UNIVERDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MÚSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÂO EM MÚSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MÚSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÂO EM MÚSICA"

Transcrição

1 UNIVERDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE MÚSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÂO EM MÚSICA A CLARINETA NA VITROLA: UM ESTUDO SOBRE A LIBERDADE DE ESCOLHA NA ERA DA REPETIÇÃO VINÍCIUS DE SOUSA FRAGA Salvador, Bahia 2014

2 ii VINÍCIUS DE SOUSA FRAGA A CLARINETA NA VITROLA: UM ESTUDO SOBRE A LIBERDADE DE ESCOLHA NA ERA DA REPETIÇÃO Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em Música da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Música. Área de concentração: Execução Musical Orientador: Professor Doutor Pedro Robatto Salvador, Bahia 2014

3 iii Fraga, Vinícius de Sousa A Clarineta na Vitrola: Um estudo sobre a liberdade de escolha na era da repetição / Vinícius de Sousa Fraga <DESCRIÇÃO FÍSICA>.: il. Orientador: Prof. Dr. Pedro Robatto. Tese (Doutorado em Execução Musical) - Universidade Federal da Bahia, Escola de Música, Clarineta. 2. Gravação. I. Vinícius de Sousa Fraga. II. Universidade Federal da Bahia, Escola de Música. III. Título. CDD - <CDD> CDU - <CDU>

4 iv

5 v para Keroll meu farol e meu porto Sempre

6 vi Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma em todas as datas. Feita a compensação dos desejos que variam, das aspirações que se transformam, alentadas perpetuamente do mesmo ardor, sobre a mesma base fantástica de esperanças, a atualidade é uma. Sob a coloração cambiante das horas, um pouco de ouro mais pela manhã, um pouco mais de púrpura ao crepúsculo a paisagem é a mesma de cada lado beirando a estrada da vida. Raul de Pompéia em 'O Ateneu'

7 vii AGRADECIMENTOS Para toda a minha família, em especial minha mãe, dona Dalva, e meus irmãos Vladimir e Anísio, sempre presentes em minha vida mesmo nas minhas longas ausências do convívio deles. Para Keroll Weidner, por empreender essa longa caminhada ao meu lado, e por ser meu suporte e minha força. Sempre. À Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CAPES. Ao professor Doutor Guilherme Garbosa, por ter sido o começo de tudo; meu incentivador inicial, cujas lições me acompanham até hoje. Ao professor Doutor Joel Barbosa, pela sua postura sempre generosa em compartilhar seus conhecimentos, por sua amizade e bons conselhos. Ao professor Doutor Hubert Elholzer, meu co-orientador durante o período do Doutorado Sanduíche na Suiça. Ao professor François Benda, que de incontáveis maneiras me ajudou a reescrever a minha própria trajetória. Ao corpo docente do Departamento de Artes da UFMT, pelo apoio na fase final dessa pesquisa. E ao meu orientador, professor Doutor Pedro Robatto, pela amizade, paciência e bom humor com que conduziu esses quatro anos de trabalho.

8 viii RESUMO A presente pesquisa tem como objetivo estudar a variação na liberdade de escolha de andamento nas gravações de clarinetistas através do século XX e XXI. Para isso, foram escolhidos um excerto do Quinteto, K. de Mozart, um do Quinteto, Op. 115 de Brahms e um do Choros N. 2 de Villa-Lobos. As gravações totalizaram cento e dez versões, de um período que vai de 1926 a Elas foram analisadas com o programa Sonic Visualiser, procurando mapear diferenças entre a duração total em minutos de cada trecho selecionado e a variação de andamento tempo a tempo em cada uma delas. Esta pesquisa encontrou indícios que não só houve uma ênfase nos últimos anos pela precisão e rigor técnico nas obras analisadas para clarineta, como também que há uma ênfase atual em diminuir as diferenças entre as abordagens. Isso significa que o aumento nos útlimos anos da quantidade de gravações de uma mesma obra não se traduziu necessariamente em novas ideias, mas em uma repetição de formulações já conhecidas. Algumas das possíveis causas e desdobramentos dessa constatação são discutidas no final da pesquisa. Palavras-chave: Gravação, performance, liberdade de escolha, clarineta, ensino.

9 ix ABSTRACT This research aims to study the recordings through the Twentieth and Twenty-first century and the variations of the clarinetists decisions about their choices of tempo. For this, were selected excerpts from Mozart's Quintet, K., one of the Brahms's Quintet, Op. 115 and another from Villa-Lobos's Choros No. 2. The recordings amounted to one hundred and ten versions, covering a period from 1926 to They were analyzed with Sonic Visualiser program looking for differences between the total duration in minutes for each selected segment as well as the beat-to-beat time variation in each recording. This research found evidence that not only there was an emphasis in recent years by acuracy and technical skills in the analyzed works for clarinet, but also that there is a current emphasis on reducing the differences between the approaches. This means that the increase in the amount of recordings of the same work in the last years does not necessarily translate itself into new ideas, but in a repetition of already known formulations. Some of the possible causes and consequences of this finding are discussed at the end of the survey. Keywords: Recording, performance, freedom of choises, clarinet, education.

10 x SUMÁRIO AGRADECIMENTOS...VII RESUMO...VIII ABSTRACT...IX LISTA DE ILUSTRAÇÕES...XII LISTA DE TABELAS...XIII INTRODUÇÃO REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Da cópia para o original: sobre a liberdade de escolha e a criatividade Do texto para o palco: a performance analiticamente informada Do passado para o palco: a performance historicamente informada Do efêmero para o eterno: a gravação Da vitrola para o computador: as pesquisas com gravações Do computador para a realidade: os problemas na análise de gravações Do presente para o passado: clarinetas e clarinetistas Do passado para o presente: Mozart, Brahms e Villa-Lobos O Quinteto para Clarineta e Cordas, K. 591 de Mozart O Quinteto para Clarineta e Cordas, Op. 115 de Brahms O Choros N. 2 de Heitor Villa-Lobos MATERIAIS E MÉTODOS A coleta de dados Sobre as obras selecionadas Sobre os clarinetistas inclusos Seleção e tratamento das gravações O programa Sonic Visualiser Análise dos dados Variação na duração total e no andamento O QUINTETO, K. 591 DE W. A. MOZART Análise da duração total do trecho selecionado Análise do andamento escolhido tempo a tempo Algumas considerações O QUINTETO, OP. 115 DE JOHANNES BRAHMS Análise da duração total do trecho selecionado Análise do andamento escolhido tempo a tempo Algumas considerações O CHOROS N. 2 DE HEITOR VILLA-LOBOS Análise da duração total do trecho selecionado Análise do andamento escolhido tempo a tempo Algumas considerações...128

