AS BAIANAS DA MÚSICA. Carla Patrícia Santana (UNEB)

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1 1 AS BAIANAS DA MÚSICA Carla Patrícia Santana (UNEB) Quem são as compositoras baianas do século XX? Esta é a primeira indagação motivadora desta pesquisa. Ao pensar em uma resposta, os nomes que surgem são de intérpretes com circulação na mídia. Isto porque a atuação das mulheres como intérpretes tem sido destaque no cenário cultural brasileiro há alguns anos. Inúmeras são as artistas reconhecidas. Porém, quando se trata de composição, ainda poucos nomes aparecem em cena. À mulher, cantada em verso e prosa desde longa data, foi permitido circular no espaço das artes com papéis específicos, como cantoras ou dançarinas. Pela sua voz, escutava-se o discurso alheio, quase como uma concessão (por isso, utilizei propositalmente o verbo permitir). Mas a mulher como autora, produtora de discursos foi relegada ao plano da invisibilidade. Este foi o lugar imposto às compositoras, especialmente aquelas que não eram intérpretes; e mesmo as que eram também intérpretes encontraram dificuldades para fazerem sua produção circular. Aberturas foram construídas por elas e hoje se tem notícia de que muitas composições de mulheres baianas têm sido eleitas por cantores reconhecidos. Mas este fato é pouco evidenciado. Algumas das indagações decorrentes daquela inicial são: Como se formam as redes de comunicação e veiculação da produção? O que de recorrente tem permanecido nas suas composições? Quais os discursos sobre as mulheres que mais aparecem nestes textos? Há um discurso sobre a construção das identidades de gênero, raça/etnia e os papéis sociais, em suas canções? Como são construídas as redes de relações entre elas? Quais as suas estratégias para a veiculação de sua produção? Estas são questões ainda não respondidas, mas os passos iniciais de um

2 2 projeto de pesquisa que se norteia por este caminho revelam algumas possibilidades de reflexão. O levantamento inicial de nomes de mulheres compositoras da Bahia, com pesquisa de campo majoritariamente localizada na cidade de Salvador, nos levou a compor uma lista com 70 nomes de mulheres atuantes na música, dos mais diferentes segmentos sociais, da década de 1980 aos dias de hoje. Ainda em andamento, esta pesquisa realizou, até o momento, um primeiro bloco de entrevistas filmadas com quinze mulheres, resultando em quase trinta horas de gravação. As compositoras entrevistadas, com filmagem, até dezembro de 2011: Juliana Ribeiro, Manuela Rodrigues, Claudia Cunha, Sylvia Patrícia, Illa Benício, Joana Ramos (do grupo Samba da moças), Neila Alcântara (do grupo Chita Fina), Camila Jatobá, Mariella Santiago, Sandra Simões, Aimé El-Bachá, Jurema Paes, Leda Chaves, Rita Tavares e Verônica Dumar. Elas responderam a questões sobre a sua inserção no cenário musical, sobre as influências recebidas e outras formuladas a partir das indagações formuladas com base central do projeto. Neste aspecto, há uma diversidade de situações, mas há um corte que evidencia a interferência da família na trajetória destas mulheres. Considerando as imposições da sociedade patriarcal brasileira, elaboramos uma estratégia de investigação das suas marcas para que chegássemos de maneira sutil ao assunto. Percebemos uma demarcação geracional. Parte significativa das compositoras entrevistadas que estão na faixa dos 40 anos ou acima disto, as limitações para o desenvolvimento do seu trabalho estão intimamente relacionadas à necessidade de atender aos papéis sociais e as identidades de gênero impostos por esse tipo de mentalidade: de esposa cuidadosa, mãe dedicada, filha ideal. Alguns estudos já se dedicaram ao tema da família na produção das mulheres, como um lugar de adestramento para a adequação social (Cf. Elódia XAVIER, 1998, p ). Disso decorre a dificuldade do enfrentamento à concepção de que o espaço das artes é território masculino, em especial, se for uma atividade artística que exija a

