XII-024 GERENCIAMENTO DE DADOS EM LABORATÓRIO POR PLANILHAS ELETRONICAS VISANDO A GESTÃO DE INFORMAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "XII-024 GERENCIAMENTO DE DADOS EM LABORATÓRIO POR PLANILHAS ELETRONICAS VISANDO A GESTÃO DE INFORMAÇÃO"

Transcrição

1 XII-024 GERENCIAMENTO DE DADOS EM LABORATÓRIO POR PLANILHAS ELETRONICAS VISANDO A GESTÃO DE INFORMAÇÃO Ernesto Batista da Silva Filho Formado em Engenharia Sanitária pela Universidade Federal do Pará em 2000, concluiu o curso de Mestrado em Engenharia Civil (Saneamento e Meio Ambiente) na Universidade Federal de Campina Grande em Atualmente trabalha como pesquisador no Laboratório de Engenharia Ambiental do DEQ/UFPE. Walter Brander Junior Graduando de Engenharia Química pela Universidade Federal de Pernambuco, pesquisador em nível de iniciação científica no Laboratório de Engenharia Ambiental do DEQ/UFPE. Eveline Haiana Costa de Oliveira Graduanda de Engenharia Química pela Universidade Federal de Pernambuco, pesquisadora em nível de iniciação científica no Laboratório de Engenharia Ambiental do DEQ/UFPE. Valdinete Lins da Silva Professora do Departamento de Engenharia Química da UFPE. Doutora em Química pela UNICAMP. Coordenadora do Grupo e do Laboratório de Engenharia Ambiental e da Qualidade do Departamento de Engenharia Química da UFPE.Pesquisadora 2B do CNPq. Mauricio da Motta Bolsista de Desenvolvimento Científico Regional (DCR) do CNPq e Professor colaborador do Departamento de Engenharia Química da Universidade Federal de Pernambuco. Doutor pelo Instituto Nacional Politécnico de Lorraine (INPL) em Nancy-França. Pesquisador 1E do CNPq. Endereço: Laboratório de Engenharia Ambiental e da Qualidade (LEAQ) - Departamento de Engenharia Química (DEQ) Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). R. Prof. Arthur de Sá, s/n - Cidade Universitária - CEP: Recife PE Brasil - Telefone: Fax: home-page: RESUMO O controle de qualidade, mais do que uma opção é uma imposição de um mercado cada vez mais competitivo à sobrevivência das empresas. Neste contexto, o Laboratório de Engenharia Ambiental e da Qualidade (LEAQ), dentro do seu programa de gestão de qualidade, buscando a melhoria dos serviços prestados a terceiros, bem como das condições para o desenvolvimento das atividades de pesquisas, visando uma futura certificação, implementou um procedimento para acompanhamento e gerenciamento de amostras no laboratório utilizando planilhas eletrônicas. As planilhas eletrônicas foram desenvolvidas a partir de uma pasta de trabalho do aplicativo MS-Excel. Os primeiros resultados com o novo protocolo tem sido bastante favoráveis. Além de reduzir o tempo para emissão dos laudos, requisito valorizado pelos clientes, tem permitido uma melhoria contínua na qualidade dos resultados e na postura dos analistas. PALAVRAS-CHAVE: Gerenciamento de dados, MS-Excel, planilha eletrônica. INTRODUÇÃO O controle de qualidade, mais do que uma opção é uma imposição de um mercado cada vez mais competitivo à sobrevivência das empresas (Almeida et al., 2000). Neste contexto, o Laboratório de Engenharia Ambiental e da Qualidade (LEAQ), dentro do seu programa de gestão de qualidade, buscando a melhoria dos serviços prestados a terceiros, bem como das condições para o desenvolvimento das atividades de pesquisas, visando uma futura certificação, implementou um procedimento para acompanhamento e gerenciamento de amostras no laboratório. Este protocolo é formado por uma série de fichas de controle, para a identificação e seleção das análises a serem realizadas, para acompanhamento das análises laboratoriais e por um conjunto de planilhas eletrônicas. Ele representa um passo na informatização laboratorial, permitindo uma redução de tempo para a obtenção de dados, a criação de um banco de dados de todas as análises realizadas no laboratório e, por fim, a diminuição na burocracia e tempo necessários para a emissão de laudos ou quaisquer outros documentos solicitados. As planilhas eletrônicas foram desenvolvidas a partir de uma pasta de trabalho do aplicativo MS-Excel. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

2 A pasta de trabalho reúne todas as análises de rotina realizadas no laboratório (DQO, OD, DBO, SST, SSV, ST, SV, ph, turbidez, condutividade e Óleos e graxas) permitindo que em um único arquivo seja possível armazenar e resumir todo o histórico da amostra. Este trabalho tem como objetivo apresentar a utilização de um aplicativo simples e de fácil manuseio como o MS-Excel para o controle e gerenciamento de amostras em um laboratório de análises ambientais. MATERIAIS E MÉTODOS Para a confecção das planilhas optou-se pela utilização do aplicativo MS-Excel, por este ser um programa integrante do MS-Office, o que facilita a abertura dos arquivos em praticamente qualquer computador, além de ser um programa de fácil manuseio. O MS-Excel também é dotado de várias ferramentas próprias para a confecção de planilhas eletrônicas. As planilhas de cálculo foram elaboradas seguindo a rotina do laboratório e com base nas metodologias padronizadas pelo Standard Methods (APHA, 1995). Os arquivos do MS-Excel são chamados de pastas de trabalho, nomenclatura que manteremos neste trabalho. A pasta de trabalho é composta por 12 planilhas, sendo que a primeira, denominada de Folha de rosto, lista todas os parâmetros analíticos e permite ao usuário escolher quais os de seu interesse. A segunda, Resumo, reúne todos os resultados analíticos e permitindo assim, obter um relatório resumido das análises realizadas na amostra. A Figura 1 apresenta as planilhas de folha de rosto e resumo. (a): folha de rosto (b): planilha resumo Figura 1 As planilhas de folha de rosto e resumo. As demais são denominadas com os respectivos nomes dos parâmetros analíticos. No topo de cada planilha estão o nome do cliente, a data de entrada da amostra no laboratório e o método analítico para o qual aquela planilha foi confeccionada, por exemplo, na planilha da análise de oxigênio dissolvido, há indicação do método de Winkler com a modificação da Azida, além destas informações há uma legenda com a indicação de alguns termos usados na planilha. O preenchimento da planilha é feito em conformidade com a ficha de controle. Inicialmente, o usuário lança o nome da amostra, data de realização da análise, e quando necessário às concentrações de soluções, brancos e padrões. E, por fim, os dados lidos em aparelhos ou volumes titulados. Equações presentes na planilha calculam e fornecem os resultados. As planilhas para as análises realizadas em replicata são dotadas de sistema que permite avaliar o resultado e descartar valores discrepantes, as planilhas para DQO, DBO e Sólidos Totais serão apresentadas em maiores detalhes a seguir: ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 2

