A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO

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1 A LEITURA PARA ALÉM DOS LIMITES DA SALA DE AULA: UMA FERRAMENTA PARA A COMPREENSÃO DO MUNDO Débora da Silva Ferreira UAG/UFRPE Taynah de Brito Barra Nova - UAG/UFRPE Resumo: Diante da sociedade letrada em que vivemos, a leitura torna-se habilidade fundamental para o desenvolvimento de uma boa relação social além de ser uma forma de conhecermos e sermos atuante em nossa sociedade. Estimular a compreensão de que a leitura vai além dos textos presentes nos livros didáticos, é formar um ser social crítico, formador de opinião. Para Rosa (2005, p. 3) Pensar em leitura enquanto prática social pressupõe pensar nas múltiplas relações que o sujeito-leito exerce na interação com o universo sociocultural a sua volta [...]. Este trabalho apresenta os frutos do Plano de Atividades desenvolvido no PIBID do curso de Pedagogia da UAG/UFRPE com os objetivos de incentivar o hábito da leitura através do contato com obras literárias infantis, incluir na rotina escolar momentos na biblioteca da instituição e incentivar a criação de histórias pelos próprios alunos. É desenvolvido em uma escola da rede municipal de ensino da cidade de Garanhuns-PE, com uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental. Dentre nossas ações, após a contação de histórias desenvolvemos atividades em grupos para construção de fantoches dos personagens, para posteriormente reapresentarem a história ao grande grupo. Na realização da diagnose da turma percebemos a existência de problemas na leitura, o que afetava a participação nas atividades da sala. Em nossa proposta de contação de histórias, todos puderam participar partindo do seu nível de domínio da leitura e os resultados alcançados até o momento nos mostram o favorecimento de maior participação da turma nas atividades relacionadas à leitura, bem como o aumento no interesse em participar dos momentos na biblioteca escolar. Palavras-Chave: Leitura, Biblioteca, Contação de histórias. Introdução O presente artigo advém de experiências vivenciadas enquanto bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal Rural de Pernambuco, na Unidade Acadêmica de Garanhuns. O projeto é desenvolvido em uma escola da rede municipal de ensino de Garanhuns, cidade localizada no agreste meridional do estado de Pernambuco. Visando o incentivo à leitura, desenvolvemos a proposta do trabalho com a leitura de uma forma diferente da que os alunos já vivenciavam, com atividades que vão além das propostas nos livros didáticos, partindo por exemplo, da contação de histórias. Durante os momentos iniciais de contato com a escola parceira do PIBID, pudemos perceber que, embora a instituição escolar possuísse uma biblioteca com um

2 2 considerável número de obras, não existiam momentos durante a rotina escolar que proporcionassem aos estudantes tempo neste espaço. Além deste dado, que favoreceu o a exploração deste foco em nosso Plano de Atividades, também foi notado que nos momentos de ensino/aprendizagem dentro da sala de aula, o único material que os alunos tinham contato para a realização de atividades de leitura era o livro didático. Partindo destas características, desenvolvemos ações que tinham como objetivo maior favorecer entre os alunos momentos de leituras que transpusessem as paredes da sala de aula e que lhes apresentassem o espaço da biblioteca escolar como um local de grande potencial para a aprendizagem. Para este encontro, selecionamos uma amostra de nossas atividades, para melhor expor o nosso projeto que até o presente momento, ainda se encontra em andamento. Primeiramente partimos de nossa compreensão acerca da habilidade de leitura. Compreendemos leitura como a busca de informações a partir de um texto fonte, podendo este ser de vários formatos, sejam textos escritos ou visuais. Também consideramos a importância dos contextos abordados nos textos e a relação de sentidos destes para o leitor. Segundo Jolibert e Jacob (2006, p. 125) A leitura é concebida como buscar, desde o começo, o significado de um texto, em função dos interesses e das necessidades do leitor que se utiliza de várias categorias de informações (não apenas das letras) e de diversas estratégias. Isso é valido tanto para adultos, quanto para crianças, a diferença é que os adultos leitores já convivem com essa prática há algum tempo e para a criança isso é um fenômeno novo, pois como se encontra em processo de aprendizagem, a leitura passa a ser trabalhada com diferentes meios, mas sempre com a mesma finalidade. A leitura tem como função social desenvolver múltiplas capacidades no indivíduo. O sujeito que lê tem mais oportunidade de se reafirmar enquanto sujeito de sua própria história, além de desenvolver a curiosidade e aguçar a procura por novos conhecimentos. No mundo contemporâneo somos sempre desafiados a usar de nossos dotes de leitor, principalmente as informações digitalizadas que hoje fazem parte do dia-a-dia da maioria das pessoas. Oliveira (2011, p. 01) afirma que: Hoje se vive numa sociedade letrada em que a cada dia o indivíduo é desafiado em situações diversas em que é preciso usar a sua competência de leitor, não apenas em textos escritos, mas, sobretudo compreender o mundo que o cerca, ler a própria vida e nela ser protagonista.

