RELAÇÃO DE MINICURSOS. ==========================================================Minicurso 1:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RELAÇÃO DE MINICURSOS. ==========================================================Minicurso 1:"

Transcrição

1 RELAÇÃO DE MINICURSOS ==========================================================Minicurso 1: O USO DA INTERNET COMO RECURSO PARA O ENSINO E A PESQUISA EM HISTÓRIA Karina Klinke (Facip/UFU) Ementa: A Internet e o acesso a informações rápidas em âmbito nacional e internacional; as implicações de sua utilização no modus operandi do ensino e da pesquisa em História; as alterações provocadas por meio da ampliação do acesso e da utilização de tempo para coleta de fontes; as possibilidades de intercâmbio entre os resultados de pesquisas; a nova ordem nos critérios de seleção e utilização de fontes, como averiguação da confiabilidade dos documentos, reconhecimento de autoria e utilização de bases de dados. Objetivos: - Conhecer a legislação atual sobre o uso de fontes disponíveis em meio eletrônico;

2 - Socializar o acesso e a cópia legalizada de recursos disponíveis na Internet para o ensino e a pesquisa em História: filmes, músicas, imagens, entrevistas, arquivos de periódicos, bancos de dados, jornais, obras raras, museus, etc; - Analisar a validade do uso de documentos disponíveis na Internet como fonte primária e secundária na pesquisa historiográfica. Conteúdo: A Sociedade em Rede, termo cunhado por Jan van Dijk (De Netwerkmaatschappij, 2005) e popularizado por Manuel Castells (La Sociedad Red, 2006) é construída por redes de informação que processam, armazenam e transmitem informações sem restrição de tempo, distância ou volume. Esta nova compreensão de funcionamento da sociedade é baseada no fenômeno da globalização, que foi desenvolvido graças à Internet. Desde então, a produção historiográfica conta com acesso a informações rápidas em âmbito nacional e internacional, o que interfere no modus operandi das pesquisas, as quais contavam apenas com fontes escritas ou iconográficas impressas, além de acervos digitais e gravações orais. Alteram-se, assim, além da ampliação do acesso, o tempo utilizado para coleta das fontes, bem como diminui a necessidade de deslocamento de pesquisadores e aumentam as possibilidades de intercâmbio entre os resultados de pesquisas. Com isso, uma nova ordem se constrói para critérios de seleção e utilização de fontes, como averiguação da confiabilidade dos documentos, reconhecimento de autoria e utilização de bases de dados. Os historiadores passam a ter necessidade de domínio dos espaços de navegação e, com a extensão de possibilidades de acesso, também se ampliam as exigências quanto à revisão bibliográfica em trabalhos científicos. Só no Brasil, a partir dos anos 1990 se passa a contar com o Programa de Informação e Comunicação para a Pesquisa (Prossiga), cujos projetos programaram no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), bibliotecas digitais em diferentes áreas do conhecimento; em 1997 é lançada a Biblioteca Científica Eletrônica Online, mais conhecida pela sigla em inglês Scielo (Scientific Electronic Library Online); a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou em 2000 o Portal da Capes; em 2001 a Fundação Biblioteca Nacional lançou o Portal Institucional; em 2004 o Ministério da Educação lançou o Portal Domínio Público; em 2006 foi criada a Biblioteca Nacional Digital. Amplia-se, também, o acesso a outras fontes documentais, destacando-se o Sistema de Informações do Congresso Nacional (Sicon), o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC), a Biblioteca Digital Jurídica, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), além dos portais alimentados pelas universidades brasileiras. É o que propomos analisar neste minicurso.

3 Metodologia de trabalho: 1º dia: 4h - Apresentação e discussão da legislação em vigor para utilização de materiais disponíveis na Internet e direitos autorais; - Visita a sítios governamentais, nacionais e internacionais, que disponibilizam recursos que podem ser utilizados no ensino e na pesquisa em História. 2º dia: 4h - Visita a sítios comerciais, nacionais e internacionais, que disponibilizam recursos que podem ser utilizados no ensino e na pesquisa em História; - Técnicas para acesso e cópia legalizada de recursos disponíveis na Internet. Bibliografia básica: ABRÃO, Janete. Pesquisa & História. Porto Alegre: EDIPUCRS, BARTHES, Roland. A câmara clara. São Paulo: Editora Edições 70, CASTELLS, Manuel, (ed.). La sociedad red: una visión global. Revisado por Jesús Alberto Andrade. Madrid, España: Alianza Editorial, CASTELLS, Manuel. El poder de las redes y las redes del poder en el entorno tecnológico de la comunicación. Traducción de María Hernández Díaz. Madrid: Alianza Editorial, DIJK, Jan A. G. M. van. The deppening divide: inequality in the information society. Sage Publications Inc [Printed in the United States of America on acid-free paper.] Disponível em: < https://books.google.com.br/books?hl=pt-br&lr=&id=k12awaaqbaj&oi=fnd&pg=pp1&dq=%22jan+van+dijk%22&ots=trg7puzlqz&sig=qmk 5IDDz0ETl1P9teZsYMdL_OQA#v=onepage&q=%22Jan%20van%20Dijk%22&f=false> DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas, SP: Papirus Editora, LAMBERT, Peter; SCHOFIELD, Phillipp (cols.). História: introdução ao ensino e à prática. Porto Alegre: ARTMED, MOCELLIN, Renato. História e cinema [livro eletrônico]: educação para as mídias. São Paulo: Editora do Brasil, Disponível em: < https://books.google.com.br/books?id=2gdzbqaaqbaj&pg=pt7&dq=o+filme+e+o+ensino+

4 de+hist%c3%b3ria&hl=ptbr&sa=x&ei=cxdevfmccomasqsqqio4cw&ved=0cegq6aew CQ#v=onepage&q=o%20filme%20e%20o%20ensino%20de%20hist%C3%B3ria&f=false> MOMINÓ, Josep M.; SIGALÉS, Carles; MENESES, Julio. La escuela en la Sociedad Red. Internet en la educación primaria y secundaria. Barcelona (Spain): Ariel, PENNA, Rejane Silva. Fontes orais e historiografia: avanços e perspectivas. Porto Alegre: EDIPUCRS, PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural. 3ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas. Tradução de Nilza Teixeira Soares. Rio de janeiro: Editora FGV, SETTON, Maria da Graça Jacintoh (org.). A cultura da mídia na escola: ensaios sobre cinema e educação. São Paulo: Annablume: USP, SINGER, Paul. Un mundo. Éticas de la globalización. Barcelona: Paidós, SOUZA, Daniela dos Santos; CRUZ, Gisele Tiell Della. Fundamentos teóricos e práticos do ensino de História. Curitiba: IESDE, 2009.