11 xi 6 DISCUSSÕES INTERPRETATIVAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES Apêndice A Lista das gravações do Quinteto de Mozart pesquisadas por ano de gravação Apêndice B Lista das gravações pesquisadas do Quinteto, Op. 115 de Brahms por ano de gravação Apêndice C Lista de todas as gravações pesquisadas por ano de gravação Apêndice D Lista de todas as gravações pesquisadas por clarinetista ANEXOS Anexo 1: Partitura do excerto do Larghetto do Quintteo, K., de Mozart primeiros 20 compassos - Edição em domínio público Anexo 2: Partitura do excerto do Adagio do Quinteto, Op. 115 de Brahms compassos de 42 (barra dupla na primeira linha) ao 72 (terceiro compasso da última linha) - Edição da Peters de Anexo 3: Patitura do excerto do Choros N. 2 de Villa-Lobos compassos de 25 a 48 - Edição realizada por Jônatas Zacarias...199

12 xii LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figuras Figura 1: A liberdade interpretativa na História segundo Michels, 2002, Figura 2: Exemplos de gravações no começo do século XX: (A) O compositor Edgar Elgar em 1914 conduzindo uma de suas obras; (B) Gravação de uma canção para voz e piano; (C) Eugenne Rose em 1908 conduzindo provavelmente a Edison Concert Band...24 Figura 3: Afinação versus rotação, por Leech-Wilkinson, 2009b Figura 4: Layout do Sonic Visualiser, com as faixas sobrepostas (4A), o espectrograma nas duas primeiras (4B) e o comando para alinhamento das gravações (4C) Figura 5: Inserção de barras de referência (5B) e gráfico de medição da variação de andamento (5A)...71 Figura 6: Gráfico com variações de duração total dos primeiros vinte compassos do Larghetto de Mozart...75 Figura 7: Mozart - análise tempo a tempo das gravações de Charles Draper em 1926 (7A); e o comparativo entre essa e a de 1933 (7B)...78 Figura 8: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas entre 1926 e 36 (8A) e entre 1941 a 1950 (8B)...80 Figura 9: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas de influência germânica na década de 1950 (9A) e dos clarinetistas em geral no mesmo período (9B)...82 Figura 10: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas por volta da década de 1960 (10A) e 1970 (10B)...85 Figura 11: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas de 1980 a 1985 (11A) e de 1988 a 1999 (11B)...87 Figura 12: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas de 1991 a Figura 13: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas de 1926 a 1951 (13A) e de 1952 a 1979 (13B)...91 Figura 14: Mozart - análise tempo a tempo por clarinetistas de 1980 a 1999 (14A) e de 2000 a 2012 (14B)...92 Figura 15: Brahms gráfico com as variações da duração total em minutos dos compassos 42 a 72 do Adagio...98 Figura 16: Brahms - análise tempo a tempo da gravação de Thurston em 1926 (16A) e a comparação com a gravação de Draper em 1929 e Kell em 1937 (16B) Figura 17: Brahms - análise tempo a tempo de 1940 (17A) e 1950 (17B) Figura 18: Brahms - análise tempo a tempo por clarinetistas da década de 1960 (18A) e (18B) Figura 19: Brahms - análise tempo a tempo nas décadas de 1980 (19A) e de 1990 (19B) Figura 20: Brahms - análise tempo a tempo por clarinetistas de 1926 a 1954 (20A) e de 1964 a 1988 (20B) Figura 21: Brahms - análise tempo a tempo por clarinetistas da década de 1990 (21A) e de 2000 em diante (21B) Figura 22: Villa-Lobos gráfico com as variações na duração total em segundos dos compassos 25 a 38 do Choros N Figura 23: Villa-Lobos - análise tempo a tempo por Cliquenois em 1959 (23A) e as

13 xiii duas gravações de Botelho em 72 e 77 (23B) Figura 24: Villa-Lobos - análise tempo a tempo das gravações de Mareels em 1986 e Berk em 1994 (24A) e de Carulli em 1996 (24B) Figura 25: Villa-Lobos - análise tempo a tempo por Santos em 1997 (25A) e Robatto em 2002 e Buosi em 2003 (25B) Figura 26: Villa-Lobos - análise tempo a tempo por Meyer em 2005 (26A) e Maurer em 2006 (26B) Figura 27: Villa-Lobos - análise tempo a tempo dos clarinetistas de outras nacionalidades (27A) e de clarinetistas brasileiros (27B) LISTA DE TABELAS Tabela 1: Resumo das carcaterísticas das diferentes fases de gravação (divisão das fases feita de acordo com Leech-Wilkinson, 2009b, 9; Symes 2004, 9; Philip, 2004, 4. O resumo das características foi feito de acordo com Leech-Wilkinson, 2009b, 9)...34 Tabela 2: Seleção dos trechos de obras utilizados na pesquisa...60

14 1 INTRODUÇÃO Há exatos vinte e cinco anos atrás, na pequena cidade de Imaruí no sul do Brasil, quando ainda era um aprendiz na banda municipal da cidade, eu costumava ir até o único telefone público do lugar e pedir músicas pouco habituais para a rádio local. E o objetivo não era outro senão chegar em casa correndo, esperar a transmissão torcendo para que o comentarista não falasse durante ela e poder gravar em um velho toca fitas a clarineta envenenada de Severino Araújo. Meu interesse por gravações não é novo, como se vê. As possibilidades que o ato de capturar o momento de um grande performer diante dos microfones, e permitir que pessoas que provavelmente nunca o veriam se relacionassem com aquele momento como se estivessem o vivenciando no presente sempre me fascinaram. Mas foi durante minha graduação que percebi esses processos como objeto de estudo de fato. Meu orientador de então, professor Dr. Guilherme Garbosa, recém terminara sua tese sobre o Concerto 1988 para clarineta de Ernst Mahle (Garbosa, 2002), em que analisa gravações de três clarinetistas especialmente realizadas para esse fim. Motivado pelas possibilidades desse estudo, ao dar seguimento à minha formação no mestrado, analisei entre outras coisas duas gravações da Fantasia Sul América de Cláudio Santoro (Fraga, 2008). Como disse na última frase da conclusão daquele trabalho, as maiores contribuições que a pesquisa poderia proporcionar seriam as indagações que nasceriam a partir dele. E no meu caso, de fato assim foi. Inicialmente circunscritas a algumas poucas questões de natureza puramente práticas, as leituras sobre o tema cada vez mais me fizeram aprofundar as discussões que realizei naquela ocasião. Incompatibilidades entre aspectos práticos

