemente de gerações passadas, a atual geração demonstra habilidades para navegar em movimento nas informações de inúmeros canais e veículos, tudo ao mesmo tempo. Nesse contexto, a educação também não está imune aos efeitos da tecnologia móvel. De que maneira ocorre a apropriação desta tecnologia nas escolas? Como a educação formal percebe e lida com os aparelhos celulares dentro da sala de aula? Quais são os desafios? Este trabalho de pesquisa inicia uma reflexão interdisciplinar, que envolve tecnologia da informação e comunicação e educação, em busca de respostas para esses questionamentos. Com ênfase no aparelho celular, busca-se aqui saber se e como o ambiente escolar incorpora a tecnologia móvel no processo educacional. Este trabalho apresenta o estudo exploratório que foi realizado em uma escola pública da cidade de Mogi das Cruzes, localizada na Grande São Paulo, com alunos do 9º ano do curso Ensino Fundamental e 2º ano do curso Ensino Médio, que utilizam o aparelho celular como auxiliar em atividades pedagógicas desenvolvidas, de forma pontual e esporádica, pela educadora na área de conhecimento em História. PALAVRAS-CHAVE Mobile learning. Aprendizagem móvel. Tecnologia móvel. Dispositivos móveis. Aparelho celular.

8 6 ABSTRACT The use of the mobile technology has caused several changes in all segments of society. Due to their being inserted in people s lives, the digital mobile devices cause changes in the way people communicate, interact, work, purchase, entertain and learn. In search for greater flexibility, convenience and mobility, society has increasingly taken control of the digital language and sets new characteristics on the sender-receiver, consumer-supplier, employeeemployer, media-reader and even State citizen relationships. The so-called digital generation is born, grows, learns and lives being connected to a digital world full of rotating and mutant pieces of information, available through mobile digital devices, like cell phones, net books, tablets, etc. Unlike past generations, today s one shows skills to browse through various web channels, all at the same time and on the go. In this context, education is not immune to the effects of the mobile technology as well. How does the appropriation of this technology occur in schools? How does the traditional education system perceive and cope with cell phones inside the classroom? What are the challenges? This research starts up an interdisciplinary reflection, which involves information technology, communication and education, in search for answers to these questions. Keeping focus on the mobile device, we seek to learn whether and how the school environment incorporates the mobile technology in its educational process. This research presents the exploratory study accomplished in a public school in the city of Mogi das Cruzes, located in the metropolitan area of Sao Paulo, concerning students of the 9th year of the elementary school and 1 st year of high school levels, using the mobile device as an aid in the pedagogical activities punctually and intermittently accomplished by the history teacher. The study shows and encourages thinking on how the mobile device is being incorporated as an apparatus to assist the pedagogical practice in the formal education environment. KEYWORDS Mobile learning. Mobile technology. Mobile devices. Cell phone.

9 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E LINGUAGEM Educação Educação conceituação Educação Formal, Não-Formal e Informal Tecnologia na educação Novas competências e novas metodologias? Teorias de aprendizagem Algumas teorias de aprendizagem Tecnologia da comunicação Linguagem e meios de comunicação Comunicação e mudanças sociais Tecnologia da comunicação DISPOSITIVOS MÓVEIS Evolução dos dispositivos móveis Breve histórico de dois importantes representantes da tecnologia móvel Aparelhos celulares Tablets MOBILE LEARNING APRENDIZAGEM MÓVEL Introdução à aprendizagem móvel Aprendizagem móvel Tecnologia transparente, ubíqua e pós-massiva Mobile Learning Variáveis envolvidas Pesquisas sobre Aprendizagem Móvel PESQUISA REALIZADA ESTUDO EXPLORATÓRIO Material e Método Discussão CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA ANEXOS Anexo I Linha do Tempo Algumas invenções que contribuíram com o desenvolvimento dos dispositivos móveis Anexo II Mogi das Cruzes Anexo III Escola Anexo IV - Registro de Entrevistas Anexo V - Modelo do Questionário... 88