3 A. Preenchimento das Planilhas A.1 Método Tritrimétrico ou Titulométrico Na parte superior da planilha encontra-se a indicação do Cliente, ou seja, o interessado, podendo ser este uma pessoa física, jurídica ou um projeto de pesquisa desenvolvido no laboratório. Além destas informações encontram-se a data de entrada da amostra no laboratório, o nome do método analítico e uma legenda para as abreviaturas usadas na planilha. Na Figura 2 se encontra a planilha propriamente dita. A Coluna 1 é reservada para a data de realização da análise a Coluna 2 para o nome de identificação da amostra. A Coluna 3 indica a concentração de K 2 Cr 2 O 7 utilizada, haja vista que é pratica comum a muitos laboratórios a utilização de mais de uma concentração. Da 4ª até a 7ª Coluna são colocados os valores da Prova em branco e Solução padrão, ambas em duplicata. A Coluna 8 é usada para a entrada do fator de diluição empregado e a Coluna 9 é reservada para entrada dos resultados das titulações, podendo ser realizadas até 4 replicatas. O valor da DQO calculada para cada uma das replicatas é apresentada na Coluna 11, porém na Coluna 10 há dispositivo com o qual pode-se excluir valores discrepantes simplesmente desmarcando-o. A Coluna 12 apresenta a faixa de trabalho, entre 30 e 70% de diluição, este elemento apesar de não invalidar o resultado de uma determinada replicata e válido para a avaliar se a diluição da amostra foi adequada, evitando assim erros resultantes de diluições inadequadas. A Coluna 13 apresenta uma avaliação das replicatas quanto a desvio em relação a média, com grau de liberdade de ± 5%, sendo inválidos valores acima ou abaixo deste valor. A Coluna 14 emite uma mensagem de aprovação do resultado final OK ou um pede para revisar as replicatas. Finalmente a Coluna 15 apresenta como resultado final a média das replicatas consideradas válidas. conforme apresentado na Figura 2. Figura 2 Planilha de DQO. A.2 Método da DBO 5 Uma das etapas mais importantes para a análise de DBO 5 é a diluição. Não há uma técnica exata para a diluição, sendo que a diluição adequada depende muitas vezes da sensibilidade do analista. Entretanto, existem alguns métodos práticos que podem ser utilizados, sugerindo-se desta forma dois deles, optando-se assim por colocá-los em uma planilha à parte, para evitar que a planilha de DBO 5 se tornasse muito extensa. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 3

4 A.2.1 Diluição para DBO 5 Assim como na planilha de DQO na parte superior encontra-se a indicação do Cliente, a data de entrada da amostra no laboratório, o nome do método analítico e uma legenda para as abreviaturas usadas na planilha. Além de uma tabela com sugestões de diluição para alguns tipos de amostras. A Coluna 1 e a Coluna 2, assim como na planilha de DQO estão reservadas para a entradas da data de realização da análise e do nome de identificação da amostra. A Coluna 3 é reservada para a entrada da DQO. A Coluna 4 apresenta a identificação das diluições e a Coluna 5 o volume total (Água de diluição + amostra) a ser preparado para cada diluição. Método de Diluição 1: Consiste em dividir a DQO por 1200 para obter a primeira diluição (D1). Em seguida dividi-se a DQO por 2400, que será D2, e assim sucessivamente para as demais diluições desejadas. Portanto, na Coluna 6 encontra-se a entrada para os valores teóricos de DQO, a Coluna 7 apresenta o percentual de diluição em termos de DQO (%C), na Coluna 8 o percentual de diluição em termos de volume de amostra (P) e o mais importante o volume de amostra a ser utilizado em cada diluição na Coluna 9. Método de Diluição 2: Parte da definição do percentual de amostra que se deseja na diluição. Portanto, na Coluna 10 entra-se com o percentual de diluição desejado em termos de DQO (%C), a Coluna 11 apresenta o percentual de diluição em termos de volume de amostra (P) e na Coluna 12 o volume de amostra a ser utilizado em cada diluição em ml. Na Coluna 13, ao optar pelo tipo de diluição desejado, basta entrar com o número 1 ou 2, respectivamente. As Colunas de 14 a 16 apresentam os valores de %C, P e Volume de amostra que serão utilizados na diluição. Figura 3 Planilha de cálculo da diluição para DBO. A.2.2 Cálculo da DBO 5 As Colunas 1 e 2 são preenchidas automaticamente com os dados de identificação da planilha de diluição. As Colunas 3 e 4 também são preenchidas automaticamente, porém com os dados de Volume de amostra utilizado na diluição (Va) e concentração (%C). Na Coluna 5 deve-se informar se a amostra foi preparada com ou sem semeadura, o processo é simples bastando assinalar um X na alternativa desejada. A Partir da Coluna 6 até a Coluna 12 calcula-se a concentração de OD no primeiro dia. Na Coluna 6 entrasse com a normalidade da solução de Na 2 S 2 O 3 (0,025 N), na Coluna 7 com o fator de correção para esta solução, na Coluna 8 a identificação das diluições, na Coluna 9 o volume de amostra do frasco de DBO que é utilizado como titulado, este valor é automaticamente corrigido. Na Coluna 10 o volume do frasco de DBO, na Coluna 11 o volume de Na 2 S 2 O 3 gasto na titulação, na Coluna 12 é calculada a concentração de OD na amostra em branco e é apresenta a média das ODs do 1 dia. Nas Colunas de 13 a 19 repete-se o mesmo procedimento para o cálculo da OD final. ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 4

5 Figura 4 Planilha de DBO Na Coluna 20 há uma verificação da depleção de OD, isto é, na diferença entre a OD do 1 dia e a do 5 dia, tanto na prova em branco quanto nas diluições. Caso a depleção na prova em branco seja maior que 0,20 mg de O 2.L -1 a água de diluição é considerada ruim. Para as diluições caso a depleção seja inferior a 2,0 mg de O 2.L -1 a planilha aconselha rever a diluição daquela amostra. Na Coluna 21 entra-se com o número de dias que a amostra ficou encubada, caso seja necessária a retirara da amostra antes ou depois do período de 5 dias a planilha é capaz de compensar. Assim como na planilha de DQO o valor da DBO 5 calculado para cada uma das diluições é apresentado na Coluna 23, porém na Coluna 22 há dispositivo com o qual pode-se excluir valores discrepantes simplesmente ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 5

6 desmarcando-o. A Coluna 24 apresenta a DBO 5 média. Semelhante a planilha de DQO a planilha de DBO também é dotada da verificação da faixa de trabalho (Coluna 25), da verificação de desvio padrão (Coluna 26). Na Coluna 27 há a emissão de um comentário e na Coluna 28 é apresentado o resultado final. RESULTADOS A adoção das planilhas conjuntamente com os formulários de análise permitiu um melhor gerenciamento dos dados relacionados às amostras analisadas no laboratório. A centralização de todas as análises em um único arquivo possibilitou a redução no tempo para emissão de laudos e demais documentos requeridos. Também permitiu um aumento na segurança dos dados, pois tanto as fichas de controle das análises quanto os arquivos eletrônicos são arquivados, criando um banco de dados físicos e um virtual que pode ser acessado com facilidade. A implantação da rede permitirá o responsável puxar os dados do computador dos analistas, analisá-los e emitir os laudos, sem sair de sua sala. Através do banco de dados com resultados históricos de análises, podese avaliar o desempenho das unidades dos clientes e propor melhorias, gerando assim um novo produto: a consultoria. Com esta otimização dos dados, pretende-se otimizar o tempo e implementar uma melhoria na prestação de serviço, ganho de tempo de análise e melhoria na qualidade dos resultados. CONCLUSÕES Os primeiros resultados com o novo protocolo tem sido bastante favoráveis. Além de reduzir o tempo para emissão dos laudos, requisito valorizado pelos clientes, tem permitido uma melhoria contínua na qualidade dos resultados e na postura dos analistas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. APHA AWWA WEF. Standard methods for the examination of water and wastewater. 18th edition. American Public Health Association, American Water Works Association and Water Environment Federation, Washington, D.C ALMEIDA, J. R.; MELLO, C. S.; CAVALCANTI, Y. Gestão ambiental: planejamento, avaliação, implantação, operação e verificação. Rio de Janeiro: Thex Ed., ABES - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 6

SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES DA INDÚSTRIA TEXTIL

SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES DA INDÚSTRIA TEXTIL SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES DA INDÚSTRIA TEXTIL ZANOTELLI, C. T. 1 ; MEDEIROS, R 2.; DESTEFANI, A 3.; MIRANDA, L.M. 4 ; MORATELLI JR, A 5. FISCHER, M. 5 1 Dra. em Engenharia de Produção, Professora

Leia mais

II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO)

II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO) II- 447 - IMPACTOS GERADOS EM UMA LAGOA FACULTATIVA PELO DERRAMAMENTO CLANDESTINO DE ÓLEOS E GRAXAS (ESTUDO DE CASO) Sandra Parreiras Pereira Fonseca (1) Doutora em Recursos Hídricos e Ambientais e Mestre

Leia mais

Utilização da Fibra da Casca de Coco Verde como Suporte para Formação de Biofilme Visando o Tratamento de Efluentes

Utilização da Fibra da Casca de Coco Verde como Suporte para Formação de Biofilme Visando o Tratamento de Efluentes Utilização da Fibra da Casca de Coco Verde como Suporte para Formação de Biofilme Visando o Tratamento de Efluentes Rodrigo dos Santos Bezerra Bolsista de Iniciação Científica, Engenharia Química, UFRJ

Leia mais

I-071 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN

I-071 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN I-71 - EFICIÊNCIA NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA SOB A FORMA DE DBO E DQO TOTAL E SOLÚVEL NO SISTEMA TS-FAN Gabriela Marques dos Ramos Vargas Engenheira Química pela Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

21º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental IV-030 - AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO RIO BAURU DETERMINAÇÃO DO IQA Carlos Alberto Ferreira Rino (1) Engenheiro Especialista em Gestão Ambiental e em Controle da Poluição Ambiental; Mestre em Engenharia

Leia mais

II-362 - DESEMPENHO DO REATOR UASB DA ETE LAGES APARECIDA DE GOIÂNIA EM SUA FASE INICIAL DE OPERAÇÃO

II-362 - DESEMPENHO DO REATOR UASB DA ETE LAGES APARECIDA DE GOIÂNIA EM SUA FASE INICIAL DE OPERAÇÃO II-362 - DESEMPENHO DO REATOR UASB DA ETE LAGES APARECIDA DE GOIÂNIA EM SUA FASE INICIAL DE OPERAÇÃO Walter Luiz da P. B. Vieira (1) Engenheiro Civil pela Universidade Católica de Goiás. Especialista em

Leia mais

AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL DE AÇÃO ANTROPOGÊNICA SOBRE AS ÁGUAS DA CABECEIRA DO RIO SÃO FRANCISCO

AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL DE AÇÃO ANTROPOGÊNICA SOBRE AS ÁGUAS DA CABECEIRA DO RIO SÃO FRANCISCO AVALIAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL DE AÇÃO ANTROPOGÊNICA SOBRE AS ÁGUAS DA CABECEIRA DO RIO SÃO FRANCISCO Maristela Silva Martinez (1) Bacharel em Química(USP), Mestre e Doutora em Físico-Química (IQSC- USP).

Leia mais

EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE FECULARIA POR MEIO DE LAGOAS

EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE FECULARIA POR MEIO DE LAGOAS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 EFICIÊNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE FECULARIA POR MEIO DE LAGOAS Anna Paola Tonello 1, Paulo Sérgio Lourenço de Freitas 2, Altair Bertonha 3 RESUMO:

Leia mais

VALIDAÇÃO DO MODELO DE ELETROCOAGULAÇÃO FLOTAÇÃO NO TRATAMENTO DE EFLUENTE TÊXTIL VISANDO À REMOÇÃO DE DQO, UTILIZANDO REATOR EM BATELADA.

VALIDAÇÃO DO MODELO DE ELETROCOAGULAÇÃO FLOTAÇÃO NO TRATAMENTO DE EFLUENTE TÊXTIL VISANDO À REMOÇÃO DE DQO, UTILIZANDO REATOR EM BATELADA. VALIDAÇÃO DO MODELO DE ELETROCOAGULAÇÃO FLOTAÇÃO NO TRATAMENTO DE EFLUENTE TÊXTIL VISANDO À REMOÇÃO DE DQO, UTILIZANDO REATOR EM BATELADA. T. C. PARENTE 1, R.V.SAWAKI 1, J.E.C. ALEXANDRE 2, A.C. LIMA 3,

Leia mais

SOBRE OS SISTEMAS LACUSTRES LITORÂNEOS DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA

SOBRE OS SISTEMAS LACUSTRES LITORÂNEOS DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA SOBRE OS SISTEMAS LACUSTRES LITORÂNEOS DO MUNICÍPIO DE FORTALEZA Magda Maria Marinho Almeida Química Industrial Universidade Federal do Ceará, Mestre em Tecnologia de Alimentos - UFC Fernando José Araújo

Leia mais

ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DE LODO AERÓBIO MESOFÍLICO PARA TERMOFÍLICO UTILIZANDO EFLUENTE DE CELULOSE BRANQUEADA KRAFT

ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DE LODO AERÓBIO MESOFÍLICO PARA TERMOFÍLICO UTILIZANDO EFLUENTE DE CELULOSE BRANQUEADA KRAFT ESTRATÉGIAS PARA ADAPTAÇÃO DE LODO AERÓBIO MESOFÍLICO PARA TERMOFÍLICO UTILIZANDO EFLUENTE DE CELULOSE BRANQUEADA KRAFT R. Y. CABRERA-PADILLA 1,2, E. C. PIRES 3. 1 Universidade Tiradentes, Programa de

Leia mais

Relatório de Ensaio Nº 61828/2014-1.0-A

Relatório de Ensaio Nº 61828/2014-1.0-A Nº 61828/2014-10-A Processo Comercial Nº 1316/20141 Dados do Cliente Contratante: Solicitante: CNPJ / CPF: 48819619/0001-59 IE / RG: 407001159117 Endereço: Rua Londrina, 587 - Vila Maringá - Município:

Leia mais

Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente na EEC/UFG. e-mail: emmanuel_dalessandro@hotmail.com.

Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente na EEC/UFG. e-mail: emmanuel_dalessandro@hotmail.com. EFICIÊNCIA DE REMOÇÃO DO MÓDULO A DA ETE DE TRINDADE GO Emmanuel Bezerra D ALESSANDRO (1) ; Nora Katia SAAVEDRA del Aguila (2) ; Maura Francisca da SILVA (3) (1) Mestrando em Engenharia do Meio Ambiente

Leia mais

AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS NATURAIS NA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DA BARRAGEM DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE

AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS NATURAIS NA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DA BARRAGEM DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS NATURAIS NA ÁGUA DO RESERVATÓRIO DA BARRAGEM DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE Wilma Gomes da Silva CARMO*; Nora Katia SAAVEDRA Escola de Engenharia Civil - Programa de

Leia mais

II-030 DESEMPENHO DE PRODUTOS QUÍMICOS NO PROCESSO CEPT: TESTE DE JARRO E ESCALA PILOTO

II-030 DESEMPENHO DE PRODUTOS QUÍMICOS NO PROCESSO CEPT: TESTE DE JARRO E ESCALA PILOTO II-030 DESEMPENHO DE PRODUTOS QUÍMICOS NO PROCESSO CEPT: TESTE DE JARRO E ESCALA PILOTO Iene Christie Figueiredo¹ Doutoranda da Área Interdisciplinar em Engenharia Ambiental - COPPE/UFRJ. Eduardo Pacheco

Leia mais

IMPACTO DE UM LIXÃO DESATIVADO NA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS LOCAIS

IMPACTO DE UM LIXÃO DESATIVADO NA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS LOCAIS Castellón, 23-24 de julio de 28. IMPACTO DE UM LIXÃO DESATIVADO NA QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS LOCAIS Resumo Nóbrega, C.C.; Souza, I.M.F.; Athayde Júnior, G.B.; Gadelha, C.L.M. Departamento de Engenharia

Leia mais

INATIVAÇÃO DE INDICADORES PATOGÊNICOS EM ÁGUAS CONTAMINADAS: USO DE SISTEMAS COMBINADOS DE TRATAMENTO E PRÉ-DESINFECÇÃO

INATIVAÇÃO DE INDICADORES PATOGÊNICOS EM ÁGUAS CONTAMINADAS: USO DE SISTEMAS COMBINADOS DE TRATAMENTO E PRÉ-DESINFECÇÃO INATIVAÇÃO DE INDICADORES PATOGÊNICOS EM ÁGUAS CONTAMINADAS: USO DE SISTEMAS COMBINADOS DE TRATAMENTO E PRÉ-DESINFECÇÃO BILOTTA, Patrícia*; DANIEL, Luiz Antonio*. *Laboratório de Tratamento Avançado e

Leia mais

Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem

Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem Condições Gerais para Prestação de Serviços Analíticos e de Amostragem I. Apresentação A ACQUALAB Laboratório e Consultoria Ambiental S/S Ltda. atua, desde a sua constituição, nas diversas áreas da ciência

Leia mais

TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO PARAÍBA DO SUL NA CIDADE DE LORENA - SP, BRASIL

TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO PARAÍBA DO SUL NA CIDADE DE LORENA - SP, BRASIL Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DO RIO PARAÍBA DO SUL NA CIDADE DE LORENA - SP, BRASIL CATEGORIA:

Leia mais

PIBIC Online. http://pibic.rdc.puc-rio.br. Manual. Versão 1.1 de 01/05/2006

PIBIC Online. http://pibic.rdc.puc-rio.br. Manual. Versão 1.1 de 01/05/2006 PIBIC Online http://pibic.rdc.puc-rio.br Manual Versão 1.1 de 01/05/2006 Prof. Sidnei Paciornik Coordenador do PIBIC PUC-Rio (http://www.puc-rio.br/pibic) Introdução O PIBIC Online foi concebido para facilitar

Leia mais

III-504 - DESAGUAMENTO DE LODO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS ETAS POR LEITO DE DRENAGEM COM MANTAS GEOTÊXTEIS ESCALA REDUZIDA

III-504 - DESAGUAMENTO DE LODO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS ETAS POR LEITO DE DRENAGEM COM MANTAS GEOTÊXTEIS ESCALA REDUZIDA III-504 - DESAGUAMENTO DE LODO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUAS ETAS POR LEITO DE DRENAGEM COM MANTAS GEOTÊXTEIS ESCALA REDUZIDA Cristiane Silveira Tecnóloga em Gerenciamento Ambiental pela Universidade

Leia mais

ENGENHARIA DE PROCESSOS EM PLANTAS DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

ENGENHARIA DE PROCESSOS EM PLANTAS DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 1 IDENTIFICAÇÃO Nome do Bolsista MANOEL REGINALDO FERNANDES Título do Programa ENGENHARIA DE PROCESSOS EM PLANTAS DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL Título do Curso / Especialização ENGENHARIA QUÍMICA / GRADUAÇÃO

Leia mais

Endereço (1) : Rua Kansas, 103 Central Park - Canoas - RS - CEP: 92323-110 - Brasil - Tel: (51) 93189813 - e-mail: camolz@bol.com.

Endereço (1) : Rua Kansas, 103 Central Park - Canoas - RS - CEP: 92323-110 - Brasil - Tel: (51) 93189813 - e-mail: camolz@bol.com. III-511 - PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA A ANÁLISE DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO PELO MÉTODO COLORIMÉTRICO, COM DIGESTÃO POR REFLUXO FECHADO, VISANDO A REDUÇÃO DO VOLUME DOS RESÍDUOS GERADOS Carine Helena

Leia mais

AVALIAÇÃO FÍSICO-QUIMICA E MICROBIOLOGICA DA QUALIDADE DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS EM DIFERENTES LOCALIDADES NO ESTADO DA PARAÍBA

AVALIAÇÃO FÍSICO-QUIMICA E MICROBIOLOGICA DA QUALIDADE DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS EM DIFERENTES LOCALIDADES NO ESTADO DA PARAÍBA AVALIAÇÃO FÍSICO-QUIMICA E MICROBIOLOGICA DA QUALIDADE DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS EM DIFERENTES LOCALIDADES NO ESTADO DA PARAÍBA Priscilla Dantas Rocha 1 ; Márcia Isabel Cirne França 2 ; Rodrigo Vieira Alves

Leia mais

MF-0440.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO

MF-0440.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO MF-0440.R-3 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO Notas: Aprovado pela Deliberação CECA n 742, de 17 de outubro de 1985 Publicado no DOERJ de 08 de janeiro de 1986 1. OBJETIVO O objetivo

Leia mais

II-110 - AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA SUCRO-ALCOOLEIRA

II-110 - AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA SUCRO-ALCOOLEIRA II-11 - AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTE DE UMA INDÚSTRIA SUCRO-ALCOOLEIRA Irene Maria Chaves Pimentel (1) Graduanda em Engenharia Civil da Universidade Federal de Alagoas UFAL. Bolsista

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO REAGENTE DE FENTON NO TRATAMENTO DO EFLUENTE DE LAVAGEM DE UMA RECICLADORA DE PLÁSTICOS PARA FINS DE REUSO Elisângela Garcia Santos RODRIGUES 1, Hebert Henrique de Souza LIMA

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PÁGINA: 1/11 OBJETIVO DEFINIR O MÉTODO DE FUNCIONAMENTO DA, VISANDO MANTER AS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E AS INSTALAÇÕES DA. DE FORMA A GARANTIR A QUALIDADE DO PRODUTO DENTRO DO ESPECIFICADO

