MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL DE GOIÁS

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1 Ex.mo(a) Sr. (a) Juiz(a) Auxiliar do TRE/GO. O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL, pelo Procurador Regional Eleitoral de Goiás, com fundamento no art. 47, da Resolução TSE n /2006, c/c 25, I, IV e VII, do RITRE/GO, vem a douta presença de V. Ex.a REPRESENTAÇÃO ELEITORAL p o r CAPTAÇÃO E G A S T O S I L Í C I T O S D E R E C U R S O S (CAIXA 2) em face de THIAGO MELLO PEIXOTO DA SILVEIRA, candidato eleito de deputado estadual pelo partido PMDB, nº15678, pelos fatos e fundamentos a seguir expostos: I - FATOS: Despesas não declaradas A documentação anexa comprova a realização de despesas com pelo menos 03 (três) carros de som, 06 (seis) cabos eleitorais, 01 (um) posto de gasolina e uma despesa com publicidade em jornal, nas cidades de Goiânia (no valor de R$ ,56), Nerópolis, Uruana, Rialma e Jaraguá, que não foram encontradas na suas contas de campanha, apresentadas à Justiça Eleitoral. Constatou-se também despesas com impressões que não foram declaradas: Gráfica Moura no valor total de R$ ,00 (doze mil seiscentos e oitenta e cinco reais), Poligráfica no valor de R$ ,00 (vinte e cinco mil quatrocentos e trinta reais). Há, ainda, em anexo, uma lista contendo o endereço de 5 comitês eleitorais que o candidato manteve, individualmente ou em conjunto com outros candidatos, nas cidades de Goiânia, Paranaiguara, Rialma, Cezarina e Uruana, cujas respectivas despesas de instalação e manutenção não foram localizadas em sua prestação de contas. Desnecessário dizer, também, que os gastos com água, energia elétrica e telefone, essenciais para o funcionamento de qualquer comitê eleitoral, também deixaram de ser contabilizados. A documentação anexa foi reunida da seguinte maneira: Em cumprimento às orientações contidas na Portaria PRE/GO n.º 014/2006 de 24 de julho de 2006, que acrescentou o art. 4º-A1, na Portaria 08/2006 de 10 de abril de 2006, os Promotores Eleitorais do Estado de Goiás, ainda durante o curso da campanha eleitoral, documentaram a ocorrência de despesas realizadas por candidatos ou em benefício deles, tais como a criação e manutenção de comitês, locação de carros de som, realização de comícios, instalação de palanques, contratação de cabos eleitorais, motoristas e várias outras atividades geradoras de gastos. A documentação é constituída de

2 autos de constatação, fotografias, termos de declarações, cópias de contratos, relatórios, certidões e outros que serão juntados à presente. A par disso, mediante requisição (art. 8º, IV, da Lei Complementar 75/93), a Procuradoria Regional Eleitoral obteve, de fornecedores e prestadores de serviços a candidatos, documentação comprobatória de despesas eleitorais, tais como, divulgação de propaganda na imprensa escrita, locação de aeronaves, aquisição de impressos de propaganda, fornecimento de água e energia elétrica, dentre outros. O resultado de tais diligências encontra-se materializado em dossiês individuais compostos de documentos evidenciadores de várias despesas de campanha. Analisando tais documentos e cruzando-os com os dados da prestação de contas obtidas do sítio do TSE na Internet, foram identificadas despesas comprovadas que não foram contabilizadas (sonegadas) ou que foram apenas parcialmente comprovadas (subfaturadas), conforme discriminado no quadro anexo, o que é forte indício da prática de arrecadação e gasto ilícito de campanha em decorrência do uso do chamado Caixa 2. Pagamento de despesas diversas em dinheiro vivo Da análise detida dos documentos acostados aos autos em referência, sobretudo aqueles de fls. 707 a 890, conconstata-se que o candidato em questão realizou saque na boca do caixa para o pagamento de despesas, ou seja, efetuou pagamento de despesas diversas em dinheiro vivo, senão vejamos: II - DIREITO: 1- O cheque de nº foi utilizado para pagamento de aproximadamente 12 (doze) fornecedores, todas as despesas pagas com o cheque em comento dizem respeito a locação de bens imóveis. 2- Outros cheques foram usados da mesma maneira, cheque de nº , utilizado para pagar 31 fornecedores de carros de som; nº ,utilizado para pagar água, energia elétrica, telefone, entre outros fornecedores. 3- Outros cheques foram usados da mesma maneira, cheque nº , nº , nº850122, nº , nº , nº , nº , nº ,, nº , nº , nº , entre outros. A licitude de tais gastos de campanha (e a arrecadação respectiva) está condicionada à satisfação de algumas formalidades legais indispensáveis, cuja inobservância os torna ilícitos, reclamando sanção legal. Dentre as formalidade legais exigidas, destacam-se:

3 a) a emissão de recibos eleitorais expressa: Sobre os recibos eleitorais, a Resolução TSE n.º /2006 é Art. 3º Os recibos eleitorais são documentos oficiais que viabilizam e tornam legítima a arrecadação de recursos para a campanha, considerando-se imprescindíveis seja qual for a natureza do recurso, ainda que do próprio candidato, não se eximindo desta obrigação aquele que, por qualquer motivo, não disponha dos recibos. b) trânsito pela conta bancária específica Quanto à movimentação financeira dos recursos de campanha, a Resolução TSE n.º /2006 é expressa: Art. 10. É obrigatória a abertura de conta bancária específica em nome do candidato e do comitê financeiro, para registro de todo o movimento financeiro da campanha, inclusive dos recursos próprios dos candidatos e dos oriundos da comercialização de produtos e realização de eventos, vedado o uso de conta bancária preexistente (Lei n.º 9.504/97, art. 22, cabeça do artigo). 1º A obrigação prevista neste artigo independe de o candidato ou comitê disporem de recursos financeiros. 2º (omissis). 3º (omissis). 4º A movimentação bancária de qualquer natureza será feita por meio de cheque nominal ou transferência bancária. 5º (omissis). 6º O uso de recursos financeiros para pagamentos de gastos eleitorais que não provenham da conta específica de que trata a cabeça deste artigo implicará a desaprovação da prestação de contas do partido ou candidato; comprovado abuso do poder econômico, será cancelado o registro da candidatura ou cassado o diploma, se já houver sido outorgado (Lei n.º 9.504/97, art. 22, 3º, acrescentado pela Lei n.º /2006). c) identificação da origem dos recursos A não inclusão de determinadas despesas na prestação de contas implica, necessariamente, que não foi identificada a origem dos recursos correspondentes, o que também torna a arrecadação e o respectivo gasto ilícitos. Confira-se a Resolução TSE n.º /2006:

4 Art. 23. Os recursos de origem não identificada não poderão ser utilizados pelos candidatos ou comitês financeiros. No caso específico, de arrecadação e gastos anteriores `a abertura da conta bancária específica e obtenção dos recibos eleitorais, a conduta do representado contrariou o disposto no art.1º, IV e V, da Resolução TSE nº22.250/06: Art. 1º Sob pena de rejeição das contas, a arrecadação de recursos e a realização de gastos por candidatos e comitês financeiros só poderão ocorrer após observância dos seguintes requisitos: (...) IV - abertura de conta bancária específica para a movimentação financeira de campanha, salvo para os candidatos a vice e suplente. V- obtenção dos recibos eleitorais. Parágrafo único. Para os fins destas instruções, são considerados recursos, ainda que fornecidos pelo próprio candidato: I- cheque ou transferência bancária; II - título de crédito; III - bens e serviços estimáveis em dinheiro. De acordo com a mesma Resolução, verbis: Art. 3º Os recibos eleitorais são documentos oficiais que viabilizam e tornam legítima a arrecadação de recursos para a campanha, considerando-se imprescindíveis seja qual for a natureza do recurso, ainda que do próprio candidato, não se eximindo desta obrigação aquele que, por qualquer motivo, não disponha dos recibos. Art. 4º Os diretórios nacionais dos partidos políticos são responsáveis pela confecção dos recibos eleitorais, conforme anexo I, e pela distribuição aos respectivos comitês financeiros nacionais, estaduais ou distritais, que deverão repassá-los aos candidatos antes do início da arrecadação de recursos. 1º omissis. 2º omissis.

5 3º O candidato que não receber os recibos eleitorais deverá retirá-los no respectivo comitê financeiro, antes do início da arrecadação. Quanto à segunda irregularidade apontada, é cediço que todos os pagamentos efetuados pelos candidatos, sejam eles decorrentes de prestação de serviços, aquisição de produtos ou contratos diversos, por força da legislação, devem ser feitos com cheque nominal a cada um dos respectivos beneficiários. Da forma como o candidato efetuou os pagamentos devidos dificulta-se o alcance do objetivo maior da legislação eleitoral vigente, qual seja: a transparência na prestação de contas eleitorais, indo de encontro com a inteligência do dispositivo 10, 4º, Resolução n.º do TSE, in verbis: 4º. A movimentação bancária de qualquer natureza será por meio de cheque nominal ou transferência bancária. O caso específico em apreço se apresenta de maior gravidade, na medida em que grande parte das despesas realizadas pelo candidato foi paga em dinheiro vivo, inclusive para pessoas jurídicas em datas diferenciadas, tais como: locações de bens móveis, carros de som, publicidade em jornais e revistas, publicidade por materiais impressos, alimentação, combustível e eventos de promoção de candidatura etc.. Não se desconhece que o TRE/GO tem aceitado, sem ressalvas, esse tipo de procedimento, porém em todos os casos analisados, cuidou-se de pequenos pagamentos a cabos eleitorais (que em geral são pessoas humildes, residentes em cidades pequenas, que na maioria das vezes não possuem conta bancária), o que justificaria descontar o cheque para pagá-los em dinheiro, desde que houvesse comprovação cabal desse pagamento. Entretanto, o caso em tela revela-se em absoluto descontrole. Veja-se que não há qualquer justificativa para o pagamento, em dinheiro vivo, de gráficas, aluguel de imóveis, carros de som e postos de gasolina. Sobre a sindicância das contas de campanha, a Resolução TSE n.º /2006 é expressa: Art. 47. Qualquer partido político ou coligação poderá representar à Justiça Eleitoral relatando fatos e indicando provas e pedir a abertura de investigação judicial para apurar condutas em desacordo com as normas desta Lei, relativas à arrecadação e aos gastos de recursos. 1o Na apuração de que trata este artigo, aplicar-se-á o procedimento previsto no art. 22 da Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990, no que couber. 2o Comprovados captação ou gastos ilícitos de recursos, para fins eleitorais, será negado diploma ao candidato, ou cassado, se