10 8 INTRODUÇÃO As transformações vividas pela sociedade a partir dos avanços tecnológicos, principalmente dos dispositivos móveis, têm provocado mudanças significativas no contexto social. Conforme avalia Don Tapscott (1999, p. 07), a geração nascida e criada no ambiente digital, está revolucionando a realidade a nossa volta e nos impõe uma nova cultura, reformulando o modo como a sociedade e os indivíduos interagem. Com a disponibilidade de tecnologias móveis, como tablets, smartphones, netbooks, vivemos em um período de mudanças, tanto na forma como as pessoas se comunicam, como também na maneira como se relacionam, aprendem, trocam e acessam informação, se divertem, se locomovem, se apropriam dos espaços reais e virtuais, participam e contribuem na construção da história. O presente estudo se propõe a iniciar algumas reflexões sobre se e como os dispositivos móveis, principalmente o aparelho celular tem sido incorporado no contexto educacional, dentro da sala de aula para auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. O aparelho celular foi escolhido por permitir acesso a diferentes mídias, ser acessível a uma parcela significativa da polulação, de acordo com as estatísticas 1 há 3 celulares para cada 2 habitantes no Brasil, por permitir sua utilização mesmo em locais que não possuam redes convencionais de telecomunicações e por não necessitar de grandes investimentos para ser aplicado na educação. Além disto, este trabalho busca encontrar alternativas e situações que favoreçam a utilização da tecnologia móvel no ambiente educacional, com o intuito de aproveitar a tecnologia móvel disponível para motivar e contribuir na construção do conhecimento. Os objetivos do presente trabalho são traçar um panorama preliminar do que representa e envolve a aprendizagem móvel; relacionar pesquisas e experiências que utilizam ou já fizeram uso de dispositivos móveis para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem e, por fim, apresentar um exemplo em que o aparelho celular foi utilizado como auxiliar no processo educacional. Trata-se, portanto, de uma pesquisa qualitativa - exploratória. Para alcançar esses objetivos, foi efetuado um levantamento na bibliografia existente, tanto na impressa como on-line, para abordar os diferentes tópicos e os principais conceitos que compõem a aprendizagem móvel. Também foi feito um levantamento sobre algumas experiências/pesquisas que estão sendo feitas com base na aprendizagem móvel, tanto no 1 Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações. Disponível em Acessado em 19/05/2010.

11 9 Brasil como em outros países. Além disto, foi realizado um estudo exploratório, em uma escola da rede pública do estado de São Paulo para compreender se e como o ambiente educacional brasileiro tem incorporado os dispositivos móveis. Espera-se demonstrar com este estudo que a educação não pode ignorar o fato de que a tecnologia tem provocado mudanças também no processo tradicional de ensinoaprendizagem. Sem julgar se isto é bom ou ruim, a proposta é refletir sobre o tema e tentar compreender as implicações que estas mudanças trazem para o cotidiano escolar, tanto para professores como para os alunos. Desta forma, o presente trabalho foi estruturado em 4 capítulos que buscam apresentar tanto os conceitos que envolvem a incorporação dos dispositivos móveis em sala de aula, como apresentar um estudo exploratório realizado em uma escola pública da cidade de Mogi das Cruzes, na grande São Paulo. O primeiro capítulo aborda sobre a educação, tecnologia e linguagem, pilares que compõem a formação do aluno e pela proximidade que estes temas estabelecem com o foco da pesquisa. O segundo capítulo discorre sobre o desenvolvimento dos dispositivos móveis e as mudanças que eles têm provocado na sociedade. No terceiro capítulo apresentamos o conceito e as características da aprendizagem móvel e algumas pesquisas realizadas nesta área, por se constituir no objetivo principal desta pesquisa. No quarto capítulo, apresenta-se o estudo exploratório em que uma professora de história usa o celular eventualmente para desenvolver atividades pedagógicas com alunos de uma escola pública do 9º ano do curso Ensino Fundamental e 2º ano do Ensino Médio. É neste momento que se pretende analisar, com base na bibliografia estudada, como o celular vem sendo incorporado no ambiente escolar.