Leia mais

EFICIÊNCIA DE TRATAMENTO DE ÁGUA CINZA PELO BIOÁGUA FAMILIAR 1

EFICIÊNCIA DE TRATAMENTO DE ÁGUA CINZA PELO BIOÁGUA FAMILIAR 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 EFICIÊNCIA DE TRATAMENTO DE ÁGUA CINZA PELO BIOÁGUA FAMILIAR 1 Solange Aparecida Goularte Dombroski 2, Fábio dos Santos

Leia mais

I-062 - TRATAMENTO DE EFLUENTES DE FÁBRICA DE PAPEL POR PROCESSOS FÍSICO-QUÍMICOS EMPREGANDO FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO E OZÔNIO

I-062 - TRATAMENTO DE EFLUENTES DE FÁBRICA DE PAPEL POR PROCESSOS FÍSICO-QUÍMICOS EMPREGANDO FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO E OZÔNIO I-062 - TRATAMENTO DE EFLUENTES DE FÁBRICA DE PAPEL POR PROCESSOS FÍSICO-QUÍMICOS EMPREGANDO FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO E OZÔNIO Ricardo Nagamine Costanzi Engenheiro Civil. Mestre em Hidráulica e Saneamento

Leia mais

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma

Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Otimização através de LIMS e Lean Seis Sigma Resumo Com uma abordagem prática este trabalho proporcionará uma visão do projeto de implantação de um sistema LIMS com o objetivo de eliminar totalmente o

Leia mais

GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA

GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA GESTÃO DO PROCESSO DE PROJETO EM UMA CONSTRUTORA DE FORTALEZA Alessandra Luize Fontes SALES Eng.ª Civil, Universidade Federal do Ceará, Rua Quintino Cunha, nº 994, CEP 60425.780, Benfica, Fortaleza (Ce)

Leia mais

Caso de uma Central de distribuição. Fluxos e roteiros de processamento. Injeção de plásticos

Caso de uma Central de distribuição. Fluxos e roteiros de processamento. Injeção de plásticos Max-Prod SIMULADORES DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE ALTA PERFORMANCE OTIMIZAÇÃO NO SEQUENCIAMENTO DE OP S E CARGA DE MÁQUINAS OTIMIZAÇÃO NA ESCOLHA DE MATERIAS DE PRODUTOS E COMPONENTES OTIMIZAÇÃO NA

Leia mais

PRÊMIO PROCEL CIDADE EFICIENTE EM ENERGIA ELÉTRICA

PRÊMIO PROCEL CIDADE EFICIENTE EM ENERGIA ELÉTRICA PRÊMIO PROCEL CIDADE EFICIENTE EM ENERGIA ELÉTRICA FICHA DE INSCRIÇÃO 8 ª EDIÇÃO Prefeitura Municipal de Nome do(a) Prefeito(a) Endereço CEP UF Telefone Fax E-mail Responsável pelas informações (nome e

Leia mais

SOFTWARE DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS RURAIS

SOFTWARE DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS RURAIS SOFTWARE DE ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS RURAIS 25.01.2010 ÍNDICE 1. Notificação de Início do Acompanhamento... 3 2. Software para Elaboração de Projetos Agropecuários... 5 2.1. Ícones... 6 3. Cadastro do

Leia mais

RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA

RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/214 RECIRCULAÇÃO DE EFLUENTE AERÓBIO NITRIFICADO EM REATOR UASB VISANDO A REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA Ana Paula Cosso Silva Araujo (*), Bruno de Oliveira Freitas. * Universidade

Leia mais

Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Versão 1.0.7 Manual do Usuário

Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Versão 1.0.7 Manual do Usuário Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Informática do SUS DATASUS Gerenciador de Ambiente Laboratorial GAL Versão 1.0.7 Página 1 de 70 Gerenciador de Ambiente Laboratorial - GAL Usuário

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Órgão/Setor. Brasil

SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO. Órgão/Setor. Brasil SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO Rua Bernardo Guimarães, 2731. Tel.: (31) 3290-4600 CEP: 30.180-140 Belo Horizonte Minas Gerais Brasil CGC: 18.715.607 / 0001-13 Inscrição Estadual: Isento

Leia mais

Avaliação da Qualidade da Água do Rio Sergipe no Município de Laranjeiras, Sergipe- Brasil

Avaliação da Qualidade da Água do Rio Sergipe no Município de Laranjeiras, Sergipe- Brasil Avaliação da Qualidade da Água do Rio Sergipe no Município de Laranjeiras, Sergipe- Brasil 1 Majane Marques Dias Lessa 2 Ana Alexandrina Gama da Silva RESUMO: Este estudo apresenta os resultados obtidos

Leia mais

MANUAL BÁSICO DE UTILIZAÇÃO DO WEBMAIL - SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO DOS HUs

MANUAL BÁSICO DE UTILIZAÇÃO DO WEBMAIL - SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO DOS HUs MANUAL BÁSICO DE UTILIZAÇÃO DO WEBMAIL - SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO DOS HUs 2ª edição - 2015 SGPTI MANUAL BÁSICO DE UTILIZAÇÃO DO WEBMAIL - SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO DOS HUs 2ª edição - 2015 1

Leia mais

"Análises obrigatórias para as várias fontes de abastecimento de água para o consumo"

Análises obrigatórias para as várias fontes de abastecimento de água para o consumo "Análises obrigatórias para as várias fontes de abastecimento de água para o consumo" Dr. Eneo Alves da Silva Jr. Controle Higiênico Sanitário de Alimentos CONTROLE DE ÁGUA NOS ESTABELECIMENTOS RDC 216/Anvisa

Leia mais

Astra LX Resultados via MS-WORD Guia para a emissão de laudos personalizados via MS-WORD no Programa AstraLX.

Astra LX Resultados via MS-WORD Guia para a emissão de laudos personalizados via MS-WORD no Programa AstraLX. 2011 www.astralab.com.br A Astra LX Resultados via MS-WORD Guia para a emissão de laudos personalizados via MS-WORD no Programa AstraLX. Equipe Documentação Astra AstraLab 11/11/2011 1 Sumário Resultados

Leia mais

Balanço Energético Nacional 2012. Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012

Balanço Energético Nacional 2012. Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012 Balanço Energético Nacional 2012 Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012 Fevereiro de 2012 Apresentação O Balanço Energético Nacional BEN é o documento tradicional do setor energético brasileiro,

Leia mais

I-104 - AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DOS MACRONUTRIENTES SÓDIO, POTÁSSIO, CÁLCIO E MAGNÉSIO EM DISPOSIÇÃO CONTROLADA EM SOLO

I-104 - AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DOS MACRONUTRIENTES SÓDIO, POTÁSSIO, CÁLCIO E MAGNÉSIO EM DISPOSIÇÃO CONTROLADA EM SOLO I-10 - AVALIAÇÃO DA REMOÇÃO DOS MACRONUTRIENTES SÓDIO, POTÁSSIO, CÁLCIO E MAGNÉSIO EM DISPOSIÇÃO CONTROLADA EM SOLO Josette Lourdes de Sousa Melo (1) Engenheira Química, UFPE. Mestre em Química Analítica,

