ESPACIAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - RJ Gisele dos Santos de Miranda Clarisse da Cunha Müller PUC Rio

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1 AS TRANSFORMAÇÕES LOCAIS NO BAIRRO RIO DA PRATA, EM CAMPO GRANDE, A PARTIR DA EXPANSÃO DE CONDOMÍNIOS FECHADOS: UMA PERSPECTIVA MULTIESCALAR DA DINÂMICA INTRODUÇÃO ESPACIAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - RJ Gisele dos Santos de Miranda Clarisse da Cunha Müller PUC Rio A expansão de condomínios fechados no bairro Campo Grande, cidade do Rio de Janeiro, é um processo considerado neste trabalho como instrumento de auto-segregação e, simultaneamente, um meio através do qual a segregação espacial é reforçada no bairro. Tendo compreendido que a lógica da segregação se reproduz em diversas escalas no espaço geográfico, Campo Grande é um espaço segregado na cidade do Rio de Janeiro; uma importante centralidade na Zona Oeste da cidade; e um bairro de produção espacial extremamente desigual. Portanto, ao analisar o fortalecimento da habitação em condomínios fechados no bairro e seu modo de reprodução no bairro Rio da Prata, orienta-se o momento de conclusão da pesquisa a partir do seguinte questionamento: Que transformações podem ser vislumbradas no espaço a partir deste novo modo de incorporação imobiliária e como a segregação espacial através de condomínios fechados no Rio da Prata relaciona-se à produção do espaço urbano na cidade do Rio de Janeiro? Para alcançar deste objetivo, é importante pensar que a reprodução do espaço urbano na cidade capitalista se dá a partir da apropriação do espaço conforme o poder aquisitivo, como expressa Harvey (1980), de modo que os mais abastados ocupam os espaços considerados melhores. Dessa forma, a cidade do Rio de Janeiro, a segunda maior metrópole brasileira, tem seu processo de ocupação marcado pela abertura de novas fronteiras de expansão imobiliária, de modo a separar as classes mais altas das populares. O início da ocupação se deu no centro da cidade até o início do século XIX, sendo estendido em direção à Zona Sul da cidade que, passou a ser valorizada pela classe mais abastada, pois as áreas centrais já não tinham condições de manter separados eficazmente os ricos dos pobres. Como a cidade continuava a crescer, a Zona Norte da cidade foi 1

2 ocupada mais densamente, seguida pela Zona Oeste, destinada a atividades rurais até a década de A linha férrea foi o principal facilitador da ocupação do bairro, localizado entre os Maciços da Pedra Branca e do Mendanha, pois permitiu a mobilidade da população entre a moradia e os locais de trabalho. Figura 1: Mapa de Localização do Bairro de Campo Grande na cidade do Rio de Janeiro Fonte: Adaptação própria). Figura 1: Mapa de Campo Grande na cidade do Rio de Janeiro. Aqui, a mesma apresenta-se dividida em Áreas de Planejamento (AP s), sendo a AP1 a área Central da cidade; AP2 a Zona Sul; AP3 a Zona Norte, AP 4 a vertente sul do Maciço da Pedra Branca e AP5 a vertente norte do mesmo maciço. Neste contexto, Campo Grande tem representado uma das áreas mais pobres e desvalorizadas da cidade do Rio de Janeiro, especialmente devido à densidade de oferta de serviços às classes mais altas da cidade, localizadas preferencialmente na Zona Sul, Centro e Barra da Tijuca. No entanto, as diversas mudanças sofridas pelo bairro nas últimas décadas do século XX, tais como o crescimento de seu centro comercial, representado pelo calçadão e seu entorno, fizeram de Campo Grande uma centralidade comercial e de serviços para os bairros vizinhos, bem como os municípios limítrofes da Baixada Fluminense. Tal dinamicidade se desenvolve desigualmente no espaço do próprio bairro. A intenção de estudar o aumento de condomínios fechados no bairro está diretamente associada à percepção deste processo e suas relações com dinâmicas de escala mais ampla, que pode ser entendida como forma de auto-segregação e isolamento às 2