12 10 1. EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E LINGUAGEM 1.1. Educação Educação - Conceituação A criança é criança, um ser que nasceu para crescer, isto é, nasceu imaturo, para vir a criar-se a si mesmo pelo amadurecimento, ou seja, pela educação. (KANT apud PRADO, 1991, p. 37). O homem ao nascer, se comparado a outros animais, é o mais desprovido de dons. Desde o seu nascimento ele precisa do apoio/ajuda dos outros - é um ser educável. Como observa Lourenço de Almeida Prado, em seu livro: Educação: ajudar a pensar, sim: conscientizar, não, de 1991, em que aborda questões educacionais e propõe reflexões sobre a formação do homem como ser de cultura e não simplesmente como um ser robotizado, considera que educação é um processo interior, ou seja, o desdobramento de potencialidades e a aquisição de qualidades. Para Prado (1991, p. 71), a simples e automática repetição não é educação, pois segundo ele a verdadeira educação deve ampliar a capacidade e a liberdade de agir livre e criativamente. Os animais são, no máximo, domesticáveis ou domináveis, já o homem é o único ser realmente educável. (Prado, 1991, p. 71). Desde o nascimento, independente de nossa condição socioeconômica, estamos a todo momento vivenciando um processo educacional e, geralmente, agimos de acordo com as regras morais imposta pela sociedade. Isto abrange desde o modo como nos comportamos fisicamente (atitudes) até como conduzimos nossas relações pessoais com amigos, família, educadores etc. Como define Prado (1991), a educação é um processo universal e, por isso, varia de sociedade para sociedade, de um grupo social a outro. Desta forma, ressalta o autor, a educação segue as concepções que cada sociedade e cada grupo social tenha do mundo, de homem, de vida social e do próprio processo educativo. Enfim, a educação é um processo dinâmico, histórico, e por isso mesmo mutável. A palavra educação pode assumir diferentes sentidos, como apresenta Prado (1991). No sentido vulgar : educação refere-se a exterioridades, ou seja, a adaptação a modelos de boas maneiras, aos costumes da vida civilizada, ou até mesmo a um certo grupo (convivência cordial). No sentido etimológico: educação exprime algo que vem de dentro ex + duco, que

13 11 acontece no sentido pessoal, ou seja, na procura de cada um de tirar de dentro de si as suas virtualidades, ou no sentido de ajuda prestada pelos outros para que cada um consiga mais facilmente e com maior segurança chegar a esse resultado. No sentido real: educação é o processo vital, que com o apoio e convívio social vai desdobrando as suas energias germinais interiores, que traz ao nascer, e conduzindo-as à plenitude atuante. Por meio dela é possível tomar posse do patrimônio cultural acumulado pelas gerações precedentes e, ao mesmo tempo, inserir-se como membro vivo e participante na comunidade em que se vive. Assim, Prado (1991) define educação como sendo a ajuda 2 prestada pelo mais velho para que a criança e o adolescente possam mais fácil e seguramente chegar ao seu pleno desenvolvimento como pessoa livre e inserida na vida social. A educação, portanto, tem o papel de auxiliar/ajudar e deve considerar as influências espontâneas de um sobre o outro na convivência social, que passa pelas expressões da arte e dos meios de comunicação. Para o autor, o processo educativo deve buscar a verdade e é uma condição necessária da vida do homem: só é homem pela educação. (Kant apud Prado, 1991, p. 34). Desta forma, o direito à educação é um direito natural, um direito que decorre da exigência da natureza, pois o propósito da educação deve ser a conquista da liberdade interior, como observa Prado (1991, p. 70), toda criança nasce escrava e se torna livre pela educação. A educação, portanto, passa a ser um direito do cidadão. A legislação brasileira garante este direito por leis e portarias, como por exemplo, por meio da Constituição Brasileira e mais recentemente pela Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, mais conhecida como LDB/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. De acordo com a definição da LDB/96, artigo 1º, a educação é um processo formativo que se desenvolve na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e demais organizações e manifestações culturais. Esta lei estabelece, em seu artigo 2º, que a educação é um dever, tanto do Estado como da família, e tem como finalidade o pleno desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Além disto, a legislação assegura em seu artigo 3º, inciso X e XI, que o ensino deverá ser ministrado com base na valorização da experiência extra-escolar e na vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. 2 Para Prado (1991, p. 78), a palavra ajuda deve ser entendida no sentido de cooperação, ou seja, a educação não é a transmissão material de algo do educador ao educando, como o calor de um corpo quente se transfere para outro que é aquecido, mas um auxílio exterior que provoca o espírito do educando: é ele que aprende.