Leia mais

Coordenação da Atenção Básica. Manual de Orientação para a Unidade Básica de Saúde

Coordenação da Atenção Básica. Manual de Orientação para a Unidade Básica de Saúde Coordenação da Atenção Básica Manual de Orientação para a Unidade Básica de Saúde Secretaria Municipal da Saúde São Paulo 2006 manual_remedio_nova_versao.indd 1 31/1/2006 09:51:20 Prefeito José Serra Secretária

Leia mais

DEGRADAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA DA VINHAÇA UTILIZANDO O COAGULANTE NATURAL TANINO. Vitor Amigo Vive 1, Maria Cristina Rizk 2

DEGRADAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA DA VINHAÇA UTILIZANDO O COAGULANTE NATURAL TANINO. Vitor Amigo Vive 1, Maria Cristina Rizk 2 193 DEGRADAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA DA VINHAÇA UTILIZANDO O COAGULANTE NATURAL TANINO Vitor Amigo Vive 1, Maria Cristina Rizk 2 1 Discente em Engenharia Ambiental pela Universidade Estadual Paulista UNESP

Leia mais

ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DA ÁGUA DE CHUVA NA CIDADE DE JOÃO PESSOA PARA USO NÃO POTÁVEL

ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DA ÁGUA DE CHUVA NA CIDADE DE JOÃO PESSOA PARA USO NÃO POTÁVEL ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA DA ÁGUA DE CHUVA NA CIDADE DE JOÃO PESSOA PARA USO NÃO POTÁVEL Isabelle Yruska de Lucena Gomes da Costa 1 ; Celso Augusto Guimarães Santos 2 ; Rodolfo Luiz Bezerra Nóbrega 3 1 Aluna

Leia mais

X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS

X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS X-003 - PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS E RESULTADOS NO MONITORAMENTO DO TRATAMENTO DE ESGOTOS Aline Pires Veról(1) Graduanda em Engenharia Civil Escola Politécnica/UFRJ, Bolsista IC-CNPq/PROSAB Maria Cristina

Leia mais

1- Introdução. 2- Objetivos

1- Introdução. 2- Objetivos 1 TÍTULO: ANÁLISE BACTERIOLÓGICA DA ÁGUA EM ESCOLAS PÚBLICAS AUTORES: Geraldo Jorge Barbosa de Moura; Janete Magali de Araújo; Maria de Fátima V. Q. Sousa; Glícia Maria Torres Calazans. INSTITUIÇÃO: Universidade

Leia mais

III-109 CO-DIGESTÃO ANAERÓBIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS ORGÂNICOS

III-109 CO-DIGESTÃO ANAERÓBIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS ORGÂNICOS III-109 CO-DIGESTÃO ANAERÓBIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS ORGÂNICOS Valderi Duarte Leite (1) Engenheiro Químico: DEQ/CCT/UFPB.Mestre em Saneamento: DEC/CCT/UFPB. Doutor em Saneamento : DHS/EESC/USP. Prof. do DQ/CCT/UEPB

Leia mais

PVIC/UEG, graduandos do Curso de Ciências Biológicas, UnU Iporá UEG. Orientador, docente do Curso de Ciências Biológicas, UnU Iporá UEG.

PVIC/UEG, graduandos do Curso de Ciências Biológicas, UnU Iporá UEG. Orientador, docente do Curso de Ciências Biológicas, UnU Iporá UEG. ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DAS LAGOAS DE ESTABILIZAÇÃO COMBINADO COM SISTEMA ALAGADO CONSTRUÍDO PARA O TRATAMENTO DO EFLUENTE DO LATICÍNIO LEITBOM LOCALIZADO EM SÃO LUIZ MONTES BELOS GO Fernando Lima Vieira

Leia mais

Normas e Procedimentos do Departamento de Laboratórios (DLA).

Normas e Procedimentos do Departamento de Laboratórios (DLA). Normas e Procedimentos do Departamento de Laboratórios (DLA). Todos os laboratórios do Departamento de Laboratórios (DLA) devem seguir as Normas Gerais da Instituição. Todas as produções laboratoriais

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO Qualidade da Água de Abastecimento da sede do Município de Coimbra Belo Horizonte Dezembro de 2014 ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO DA AGÊNCIA REGULADORA... 5 2. IDENTIFICAÇÃO DO PRESTADOR

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA

CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA CORRELAÇÃO ENTRE OS VALORES DE DBO E DQO NO AFLUENTE E EFLUENTE DE DUAS ETEs DA CIDADE DE ARARAQUARA Paulo Sergio Scalize (1) Biomédico formado pela Faculdade Barão de Mauá. Graduando em Engenharia Civil

Leia mais

Aquisição. Manual APC

Aquisição. Manual APC Sumário 1. ORÇAMENTO... 1 1.1 CADASTRO DAS VERBAS...3 1.2 UNIDADE ORGANIZACIONAL...4 1.1.1 Orçamento...6 2. SUGESTÕES DE COMPRA... 1 1.3 ITENS...3 2.1.1 VISUALIZAÇÃO...7 1.4 CONSULTA GERAL E GERAÇÃO DE

Leia mais

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão

ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 GTM.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE TRANSFORMADORES, REATORES, MATERIAIS E TECNOLOGIAS

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS

CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS PREFEITURA MUNICIPAL CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 001/2013-IPPLAN ANEXO 2 ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS Cargo de Nível Médio Agente Administrativo Contribuir com o correto fluxo de atividades, informações e materiais

Leia mais

Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais

Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais Anais do Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental e Sustentabilidade - Vol. 2: Congestas 2014 371 Eixo Temático ET-07-001 - Tratamento de Efluentes Sanitários e Industriais APLICAÇÃO DA ELETROFLOCULAÇÃO

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI. Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI. Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI Projeto de Informatização da Secretaria Municipal de Saúde do Município de São Paulo Programa AMG Manual de Operação Conteúdo 1. Sumário 3 2. Programa

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão 1.0 XXX.YY 22 a 25 Novembro de 2009 Recife - PE GRUPO - IX GRUPO DE ESTUDO DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GOP A PROGRAMAÇÃO

Leia mais

ANEXO I QUADRO DE VAGAS, FUNÇÕES, REMUNERAÇÃO E CARGA HORÁRIA R$1.287,00 R$1.287,00 R$1.287,00 R$1.287,00 R$ 572,00 R$ 572,00

ANEXO I QUADRO DE VAGAS, FUNÇÕES, REMUNERAÇÃO E CARGA HORÁRIA R$1.287,00 R$1.287,00 R$1.287,00 R$1.287,00 R$ 572,00 R$ 572,00 ANEXO I QUADRO DE VAGAS, FUNÇÕES, REMUNERAÇÃO E CARGA HORÁRIA CAMPUS FUNÇÃO REMUNERAÇÃO Caruaru Salgueiro Arcoverde Garanhuns Secretaria Executiva Téc. em Contabilidade Secretaria Executiva Téc. em Contabilidade

Leia mais

X-007 SISTEMA DE MEDIÇÃO MICROPROCESSADO PARA ESTAÇÕES COMPACTAS DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO

X-007 SISTEMA DE MEDIÇÃO MICROPROCESSADO PARA ESTAÇÕES COMPACTAS DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO X-007 SISTEMA DE MEDIÇÃO MICROPROCESSADO PARA ESTAÇÕES COMPACTAS DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO Celso J. Munaro Engenheiro Eletricista pela Universidade Federal de Santa Maria. Mestre e Doutor em Automação