3 3 exposição pública, aqui considerando a autoria/composição e interpretação (a mulher como autora e intérprete) porque, se o entendimento da atuação no cenário musical pudesse ser como o trabalho de uma poetisa, muitas vezes limitado ao espaço de um quarto, à reclusão, ou ainda pudesse se restringir a uma produção de louvor àquelas ideias acima citadas, seria aceitável pela mentalidade machista. No entanto, o envolvimento com a música implica, quase sempre, a visibilidade pública; e não apenas o uso da voz: a interpretação requer uma exploração corporal, chegando a ser uma atuação sensuante (para utilizar um neologismo ouvido de um grupo de feministas de Serrolândia). Poder-se-ia pensar na possibilidade de haver um grupo razoável de compositoras que não atuam como intérpretes, possibilidade que consta na nossa hipótese inicial de pesquisa e nosso foco central, mas que não se revelou, até o momento. Majoritariamente, as compositoras são também intérpretes e mesmo para as que iniciam compondo, sem cantar, existe a possibilidade de um dia interpretarem sua criação. Poucas são as exclusivamente letristas. Retomando a afirmação recorrente na maioria das entrevistas, a composição musical é um processo que se constrói de maneira completa : letra e música, juntas, no momento mesmo da criação. Mas a variação aqui também se revela. Cada música tem sua trajetória, tem seu processo criativo e a mesma artista pode variar seu procedimento. Daí a insegurança quanto a um tipo de criação reclusa neste campo, porque esta é uma área em que a exposição pública é praticamente certa e, ainda que não se consiga projeção ou que esta atividade não seja tomada como uma profissionalização, que seja vislumbrada como um passatempo e a exposição se restrinja a um círculo pequeno (em eventos domésticos, rodas de amigos, por exemplo), há sempre um espectro no ar. A fim de eliminá-lo, pais, maridos e filhos adotam práticas de cerceamento à expressão por meio da arte, à produção artística das mulheres. A história das mulheres está repleta de exemplos que comprovam essa

4 4 afirmação. E por falar em história das mulheres, segue um trecho publicado no livro que leva este título e que dialoga com o escrito até aqui: A mulher escondida. Guardada. Principalmente invisível, a se esgueirar na sombra. Reprimida e ainda assim sob suspeita. Penso hoje que foi devido a esse clima de reclusão que a mulher foi desenvolvendo e de forma extraordinária esse seu sentido da percepção, da intuição, a mulher é mais perceptiva do que o homem. Mais fantasiosa? Sim, embora mais discreta. Mais perigosa! Repetiam os tradicionais inimigos da mulher perseguida através dos séculos até o apogeu das torturas, das fogueiras, pois não era a Ânfora do Mal, Porta do Diabo?... Curiosamente foi esse preconceito que acabou por desenvolver nela o sentido perceptivo, uma quase vidência: na defesa pessoal, a sabedoria da malícia. ( Lygia Fagundes TELLES, 2010, p. 671). É interessante comentar a reação de algumas mulheres às perguntas sobre essas tentativas de impedimento: em duas situações, uma autoconsciência se revelou, nitidamente, no momento mesmo da fala sobre a família. Chegou-se até a uma situação de manifestada preocupação com a gravação, sobre o que seria editado, havendo sutilmente um pedido de exclusão de determinadas revelações, já que havia um desejo de exibir o vídeo para a família. Mas elas também revelam uma sabedoria para lidar com esta situação. Talvez a sabedoria a que se refere Lygia Fagundes Telles no trecho acima: o saber como conciliar a repressão, a cobrança de um comportamento adequado socialmente (para retomar Elódia Xavier, já citada), com o desejo de escrever, produzir; a sabedoria necessária para a criação de estratégias que permitam o exercício de atividades tidas como masculinas refiro-me especificamente àquelas da intelectualidade, da criação e para dar respostas, as mais diversas, às vezes utilizando sua própria produção. Aqui, cabe citar uma frase da compositora Sylvia Patrícia, significativa para ela: Enquanto você pensa que vai