14 12 Em suma, a legislação brasileira prevê que as práticas de ensino devem considerar o contexto social e cultural do aluno. E entendemos que pelo menos para uma grande parcela de jovens, este ambiente sociocultural está imerso ao mundo digital por meio de diferentes dispositivos eletrônicos como: computadores, celulares, videogames etc. Como aponta o pesquisador Don Tapscott (1999), em seu livro: Geração Digital A crescente e Irreversível Ascensão da Geração Net, os jovens nascem na era da computação, dos aparelhos celulares, das telas sensíveis ao toque, dos vídeos games e não há como não considerar este contexto na formação sociocultural do aluno. Para Tapscott, a geração nascida e criada na tecnologia digital, está revolucionando os acontecimentos à nossa volta, está se desenvolvendo e nos impondo sua cultura, reformulando o modo como a sociedade e os indivíduos interagem. Mas como o autor alerta, é exigida uma boa administração por parte de empresários, educadores, pais e legisladores para orientar sua utilização. Acalmem-se todos. As crianças estão bem. Elas estão aprendendo, Elas precisam de melhores ferramentas, melhor acesso, mais serviços e mais liberdade para explorar, não o contrário. Em vez de hostilidade e desconfiança por parte dos adultos, precisamos de mudanças na maneira de pensar e no comportamento dos pais, educadores, legisladores e empresários. (TAPSCOTT, 1999, p. 07, grifo nosso). Assim, como observa Tapscott (1999), estamos diante de jovens que já nascem na era da tecnologia digital e mais do que nunca, precisam de orientação para que seus recursos sejam utilizados de forma segura, eficiente e com respeito à cidadania Educação Formal, Não-Formal e Informal A educação geralmente é dividida em três categorias: a educação formal, não-formal e informal. A educação formal ocorre quando se desenvolve sistematicamente planos para se atingir um determinado objetivo, com conteúdos e meios previamente traçados. É o que geralmente acontece nas escolas. Já a educação não-formal, como observam Park, Fernandes e Carnicel, organizadores do livro Palavras-chave em educação não-formal, de , constitui-se pela sua maior flexibilidade em relação à estrutura dos programas, da maneira como os conteúdos são abordados, da duração e do local, dos métodos utilizados, dos participantes envolvidos e de 3 PARK, Margareth Brandini; FERNANDES, Renata Sileiro. Para saber a diferença entre a educação nãoformal e a educação informal. Jornal da UNICAMP. Universidade Estadual de Campinas. 13/08/2007. p. 12.

15 13 seu objetivo. Como ressaltam os autores, a educação não-formal exerce um papel complementar e alternativo ao sistema formal-escolar. Assim, as principais diferenças entre a educação formal e não-formal, como observa Afonso (1989 apud PARK; FERNANDES, 2007, p. 12), podem ser pontuadas em termos de oposição, ou seja, poreducação formal entende-se o tipo de educação organizada com uma determinada sequência (prévia) e proporcionada pelas escolas, enquanto que a designação não-formal, embora obedeça a uma estrutura e a uma organização (mesmo que não seja essa a finalidade), diverge ainda da educação formal no que respeita a não-fixação de tempos e locais e a flexibilidade na adaptação dos conteúdos de aprendizagem a cada grupo concreto. Além da educação formal e não-formal, temos ainda a educação informal que é aquela que conhecemos desde o nosso nascimento, em que são aprendidos nossos deveres sociais, a relação de respeito, a convivência, a higiene, o respeito mútuo etc. Como observa Trilla (1996 apud PARK, FERNANDES, 2007, p. 12), a educação informal é toda gama de aprendizagens que realizamos (tanto no papel de ensinantes como de aprendizes), e que acontece sem que haja um planejamento específico e, muitas vezes, sem que nos demos conta.. Faz parte desta aprendizagem a percepção gestual, moral, comportamental, proveniente da relação com a família, amigos, colegas de trabalho, etc. (PARK, FERNANDES, 2007, p. 12). Para Prado (1991) a educação informal acontece geralmente por meio da convivência social, da vida em comum, não existindo um processo sistemático, intencional que nos conduza a elas. Desta forma, Prado (1991) aponta que tanto a educação formal como a informal podem ocorrem simultaneamente. Ou seja, não há momentos em que só aprendemos formalmente e outros em que só aprendemos informalmente. As duas formas de educação coexistem dentro e fora da escola. Logo, verifica-se, como apontam Marçal; Andrade; Rios (2005, p. 02), que a aprendizagem móvel, pode ocorrer tanto na educação formal, não-formal e na informal, pois ela permite ampliar os espaços de aprendizagem para além dos muros restritos da escola. Utilizando-se dos dispositivos móveis, é possível acessar e trocar informações a qualquer hora e em qualquer lugar e isto para os autores, amplia as oportunidades de aprendizagem. Ainda em relação à educação formal, Arnaldo Niskier, membro do Conselho Nacional de Educação e da Academia Brasileira de Letras, apresenta em seu livro: LDB A nova lei da