3 3 Como Oliveira (2011) fala, a leitura é muito mais do que ler textos escritos, podemos entender a ação como a porta para a compreensão do mundo. É através dela que conhecemos e entendemos a sua dinâmica. A criança não deve ser apenas alfabetizada, ele deve também ser letrada, de modo que ela aprenda não apenas a ler, mas sim a ler, entender e saber escrever/falar sobre o que leu, afim de suprir as exigências que a sociedade impõe. Cabe a escola sempre transmitir e fazer com que seus educandos compreendam que o uso da leitura é muito importante não somente na sala de aula, mas em nosso cotidiano. A leitura como prática social é um meio que poderá conduzir o leitor a resolver um problema prático, responder a um objetivo concreto ou uma necessidade pessoal. Pensar em leitura enquanto prática social pressupõe pensar nas múltiplas relações que o sujeito-leito exerce na interação com o universo sócio-cultural a sua volta, e pensar em um leitor apto a usar a leitura como fonte de informação e disseminação de cultura. (ROSA, 2005, p. 3) Compreendemos que o principal agente construtor do hábito da leitura nos alunos é o professor. É a partir de suas atividades, de sua rotina que o aluno desenvolverá motivação (ou não) para os momentos da leitura. Cabe ao professor sistematizar diferentes tipos de textos que tragam um melhor entendimento sobre o ato de ler, explanar em quais meios e quando o educando pode utilizar os diferentes tipos de leitura. Entretanto, defendemos que às escolas cabe o papel de incentivar a leitura e fornecer subsídios para a formação de leitores proficientes, sendo necessário o compromisso de todos os atores escolares no trabalho em conjunto para o incentivo da leitura, para que o docente conte com o apoio dos funcionários da biblioteca ou sala de leitura, membros da gestão, e demais funcionários no desenvolvimento deste hábito entre os alunos, como afirmou Paulo Freire (1997, p. 25): Se nossas escolas, desde o mais tenra de seus alunos se entregassem ao trabalho de estimular neles o gosto da leitura e o da escrita, gosto que continuasse a ser estimulado durante todo o tempo da sua escolaridade, haveria possivelmente um número bastante menor de pós-graduados falando de sua insegurança ou de sua incapacidade de ler. DIFERENTES MANEIRAS DE SE CONTAR A MESMA HISTÓRIA