15 2 e analíticos, versões que diferiam não somente em detalhes aparentes mas profundamente, questões de autoridade e critérios históricos como modelos de julgamento da experiência auditiva, apego excessivo a aspectos na tradição de performance como se fosse imutável; todos esses aspectos me conduziram diretamente à presente pesquisa. Sobretudo após ouvir uma gravação de 1906 do Concertino, Op. 26 de Carl Maria von Weber com o clarinetista Charles Draper. Como demonstrarei no Capítulo 1, Draper era um clarinetista muito elogiado na época por sua sonoridade e técnica expressiva. Muitos dos críticos de então o preferiam a Richard Mühlfeld, o célebre clarinetista de Brahms. E ainda assim, a gravação e Draper demontrava uma desconexão quase completa entre o solista e a banda que o acompanhava. Acelerações e ausência de um pulso constante em ambas as partes eram as características mais notáveis. Se clarinetistas que são referências do instrumento em sua época podem variar tanto certas características de forma que tornem a sua performance uma obra antiquada e, em alguns casos, cômica para as gerações seguintes, então em que sentido um mesmo trecho de uma música poderia emergir em diferentes momentos através do tempo, qual a natureza dessas mudanças e o que acarretariam a performance atual foram alguns dos questionamentos que comecei a fazer. Sabemos das exigências técnicas nas práticas atuais de performance; os programas e a rotina de estudo em grandes conservatórios da Europa e da América do Norte atestam essa ênfase. Evidências anedóticas comprovadas por recentes estudos com o uso da gravação demonstram que essa tendência é em grande parte causada pela proliferação da música gravada, que disponibiliza padrões de referência com nível técnico cada vez mais elevado.

16 3 Audições específicas de uma ou outra gravação são experiências pontuais das quais podemos emitir nossa opinião a respeito e comparar suas carcaterísticas com uma ou outra versão. Mas o que poderia revelar um estudo mais abrangente, que incluisse várias versões de uma mesma obra durante um grande período de tempo foi uma das indagações que me moveram no sentido de pesquisá-las. No entanto, uma maior quantidade delas poderia facilmente confundir a percepção, ao menos em aspectos peculiares. Como ficou evidente ao consultar a literatura específica em áreas relacionadas, um estudo que tivesse como alvo um grande conjunto de gravações deveria se ater a um pequeno conjunto de fatores para que seus achados pudessem ter algum sentido musical. Pesquisas dessa natureza podem facilmente ser inundadas de dados pouco relevantes para a performance. Com base nisso, a presente pesquisa tem como objetivo estudar a variação nas escolhas de andamento na forma com que se manifestam nas gravações de obras de Mozart, Brahms e Villa-Lobos através do século XX e XXI. Dentre alguns dos objetivos específicos estão a pesquisa na literatura específica sobre o histórico das gravações estudadas e os aspectos de performance envolvidos, estudar as caraterísticas relacionadas às diferentes leituras que emanam das gravações da música de Mozart, Brahms e Villa-Lobos para clarineta e comparar as gravações de diferentes clarinetistas das obras selecionadas, além de discutir os resultados obtidos mapeando tendências ou ênfases encontradas. Com base nos aspectos que me levaram a essa pesquisa, formulei algumas questões básicas para nortear meus objetivos ao incluir um maior número de gravações: que tipo de prática comum nas gravações antigas, especialmente as anteriores a 1950, essa ênfase no aspecto técnico e virtuosístico poderia estar

17 4 desconsiderando? Além do mais, nos últimos trinta anos, o aumento no número de gravações de Mozart e Brahms facilitadas pela tecnologia moderna serve como meio de difusão de uma maior diversidade nas visões interpretativas? Ao explorar aspectos importantes para aqueles interessados não somente em performance da clarineta, mas para a própria compreensão desse elemento mutável e que se apresenta de forma tão diferente através dos tempos que é a manifestação artística, as justificativas para pesquisas com gravação podem ser muitas. O repertório aqui estudado é fundamental para muitos clarinetistas de todo o mundo, e há frequentes demonstrações da sonoridade da clarineta que incluem essas obras em muitos dos dicionários e enciclopédias, virtuais ou não. Além disso, a eventual constatação que os critérios nos quais repousam nossos julgamentos em termos do que é uma boa interpretação gravada (e, por extensão, uma boa interpretação de uma obra) são construções arbitrárias que têm profundas conexões com a prática e o ensino da perfomance em si. Para além de uma míriade de elementos como as significações da partitura, implicações analíticas e contextuais, discussões sobre tipos de instrumento, em última instância, a materialização de todos esses esforços se dá na performance. Em outras palavras, música é aquilo que soa. Ao focar esse aspecto, essa pesquisa é importante por demonstrar um pouco da visão de diferentes intérpretes tal qual as gravações o permitem. É como trazê-los para o primeiro plano, em suas diferentes versões e conjunturas. E por último, ao tentar demonstrar o tracejado histórico por onde percorreram as leituras das obras analisadas, essa pesquisa tenta fornecer melhores subsídios ao ensino da performance. Ao comparar diferentes clarinetistas, sobretudo com práticas que em boa parte não mais existem, é possível constatar novos olhares