16 14 educação, de 1997, que a estrutura da educação formal no Brasil é bastante hierarquizada, ou seja, está dividida em dois grupos: educação básica, que abrange a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio e a educação superior. A LDB/96 define as finalidades e os objetivos de cada educação, como por exemplo, a educação infantil tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança (físico, psicológico, intelectual e social) até seis anos de idade, complementando a ação da família e da comunidade. Já o ensino fundamental terá como objetivo a formação básica do cidadão, que envolve desde o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem; da compreensão do meio social, da tecnologia, das artes até o fortalecimento dos vínculos de família, laços de solidariedade e das relações sociais. O ensino médio, que compõe a etapa final da educação básica, a legislação define que ela terá como finalidade a consolidação/aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental para que o educando possa prosseguir com seus estudos e que busque a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico do aluno. Além disto, assegura que o aluno deve ter uma compreensão dos fundamentos científicos e tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria e a prática. Destaca-se ainda que o currículo do ensino médio, conforme o artigo 35 da LDB/96, deverá também abranger a educação tecnológica e as transformações sociais e culturais. E por fim, a educação superior tem por finalidade estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo, formando alunos para atuarem em diferentes áreas de conhecimento. Assim, como prevê a legislação, os conteúdos e as metodologias deverão ser organizados de forma que o aluno possa ter conhecimento tanto dos princípios científicos e tecnológicos da produção moderna, como das formas contemporâneas de linguagem. Portanto, entende-se aqui que os dispositivos móveis fazem parte das formas contemporâneas de comunicação e têm sido incorporados por diferentes setores da sociedade, em um processo contínuo de adaptação entre tecnologia e sociedade, e não poderá ficar fora das questões educacionais Tecnologia na educação Novas competências e novas metodologias? Em uma sociedade na qual todos se habituaram a votar, a comprar, a informar-se, a divertir-se, a procurar uma moradia, um emprego ou um sócio na Internet, talvez fosse melhor armar as crianças e os adolescentes nesse domínio, para reforçar sua identidade, sua capacidade de tomar distância, de resistir às manipulações, de proteger sua esfera pessoal, de não embrarcar em qualquer aventura duvidosa. (PERRENOUD, 2000, p. 136).

17 15 Para Philippe Perrenoud (in: PERRENOUD et al, 2002, p. 56), professor e pesquisador na área de psicologia e educação da universidade de Genebra, a prática didático-pedagógica vai muito além do conteúdo, ou seja, o professor deve lembrar que o simples domínio dos saberes disciplinares não dispensa saberes pedagógicos. Portanto, a metodologia é indispensável para o ensino. Assim, diante das possibilidades do uso de dispositivos móveis na educação, percebe-se a necessidade de criar ou adaptar práticas de ensino a este novo ambiente educacional, em que educação e tecnologia se relacionam e interconectam. Formar para as novas tecnologias é formar o julgamento, o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimento e de estratégias de comunicação. (...) A alternativa seria, evidentemente, desenvolver o julgamento e a autonomia. (PERRENOUD, 2000, p. 128). Como aponta Monica Gather Thurler (in: PERRENOUD et al, 2002, p. 83), que também é professora e pesquisadora na área de psicologia e educação da universidade de Genebra, os avanços de novas metodologias ocorrem com maior fluidez quando os professores passam a refletir sobre suas atividades diárias e se tornam pesquisadores no interior de sua prática. Isto contribui, segundo a autora, para que as novas metodologias de ensino sejam efetivamente adotadas no processo educacional. Sabe-se que a incorporação da tecnologia na educação ainda é um desafio, pois requer mudanças nas práticas pedagógicas. De acordo com Guimarães (2005 in: OLIVEIRA; VIGNERON (orgs), 2005, p. 21), coordenador do programa de Educação Continuada e a Distância UMESP, é preciso considerar que as pessoas vivenciam de forma diferenciada os processos de mudanças, pois gente não é máquina e as emoções, o corpo e a mente somamse para avaliar o que se propõe a mudar. Portanto, para o autor, a ênfase para sua incorporação deve ser dada não na tecnologia, mas sim nas pessoas. Ele propõe que a tecnologia deve praticamente desaparecer no ambiente educacional, ou seja, deve ser utilizada como qualquer outro recurso para favorecer a aprendizagem. Assim, de acordo com o autor, o uso da tecnologia exige ética, organização, planejamento, condições tecnológicas e principalmente, pessoas capacitadas. A diferença é que a tecnologia amplia os espaços físicos de atuação e permite uma nova racionalidade do tempo de estudo, tanto para o docente quanto para o discente. (GUIMARÃES in: OLIVEIRA; VIGNERON (orgs), 2005, p. 21)