5 ========================================================= Minicurso 2: O BICENTENÁRIO DAS INDEMPENDÊNCIAS NA AMÉRICA LATINA: HISTÓRIA, MEMÓRIA E COMEMORAÇÕES Giliard da Silva Prado (UFU C FACIP) Resumo: A América Latina atravessa contemporaneamente o ciclo comemorativo do bicentenário das independências de vários de seus países. Esse ciclo comemorativo teve início com a evocação das primeiras juntas de governo (1808 no Uruguai; 1809 na Bolívia e no Equador; 1810 na Venezuela, Colômbia, Argentina, Chile e México; 1811 no Paraguai) e se encerrará com a comemoração dos duzentos anos das declarações de independência (1811 no Paraguai; 1816 na Argentina; 1818 no Chile; 1819 na Venezuela e Colômbia; 1821 no México; 1822 no Equador; 1824 no Peru; 1825 na Bolívia). As comemorações tanto podem tornar consensual um poder e uma memória, quanto, contrariamente, revelar tensões e conflitos em torno da disputa pelo controle do passado. Não sem motivos, elas têm se constituído em privilegiados objetos de estudo das investigações históricas, visto que as efemérides têm impulsionado as reflexões e produções historiográficas. Desse modo, por se revestir de um forte caráter político, o ato de comemorar, mais do que uma simples festividade ou mera evocação de lembranças, é um momento de problematização da memória instituída, podendo-se tanto reforçá-la quanto rejeitála. Neste sentido, o bicentenário das independências na América Latina constitui-se em um momento no qual várias histórias nacionais serão problematizadas. Este minicurso analisará aspectos teóricos envolvendo as relações entre história, memória e comemorações, bem como tratará de alguns estudos de caso envolvendo as batalhas da memória e os usos políticos do passado em países latino-americanos no contexto das comemorações do bicentenário das independências. Justificativa: Orientado pelo interesse tanto nas reflexões teóricas quanto nos estudos de caso, este minicurso pretende fornecer subsídios para que os alunos compreendam processos históricos que envolvem a construção de identidades, estratégias de legitimação e interesses subjacentes em diferentes projetos políticos na América Latina contemporânea. Além disso, pretende também

6 suscitar a produção de pesquisas relacionadas à agenda comemorativa do bicentenário das independências. Referências bibliográficas: ALMEIDA, Jaime de. O segundo centenário da Independência na América Latina: um desafio historiográfico. In: ENCONTRO INTERNACIONAL DA ANPHLAC, 7., 2006, Campinas, SP. Anais Eletrônicos... Campinas, SP, ANPHLAC, Disponível em: <http://anphlac.org/upload/anais/encontro7/jaime_de_almeida.pdf>. Acesso em: 16 mar CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, CATROGA, Fernando. Memória, história e historiografia. Coimbra: Quarteto, DOSSE, François. Uma história social da memória. In: A história. Bauru: EDUSC, 2003, p GUERRA, François-Xavier. Memórias em transformação. Trad. Jaime de Almeida. Revista Eletrônica da ANPHLAC, São Paulo, n. 3, p. 4-25, NORA, Pierre. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, PUC, v. 10, p. 7-28, dez L ère de la commémoration. In: NORA, Pierre (dir.). Les lieux de mémoire (Les France). V. 3. Paris: Gallimard, 1997, p POLLAK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: CPDOC, v. 2, n. 3, p. 3-15, RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas, SP: Ed. da UNICAMP, 2007.

7 ========================================================= Minicurso 3: O TRABALHO DO HISTORIADOR EM BENS CULTURAIS: DILEMAS DA FORMAÇÃO À ATUAÇÃO Rodrigo Cristofolette (Museu Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos - USP) Resumo: Discute as bases de formação do historiador no campo do patrimônio e o crescimento da demanda por este profissional em ambientes de produção cultural e de preservação. Discute a generalidade da formação do historiador neste campo e sinaliza experiências bem sucedidas de atuação de historiadores no âmbito do patrimônio. ========================================================= Minicurso 4: A ELABORAÇÃO DO CÓDICE MEDIEVAL: A IMPORTANCIA DO LIVRO, DO LEITOR E O EXEMPLO DAS CANTIGAS DE SANTA MARIA DE AFONSO X Guilherme Antunes Junior (PPGHC/UFRJ/PEM) Ementa: O presente minicurso tem como objetivo central discutir o processo de elaboração do códice medieval, partindo do pressuposto que se trava de um objeto complexo, elaborado a partir de múltiplas perspectivas. O códice, ou codex em latim, foi um dos principais espaços da escrita, da imagem e da representação na Idade Média. Os discursos construídos por meio desse suporte

8 ganham sentido na medida em que compreendemos seus papeis sociais e simbólicos em diferentes contextos, como as comunidades monásticas, o bispado, a Igreja, a corte, etc. Tomaremos o exemplo das Cantigas de Santa Maria, manuscrito produzido no século XIII, sob a direção de Alfonso X, reunindo ao mesmo tempo música, poesia e iconografia. Tempo previsto: 4 horas Conteúdo: - Do pergaminho de papiro ao códice medieval; o processo de elaboração do códice na Era Cristã; os papeis dos copistas; as funções do scriptorium; e as formas de leitura dos manuscritos -As imagens medievais; a construção da iconografia e suas tecnologias; as margens como espaços de reelaboração de discursos; e as imagens das Cantigas de Santa Maria. Tempo previsto: 1 hora. -O scriptorium alfonsino; as cantigas no contexto poético-musical de Castela; os códices das Cantigas de Santa Maria; o livro como objeto multimídia; e sentidos políticos das cantigas. Tempo previsto: 1 hora. Bibliografia: CAMILLE, Michael. Image on the Edge. the margins of medieval arts. Londres: Reaktion Book, CHARTIER, Roger. História da Leitura. In: BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: UNESP, p DUBY, Georges e LACLOTTE, Michel. História Artística da Europa. A Idade Média. São Paulo: Paz e Terra, FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ, Laura. Cantigas de Santa María - fortuna de sus manuscritos. Alcanate - Revista de Estudios Alfonsíes, Sevilha, n. 6, p , FRANCO, Ángela. Las Cantigas de Santa María - la plástica, la iconografia y devociones en la Baja Edad Media. Alcanate - Revista de Estudios Alfonsíes, Sevilha, n.º7, p. 103 C 146, GARCIA CUADRADO, Amparo. El códice de las historias de las cantigas - imagen y comunicación en el manuscrito miniado. Miscelánea Medieval Murciana, Murcia, n.º 17, , 1992.