5 5 me arrasar, eu faço uma música 1. Seja através de uma música, um poema, um quadro, um bordado, as mulheres sempre responderam. Na geração com menos de 40 anos, a situação é diferente. As mulheres nascidas após a década de 1970 experimentaram, em sua maioria, outra condição. Algumas nasceram e foram criadas em ambiente artístico, seja a própria família ou o círculo de amizade dos familiares. Estas não foram obrigadas a esperar o divórcio, a viuvez e/ou o crescimento dos filhos para exercitar ou publicizar seu fazer nas artes. Soteropolitanas ou vindas de cidades do interior iniciaram sua carreira ainda muito jovens. E defendem o direito de viver da arte. Emblemática é a afirmação de Juliana Ribeiro. Ela pergunta o porquê de as/os artistas serem obrigadas/os a desempenhar outras atividades para garantir as condições de sobrevivência; e, complemento, a arte exige, como as demais atividades, dedicação, tempo, estudo, articulação (porque ninguém produz sozinho, o tempo todo se constroem redes de parceria), mas ainda há quem pense não ser digno sobreviver deste trabalho e é comum as/os artistas serem obrigados a desempenhar outros trabalhos para terem condições de moradia, alimentação, entre outras necessidades. A esta altura do texto lembro-me da música de Manuela Rodrigues e Álvaro Lemos, intitulada Vende-se poema (no seu segundo disco, Uma outra qualquer por aí, de 2011) 2 : a despeito de outras questões suscitadas pela letra e do declarado 1 Sobre a influência familiar, declara em seu site oficial: Minhas avós também tocavam instrumentos de Cordas: a mãe da minha Mãe, Marieta, tocava bandolim e minha avó paterna, Dália, tocava violino no Cinema de Juazeiro, na época do Cinema Mudo, junto com meu avô Sebastião Valença, pianista e maestro da Filarmônica da cidade. Durante a entrevista concedida ao projeto, revela outras questões, a exemplo da reação de seu pai ao receber a notícia, via televisão, de que uma música sua estava sendo interpretada por um travesti em um documentário sobre travestis, ao que ela respondeu: A música não é mais minha. Ele convidou a travesti para fazer uma participação em uma das suas apresentações. A música é Cenas de violência e tensão, e consta do CD Purpurina 37, lançado em 2003: Algumas pessoas me dão jóias/algumas me dão roupas/nas ruas/umas me roubam as joias/ algumas num quarto me tiram a roupa/a umas eu dou porque eu quero/outras eu quero que vão/umas merecem meu sono/e outras/meu riso de canto de boca/eu digo que continuo vivendo/mesmo que umas não queiram/ou mesmo/que até você não me queira/mesmo que diga que não/eu digo/ninguém fala a verdade/eu continuo vivendo/pra que me vale a paixão?/às vezes eu fico assim meio amarga/mas no final quem me paga?/são cenas de violência e tensão. Disponível em: <http://www.sylviapatricia.com.br/purpurina37.php>. 2 A compositora baiana Manuela Rodrigues mantém uma página na internet de onde retirei as informações sobre sua trajetória e extrai alguns trechos. Em 2003, aos 24 anos, lança seu primeiro CD, Rotas. Naquele ano, havia vencido o Prêmio Braskem de Cultura e Arte, o que lhe deu condições para produzir o CD. O disco, 80% autoral, ganhou reconhecimento de crítica e destacou Manuela num momento em que era escasso o número de cantoras que compunham. Disponível em: <www.manuelarodrigues.com.br>.