18 5 sobre uma mesma passagem, ampliando as possibilidades expressivas e um argumento a mais ao incentivar estudantes a buscar suas própria voz nesse contexto. A presente pesquisa está dividida em seis capítulos. No primeiro, fiz uma revisão da bibliografia existente sobre alguns dos aspectos que considerei importantes para a contextualização deste trabalho. Discuti sobre as implicações da liberdade interpretativa na história recente, os movimentos em performance durante o século XX, a história da gravação e seus diferentes meios de preservação, os clarinetistas com suas épocas e instrumentos, além de olhar um pouco mais detidamente as obras analisadas e os compositores. No segundo capítulo indiquei os critérios que utilizei na coleta e análise dos dados. Consta nesse capítulo os passos na transformação de diferentes mídias de gravação, os problemas encontrados nessa etapa e alguns aspectos genéricos sobre o programa de análise utilizado. Na fase de análise, inclui as duas formas principais de análise empregada, com os procedimentos e contextos que tive de lidar. Os três capítulos seguintes apresentam as análises do Quinteto, K. de Mozart, do Quinteto, Op. 115 de Brahms e do Choros N. 2 de Villa-Lobos, nessa ordem. Cada um deles é dividido em três seções, com a comparação em todas as gravações da duração total de cada trecho escolhido em minutos, a análise que chamei de tempo a tempo em cada gravação em particular e por último algumas considerações sobre os resultados encontrados em cada capítulo. No sexto e último capítulo, discuto alguns dos resultados obtidos com as análises das três obras em relação aos aspectos considerados na revisão da bibliografia feita inicialmente. Além de sugerir futuras possibilidades de estudo que

19 6 foram indicados pelos resultados dessa pesquisa, também discorro sobre a importância dos resultados desse estudo com gravações frente às necessidades atuais da performance, seja da sua prática ou do ensino. Seguem alguns apêndices com as listas de todos os clarinetistas pesquisados, separados por obras e classificados pelo nome dos integrantes conhecidos de cada gravação e as datas de cada uma, além de uma última lista que inclui todos os clarinetistas pesquisados neste trabalho, classificados pelo nome e data.

20 7 1 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 1.1 Da cópia para o original: sobre a liberdade de escolha e a criatividade Palhetas, boquilhas, horas de estudos diários é a rotina para muitos dos clarinetistas brasileiros na atualidade. Aliás, por trás de uma infinidade de opções aos olhos de quem não toca o instrumento, a grande quantidade de palhetas no estojo pode parecer excessiva. Para o clarinetista, no entanto, não se trata de capricho pessoal; são escolhas que definem o que somos e aquilo que gostaríamos de representar. Ter opções que nos permitam contornar dificuldades maiores não é só uma necessidade nesse contexto, mas uma questão que se projeta para além das escolhas sobre palhetas e boquilhas, e que permeia a própria atividade musical. Nossa expressão artística nos distingue uns dos outros e nos definem precisamente quando desenvolvemos nossas próprias ideias. O domínio não só da produção sonora no instrumento, mas da obtenção de uma sonoridade em particular é um sinal disso. Nesse sentido, a noção de decidir por nossas próprias soluções na clarineta é parte de um processo que nos leva ao desenvolvimento da nossa capacidade criativa, da qual depende nossa expressão individual e coletiva, além da nossa sobrevivência em situações cotidianas que exigem nossa atenção. Em sua essência, a criatividade requer a noção de originalidade. De fato, ela significa a capacidade humana de produzir novas ideias, invenções, reestruturações ou objetos artísticos que são tradicionalmente aceitos como possuidores de valor científico, social, estético ou tecnológico por especialistas dessas áreas (Vernon apud Ryhammar & Brolin, 1999, 260) ou pelo contexto em que essas pessoas se encontram. Sendo assim, não é difícil vê-la associada à nossa atividade social

21 8 desde os nossos primórdios enquanto espécie. O conceito de ter uma nova ideia ou inspiração é uma noção que pode ser encontrada nas diversas tradições antigas, sejam elas gregas, judaicas, cristãs ou muçulmanas (Ryhammar & Brolin, 1999, 260). Ainda assim, ela já foi interpretada de diferentes maneiras, transformando-se à medida que a nossa compreensão social do mundo mudava. Durante a Idade Média, era comum o desenvolvimento de novas ideias sem que o autor fosse citado. Isso porque para o homem medieval a inovação frequentemente vem imersa na repetição e reformulação de conceitos antigos; perceber quando algo de novo está sendo dito constitui-se num dos maiores problemas para a nossa compreensão do período (Eco, 2010, 14). Ou seja, aquilo que nos parece uma repetição nos dias de hoje, pode na verdade representar um pensamento continuamente reestruturado, que guarda novos conceitos e ideias disfarçados sob a mesma retórica. Pouco a pouco, mas sobretudo a partir do Renascimento, as novas formas de compreender o mundo transformam gradualmente esse conceito e a figura do gênio começa a emergir. Será nesses termos que a atividade criativa de Beethoven vai ser lembrada não só no imaginário do período Romântico como por musicólogos até recentemente (Cook, 2014). Não por acaso, a genialidade será o foco de um dos primeiros estudos sistemáticos sobre a criatividade, ainda que não apareça mencionada dessa forma (Galton, 1869). Essa abordagem persistirá até meados do século XX, e será preciso aguardar até 1950 para começar a ouvir na literatura especializada pesquisas que falem explicitamente em criatividade (Ryhammar & Brolin, 1999, 261). Nas décadas de 1980 e 90, essas pesquisas delinearam seu campo de estudo em linhas focadas nos aspectos da personalidade, da cognição, nas formas de

22 9 estimulá-la e posteriormente também no ambiente como fator igualmente importante na sua explicação (Ryhammar & Brolin, 1999, 262). As pesquisas voltadas para os aspectos da personalidade demonstraram que as pessoas criativas possuem dentre outras características alto grau de motivação, curiosidade intelectual, independência em pensamentos e ações, alta sensibilidade e alta capacidade de envolvimento emocional nas suas investigações (Brolin, 1992). E embora o campo cognitivo dessas pesquisas seja consideravelmente amplo, com muitas discussões sobre as causas dos diferentes níveis de criatividade em cada um, alguns desses estudos indicam que pessoas criativas têm boa comunicação entre lógica e imaginação na experiência pessoal, são emocionalmente envolvidas no processo de criação, além de terem confiança nas suas próprias ideias e coragem para lutar contra convenções (Smith & Carlsson, 1990; Schoon, 1992; Andersson & Ryhammar, 1998; todos citados por Ryhammar & Brolin, 1999, 265). Ainda sabemos pouco sobre as formas de estimular essa criatividade, mesmo com alguns dados positivos em casos isolados (Smith & Carlsson, 1990). A natureza quase prosaica de alguns desses resultados pode dar uma ideia da complexidade em compreender e portanto fomentar esses processos. Por exemplo, estudos recentes têm demonstrados que pessoas expostas a ruídos de moderada intensidade (70 db) tem melhores performances em tarefas criativas que aquelas expostas a uma intensidade menor (50 db) (Mehta, Zhu & Cheema, 2012). As pessoas tendem a ser mais criativas também quando pedidas para imaginarem-se em um lugar distante ou em tempos diferentes, mais do que no mundo real (Liberman; Trope & Stephan, 2007). Além disso, também melhoram significativamente os índices de criatividade não só as pessoas expostas às lâmpadas incandescentes ao invés das fluorescentes (Steidle & Werth, 2013) como