4 4 Ler vai muito além da simples decodificação de palavras. A ação mexe com nosso imaginário, nos transporta a outros lugares, nos ensina, nos mostra um novo mundo e nos encaminha para a compreensão do nosso. São inúmeras as formas de se trabalhar com a leitura, da mesma maneira que existem diversas formas de se contar a mesma história, o necessário é apenas o planejamento prévio da ação pelo professor. A contação de histórias é uma das formas de se trabalhar com os alunos a leitura, e torna-se uma forma mais atrativa de aguçar a leitura nos alunos em início de escolarização. A contação tem como característica principal a oralidade, mesmo que o contador utilize-se de outros recursos. Esse momento tem a capacidade de transportar para outro mundo, além de aguçar a imaginação nas diversas nuances do conto. A narração gera um maior significado para as crianças, enriquecendo o seu imaginário dando vida aos contos já ouvidos por eles ou não. A contação exemplifica para as crianças fatos que podem ocorrer com as suas vidas, e trabalhar assuntos próximos da realidade dos educandos, auxilia-os a resolver problemas do seu dia-a-dia. Ela pode ser utilizada como um meio de incentivar a leitura, uma vez que mesmo que a criança ainda não saiba ler, aquele que para ela lê, torna-se um referencial, o que a motiva ao ato. Para Paulo Freire (1989, p ) A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele, podemos considerar que a partir da leitura de mundo, o ser humano aprende a ler os demais textos. Souza (2012, p. 03) nos sugere que: As narrativas em sala de aula são ótimas ferramentas para o desenvolvimento da subjetividade das crianças, o conto permite que esta experimente emoções, vivencie-as em sua fantasia, sem que precise passar pelas mesmas situações na realidade, além disso, a história oferece a criança uma nova forma de pensar sobre os seus sentimentos difíceis, sentimentos dolorosos ou intensos demais (como um luto, o nascimento de um irmão, a adaptação escolar, etc.). Para Fidalgo (2012), a contação traz para a criança a liberdade de imaginar, ela proporciona emoções e faz com que a criança reflita sobre aquilo que lhe foi contada, As fantasias não são somente um passatempo, elas ajudam na formação da personalidade na medida em que possibilitam fazer conjecturas, combinações,

5 5 visualizações como tal coisa seria dessa ou de outra forma (p. 1). Nesse sentido, é importante desenvolver o gosto pela leitura na criança, mostrando a importância disso para sua vida. A contação vem mostrar que existem formas divertidas e estimulantes para se trabalhar a leitura, que a mesma pode ser prazerosa. Apresentar a leitura como uma prática social deve ser o objetivo da escola, desmistificando-a como um ato restrito à instituição escolar, e reafirmando-a como algo que está presente em cada momento da nossa vida e que fará uma grande diferença em nossa formação enquanto cidadão. Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa nos apresenta bem o conceito supracitado: A leitura, como prática social, é sempre um meio, nunca um fim. Ler é resposta a um objetivo, a uma necessidade pessoal. Fora da escola, não se lê só para prender a ler, não se lê de uma única forma, não se decodifica palavra por palavra, não se responde a perguntas de verificação do entendimento preenchendo fichas exaustivas, não se faz desenho sobre o que mais gostou e raramente se lê em voz alta (BRASIL, 2001, p. 57). A proposta não é abandonar por completo as antigas formas de ensinar a ler, mas trabalhar com recursos que sirvam tanto para a sala de aula quanto para fora dela. A utilização de diferentes métodos de ensino torna as aulas mais atrativas e de melhor compreensão, e trazer tipos de leituras que façam parte do cotidiano da cada criança pode ser de grande ajuda na sala de aula. É necessário elevar a leitura a outro patamar, não apenas ao de decodificação de palavras, mas sim um conhecimento essencial que engrandece nosso conhecimento social e que nos possibilita a interação com o mundo letrado no qual vivemos. METODOLOGIA As atividades tiveram início com um questionário para identificação de temáticas que mais interessavam os alunos, tendo o intuito de posteriormente trabalhar a leitura com eles a partir das histórias que mais lhe agradavam. Posteriormente começamos a introduzir a contação de história nas aulas, começando com a explicação do que vem a ser uma contação de história, para que futuramente eles pudessem fazer a sua. Começamos então a trabalhar com os livros de literatura infantil disponíveis na