9 LEÃO, Ângela Vaz. Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o sábio C aspectos culturais e literários. São Paulo: Linear B; Belo Horizonte: Veredas & Cenários, MENÉNDEZ-PIDAL, Gonzalo. La España del Siglo XIII leída en Imágenes. Madrid: Real Academia de la Historia, MENÉNDEZ-PIDAL, Gonzalo. Los manuscritos de las Cantigas - cómo se elaboró la miniatura alfonsí, Boletín de la Real Academia de la Historia, Madrid, t. 150, p , SCHMITT, Jean-Claude. O corpo das imagens. Ensaios sobre a cultura visual na Idade Média. São Paulo: EDUSC, 2007.

10 ========================================================= Minicurso 5: NEGRO, EDUCAÇÃO E HISTÓRIA Cairo Monhamad Katrib (UFU-FACIP) Vânia Ap. M. Bernardes (UFU-FACIP) Luciane Dias (UFU-FACIP) Ementa: Histórico das Reformas Educacionais no Brasil e suas ingerências na Lei nº10.639/03. A realidade educacional e o processo de elaboração e implementação das políticas públicas educacionais. Tendências do atual Sistema Nacional de Educação. Elementos básicos da exclusão e inclusão da educação. Conteúdo: Unidade I - O Estado e a Educação e suas implicações na Política Educacional Brasileira. Unidade II - Caracterizar o contexto socioeconômico e político do negro no Brasil. Unidade III - A Lei nº /03 e a realidade educacional. Duração: 8 horas Bibliografia: CUNHA JUNIOR. Henrique. Tecnologias africanas na formação brasileira. RJ. CEAP BRZENZINSKI, I. LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. SP, Cortez, 1997 SAVIANI, Demerval. Política e educação no Brasil. SP, Cortez, 1986.

11 ========================================================= Minicurso 6: OS CASOS INTERNACIONAIS DE FUGA DE ESCRAVOS: ASILO TERRITORIAL, DIREITO DE PROPRIEDADE E SOLO LIVRE NA FRONTEIRA DO BRASIL COM A BOLIVIA Newman di Carlo Caldeira (UFU FACIP) Ementa: A independência dos Estados sul-americanos não foi acompanhada de imediato pela elaboração de tratados que fossem capazes de firmar compromissos bilaterais ou multilaterais, deixando em descoberto questões que repercutiram nas relações diplomáticas do Império do Brasil. Embora pouco estudadas, as fugas internacionais de escravos compõem parte significativa nas negociações que pretendiam regulamentar os casos de repatriação ou extradição. Um exemplo bastante significativo são os marcos legais de abolição dos regimes escravistas ocorridos nas nações limítrofes e suas consequências para o Império do Brasil. Neste sentido, o desenrolar das negociações diplomáticas entre Brasil e Bolívia torna mais fácil compreendermos a contradição existente na aplicação dos direitos de propriedade e de liberdade no cenário internacional ao longo do século XIX. Enquanto os representantes do Império brasileiro pediam a devolução dos prófugos asilados, o governo boliviano passou a adotar o princípio jurídico do solo livre para legitimar a postura de defesa da concessão de liberdade pessoal para os cativos que pisassem seu território. Justificativa: Como veremos ao longo deste curso, as disputas provenientes das tentativas de afirmação dos projetos políticos por parte das elites dirigentes em suas respectivas áreas de influência, produziram, mesmo que de modo indireto, reflexos sentidos em contextos diversos. Por conta da ausência de definições mais precisas quanto ao que poderia ser considerado ilícito internacional, o objetivo do curso será demonstrar o desenvolvimento do processo de legitimação e defesa da propriedade escrava, por parte do Brasil, em seus contatos internacionais. Bibliografia: ACCIOLY, H. Manual de direito internacional público. São Paulo: Saraiva, 1995.

12 ACQUARONE, A. C. Tratados de extradição: construção, atualidade e projeção do relacionamento bilateral brasileiro. Brasília: Instituto Rio Branco/FUNAG, AGUIRRE, C. Agentes de su propia libertad: los esclavos de Lima y la desintegración de la esclavitud ( ). Lima: Fondo Editorial de la Pontificia Universidad Católica del Perú, BERLIN, I. Gerações de cativeiro: uma história da escravidão nos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Record, CALDEIRA, N. Horizontes de esperança: fugas internacionais de escravos, solo livre e direito de propriedade nas fronteiras do Império do Brasil com a República da Bolívia ( ) páginas. Tese de Doutorado. PPGHIS, UFRJ, Rio de Janeiro..Nas fronteiras da incerteza: as fugas internacionais de escravos no relacionamento diplomático do Império brasileiro com a República da Bolívia ( ). Rio de Janeiro, páginas. Dissertação (Mestrado em História). PPGHIS, UFRJ. Rio de Janeiro, ; KOZLOWSKY, C.; BOSISIO, R. Liberdade sem fronteiras: entre 1825 e 1867, ir para a Bolívia foi um caminho de esperança para alguns escravos, Revista de História, ano 6, nº 61, out Os casos de fuga internacional de escravos e a atuação da Chancelaria brasileira: as negociações com a República da Bolívia entre 1829 e Revista Eletrônica da ANPHLAC, ISSN , nº 15, p , jul./dez CARVALHO, J. M. de. A burocracia imperial: a dialética da ambiguidade. Dados: Revista de Ciências Sociais, v. 21, p. 7-31, CERVO, A. L.; BUENO, C. História da política exterior do Brasil. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, CHALHOUB, S. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na corte. São Paulo: Companhia das Letras, CRESPO RODAS, A. Esclavos negros en Bolivia. La Paz: Librería Editorial G.U.M., s/d. DAVIS, D. B. O problema da escravidão na cultura ocidental. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.

13 GALINDO DE UGARTE, M. Constituciones bolivianas comparadas ( ). La Paz: Editorial Los Amigos del Libro, GRINBERG, K. Escravidão, alforria e direito no Brasil oitocentista: reflexões sobre a lei de 1831 e o princípio de liberdade na fronteira sul do Império brasileiro In: CARVALHO, J. M. de. (org.) Nação e cidadania no Império: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, MAGNOLI, D. O corpo da pátria: imaginação geográfica e política externa no Brasil ( ). São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista; Moderna, MAMIGONIAN, B.; GRINBERG, K. Apresentação do dossiê: Para inglês ver? Revisitando a Lei de Estudos Afro-Asiáticos, ano 29, n. 1/2/3, p , jan.-dez MENDONÇA, J. N. A arena jurídica e a luta pela liberdade. In: SCHWARCZ, L. M.; REIS, L. V. (orgs.). Negras imagens. São Paulo: Edusp, PARRON, T. A política da escravidão no Império do Brasil, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, PEABODY, S. There are no slaves in France: the political culture of race and slavery in the Ancien Régime. New York: Oxford University Press, PORTUGAL ORTIZ, M. La esclavitud negra en las epocas colonial y nacional de Bolivia. La Paz: Instituto boliviano de cultura, SANTOS, L. C. V. O império e as repúblicas do Pacífico: as relações do Brasil com Chile, Bolívia, Peru, Equador e Colômbia ( ). Curitiba: UFPR, 2002.