Leia mais

Estudo do Tratamento Tradicional e Alternativo do Esgoto Gerado pela Uniritter bem como seu Reuso

Estudo do Tratamento Tradicional e Alternativo do Esgoto Gerado pela Uniritter bem como seu Reuso Estudo do Tratamento Tradicional e Alternativo do Esgoto Gerado pela Uniritter bem como seu Reuso Ursula Bohlke Vasconcelos Doutora em Química ursula_vasconcelos@uniritter.edu.br Lúcio Renato de Fraga

Leia mais

ESTUDO ESTATÍSTICO DA DISTRIBUIÇÃO DO TEOR DE ÓLEOS E GRAXAS EM ESGOTOS DOMÉSTICO E EFLUENTES DE FILTROS ANAERÓBIOS

ESTUDO ESTATÍSTICO DA DISTRIBUIÇÃO DO TEOR DE ÓLEOS E GRAXAS EM ESGOTOS DOMÉSTICO E EFLUENTES DE FILTROS ANAERÓBIOS ESTUDO ESTATÍSTICO DA DISTRIBUIÇÃO DO TEOR DE ÓLEOS E GRAXAS EM ESGOTOS DOMÉSTICO E EFLUENTES DE FILTROS ANAERÓBIOS Henio Normando de Souza Melo* Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN Josette

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO ITEM PÁGINA 1 OBJETIVO 1 2 DEFINIÇÃO DOS TERMOS 2 3 REFERÊNCIAS (NORMAS/ LEGISLAÇÃO/ REQUISITOS APLICÁVEIS). 2 4 RESPONSABILIDADES E ATIVIDADES PARA CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS. 3 5 ANÁLISE LABORATORIAL 4

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO SIGPROJ VERSÃO USUÁRIO

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO SIGPROJ VERSÃO USUÁRIO GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO SIGPROJ VERSÃO USUÁRIO INTRODUÇÃO O SIGProj é um sistema para elaboração, acompanhamento e gestão de projetos. Ele foi criado e é mantido pela Universidade Federal do Mato

Leia mais

COLETA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (Poços de Monitoramento e Piezômetros)

COLETA DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS (Poços de Monitoramento e Piezômetros) Página 1 de 7 1 1. DESCRIÇÃO E CUIDADOS GERAIS: A técnica a ser adotada para a coleta de amostras depende da matriz a ser amostrada, do tipo de amostra a ser efetuada e da natureza do ensaio solicitado.

Leia mais

O EMPREGO DE WETLAND PARA O TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS BRUTO

O EMPREGO DE WETLAND PARA O TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS BRUTO O EMPREGO DE WETLAND PARA O TRATAMENTO DE ESGOTOS DOMÉSTICOS BRUTO Maria das Graças de Castro Reis (1) Engenheira Sanitarista, Chefe da Divisão Técnica do Serviço Autônomo de Água e Esgoto SAAE de Alagoinhas-Bahia.

Leia mais

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014

COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA. Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA Relatório da Auto Avaliação Institucional 2014 1 FACULDADE SENAI CETIQT COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO O SENAI CETIQT, atento ao seu compromisso com a excelência de ensino,

Leia mais

MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5

MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5 MANUAL DE GABINETES SAJ/SG5 Seção de Implantação de Sistemas Divisão de Sistemas Judiciais de Segundo Grau Diretoria de Tecnologia da Informação DTI/TJSC suporte: saj2grau@tjsc.jus.br Índice: Página 1.

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA GUIA DE NAVEGAÇÃO APLICATIVO DE SOLICITAÇÃO DE FORMULÁRIOS (SASF) USUÁRIOS MUNICIPAIS VERSÃO 1.1 BRASÍLIA DF Agosto/2015 2011 Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL Manual de Utilização Direcção dos Serviços de Economia do Governo da RAEM Novembro de 2014 SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL Manual

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS

PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS Este manual foi elaborado para orientar o Cliente, Órgão/Entidade, sobre os procedimentos necessários a serem seguidos com relação à preparação

Leia mais

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços.

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. 1 Sumário: Tópico: Página: 2 Apresentação: O Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços ou SIG-ISS é um sistema para gerenciamento

Leia mais

IMPORTAÇÃO TABELA FISCAL VIA PLANILHA EXCEL

IMPORTAÇÃO TABELA FISCAL VIA PLANILHA EXCEL IMPORTAÇÃO TABELA FISCAL VIA PLANILHA EXCEL RMS Software S.A. Uma Empresa TOTVS Todos os direitos reservados. A RMS Software é a maior fornecedora nacional de software de gestão corporativa para o mercado

Leia mais

CAERN. Descrição de Perfis

CAERN. Descrição de Perfis 8 Nível: Médio Reporte: Coordenador Sumário Executar atividades administrativas de apoio às diversas áreas da empresa. Atividades Arquivar documentos Arquivar documentos, classificando-os em pastas específicas,

Leia mais

Qualidade da Água no Lago de Sobradinho, BA: Análise de Componentes Principais

Qualidade da Água no Lago de Sobradinho, BA: Análise de Componentes Principais 177 Avaliação da Hercogamia e Sua Influência na Produção de Frutos de Maracujá... Qualidade da Água no Lago de Sobradinho, BA: Análise de Componentes Principais Water Quality in the Sobradinho Lake: Principal

Leia mais

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria

A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores da Alegria Agentes Financiadores Notícias e atualidades sobre Agentes Financiadores nacionais e internacionais página inicial A técnica a serviço da aproximação com os doadores: Marketing de relacionamento nos Doutores

Leia mais

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa Universidade Federal de Campina Grande RESUMO A busca por sistemas alternativos para o suprimento

Leia mais

POP 001 PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO E ANÁLISE DO EQUIPAMENTO HANNA - 9828

POP 001 PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO E ANÁLISE DO EQUIPAMENTO HANNA - 9828 POP 001 PROCEDIMENTO DE CALIBRAÇÃO E ANÁLISE DO EQUIPAMENTO HANNA - 9828 REVISÃO 00 Redigido por: Andressa Akemi Estagiaria Data: 04/08/2008 Mariana Masutti Coordenadora de Projetos Data: 04/08/2008 Aprovado

Leia mais

Ajuda On-line - Sistema de Relacionamento com o Cliente. Versão 1.1

Ajuda On-line - Sistema de Relacionamento com o Cliente. Versão 1.1 Ajuda On-line - Sistema de Relacionamento com o Cliente Versão 1.1 Sumário Sistema de Relacionamento com Cliente 3 1 Introdução... ao Ambiente do Sistema 4 Acessando... o Sistema 4 Sobre a Tela... do Sistema

Leia mais

SIGA Manual -1ª - Edição

SIGA Manual -1ª - Edição SIGA Manual -1ª - Edição ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 4 2. MÓDULO DE PROCESSOS 4 3. ACESSO AO SISTEMA 4 3.1 Acessando o Sistema 4 3.2 Primeiro Acesso 5 3.3 Login do Fornecedor 5 o Teclado Virtual 5 o Máquina Virtual