18 16 Em outras palavras, Fullan (1999 apud THURLER in: PERRENOUD et al, 2002, p. 97), apresenta que o destino para a inovação educacional depende do que os professores pensam e fazem, pois são eles que colocam em prática, junto com os alunos, as novas idéias pedagógicas. Desta forma, conforme estes autores, as transformações dependem tanto dos objetivos, conteúdos e da técnica a ser adotada, como também na forma como os atores envolvidos neste processo (escola, professor, aluno) irão captar e engajar nas novas propostas pedagógicas. Além disto, faz-se necessário que os dispositivos tecnológicos que podem proporcionar diferentes situações de aprendizagem, devem ter por objetivo garantir aos alunos a coerência e a continuidade do processo de aprendizagem. O ofício do professor redefine-se: mais do que ensinar, trata-se de fazer aprender. (PERRENOUD, 2000, p. 138). Como sugere Perrenoud (2002), o aluno deve ser incentivado a aprender-a-aprender, pois não adianta observar se não se sabe interpretar. Não adianta saber interpretar se não se sabe decidir. E não adianta decidir se é incapaz de concretizar suas decisões. (PERRENOUD in: PERRENOUD et al, 2002, p. 56). A verdadeira incógnita é saber se os professores irão apossar-se das tecnologias como um auxílio ao ensino, para dar aulas cada vez mais bem ilustradas por apresentações multimídia, ou para mudar de paradigma e concentrar-se na criação, na gestão e na regulação de situações de aprendizagem. (PERRENOUD, 2000, p. 139) Teorias de aprendizagem Algumas teorias de aprendizagem Este capítulo foi baseado no livro: Ensino: as abordagens do processo, da professora Maria da Graça Nicoletti Mizukami (1986), que apresenta um panorama geral das teorias de aprendizagem que mais influenciaram a educação brasileira. Para a educadora, a prática diária do professor é o resultado de suas próprias experiências e condições vividas, a partir do filtro que ele mesmo faz das diferentes teorias de aprendizagem. De acordo com Mizukami (1986), podemos partir do pressuposto de que no Brasil tenham sido cinco as abordagens que mais possam ter influenciado a didática adotada pelo professor, são elas: Tradicional ; Comportamentalista ; Humanista ; Cognitivista e Sócio-cultural.