14 ========================================================= Minicurso 7: SÍTIOS ARQUELÓGICOS INDIGENAS DO PONTAL DO TRIÂNGULO MINEIRO: PATRIMONIO E PRESERVAÇÃO Aurelino José Ferreira Filho (UFU / FACIP) Claudio Scarparo Silva (UFU / FACIP) Ementa: A presença indígena na região do Triângulo Mineiro-MG, passado, presente e protagonismos indígenas. Sítios arqueológicos: patrimônio material e preservação na região. O conhecimento popular e achados de artefatos líticos e cerâmicos indígenas na região. As primeiras descobertas arqueológicas de artefatos líticos e cerâmicos indígenas na região do Pontal do Triângulo Mineiro. As primeiras visitas técnicas de arqueólogos e antropólogos na região com o fim de análise dos artefatos arqueológicos encontrados, as primeiras pesquisas arqueológicas na região e seus resultados. A Lei de 28/12/95, lei Robin Hood, que incentiva a proteção do Patrimônio Cultural no Estado de Minas Gerais. As pesquisas e mapeamento dos sítios arqueológicos indígenas dos municípios de Centralina, Ituiutaba e Cachoeira Dourada MG. Objetivos: - Refletir sobre protagonismos indígena no Brasil e presença indígena na região do Triângulo Mineiro. - Refletir sobre os primeiros achados líticos e cerâmicos (sítios arqueológicos indígenas) na região do Triângulo Mineiro no final da década de 1990 e seus inventários como ações fundamentais para a tomada de consciência da importância de proteção destes sítios como bens patrimoniais da região do Triângulo Mineiro;

15 - Refletir sobre os desafios e perspectivas para sua preservação frente ao processo de modernização da região por meio do agronegócio e da instalação de Pequenas Centrais Hidrelétricas PCHs; - Refletir sobre a importância da Educação patrimonial na região como perspectiva de preservação e proteção destes bens na região. Conteúdos: 1- Protagonismos indígena no Brasil e presença indígena na região do Triângulo Mineiro. 2- As pesquisas arqueológicas na região do Triângulo Mineiro MG. 3- Sítios arqueológicos indígenas no Pontal: patrimônio, preservação, história e memória indígena na região do Triângulo Mineiro. 4- Sítios arqueológicos indígenas no Pontal o Triângulo Mineiro: desafios e perspectivas de preservação. Metodologia: -Carga horária: 8 horas - Leitura e discussão bibliografia indicada; - Exposição e discussão dos conteúdos; - Visita a um sítio arqueológico indígena da cidade de Ituiutaba MG (a ser realizada em data posterior ao Evento) Bibliografia básica: ARANTES, A. A. Paisagens Paulistanas: Transformações Do Espaço Público. Campinas: UNICAMP/São Paulo: IMESP, ARANTES, A. A.(Org.). Produzindo o Passado: Estratégias de construção do Patrimônio Cultural. São Paulo: Brasiliense/CONDEPHAAT, CASTRIOTA, L. B. Patrimônio cultural: Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablime/Belo Horizonte: IEDS, FENELON, D. R.; MACIEL, L. A.; ALMEIDA, P. R.; KHOURY, Y. A. (Orgs.) Muitas Memórias, Outras Histórias. São Paulo: Olho D água, FONSECA, M. C. L. O Patrimônio em Processo. Rio de Janeiro: UFRJ/MINC/IPHAN, 1997.

16 GONÇALVES, J. R. S. A retórica da perda, os discursos do Patrimônio Cultural no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ/MINC-IPHAN, KHOURY, Y. A. CEDIC: Entre a preservação do patrimônio documental e o apoio à pesquisa e ao ensino. Boletim do Arquivo. São Paulo, v. 5, ns. 1 e 2, p , JÚNIOR, Noé Gonçalves Maranduba; ALMEIDA, Eduardo Simões de. Análise de convergência espacial dos repasses da Lei Robin Hood. Revista Economia e Sociedade, Campinas, v. 18, n. 3 (37), p , dez LE GOFF, J. História e Memória. Campinas: Unicamp, MARIANI, A. A memória popular no registro do patrimônio. Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Brasília, IPHAN, no. 28, pp , NORA, P. Entre memória e história, a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, PUC-SP, n. 10, p. 7-28, dez PELEGRINI, Sandra C. A. A gestão do patrimônio imaterial brasileiro na contemporaneidade. História. São Paulo, 27 (2), pp , PELEGRINI, Sandra C. A. Patrimônio cultural: consciência e preservação. São Paulo: Brasiliense, SAMUEL, R. Teatros de memória. Projeto História, São Paulo, PUC-SP, n. 14, p.41-81, fev SÃO PAULO, Secretaria Municipal de Cultura, Departamento do Patrimônio Histórico. O Direito à Memória: Patrimônio Histórico e Cidadania. São Paulo: DPH, SILVA, M. A. da. A cidade e seus patrimônios: Textos, Imagens e Sons. Projeto História, São Paulo, PUC-SP, n. 13, p.71-79, jun SILVA, M. A. História: O prazer em ensino e pesquisa. São Paulo: Brasiliense, 1995.

17 ========================================================= Minicurso 8: Contribuições da Retórica Clássica para a Teoria da História Contemporânea Bento Machado Mota (Universidade Federal Fluminense) Victor Couto Tiribás (Universidade Federal Fluminense) Ementa: O objetivo do presente minicurso será evidenciar em que medida o conhecimento retórico pode contribuir para a compreensão das linhagens centrais da Teoria da História contemporânea. Objetivos: O ponto de partida da primeira aula será apresentar como o logos adquiriu importância de um grande senhor, nos dizeres de Górgias, fundamental no processo de decisão pública entre os Gregos. Com efeito, dentre as correntes desta tradição está a Sofística, seguida pela maiêutica socrática, os diálogos platônicos e, por fim, a arte retórica aristotélica. A segunda aula apresentará a ascensão da língua latina no ocidente mediante os grandes retores Cícero, Sêneca e Quintiliano, os quais, por sua vez, inspiraram a construção das disciplinas humanitatis no Renascimento. Na terceira aula, abordar-se-á a Retórica clássica como alicerce da Teoria da História do século XX. Gadamer e Koselleck tomam-na como imprescindível para a delimitação do campo das ciências humanas se diferenciar das naturais. Quentin Skinner, embasado em Austin, Collingwood e Wittgenstein, elevou a retórica à área privilegiada no desvelar das performances inerentes a Intellectual History. Sendo assim, o minicurso propõe-se a, através da história da retórica, explorar os limites entre persuasão e verdade na História. Palavras-chave: Retórica Teoria da História Sofistas Tradição Clássica Hermenêutica Tempo estimado: 8 horas