Leia mais

Licença de Operação Corretiva. INTEGRAL ZONA DE AMORTECIMENTO USO SUSTENTÁVEL X NÃO BACIA FEDERAL: Rio Paraná BACIA ESTADUAL: Rio Grande UPGRH: GD4

Licença de Operação Corretiva. INTEGRAL ZONA DE AMORTECIMENTO USO SUSTENTÁVEL X NÃO BACIA FEDERAL: Rio Paraná BACIA ESTADUAL: Rio Grande UPGRH: GD4 Pág. 1 de 8 ANEXO DE INCLUSÃO DE CONDICIONANTES NO PARECER ÚNICO Nº 1771652/2013 (SIAM), APROVADO NA 104ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA URC DO COPAM SUL DE MINAS, REALIZADA EM 30 DE SETEMBRO DE 2013 INDEXADO AO

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Nitrificação, lodos ativados convencional, remoção de amônia, escala real

PALAVRAS-CHAVE: Nitrificação, lodos ativados convencional, remoção de amônia, escala real II 152 - AVALIAÇÃO DA NITRIFICAÇÃO E FATORES INTERVENIENTES NO PROCESSO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS POR LODOS ATIVADOS CONVENCIONAL EM ESCALA REAL- ETE ARRUDAS Sirlei Geraldo de Azevedo (1) Especialista em

Leia mais

SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO PADRÃO DO HUWC

SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO PADRÃO DO HUWC SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO PADRÃO DO HUWC Sumário Apresentação 3 Serviços oferecidos 3 1. Entrar 4 2. Enviar mensagem 5 3. Leitura das mensagens 6 4. Mensagens com arquivos anexados 6 5. Gerenciamento

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

I-066 - MODIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO MICROBIANA DE UMA LAGOA FACULTATIVA TRATANDO EFLUENTE LÍQUIDO DE ABATEDOURO DE FRANGO

I-066 - MODIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO MICROBIANA DE UMA LAGOA FACULTATIVA TRATANDO EFLUENTE LÍQUIDO DE ABATEDOURO DE FRANGO I-66 - MODIFICAÇÃO DA POPULAÇÃO MICROBIANA DE UMA LAGOA FACULTATIVA TRATANDO EFLUENTE LÍQUIDO DE ABATEDOURO DE FRANGO Flávia Gomes Barros (1) Engenheira Civil, Mestra e Doutora em Hidráulica e Saneamento

Leia mais

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema.

Circular. Técnica. GestFrut_Pêssego: Sistema para Avaliações Econômico-financeiras da Produção de Pêssego. Apresentação Geral do Sistema. ISSN 1808-6810 104 Circular Técnica Bento Gonçalves, RS Novembro, 2014 Autores Joelsio José Lazzarotto Med. Vet., Dr., Pesquisador, Embrapa Uva e Vinho, Bento Gonçalves, RS, joelsio.lazzarotto@embrapa.br

Leia mais

ESTUDO DA MACAXEIRA COMO COAGULANTE NATURAL PARA TRATAMENTO DE ÁGUA PARA FINS POTÁVEIS

ESTUDO DA MACAXEIRA COMO COAGULANTE NATURAL PARA TRATAMENTO DE ÁGUA PARA FINS POTÁVEIS ESTUDO DA MACAXEIRA COMO COAGULANTE NATURAL PARA TRATAMENTO DE ÁGUA PARA FINS POTÁVEIS Bruna Nogueira FROZ 1 ; Ézio Sargentini JUNIOR 2 ; Edilene Cristina Pereira SARGENTINI 3 1 Bolsista PIBIC/CNPq; 2

Leia mais

EDITAL 001/2011 EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE MATERIAIS PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ASSESSORES

EDITAL 001/2011 EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE MATERIAIS PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ASSESSORES EDITAL 001/2011 EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE MATERIAIS PROCESSO DE SELEÇÃO PARA ASSESSORES ABRIL 2011 A CEMEPOL - EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE MATERIAS, nos termos do Estatuto da Empresa Júnior de

Leia mais

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento

Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Sistema de Controle de Solicitação de Desenvolvimento Introdução O presente documento descreverá de forma objetiva as principais operações para abertura e consulta de uma solicitação ao Setor de Desenvolvimento

Leia mais

2.950/2003 RAD-DGADM-037

2.950/2003 RAD-DGADM-037 CREDENCIAR, RENOVAR CREDENCIAMENTO E DESCREDENCIAR COLABORADORES E ORIENTADORES VOLUNTÁRIOS DA INFÂNCIA E JUVENTUDE E DO IDOSO Proposto por: Serviço de Apoio aos Comissários de Varas da Infância, da Juventude

Leia mais

Legislação Comentada:

Legislação Comentada: Serviço Social da Indústria Departamento Regional da Bahia Legislação Comentada: NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) Salvador-Bahia 2008 Legislação Comentada: NR 7 - Programa

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE AUDITORIA INTERNA NA AGÊNCIA DO BANCO ITAÚ DE PONTE NOVA RESUMO

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE AUDITORIA INTERNA NA AGÊNCIA DO BANCO ITAÚ DE PONTE NOVA RESUMO 1 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE AUDITORIA INTERNA NA AGÊNCIA DO BANCO ITAÚ DE PONTE NOVA Ezequiel Benjamin Dionisio 1 Marina Machado das Dores 2. RESUMO DIONISIO, Ezequiel Benjamin e DAS DORES, Marina Machado.

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Desafios operacionais, reator UASB, Filtro Biológico Percolador, geração de odor.

PALAVRAS-CHAVE: Desafios operacionais, reator UASB, Filtro Biológico Percolador, geração de odor. II-151 - DESAFIOS OPERACIONAIS DE INÍCIO DE OPERAÇÃO DE UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DO TIPO REATOR UASB SEGUIDO DE FILTRO BIOLÓGICO PERCOLADOR ETE NOVA CONTAGEM - MG Maria Letícia de Castro (1)

Leia mais

LABORATÓRIO DE ANÁLISES DE ÁGUA E ESGOTO REGISTRO NO C.R.Q. - 9ª REGIÃO SOB N.º 01938

LABORATÓRIO DE ANÁLISES DE ÁGUA E ESGOTO REGISTRO NO C.R.Q. - 9ª REGIÃO SOB N.º 01938 CONVENIO COM: FUNASA/CORE- PR DIVISÃO DE ENGENHARIA DE SAÚDE PÚBLICA CENTRO DE REFERENCIA EM SANEAMENTO AMBIENTAL LABORATÓRIO DE ANÁLISES DE ÁGUA E ESGOTO REGISTRO NO C.R.Q. - 9ª REGIÃO SOB N.º 01938 Página

Leia mais

I-074 - AVALIAÇÃO DE METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DETERMINAÇÃO DE CARBONO ORGÂNICO EM ÁGUAS BRUTA E TRATADA

I-074 - AVALIAÇÃO DE METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DETERMINAÇÃO DE CARBONO ORGÂNICO EM ÁGUAS BRUTA E TRATADA 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina I-074 - AVALIAÇÃO DE METODOLOGIAS UTILIZADAS NA DETERMINAÇÃO DE CARBONO ORGÂNICO EM ÁGUAS

Leia mais