23 10 também as que fizerem ingestão de bebida alcoólica (Jarosz, Colflesh & Wiley, 2012). Se o incentivo à criatividade ainda carece de uma explicação mais abrangente sobre os processos que podem ser utilizados, pode-se afirmar que o estudo do ambiente que o indivíduo está inserido ocupa atualmente uma grande quantidade dos esforços para a compreensão do ato criativo. Parte disso se deve a uma compensação ao excessivo foco dado até então ao processo criativo individual, mas também porque tem ficado evidente que é mais fácil transformar o meio em que o indivíduo está inserido que tentar mudar suas habilidades cognitivas específicas (Ryhammar & Brolin, 1999, 269). Assim, de uma maneira geral o processo criativo e as suas diferentes formas de manifestação nas mais variadas pessoas é explicado atualmente por razões que incluem uma complexa interação entre condições históricas, habilidades cognitivas e fatores que dizem respeito à personalidade e ao ambiente do indivíduo (Ryhammar & Brolin, 1999, 270). Essa natureza criativa multifacetada é especialmente sentida na expressão artística, sobretudo na música, da qual a atividade criadora é indissociável. Embora as evidências indiquem que a música seja anterior à linguagem no processo evolutivo da humanidade (Levitin, 2006a; Rink, 2013), o estudo do que é a criatividade nos processos do fazer musical e como ela se manifesta só recentemente começaram a ser sistematizados. Como era de se esperar, as pesquisas dividem-se em categorias distintas, abordando a questão sob diferentes perspectivas. Assim, há estudos que tentam entender os processos de criação envolvidos do ponto de vista composicional (Lapidaki, 2007; Hass, Weisberg & Choi, 2010), a interface entre criatividade musical e novas tecnologias (Thompson, 2012;

24 11 Rossiter, 1996), e claro do ponto de vista da educação musical (Hollander, 2002; Odena, 2012; Peterson & Madsen, 2010; Kiehn, 2013). De uma forma geral, esses estudos buscam entender o aspecto cognitivo e a influência do meio em que o indivíduo se encontra, tentando responder às perguntas feitas também em outras áreas do conhecimento que abordam a criatividade, especialmente sobre como ela se manifesta, se pode ser ensinada e como. Há cinco anos essas diferentes abordagens foram reunidas numa iniciativa que busca entender a interface entre criatividade e a performance musical em específico. O Centro de Pesquisas para a Performance Musical como Prática Criativa, ou AHRC Research Centre for Musical Performance as Creative Practice (CMPCP), é um programa de pesquisa sediado na Inglaterra que tem como foco a performance musical ao vivo e os processos de criação no fazer musical. Sob a direção do pesquisador John Rink, mas contando também com Nicholas Cook, Daniel Leech-Wilkinson e Eric Clarke, o projeto tenta acompanhar e documentar todos os passos desde a composição até a performance ao público (Rink, 2013). Assim, compositores compõem obras a pedido do projeto e descrevem seu próprio processo, que também é gravado em vídeo; performers do projeto são monitorados enquanto estudam através de uma coleta de dados que incluem a gravação em vídeo do estudo individual, discussões durante ensaios e aulas, questionários e master classes. Na estréia dessas obras, há diferentes pesquisas em andamento, estudando aspectos como os bastidores antes do recital, o musicista durante a performance e a reação do público a ela (ibidem). Alguns dos indícios dessa ampla iniciativa que estão sendo divulgados sugerem perspectivas valiosas para a performance musical. Dividindo a atividade criativa em eventos na prática diária dos instrumentistas, eles encontraram

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO

PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO PROJETO BANDAS E CORAIS NAS ESCOLAS : A EXPERIÊNCIA DO CORAL ENCANTO Rebeca Vieira de Queiroz Almeida Faculdade Saberes Introdução O presente texto é um relato da experiência do desenvolvimento do projeto

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE OBOÉ Você vai descobrir o oboé e aprender a tocar e aperfeiçoar a técnica! O objetivo deste documento de Introdução ao Estudo de Oboé é de divulgar e esclarecer os tópicos mais

Leia mais

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC.

1 Acadêmico, formando do Curso de Licenciatura com Habilitação em Música da UDESC. 2 Professora Mestra do Departamento de Música da UDESC. 1 O ensino de música extracurricular na Escola Técnica Federal em Florianópolis/SC: relato de experiência sobre uma oficina de improvisação musical realizada Maycon José de Souza 1 Universidade do Estado

Leia mais

Trabalho para Comunicação Categoria: Relato de experiência

Trabalho para Comunicação Categoria: Relato de experiência AULA EM GRUPO: TOCANDO E CANTANDO EM UM CORAL INFANTO-JUVENIL Shirley Cristina Gonçalves profshirleymusica@yahoo.com.br Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Música e Artes Cênicas Trabalho

Leia mais

Edital 03/FOSPA/2015. 1. DAS INSCRIÇÕES: 1.1. Período de inscrição: de 22 de junho a 03 de julho, de segunda a sextafeira.

Edital 03/FOSPA/2015. 1. DAS INSCRIÇÕES: 1.1. Período de inscrição: de 22 de junho a 03 de julho, de segunda a sextafeira. Edital 03/FOSPA/2015 A Superintendência Artística da Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre - FOSPA, no uso de suas atribuições que lhe confere o Art. 4º e Incisos, do Decreto Nº 51.484, 15 de maio

Leia mais

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA INTRODUÇÃO Nos dias de hoje, é quase impensável querermos uma televisão a preto e branco em deterimento de uma televisão a cores e acontece porque a partir do momento em que

Leia mais

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL

Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL Comunicação JOGOS TEATRAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO MATERNAL E EDUCAÇÃO INFANTIL ROSA, Maria Célia Fernandes 1 Palavras-chave: Conscientização-Sensibilização-Transferência RESUMO A psicóloga Vanda

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Comunicação Relato de Experiência

Comunicação Relato de Experiência OBSERVANDO AULAS DE MÙSICA NA ESCOLA: AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR EM PRÁTICAS DE CONJUNTO COM PERCUSSÃO E NO PROCESSO DE CRIAÇÃO MUSICAL UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Armando César da Silva ac_guitar@hotmail.com

Leia mais

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança.

LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. LEITURAS DO MEDO: As notícias sobre violência e sua relação com o aumento do sentimento de insegurança. Jaquelaine SOUSA 1 Dalva Borges de SOUZA 2 Programa de Pós-Graduação em Sociologia/Faculdade de Ciências

Leia mais

Perfil de Competências de Gestão. Nome: Exemplo

Perfil de Competências de Gestão. Nome: Exemplo Perfil de Competências de Gestão Nome: Exemplo Data: 8 maio 2008 Perfil de Competências de Gestão Introdução Este perfil resume como é provável que o estilo preferencial ou os modos típicos de comportamento

Leia mais

Perfil de estilos de personalidade

Perfil de estilos de personalidade Relatório confidencial de Maria D. Apresentando Estilos de venda Administrador: Juan P., (Sample) de conclusão do teste: 2014 Versão do teste: Perfil de estilos de personalidade caracterizando estilos

Leia mais

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência

A inserção do Youtube na aula de piano: um relato de experiência XVII ENCONTRO NACIONAL DA ABEM DIVERSIDADE MUSICAL E COMPROMISSO SOCIAL O PAPEL DA EDUCAÇÃO MUSICAL SÃO PAULO, 08 A 11 DE OUTUBRO DE 2008 IMPRIMIR FECHAR A inserção do Youtube na aula de piano: um relato

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta

de 20, à criação do samba no Rio de Janeiro ou ao cinema novo. Ao mesmo tempo procurei levar em conta as aceleradas transformações que ocorriam nesta 5 Conclusão A década de 70 foi com certeza um período de grande efervescência para a cultura brasileira e em especial para a música popular. Apesar de ser muito difícil mensurar a constituição de um termo

Leia mais

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa.

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa. 794 AULAS COLETIVAS DE INSTRUMENTO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EXECUÇÃO MUSICAL DE FLAUTISTAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO. José Benedito Viana Gomes Universidade Federal do Estado do Rio

Leia mais

DE OSWALD A ALMEIDA PRADO: PARÂMETROS INTEPRETATIVOS EM PEÇAS CONTRASTANTES PARA VIOLINO E PIANO DO SÉCULO XX

DE OSWALD A ALMEIDA PRADO: PARÂMETROS INTEPRETATIVOS EM PEÇAS CONTRASTANTES PARA VIOLINO E PIANO DO SÉCULO XX DE OSWALD A ALMEIDA PRADO: PARÂMETROS INTEPRETATIVOS EM PEÇAS CONTRASTANTES PARA VIOLINO E PIANO DO SÉCULO XX Resumo expandido - Conpeex 2011 1. NOME DOS AUTORES Luciano Ferreira PONTES¹; Glacy Antunes

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, bacharelado Habilitação em Canto Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Profa. Me. Helen Luce Pereira Ato interno de criação e aprovação

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

Resenha sobre o livro UAKTI um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos de Artur Andrés Ribeiro

Resenha sobre o livro UAKTI um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos de Artur Andrés Ribeiro PEGA NA CHALEIRA RESENHAS RESENHA Resenha sobre o livro UAKTI um estudo sobre a construção de novos instrumentos musicais acústicos de Artur Andrés Ribeiro Patricia Furst Santiago (UFMG) patricia_santiago@hotmail.com

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação.

Palavras chave: texto, gêneros textuais, ensino, PCN, educação. Karen Alves de Andrade 1 RESUMO A inserção dos gêneros textuais no ensino vem mudando a dinâmica da educação em língua portuguesa em nosso país. A importância de se trabalhar a língua em uso, através de

Leia mais

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO Aula 7: TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO OBJETIVOS Definir com maior precisão o que é marketing; Demonstrar as diferenças existentes entre marketing externo, marketing interno e marketing de treinamento;

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura

Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Provas de Habilidades Específicas em Música Composição e Licenciatura Percepção Ditado Melódico 1: Reconhecimento de notas erradas na partitura (duração da questão 01min 30s). 1. Ouviremos a seguir um

Leia mais

PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2

PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2 PERPECTIVAS DO PROJETO LIGA DE INVENTORES DA UFG * Renan Dias ROSA 1, Getúlio Antero de DEUS JÚNIOR 2 1 Bolsista do PET EEEC/UFG; renandiasrosa@gmail.com. 2 Professor Tutor do PET EEEC /UFG; getulio@eeec.ufg.br.

Leia mais

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL 389 COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL Ruth de Sousa Ferreira Silva Mestranda em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia Introdução Este relato de experiência tem como

Leia mais

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS.

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. GUIA DE BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO EM REDES SOCIAIS MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. APRESENTAÇÃO OBJETIVO A ABA - Associação Brasileira de Anunciantes, por meio de

Leia mais

Como transformar Grupos em Equipes

Como transformar Grupos em Equipes Como transformar Grupos em Equipes Caminhos para somar esforços e dividir benefícios Introdução Gestores de diversos segmentos, em algum momento de suas carreiras, deparam-se com desafios que, à primeira

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1

Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Uma narrativa, uma história e um imaginário. Fernanda Cielo* 1 Meu nome é Maria Bonita, sou mulher de Vírgulino Ferreira- vulgo Lampiãofaço parte do bando de cangaceiros liderados por meu companheiro.