6 6 humor já apontado por ela no encarte do disco, pode-se ler a referência às demandas do cotidiano: Vou vender um rim / Pra pagar a luz Vou usar a luz / Secando o cabelo Corto meu cabelo / Faço uma peruca troco a peruca / Por lã em novelo. Na mesma esteira, é impossível não recorrer a Sylvia Patrícia, em As Contas, que, também com humor, aborda o tema das contas a serem pagas e as contas dos colares 3. O que eu tenho pra ti? a minha alma solta uma canção na boca que fala sobre amor o que eu tenho pra ti? um beijo nas costas um monte de contas e todo meu amor todas as contas do Senhor do Bonfim do Abaeté e o que tiver onde eu for todas as contas de um colar de marfim o que tiver eu dou o que eu quero pra ti é que melhor não possa que meu coração ouça sempre o que você sonhar o que eu sonho pra mim? que eu sempre cresça madure e envelheça mas tenha o que contar 3 Música que integra o seu último CD, Andante, Todas as letras podem ser acessadas no seu site oficial onde constam informações sobre a trajetória da compositora, a relação dos seus 6 cd s, majoritariamente autorais, um DVD e participação em 6 discos coletâneas nacionais, 22 internacionais, além de informações sobre quem gravou suas composições e notas sobre ela em periódicos. Disponível em: <http://www.sylviapatricia.com.br>. Sobre esta compositora está sendo iniciada uma pesquisa de mestrado por Elizabeth Amorim, no Programa de Pós- Graduação em Crítica Cultural (Pós-Crítica) da Universidade do Estado da Bahia.

7 7 todas as contas lá de São Joaquim das Sete Portas, Brotas do armazém todas as contas que eu paguei vou te dar e as que eu não paguei também. Aqui, além da referência à temática apontada, há outras possibilidades de leitura. Uma é sobre a Bahia que emerge desse texto em forma de contas: de São Joaquim, das Sete Portas essas são as contas dos colares dos orixás e revelam uma das ideias de baianidade: na Bahia todo mundo tem seu orixá e a sua respectiva conta. Mas também é conta dos armazéns, das vendas onde se podia comprar fiado, fosse no bairro de Brotas, um dos mais populosos da cidade (subdividido em Engenho Velho de Brotas, campinas de Brotas, Acupe de Brotas, Vila Laura, Luis Anselmo, Candeal, Av. Dom João VI, Matatu de Brotas, Cosme de Farias, entre outros), ou em outro lugar. Poderia citar outras compositoras e seguir este caminho a partir de agora. Mas, neste momento, a proposta é fornecer um panorama geral das possibilidades desta pesquisa. Assim, as análises mais específicas poderão ser lidas em outros trabalhos. A fim de continuar destacando o que tem surgido como resposta às indagações postas por este projeto e apresentadas anteriormente, vamos para o que considero uma das questões principais. E aproveitando que, ao citar a compositora Manuela Rodrigues, trouxe uma composição em parceria, segue um comentário sobre este aspecto: como essas mulheres constroem as redes de parceria. Compor em parceria não é novidade, inúmeras são as parcerias conhecidas, mas a intenção aqui é descobrir o processo de formação, as escolhas, como se chega às afinidades e, mais particularmente ainda, como as mulheres se articulam com outras mulheres. Se na literatura elas viveram um período em que o aval masculino se revelava por meio das apresentações dos livros, de uma nota em periódico ou de