18 Bibliografia: ANTIFONTE. Testemunhos, Fragmentos, Discursos. São Paulo: Edições Loyola, ARISTÓTELES. Retórica. São Paulo: Martins Fontes, AUSTIN, John. How to do things with words. Oxford: Clarendon Press, CASSIN, Barbara. O Efeito Sofístico: Sofística, filosofia, retórica, literatura. São Paulo: Editora 34, CICERÓN. El Orador. Madrid: Alianza, COLLINGWOOD, Robin. A Ideia de História. Lisboa: Presença Editorial, GADAMER, Hans. Verdade e Método I. Rio de Janeiro: Vozes, GÓRGIAS. Elogio de Helena in CASSIN, Barbara. O Efeito Sofístico: sofística, filosofia, retórica, literatura. São Paulo: Editora 34, KERFERD, G. B. O Movimento Sofista. São Paulo: Edições Loyola, KOSELLECK, Reinhart. Futuro Passado: Contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: PUC-Rio/Contraponto, NUSSBAUM, Martha. O Protágoras: uma ciência do raciocínio prático in A fragilidade da bondade: Fortuna e ética na tragédia e na filosofia grega. São Paulo: Martins Fontes, PLATÃO. Fédon. Pará: Edufpa, QUENTIN, Skinner. As Fundações do Pensamento Político Moderno. São Paulo: Companhia das Letras, Razão e Retórica na Filosofia de Hobbes. São Paulo: Editora Unesp, QUINTILIANO. Instituição Oratória (Tomo I). São Paulo: Unicamp Editora, SÊNECA. Cartas a Lucílio. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, VERNANT, Jean-Pierre. As Origens do Pensamento Grego. Rio de Janeiro: Difel, WITTGENSTEIN, Ludwig. Tratado Lógico-Filosófico / Investigações Filosóficas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2011.

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA PROGRAMA DA DSCPLNA Disciplina: Prática Código da Disciplina: Carga Horária Semestral: 45 Obrigatória: sim Eletiva: não Número de Créditos: 03 Pré-Requisitos: não EMENTA Refletir sobre a produção da prática

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30

Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Lançamento de Livros e Sessão de Autógrafos 12 de Julho - 19h30 Ana Isabel Madeira (Apresentação pela autora - sala 1) Referência da Obra: Madeira, A. (2012). A Construção do Saber Comparado em Educação:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA. Departamento de Arqueologia. Disciplina Museologia Arqueológica. Professora: Ms. Marcelle Pereira Museóloga EMENTA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA. Departamento de Arqueologia. Disciplina Museologia Arqueológica. Professora: Ms. Marcelle Pereira Museóloga EMENTA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA Departamento de Arqueologia Disciplina Museologia Arqueológica Professora: Ms. Marcelle Pereira Museóloga EMENTA Esta disciplina pretende apresentar, discutir e problematizar

Leia mais

A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO NA AMÉRICA LATINA: CONE SUL - CHILE, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI

A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO NA AMÉRICA LATINA: CONE SUL - CHILE, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI A FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO NA AMÉRICA LATINA: CONE SUL - CHILE, ARGENTINA, PARAGUAI E URUGUAI COORDENAÇÃO Prof. Dr. Antonio Joaquim Severino FINANCIAMENTO: UNINOVE Auxílio Financeiro ANO DE INÍCIO: 2010 INTRODUÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA

PROGRAMA DA DISCIPLINA UPE Campus Petrolina PROGRAMA DA DISCIPLINA Curso: Licenciatura em História Disciplina: Métodos e técnicas de pesquisa Histórica Carga Horária: 45h Teórica: 45h Prática: Semestre: 23.2 Professor: Reinaldo

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Estudos filosóficos em educação I - JP0003 PROFESSOR: Dr. Lúcio Jorge Hammes I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60 (4 créditos) II EMENTA Aborda os pressupostos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Unidade Universitária Cora Coralina CURSO DE HISTÓRIA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS. Unidade Universitária Cora Coralina CURSO DE HISTÓRIA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA - CIDADE DE GOIÁS Curso: HISTÓRIA Disciplina: História Moderna Habilitação: LICENCIATURA Carga Horária Total: 64 h/a anuais 2 h/a semanais Carga Horária

Leia mais

ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA

ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA Autor(es) ALLINE CRISTINA BASSO; LUCCAS ESCHER GUARASEMINI Introdução Dominando a produção histórica de 1880 a 1945, o positivismo

Leia mais

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional

Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Seminário Internacional do Museu Histórico Nacional Ponta do Calabouço e adjacências: história, memória e patrimônio nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro CHAMADA PÚBLICA DE TRABALHOS A faixa de terra

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p.

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. RESENHA/REVIEW ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. Resenhado por/by: Acir Mario KARWOSKI (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

Leia mais

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA

HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA HISTÓRIA - MATERIAL COMPLEMENTAR OITAVO ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROF. ROSE LIMA INDEPENDÊNCIA DO Colonização: espanhola até 1697, posteriormente francesa. Produção açucareira. Maioria da população:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PLANO DE ENSINO Disciplina: HISTÓRIA DO BRASIL B Código: HH 159 Carga Horária 60 horas EMENTA: Estudos de revisão historiográfica sobre o Brasil Império e a República Velha.

Leia mais

História Oral: panorama histórico e reflexões para o presente. Profa. Dra. Suzana Lopes Salgado Ribeiro

História Oral: panorama histórico e reflexões para o presente. Profa. Dra. Suzana Lopes Salgado Ribeiro História Oral: panorama histórico e reflexões para o presente Profa. Dra. Suzana Lopes Salgado Ribeiro O que é História Oral? Processo de trabalho que privilegia o diálogo e a colaboração de sujeitos considerando

Leia mais

SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO

SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO SOB O DOMÍNIO DE NAPOLEÃO Nível de Ensino/Faixa Etária: 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, e todas as séries do Ensino Médio Áreas Conexas: História, Geografia, Sociologia, Ciências Consultor: Rafael

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

LUÍS REIS TORGAL. SUB Hamburg A/522454 ESTADO NOVO. Ensaios de História Política e Cultural [ 2. IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA LUÍS REIS TORGAL SUB Hamburg A/522454 ESTADOS NOVOS ESTADO NOVO Ensaios de História Política e Cultural [ 2. a E D I Ç Ã O R E V I S T A ] I u IMPRENSA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA 2 0 0 9 ' C O I M B R

Leia mais

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2013)

Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2013) Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo FESPSP PLANO DE ENSINO (2013) I. IDENTIFICAÇÃO DISCIPLINA PROJETOS CULTURAIS CARGA HORÁRIA 72 h CURSO Biblioteconomia e Ciência SEMESTRE 5 o semestre

Leia mais

(1) HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Cap. 10: O que os historiadores devem a Karl Marx?