Leia mais

RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL

RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL RELATÓRIO FINAL CURSO DE CAPACITAÇÃO EM SAÚDE MENTAL Nome: ALDINÉA GUARNIERI DE VASCONCELLOS Escolaridade: Super Completo/ Pós- Graduação Idade: 44 anos Profissão: Assistente Social Local de Trabalho:

Leia mais

Concepções de Aprendizagem Musical na Orquestra Sinfônica da UFRN

Concepções de Aprendizagem Musical na Orquestra Sinfônica da UFRN Concepções de Aprendizagem Musical na Orquestra Sinfônica da UFRN Ana Claudia Silva Morais UFRN/ IFRN ana.morais@ifrn.edu.br Resumo: Este artigo apresenta a Orquestra Sinfônica da UFRN com o objetivo de

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos)

Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos) Experiência: Sistema PIER e Gestão por Resultados (Painel de Indicadores Estratégicos) SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados Ministério da Fazenda Responsável: Adinilson Martins da Silva Técnico

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS

QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS QUESTIONÁRIO PARA PARTICIPAÇÃO NO TOP DE MARKETING ADVB/RS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PRODUTO CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM SERVIÇOS CATEGORIA TOP INOVAÇÃO EM PROCESSOS ÍNDICE INTRODUÇÃO 03 PARA PREENCHIMENTO

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Planejamento na Educação Musical Infantil

Planejamento na Educação Musical Infantil Planejamento na Educação Musical Infantil Ricardo Dourado Freire Universidade de Brasília freireri@unb.br Sandra Ferraz Freire Universidade de Brasília sandra.ferraz@gmail.com Sumário: O processo de planejamento

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00)

COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) PROVA DE APTIDÃO MÚSICA COMPOSIÇÃO Duração Total (03h00:00) 1. ANÁLISE COMPARATIVA (01:00:00) Ouça atentamente os três trechos musicais a serem reproduzidos durante o exame 1.1 Esboce uma representação

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX Ricardo Barros Aluno do curso de Pós graduação (mestrado) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Sendo as coisas que pensamos

Leia mais

12 Guia prático de história oral

12 Guia prático de história oral parte i Fundamentos 12 Guia prático de história oral 1. TEMA Ao longo dos últimos anos, muitas abordagens se somam à chamada história oral, termo, contudo pouco explicado e confundido com gravações de

Leia mais

Palavras-chave: avaliação, formação de professores, experiências, língua inglesa.

Palavras-chave: avaliação, formação de professores, experiências, língua inglesa. Resumo: EXPERIÊNCIAS DE PROFESSORES DE INGLÊS EM FORMAÇÃO INICIAL: A AVALIAÇÃO EM FOCO Vanessa Leite Barreto (UFMG) A formação de professores de Língua Inglesa (LI) tem sido tema recorrente de inúmeras

Leia mais

7 Conclusão e sugestões para futuros estudos

7 Conclusão e sugestões para futuros estudos 7 Conclusão e sugestões para futuros estudos Neste capítulo são apresentadas as conclusões do estudo, em seguida é feita uma reflexão sobre os objetivos iniciais do trabalho, as sugestões para estudos

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA

FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DEPARTAMENTO DE MÚSICA FUVEST - VESTIBULAR 2012 PROVA DE APTIDÃO EM MÚSICA Curso: ( ) Licenciatura ( ) Canto ( ) Instrumento ( ) Regência ( ) Composição

Leia mais

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA

REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA REPENSANDO O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA ESCOLA PÚBLICA: DA TEORIA À PRÁTICA MARIA ANDRÉIA SILVA LELES (UNEC- CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA). Resumo As variadas metodologias do ensino aprendizagem

Leia mais

TÉCNICOS DE ESTÚDIOS DE GRAVAÇÃO: TRAJETÓRIA DE FORMAÇÃO MUSICAL. Palavras-chave: música; estúdios de gravação; educação profissional.

TÉCNICOS DE ESTÚDIOS DE GRAVAÇÃO: TRAJETÓRIA DE FORMAÇÃO MUSICAL. Palavras-chave: música; estúdios de gravação; educação profissional. 1057 TÉCNICOS DE ESTÚDIOS DE GRAVAÇÃO: TRAJETÓRIA DE FORMAÇÃO MUSICAL Alexandre Bezerra Viana Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro UNIRIO PPGM Doutorado em Música História da Música SIMPOM:

Leia mais

Pare de apresentar soluções!

Pare de apresentar soluções! Com a Palavra Pare de apresentar soluções! Paulo Gerhardt sempre foi um O gaúcho apaixonado por vendas e por desenvolvimento de pessoas. Apesar disso, quando jovem, escolheu graduar-se em engenharia elétrica.

Leia mais

ENTREVISTA DE EMPREGO. Prof. Hamilton Ferreira de Assis aprimore.capacitacao@hotmail.com www.aprimore.net

ENTREVISTA DE EMPREGO. Prof. Hamilton Ferreira de Assis aprimore.capacitacao@hotmail.com www.aprimore.net ENTREVISTA DE EMPREGO Prof. Hamilton Ferreira de Assis aprimore.capacitacao@hotmail.com www.aprimore.net CNPJ: 13.103.583/0001-28 Rua Tomé de Souza, 418, Sarandi. Candeias-Ba E-mail: aprimore.capacitacao@hotmail.com

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC gdelbem@tre-sc.gov.br ; gdelbem@yahoo.com.br Proposta de valores no Planejamento Estratégico da Justiça Eleitoral Gestão

Leia mais

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos.

b) vantagens e desvantagens para o usuário que acessa Internet grátis comparadas aos serviços oferecidos pelos provedores pagos. Questão nº 1 I. Seleção de dados relevantes para o assunto em pauta, comparação, hierarquização. Devem aparecer nos textos: a) a Internet grátis desafia os provedores estabelecidos. Ressaltar as posições

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2013/2014

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÚSICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÚSICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE MÚSICA CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 74, de 04 de NOVEMBRO de

Leia mais

Como Eu Começo meu A3?