6 já houver sido outorgado (Lei n.º 9.504/97, art. 30-A, acrescentado pela Lei n.º /2006). Quando à legitimidade do Ministério Público Eleitoral para a representação, a Constituição Federal assim dispõe a respeito das suas funções institucionais: Art O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Regulamentando esse dispositivo constitucional, a Lei Complementar 75/93 determina, verbis: Art. 72. Compete ao Ministério Público Federal exercer, no que couber, junto à Justiça Eleitoral, as funções do Ministério Público, atuando em todas as fases e instâncias do processo eleitoral. O Regimento Interno do TRE/GO é expresso, verbis: Art. 25. São atribuições do Procurador Regional Eleitoral: I propor ações de competência originária do Tribunal; II omissis; III omissis; IV representar ao Tribunal, no interesse da fiel observância das leis, bem como da Constituição Federal, no tocante a matéria eleitoral; V omissis; VI omissis; VII representar ao Tribunal sobre matéria financeira para exame da escrituração contábil dos partidos políticos e filiados, para apuração de qualquer ato que viole as prescrições legais ou estatutárias;. A representação é instrumento adequado para investigar, judicialmente, a arrecadação e os gastos dos recursos que financiaram a campanha do candidato representado, com a finalidade de identificar eventual fonte ilícita, doações acima do limite legal, gastos de recursos em finalidade não autorizada ou sem observância das formalidades legais ou, ainda, outra irregularidade dessa natureza, bem como para punir o candidato, caso reste ao final evidenciado que houve captação ou gastos ilícito de recursos com fins eleitorais. III - PEDIDOS: Em vista do exposto, requer-se:

7 a) o recebimento da inicial, abrindo-se investigação judicial e imprimindo-se ao feito o rito previsto no art. 22, da Lei Complementar 75/93; b) a notificação do Representado para, em cinco dias: b.1) querendo, apresentar resposta (art. 22, I, a, da Lei Complementar 64/90); b.2) a tomar conhecimento dos documentos e comprovar a regularidade das despesas neles evidenciada; b.3) apresentar, especialmente, os documentos pertinentes às despesas discriminadas nos documentos anexos, tais como, contratos, recibos, notas fiscais e, ainda, a comprovação de que os recursos utilizados para os respectivos pagamentos transitaram pela conta bancária única de registro de todo o movimento financeiro da campanha, na forma do art. 10 da Resolução n.º /2006; b.4) identificar e comprovar a origem dos recursos utilizados para satisfazer tais despesas c) ao final, na hipótese de restar comprovada captação ou gasto ilícito de recursos, a procedência desta Representação para o fim de negar o diploma ao representado, ou cassar-lhe, se no curso da ação vier a lhe ser outorgado, por violação ao art. 30-A, da Lei 9.504/97; d) além das providências requeridas nos item b.2, e b.3 e b.4 desta petição e a juntada aos autos dos documentos anexos: d.1) - o depoimento pessoal do Representado, sob pena de confissão; d.2) - a oitiva das testemunhas abaixo arroladas, por carta de ordem, a ser expedida por fax aos juízes eleitorais das zonas de suas respectivas residências, instruídas com cópia dos depoimentos extrajudicialmente prestados à Polícia Civil, com prazo de 10 dias para o cumprimento; d.3) determinado à Coordenadoria de Controle Interno do TRE/GO que analise as informações prestadas e os documentos acostados e emita parecer técnico contábil conclusivo a respeito. Pede deferimento. Goiânia, 18 de dezembro de HELIO TELHO CORRÊA FILHO PROCURADOR REGIONAL ELEITORAL

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