8 8 uma carta de recomendação, entre outras formas, sempre funcionando como uma autorização, na música não seria diferente e, muitas vezes, a parceria funcionou como uma imposição, disfarçada de apresentação indispensável. Logo, é interessante verificar quando e como as mulheres passam a ter outras mulheres como parceiras em seus trabalhos, seja apresentando textos de outras mulheres e sendo consideradas vozes legitimadas para tal, seja trabalhando em coautoria e citando outras, com a consciência de que esta atitude é construir aquele fio citado no início deste texto, os fios que tecem uma fortalecida rede. Assim, mesmo já tendo a informação sobre com quem foi produzida esta ou aquela música a partir da leitura dos encartes de CD s ou nos sites, durante as entrevistas foi feita uma provocação para que comentassem e revelassem mais sobre o processo de composição coletiva. Considerando o surgimento de grupos formados apenas por mulheres cantoras-compositoras como um indício de mudança, podemos, neste momento, citar, pelo menos, dois grupos, Samba das Moças 4 e Chita Fina 5, para ficar apenas em grupos dos quais entrevistamos alguma integrante, no caso, Joana Ramos e Illa Benício, do primeiro, e Neila Alcântara, do segundo, que revelam, nas entrevistas, 4 Samba das Moças: Formado em janeiro de 2008, com o intuito de valorizar a cultura da batucada e, especialmente, do Samba de Roda do Recôncavo Baiano, Patrimônio Cultural da Humanidade, o SAMBA DAS MOÇAS, composto apenas por mulheres, canta um repertório que traduz a alma da mais pura expressão da cultura brasileira: o samba. Aliando músicas autorais e canções de domínio público às pérolas dos grandes mestres, o grupo traz para o universo do samba toda a diversidade rítmica brasileira, usando em seus arranjos elementos de outros ritmos nordestinos, como baião, ciranda, maracatu, coco e embolada. Atração constante nos bares e casas de show de Salvador, o SAMBA DAS MOÇAS já contou com a participação de grandes mestres da música baiana e brasileira em seus shows [...]. A banda também se apresentou fazendo shows de abertura para o Olodum, o Ilê Ayiê, João Bosco, Isabela Taviani, Mart nália, Margareth Menezes e Buena Vista Social Club. Participou dos principais projetos culturais do estado da Bahia, a exemplo do Pelourinho Dia e Noite, do Carnaval Pipoca de Salvador e das duas últimas edições do Projeto Espicha Verão. Após abrir espaço na capital da Bahia, o SAMBA DAS MOÇAS passou a rodar o interior do estado e outros estados do nordeste. Em 2010, o grupo seguiu rumo às suas primeiras apresentações internacionais, passando pelo Quênia, pela Holanda e pela Espanha, sempre levando ao público a autenticidade, o ritmo e a alegria do samba da Bahia. Joana Ramos, Paula Lemos, Lívia Lemos, Illa Benício, Deise Sousa, Rachel Ramos e Kamile Levek... o SAMBA é DAS MOÇAS!. Texto integral produzido pelo grupo e publicado no endereço: <https://www.facebook.com/sambadasmocas2>. 5 Formado por instrumentistas e cantoras residentes na Bahia, o Grupo Chita Fina reafirma a diversidade da música brasileira. Sete meninas baianas foram buscar inspiração musical na chita, que durante séculos cobriu o corpo de trabalhadores rurais, senhoras e mocinhas do interior. Hoje, cultuado no cobiçado mundo da moda e do design, o tecido de algodão com desenhos florais é símbolo para o Grupo Chita Fina expressar a diversidade cultural do país. O trabalho finca a identidade na riqueza da cultura popular brasileira. Inspiradas em sons do Recôncavo baiano (Roberto Mendes, Roque Ferreira), do samba de primeira (Noel Rosa, Adoniran Barbosa, Cartola) e da MPB (Chico Buarque, João Bosco, Dorival Caymmi). O grupo tem como carro-chefe um samba do glorioso Roque Ferreira, música que deu nome ao grupo. Chita Fina já realizou importantes projetos musicais, como: O samba mandou me chamar no Theatro XVIII (Pelourinho), Na Roda do Samba em diversos bares, restaurantes e casa de shows dentro e fora de Salvador. Texto extraído da página do grupo: https://www.facebook.com/pages/chita-fina/ ?sk=info. Integrantes do grupo: Neila Alcantara (voz), Poliana Coelho (percussão), Érica Sá (percu ssão), Isabela Rego (percussão), Ingrid Steinhagen (sax e flauta), Tacila Almeida (cavaquinho) e Geovana Franco (violão). Mais informações no endereço: <http://www.chitafina.com.br>.