3 características hoje vistas como indesejáveis. METODOLOGIA Segundo Harvey (1980) o processo analisado só contribui para reprodução de relações injustas no espaço urbano, pois proporciona valorização diferencial da terra e dificulta o acesso a ela pelos mais pobres. Desta forma, compreender o mecanismo de auto-segregação em Campo Grande ajuda a deflagrar seus processos de segregação espacial. Conforme o mesmo autor (2004), este tipo de habitação pode ser identificado como gueto de opulência, uma forma de enaltecer o desenvolvimento desigual e combinado presente nas grandes cidades capitalistas. A habitação em comunidades fechadas representa um desejo de isolamento (SOUZA, 2008), característico da lógica individualista inicialmente projetada através das revoluções burguesas. São muito caras à construção deste trabalho as reflexões de Santos (2004) sobre o espaço geográfico, apresentando o mesmo como um sistema indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações, considerando o valor das intencionalidades na produção do espaço geográfico, tanto de seu substrato material quanto dos processos que o constituem, numa interdependência indissolúvel. Do mesmo modo, Lefebvre (2008) aponta para a diversidade de agentes, em múltiplas escalas de atuação que, num movimento constante, produzem o espaço. Portanto, considera-se que o bairro deve ser analisado de forma articulada ao contexto no qual se insere na cidade e as relações estabelecidas no domínio vertical e horizontal, numa perspectiva de multiescalaridade, de acordo com o colocado por Massey (2000). Para esta autora, o lugar tem sua realidade construída num processo dialético com a escala global, enquanto Santos (2004) chama atenção à força do lugar em meio à atuação do Estado, corporações, elites locais e globais. Portanto, é estabelecida aqui uma tentativa de análise de um processo de segregação percebido no lugar, mas compreendido como parte integrante, construtora de e construída por processos mais amplos, que transcendem a escala local, mas que não deixam de se relacionarem a ela. Esta associação está presente nas reflexões de Lefebvre (1991) a respeito das chamadas ordem próxima e ordem distante. 3

4 AS TRANSFORMAÇÕES VISLUMBRADAS NO BAIRRO RIO DA PRATA A PARTIR DA EXPANSÃO DE CONDOMÍNIOS FECHADOS As transformações espaciais percebidas no Rio da Prata devem ser entendidas a partir da diversidade verificada em Campo Grande, dadas suas peculiaridades, como o declínio das atividades agrícolas e a presença desse imaginário na cidade do Rio de Janeiro em relação ao bairro. Portanto, esta mudança impulsionou uma mudança de atividade econômica, demandando a refuncionalização do espaço do Rio da Prata, mantendo certas rugosidades (SANTOS, 2004). A concentração de sítios alugados para lazer ou transformados em salões de festa é um bom exemplo, sendo este um uso facilmente identificado no lugar, como o incremento de restaurantes neste bairro e o reconhecimento pelo poder municipal do mesmo como pólo gastronômico, indicado por placas de trânsito. Tais reconfigurações não podem ser desprezadas na dinâmica local, tendo em vista sua influência sobre a forma como este espaço é vivenciado. No Rio da Prata, a expansão deste tipo de residência tem se dado em áreas de antigos sítios, comprados para o loteamento, notadamente nos últimos 10 anos. O relativo isolamento do bairro também favoreceu sua valorização no mercado imobiliário, já que serviu de incentivo ao crescimento local de estabelecimentos destinados ao comércio sem, no entanto, perder suas possibilidades de conexão ao centro de Campo Grande e aos serviços lá localizados. De certo modo, é possível deduzir a concentração de um grupo de poder aquisitivo diferenciado,, considerando que os antigos moradores concentram-se na parte íngreme, mais afastada do comércio e dos restaurantes. Portanto, a habitação no Rio da Prata desenvolve um caráter segregacionista muito marcado pelas limitações estabelecidas pelos muros dos condomínios e pelo afastamento desses novos moradores ao cotidiano do próprio lugar. Nem os estabelecimentos voltados para o lazer exercem papel integrador no aspecto interno, pois conforme a entrevista, os mesmos são muito mais freqüentados por pessoas de outros bairros. A segregação é reproduzida também entre os habitantes do Rio da Prata, e se amplia no desenrolar de sua inserção no modo capitalista de (re) produzir o espaço. Conforme entrevista, a maior parte dos compradores dos imóveis em condomínios já era residente em Campo Grande, o que reforça a pesquisa realizada pela construtora 4