19 17 Assim, este capítulo busca elencar estas teorias de aprendizagem, na tentativa de tentar entender as práticas pedagógicas que mais são aplicadas dentro da sala de aula e em quais situações o dispositivo móvel seria mais eficientemente incorporado. Este capítulo não tem a pretensão de esgotar os significados de cada uma das teorias de aprendizagem, apenas tecer um panorama geral. Na abordagem tradicional, o ensino em todas as suas formas, está centrado no professor, no programa e nas disciplinas. O aluno apenas executa prescrições que lhe são fixadas. O homem, nesta abordagem, é considerado como inserido em um mundo que irá conhecer através de informações que serão oferecidas a partir do que se decidiu serem as mais importantes e úteis para ele. Portanto, o homem é considerado como sendo uma espécie de tábua rasa, na qual são impressas, progressivamente, imagens e informações fornecidas pelo ambiente. Como observa Mizukami (1986), o aluno é um receptor passivo e o sistema de ensino é baseado na educação bancária (FREIRE, 1975c apud MIZUKAMI, 1986, p. 10), ou seja, se caracteriza por depositar no aluno, informações, dados, fatos etc. Assim, o aluno nada mais é do que um ser passivo, um receptáculo de conhecimentos escolhidos e elaborados por outros para que ele deles se aproprie. (MIZUKAMI, 1986, p. 18). Na abordagem comportamentalista, o conhecimento é o resultado direto da experiência e da descoberta. Porém, o que foi descoberto pelo indivíduo, já se encontrava presente na realidade exterior. O ensino é composto por padrões de comportamento que podem ser mudados através de treinamento, conforme os objetivos previamente fixados. Um dos grandes pesquisadores desta abordagem e que muito influenciou o Brasil, foi Burrhus Frederic Skinner ( ). A educação, na visão comportamentalista, deverá transmitir informações, assim como comportamentos éticos, práticas sociais, habilidades consideradas básicas para a manipulação e controle do mundo/ambiente (cultural, social, etc.). Os comportamentos desejados dos alunos serão instalados e mantidos por condicionantes, tais como elogios, notas, prêmios, reconhecimentos do mestre e dos colegas, prestígio etc. Enfim, nesta abordagem considera-se que o meio pode ser controlado e manipulado e, consequentemente, o homem também. Na abordagem humanista a ênfase é dada no papel do sujeito como principal elaborador do conhecimento humano. O ensino é centralizado no aluno, nas relações interpessoais e no crescimento que delas resultam. O professor, nesta abordagem, não transmite conteúdo, mas dá assistência, sendo um facilitador da aprendizagem. O conteúdo advém das próprias experiências dos alunos e a atividade é considerada um processo natural realizada por meio da

20 18 interação com o meio. O professor não ensina: apenas cria condições para que os alunos aprendam. Não existem, portanto, modelos prontos nem regras a seguir, mas um processo de vir-a-ser. (MIZUKAMI, 1986, p. 38). Nesta abordagem, o homem é consciente da sua incompletude, tanto no que se refere ao mundo interior self, quanto ao mundo exterior e também tem consciência que é um ser em transformação e responsável em transformar a realidade. Portanto, o mundo é algo produzido pelo homem diante de si mesmo (Idem, p. 41). Além disso, nenhum indivíduo conhece realmente, pois se conhece apenas o que por ele é percebido - o homem só conhece pela experiência. Assim, nesta abordagem, a educação é centrada no aluno (que é o principal responsável pela aprendizagem) e o professor tem um papel de facilitador da aprendizagem. Na abordagem cognitivista são consideradas as formas pelas quais as pessoas lidam com os estímulos do ambiente, organizam os dados, resolvem os problemas, adquirem conceitos e usam símbolos verbais. Apesar de haver preocupação com relações sociais, a ênfase é dada na capacidade do aluno de integrar informações e processá-las. Esta abordagem é predominantemente interacionista, ou seja, o homem e o mundo são analisados conjuntamente. Um dos seus principais representantes é o suíço Jean Piaget ( ) que considera o conhecimento um produto da interação entre homem e mundo, entre sujeito e objeto, não se enfatizando pólo algum da relação. O núcleo do processo de desenvolvimento é baseado em um modelo progressivo de adaptação assimilição e acomodação ; na superação contínua em direção a novas e complexas estruturas. O conhecimento, portanto se dá por meio de uma construção contínua e é essencialmente ativo. A aquisição do conhecimento pode ocorrer em duas fases: exógena (assimilação), fase da simples constatação, da cópia, da repetição, e fase endógena (acomodação), fase da compreensão das relações, das combinações. Considera-se como verdadeiro conhecimento a fase endógena, pois pressupõe uma abstração. O processo educacional tem um papel importante nesta abordagem, pois pode provocar situações de desequilíbrio no aluno, ou seja, criar atividades para a solução de problemas e desafios, quebrando a rotina, incentivando o diálogo e o debate adequados ao nível de desenvolvimento do aluno. Assim, o objetivo da educação, não consistirá na simples transmissão de informações, mas sim em que o aluno aprenda a buscar por si próprio. O ensino, portanto, deverá priorizar as atividades do sujeito, considerando-o inserido numa situação social e ser baseado em atividades de ensaio e erro, pesquisa, investigação, solução de problemas por parte do aluno. Enfim, é necessário incentivar o aluno a aprender a aprender, a respeitar o outro, trocar de informações e pontos de vista.

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