9 9 algumas formas de como se apoiam: por exemplo, no caso de alguém ser impedido de participar de uma apresentação, por qualquer motivo, há sempre outra pessoa (mesmo que não seja integrante do grupo) para substituir. Vale ressaltar, neste momento, a observação de Illa Benício e de Joana Ramos sobre o fato de muitas delas serem também instrumentistas, o que lhes dá uma autonomia fundamental, pois elas não apenas cantam e compõem, mas tocam diferentes instrumentos e este saber possibilita a formação de grupos como os aqui citados, integrados exclusivamente por mulheres, e garante um suporte para outras compositoras-intérpretes. Há outras questões perseguidas por este projeto sendo ainda investigadas e que poderiam ser anunciadas aqui, mas que ficam para outra oportunidade: são aquelas relativas aos discursos recorrentes nas letras e sobre outras estratégias utilizadas para garantir a veiculação da sua produção. Há, ainda, muito a ser estudado sobre os modos de operacionalização, criação e produção das mulheres compositoras da Bahia. A pesquisa está em andamento e, praticamente, na fase de coleta de informações por meio das entrevistas filmadas e gravadas em voz da aplicação de questionário, de pesquisa na internet principal veículo de socialização de informações, hoje, e da produção e coleta de iconografia e do acompanhamento da atuação dessas mulheres em projetos e apresentações. Esta trabalho tem se revelado com significativo potencial, havendo a pretensão de se constituir um acervo com todo o material recolhido e produzido. Neste momento, há um documentário sendo preparado e um livro contendo a biografia, comentário e seleção de letras, em molde similar ao livro organizado, em 2002, por Ivia Alves e Izabel Brandão, intitulado Retratos à margem: antologia de escritoras das Alagoas e da Bahia ( ). Obviamente, este projeto não pretende solucionar essas questões, mas poderá buscar respostas a algumas das indagações que nos rondam e permitir a esta pesquisadora e a outras mais que, certamente, ainda virão, ser um daqueles fios formadores da rede de mulheres que lutam pelo respeito, pelo direito à vida sem

10 10 violência, à autonomia intelectual e para que todas nós possamos construir o nosso caminho. REFERÊNCIAS: ALVES, Ivia; BRANDÃO, Izabel. (Orgs). Retratos à margem: antologia de escritoras das Alagoas e Bahia ( ). Maceió: EDUFAL/ CNPq, p.381. (Maré&Sal; V.2). DEL PRIORE, Mary (Org.). História das mulheres no Brasil. Coordenação de textos Carla Bassenezi Pinsky. 9 ed. São Paulo: Contexto, RODRIGUES, Manuela; LEMOS, Álvaro. Vende-se poema. Intérprete: Manuela Rodrigues. In: MANUELA RODRIGUES. Uma outra qualquer por aí. [S.l.]: Garimpo Música, CD. Faixa 6. SYLVIA PATRICIA. As contas. Intérprete: Sylvia Patricia. In: SYLVIA PATRICIA. Andante. [S.l.]: Lua Music, CD. Faixa 2. TELLES, Lygia Fagundes. Mulher, mulheres. In: DEL PRIORE, Mary (Org.). História das mulheres no Brasil. Coordenação de textos Carla Bassenezi Pinsky. 9 ed. São Paulo: Contexto, p XAVIER, Elódia. Declínio do patriarcado: a família no imaginário feminino. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, SITES VISITADOS: https://www.facebook.com/sambadasmocas2 https://www.facebook.com/pages/chita-fina/ ?sk=info Outras fontes: Entrevistas realizadas pelo projeto com as compositoras citadas no texto.

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