5 CHL (ADEMI), que indica uma demanda por imóveis mais caros interna ao bairro, especialmente funcionários públicos e policiais. A atração exercida pelos condomínios se deve aos fatores de infra-estrutura e segurança, tanto por um relativo isolamento deste bairro em relação àqueles considerados perigosos. Uma parcela menor de compradores é oriunda de bairros vizinhos a Campo Grande. Hoje, a concentração de condomínios fechados no Rio da Prata torna o ato de lá residir um fator de prestígio, dada a exclusividade desse tipo de habitação e da imitação do modelo residencial da Barra da Tijuca,. Uma ótima ilustração disso é o fato de muitos dos imóveis divulgados para venda como localizados no Rio da Prata estão, na verdade, situados na Estrada do Lameirão Pequeno, em bairro homônimo. A habitação em condomínios fechados garante um processo de isolamento, através do qual são reforçados os preconceitos, a individualização e a proteção da propriedade (SOUZA, 2008). Portanto, a auto-segregação articula-se à reprodução da segregação espacial, porque reduz a interação social e mobilidade espacial intra-urbana. Compreende-se que seus novos moradores não sentem necessidade de integrarem-se aos demais, tendo em vista as diversas escalas de vivência e ação disponíveis por meio dos recursos materiais dos indivíduos, como o automóvel, a internet e o dinheiro disponível para atividades de lazer. Assim, como aborda Massey (2000), a possibilidade de vivência de um tempo-espaço comprimido torna as relações muito mais pontuais, de modo a transformar o entorno dos nós prestigiados nas redes de interação espacial em simples lugares de passagem. No Rio da Prata, os restaurantes não são freqüentados pelos moradores nos finais de semana, pois a presença de outros habitantes de Campo Grande é entendida como fator de saturação deste ambiente. Importante frisar o individualismo incentivado nesta prática, pois desprestigia a idéia de articulação de movimentos por melhores condições de moradia, tornando a necessidade dos serviços públicos exclusiva dos mais pobres. Tal fato deve ser compreendido no processo de abertura neoliberal à iniciativa privada e supressão de muitas das consideradas anteriormente responsabilidades do Estado a partir do final dos anos 1980 no Brasil. Em conexão a esta realidade, o uso da força nas áreas pobres é exercido por milícias armadas em Campo Grande e diversos outros bairros da Zona Oeste (como notado em reportagens ao longo dos últimos 3 anos), além do próprio poder das facções 5

6 de tráfico de drogas. Assim, enquanto a criminalidade ganha força sob o olhar do Estado, o medo se amplia e as soluções propostas às classes mais altas são as mais lucrativas possíveis, envolvendo o reforço da segurança privada. Portanto, Souza (2008) defende que não se pode negar a interação dialética entre mercado da violência e mercado da segurança. Enquanto a mídia explora os crimes ocorridos na cidade, são reforçados o desejo de isolamento deste universo e a idéia de privilégio que a capacidade de fazê-lo representa. Para Harvey (2004), a privatopia é estabelecida de modo a enaltecer as desigualdades e garantir que as mesmas se intensifiquem.. Sendo este um processo mundial, a habitação em condomínios exclusivos é uma expressão e ao mesmo tempo um meio de fortalecimento da fragmentação, já que o sentido de cidade enquanto espaço de vivência e realização da vida se restringe ao condomínio, de modo a proporcionar o reforço de preconceitos pela falta de convivência com as pessoas externas aos condomínios (SOUZA, 2008). A rua perde a função de lugar do encontro. Dessa forma, maximização dos benefícios individuais é priorizada na produção do espaço urbano e banalizada na formação ideológica de seus habitantes.. Simultaneamente, observa-se a descentralização de certos serviços para atender aos espaços por onde as elites tem se pulverizado. A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO EM CAMPO GRANDE, O RIO DE JANEIRO E O RIO DA PRATA. As mudanças nas tendências da produção imobiliária em Campo Grande estão intimamente ligadas ao aumento da participação empresarial na produção de imóveis residenciais nos anos 1990 por meio da crise na produção estatal da moradia e à valorização do solo urbano na Zona Oeste iniciada nos anos 1980, sendo esta a nova frente de expansão do capital imobiliário na cidade (LAGO, 2000). Neste contexto, ampliam-se as desigualdades presentes no espaço geográfico através da ação seletiva, destinada aos interesses de grupos de maior poder aquisitivo. No bairro supracitado, o destaque deste modo de produção da moradia é acompanhado do aumento de loteamentos irregulares e favelas, o que expressa a precariedade da produção de moradia aos grupos menos abastados e a ampliação da complexidade do espaço urbano das periferias do Rio de 6