6 6 escola, foi pedido que eles fizessem uma releitura das histórias a partir da realidade de cada um. Em um destes momentos foi levado a sala 03 (três) histórias infantis: Os três porquinhos, Chapeuzinho Vermelho e O patinho feio. Esse momento foi dividido em dois dias. A sala foi organizada em 03 (três) grupos, depois do trabalho explicado, eles construíram os fantoches dos personagens para a futura apresentação. Em outro dia, já com fantoches prontos e a história estudada, os alunos se dirigiram a biblioteca para apresentar a sua contação a todos da sala, cada um teve o seu momento. RESULTADOS E DISCUSSÃO A sala de aula na qual o projeto é desenvolvido, tem um bom histórico de trabalho com a leitura, os alunos estão bem familiarizados com elas, mas muito do que é trabalhado baseia-se apenas na simples leitura de livros infantis. Mesmo com a familiaridade com o ato de ler, muitas das atividades chamaram bastante atenção dos alunos, principalmente o momento da contação de história. Existe uma caixa da leitura na sala, todos os dias antes de começar a aula, algumas crianças escolhem um dos livros, ou os traz de casa e lê para a turma, mas a leitura limita-se a esses livros, apesar da instituição oferecer um vasto acervo de livros infantis em sua biblioteca. A biblioteca é um ambiente importante para a formação do cidadão, é um lugar que complementa e amplia os conhecimentos do educando, Santos (2012, p. 01), nos afirma que: [...] uma das principais funções da biblioteca escolar reside precisamente na motivação para a leitura e na criação de hábitos regulares desta prática, promovendo, neste âmbito, atividades diversificadas, sistemáticas, articuladas e consistentes, dado que é inquestionável o papel crucial e determinante que a leitura desempenha no desenvolvimento pessoal e social dos nossos alunos. A biblioteca é também um espaço de estímulo à leitura, não apenas a sala de aula, o que nos faz compreender a necessidade do incentivo por parte do professor, na ida dos alunos a esse ambiente. Ao percebermos a carência de idas dos alunos à biblioteca, proporcionamos um momento deles com os livros que compõem o espaço, de modo que os alunos escolheram um livros dos disponíveis, para fazer uma releitura da sua história. A releitura foi feita a partir de experiências particulares dos alunos,

7 7 sobre aspectos do seu dia-a-dia, o que os fez perceber que histórias podem ser criadas a partir da ficção, mas também por aspectos que fazem parte do seu cotidiano, da sua realidade. Buscamos com isso auxiliar as práticas já realizadas pela professora, ampliar o universo da leitura, abordando-a de outras formas, assim como nos orienta o PCN de Língua Portuguesa (Brasil, 2001, p. 30): Cabe, portanto à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos, que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los. Isso inclui os textos dos diferentes disciplinas, com os quais o aluno de defronta sistematicamente no cotidiano escolar, mesmo assim, não consegue manejar, pois não há um trabalho planejado com essa finalidade. A releitura foi escolhida como uma das primeiras atividades, para que os alunos pudessem perceber que eles também são capazes de produzir histórias, fazendo a interpretação e as recriando. Após essa atividade, foi levado três histórias clássicas infantis, Os três porquinhos, Chapeuzinho Vermelho e O patinho feio, foi proposto que fossem criados fantoches dos personagens das histórias para que os alunos fizessem a contação de história. A sala se dividiu em grupos, cada um com uma história e cada aluno ficou com a criação de um personagem. Todos ajudaram na criação do cenário, um dos momentos de maior interação da turma, que os empolgou bastante por nunca terem feito algo parecido. O ato de criar seus próprios fantoches favorece a autonomia das crianças e faz com que valorizem mais o produto da ação, pois eles passam a se identificar com ele, compreender sua importância e entender o seu significado. A criança se relaciona melhor com um objeto que ela mesmo criou, assim como destaca Benjamin ao afirmar que [...] é natural que ela compreenda melhor um objeto produzido por técnicas primitivas do que com outro que se origina de um método industrial complicado (1984, p. 93). A atividade continuou em outros momentos, proporcionando os alunos tempo para ensaiarem a história, e organizarem o tempo de fala de cada um, a divisão dos personagens. Também reservamos, em momentos anteriores orientações de como fazer uma contação de história. O ambiente da biblioteca foi preparado para os momentos de apresentação e foi organizado um lugar no qual os alunos não ficassem no campo de visão deixando o foco apenas em seus fantoches. A apresentação ocorreu para os