(1) HOBSBAWM, Eric. Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Cap. 10: O que os historiadores devem a Karl Marx? UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS PLANO DE ENSINO DE TEORIAS DA HISTÓRIA II CURSO/SEMESTRE LICENCIATUTA EM HISTÓRIA 3º SEMESTRE DISCIPLINA TEORIAS DA HISTÓRIA II CARÁTER DA

Leia mais

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO

VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO VER PARA COMPREENDER: A SELEÇÃO DE IMAGENS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO Juliana Ponqueli Contó (PIBIC/Fundação Araucária - UENP), Jean Carlos Moreno (Orientador),

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

Curso de Relações Internacionais

Curso de Relações Internacionais UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CÂMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Curso de Relações Internacionais 2 º. ano Disciplina: Historia da Formação dos Países Latino Americanos Profª Lidia M.

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Disciplina: Teoria e Planejamento Curricular II Carga Horária Semestral: 40 Semestre do Curso: 6º 1 - Ementa (sumário, resumo) Fundamentos teórico-práticos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA PÓS GRADUAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA PÓS GRADUAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS MESTRADO UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO UFMA PÓS GRADUAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS MESTRADO Claudia Archer Tema da Pesquisa: A BUROCRACIA E A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO NO BRASIL, A PARTIR DE 2003:

Leia mais

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão.

2 Público não é político. É o espaço coletivo, do cidadão. A MÚSICA NA SOCIALIZAÇÃO DAS MENINAS DE SINHÁ GIL, Thais Nogueira UFMG thaisgil@terra.com.br GT: Movimentos Sociais e Educação / n.03 Agência Financiadora: CAPES O que acontece quando os sujeitos excluídos

Leia mais

CÓDIGO NOME (T-P) Cr. GCC854 Espaço Urbano Regional:Teorias e Reflexões 4 (60 horas)

CÓDIGO NOME (T-P) Cr. GCC854 Espaço Urbano Regional:Teorias e Reflexões 4 (60 horas) Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Naturais e Exatas Programa de Pós-Graduação em Geografia IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA: CÓDIGO NOME (T-P) Cr GCC854 Espaço Urbano

Leia mais

PLANO DE CURSO I EMENTA

PLANO DE CURSO I EMENTA Disciplina: Geografia Regional do Mundo I Carga horária total: 90H PLANO DE CURSO I EMENTA Formas de agrupamento dos países segundo a lógica econômica; Globalização e geopolítica internacional; Questões

Leia mais

O ESPAÇO DOS HISTORIADORES NAS INSTITUIÇÕES DE PRESERVAÇÃO E SALVAGUARDA DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS: O CASO DO CONDEPHAAT

O ESPAÇO DOS HISTORIADORES NAS INSTITUIÇÕES DE PRESERVAÇÃO E SALVAGUARDA DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS: O CASO DO CONDEPHAAT 1073 O ESPAÇO DOS HISTORIADORES NAS INSTITUIÇÕES DE PRESERVAÇÃO E SALVAGUARDA DE PATRIMÔNIOS CULTURAIS: O CASO DO CONDEPHAAT Talita dos Santos Molina. Mestranda pela PUC/SP, Bolsista Cnpq. E-mail: talitadsm@yahoo.com.br

Leia mais

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamento de História Disciplina: FLH0401 Teoria da História II Profa. Dra. Sara Albieri Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão

Leia mais

Câmpus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO ÁREA PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO

Câmpus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO ÁREA PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO PROGRAMA DE ENSINO Disciplina METODOLOGIAS DE PESQUISA QUALITATIVA PARA GEOGRAFIA Semestre Código Ano Letivo ÁREA PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO Área: CONCENTRAÇÃO ( ) Curso: MESTRADO (X) DOMÍNIO CONEXO

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina Questão Ambiental e Energética Código Semestre Ano Letivo 1º 2014 Área de Concentração Desenvolvimento Territorial Linha de Pesquisa: 1 Campesinato, capitalismo e tecnologias;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS 1) IDENTIFICAÇÃO: Disciplina: Formação Territorial do Brasil Carga Horária: 60 h UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE DISCIPLINA Curso:

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009.

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009. INVENTÁRIO DE BENS CULTURAIS DE RIBEIRÃO PRETO SP Henrique Telles Vichnewski 1 Lílian Rodrigues de O. Rosa 2 Nainôra Maria B. de Freitas 3 O Inventário de Bens Culturais de Ribeirão Preto faz parte do

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Análise das diferentes abordagens historiográficas acerca da transição das sociedades medievais européias ao capitalismo. Formação do Antigo Regime e surgimento do paradigma do homem moderno:

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO

NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO 88 NOTA PREVIA PRIMEIRO CURRÍCULO DE ENFERMAGEM NO BRASIL E ARGENTINA: UM ESTUDO COMPARATIVO FIRST NURSING CURRICULUM IN BRAZIL AND ARGENTINA: A COMPARATIVE STUDY EN PRIMER CURRÍCULO DE ENFERMERÍA EN BRASIL

Leia mais

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DFCS

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DFCS DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DFCS ORIENTAÇÕES PARA PROVA ESCRITA CONFORME EDITAL Nº 049/2015 - CONSUN. PROVA ESCRITA: 11/08/2015-9H ÀS 12H A PROVA ESCRITA SERÁ CONSTITUÍDA DE UM TEXTO DISSERTATIVO

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA 1) Sociologia II A Escola de Ciências Sociais / CPDOC da FGV-RJ informa a abertura de processo seletivo para a contratação de um professor horista para a disciplina

Leia mais

PLANO DE ENSINO. Objetivos

PLANO DE ENSINO. Objetivos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO Dados de Identificação Campus: São Borja Curso: Relações Públicas ênfase em produção cultural Componente

Leia mais

6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA

6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA www.6siahc.cl 6º SIMPÓSIO IBERO-AMERICANO DE HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA DO MUNDO AO MAPA E DO MAPA AO MUNDO: OBJETOS, ESCALAS E IMAGINÁRIOS DO TERRITÓRIO 19, 2O e 21 DE ABRIL DE 2O16 SANTIAGO, CHILE Imagem:

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO. SEMESTRE ou ANO DA TURMA: 7º semestre EIXO TECNOLÓGICO: Ensino Superior Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( )integrado( )subsequente( )concomitante ( ) bacharelado (x)licenciatura( )tecnólogo MODALIDADE:

Leia mais

ACERVO A. TITO FILHO:

ACERVO A. TITO FILHO: ACERVO A. TITO FILHO: PROPOSTAS PARA UMA PESQUISA NA INTERNET Jordan Bruno Oliveira Ferreira * A pesquisa sobre a obra de A. Tito Filho 1 começou como projeto do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação

Leia mais

VI COLÓQUIO PLATÔNICO: POLITEÍA, VI Parque Nacional do Itatiaia, 19 a 25 de novembro de 2011

VI COLÓQUIO PLATÔNICO: POLITEÍA, VI Parque Nacional do Itatiaia, 19 a 25 de novembro de 2011 universidade federal do rio de janeiro instituto de filosofia e ciências sociais programa de estudos em filosofia antiga VI COLÓQUIO PLATÔNICO: POLITEÍA, VI Parque Nacional do Itatiaia, 19 a 25 de novembro

Leia mais

OS TERRITÓRIOS SAGRADOS DOS CANTOS NEGROS: UMA PROPOSTA DE MUSEU A CÉU ABERTO

OS TERRITÓRIOS SAGRADOS DOS CANTOS NEGROS: UMA PROPOSTA DE MUSEU A CÉU ABERTO CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X OS TERRITÓRIOS SAGRADOS DOS CANTOS NEGROS: UMA PROPOSTA

Leia mais

A CONFERÊNCIA de Taubaté. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, n. 1693, ano VI, mar.1906

A CONFERÊNCIA de Taubaté. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, n. 1693, ano VI, mar.1906 137 REFERÊNCIAS A CONFERÊNCIA de Taubaté. Correio da Manhã. Rio de Janeiro, n. 1693, ano VI, mar.1906 A ELEIÇÃO de hoje Correio da Manhã. Rio de Janeiro, n. 1694, ano VI, mar. 1906. A ELEIÇÃO Presidencial.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Arte e Educação - JP0029 PROFESSOR: Ms. Clóvis Da Rolt I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina de Arte e

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX.

PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX. PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX. Daniel Mendes Gomes Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PEPG em Educação: História, Política,

Leia mais

Campus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO. Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS

Campus de Presidente Prudente PROGRAMA DE ENSINO. Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS PROGRAMA DE ENSINO Disciplina ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO Quadrimestre Código Ano Letivo Área de Concentração AQUISIÇÃO, ANÁLISE E REPRESENTAÇÃO DE INFORMAÇÕES ESPACIAIS Área: CONCENTRAÇÃO ( X )

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS Professor(es): WALLACE DOS SANTOS DE MORAES Disciplina: TÓPICO

Leia mais

Curso de Mestrado em Arquivos, Bibliotecas e Ciências da Informação Ano Lectivo de 2006/2007- Ramo Bibliotecas

Curso de Mestrado em Arquivos, Bibliotecas e Ciências da Informação Ano Lectivo de 2006/2007- Ramo Bibliotecas 1 UNIVERSIDADE DE ÉVORA DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA Curso de Mestrado em Arquivos, Bibliotecas e Ciências da Informação Ano Lectivo de 2006/2007- Ramo Bibliotecas Seminário de Bibliotecas Prof. Dr. Francisco

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

Apresentação: Competências da DCE; Atividades recentes: atuação digital e Ciência sem Fronteiras; PEC-G e PEC-PG.

Apresentação: Competências da DCE; Atividades recentes: atuação digital e Ciência sem Fronteiras; PEC-G e PEC-PG. Apresentação: Competências da DCE; Atividades recentes: atuação digital e Ciência sem Fronteiras; PEC-G e PEC-PG. Competências da Divisão: Tratamento político dos temas educacionais nos fóruns multilaterais

Leia mais

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DE DISCIPLINAS OFERTADAS EM TERESINA/2015.1 HISTÓRIA

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DE DISCIPLINAS OFERTADAS EM TERESINA/2015.1 HISTÓRIA EDITAL Nº 30/2015 PREG: RELATIVO AO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO DE PROFESSOR FORMADOR, PROFESSOR ORIENTADOR E SUPERVISOR DE ESTÁGIO PARA O PARFOR/UFPI PRESENCIAL. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DE DISCIPLINAS

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO PERÍODO LETIVO/ANO 2009 Programa: Pós-Graduação stricto sensu em Educação/PPGE Área de Concentração: Sociedade,

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Período: 77.1 79.2 OBJETIVOS: Levar o aluno a conhecer e sistematizar o processo das técnicas e das formas, das técnicas e das principais concepções poéticas e ideológicas dos movimentos de vanguarda européia

Leia mais

Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades -----------------------------------------------------

Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades ----------------------------------------------------- Regulamento para Inscrição na Mostra Competitiva Mercocidades ----------------------------------------------------- 1 - O Evento: O Primeiro Plano 2015 - Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades,

Leia mais

O documentário gaúcho contemporâneo: memória e identidade (1995-2010). De Moringue a Barão do Jacuí: a trajetória de Francisco Pedro de Abre.

O documentário gaúcho contemporâneo: memória e identidade (1995-2010). De Moringue a Barão do Jacuí: a trajetória de Francisco Pedro de Abre. 35. MESTRADO EM HISTÓRIA (CÓDIGO 1049) 35.1. Área de Concentração e vagas: História, Poder e Cultura: 15 (quinze) vagas 35.1.1 Linha de Pesquisa e vagas: Integração, Política e Fronteira: oito vagas PROFESSOR

Leia mais

Programa ADAI Projetos Brasileiros

Programa ADAI Projetos Brasileiros Programa ADAI Projetos Brasileiros Brasil 1999 1ª Convocatória Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte: Conservação preventiva de acervo audiovisual. Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami:

Leia mais

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO.

CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. CRIANÇAS E ADULTOS EM DIFERENTES CONTEXTOS: A INFÂNCIA, A CULTURA CONTEMPORÂNEA E A EDUCAÇÃO. Relatório Final O projeto "Crianças e adultos em diferentes contextos: a infância, a cultura contemporânea

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO EMENTA: Novas tendências na produção, distribuição e consumo da comunicação com vertentes no jornalismo diante nova reconfiguração capitalista em um cenário neoliberal. AVALIAÇÃO: A avalição será feita

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso null - null. Ênfase. Disciplina 0003029A - História da Comunicação

Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Bauru. Curso null - null. Ênfase. Disciplina 0003029A - História da Comunicação Curso null - null Ênfase Identificação Disciplina 0003029A - História da Comunicação Docente(s) Vinicius Martins Carrasco de Oliveria Unidade Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Departamento

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Código da Disciplina: 2656 Vigência: 1 / 2004 Disciplina: FILOSOFIA DO DIREITO Código do Curso: 17 Curso: Direito Unidade: NÚCLEO UNIV BH Turno: MANHÃ Período: 9 Créditos: 4 Carga Horária TOTAL 60 TEÓRICA

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

Aulas expositivas, mesas-redondas e interação online. Cada mês, um tema para apreciação.