7 Janeiro. O processo de valorização diferencial do espaço é construído a partir da pulverização dos estabelecimentos comerciais, especialmente daqueles voltados para o lazer. No eixo definido pela Estrada do Mendanha, o West Shopping inaugurado em 1997 acaba de expandir-se para dois novos prédios. Este empreendimento tem atraído ao longo dos anos restaurantes e condomínios exclusivos para suas proximidades, o próprio shopping tornado um fator de valorização dos imóveis e uma nova centralidade no bairro e entre os bairros vizinhos. Tal processo tem sido percebido em outros bairros valorizados de Campo Grande, mesmo não ocupados por condomínios fechados, pois os grupos seletos residentes nestas áreas representam um mercado consumidor em potencial, dado o poder aquisitivo diferenciado, de modo a permitir a reprodução de negócios em áreas não tão movimentadas e conectadas através da rede de transporte como o centro do bairro. A partir de pesquisa de preços de imóveis realizada no mês de junho de 2010 em um sítio eletrônico de anúncios (www.ibiubi.com.br), verificou-se que as casas mais caras à venda são aquelas situadas fora de condomínios em diversos bairros de Campo Grande. No entanto, os imóveis dos condomínios apresentam valores médios superiores à maioria daqueles situados no bairro. É possível propor então que a valorização imobiliária tem ocorrido em bairros diversos de Campo Grande. Se os imóveis dos condomínios fechados situam-se numa faixa intermediária entre os mais caros e os que representam a média do bairro, percebe-se que fatores de valorização dos imóveis, tais como tamanho, localização e acabamento não são os únicos que atraem os residentes em condomínios, pois estes padrões podem ser encontrados fora deles. O cercamento destes espaços é de fundamental importância para um grupo que deseja, principalmente, o isolamento em relação a grupos indesejados e o prestígio de viver em um loteamento exclusivo. Quanto à produção da moradia na cidade do Rio de Janeiro, a Baixada de Jacarepaguá e a vertente Norte do Maciço da Pedra Branca, que constituem a Zona Oeste, tem se colocado como áreas em consolidação urbana, em constante crescimento populacional, tendo um incremento de 10% entre 1996 e 2000, enquanto as demais Áreas de Planejamento regrediram neste aspecto no mesmo período (MACEDO, 2002). Ultimamente, conforme trabalhos a respeito do assunto, é possível identificar o crescimento de setores médios na Zona Oeste e diversificação na oferta imobiliária para atender aos 7