8 8 colegas da própria turma e para os que trabalham na biblioteca. Destacamos que todos foram bem participativos e se mostraram bem empolgados com o momento. Foi uma ocasião agradável para os educandos, eles prestaram atenção durante todo momento na apresentação dos colegas, se empolgaram quando chegava a sua vez e solicitaram a repetição da atividade em outro momento. A atividade explorou a participação em grupo, ajudou na desinibição dos educandos que se sentiram mais confiantes a falarem em público. Solé (1998), nos fala da importância de ajudar os alunos na construção da sua confiança na hora de ler, mostrando-os que o ato não é um bicho de sete cabeça, mas que é algo simples e agradável, Só com a ajuda e confiança, a leitura deixará de ser uma prática enfadonha para alguns e poderá se converter naquilo que sempre deveria ser um desafio estimulante (SOLÉ. 1998, p. 89). CONSIDERAÇÕES FINAIS Nossos resultados ainda são parciais, mas podemos perceber que até o momento a leitura tem a capacidade de mudar uma criança, pois quando realizamos a diagnose da sala pudemos perceber que algumas crianças tinham problemas em ler, o que afetava sua participação nas atividades da sala, e com a utilização da contação de histórias, todos, cada um do seu jeito, puderam participar. A interação entre os alunos foi maior, de forma que aquele que não tinha o domínio da leitura e da escrita, recebia ajuda de um aluno que sabia um pouco mais. Ao longo do desenvolvimento do projeto, pretendemos aguçar ainda mais o hábito da leitura das crianças, mostrando a importância da leitura e da influência em sua formação. As atividades desenvolveram a sociabilidade das crianças, fazendo com que elas participassem mais das aulas e passassem a se sentir mais a vontade em expo sua opinião. Continuaremos a incentivar a leitura e fazer com que as crianças possam criar suas próprias histórias. REFERÊNCIAS

9 9 BENJAMIN, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. Tradução de Marcus Vinicius Mazzari. São Paulo: Summus, (Novas buscas em educação, v. 17). BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, FIDALGO, Carmem. Contação de historias Infantis. Disponível em: <http://carmemfidalgo.blogspot.com.br/2012/03/contacao-de-historias-infantis.html>. Acesso em , às 22h. FREIRE, Paulo. Carta de Paulo Freire aos professores. Estud. av. [online]. 2001, vol.15, n.42, pp ISSN JOLIBERT, Jeannette. JACOB, Josette. Além dos muros da escola: a escrita como ponte entre alunos e comunidade. Porto Alegre: Artmed, OLIVEIRA, Hélia. A importância da leitura na sociedade e o papel da escola na formação de leitores proficientes. Disponível em <http://artigos.netsaber.com.br/resumo_artigo_21154/artigo_sobre_a_import%c3%82n cia_da_leitura_na_sociedade_moderna_e_o_papel_da_escola_na_forma%c3%87%c3 %83o_de_leitores_proficientes>. Acesso em 23/09/14 às 22h32 ROSA, Caciací Santos de Santa. Leitura: uma porta aberta na formação do cidadão. Disponível em: /artigos/leitura%20-%20uma%20porta%20aberta...pdf>. Acesso em , às 13h. SANTOS, Maria Lúcia Morgado dos. A biblioteca escolar e a promoção da leitura. Acesso em , às 14h. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto alegre: Artes médicas, SOUZA, Leila. A importância da leitura para a formação de uma sociedade consciente. Disponível em: <www.cinform.ufba.br/7cinform/soac/papers/>. Acesso em , às 22h39.

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