Como Eu Começo meu A3? Como Eu Começo meu A3? David Verble O pensamento A3 é um pensamento lento. Você está tendo problemas para começar seu A3? Quando ministro treinamentos sobre o pensamento, criação e uso do A3, este assunto

Leia mais

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo Ministério da Educação Primavera 2014 Atualização do Redesenho do Currículo Em 2010, o Ministério da Educação começou a transformar o sistema educacional de British Columbia, Canadá, Ensino Infantil Médio

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC)

INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) 1 INFORMAÇÕES DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO (PPC) Curso: Música, bacharelado Habilitação em Regência Campus: Cuiabá Docente da habilitação: Profa. Dra. Flávia Vieira Pereira Ato interno de criação e aprovação

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens

PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO. Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens PROGRAMAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO Concerto encenado em classe de conjunto: estudo sobre perceções e aprendizagens Ana Estevens, nº 120138001 Trabalho realizado na Unidade Curricular de Processos de Experimentação

Leia mais

O COACHING ESTRATÉGICO A Abordagem para uma Nova Cultura Organizacional. Luiz Cláudio Binato Belo Horizonte, 12 de Maio de 2011

O COACHING ESTRATÉGICO A Abordagem para uma Nova Cultura Organizacional. Luiz Cláudio Binato Belo Horizonte, 12 de Maio de 2011 O COACHING ESTRATÉGICO A Abordagem para uma Nova Cultura Organizacional Luiz Cláudio Binato Belo Horizonte, 12 de Maio de 2011 Organização Realização O QUE É COACHING? É um PROCESSO no qual um profissional

Leia mais

Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática. Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão

Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática. Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão ÍNDICE ÍNDICE... 2 BREVE HISTÓRICO DE KM... 3 KM E CULTURA ORGANIZACIONAL... 5 GESTÃO DO CONHECIMENTO

Leia mais

Manual de apoio à elaboração de projetos culturais

Manual de apoio à elaboração de projetos culturais Manual de apoio à elaboração de projetos culturais Um projeto tem como objetivo transformar idéias e aspirações em ações concretas que possam aproveitar oportunidades, solucionar problemas, atender a necessidades

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Documento adicional ao vídeo de apresentação

Documento adicional ao vídeo de apresentação Documento adicional ao vídeo de apresentação Objetivo: explicar com mais detalhe as fases do Projeto Manual de Português para Alunos Surdos, 9º Ano Logo nas primeiras aulas de Português constatámos, com

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO

ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO ALTERIDADE - IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO ALUNO Hélio de Moraes e Marques 1 Resumo: O ensino da filosofia possui características muito peculiares quanto ao seu método. Refiro-me à exposição pelo professor

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES.

PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. PRÁTICA DE ENSINO INTERDISCIPLINAR NO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO NA PERSPECTIVA DOS DISCENTES. Introdução As mudanças e desafios no contexto social influenciam a educação superior, e como consequência, os

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta Raquel Guerra Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Graduação Programa de Pós-Graduação em Teatro - UDESC. Professora Resumo: Neste artigo

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA

Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA Jane Lino Barbosa de Sousa janeufpa@hotmail.com Resumo: O presente trabalho

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21

AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 AMERICAN ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANS PARÂMETROS PARA O APRENDIZ DO SÉCULO 21 CONVICÇÕES COMPARTILHADAS A leitura é uma janela para o mundo. A leitura é uma competência fundamental para a aprendizagem,

Leia mais

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ

PROJETO PROFISSÕES. Entrevista com DJ Entrevista com DJ Meu nome é Raul Aguilera, minha profissão é disc-jóquei, ou DJ, como é mais conhecida. Quando comecei a tocar, em festinhas da escola e em casa, essas festas eram chamadas de "brincadeiras

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR. MÚSICA NA CRECHE: Possibilidades de musicalização para bebês.

INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR. MÚSICA NA CRECHE: Possibilidades de musicalização para bebês. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE MÚSICA LICENCIATURA MUSICALIZAÇÃO I JOAO FORTUNATO SOARES DE QUADROS JUNIOR INALDO MENDES DE MATTOS JUNIOR MÚSICA NA CRECHE São Luís

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel

A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel Artigo publicado em: Anais do VI Encontro da ABEM, Recife, 1998. A PRÁTICA DA CRIAÇÃO E A APRECIAÇÃO MUSICAL COM ADULTOS: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA. Bernadete Zagonel Durante alguns anos ministrei as disciplinas

Leia mais

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO

CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO CONSIDERAÇÕE SOBRE A RENOVAÇÃO DO PLANEJAMENTO ATRAVÉS DA MUDANÇA DO LIVRO DIDÁTICO Elizabeth Christina Rodrigues Bittencourt, EE Rui Bloem e EE Alberto Levy. exrbittencourt@yahoo.com.br Introdução Nos

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA.

AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. AS NOVAS TECNOLOGIAS COMO PARCEIRAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA. MORAES, Camilla Santos 1 Palavras-chave: ensino-aprendizagem de inglês, novas tecnologias, ensino mediado pelo computador.

Leia mais

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação 56 4 Metodologia O objetivo desse trabalho é observar o uso de textos de multimodais na sala de aula de língua inglesa, assim como a escolha do professor no uso de este ou aquele texto multimodal, de modo

Leia mais

HISTÓRIA INSTRUMENTOS DOS POR

HISTÓRIA INSTRUMENTOS DOS POR HISTÓRIA DOS INSTRUMENTOS POR 1 HISTÓRIA DOS INSTRUMENTOS FLAUTA A flauta faz parte da família dos instrumentos de madeira, mesmo, ao longo dos anos, tendo sido feita de madeira ou metal. Sabemos que já

Leia mais

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Educação Especial Informe de Assistência Técnica SPED 2009-2: Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Para: Superintendentes, diretores,

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil

CONSELHO DE CLASSE. A visão dos professores sobre educação no Brasil CONSELHO DE CLASSE A visão dos professores sobre educação no Brasil INTRODUÇÃO Especificações Técnicas Data do Campo 19/06 a 14/10 de 2014 Metodologia Técnica de coleta de dados Abrangência geográfica

Leia mais

Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty

Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty Disciplina de Leitura Pessoal Manual do Aluno David Batty Nome Data de início: / / Data de término: / / 2 Leitura Pessoal David Batty 1ª Edição Brasil As referências Bíblicas usadas nesta Lição foram retiradas

Leia mais

Em qualquer uma das modalidades, o TCC deverá estar inserido em um das 3 linhas de pesquisa da Escola de Comunicação:

Em qualquer uma das modalidades, o TCC deverá estar inserido em um das 3 linhas de pesquisa da Escola de Comunicação: Curso de Comunicação Social Relações Públicas Regulamento TCC 2008/1 Capítulo 1 Considerações Preliminares: O presente regulamento disciplina o processo de elaboração, apresentação e avaliação do TCC I

Leia mais

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 1 EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 NADINE WASSMER TREINA E-LEARNING treina@treina.com.br ROSANA GOMES CONTEÚDOS E HABILIDADES EDUCAÇÃO CORPORATIVA DESCRIÇÃO DE PROJETO

Leia mais