Aulas expositivas, mesas-redondas e interação online. Cada mês, um tema para apreciação. Universidade de Brasília Programa de Graduação em Comunicação Disciplina: Estética e Cultura de Massa (145548) Professor: Dr. Silva (1009478) Doutoranda: Segunda e quarta-feira (08h - 09h50) Xerox Elefante

Leia mais

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação.

Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. Este Plano de Curso poderá sofrer alterações a critério do professor e/ou da Coordenação. DISCIPLINA: SOCIOLOGIA DO DIREITO E ANTROPOLOGIA PROFESSOR: ANDRÉ FILIPE PEREIRA REID DOS SANTOS TURMA: º AM /

Leia mais

HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR: A ESCOLA RURAL CORONEL FIRMINO VIEIRA DE MATOS DA VILA MACAÚBA, DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (1974-1997)

HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR: A ESCOLA RURAL CORONEL FIRMINO VIEIRA DE MATOS DA VILA MACAÚBA, DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (1974-1997) HISTÓRIA DE UMA INSTITUIÇÃO ESCOLAR: A ESCOLA RURAL CORONEL FIRMINO VIEIRA DE MATOS DA VILA MACAÚBA, DO MUNICÍPIO DE DOURADOS (1974-1997) Aline do Nascimento Cavalcante 1 RESUMO: Este trabalho tem como

Leia mais

ÁREA INFORMÁ TICA CURSO LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO

ÁREA INFORMÁ TICA CURSO LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS CAMPUS PORTO NACIONAL Av. Tocantins, Loteamento Mãe Dedé, Porto

Leia mais

Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional em Saúde Mestrado em Educação Profissional em Saúde

Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional em Saúde Mestrado em Educação Profissional em Saúde Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional em Saúde Mestrado em Educação Profissional em Saúde 2015 Disciplina eletiva: Concepções de Currículo, Trabalho Docente e Educação Profissional Professores

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS COORDENAÇÃO DO CURSO DE GEOGRAFIA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS COORDENAÇÃO DO CURSO DE GEOGRAFIA 1. EMENTA O processo de urbanização e as redes urbanas. As novas tendências do crescimento urbano. A produção e a (re) produção da cidade e dos espaços urbanos, a estrutura, interna e sua relação com a

Leia mais

Quando a educação constrói identidades: Brasil e Argentina no transcorrer dos séculos XIX e XX

Quando a educação constrói identidades: Brasil e Argentina no transcorrer dos séculos XIX e XX ASCOLANI, Adrián; VIDAL, Diana Gonçalves (orgs.). Reformas educativas no Brasil e na Argentina - ensaios de História Comparada da Educação (1820-2000). São Paulo: Cortez, 2009. Quando a educação constrói

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EMENTA DE CURSO DISCIPLINA: HISTÓRIA DA AMÉRICA II DOCENTE: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI 2º semestre de 2009 Horários: 4ª feira 13h30 às 15h30;

Leia mais

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX

O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX O USO DA IMAGEM NAS AULAS DE HISTÓRIA: AS PINTURAS DO SÉCULO XIX Ricardo Barros Aluno do curso de Pós graduação (mestrado) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo Sendo as coisas que pensamos

Leia mais

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D Luzivone Lopes GOMES UEPB luzivone@gmail.com Filomena Mª Gonçalves da Silva Cordeiro Moita - UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran

O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO. Maria Angélica Zubaran O DIREITO ÀS MEMÓRIAS NEGRAS E A OUTRAS HISTÓRIAS : AS COLEÇÕES DO JORNAL O EXEMPLO Maria Angélica Zubaran Sabemos que, no âmbito das ciências humanas, a memória está relacionada aos processos da lembrança

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME

TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME TÓPICO ESPECIAL: IMPÉRIOS IBÉRICOS NO ANTIGO REGIME Optativa / Carga Horária: 60hs Ementa: O curso visa analisar a formação dos Impérios Ibéricos entre os séculos XV e XVIII, considerando-se a perspectiva

Leia mais

CURRICULUM VITAE ALCILENE CAVALCANTE (DE OLIVEIRA) - Doutora em Literatura - Mestra em História. paulistana brasileira

CURRICULUM VITAE ALCILENE CAVALCANTE (DE OLIVEIRA) - Doutora em Literatura - Mestra em História. paulistana brasileira CURRICULUM VITAE ALCILENE CAVALCANTE (DE OLIVEIRA) - Doutora em Literatura - Mestra em História E-mail: alcilene.cavalcante@terra.com.br paulistana brasileira QUALIFICAÇÃO ACADÊMICA 2007-2003 Pós-Graduação

Leia mais

Contribuçoes para o projeto de revitalizaçao da lingua indigena kyikatêjê na amazônia paraense

Contribuçoes para o projeto de revitalizaçao da lingua indigena kyikatêjê na amazônia paraense Pereira Machado Soares, Eliane; Rodrigues Brito, Áustria Contribuçoes para o projeto de revitalizaçao da lingua indigena kyikatêjê na amazônia paraense V Jornadas Internacionales de Investigación en Filología

Leia mais

Programa de Mestrado em Direito, Relações Internacionais e Desenvolvimento

Programa de Mestrado em Direito, Relações Internacionais e Desenvolvimento Pontifícia Universidade Católica de Goiás Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Programa de Mestrado em Direito, Relações Internacionais e Desenvolvimento Coordenador: Prof. Dr. Gil César Costa de Paula

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA

O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA O BLOG NUMA PERSPECTIVA EDUCOMUNICATIVA SANTOS, Suara Macedo dos 1 - UFPE Grupo de Trabalho Comunicação e Tecnologia Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo O trabalho apresentado resulta

Leia mais

PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO

PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO CÂMARA DOS DEPUTADOS Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento Programa de Pós-Graduação PLANO DE CURSO MESTRADO PROFISSIONAL EM PODER LEGISLATIVO DISCIPLINA ESTRUTURA DO LEGISLATIVO Código: Carga

Leia mais

Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação. Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto

Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação. Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto Sons e Imagens da Rememoração - Texto para divulgação Ana Maria Mauad Coordenadora do Projeto Sons e imagens da rememoração: narrativas e registros das identidades e alteridades afrobrasileira nos séculos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Médio Etec: PROFESSOR MARIO ANTONIO VERZA Código: 164 Município: PALMITAL Área de conhecimento: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular: GEOGRAFIA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS 1. EMENTA Visão epistemológica do conhecimento científico. Ciência e método: positivismo, fenomenologia, dialética. Limites da ciência. Ciência e ética. Tipos de pesquisa e sua relação com os objetos de

Leia mais

América: a formação dos estados

América: a formação dos estados América: a formação dos estados O Tratado do Rio de Janeiro foi o último acordo importante sobre os limites territoriais brasileiros que foi assinado em 1909, resolvendo a disputa pela posse do vale do

Leia mais