8 diferentes nichos de mercado, o que justifica a disparidade entre os valores dos imóveis. Neste processo, Campo Grande tem visto ampliar-se a desigualização de seus espaços através da reprodução do capital imobiliário e o conseqüente desprestígio dos grupos menos abastados na reprodução da moradia. Conforme estudo de Macedo (2002), a renda média da população do bairro está abaixo da média da cidade do Rio de Janeiro, com uma renda de 3,2 salários mínimos, confirmando seu papel de bairro destinado aos grupos mais pobres. Entretanto, 10% de sua população possui rendimentos acima de 10 salários mínimos. A desigualização entre os residentes no bairro é evidente, um estímulo à diversificação da oferta de moradia. Assim, como trata Harvey (1980) a respeito da escolha do lugar de moradia na cidade capitalista, as áreas consideradas melhores por fatores diversos, como a alocação de infra-estrutura urbana e prestação de serviços, além de amenidades, representadas tanto pela proximidade à natureza quanto pela distância a favelas, estigmatizadas no âmbito da cidade do Rio de Janeiro, são ocupadas pelos que dispõem de recursos financeiros para fazê-lo. Estes padrões são altamente mutáveis, especialmente conforme tendências e interesses das classes dominantes, predominantes na constituição de ideologias (ORTIZ, 2006). Há não muito tempo, morar no Rio da Prata trazia uma representação bucólica no aspecto negativo: atrasado em relação à modernidade; distante de tudo e isolado. No entanto, os gostos foram transformados de modo a transformar a visão a respeito desse bairro e, consequentemente, seu papel no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, posto que a idéia construída a respeito do espaço ganha valor de troca. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em decorrência do aumento da idéia de deseconomia de aglomeração, as áreas mais densamente ocupadas da cidade do Rio de Janeiro e o estabelecimento da favelização como presença marcante em quase todo o espaço da cidade, dado o poder de centralidade que a mesma tem exercido em escala nacional, atraindo investimentos e pessoas ao longo da história. Novamente, a associação estabelecida no senso comum entre estas formas de habitação e a violência urbana, além da concorrência por emprego e a precarização do conforto ambiental das áreas estabelecidas há mais tempo fazem de Campo Grande uma opção à criação de novas raridades. A inserção do Rio da Prata neste 8

9 processo se realiza através de suas peculiaridades em relação ao espaço metropolitano, simultaneamente passando pelo processo de metropolização de seu espaço. O papel privilegiado da metrópole do Rio de Janeiro no Brasil num processo de desenvolvimento geográfico desigual e combinado, já que o desenvolvimento capitalista articula, especialmente no aspecto econômico realidades diferentes, está longe de garantir a todos os seus habitantes a acumulação oriunda desses processos. Ao contrário, sob a égide da construção de condições favoráveis à reprodução do capital, valoriza e reveste de benefícios áreas já bem estruturadas, enquanto as demais sofrem o desprestígio simbólico, de geração de emprego e de qualidade de vida. Campo Grande, inserido perifericamente como espaço destinado a possibilitar a reprodução dos trabalhadores mal remunerados da cidade, tendo desenvolvido certa autonomia em relação a centralidades mais antigas, agora também apresenta restrições à reprodução da vida de seus moradores de forma gradativamente ampliada. Num processo de valorização que envolve todo o bairro, alguns se destacam por serem considerados provedores de qualidade de vida e, imediatamente, tornam-se inalcançáveis aos próprios moradores. O Rio da Prata pode ser analisado como espaço segregador, pois se diversifica, e auto-segregado, pelos grupos que hoje o priorizam. Desse modo, a habitação dos mais pobres se restringe cada vez mais na metrópole carioca, inclusive em sua periferia, dificultando assim o acesso a meios de emancipação por seus moradores. REFERÊNCIAS HARVEY, David. Espaços de esperança. São Paulo: Edições Loyola, p. HARVEY, David. A justiça social e a cidade. São Paulo: HUCITEC, p. LAGO, Luciana Corrêa do. Desigualdade e segregação na metrópole: o Rio de Janeiro em tempo de crise. 1 ed. Rio de Janeiro: Revan/Observatório-IPPUR/UFRJ-FASE, v p. LEFEBVRE, Henri. Espaço e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, p. MACEDO, Andréia Pereira de. Produção Imobiliária e segregação na periferia do Rio de Janeiro: o bairro de Campo Grande. Dissertação apresentada como exigência ao título de mestre em Planejamento Urbano e Regional. UFRJ p. MASSEY, Doreen. Um sentido global do lugar. In: ARANTES, Antônio (Org.). O espaço da diferença. Campinas: Papirus, p. p

10 SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4ª edição. 1ª reimpressão. São Paulo: Edusp, (Coleção Milton Santos). 384p. SOUZA, Marcelo Lopes de. Fobópole: o medo generalizado e a militarização da questão urbana. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. ORTIZ, Renato. Notas sobre Gramsci e as ciências sociais: Revista Brasileira de Ciências Sociais 2006, vol. 21 n.062. Disponível na Internet: INSTITUTO MUNICIPAL DE URBANISMO PEREIRA PASSOS (IPP): Acesso em 26 maio ASSOCIAÇÃO DE DIRIGENTES DE EMPRESAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO(ADEMI): Acesso em 26 maio

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